Vai Dar Praia! Sem Espirros. Pipa com Segurança

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1 11 edição nº Revista da Secretaria Municipal de Habitação de São Paulo Pipa com Segurança Saiba como aproveitar as próximas férias escolares sem medo de acidentes PÁGINAS 23 a 26 Cantinho do Céu, às margens da Represa Billings DISTRIBUIÇÃO GRATUITA Vai Dar Praia! Região da Guarapiranga e Billings receberá investimento de R$ 2,8 bilhões, melhorando a qualidade da água na cidade e a vida dos moradores PÁGINAS 4 a 7 Sem Espirros Descubra como deixar a casa imune aos ácaros e à alergia PÁGINAS 19 a 21

2 a r t i g o Edifício Cineasta RENOVA SP Chorar de alegria RICARDO PEREIRA LEITE No mês de abril, a Prefeitura participou da 5ª Bienal de Arquitetura de Roterdã, na Holanda, e do seminário Para uma Geografia Emergente de Gentrificação Global Sul, realizado em Santiago, no Chile, e em Londres, na Inglaterra, simultaneamente. Na exposição holandesa, com os projetos para o Cantinho do Céu e o Cabuçu de Cima, a comunidade internacional mais uma vez reconheceu a qualidade e a adequação das propostas implantadas pelo Programa Municipal de Urbanização de Favelas, da Secretaria Municipal de Habitação. No evento sobre gentrificação, foram apresentados os primeiros projetos de inclusão social do Brasil Real Parque, Jardim Edite e Barra Funda aos quais foram introduzidos conceitos inovadores, permitindo que famílias de baixa renda habitem localizações adequadas, independentemente do preço da terra, respeitando suas relações sociais. A Prefeitura pôs em prática pela primeira vez no país teorias cantadas por diversos agentes que trabalham pela inclusão social; cantadas, mas nunca antes decantadas. A emoção dessas realizações foram brilhantemente retratadas no artigo da arquiteta Marcy Sallowicz, na página ao lado. Muitos de nós nos emocionamos ao ler o texto, choramos mesmo. Mas são lágrimas de alegria. EXPEDIENTE Í N D I C E 3 OPINIÃO E CARTAS HABITAÇÃO 4 Programa Mananciais vai mudar a cara das represas 8 Tapumes do Edíficio Cineasta ganham mural inspirado no candomblé 10 Projeto para Escola de Música em Paraisópolis ganha prêmio 11 Comunidades que tiveram Jornada da Habitação comentam evento DIÁRIO DE OBRAS 12 Começa a construção das unidades no Sapé 13 Mapa das obras na cidade 14 Residencial Caraguatatuba entra na fase final 15 Quatro blocos da Gleba H estão em acabamento 16 Contenção no Morro dos Macacos está prestes a terminar EMPREGOS & FINANÇAS 17 Entenda a polêmica em torno das sacolinhas plásticas CONSTRUÇÃO & DECORAÇÃO 19 Saiba como deixar sua casa segura contra a alergia 22 Pergunte ao Arquiteto e Passo a Passo CULTURA & LAZER 23 Como soltar pipas sem correr riscos 26 Minha Receita Salpicão de frango 27 Meu Bairro, Minha História Nadijane de Oliveira, de Paraisópolis 28 Retrato Pipeiro na Vila Cordeiro Capa: Foto de Newton Santos Prefeito do Município de São Paulo: Gilberto Kassab Secretário Municipal de Habitação: Ricardo Pereira Leite Secretário Municipal de Comunicação: Marcus Vinicius Sinval Superintendente de Habitação Popular: Elisabete França Diretora Comercial e Social da Cohab-SP: Ângela Barbon Conselho Editorial: Elisabete França (presidente), Alonso López, Ana Lúcia Callari Sartoretto, Ângela Barbon, Carlos Alberto Pellarim, Felinto Cunha, Luiz Henrique Girardi, Luiz Henrique Tibiriçá Ramos, Marcel Costa Sanches, Márcia Maria Fartos Terlizzi, Maria Cecília Sampaio Freire Nammur, Maria Teresa Diniz, Nancy Cavallete da Silva, Nelci Alves da Silva Valério, Ricardo Sampaio, Tereza Beatriz Herling, Vanessa Padiá e Violêta Saldanha Kubrusly Coordenadoria de Imprensa do Município: Emerson Figueiredo Coordenador de Imprensa da Secretaria Municipal de Habitação: Sérgio Duran (jornalista responsável, MTB: ) Editor: Fernando Cassaro Repórteres: Débora Yuri e Marcos Palhares Fotógrafos: Hype Fotografia Projeto Gráfico e Diagramação: André Bunduki/DinBrasil Impressão e Acabamento: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo Renova SP é uma publicação mensal da Secretaria Municipal de Habitação produzida pela DS Comunicação/Popcom Assessoria de Comunicação e Imprensa. Tiragem: 100 mil exemplares. Distribuição Gratuita Ricardo Pereira Leite é secretário municipal de Habitação Renova SP MAIO JUNHO

3 MARCY JUNQUEIRA SALLOWICZ Sonho de criança ARTIGO Em 1964, eu era criança, mas me lembro bem da Música Popular Brasileira dando o tom na minha casa. Eram delícias amorosas ou canções sobre um Brasil que precisávamos construir, como Marcha para um Dia de Sol, de Chico Buarque. Como muitos de minha geração, e até das seguintes, éramos criados por pessoas que trabalhavam em nossas casas, e, no vapor mágico das cozinhas, nos acolhiam com gestos e histórias inesquecíveis. Certa vez, cantarolando a Marcha... (Eu quero ver um dia, numa só canção, o pobre e o rico andando mão e mão), falei para a amorosa Dalila de minha infância que ela iria morar na casa do vizinho. Ela deu uma gargalhada e respondeu: Ah, filha, é mais fácil o dia virar noite e a noite virar dia. Pois bem, estamos em 2012, moro há 24 anos no Real Parque. Nestas mais de duas décadas, avistava da minha janela uma favela com moradias improváveis, crianças soltas na rua, jovens vendedores de drogas. Surpreendentemente, há um ano, a paisagem através da janela foi mudando radicalmente. A favela deu lugar a vários conjuntos de apartamentos, com varandas nos quartos e nas salas, ventilação natural... Enfim, formas de moradias pensadas e desenhadas por arquitetos. E será em um desses dignos apartamentos onde a Dete querida colaboradora que, ao longo destes 24 anos, ajudou a criar meus filhos e a cuidar da casa irá morar. Finalmente terá endereço, luz, água e esgoto. Será minha vizinha. Realizou-se o sonho da minha infância e o dia não precisou virar noite. Marcy Junqueira Sallowicz é moradora do Real Parque C A R T A S Parabéns pela Renova SP. As edições são muito boas. Já guardei vários artigos, especialmente os que abordam temas relacionados às reformas. Raphael Oliveira Moro no Inocoop do Campo Limpo, em frente à Rua Monforte de Lemos, e gostaria de saber se há um projeto de urbanização para a favela localizada na via? Luis Carlos RECLAME AQUI As obras na Favela Monforte de Lemos estão previstas para começarem no início de Por isso, a Secretaria Municipal de Habitação ainda não tem os detalhes do projeto o que deverá ser definido nos próximos meses. A pavimentação na região do Pabreu/Prainha começou em ritmo bastante acelerado, mas agora está muito devagar. O que está acontecendo? Raimundo Andrade Para tirar dúvidas, reclamar ou fazer sugestões, entre em contato com a Renova SP pelo Toda a região do Pabreu está passando por uma intervenção por parte da Sehab, o que inclui mais que a pavimentação. Estão sendo realizadas obras bastante complexas, como eliminação de áreas de riscos, reassentamento de famílias, execução de efluentes de esgoto doméstico, estações elevatórias de esgoto, rede de água potável, sistema de drenagem urbana, praças, áreas de lazer e equipamentos urbanos, entre outras. TELEFONES ÚTEIS Central de atendimento da Prefeitura 156 Central da Habitação A Renova SP se reserva ao direito de publicar apenas trechos das cartas. Informe nome completo, idade, bairro e profissão Renova SP MAIO JUNHO

4 HABITAÇÃO SANEAMENTO BÁSICO FOTO: Newton Santos Vida nova nas represas Programa Mananciais beneficia toda a cidade ao trabalhar nas comunidades às margens da Billings e da Guarapiranga Nascentes de água; fontes abundantes; que correm incessantemente. Nos dicionários, esses são alguns dos significados para a palavra mananciais. Em São Paulo, porém, o termo tem sentido mais amplo: os dois maiores reservatórios de água da cidade Billings e Guarapiranga estão cercados por comunidades carentes. A região, que fica na Zona Sul, tem cerca de 1,8 milhão de habitantes o equivalente a uma cidade do porte de capitais como Curitiba, no Paraná, e Recife, em Pernambuco. Com tanta gente vivendo em condições precárias, quem também sofre são as duas represas: grande parte do esgoto doméstico local vai parar nos reservatórios. Para melhorar a vida dessas pessoas e despoluir as represas, a Prefeitura lançou recentemente a terceira fase do Programa Mananciais (leia na próxima página). Essa etapa a última prevista custará cerca de R$ 2,8 bilhões e vai contar com recursos dos governos Municipal, Estadual e Federal. As obras, que estão divididas em 64 núcleos de intervenções, vão beneficiar diretamente famílias (confira Parte do Cantinho do Céu já foi atendida na segunda fase do Programa Mananciais mapa na página 7). A Secretaria Municipal de Habitação (Sehab) também vai construir cerca de 13 mil unidades habitacionais em convênio com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU). São obras que levam infraestrutura urbana adequada às comunidades da área e beneficiam toda a região metropolitana, diz o coordenador do programa, Ricardo Sampaio. Hoje, 4,7 milhões de habitantes da Grande São Paulo se abastecem com a água captada na Billings e na Guarapiranga, o equivalente a quase 25% do total da população que vive na Região Metropolitana cerca de 20 milhões de pessoas. Se as duas represas não forem despoluídas, São Paulo terá de gastar mais dinheiro para trazer água de lugares mais distantes. Isso encarece os custos, e o fornecimento de água deve ser o mais barato possível para que todos tenham acesso. Por isso, o programa é importante, afirma Ricardo Sampaio. Em 2011, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) calculou o custo da produção de 1 m³ de água na Região Metropolitana desde a captação até o abastecimento dos domicílios em R$ 1,30. Em 2010, o valor ficava em R$ 1,17. Para mostrar como o Programa Mananciais beneficia a região e a cidade, Renova SP visitou as comunidades do Cantinho do Céu (Grajaú), que já recebeu obras, e de Vargem Grande (Parelheiros), incluída na terceira fase. DÉBORA YURI E MARCOS PALHARES Renova SP MAIO JUNHO

5 Obra no Cantinho do Céu é exemplo O exemplo mais simbólico de como o Programa Mananciais está mudando a vida de milhares de pessoas é o Cantinho do Céu, comunidade da Zona Sul localizada às margens da represa Billings. Com obras a todo vapor e alguns trechos já entregues, o projeto do arquiteto Marcos Boldarini foi premiado internacionalmente e está transformando o local, com direito a construção de um parque linear e até um píer na represa. Antes, não existia rede de esgoto. Era tudo despejado na represa, que tinha um cheiro muito forte. Hoje, as pessoas pescam e nadam aqui, conta a dona de casa Maria Lúcia Correia Gomes, de 57 anos, sendo 28 deles vividos no Cantinho do Céu. O parque linear é nosso primeiro espaço de lazer. A gente vem pra cá relaxar mesmo à noite. Tudo melhorou 100%, avalia. Além de levar saneamento básico e melhorar a qualidade da água, o Programa Mananciais permitiu a abertura de novas opções turísticas e econômicas para o bairro. Limpa, a represa atrai pequenos negócios, como o aluguel de barcos. E os novos frequentadores impulsionam o comércio local. Estamos recuperando a água, regularizando terrenos e combatendo a vulnerabilidade social. O próximo passo é tornar a região autossustentável, ao estimular atividades econômicas como o turismo ambiental, ressalta o coordenador do Programa Mananciais, Ricardo Sampaio. Morador da Viela das Gaivotas, outra comunidade da região, o técnico em fibra óptica Vancarlos Ferreira Gonçalves, de 23 anos, costuma levar os amigos em seu carro para se divertirem à beira da represa. Nos fins de semana, fica lotado. É a melhor opção de lazer, elogia. Crescimento econômico da década de 1970 marca o início da ocupação na região A região dos mananciais concentra atualmente cerca de 16% da população da cidade. A ocupação começou nos anos 1970, quando a Região Metropolitana recebeu a indústria de bens de consumo final, gerando um polo migratório. São Paulo crescia de 6% a 10% ao ano e inchou de forma desordenada. Como a população não tinha onde morar, ocorreu uma movimentação do Centro para a periferia, explica Ricardo Sampaio. A população com menos renda foi para lá porque as terras não tinham valor de mercado. Assim surgiu o cenário visto hoje. Para Vancarlos, a beira da represa é a melhor opção de lazer ENTENDA O PROGRAMA MANANCIAIS O Programa Mananciais regulariza loteamentos e urbaniza favelas do entorno das represas Billings e Guarapiranga, beneficiando a população local com canalização de córregos, implantação de redes de água, esgoto e drenagem, eliminação do risco, melhorias no sistema viário e instalação de praças, creches e parques lineares. Equipando as comunidades com infraestrutura adequada, ele ajuda a melhorar a qualidade da água dos dois reservatórios. Com início em 1994, a primeira fase do programa beneficiou diretamente 38 mil famílias e entregou novas unidades habitacionais (UHs). A segunda etapa, que começou em 2005 e ainda está em andamento, prevê beneficiar diretamente famílias e construir UHs. Somando as duas fases, os recursos investidos somarão R$ 1,5 bilhão. As obras da terceira fase devem começar ainda no primeiro semestre deste ano e têm previsão de conclusão para FOTO: Newton Santos Renova SP MAIO JUNHO

6 Vargem Grande vai receber drenagem na terceira fase Situada na superfície de uma cratera de 3,2 km² aberta por um meteoro há cerca de 30 milhões de anos, a comunidade de Vargem Grande, na Zona Sul, é outra beneficiada pelo Programa Mananciais. Atualmente, grande parte de suas ruas já recebeu pavimento e calçadas. Mas a estação de chuvas sempre provoca alagamentos, problema que deverá ser solucionado na terceira fase do programa, com obras de drenagem e canalização de córregos. Aqui é bom de morar, mas ainda falta arrumar algumas coisas. Tem lugares perto dos córregos que alagam quando chove, conta a manicure Juciara Jesus da Silva, de 32 anos. Um exemplo é a Rua Coqueiros, que dois dos meus filhos têm de atravessar pra chegar à escola, diz ela, que é mãe de três crianças. No local indicado por ela, dois córregos se cruzam. Temos água encanada há uns seis anos, mas ainda existem pontos com esgoto a céu aberto. Espero que as Aurino não vê mais alagamentos na rua obras da Prefeitura melhorem isso, diz a dona de casa Maria de Fátima Cavalcanti, de 43 anos, sendo 13 deles em Vargem Grande. Próximo dali, na Rua Jaqueira, o Programa Mananciais adiantou a macrodrenagem e a canalização de 700 metros do córrego local. Ficou muito bom, acabaram os alagamentos, afirma o técnico em eletrônica Aurino Antônio de Oliveira, de 73 anos, que possui um comércio a 50 metros do local. FOTO: Newton Santos Qualidade da água das represas melhorou A Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) mantém monitoramento constante da qualidade da água em dois pontos de amostragem na Represa Guarapiranga e outros cinco na Billings. Numa escala de 0 a 100, entre janeiro de 2002 e maio de 2011, o Índice de Qualidade das Águas (IQA) melhorou de 70 para 80 na Represa Billings e de 60 para 80 na Guarapiranga. E o Programa Mananciais colaborou para essa variação positiva. De acordo com o gerente da Divisão de Qualidade das Águas e do Solo da Cetesb, Nelson Menegon, as ações de saneamento básico diminuíram o despejo de esgoto na bacia hidrográfica da região. Atualmente, os principais poluentes das represas metropolitanas são os nutrientes, que causam a eutrofização de suas águas. A eutrofização é um mecanismo de enriquecimento de nutrientes [nitrogênio e fósforo] que tem como consequência a proliferação exagerada de algas, que compromete o uso da água, explica Nelson Menegon. Porém, a partir de 2010, não se constatou nenhum valor de fósforo total superior a 0,1 miligrama por litro na captação de água na Guarapiranga, o que é um índice muito bom, avalia. Renova SP MAIO JUNHO

7 Obras de drenagem e saneamento são essenciais As obras de drenagem e saneamento são essenciais para evitar alagamentos, prejuízos, doenças e mortes. Porém, é comum que não se dê a devida importância a essas intervenções, pois os canais, tubulações e redes de escoamento ficam enterrados depois de prontos. É uma obra invisível. Mas pegue qualquer cidade e compare os índices de doenças e de mortalidade infantil antes e depois de feitas as redes de água e saneamento. A diferença, para melhor, é impressionante, afirma um dos diretores da Geasanevita Engenharia e Meio Ambiente, José Orlando Paludetto Silva. A empresa é responsável por obras de drenagem e saneamento em projetos como o da Favela do Sapé, no Butantã, Zona Sul. Ele explica que há todo um processo a ser seguido antes do início da obra. Primeiro, as famílias que vivem à beira de um córrego, rio ou represa são cadastradas e passam a ser atendidas pelo poder público. Depois disso, é feita uma medição para definir até que ponto a água poderá subir sem atingir moradias. Com isso, é possível saber se algumas famílias vão precisar ser reassentadas em outro local, explica outra diretora da empresa, Beatriz Benitez Codas. Após essas etapas, são feitos estudos para detalhar o tipo de drenagem mais adequado e os locais por onde passarão os canais e tubulações das redes de água e esgoto. É um processo lento e sabemos que causa transtorno, mas o resultado, em termos de infraestrutura e saúde pública, é de extrema importância, completa José Orlando Silva. ONDE FICAM AS ÁREAS CONTEMPLADAS NA 3ª FASE DO PROGRAMA 1 Ângelo Remazotti/Missionária V/Papa 30 Jardim Almeida Prado Gregório Magno 31 Xamborés I e II Jardim dos Lagos Ipanema Jardim Arnaldo Parque São Francisco Jardim Eldorado/Mata Virgem Balneário/Mar Paulista/Ingai 32 Parque Novo Santo Amaro IV 33 Jardim Calú 34 Chácara Sonho Azul A 35 Boulevard da Paz 36 Jardim Guanguará 7 Paulistas/ Rep. Lotes 10/11/12 Quadra 37 Parque Novo Santo Amaro I e II 8 1 Bairro Apurá/Dois/Jardim Apurá/ Bandeirantes Paulino Alves Escudeiro 38 Parque Novo Santo Amaro III 39 Jararaú II 40 Jardim Solange 9 Alcindo Ferreira/Jardim Cruzeiro 41 Jardim Capela/Santa Bárbara Jardim Pouso Alegre Ipojuca Lins de Araújo Parque São José VI Jardim Satélite I e II/Maria AA II CEU Cidade Dutra Clube de Pesca Santa Bárbara Orion/Jardim Império/Jardim Orion Anthero Gomes do Nascimento/Jardim São Judas Tadeu/Jardim São Vicente/ 42 Ângelo Tarsini 43 Cavalo Branco/Batista Bassano A 44 Arizona A 45 Enlevo 46 Jardim Horizonte Azul/Sapato Branco 47 Costa do Valado 48 São Lourenço 49 Jardim Fujihara I, III e Jardim Nakamura II 50 Renato Locchi Império I 51 Santa Margarida V Cantinho do Céu Parque São José I e II Jardim Manacás Vale Verde ou Monte Verde/Carioba/Sítio Cascavel/Fechado Eliane 52 Jardim Ângela II 53 Vila Santa Zélia 54 Chácara Flórida/Bandeirantes 55 Buraco do Sapo 56 Jardim Tancredo 22 Jardim Rodrigo 57 Jardim Colorado Parque São José VII, Três Cânticos e entorno Alto da Alegria 58 João Manoel Vaz 59 Parque Maria Fernanda I e II 60 Roschel 25 Nova Grajaú I e II 61 Condomínio Vargem Grande 26 Cocaia I 62 Cavalo Branco (novas unidades) 27 Erundina 63 Chácara do Conde (novas unidades) Área sem nome Jardim Nova Varginha/Estrada do Barro Branco 64 Vargem Grande (novas unidades) m boi mirim REPRESA da GUARAPIRANGA parelheiros capela do socorro cidade ademar REPRESA BIllings 5 Renova SP MAIO JUNHO

8 ARTE A velha esquina está de cara nova FOTO: Newton Santos Raul Zito criou mural inspirado no candomblé No cruzamento mais famoso da cidade, mural marca primeira obra do Renova Centro Alguma coisa aconteceu na esquina mais emblemática de São Paulo no final de março. Engravatados e jovens de jeans, crianças e idosos, entregadores de folheto e turistas gringos: todo mundo parava para ver o muralista Raul Zito, de 30 anos, trabalhar no número 613 da Avenida São João. No tapume da obra executada no antigo Hotel Cineasta, no coração do Centro, Zito criou um mural inspirado no candomblé. A ideia é fazer a cidade sair um pouco desse ímpeto de pressa, trânsito e trabalho e ter um pensamento mais espiritual, explica. Próximo ao cruzamento das avenidas São João com Ipiranga local eternamente famoso graças a Caetano Veloso e seu hino Sampa, o Cineasta é o primeiro empreendimento do Programa Renova Centro a entrar em obras (leia nesta página). O prédio foi comprado pela Companhia Metropolitana de Habitação de São Paulo (Cohab-SP) por R$ 4,2 milhões, com financiamento da Caixa Econômica Federal, e abrigará artistas aposentados de baixa renda. Por isso, o edifício erguido nos anos 1920 vai se chamar Palacete dos Artistas e ganhará restauração completa, salão de festas, sala multiuso e áreas de lazer, médica e administrativa. Serão construídos 50 apartamentos no antigo hotel os primeiros devem ser entregues em janeiro de Ao todo, os investimentos no edifício serão de R$ 4,5 milhões. Com o mural no tapume, o objetivo é dar espaço para a expressão de artistas urbanos e chamar a atenção da população para o projeto. Isso porque um dos objetivos do Renova Centro é o incentivo à arte e à cultura. Proposta na qual Zito se encaixa bem, pois faz arte de rua e tem obras espalhadas pela cidade. Seguindo essa pegada cultural, outros prédios contemplados pelo programa ganharão nomes de artistas que participaram da histórica Semana de Arte Moderna de 1922, como o maestro e compositor Heitor Villa-Lobos. O próximo empreendimento a entrar em obras, o Asdrúbal do Nascimento, vai ser rebatizado de Mário de Andrade uma homenagem ao escritor e poeta modernista. DÉBORA YURI Programa investe em habitação social no Centro O Programa Renova Centro foi criado pela Prefeitura em 2010 para colaborar com a revitalização da região central da cidade. Ele prevê que cerca de 50 prédios ociosos da área sejam transformados em moradia para cerca de famílias. A maioria dos apartamentos será destinada à Habitação de Interesse Social, beneficiando famílias com renda de até três salários mínimos. Renova SP MAIO JUNHO

9 2 Raul Zito é figurinha carimbada na região Quando eu tinha 15 anos e comecei a grafitar, o Centro de São Paulo era um mistério para mim, lembra o muralista Raul Zito, que nasceu em Cotia (Grande São Paulo) e mora em Pinheiros (Zona Oeste). Agora, ele se tornou habitado e usufruído por toda a população, comemora. Ao fazer o mural, que ficará exposto até o fim da obra, Zito colaborou com a revitalização da região. Sempre na área, ele gosta de frequentar a Galeria do Rock, onde compra roupas, tênis e acessórios para skate, e de tomar mate gelado na Praça Dom José Gaspar. A street art de Zito está espalhada por todos os cantos de São Paulo, mas um trabalho especial é o do Cingapura do Piqueri, na Marginal Tietê (Zona Norte). Segundo ele, a obra merece esse favoritismo pelo projeto e pelo tamanho, já que a lateral do prédio que abriga o mural tem 16 metros de altura. Depois de aderir ao pacote completo do movimento hip hop grafite, skate, rap, andança pela cidade, Zito passou a criar murais. Meu trabalho remete mais ao muralismo mexicano, de artistas como Diego Rivera, Jose Clemente Orozco, David Alfaro Siqueiros. É uma arte com referências políticas, diferente do grafite nova-iorquino, que está mais ligado ao hip hop, a pintar trens, explica. 3 FOTOS: Newton Santos Arte no tapume Nos dias 30/3 e 1º/4, Raul Zito e seu amigo, o artista urbano Carango Sá (de camiseta branca), de 28 anos, produziram o mural nos tapumes do futuro Palacete dos Artistas. Renova SP acompanhou a dupla durante os dois dias. Confira, em imagens, como foi feito o trabalho Renova SP MAIO JUNHO

10 PARAISÓPOLIS FOTO: Newton Santos Marlene deve aproveitar o reajuste para viajar Primeira apresentação da orquestra foi em 17 de abril Ao som de violinos Projeto para escola de música é premiado no exterior no mesmo mês em que orquestra faz estreia Paraisópolis passou por emoções fortes durante o mês de abril. Dessa vez, não foi a entrega de unidades a causa do frisson, mas, sim, a Escola de Música que será erguida na comunidade. Ao mesmo tempo em que o projeto para a construção da sede foi premiado no exterior, a Orquestra Filarmônica que ocupará o espaço estreou oficialmente. Ao custo de cerca de R$ 9,5 milhões, a sede da entidade vai ser construída pela Prefeitura no Grotão, a região mais precária da comunidade, que fica no Morumbi (Zona Sul). O projeto do edifício, intitulado Grotão Escola de Música, conquistou o 2º lugar no Global Holcim Awards 2012, premiação mundial de construção sustentável. Os autores são os arquitetos Alfredo Brillembourg e Hubert Klumpner, do escritório Urban-Think Tank. Nós começamos a fazer pesquisas em Paraisópolis há seis anos, e a ideia veio quando observamos e conversamos com os moradores sobre a necessidade local de mais espaços públicos e culturais, conta o norte-americano Brillembourg. São Paulo é uma cidade excitante para implantar estratégias inovadoras em urbanização de favelas. No ano passado, o projeto já tinha obtido o 1º lugar na etapa latino-americana do Holcim Awards. Ele é funcional e vai mistu- Elma aposta na qualidade rar usos: quadra de futebol, praça, de escola seu trabalho de música, um ponto de ônibus, uma passarela para pedestres, diz a coordenadora do Projeto de Urbanização de Paraisópolis, Maria Teresa Diniz. A previsão da Secretaria Municipal de Habitação (Sehab) é que as intervenções comecem no segundo semestre. À espera da sede, a escola já funciona e reúne 108 alunos, todos moradores da comunidade. O único requisito é saber ler, para aprender teoria musical não há limite de idade. O projeto é profissionalizante: nosso objetivo é formar músicos jovens e capacitá-los para entrar em faculdades de música ou orquestras profissionais, explica o maestro Paulo Rydlewski. A escola é fruto de uma parceria entre ele e a União dos Moradores e do Comércio de Paraisópolis, presidida por Gilson Rodrigues. A estreia da orquestra foi em 17 de abril, durante leilão beneficente em prol do Instituto Escola do Povo, que alfabetiza adultos. Vinte e cinco alunos se apresentaram para personalidades como o meio-campista Lucas, do São Paulo, e a campeã olímpica com a seleção feminina de vôlei Fofão. DÉBORA YURI Escola de Música terá também quadra e praça Divulgação Renova SP MAIO JUNHO

11 Comunidades colhem os frutos da festa Evento chega à metade e lideranças que já o receberam avaliam as três primeiras etapas Vale a pena investir em boa arquitetura Para a coordenadora da Jornada da Habitação, Eliene Coelho, o evento tem ajudado a população a perceber a grandeza do que está acontecendo nas comunidades. Isso é, em parte, impulsionado pela troca de experiências com outros países. A gente vê que não está atrás, que os nossos projetos têm muita qualidade. São Paulo está percebendo que vale a pena investir em boa arquitetura, diz a arquiteta, que também coordena o sistema Habisp. FOTO: Newton Santos Lazer, incremento da renda, aumento da autoestima, novos conhecimentos, troca de ideias. Para as lideranças das três primeiras comunidades que receberam a Jornada da Habitação, o evento levou tudo isso aos moradores. A Jornada gerou renda e visibilidade para a comunidade, já que os artistas locais foram reconhecidos. Pensamos até em fazer eventos menores só para eles, diz Aguinaldo da Silva França, o Guigui, de 38 anos, há 25 no Jardim São Francisco, na Zona Leste. A comunidade foi a primeira a receber o evento, em fevereiro, logo após a abertura. Organizada pela Secretaria Municipal de Habitação (Sehab), a Jornada promove a troca de experiências entre seis projetos desenvolvidos em São Paulo pela Prefeitura e seis cidades do exterior: Roma (Itália), Mumbai (Índia), Medellín (Colômbia), Nairóbi (Quênia), Moscou (Rússia) e Bagdá (Iraque). Para Guigui, o intercâmbio serviu Paraisópolis foi a segunda comunidade a receber o evento também para dar mais valor ao trabalho feito em São Paulo. A gente tem o hábito de achar que tudo lá fora é melhor, mas vimos que não é bem assim. Temos tido mais avanços na área habitacional do que muitas cidades do exterior. Palco da segunda etapa, Paraisópolis, na Zona Sul, viveu dois dias de festa em março. Foi uma grande oportunidade para a gente falar o que pensa. Também mostrou ao pessoal que o projeto de urbanização daqui sempre foi discutido em conjunto pelas lideranças e o poder público, avalia um dos líderes do núcleo Jardim Colombo, Genilso Ferreira da Silva, de 39 anos. No Cantinho do Céu, na Zona Sul, a Jornada, que aconteceu em março, repercute até hoje. Superou nossas expectativas, com shows, passeios de barco, praça de alimentação no deque. Os moradores me perguntam quando vai ter outra, conta umas das PRÓXIMAS PARADAS Bamburral 12 de MAIO Heliópolis 26 de maio Cortiços do Centro 30 de junho e 1º de julho MAIS INFORMAÇÕES: lideranças da região, Vera Lúcia Basalia, de 61 anos. Quem vendeu comida e artesanato saiu super feliz, ela completa. Na hora do almoço, muita gente não tinha mais nada para oferecer. Já o pessoal do artesanato recebeu até pedidos de encomendas de lojistas da cidade e gringos. DÉBORA YURI, MARCOS PALHARES E VERÔNICA GONÇALVES Renova SP MAIO JUNHO

12 DIÁRIO DE OBRAS NORTE SUL LESTE SUDESTE CENTRO mananciais SUL Começa a construção das unidades habitacionais no Sapé Além dos imóveis, Prefeitura fará área verde ao longo do córrego da comunidade A Prefeitura iniciou a construção da primeira leva de unidades habitacionais para a comunidade do Sapé, no Butantã. Os condomínios A e B do Sapé A, que somam 144 unidades habitacionais (UHs), estão em fase de fundação. Já no condomínio F do Sapé B, com 87 UHs, começaram a terraplanagem e a construção de contenções. No total, serão feitos apartamentos, sendo 681 no Sapé, 275 no Domenico Martinelli e 100 no Água Podre todos localizados na mesma região. Os primeiros três condomínios devem ficar prontos ainda no primeiro semestre de Assinado pelo escritório Base 3 Arquitetos, o projeto prevê cinco diferentes tipologias de apartamentos: de 46 m², 49 m², dois modelos de dúplex com cerca de 50 m² e o maior deles, de 52 m², que tem varanda de serviço. Não vamos fazer só habitação. Nossa proposta é abrir espaço para comércio, serviços e uma biblioteca, já que a região é bem servida de creches e escolas públicas, diz a arquiteta que coordena o projeto, Marina Grinover. Ela cita como outros diferenciais o Caminho Verde, via arborizada que será implantada ao longo do Córrego do Sapé, e a ciclovia interligada ao Centro Educacional Unificado (CEU) Butantã. A Secretaria Municipal de Habitação (Sehab) também vai abrir Primeiros condomínios serão entregues em 2013 novo viário, pavimentar ruas e implantar redes de água, esgoto e drenagem, além de canalizar o córrego que corta a comunidade. Os investimentos serão de cerca de R$ 152 milhões, com recursos da Prefeitura (R$ 3,8 mihões), da Caixa Econômica Federal (R$ 36,4 milhões), da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (R$ 9 milhões) e do Fundo Municipal de Saneamento Ambiental e Infraestrutura (R$ 103 milhões). DÉBORA YURI Divulgação O Q U E É Área de Risco? É um local onde há risco de morte para as pessoas que o habitam. São identificados em margens de encostas e beira de córregos ou rios. Nesses pontos, sempre há perigo de deslizamentos, solapamentos e inundações. Locais com lixo ou entulho também são áreas de risco... Auxílio Aluguel? É um programa da Prefeitura destinado às famílias retiradas de área de risco ou por conta de obras de urbanização. Também pode ser usado em situação de emergência, como em caso de incêndio ou desabamento. O benefício é de R$ 300 mensais, tendo a duração de seis meses ou até a moradia definitiva ficar pronta... Cadastramento? É uma ficha que o funcionário da Prefeitura preenche com os dados do morador após uma visita à casa dele. Ela serve para identificar todas as pessoas que vivem em uma comunidade para, futuramente, atender a todos... Parceria Social? É um programa da Prefeitura voltado a famílias que vivem em situação de rua ou sem residência fixa, em situação de extrema pobreza. O benefício é de R$ 300 mensais, com duração de 30 meses, sendo que a pessoa deve guardar de R$ 6 a R$ 15 por mês em uma caderneta de poupança e cumprir várias obrigações... Programa 3 Rs? É a sigla para Recuperação do Crédito, Revitalização do Empreendimento e Regularização Fundiária da Prefeitura. Foi criado para recuperar conjuntos habitacionais já existentes que estavam degradados, inclusive com a invasão e criação de novas favelas nas áreas comuns dos prédios... Reintegração de Posse? É quando um juiz manda as pessoas que vivem em um terreno particular ocupado saírem. O pedido é feito pelo proprietário da área, e a Prefeitura não tem como impedir... Termo de Atendimento Habitacional? É um documento oficial afirmando que o morador tem direito a receber apartamento ou casa da Prefeitura. É dado quando ele deixa a sua moradia por conta de alguma obra ou remoção... Urbanização? É um projeto da Prefeitura para transformar a favela em um bairro com ruas pavimentadas, calçadas, rede de água e esgoto, praças, posto de saúde. Além disso, o morador recebe a documentação regularizada de sua casa Renova SP MAIO JUNHO

13 ARTE: André Bunduki PERUS Y B A M 2 O X T campo limpo H PIRITUBA JARAGUÁ R I J R D BB V W E F 1 butantã m boi mirim lapa SUL mananciais CENTRO santo amaro parelheiros N NORTE G FREGUESIA Q BRASILÂNDIA casa verde C AA S 4 L P pinheiros N H cidade ademar 17 1 capela do socorro 7 6 sé vila mariana jabaquara 4 Z JAÇANÃ TREMEMBÉ santana tucuruvi vila maria D vila guilherme U ipiranga mooca G C I J vila prudente SUDESTE Obras da Secretaria Municipal de Habitação na cidade penha aricanduva ermelino matarazzo REGULARIZAÇÃO DE LOTEAMENTOS 1 - Brasil Novo 2 - Jardim Corisco II 3 - Campo Limpo 4 - Sitio Itaberaba 5 - Jd. Palmares 6 - Anhanguera/Morada do Sol DIVISA DAS REGIÕES LIMITE DAS SUBPREFEITURAS LIMITE DAS ÁREAS DE MANANCIAIS A 12 E K L PROGRAMA 3 R s A - Jd. do Lago B - São Jorge / Arpoador C - Jd. Imperador D - Nova Tietê E - São Domingos / Camarazal 4 F - São Domingos / Camarazal 7 G - José Paulino dos Santos H - City Jaraguá I - Chaparral J - Tiquatira K - Goiti L - Real Parque são miguel paulista LESTE COHAB-SP MINHA CASA, MINHA VIDA 1 - Barra Bonita 2 - Brotas 3 - Campos do Jordão 4 - Leme 5 - Mongaguá 6 - Guarujá 7 - Caraguatatuba 8 - Mirassol 9 - Paranapiacaba 10 - Santa Adélia 11 - São Roque/Piracicaba 12 - Iguape I 13 - Ribeirão Preto 14 - Campinas 15 - Leão de Judá 16 - Vale das Flores 17 - Vila Patrimonial NOVAS UNIDADES 1 - Domenico Martinelli 2 - Areião 3 - Estevão Baião 4 - Corruiras 5 - Ponte dos Remédios K guaianases 10 7 Itaquera cidade 8 5 tiradentes B 8 são mateus F 2 itaim paulista 1 COHAB-SP 1 - Jardim Mirian 2 - Parque Boa Esperança 3 - Unidos Venceremos 4 - Paulo Freire 5 - Recanto da Felicidade 6 - Parque do Gato 7 - Olarias 8 - Barro Branco II 9 - Barro Branco I, II, III, IV - Sta. Etelvina 1/6A RENOVA CENTRO 1 - Palacete dos Artistas URBANIZAÇÃO DE FAVELAS A - Jardim Nova Tereza B - Dois de Maio C - Lidiane / Sampaio Côrrea D - Nova Jaguaré E - Vitotoma Mastroroza F - São Francisco Global G - Tiro ao Pombo H - Jardim Guarani / Boa Esperança I - Diogo Pires J - Barão de Antonina K - Nove de Julho L - Cinco de Julho M - Carina Ari N - Jardim Edite O - Bamburral P - Real Parque Q - Gabi R - Thomas II S - Paraisópolis T - Jardim Olinda U - Heliópolis V - Água Podre W - Sapé X - Córrego da Mina Y - Parque Fernanda I Z - Cidade Azul AA - Jardim Colombo BB - São Judas PROGRAMA MANANCIAIS 1 - Cidade Júlia 2 - Nova Pantanal 3 - Jd. Eldorado / Mata Virgem 4 - Jd. dos Lagos 5 - Santa Margarida V 6 - Jd. Dionísio I e II/Vila Santa Lúcia 7 - Vila Santa Célia 8 - Jd. Ângela II 9 - Jd. São Joaquim 10 - Jd. Arnaldo 11 - Vila Bom Jardim 12 - Nagib I e II 13 - Jd. Planalto 14 - Minuetos 15 - Pq. São Francisco 16 - Kagohara II 17 - Jd. Herculano 18 - Alto da Riviera B 19 - Neumas/Kagohara IV 20 - Pq. Novo Santo Amaro V / Luz Soriano 21 - Pabreu 22 - Condomínio Vargem Grande 23 - Jd. Nova Marilda 24 - Boulevard da Paz 25 - Pq. Nova Santo Amaro VII 26 - Costa do Valado 27 - Renato Locchi 28 - Jd. Solange 29 - Jararau II 30 - São Lourenço 31 - Fujihara II 32 - Jd. Fujihara I e III e Nakamura II 33 - Xambores I e II / Vila Verde 34 - Jd. Araguari / Muriçoca 35 - Chácara Flórida / Chácara Bandeirantes 36 - Nova Varginha 37 - Jd. Capela / Santa Bárbara 38 - Pq. das Cerejeiras 39 - Enlevo 40 - Jd. Calú 41 - Chácara Sonho Azul 42 - Arizona 43 - Jd. Iporã / Jd. Casagrande 44 - Ângelo Tarsini 45 - Cardeal Rossi 46 - CEU Cidade Dutra 47 - Alcindo Ferreira / Jd. Cruzeiro 48 - Chácara do Conde I e II 49 - Jd. Satélite I e II 50 - Dezenove 51 - Jd. Represa 52 - Ribeirão das Pedras 53 - Ipojuca Luis de Araújo 54 - Vila Rubi 55 - Jd. Pouso Alegre 56 - Jd. Real 57 - Pq. América 58 - Jd. Noronha 59 - Pq. São José VI 60 - Jd. Itatiaia 61 - Pq. São José I e II 62 - Cantinho do Céu / Gaivota 63 - Jd. Horizonte Azul / Sapato Branco 64 - Jd. Manacás 65 - Pq. São José VII, Três Cânticos e Entorno 66 - Alto da Alegria 67 - Nova Grajaú II 68 - Cocaia I 69 - Jd. São Bernardo II 70 - Vila Santa Francisca / Cabrini IV 71 - Vila Santa Fé 72 - Pq. Maria Fernando I e II Renova SP MAIO JUNHO

14 LESTE Condomínio terá 940 unidades Caraguatatuba está perto da conclusão Moradores também vão ganhar ciclovia ligando condomínio às estações da CPTM O Residencial Caraguatatuba entrou em fase final de execução. O conjunto habitacional terá 940 unidades, distribuídas em cinco condomínios. A previsão é que ele seja entregue em agosto. Os apartamentos contam com dois dormitórios, sala, cozinha, banheiro e área de serviço. No térreo, há unidades destinadas a pessoas com mobilidade reduzida. Uma inovação do projeto é a ciclovia que está sendo executada, com cerca de 2 km de extensão. Ela vai ligar os condomínios às estações de trem da CPTM [Companhia Paulista de Trens Metropolitanos] José Bonifácio e Guaianases, que ficam próximas e terão bicicletários, conta a diretora técnica da Cohab-SP, Hisae Gunji. A Companhia Metropolitana de Habitação de São Paulo (Cohab-SP) cedeu o terreno, no valor de cerca de R$ 15 milhões, e a construção ficou a cargo do Governo Federal, ao custo aproximado de R$ 50 milhões. Parte das famílias que estão prestes a ganhar suas novas casas deixou seus antigos imóveis em dezembro de 2009, devido à enchente que atingiu o Jardim Pantanal, o Jardim Romano e o Parque das Flores, em São Miguel Paulista (Zona Leste). Desde aquela época, eles estão recebendo o Auxílio Aluguel da Prefeitura. Os apartamentos do Caraguatatuba serão financiados pelo programa federal Minha Casa, Minha Vida em dez anos, com mensalidades de 10% da renda familiar. DÉBORA YURI NORTE Prefeitura termina obras no Anhanguera / Morada do Sol ANTES DEPOIS As obras de contenção executadas no loteamento Anhanguera / Morada do Sol, em Perus (Zona Norte), foram finalizadas pelo Departamento de Regularização de Parcelamento do Solo (Resolo), da Secretaria Municipal de Habitação (Sehab). A área ganhou projeto de estabilização e contenção de encostas em alguns trechos. Houve também o plantio de grama e árvores, além da preservação das espécies existentes. Foram investidos R$ 445 mil nas intervenções, que beneficiarão cerca de 190 famílias. Agora, o Anhanguera está apto para que seja emitido o Auto de Regularização. NORTE Resolo conclui obras no Jardim Palmares O Departamento de Regularização e Parcelamento do Solo (Resolo), da Secretaria Municipal de Habitação (Sehab), concluiu as obras de contenção para eliminar o risco no loteamento Jardim Palmares, que fica na Zona Norte. As intervenções incluíram serviços de drenagem, com a execução de canaletas e escadarias hidráulicas. As obras custaram R$ 725 mil e vão beneficiar cerca de 380 famílias que vivem na área. FOTOS: Divulgação Renova SP MAIO JUNHO

15 SUDESTE Quatro blocos da Gleba H estão em fase de acabamento Os primeiros 98 apartamentos deverão ser entregues no segundo semestre deste ano ATUAL ANTES FOTO: Fabio Knoll FOTO: Divulgação Quatro dos 11 blocos previstos para a Gleba H, em Heliópolis (Zona Sudeste), já estão em fase final, com 98 apartamentos que deverão ser entregues no segundo semestre. No total, estão sendo construídos 200 novos imóveis, mais 36 comerciais (entre boxes e unidades), além de área de lazer com quadra e playground. O término das obras está previsto para o início de Na Gleba H, já existiam cinco prédios que estavam comprimidos por uma favela que cresceu ao redor. Para iniciar o novo projeto, foi preciso retirar os barracos. As cerca de 900 famílias que ocupavam o local e o entorno passaram a ser atendidas pela Prefeitura. Para integrar as novas residências aos prédios existentes, foram projetados blocos horizontais. Era uma ocupação curiosa e dramática. Parecia um problema insolúvel. Nossa intenção foi a de construir um pedaço da cidade nesse quarteirão, e não apenas um terreno com prédios soltos, comenta o diretor do escritório responsável pelo projeto, Hector Vigliecca. Será investido no projeto cerca de R$ 45 milhões. Desse valor, R$ 30 milhões são da Prefeitura e o restante, R$ 15 milhões, da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Estado de São Paulo (CDHU). As obras fazem parte do Projeto Heliópolis, que beneficiará famílias, com urbanização e construção de unidades habitacionais. O valor total do Projeto Heliópolis é de cerca de R$ 590 milhões, sendo R$ 250 milhões da Prefeitura, R$ 123 milhões da Caixa Econômica Federal, RS 177 milhões da CDHU e R$ 40 milhões do Fundo Municipal de Saneamento Ambiental e Infraestrutura. MARCOS PALHARES Reforma do Jardim Imperador está prestes a ser finalizada A revitalização do conjunto habitacional Jardim Imperador, no Ipiranga (Zona Sudeste), entrou em fase final e está prevista para ser concluída em junho. As obras custarão R$ 1,9 milhão e beneficiarão os moradores das 380 unidades que existem no local. A reforma promovida no empreendimento incluiu pintura, paisagismo, implantação de áreas de lazer, cercamento e cobertura nas garagens, além de novos equipamentos de segurança e ligações de gás. Telhados e caixas d água foram trocados. As obras integraram o Programa 3 Rs (Regularização, Recuperação de Créditos e Revitalização dos Empreendimentos), criado pela Superintendência de Habitação Popular (Habi) da Secretaria Municipal de Habitação (Sehab). Renova SP MAIO JUNHO

16 MANANCIAIS Contenção no Morro dos Macacos entra em fase final Sehab vai eliminar o risco na área, beneficiando cerca de famílias A Prefeitura está finalizando as obras de contenção no Morro dos Macacos, em Cidade Ademar (Zona Sul). As obras beneficiarão aproximadamente famílias e devem ser concluídas ainda no primeiro semestre. Foram investidos cerca de R$ 12,2 milhões a Prefeitura contribuiu com R$ 9,5 milhões e a Caixa Econômica Federal (CEF), com R$ 2,7 milhões. Para eliminar o risco na área, foram executadas intervenções com a técnica de solo grampeado no topo da encosta. Ela consiste na perfuração da terra com barras de ferro e injeção de calda de cimento, revestimento com tela de aço soldado e concreto projetado por cima. Tudo isso para evitar deslizamentos. Na parte baixa do terreno, foi usado o sistema de terraplanagem com talude e cobertura vegetal. Nesse método de contenção, a porção ruim da terra é retirada. Feito Depois de pronta a obra de contenção, área será urbanizada isso, planta-se grama por cima. Depois da conclusão das obras para a estabilização da encosta, o Morro dos Macacos, que integra a área Jardim Eldorado / Mata Virgem, passará para outra etapa de intervenções. Vamos começar a urbanização da comunidade e também a implantação de um grande parque linear que atenderá à região, diz o coordenador do Programa Mananciais, Ricardo Sampaio. DÉBORA YURI FOTOS: Divulgação MANANCIAIS Obras na Vila Rubi estão quase prontas As obras de urbanização na Vila Rubi, na Cidade Dutra (Zona Sul), estão em fase final. A Secretaria Municipal de Habitação (Sehab) deve concluir a intervenção ainda no primeiro semestre. Com 476 famílias, a área recebeu redes de água, esgoto e drenagem, abertura de vielas, pavimentação de ruas, canalização de córrego e paisagismo. Fachadas das casas ganharam pintura e foram instalados na comunidade equipamentos como áreas de lazer e quadra poliesportiva. Os investimentos foram de aproximadamente R$ 17 milhões. A Prefeitura contribuiu com R$ 6,3 milhões; a Caixa Econômica Federal, com R$ 2,2 milhões, e o Fundo Municipal de Saneamento Ambiental e Infraestrutura (FMSAI), com R$ 8,5 milhões. Casas ganharam pintura centro Prefeitura trabalha na fundação do Lidiane / Sampaio Côrrea A Secretaria Municipal de Habitação (Sehab) concluiu as fundações do primeiro bloco residencial do projeto Lidiane / Sampaio Côrrea, na Casa Verde. O projeto, que integra o Programa Marginais que está sob responsabilidade da Regional Centro (Habi-Centro) da Sehab, prevê a construção de 238 apartamentos. O investimento é de R$ 39 milhões, sendo R$ 24 milhões da Prefeitura e R$ 15 milhões da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU). A previsão de entrega é para o primeiro semestre de Renova SP MAIO JUNHO

17 EMPREGOS & FINANÇAS CONSUMIDOR FOTO: Newton Santos Sacolinha da discórdia Desde fevereiro, a diarista Isadora Vasconcelos, de 38 anos, tem um novo companheiro quando vai ao mercado: o carrinho de mão revestido com lona. Naquele mês, os supermercados deixaram de fornecer sacolinhas de plástico Entenda a polêmica em torno do assunto e saiba como se adaptar nas próximas visitas ao supermercado Isadora comprou um carrinho revestido de lona para ir ao supermercado para os consumidores empacotarem as compras medida que foi adiada poucos dias depois para ser adotada definitivamente em abril. Cansada de carregar os produtos em caixas de papelão ou em sacos usados de 5 quilos de açúcar, fornecidos como alternativas pelos supermercados que ela frequenta, Isadora gastou cerca de R$ 50 para comprar o carrinho. Ficou mais difícil porque não cabe muita coisa. Mesmo quando vou de carro, é ruim para transportar tudo até o estacionamento e depois retirar em casa, reclama a diarista, que mora na Vila Natal, região do Grajaú (Zona Sul). Às vezes, a gente não leva carrinho porque vai comprar só um ou dois produtos. Daí tem de carregar na mão. O principal argumento da Associação Paulista de Supermercados (Apas) para deixar de distribuir as sacolinhas está ligado ao meio ambiente. A entidade acredita que deixar de despejar anualmente 6,6 bilhões de sacolas plásticas na natureza ajudaria a combater a poluição. Justificativa que não é plenamente aceita por especialistas da área ambiental (leia na próxima página). Para apimentar ainda mais a polêmica, resta outra questão: economistas dizem que o custo das sacolinhas já está embutido no valor dos produtos. Mas isso significa que acabar com a distribuição gratuita fará o preço nas prateleiras cair? Ninguém sabe (leia na próxima página). De concreto, mesmo, apenas o fato de que a Apas apresentou alternativas que foram aceitas pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP). Uma delas, inclusive, estabelece que os supermercados disponibilizem sacolas reutilizáveis para os clientes por um preço de até R$ 0,59. A seguir, entenda um pouco mais dessa questão e descubra, como Isadora, formas alternativas de levar as compras para casa sem precisar ser malabarista. MARCOS PALHARES Renova SP MAIO JUNHO

18 O preço dos produtos cai? A polêmica não está só na questão ambiental. Ela pesa no bolso do consumidor também. O próprio presidente da Apas, João Galassi, afirmou, por meio de um comunicado oficial, que as sacolinhas representam 0,20% do valor das compras seus cálculos apontam, ainda, que os supermercados vão economizar cerca de R$ 190 milhões por ano. Fato que, ainda segundo Galassi, pode gerar promoções nos estabelecimentos ou uma redução nos preços dos produtos. O economista e professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) Gilson de Lima Garófalo não acredita que isso ocorra. O consumidor termina pagando duas vezes. É muito difícil pensar na redução dos preços nos supermercados, diz. A medida, que não é uma lei, também pode gerar desemprego nas empresas que produzem sacolas plásticas. De acordo com o presidente do Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos (Plastivida), Miguel Bahiense, o setor emprega 6 mil pessoas diretamente e 27 mil indiretamente. Já existem demissões, afirma ele. É bom para o meio ambiente, mas não o suficiente Parar de distribuir sacolinhas gratuitamente nos supermercados ajuda, mas não vai trazer grande impacto na preservação do meio ambiente. Essa é a opinião da engenheira ambiental Fátima Santos. A intenção é muito boa. Mas, por outro lado, as próprias mercadorias que as pessoas compram têm embalagens plásticas ou são feitas com outros materiais poluentes que continuam sendo despejadas na natureza todo mês, afirma Fátima, que é co-autora dos livros Equilíbrio Ambiental & Resíduos na Sociedade Moderna e O Ser Humano e o Meio Ambiente de A a Z. Para ela, a medida deveria ser acompanhada de outras propostas. As empresas, por exemplo, poderiam ter se comprometido a reduzir ou substituir as embalagens de seus produtos por outras, menos poluentes, acrescenta. ONDE LEVAR AS COMPRAS? A seguir, Renova SP dá algumas dicas de como ir ao supermercado sem as sacolinhas. Escolha a sua. O velho e bom carrinho de feira pode ser encontrado no varejo por até R$ 40. E existem modelos turbinados como este, da Passerini, que suporta 40 quilos e custa até R$ 90. A opção mais usada é a sacola retornável. Esta aqui, da Na Sacola, de nylon, custa apenas R$ 8. Há também versões em tecido. (Você pode fazer a sua com uma camiseta. Saiba como na seção Passo a Passo, na página 21). Mais leve (e menos feio) que o carrinho de feira é a versão revestida em lona, geralmente colorida e com fecho em velcro. Esse modelo, da Batiki, tem preços entre R$ 39 e R$ 49. FOTOS: Divulgação Renova SP MAIO JUNHO

19 CONSTRUÇÃO & DECORAÇÃO SAÚDE Alergia nunca mais Renova SP lista uma série de dicas para acabar com os espirros em casa Será que os ácaros são os maiores vilões da rotina doméstica? Para muita gente, sim. Pelo menos 20% da população mundial sofre de algum tipo de alergia, segundo a alergista Fátima Rodrigues Fernandes, presidente da Regional São Paulo da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (ASBAI). Esse percentual salta para 40% se um dos pais for alérgico e chega a 80% entre quem tem pai e mãe com o problema. As alergias mais comuns são justamente as respiratórias, como asma (popularmente conhecida por bronquite), rinite, sinusite, conjuntivite e laringofaringite. Para evitar o seu agravamento, é preciso combater os ácaros de poeira dentro de casa, explica a médica. O ideal é não usar carpetes e tapetes, além de trocar cobertores de lã por edredons. O ambiente precisa ser clean, limpo, sem objetos pendurados ou bichos de pelúcia. Entulhar objetos, livros e CDs pela casa não é aconselhável se você não consegue viver sem eles, dê preferência às estantes com porta. Vassouras e espanadores devem ser eliminados da faxina, porque levantam o pó e deixam os ácaros em suspensão no ar depois de um tempo, eles voltam a descer para o piso ou os móveis. Para retirar de vez os ácaros, a limpeza deve ser feita com pano úmido. Trocar a roupa de cama duas vezes por semana é outra dica, diz Fátima. Locais pouco ventilados e escuros são iscas para a proliferação de ácaros, fungos e bactérias, observa a arquiteta Nadine Voitille, sócia do Portal Clique Arquitetura. Por isso, é importante manter a casa ensolarada e bem ventilada. A decoração também interfere bastante. Os ambientes precisam de móveis que sejam fáceis de limpar, explica ela, que dá, a seguir, dicas de como armar o lar contra as alergias. DÉBORA YURI FOTO: Newton Santos Para evitar o acúmulo de pó, ambiente deve ser clean Renova SP MAIO JUNHO

20 FOTOS: Newton Santos QUARTO Armários até o teto e ausência de prateleiras são boas dicas para o quarto Camas box retêm menos pó do que os modelos tradicionais com estrados. Armários até o teto evitam o acúmulo de poeira em locais difíceis de limpar. Evite fixar prateleiras sobre a cama, pois elas também são moradia de ácaros. Prefira móveis revestidos de laminados e fórmicas, que são mais resistentes à limpeza diária com pano úmido. Evite travesseiros de penas e cobertores de lã; dê preferência a lençóis e edredons de algodão. As colchas precisam ser finas para que possam ser lavadas toda semana. Evite o uso de inseticidas, inclusive os espirais, sprays e aparelhos elétricos repelentes de insetos. Não use facilitadores para passar roupas nem amaciante nas roupas de cama. Esses produtos deixam resíduos que podem provocar alergias. Quanto aos bichos de pelúcia, é recomendável colocá-los em sacos plásticos e só tirá-los de lá na hora da diversão. Não use esses brinquedos como peças decorativas porque eles ficarão infestados de partículas alérgenas. Umidificadores também não são recomendados em casas com pouca ventilação porque podem facilitar o acúmulo de fungos, causando umidade nas paredes. Uma bacia de água no canto do quarto é uma boa opção para manter a umidade do ar. SALA Pisos cerâmicos e laminados são os mais indicados para os alérgicos. A limpeza deve ser feita com pano úmido. Dê preferência a sofás de couro, que podem ser mantidos limpos mais facilmente. As almofadas poderão ter capas de tecido antialérgico, que devem ser retiradas e lavadas seguidamente. Para quem quer praticidade, as persianas de alumínio e madeira são as ideais, pois acumulam menos pó e são mais fáceis de limpar. Se fizer questão de ter cortina em casa, escolha as de tecidos leves e sem forros, que podem ser lavadas uma vez por semana. Os lustres devem ter formas que impeçam o acúmulo de pó. Pisos laminados e persianas de alumínio são mais indicados para a sala Renova SP MAIO JUNHO

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