SECRETARIA DE ESTADO DA AGRICULTURA, DA PECUÁRIA E DA PESCA - SAPE Secretário Interino: José Simplício de Holanda

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4 GOVERNADORIA Governadora: Rosalba Ciarlini Rosado VICE-GOVERNADORIA Vice-governador: Robinson Mesquita de Faria ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL - ASSECOM Assessor de Comunicação Social: Francisco de Paulo Araújo CONSULTORIA GERAL DO ESTADO - CGE Consultor Geral: José Marcelo Ferreira da Costa CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO - CONTROL Controlador Geral: Anselmo Carvalho DEFENSORIA PÚBLICA GERAL DO ESTADO - DPGE Defensor Público Geral: Jeanne Karenina Santiago Bezerra GABINETE CIVIL DO GOVERNO DO RN Secretário Chefe do Gabinete Civil: Carlos Augusto Rosado PROCURADORIA-GERAL DO ESTADO - PGE Procurador-Geral: Miguel Josino Neto SECRETARIA DE ESTADO DA ADMINISTRAÇÃO E DOS RECURSOS HUMANOS - SEARH Secretário de Estado: Antônio Alber da Nóbrega SECRETARIA DE ESTADO DA AGRICULTURA, DA PECUÁRIA E DA PESCA - SAPE Secretário Interino: José Simplício de Holanda SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO E DA CULTURA - SEEC Secretária de Estado: Betania Leite Ramalho SECRETARIA DE ESTADO DA INFRAESTRUTURA - SIN Secretária de Estado: Kátia Maria Cardoso Pinto SECRETARIA DE ESTADO DA JUSTIÇA E DA CIDADANIA - SEJUC Secretário Interino: Júlio César de Queiroz Costa 4

5 SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE PÚBLICA - SESAP Secretário de Estado: Isaú Gerino Vilela SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA E DA DEFESA SOCIAL - SESED Secretário de Estado: Aldair da Rocha SECRETARIA DE ESTADO DA TRIBUTAÇÃO - SET Secretário de Estado: José Airton da Silva SECRETARIA DE ESTADO DE ASSUNTOS FUNDIÁRIOS E APOIO À REFORMA AGRÁRIA - SEARA Secretário de Estado: Rodrigo Fernandes SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO - SEDEC Secretário de Estado: Rogério Marinho SECRETARIA DE ESTADO DO ESPORTE E DO LAZER - SEEL Secretário: José Joacy Bastos SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS HÍDRICOS - SEMARH Secretário de Estado: Antônio Gilberto de Oliveira Jales SECRETARIA DE ESTADO DO PLANEJAMENTO E DAS FINANÇAS - SEPLAN Secretário de Estado: Francisco Obery Rodrigues Júnior SECRETARIA DE ESTADO DO TRABALHO, DA HABITAÇÃO E DA ASSISTÊNCIA SOCIAL - SETHAS Secretário de Estado: Luiz Eduardo Carneiro Costa SECRETARIA DE ESTADO DO TURISMO - SETUR Secretário de Estado: Renato Fernandes SECRETARIA EXTRAORDINÁRIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS Secretário de Estado: Esdras Alves de Queiroz SECRETARIA EXTRAORDINÁRIA PARA ASSUNTOS DA CULTURA Secretária de Estado: Isaura Amélia de Sousa Rosado Maia SECRETARIA EXTRAORDINÁRIA PARA ASSUNTOS RELATIVOS À COPA DO MUNDO SECOPA Secretário de Estado: Demétrio Paulo Torres 5

6 SUMÁRIO CONSIDERAÇÕES INICIAIS SUPERANDO DIFICULDADES E CRIANDO OPORTUNIDADES COMBATE À SECA, UM DOS NOSSOS MAIORES DESAFIOS SANEAMENTO BÁSICO E SAÚDE PÚBLICA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL EDUCAÇÃO, CULTURA E CIDADANIA COPA 2014 E AS OBRAS ESTRUTURANTES PARA O RN ECONOMIA E GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA AÇÃO SOCIAL CONSIDERAÇÕES FINAIS 6

7 APRESENTAÇÃO Senhoras e Senhores Deputados, Encaminho a Vossas Excelências, membros do Poder Legislativo, a Mensagem Anual 2013, com o relato das ações desenvolvidas em 2012 e os programas e projetos de investimentos e ações planejados pelo Governo para Começamos o terceiro ano da nossa gestão sob o signo do otimismo -- por razões objetivas que serão detalhadas ao longo desta leitura. Um otimismo com os pés no chão, na certeza de que este ano será mais fácil do que os dois primeiros. Um otimismo fundado na experiência política e na maturidade pessoal e administrativa de quem já enfrentou e venceu muitos desafios na vida pública, agora e antes. E, por isso, posso chegar a este plenário com a consciência tranquila. Para resumir o que foi a primeira e o que será a segunda metade do Governo: estamos superando dificuldades e criando oportunidades. Tenho certeza de que o Poder Legislativo continuará a ser parceiro do Governo do Rio Grande do Norte em todos os projetos desenvolvidos em prol do bem estar do povo potiguar, sem abrir mão de sua autonomia e independência, nem de seu poder de fiscalizar e propor. ROSALBA CIARLINI Governadora do Rio Grande do Norte 7

8 01 CONSIDERAÇÕES INICIAIS

9 1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS Em 2010, quando pleiteamos junto à população potiguar a confiança do voto que tornou este Governo uma realidade, entendíamos que o Rio Grande do Norte precisava enfrentar, com coragem, com dignidade e com lucidez, vários e grandes desafios: da conjuntura econômica local e nacional, para colocar-se entre os primeiros estados em desenvolvimento da região Nordeste. Lugar que merecemos ocupar, pelo talento de nossa gente, pela riqueza de nossa terra. Para isso, seria preciso garantir que importantes projetos de infraestrutura, aguardados há anos, finalmente saíssem do papel. assegurar melhoria de qualidade de vida e prosperidade para os potiguares, e de nos preparar para o futuro, dando a todos a oportunidade de serem, efetivamente, cidadãos. constitucionais do governo em assegurar os serviços de saúde, segurança e educação. aos princípios republicanos de impessoalidade na gestão da coisa pública e de moralidade dos padrões administrativos. colaborador das iniciativas da sociedade na busca dos seus objetivos. A esses desafios temos nos dedicado desde o dia primeiro de janeiro de Quando assumimos o Governo do Rio Grande do Norte, a necessidade de buscar o equilíbrio das contas públicas nos obrigou a uma significativa contenção de investimentos, que perdurou por todo o primeiro ano de gestão. Somente a partir de janeiro de 2012 como resultado de um enorme e incansável esforço para recompor as finanças, organizar a arrecadação, equacionar dívidas com fornecedores dos serviços mais básicos do Governo -- conseguimos começar a captar recursos, a encontrar novas formas de financiamento e a recuperar a capacidade de investimento do estado 9

10 do Rio Grande do Norte. Essas foram metas que traçamos e conseguimos conquistar. Estabelecemos a transparência e a moralidade como valores da gestão, restabelecendo a confiança no Governo como ente administrativo e agente econômico. Não hesitamos nem diante do custo político de nos contrapormos a medidas que haviam criado despesas acima da capacidade de pagamento do Estado, sem a precaução de fazer a provisão de recursos e a devida previsão orçamentária. Nosso esforço, desde o princípio, tem sido o da austeridade, conforme se pode verificar facilmente em nosso portal da transparência. Para citarmos apenas um exemplo dentre os vários que podem ser observados, verifiquem-se as despesas com diárias de servidores. Comparando os números de 2010 (gasto de R$ ,16) com os de 2012 (gasto de R$ ,16), a redução dos gastos com diárias nesse intervalo de tempo foi de 9 milhões de reais. Só para deixar registrado, de 2010 para 2011, já havíamos reduzido em 10,1 milhões as despesas com diárias do Executivo. Em 2012, quando pensávamos em começar a vivenciar um período de maior tranquilidade orçamentária e financeira, fruto desse esforço de austeridade, nos deparamos com um cenário nacional e internacional de desaceleração econômica, de queda de receitas e de incremento de dívidas e despesas. É bem verdade que conseguimos aumentar a arrecadação de ICMS. Em 2012, o crescimento nominal dessa fonte importante do Tesouro Estadual foi de 14,7%. Esse incremento percentual, tão divulgado nos nossos meios de comunicação, corresponde a um valor aproximado de 441 milhões de reais. A tendência natural da arrecadação é a de acompanhar o desempenho da atividade econômica. Em circunstâncias normais, a arrecadação de ICMS só não cresce se houver recessão. No caso do RN, nestes últimos dois anos, o aumento da arrecadação foi superior ao da atividade econômica. Esse dado positivo para o Tesouro Estadual não resultou apenas de um crescimento vegetativo da receita, mas foi fruto, em grande parte, de um esforço realizado pela melhoria da gestão na Tributação. Nesse sentido, o Governo do RN criou e implantou o sistema de coleta e armazenamento de Informações Gerenciais (IG), ferramenta de monitoramento e fiscalização de arrecadação fiscal. Portanto, foi a implantação do IG que otimizou a gestão tributária, possibilitando o aumento da arrecadação estadual, e o mais importante é que também vem 10

11 ajudando a combater a sonegação. Esse sistema facilitou, ainda, o cumprimento das obrigações de mais de 90 mil contribuintes com a Secretaria de Tributação, por meio da Unidade Virtual de Tributação (UVT), que agora oferece atendimento on line. Melhoramos ao mesmo tempo a arrecadação e o ambiente de negócios no nosso estado. Conseguimos, ainda, diminuir o custeio da Secretaria de Tributação, com o fechamento de 14 postos de fiscalização, que se tornaram obsoletos e dispensáveis diante da informatização do setor. Num feito provavelmente inédito, a Secretaria de Tributação devolveu funcionários à Secretaria de Administração. Graças à nossa eficiência na arrecadação do ICMS, os Municípios de nosso Estado puderam minimizar o impacto da queda do FPM e, consequentemente, o sufoco por que passaram em 2012, agravado pela seca inclemente que nos atingiu a todos como constatou o presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte FEMURN. Infelizmente o crescimento da arrecadação do ICMS não foi suficiente para fazer face a quedas em outras fontes do Tesouro Estadual, somadas ao aumento significativo de despesas. No ano passado, como consequência da política federal de incentivo ao consumo, nossas expectativas de receita com o Fundo de Participação dos Estados (FPE) e a CIDE (imposto sobre os combustíveis) foram frustradas em 384 milhões de reais. Para que se tenha ideia da magnitude dessa perda, que não afetou apenas o estado do Rio Grande do Norte, mas municípios e Estados pelo Brasil afora, informamos que os restos a pagar de 2012 ficaram em 130 milhões de reais. E não podemos esquecer que 2012 foi um ano de gravíssima estiagem, como não se via há 50 anos no Rio Grande do Norte. Tivemos de comprometer um montante significativo de recursos não previstos na proposta orçamentária de com o enfrentamento dos efeitos dessa estiagem, que está castigando duramente nossos irmãos norte-rio-grandenses, em todos os quadrantes do estado. O socorro não podia esperar. Além desses fatores conjunturais, há que se considerar o crescimento vegetativo da folha de pagamento do Executivo (média de 5%), assim como os aumentos concedidos a algumas categorias, a exemplo de professores, policiais civis e militares, bombeiros militares, servidores da UERN e profissionais da saúde. A imprescindível contratação de novos professores e especialistas em educação, e também de médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem, além de agentes 11

12 penitenciários, policiais civis e agentes para o Detran produziram impacto significativo sobre a folha de pagamento do Executivo, cujo crescimento de 2011 para 2012 foi de 14,65%. Só a folha da educação cresceu 36%. Se somarmos a essas despesas, o aumento do repasse aos demais Poderes, que em 2012 foi de 12%, além dos custos com decisões judiciais que vêm obrigando o Estado a pagar dívidas passadas e a implantar reajustes salariais concedidos sem provisão orçamentária, evidencia-se que o crescimento de despesas pagas pelo Tesouro Estadual aliado à queda significativa de outras fontes de receita fica muito além do aumento da arrecadação de ICMS. Para que fique bem clara a situação orçamentária do Rio Grande do Norte em 2012, visto ser esse um assunto espinhoso e de difícil assimilação pela população, repassemos os números. Fechamos 2012 com uma arrecadação de ICMS de 3,5 bilhões de reais (crescimento referido de 14,7%, sem desconto da inflação). Desse valor, apenas 48,2% restaram no caixa do Tesouro Estadual, o que equivale a 1,7 bilhão de reais, destinados ao custeio e investimento do Executivo e demais Poderes. O restante da arrecadação de ICMS, por determinação constitucional/legal, foi transferida para os municípios (25% = 890,7 milhões de reais), para o FUNDEB (20% = 710,7 milhões reais) e para o Proadi (201,3 milhões reais). E quando se soma o ICMS aos recursos do FPE duas principais fontes do Tesouro Estadual o crescimento nominal da receita do Tesouro em 2012 foi de 9,23%. Portanto, inferior ao crescimento da folha do Executivo, de 14,65% e inferior ao aumento dos repasses aos Poderes, de 12% em média, conforme indicado. Todos esses dados, é importante ressaltar, encontram-se disponíveis para conferência no portal da transparência do Governo do RN. Faz-se necessário, aliás, um parêntese para destacar que aumentamos muito, neste Governo, a transparência dos gastos públicos, por entendermos que o fortalecimento do controle social é o único caminho para o amadurecimento das instituições democráticas e a salvaguarda dos princípios republicanos. O compromisso do Governo do RN com a transparência na gestão pública foi comprovado pelo Índice de Transparência da ONG Contas Abertas, que avalia os portais dos 26 estados brasileiros e do DF. O Governo do RN subiu 14 posições no ranking da transparência das contas públicas, subindo da penúltima posição, que obtivera em 2010 (25ª), para a 11ª. 12

13 Esse é um resultado que orgulha o Rio Grande do Norte e este Governo. De todas as unidades da Federação, fomos a que subiu mais posições nesse que é um ranking da democracia e da seriedade administrativa. Ao lado do compromisso com a transparência, no segundo ano deste Governo, objeto principal desta nossa mensagem, continuamos o exercício de ajuste das contas públicas, mas já mostrando, em paralelo, muitas realizações e avanços, investimentos e conquistas que começam a transformar realidades. Esses resultados positivos ainda são obscurecidos por dificuldades reais -- e não estamos aqui para escondê-las. Mas é precisamente em conjunturas adversas que fica mais evidente a importância de modernizar a gestão pública, de modo a assegurar os investimentos tão essenciais para a melhoria dos serviços prestados à população. Ao contrário de nossos vizinhos, como Ceará e Pernambuco, o Rio Grande do Norte não passou por um processo de modernização da gestão pública no passado recente. Nossa máquina administrativa é pesada, viciada e ineficiente. Melhorar a governança pública e modernizar os processos de gestão não é apenas uma meta de Governo, é uma condição necessária para que o Estado possa desempenhar seus papéis: de servir à população nas áreas essenciais; de ser um indutor do desenvolvimento; e de promover a igualdade social. Estamos trabalhando com afinco para avançar nesse sentido. Com muita seriedade e determinação, estamos enfrentando problemas antigos e superando novos desafios, nas mais diversas áreas. Mesmo com as sérias adversidades financeiras e conjunturais expostas acima, o Governo conseguiu captar investimentos importantes para o RN. Quando nos demos conta de que a capacidade de investimento do Rio Grande do Norte estava inteiramente comprometida, por um custeio elevado e uma folha pesada, entendemos que a única alternativa era investir em bons projetos. E foi assim, com planejamento, seriedade, responsabilidade e transparência que conseguimos estabelecer parcerias e convênios, com o Governo Federal, com agências de fomento, conseguimos fazer financiamentos e começamos a tocar vários projetos estruturantes, destinados a preparar o Rio Grande do Norte para o futuro. Por esse esforço, recebemos o reconhecimento do Tesouro Nacional, que definiu o Rio Grande do Norte como um dos estados da Federação onde foram mais expressivos e evidentes os resultados em termos de melhoria do equilíbrio orçamentário. Ainda estamos longe de uma situação confortável, mas esse 13

14 reconhecimento técnico nos dá a certeza de que estamos no caminho certo. Nesse esforço por superar dificuldades e gerar as oportunidades tão necessárias ao desenvolvimento do RN, retomamos todas as obras inacabadas que são importantes para o nosso estado. Obra inacabada é desperdício do dinheiro público. Com este Governo estamos enterrando a cultura de que não se conclui obra de um gestor anterior. Debruçamo-nos sobre cada um dos projetos que encontramos paralisados. Algumas obras haviam sido iniciadas na década de Todas, sem exceção, tinham problemas das ordens mais variadas, da falta de prestação de contas à ausência de licenciamentos, passando por questões judiciais relacionadas a processos de desapropriação. Havia até licitações feitas sem a provisão de recursos. Tivemos que refazer projetos, cancelar licitações, abrir novas concorrências. Em alguns casos tivemos de negociar e convencer as agências financiadoras, como a Caixa Econômica, a cancelarem a devolução de recursos não utilizados. Só na área de esgotamento sanitário e recursos hídricos, sob responsabilidade da Caern, retomamos catorze obras. Dentre elas, encontram-se as obras de esgotamento sanitário de Pium, Cotovelo, Pirangi, Assu, Nova Cruz, Areia Branca, Tibau do Sul, Goiainha, Pau dos Ferros, Jardim de Piranhas e São José de Mipibu. E obras de abastecimento d água na Zona Norte de Natal, Parnamirim e Patu. Este Governo também se orgulha de ter resgatado a Caern de uma situação histórica de déficit financeiro. Hoje a Caern é uma empresa sanada e, pela primeira vez em muito tempo, tem recursos próprios em caixa para fazer investimentos. Também na área de infraestrutura e de mobilidade passamos dois anos trabalhando duro para arrumar a casa. Alguns dirão que esse é um discurso de retrovisor. E não é. Trata-se apenas de estabelecer a verdade dos fatos e fazer prevalecer a justiça. Quem já reformou uma casa sabe que essa pode ser uma tarefa mais trabalhosa e demorada que levantar uma edificação do zero. Os fatos e dados do Governo estão aí, disponíveis para todos os que tiverem boa fé e espírito desarmado. Desafiamos quem queira apontar qual foi a última grande obra de infraestrutura que nosso estado recebeu. Na última década, Pernambuco, nosso vizinho, ganhou um novo porto, um novo aeroporto, uma refinaria de petróleo e um estaleiro. Nesse período, o Rio Grande do Norte, justiça seja feita, ganhou uma ponte e um presídio federal. Faltaram-nos, contudo, investimentos 14

15 expressivos na infraestrutura logística do RN, tão essenciais para conseguirmos nos manter no mapa do desenvolvimento nacional. Assegurar a execução de projetos que dormem há mais de uma década nas gavetas das nossas repartições tem sido uma obsessão deste Governo. E sabemos muito bem que só se conseguem recursos volumosos para grandes projetos quando se trabalha com seriedade incontestável, com planejamento e diagnósticos, além de vontade política. E assim aconteceu ao longo desses dois primeiros anos. Felizmente, no segundo semestre de 2012 começamos a colher os frutos desse esforço. Garantimos financiamentos, convênios e investimentos que já estão viabilizando projetos essenciais para o desenvolvimento do Rio Grande do Norte. Mesmo não fazendo parte da base aliada do Governo da Presidente Dilma, tiramos do papel o aeroporto de São Gonçalo. Estamos concluindo o Complexo da Abolição, em Mossoró, vamos dar início ao Pró-Transporte, na Zona Norte de Natal, estamos concluindo a Adutora do Alto Oeste, estamos reformando o porto de Natal. E por meio de parcerias público-privadas viabilizamos a construção do estádio Arena das Dunas e agora vamos dar início à construção de um novo hospital de trauma na Zona Oeste de Natal. É importante observar que estamos empenhando esforços e investindo muitos recursos em obras estruturantes, que vão produzir resultados no médio prazo, mas que são fundamentais para o futuro do RN. São adutoras, obras de esgotamento sanitário, hospitais em reforma, estradas, projetos que não se fazem em dois, nem em seis meses. Não estamos fazendo obras vistosas e imediatistas. Nossa opção e nossa determinação, desde o princípio, foi a de fazer bem feito, com responsabilidade e compromisso com as atuais e as futuras gerações de potiguares. Nossos esforços já começaram a render frutos. Este ano vamos acelerar o passo, agora com reais condições de fazer o Rio Grande do Norte acontecer. O Governo está governando, o trabalho está sendo feito, os resultados estão aparecendo e vão aparecer sempre mais, dando às pessoas a oportunidade de julgar com equilíbrio o nosso desempenho. Não temos medo desse julgamento, porque estamos do lado da verdade e da correção. Não escondemos os problemas, não minimizamos as dificuldades, nem subestimamos os desafios que temos de enfrentar. 15

16 02 SUPERANDO DIFICULDADES E CRIANDO OPORTUNIDADES

17 2. SUPERANDO DIFICULDADES E CRIANDO OPORTUNIDADES Da nossa parte, responderemos fazendo o que nos cabe no processo histórico, e estamos fazendo desde a primeira hora do Governo: trabalhar para superar dificuldades e para criar oportunidades. Sem deixar de dizer o que precisa ser dito, porque não se pode compreender o presente sem examinar o passado, porque um está contido no outro, um é razão do outro, porque o tempo histórico não é estanque. Tendo isso em mente, o povo potiguar pode entender com clareza as causas dos problemas e a natureza das soluções que o nosso Governo está adotando para desenvolver o Rio Grande do Norte e garantir o bem-estar da população. Pois bem: do mesmo modo que afirmamos que 2011 e 2012 foram anos de muita superação e dos primeiros avanços, temos convicção de que 2013 será pleno de realizações. Será um ano regido, como destacamos no início, pelo signo do otimismo, sem deslumbramentos, sem perder o fio-terra da realidade, mas sem recuar nos sonhos que mantemos vivos. Estamos otimistas por uma razão muito simples: pela primeira vez em nossa gestão, disporemos de uma massa de recursos suficientes para concluir obras e programas já em curso, começar novos investimentos, qualificar os serviços públicos, acelerar o desenvolvimento econômico e realizar transformações sociais de fato. Pela primeira vez, vamos poder fazer mais do que simplesmente correr atrás do prejuízo cavado e deixado por outros, tentando fechar as contas a cada mês, sem margem orçamentária própria para grandes investimentos. No ano passado, conseguimos contratar uma massa de recursos que vão alavancar realizações importantes para nossa terra e nossa gente. E, não é demais repetir, conseguimos os recursos porque, nesses dois anos, fomos capazes de superar as dificuldades a que já nos referimos, fazendo o mais difícil: ajustar minimamente o Estado, restaurando a governabilidade, recuperando a credibilidade, equilibrando o Tesouro. Esse esforço de ajuste do Estado, ao lado da capacidade de liderança e de negociação, foram reconhecidos pelo próprio Governo Federal, ao autorizar a ampliação da nossa capacidade de endividamento, e por instituições exigentes, como o Banco Mundial, o BNDES e o Banco do Brasil. Deu certo: restabelecemos a confiança e conseguimos crédito para fazer outra vez do 17

18 Governo o que ele precisa ser: o verdadeiro motor do desenvolvimento econômico e social do Rio Grande do Norte. Temos três exemplos concretos, dentre muitos que estamos citando aqui, do que tem sido o eixo do nosso Governo: superar dificuldades para criar oportunidades. O primeiro deles é o financiamento do Banco Mundial para o nosso Programa RN Sustentável, que esta Casa Legislativa conhece bem, porque foi chamada a votar sobre ele. Não é exagero afirmar que o RN Sustentável é um dos maiores programas já idealizados na história do nosso estado, pela abrangência, profundidade e poder de transformação econômica e social. Os próprios técnicos do Banco Mundial reconheceram isso, ao recomendá-lo como modelo para programas de outras unidades da Federação brasileira. O Projeto Integrado de Desenvolvimento Sustentável do Rio Grande do Norte é coordenado pela Seplan e envolve nove secretarias de Estado, com destaque para Saúde, Defesa Social (Segurança) e Educação. O Projeto adota uma abordagem integrada para promover o desenvolvimento sustentável e melhores condições de vida, com especial atenção às regiões menos desenvolvidas do estado, contribuindo, assim, para a redução das desigualdades regionais. Uma das linhas de ação do RN Sustentável consiste em promover a inclusão produtiva por meio do fortalecimento das cadeias e arranjos produtivos locais, em bases sustentáveis. Outra linha do Projeto é voltada para ações de modernização da gestão do setor público. Os esforços de modernização estarão focados na atualização das estruturas administrativas, dos processos e procedimentos, com o objetivo de aumentar a eficiência e o alinhamento com o novo sistema integrado de gestão baseado em resultados -- com foco especial na SESED, SESAP e SEEC, incluindo investimentos setoriais dirigidos para melhorar a gestão desses órgãos. Essa linha também envolve ações de melhoria da gestão de Recursos Humanos do Estado, através da implementação de módulos de gestão e de auditoria na folha de pagamento, planejamento do quadro de recursos humanos e desenvolvimento de um modelo igualmente orientado para resultados. Por fim, o Projeto engloba um conjunto de ações voltadas mais objetivamente à prestação de serviços de forma mais eficaz e eficiente, nas áreas de saúde, segurança e educação. Na Saúde, as metas do Projeto incluem: redução das taxas de mortalidade materno-infantil; aumento da 18

19 disponibilidade de diagnóstico precoce de qualidade para câncer de mama e colo do útero; e aumento da disponibilidade de instalações, bem como de recursos humanos e financeiros para estabelecer em todo o estado a regionalização da rede de emergência de saúde, com serviços de qualidade e com resolutividade efetiva. Na Educação, as principais ações do Projeto voltam-se para: o desenvolvimento de novos currículos e programas para a educação básica; promoção de melhorias educacionais por meio do financiamento de projetos de inovações pedagógicas; sistema de monitoramento e avaliação da qualidade da escola e da gestão escolar; desenvolvimento de instrumentos e ações de apoio ao desenvolvimento regional, incluindo a construção de escolas rurais e programas de alfabetização e ensino técnico-profissional para jovens e adultos que participam das atividades de inclusão produtiva. Também serão realizados investimentos importantes nos sistemas de informação da Segurança Pública, de modo a: melhorar a capacidade do Estado na coleta e análise dos dados relacionados com o crime; fortalecer o CIOSP (Centro Integrado de Operações de Segurança Pública); ampliar o video-monitoramento em Natal; e permitir a digitalização das informações civis dos cidadãos, armazenadas no Instituto Técnico-Científico de Polícia (ITEP/RN), com consequente melhoria da qualidade e integridade dos documentos expedidos aos cidadãos. Com o RN Sustentável, teremos quinhentos e quarenta milhões de dólares -- cerca de um bilhão de reais -- para investimentos estratégicos no futuro do nosso estado, ao longo de sete anos. Os recursos virão em duas etapas, com a primeira começando agora em Vamos trabalhar o RN Sustentável assim que os recursos começarem a ser liberados. E isso acontecerá neste primeiro semestre. Gostaria de enfatizar, por fim, que o RN Sustentável não é um projeto de Governo, mas um projeto de Estado. Por meio dele vamos mudar o curso da história, redefinindo as bases do modelo de desenvolvimento do Rio Grande do Norte. Criaremos as condições reais para algo que os cientistas sociais tanto decantam: a importância de induzirmos um crescimento econômico equitativo, bem distribuído, tanto em termos regionais, como sociais. E o modelo de gestão de resultados que vamos implantar, além de dar um impulso estratégico à modernização da máquina administrativa do nosso estado, vai se traduzir, concretamente, na melhoria da qualidade dos 19

20 serviços prestados a cada cidadão, nas áreas essenciais de atuação do Estado: saúde, educação e segurança. No caso do ProInvest, que realizaremos com financiamento contratado ao Banco do Brasil e BNDES, teremos fôlego financeiro para realizar investimentos que seriam inviáveis sem esse aporte. Serão 222 milhões de reais, que vão assegurar seis realizações importantes para o nosso estado: a conclusão do campus da Universidade Estadual na Zona Norte de Natal; o programa de construção e reforma de estradas; a capitalização da Caern, para reforçar nosso programa de saneamento básico; a Parceria Público Privada para implantação do novo Hospital de Trauma de Natal, obra vital para desafogar a rede pública de saúde da Região Metropolitana; e a implantação definitiva do Pró-Transporte, conjunto de obras viárias fundamental para a Zona Norte, para Natal e para toda a Região Metropolitana. O Pró-Transporte não havia avançado quase nada desde 2005, por incapacidade financeira e gerencial da Prefeitura da capital. Este Governo chamou para si o desafio de destravar essa obra, reformou o projeto, resolveu as pendências burocráticas e acaba de lançar o edital de licitação. As obras vão começar este ano, com investimentos de 82 milhões de reais, para fazer acontecer mais uma obra paralisada. Um esclarecimento se faz necessário acerca do ProInvest. O volume total contratado é de 614 milhões de reais. No entanto, apenas 222 milhões de reais se destinam para investimentos (listados acima). Os outros 392 milhões de reais fazem parte de duas operações de refinanciamento de dívidas, contraídas por governos passados. Certamente, seria muito mais cômodo e renderia mais dividendos de opinião pública para este Governo se tivéssemos destinado o total de 614 milhões de reais para investimentos em obras vultosas e vistosas. Por que não fizemos isso? Ainda mais dado o contexto de baixíssima capacidade de investimento do Tesouro Estadual? Não fizemos por coerência com os princípios que consideramos basilares da boa gestão pública e que já evocamos tantas vezes nessa mensagem. Em lugar do aplauso fácil, preferimos a decisão responsável, séria, consequente e comprometida com o interesse público. Com esses 392 milhões trocamos dívidas caríssimas, contraídas, repito, por governos anteriores, por uma dívida bem mais barata. A economia para os cofres públicos será de 10 milhões de reais por mês. Para fazer os investimentos de que o RN tanto precisa, batemos em outras portas, recorremos 20

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