A CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS DECRETA: TITULO I DOS PRINCÍPIOS DA POLÍTICA URBANA E AMBIENTAL

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1 .**-: -'-'. -" mim / r PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR N. 00:2/2012 ATUALIZA o PLANO DIRETOR URBANO E AMBIENTAL DE MANAUS, objeto da Lei n. 671, de 04 de novembro de 2002, com suas posteriores alterações, introduzindo modificações e adaptações resultantes de sua revisão e estabelecendo outras providências relativas ao planejamento e à gestão territorial do Município. A CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS DECRETA: TITULO I DOS PRINCÍPIOS DA POLÍTICA URBANA E AMBIENTAL Art. 1.* O PLANO DIRETOR URBANO E AMBIENTAL DE MANAUS, aprovado pela Lei n. 671, de 04 de novembro de 2002, e alterado pelas Leis de n. 752, de 07 de janeiro de 2004; 782, de 30 de junho de 2004; e 856 e 857, de 14 de julho de 2005, fica atualizado na forma desta Lei, com as modificações e adaptações resultantes de sua revisão, conforme determinado pela Lei Federal n , de 10 de julho de Estatuto da Cidade. Parágrafo único. O Plano atualizado por esta Lei constitui o instrumento básico da Política Urbana e Ambiental do Município, nos termos de sua Lei Orgânica, formulada e implementada com base nos seguintes princípios: I urbana; - cumprimento das funções sociais da cidade e da propriedade II - caracterização de Manaus como cidade difusora da importância estratégica da água para a Humanidade; III IV - promoção da qualidade de vida e do ambiente; - valorização cultural da cidade e de seus costumes e tradições; V - inclusão social, através da regularização da propriedade territorial, da ampliação do acesso à moradia digna e da utilização de mecanismos de redistribuição da renda urbana; VI - aprimoramento da atuação do Poder Executivo sobre os espaços da cidade, mediante a utilização de instrumentos de controle do uso e ocupação do solo; i

2 Manaus /d^lotx VII - articulação das ações de desenvolvimento no contexto^rê jd Òf/ VIII - fortalecimento do Poder Executivo na condução de^planos, programas e projetos de interesse para o desenvolvimento de Manaus, mediante a articulação com os demais entes do Poder Público e a parceria com os agentes econômicos e comunitários; IX - integração entre os órgãos, entidades e Conselhos municipais, visando à atuação coordenada no cumprimento das estratégias fixadas neste Plano e na execução dos planos, programas e projetos a ele relacionados; X - gestão democrática, participativa e descentralizada da cidade. TITULO II DAS ESTRATÉGIAS DE DESENVOLVIMENTO Art. 2. Constituem estratégias para o desenvolvimento do Município: I - a valorização de Manaus como metrópole regional; II - a ordenação e regulamentação do uso e ocupação do solo urbano; III gerados; IV V - a construção da cidade com o compartilhamento dos benefícios - a promoção: a) da qualificação ambiental e cultural do território; b) do desenvolvimento econômico local; c) do desenvolvimento do turismo; d) da qualificação dos espaços públicos; - a garantia: a) das condições básicas de vida; b) da mobilidade urbana em todo o território municipal; c) do acesso democrático ã terra regular e à moradia digna; d) da implementação do desporto e do lazer. Parágrafo único. São objetivos centrais das estratégias de desenvolvimento das Zonas Territoriais de Manaus, a partir das características vocacionais a seguir descritas: I - ZONA NORTE - por se constituir na grande área de expansão urbana e habitacional da Cidade, demanda a promoção da intermodalidade de transporte de passageiros, apontando-se para uma nova centralidade e a localização das indústrias de baixo impacto ambiental, com reconhecimento da cultura indígena e fortalecimento da gestão ambiental;

3 rtrv-ttiwii iiiiiiii iiiwmw ^5-í?** II - ZONA SUL - como principal referencia cultural e arqueoxá tèa-^ $/ Cidade, em especial pela localização do seu Centro Histórico, impõe-se...o-'" reforço às atividades referentes ao turismo e à preservação do patrimônio histórico e cultural e a garantia do desenvolvimento de serviços, dentre os quais o transporte fluvial de passageiros; III - ZONA CENTRO-SÜL - por se constituir em um dos principais centros de turismo de negócios e serviços da cidade, fomento de espaços culturais e gastronômicos; IV - ZONA LESTE - constituindo uma das áreas de lazer de Manaus, por sua localização na orla do Rio Amazonas, enfoca-se o turismo ecológico, a agricultura familiar e o desenvolvimento das diversidades culturais e indígenas e a expansão da indústria para a região, com a garantia da gestão ambiental; V - ZONA OESTE - por sua localização na orla do Rio Negro e contemplando em sua área o Igarapé do Tarumã-Açu, constitui território atrativo do turismo de lazer, náutico e ecológico, propiciando o desenvolvimento urbano com sustentabilidade ambiental e o fortalecimento da cultura indígena e da agricultura familiar; VI - ZONA CENTRO-OESTE - centro de referência em esportes e saúde, com ênfase em doenças tropicais, propicia ainda o fortalecimento do artesanato, da cultura local e da preservação do meio ambiente. Art. 3. As estratégias de desenvolvimento do Município complementam-se com o modelo espacial contido nesta Lei, regulamentado por normas de uso e ocupação do solo e de parcelamento do solo urbano, constantes de leis municipais específicas. CAPÍTULO I DA VALORIZAÇÃO DE MANAUS COMO METRÓPOLE REGIONAL Art. 4. A estratégia de valorização de Manaus como metrópole regional tem como objetivo geral orientar as ações do Poder Público e dos diferentes agentes da sociedade para a promoção do desenvolvimento sustentável e integrado do Município. Parágrafo único. São objetivos específicos da estratégia de valorização de Manaus como metrópole regional: I nacional; - integração das funções do Município no contexto regional e II - fixação do zoneamento do território municipal; visando garantir a ocupação equilibrada de seus espaços, a promoção social e o desenvolvimento não predatório das atividades produtivas neles desenvolvida;

4 E-omu*ws:i7i'*ar.*azi«nrii III valorização da relação de Manaus com os Amazonas e com os Igarapés do Mindu e do Tarumã-Açu. Art. 5. A estratégia de valorização de Manaus como metrópole regional será efetivada através das seguintes diretrizes: I - reforço à participação do Município em planos e programas, de âmbito estadual e federal, voltados para o seu desenvolvimento e da região; II - complementaridade de atividades produtivas e integração das funções urbanas de Manaus com os Municípios da região; III - articulação interinstitucional com os diferentes entes de Governo que atuam na região com o objetivo de integrar as ações para o desenvolvimento; IV - instituição de mecanismos de articulação permanente com a Administração dos Municípios vizinhos, especialmente os limítrofes com Manaus, visando à fomentação das atividades produtivas, ã integração das funções e à gestão de serviços de interesse comum; V - fortalecimento da atuação dos agentes econômicos e de instituições de Manaus e dos demais municípios do Estado para o desenvolvimento sustentável da região; VI - identificação das ações dos Governos Federal e Estadual no Município, priorizando a participação da Prefeitura naquelas de maior interesse para o desenvolvimento local; VII - incentivo à articulação de agentes e instituições, inclusive cooperativas e associações de pequenos produtores, para formação de parcerias com a Prefeitura de Manaus, visando ã implementação de projetos de desenvolvimento; VIII - intermediação junto à Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA, com vistas à expansão e diversificação das indústrias do Pólo Industrial de Manaus e das demais atividades econômicas; IX - implantação de localização estratégica para terminal Município intermodal de transportes em e em relação aos Municípios limítrofes; X - reorganização logística dos transportes de cargas, especialmente a articulação entre os portos fluviais que atendem Manaus e os Municípios da região; XI - direcionamento dos investimentos públicos para a implementação de programas de alcance social, com ênfase no atendimento ã saúde, à educação e à moradia; XII - implantação, com vistas à conquista da cidadania e ã defesa da democracia, de espaços públicos polivalentes e de elevado interesse comunitário, em módulos progressivos.

5 '- l'lll II-'1 "^! L.JfcflE. Art. 6. A estratégia de valorização de Manaus como mífcropole5j^ regional é complementada por estratégias específicas para cada zonã^ territorial, de forma a garantir uma ocupação equilibrada de seus espaços, da seguinte forma: I - ZONA NORTE: a) construção de Terminal Intermodal de Transportes, com estímulo aos serviços de apoio; b) indução de nova centralidade de comércio e serviços; c) implantação de hospital geral, postos de atendimento dos serviços públicos e escolas voltadas à promoção de capacitação profissional; II - ZONA SUL: a) adensamento do Centro da cidade sem comprometimento do patrimônio histórico e cultural e com o resguardo os espaços públicos; b) revitalização do Centro Histórico, com base em plano urbanístico específico; c) reordenamento da ocupação e revitalização da orla do Rio Negro, mediante planejamento específico; III ZONA CENTRO SUL: a) fortalecimento da comerciais e de serviços da cidade; área como uma novas centralidades cidade; IV b) integração da zona com as demais áreas territoriais da ZONA LESTE: a) fortalecimento do potencial turístico de forma sustentável e com respeito ao patrimônio natural, histórico e cultural; b} compatibilização das demandas relativas ã logística do transporte de cargas com a vocação turística da orla do Rio Amazonas; V - ZONA OESTE: a) promoção de acesso adequado às praias, de modo a garantir o uso coletivo da orla do Rio Negro e das margens do Igarapé do Tarumã-Açu pela população, com medidas de preservação ambiental; b) fortalecimento do Complexo Parque da Ponta Negra e seu entorno como centro de turismo e lazer; VI - ZONA CENTRO OESTE: a) articulação com o Governo do Estado para: 1. maximizaçào do uso da Arena da Amazônia e equipamentos públicos em seu entorno imediato; dos

6 -tmíz; a<i ,,,-», (Td.li UkWi ^Wt Tropical; 2. dar visibilidade aos serviços de excelência em\hfc^jkc5na 3. estimular a instalação de hospitais voltados para doenças tropicais; b) fortalecimento do comércio e de serviços. \' CAPÍTULO II DA QUALIFICAÇÃO AMBIENTAL DO TERRITÓRIO Art. 7. A estratégia de qualificação ambiental do território tem como objetivo geral tutelar e valorizar o Patrimônio Natural de todo o Município de Manaus, priorizando a resolução de conflitos e a mitigação de processos de degradação ambiental decorrentes de usos incompatíveis e das deficiências de saneamento. 1. São objetivos específicos da estratégia referida neste artigo: I - defesa dos ambientes naturais urbanos e não-urbanos de interesse de proteção, com disciplina de seu aproveitamento; II - implantação, manutenção e valorização dos fragmentos florestais e das áreas verdes urbanas de Manaus; III - promoção da integridade das águas superficiais e subterrâneas do território do Município, através de ação articulada com as políticas estadual e federal de gerenciamento dos recursos hídricos; IV - integração do gerenciamento ambiental ao gerenciamento das demais políticas públicas, de modo a garantir a proteção do Patrimônio Natural do Município. 2. A Política Municipal para o Meio Ambiente é regida pelo disposto nesta Lei e pelo Código Ambiental de Manaus aprovado pela Lei n. 605, de 24 de julho de 2001, que institui o Zoneamento Ambiental, o Sistema Municipal de Meio Ambiente, o Conselho Municipal de Desenvolvimento e Meio Ambiente - CONDEMA, o Fundo Municipal de Desenvolvimento e Meio Ambiente, e regula os instrumentos de licenciamento e controle ambiental. SEÇÃO I DO PATRIMÔNIO NATURAL DE MANAUS Art. 8. Constituem o Patrimônio Natural de Manaus as Unidades de Conservação, as Áreas de Preservação Permanente, os fragmentos florestais urbanos, as áreas verdes, as orlas dos rios Negro e Amazonas e demais cursos d'água existentes no Município.

7 '&"?:. AUS- / *%* ^ r.,..?mm Parágrafo umeo. Para efeito de conceituação dos bens co^síitujntes^ do Patrimônio Natural, são consideradas as definições adotadas ri^códígp^ Ambiental de Manaus. Vu Art. 9. A proteção do Patrimônio Natural será implementada mediante: I - implementação dos programas de proteção ao Patrimônio Natural; II - utilização de instrumentos de intervenção urbana que incentivem ã conservação do Patrimônio Natural; III - aplicação da Agenda Ambiental Positiva do Estado do Amazonas; IV - efetiva aplicação dos instrumentos previstos pelo Código Ambiental de Manaus, em especial de penalidades aos responsáveis pelo despejo de resíduos em igarapés e áreas verdes; V - implementação de políticas de utilização racional da água subterrânea; VI - instituição: a) de programa de educação ambiental junto à população em cada bairro: b) de projetos de educação ambiental nas escolas e nas comunidades em seu entorno; VII - criação, na Guarda Municipal, de grupamento específico para proteção das Unidades de Conservação do Município; VIII - apoio às ações da Delegacia especializada na área de crimes ambientais, em âmbito estadual, com vistas às medidas cabíveis junto à Vara Especializada de Meio Ambiente e ao Ministério Público; IX - estruturação e aparelhamento do órgão municipal responsável pelo planejamento e pelo gerenciamento dos Programas de Proteção e Valorização dos Ambientes Naturais e dos Cursos d'água; X - criação de uma Central Analítica dotada de equipamentos modernos para análises físico-químicas e microbiológícas, com a finalidade de apoiar os órgãos municipais competentes na fiscalização e preservação do meio ambiente. Art. 10. Constituem Programas de Proteção do Patrimônio Natural: I - PROGRAMA DE PROTEÇÃO E VALORIZAÇÃO DOS AMBIENTES NATURAIS DE MANAUS, que visa: ocupação; a) protegeras áreas de fragilidade ambiental e impróprias para b) preservar os fragmentos florestais e igapós; c) ampliar as áreas verdes em toda a cidade;

8 d} criar: 1. grandes Parques com bosques de espécies nativas; 2. corredores ecológicos; e) recuperar as áreas degradadas em todo o território municipal, em especial aquelas localizadas na área urbana e em sua periferia imediata; f) promover: 1. o plantio e manutenção de vegetação nas áreas susceptíveis de erosão; 2. a recuperação ambiental das áreas verdes incluindo espécies frutíferas nativas, em parceria com a iniciativa privada; 3. o incremento da arborização de logradouros e de equipamentos de uso público, com priorização das áreas de interesse turístico e dos bairros mais carentes, considerando-se as diretrizes do Plano de Arborização e Paisagismo e devendo ser respeitado o Plano de Alinhamento e Passeio dispostos nesta Lei; g) regulamentar as espécies a serem utilizadas no paisagismo urbano e na arborização de Manaus, avaliando a utilização de espécies nativas e priorizando o uso daquelas consideradas mais apropriadas, com o objetivo de dar uma identidade florística à cidade; h) estimular e monitorar as áreas verdes ou arborizadas em loteamentos e condomínios residenciais; II - PROGRAMA DE PROTEÇÃO DOS CURSOS D'ÁGUA, objetivando a proteção dos rios e igarapés e de suas margens e a conscientização da população para a sua conservação e fiscalização, por meio de: a) elaboração do Plano de Proteção das Margens dos Cursos d'água e do Plano de Saneamento e Drenagem; b) recuperação, preservação e integração dos igarapés à paisagem, com a recomposição das matas ciliares nas suas margens; c) estruturação ambientalmente adequada das margens dos cursos d'àgua até uma largura mínima de 50 (cinqüenta) metros para a orla dos Rios Negro e Amazonas e do Igarapé do Tarumã-Açu, e de uma faixa de 30 (trinta) metros para os demais cursos d'água, contados de cada margem da maior enchente, Jgfa tjõfthí \afig!»uo. mantendo-se ao redor de nascentes ou olhos d'água a obrigatoriedade da reserva de área non aedificandi com raio mínimo de 50 (cinqüenta) metros; d) busca de utilização ecologicamente adequada de trechos navegáveis dos igarapés, para atividades econômicas ou de valorização dos mesmos (turismo, pesca e transporte), desde que não comprometam as condições ambientais desses cursos d'água;

9 MANAUS -»-- - /-^ i j.íi e) coibição: y' fl.jlq_j."/. Vs;ua. 3L/ 1. de uso e de ocupação ecologicamente inaàe]miadõsx dos trechos não navegáveis dos igarapés; 2. do lançamento de efluentes poluidores e de resíduos sólidos (lixo) nos rios, igarapés e suas áreas adjacentes, com a conscientização e integração da população nas ações de proteção dos cursos d'água; f) conscientização da população sobre a qualidade das águas e resíduos sólidos (lixo), bem como sua relação com a qualidade de vida, utilizando-se mecanismos que permitam massificar as informações por meio das organizações da sociedade civil; g) promoção de campanhas de sensibilização sobre a preservação dos igarapés; h) criação de postos flutuantes, devidamente equipados, para a fiscalização contínua da orla fluvial; igarapés; i) desocupação e recuperação das margens e leitos dos j) garantia, na aprovação dos projetos imobiliários e empresariais, do acesso livre e gratuito aos rios Negro e Amazonas e ao Igarapé do Tarumã-Açu, permitindo-se à população desfrutar da beleza natural e paisagística e do lazer em suas orlas; k) instituição de medidas adequadas contra a ocupação desordenada das áreas verdes próximas aos igarapés e nascentes do Município. Parágrafo único. É obrigatória a expansão anual de 5% (cinco por cento) da rede de esgoto, em relação ao total de unidades residenciais do Município. Art. 11. A estratégia de qualificação ambiental do território de Manaus é complementada por estratégias específicas para cada Zona, voltadas à mitigação da degradação ambiental e à valorização do patrimônio natural local, da seguinte forma: I - ZONA NORTE: a) preservação e revitalização das nascentes, dos balneários e demais cursos d'água; de vales; b) limpeza das águas dos igarapés e preservação dos fundos c} proibição da ocupação das margens dos cursos d'água; d) transformação dos fragmentos florestais em Parques ambientais, para evitar invasões; e) desenvolvimento de projeto ambiental nas áreas de risco; 9

10 . ;. ;.,::: ****--»-**«. *«w /0^r^s,. r -.% 5t\ f) garantia: Vrr^ 7 f.'ü3 ZPsT / 1. da manutenção dos fragmentos florestars.^nojy""'* Conjunto Mundo Novo; 2. da gestão ambiental da área de manejo da Comunidade Nova Esperança; II g) revitalização dos igarapés do Passarinho e Matrinxã; - ZONA SUL: a) retirada das habitações dos igarapés e da orla, garantindose o reassentamento da população em áreas próximas; III b) proibição da impermeabilização do leito dos igarapés; c) revitalização dos igarapés até a Ponte do Bilhares; - ZONA CENTRO-SUL: a) criação de parques com vegetação nativa no Parque das Laranjeiras, em Flores e no Parque 10 de Novembro; b) proteção da Reserva Natural no Parque das Laranjeiras e no Parque do Mindu; IV córregos; - ZONA LESTE: a) preservação do curso dos rios, lagos e igarapés; b) coibição do despejo de dejetos industriais nas nascentes e c) preservação dos fragmentos florestais, transformando-os em Parques; d) revitalização do Igarapé do Mindu e seus afluentes; e) promoção: 1. do mapeamento e gerenciamento das áreas de risco, com planejamento das intervenções e recuperação das áreas degradadas; regionais; florestal; 2. da recuperação de áreas verdes com árvores frutíferas f) incentivo à produção de alimentos em áreas de interesse g) proteção das nascentes que desaguam no Lago de Puraquequara; h) transformação da orla do Puraquequara em área de especial interesse ambiental e cultural, voltada ã exploração do turismo ecológico sustentável, com estímulo à agricultura familiar; i) criação e implantação de áreas de proteção e conservação da biodiversidade; 10

11 Ti ; "' Hi m,11, x wk^5sw j) recuperação do Lago do Aleixo, promovêr^o^/s" / reflorestamento da sua orla. \ ^ty V - ZONA OESTE: a) preservação: 1. da orla do Rio Negro e das margens de seus afluentes; 2. da Área de Proteção Ambiental (APA) do Tarumã e suas florestas, consideradas reserva da biosfera e pertencentes ao corredor da Amazônia Central; b) instituição de corredores ecológicos com incentivo ao ecoturismo em parceria com o Centro de Instrução de Guerra na Selva-CIGS; c) qualificação das margens dos igarapés através do plantio de árvores nativas da região; Tarumã; d) proibição de empreendimentos impactantes na APA do e) adoção de "desmatamento zero" na Bacia do Tarurnã-Açu e Mirim, permitindo-se a ocupação apenas nas áreas degradadas, com estímulo ao reflorestamento; f) controle dos efluentes e conservação das florestas e dos recursos hídricos junto à Avenida do Turismo; g) desenvolvimento de parcerias público-privadas para a manutenção, melhorias e expansão do Jardim Zoológico; h) criação de Parque Ecológico e de Turismo na área do igarapé do Mariano. VI florestais; - ZONA CENTROOESTE; a) incentivo à preservação das áreas verdes e dos fragmentos b) criação de Parques para visitação nos fragmentos florestais; c) garantia da preservação do Igarapé da Redenção e dos fragmentos florestais urbanos em seu entorno. SEÇÃO II DO GERENCIAMENTO AMBIENTAL INTEGRADO Art. 12. A efetivação do gerenciamento ambiental se integrará ao gerenciamento das demais políticas públicas, mediante a implementação dos seguintes programas: I objetivos: - PROGRAMA DE GESTÃO AMBIENTAL, com os seguintes 11

12 ?.<3s 8k 0 rp'l Gn i >».<Uit> afiml rrjcafej.." a) integrar a atuação dos órgãos municipal, estadual è^iêãcrsàr de Meio Ambiente com os setores: '%. * de controle do uso e ocupação do solo, abastecimento de água, esgotamento sanitário, drenagem urbana, gerenciamento de resíduos sólidos, energia elétrica, gás encanado, telecomunicações e demais serviços e atividades urbanas; 2. de proteção do patrimônio cultural, do turismo, de transportes e de educação; b) definir instrumentos institucionais para a gestão ambiental; c) exigir: 1. das indústrias instaladas em Manaus um laudo trimestral sobre a qualidade da água despejada nos esgotos públicos e cursos d'água; 2. a instalação de Estação de Tratamento de Efluentes dos empreendimentos potencialmente potuidores, conforme a Lei Municipal n , de 31 de dezembro de de 2007 (PRÓ-ÁGUAS); dj promover a articulação com instituições de ensino e pesquisa para o desenvolvimento de estudos e propostas de gestão ambientai, assim como o assessoramento técnico na implementação das ações de gestão ambiental; II - PROGRAMA DE GESTÃO ENERGÉTICA LOCAL, destinado a: a) estabelecer procedimentos administrativos, no âmbito da Prefeitura de Manaus, voltados para a redução do consumo de energia elétrica na cidade; b) integrar as ações da Administração Municipal e das empresas concessionárias de fornecimento e distribuição de energia elétrica; c) promover a articulação com instituições de ensino e pesquisa para o desenvolvimento e divulgação de alternativas energéticas, assim como b assessoramento técnico para sua utilização; III - PROGRAMA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS, objetivando: a) o estabelecimento, no âmbito Municipal, de procedimentos técnico-administrativos voltados ã consolidação do sistema de esgotamento sanitário; b) o desenvolvimento de ações de controle da qualidade da água de abastecimento público segundo o que prescreve a legislação; c) a articulação intra e interinstitucional com instituições de ensino e pesquisa com vistas ao desenvolvimento integrado de atividades de monitoramento das bacias de drenagem sob jurisdição municipal. / 12

13 \ wawaus - /^k%\ CAPITULO III \ fvsazffil DA QUALIFICAÇÃO CULTURAL DO TERRITÓRIO X A? Art. 13. A estratégia de qualificação do território de Manaus tem como objetivo geral tutelar e valorizar o seu Patrimônio Cultural, formado por um conjunto de bens imóveis de valor significativo - as paisagens, os sítios históricos, os conjuntos arquitetônicos e as edificações de interesse cultural - e os bens imateriais ou intangíveis da cidade e da região. Parágrafo único. São objletivos específicos da estratégia de qualificação cultural do território do Município: I - a proteção, conservação e potencialização do uso dos bens de interesse de preservação que integram o Patrimônio Cultural de Manaus; II - a integração ao gerenciamento ambiental, garantida a proteção do Patrimônio Cultural do Município. Art. 14. Constituem diretrizes para a proteção dos bens que integram o Patrimônio Cultural de Manaus: I - a identificação, o inventário e a proteção dos bens culturais do Município, elencados no artigo anterior; II - o tombamento dos bens imóveis de valor significativo; III - o incentivo à instituição de procedimentos e à criação de mecanismos voltados à divulgação, à valorização e à potencialização do uso do Patrimônio Cultural de Manaus; IV - o registro e a valorização das manifestações culturais consideradas bens imateriais ou intangíveis do Município; V - o desenvolvimento cultural e a descentralização da cultura. Art. 15. A proteção dos bens que integram o Patrimônio Cultural será implementada mediante: I - instituição e execução de Programa de Valorização do Patrimônio Cultural; II - utilização de instrumentos de intervenção que incentivem a conservação dos bens de interesse histórico e cultural; III - estruturação e aparelhamento do órgão ou entidade municipal responsável pelo planejamento e pelo gerenciamento dos programas de proteção e valorização do patrimônio cultural; IV do Centro Histórico. - instituição e execução do Plano de Preservação e Revitalização Art. 16. O PROGRAMA DE VALORIZAÇÃO DO PATRIMÔNIO CULTURAL visa: 13

14 '"".; I V - executar, em articulação com órgãos e entidades fehçrâís-v^/ estaduais de cultura e patrimônio histórico, inventário atualizado de^todos*"'^ os bens imóveis considerados de interesse cultural, já protegidos ou não; H - inventariar e registrar as manifestações culturais - tradições, hábitos, práticas e referências culturais de qualquer natureza - existentes no Município e que conferem identidade à sua população e aos espaços que habitam e usufruem; III - aperfeiçoar os instrumentos de proteção dos bens de interesse cultural, definindo os níveis de preservação e os parâmetros de abrangência da proteção, em articulação com os demais órgãos e entidades de preservação; IV - estabelecer, no âmbito da Prefeitura de Manaus e em articulação com as demais esferas de Governo, mecanismos de fiscalização dos bens culturais de caráter permanente; - promover: a) a educação urbana com ênfase no patrimônio cultural junto à população, especialmente nas escolas e universidades, através de programas e projetos específicos que despertem o interesse de preservação do Patrimônio Cultural, em todas as formas e manifestações; b) a revitalização cultural das áreas públicas, com o incentivo ao uso de espaço nas escolas e nos locais públicos para manifestações culturais; VI - incentivar a reestruturação de conjuntos, sítios históricos e edificações, tendo como exemplo as experiências bem sucedidas de outras cidades; VII - apoiar os projetos de recuperação e reestruturação urbana com a valorização de bens tombados em Manaus; VIII - buscar formas de captação e geração de recursos para manutenção e valorização do patrimônio cultural, com ampla participação da iniciativa privada, visando o fortalecimento do Fundo de Preservação do Patrimônio - FUNPATRI, criado pela Lei Municipal n. 722, de 04 de dezembro de 2003; IX - preservar a cultura local, levando em consideração os usos e costumes da população manauara nas medidas de recuperação e valorização das margens dos rios e igarapés; X - estimular áreas de encontro e espaços culturais e de lazer; XI - criar Centro de Cultura Popular e Tradicional, para valorização do saber local e das diversidades culturais; XII - promover gestões junto ao Governo do Estado para aproveitamento da Arena da Amazônia como Centro Memorial da Cultura; XIII - instituir Aquário Amazônico nas Zonas da cidade; 14

15 MANMU1S «-. ;&Í^JN XIV - resgatar os artefatos arqueológicos e criar um ih* Arqueológico; V jf/ *s'-«.^^- XV - elaborar e executar Política Cultural de Valorização Regional, objetivando: a) o investimento em festivais folclóricos e culturais locais; b) o incentivo e a divulgação das manifestações culturais, festivais, festas culturais e locais, música, teatro, artesanato e gastronomia de comidas regionais em cada bairro; escolas; amazônica; religiosas; c) a garantia: 1. da realização das festas culturais regionais nas 2. da afirmação da identidade cultural manauara e 3. da livre expressão das diversidades culturais e d) o resgate das exposições da cultura indígena nas feiras; e) a valorização das músicas populares e da amazonenses e o incentivo à literatura amazonense; f) a universalização das informações relacionadas à história cultural de Manaus; g) a instituição; 1. do Calendário Cultural Anual; 2. do Livro de Tombos do Município. Art. 17. A estratégia de qualificação cultural do território do Município é complementada por estratégias específicas para cada uma de suas Zonas, voltadas à valorização das especificidades culturais locais, a seguir elencadas: I - ZONA NORTE: a) criação: 1. de Áreas de Especial Interesse Ambiental e Cultural Indígena e Quilombola; 2. de Centro Cultural dos Povos Indígenas nas proximidades do sitio arqueológico; 3. de Centro da Cultura Afro-descendente; 4. de Centro de Cultura Popular; b) demarcação do sítio arqueológico indígena; c) incentivo: 15

16 < >-!...,..-,.I«-^1. 1 M 1. à instituição de cinemas, teatros, bibliotecas eãoferta ãe^-* artes em todos os bairros; ^^~**^' II 2. à criação de consórcios culturais entre os bairros; - ZONA SUL: a) revitalização do patrimônio histórico do Centro da cidade, com o efetivo tombamento do perímetro de sua área de abrangência e a busca do estabelecimento de parcerias com instituições internacionais; b) implementação do Projeto Orla de Manaus; c) restauração ou incentivo ao restauro dos casarõcs centrais sob orientação do Poder Público, incluindo a identificação dos antigos moradores; d) criação: 1. de museu para exposição do acervo de fragmentos encontrados no sítio arqueológico; 2. de espaço permanente para feiras e exposições populares destinadas a produtos tradicionais e regionais; Porto do Ceasa principais; e eventos; 3. de espaço público para a cultura e o lazer na área do e) resgate: 1. da história do Centro da cidade e das suas ruas 2. da vida noturna no Centro da cidade com projetos sociais ) apoio à participação dos cantores locais em festivais no Teatro Amazonas; g) democratização dos espetáculos artísticos; h) promoção: 1. de eventos e exposições que revertam em melhorias para o patrimônio arquitetônico de interesse histórico; 2. da qualificação de pessoal e tecnologia para a guarda de sítios arqueológicos; a) - ZONA CENTRO-SUL: a) revitalização dos prédios abandonados, destinando-os a programações culturais e bibliotecas; b) apoio à Central de Artesanato Branco e Silva; c) resgate e valorização da cultura afro-descendente no bairro de São Geraldo; 16

17 Aleixo: b) - ZONA LESTE: a) valorização do patrimônio histórico da Colônia AntorrkT*: b) criação: 1. de Centros Culturais com a temática amazônica; 2. de bibliotecas públicas por bairro; c) incentivo à criação de cinemas e espaços culturais e gastronômicos; d) fortalecimento do folclore e das festas regionais; e) fomento e apoio às manifestações artísticas e culturais; f) instituição de políticas sociais paraos povos indígenas; g) garantia da inclusão digital para todas as comunidades; C) - ZONA OESTE: a) revitalização das ruínas da usina hidrelétrica da Cachoeira Grande, em São Jorge, construída pelos ingleses, transformando-a em Centro Cultural; b) gestões com vistas à expansão do Festival de Ópera para a Ponta Negra; c) criação: 1. de Centros Culturais, incluindo esportes, teatro e cinema, anfiteatro e exposições culturais; Compensa; 2. de feiras de artesanato regional; 3. de área de lazer com espaço cultural no bairro da d) - ZONA CENTRO OESTE: a) incentivo à criação de espaços para o artesanato e gastronomia regionais; b) desenvolvimento do artesanato através do microempreendedorismo; c) inclusão digital da população. CAPITULO IV DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO LOCAL Art. 18. A estratégia do desenvolvimento econômico local tem como objetivo geral garantir o pleno desenvolvimento das forças produtivas, com o aproveitamento sustentável dos recursos e utilização integral das potencialidades disponíveis na cidade de Manaus. 17

18 Parágrafo único. AAdministração Municipal conduzirá as sü^^õesw' baseada no conjunto de princípios e diretrizes que norteiam a Políu«a.,d<r r Desenvolvimento do Município, na forma que dispõem esta Lei e suas regulamentações específicas. Art. 19. A Política Municipal de Desenvolvimento Econômico obedecerá às seguintes diretrizes: I - promoção do desenvolvimento auto-sustentado e endógeno do Município de Manaus, garantindo-se o equilíbrio ambiental e a melhoria da qualidade de vida da população; II - formulação, junto com a sociedade civil, de um conjunto de políticas econômicas que dinamizem a geração do produto interno e sua circulação no Município; III - garantia do máximo de aproveitamento nas aplicações dos recursos públicos e atração de investimentos privados no desenvolvimento municipal; IV - incentivo: a ) à implantação de micro e pequenas empresas formais no Município de Manaus; b ) ao empreendorismo para melhoria da renda e inclusão social da população; c ) aos órgãos que congregam o setor secundário, para serem agentes divulgadores das políticas econômicas cie incentivos no âmbito federal e estadual; d ) ã consolidação de pólos tecnológicos de ponta no Município de Manaus, estabelecendo-se parcerias entre o setor produtivo e as instituições de ensino e pesquisa; V - fomento: a ) à criação de instrumentos institucionais que viabilizem o fortalecimento do setor urbano, através da formalização das atividades econômicas existentes, garantindo a manutenção/geração de postos de trabalho atrelada ao desenvolvimento dos empreendimentos e a melhoria de qualidade de vida das pessoas envolvidas; b ) ao desenvolvimento e aplicação de tecnologias de ponta nos processos produtivos, gerenciamento e planejamento, desenvolvidos no âmbito do Município de Manaus; c ) a uma política de incremento à produção, objetivando incentivar a ampliação dos diversos ramos ligados ao agronegõcio e o aumento do valor agregado da produção oriunda do meio rural; d ) às atividades econômicas baseadas em inovação tecnológica e no uso intensivo de conhecimento; 18

19 VI ~- **» >*** MANAUS -'" $'^VIC^\ - instituição de instrumentos legais diferenciados para ia prjiat~-aconstituição de cooperativas e pequenas e médias empresas, com incentii<osdo pólo industrial de manaus; VII - fomento, organização e estimulo à modernização das atividades de maior vocação econômica do Município, sobretudo aquelas ligadas à cadeia produtiva do turismo, biotecnologia e da construção civil; VIII - promoção: a ) de ações de controle urbano e de melhoria dos espaços e serviços públicos, visando a atração de atividades econômicas que promovam geração de emprego, renda e inclusão social, viabilizando áreas propícias para instalação e funcionamento de pólos de desenvolvimento tecnológico e de serviços especializados; b ) do desenvolvimento comercial de toda a cidade através de eixos de comércio do Centro para as Zonas Norte, Leste, Oeste e Ccntro- Oeste, com a identificação e o fortalecimento de subcentros de comércio e serviços como fatores indutores da concentração de atividades econômicas no Município de Manaus; IX c ) - criação: da estruturação das feiras na área urbana; a) de fórum permanente de desenvolvimento econômico municipal; b de instrumentos de informações capazes de ampliar e agilizar as relações econômicas no âmbito municipal, estadual e federal; c ) de espaços de comercialização na área de expansão urbana: X - busca do máximo de efeitos encadeadorcs na geração de postos de trabalho à população; XI - estímulo: a ) à criação de Centros Empresariais (indústria, comércio e serviço), atrelada à identificação e divulgação de serviços de apoio e incentivo ao surgimento de micro e pequenas empresas formalizadas no âmbito do Município; XII - da cidade; b ) à agregação de valor na produção agrícola do Município; elaboração do Plano de Reorganização da Logística de Cargas XIII - incentivo e apoio à iniciativa privada na implantação de agroindústrias no Município; XIV - desenvolvimento: a) de políticas públicas de acordo com os princípios da economia solidária; b ) de política de apoio à produção artesanal; 19

20 "--TOtraanae:,:.. ' i! < : tui XV - instituição de mecanismos que viabilizem a segurança Wmíentar^ e nutricional; l^._^-''- ' XVI - garantia de apoio às Cooperativas de Coleta Seletiva e Reciclagem de Resíduos Sólidos; XVII- articulação de ações junto às demais esferas de Governo, visando, com o apoio do Município, a implantação ou ampliação de serviços de telefonia e eletrificação rural; XVIII - disponibilização de informações como instrumento de fomento para investimentos e negócios. Art. 20. A estratégia de desenvolvimento econômico local é complementada por estratégias específicas para cada zona territorial, voltadas ao desenvolvimento de potencialidades e de forças produtivas locais, da seguinte forma: I - ZONA NORTE: aj permanente; escolar; criação: 1. de Centro-referência de economia solidária com espaço 2. de feira de hortifrutigranjeiros para produtores rurais; b) potencialização da agricultura familiar; c) utilização de produtos da agricultura familiar na merenda d garantia: 1. da infra-estrutura para o escoamento dos produtos nas áreas de produção rural; 2. de espaços de trabalho para as cooperativas de catadores de papel reciclado; gerais; II e) fortalecimento das atividades comerciais e de serviços - ZONA SUL: a) implantação de portos nos deltas dos Igarapés do Educandos e do São Raimundo; b) revitalização: 1. do Porto do Ceasa; originais: 2. da Feira Manaus Moderna; c) democratização do Porto Roaáway; d) reorganização, com a manutenção das localizações 1. da Feira da Banana; 20

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