CARTA DAS REDES DE DEFESA DE DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES AOSCANDITATOS À PREFEITO E VEREADORES NOS MUNICÍPIOS DO RN

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CARTA DAS REDES DE DEFESA DE DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES AOSCANDITATOS À PREFEITO E VEREADORES NOS MUNICÍPIOS DO RN"

Transcrição

1 CARTA DAS REDES DE DEFESA DE DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES AOSCANDITATOS À PREFEITO E VEREADORES NOS MUNICÍPIOS DO RN Natal, 27 de agosto de Por ocasião do Encontro Nacional das Redes de Defesa de Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes, realizado no período de 05 a 07 de julho do corrente ano, foi discutida a situação de violação de direitos humanos deste segmento no contexto das grandes obras e dos megaeventos. Enquanto deliberação do evento as Redes vem por meio desta carta, apresentar dados da situação do grave quadro de violação de direitos de crianças e adolescentes no Estado do Rio Grande do Norte, em particular no município de Natal-RN, com o intuito de que os futuros gestores e parlamentares se comprometam com a reversão desse quadro de abandono e desrespeito aos direitos. Somando-se a essa ação nacional o Fórum dos Direitos da Criança e do Adolescente do RN lança a campanha "LUTO PELAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES POTIGUARES", cidadãos e cidadãs vitimados, reincidentemente, por governos descomprometidos com os seus direitos e por uma sociedade omissa frente a tal situação. Sinais de morte imperam nessa realidade, o que nos remete ao luto e à luta para fazer valer sinais de vida e os direitos constitucionais de nossas crianças e adolescentes. Falta de compromisso e de responsabilidade, e incompetência da gestão pública são as marcas deixadas pelos governos potiguares nessa realidade de luto. Acrescente-se o agravante de uma sociedade imobilizada, que se habituou a ver crianças e adolescentes em condições de mendicância, drogadição, exploração sexual, trabalho infantil, e em condições sub-humanas, quando em cumprimento de medidas sócio-educativas de privação de liberdade, naturalizando um cenário típico de países em guerra civil. A estruturação da política pública avançou do ponto de vista dos instrumentos legais. Porém, muito ainda há por fazer para a sua efetivação. Enquanto isso, segundo o Documento da Articulação Popular Nacional pela garantia dos Direitos Humanos no contexto dos Megaeventos (2011), dos investimentos para a Copa 2014, estão previstos cerca de R$ 24 bilhões de recursos públicos, 10 vezes o orçamento do Ministério dos Esportes em 2011, que poderia mudar realidades marginalizadas em todo o Brasil. Na realidade potiguar, temos o desmonte da política pública de educação, no qual, mais uma vez, o Estado do Rio Grande do Norte se apresenta com os piores índices de Desenvolvimento da Educação Básica - IDEB; temos instalado o caos na saúde pública com leitos infantis fechados por falta de condições de funcionamento; programas sociais sem atender à população por falta de condições mínimas de funcionamento; e rios de dinheiro público destinados a interesses privados de forma patrimonialista, além de vereadores condenados pela justiça por corrupção ativa e formação de quadrilha, que se colocam candidatos ao pleito eleitoral como defensores da moral e da ética, apresentando seus filhos e esposas como se a representação política fosse adquirida pela hereditariedade, dentre tantos outros absurdos. Por tudo o que se apresenta o Fórum DCA-RN lhe convoca a INDIGNAR-SE. JUNTE-SE A NÓS NESSE LUTO E LUTA PELOS DIREITOS DAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES POTIGUARES!

2 Orçamento Criança A realidade do cumprimento da prioridade absoluta prevista no artigo 227 da Constituição Federal, e Regulamentada pelo Estatuto da Criança e do Adolescente não se faz cumprir no Estado do Rio Grande do Norte e no município de Natal-RN. Apesar das falas governamentais colocarem a criança como prioridade absoluta o Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente - CONSEC teve sua proposta orçamentária do PPA de R$ ,00 reduzida para R$ ,00, resultando em R$ ,00. Em relação ao orçamento no ano de 2012, que seria de R$ ,00 resultou em R$ ,00, ou seja, sofreu um corte de aproximadamente 84% o que engessa o controle social. Aprovado pela Câmara Municipal de Natal a Lei nº de 30/04/2010, que dispõe sobre a criação do Relatório Orçamento Criança e Adolescente como instrumento de controle social e fiscalização do orçamento público jamais entrou em vigor. O que reflete a falta de prioridade da gestão pública municipal atual para políticas voltadas para a garantia de direitos humanos de criança e adolescente. Violência Sexual Quanto à situação de violência sexual sofrida pelas crianças e adolescentes potiguares de Janeiro a Abril de 2012 o Disque Denúncia Nacional DDN 100 recebeu denúncias, o que representa 71% de aumento em relação ao mesmo período do ano anterior. Quando considerado o número de denúncias para cada habitantes, o Distrito Federal aparece em primeiro lugar com o índice de 19,24 denúncias, seguido do Rio Grande do Norte com o índice de 18,54 e o Amazonas com 17,01. A Polícia Rodoviária Federal, em 2010, identificou lugares vulneráveis à exploração sexual de crianças e adolescentes no Brasil, sendo 545 no Nordeste, e o Rio Grande do Norte figura na sexta colocação com 110 pontos mapeados. Por ocasião da visita da Comissão Parlamentar de Inquérito - CPI da exploração sexual, realizada no mês de junho, a governadora do Estado demonstrou total desconhecimento da atual situação dos órgãos de Defesa desse Estado. A Delegacia de Defesa da Criança e do Adolescente DCA funciona com o mesmo quadro de funcionários desde o período de sua criação, não funciona nos fins de semana, nem em sistema de plantão, por inúmeras vezes não dispõe de viatura, embora o número de denúncias e boletins de ocorrência tenha aumentado de 276 no ano de 2001 para 869 no ano de A CPI recomendou a designação de um delegado adjunto, escrivão, nomeação de policiais civis, viatura e computadores necessários, além da criação de uma delegacia na Zona Norte de Natal, assim como, uma delegacia para cada região pólo de Mossoró, Caicó e região metropolitana. Além da total falta de estrutura e privacidade encontrados no ITEP, órgão responsável pela emissão dos laudos periciais que são fundamentais ao inquérito policial. E o que tem agravado ainda mais esta situação é que não há garantia e monitoramento do Sistema Único de Assistência Social - SUAS, para qualificação da Proteção Social Básica e Especial. A realidade do Estado

3 apresenta grande lacuna entre a denúncia realizada e o acompanhamento especializado às crianças, adolescentes e suas famílias em situação de violência sexual. São 54 CREAS implantados e em fase de implantação com inúmeras fragilidades no que se refere à dimensão técnico-operativa e ético-política, à rotatividade constante das equipes, e a estruturação do serviço. No município de Natal os CREAS estão sem realizar a busca ativa e visitas domiciliares para apuração da denúncia e acompanhamento dos casos por falta de carro e combustível, forçando as equipes a aderirem a uma greve geral que se instalou no município por total falta de condições de trabalho. Outro agravante é que o Programa de Ações Integradas e Referenciais de Enfrentamento à Violência Sexual Infanto-juvenil PAIR, no Estado, que foi executado no âmbito do município de Natal na gestão pública , foi desativado pela atual gestão, por total falta de qualificação técnica para articulação do Programa junto ao Governo do Estado e ao Governo Federal. Acolhimento Institucional Nessa questão, acompanhamos a ausência de uma política Estadual e Municipal de Proteção e Defesa do Direito à Convivência Familiar e Comunitária. O cenário apresenta atualmente 10 unidades de acolhimento institucional que somadas disponibilizam 142 vagas para a Rede de Promoção e Proteção da Criança e do Adolescente, sendo grande parte desses serviços executados por organizações da sociedade civil. Embora seja diretriz da política de atendimento a municipalização dos serviços de acolhimento, o município de Natal hoje é referência para atendimento da região metropolitana. Destacamos ainda que por considerar a precariedade e insuficiência da rede de acolhimento institucional e familiar do município de Natal, com capacidade de atendimento acima do limite, o município teve por ordem judicial, o fechamento de 03 unidades da FUNDAC por absoluta falta de condições humanas e materiais. A precariedade e a ingerência da gestão pública de Natal aponta um quadro de violação de direitos quando os usuários do acolhimento institucional ficam sem acesso a escola e/ou aos serviços de saúde, dentre outros atendimentos, devido à falta de carro institucional que possibilite a mobilidade dos mesmos. É necessária uma gestão pública capaz de trabalhar a intersetorialidade das políticas públicas, a pactuação intermunicipal de serviços sócio-assistenciais, assim como garantir o direito à convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes. No que refere à situação de moradores de rua, existe cerca de 70 pessoas entre adultos, adolescentes e crianças, distribuídas em pelo menos 10 pontos da cidade de Natal-RN, de acordo com a estimativa dos CREAS/SEMTAS. Adolescente em Conflito com a Lei Em relação ao sistema sócio-educativo a situação do RN é gravíssima. Em recente atuação conjunta o Ministério Público, Defensoria Pública, CONSEC e OAB divulgaram no relatório Documento Interinstitucional: irregularidades no sistema sócio-educativo a situação calamitosa do sistema sócio-educativo no RN. O Estado conta com 40 vagas na internação provisória, 134 na internação, e 22 na semi-liberdade. Hoje 104 adolescentes

4 estão em cumprimento de medida sócio-educativa. E embora o sistema não conte com 50 destas vagas, devido interdição de uma de suas unidades, o problema no Estado não está alocado nesta questão e sim na ausência de investimentos em recursos humanos no que se refere ao quantitativo, pois último concurso data de 1998, bem como na qualificação técnica desses profissionais. A estrutura física das unidades também se encontra em estado calamitoso, nenhuma delas possuindo instalações físicas hidráulicas, elétricas e sanitárias adequadas para o atendimento aos adolescentes, além de estar em total desconformidade com os parâmetros arquitetônicos da lei do SINASE. A situação se agrava pela falta de manutenção de suas estruturas. Ainda, há forte deficiência também nos materiais permanentes de consumo e de expediente, como os referentes a medicamentos, higiene e alimentos. Ainda, com a ausência da implementação e efetivação de políticas públicas que acompanhem as demandas da sociedade e a má vontade governamental em aplicar recursos nas áreas da infância e da juventude, não há qualquer perspectiva de modificação no que tange à política pedagógica nas unidades sócio-educativas de internação de jovens em conflito com a lei. Na prática, a avassaladora maioria das disposições, direitos e garantias fundamentais sedimentadas na Constituição Federal e no Estatuto da Criança e do Adolescente são diuturnamente desrespeitadas no cotidiano destes estabelecimentos, onde impera toda sorte de abusos sob a anacrônica influência do finado Código de Menores, sepultado na teoria, mas definitivamente vivo na prática. Trabalho Infantil Segundo a PNAD Pesquisa Nacional por Amostra Domiciliar/2009, temos no RN crianças e adolescentes, na faixa de 05 a 17 anos de idade trabalhando. Na faixa etária em que é totalmente proibido o trabalho (até os 14 anos de idade), temos crianças e adolescentes trabalhando. Conforme o Censo de 2010, Natal abriga crianças e adolescentes trabalhando em idade totalmente proibida. A maioria trabalha nas atividades constantes da Lista das Piores Formas do Trabalho Infantil, cuja erradicação deverá ocorrer até o ano de 2015, em decorrência do compromisso do Brasil com a comunidade internacional para esse fim. A lista das piores formas é conhecida como Lista TIP, na qual constam atividades consideradas prejudiciais à formação física, psicológica, intelectual e moral de crianças e adolescentes, sendo, portanto, vedado o trabalho nestas atividades aos menores de 18 anos (Constituição Federal, art. 7º, XXXIII). A Lista TIP foi aprovada pelo Decreto nº , de 12 de junho de Com o despontar em nossos horizontes de eventos como a Copa do Mundo e as Olímpiadas, o que, em tese, serviria de oportunidade única para o aumento de investimentos em áreas essenciais objetivando o fortalecimento da prestação de serviços públicos básicos à população, vem se mostrando exatamente o contrário: o que se constata de forma categórica é uma situação na qual os interesses particulares (FIFA, empreiteiras e grandes grupos empresariais) sobrepujam-se de forma implacável aos da coletividade enquanto, é bom que se diga, quantias aviltantes são direcionadas para a consecução de mega-obras em detrimento da população local que, já alijada dos equipamentos básicos de saúde, educação, transporte pública e lazer, vê-se na iminência de ser arbitrariamente desapropriada de suas residências, violando de forma cabal o direito constitucional à moradia.

5 E o que poderia ser também uma oportunidade para a efetivação de políticas públicas voltadas ao trabalho infantil, ao enfrentamento à exploração sexual de crianças e adolescentes - dado o espantoso crescimento do número de visitantes que Natal, uma cidade que carrega o nefasto estigma do turismo sexual, receberá durante a Copa - vai se mostrando cada vez mais longe da realidade diante dos pesados cortes orçamentários que órgãos e entidades fins como a SETHAS (Secretaria de Trabalho, Habitação e Assistência Social), FUNDAC, SEJUC (Secretaria de Justiça e Cidadania), Defensoria Pública, Secretaria de Segurança Pública e CONSEC vem sofrendo nos últimos anos. Por fim, se faz urgente à elaboração de um planejamento com dotação orçamentária específica com ações de prevenção a violação de direitos de crianças e adolescentes no contexto da Copa do Mundo 2014, que deixe de fato um legado positivo para a cidade. Assim como, à mudança da política da criança e do adolescente do Rio Grande do Norte, especialmente em Natal, que garanta a efetivação e a proteção integral da criança e do adolescente, inclusive assegurando a participação da sociedade civil no controle social democrático.

Carta Aberta aos candidatos e candidatas às prefeituras e Câmaras Municipais

Carta Aberta aos candidatos e candidatas às prefeituras e Câmaras Municipais Carta Aberta aos candidatos e candidatas às prefeituras e Câmaras Municipais Estatuto da Criança e do Adolescente: 18 anos, 18 Compromissos A criança e o adolescente no centro da gestão municipal O Estatuto

Leia mais

ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2008 CAMPANHA * COMPROMISSO PELA CRIANÇA E PELO ADOLESCENTE

ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2008 CAMPANHA * COMPROMISSO PELA CRIANÇA E PELO ADOLESCENTE ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2008 CAMPANHA * COMPROMISSO PELA CRIANÇA E PELO ADOLESCENTE Carta Aberta aos candidatos e candidatas às Prefeituras e Câmaras Municipais: Estatuto da Criança e do Adolescente: 18 anos,

Leia mais

EIXO 2 PROTEÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS: PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS

EIXO 2 PROTEÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS: PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS EIXO 2 PROTEÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS: PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS Garantir a elaboração e implementação da Política e do Plano Decenal de Direitos Humanos de Criança e Adolescente

Leia mais

CARTA DA BAHIA. Tema: ENFRENTAMENTO AO ABUSO E A EXPLORAÇÃO SEXUAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES

CARTA DA BAHIA. Tema: ENFRENTAMENTO AO ABUSO E A EXPLORAÇÃO SEXUAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES CARTA DA BAHIA O Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente- CONANDA, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei Federal no 8.242, de 12 de outubro de 1991, e pelo seu Regimento

Leia mais

Câmara Municipal de Uberaba A Comunidade em Ação LEI Nº 7.904

Câmara Municipal de Uberaba A Comunidade em Ação LEI Nº 7.904 A Comunidade em Ação LEI Nº 7.904 Disciplina a Política Municipal de Enfrentamento à Violência Sexual e dá outras providências. O Povo do Município de Uberaba, Estado de Minas Gerais, por seus representantes

Leia mais

O Desafio da Implementação das Políticas Transversais

O Desafio da Implementação das Políticas Transversais O Desafio da Implementação das Políticas Transversais Professora: Juliana Petrocelli Período: Novembro de 2013 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS SECRETARIA NACIONAL DE PROMOÇÃO DOS

Leia mais

Políticas Setoriais Secretarias Municipais: Saúde, Assistência Social, Educação, Direitos Humanos(quando houver). Participações Desejáveis

Políticas Setoriais Secretarias Municipais: Saúde, Assistência Social, Educação, Direitos Humanos(quando houver). Participações Desejáveis PARÂMETROS PARA A CONSTITUIÇÃO DAS COMISSÕES INTERSETORIAIS DE ACOMPANHAMENTO DO PLANO NACIONAL DE PROMOÇÃO, PROTEÇÃO E DEFESA DO DIREITO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES À CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 101 DE 17 DE MARÇO DE 2005 (*)

RESOLUÇÃO Nº 101 DE 17 DE MARÇO DE 2005 (*) RESOLUÇÃO Nº 101 DE 17 DE MARÇO DE 2005 (*) Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente Dispõe sobre os Procedimentos e critérios para a aprovação de projetos a serem financiados com recursos

Leia mais

O Suas Sistema Único da Assistência Social em perspectiva Valéria Cabral Carvalho, CRESS nº 0897 Luiza Maria Lorenzini Gerber, CRESS nº 0968

O Suas Sistema Único da Assistência Social em perspectiva Valéria Cabral Carvalho, CRESS nº 0897 Luiza Maria Lorenzini Gerber, CRESS nº 0968 O Suas Sistema Único da Assistência Social em perspectiva Valéria Cabral Carvalho, CRESS nº 0897 Luiza Maria Lorenzini Gerber, CRESS nº 0968 Com a Constituição Federal de 1988, a Assistência Social passa

Leia mais

8ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE MINAS GERAIS

8ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE MINAS GERAIS 8ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE MINAS GERAIS DOCUMENTO FINAL EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Ações de mobilização: 1. Ampla mobilização, por

Leia mais

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Diretriz 01 - Promoção da cultura do respeito e da garantia dos direitos humanos de

Leia mais

Faço saber que a Câmara Municipal de Queimados, APROVOU e eu SANCIONO a seguinte Lei:

Faço saber que a Câmara Municipal de Queimados, APROVOU e eu SANCIONO a seguinte Lei: LEI N.º 1135/13, DE 01 DE ABRIL DE 2013. Dispõe sobre o Sistema Municipal de Assistência Social de Queimados e dá outras providências. Faço saber que a Câmara Municipal de Queimados, APROVOU e eu SANCIONO

Leia mais

Art. 2 O Sistema Municipal de Assistência Social de Mangueirinha SUAS é regido pelos seguintes princípios:

Art. 2 O Sistema Municipal de Assistência Social de Mangueirinha SUAS é regido pelos seguintes princípios: LEI Nº 1720/2012 Dispõe sobre o Sistema Municipal de Assistência Social de Mangueirinha SUAS (Sistema Único de Assistência Social). Faço saber, que a Câmara Municipal de Mangueirinha, Estado do Paraná

Leia mais

PENSANDO NA PRÁTICA: AS AÇÕES E ATIVIDADES EXECUTADAS NOS CRAS/CREAS FACILITADORA: INÊS DE MOURA TENÓRIO

PENSANDO NA PRÁTICA: AS AÇÕES E ATIVIDADES EXECUTADAS NOS CRAS/CREAS FACILITADORA: INÊS DE MOURA TENÓRIO a Área da Assistência Social PENSANDO NA PRÁTICA: AS AÇÕES E ATIVIDADES EXECUTADAS NOS CRAS/CREAS FACILITADORA: INÊS DE MOURA TENÓRIO Assistência Social na PNAS Situada como proteção social não contributiva;

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES PAIR

PROGRAMA NACIONAL DE ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES PAIR Presidência da República Secretaria de Direitos Humanos Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente Departamento de Políticas Temáticas dos Direitos da Criança e do Adolescente

Leia mais

RESOLUÇÃO CONJUNTA CNAS/CONANDA Nº 001 DE 09 DE JUNHO DE 2010

RESOLUÇÃO CONJUNTA CNAS/CONANDA Nº 001 DE 09 DE JUNHO DE 2010 RESOLUÇÃO CONJUNTA CNAS/CONANDA Nº 001 DE 09 DE JUNHO DE 2010 Estabelece parâmetros para orientar a constituição, no âmbito dos Estados, Municípios e Distrito Federal, de Comissões Intersetoriais de Convivência

Leia mais

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL BRASILEIRA. Sistema Único. de Assistência Social- SUAS

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL BRASILEIRA. Sistema Único. de Assistência Social- SUAS POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL BRASILEIRA Sistema Único de Assistência Social- SUAS Política de Assistência Social Caracterização: - Definida constitucionalmente (CF/1988): - política pública: direito

Leia mais

Promoção dos Direitos de Crianças e Adolescentes e o PPA 2012-2015

Promoção dos Direitos de Crianças e Adolescentes e o PPA 2012-2015 Promoção dos Direitos de Crianças e Adolescentes e o PPA 2012-2015 Bogotá, junho de 2013 Promoção dos Direitos de Crianças e Adolescentes e o Plano Mais Brasil PPA 2012-2015 Dimensão Estratégica do Desenvolvimento

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA SECRETARIA DE JUSTIÇA, DIREITOS HUMANOS E DESENVOLVIMENTO SOCIAL Superintendência de Apoio e Defesa aos Direitos Humanos

GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA SECRETARIA DE JUSTIÇA, DIREITOS HUMANOS E DESENVOLVIMENTO SOCIAL Superintendência de Apoio e Defesa aos Direitos Humanos TERMO DE REFERÊNCIA EDITAL DE SELEÇÃO DE ENTIDADES PRIVADAS SEM FINS LUCRATIVOS N /2015: EXECUÇÃO DO PROGRAMA DE PROTEÇÃO A CRIANÇAS E ADOLESCENTES AMEAÇADOS DE MORTE NO ESTADO DA BAHIA (PPCAAM/BA).. 1.

Leia mais

RECOMENDAÇÃO ADMINISTRATIVA nº 01/2012

RECOMENDAÇÃO ADMINISTRATIVA nº 01/2012 RECOMENDAÇÃO ADMINISTRATIVA nº 01/2012 CONSIDERANDO: 1. A existência do Procedimento Preparatório n. 0089.11.000011-7, cujo objeto é apurar eventual irregularidade em casa de abrigo para idosos na Rua

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome POLÍTICA DE ATENDIMENTO AO IDOSO NO ÂMBITO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL - S U A S

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome POLÍTICA DE ATENDIMENTO AO IDOSO NO ÂMBITO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL - S U A S POLÍTICA DE ATENDIMENTO AO IDOSO NO ÂMBITO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL - S U A S MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME Data de Criação: 23 de janeiro de 2004. Objetivo: aumentar a intersetorialidade

Leia mais

Eixos do Plano de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes do Município de Palmas

Eixos do Plano de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes do Município de Palmas Eixos do Plano de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes do Município de Palmas Período de execução 2015/2019 EIXO PREVENÇÃO EIXO - PREVENÇÃO Objetivo: Assegurar ações preventivas

Leia mais

Assistência Social da benesse ao Direito A experiência de Campinas

Assistência Social da benesse ao Direito A experiência de Campinas Assistência Social da benesse ao Direito A experiência de Campinas Arnaldo Rezende Setembro/2010. Um pouco da origem... 1543 Implantação da 1ª. Santa Casa de Misericórdia. 1549 - Chegada dos Jesuítas no

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 030/2013.

PROJETO DE LEI N.º 030/2013. PROJETO DE LEI N.º 030/2013. Institui o Programa Menor Aprendiz no âmbito do Município de Bela Vista de Minas e dá outras providências. O Prefeito Municipal de Bela Vista de Minas, Estado de Minas Gerais,

Leia mais

Curso I Introdução ao provimento de serviços e benefícios socioassistenciais do SUAS

Curso I Introdução ao provimento de serviços e benefícios socioassistenciais do SUAS Curso I Introdução ao provimento de serviços e benefícios socioassistenciais do SUAS Módulo II - O provimento dos serviços socioassistenciais Proteção Social Especial Recife, fevereiro/2014 Conteúdo Programático

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE ATENDIMENTO SÓCIOEDUCATIVO DO MUNICÍPIO DE ESPÍRITO SANTO/RN

PLANO MUNICIPAL DE ATENDIMENTO SÓCIOEDUCATIVO DO MUNICÍPIO DE ESPÍRITO SANTO/RN PLANO MUNICIPAL DE ATENDIMENTO SÓCIOEDUCATIVO DO MUNICÍPIO DE ESPÍRITO SANTO/RN ESPÍRITO SANTO/RN, OUTUBRO DE 2014. FRANCISCO ARAÚJO DE SOUZA PREFEITO MUNICIPAL DE ESPÍRITO SANTO/RN ELIZANGELA FREIRE DE

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE ENFRENTAMENTO A VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA A CRIANÇA E O ADOLESCENTE

PLANO MUNICIPAL DE ENFRENTAMENTO A VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA A CRIANÇA E O ADOLESCENTE PLANO MUNICIPAL DE ENFRENTAMENTO A VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA A CRIANÇA E O ADOLESCENTE APRESENTAÇÃO: A violência sexual contra a criança e o adolescente tem sido um problema de difícil enfrentamento por

Leia mais

TEMA AS EQUIPES DE REFERÊNCIAS POR SERVIÇOS DE PROGRAMAS

TEMA AS EQUIPES DE REFERÊNCIAS POR SERVIÇOS DE PROGRAMAS TEMA AS EQUIPES DE REFERÊNCIAS POR SERVIÇOS DE PROGRAMAS Programação Primeiro Dia: I Seção Discutindo Papéis 1-8h30 às 12h30 Abertura e Boas-vindas Dinâmica de Apresentação Acordos de Convivência Trabalho

Leia mais

Articular o Conselho Escolar, os Grêmios Estudantis, os trabalhadores de educação, as Associações de Pais e Mestres e a comunidade em geral.

Articular o Conselho Escolar, os Grêmios Estudantis, os trabalhadores de educação, as Associações de Pais e Mestres e a comunidade em geral. EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Garantir a elaboração e implementação da Política e do Plano Decenal de Direitos Humanos de Criança e Adolescente nos âmbitos federal, estadual,

Leia mais

CHAMADA PÚBLICA SIMPLIFICADA FACULDADE DE PSICOLOGIA/UFAM Nº 03/2013 SELEÇÃO DE PROFISSIONAIS PARA ATUAÇÃO POR CURTO PRAZO

CHAMADA PÚBLICA SIMPLIFICADA FACULDADE DE PSICOLOGIA/UFAM Nº 03/2013 SELEÇÃO DE PROFISSIONAIS PARA ATUAÇÃO POR CURTO PRAZO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS FACULDADE DE PSICOLOGIA Núcleo de Formação Continuada de Conselheiros dos Direitos e Conselheiros Tutelares do Estado do Amazonas Escola de Conselhos do Amazonas CHAMADA

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA FEDERAL DOS DIREITOS DO CIDADÃO 55. Planejamento Estratégico

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA FEDERAL DOS DIREITOS DO CIDADÃO 55. Planejamento Estratégico PROCURADORIA FEDERAL DOS DIREITOS DO CIDADÃO 55 Planejamento Estratégico Criança e Adolescente 2010 PROCURADORIA FEDERAL DOS DIREITOS DO CIDADÃO 56 INTRODUÇÃO Tema: Criança e Adolescente A questão da infância

Leia mais

Expert Consultation on Prevention of and Responses to Violence against Young Children Lima, 27 28 August 2012

Expert Consultation on Prevention of and Responses to Violence against Young Children Lima, 27 28 August 2012 Expert Consultation on Prevention of and Responses to Violence against Young Children Lima, 27 28 August 2012 JANDIRA FEGHALI (Deputada Federal/Brasil) Temas: Trabalhando com autoridades e parlamentares

Leia mais

CARTA DE CONSTITUIÇÃO DE ESTRATÉGIAS EM DEFESA DA PROTEÇÃO INTEGRAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

CARTA DE CONSTITUIÇÃO DE ESTRATÉGIAS EM DEFESA DA PROTEÇÃO INTEGRAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE CARTA DE CONSTITUIÇÃO DE ESTRATÉGIAS EM DEFESA DA PROTEÇÃO INTEGRAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE O CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA, na pessoa de seu Excelentíssimo Senhor Presidente, Ministro

Leia mais

ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2014. Carta Compromisso dos candidatos à Prefeitura Municipal de Americana

ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2014. Carta Compromisso dos candidatos à Prefeitura Municipal de Americana ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2014 Carta Compromisso dos candidatos à Prefeitura Municipal de Americana A CRIANÇA E O ADOLESCENTE NO CENTRO DA GESTÃO MUNICIPAL O Estatuto da Criança e do Adolescente ECA (Lei nº

Leia mais

TERMO DE COMPROMISSO FIRMADO PERANTE O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARÁ PELOS CANDIDATOS A PREFEITOS MUNICIPAIS DE BELÉM, NAS ELEIÇÕES 2012.

TERMO DE COMPROMISSO FIRMADO PERANTE O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARÁ PELOS CANDIDATOS A PREFEITOS MUNICIPAIS DE BELÉM, NAS ELEIÇÕES 2012. TERMO DE COMPROMISSO FIRMADO PERANTE O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARÁ PELOS CANDIDATOS A PREFEITOS MUNICIPAIS DE BELÉM, NAS ELEIÇÕES 2012. O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARÁ, daqui por diante

Leia mais

CADERNO DE QUESTÕES OBJETIVAS

CADERNO DE QUESTÕES OBJETIVAS CADERNO DE QUESTÕES OBJETIVAS 1. Criança e adolescente são definidos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente não mais pela situação em que se encontram, mas por serem titulares de direitos. Este entendimento

Leia mais

Tourisme sexuel impliquant des enfants & grands

Tourisme sexuel impliquant des enfants & grands Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente Conférence Internationale Tourisme sexuel impliquant des enfants & grands

Leia mais

PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA DO SUAS

PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA DO SUAS PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA DO SUAS CRAS Centro de Referência de Assistência Social PÚBLICO-ALVO: A PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA B DO SUAS Famílias, seus membros e indivíduos em situação de vulnerabilidade social

Leia mais

Palestra: Política Nacional de Assistência Social e Sistema Único da Assistência Social SUAS

Palestra: Política Nacional de Assistência Social e Sistema Único da Assistência Social SUAS Palestra: Política Nacional de Assistência Social e Sistema Único da Assistência Social SUAS Professores: Leonardo Martins Prudente e Adailton Amaral Barbosa Leite Brasília, Agosto de 2013 Política Nacional

Leia mais

PREVENÇÃO DE VIOLÊNCIAS E PROMOÇÃO DA CULTURA DE PAZ

PREVENÇÃO DE VIOLÊNCIAS E PROMOÇÃO DA CULTURA DE PAZ MINISTÉRIO DA SAÚDE IMPACTO DA VIOLÊNCIA NA SAÚDE DAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES PREVENÇÃO DE VIOLÊNCIAS E PROMOÇÃO DA CULTURA DE PAZ VOCÊ É A PEÇA PRINCIPAL PARA ENFRENTAR ESTE PROBLEMA Brasília - DF 2008

Leia mais

Sistema Único de Assistência Social. Bases políticas e institucionais para o reordenamento da Assistência Social

Sistema Único de Assistência Social. Bases políticas e institucionais para o reordenamento da Assistência Social Sistema Único de Assistência Social Bases políticas e institucionais para o reordenamento da Assistência Social SUAS SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL O QUE É: O SUAS é uma ferramenta de gestão da Política

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL MUNICÍPIO DE CANOAS SECRETARIA MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL MUNICÍPIO DE CANOAS SECRETARIA MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL EDITAL DE CONVOCAÇÃO Nº 01/2011 - SMDS O Município de Canoas, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, torna público o presente e convida os interessados e as interessadas a apresentar

Leia mais

EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS

EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS Garantir a elaboração e implementação da política e do Plano Decenal

Leia mais

EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES

EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Garantir a elaboração e implementação da Política e do Plano Decenal de Direitos Humanos de Criança e Adolescente nos âmbitos

Leia mais

14UF - Construção, Reforma, Equipagem e Ampliação de Unidades de Atendimento Especializado a Crianças e Adolescentes

14UF - Construção, Reforma, Equipagem e Ampliação de Unidades de Atendimento Especializado a Crianças e Adolescentes Programa 2062 - Promoção dos Direitos de Crianças e Adolescentes Número de Ações 6 Tipo: Projeto 14UF - Construção, Reforma, Equipagem e Ampliação de Unidades de Atendimento Especializado a Crianças e

Leia mais

Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento,

Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Projetos e Capacitação TEMA: CREAS: SERVIÇOS OFERTADOS, INTERSETORIALIDADE,

Leia mais

Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Juruti 2012-2014

Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Juruti 2012-2014 Plano de Ação Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Juruti 2012-2014 APRESENTAÇÃO Nosso O Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente do município de Juruti apresenta, no

Leia mais

PROJETO Construção da sede do Conselho Tutelar de Cachoeira Alta Proponente: Prefeitura Municipal de Cachoeira de Alta Fevereiro 2015

PROJETO Construção da sede do Conselho Tutelar de Cachoeira Alta Proponente: Prefeitura Municipal de Cachoeira de Alta Fevereiro 2015 PROJETO Construção da sede do Conselho Tutelar de Cachoeira Alta Proponente: Prefeitura Municipal de Cachoeira de Alta Fevereiro 2015 Página 1 de 11 SUMÁRIO 1. Resumo do projeto... 3 2. Em que realidade

Leia mais

ANEXO 1 TERMO DE REFERÊNCIA

ANEXO 1 TERMO DE REFERÊNCIA ANEXO 1 TERMO DE REFERÊNCIA PROJETO DE PREVENÇÃO, MINIMIZAÇÃO E AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS DA COPA NA VIDA DAS CRIANÇAS, ADOLESCENTES E PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA EM FORTALEZA. 1. UNIDADE CONVENENTE: SECRETARIA

Leia mais

Câmara Municipal de Volta Redonda RJ PROGRAMA Nº - 132

Câmara Municipal de Volta Redonda RJ PROGRAMA Nº - 132 PROGRAMA Nº - 132 Benefícios Eventuais SUB-FUNÇÃO: 244 ASSISTÊNCIA COMUNITÁRIA Implantar e implementar serviços de Benefícios Eventuais. Operacionalização para concessão dos Benefícios Eventuais - Art.

Leia mais

Como o Brasil enfrenta a exploração sexualcomercial de crianças e adolescentes

Como o Brasil enfrenta a exploração sexualcomercial de crianças e adolescentes Como o Brasil enfrenta a exploração sexualcomercial de crianças e adolescentes 1. Introdução Fenômeno dos mais graves de nosso tempo, a exploração sexual-comercial de crianças e adolescentes não deve ser

Leia mais

Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara de Vereadores e demais Edis.

Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara de Vereadores e demais Edis. MENSAGEM Nº. 02/2013 Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara de Vereadores e demais Edis. Com nossos cordiais cumprimentos encaminhamos a V. Exa. e digníssimos Pares dessa R. Casa Legislativa, o Projeto

Leia mais

Seu imposto pode beneficiar Crianças, Adolescentes e Idosos

Seu imposto pode beneficiar Crianças, Adolescentes e Idosos Seu imposto pode beneficiar Crianças, Adolescentes e Idosos Índice Compromisso com o futuro... 03 Muito a avançar na garantia dos direitos das crianças e adolescentes...05 Como fazer a diferença...07 Mecanismos...

Leia mais

Sistema Único de Assistência Social

Sistema Único de Assistência Social Sistema Único de Assistência Social É a gestão da Assistência social de forma descentralizada e participativa,constituindo-se na regulação e organização em todo o território nacional das ações socioassistenciais.

Leia mais

CARTA ABERTA DE INTENÇÕES DO II ENCONTRO DOS MUNICÍPIOS PARA COORDENAÇÃO DO ATENDIMENTO SOCIOEDUCATIVO AO ADOLESCENTE EM CASA

CARTA ABERTA DE INTENÇÕES DO II ENCONTRO DOS MUNICÍPIOS PARA COORDENAÇÃO DO ATENDIMENTO SOCIOEDUCATIVO AO ADOLESCENTE EM CASA CARTA ABERTA DE INTENÇÕES DO II ENCONTRO DOS MUNICÍPIOS PARA COORDEN DO ATENDIMENTO SOCIOEDUCATIVO AO ADOLESCENTE EM CASA Aos trinta dias do mês de novembro do ano de dois mil e sete, reuniram-se no município

Leia mais

Política Municipal para a População em Situação de Rua em Belo Horizonte

Política Municipal para a População em Situação de Rua em Belo Horizonte Política Municipal para a População em Situação de Rua em Belo Horizonte Elizabeth Leitão Secretária Municipal Adjunta de Assistência Social Prefeitura Municipal de Belo Horizonte Março de 2012 Conceito

Leia mais

PROPOSTAS PARA A REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA

PROPOSTAS PARA A REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA PROPOSTAS PARA A REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA 1. Criar o Fórum Metropolitano de Segurança Pública Reunir periodicamente os prefeitos dos 39 municípios da Região Metropolitana de São Paulo para discutir, propor,

Leia mais

EDUCAÇÃO NÃO FORMAL NA CONCEPÇÃO DE CONSELHEIROS MUNICIPAIS: UM UNIVERSO AINDA DESCONHECIDO

EDUCAÇÃO NÃO FORMAL NA CONCEPÇÃO DE CONSELHEIROS MUNICIPAIS: UM UNIVERSO AINDA DESCONHECIDO EDUCAÇÃO NÃO FORMAL NA CONCEPÇÃO DE CONSELHEIROS MUNICIPAIS: UM UNIVERSO AINDA DESCONHECIDO Resumo SANTA CLARA, Cristiane Aparecida Woytichoski de- UEPG-PR cristianesclara@yahoo.com.br PAULA, Ercília Maria

Leia mais

Histórico Rede Evangélica Nacional de Ação Social (RENAS) agosto de 2010 no Recife Transformando a sociedade a partir da igreja local

Histórico Rede Evangélica Nacional de Ação Social (RENAS) agosto de 2010 no Recife Transformando a sociedade a partir da igreja local Histórico Esta campanha tem sua origem no contexto do V Encontro Nacional da Rede Evangélica Nacional de Ação Social (RENAS) em agosto de 2010 no Recife PE. Nessa ocasião, o enfoque do evento foi: Transformando

Leia mais

CAPÍTULO I DA NATUREZA, FINALIDADE, CONSTITUIÇÃO E COMPOSIÇÃO DO CONSELHO

CAPÍTULO I DA NATUREZA, FINALIDADE, CONSTITUIÇÃO E COMPOSIÇÃO DO CONSELHO LEI Nº 3890 REGULAMENTA A PARTICIPAÇÃO POPULAR NAS AÇÕES SOCIAIS DE PROTEÇÃO, DEFESA E ATENDIMENTO DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE, NOS TERMOS DO INCISO II DO ARTIGO 88 DA LEI FEDERAL Nº 8.069,

Leia mais

TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS MINUTA DE LEI LEI N Dispõe sobre a Política Municipal do Idoso e dá outras providências. A Câmara Municipal de Piraí, aprova e eu sanciono a seguinte Lei, TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º Esta Lei dispõe

Leia mais

RESOLUÇÃO CONJUNTA Nº 1 DE 2010 CMDCA E COMAS SP

RESOLUÇÃO CONJUNTA Nº 1 DE 2010 CMDCA E COMAS SP RESOLUÇÃO CONJUNTA Nº 1 DE 2010 CMDCA E COMAS SP Regulamenta e Normatiza os Programas de Acolhimento Institucional e Familiar no Município de São Paulo visando atingir a adequação destes serviços aos princípios,

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, SUAS e legislações pertinentes. Profa. Ma. Izabel Scheidt Pires

POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, SUAS e legislações pertinentes. Profa. Ma. Izabel Scheidt Pires POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, SUAS e legislações pertinentes Profa. Ma. Izabel Scheidt Pires REFERÊNCIAS LEGAIS CF 88 LOAS PNAS/04 - SUAS LOAS A partir da Constituição Federal de 1988, regulamentada

Leia mais

A Importância de uma boa gestão, funcionamento dos Fundos e Conselhos dos Direitos do Idoso e da Criança e do Adolescente pelo Governo e a Sociedade

A Importância de uma boa gestão, funcionamento dos Fundos e Conselhos dos Direitos do Idoso e da Criança e do Adolescente pelo Governo e a Sociedade A Importância de uma boa gestão, funcionamento dos Fundos e Conselhos dos Direitos do Idoso e da Criança e do Adolescente pelo Governo e a Sociedade Civil Constituição Federal Art. 203 - A assistência

Leia mais

CONCLUSÕES DOS GRUPOS DE TRABALHO DO ENCONTRO NACIONAL SOBRE TRABALHO INFANTIL

CONCLUSÕES DOS GRUPOS DE TRABALHO DO ENCONTRO NACIONAL SOBRE TRABALHO INFANTIL CONCLUSÕES DOS GRUPOS DE TRABALHO DO ENCONTRO NACIONAL SOBRE TRABALHO INFANTIL BRASÍLIA/DF, 22 de agosto de 2012. Grupo de Trabalho sobre Autorizações para o Trabalho Infanto-juvenil: I. Não cabe autorização

Leia mais

Ações de Pactuação do Juventude Viva para a Paraíba

Ações de Pactuação do Juventude Viva para a Paraíba Ações de Pactuação do Juventude Viva para a Paraíba O Plano de Prevenção à Violência contra a Juventude Negra - Juventude Viva é uma iniciativa do Governo Federal e conta com a participação de 11 ministérios.

Leia mais

Política dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes e o Pacto Federativo

Política dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes e o Pacto Federativo Política dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes e o Pacto Federativo Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente - Setembro de 2010- Peculiaridades do Brasil na implementação

Leia mais

Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes

Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes Mostrando que a proteção de nossas crianças e adolescentes também está em fase de crescimento Subsecretaria de Promoção

Leia mais

LEI MUN ICIPAL N 1412/91. Dispõe sobre a Política Municipal dos Direitos da Criança, do Adolescente e do Idoso.

LEI MUN ICIPAL N 1412/91. Dispõe sobre a Política Municipal dos Direitos da Criança, do Adolescente e do Idoso. LEI MUN ICIPAL N 1412/91 Dispõe sobre a Política Municipal dos Direitos da Criança, do Adolescente e do Idoso. NEREU WILHELMS, Prefeito Municipal de Taquara, FAÇO SABER que, em sessão realizada em 04.03.1991,

Leia mais

CONFERÊNCIA LIVRE DO SISTEMA DE JUSTIÇA MPPR/ OAB/ TJ CONFERÊNCIA NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA - CONSEG

CONFERÊNCIA LIVRE DO SISTEMA DE JUSTIÇA MPPR/ OAB/ TJ CONFERÊNCIA NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA - CONSEG CONFERÊNCIA LIVRE DO SISTEMA DE JUSTIÇA MPPR/ OAB/ TJ Princípio A segurança pública deve promover a cidadania e prevenir a criminalidade. Princípio As políticas de segurança pública devem ser transversais.

Leia mais

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR Irma Martins Moroni da Silveira FALAR DA CONTEMPORANEIDADE É REFLETIR SOBRE O TEMPO PRESENTE Falar do hoje da Assistência Social; Como

Leia mais

NOME DO SERVIÇO: SERVIÇO DE CONVIVÊNCIA E FORTALECIMENTO DE VÍNCULOS.

NOME DO SERVIÇO: SERVIÇO DE CONVIVÊNCIA E FORTALECIMENTO DE VÍNCULOS. NOME DO SERVIÇO: SERVIÇO DE CONVIVÊNCIA E FORTALECIMENTO DE VÍNCULOS. DESCRIÇÃO GERAL: Serviço realizado em grupos, organizado a partir de percursos, de modo a garantir aquisições progressivas aos seus

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome PETI. Programa de Erradicação do Trabalho Infantil

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome PETI. Programa de Erradicação do Trabalho Infantil Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome PETI Programa de Erradicação do Trabalho Infantil Brasil livre do trabalho infantil, todos juntos nesse desafio! O Governo Federal e a sociedade brasileira

Leia mais

ENCAMINHAMENTO DOS REDE DE PROTEÇÃO DA IJ

ENCAMINHAMENTO DOS REDE DE PROTEÇÃO DA IJ DIRETRIZES PARA O ENCAMINHAMENTO DOS CASOS DENTRO DA REDE DE PROTEÇÃO DA IJ MOSSORÓ, RN 18 DE SETEMBRO DE 2012 Diretrizes Reunião de caráter técnico, profissional. As críticas, portanto, são para o crescimento.

Leia mais

Lei de Criação do Conselho Tutelar da Criança e do Adolescente. Lei n. 574/00

Lei de Criação do Conselho Tutelar da Criança e do Adolescente. Lei n. 574/00 Lei de Criação do Conselho Tutelar da Criança e do Adolescente Lei n. 574/00 CAPÍTULO II DO CONSELHO TUTELAR DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DAS DISPOSIÇÕES GERAIS ART. 15 Fica criado o Conselho

Leia mais

CONFERÊNCIA ESTADUAL BRASIL CONTRA A VIOLÊNCIA São Luís - 18 a 20 de Agosto de 2008

CONFERÊNCIA ESTADUAL BRASIL CONTRA A VIOLÊNCIA São Luís - 18 a 20 de Agosto de 2008 CONFERÊNCIA ESTADUAL BRASIL CONTRA A VIOLÊNCIA São Luís - 18 a 20 de Agosto de 2008 Relatório do Painel PANORAMA LEGAL 1. A DEFENSORIA PÚBLICA ESTADUAL NA PREVENÇÃO E NO COMBATE À VIOLÊNCIA Carência de

Leia mais

Tabela 1 Total da população 2010 Total de homens Total de mulheres Homens % Mulheres % Distrito Federal 2.562.963 1.225.237 1.337.

Tabela 1 Total da população 2010 Total de homens Total de mulheres Homens % Mulheres % Distrito Federal 2.562.963 1.225.237 1.337. PROGRAMA TÉMATICO: 6229 EMANCIPAÇÃO DAS MULHERES OBJETIVO GERAL: Ampliar o acesso das mulheres aos seus direitos por meio do desenvolvimento de ações multissetoriais que visem contribuir para uma mudança

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO BAIRRO PEDREGAL PROJETO OFICINA ESCOLA

ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO BAIRRO PEDREGAL PROJETO OFICINA ESCOLA Relatório das Ações Desenvolvidas pelo Projeto Oficina Escola 1. Apresentação Companheiros (as) da Associação Tremembé estamos concluindo mais um ano missão e com isso somos convidados (as) a socializar

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº 428/2014

LEI MUNICIPAL Nº 428/2014 LEI MUNICIPAL Nº 428/2014 Altera a Lei Complementar Municipal nº 008/2001 e recria o CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADO- LESCENTE CMDCA e dá outras providências.. O PREFEITO CONSTITUCIONAL

Leia mais

A GESTÃO DO CREAS E AS MUDANÇAS COM A TIPIFICAÇÃO E O PROTOCOLO DE GESTÃO

A GESTÃO DO CREAS E AS MUDANÇAS COM A TIPIFICAÇÃO E O PROTOCOLO DE GESTÃO A GESTÃO DO CREAS E AS MUDANÇAS COM A TIPIFICAÇÃO E O PROTOCOLO DE GESTÃO A Assistência Social como política de proteção social configura uma nova situação para o Brasil: garantir proteção a todos, que

Leia mais

PAIF. Programa de Atenção Integral à Família - PAIF CRAS

PAIF. Programa de Atenção Integral à Família - PAIF CRAS Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social Programa de Atenção Integral à Família - PAIF CRAS PAIF IMPORTANTE INTERRELAÇÃO ENTRE PAIF E CRAS CRAS O

Leia mais

Estado de Mato Grosso Prefeitura Municipal de Itanhangá CNPJ: 07.209.225/0001-00 Gestão 2013/2016

Estado de Mato Grosso Prefeitura Municipal de Itanhangá CNPJ: 07.209.225/0001-00 Gestão 2013/2016 LEI Nº 325/2013 Data: 04 de Novembro de 2013 SÚMULA: Dispõe sobre o Plano Municipal de Políticas Públicas Sobre Drogas, que tem por finalidade fortalecer e estruturar o COMAD como órgão legítimo para coordenar,

Leia mais

Violação dos Direitos da Criança e do Adolescente

Violação dos Direitos da Criança e do Adolescente Vara da Infância e da Juventude do Distrito Federal Violação dos Direitos da Criança e do Adolescente Conceito Onde denunciar Procedimentos Renato Rodovalho Scussel Juiz de Direito Simone Costa Resende

Leia mais

Aprova o Regimento Interno do Centro de Referência de Assistência Social - CRAS. D E C R E T A:

Aprova o Regimento Interno do Centro de Referência de Assistência Social - CRAS. D E C R E T A: DECRETO N 1.289, DE 28 DE AGOSTO DE 2014. Aprova o Regimento Interno do Centro de Referência de Assistência Social - CRAS. O PREFEITO MUNICIPAL DE DOURADOS, Estado de Mato Grosso do Sul, no uso das atribuições

Leia mais

SECRETARIA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL COMISSÃO INTERGESTORES TRIPARTITE RESOLUÇÃO Nº 4, DE 24 DE MAIO DE 2011

SECRETARIA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL COMISSÃO INTERGESTORES TRIPARTITE RESOLUÇÃO Nº 4, DE 24 DE MAIO DE 2011 SECRETARIA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL COMISSÃO INTERGESTORES TRIPARTITE RESOLUÇÃO Nº 4, DE 24 DE MAIO DE 2011 Institui parâmetros nacionais para o registro das informações relativas aos serviços ofertados

Leia mais

CARTA DO COMITÊ BRASILEIRO DE DEFENSORAS/ES DOS DIREITOS HUMANOS À MINISTRA DA SECRETARIA DOS DIREITOS HUMANOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

CARTA DO COMITÊ BRASILEIRO DE DEFENSORAS/ES DOS DIREITOS HUMANOS À MINISTRA DA SECRETARIA DOS DIREITOS HUMANOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CARTA DO COMITÊ BRASILEIRO DE DEFENSORAS/ES DOS DIREITOS HUMANOS À MINISTRA DA SECRETARIA DOS DIREITOS HUMANOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Brasília,12 de Dezembro de 2012. O Comitê Brasileiro de Defensoras/es

Leia mais

A existência de equipes multidisciplinares é um fator importante no trabalho dos defensores?

A existência de equipes multidisciplinares é um fator importante no trabalho dos defensores? Simone Moreira Souza Entrevista concedida para a matéria Diagnóstico aborda atuação da Defensoria Pública em infância e juventude, página 7, Proteção Integral, boletim impresso da ABMP. Entrevista realizada,

Leia mais

PREFEITURA DE MONTES CLAROS SECRETARIA MUNCIPAL DE PLANEJAMENTO E GESTÃO

PREFEITURA DE MONTES CLAROS SECRETARIA MUNCIPAL DE PLANEJAMENTO E GESTÃO 1ª RETIFICAÇÃO DO EDITAL Nº 004/2014 PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO PARA CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA DE PESSOAL PARA ATENDER A RECENSEAMENTO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA E A DIVERSOS OUTROS PROGRAMAS E SERVIÇOS

Leia mais

Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento,

Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Projetos e Capacitação Ministério do Desenvolvimento Social

Leia mais

Avanços e Perspectivas dos Direitos da Criança com Ênfase na Área da Saúde

Avanços e Perspectivas dos Direitos da Criança com Ênfase na Área da Saúde Avanços e Perspectivas dos Direitos da Criança com Ênfase na Área da Saúde Falar dos direitos da criança implica necessariamente um resgate do maior avanço em âmbito jurídico e político-ideológico relacionado

Leia mais

Curso de Capacitação: Processo de escolha unificado dos Conselheiros Tutelares

Curso de Capacitação: Processo de escolha unificado dos Conselheiros Tutelares Curso de Capacitação: Processo de escolha unificado dos Conselheiros Tutelares CAOPIJ CONSEC COEGEMAS - SETAS FEMURN Ministrantes: Dra. Tatiane Dantas (Advogada da FEMURN) e Dra. Isabelita Garcia (Promotora

Leia mais

LEI N.º 7.390, DE 6 DE MAIO DE 2015

LEI N.º 7.390, DE 6 DE MAIO DE 2015 LEI N.º 7.390, DE 6 DE MAIO DE 2015 Institui o Sistema Municipal de Assistência Social do Município de Santo Antônio da Patrulha e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL de Santo Antônio da Patrulha,

Leia mais

Como proceder à notificação e para onde encaminhá-la?

Como proceder à notificação e para onde encaminhá-la? Se a família não quiser ou não puder assumir a notificação, o educador deverá informar a família que, por força da lei, terá que notificar o fato aos órgãos competentes. Como proceder à notificação e para

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA SBE Nº. 001

INSTRUÇÃO NORMATIVA SBE Nº. 001 INSTRUÇÃO NORMATIVA SBE Nº. 001 UCCI - Unidade Central de Controle Interno SBE Sistema de Bem-Estar Social Versão: 1.0 Aprovada em: 30/12/2011 Unidade Responsável: Secretaria Municipal de Ação Social I

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 Institui o Programa Mais Educação, que visa fomentar a educação integral de crianças, adolescentes e jovens, por meio do apoio a atividades

Leia mais

DELIBERAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA N 01/2014

DELIBERAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA N 01/2014 CONSELHO ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE MINAS GERAIS DELIBERAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA N 01/2014 A Diretoria Executiva do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente

Leia mais

Breve Cronologia das Ações

Breve Cronologia das Ações A ECPAT nasce como campanha de mobilização contra o turismo sexual nos países asiáticos e, a partir de 1995, torna-se referência mundial no combate à exploração sexual comercial, à pornografia e ao tráfico

Leia mais

ATRIBUIÇÕES DO CONSELHO TUTELAR (ARTIGOS. 95 E 136 DO ECA) Ouvir queixas e reclamações sobre situações de crianças (pessoa até doze anos

ATRIBUIÇÕES DO CONSELHO TUTELAR (ARTIGOS. 95 E 136 DO ECA) Ouvir queixas e reclamações sobre situações de crianças (pessoa até doze anos ATRIBUIÇÕES DO CONSELHO TUTELAR (ARTIGOS. 95 E 136 DO ECA) 1ª Atribuição: Atender crianças e adolescentes... Ouvir queixas e reclamações sobre situações de crianças (pessoa até doze anos incompletos) e

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DAS CONFERÊNCIAS MUNICIPAIS, DISTRITAL E ESTADUAIS DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE GUIA NÚMERO 1

ORIENTAÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DAS CONFERÊNCIAS MUNICIPAIS, DISTRITAL E ESTADUAIS DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE GUIA NÚMERO 1 ORIENTAÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DAS CONFERÊNCIAS MUNICIPAIS, DISTRITAL E ESTADUAIS DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE GUIA NÚMERO 1 SUMÁRIO Apresentação 03 Tema 06 Objetivos 06 Cronograma de realização

Leia mais