Palavras-chave: Políticas Públicas. Idosos. Qualidade de vida.

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1 Estudo diagnóstico da rede assistencial para a pessoa idosa da cidade de São Paulo. Adriano Oliveira Universidade de Mogi das Cruzes UMC Joyce Jacunas Faculdade Paulista de Serviço Social - FAPSS Objetivo: Analisar a adequação do planejamento da cidade de São Paulo para o serviço socioassistencial voltado para a pessoa idosa com a realidade de crescimento da faixa etária para o município. Método: A pesquisa seguirá um método documental, tendo como base para a coleta de dados o Documento elaborado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social SMADS, denominado de PLAS (Plano de Assistência Social) 2015 a Será realizada uma análise comparativa entre o PLAS e números oficiais tendo como fonte principal o IBGE. O procedimento adotado será a analise comparativa obtida com entre o PLAS e a projeção de crescimento da população idosa realizada por diversos órgãos de pesquisa. Resultados: Os resultados demonstram que há distorções entre o proposto pelo PLAS e a média de projeção esperado por órgãos de pesquisa para o mesmo período. O resultados ainda demonstram que a atual rede socioassistencial da cidade é insuficiente para a realidade apresentada. Conclusões: É possível concluir que, a cidade de São Paulo, tendo em vista o crescimento na população idosa a nível mundial e de forma particular a do município, não se prepara de forma adequada a atender a demanda de idosos da cidade para o ano de 2017, já que o planejamento de oferta de vagas é consideravelmente menor ao do crescimento da população. Conclui-se que, atualmente, os serviços são insuficientes, bem como as vagas disponível para atendimento, sendo que a projeção para o ano de 2017 demonstram que tais números tendem torna-se ainda mais discrepantes. RESUMO: O presente artigo busca realizar uma analise quantitativa da atual rede de atendimento socioassistencial da cidade de São Paulo voltado para a pessoa idosa. Busca-se analisar a demanda de atendimento atual e averiguar o planejamento de crescimento de vagas através do PLAS Plano de Assistência Social para o triênio para os anos de 2015 até Conclui-se que o número de vagas que a cidade de São Paulo almeja aumentar para o setor entre os anos mencionados é insuficiente se comparado a projeção de crescimento da população idosa para a cidade. Se faz necessário políticas públicas socioassistenciais que aumentem consideravelmente o numero de oferta dessa forma de serviço para o idoso na cidade, acompanhando de forma planejada as projeções de crescimento populacional daa faixa etária. Palavras-chave: Políticas Públicas. Idosos. Qualidade de vida.

2 I. INTRODUÇÃO Este artigo do Estatuto do Idoso corrobora com a idéia central deste trabalho, o envelhecimento é ainda mais que uma conquista histórica e social, é um direito. Sua proteção é dever de todas as esferas públicas. Em seguida vem a responsabilização das famílias, sociedade e comunidade, mas para que estes tenham possibilidades de precaver o envelhecimento, é preciso o suporte de Políticas Públicas e Sociais efetivas com excelência. O interesse pelo tema Políticas Sociais para a pessoa idosa surge a partir da atual realidade de serviços ofertados para esta população através da Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social SMADS do município de São Paulo. Parte deste modo, de uma analise compreensiva das políticas públicas adotadas para a pessoa idosa por parte desta Secretaria, tendo em vista o aumento desta faixa etária para as próximas décadas. É certo que o número de idoso tem crescido a passos largos. Estudos do IBGE apontam que no final do século XX foram estimados 590 milhões de idosos, e projetado para 2025 um bilhão e duzentos mil, atingindo dois bilhões em 2050 em todo o mundo. Será a primeira vez na história da humanidade em que o número de pessoas idosas supera o número de crianças de zero a quatorze anos de idade. Esse fenômeno já aconteceu em alguns países desenvolvidos, como o Japão, Alemanha e Espanha. Este crescimento também se verifica no Brasil. Em 1950 o número de idosos brasileiros era de dois milhões, ultrapassando os seis milhões em 1975, e em 2002 se aproximando dos quinze milhões. Dentro dessa faixa etária cresceu consideravelmente, de acordo com Camarano (2002), a população mais idosa, também denominada de 4º idade, ou seja, idosos com 80 anos ou mais, atingindo quase 2 milhões em 2002 e tendo a predominância de mulheres entre os mais idosos, o que feminiza o processo de envelhecer. Estima-se que a população idosa brasileira chegará aos 32 milhões em É valido recordar que, de acordo com Veras (2003), no inicio do século XX o brasileiro vivia em média 33 anos. Segundo estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tem 20,6 milhões de idosos. Número que representa 10,8% da população total. A expectativa é que, em 2060, o país tenha 58,4 milhões de pessoas idosas (26,7% do total). O que explica esse aumento não é só a melhoria da qualidade de vida, que ampliou a expectativa de vida dos brasileiros, que pulará de 75 anos em 2013 para 81 anos em com as mulheres vivendo, em média, 84,4 anos, e os homens 78,03 anos -, mas também a queda na taxa de fecundidade dos últimos 50 anos, que passou de 6,2 filhos nos anos 1960 para 1,77 (estimativa) em Para Minayo, deve-se a diversos fatores tais mudanças demográficas: O controle de muitas doenças infecto-contagiosas e potencialmente fatais, sobretudo a partir da descoberta dos antibióticos, dos imunobiológicos e das políticas de vacinação em massa; diminuição das taxas de fecundidade; queda da mortalidade infantil, graças à ampliação de redes de abastecimento de água e esgoto e da cobertura da atenção básica à saúde; acelerada urbanização e mudanças nos processos produtivos, de organização do trabalho e da vida (Minayo, 2000). Diante de tais fatos, o crescimento da população idosa e mais idosa, precisa ser pensado como uma nova etapa a ser vivida, e não como o fim da vida, pois a velhice tem sido pensada e reproduzida pelo senso comum como um processo

3 degenerativo, de modo que nessa faixa etária deixasse de existir condições de tomar decisões sobre sua própria vida. Toda esta mudança no quadro populacional e na expectativa de vida dos cidadãos tem levantado grandes desafios as Políticas Públicas e Sociais. A temática idoso começou a ser tratado há pouco tempo, somente através da Lei Orgânica de Assistência Social LOAS (Lei nº8. 742/93), foi assegurado à regulamentação de direitos à pessoa idosa na Constituição Federal de 1988: É obrigação da família, da comunidade, da sociedade e do poder público assegurar ao idoso, com absoluta prioridade, a efetivação do direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, ao esporte, ao lazer, ao trabalho, à cidadania, à liberdade, à dignidade, ao respeito e à convivência familiar e comunitária. Foi apenas em outubro de 2003 que foi garantido o Estatuto do Idoso, que define os direitos, estabelece mecanismo de proteção, assegura seu cumprimento e penaliza o não cumprimento. É realidade brasileira que os idosos da atualidade vivenciam profundas situações de vulnerabilidade social e negligência dos serviços públicos. Os idosos em sua grande maioria tiveram pouco acesso à educação formal, iniciaram o trabalho informal ainda crianças e adolescentes, e hoje, aos idosos aposentados por tempo de contribuição, serviço ou idade, não é garantido o suprimento de suas necessidades com dignidade, pois como aponta Goldman (2010), 70% dos aposentados e pensionistas da Previdência Social recebem um salário mínimo por mês. Estudos de Sposati (2000) demonstram a insuficiência do salário mínimo brasileiro que apenas contempla uma cesta básica, reduzindo as necessidades humanas à alimentação. Conforme Borges (2002), o Estado brasileiro não garante o acesso de uma população amplamente desprivilegiada, a exemplo da maioria dos idosos, aos serviços públicos que poderiam dignificar o seu cotidiano e garantir um envelhecimento com qualidade de vida. Diante da conclusão de inúmeros estudos que indicam o envelhecimento da população mundial e de diversas projeções que demonstram este crescimento ainda maior nos próximos anos, busca-se através deste artigo averiguar o quanto a Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social SMADS, do município mais rico do país, está se preparando diante dessa tendência global. De forma especifica, objetiva-se averiguar um panorama da rede assistencial da cidade, buscando compreender sua preparação para o envelhecimento da população do município. Os idosos na cidade de São Paulo. De acordo com dados da SMADS, no município de São Paulo há cerca de 1.338,138 idosos, desses, estão entre 60 a 64 anos, possuem entre 65 a 69 anos e estão com 70 anos ou mais. Deste total, são atendidos pela Secretaria em serviços destinados unicamente a pessoa idosa, o que representa 1,04% da população de idosos do município. Existe na cidade de São Paulo basicamente duas formas de atendimento oferecido ao idoso: uma norteada pela atenção básica em que a ênfase é dada na prevenção e fortalecimento de vínculos e outra que se caracteriza pela Alta Complexidade, onde o objetivo é a remedição. Como em qualquer outra área, na prevenção os custos são consideravelmente menores que a remedição. Dentro dessas duas formas, encontra-se 6 modalidades distintas de atendimento ao Idoso, que são descritas a seguir:

4 Tabela 1: Tipo de Serviço Serviço de Alimentação Domiciliar para a Pessoas Idosa NCI Núcleo de Convivência do Idoso Centro de Referência do Idoso CRECI tde 7 Q T ipificação agas 1 B ásica 80 9 ásica 1 B ásica B * V Objetivo Visitas domiciliares com a entrega de refeições prontas e aquecidas para idosos em situação de risco pessoal e social. Fortalecer vínculos e oferecer proteção social básica. Proteção e defesa de direitos da pessoa idosa. Oferece atendimento de modo individual e coletivo e estimula a participação social. É espaço difusor de conhecimento e intercâmbio de experiências inovadoras, objetivando fortalecer as políticas públicas. Centro de acolhida para idosos ILPI Instituto de Longa Permanência do Idoso 6 A lta complexid ade 9 A lta complexid ade espaços de atendimento integral a idosos independentes que oferecem abrigamento provisório, garantindo acolhimento digno e resgate da cidadania. Instituições de Longa Permanência (ILPIs) para Idosos dependentes. *Apontamentos de dados da Secretaria de Assistência Social indicam uma capacidade de mil atendimento por mês, enquanto todos os outros serviços os dados estão por capacidade de vagas. Dessa forma, para fins deste artigo, fiz um calculo a partir da quantidade de atendimento médio diário. Tendo como base tais cálculos, nota-se que a quantidade de vagas destinadas a idosos em São Paulo em todas as modalidades de atendimento estão distribuídas entre, na atenção básica e na de alta complexidade. Sobre a Tabela 1, é possível destacar a centralização territorial de algumas iniciativas. O CRECI, possui apenas um núcleo que está localizado na região central da cidade, assim como o Serviço de alimentação domiciliar a pessoa idosa. Desta forma, dos 5 serviços que são destinados exclusivamente aos idosos, 2 estão localizados na região da cidade. Junto ao CRECI, o NCI forma o outro serviço destino ao idoso e pertencente a atenção básica, e são no total 97 em toda a cidade. No que diz respeito ao atendimento de Alta Complexidade, temos a ILPIs, que são no total 9 e os Centros de Acolhida Especial para a pessoa idosa, que são 06 em toda a cidade. O diferencial entre os dois é que, na ILPI o atendimento é permanente e principalmente focado a idosos com dependência, ou seja, que possuem algum tipo de comprometimento e que necessite de cuidados ininterruptos, enquanto

5 que no Centro de Acolhida a ênfase é dada a idosos não dependentes, que podem se locomover e que conseguem executar algumas rotinas em seu dia-a-dia. II RESULTADOS A preparação da cidade para o atendimento ao idoso no campo da assistência social. No PLAS, Plano de Municipal de Assistência Social que compreende os anos de 2014 a 2017, a Secretaria optou por seguir o seguinte planejamento para ampliação do atendimento para o idoso: CI 5 Tabela 2: N LPI 1 I C SERV C C RECI IÇO ENTRO ENTRO ALIMENTAÇÃO ACOLHIDA DIA ESPECIAL PARA IDOSOS Percebe-se neste gráfico que ao menos 3 serviços voltados para o idoso não serão ampliados. CRECI, SERVIÇO ALIMENTAÇÃO PARA A PESSOA IDOSA e CENTRO DE ACOLHIDA ESPECIAL PARA IDOSOS. Os 3 serviços estão localizados na região central da cidade. Esta planejada a implantação de 15 novos NCIs na cidade de São Paulo, contudo não está especificado a quantidade de vagas que cada equipamento ira gerar. Levando em consideração que a média de atendimento por NCI é de 131,35 pessoas por núcleo, podemos concluir que serão gerados em media vagas a mais entre os anos de 2014 a Nessa projeção, a cidade passara a ter 111 NCIs, que atenderão ao total idosos. Destes, 5 irão para a região Leste, 4 para a Zona Norte, 3 para a zona Sul e 2 para a Oeste. Não esta programado NCI para a região central. Tabela 3: L CENTRA LESTE 6 NORTE 4 SUL 3 OESTE 2 TOTAL 15 0 distribuídas: Quanto as ILPS, serão instaladas 7 na cidade de São Paulo e estão assim Tabela 4: AL CENTR 0

6 LESTE 4 NORTE 0 SUL 3 OESTE 0 TOTAL 7 Nota-se que também no que diz respeito as ILPIs, há uma tendência de cobertura deste equipamento nas regiões Leste e Sul, que são as mais populosas. É também a modalidade de atendimento que terá o maior crescimento dos que estão disponíveis para idosos, saindo das atuais 9 para o numero de 16 até 2017, caso a programação seja mantida. A previsão é aumentar o atendimento dos atuais 360 para 640 por mês nos próximos 3 anos. Dos equipamentos voltados para idosos na cidade de São Paulo, percebese que está sendo implementado um serviço novo, denominado de Centro Dia. Nele, o idoso que possui algum tipo de comprometimento, comparece a unidade e permanece nela o dia todo, retornando a sua casa ao fim do dia. A grosso modo, este Centro Dia vem sendo chamado popularmente de Creche para Idosos e funcionara em estreita parceria com a Secretaria de Saúde. Estarão distribuídos na cidade da seguinte forma: Tabela 5: CENTRAL 0 LESTE 6 NORTE 1 SUL 6 OESTE 2 TOTAL 15 Percebe-se ainda na criação do Centro Dia a tendência já detectada na ampliação, ou seja, levar tais serviços em sua maioria as regiões Leste e Sul, sendo que também não há previsão de sua implementação na região central da cidade. A meta é implantar 15 Centros como este até o fim de Trata-se de um serviço que foi divulgado através da resolução do COMAS-SP n 836 de 29 de Julho de 2014 e está classificado como proteção social especial de media complexidade. Locais exatos de instalação e características de atendimento ainda serão definidas, já sua capacidade depende muito da estrutura e tamanho do prédio que será locado para a realização do serviço, mas a expectativa é de que tais Centros atendam em média 30 idoso por dia cada, o que resultaria em 450 vagas de atendimento nos 15 que serão implantados na cidade. Por fim, é possível através do quadro abaixo perceber as características de evolução de cada modalidade de atendimento nos últimos anos: Tabela: 6 Tabela: 7

7 Percebe-se que no ano de 2009, houve um considerável crescimento na atenção básica oferecida aos idosos para o ano de 2010, numero que se estabilizou até Entretanto, houve no período analisado um acréscimo de 74,23% nos equipamentos disponíveis. Já na alta complexidade, os serviços dobram de 2009 a 2013, chegando a um crescimento de 50% dos serviços oferecidos. Temos deste modo a seguinte tabela de crescimento referente ao ano de 2014 e tendo como base o planejado pela SMADS até 2017: Tabela 8: Tabela 9: Tabela 10:

8 A Secretaria objetiva aumentar nos próximos 3 anos, 13,16% o numero de equipamento voltado para a atenção básica aos idosos, em 100% os equipamentos de media complexidade e em 50% os de alta complexidade. Se usarmos como base o ano de 2010 para a atenção básica, percebe-se que ela não cresceu no ultimo triênio, enquanto a alta complexidade manteve media de aumento anual. O diferencial para o planejamento dos próximos 3 anos, esta no serviço denominado Centro Dia, os demais dados seguem de certa forma uma tímida tendência de crescimento desde o ano de Contudo, dados de projeção da Fundação SEADE para a cidade de SP, projetam para 2017 a seguinte quantidade de idoso: Tabela 11: São Paulo Faixa Etária Quinquenal mem Ho her Mul Total 60 a 64 anos a 69 anos a 74 anos anos e mais Total da Seleção Total Geral da População Fonte: SEADE - Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados Seguindo essa projeção de crescimento, saltaríamos dos atuais para , ou seja, trata-se de ter na cidade um numero de idosos a mais, enquanto a projeção de vagas disponíveis total está estimada em uma média de

9 vagas disponíveis. Destas, estarão na Assistência Básica, 450 na de Média Complexidade e na de Alta Complexidade. Entretanto, enquanto o numero de idosos crescerá em 20,14% na cidade até 2017, as vagas disponíveis na assistência social para idosos no mesmo período crescerá em media 16,48%. Em resumo, a SMADS esta se preparando para atender até 2017 em média 0,99% da população idosa prevista para a cidade. Deste modo, as vagas que são insuficientes hoje para o atendimento total desta população, se tornarão ainda mais ao fim de 2017, caso a SMADS não amplie sua projeção de atendimento para os próximos anos. III CONCLUSÃO De acordo com Born (2002) o Brasil não está preparado para os problemas decorrentes do envelhecimento. Ele, ainda demonstra a precariedade da rede de assistência social. Ferreira (2006) conclui que os muitos idosos brasileiros encontram-se marginalizados por orgãos públicos e assistenciais despreparados para atender ás necessidades especiais desse segmento. Este artigo evidencia a conclusão obtida por tais autores. Percebe-se que o numero de idosos existentes na cidade é alto, em contrapartida, o numero de vagas disponível no serviço social para aqueles que necessitam é extremamente baixo. Não há uma estimativa clara sobre quantos idosos estejam precisando de assistência social na cidade, tal parâmetro se torna de formulação necessária e com urgência para a eficácia da ampliação dos serviços destinado a população de idosos e que se baseiem na demanda verificada. Torna-se deste modo fundamental um instrumental que seja capaz de detectar a quantidade de idosos não atendidos pelos serviços sociais da cidade, já que o numero total não corresponde ao numero real dos que precisam de um respaldo da rede sócio- assistencial do município. Contudo, ter atualmente 1,04% de vagas frente ao numero total de idosos e projetar 1,15% até o fim de 2017, se comparado ao numero total de pessoas nessa faixa etária parece deixar claro a insuficiência da atual ampliação dos serviços. É possível concluir que, a cidade de São Paulo, tendo em vista o crescimento na população idosa a nível mundial e de forma particular a do município, não se prepara de forma adequada a atender a demanda de idosos da cidade para o ano de 2017, já que o planejamento de oferta de vagas é consideravelmente menor ao do crescimento da população. Conclui-se que, atualmente, os serviços são insuficientes, bem como as vagas disponível para atendimento, sendo que a projeção para o ano de 2017 demonstram que tais números tendem aumentar. Percebe-se que, sem dúvida há um avanço no que diz respeito ao inicio da descentralização dos serviços sócio-assistenciais do município que durante longos anos ficaram alojados na região central da cidade. O problema escolhido para o desenvolvimento deste tema se revela importante para a compreensão das alterações demográficas de um país e de uma cidade que envelhece e que requer maiores investimentos em Políticas Públicas e Sociais. Aqui, especificamente na rede de assistência social da cidade de São Paulo, como ficou claro através dos dados expostos. Novos trabalhos que visem o calculo de investimento necessário, o numero real de idosos que estão sem assistência e atém mesmo que demonstrem como está a qualidade dos serviços já oferecidos se tornam imprescindíveis.

10 IV - REFERÊNCIAS BORGES, C.M.M. Gestão participativa em organizações de idosos: instrumento para a promoção da cidadania. In: FREITAS, E. V. de. et al. Tratado de geriatria e gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara, Cap.124, p BORN, T; BOECHAT, N. S. A qualidade dos cuidados ao idoso institucionalizado. In: FREITAS, E. V; PY, L.; CANÇADO, F. A. X.; DOLL, J.; GORZONI, M. L. Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p CAMARANO, A. A. Envelhecimento da população brasileira: uma contribuição demográfica. In: FREITAS, E. V. de et al. Tratado de geriatria e gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara, Cap.6, p CARVALHO, Maria do Carmo Brant et al. Programas e serviços de proteção e inclusão social dos idosos. São Paulo: IEE/PUC-SP; Brasília: Secretaria de Assistência Social/MPAS, CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL. Brasília: Senado Federal, ESTATUTO DO IDOSO. Lei Federal nº , de 01 de outubro de FERREIRA, J. V. C (2006). Os muitos idosos no Municipio de São Paulo. Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública. GOLDMAN, S.N. As dimensões sociopolíticas do envelhecimento. In: PY, L. et al. Tempo de envelhecer: percursos e dimensões psicossociais. Rio de Janeiro: Nau Editora, Cap.3, p IBGE INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. São Paulo, LEI ORGÂNICA DA ASSISTÊNCIA SOCIAL (LOAS). Lei nº 8742, de 7 de dezembro de LOUVISON, Marília Cristina Prado, Lebrão, Maria Lúcia, Duarte, Yeda Aparecida Oliveira, Santos, Jair Lício Ferreira, Malik, Ana Maria, & Almeida, Eurivaldo Sampaio de. (2008). Desigualdades no uso e acesso aos serviços de saúde entre idosos do município de São Paulo. Revista de Saúde Pública, 42(4), MINAYO, M.C. de S. A vida e a saúde do idoso na sociedade global e pósindustrial Arquivo de geriatria e gerontologia, v.4, n.2, p , MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME. Desenvolvimento social: guia de políticas e programas (s/d).

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