Copa do Mundo. Qual o legado que o evento deixará para a área médica do DF? IX Congresso Médico de Brasília. Arraiá da AMBr

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1 issn Ano XIV Nº 155 maio/junho de 2014 Publicação bimestral da Associação Médica de Brasília AMBr Copa do Mundo Qual o legado que o evento deixará para a área médica do DF? IX Congresso Médico de Brasília Inscrições para submissão de trabalhos científicos já estão abertas Arraiá da AMBr A consagrada festa junina da AMBr será dia 7 de junho com o tema Mais Forró

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3 issn Ano XIV Nº 155 maio/junho de 2014 Publicação bimestral da Associação Médica de Brasília AMBr Editorial Caros leitores, Copa do Mundo Qual o legado que o evento deixará para a área médica do DF? IX Congresso Médico de Brasília Inscrições para submissão de trabalhos científicos já estão abertas Arraiá da AMBr A consagrada festa junina da AMBr será dia 7 de junho com o tema Mais Forró Tempos de alegria, descontração e emoção. Junho tem Copa do Mundo, mas também tem o Mais Forró, o tradicional Arraiá da AMBr, reserve em sua agenda a noite do dia 7 e venha participar da tradicional festa junina dos médicos. Sobre o evento esportivo da Copa, a revista Médico em Dia quis saber: para além do futebol e da torcida pelo Exa, o grande evento deixará algum legado para a área de saúde do DF? Confira o que apuramos na reportagem especial de capa. Na editoria Destinos você poderá conhecer opções de turismo cultural na área médica em algumas cidades-sede da Copa. Falando de saúde no Distrito Federal, veja o que diz o secretário de saúde, Elias Fernando Miziara sobre os feitos e as perspectivas do setor até o final do governo Agnelo Queiroz. A Médico em Dia conta também a história do Dr. Antonio Marcio, respeitado pediatra e mestre que escolheu Brasília como sua casa e, aos 86 anos, continua atendendo e inspirando, firme e forte em seu consultório. Na área acadêmica, submeta seu trabalho e garanta sua participação no IX Congresso Médico de Brasília, que acontecerá no período de 20 a 23 de agosto. Para os que buscam a educação continuada, que tal uma imersão em Qualidade na Assistência em Saúde ao Idoso e a Mulher? Conheça a oportunidade de mestrado profissional oferecida pela Fepecs na editoria Jovem Médico. Não deixe também de ler o excelente artigo do Dr. Casulari sobre os conflitos de interesses entre médicos e a indústria médica. Na mesma linha crítica, a Palavra do Presidente levanta a questão da expropriação da saúde pelo tecnicismo da empresa médica. É para ler e refletir. Navegue pela revista e encontre cultura, especialidade médica, notícias, serviços, agenda, gestão e muito mais. Conhecimento e distração na medida certa para nossos leitores. Paulo Feitosa, Diretor de Comunicação da AMBr 3

4 Diretoria Executiva Dr. Luciano Gonçalves de Souza Carvalho Presidente Dr. Evaldo Trajano Filho Vice-Presidente Dr. Jorge Gomes de Araujo Diretor Administrativo Dr. Carlos Jose Sabino Costa Diretor Econômico-Financeiro Dr. Paulo Henrique Ramos Feitosa Diretor de Comunicação e Divulgação Dr. Elias Couto e Almeida Filho Diretor de Planejamento Dr. Luiz Augusto Casulari Roxo da Motta Diretor de Editoração Científica Dra. Ana Patrícia de Paula Diretora Científica e de Ensino Médico Continuado Dr. Fernando Fernandes Correia Diretor Social e de Atividades Culturais Dra. Olimpia Alves Teixeira Lima Diretora de Relações com a Comunidade Conselho Fiscal Titular Dr. Márcio de Castro Morem Dra. Alba Mirindiba Bonfim Palmeira Dr. Ognev Meireles Cosac Suplente Dra. Elza Dias Tosta da Silva Dr. Alexandre Barbosa Sotero Caio Dr. Bolivar Leite Coutinho Bento Viana Delegados efetivos Dra. Edna Marcia Xavier Dr. Alexandre Morales Castillo Olmedo Dr. Jose Nava Rodrigues Neto Dr. Carlos Alberto de Santa Ritta Filho Dr. Eudes Fernandes de Andrade Dr. Sergio Tamura Dr. Aloísio Nalon Queiroz suplentes Dr. Adalberto Amorim de M. Junior Dr. Antonio Geraldo da Silva Dr. Bruno Vilalva Mestrinho Dr. Baelon Pereira Alves Dr. Roberto Cavalcanti Gomes de Barros Dr. Roberto Nicolau Cavalcanti de Souza Dr. Alcides de Oliveira Dourado Filho Conselho Editorial Dr. Luciano Gonçalves de Souza Carvalho Dr. Evaldo Trajano Filho Dr. Paulo Henrique Ramos Feitosa Dr. Luiz Augusto Casulari Roxo da Motta Diretor responsável Paulo Henrique R. Feitosa Editora-chefe Cristiane Rodrigues Kozovits jornalista responsável Natalia Rabelo (9284- DF) Revisão Cristiane Rodrigues Kozovits fotógrafo colaborador André Zimmerer ESTAGIÁRIA Beatriz Arcoverde Editoração Grifo Design Comercialização (61) (61) Impressão Ideal Gráfica e Editora Tiragem exemplares Médico em Dia é uma publicação da Associação Médica de Brasília AMBr SCES Trecho 3 Conj. 6 (61) Wikipedia Depositphotos Depositphotos Renato Araújo Bento Viana redação Revista cultural de distribuição gratuita. Os artigos assinados são de inteira responsabilidade de seus autores.

5 Sumário 12 Tribuna Atual Secretário de Saúde, Elias Fernando Miziara, diz o que está sendo feito pela saúde e quais são as perspectivas para o setor até o fim do governo. 14 Especialidade Médica Presidente da Sociedade de Oftalmologia ressalta a importância de consultas periódicas e alerta para os perigos de consultas com profissionais não especializados. 38 IX Congresso Médico de Brasília De 20 a 23 de agosto a Associação Médica de Brasília (AMBr) promove o IX Congresso Médico de Brasília. Com o tema Estado da Arte em Medicina, o evento vem com a proposta de promover debates sobre inovações em medicina e os últimos acontecimentos na área. 42 Destinos Veja dicas e curiosidades do universo médico nas principais cidades-sede da Copa do Mundo de Capa A revista Médico em Dia quis saber qual o legado que a copa deixará para a área de saúde em benefício da população do DF após a realização. Radar 16 Medicina & Arte 22 Vitrine 26 Histórias da Música Popular 30 Perfil 40

6 Luciano Carvalho Presidente da AMBr Palavra do Presidente A expropriação da saúde pelo tecnicismo da empresa médica 6 Sérgio Amaral A polêmica obra dos anos 70 de Ivan Illich 1 nunca foi tão atual. A hipertrofia da medicina tornou-se uma realidade incontestável, com o progressivo grau de dependência das pessoas por cuidados médicos. As instituições contemporâneas do mercado da medicina se apropriaram dos conceitos de saúde, institucionalizando a medicalização por faixa etária ou por fases do desenvolvimento humano. Assim, o indivíduo desenvolveu o paradigma de que é natural as pessoas necessitarem de cuidados médicos simplesmente porque são recém-nascidas, crianças, adolescentes, adultas ou velhas. O que Ilich chamou de etiquetagem iatrogênica traduz-se na dominação perigosa do pensamento social e na exacerbação da medicalização da vida. A saúde realmente deixou de ser uma propriedade natural de cada pessoa para tornar-se uma obsessão, um sonho outorgado à cadeia da saúde. Até mesmo os que não estão doentes são levados a uma conduta preventiva, recheada de exames, procedimentos terapêuticos, diagnósticos e tratamentos que possam garantir uma saúde futura, o prolongamento da vida e da vitalidade. A medicina mercantilizada tornou-se um mercado extremamente lucrativo pela profusão de medicamentos, exames, tecnologias e terapêuticas e a proliferação dos planos de saúde. O novo paradigma provocou, deste modo, a expropriação da saúde pelo tecnicismo médico, resultado da forma mais subjetiva de Iatrogênese, a chamada por Illich de Iatrogênese Estrutural. Esclareço que o conceito de Iatrogenia, neste contexto, se estende para além das fronteiras do consultório ou da atuação do profissional médico, abrangendo toda a cadeia da saúde. Este novo paradigma, forjado no processo dinâmico e agressivo do capitalismo, transforma as experiências naturais da vida de cada indivíduo, como a dor, as doenças e a morte, em obstáculos à felicidade e ao bem-estar, levando cada um a consumir cada vez mais os produtos e serviços da empresa médica, escravos da falsa ideia de que estar bem significa eliminar a dor, corrigir todas as anomalias, curar doenças e vencer a morte. O sofrimento é a moeda do capitalismo selvagem no mercado de saúde. Quanto mais dependência maior o lucro. Paradoxalmente, o aumento progressivo dessa dependência está causando a falência administrativo-burocrática do sistema de saúde e das instituições que se alimentam dela. As necessidades criadas no plano mental da sociedade geram cada vez mais demanda por remédios, tratamentos, cirurgias e terapêuticas que, no plano da saúde pública, inviabilizam a manutenção do sistema e penalizam os médicos. O assunto é complexo e merece ser aprofundado, mas este paradoxo precisa ser enfrentado pela categoria médica que, dentro da cadeia, sofre gravemente os reflexos da expropriação da saúde pelo tecnicismo da medicina. Seja pela necessidade de investir cada vez mais em tecnologias caras; seja pela judicialização crescente da área de saúde, que leva os profissionais à prática da medicina defensiva; ou ainda pela perda da guarda do receituário médico, abrindo espaço para que outras áreas possam receitar remédios e solicitar exames, ampliando, assim, ainda mais, os lucros das empresas de insumos e equipamentos médicos, das indústrias farmacêuticas e das instituições hospitalares privadas, dentre outras consequências. Fazendo uma analogia com o advento da Copa do Mundo que se aproxima, no futebol, infelizmente, o cenário não é diferente: os interesses mercantis e os jogos de poder estão se sobrepondo à arte, ao lúdico, à técnica, para frustração da nação mais apaixonada por futebol do mundo. 1 A expropriação da saúde: nêmesis da medicina. 3. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1975.

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8 ARTIGO Dr. Luiz Augusto Casulari Sérgio Amaral Depositphotos Dr. Luiz Augusto Casulari Formou-se em medicina em 1974 na Faculdade de Medicina de Juiz de Fora, Minas Gerais. Fez residência em Clínica Médica no Hospital de Base do Distrito Federal, especialização na Scuola di Specializazzione in Endocrinologia Sperimentale em Milão, Itália. É diretor de Editoração Científica da AMBr. Conflito de interesses entre médicos e a indústria Este ano faço 40 anos de formado. Logo que cheguei à Brasília para fazer residência médica no Hospital de Base recebi um telefonema de minha mãe, Laura Casulari da Motta, pedindo que lhe receitasse algum medicamento para um problema de saúde que lhe afligia. Passei-lhe a orientação e, dias depois, perguntei se havia melhorado. Respondeu-me que estava ótima, mas não tinha usado as medicações da minha receita. Ela tinha usado chá de boldo. Quando me telefonou queria somente saber qual remédio passaria para ela, como curiosidade. Nesses anos de formado, tenho presenciado uma verdadeira revolução na prevenção e tratamento das doenças. Prova disso é a maior longevidade da população brasileira, que reflete melhores condições sociais, mas, também, o acesso a novos medicamentos colocados à disposição pela indústria farmacêutica. 8 Para ilustrar a importância da contribuição da pesquisa de novos medicamentos, cito uma droga usada em nossa área de atuação, a cabergolina, que revolucionou a vida dos portadores de tumor de hipófise secretor de prolactina. A única opção há trinta anos era a cirurgia, com resultados duvidosos. Com a cabergolina, restauram-se a libido e a fertilidade de quase todos os homens e mulheres portadores de prolactinoma. O tumor também diminui, melhorando a compressão do nervo óptico. Raramente indica-se cirurgia para esses tumores. Como disse o Paulo Andrade de Mello, um neurocirurgião especialista em cirurgias de hipófise por via transesfenoidal, a cabergolina é um medicamento com precisão cirúrgica para eliminar o tumor. Contudo, o advento desse medicamento já trouxe alguma situação desagradável em relação à indústria. A primeira medicação disponível com o mesmo objetivo era a bromocriptina. Essa tem maiores efeitos colaterais e pior efeito sobre o prolactinoma em relação à cabergolina e, hoje, quase não é usada. Desde 1984, a cabergolina estava disponível na Itália, local de origem da sua descoberta. No Brasil, esteve disponível para o tratamento de tumor secretor de hormônio de crescimento, que é um tumor raro e cujos resultados não são tão brilhantes quanto para o prolactinoma. Inexplicavelmente, não se conseguia a sua liberação e tínhamos que usar a bromocriptina. Quando o

9 laboratório italiano, que detinha a patente da cabergolina, foi adquirido por um americano, como em um passe de mágica, tivemos a sua disponibilidade no Brasil. Então, o investimento na busca de novos medicamentos ou inovações tecnológicas é extremamente saudável e bem-vindo. O lucro derivado disso contribui para que novas pesquisas sejam financiadas e cria-se um ciclo virtuoso que merece o nosso aplauso entusiasmado. Por outro lado, a indústria tem acionistas que nem sempre estão interessados em esperar a longa maturação dos projetos de pesquisa para novos medicamentos. Querem resultados em forma de dividendos e fazem pressão sobre a diretoria. Essa vai transmitir para os seus subordinados que, no final da cadeia do consumo, faz a pressão sobre o médico que prescreve e o usuário do medicamento. E aqui as regras éticas muitas vezes não são respeitadas. McFadden e colaboradores calculam que os custos de marketing ultrapassam a 30% da receita da indústria e que 90% desses são dirigidos aos médicos. Uma das armas mais usadas para pressionar o médico a prescrever medicamento novo é fazer reportagens em revistas de grande circulação entre os leigos, sem dizer que receberam alguma coisa pela vinculação da informação científica. Acho que todos os médicos já sofreram esse tipo de pressão, exercido pelos meios de comunicação para a alegria da indústria farmacêutica. É o marketing dirigido aos doentes. Ross e colaboradores descrevem o impacto dos interesses da indústria farmacêutica nas publicações científicas. Na análise de artigos originais, aqueles patrocinados pela indústria têm possibilidade 3,5 vezes ou mais de ser favorável ao patrocinador. Nesse caso, poderiam ocorrer duas situações: existe viés na pesquisa em favor de quem a financia ou não se publica resultados não favoráveis. Essa última possibilidade deverá ser corrigida pela exigência atual das revistas de somente publicarem pesquisas que foram previamente registradas em uma determinada base de dados. Então, se o resultado não for favorável, a pesquisa deverá ser publicada do mesmo modo. Esses mesmos autores mostram que a indústria tem usado ensaios com o propósito de promover alguma droga ou algum dispositivo para encorajar seu uso pelo médico como um investigador, sem declarar os objetivos para o paciente. Podem, também, publicar e divulgar resultados seletivos de pesquisas para obscurecer a informação que é relevante para os pacientes e médicos. No Brasil, a indústria usa os conferencistas para influenciar os médicos em congressos médicos e em reuniões locais. Muitos extrapolam o entusiasmo e acrescentam coisas para convencerem os médicos das maravilhas do medicamento. No Brasil, a indústria usa os conferencistas para influenciar os médicos em congressos médicos e em reuniões locais. Presenciei várias dessas situações. Uma delas foi durante o lançamento de um medicamento para emagrecer que atuava no sistema carnabioide. Sabia-se que causava depressão. O professor afirmava que resolvia isso, facilmente, receitando um antidepressivo. Ele não tinha havido nenhum caso de depressão, mesmo em idosos. Essa afirmação do eminente doutor não tinha nenhum respaldo científico. Alguns meses depois, o medicamento foi retirado do mercado mundial porque o seu uso estava associado a maior taxa de suicídio. Esses formadores de opiniões, arrigimentados pela indústria, também produzem textos sempre exaltando as maravilhas do medicamento. A maioria desses artigos é assinada por médicos que não tem qualquer experiência em pesquisa com aquela droga e resumem artigos que a indústria lhes passa. Essas pseudoinformações científicas são repassadas aos médicos em forma de separatas ou em revista financiada por aquela indústria. Muitos desses profissionais, quando participam das comendações das sociedades de especilidades, não informam que foram pagos para fazer a propaganda da indústria de alguma forma. Os conflitos de interesses das sociedades com a indústria são visíveis: os diretores quase invariavelmente são professores ou produzem material impresso para defender os medicamentos. Os nossos congressos médicos são realizados com a massiva utilização de recursos da indústria. O desafio honesto seria proibir que dirigentes das sociedades fossem propagandistas de laboratorios farmacêuticos no mínimo durante suas gestões na entidade médica. Outro seria fazermos congressos menos suntuosos e caros com muita informação favorável à indústria, mas cuidadoso ao dar educação continuada aos médicos. Por último, devo esclarecer que acredito muito na fitoterapia, da qual o chá de boldo fazia milagres para a dona Laurinha, minha mãe. Tanto é verdade, que como editor da Brasília Médica, pedi à Dâmaris Silveira, farmacêutica e professora da Universidade de Brasília, que escrevesse um artigo sobre este argumento, publicado posteriormente na revista. 9

10 Gestão da Saúde Alice Selles Léo Chaves Criação de valor e fidelização nos serviços médicos Alice Selles Mestre em Administração e em Desenvolvimento Empresarial. Diretora da Selles & Henning Comunicação Integrada Com frequência, ouço médicos e administradores de serviços de saúde se queixando sobre as dificuldades que enfrentam para fidelizar seus pacientes. É comum encontrar nesses relatos afirmações do tipo: É claro que eu gostaria de poder oferecer um atendimento melhor, de poder ter mais tempo ou mesmo uma sala de espera melhor, mas, com o que se recebe dos convênios, isso é impossível. 10

11 Nada vem de graça: nem o pão, nem a cachaça. Zeca Baleiro Em minha opinião, é justamente por seguir essa linha de raciocínio que muitas clínicas e consultórios acabam se tornando reféns daquilo que é mais conveniente para uma operadora de planos de saúde: a comoditização dos serviços médicos (sobre isso há até uma frase antológica, atribuída a um presidente de uma entidade que congrega operadoras de planos de saúde: Médicos são como sal: brancos, baratos e abundantes ). Pensemos juntos: se o atendimento que eu recebo na clínica A é exatamente igual ao que eu receberia na clínica B ou C, não tenho por que me importar se a clínica A for descredenciada pelo meu plano. Mas se a clínica A é a clínica onde aquele a quem me refiro como meu médico atende, se nesta clínica sou acolhido de forma especial, se percebo empatia na equipe e se consigo perceber que ali cada paciente é tratado como se fosse único, é muito provável que eu não me cale diante de seu descredenciamento (e nunca foi tão fácil para um paciente entrar em contato com a ANS e ter certeza de que sua queixa tem impacto na avaliação que o plano recebe da agência reguladora, podendo contribuir para a suspensão de vendas ou para a emissão de uma multa). Como paciente, posso, ainda, achar que, apesar de ter plano de saúde, vale a pena pagar pela consulta, usando o plano para cobrir despesas com exames e outros procedimentos, para ser atendido pelo profissional em que confia, no local onde me sinto bem. Nessa linha de raciocínio, volto à frase de Zeca Baleiro com a qual iniciei este texto, pois nada vem de graça: nem o pão, nem a cachaça, nem a fidelidade de pacientes. Sem investir nesse verdadeiro patrimônio, não há como um serviço médico esperar que ela aconteça miraculosamente. Para ter fidelidade é preciso conquistá-la e mantê-la. Para isso, é preciso criar valor para os pacientes. Gosto da ideia de que valor para os pacientes pode ser resumido a uma equação: Valor = benefícios / custos Nos benefícios, temos tudo aquilo que recebemos. Nos custos, aquilo que investimos para isso pode ser dinheiro, tempo ou oportunidade. A mágica da fidelização começa quando percebemos que a balança pesa favoravelmente para os benefícios. Acredito tanto nisso que não consigo deixar de comparar essas colocações com o que encontramos em outros segmentos de serviços, fora da Saúde, por exemplo, na Gastronomia. Fotos: Depositphotos Restaurantes há para todos os gostos, de todos os tipos. Dos mais simples, no melhor estilo daquilo que chamamos de PF (prato feito), até os muito sofisticados. É curioso perceber neste segmento que você é capaz de enfrentar fila de espera em ambos, desde que seja BOM. Mas o que é ser um bom restaurante? Clientes são tão diferentes entre si que parece bastante difícil dizer com precisão o que eles consideram bom. Para uns, pode ser que a agilidade do atendimento seja o ponto crucial. Para outros, pode ser a cortesia ou a atmosfera do lugar. A comida mesmo também será avaliada, é claro, mas talvez não chegue a ser o fator decisivo na definição de um potencial retorno ao local. Eu já me vi algumas vezes pensando: A comida é ótima, mas não volto aqui de jeito nenhum. Você não? Do restaurante para a clínica: acolhimento, agilidade, atmosfera e atendimento serão sempre importantes e farão toda a diferença. Lembrei de uma historinha italiana bem ilustrativa para esse assunto: conta-se que um devoto ia todos os dias a uma igreja e rezava para o santo de sua devoção, pedindo para acertar os números da loteria. Isso se repetia dia após dia, mês após mês. Um dia, já aborrecida com a rotina, a estátua do santo ganhou vida e disse ao devoto: OK, vou fazer a minha parte, mas que tal você comprar o bilhete?. Sem investir em criar valor, não há como esperar pelo tão desejado retorno: a fidelização dos pacientes. 11

12 Tribuna Elias Fernando Miziara Mudança da Secretaria de Saúde Depositphotos Saúde do DF pede mais atenção 12 Quando o assunto é serviço público, a saúde está sempre em voga. Em ano de eleição não poderia ser diferente. O tema está presente na pauta das principais discussões. Em entrevista à revista Médico em Dia, o atual secretário de Saúde, Elias Fernando Miziara, diz o que está sendo feito pela saúde e quais são as perspectivas para o setor até o fim do governo. O atual governador prometeu, em média, uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para cada Região Administrativa do DF. Quais foram as dificuldades encontradas nesse processo? Há previsão de novas UPAs até o fim deste governo? Prometemos dez unidades ao longo deste governo. Estão previstas as inaugurações de três UPAs nos próximos meses: UPA Sobradinho II Junho/2014; UPA Gama Agosto/2014 e UPA Ceilândia QNR Agosto/2014. Com relação às outras sete, estamos aguardando a liberação do Tribunal de Contas da União (TCU) para iniciar as obras. Ainda faltam medicamentos e insumos na Secretaria de Saúde? Quais são as dificuldades encontradas para que o abastecimento seja feito? A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES/DF) mantem o abastecimento de todos os medicamentos padronizados. Para evitar que faltem remédios e insumos, disparamos processos de aquisição com antecedência para que sejam concluídos antes do desabastecimento. Entretanto, fatores externos do mercado de medicamentos, como falta de matéria-prima para a fabricação, geram escassez do produto, o que eventualmente ocasiona fracasso na aquisição.

13 Renato Araújo Além disso, nem sempre os licitantes e os fabricantes estão em dia com seus documentos obrigatórios para participarem de compras públicas em cumprimento às normas legais vigentes, e isso vem nos impedindo de manter a regularidade dos estoques de todos os medicamentos padronizados. Por que a necessidade de mais profissionais se Brasília é uma das cidades com mais médicos por habitantes? Porque a população vem crescendo e Brasília recebe, diariamente, inúmeros pacientes oriundos do Entorno e de outros estados, o que aumenta ainda mais a demanda por nossos hospitais. Faltam pediatras em Brasília? Infelizmente, a falta de pediatras é uma realidade nacional na rede pública e privada. Ciente dessa situação, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES/DF) tem feito várias convocações por meio de processo seletivo simplificado. O preenchimento das vagas vai suprir a carência de profissionais na especialidade até a realização do concurso público previsto para contratação de efetivos. Qual avaliação o secretário faz da atual gestão no que diz respeito à saúde? Quando assumimos a pasta da saúde, há mais de três anos, não imaginávamos o conjunto de transformações que ocorreria em tão pouco tempo na nossa gestão. Encontramos uma situação bastante precária do ponto de vista da organização dos serviços de saúde. Sem dúvida trabalhamos incessantemente para melhorar e transformar a área da saúde do Distrito Federal. Muitas vezes, algumas mudanças não são percebidas imediatamente, e sim posteriormente, num futuro bem próximo. Um bom exemplo do nosso trabalho é que nenhuma unidade da federação cresceu proporcionalmente na Estratégia Saúde da Família como o DF. Saímos de uma cobertura de 11% em 2010 para 30% em Além de muitas outras iniciativas. 13

14 ESPECIALIDADE médica Oftalmologista: o especialista que merece um olhar especial Depositphotos 14 Presidente da Sociedade de Oftalmologia ressalta a importância de consultas periódicas e alerta para os perigos de consultas com profissionais não especializados Considerada uma das especialidades mais almejadas pelos profissionais da saúde, a oftalmologia está intimamente ligada à qualidade de vida de quem precisa dela. A visão ocular é um dos principais sentidos do ser humano. Boa parte do que é captado do mundo tem referência visual. Em maio foi comemorado o Dia do Oftalmologista, especialista responsável pelo estudo e tratamento de doenças relacionadas à visão. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a relação ideal de oftalmologistas por habitante é de 1 para cada 20 mil. Já para o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), o índice ideal é de 1 para cada 17 mil. O Distrito Federal está muito acima da média: 1oftalmologista para cada 6 mil habitantes. O presidente da Sociedade de Oftalmologia de Brasília, André Rolim, observa que a especialidade é bastante procurada, pois é uma das poucas onde os profissionais não precisam agir no limite entre a vida e a morte. Sobre as principais doenças oftalmológicas, ele observa que Brasília é uma cidade com prevalência de um país tipicamente subdesenvolvido. Segundo ele, as principais causas de cegueira, reversível ou não, são a retinopatia diabética, a degeneração macular relacionada à idade e a catarata. O fato de a retinopatia diabética despontar como importante causa de cegueira em Brasília deve-se, primordialmente, aos hábitos nutricionais inadequados da população. É possível perceber a semelhança nos padrões de incidência de doenças oftalmológicas aqui com locais tipicamente subdesenvolvidos, diz o oftalmologista. Precaução é sempre o melhor remédio Existem doenças que acometem simetricamente, ou seja, os dois olhos são atingidos em igual intensidade, outras podem se manifestar assimetricamente, afetando mais um olho do que o outro. As pessoas costumam só procurar um especialista quando os sintomas incomodam muito ou quando a doença apresenta rápida evolução, levando-o a perceber que algo está fora da normalidade. Nos casos em que o processo ocorre de forma mais lenta e menos agressiva, o paciente tende a conviver com o problema, adaptando-se a ele, nem sempre compreendendo que sofre de uma deficiência que, diagnosticada, poderia ser passível de cura. Para evitar ambos os casos, a precaução é ainda a melhor alternativa. O acompanhamento periódico de um especialista é fundamental. Por mais onerosa que a precaução possa parecer, ela ainda será mais barata do que tratar as consequências de uma doença e os diversos custos envolvidos nessa equação, alerta Rolim. O oftalmologista recomenda que a primeira avaliação na vida do ser humano ocorra antes dos dois anos. Ali já podemos identificar algumas alterações mais graves e avaliar, por exemplo, se há algum estrabismo, se a criança consegue fixar com os dois olhos, se tem tumor ocular, entre outras. Com relação à frequência do acompanhamento oftalmológico, Rolim observa que vai depender das pedras no caminho de cada pessoa. Se é um paciente com visão útil boa, que vai bem na escola, enxerga bem e não apresenta nenhuma queixa, a avaliação pode ser feita a cada dois anos. Nos casos mais graves, que necessitam de um acompanhamento periódico mais constante, o aconselhável é que seja de ano em ano ou a cada seis meses. Cuidado com profissionais não especializados Tratar de saúde ocular também é falar da luta contra a optometria não médica. André Rolim explica que a atividade, idealmente realizada pelo médico oftalmologista, consiste em utilizar os conhecimentos de refratometria, estrabologia, materiais e índices refrativos das lentes e, estas informações, para a correção dos desvios oculares e erros refrativos. Infelizmente, estes conhecimentos vêm sendo inadequadamente usurpados pelos técnicos em óptica. Estes não têm formação para diagnosticar e tratar doenças oftálmicas e/ou sistêmicas, trazendo óbvios malefícios à saúde da população que, desinformada, recorre aos seus serviços, alerta.

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16 Radar 16 Burocracia com remédios de alto custo atrapalha processo de obtenção O Programa de Medicamentos Excepcionais foi criado em 1993 e é caracterizado como uma estratégia da política de assistência farmacêutica que distribui gratuitamente remédios de alto custo para usurários do Sistema Único de Saúde (SUS), de acordo com os critérios estabelecidos pela Secretaria de Estado de Saúde. Desde sua criação, o Ministério da Saúde ampliou significativamente o número de medicamentos distribuídos. O grande problema é que os usuários sofrem com o excesso de burocracia para terem acesso a esse tipo de medicamento. O arquiteto George da Guia reclama da necessidade de renovação a cada três meses de uma documentação que comprove a indispensabilidade dos remédios e autorize a retirada dos mesmos. O usuário explica que o documento não está disponível na internet e seu preenchimento é feito apenas na farmácia. São muitos intermediários no processo de obtenção dos medicamentos, ressalta George. O fato é que a enorme dificuldade poderia ser minimizada com a racionalização da burocracia para adquirir o medicamento em conjunto com uma diminuição dos custos do processo. O farmacêutico, por exemplo, cumpre um papel de vistoria do documento. Poderia ser criado um papel estratégico para esse profissional, sendo acionado em casos de erro na documentação e com isso diminuindo a burocracia do processo. O número de usuários dos medicamentos tem aumentado a cada ano. Segundo balanço de Emmanuel Carneiro, gerente da Farmácia de Alto Custo do Distrito Federal, cerca de 27 mil pacientes foram atendidos em 2013, dois mil atendimentos a mais que em Um tímido investimento para a saúde O Orçamento Geral da União para 2014 prevê um total de R$ 2,361 trilhões. O que assusta dentro da proposta é que, do investimento, o reservado à saúde representa singelos 3,91% do total. Durante o VIII Congresso Paulista de Política Médica e VII Congresso Brasileiro de Política Médica foram apresentados dados alarmantes da área da Saúde com previsões dramáticas caso não ocorram mudanças urgentes tanto do ponto de vista financeiro como de gestão. Entre os números, um dos mais graves mostra que, em pouco mais de 10 anos, os investimentos do Governo Federal em Saúde diminuíram cerca de 15%, forçando estados e municípios a contribuírem mais. Médicos do HFA viram membros da CSBCJ Fonte: Revista APM O Hospital das Forças Armadas (HFA) aprovou dois dos seus médicos no mais recente processo seletivo para membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho (CSB- CJ), em abril deste ano. Tal processo seletivo foi realizado na cidade de Maceió (AL) durante o Congresso Brasileiro de Cirurgia do Joelho, constando de provas técnica e prática. Os médicos aprovados foram Dr. Jorge Oliva Júnior (já membro do grupo de joelho do HFA) e a Dra. Bianca Guimarães de Oliveira (RH do programa avanço de cirurgia do Joelho do HFA). Fotos: Depositphotos

17 Saúde contrata 80 pediatras para o Distrito Federal A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) divulgou em maio edital para contratação temporária de médicos pediatras. São 80 vagas com salários de até R$ 17,6 mil e com contrato válido por um ano, prorrogável por igual período. O preenchimento de vagas vai suprir a carência de profissionais na especialidade até a realização do concurso público previsto para acontecer no final do semestre. Atualmente a SES-DF conta com 708 pediatras para atender toda a rede pública de saúde. Fotos: Depositphotos De acordo com a Gerência de Carreiras, Cargos e Remuneração da SES-DF, um médico do quadro efetivo padrão 4, com carga horária de 40h, pode ter um vencimento bruto de até R$ ,38. Somadas as gratificações e titulações, estes valores podem aumentar. Fonte SES/DF Brasil tem baixo índice de parto normal O baixo índice de partos normais realizados no Brasil o torna líder mundial em cesárias. Para o professor da obstetrícia da Universidade de Brasília (UnB), Alberto Zaconeta, uma das justificativas é o fato de os casais não estarem mais dispostos a correrem riscos. Antigamente, um casal tinha 10 filhos, mas só criava oito. Hoje, como a opção é de um número bem menor de filhos, uma taxa de 20% torna-se inaceitável, justifica. O recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é de que apenas 15% dos partos tenham intervenções cirúrgicas. O Brasil está bem distante disso. De acordo com Zaconeta, atualmente, somente de 5% a 10% dos partos realizados no país são normais. Outro problema descrito pelo professor é a falta de condições para um parto bem assistido dos hospitais. Além disso, o modelo de assistência utilizado, na opinião de Zaconeta, é equivocado. Ele explica que, em países com altas taxas de partos normais, os médicos seguem um protocolo estabelecido pelo Estado e a perda é responsabilidade unicamente do Estado: O médico só precisa provar que não saiu do protocolo e estará isento. Em nossa política a culpa é, inicialmente, sempre do médico. Por isso precisamos mudar para um modelo diferenciado, conclui. E finaliza: O parto normal é sempre a melhor opção. É absolutamente racional pensar que o processo cirúrgico só deve existir quando as complicações aparecerem. 17

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19 seguro responsabilidade civil Depositphotos Seguro Responsabilidade Civil chega ao Brasil Associação Médica de Brasília se preocupa com elevado número de reclamações contra a categoria Um levantamento realizado pela Zênite, empresa especializada em propor soluções integradas para a Gestão Pública, mostrou que o Distrito Federal e o Goiás estão em 6º lugar no que diz respeito a número de processos judiciais contra profissionais da saúde. Os estados perdem apenas para São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais e Paraná. Devido ao grande número dessas ações de indenizações, está chegando ao Brasil o Seguro Responsabilidade Civil para Profissionais da Saúde. Alguns planos de saúde já disponibilizam o serviço. A proposta é oferecer cobertura para reclamações de terceiros por danos materiais, corporais e morais causados pela prestação de serviços médicos, incluindo as despesas judiciais, peritagem e honorários advocatícios. No caso desse produto, se um paciente ou seus representantes entender que o serviço prestado pelo segurado causou algum dano e exigir uma indenização como reparação, o seguro substitui o patrimônio pessoal do segurado e seu fluxo de caixa para os gastos com a reclamação. É o seguro de cobertura do erro médico. O seguro será utilizado em casos de ações judiciais ou processos administrativos junto aos Conselhos ou ainda acordos extrajudiciais decorrentes da prestação de serviços médicos para pessoa física e jurídica. As leis brasileiras preveem a possibilidade de responsabilização do médico caso cause algum dano ao paciente e o seguro pode ser uma forma legal do médico garantir que o seu patrimônio pessoal não será utilizado em um questionamento de um paciente. A Associação Médica de Brasília (AMBr) se preocupa com a dimensão que o assunto tem tomado nos últimos anos. E, apesar da delicadeza do problema, garante que não fará vista grossa. Procure a sua associação para mais esclarecimentos. 19

20 capa 20 Legados da Copa do Mundo para a saúde do DF A Copa do Mundo está chegando e, depois de toda correria para deixar prontos o estádio e a cidade para receber o grande acontecimento, a revista Médico em Dia quis saber qual o legado que o evento esportivo deixará para a área de saúde em benefício da população do DF após a realização. Os representantes da FIFA e do Comitê Organizador Local da Copa do Mundo garantem que, durante o evento, o atendimento qualificado aos atletas, torcedores e visitantes estará garantido. Grande parte das medidas implementadas foram testadas na Copa das Confederações com sucesso e será replicada, como a estratégia antidoping baseada na criação do perfil biológico do atleta, metodologia que será incorporada ao meio esportivo após a Copa. Um dos legados considerados importantes pelos coordenadores do evento repercutirá no campo da educação para a saúde. A implantação do programa da FIFA 11 pela Saúde no Brasil pretende usar a temática do futebol para a promoção da vida saudável, prevenção de doenças e prática de esportes nas escolas. O programa é voltado para crianças de 10 a12 anos e se dará por meio de aulas sistemáticas ministradas por professores treinados sob a chancela da FIFA. Segundo o Ministro da Saúde, Ademar Arthur Chioro, além dos legados materiais, que são basicamente o aprimoramento de infraestrutura, novas metodologias, integração de serviços e melhorias na gestão da área médica, teremos um legado imaterial, com as campanhas voltadas à promoção e proteção da saúde que serão deflagradas no período da Copa, mas surtirão efeitos sobre toda a população. O que acontece no DF A Secretaria de Saúde do DF destaca como um legado importante da Copa para a população do DF a criação do Centro Integrado das Ações da saúde (Cias), desenvolvido para a copa, mas que continuará atendendo à população após o advento esportivo. O Cias é um sistema que integra informações entre as subsecretarias de Atenção à Saúde e a Vigilância em Saúde. Depois da Copa, o Cias continuará funcionando 24 horas por dia de forma ininterrupta. Ele reduz o tempo de espera e coloca o paciente no hospital ou centro de saúde correto, agilizando e qualificando o atendimento. No campo da qualificação dos profissionais de saúde, destaca-se a expertise no próprio processo de trabalho, a partir do que foi desenvolvido para o atendimento nos grandes eventos. O então secretário de saúde do DF, Rafael Barbosa, em entrevista cedida em 2013 sobre as ações de saúde na Copa, destacou a importância do protocolo de atendimento a múltiplas vítimas. Estamos com protocolos de primeira linha, utilizados em nível mundial e que agora serão utilizados no DF, destacou na época. O médico chefe do programa da FIFA em Brasília, Dr. Paulo Lobo, diz que a capital está bem preparada para atender atletas e visitantes. Turistas serão atendidos normalmente, pela rede pública ou privada, seguindo o planejamento feito para grandes eventos. Aqueles que fazem parte do grupo FIFA, como jogadores, staff de delegações, árbitros e dirigentes, necessitando de atendimento serão encaminhados para os hospitais e clínicas referendados, explica.

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