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1 HTTP Testando aplicação Web. Pegaremos dois tipos de ataques dentre os top 10 do OWASP 1 SQL Injection A consulta normal SQL seria: SELECT * FROM Users WHERE Username='$username' AND Password='$password' Para que consiga fazer o acesso através do SQL é necessário fazer a mudança do user e password pelos códigos informado abaixo, através disso o acesso será permitido. $username = 1' or '1' = '1 $password = 1' or '1' = '1 A consulta deve ser da seguinte maneira: SELECT * FROM Users WHERE Username='1' OR '1' = '1' AND Password='1' OR '1' = '1' Permitindo o acesso! Mitigando Para resolver esse problema é necessário fazer uma consulta SQL procedural, sem o uso de concatenação de string.

2 2- XSS Hoje em dia a maioria dos browsers interpretam automaticamente javascript se o mesmo estiver em uma página da web, sendo assim, se o atacante conseguir inserir javascript na sua página o mesmo será executado. Caso o comando seja inserido, um alerta será gerado com a mensagem hacked <script>alert("hacked")</script> Para resolver: Para resolver o problema basta usar uma própria função do php, ela irá transformar os caracteres de tags em caracteres especiais em uma entidade html. DNS Para uma maior segurança podemos implementar o DNSSEC, por que inúmeros serviços depende do funcionamento correto do DNS, e ele acaba sendo alvo de inúmeras tentativas de ataque na WEB onde tentam explorar todas as suas vulnerabilidades. A maioria dos ataques conhecidos focados no DNS a não ser o caso do DoS é justamente a quebra de integridade do serviço, deixando o mesmo desnorteado captando e redirecionando requisições a sites pishing. E essa é a ideia do DNSSEC que auxilia nesse quesito, ele estende o protocolo DNS com mecanismo de segurança permitindo que se possa verificar as informações recebidas, ao invés de simplesmente confiar em sua vericidade e validade. O que ele garante: > Origem (Autencidade) > Integridade

3 Básicamente ele faz uso de cripotografia de chave publica e insere um novo conjunto de Rrs (Resources Records): Assinar outros RRs 1. Divulgar a chave publica que valida as assinaturas digitais de um determinado domínio (DNSKEY) 2. Garantir a não existência de outros registros (NSEC) 3. Garantir a continuidade do canal de segurança na delegação de zonas(ds) 4.Garantir a continuidade do canal de segurança na delegação de zonas(ds) Para habilitar o DNSSEC é necessário seguir esses passos: Instalando o Bind (no repositório do debian 6 a versão nativa é a 9.7.3: > aptitude install bind9 Vamos criar nosso diretório de zonas e de chaves: > mkdir -p /etc/bind/{zones,keys} Mudando as permissões para ambos os diretórios também: > chown bind:bind /etc/bind/{zones,keys} > chmod g+w /etc/bind/{zones,keys} Edite o arquivo /etc/bind/named.conf.options e adicione a linha abaixo: > dnssec-enable yes; Crie a zona do seu DNS como preferir dentro de /etc/bind/zones: > vim /etc/bind/zones/db.projetointegrador.com

4 Vamos criar as pastas aonde vamos armazenar as chaves, para deixar mais organizado: > mkdir -p /etc/bind/keys/{ksk,zsk} Criar uma pasta para armazenarmos os scripts: > mkdir /etc/bind/scripts; Gerando KSK > vim /etc/bind/scripts/gera-ksk.sh > #!/bin/bash > ZONA=$1 > cd /etc/bind/keys/ksk > dnssec-keygen -r /dev/urandom -a RSASHA1 -b n ZONE -f KSK $> {ZONA} Gerando ZSK > vim /etc/bind/scripts/gera-zsk.sh > #!/bin/sh > ZONA=$1 > cd /etc/bind/keys/zsk > dnssec-keygen -r /dev/urandom -a RSASHA1 -b n ZONE $ {ZONA}

5 Gerando Assinatura da Zona > vim /etc/bind/scripts/assina-zona.sh Depois dos Scripts Prontos e a zona criada, Vamos dar permissão, criar nossas chaves e assinar essa zona toda > chmod 755 /etc/bind/scripts/*.sh > /etc/bind/scripts/gera-zsk.sh projetointegrador.com > /etc/bind/scripts/gera-ksk.sh projetointegrador.com Depois de criado as chaves, adicione a publica na zona do seu domínio: > cat /etc/bind/keys/zsk/projetointegrador.com.*.key /etc/bind/keys/ksk/projetointegrador.com.*.key >> /etc/bind/zones/db.projetointegrador.com E assine a zona: > /etc/bind/scripts/assina-zona.sh projetointegrador.com Vamos criar nosso reverso, supondo que o ip do reverso : > vim /etc/bind/zones/db.projetointegrador.com.rev1 Vamos agora editar nosso named.conf e inserir as zonas: > zone projetointegrador.com { type master; file /etc/bind/zones/db.projetointegrador.com.signed ; }; zone integradorprojeto.in-addr.arpa. IN { type master; file /etc/bind/zones/db.dominio.rev1 ; allow-update { none; }; }; Inicie o bind: /etc/init.d/bind start

6 FTP SFTP: O SFTP é um protocolo que parte do pacote OpenSSH, uma de suas vantagens é o metodo de autenticação basenado no protocolo SSH Key-pair, ou seja, não depende de usuário e senha, sua transmição de dados é feita na forma de tunelamento, o SSH encripta do inicio ao fim da conexão o que significa que mesmo que alguém intercepte seus pacotes TCP estará impossibilitado de decifrar os dados transmitidos.o que significa que mesmo que alguém intercepte seus pacotes TCP estará impossibilitado de decifrar os dados transmitidos. Como configurar o SFTP 1 Criar sua SSH Keys, mas isso pode ser diferente entre sistemas Windows e Unix. 2 Configurar seu servidor com SFTP ou solicitar junto ao seu provedor de hospedagem de sites se oferece este recurso, mas dificilmente você encontrará esse recurso em hospedagem de site compartilhada. O ideal é que tenha um VPS gerenciável onde possa ter total acesso à configuração, sendo assim será possível configurar SFTP facilmente. 3 Utilizar um SFTP Correio Eletrônico Para uma maior proteção na transmissão de mensagens podemos utilizar um sistema de criptografia que se chama PGP, ele realiza a troca de mensagens de forma segura criptografando arquivos e documentos. Para cada usuário é gerado uma chave ou assinatura única e exclusiva. Para realizarmos a troca de mensagem de forma correta é criada duas chaves, uma publica e uma privada. Assim conseguimos assinar todas as mensagens envidas com uma chave publica. Essa chave irá certificar o receptor da autenticidade. Para a transmissão o pgp exige uma senha que é criada na sua instalação o programa cria uma conta pessoal toda vez que um é enviado. E o receptor pode realizar a conferencia dos dados utilizando a sua chave publica.

7 Sendo assim se o enviado for capturado a pessoa não conseguirá realizar a leitura do arquivo por não possuir a chave. Para realizar essa assinatura é necessário que a mensagem esteja e um texto puro, ou seja, ele não aceita mensagens do tipo HTML Banco de Dados As ameaças aos bancos de dados podem ocasionar os seguintes problemas: Perda de dados Degradação de objteos de segurança o Integridade o Disponibilidade o Confidencialidade Por isso a integridade do banco de dados se refere ao requisito onde a informação seja protegida contra qualquer tipo de modificação imprórpria. Então para uma proteção podemos realizas as seguintes técnicas: 1- Criptografia de dados Essa é uma medida utilizada para proteger os dados sigilosos que por algum motivo são transmitidos por algum meio de comunicação. Podemos ainda utilizar a mesma para oferecer uma proteção adicional para que partes confidenciais do banco não sejam acessadas por um usuário que não possua autorização. Por meio da cripotgrafia o usuário que não tiver autorização terá dificuldade para manipular os dados. 2- Autoridade As autoridades fornecem um controle de nivel de acesso onde agrupa por metodos de privilegios. Conseguimos separar o acesso de um usuário administador de um usuário comum. Essas autoridades estão associadas a membros de grupos armazenados em um arquivo de configuração administativa do banco Este arquivo define as concessões de acesso e o que poderá ser executado de acordo com cada grupo. 3- Controle de Acesso Utilizando Triggers

8 Com a utilização dos Triggers podemos criar uma forma de mecanismo de segurança mais complexo que pode ser disparado cada vez que um evento é chamado. O comando Insert na tabela é exemplo de um evento que pode ser usado para disparar uma Triggers, além disso, as mesmas podem ser disparadas antes ou depois de comando especificado com o objetivo de prover maior rigor no controle de segurança. Se o comando executado pelo usuário não for validado pela Triggers, um erro é sinalizado do corpo da própria Triggers para impedir que a tabela seja modificada indevidamente.

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