INTRODUÇÃO. Resumo. Abstract

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INTRODUÇÃO. Resumo. Abstract"

Transcrição

1 Grupo de Trabalho: GT I: Direitos humanos, violência e criminalização da pobreza. Título de Trabalho: A rede de proteção infanto-juvenil niteroiense frente aos casos de violência intrafamiliar: Refletindo sob sua instabilidade e tecendo hipóteses Autoras: Joice da Silva Brum Assistente social, mestranda em Política Social, UFF. Ex-Bolsista PIBIC/CNPq Nivia Valença Barros - Dra. em Psicologia. Orientadora do Projeto Violência Silenciada Criança e adolescente, Bolsista Faperj, Bolsista Produtividade CNPQ. Docente UFF. Angélica Oliveira Carvalho Coord. Geral de Ações Sociais e Projetos Gabinete de Gestão Integrada Municipal - GGIM/Macaé. Doutoranda em Política Social/UFF Resumo Este trabalho tem como base questionamentos a serem aprofundados na dissertação de mestrado da autora principal. Seu objetivo consiste em levantar hipóteses que discutam a uniformidade da rede de proteção a crianças e adolescentes no município de Niterói/RJ. Para exemplificar nossas hipóteses, mais especificamente serão expostos dados referentes aos anos de 2008 e 2009, extraídos III Conselhos Tutelares do município. Abstract This work is based in questions to be developed in the dissertation of the principal author. Aims to create hypotheses to discuss the uniformity of networks for the protection of children and adolescents in Niterói / RJ. To exemplify our hypotheses, more specifically will be exposed data for the years 2008 and 2009, extracted III Protection Council of the municipality. Palavras-chaves: Violência Contra Criança e ao Adolescente, Rede de Proteção, Conselho Tutelar INTRODUÇÃO

2 O tema proposto a ser discutido neste trabalho foram os questionamentos que nortearam a pesquisa de mestrado ainda em andamento da autora principal, desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Política Social da Universidade Federal Fluminense. O objetivo deste trabalho é gerar breves hipóteses acerca da inconsistência da rede de proteção a infância e a adolescência no município de Niterói. Dado que foram utilizados nessa pequena amostra dois distintos autores que estudaram dados acerca da violação de direitos e violência intrafamiliar resgatados no III Conselho Tutelar do município nos anos de 2008 e O município de Niterói sempre se mostrou território 1 de grande relevância dentro do Estado do Rio de Janeiro apresentando uma territoriedade 2 marcante. Podemos apontar diversos órgãos componentes do Sistema de Garantia de Direitos resultantes das inúmeras discussões provenientes da agitação dos movimentos sociais junto ao Fórum de Direitos da Criança e do Adolescente de Niterói, dentre eles estão os Conselhos Tutelares. Destacados aqui por possuírem um lugar estratégico dentro das políticas públicas voltadas a infância e a adolescência. Fora isso, foi o instrumento realizado na pesquisa de campo utilizada para gerar os dados que serão apresentados e brevemente discutidos neste trabalho. A Rede de Proteção à Criança e ao Adolescente em Situação de Risco para a Violência de Niterói atua a fim de garantir os direitos da criança e do adolescente, encontrando seus fundamentos firmados sob uma base legal (Constituição Federal, Artigo 227, e no Estatuto da Criança e do Adolescente, Artigos 13 e 245.), qual torna obrigatória a notificação aos órgãos competentes (Conselho Tutelar), toda e qualquer prova ou até mesmo suspeita de todas as expressões da violência. Esta medida a princípio, torna aparente o fenômeno da violência contra crianças e adolescentes, retirando da zona da invisibilidade esta prática, que passa através disso a fazer parte do cenário político mobilizando comunidade e Estado a promover ações de combate e prevenção. 1 Brum, 2011b, p.30 É interessante diferenciar territorialização de territorialidade, enquanto o primeiro diz respeito a dimensão resultante da expansão de um território, o segundo trata das manifestações sociais que perpassam no território. 2 Ibidem, p. 30.

3 Visto que a realidade social em que se encontra a infância e a adolescência hoje, a mesma gera a necessidade da existência de redes de proteção para o enfrentamento de fatores de risco como o tráfico de drogas, a pobreza, a violência intrafamiliar dentre outros. Nesta perspectiva, atualmente é possível constatar o importante papel que as redes de proteção tem oferecido junto a estas problemáticas, principalmente a parcela pobre da população. O Brasil, recentemente, tem descoberto a potencialidade da atuação em rede como forma ou estrutura de organização capaz de reunir pessoas e instituições em torno de objetivos comuns. A rede é um padrão organizacional que prima pela descentralização na tomada de decisão e pela democracia, pela flexibilidade e pelo dinamismo de sua estrutura, pelo alto grau de autonomia de seus membros e pela horizontalidade das relações entre os seus elementos. A rede opera por meio de um processo de radical desconcentração de poder. (OLIVEIRA, p.144) O Estatuto da Criança e do Adolescente criado em 1990, Lei 8069 de 13 de julho de 1990, reconhece juridicamente os direitos das crianças e dos adolescentes, transformando-os em sujeitos portadores de direitos, porém, o caminho para que seus direitos sejam cumpridos de forma universal apesar de melhorado nos últimos anos, ainda é longo. Para que o Sistema de Garantia de Direitos seja efetivado em sua totalidade, é necessária a criação de uma rede articulada entre a família/responsáveis, sociedade, comunidade e Estado com o objetivo específico de lutar pela garantia real dos direitos das crianças e adolescentes. METODOLOGIA Este trabalho utilizará abordagens de cunho quantitativo descritivo e qualitativo (Minayo, 2004). Abordagem quantitativa descritiva Foram resgatados dados levantados por dois diferentes autores que pesquisaram a violência intrafamiliar contra criança e adolescentes e as violações

4 de direitos também contra esse público na zona Norte do município de Niterói. Deste modo, foram pesquisados 735 prontuários registrados no III Conselho Tutelar de Niterói referentes ao ano de 2008 por Brum (2011); e um total de 1158 prontuários distribuídos entre os anos de 2008 (711), e 2009 (447), pesquisados por Quintanilha (2010). Abordagem qualitativa Utilizando os dados levantados, foram criadas hipóteses com o intuito de explicar o fenômeno estudado neste trabalho. RESULTADOS A fim de demonstrar as áreas de abrangência e consequentemente atuação do Conselho Tutelar estudado nesse trabalho, segue um mapa do município dividido por regiões administrativas. O III Conselho Tutelar presta serviços as regiões administrativas do Fonseca, Barreto, Engenhoca e parte das regiões administrativas do Centro, Santa Rosa, Santa Bárbara e Caramujo. FIGURA 1. MAPA DE NITERÓI

5 FONTE: CERESTRJ, Em síntese, Brum (2011), aponta que o perfil do público atendido pelo III Conselho Tutelar no ano de 2008 é composto majoritariamente por: crianças (56,32%), do sexo masculino (51,56%). O bairro em que houve mais demanda por serviços foi o do Fonseca (36,73%), apresentando a mãe como principal perpetradora (39,79%) e solicitante (37,55%). A agressão mais registrada foi a de negligência, já a expressão da violência mais citada foi a violação de direitos (40,31%), mostrando que a busca foi maior por assuntos relacionados a escola (61,14%). Não foi possível definir a cor e a religião dos sujeitos em questão devido a falta de informações acerca desses quesitos, 69,25% e 42,04% respectivamente. (UFF, p.3) A respeito do bairro de moradia do público atendido no Conselho Tutelar III no ano de 2008 podemos verificar que o bairro que mais solicitou a intervenção do Conselho foi o do Fonseca. É interessante destacar nesse momento as solicitações provenientes de áreas assistidas pelos outros dois Conselhos Tutelares do município. Estas solicitações alcançaram porcentagem mais elevada do que dois bairros da região Norte. GRÁFICO 2. DADOS SOBRE OS BAIRROS III CT 2008

6 Fonseca 36,73% Não Consta 18,50% Engenhoca 13,06% Barreto Caramujo Cubango 7,34% 7,07% 6,66% Santa Barbara São Lourenço Baldeador Tenente Jardim Ilha da Conceição Outro Município Área de Atuação do CT-II Área de Atuação do CT-I Ponto Cem-Réis Viçoso Jardim 2,44% 2,31% 2,04% 1,36% 1,08% 0,54% 0,40% 0,13% 0,13% 0,13% 0,00% 5,00% 10,00% 15,00% 20,00% 25,00% 30,00% 35,00% 40,00% FONTE: BRUM, p. 44 Nesse ponto do trabalho a intenção é discutir o que pode ter levado sujeitos de outras áreas de abrangência a solicitar serviços ao Conselho Tutelar de outra região, sendo que os três órgãos foram pensados e estrategicamente pontuados em regiões de fácil acesso a toda a comunidade. Pensar sob está perspectiva nos fez refletir sobre as possíveis causas que levaram estas solicitações a alcançarem tais proporções. Seguem algumas hipóteses encontradas. Assim como Brum (2011), Quintanilha (2010) em seus estudos sobre as violações de direitos contra crianças e adolescentes na zona norte de Niterói, aponta que as principais demandas ao Conselho Tutelar III são provenientes no bairro do Fonseca.

7 FONTE: QUINTANILHA, p. 99 Ambos os autores ainda apontam como principais demandas ao Conselho Tutelar III questões referentes a escola (solicitações por vagas em escolas, conflitos entre aluno e escola, transferências escolares etc). FONTE: QUINTANILHA, p. 99 VIOLAÇÃO DE DIREITOS POR GRAU DE INCIDÊNCIA 2008 Violação de Direito Casos Isolados Casos Simultâneos Total por Incidência Incidência % Escola ,14% RCN ,34% Saúde ,92% Pensão ,59% Total ,99%

8 Fonte: BRUM, p.57 Quintanilha (2010, p.104), em análise, estuda o bairro do Fonseca mais afundo para buscar os motivos da concentração de demandas de cunho escolares nesse espaço. A hipótese principal que o autor apresenta para este fato é decorrente da relação entre tempo e recursos. Neste caso, o bairro do Fonseca dentre os demais da zona norte da cidade apresenta um maior quantitativo de instituições públicas escolares, desse modo, justifica um fluxo maior no encaminhamento de casos por estas instituições e também maior articulação destas com o CT no acompanhamento dos casos, em conjunto. Além da hipótese levanta por Quintanilha (2010), a respeito da quantidade de serviços educacionais públicos localizados em sua grande maioria em um único bairro de toda a zona norte, é interessante refletir sobre mais algumas hipóteses que talvez venham a elucidar a demanda de pessoas físicas e instituições de áreas atendidas por outros conselhos. Em relação as demandas provenientes de pessoas físicas, é válido levar em consideração que a equipe de conselheiros tutelares segundo o ECA em seu artigo 132 é formada por 5 (cinco) membros, escolhidos pela população local, deste modo, pensamos que tais demandas possam ser fruto da intenção do demandante de não externar a área próxima a seu domicílio seus problemas, por desconhecer o compromisso de sigilo firmado pelos conselheiros, qual pode ser quebrado mesmo que sem intenção por falta de espaço físico apropriado ao atendimento, fato que faz parte da realidade dos Conselhos Tutelares de Niterói. Ou até mesmo por vergonha ou medo da vizinhança vê-lo entrando em um Conselho Tutelar, órgão ainda visto como repressor, intransigente e jurisdicional. Ao refletirmos sobre as questões que giram em torno das demandas realizadas por outras instituições e municípios, primeiramente ressaltamos a questão da uniformidade da rede de proteção a infância e a adolescência de Niterói e dos outros municípios. É possível que haja uma falha entre o sentido de rede e consequentemente de comunicação e relação de serviços oferecidos pelas outras instituições componentes do Sistema de Garantia de Direitos.

9 O sentido de rede tratado neste trabalho não é o caderninho de telefone (informação verbal) 3, que um profissional possa possuir e o utiliza em seus encaminhamentos, mas sim de um trabalho que se da de forma integrada e intersetorial envolvendo ações de profissionais de diversas áreas e diferentes instituições, os quais oferecem propostas a fim de responder de forma mais eficaz e rápida tanto as demandas individuais quanto coletivas. As redes pressupõem uma forma de organização horizontal, não hierarquizada, que permite a reunião dos diferentes atores sociais em torno de uma proposta comum, aqui sustentada na proteção social de crianças e adolescentes. Sua organização é defendida por valorizar a complementaridade das ações e a potencialização dos recursos disponíveis. A rede, vista nessa perspectiva, se opõe ao cenário político, histórico e social que permanece atual, marcado pelo comando vertical, pelo sectarismo dos estabelecimentos de atendimento, pela fragmentação dos serviços e pela ausência ou superposição de ações. (NASCIMENTO, 2006 apud QUINTANILHA, 2010, p.75) Em segundo, ao considerarmos as solicitações de outros municípios pensamos sobre a precariedade de suas redes, fator este que pode levar-los a solicitar atendimento em outros municípios próximos a sua região de abrangência. Em relação as notificações provenientes de instituições locais de atendimento ao público infanto-juvenil, a hipótese maior gira em torno da obrigatoriedade imposta pelo Estatuto da Criança e do adolescente em seus artigos 13 e 245, que torna obrigatória a notificação ao Conselho Tutelar por parte de responsáveis de instituições e profissionais da área da saúde e ensino, casos de suspeita e/ou confirmação de maustratos contra criança e adolescentes. Para fomentar este argumento segue um quadro levantado por Brum (2011), sobre os principais solicitantes aos Conselhos Tutelares II e III, nos anos de 2003 e 2008, onde instituições de saúde e ensino ocupam a nona e a décima posição de solicitações nos anos em questão. GRÁFICO 20. DADOS SOBRE O SOLICITANTE 2003/ Expressão utilizada por BARROS. N.V. no VI Seminário Seguridade Social, Justiça e Cidadania: famílias, políticas sociais e direitos. Mesa: Famílias e Políticas Sociais. Dia 04 de outubro de 2012.

10 FONTE: BRUM, p. 54 Em segundo plano, apontaríamos o possível despreparo profissional para o com os casos envolvendo violações de direitos contra crianças e adolescentes, principalmente no caso de identificação das diversas expressões da violência. Visto que não só no Brasil, mas em todo o mundo a dimensão da violência não pode ser mensurada devido a falta de homogeneização dos conceitos a cerca diversas tipologias de violência que vitima a população. Em geral, profissionais, instituições e pesquisadores utilizam-se de diferentes conceitos para definir este fenômeno em seus atendimentos e análises. CONCLUSÃO

11 Como apontamos inicialmente, as hipóteses levantadas neste trabalho são breves questionamento a serem aprofundados na pesquisa que ainda esta em andamento. Dessa forma, julgamos ainda impossível gerar conclusões finais sobre o tema neste momento. Na verdade, não objetivamos em momento nenhum gerar conclusões definitivas, nossa intenção aqui é enriquecer as discussões sobre a temática fornecendo hipóteses para novos questionamentos.

12 BIBLIOGRAFIA BARROS, N. V. Violência contra Criança e Adolescente. Trajetória histórica, Política e Prática de Proteção Social. Tese de Doutorado. Rio de Janeiro: Departamento de Psicologia, PUC-RIO, BRASIL, Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei Federal 8.069/90, de 13 de julho de BRUM, J. S. Violência Intrafamiliar: Um estudo a partir da experiência no projeto Violência Silenciada-Criança e Adolescente. Trabalho de Conclusão de Curso. Rio de Janeiro: Escola de Serviço Social, UFF, CERESTRJ2, Mapas de Niterói RJ. Disponível em: <http://cerestrj2.wordpress.com/mapas>. Acesso em: DESLANDES, S. F.; ASSIS, S. G.; SANTOS, N. C. Violência envolvendo crianças no Brasil: um plural estruturado e estruturante. In: Impacto da violência na saúde dos brasileiros. Secretaria de Vigilância em Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, DESLANDES, S. F. Redes de proteção social e redes sociais: uma práxis integradora. In: Brasil. Ministério da Saúde. Violência faz mal à saúde. Brasília: Ministério da Saúde; p MINAYO, M.C.S. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 8ª ed. São Paulo: Hucitec/ Rio de Janeiro: Abrasco; OLIVEIRA, V. L. A et al. Redes de proteção: novo paradigma de atuação. Experiência de Curitiba. In: Brasil. Mistério da Saúde. Violência faz mal à saúde. Brasília: Ministério da Saúde; p OMS. Violência um problema de saúde pública. In: KRUG, E. et al. (Eds.). Relatório Mundial sobre violência e saúde. Genebra: World repord on violence and health/organização Mundial de Saúde QUINTANILHA, Ronald dos Santos. Infância, Adolescência e Políticas Públicas: Análises das Violações de Direitos da Criança e do Adolescente da Zona Norte do município de Niterói. Dissertação de Mestrado/ Escola de Serviço Social/ UFF, 2010.

13 UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE - UFF. Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica: Relatório Final de Pesquisa Violência Silenciada Criança e adolescente

VIOLÊNCIA INTRAFAMILIAR CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES E AS QUESTÕES DE GÊNERO NO MUNICÍPIO DE NITERÓI/RJ 2003/2008

VIOLÊNCIA INTRAFAMILIAR CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES E AS QUESTÕES DE GÊNERO NO MUNICÍPIO DE NITERÓI/RJ 2003/2008 VIOLÊNCIA INTRAFAMILIAR CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES E AS QUESTÕES DE GÊNERO NO MUNICÍPIO DE NITERÓI/RJ 2003/2008 Joice da Silva Brum 1 Nivia Valença Barros 2 Resumo: O presente trabalho objetiva apresentar

Leia mais

Violência contra crianças e adolescentes: uma análise descritiva do fenômeno

Violência contra crianças e adolescentes: uma análise descritiva do fenômeno A crise de representação e o espaço da mídia na política RESENHA Violência contra crianças e adolescentes: uma análise descritiva do fenômeno Rogéria Martins Socióloga e Professora do Departamento de Educação/UESC

Leia mais

Mostra de Projetos 2011 "UMA REFLEXÃO ACERCA DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO BAIRRO DO XARQUINHO, NO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA-PR"

Mostra de Projetos 2011 UMA REFLEXÃO ACERCA DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO BAIRRO DO XARQUINHO, NO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA-PR Mostra de Projetos 2011 "UMA REFLEXÃO ACERCA DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO BAIRRO DO XARQUINHO, NO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA-PR" Mostra Local de: Guarapuava Categoria do projeto: Projetos

Leia mais

O PROGRAMA ASSISTÊNCIA SÓCIO-JURÍDICA E OS DIREITOS DO IDOSO

O PROGRAMA ASSISTÊNCIA SÓCIO-JURÍDICA E OS DIREITOS DO IDOSO O PROGRAMA ASSISTÊNCIA SÓCIO-JURÍDICA E OS DIREITOS DO IDOSO Maria Salete da Silva Josiane dos Santos O Programa Assistência Sócio-Jurídica, extensão do Departamento de Serviço Social, funciona no Núcleo

Leia mais

VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: a experiência do II Conselho Tutelar de Niterói. Paloma Rodrigues Carvalho 1 1.

VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: a experiência do II Conselho Tutelar de Niterói. Paloma Rodrigues Carvalho 1 1. VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: a experiência do II Conselho Tutelar de Niterói Paloma Rodrigues Carvalho 1 RESUMO Este trabalho é produto do Projeto Violência Silenciada - Criança e Adolescente

Leia mais

NÚCLEO TÉCNICO FEDERAL

NÚCLEO TÉCNICO FEDERAL NÚCLEO TÉCNICO FEDERAL Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte PPCAAM Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente Secretaria de Direitos Humanos Presidência

Leia mais

Redes Intersetoriais no Campo da Saúde Mental Infanto-Juvenil

Redes Intersetoriais no Campo da Saúde Mental Infanto-Juvenil Redes Intersetoriais no Campo da Saúde Mental Infanto-Juvenil Cintia Santos Nery dos Anjos 1 O tema deste estudo refere-se a operacionalização da intersetorialidade no campo da Saúde Mental Infanto-Juvenil

Leia mais

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA Autores: FIGUEIREDO 1, Maria do Amparo Caetano de LIMA 2, Luana Rodrigues de LIMA 3, Thalita Silva Centro de Educação/

Leia mais

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA,

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA, Carta de Campinas Nos dias 17 e 18 de junho de 2008, na cidade de Campinas (SP), gestores de saúde mental dos 22 maiores municípios do Brasil, e dos Estados-sede desses municípios, além de profissionais

Leia mais

O PAPEL DO SERVIÇO DE EPIDEMIOLOGIA NA REDE DE PROTEÇÃO A CRIANÇA E AO ADOLESCENTE EM SITUACAO DE RISCO PARA A VIOLENCIA NO HOSPITAL DE CLÍNICAS.

O PAPEL DO SERVIÇO DE EPIDEMIOLOGIA NA REDE DE PROTEÇÃO A CRIANÇA E AO ADOLESCENTE EM SITUACAO DE RISCO PARA A VIOLENCIA NO HOSPITAL DE CLÍNICAS. O PAPEL DO SERVIÇO DE EPIDEMIOLOGIA NA REDE DE PROTEÇÃO A CRIANÇA E AO ADOLESCENTE EM SITUACAO DE RISCO PARA A VIOLENCIA NO HOSPITAL DE CLÍNICAS. AREA TEMÁTICA: Saúde. COORDENADORA: Prof.ª Dr.ª Denise

Leia mais

MAUS TRATOS NA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA

MAUS TRATOS NA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA MAUS TRATOS NA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA Gabriela Azevedo Marques da Cunha ¹ Selma Dantas Teixeira Sabra ² É uma problemática complexa que envolve na sua etiologia vários fatores individuais, sociais, culturais

Leia mais

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos:

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos: 1 INTRODUÇÃO Sobre o Sou da Paz: O Sou da Paz é uma organização que há mais de 10 anos trabalha para a prevenção da violência e promoção da cultura de paz no Brasil, atuando nas seguintes áreas complementares:

Leia mais

VII JORNADA DE ESTAGIO DE SERVIÇO SOCIAL A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL DO MUNICIPIO DE CARAMBEÍ PR.

VII JORNADA DE ESTAGIO DE SERVIÇO SOCIAL A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL DO MUNICIPIO DE CARAMBEÍ PR. VII JORNADA DE ESTAGIO DE SERVIÇO SOCIAL A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL DO MUNICIPIO DE CARAMBEÍ PR. Resumo: CARNEIRO, Alana Caroline 1. SIVEIRA, Adriane 2. SOUZA,

Leia mais

Secretaria Nacional de Assistência Social

Secretaria Nacional de Assistência Social POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SUAS Secretaria Nacional de Assistência Social MARCOS NORMATIVOS E REGULATÓRIOS Constituição Federal 1988 LOAS 1993 PNAS 2004

Leia mais

1.4 Objeto e Metodologia

1.4 Objeto e Metodologia 1.4 Objeto e Metodologia O objeto a pesquisa cujos dados serão apresentados foi definido juntamente com a SAS- Secretaria de Assistência Social de Presidente Prudente em especial com a equipe do CREAS

Leia mais

ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: BALANÇO DE UMA DÉCADA

ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: BALANÇO DE UMA DÉCADA ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: BALANÇO DE UMA DÉCADA Área Temática: Direitos Humanos e Justiça Liza Holzmann (Coordenadora da Ação de Extensão) Liza Holzmann 1 Palavras Chave:

Leia mais

ACOMPANHAMENTO FAMILIAR NA ASSISTENCIA SOCIAL: UMA PROPOSTA DE METODOLOGIA PARA O ESTADO DO RIO DE JANEIRO

ACOMPANHAMENTO FAMILIAR NA ASSISTENCIA SOCIAL: UMA PROPOSTA DE METODOLOGIA PARA O ESTADO DO RIO DE JANEIRO ACOMPANHAMENTO FAMILIAR NA ASSISTENCIA SOCIAL: UMA PROPOSTA DE METODOLOGIA PARA O ESTADO DO RIO DE JANEIRO Subsecretaria de Assistência Social e Descentralização da Gestão O PAIF NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Leia mais

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Diretriz 01 - Promoção da cultura do respeito e da garantia dos direitos humanos de

Leia mais

A GESTÃO DO CREAS E AS MUDANÇAS COM A TIPIFICAÇÃO E O PROTOCOLO DE GESTÃO

A GESTÃO DO CREAS E AS MUDANÇAS COM A TIPIFICAÇÃO E O PROTOCOLO DE GESTÃO A GESTÃO DO CREAS E AS MUDANÇAS COM A TIPIFICAÇÃO E O PROTOCOLO DE GESTÃO A Assistência Social como política de proteção social configura uma nova situação para o Brasil: garantir proteção a todos, que

Leia mais

INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR

INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR SANTOS, Elaine Ferreira dos (estagio II), WERNER, Rosiléa Clara (supervisor), rosileawerner@yahoo.com.br

Leia mais

ANEXO I ROTEIRO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS FIA 2011. Cada projeto deve conter no máximo 20 páginas

ANEXO I ROTEIRO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS FIA 2011. Cada projeto deve conter no máximo 20 páginas Cada projeto deve conter no máximo 20 páginas 1. APRESENTAÇÃO Faça um resumo claro e objetivo do projeto, considerando a situação da criança e do adolescente, os dados de seu município, os resultados da

Leia mais

experiência inovadora como contribuição da sociedade civil: Reintegração Familiar de Crianças e Adolescentes em Situação de Rua.

experiência inovadora como contribuição da sociedade civil: Reintegração Familiar de Crianças e Adolescentes em Situação de Rua. Título da experiência: Políticas públicas de apoio à população de rua Uma experiência inovadora como contribuição da sociedade civil: Reintegração Familiar de Crianças e Adolescentes em Situação de Rua.

Leia mais

A Vigilância Socioassistencial e a Implantação da NOB SUAS 2012

A Vigilância Socioassistencial e a Implantação da NOB SUAS 2012 A Vigilância Socioassistencial e a Implantação da NOB SUAS 2012 Luis Otavio Farias Coordenador Geral dos Serviços de Vigilância Social Departamento de Gestão do SUAS Secretaria Nacional de Assistência

Leia mais

DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÕES DE TRABALHO PRECOCE

DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÕES DE TRABALHO PRECOCE Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 18 a 22 de outubro, 2010 337 DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM

Leia mais

MAPEAMENTO DE PESQUISAS EDUCACIONAIS EM TORNO DA PEDAGOGIA DA ALTERNÂNCIA TEMAS E DEBATES DAS PESQUISAS DE PÓS GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO (2005-2010)

MAPEAMENTO DE PESQUISAS EDUCACIONAIS EM TORNO DA PEDAGOGIA DA ALTERNÂNCIA TEMAS E DEBATES DAS PESQUISAS DE PÓS GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO (2005-2010) MAPEAMENTO DE PESQUISAS EDUCACIONAIS EM TORNO DA PEDAGOGIA DA ALTERNÂNCIA TEMAS E DEBATES DAS PESQUISAS DE PÓS GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO (2005-2010) Taílla Caroline Souza Menezes¹ e Ludmila Oliveira Holanda

Leia mais

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social PAPÉIS COMPETÊNCIAS

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social PAPÉIS COMPETÊNCIAS PAPÉIS E COMPETÊNCIAS O SERVIÇO PSICOSSOCIAL NO CREAS... O atendimento psicossocial no serviço é efetuar e garantir o atendimento especializado (brasil,2006). Os profissionais envolvidos no atendimento

Leia mais

A PROTEÇÃO SOCIOASSISTENCIAL PARA USUÁRIOS DE CRACK E SUAS FAMÍLIAS: OS DESAFIOS DA INTERSETORIALIDADE

A PROTEÇÃO SOCIOASSISTENCIAL PARA USUÁRIOS DE CRACK E SUAS FAMÍLIAS: OS DESAFIOS DA INTERSETORIALIDADE A PROTEÇÃO SOCIOASSISTENCIAL PARA USUÁRIOS DE CRACK E SUAS FAMÍLIAS: OS DESAFIOS DA INTERSETORIALIDADE Título: A Proteção Socioassistencial para Usuários de Crack e suas Famílias: Os Desafios da Intersetorialidade

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DA PÓS-GRADUAÇÃO: ESTUDO DE INDICADORES

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DA PÓS-GRADUAÇÃO: ESTUDO DE INDICADORES DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DA PÓS-GRADUAÇÃO: ESTUDO DE INDICADORES Maria Helena Machado de Moraes - FURG 1 Danilo Giroldo - FURG 2 Resumo: É visível a necessidade de expansão da Pós-Graduação no Brasil, assim

Leia mais

PÚBLICO-ALVO Assistentes sociais que trabalham na área da educação e estudantes do curso de Serviço Social.

PÚBLICO-ALVO Assistentes sociais que trabalham na área da educação e estudantes do curso de Serviço Social. OBJETIVOS: Promover o debate sobre o Serviço Social na Educação; Subsidiar as discussões para o Seminário Nacional de Serviço Social na Educação, a ser realizado em junho de 2012 em Maceió-Alagoas; Contribuir

Leia mais

Mostra de Projetos 2011. Projeto de Implantação da Rede de Proteção Social de Araucária

Mostra de Projetos 2011. Projeto de Implantação da Rede de Proteção Social de Araucária Mostra de Projetos 2011 Projeto de Implantação da Rede de Proteção Social de Araucária Mostra Local de: Araucária. Categoria do projeto: I - Projetos em implantação, com resultados parciais. Nome da Instituição/Empresa:

Leia mais

PROGRAMA MEDIAÇÃO DE CONFLITOS

PROGRAMA MEDIAÇÃO DE CONFLITOS Programa Mediação Conflitos PROGRAMA MEDIAÇÃO DE CONFLITOS MARCO LÓGICO 2015 Programa Mediação Conflitos A- Intificação do Problema (Árvore problemas): ÁRVORE DE PROBLEMAS CONSEQUÊNCIAS PROBLEMA Homicídios

Leia mais

MAPAS CONCEITUAIS NAS PESQUISAS DO NÚCLEO DE ETNOGRAFIA EM EDUCAÇÃO

MAPAS CONCEITUAIS NAS PESQUISAS DO NÚCLEO DE ETNOGRAFIA EM EDUCAÇÃO MAPAS CONCEITUAIS NAS PESQUISAS DO NÚCLEO DE ETNOGRAFIA EM EDUCAÇÃO Autor: Riselda Maria de França Oliveira Universidade Estadual do Rio de Janeiro - riseldaf@hotmail.com Co-autor: Marcelo Alex de Oliveira

Leia mais

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções)

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( x ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE

Leia mais

Nota Técnica. Conceitos da Vigilância Socioassistencial Nº 01. Curitiba, PR. Junho de 2014. Coordenação da Gestão do SUAS

Nota Técnica. Conceitos da Vigilância Socioassistencial Nº 01. Curitiba, PR. Junho de 2014. Coordenação da Gestão do SUAS Nota Técnica Conceitos da Vigilância Socioassistencial Nº 01 Curitiba, PR. Junho de 2014 Coordenação da Gestão do SUAS Conceitos da Vigilância Socioassistencial Finalidade: Considerando a importância da

Leia mais

Sistema Único de Assistência Social

Sistema Único de Assistência Social Sistema Único de Assistência Social Secretaria Nacional de Assistência Social Departamento de Proteção Social Especial Brasília-DF Dezembro de 2011 O Sistema Único de Assistência Social (Suas) é um sistema

Leia mais

DIREITOS HUMANOS, JUVENTUDE E SEGURANÇA HUMANA

DIREITOS HUMANOS, JUVENTUDE E SEGURANÇA HUMANA DIREITOS HUMANOS, JUVENTUDE E SEGURANÇA HUMANA FARIAS, Maria Lígia Malta ¹ SOUSA, Valéria Nicolau de ² TANNUSS, Rebecka Wanderley ³ Núcleo De Cidadania e Direitos Humanos/ PROEXT RESUMO O Projeto de Extensão

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

Como proceder à notificação e para onde encaminhá-la?

Como proceder à notificação e para onde encaminhá-la? Se a família não quiser ou não puder assumir a notificação, o educador deverá informar a família que, por força da lei, terá que notificar o fato aos órgãos competentes. Como proceder à notificação e para

Leia mais

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social: instrumentais técnico-operativos no Serviço Social. CRAS CONSULESA HELENA VAN DEN BERG - CASTRO/ PARANÁ

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social: instrumentais técnico-operativos no Serviço Social. CRAS CONSULESA HELENA VAN DEN BERG - CASTRO/ PARANÁ VIII Jornada de Estágio de Serviço Social: instrumentais técnico-operativos no Serviço Social. CRAS CONSULESA HELENA VAN DEN BERG - CASTRO/ PARANÁ DUCHEIKO, Angelina do Rocio 1 RODRIGUES, Camila Moreira

Leia mais

Avanços na Assistência Social brasileira: o trabalho multidisciplinar e a prática com grupos.

Avanços na Assistência Social brasileira: o trabalho multidisciplinar e a prática com grupos. Avanços na Assistência Social brasileira: o trabalho multidisciplinar e a prática com grupos. Autores Aline Xavier Melo alinexaviermelo@yahoo.com.br Juliana Roman dos Santos Oliveira ju_roman@hotmail.com

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

Universidade do Estado do Rio de Janeiro Vice-Reitoria Curso de Abordagem da Violência na Atenção Domiciliar Unidade 2-Violência e criança

Universidade do Estado do Rio de Janeiro Vice-Reitoria Curso de Abordagem da Violência na Atenção Domiciliar Unidade 2-Violência e criança Universidade do Estado do Rio de Janeiro Vice-Reitoria Curso de Abordagem da Violência na Atenção Domiciliar Unidade 2-Violência e criança Nesta unidade, analisaremos os aspectos específicos referentes

Leia mais

Projeto de Intervenção do PROVAB ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO NO MODELO PADRÃO

Projeto de Intervenção do PROVAB ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO NO MODELO PADRÃO Projeto de Intervenção do PROVAB ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO NO MODELO PADRÃO Brasília Setembro de 2014 APRESENTAÇÃO Na perspectiva de formação e avaliação do profissional participante do Programa de Valorização

Leia mais

O Policiamento Comunitário como Mecanismo de Promoção da Cidadania no Rio de Janeiro

O Policiamento Comunitário como Mecanismo de Promoção da Cidadania no Rio de Janeiro O Policiamento Comunitário como Mecanismo de Promoção da Cidadania no Rio de Janeiro Aluno: Gabriel Ferreira de Carvalho gabriel_fc.90@hotmail.com Orientador: Dr. Augusto César Pinheiro da Silva augustoc@puc-rio.br

Leia mais

Vínculo institucional: FADERS e PUCRS Faculdade de Serviço Social / Atuação: Professora e Pesquisadora da FSS/ graduação e pós-graduação

Vínculo institucional: FADERS e PUCRS Faculdade de Serviço Social / Atuação: Professora e Pesquisadora da FSS/ graduação e pós-graduação PROJETO DE PESQUISA: Condições de Acesso das Pessoas com Deficiência às Universidades do RS Responsável: Profa Dra Idília Fernandes Vínculo institucional: FADERS e PUCRS Faculdade de Serviço Social / Atuação:

Leia mais

GUIA DE ARGUMENTOS DE VENDAS

GUIA DE ARGUMENTOS DE VENDAS GUIA DE ARGUMENTOS DE VENDAS O Plano Diretor é uma lei municipal que estabelece diretrizes para a ocupação da cidade. Ele deve identificar e analisar as características físicas, as atividades predominantes

Leia mais

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ MESTRADO EM PLANEJAMENTO E GOVERNANÇA PÚBLICA

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ MESTRADO EM PLANEJAMENTO E GOVERNANÇA PÚBLICA UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ MESTRADO EM PLANEJAMENTO E GOVERNANÇA PÚBLICA REDE DE PROTEÇÃO À CRIANÇA E AO ADOLESCENTE EM SITUAÇÃO DE RISCO PARA A VIOLÊNCIA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA

Leia mais

do Idoso Portaria 104/2011

do Idoso Portaria 104/2011 DEVER DE NOTIFICAR- do Idoso Portaria 104/2011 Lei 6.259/75l Lei 10.778/03, ECA, Estatuto n Médicos n Enfermeiros n Odontólogos n Biólogos n Biomédicos n Farmacêuticos n Responsáveis por organizações e

Leia mais

Indisciplina escolar: um breve balanço da pesquisa em educação. Juliana Ap. M. Zechi FCT/UNESP

Indisciplina escolar: um breve balanço da pesquisa em educação. Juliana Ap. M. Zechi FCT/UNESP Indisciplina escolar: um breve balanço da pesquisa em educação Juliana Ap. M. Zechi FCT/UNESP Complexidade do assunto e multiplicidade de interpretações que o tema encerra. Ações mais assemelhadas à indisciplina

Leia mais

TÍTULO: REFORÇO ESCOLAR: CONTRIBUINDO PARA O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES. TEMA: BRINCAR DE APRENDER. GRUPO:

TÍTULO: REFORÇO ESCOLAR: CONTRIBUINDO PARA O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES. TEMA: BRINCAR DE APRENDER. GRUPO: TÍTULO: REFORÇO ESCOLAR: CONTRIBUINDO PARA O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES. TEMA: BRINCAR DE APRENDER. GRUPO: Alda Nery Danielle Alvarenga Gieze Belleza Margareth Gonçalves Jucilene Dias Luciana

Leia mais

Secretaria Municipal de Assistência Social Centro de Referência Especializado de Assistência Social

Secretaria Municipal de Assistência Social Centro de Referência Especializado de Assistência Social Secretaria Municipal de Assistência Social Centro de Referência Especializado de Assistência Social Proposta para Implementação de Serviço de Responsabilização e Educação de Agressores Grupo Paz em Casa

Leia mais

A economia solidária como estratégia de inclusão produtiva no Programa Bolsa Família

A economia solidária como estratégia de inclusão produtiva no Programa Bolsa Família A economia solidária como estratégia de inclusão produtiva no Programa Bolsa Família Adriane Vieira Ferrarini Docente e pesquisadora do Programa de Pós graduação em Ciências Sociais da Unisinos Estelamaris

Leia mais

GTT 1 - A Descaracterização do Trabalho do Professor de Educação Física nas Atuais Políticas Públicas de Educação na RMBH

GTT 1 - A Descaracterização do Trabalho do Professor de Educação Física nas Atuais Políticas Públicas de Educação na RMBH Documento final do "Seminário: O trabalho docente em educação física face às atuais políticas públicas na educação na RMBH: Repercussões nas instituições Formadoras" O presente documento tem por finalidade

Leia mais

Formação docente e movimentos sociais: diálogos e tensões cotidianas

Formação docente e movimentos sociais: diálogos e tensões cotidianas A PRÁTICA PEDAGÓGICA E MOVIMENTOS SOCIAIS: DIÁLOGOS FORMATIVOS PARA O TRABALHO DOCENTE NA PEDAGOGIA DA ALTERNÂNCIA Eliziane Santana dos Santos 1 Ludmila Oliveira Holanda Cavalcante 2 ¹ Bolsista FAPESB,

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS EDUCAÇÃO BÁSICA ENSINO SUPERIOR EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL EDUCAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO SISTEMA DE JUSTIÇA E SEGURANÇA EDUCAÇÃO E MÍDIA Comitê Nacional de Educação

Leia mais

MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA

MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA Autor: Marusa Fernandes da Silva marusafs@gmail.com Orientadora: Profª. Ms. Mônica Mª N. da Trindade Siqueira Universidade de Taubaté monica.mnts@uol.com.br Comunicação oral:

Leia mais

PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES PARA PROMOÇÃO DA SAÚDE

PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES PARA PROMOÇÃO DA SAÚDE 1 PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES PARA PROMOÇÃO DA SAÚDE Autoras: Paula Cristina Ischkanian 1 e Maria Cecília Focesi Pelicioni 2. 1 Mestranda da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São

Leia mais

introdução Trecho final da Carta da Terra 1. O projeto contou com a colaboração da Rede Nossa São Paulo e Instituto de Fomento à Tecnologia do

introdução Trecho final da Carta da Terra 1. O projeto contou com a colaboração da Rede Nossa São Paulo e Instituto de Fomento à Tecnologia do sumário Introdução 9 Educação e sustentabilidade 12 Afinal, o que é sustentabilidade? 13 Práticas educativas 28 Conexões culturais e saberes populares 36 Almanaque 39 Diálogos com o território 42 Conhecimentos

Leia mais

OFICINAS CORPORAIS, JOGOS, BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS - UMA INTERVENÇÃO COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE RISCO

OFICINAS CORPORAIS, JOGOS, BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS - UMA INTERVENÇÃO COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE RISCO OFICINAS CORPORAIS, JOGOS, BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS - UMA INTERVENÇÃO COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE RISCO SANTOS, Fernanda Costa 1 PEREIRA, Bruna Kely da Silva 2 CANEDO, Samara Rodrigues

Leia mais

Projetos de Extensão SERVIÇO SOCIAL Estudo sociais em parceria com o fórum de UVA

Projetos de Extensão SERVIÇO SOCIAL Estudo sociais em parceria com o fórum de UVA Projetos de Extensão SERVIÇO SOCIAL Estudo sociais em parceria com o fórum de UVA Serviços técnicos do Serviço Social na área da família e infância nos processos do Fórum de União da Vitória O Serviço

Leia mais

O Protocolo de Gestão Integrada e o Acompanhamento das Famílias PBF no Sicon. Encontro Regional do Congemas Região Nordeste

O Protocolo de Gestão Integrada e o Acompanhamento das Famílias PBF no Sicon. Encontro Regional do Congemas Região Nordeste O Protocolo de Gestão Integrada e o Acompanhamento das Famílias PBF no Sicon Encontro Regional do Congemas Região Nordeste Camaçari, 31 de outubro de 2012 Programa Bolsa Família Transferência de renda

Leia mais

TRANSVERSALIDADE. 1 Educação Ambiental

TRANSVERSALIDADE. 1 Educação Ambiental TRANSVERSALIDADE Os temas transversais contribuem para formação humanística, compreensão das relações sociais, através de situações de aprendizagens que envolvem a experiência do/a estudante, temas da

Leia mais

ESTADO DO MARANHÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE CAXIAS SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO SEMEDUC SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE SMS PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA

ESTADO DO MARANHÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE CAXIAS SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO SEMEDUC SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE SMS PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA Caxias-MA 2015 EDITAL DE DIVULGAÇÃO III MOSTRA CIENTIFICA DO PROGRAMA SAUDE NA ESCOLA- PSE CAXIAS - MA Fortalecer e integrar redes para a promoção da saúde e educação 1-APRESENTAÇÃO O Programa Saúde na

Leia mais

PROTEÇÃO INTEGRAL EM REDES SOCIAIS

PROTEÇÃO INTEGRAL EM REDES SOCIAIS PROTEÇÃO INTEGRAL EM REDES SOCIAIS ENCONTRO DE GRUPOS REGIONAIS DE ARTICULAÇÃO- ABRIGOS - SÃO PAULO O QUE É UMA REDE DE PROTEÇÃO SOCIAL? sistemas organizacionais capazes de reunir indivíduos e instituições,

Leia mais

Serviço Social. DISCURSIVA Residência Saúde 2012 C COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO ACADÊMICO D A. wwww.cepuerj.uerj.br ATIVIDADE DATA LOCAL

Serviço Social. DISCURSIVA Residência Saúde 2012 C COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO ACADÊMICO D A. wwww.cepuerj.uerj.br ATIVIDADE DATA LOCAL HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO C COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO ACADÊMICO D A Serviço Social DISCURSIVA Residência Saúde 2012 ATIVIDADE DATA LOCAL Divulgação do gabarito - Prova Objetiva (PO) 31/10/2011

Leia mais

Elaine Lourenço 1 Betânia Freitas 2

Elaine Lourenço 1 Betânia Freitas 2 O PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA (PSF), NO ÂMBITO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS) E SUA INTERFACE COM O PROGRAMA DE ATENDIMENTO INTEGRAL À FAMÍLIA (PAIF) DO SISTEMA ÚNICO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL (SUS) Elaine

Leia mais

Tabela 1 Total da população 2010 Total de homens Total de mulheres Homens % Mulheres % Distrito Federal 2.562.963 1.225.237 1.337.

Tabela 1 Total da população 2010 Total de homens Total de mulheres Homens % Mulheres % Distrito Federal 2.562.963 1.225.237 1.337. PROGRAMA TÉMATICO: 6229 EMANCIPAÇÃO DAS MULHERES OBJETIVO GERAL: Ampliar o acesso das mulheres aos seus direitos por meio do desenvolvimento de ações multissetoriais que visem contribuir para uma mudança

Leia mais

EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS

EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS Garantir a elaboração e implementação da política e do Plano Decenal

Leia mais

Tendências dos direitos humanos na política de atendimento a crianças e adolescentes no município de Maceió.

Tendências dos direitos humanos na política de atendimento a crianças e adolescentes no município de Maceió. Tendências dos direitos humanos na política de atendimento a crianças e adolescentes no município de Maceió. Autores:Márcia Iara Costa da Silva Martha Daniella Tenório de Oliveira OBJETO DA PESQUISA: Crianças

Leia mais

Em defesa de uma Secretaria Nacional de Igualdade de Oportunidades

Em defesa de uma Secretaria Nacional de Igualdade de Oportunidades 1 Em defesa de uma Secretaria Nacional de Igualdade de Oportunidades A Comissão Nacional da Questão da Mulher Trabalhadora da CUT existe desde 1986. Neste período houve muitos avanços na organização das

Leia mais

Diretrizes para Implementação dos Serviços de Responsabilização e Educação dos Agressores

Diretrizes para Implementação dos Serviços de Responsabilização e Educação dos Agressores PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE POLÍTICAS PARA MULHERES SECRETRIA DE ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES Diretrizes para Implementação dos Serviços de Responsabilização e Educação dos Agressores

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Rede de Proteção. Criança e adolescente. Direitos Humanos. Violência

PALAVRAS-CHAVE Rede de Proteção. Criança e adolescente. Direitos Humanos. Violência 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA (X) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA

Leia mais

Em resumo, trata-se de seis (6) modalidades de serviços de 24 horas:

Em resumo, trata-se de seis (6) modalidades de serviços de 24 horas: MORADIA ASSISTIDA OBJETIVO GERAL: Garantir o acolhimento institucional de pessoas em situação de rua abordadas pelo projeto Centro Legal, servindo de referência como moradia para os em tratamento de saúde

Leia mais

O PETI e o Trabalho em Rede. Maria de Fátima Nassif Equipe Proteção Social Especial Coordenadoria de Ação Social Secretaria de Desenvolvimento Social

O PETI e o Trabalho em Rede. Maria de Fátima Nassif Equipe Proteção Social Especial Coordenadoria de Ação Social Secretaria de Desenvolvimento Social O PETI e o Trabalho em Rede Maria de Fátima Nassif Equipe Proteção Social Especial Coordenadoria de Ação Social Secretaria de Desenvolvimento Social Articulação da rede de serviços socioassistenciais Proteção

Leia mais

SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA

SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA Romaldo Bomfim Medina Jr 1 Luciane Silva Ramos 2 Fernanda Franceschi de Freitas 3 Carmem Lúcia Colomé Beck 4 O movimento

Leia mais

1.2. Ser aprovado em um exame de língua estrangeira (inglês ou francês);

1.2. Ser aprovado em um exame de língua estrangeira (inglês ou francês); PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO MESTRADO EM EDUCAÇÃO EDITAL PARA SELEÇÃO 2016 O Programa de Pós-Graduação em Educação da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PPGE/PUC-Rio) torna pública

Leia mais

FÓRUM MUNDIAL DE DIREITOS HUMANOS. Data: 10 a 13 de Dezembro de 2013 Local: Brasília

FÓRUM MUNDIAL DE DIREITOS HUMANOS. Data: 10 a 13 de Dezembro de 2013 Local: Brasília FÓRUM MUNDIAL DE DIREITOS HUMANOS Data: 10 a 13 de Dezembro de 2013 Local: Brasília Nome do Evento: Fórum Mundial de Direitos Humanos Tema central: Diálogo e Respeito às Diferenças Objetivo: Promover um

Leia mais

PROGRAMA ULBRASOL. Palavras-chave: assistência social, extensão, trabalho comunitário.

PROGRAMA ULBRASOL. Palavras-chave: assistência social, extensão, trabalho comunitário. PROGRAMA ULBRASOL Irmo Wagner RESUMO Com a intenção e o propósito de cada vez mais fomentar e solidificar a inserção da Universidade na Comunidade em que encontra-se inserida, aprimorando a construção

Leia mais

Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes. Disque Denúncia Nacional: DDN 100

Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes. Disque Denúncia Nacional: DDN 100 Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual Contra Crianças

Leia mais

Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes: barreiras ao convívio democrático Josevanda Mendonça Franco Professora-Especialista

Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes: barreiras ao convívio democrático Josevanda Mendonça Franco Professora-Especialista CURSO DE APERFEIÇOAMENTO PARA O PROCESSO SELETIVO E CONSULTIVO PARA DIRETORES ESCOLARES Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes: barreiras ao convívio democrático Josevanda Mendonça Franco Professora-Especialista

Leia mais

CHAMADA DE ARTIGOS do SUPLEMENTO TEMÁTICO A EDUCAÇÃO POPULAR EM SAÚDE NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE

CHAMADA DE ARTIGOS do SUPLEMENTO TEMÁTICO A EDUCAÇÃO POPULAR EM SAÚDE NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE 1 CHAMADA DE ARTIGOS do SUPLEMENTO TEMÁTICO A EDUCAÇÃO POPULAR EM SAÚDE NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE No dia 16 de novembro último, durante o 10o Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, realizado em Porto

Leia mais

Carta Documento: pela construção e implementação de uma Política de Educação do Campo na UNEB

Carta Documento: pela construção e implementação de uma Política de Educação do Campo na UNEB Salvador, 21 de setembro de 2015 Carta Documento: pela construção e implementação de uma Política de Educação do Campo na UNEB Nos dias 19, 20 e 21 de agosto de 2015 realizou-se no Hotel Vila Velha, em

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local

RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local 1 Por: Evandro Prestes Guerreiro 1 A questão da Responsabilidade Social se tornou o ponto de partida para o estabelecimento

Leia mais

VIGILÂNCIA SOCIAL E A GESTÃO DA INFORMAÇÃO: A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO

VIGILÂNCIA SOCIAL E A GESTÃO DA INFORMAÇÃO: A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO VIGILÂNCIA SOCIAL E A GESTÃO DA INFORMAÇÃO: A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO CONCEITUANDO... Vigilância Social : Produção e sistematização de informações territorializadas sobre

Leia mais

BENEFÍCIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA E ENVELHECIMENTO ATIVO: CONQUISTAS E DESAFIOS

BENEFÍCIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA E ENVELHECIMENTO ATIVO: CONQUISTAS E DESAFIOS BENEFÍCIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA E ENVELHECIMENTO ATIVO: CONQUISTAS E DESAFIOS Cristiane Cinat Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - UNESP - Franca cricriblue@hotmail.com Introdução

Leia mais

SALA DE ESPERA DIREITOS DOS IDOSOS: SUBPROJETO DO NÚCLEO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, JURÍDICA E DE ESTUDOS SOBRE A PESSOA IDOSA

SALA DE ESPERA DIREITOS DOS IDOSOS: SUBPROJETO DO NÚCLEO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, JURÍDICA E DE ESTUDOS SOBRE A PESSOA IDOSA 110. ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( x ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA SALA DE ESPERA DIREITOS DOS IDOSOS: SUBPROJETO DO NÚCLEO

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL NA EDUCAÇÃO: UMA RELAÇÃO NECESSÁRIA PARA SE COMPREENDER A COMPLEXIDADE DO ENSINO/APRENDIZADO BRASILEIRO.

SERVIÇO SOCIAL NA EDUCAÇÃO: UMA RELAÇÃO NECESSÁRIA PARA SE COMPREENDER A COMPLEXIDADE DO ENSINO/APRENDIZADO BRASILEIRO. SERVIÇO SOCIAL NA EDUCAÇÃO: UMA RELAÇÃO NECESSÁRIA PARA SE COMPREENDER A COMPLEXIDADE DO ENSINO/APRENDIZADO BRASILEIRO. Resumo Paula Lopes Gomes - Universidade Estadual da Paraíba. E-mail: paulagomes20@msn.com

Leia mais

Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento,

Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Projetos e Capacitação Ministério do Desenvolvimento Social

Leia mais

PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA

PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA, Daniela C. F. Barbieri Programa de Pós-Graduação em Educação Núcleo: Formação de professores UNIMEP

Leia mais

Prioridades para o PA 2014 Comunidade Externa. Câmpus Restinga Junho, 2013. Desenvolvimento Institucional

Prioridades para o PA 2014 Comunidade Externa. Câmpus Restinga Junho, 2013. Desenvolvimento Institucional Prioridades para o PA 2014 Comunidade Externa Câmpus Restinga Junho, 2013 Desenvolvimento Institucional APRESENTAÇÃO O presente relatório deve ser considerado como um Anexo ao Diagnóstico das Prioridades

Leia mais

VII Congresso Latino-Americano de Estudos do Trabalho. O Trabalho no Século XXI. Mudanças, Impactos e Perspectivas.

VII Congresso Latino-Americano de Estudos do Trabalho. O Trabalho no Século XXI. Mudanças, Impactos e Perspectivas. VII Congresso Latino-Americano de Estudos do Trabalho. O Trabalho no Século XXI. Mudanças, Impactos e Perspectivas. GT 18 - Psicología Social Del Trabajo en América Latina: Identidades y procesos de subjetivación,

Leia mais

REDE, VIOLÊNCIA E POLÍTICAS PÚBLICAS

REDE, VIOLÊNCIA E POLÍTICAS PÚBLICAS REDE, VIOLÊNCIA E POLÍTICAS PÚBLICAS Autoras: Bruna dos Reis Martins Acadêmica de Enfermagem Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa UFF Angele dos Reis Martins - Acadêmica de Biologia Faculdade de

Leia mais

FORMULÁRIO DE PROGRAMA DE EXTENSÃO

FORMULÁRIO DE PROGRAMA DE EXTENSÃO Registro na Extensão Nº: Em / / FORMULÁRIO DE PROGRAMA DE EXTENSÃO 1 - Identificação: 1.1 - Título 1 : 1.2 - Área Temática Principal (assinalar apenas uma área temática, aquela que melhor define o problema

Leia mais

Re s p o n s a b i l i z a ç ã o e

Re s p o n s a b i l i z a ç ã o e Anexo II Di r e t r i z e s Ge r a i s d o s Se rv i ç o s d e Re s p o n s a b i l i z a ç ã o e Educação do Agressor SERVIÇO DE RESPONSABILIZAÇÃO E EDUCAÇÃO DO AGRESSOR Ap r e s e n ta ç ã o A presente

Leia mais

CARTA DO COMITÊ BRASILEIRO DE DEFENSORAS/ES DOS DIREITOS HUMANOS À MINISTRA DA SECRETARIA DOS DIREITOS HUMANOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

CARTA DO COMITÊ BRASILEIRO DE DEFENSORAS/ES DOS DIREITOS HUMANOS À MINISTRA DA SECRETARIA DOS DIREITOS HUMANOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CARTA DO COMITÊ BRASILEIRO DE DEFENSORAS/ES DOS DIREITOS HUMANOS À MINISTRA DA SECRETARIA DOS DIREITOS HUMANOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Brasília,12 de Dezembro de 2012. O Comitê Brasileiro de Defensoras/es

Leia mais

EMPREENDEDORISMO SOCIAL: economia solidária da teoria a prática a experiência UFRB/INCUBA e sociedade Danilo Souza de Oliveira i

EMPREENDEDORISMO SOCIAL: economia solidária da teoria a prática a experiência UFRB/INCUBA e sociedade Danilo Souza de Oliveira i EMPREENDEDORISMO SOCIAL: economia solidária da teoria a prática a experiência UFRB/INCUBA e sociedade Danilo Souza de Oliveira i INTRODUÇÃO Entre as inúmeras formas de diálogo que a UFRB (Universidade

Leia mais

Cenpec Coordenação de Desenvolvimento de Pesquisas. Projeto Equidade e políticas de melhoria da qualidade da educação: os casos do Acre e Ceará

Cenpec Coordenação de Desenvolvimento de Pesquisas. Projeto Equidade e políticas de melhoria da qualidade da educação: os casos do Acre e Ceará Cenpec Coordenação de Desenvolvimento de Pesquisas Projeto Equidade e políticas de melhoria da qualidade da educação: os casos do Acre e Ceará Introdução Estudos desenvolvidos pelo Cenpec a partir do exame

Leia mais

Escola de Políticas Públicas

Escola de Políticas Públicas Escola de Políticas Públicas Política pública na prática A construção de políticas públicas tem desafios em todas as suas etapas. Para resolver essas situações do dia a dia, é necessário ter conhecimentos

Leia mais