Metering system for billing in the National Interconnected System Sistema de Medição para Faturamento no Sistema Interligado Nacional Neyl Hamilton

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Metering system for billing in the National Interconnected System Sistema de Medição para Faturamento no Sistema Interligado Nacional Neyl Hamilton"

Transcrição

1 Metering system for billing in the National Interconnected System Sistema de Medição para Faturamento no Sistema Interligado Nacional Neyl Hamilton M. Soares

2 Medição para Faturamento no Sistema Interligado Nacional SIN Neyl Soares Agenda Objetivos do Sistema de Medição para Faturamento (SMF) Aspectos Gerais do Funcionamento do SMF Regulamentação Vigente Novo Modelo Implantação do SMF

3 Objetivos do SMF Objetivos Apuração dos Encargos de Uso do Sistema de Transmissão e de Serviços Ancilares Cobrança de Ultrapassagem de Demanda e de Sobrecarga nos equipamentos de transmissão fronteira da Rede Básica Contabilização e liquidação de energia elétrica Verificação de desvios na programação energética Estudos energéticos diversos

4 Aspectos Gerais do Funcionamento do SMF Aspectos Gerais do Funcionamento do SMF O ONS é o responsável pelo gerenciamento da implantação do sistema físico de medição para faturamento. A CCEE é a responsável pela leitura de dados de medição, através de um central de aquisição, e pela auditoria lógica. O acessante, exceto unidade consumidora, é o responsável pelo custo e pela manutenção dos equipamentos dos sistemas de medição e de envio de dados. A medição será por ponto de conexão e por agente.

5 Regulamentação Regulamenta Regulamentação Vigente Módulo 12 dos Procedimentos de Rede Medição de Faturamento Especificação Técnica das Medições para Faturamento Resolução ANEEL nº 247/99 Resolução ANEEL nº 281/99 Resolução ANEEL nº 344/02 Resolução ANEEL nº 67/04 Procedimentos de Comercialização de Medição (CCEE)

6 Módulo 12 dos Procedimentos de Rede trata de: Aprovação de projeto, instalação e comissionamento do SMF; Manutenções preventiva e corretiva, e inspeções; Alternativas de comunicação com o MAE; Leituras remota e local; e Certificação dos padrões de trabalho. Especifica Especificação Técnica T das Medições para Faturamento Estabelece os requisitos mínimos necessários ao SMF. Medidores eletrônicos polifásicos Classe de exatidão 0,2% para os medidores Classe de exatidão 0,3% para os TP e TC Memória de massa para 32 dias Medição de energia ativa e reativa nos dois sentidos de fluxo Leitura local e remota Senha de segurança para acesso Registro de demanda a cada 15 minutos Medição de retaguarda (obrigatória) Localização dos Pontos de Medição

7 Conexão entre Subsistemas ou Internacional D3 D2 DITC D4 D3 G1 Rede Básica Rede de Distribuição CL1 G2 D1 D2 Conexão entre Subsistemas ou Internacional G1 Despachado pelo ONS G2 Não despachado pelo ONS CL2 CENTRAL DE AQUISIÇÃO DE DADOS NA CCEE Servidores de Aplicativos LEGENDA: CCD Servidor de Comunicação Roteador Servidor de WEB Firewall BD Banco de dados UCR Unidade de comunicação Remota SMF Sistema demedição de Faturamento MP Medidor principal MR Medidor retaguarda CCD Canais de comunicação dedicados públicos ou privados SPLIT Divisor de comunicação MS Master Slave ISP Provedor de Internet Roteador CANAIS DE COMUNICAÇÃO Roteador DEDICADOS CCD ISP ONS SMF1 UCR SMF2 UCR SMF3 SPLIT SMF N INTERNET ISP ISP MP MR MP MR MP MR MR MP MS Para controle, os Agentes podem acessar os medidores por outra porta de comunicação. No caso de falha do canal de comunicação, o Agente Responsável pela Medição faz a leitura local e envia pela Internet. Agentes Responsáveis Agentes do Mercado

8 Resolu Resolução ANEEL nº n 281/99 Inciso IV do Art 5º diz as concessionárias e permissionárias do serviço público de distribuição deverão efetuar a medição nos pontos de conexão do usuário e faturar os encargos decorrentes da conexão e do uso dos sistemas de transmissão e distribuição, discriminando as parcelas referentes aos sistemas de transmissão e de distribuição. 2º do Art 14 diz que os montantes de uso associados a unidades consumidoras e concessionárias ou permissionárias de distribuição, deverão ser determinados pelos maiores valores entre os contratados e os verificados por medição, por ponto de conexão, em cada período tarifário. Resolução ANEEL nº n 281/99, considerando a Res. ANEEL nº n 208/01 Art. 18 Os encargos de conexão aos sistemas de transmissão ou de distribuição serão de responsabilidade dos usuários. 1º Os encargos de conexão Pela serão Res. objeto ANEEL de negociação nº 456/2000, entre as partes e deverão cobrir os Unidade custos consumidora incorridos é com o conjunto o projeto, de a construção, os equipamentos, instalações a medição, e equipamentos a operação elétricos e a manutenção do ponto de conexão. caracterizado pelo recebimento de 2º As instalações de conexão energia poderão elétrica em ter um seu só ponto projeto de e execução contratado com empresa entrega, com de livre medição escolha individualizada do usuário, inclusive a própria concessionária e correspondente ou a permissionária, um único observadas as normas técnicas consumidor. e padrões da concessionária ou permissionária e os requisitos do usuário. 3º Para unidade consumidora os equipamentos de medição, necessários à conexão, serão de responsabilidade técnica e financeira da concessionária ou permissionária onde a mesma se conecta.

9 Resolução ANEEL nº n 281/99 Art. 21 A medição dos montantes de uso dos serviços de distribuição e de transmissão será de responsabilidade da concessionária ou permissionária onde se conectarem os usuários, e deverá ocorrer com intervalo de integralização de quinze minutos. Resolu Resolução ANEEL nº n 344/02 Fixa as datas limite para entrada em operação comercial do sistema de medição de faturamento de energia elétrica 1ª Etapa 31 de junho de ª Etapa 31 de dezembro de 2004 Imputa responsabilidade pela implementação do sistema de medição aos concessionários, permissionários e autorizados, em conformidade com o disposto no art. 18 da Resolução ANEEL nº 281, de 1 de outubro de Parágrafo único. Fica vedada a cobrança, pelas concessionárias e permissionárias, de valores relativos a análise e aprovação de projetos, supervisão, fiscalização e acompanhamento da implementação do sistema de medição em instalações existentes.

10 Resolu Resolução ANEEL nº n 67/04 Atualiza os critérios para a composição da Rede Básica do Sistema Elétrico Interligado. Principal impacto para a Medição para Faturamento foi o retorno da fronteira de Rede Básica para lado de baixa tensão ( 230 kv) dos transformadores de potência das subestações fronteiras. D Regulamentação das Demais Instalações de Transmissão Compartilhadas DITC. Altera o 3º do artigo 18 da Resolução ANEEL nº 281/99, imputando ao Consumidor Livre a responsabilidade financeira de seu SMF. Novo Modelo do Setor Elétrico

11 Novo EPE tem por finalidade Modelo prestar serviços do Setor Elétrico na área de estudos e pesquisas destinadas a subsidiar o planejamento do setor energético, tais como energia elétrica, petróleo e gás natural e seus derivados, carvão mineral, fontes energéticas renováveis e eficiência energética, dentre outras. O Novo Modelo está regulamentado pelas Leis e , ambas de 15 de março de A Lei autoriza a criação da Empresa de Pesquisa Energética EPE. A Lei dispõe sobre a comercialização de energia elétrica. Cria a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica CCEE, cuja finalidade é viabilizar a O Novo Modelo não comercialização causa impacto, de energia elétrica a princípio, de que trata a Medição para Faturamento. esta Lei. A CCEE absorveu o Mercado Atacadista de Energia Elétrica MAE. Estrutura o setor de produção (geração) como o pool da Transmissão.

12 Biografia Palestrante: Cargo: Empresa: País: Neyl Hamilton Soares Supervisão de Monitoração de Conformidade e Encargos de Transmissão e de Serviços Ancilares Operador Nacional do Sistema Elétrico ONS Brasil Graduado, em 1987, pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro em Engenharia Elétrica com ênfase em Sistema de Potência. Título de Mestrado, em 2002, pelo Universidade de Engenharia de Itajubá. Integrou o quadro de engenheiro da Eletrobrás de 1987 a 2000, atuando na área de planejamento da operação de curto prazo. De 2000 até o momento, faz parte do quadro de engenheiro no Operador Nacional do Sistema Elétrico ONS, lotado na Supervisão de Monitoração de Conformidade e Encargos de Transmissão e de Serviços Ancilares.

Sistema de Medição de Faturamento

Sistema de Medição de Faturamento Sistema de Medição de Faturamento Direitos e Deveres dos Consumidores Livres André Luiz Preite Cruz Especialista de mercado Agenda A ABRACE Atribuições da ABRACE O SMF O Mercado e o SMF Os Consumidores

Leia mais

Submódulo 1.1 Adesão à CCEE. Módulo 6 Penalidades. Submódulo 6.1 Penalidades de medição e multas

Submódulo 1.1 Adesão à CCEE. Módulo 6 Penalidades. Submódulo 6.1 Penalidades de medição e multas Submódulo 1.1 Adesão à CCEE Módulo 6 Penalidades Submódulo 6.1 Penalidades de medição Revisão 1.0 Vigência 16/10/2012 1 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 2. OBJETIVO 3. PREMISSAS 4. LISTA DE DOCUMENTOS 5. FLUXO DE

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL. RESOLUÇÃO No 281, DE 01 DE OUTUBRO DE 1999. (*)

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL. RESOLUÇÃO No 281, DE 01 DE OUTUBRO DE 1999. (*) AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO No 281, DE 01 DE OUTUBRO DE 1999. (*) (*) Vide alterações e inclusões no final do texto Estabelece as condições gerais de contratação do acesso, compreendendo

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO NORMATIVA N o 506, DE 4 DE SETEMBRO DE 2012. (*) Vide alterações e inclusões no final do texto. Voto Estabelece as condições de acesso ao sistema de

Leia mais

Leilão de Venda de Energia Elétrica ANEXO III DAS DEFINIÇÕES

Leilão de Venda de Energia Elétrica ANEXO III DAS DEFINIÇÕES EDITAL Nº: 25/2015_lp AGENTES Leilão de Venda de Energia Elétrica ANEXO III DAS DEFINIÇÕES Objetivando o perfeito entendimento e a precisão da terminologia técnica empregada no EDITAL 25/2015_LPe n o CONTRATO,

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO Nº 71, DE 7 DE FEVEREIRO DE 2002.

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO Nº 71, DE 7 DE FEVEREIRO DE 2002. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO Nº 71, DE 7 DE FEVEREIRO DE 2002. Estabelece critérios e procedimentos para a definição de encargos tarifários relativos à aquisição de energia elétrica

Leia mais

3º Workshop Smart Grid Energia 2013

3º Workshop Smart Grid Energia 2013 3º Workshop Smart Grid Energia 2013 Sistema de Medição para Faturamento no Âmbito do Mercado de Energia Elétrica Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE Campinas, 08 de novembro de 2013 Objetivo

Leia mais

2 O Novo Modelo e os Leilões de Energia

2 O Novo Modelo e os Leilões de Energia 2 O Novo Modelo e os Leilões de Energia 2.1. Breve Histórico da Reestruturação do Setor Elétrico Brasileiro No início da década de 90, o setor elétrico brasileiro apresentava uma estrutura predominantemente

Leia mais

1ª CHAMADA PÚBLICA PARA INCENTIVO DA GERAÇÃO CONFORME PORTARIA MME Nº 44, DE 10 DE MARÇO DE 2015

1ª CHAMADA PÚBLICA PARA INCENTIVO DA GERAÇÃO CONFORME PORTARIA MME Nº 44, DE 10 DE MARÇO DE 2015 1ª CHAMADA PÚBLICA PARA INCENTIVO DA GERAÇÃO CONFORME PORTARIA MME Nº 44, DE 10 DE MARÇO DE 2015 A (DISTRIBUIDORA), nos termos da Portaria do Ministério de Minas e Energia - MME, nº 44, de 10 de março

Leia mais

Submódulo 12.3. Manutenção do sistema de medição para faturamento

Submódulo 12.3. Manutenção do sistema de medição para faturamento Submódulo 12.3 Manutenção do sistema de medição para faturamento Rev. Nº. 0 1 Motivo da revisão Este documento foi motivado pela criação do Operador Nacional do Sistema Elétrico. Atendimento à Resolução

Leia mais

IMPACTOS DA IMPLANTAÇÃO DOS SISTEMAS DE MEDIÇÃO PARA FATURAMENTO DOS AGENTES DA CCEE UMA AVALIAÇÃO DO APARATO REGULATÓRIO

IMPACTOS DA IMPLANTAÇÃO DOS SISTEMAS DE MEDIÇÃO PARA FATURAMENTO DOS AGENTES DA CCEE UMA AVALIAÇÃO DO APARATO REGULATÓRIO Puerto Iguazú Argentina XIII ERIAC DÉCIMO TERCER ENCUENTRO REGIONAL IBEROAMERICANO DE CIGRÉ 24 al 28 de mayo de 2009 Comité de Estudio C5 - Mercados de Electricidad y Regulación XIII/PI-C5-13 IMPACTOS

Leia mais

Aprovação dos Procedimentos de Rede em caráter definitivo. Brasília 26 e 27/nov/2008

Aprovação dos Procedimentos de Rede em caráter definitivo. Brasília 26 e 27/nov/2008 Audiência Pública 049/2008 Aprovação dos Procedimentos de Rede em caráter definitivo SRT Brasília 26 e 27/nov/2008 Audiência Pública - 26/11/2008 - tarde Módulo 8 - Programação da operação eletroenergética

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL GE Distributed Power Jose Renato Bruzadin Sales Manager Brazil T +55 11 2504-8829 M+55 11 99196-4809 Jose.bruzadini@ge.com São Paulo, 11 de Julho de 2014 NOME DA INSTITUIÇÃO: GE Distributed Power AGÊNCIA

Leia mais

Submódulo 12.2. Instalação do sistema de medição para faturamento

Submódulo 12.2. Instalação do sistema de medição para faturamento Submódulo Instalação do sistema de medição para faturamento Rev. Nº. Motivo da revisão Data de aprovação pelo ONS Data e instrumento de aprovação pela ANEEL 0.0 Este documento foi motivado pela criação

Leia mais

Responsabilidade Social, Preservação Ambiental e Compromisso com a Vida: -Sustentabilidade - Energia Renovável e Limpa!

Responsabilidade Social, Preservação Ambiental e Compromisso com a Vida: -Sustentabilidade - Energia Renovável e Limpa! Responsabilidade Social, Preservação Ambiental e Compromisso com a Vida: -Sustentabilidade - Energia Renovável e Limpa! Programa de Comunicação Social e Educação Ambiental Sonora-MS Outubro/2012 ONDE ESTAMOS?

Leia mais

Relação dos Dados e Informações a serem fornecidos pelo ONS à CCEE

Relação dos Dados e Informações a serem fornecidos pelo ONS à CCEE Anexo I ao Acordo Operacional entre o ONS e CCEE Relação dos Dados e Informações a serem fornecidos pelo ONS à CCEE 1. Objetivo O presente Anexo tem por objetivo estabelecer a relação dos dados e informações

Leia mais

Nota Técnica n o 105/2006-SRT/ANEEL. Em 25 de outubro de 2006.

Nota Técnica n o 105/2006-SRT/ANEEL. Em 25 de outubro de 2006. Nota Técnica n o 105/2006-SRT/ANEEL Em 25 de outubro de 2006. Processo: 48500.000493/2006-60 Assunto: Análise da revisão 1 do Módulo 12 dos Procedimentos de Rede para autorizar a utilização em caráter

Leia mais

Adequação do Sistema de Medição em Consumidores Livres e Especiais. Celso Yamada - Gerência de Engenharia de Medição

Adequação do Sistema de Medição em Consumidores Livres e Especiais. Celso Yamada - Gerência de Engenharia de Medição ID-6.016 Adequação do Sistema de Medição em Consumidores Livres e Especiais Instrução Técnica Diretoria de Engenharia e Serviços Gerência de Engenharia de Medição Elaborado por: Colaboradores: Verificado

Leia mais

Versão: 2 Início de Vigência: 27.11.2006 Instrumento de Aprovação: Despacho ANEEL nº 2.773, de 27 de novembro de 2006

Versão: 2 Início de Vigência: 27.11.2006 Instrumento de Aprovação: Despacho ANEEL nº 2.773, de 27 de novembro de 2006 Procedimento de Comercialização Versão: 2 Início de Vigência: Instrumento de Aprovação: Despacho ANEEL nº 2.773, de 27 de novembro de 2006 ÍNDICE 1. APROVAÇÃO... 3 2. HISTÓRICO DE REVISÕES... 3 3. PROCESSO

Leia mais

1ª CHAMADA PÚBLICA PARA INCENTIVO DA GERAÇÃO, CONFORME PORTARIA MME Nº 44, DE 10 DE MARÇO DE 2015.

1ª CHAMADA PÚBLICA PARA INCENTIVO DA GERAÇÃO, CONFORME PORTARIA MME Nº 44, DE 10 DE MARÇO DE 2015. EDITAL 1ª CHAMADA PÚBLICA PARA INCENTIVO DA GERAÇÃO, CONFORME PORTARIA MME Nº 44, DE 10 DE MARÇO DE 2015. A Companhia Energética de Alagoas CEAL, doravante chamada DISTRIBUIDORA, nos termos da Portaria

Leia mais

Definições e Premissas Aplicáveis ao Edital e Contrato

Definições e Premissas Aplicáveis ao Edital e Contrato ANEXO III AO EDITAL PÚBLICO DE AQUISIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NO AMBIENTE DE CONTRATAÇÃO LIVRE ACL 5-1-2014 Definições e Premissas Aplicáveis ao Edital e Contrato a) Agência Nacional de Energia Elétrica

Leia mais

Sm S a m r a t r t Gr G i r d Bruno Erik Cabral

Sm S a m r a t r t Gr G i r d Bruno Erik Cabral Bruno Erik Cabral Smart Grid Agenda Introdução Definição Características Confiabilidade Flexibilidade Eficiência Sustentabilidade Medidores Inteligentes Controle avançado Cenário Internacional Cenária

Leia mais

Sistema Corporativo de Tele-Medição de Energia Elétrica. Eng. Eduardo Caldas Cardoso ELO Sistemas e Tecnologia eduardo@elotek.com.

Sistema Corporativo de Tele-Medição de Energia Elétrica. Eng. Eduardo Caldas Cardoso ELO Sistemas e Tecnologia eduardo@elotek.com. 21 a 25 de Agosto de 2006 Belo Horizonte - MG Sistema Corporativo de Tele-Medição de Energia Elétrica Eng. Eduardo Caldas Cardoso ELO Sistemas e Tecnologia eduardo@elotek.com.br RESUMO A tele-medição de

Leia mais

As experiências da CHESF em sistemas de medição e gerenciamento de faturamento. Daniel Porto Carreiro Paes de Lira danielpc@chesf.gov.

As experiências da CHESF em sistemas de medição e gerenciamento de faturamento. Daniel Porto Carreiro Paes de Lira danielpc@chesf.gov. As experiências da CHESF em sistemas de medição e gerenciamento de faturamento Daniel Porto Carreiro Paes de Lira danielpc@chesf.gov.br 1996-1998 Reestruturação do Setor Elétrico Brasileiro: ANEEL: equilíbrio

Leia mais

pdc_me_05_versao2 Página 1 de 21 Versão: 2 Início de Vigência: 23.02.2010 Instrumento de Aprovação: Despacho ANEEL nº 391, de 22 de fevereiro de 2010

pdc_me_05_versao2 Página 1 de 21 Versão: 2 Início de Vigência: 23.02.2010 Instrumento de Aprovação: Despacho ANEEL nº 391, de 22 de fevereiro de 2010 pdc_me_05_versao2 Página 1 de 21 Procedimento de Comercialização Versão: 2 Início de Vigência: Instrumento de Aprovação: Despacho ANEEL nº 391, de 22 de fevereiro de 2010 CÓDIGO ÍNDICE 1. APROVAÇÃO...

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES REFERENTES À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº043/2010

CONTRIBUIÇÕES REFERENTES À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº043/2010 CONTRIBUIÇÕES REFERENTES À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº043/2010 NOME DA INSTITUIÇÃO: CIAPORTE SOLUÇÕES E SOFTWARE LTDA ME AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL ATO REGULATÓRIO: Resolução /Normativa, 2010

Leia mais

Consumidores enquadrados nos arts. 15 e 16 da Lei 9.074/95

Consumidores enquadrados nos arts. 15 e 16 da Lei 9.074/95 Consumidores enquadrados nos arts. 15 e 16 da Lei 9.074/95 Audiência Publica 035/05 Ricardo Vidinich Superintendente de Regulação da Comercialização da Eletricidade Agência Nacional de Energia Elétrica

Leia mais

PdC Versão 1 PdC Versão 2

PdC Versão 1 PdC Versão 2 Procedimento de Comercialização Controle de Alterações PdC Glossário de Termos da CCEE PdC Versão 1 PdC Versão 2 METODOLOGIA DO CONTROLE DE ALTERAÇÕES Texto em realce refere-se à inserção de nova redação.

Leia mais

ENTENDENDO A FATURA DE ENERGIA ENTENDA COMO É FORMADA A FATURA DE ENERGIA ELÉTRICA E DESCUBRA POR QUE VOCÊ PAGA TÃO CARO

ENTENDENDO A FATURA DE ENERGIA ENTENDA COMO É FORMADA A FATURA DE ENERGIA ELÉTRICA E DESCUBRA POR QUE VOCÊ PAGA TÃO CARO ENTENDENDO A FATURA DE ENERGIA ENTENDA COMO É FORMADA A FATURA DE ENERGIA ELÉTRICA E DESCUBRA POR QUE VOCÊ PAGA TÃO CARO 1. APRESENTAÇÃO O Grupo Genergia, em total sinergia com o pensamento mundial, aliando

Leia mais

Não Aceita 4. Contribuições Recebidas Contribuição: ABRADEE Justificativa Avaliação ANEEL: Parcialmente Aceita Art. 1º

Não Aceita 4. Contribuições Recebidas Contribuição: ABRADEE Justificativa Avaliação ANEEL: Parcialmente Aceita Art. 1º COMPLEMENTO AO Anexo I da Nota Técnica n o Nota Técnica no 077/2015-SRM-SRD-SRG-SGT-SFF-SCG/ANEEL de 08/05/2015 (Análise de contribuições que não constaram do RAC Minuta de Resolução, Anexo I da NT 08/05/2015)

Leia mais

Painel: Implicações técnicas da regulação do fornecimento de energia elétrica para edificações residenciais e comerciais.

Painel: Implicações técnicas da regulação do fornecimento de energia elétrica para edificações residenciais e comerciais. Painel: Implicações técnicas da regulação do fornecimento de energia elétrica para edificações residenciais e comerciais. Daniel José Justi Bego Especialista em Regulação Superintendência de Regulação

Leia mais

Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional PRODIST

Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional PRODIST Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional PRODIST Revisão 0 1 2 Motivo da Revisão Primeira versão aprovada (após realização

Leia mais

pdc_me_04_minuta_01 Página 1 de 29 Versão: 1 Início de Vigência: XX.XX.200X Instrumento de Aprovação:

pdc_me_04_minuta_01 Página 1 de 29 Versão: 1 Início de Vigência: XX.XX.200X Instrumento de Aprovação: pdc_me_04_minuta_01 Página 1 de 29. Procedimento de Comercialização MAPEAMENTO DE PONTOS DE MEDIÇÃO NO SCDE Versão: 1 Início de Vigência: Instrumento de Aprovação: CÓDIGO ÍNDICE 1. APROVAÇÃO... 3 2. HISTÓRICO

Leia mais

Agenda Regulatória ANEEL 2014/2015 - Destaques

Agenda Regulatória ANEEL 2014/2015 - Destaques Agenda Regulatória ANEEL 2014/2015 - Destaques Carlos Alberto Mattar Superintendente - SRD 13 de março de 2014 Rio de Janeiro - RJ Sumário I. Balanço 2013 II. Pautas para GTDC - 2014 III. Principais audiências

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO Nº 249, DE 6 DE MAIO DE 2002

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO Nº 249, DE 6 DE MAIO DE 2002 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO Nº 249, DE 6 DE MAIO DE 2002 Estabelece critérios e procedimentos para a definição de encargos tarifários relativos à aquisição de energia elétrica

Leia mais

A G Ê N C I A N A C I O N A L D E E N E R G I A E L É T R I C A. Módulo 7: Estrutura Tarifária das Concessionárias de Distribuição

A G Ê N C I A N A C I O N A L D E E N E R G I A E L É T R I C A. Módulo 7: Estrutura Tarifária das Concessionárias de Distribuição A G Ê N C I A N A C I O N A L D E E N E R G I A E L É T R I C A Módulo 7: Estrutura Tarifária das Concessionárias de Distribuição S u b m ó d u l o 7. 1 P R O C E D I M E N T O S G E R A I S Revisão 1.0

Leia mais

pdc_me_05 Página 1 de 28 Versão: 1 Início de Vigência: 11.03.2008 Instrumento de Aprovação: Despacho ANEEL nº 934, de 07 de março de 2008.

pdc_me_05 Página 1 de 28 Versão: 1 Início de Vigência: 11.03.2008 Instrumento de Aprovação: Despacho ANEEL nº 934, de 07 de março de 2008. pdc_me_05 Página 1 de 28 Procedimento de Comercialização Versão: 1 Início de Vigência: Instrumento de Aprovação: Despacho ANEEL nº 934, de 07 de março de 2008. CÂMARA DE COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

Leia mais

ELIPSE POWER AUTOMATIZA A SUBESTAÇÃO CRUZ ALTA DA CPFL, UTILIZANDO OS PROTOCOLOS IEC 61850 E DNP3

ELIPSE POWER AUTOMATIZA A SUBESTAÇÃO CRUZ ALTA DA CPFL, UTILIZANDO OS PROTOCOLOS IEC 61850 E DNP3 ELIPSE POWER AUTOMATIZA A SUBESTAÇÃO CRUZ ALTA DA CPFL, UTILIZANDO OS PROTOCOLOS IEC 61850 E DNP3 Solução da Elipse Software apresenta rápida integração com os equipamentos da subestação localizada em

Leia mais

ANEEL AUDIÊNCIA PÚBLICA N O 42 / 2005

ANEEL AUDIÊNCIA PÚBLICA N O 42 / 2005 ANEEL AUDIÊNCIA PÚBLICA N O 42 / 2005 Fixação de Encargos da Concessionária ou Permissionária e cálculo da Participação Financeira do Consumidor nas obras. Assunto: ORÇAMENTO 16/Fevereiro/2006 CONTRIBUIÇÕES

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 345, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2008

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 345, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2008 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 345, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2008 (*) Vide alterações e inclusões no final do texto. Relatório Voto Módulos Acesso ao Texto Atualizado Aprova

Leia mais

pdc_me_04_versao2 Página 1 de 19 Versão: 2 Início de Vigência: 23.02.2010 Instrumento de Aprovação: Despacho ANEEL nº 391, de 22 de fevereiro de 2010

pdc_me_04_versao2 Página 1 de 19 Versão: 2 Início de Vigência: 23.02.2010 Instrumento de Aprovação: Despacho ANEEL nº 391, de 22 de fevereiro de 2010 pdc_me_04_versao2 Página 1 de 19. Procedimento de Comercialização Versão: 2 Início de Vigência: Instrumento de Aprovação: Despacho ANEEL nº 391, de 22 de fevereiro de 2010 ÍNDICE 1. APROVAÇÃO... 3 2. HISTÓRICO

Leia mais

Conta Centralizadora das Bandeiras Tarifárias. Título: PO CCB-01 Operacionalização da Conta Bandeiras. Tipo do documento: Procedimento.

Conta Centralizadora das Bandeiras Tarifárias. Título: PO CCB-01 Operacionalização da Conta Bandeiras. Tipo do documento: Procedimento. Conta Centralizadora das Bandeiras Tarifárias Título: PO CCB-01 Operacionalização da Conta Bandeiras Tipo do documento: Procedimento Número: 01 Versão: 01 Classificação do documento: Público Vigência:

Leia mais

pdc_me_04 Página 1 de 24 Versão: 1 Início de Vigência: 11.03.2008 Instrumento de Aprovação: Despacho ANEEL nº 934, de 07 de março de 2008.

pdc_me_04 Página 1 de 24 Versão: 1 Início de Vigência: 11.03.2008 Instrumento de Aprovação: Despacho ANEEL nº 934, de 07 de março de 2008. pdc_me_04 Página 1 de 24. Procedimento de Comercialização Versão: 1 Início de Vigência: Instrumento de Aprovação: Despacho ANEEL nº 934, de 07 de março de 2008. ÍNDICE 1. APROVAÇÃO... 3 2. HISTÓRICO DE

Leia mais

A Regulação da Conexão ao Sistema

A Regulação da Conexão ao Sistema Painel 2: Aspectos Regulatórios em Pauta para Fontes Alternativas A Regulação da Conexão ao Sistema João Mello - Presidente Fontes Alternativas Conexão A conexão de fontes alternativas possuem características

Leia mais

Assinatura Digital. Contratos de Comercialização de Energia Elétrica no Ambiente Regulado - CCEARs

Assinatura Digital. Contratos de Comercialização de Energia Elétrica no Ambiente Regulado - CCEARs Assinatura Digital Contratos de Comercialização de Energia Elétrica no Ambiente Regulado - CCEARs Agenda O papel da CCEE Visão geral da comercialização de energia elétrica no Brasil Processo de Assinatura

Leia mais

Objetivo da Audiência

Objetivo da Audiência Audiência Pública n o. 033/2005 Contribuição da CPFL Energia Objetivo da Audiência Obter subsídios e informações adicionais para o aprimoramento de ato regulamentar a ser expedido pela ANEEL, que estabelece

Leia mais

Versão: 2 Início de Vigência: 23.02.2010 Instrumento de Aprovação: Despacho ANEEL nº 391, de 22 de fevereiro de 2010

Versão: 2 Início de Vigência: 23.02.2010 Instrumento de Aprovação: Despacho ANEEL nº 391, de 22 de fevereiro de 2010 Procedimento de Comercialização APURAÇÃO DE NÃO-CONFORMIDADES E PENALIDADES DE MEDIÇÃO Versão: 2 Início de Vigência: Instrumento de Aprovação: Despacho ANEEL nº 391, de 22 de fevereiro de 2010 ÍNDICE 1.

Leia mais

EPE-21/02/2008. Bioeletricidade

EPE-21/02/2008. Bioeletricidade EPE-21/02/2008 Bioeletricidade Sistema de Transmissão Mato Grosso do Sul Ciclo de Produção da Bioeletricidade Plantio da Cana-de-Açucar Colheita Palha Prensagem Xarope Biomassa Acúcar e Ácool Bioeletricidade

Leia mais

Versão: 2 Início de Vigência: XX. XX.2006 Instrumento de Aprovação:

Versão: 2 Início de Vigência: XX. XX.2006 Instrumento de Aprovação: Procedimento de Comercialização MANUTENÇÃO DE CADASTRO DE AGENTES DA CCEE E USUÁRIOS DO SCL Versão: 2 Início de Vigência: XX. XX.2006 Instrumento de Aprovação: ÍNDICE 1. APROVAÇÃO...3 2. HISTÓRICO DE REVISÕES...3

Leia mais

MODELO CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO ANCILAR - GERAÇÃO. Arquivo: Cpsa padrão- Geradoras epies - jul12.docx

MODELO CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO ANCILAR - GERAÇÃO. Arquivo: Cpsa padrão- Geradoras epies - jul12.docx MODELO CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO ANCILAR - GERAÇÃO Arquivo: Cpsa padrão- Geradoras epies - jul12.docx Motivo: Alterações das cláusulas referentes à Manutenção (conformidade com os PR) Nos casos

Leia mais

INFORMAÇÕES TÉCNICAS TERMINOLOGIA (parte integrante do site www.cocel.com.br)

INFORMAÇÕES TÉCNICAS TERMINOLOGIA (parte integrante do site www.cocel.com.br) INFORMAÇÕES TÉCNICAS TERMINOLOGIA (parte integrante do site www.cocel.com.br) 1. Concessionária ou Permissionária - Agente titular de concessão ou permissão federal para explorar a prestação de serviços

Leia mais

Comercialização de Energia Elétrica no Brasil III Seminário: Mercados de Eletricidade e Gás Natural Investimento, Risco e Regulação

Comercialização de Energia Elétrica no Brasil III Seminário: Mercados de Eletricidade e Gás Natural Investimento, Risco e Regulação Comercialização de Energia Elétrica no Brasil III Seminário: Mercados de Eletricidade e Gás Natural Investimento, Risco e Regulação Élbia Melo 12/02/2010 Agenda O Setor Elétrico Brasileiro Comercialização

Leia mais

Preço de Liquidação de Diferenças. Versão 1.0

Preço de Liquidação de Diferenças. Versão 1.0 Preço de Liquidação de Diferenças ÍNDICE PREÇO DE LIQUIDAÇÃO DE DIFERENÇAS (PLD) 4 1. Introdução 4 1.1. Lista de Termos 6 1.2. Conceitos Básicos 7 2. Detalhamento das Etapas da Formação do PLD 10 2.1.

Leia mais

Nota Técnica n o 136/2013-SEM/ANEEL. Em 4 de outubro de 2013.

Nota Técnica n o 136/2013-SEM/ANEEL. Em 4 de outubro de 2013. Nota Técnica n o 136/2013-SEM/ANEEL Em 4 de outubro de 2013. Processo: 48500.004241/2013-46 Assunto: Instauração de Audiência Pública para colher subsídios para aprovação das minutas dos Contratos de Comercialização

Leia mais

Dinâmica Empresarial e Mecanismo de Formação de Preço Seminário Internacional de Integração Energética Brasil Colômbia

Dinâmica Empresarial e Mecanismo de Formação de Preço Seminário Internacional de Integração Energética Brasil Colômbia Dinâmica Empresarial e Mecanismo de Formação de Preço Seminário Internacional de Integração Energética Brasil Colômbia Antônio Carlos Fraga Machado Presidente do Conselho de Administração da CCEE 15 de

Leia mais

ENERGIAS RENOVÁVEIS NO BRASIL MAIO 2010

ENERGIAS RENOVÁVEIS NO BRASIL MAIO 2010 ENERGIAS RENOVÁVEIS NO BRASIL MAIO 2010 Índice Conceito de Energia Renovável Energias Renováveis no Brasil Aspectos Gerais de Projetos Eólicos, a Biomassa e PCHs Outorga de Autorização de Projetos Incentivos

Leia mais

Versão: 3 Início de Vigência: 01.10.2008 Instrumento de Aprovação: Despacho ANEEL nº 3.042, de 14 de agosto de 2008

Versão: 3 Início de Vigência: 01.10.2008 Instrumento de Aprovação: Despacho ANEEL nº 3.042, de 14 de agosto de 2008 Procedimento de Comercialização Versão: 3 Início de Vigência: Instrumento de Aprovação: Despacho ANEEL nº 3.042, de 14 de agosto de 2008 ÍNDICE 1. APROVAÇÃO... 3 2. HISTÓRICO DE REVISÕES... 3 3. PROCESSO

Leia mais

VI ENCONTRO NACIONAL DA ABRAPCH A importância da Geração Distribuída num momento de crise energética

VI ENCONTRO NACIONAL DA ABRAPCH A importância da Geração Distribuída num momento de crise energética VI ENCONTRO NACIONAL DA ABRAPCH A importância da Geração Distribuída num momento de crise energética Copel Distribuição S.A Vlademir Daleffe 25/03/2015 1 VI ENCONTRO NACIONAL DA ABRAPCH 1. Composição tarifária

Leia mais

Nota Técnica nº 47/2015-CEL/ANEEL. Em 7 de dezembro de 2015. Processo nº: 48500.004029/2015-41

Nota Técnica nº 47/2015-CEL/ANEEL. Em 7 de dezembro de 2015. Processo nº: 48500.004029/2015-41 Nota Técnica nº 47/2015-CEL/ANEEL Em 7 de dezembro de 2015. Processo nº: 48500.004029/2015-41 Assunto: Instauração de Audiência Pública, exclusivamente por intercâmbio documental, para subsidiar o processo

Leia mais

MODELO CONTRATO DE USO FLEXÍVEL DO SISTEMA DE TRANSMISSÃO. Arquivo: Minuta CUST F Modelo 22nov13-ComMarcasRevisão.docx

MODELO CONTRATO DE USO FLEXÍVEL DO SISTEMA DE TRANSMISSÃO. Arquivo: Minuta CUST F Modelo 22nov13-ComMarcasRevisão.docx MODELO CONTRATO DE USO FLEXÍVEL DO SISTEMA DE TRANSMISSÃO Arquivo: Minuta -ComMarcasRevisão.docx Motivo: Atendimento à Resolução 399/10- Contratação do Uso do Sistema de Transmissão Modelo aplicado a:

Leia mais

Submódulo 12.2. Instalação do sistema de medição para faturamento

Submódulo 12.2. Instalação do sistema de medição para faturamento Submódulo 2.2 Instalação do sistema de medição para faturamento Rev. Nº. Motivo da revisão Data de aprovação pelo ONS Data e instrumento de aprovação pela ANEEL 0 Este documento foi motivado pela criação

Leia mais

CONEXÃO DE GERAÇÃO AO SISTEMA CELESC

CONEXÃO DE GERAÇÃO AO SISTEMA CELESC CONEXÃO DE GERAÇÃO AO SISTEMA CELESC FINALIDADE Reunir informações sintetizadas do Processo de Acesso ao Sistema Elétrico da Celesc com o objetivo de orientar os Acessantes, como proceder na condução do

Leia mais

MERCADO LIVRE. FIEP, 10.set.2015 Luís Gameiro, diretor

MERCADO LIVRE. FIEP, 10.set.2015 Luís Gameiro, diretor MERCADO LIVRE FIEP, 10.set.2015 Luís Gameiro, diretor Consumidor Livre ACL Regulamentação Mínima G Competição Forte Regulamentação T D Monopólio Natural Regulamentação Mínima C Competição M Consumidor

Leia mais

Gerenciamento de Energia

Gerenciamento de Energia Gerenciamento de Energia Mapa do Cenário Brasileiro Capacidade total de quase 88.500MW; Geração de 82.000MW; Transmissão de 80.000Km maiores que 230kV; mais de 530 usinas e subestações; 47 milhões de consumidores.

Leia mais

ASPECTOS RELEVANTES PARA DETERMINAÇÃO DA QUALIDADE E SEGURANÇA DE EVENTOS EM EQUIPAMENTOS DE SUPERVISÃO E PROTEÇÃO

ASPECTOS RELEVANTES PARA DETERMINAÇÃO DA QUALIDADE E SEGURANÇA DE EVENTOS EM EQUIPAMENTOS DE SUPERVISÃO E PROTEÇÃO ASPECTOS RELEVANTES PARA DETERMINAÇÃO DA QUALIDADE E SEGURANÇA DE EVENTOS EM EQUIPAMENTOS DE SUPERVISÃO E PROTEÇÃO Ricardo Camilo Zampieri Técnico Senior de Desenvolvimento Divisão de Gestão de Manutenção

Leia mais

O Programa de Eficiência Energética Regulado pela ANEEL e a Geração Distribuída

O Programa de Eficiência Energética Regulado pela ANEEL e a Geração Distribuída Fórum sobre Eficiência Energética e Geração Distribuída O Programa de Eficiência Energética Regulado pela ANEEL e a Geração Distribuída Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL Superintendência de Pesquisa

Leia mais

Geração de Energia Elétrica. Aula 2 Introdução ao Sistema de Energia Elétrica (SEE)

Geração de Energia Elétrica. Aula 2 Introdução ao Sistema de Energia Elétrica (SEE) Geração de Energia Elétrica Aula 2 Introdução ao Sistema de Energia Elétrica (SEE) 1 Evolução do SEE (~100 anos) SISTEMAS ISOLADOS Sistemas de pequeno porte (necessidades locais) Pequena complexidade operacional

Leia mais

6. EXECUÇÃO DO PROJETO ELÉTRICO EM MÉDIA TENSÃO 6.1 DIMENSIONAMENTO DO TRANSFORMADOR

6. EXECUÇÃO DO PROJETO ELÉTRICO EM MÉDIA TENSÃO 6.1 DIMENSIONAMENTO DO TRANSFORMADOR 6. EXECUÇÃO DO PROJETO ELÉTRICO EM MÉDIA TENSÃO 6.1 DIMENSIONAMENTO DO TRANSFORMADOR Basicamente o transformador da subestação é dimensionado pela demanda da empresa no qual será instalado, porém este

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br BuscaLegis.ccj.ufsc.Br ICMS no Contrato de Demanda Reservada de Potência de Energia Elétrica Tenille Gomes Freitas* 1. ICMS O ICMS (imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre

Leia mais

Regulação de Saneamento e Energia no Estado de São Paulo

Regulação de Saneamento e Energia no Estado de São Paulo Encontro Temático Estadual - CEPAM Regulação de Saneamento e Energia no Estado de São Paulo Paulo Fernando Cunha Albuquerque Superintendente de Assuntos Energéticos 16/04/2013 A ARSESP é uma Agência multi

Leia mais

Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional PRODIST

Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional PRODIST Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional PRODIST Módulo 5 Sistemas de Medição Seção 5. Introdução e Conceituação Revisão

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 2.655, DE 2 DE JULHO DE 1998. Regulamenta o Mercado Atacadista de Energia Elétrica, define as regras de organização do Operador

Leia mais

Histórico Trade Energy

Histórico Trade Energy Consumidor Livre Histórico Trade Energy Fundação da empresa com sede em Brasília Sócios: INEPAR ENERGIA, DESENVIX, ENERGÉTICA-TECH Autorização da ANEEL segunda Comercializadora no país Adesão pioneira

Leia mais

Monitoramento da Qualidade do Serviço no Brasil Visão do Órgão Regulador

Monitoramento da Qualidade do Serviço no Brasil Visão do Órgão Regulador Monitoramento da Qualidade do Serviço no Brasil Visão do Órgão Regulador 4º Congreso Internacional de Supervisión del Servicio Eléctrico Romeu Donizete Rufino Diretor-Geral da ANEEL 27 de novembro de 2014

Leia mais

COGERAÇÃO: ASPECTOS LEGAIS E REGULATÓRIOS

COGERAÇÃO: ASPECTOS LEGAIS E REGULATÓRIOS COGERAÇÃO: ASPECTOS LEGAIS E REGULATÓRIOS Compreenda a regulamentação referente à cogeração de energia e discuta possíveis mudanças as no setor Gabriel Barja São Paulo, outubro de 2006 Viabilidade Viabilidade

Leia mais

Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional PRODIST

Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional PRODIST Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional Módulo 1 Introdução Revisão 0 1 2 3 4 5 6 Motivo da Revisão Primeira versão aprovada

Leia mais

ANEXO I. Check list UHE/PCH AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL DESPACHO Nº 2.117, DE 26 DE JUNHO DE 2012.

ANEXO I. Check list UHE/PCH AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL DESPACHO Nº 2.117, DE 26 DE JUNHO DE 2012. ANEEL DESPACHO Nº 2.117, DE 26 DE JUNHO DE 2012. O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ANEEL, no uso de suas atribuições regimentais, tendo em vista deliberação da Diretoria e o que consta no Processo

Leia mais

Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional PRODIST

Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional PRODIST Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional PRODIST Módulo 5 Sistemas de Medição Revisão Motivo da Revisão Primeira versão

Leia mais

Em 13 de janeiro de 2012.

Em 13 de janeiro de 2012. Nota Técnica nº 003/2012-SEM/ANEEL Em 13 de janeiro de 2012. Processo: 48500.005140/2011-21 Assunto: Instauração de Audiência Pública, na modalidade Intercâmbio Documental, para subsidiar o processo de

Leia mais

CENTRAIS ELÉTRICAS DO NORTE DO BRASIL S.A. COMPETÊNCIAS ATRIBUIÇÕES ORGANIZACIONAIS DIRETORIA DE OPERAÇÃO

CENTRAIS ELÉTRICAS DO NORTE DO BRASIL S.A. COMPETÊNCIAS ATRIBUIÇÕES ORGANIZACIONAIS DIRETORIA DE OPERAÇÃO CENTRAIS ELÉTRICAS DO NORTE DO BRASIL S.A. COMPETÊNCIAS ATRIBUIÇÕES ORGANIZACIONAIS DIRETORIA DE OPERAÇÃO DIRETORIA DE OPERAÇÃO Cabe à Diretoria de Operação a gestão dos negócios geração, transmissão e

Leia mais

MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À CONSULTA PÚBLICA Nº 005/2014

MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À CONSULTA PÚBLICA Nº 005/2014 MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À CONSULTA PÚBLICA Nº 005/2014 NOME DA INSTITUIÇÃO: Celesc Distribuição S.A. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL ATO REGULATÓRIO: Nota Técnica nº 025/2014

Leia mais

Tipo/Nº do Documento: Data: Origem: Vigência: Resolução Homologatória nº1576 30/07/2013 ANEEL 07/08/2013

Tipo/Nº do Documento: Data: Origem: Vigência: Resolução Homologatória nº1576 30/07/2013 ANEEL 07/08/2013 LEGISLAÇÃO COMERCIAL Assunto: Homologa o resultado da sexta Revisão Tarifária Periódica RTP da Escelsa. Tipo/Nº do Documento: Data: Origem: Vigência: Resolução Homologatória nº1576 30/07/2013 ANEEL 07/08/2013

Leia mais

UMA ABORDAGEM DE GERENCIAMENTO REMOTO DO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA USANDO WEB SERVICES SOBRE TECNOLOGIA GPRS

UMA ABORDAGEM DE GERENCIAMENTO REMOTO DO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA USANDO WEB SERVICES SOBRE TECNOLOGIA GPRS UMA ABORDAGEM DE GERENCIAMENTO REMOTO DO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA USANDO WEB SERVICES SOBRE TECNOLOGIA GPRS Prof. Roberto A. Dias, Dr. Eng CEFET-SC Igor Thiago Marques Mendonça Reginaldo

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES REFERENTES À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 086/2013 NOME DA INSTITUIÇÃO:

CONTRIBUIÇÕES REFERENTES À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 086/2013 NOME DA INSTITUIÇÃO: CONTRIBUIÇÕES REFERENTES À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 086/2013 NOME DA INSTITUIÇÃO: Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres - ABRACE AGÊNCIA NACIONAL DE

Leia mais

LINHAS DE TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

LINHAS DE TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA LINHAS DE TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA FAN Faculdade Nobre As linhas de transmissão são os equipamentos empregados para transportar grandes blocos de energia por grandes distâncias, entre os centros

Leia mais

COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR

COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR PROJETO DE LEI N o 1.103, DE 2007 Dispõe sobre a desvinculação nas faturas de energia elétrica, dos valores relativos ao consumo mensal de energia e à contribuição de iluminação

Leia mais

Fornecimento Seguro. O caminho da energia da usina até o consumidor. Roberto Mario Di Nardo Fernando Mirancos da Cunha

Fornecimento Seguro. O caminho da energia da usina até o consumidor. Roberto Mario Di Nardo Fernando Mirancos da Cunha Fornecimento Seguro O caminho da energia da usina até o consumidor Roberto Mario Di Nardo Fernando Mirancos da Cunha MATRIZ ENERGÉTICA PARTICIPAÇÃO DAS FONTES Capacidade de Geração 119,3 GW de Capacidade

Leia mais

Redes Inteligentes. Como passo inicial do Conceito Smart Grid. Belo Horizonte - 11/08/2010

Redes Inteligentes. Como passo inicial do Conceito Smart Grid. Belo Horizonte - 11/08/2010 Redes Inteligentes Como passo inicial do Conceito Smart Grid Belo Horizonte - 11/08/2010 A Rede Elétrica ONS Mercado De Energia NOSSO FOCO Geração Geração renovável Armazenamento Rede de Distribuição Negócio

Leia mais

Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional PRODIST

Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional PRODIST Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional PRODIST Módulo 5 Sistemas de Medição Revisão 0 1 Motivo da Revisão Primeira versão

Leia mais

Cópia válida somente na INTRANET

Cópia válida somente na INTRANET Página: 1/12 Portaria DC nº. 7-A/2014, de 1 OBJETIVO Estabelecer o procedimento a ser adotado para coleta dos dados e apuração dos padrões de atendimento comercial, de modo a atender ao que estabelece

Leia mais

Nota Técnica nº 049/2003-SRD/ANEEL Em 04 de dezembro de 2003

Nota Técnica nº 049/2003-SRD/ANEEL Em 04 de dezembro de 2003 Nota Técnica nº 049/2003-SRD/ANEEL Em 04 de dezembro de 2003 Assunto: Reajuste das Tarifas de uso dos sistemas de distribuição da empresa Boa Vista Energia S/A - Boa Vista. I DO OBJETIVO Esta nota técnica

Leia mais

Formação do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) (Anexo)

Formação do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) (Anexo) Formação do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) Regras de Comercialização Formação do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) (Anexo) Versão 1.0 1 versão 1.0 Formação do Preço de Liquidação das Diferenças

Leia mais

MODELO CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO ANCILAR - GERAÇÃO. Arquivo: Cpsa padrão- Consórcios - jul13.docx

MODELO CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO ANCILAR - GERAÇÃO. Arquivo: Cpsa padrão- Consórcios - jul13.docx MODELO CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO ANCILAR - GERAÇÃO Arquivo: Cpsa padrão- Consórcios - jul13.docx Motivo: Ajuste de texto da cláusula 16ª Nos casos destacados em azul utilizar a redação conforme

Leia mais

VISÃO GERAL DAS OPERAÇÕES NA CCEE Versão 2010

VISÃO GERAL DAS OPERAÇÕES NA CCEE Versão 2010 VISÃO GERAL DAS OPERAÇÕES NA CCEE Versão 2010 Índice CCEE 1. Introdução 4 2. O Modelo Operacional do Setor Elétrico Brasileiro 4 2.1. Histórico 4 2.2. Objetivos do Novo Modelo 10 2.3. Instituições do Setor

Leia mais

Tarifas de Fornecimento de Energia Elétrica

Tarifas de Fornecimento de Energia Elétrica Tarifas de Fornecimento de Energia Elétrica Conceitos Básicos: Os consumidores de energia elétrica pagam um valor correspondente à quantidade de energia elétrica consumida, no mês anterior, estabelecida

Leia mais

Procedimentos de Distribuição PRODIST: destaques, inovações e a importância para o setor elétrico brasileiro

Procedimentos de Distribuição PRODIST: destaques, inovações e a importância para o setor elétrico brasileiro Título Procedimentos de Distribuição PRODIST: destaques, inovações e a importância para o setor elétrico brasileiro Nº de Registro (Resumen) 215 Empresa o Entidad Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL/Brasil

Leia mais

Smart Grid e Net Metering no Brasil

Smart Grid e Net Metering no Brasil Smart Grid e Net Metering no Brasil Daniel Vieira Superintendência de Regulação dos Serviços de Distribuição SRD/ANEEL Cidade do México 30/01/2013 Sistema de Distribuição 63 concessionárias de distribuição

Leia mais

eccosystems@eccosystems.com.br janaina@eccosystems.com.br

eccosystems@eccosystems.com.br janaina@eccosystems.com.br eccosystems@eccosystems.com.br janaina@eccosystems.com.br 51 3307 6597 A ECCOSYSTEMS está estruturada para a prestação de serviços de engenharia, consultoria, elaboração de estudos, planejamento, projetos

Leia mais

1) MANUAL DO INTEGRADOR Este documento, destinado aos instaladores do sistema, com informações de configuração.

1) MANUAL DO INTEGRADOR Este documento, destinado aos instaladores do sistema, com informações de configuração. O software de tarifação é uma solução destinada a rateio de custos de insumos em sistemas prediais, tais como shopping centers. O manual do sistema é dividido em dois volumes: 1) MANUAL DO INTEGRADOR Este

Leia mais

Serviços em Energia Agregando Valor

Serviços em Energia Agregando Valor Agregando Valor Antonio Carlos Messora Energia Como usar de forma racional e eficiente? Como diminuir custos? Mercado livre ou cativo? Curto Prazo, Longo Prazo ou Que Prazo? O preço vai subir ou descer?

Leia mais