Abramge-mg. Ative o seu cérebro Exercícios físicos têm o poder de reduzir o impacto do envelhecimento sobre as suas funções

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1 Abramge-mg Revista da ANO I Nº 01 Abr/MAio/Jun 2008 Câncer bucal HPV, cigarro e álcool são responsáveis por um grande número Minas de Gerais morbidade como e mortalidade Direitos especiais A legislação concede benefícios aos portadores de doenças graves. Mas é trabalhoso obtê-los Ative o seu cérebro Exercícios físicos têm o poder de reduzir o impacto do envelhecimento sobre as suas funções Abramge-mg Edição comemorativa festeja 30 anos de atividades Congresso Nacional terá as montanhas de principal cenário Road show Abramge faz road show divulgando o parto normal, reformula o Atendimento Nacional e prepara o seu 13º Congresso Remédios sob medida Dentro de poucos anos será possível comprar o medicamento compatível com a sua herança genética e, por isso, muito mais eficaz Prevenção Medicamento odontológica Doenças que Tomar se manifestam remédio na com boca podem ser tratadas leite tanto se uma pode visita ser ao cirurgião-dentista for feita logo aos bom como ruim. primeiros sinais Com algumas exceções, nada substitui a água Sem O problema saneamento principal não há da saúde. previdência As enfermidades no Brasil não causadas é fiscal. pela É de falta injustiça de saneamento social. Espero chegam que a atingir sociedade até 65% perceba das internações isso e hospitalares. comece a discutir. A cura para É o que o mal diz parece Brian Nicholson, simples. Mas autor não do é. Veja livro por A Previdência que nas páginas Injusta centrais

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3 Se ç õ e s Revista Abramge-MG n o 01 - Abr/Ma i o/ju n Índice Ed i t o r i a l...3 Cr ô n i c a s...28 e 30 Es paç o Li v re...29 Ca l e n d á r i o d e e v e n t o s...33 Espaço convidado - Medicina Suplementar..34 Medicina e Saúde Sa ú d e - Au d i ç ã o em p e r i g o... 7 Fu t u r o - Re mé dios s o b m e d i d a...9 Doenças Bucais - Boca sadia, corpo são Dor nas pernas - E suas múltiplas causas..12 Es t r e s s e - Fa l h a s d e m e m ó r i a At e n ç ã o - Cu i da d o s pa r a o i d o s o...14 Ble farit e - Pr o b l e m a s à v ista Dis t ú rbio - Ap e n a s d i f e r e n t e s...23 Saú de - Po l u i ç ão d o m é s t ic a...24 Mi c o s e s - Qu e m n ã o pa s s o u p o r isso?...25 Organização e Negócios Em f es ta - 30 a n o s de u m a b oa h is t ór i a...4 e 5 Ar t ic u lis ta - O r o l e s u a s im p l ic a ç õ e s p r át i c a s...6 En t r e v is ta - Sé r g i o Go n ç a lv e s Em p r e g o - Um a ac i r r a da dis p u ta Ab r a m g e - Po r q u e o pa r t o n o r m a l...27 Me rc a d o - En t e n da o s e t or...34 Expediente Diretoria Dr. José Fernando Rossi - Presidente Dr. Gilmar Martins Soares - Vice-presidente Waldemar Henrique Rausch Jr. - 1º Secretário Diógenes Coelho Vieira- 2º secretário Ubirajara Barros Teixeira - Luiz Fernando Lacerda Silva - 1º tesoureiro Superintendente regional Conselho Fiscal Joaquim Machado Neto, Rogério Eliseo Prado, Dilson Godinho Jr., João Estáquio de Paula Jornalista responsável Mírian Pinheiro - Registro Mt jp - MG Fotografia: Fábio Zarattini Tiragem: exemplares Editorial CONGRESSO 2008 Trinta anos não são trinta meses... No mês de agosto a nossa Abramge-MG comemora seu trigésimo aniversário de fundação e, com muito orgulho, cabeme a honra de dirigir a toda a medicina suplementar de nosso Estado para comentar esse fato relevante. Desde os idos de 1970 nossa atividade participa da saúde do país, sempre procurando trazer aos trabalhadores, seus familiares e à população em geral um atendimento médico e hospitalar diferenciado e nos moldes da medicina de primeiro mundo, apesar de toda a dificuldade para nos mantermos atuantes no mercado. Assistimos a centenas de episódios envolvendo a todos e aos mais diversos atores que participam da saúde, cada qual à sua maneira, com suas dificuldades de relacionamento intersegmentar, porém a medicina de grupo sempre esteve à frente das grandes decisões e se manterá no mercado, graças à força de trabalho de seus idealistas. Passamos por um processo de regulamentação em que o amadorismo administrativo deu lugar a um profissionalismo que amadureceu o nosso segmento setor no qual os sobreviventes se encontram preparados para novos tempos. Nada melhor e mais gratificante que comemorar esses trinta anos com a publicação de uma revista da Abramge- MG e sediando o 13º Congresso Abramge Nacional nas Minas Gerais. Nossas montanhas receberão muito bem os amigos e companheiros de outros estados e do exterior para o Congresso Nacional de Araxá. Tenho certeza de que a reconhecida hospedagem mineira estará presente em nossos corações, para proporcionar o de melhor a todos os participantes. Esperamos nos encontrar em Araxá. José Fernando Rossi Presidente da Abramge-MG 3

4 Em festa 30 anos de uma boa história No ano em que comemora três décadas de atuação, a Abramge-MG faz um replay de suas atividades dos ideais de sua criação às dificuldades enfrentadas ao longo do tempo até chegar às principais conquistas 4 Em reunião informal na sede da Associação, fundadores e colaboradores festejam as três décadas de fundação da Abramge-Minas Para seu presidente e co-fundador, o médico José Fernando Rossi, há de se comemorar a data. São bons anos de história, ele diz, relembrando o caminho que, ao lado de outros parceiros, percorreu para criar a entidade da qual se orgulha tanto. Assim como ele, outros nomes de fundamental importância na estruturação da Abramge-MG falaram sobre a entidade com grande satisfação. Os depoimentos que ilustram nossa reportagem de capa foram colhidos durante um bate-papo, na sede da instituição, organizado pela Revista Abramge-MG, em que participaram os médicos Lucílio Oscar Dias Vieira, Joaquim Machado Neto, Gilmar Martins Soares e o advogado Eugênio Guimarães Calazans, todos protagonistas de uma história que, é bom saber, guarda outros ilustres personagens. A medicina de grupo surgiu em meados da década de 1960, com o desenvolvimento das indústrias au- tomobilísticas. Para organizar o novo segmento, foi fundada, em 1966, a Associação Brasileira de Medicina de Grupo Abramge. A partir dessa pioneira iniciativa, seriam formadas progressivamente as associações regionais, como a Abramge-MG, criada em Parece ter sido fácil, mas não foi bem assim. Segundo Fernando Rossi, a defesa das empresas de medicina de grupo vem sendo, desde esse momento, uma tarefa árdua, que se assemelha a estar diariamente num front. Ao contrário dos antigos, os mais novos que chegaram à Abramge-MG já encontraram junto com o sal a jarra de água, conta o presidente, com bom humor. Na época de sua fundação, eram somente oito os associados. As dificuldades foram muitas, mas disso ele não gosta muito de falar. Prefere chamar a atenção para as coisas boas, como a contratação, há 12 anos, do superintendente Luiz Fernando Lacerda Silva, que, na sua opinião, fez um excelente trabalho de interiorização da entidade. O que ele fez serviu de exemplo para outras associações regionais, reconhece. No ápice de seu crescimento, a Abramge- MG chegou a contabilizar 49 associados. Com o advento da Lei 9.656/98, da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), algumas empresas não conseguiram se adequar à nova realidade saindo do segmento ou sendo adquiridas por outras organizações. Hoje, a Abramge-MG possui em seu mailing 40 empresas associadas, que juntas representam cerca de 800 mil usuários em todo o Estado. Para Lucílio Oscar Dias Vieira, co-fundador da associação, a criação da Abramge Nacional uniu muito os grupos médicos. Desse mesmo modo, a Abramge-MG facilitou muito o crescimento das operadoras de plano de saúde do Estado. Na sua opinião, o mais difícil nesses 30 anos tem sido a união da classe. Nessa gestão, percebo um intercâmbio maior, isso favorece muito o grupo na luta pela defesa dos interesses comuns, avalia. Da n d o v o z ao s q u e n ão t i n h am Segundo o conselheiro da entidade, Joaquim Machado Neto, há 15 anos filiado à Abramge-MG, a integração promovida pelo órgão foi muito positiva. Houve, na sua opinião, uma difusão de novos investimentos no setor de saúde. Para ele, antes da criação da Abramge-MG, as informações eram compartilhadas por poucas empresas. A partir de sua fundação, novos mercados de trabalho foram conhecidos e os empresários conseguiram atingir um nível profissional de excelência. Divergências, ele diz, acontecem, mas são enriquecedoras aos debates. A Abramge-MG tem intermediado

5 essas discussões e levado à Abramge Nacional as reivindicações, principalmente dos pequenos, que só têm ganho nesses 30 anos com as propostas unificadas. Os nossos associados se percebem fazendo parte de um movimento global, analisa, sem esconder que há desafios a serem vencidos. Entre estes, a Lei 9.656/98, da ANS, que mudou as relações comerciais das empresas de medicina de grupo. Se, por um lado, ela sistematizou e padronizou as relações, moralizando o mercado, por outro, o engessou. As operadoras têm que se adequar às normas impostas pela ANS, não tendo a chance de inovar. Se não tivéssemos uma Abramge, tanto nacional quanto regional, para nos dar voz, muitos já teriam quebrado. Para Joaquim, o segmento ganhou mais representatividade com a associação. Há uma sinergia entre nós, as empresas se agilizaram e ganharam mais transparência, elogia. Por intermédio da Abramge-MG, ele acredita que as empresas também puderam se informar sobre a lisura do mercado, diminuindo os riscos e a burocracia do setor. Entre os outros benefícios advindos da criação da Abramge-MG, pontuados por Joaquim, destaque para o departamento jurídico. Ele é bastante atuante. Presta assessoria às empresas diariamente, é afinado, acompanha as mudanças da lei, além de manter plantões semanais na associação, elogia. Crítico, porém satisfeito com a atuação da entidade que representa, Eugênio Guimarães Calazans, consultor jurídico da Abramge-MG há 11 anos, também salienta as mutações no segmento de medicina de grupo em razão da edição da Lei 9.656/98. O advogado ressalta, no entanto, a intervenção positiva da Abramge-MG nesta questão. A associação acompanhou de perto, monitorou e combateu. As empresas que conseguiram superar as modificações bruscas impostas pela lei só obtiveram êxito com a orientação e o acompanhamento da Abramge- MG, afirma. Para ele, a associação mineira, além de combater as imperfeições legais que regulamentaram a atividade, vem auxiliando no crescimento do setor, o que reflete no benefício social, com a eficaz assistência médica, criação de novas oportunidades, empresas e geração de riquezas, completa. Do ponto de vista jurídico, o entrave maior vem, segundo ele, do próprio Poder Judiciário, que, com sentenças que não respeitam a legislação passada nem a vigente, esquece do equilíbrio econômico das empresas e coloca em risco a coletividade protegida pelas coberturas contratadas. Afinada com a educação Vice-presidente da Abramge-MG, Gilmar Martins Soares, reforça a importância da Abramge-MG nos últimos 30 anos. Na sua visão, com a criação da ANS, houve uma padronização de condutas e as empresas tiveram de se organizar e se mobilizar para fazer frente a esse movimento e nada melhor que uma associação de classe para discutir e procurar respostas para tudo o que tem sido colocado. A associação, nesse sentido, foi fundamental. Discute-se muito aqui. É no espaço da Abramge, da nacional à regional, que as regulamentações da ANS ganham profundidade e negociações são pensadas, observa, fazendo referência às parcerias educacionais da entidade. A Abramge-MG, ao longo de seus 30 anos, vem investindo na qualificacão, reciclagem e formação dos profissionais de saúde. Cursos de pós-graduação, em parceria com instituições particulares de ensino, são realizados sistematicamente. Um deles, na área de gestão de operadoras, beneficiou muito todo o segmento em Minas Gerais. Assim como os temas oferecidos em nível de extensão, como o de auditoria, enumera Gilmar. Para ele, um entrave importante são os insuficientes recursos financeiros da entidade, o que, às vezes, impede ações, atrasando projetos importantes. Muito se fez, mas há muito a fazer. A Abramge-MG completa 30 anos em franco crescimento, diz o presidente, aproveitando para convocar seus associados a uma participação mais efetiva nos trabalhos. Não adianta ficar passivo esperando informações, é preciso interagir, trazer experiência, idéias, sugestões. Buscarmos juntos soluções, sensibilizarmos novos associados, tendo renovadas nossa direção e nossa administração. Para ele, a Abramge-MG aconteceu em Minas Gerais também graças ao crescimento da Abramge Nacional. Acho que foi importante, em ambos os casos, o nosso papel (dos fundadores). Nós trouxemos informação institucional, conhecimento, tecnologia, mantivemos as portas abertas para melhorar o mercado de trabalho que liderávamos na época, diz, orgulhando-se da melhora considerável do relacionamento da Abramge-MG com médicos, hospitais, prestadores de serviço e até com os segmentos concorrentes, como as cooperativas médicas, empresas de autogestão, seguradora etc. É um mérito da Abramge-MG ter levado todos a sentarem-se à mesa para conversar, afirma. Segundo o presidente da associação regional, Fernando Rossi, é preciso também reconhecer o papel da Associação dos Hospitais, que, liderando um movimento que culminou na criação do Instituto Brasileiro para Estudo de Desenvolvimento do Setor de Saúde (IBEDESS), vem congregando todas as instituições de saúde em busca de um crescimento comum e de uma relação de ganha-ganha a todos os públicos envolvidos. O que ainda incomoda Fernando Rossi, nesses 30 anos e ele tem tido dificuldades para resolver, é tentar buscar o reconhecimento do governo para uma parceria com o segmento. Não podemos, de maneira alguma, ser substitutivos do governo, como vem sendo imposto a nós. Nesse aspecto, está faltando à Abramge Nacional uma política firme, de contestação, de embate. Não podemos permitir que grandes grupos conduzam os interesses da minoria. Não podemos ser tratados como bandidos. A ditadura da caneta tem que acabar. A vida não tem preço, mas a saúde tem custo. Isso é preciso ser entendido, enfatiza. P 5

6 Articulista O rol e suas implicações práticas A omissão dos movimentos de defesa do consumidor diante do iminente desequilíbrio financeiro das carteiras de contratos de planos de saúde é lamentável Nessas primeiras palavras do que se propõe e promete ser um longo diálogo, foi-me proposto como tema o novo Rol de Procedimentos introduzido pela Agência Nacional de Saúde Suplementar, por meio da Resolução Normativa nº 167. Em vigor, ela vem introduzindo uma série de novas coberturas assistenciais cujos custos jamais foram considerados nos cálculos atuariais dos contratos de planos de saúde em vigência. Não é preciso dimensionar a polêmica que se instaurará, eis que mais uma vez as empresas serão obrigadas a bater nas portas do Judiciário contra a ANS, para fazer valer suas garantias constitucionais, principalmente no que toca à impossibilidade de retroatividade da norma sobre os contratos de plano de saúde vigentes. Diante desse cenário, dois são os caminhos que se impõem ao mercado, pois pode o Judiciário reconhecer a ilegalidade do novo rol, suspendendo a sua exigibilidade via liminar, ou, por decorrência lógica, a entrada efetiva da Resolução, uma vez que negada a referida pretensão. Obviamente, cabe às operadoras aguardarem a solução judicial e se prepararem para o pior delas, implementando uma gestão assistencial inteligente e austera, tendo em vista que uma série de novos custos será imposta sem a devida contrapartida de receita. Alguns estudos relacionados ao novo rol de coberturas apresentam um aumento de custos da ordem de 5,96% (Austin Ratings) a até 10% (Abramge), fato que certamente causará às operadoras de planos de saúde uma severa retração nos seus 6 Fe l i p e Mag a l h ã es Ro s s i resultados operacionais, levando ao mercado insegurança e apreensão. Interessante ainda dizer que a própria ANS reconhece que o novo Rol de Procedimentos acarretará aumentos de custos, o que, entretanto, somente poderá ser repassado para o consumidor no reajuste anual de 2009, quando a ela será permitido melhor aferir os impactos em questão. Na Constituição da República, a saúde suplementar se encontra inserida no Capítulo da Ordem Social, o qual prevê uma série de princípios a serem observados, que visam a garantir o bem-estar e a justiça social. A Carta Magna estipula também que nenhum benefício ou serviço poderá ser criado, majorado ou estendido sem a correspondente fonte de custeio total, sendo esse princípio basilar da seguridade social. Ora, se a Resolução 167 acarreta aumento de coberturas assistenciais e, conseqüentemente, no acréscimo de despesas para as operadoras de planos de saúde e consumidores assistidos, poderia a ANS editar tal norma sem pelo menos apontar a respectiva fonte de custeio? Quais as conseqüências desse acréscimo assistencial nos resultados operacionais das empresas? Terão elas margem econômica para fazer frente a essas novas despesas? E, principalmente, terão elas fôlego e recursos suficientes para bancar a política imposta pela Agência, e, assim, operar a descoberto por mais de um ano sem a devida contraprestação de riscos e custos? Algumas empresas gigantes do ramo provavelmente sim, mas a imensa maioria certamente não. E o pior é que os efeitos dessa medida ferem principalmente os interesses do próprio consumidor, pois o desequilíbrio financeiro de determinada operadora de plano de saúde nada mais é do que o descompasso econômico da sua população beneficiária, que confia seus recursos em troca do exato cumprimento dos contratos firmados. A omissão dos movimentos de defesa do consumidor diante do iminente desequilíbrio financeiro das carteiras de contratos de planos de saúde é lamentável. Ao visarem tão-somente ao aumento de benefícios assistenciais, eles acabam atropelando a segurança econômica dos contratos, logo, de toda a coletividade assistida. É inegável que a regulamentação do setor trouxe imenso avanço e segurança ao mercado. Após decorridos quase dez anos da Lei 9.656/98 e oito anos da criação da ANS, não se pode mais admitir que a política do órgão regulador se fixe em regras, cujos efeitos geram muito mais insegurança e angústia do que certeza e precisão. P Advogado e especialista em operadoras de plano de saúde, MBA-FGV em Gestão de Sistemas de Saúde.

7 Mercado Entenda o setor Dados referentes ao sistema de saúde suplementar Balanço nacional e setorial do segmento ARevista Abramge-MG pesquisou no Sistema de Informação de Beneficiários da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) alguns dados relevantes sobre o segmento. Os resultados levantados podem servir de referência às operadoras de medicina de grupo, facilitando nos trabalhos de avaliação de desempenho, identificação de deficiências e contextualização das empresas dentro do cenário nacional. Taxa de cobertura: Em Minas Gerais, 4 milhões, 40 mil e 133 pessoas são beneficiários de planos de assistência médica. A taxa de cobertura na capital é de 55,2%. Na região metropolitana a taxa é de 39,2%. No interior a taxa de cobertura é de 18%. Numa população de 19 milhões, 479 mil, cerca de 22%, possuem cobertura assistencial. Núm e r o d e benefic i á r i o s d e p l a n o s d e a s s i s t ên c i a m é d i c a (m e d i c i n a d e g r u p o) por época de contratação: De 14 milhões, 559 mil, 410 planos, 10 milhões, 790 mil são contratos novos (a partir de 1999) e 3 milhões, 788 mil são contratos anteriores a Di s t r i b u i ç ã o p o r c e n t u a l d o s benefici á rios d e a s si s t ênc i a m é d i c a p o r m o d a l i d a d e d e o p e r a d o r a: 38% medicina de grupo; 33,2% cooperativas médicas; 14,3% autogestão; 11,1% seguros de saúde; 3,4% filantropia; 72,9% correspondem a planos coletivos; 20,6% correspondem a planos individuais; 6,5% não foram identificados. Di s t r i b u i ç ã o p o r c e n t u a l d o s benefici á rios d e p l a n o d e s a ú d e p o r tipo d e c o n t r a- ta ç ã o: Nas capitais, os planos novos correspondem a 71,2% e os planos antigos a 28,8%; Nas regiões metropolitanas os planos novos correspondem a 72% e os antigos a 28%; No interior, 75,5% correspondem a planos novos e 29,5% a planos antigos. Be n e f i c i á r i o s d e p l a n o s d e s a ú d e p o r faixa etária: Até 18 anos - 12 milhões, 11 mil, 467 (25,6%); De 19 a 59 anos - 30 milhões, 339 mil, 887 (64,6%); Acima de 60 anos - 4 milhões, 523 mil, 924 (9,6%). Operadoras em atividade no Brasil São operadoras em funcionamento no Brasil, das quais 227 estão ativas em Minas Gerais. Operadoras em atividade, por grandes regiões da sede, segundo modalidade medicina de grupo: - de 642 empresas, 421 estão concentradas na região Sudeste, 102 no Sul, 80 no Nordeste, 26 na região Centro-Oeste e 13 no Norte. Re c e i ta d e c on t r a p r e s taç õe s d a s o p e- r a dor a s d e p l a n o s d e s a ú d e, s e g u n d o m o d a l i d a d e m e d i c i n a d e g r u p o, a n o b a se 2006: R$ ,00 Desp e s a s d a s o p e r a d o r a s d e p l a n o d e s a ú d e, s e g u n d o m o d a l i d a d e m e d i c i n a d e g r u p o: Despesa assistencial de R$ ,00 Evolução do custo Despesa assistencial das operadoras de plano de saúde, segundo modalidade medicina de grupo, de 2001 a 2006: 2001: R$ , : R$ , : R$ , : R$ , : R$ , : R$ ,00 Calendário de eventos - Abril, Maio, Junho 7 o Fórum Jurídico Unidas Dez anos da Lei 9.656/98 Análise e perspectivas em relação às oportunidades e dificuldades do setor Data: 23 e 24 de abril Local: Naoum Plaza Hotel Brasília, DF Informações e inscrições: unidas.org.br - Tel: (11) o Congresso Mineiro de Epidemiologia e Controle de Infecções Data: 1º a 3 de maio Local: Ouro Minas Palace Hotel Belo Horizonte, MG Informações e inscrições: minasinfecto. com.brcongresso 2008 XIII Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva, I Internacional Symposium of the World Federation of Intensive and Critical Care Medicin, V Congresso Internacional dos Associados do Labic, XII Fórum Latino-Americano de Ressuscitação de Emergências Cardiovasculares, II Simpósio Internacional Ilcor, II Simpósio de Emergências Cardiovasculares Amib AHA e II Simpósio Internacional de humanização em Terapia Intensiva Data: 6 a 10 de maio Local: Salvador, BA Informações e inscrições: (71) XlX Congresso Mineiro de Cardiologia Esporte Parceiro do Coração Data: 12 a 14 de junho Local: Centro de Feiras e Exposições Expominas Informações: org.br 31

8 Em entrevista exclusiva à Abramge- MG, o médico Carlos Eduardo Ferreira, presidente do IBEDESS (Instituto Brasileiro para Estudo de Desenvolvimento do Setor de Saúde), fala sobre os objetivos e os desafios da entidade, criada para pensar e propor soluções para os problemas que assolam o setor de saúde no Brasil, segmento que, na sua opinião, carece de medidas estruturais urgentes. Para ele, somente um debate conjunto em busca de melhores resultados poderá afastar o cenário sombrio que ameaça o futuro de todos os envolvidos. Como surgiu o IBEDESS? A idéia do IBEDESS nasceu depois de uma reunião que fizemos em BH, com a participação de todas as entidades de saúde do Estado, para homenagear o primeiro ministro da saúde que esteve aqui, o Dr. José Saraiva Felipe. A reunião sinalizou a importância de construirmos algo que pudesse buscar soluções para os problemas do setor de saúde. O reconhecimento das dificuldades era ponto comum, de conhecimento de todas as entidades, mas cada instituição procurava resolver isoladamente seus problemas. Dificilmente conseguiríamos sucesso individualmente. É notório, o mundo caminha para alianças, parcerias e entendimentos. Como, inicialmente, foram operacionalizados os trabalhos? Apresentamos ao ministro, em documento, as dificuldades de cada um na área. Ainda sem a constituição do Instituto, pedimos a ele uma atenção especial, uma vez que tínhamos também propostas para solução dos problemas. Desses entendimentos iniciais com o ministro, surgiu um grande encontro no Brasil, em que participaram os representantes do Ministério da Saúde, a diretoria da Agência Nacional de Saúde e 32 Entrevista A união que faz a força Carlos Eduardo Ferreira fotos: divulgação as entidades representativas do segmento. Ali nasceu a constituição de um grupo de trabalho, composto de representantes dos prestadores de serviço e do Ministério. Qual foi o principal enfoque das discussões? Os trabalhos se debateram sob dois grandes temas: qual o papel do setor privado na prestação de serviço de saúde e como poderíamos construir parcerias público-privadas para solucionar os problemas. Em seguida, resolvemos institucionalizar o movimento, criando o Instituto, pioneiro no País, para fortalecer nossas idéias. Nascia ali o IBEDESS, em outubro de 2007, com as parcerias da Abramge- MG, Associação dos Hospitais de Minas Gerais, Associação Médica de Minas Gerais, Associação dos Serviços Assistenciais de Saúde Próprios de Empresas de Minas Gerais (Asaspe-MG), Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos de Minas Gerais (Fencom), Federação Nacional das Cooperativas Médicas, Federação das Unimeds do Estado de Minas Gerais, Unimed-MG, Unimed-BH e Federasantas. Qual o maior desafio do IBE- DESS? Reconstruir a cadeia produtiva do setor de saúde e, dentro da situação vigente, estudar uma mudança do atual modelo, sob pena de vermos agravada ainda mais a situação. Em que medida o panorama do setor de saúde a que assistimos hoje influenciará no futuro da assistência médica? Hoje assistimos a um modelo perde e ganha ou perde-perde. Isso quer dizer, alguém ou todos perdem. O setor de saúde movimenta bilhões de reais, mas não conversa entre si. Temos médicos, hospital, operadora, usuários, produtores, fornecedores, e ninguém discute seus problemas, ninguém procura conhecer as dificuldades um do outro. Qual o caminho proposto pelo IBEDESS, na tentativa de mudar esse cenário? Promovemos um seminário, trouxemos várias autoridades nacionais e estrangeiras, e discutimos a urgência de repensarmos o modelo atual. A partir dele, foram produzidos trabalhos importantes. Elaboramos, também, de forma pioneira, um planejamento estratégico interinstitucional (hospitais, médicos e operadoras), sob a coordenação de um consultor técnico, para apontar o caminho para a equação ganha-ganha para todos. Nesse planejamento ganham o médico, o hospital, a operadora, o usuário e o governo. Esse planejamento estratégico obriga a uma mudança de cultura e comportamento, tanto de médicos, de hospitais, de operadoras e de governo. Para tentar instituir esse plano, será necessário, sobretudo, viabilizar linhas de financiamento que servirão de instrumentos para modificação do modelo. Um dos trabalhos contidos no planejamento visa à busca pela melhor maneira de remunerar a prestação de serviço, o

9 que implica mudanças no comportamento do hospital, do médico e das operadoras. Hoje, o que basicamente sustenta esse sistema? O que está dando sobrevida ao sistema é a comercialização de material e medicamento. Isso tem que ser repensado. Para se ter uma idéia, o setor hospitalar é composto de mais de 70% de hospitais com menos de 70 leitos. São instituições de pequeno porte, sem poder aquisitivo, que não conseguem usufruir da modernidade dos instrumentos de gestão. Restam a eles fazer parcerias, porque, se tentarem competir, vão morrer. Temos que regionalizar as soluções, evitando o congestionamento dos problemas nos grandes centros. Tratar uma reformulação tributária do setor. O governo tem que parar com essa sanha arrecadadora, sem querer abrir mão de nada. Precisamos implantar a tabela de classificação hierarquizada de procedimentos médico-hospitalares, uma demanda antiga dos médicos. Como o senhor analisa a tendência de mercado para a verticalização do atendimento? É um assunto delicado. A lógica do sistema pode ser subvertida. O médico vai passar a ser empregado da operadora e os hospitais contratados tendem a desaparecer. São muitos os desafios? Sim, muitos. Mas o IBEDESS está aí para tentar vencê-los, com a ajuda de todos. O usuário, por exemplo, dentro da nossa realidade econômicofinanceira, precisa ter a possibilidade de ter um plano de saúde cujo valor seja mais acessível ao seu bolso. Hoje, um plano de saúde é direcionado para pessoas com mais poder aquisitivo. Temos a convicção de que o SUS não resolverá o problema da saúde pública, por isso é objetivo do IBE- DESS aumentar os usuários do setor suplementar e que ele, o setor suplementar, possa proporcionar mais clientes para os médicos e hospitais, sem prejuízo a ninguém. O que está previsto na agenda do IBEDESS para este ano? Neste ano, o conselho superior do IBEDESS fará reuniões quinzenais e promoverá conferências para começarmos a construir a cultura da mudança, organizando a nova cadeia produtiva do setor de saúde. O desejo é envolver poder público, fornecedores, médicos, executivos, enfim, todos. Queremos criar um plano piloto para a região metropolitana de BH, e já temos a sinalização da participação da Secretaria Municipal de Saúde, contendo regras de conduta que possam ser copiadas pelo restante do Brasil. Quem tem o poder para mudar essa realidade perversa? Na nossa visão, quem tem o poder de mudar são os prestadores de serviço. O nosso objetivo é nos estruturarmos para levar nossas idéias a cada uma das instituições e ao seu poder decisório. A intenção é nos reunirmos com os hospitais, seu corpo clínico, com as operadoras. O senhor poderia nos apontar os principais problemas do setor? Um dos principais problemas do segmento é a falta de financiamento. Temos uma saúde absolutamente sui generis no Brasil. Ela é tabelada pelo governo, que não permite o repasse dos aumentos dos insumos consumidos. Não é à toa que ninguém mais quer vender plano individual. Se o sistema é suplementar, ele deveria complementar o que o público não dá e não ser substitutivo do sistema público. A ANS (Agência Nacional de Saúde), dentro do que regulamenta e legisla, está entendendo erroneamente assim. Pensamos que nem o público nem o privado conseguem dar tudo. Outro problema está na incorporação tecnológica. Os equipamentos estão cada vez mais complexos e isso tem encarecido muito a Medicina. Precisamos construir uma incorporação que seja sustentável e que proporcione resultados de segurança e qualidade para o usuário. O terceiro grande desafio é a melhoria dos instrumentos de gestão. A gestão tem de ser, cada vez mais, profissionalizada. Ainda vemos práticas muito empíricas no setor. P Minas Gerais sedia 13º Congresso Abramge 2008 Nos dias 21 e 22 de agosto de 2008, a cidade mineira de Araxá, pólo turístico da região do Triângulo Mineiro, sediará o 13º Congresso Abramge 2008, que enfocará em seu temário, delineado pela comissão científica da entidade, coordenada pelo professor Joamel Bruno de Mello, conselheiro do Universo da Qualidade, questões ligadas aos desafios da gestão da saúde suplementar, com assuntos que propiciem aos participantes ferramentas práticas para adequar as empresas às novas exigências mercadológicas. 33 foto: MedicalCD

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