Efeito Hipotensivo de Exercícios Resistidos Realizados em Diferentes Intensidades em Idosos

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Efeito Hipotensivo de Exercícios Resistidos Realizados em Diferentes Intensidades em Idosos"

Transcrição

1 Rev Bras Cardiol. 2011;24(6): Artigo Original 2 Efeito Hipotensivo de Exercícios Resistidos Realizados em Diferentes Intensidades em Idosos Hypotensive Effects of Resistance Exercises Performed at Different Intensities by the Elderly Oliveira et al. Mônica Menezes Oliveira 1, Vinícius de Oliveira Damasceno 2, Jorge Roberto Perrout de Lima 3, Arise Garcia de Siqueira Galil 3, Elisa Maria Rodrigues dos Santos 1, Jefferson da Silva Novaes 4 Resumo Fundamentos: Existem poucos estudos investigando a hipotensão pós-exercício (HPE) em idosos hipertensos. Objetivo: Verificar a HPE do exercício resistido (ER) realizado em diferentes intensidades por idosos hipertensos estágio I. Métodos: Dez homens, hipertensos, estágio I, com 66,0±4,4 anos, pós-teste de 10RM e familiarização com os exercícios, realizaram dois treinamentos: a 80% e 100% de 10RM, com intervalo de 48h. Durante a atividade e até 24h depois, os sujeitos foram controlados pela monitorização ambulatorial da pressão arterial (MAPA). Foram avaliados: pressão arterial sistólica e diastólica e pressão de pulso. Para verificar a normalidade dos dados utilizou-se o teste Shapiro-Wilk. Na descrição das variáveis utilizou-se estatística descritiva. Para verificar a diferença das médias nas variáveis estudadas entre os momentos pré-esforçovigília, esforço e pós-esforço-vigília, pós-esforço-sono nas duas intensidades, foi utilizada a ANOVA para medidas repetidas, seguido do teste post-hoc Tukey HSD (p<0,05). Resultados: Verificou-se HPE em idosos hipertensos no momento pós-esforço-vigília nas diferentes intensidades realizadas, sendo significativamente diferente do momento pré-esforço-vigília apenas a 80% de 10RM. Conclusão: Os resultados encontrados sugerem que uma única sessão de ER realizado em diferentes intensidades (80% e 100% de 10RM) pode promover HPE em indivíduos idosos hipertensos (estágio I). Trabalhar em intensidades menores, como 80% de 10RM, pode ser mais eficiente nessas reduções. Palavras-chave: Pressão arterial; Hipotensão; Idosos Abstract Background: There are few studies investigating postexercise hypotension (PEH) in elderly hypertensive patients. Objective: To determine the PEH of resistance exercise (RE) performed at different intensities by elderly stage I hypertensives. Methods: Ten men with stage I hypertension, aged 66.0±4.4 years, after 10RM test and exercise familiarization, completed two training sessions: at 80% and 100% of 10RM with an interval of 48h. During the activity and up to 24h afterwards, the subjects were overseen through ambulatory blood pressure monitoring (ABPM), evaluating their systolic and diastolic blood pressure and pulse pressure. The normality of the data was ascertained through the Shapiro-Wilk test, using descriptive statistics to describe the variables. The mean variable differences between pre-stressing - awake, and post-exercise awake and post-exercise - sleep at were measured both intensities through variance analysis, with repeated measurements followed by Tukey s post hoc HSD test (p <0.05). Results: PEH was noted in elderly hypertensive patients during the post-exercise - awake period at the different intensities used, but was significantly different from preexercise - awake only at 80% of 10RM. Conclusion: The findings suggest that a single session of RE performed at different intensities (80% and 100% of 10RM) can promote PEH in elderly hypertensive patients (stage I). Working at lower intensities, such as 80% of 10RM, may be more efficient for these reductions. Keywords: Blood pressure; Hypotension; Elderly 1. Programa de Pós-graduação (Mestrado) em Ciência da Motricidade Humana - Universidade Castelo Branco - Rio de Janeiro, RJ - Brasil 2. Faculdade de Medicina - Universidade Federal de Minas Gerais - Belo Horizonte, MG - Brasil 3. Laboratório de Avaliação Motora - Universidade Federal de Juiz de Fora - Juiz de Fora, MG - Brasil 4. Escola de Educação Física e Desporto - Universidade Federal do Rio de Janeiro - Rio de Janeiro, RJ - Brasil Correspondência: Mônica Menezes Oliveira Rua Vereador José Gaspareti, 104 ap Vale do Ipê Juiz de Fora, MG - Brasil Recebido em: 17/07/2011 Aceito em: 31/10/

2 Oliveira et al. Rev Bras Cardiol. 2011;24(6): Introdução Com o envelhecimento, o sistema cardiovascular apresenta mudanças estruturais e funcionais. A rigidez da parede dos vasos tende a elevar a pressão sistólica (PAS) e o aumento da velocidade da onda de pulso mantém a pressão arterial diastólica (PAD) dentro dos valores normais ou pode até diminuí-la 1. A pressão de pulso (PP) é definida como a diferença entre a PAS e a PAD e valores >53mmHg são considerados anormais e relacionam-se ao aumento de aproximadamente cinco vezes a ocorrência de eventos cardiovasculares 2. Com isso, a PAS e a PP têm se definido como preditores de eventos cardiovasculares no idoso 3. A atividade física pode reduzir a PA 4,5. O exercício resistido (ER) vem sendo recomendado como um dos principais exercícios a serem praticados devido a seus benefícios e sua segurança, até mesmo em pessoas idosas 6-9. Logo após uma única sessão de exercício, observa-se que a PA permanece abaixo dos níveis encontrados no repouso. Tal resposta, denominada hipotensão pós-exercício (HPE), tem sido sugerida como forma de prevenção e tratamento não medicamentoso da HA 10,11. Apesar de estudos demonstrarem a ocorrência da HPE após ER, ainda não há consenso sobre um protocolo ideal (frequência, intensidade e volume) para se potencializar esse efeito 12. Polito et al. 13 e Simão et al. 14 compararam a HPE após duas intensidades de ER e reportaram redução de mesma magnitude na PAS em ambas as intensidades, porém o protocolo de maior intensidade demonstrou HPE de maior duração. Os trabalhos que correlacionam efeitos do exercício físico com a monitorização ambulatorial da pressão arterial (MAPA), especialmente em idosos, são poucos e de resultados conflitantes, talvez em virtude das diferenças metodológicas, como diferentes protocolos de exercício e tipo da amostra. Assim, este estudo tem como objetivo comparar, em idosos hipertensos estágio I, o HPE subagudo de uma sessão de ER em intensidades diferentes. Metodologia A população chamada para participar do estudo compreendia 850 pacientes, porém apenas 38 pacientes obedeciam aos critérios de inclusão e exclusão do estudo. Dos 38 pacientes elencados, apenas 12 aceitaram participar. Na primeira fase os pacientes foram solicitados a interromper o uso dos anti-hipertensivos por um período de 15 dias, antecedendo o início do protocolo experimental. Nesse período foram acompanhados pela cardiologista com visitas semanais ao consultório para controle e mantiveram rigorosamente as recomendações da cardiologista. Apesar do controle, 2 pacientes apresentaram elevações agudas da PA e, portanto, foram excluídos. Sendo assim, apenas 10 pacientes do sexo masculino, hipertensos (estágio I) com idade superior a 60 anos de idade, ativos, mas sem experiência prévia com ER foram selecionados para a realização do protocolo experimental. Os critérios de inclusão foram: a prática de atividade física há pelo menos seis meses, hipertensão (estágio I) PAD 90mmHg e <100mmHg e/ou PAS 140mmHg e <160mmHg. A liberação foi realizada através de avaliação clínica, constituída de anamnese médica e eletrocardiograma em repouso. Após a liberação do médico responsável, os pacientes foram encaminhados para a fase de retirada dos antihipertensivos por duas semanas antes de iniciar o experimento. Os critérios de exclusão foram: experiência com ER, uso de substâncias ergogênicas, comprometimentos osteomioarticulares que impedissem total ou parcialmente a execução dos exercícios, evidência de lesões em órgãos-alvo, história de alcoolismo ou uso de drogas ilícitas, elevação da PA durante o estudo para valores acima dos permitidos nos critérios de inclusão. Os indivíduos foram orientados a não praticar atividades físicas antes da realização do procedimento experimental. O estudo foi previamente aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Castelo Branco, sob o n o 0096/2008. O Termo de Consentimento Livre e Esclarecido foi assinado por todos os participantes. Procedimentos Experimentais O ER foi realizado em academia de ginástica, supervisionado e orientado por uma equipe multidisciplinar (cardiologista, profissionais de educação física e enfermeiro). Os procedimentos experimentais foram divididos nas seguintes etapas: 1ª Familiarização: Foi realizada uma sessão de exercícios para que os sujeitos selecionados se familiarizassem com a execução correta dos exercícios propostos. Foram realizadas 10 repetições no leg press 45 0 e supino reto sem sobrecarga adicional. 2ª Testes de 10RM: Após a familiarização, foram feitos os testes de 10RM nos exercícios leg press 45 0 e supino reto no Smith Machine. Após 48 horas, os testes de 10RM foram repetidos para a obtenção da reprodutibilidade do teste (teste e reteste). 355

3 Rev Bras Cardiol. 2011;24(6): Oliveira et al. Considerou-se como 10RM a maior carga obtida em ambos os dias, desde que a diferença entre as duas cargas fosse menor que 5%. Se fosse maior, era realizado um terceiro teste 15,16. Durante a realização de todas as etapas, para segurança dos sujeitos, aferiu-se a PA casual e FC 10 minutos em repouso, sentados, antes de iniciar o exercício, utilizando um esfignomanômetro e estetoscópio da marca BIC 9 e um monitor de batimento cardíaco Acurex Plus Polar. 3ª Exercício Resistido: Nessa etapa, todos os indivíduos foram esclarecidos sobre a técnica de uso da MAPA 13. Determinou-se como ponto 0 o momento em que o aparelho foi colocado. Todos os indivíduos iniciaram as sessões de ER uma hora após o monitor ser instalado. O tempo de duração das sessões foi de 1 hora. Portanto, após as sessões, eram obtidas 22 horas de leitura, durante as quais os indivíduos foram orientados a manter suas rotinas diárias e anotálas num diário fornecido pela clínica. No tempo de 50 minutos após a colocação da MAPA, os indivíduos ficavam 10min em repouso, sentados, para a coleta de dados pré-exercício. Antes de iniciar o primeiro exercício, os indivíduos realizaram aquecimento mioarticular que consistiu de 10 repetições de cada exercício, com 50% da carga obtida no teste de 10RM. Após intervalo de dois minutos, os indivíduos realizaram, na primeira sessão de ER, três séries de 10 repetições com 80% e, na segunda, com 100% da carga para 10 RM, com dois minutos de intervalo entre elas. O ritmo de execução foi de 2 segundos de fase concêntrica para 2 segundos de fase excêntrica, monitorado pelo metrônomo (QUICK TIME ). O intervalo entre as duas sessões foi de 48 horas. Medidas realizadas Antropometria A massa corporal foi mensurada em uma balança mecânica de marca Filizolla (Brasil), com precisão de 100g; a estatura foi determinada utilizando-se um estadiômetro da própria balança com precisão de 1mm 17. A partir dessas medidas, foi calculado o índice de massa corporal (IMC) por meio da relação entre a massa corporal (kg) e o quadrado da estatura (m). Protocolo do teste de 10RM Com o objetivo de minimizar os erros nos testes de 10RM algumas estratégias foram adotadas: a) Instruções padronizadas antes do teste, de modo que o avaliado estivesse ciente de toda a rotina que envolvia a coleta de dados; b) As técnicas dos exercícios foram controladas e corrigidas, quando necessário, durante as sessões; c) Todos os sujeitos foram encorajados verbalmente a completar as 10 repetições. 356 Durante os testes de 10RM, os sujeitos tiveram três chances para acertarem a carga ideal e um intervalo de cinco minutos entre as tentativas de cada exercício. Houve intervalo de 10min entre os testes de cada exercício. Tendo em vista assegurar um padrão de execução dos exercícios durante os testes, estabeleceram-se as seguintes etapas de execução: Leg press 45º a) Posição inicial: indivíduo sentado no banco em um ângulo de 45º, pernas paralelas com pequeno afastamento lateral, joelhos estendidos, braços ao longo do corpo segurando a barra de apoio. b) Fase concêntrica: a partir da fase excêntrica (80º entre a perna e a coxa), extensão completa dos joelhos e quadris. Supino reto no Smith Machine a) Posição inicial: indivíduo em decúbito dorsal, com os cotovelos estendidos com as mãos sustentando a barra, joelhos e quadris semiflexionados, com os pés sobre o apoio do próprio aparelho. b) Fase concêntrica: a partir da fase excêntrica (braço e antebraço formando ângulo de 90 o ), extensão completa dos cotovelos e flexão horizontal dos ombros. Monitorização ambulatorial da pressão arterial (MAPA) Todos os indivíduos foram submetidos à MAPA, modelo Dyna-MAPA/Cardiossistema, versão 2005, utilizando a técnica oscilométrica para mensurações da PA. O aparelho foi programado para medições em intervalos de 15 minutos no período de vigília e 30 minutos no período de sono 13. Os registros foram considerados válidos para interpretação, quando obtidos 80% ou mais de medidas válidas. Os indivíduos foram solicitados a manter suas atividades diárias habituais; no entanto, durante o período de leitura, deveriam procurar manter o membro superior não dominante contendo o manguito em posição solta e relaxada durante cada medida. Um diário para preenchimento detalhado das atividades diárias foi fornecido (sono, trabalho, alimentação, entre outros) para que se pudessem identificar as medidas de sono e vigília. Para a interpretação dos resultados obtidos foram seguidas as normas das IV Diretrizes Brasileiras para uso da MAPA 2. Análise estatística As variáveis coletadas (PAS, PAD e PP) foram verificadas nos momentos: a) pré-esforço-vigília (1 hora antes de iniciar o programa); b) esforço-vigília (durante realização do ER); c) pós-esforço-vigília (período

4 Oliveira et al. Rev Bras Cardiol. 2011;24(6): equivalente à vigília após a execução do ER); pósesforço-sono (período de sono após a execução do ER). Para verificar a normalidade dos dados utilizou-se o teste Shapiro-Wilk. Na descrição das variáveis utilizou-se estatística descritiva. Para testar a reprodutibilidade dos resultados do teste de carga, calculou-se a correlação intraclasse. Para verificar a diferença das médias nas variáveis estudadas entre os momentos pré-esforço-vigília, esforço e pós-esforçovigília, pós-esforço-sono nas duas intensidades, foi utilizada a ANOVA para medidas repetidas, seguido do teste post-hoc Tukey HSD (p<0,05). PAS, mas sem diferença significativa entre as duas intensidades de ER (113±12mmHg e 116±13mmHg) (Figura 1). Resultados A idade e as variáveis antropométricas (Tabela 1) apresentaram distribuição normal. Na realização do teste e reteste de 10RM não se observou diferença maior que 5% entre as duas cargas dos dois exercícios. A correlação entre as duas cargas foi de 0,94 no leg press 45 o e de 0,96 no supino, o que demonstra reprodutibilidade das cargas de 10RM. Os valores médios da medida casual para as respectivas intensidades de 80% e 100% de 10RM podem ser observados na Tabela 2. Observou-se redução significativa da PAS no momento pós-esforço-vigília em relação ao momento pré-esforço, tanto na intensidade de 80% quanto na de 100% de 10RM. Entretanto, na intensidade de 80%, a PAS foi significativamente mais baixa que na de 100% (129±14mmHg e 137±13,4mmHg). No momento pós-esforço-sono, também se observou redução da Figura 1 Média e desvio-padrão da pressão arterial sistólica (PAS) em diferentes intensidades (80% e 100% de 10RM), agrupadas por momento. *Diferença significativa em relação ao momento anterior (p<0,05) # Diferença significativa entre as intensidades Houve redução significativa da PAD no momento pós-esforço-vigília em relação ao momento préesforço, tanto na intensidade de 80% quanto na de 100% de 10RM, embora, na intensidade de 80%, a PAD tenha sido significativamente mais baixa que na de 100% (80±11mmHg e 87±11mmHg). No momento pós-esforço-sono também se observou redução da PAD, mas sem diferença significativa entre as duas intensidades de ER (68,1±17mmHg e 69,4±17mmHg) (Figura 2). Tabela 1 Idade e variáveis antropométricas dos pacientes estudados (n=10) Mínimo Máximo Média Desvio-padrão CV % Idade (anos) 60,0 71,0 66,0 4,4 6,6 Massa corporal (kg) 53,0 102,0 74,5 13,8 18,5 Estatura (m) 1,60 1,76 1,67 0,05 3,00 IMC (kg/m 2 ) 20,7 37,9 26,6 4,7 17,8 IMC=índice de massa corpórea; CV=coeficiente de variância Tabela 2 Valores médios da medida casual para as respectivas intensidades 100% de 10 RM 80% de 10 RM Valores médios Valores médios PAS (mmhg) 145,2 146,5 PAD (mmhg 91,5 89,7 Frequência cardíaca (bpm) 71,8 72,9 PAS=pressão arterial sistólica; PAD=pressão arterial diastólica; bpm=batimentos por minuto 357

5 Rev Bras Cardiol. 2011;24(6): Oliveira et al. durante o ER, tanto a 80% quanto com 100% de 10RM, em comparação com os valores de repouso; 2) Ocorrência de HPE para PAS, PAD e PP no momento pós-esforço-vigília em ambas as intensidades de ER realizadas (80% e 100% de 10RM), sendo significativamente maior na intensidade de 80% de 10RM; e 3). Não foram encontradas diferenças significativas para as três variáveis no momento pósesforço-sono entre as duas intensidades de ER. Vale ressaltar a utilização da MAPA na monitorização de 24 horas dos sujeitos do estudo. Discussão Figura 2 Média e desvio-padrão da pressão arterial diastólica (PAD) em diferentes intensidades (80% e 100% de 10RM), agrupadas por momento. * Diferença significativa em relação ao momento anterior (p<0,05) # Diferença significativa entre as intensidades O comportamento da PP apresentou redução significativa no momento pós-esforço-vigília em relação ao momento pré-esforço, tanto na intensidade de 80% quanto na de 100% de 10RM, embora, na intensidade de 80%, a PP tenha sido significativamente mais baixa que na de 100% (47,7±10mmHg e 51,5±16mmHg). No momento pós-esforço-sono também se observou redução da PP, mas sem diferença significativa entre as duas intensidades de ER (68,1±17mmHg e 69,4±17mmHg) (Figura 3). Figura 3 Média e desvio-padrão da pressão de pulso (PP) em diferentes intensidades (80% e 100% de 10RM), agrupadas por momento. * Diferença significativa em relação ao momento anterior (p<0,05) # Diferença significativa entre as intensidades Os principais resultados deste estudo foram: 1) Não houve elevação significativa dos valores de PAS e PAD 358 Não houve elevação significativa dos valores de PAS e PAD durante o ER, tanto a 80% quanto com 100% de 10RM, em comparação com os valores de repouso, o que demonstra que o ER é seguro, mesmo para aqueles indivíduos que necessitam de atenção especial para a prática da atividade física. Além disso, é importante destacar que não ocorreu nenhum efeito adverso durante as sessões de treinamento. A diminuição da PAS no momento pós-esforço-vigília encontrada é semelhante a alguns estudos que indicaram que o ER provoca HPE na PAS. Melo et al. 21 encontraram redução pressórica relevante, em mulheres (PAS: 12±3mmHg, PAD: 6±2mmHg) no período de recuperação até 120 minutos após uma sessão de ER de baixa intensidade, e os valores observados pela MAPA permaneceram significativamente mais baixos até 10 horas após o exercício (durante o período de vigília). Polito et al. 13, por outro lado, evidenciaram HPE da PAS mais duradouro após a sessão de maior intensidade em comparação à sessão de menor intensidade, o que tornam controversos, pelo menos em parte, os resultados do presente estudo. O decréscimo agudo da PAS após a prática de diferentes formas de exercícios parece estar mais atrelado à redução da resistência vascular periférica do que às alterações no débito cardíaco. Desse modo, as modificações na resistência vascular periférica, verificadas após esforços de diferentes naturezas, podem ser mediadas pela inibição simpática, modificação no ponto de operação do barorreflexo arterial e responsividade vascular (liberação de substâncias vasodilatadoras como o óxido nítrico) 22. Com relação à PAD, os resultados encontrados no presente estudo estão de acordo com os estudos anteriores que demonstraram a ocorrência de HPE após ER na PAD, com duração variando entre 10min e 60min 13,14,20,23. Por outro lado, Raglin et al. 24 não observaram alterações significativas na PA após uma

6 Oliveira et al. Rev Bras Cardiol. 2011;24(6): única sessão de ER, tanto em normotensos quanto em pré-hipertensos. Além disso, alguns pesquisadores que investigaram o comportamento da PA após sessões de ER identificaram aumentos significativos na PAS ou na PAD 25,26. Neste estudo encontrou-se HPE para PP no momento pós-esforço-vigília em ambas as intensidades de ER realizadas (80% e 100% de 10RM), sendo significativamente maior na intensidade de 80% de 10RM. Baptista et al. 27, estudando idosos que participaram de teste de caminhada de seis minutos, mediram a velocidade da onda de pulso para observar a distensibilidade e rigidez arterial, e concluíram que a rigidez arterial aumenta de acordo com a idade e que o nível de aptidão cardiorrespiratória sofre influência da distensibilidade de grandes vasos. Kawano et al. 28, utilizando ER de intensidade moderada (50% da carga máxima, quatro meses de treinamento), demonstraram diminuição na complacência arterial e aumento da rigidez arterial (p<0,01), alterações que desapareceram após quatro meses subsequentes sem treinamento. Entretanto, para o grupo que realizou treinamento combinado (ER a 80% de 1RM acrescido de 30 minutos de exercício aeróbico ao final da sessão) não houve enrijecimento arterial, pelo contrário, esse tipo de treinamento tendeu a aumentar a complacência. A redução da PP, encontrada no presente estudo no período préesforço-vigília independente da intensidade apontam os benefícios do ER, até mesmo em fases precoces do treinamento de idosos hipertensos (estágio I), interferindo em um dos maiores fatores de risco para eventos cardiovasculares em idosos, que é o aumento da PP. O presente estudo observou reduções significativas na PAS e PAD no momento pós-esforço-sono quando comparada aos demais momentos. Bermudes et al. 29 não verificaram diferenças na PAS e na PAD 24 horas após, em uma situação-controle (sem exercício) e após uma sessão de ER em circuito, na situação vigília. No entanto, durante o período de sono, houve queda significativa da PAD após a sessão de ER em comparação à situação-controle. Deve-se acrescentar ainda que a sessão de ER foi realizada a uma intensidade de 40% 1RM, fato que novamente vai ao encontro aos estudos que afirmam que baixas intensidades são determinantes para a obtenção de HPE. Da mesma forma, em indivíduos jovens e com diferentes tipos de condicionamento físico sedentários, treinados em força e treinados em resistência, submetidos à baixa intensidade de ER, as variáveis PAS e PAD também não registraram diferenças após uma sessão de exercício ou sessãocontrole 21. Corroborando os estudos anteriores, nas duas intensidades (80% e 100% de 10RM), o efeito foi semelhante. Todavia, é preciso levar em conta que, independente de realização de exercícios físicos, a PA mantém-se naturalmente reduzida no momento do sono, devido à diminuição do metabolismo, à posição corporal e à baixa quantidade de movimentos realizados nesse período. A redução nos níveis pressóricos após o ER, nos resultados aqui apresentados, promoveu mudança na categoria da classificação da média dos idosos hipertensos, de pré-hipertensão para normal, reduzindo consequentemente os riscos de eventos cardiovasculares. Tem sido sugerido que a redução de apenas 5mmHg na PA diminui em 40% o risco de acidentes vasculares cerebrais e em 15% o risco de infarto agudo do miocárdio 30. Limitações do estudo O número pequeno de sujeitos (n=10) pode ter afetado a validade externa dos resultados do presente estudo. Recomendam-se novos estudos com número maior de pacientes para que conclusões mais contundentes possam ser assumidas. Admite-se também como uma limitação deste estudo a ausência do grupo-controle, impossibilitando comparar as respostas subagudas após uma sessão sem exercício e uma sessão de ER, embora o ponto forte do estudo tenha sido verificar o impacto das diferentes intensidades (80% e 100% de 10RM) sobre as respostas subagudas, ou seja, a variável independente é a intensidade de carga de trabalho. Outra possível limitação é a utilização da MAPA durante o exercício, porém, deve-se ressaltar que se teve pelo menos 22 horas de leitura sem exercício e durante o período do esforço foi utilizado o esfignomanômetro e estetoscópio. Neste estudo procurou-se investigar as diferenças no HPE após sessões realizadas com intensidades 80% e 100% de 10RM. Realizaram-se apenas três séries de 10 repetições de dois exercícios, um para membros superiores e outro para membros inferiores. Não se podem generalizar os resultados deste estudo para sessões de ER constituídas de número maior de séries, repetições ou exercícios. Não se teve o objetivo de comparar diferentes aspectos do protocolo de exercício (duração do intervalo, ordem, resto do período de duração). Os resultados sugerem que a carga total pode ser um fator determinante no aumento da PA, e que cada um de seus componentes (intensidade, número de repetições e o intervalo) podem ser ajustados para minimizar a sobrecarga cardiovascular. 359

7 Rev Bras Cardiol. 2011;24(6): Oliveira et al. Aplicações práticas O presente estudo demonstra maior HPE quando o ER é executado a uma menor intensidade - 80% de 10RM, sugerindo que a atividade física proposta pode garantir segurança a seus praticantes. O ER com intensidade de leve a moderada e realizado após avaliação clínica e exames complementares pode ser praticado desde que se respeitem as limitações e condicionamento de cada indivíduo. Conclusão Os resultados encontrados sugerem que uma única sessão de ER realizada em diferentes intensidades (80% e 100% de 10RM) pode promover HPE em indivíduos idosos hipertensos (estágio I). Trabalhar em intensidades de 80% de 10RM pode ser eficiente nessas reduções. Potencial Conflito de Interesses Declaro não haver conflitos de interesses pertinentes. Fontes de Financiamento O presente estudo não teve fontes de financiamento externas. Vinculação Universitária Este artigo é parte da dissertação de Mestrado de Mônica Menezes Oliveira pela Universidade Castelo Branco. Referências 1. Staessen JA, Richart T, Birkenhäger WH. Less atherosclerosis and lower blood pressure for a meaningful life perspective with more brain. Hypertension. 2007;49(3): Sociedade Brasileira de Cardiologia, Sociedade Brasileira de Hipertensão, Sociedade Brasileira de Nefrologia, Alessi A, Brandao AA, Pierin A, Feitosa AM, Machado CA, Forjaz CLM, et al. IV Diretriz para uso da Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial. II Diretriz para uso da Monitorização Residencial da Pressão Arterial. Arq Bras Cardiol. 2005;85(supl. 2): Jobim EFC. Hipertensão arterial no idoso: classificação e peculiaridades. Rev Bras Clin Med. 2008;6: Blumenthal JA, Sherwood A, Gullete EC, Babyak M, Waugh R, Georgiades A, et al. Exercise and weight loss reduce blood pressure in men and women with mild hypertension: effects on cardiovascular, metabolic, and hemodynamic functioning. Arch Intern Med. 2000;160(13): Nemade SS, Ciocon JO. Blood pressure therapy in the elderly: an observation in octogenarians. J Clin Hypertens (Greenwich). 2000;2(4): Gordon NF, Gulanick M, Costa F, Fletcher G, Franklin BA, Roth EJ, et al. Physical activity and exercise recommendations for stroke survivors: an American Heart Association scientific statement from the Council on Clinical Cardiology, Subcommittee on Exercise, Cardiac Rehabilitation, and Prevention; the Council on Cardiovascular Nursing; the Council on Nutrition, Physical Activity, and Metabolism; and the Stroke Council. Circulation. 2004;109(16): American College of Sports Medicine. American College of Sports Medicine position stand. Progression models in resistance training for healthy adults. Med Sci Sports Exerc. 2009;41(3): Pollock ML, Franklin BA, Balady GJ, Chaitman BL, Fleg JL, Fletcher B, et al. AHA Science Advisory. Resistance exercise in individuals with and without cardiovascular disease: benefits, rationale, safety, and prescription: An advisory from the Committee on Exercise, Rehabilitation, and Prevention, Council on Clinical Cardiology, American Heart Association; Position paper endorsed by the American College of Sports Medicine. Circulation. 2000;101(7): Sociedade Brasileira de Cardiologia, Sociedade Brasileira de Hipertensão, Sociedade Brasileira de Nefrologia. V Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial. Arq Bras Cardiol. 2007;89(4):e Brum PC, Forjaz CLM, Tinucci T, Negrão E. Adaptações agudas e crônicas do exercício físico no sistema cardiovascular. Rev Paul Educ Fís. 2004;18: Forjaz CL, Cardoso CG Jr, Rezk CC, Santaella DF, Tinucci T. Postexercise hypotension and hemodynamics: the role of exercise intensity. J Sports Med Phys Fitness. 2004;44(1): Hamer M. The anti-hypertensive effects of exercise: integrating acute and chronic mechanisms. Sports Med. 2006;36(2): Polito MD, Simão R, Senna GW, Farinatti P. Efeito hipotensivo do exercício de força realizado em intensidades diferentes e mesmo volume de trabalho. Rev Bras Med Esporte. 2003;9: Simão R, Fleck SJ, Polito M, Monteiro W, Farinatti P. Effects of resistance training intensity, volume, and session format on the postexercise hypotensive response. J Strength Cond Res. 2005;19(4): National Strength and Conditioning Association; Baechle TR, Earle RW, Wathen D. Resistance training. In: Baechle TR, Earle RW, editors. Essentials of strength training and conditioning. 2nd ed. Champaign, IL: Human Kinetics; p Westcott WL, Winett RA, Anderson ES, Wojcik JR, Loud RL, Cleggett E, et al. Effects of regular and slow speed resistance training on muscle strength. J Sports Med Phys Fitness. 2001;41(2): Gordon CC, Chumlea WC, Roche AF. Stature, recumbent length, and weight. In: Lohman TG, Roche AF, Martorell R, editors. Anthropometric standardization reference manual. Champaign, IL: Human Kinetics; p.3-8.

8 Oliveira et al. Rev Bras Cardiol. 2011;24(6): Carter JR, Ray CA, Downs EM, Cooke WH. Strength training reduces arterial blood pressure but not sympathetic neural activity in young normotensive subjects. J Appl Physiol. 2003;94(6): Martel GF, Hurlbut DE, Lott ME, Lemmer JT, Ivey FM, Roth SM, et al. Strength training normalizes resting blood pressure in 65- to 73-year-old men and women with high normal blood pressure. J Am Geriatr Soc. 1999;47(10): Taaffe DR, Galvao DA, Sharman JE, Coombes JS. Reduced central blood pressure in older adults following progressive resistance training. J Hum Hypertens. 2007;21(1): Melo CM, Alencar Filho AC, Tinucci T, Mion D Jr, Forjaz CL. Postexercise hypotension induced by low-intensity resistance exercise in hypertensive women receiving captopril. Blood Press Monit. 2006;11(4): Pescatello LS, Franklin BA, Fagard R, Farquhar WB, Kelley GA, Ray CA; American College of Sports Medicine. American College of Sports Medicine position stand. Exercise and hypertension. Med Sci Sports Exerc. 2004;36(3): Veloso J, Polito MD, Riera T, Celes R, Vidal JC, Bottaro M. Efeitos do intervalo de recuperação entre as séries sobre a pressão arterial após exercícios resistidos. Arq Bras Cardiol. 2010;94(4): Raglin JS, Turner PE, Eksten F. State anxiety and blood pressure following 30 min of leg ergometry or weight training. Med Sci Sports Exerc. 1993;25(9): O Connor PJ, Bryant CX, Veltri JP, Gebhardt SM. State anxiety and ambulatory blood pressure following resistance exercise in females. Med Sci Sports Exerc. 1993;25(4): Koltyn KF, Raglin JS, O Connor PJ, Morgan WP. Influence of weight training on state anxiety, body awareness and blood pressure. Int J Sports Med. 1995;16(4): Baptista JS, Passos AL, Morelato RL, Mayer WP, Liberti EA, Kuniyoshi FHS. Influência da complacência arterial na capacidade física de indivíduos idosos. Rev Med (São Paulo). 2008;87(2): Kawano H, Tanaka H, Miyachi M. Resistance training and arterial compliance: keeping the benefits while minimizing the stiffening. J Hypertens. 2006;24(9): Bermudes AM, Vassallo DV, Vasquez EC, Lima EG. Ambulatory blood pressure monitoring in normotensive individuals undergoing two single exercise sessions: resistive exercise training and aerobic exercise training. Arq Bras Cardiol. 2004;82(1):65-71, Kelley G. Dynamic resistance exercise and resting blood pressure in adults: a meta analysis. J Appl Physiol. 1997;82(5):

COMPORTAMENTO DA PRESSÃO ARTERIAL E DA VARIABILIDADE DA FREQUÊNCIA CARDÍACA APÓS O EXERCÍCIO AERÓBIO E COM PESOS REALIZADOS NA MESMA SESSÃO.

COMPORTAMENTO DA PRESSÃO ARTERIAL E DA VARIABILIDADE DA FREQUÊNCIA CARDÍACA APÓS O EXERCÍCIO AERÓBIO E COM PESOS REALIZADOS NA MESMA SESSÃO. COMPORTAMENTO DA PRESSÃO ARTERIAL E DA VARIABILIDADE DA FREQUÊNCIA CARDÍACA APÓS O EXERCÍCIO AERÓBIO E COM PESOS REALIZADOS NA MESMA SESSÃO. Natália Serra Lovato (PIBIC/CNPq-UEL) e Marcos Doederlein Polito

Leia mais

Comportamento Da Pressão Arterial De Jovens Normotensos Após Realização Dos Testes De 1rm E 10rm

Comportamento Da Pressão Arterial De Jovens Normotensos Após Realização Dos Testes De 1rm E 10rm Comportamento Da Pressão Arterial De Jovens Normotensos Após Realização Dos Testes De 1rm E 10rm Siomara F. M. de Araújo; Dyego F. Facundes; Erika M. Costa; Lauane L. Inês; Raphael Cunha. siomarafma@hotmail.com

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS CAMPUS MUZAMBINHO Bacharelado em Educação Física

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS CAMPUS MUZAMBINHO Bacharelado em Educação Física INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS CAMPUS MUZAMBINHO Bacharelado em Educação Física Marcos Abibi Tavares da Cunha Petrous André Monteiro Cesário RESPOSTAS CARDIOVASCULARES

Leia mais

TÍTULO: COMPARAÇÃO DOS EFEITOS DA PERIODIZAÇÃO ONDULATÓRIA E LINEAR NA APTIDÃO FÍSICA DE INDIVÍDUOS DESTREINADOS

TÍTULO: COMPARAÇÃO DOS EFEITOS DA PERIODIZAÇÃO ONDULATÓRIA E LINEAR NA APTIDÃO FÍSICA DE INDIVÍDUOS DESTREINADOS Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: COMPARAÇÃO DOS EFEITOS DA PERIODIZAÇÃO ONDULATÓRIA E LINEAR NA APTIDÃO FÍSICA DE INDIVÍDUOS

Leia mais

Influência de uma Sessão de Exercício Aeróbio e Resistido sobre a Hipotensão Pós-Esforço em Hipertensos

Influência de uma Sessão de Exercício Aeróbio e Resistido sobre a Hipotensão Pós-Esforço em Hipertensos 330 Comunicação Preliminar Influência de uma Sessão de Exercício Aeróbio e Resistido sobre a Hipotensão Pós-Esforço em Hipertensos Influence of a Single Aerobic and Resistance Exercise Session on Post-Exercise

Leia mais

EFEITOS DE DIFERENTES INTERVALOS RECUPERATIVOS NO NÚMERO DE REPETIÇÕES NO EXERCICIO SUPINO RETO LIVRE Marcelo dos Santos Bitencourt

EFEITOS DE DIFERENTES INTERVALOS RECUPERATIVOS NO NÚMERO DE REPETIÇÕES NO EXERCICIO SUPINO RETO LIVRE Marcelo dos Santos Bitencourt EFEITOS DE DIFERENTES INTERVALOS RECUPERATIVOS NO NÚMERO DE REPETIÇÕES NO EXERCICIO SUPINO RETO LIVRE Marcelo dos Santos Bitencourt Resumo O objetivo deste estudo foi analisar a realização de dois treinamentos

Leia mais

COMPORTAMENTO DA PRESSÃO ARTERIAL APÓS EXERCÍCIOS RESISTIDOS A 60% DE 1RM NO LEG PRESS

COMPORTAMENTO DA PRESSÃO ARTERIAL APÓS EXERCÍCIOS RESISTIDOS A 60% DE 1RM NO LEG PRESS COMPORTAMENTO DA PRESSÃO ARTERIAL APÓS EXERCÍCIOS RESISTIDOS A 60% DE 1RM NO LEG PRESS RESUMO Os efeitos dos exercícios resistidos sobre a pressão arterial ainda são pouco compreendidos e controversos.

Leia mais

Efeitos da Ampla Modificação no Estilo de Vida como Dieta, Peso, Atividade Física e Controle da Pressão Arterial: Resultado de 18 Meses de Estudo

Efeitos da Ampla Modificação no Estilo de Vida como Dieta, Peso, Atividade Física e Controle da Pressão Arterial: Resultado de 18 Meses de Estudo Efeitos da Ampla Modificação no Estilo de Vida como Dieta, Peso, Atividade Física e Controle da Pressão Arterial: Resultado de 18 Meses de Estudo Randomizado Apresentado por Tatiana Goveia Araujo na reunião

Leia mais

RESPOSTA DA PRESSÃO ARTERIAL EM HOMENS JOVENS FISICAMENTE ATIVOS SUBMETIDOS A DIFERENTES INTENSIDADES DE EXERCÍCIO

RESPOSTA DA PRESSÃO ARTERIAL EM HOMENS JOVENS FISICAMENTE ATIVOS SUBMETIDOS A DIFERENTES INTENSIDADES DE EXERCÍCIO RESPOSTA DA PRESSÃO ARTERIAL EM HOMENS JOVENS FISICAMENTE ATIVOS SUBMETIDOS A DIFERENTES INTENSIDADES DE EXERCÍCIO RESUMO Guilherme de Freitas Magalhães * Jeeser Alves de Almeida * Marcelo Pereira Magalhães

Leia mais

Prevalência, Conhecimento, Tratamento e Controle da Hipertensão em Adultos dos Estados Unidos, 1999 a 2004.

Prevalência, Conhecimento, Tratamento e Controle da Hipertensão em Adultos dos Estados Unidos, 1999 a 2004. Artigo comentado por: Dr. Carlos Alberto Machado Prevalência, Conhecimento, Tratamento e Controle da Hipertensão em Adultos dos Estados Unidos, 1999 a 2004. Kwok Leung Ong, Bernard M. Y. Cheung, Yu Bun

Leia mais

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias 10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA DE IDOSAS PARTICIPANTES DE GRUPOS DE ATIVIDADES FÍSICAS PARA A TERCEIRA IDADE Liziane da Silva de Vargas;

Leia mais

A prática de exercício físico pode ser utilizada como meio de tratamento da hipertensão arterial?

A prática de exercício físico pode ser utilizada como meio de tratamento da hipertensão arterial? A prática de exercício físico pode ser utilizada como meio de tratamento da hipertensão arterial? Enéas Van Der Maas do Bem Filho 1 Resumo As doenças cardiovasculares são as principais causas de morte

Leia mais

Efeito de um Programa de Treinamento Físico de Quatro Meses sobre a Pressão Arterial de Hipertensos

Efeito de um Programa de Treinamento Físico de Quatro Meses sobre a Pressão Arterial de Hipertensos Simão et al. 393 Efeito de um Programa de Treinamento Físico de Quatro Meses sobre a Pressão Arterial de Hipertensos Effects of a Four-Month Physical Training Program on the Blood Pressure of Hypertensive

Leia mais

Relatório de Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial (M.A.P.A.) Padrão

Relatório de Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial (M.A.P.A.) Padrão Av. Paulista, 9 cj 16 CEP 1311-91 - São Paulo - SP Tels: (11) 3141-11 Fax: 3141-37 Relatório de Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial (M.A.P.A.) 1 - Dados do Exame Nº do Exame Data de Instalação:

Leia mais

Treinamento de Força e Diabetes. Ms. Sandro de Souza

Treinamento de Força e Diabetes. Ms. Sandro de Souza Treinamento de Força e Diabetes Ms. Sandro de Souza Taxa de prevalência de Diabetes Mellitus Período: 2009 Relevância Diagnóstico de DIABETES MELLITUS Diabetes Care. 2007;30:S4 41. Resistência a Insulina

Leia mais

EXERCÍCIO FÍSICO E ALTERAÇÕES DA PRESSÃO ARTERIAL EM IDOSAS NORMOTENSAS E HIPERTENSAS - ESTUDO DE CASO

EXERCÍCIO FÍSICO E ALTERAÇÕES DA PRESSÃO ARTERIAL EM IDOSAS NORMOTENSAS E HIPERTENSAS - ESTUDO DE CASO EXERCÍCIO FÍSICO E ALTERAÇÕES DA PRESSÃO ARTERIAL EM IDOSAS NORMOTENSAS E HIPERTENSAS - ESTUDO DE CASO Letícia SIQUEIRA 1, Carlos KEMPER 2. RESUMO O objetivo: Verificar o comportamento da pressão arterial

Leia mais

EFEITO HIPOTENSOR PÓS-EXERCÍCIO RESISTIDO EM HIPERTENSOS E SEUS MECANISMOS ENVOLVIDOS

EFEITO HIPOTENSOR PÓS-EXERCÍCIO RESISTIDO EM HIPERTENSOS E SEUS MECANISMOS ENVOLVIDOS EFEITO HIPOTENSOR PÓS-EXERCÍCIO RESISTIDO EM HIPERTENSOS E SEUS MECANISMOS ENVOLVIDOS Jucyara da Silva Coelho 1 ; Roberta Rocha Férrer Pompeu 2 Educadora Física Faculdade de Saúde, Ciências Humanas e Tecnológicas

Leia mais

Consulta de Enfermagem para Pessoas com Hipertensão Arterial Sistêmica. Ms. Enf. Sandra R. S. Ferreira

Consulta de Enfermagem para Pessoas com Hipertensão Arterial Sistêmica. Ms. Enf. Sandra R. S. Ferreira Consulta de Enfermagem para Pessoas com Hipertensão Arterial Sistêmica Ms. Enf. Sandra R. S. Ferreira O QUE É HIPERTENSÃO ARTERIAL? Condição clínica multifatorial caracterizada por níveis elevados e sustentados

Leia mais

Força e Resistência Muscular

Força e Resistência Muscular Força e Resistência Muscular Prof. Sergio Gregorio da Silva, PhD Objetivos do Treinamento com Pesos Aumento da massa muscular Força Potência Velocidade Resistência Muscular Localizada Equilibro Coordenação

Leia mais

Efeito de diferentes intensidades de exercício aeróbio na resposta pressórica de 24 horas em mulheres normotensas

Efeito de diferentes intensidades de exercício aeróbio na resposta pressórica de 24 horas em mulheres normotensas Educação Física / Physical Education Efeito de diferentes intensidades de exercício aeróbio na resposta pressórica de 24 horas em mulheres normotensas Effect of different intensities of aerobic exercise

Leia mais

Efeito Agudo de uma Sessão de Hidroginástica sobre a Resposta da Pressão Arterial em Gestantes não Hipertensas

Efeito Agudo de uma Sessão de Hidroginástica sobre a Resposta da Pressão Arterial em Gestantes não Hipertensas 75 Efeito Agudo de uma Sessão de Hidroginástica sobre a Resposta da Pressão Arterial em Gestantes não Hipertensas Acute Effect of an Aquagym Session on Blood Pressure Response in Non-Hypertensive Pregnant

Leia mais

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias 10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias EFEITO DE UM PROTOCOLO DE EXERCÍCIOS FÍSICOS SOBRE O ÍNDICE DE MASSA CORPORAL E CIRCUNFERÊNCIA DA CINTURA EM ADULTOS COM SÍNDROME

Leia mais

MEDIDAS DA FORÇA E RESISTÊNCIA MUSCULAR

MEDIDAS DA FORÇA E RESISTÊNCIA MUSCULAR MEDIDAS DA FORÇA E RESISTÊNCIA MUSCULAR Revisando conceitos... Músculo-esquelética Força Resistência Flexibilidade Motora Agilidade Equilíbrio Potência Velocidade Revisando conceitos... Isométricas (estática)

Leia mais

Redução da Pressão Arterial e do Duplo Produto de Repouso após Treinamento Resistido em Idosas Hipertensas

Redução da Pressão Arterial e do Duplo Produto de Repouso após Treinamento Resistido em Idosas Hipertensas Redução da Pressão Arterial e do Duplo Produto de Repouso após Treinamento Resistido em Idosas Hipertensas Reduction of Arterial Pressure and Double Product at Rest after Resistance Exercise Training in

Leia mais

ConScientiae Saúde ISSN: 1677-1028 conscientiaesaude@uninove.br Universidade Nove de Julho Brasil

ConScientiae Saúde ISSN: 1677-1028 conscientiaesaude@uninove.br Universidade Nove de Julho Brasil ConScientiae Saúde ISSN: 1677-1028 conscientiaesaude@uninove.br Universidade Nove de Julho Brasil Cardozo, Diogo; Barbosa Alves, Hugo; Figueiredo, Tiago; Dias, Marcelo Ricardo; Simão, Roberto Efeito hipotensivo

Leia mais

Riscos e Benefícios do Exercício de Força...

Riscos e Benefícios do Exercício de Força... Riscos e Benefícios do Exercício de Força... Tratamento da Hipertensão Medicamentoso + Não Medicamentoso Anti-hipertensivos Mudanças dos hábitos de vida Recomendação de Exercícios Físicos para Prevenção

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO DO NÍVEL DA APTIDÃO FÍSICA DOS ALUNOS PARTICIPANTES DO PROGRAMA SEGUNDO TEMPO DO NÚCLEO IFSULDEMINAS CÂMPUS MUZAMBINHO.

CLASSIFICAÇÃO DO NÍVEL DA APTIDÃO FÍSICA DOS ALUNOS PARTICIPANTES DO PROGRAMA SEGUNDO TEMPO DO NÚCLEO IFSULDEMINAS CÂMPUS MUZAMBINHO. MATEUS RIBEIRO SANTANELLI RENAN JÚLIO SILVA CLASSIFICAÇÃO DO NÍVEL DA APTIDÃO FÍSICA DOS ALUNOS PARTICIPANTES DO PROGRAMA SEGUNDO TEMPO DO NÚCLEO IFSULDEMINAS CÂMPUS MUZAMBINHO. Trabalho de Conclusão de

Leia mais

TREINAMENTO FUNCIONAL PARA PORTADORES DE HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA

TREINAMENTO FUNCIONAL PARA PORTADORES DE HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA TREINAMENTO FUNCIONAL PARA PORTADORES DE HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA Profª Msc. Clarissa Rios Simoni Graduada em Licenciatura Plena em Educação Física UFSC 2004 Especialista em Personal Trainer UFPR

Leia mais

Atividade Física para Pessoas com Hipertensão Arterial Sistêmica: recomendações para o trabalho da Atenção Básica

Atividade Física para Pessoas com Hipertensão Arterial Sistêmica: recomendações para o trabalho da Atenção Básica Atividade Física para Pessoas com Hipertensão Arterial Sistêmica: recomendações para o trabalho da Atenção Básica 5 HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA Neste capítulo serão abordadas as recomendações essenciais

Leia mais

O IMPACTO DO PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL NO AUMENTO DA FLEXIBILIDADE

O IMPACTO DO PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL NO AUMENTO DA FLEXIBILIDADE O IMPACTO DO PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL NO AUMENTO DA FLEXIBILIDADE UM ESTUDO QUANTO À APLICABILLIDADE DO PROGRAMA PARA COLETORES DE LIXO DO MUNICÍPIO DE NITERÓI ALESSANDRA ABREU LOUBACK, RAFAEL GRIFFO

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA DISCIPLINA: FISIOLOGIA HUMANA EXERCÍCIO FÍSICO PARA POPULAÇÕES ESPECIAIS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA DISCIPLINA: FISIOLOGIA HUMANA EXERCÍCIO FÍSICO PARA POPULAÇÕES ESPECIAIS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA DISCIPLINA: FISIOLOGIA HUMANA EXERCÍCIO FÍSICO PARA POPULAÇÕES ESPECIAIS Prof. Mestrando: Marcelo Mota São Cristóvão 2008 POPULAÇÕES ESPECIAIS

Leia mais

AÇÕES EDUCATIVAS COM UNIVERSITÁRIOS SOBRE FATORES DE RISCO PARA SÍNDROME METABÓLICA

AÇÕES EDUCATIVAS COM UNIVERSITÁRIOS SOBRE FATORES DE RISCO PARA SÍNDROME METABÓLICA AÇÕES EDUCATIVAS COM UNIVERSITÁRIOS SOBRE FATORES DE RISCO PARA SÍNDROME METABÓLICA Reângela Cíntia Rodrigues de Oliveira Lima UFPI/cynthiast_89@hotmail.com Gislany da Rocha Brito - UFPI/gislanyrochasj@hotmail.com

Leia mais

Glasiele Stival Costa 1, Jeferson Luiz Carvalho 2, Fabiano Macedo Salgueirosa 3 RESUMO

Glasiele Stival Costa 1, Jeferson Luiz Carvalho 2, Fabiano Macedo Salgueirosa 3 RESUMO EFEITO DE UMA SESSÃO DE TREINAMENTO INTERVALADO DE ALTA INTENSIDADE (HIIT) EM PARÂMETROS HEMODINÂMICOS EM HOMENS DE 20 A 30 ANOS DE IDADE NORMOTENSOS E MODERADAMENTE ATIVOS. Glasiele Stival Costa 1, Jeferson

Leia mais

EFEITOS DE DIFERENTES SESSÕES DE EXERCÍCIOS RESISTIDOS SOBRE A HIPOTENSÃO PÓS-EXERCÍCIO

EFEITOS DE DIFERENTES SESSÕES DE EXERCÍCIOS RESISTIDOS SOBRE A HIPOTENSÃO PÓS-EXERCÍCIO ISSN 1413-3555 Rev. bras. fisioter. Yol. 9, No. 3 (2005), 289-295 Revista Brasileira de Fisioterapia EFEITOS DE DIFERENTES SESSÕES DE EXERCÍCIOS RESISTIDOS SOBRE A HIPOTENSÃO PÓS-EXERCÍCIO Lizardo, J.

Leia mais

Exercício físico, hipertensão e controle barorreflexo da pressão arterial

Exercício físico, hipertensão e controle barorreflexo da pressão arterial 89 Exercício físico, hipertensão e controle barorreflexo da pressão arterial Carlos Eduardo Negrão, Maria Urbana P. Brandão Rondon Resumo O exercício físico agudo e crônico, desde que adequadamente planejado

Leia mais

EFEITOS DE UMA SESSÃO DE PILATES SOBRE A HIPOTENSÃO PÓS-EXERCÍCIO

EFEITOS DE UMA SESSÃO DE PILATES SOBRE A HIPOTENSÃO PÓS-EXERCÍCIO EFEITOS DE UMA SESSÃO DE PILATES SOBRE A HIPOTENSÃO PÓS-EXERCÍCIO Francinalva Mathne Araújo Teles 1, Juliano de Andrade Mello 1, Márcio Rabelo Mota 1,2, Denize Faria Terra 2 ; Emerson Pardono 1,2 1 PGLSNFAR

Leia mais

Respostas Cardiovasculares Agudas ao Treinamento de Força Utilizando Diferentes Padrões de Respiração

Respostas Cardiovasculares Agudas ao Treinamento de Força Utilizando Diferentes Padrões de Respiração Moraes et al. Respostas Cardiovasculares Agudas ao Treinamento de Força Utilizando Diferentes Padrões de Respiração Acute Cardiovascular Responses in Strength Training Using Different Breathing Techniques

Leia mais

VARIAÇÃO CARDIOVASCULAR DECORRENTE DE TREINAMENTO COM ISOSTRETCHING

VARIAÇÃO CARDIOVASCULAR DECORRENTE DE TREINAMENTO COM ISOSTRETCHING Resumo VARIAÇÃO CARDIOVASCULAR DECORRENTE DE TREINAMENTO COM ISOSTRETCHING Marília Felipe Bezulle 1, Fátima Aparecida Caromano 1, Tatiana Affonso Calisse 1, Priscila de Souza 1, Jecilene Rosana Costa-Frutuoso

Leia mais

Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício ISSN 1981-9900 versão eletrônica

Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício ISSN 1981-9900 versão eletrônica TESTE DE 1RM NA PRESCRIÇÃO DO TREINAMENTO DE FORÇA 543 Juan Marcelo Simões Cáceres 1, Ciane Vanessa Steinbach 1, Tiago Figueiredo 1,4, Belmiro Freitas de Salles 1, Renato Aparecido de Souza 2, Humberto

Leia mais

Adaptações. Estruturais. Funcionais em Repouso Funcionais em Exercício EFEITOS DO TREINAMENTO FÍSICO SOBRE O SISTEMA CARDIOVASCULAR

Adaptações. Estruturais. Funcionais em Repouso Funcionais em Exercício EFEITOS DO TREINAMENTO FÍSICO SOBRE O SISTEMA CARDIOVASCULAR Adaptações EFEITOS DO TREINAMENTO FÍSICO SOBRE O SISTEMA CARDIOVASCULAR Prof. Márcio Oliveira de Souza Estruturais Funcionais em Repouso Funcionais em Exercício EFEITOS DO TREINAMENTO FÍSICO NA FREQUÊNCIA

Leia mais

Por que devemos avaliar a força muscular?

Por que devemos avaliar a força muscular? Prof. Me. Alexandre Correia Rocha www.professoralexandrerocha.com.br alexandre.personal@hotmail.com Docência Docência Personal Trainer Por que devemos avaliar a força muscular? Desequilíbrio Muscular;

Leia mais

TESTE DE 1RM E PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIOS RESISTIDOS

TESTE DE 1RM E PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIOS RESISTIDOS VOLUME 2 NÚMERO 2 Julho / Dezembro 2006 TESTE DE 1RM E PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIOS RESISTIDOS Roberto Fares Simão Junior 1 Marcelo S.Cáceres 2 Fabricio Bürger 2 Luciane Kovalczyk 2 Adriana Lemos 2 Resumo:

Leia mais

ANALYSIS OF THE ESTIMATED MAXIMUM REPETITIONS THROUGH ONE MAXIMUM REPETITION

ANALYSIS OF THE ESTIMATED MAXIMUM REPETITIONS THROUGH ONE MAXIMUM REPETITION VOLUME 3 NÚMERO 2 Julho / Dezembro 2007 ANÁLISE DAS REPETIÇÕES MÁXIMAS ESTIMADAS ATRAVÉS DO TESTE DE UMA REPETIÇÃO MÁXIMA Daiane Graziottin Borges 1 Jacqueline Souza Oliveira 2 João Paulo Manochio Riscado

Leia mais

CRS Leste/ST Guaianases UBS Jd. Aurora

CRS Leste/ST Guaianases UBS Jd. Aurora CRS Leste/ST Guaianases UBS Jd. Aurora Estudo do Controle da HA Hipertensão Arterial e Perfil Farmacológico pacientes cadastrados no PRC Programa Remédio em Casa UBS Jd. Aurora Subprefeitura de Guaianases

Leia mais

EFEITOS DO TREINAMENTO FUNCIONAL NA MELHORA DAS ATIVIDADES DA VIDA DÍARIA DE IDOSOS. Renan Motta Cruz, Ms. Henrique Touguinha

EFEITOS DO TREINAMENTO FUNCIONAL NA MELHORA DAS ATIVIDADES DA VIDA DÍARIA DE IDOSOS. Renan Motta Cruz, Ms. Henrique Touguinha EFEITOS DO TREINAMENTO FUNCIONAL NA MELHORA DAS ATIVIDADES DA VIDA DÍARIA DE IDOSOS Renan Motta Cruz, Ms. Henrique Touguinha Resumo- O processo de envelhecimento humano causa modificações morfológicas

Leia mais

Ana Clara de Oliveira¹; Luís Henrique Sales Oliveira²

Ana Clara de Oliveira¹; Luís Henrique Sales Oliveira² COMPARAÇÃO DO EFEITO DO TREINAMENTO MUSCULAR INSPIRATÓRIO E SUA INFLUÊNCIA NA CAPACIDADE FUNCIONAL DE SADIOS SEDENTÁRIOS MENSURADO PELO TESTE DE CAMINHADA DE SEIS MINUTOS Ana Clara de Oliveira¹; Luís Henrique

Leia mais

Efeito agudo tardio de diferentes intensidades de esforço sobre os valores da pressão arterial durante o sono

Efeito agudo tardio de diferentes intensidades de esforço sobre os valores da pressão arterial durante o sono Artigo Original Efeito agudo tardio de diferentes intensidades de esforço sobre os valores da pressão arterial durante o sono Acute effect of different intensities of stress on the values of blood pressure

Leia mais

SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE E EDUCAÇÃO FÍSICA: APROXIMAÇÕES A PARTIR DO GRUPO DE EPIDEMIOLOGIA DA ATIVIDADE FÍSICA - ATENÇÃO BÁSICA

SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE E EDUCAÇÃO FÍSICA: APROXIMAÇÕES A PARTIR DO GRUPO DE EPIDEMIOLOGIA DA ATIVIDADE FÍSICA - ATENÇÃO BÁSICA SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE E EDUCAÇÃO FÍSICA: APROXIMAÇÕES A PARTIR DO GRUPO DE EPIDEMIOLOGIA DA ATIVIDADE FÍSICA - ATENÇÃO BÁSICA Área Temática: Saúde Fabricio Boscolo Del Vecchio (Coordenador da Ação de

Leia mais

ANÁLISE DAS RESPOSTAS NEUROMUSCULARES DOS EXTENSORES DO JOELHO APÓS PROGRAMA DE EXERCÍCIO RESISTIDO COM CONTRAÇÕES RECÍPROCAS

ANÁLISE DAS RESPOSTAS NEUROMUSCULARES DOS EXTENSORES DO JOELHO APÓS PROGRAMA DE EXERCÍCIO RESISTIDO COM CONTRAÇÕES RECÍPROCAS UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA-UnB FACULDADE DE CEILÂNDIA-FCE CURSO DE FISIOTERAPIA PÂMELLA RIBEIRO RODRIGUES ANÁLISE DAS RESPOSTAS NEUROMUSCULARES DOS EXTENSORES DO JOELHO APÓS PROGRAMA DE EXERCÍCIO RESISTIDO

Leia mais

Avaliaç o antropométrica de idosas participantes de grupos de atividades físicas para a terceira idade

Avaliaç o antropométrica de idosas participantes de grupos de atividades físicas para a terceira idade Vargas, Liziane da Silva de; Benetti, Chane Basso; Santos, Daniela Lopes dos Avaliaç o antropométrica de idosas participantes de grupos de atividades físicas para a terceira idade 10mo Congreso Argentino

Leia mais

Pró-Reitoria de Graduação Curso de Educação Física Trabalho de Conclusão de Curso. Hipotensão no exercício resistido para membros inferiores.

Pró-Reitoria de Graduação Curso de Educação Física Trabalho de Conclusão de Curso. Hipotensão no exercício resistido para membros inferiores. Pró-Reitoria de Graduação Curso de Educação Física Trabalho de Conclusão de Curso Hipotensão no exercício resistido para membros inferiores. Autor: Mário Jorge Gonçalves de Medeiros Orientador: Prof. Dr.

Leia mais

INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA CARDIOVASCULAR NO PÓS- OPERATÓRIO DE REVASCULARIZAÇÃO DO MIOCÁRDIO

INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA CARDIOVASCULAR NO PÓS- OPERATÓRIO DE REVASCULARIZAÇÃO DO MIOCÁRDIO INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA CARDIOVASCULAR NO PÓS- OPERATÓRIO DE REVASCULARIZAÇÃO DO MIOCÁRDIO Michael Jaickson de Jesus Chaves* NOVAFAPI Gilderlene Alves Fernandes** NOVAFAPI INTRODUÇÃO O coração é um

Leia mais

DESEMPENHO MOTOR DE IDOSOS PRATICANTES DE ATIVIDADES FÍSICAS EM ACADEMIAS DA TERCEIRA IDADE DA CIDADE DE MARINGÁ, PARANÁ

DESEMPENHO MOTOR DE IDOSOS PRATICANTES DE ATIVIDADES FÍSICAS EM ACADEMIAS DA TERCEIRA IDADE DA CIDADE DE MARINGÁ, PARANÁ DESEMPENHO MOTOR DE IDOSOS PRATICANTES DE ATIVIDADES FÍSICAS EM ACADEMIAS DA TERCEIRA IDADE DA CIDADE DE MARINGÁ, PARANÁ Francieli Furlan de Souza 1, Sonia Maria Marques Gomes Bertolini 2 RESUMO: As Academias

Leia mais

CAPITULO III METODOLOGIA

CAPITULO III METODOLOGIA CAPITULO III METODOLOGIA A metodologia seguida neste trabalho é referente a um estudo descritivo e quantitativo. Isto porque a natureza do trabalho desenvolve-se na correlação e comparação entre as diferentes

Leia mais

INFLUÊNCIA DO EXERCÍCIO FÍSICO E ORIENTAÇÃO ALIMENTAR EM NÍVEIS DE TRIGLICERIDEMIA DE ADOLESCENTES OBESOS

INFLUÊNCIA DO EXERCÍCIO FÍSICO E ORIENTAÇÃO ALIMENTAR EM NÍVEIS DE TRIGLICERIDEMIA DE ADOLESCENTES OBESOS Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 2007 INFLUÊNCIA DO EXERCÍCIO FÍSICO E ORIENTAÇÃO ALIMENTAR EM NÍVEIS DE TRIGLICERIDEMIA DE ADOLESCENTES OBESOS Ciliane Valerio

Leia mais

Palavras-chave: Aptidão Física. Saúde. Projeto Esporte Brasil.

Palavras-chave: Aptidão Física. Saúde. Projeto Esporte Brasil. APTIDÃO FÍSICA RELACIONADA Á SAÚDE DE CRIANÇAS E JOVENS DO PROGRAMA DE ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL EM APODI/RN Jorge Alexandre Maia de Oliveira Maria Lúcia Lira de Andrade Maikon Moisés de Oliveira

Leia mais

CARDIOVASCULAR BEHAVIOR AFTER RESISTANCE EXERCISE PERFORMED IN DIFFERENT WORK WAYS AND VOLUME

CARDIOVASCULAR BEHAVIOR AFTER RESISTANCE EXERCISE PERFORMED IN DIFFERENT WORK WAYS AND VOLUME Comportamento cardiovascular após o exercício resistido realizado de diferentes formas e volumes de trabalho ciências do exercício E DO ESPORTE Artigo Original CARDIOVASCULAR BEHAVIOR AFTER RESISTANCE

Leia mais

Comparação entre os valores de pressão arterial aferidos por estudantes de enfermagem e de medicina, em hipertensos sob atendimento ambulatorial

Comparação entre os valores de pressão arterial aferidos por estudantes de enfermagem e de medicina, em hipertensos sob atendimento ambulatorial ARTIGO ORIGINAL Arq Med Hosp Fac Cienc Med Santa Casa São Paulo 2009; 54(2):39-43 Comparação entre os valores de pressão arterial aferidos por estudantes de enfermagem e de medicina, em hipertensos sob

Leia mais

EFEITO DO EXERCÍCIO AERÓBIO SOBRE A HIPOTENSÃO PÓS-EXERCÍCIO

EFEITO DO EXERCÍCIO AERÓBIO SOBRE A HIPOTENSÃO PÓS-EXERCÍCIO RESUMO EFEITO DO EXERCÍCIO AERÓBIO SOBRE A HIPOTENSÃO PÓS-EXERCÍCIO Márcio Rabelo Mota 1, Robson F. Borges 2, Emerson Pardono 1, Juliano de Andrade MelIo; Francisco Martins da Silva 1 UCB 1 Academia Guggiana

Leia mais

EXERCÍCIO FÍSICO: ESTRATÉGIA PRIORITÁRIA NA PROMOÇÃO DA SAÚDE E DA QUALIDADE DE VIDA.

EXERCÍCIO FÍSICO: ESTRATÉGIA PRIORITÁRIA NA PROMOÇÃO DA SAÚDE E DA QUALIDADE DE VIDA. 1 EXERCÍCIO FÍSICO: ESTRATÉGIA PRIORITÁRIA NA PROMOÇÃO DA SAÚDE E DA QUALIDADE DE VIDA. Tales de Carvalho, MD, PhD. tales@cardiol.br Médico Especialista em Cardiologia e Medicina do Esporte; Doutor em

Leia mais

EFEITO DE DIFERENTES ESTRATÉGIAS DE AQUECIMENTO NO DESEMPENHO DOS TESTES DE 1RM NO SUPINO RETO. Lucas Henrique Foganholi 1 e Débora Alves Guariglia 1

EFEITO DE DIFERENTES ESTRATÉGIAS DE AQUECIMENTO NO DESEMPENHO DOS TESTES DE 1RM NO SUPINO RETO. Lucas Henrique Foganholi 1 e Débora Alves Guariglia 1 Revista Hórus, volume 6, número 1 (Jan-Mar), 2012. 48 EFEITO DE DIFERENTES ESTRATÉGIAS DE AQUECIMENTO NO DESEMPENHO DOS TESTES DE 1RM NO SUPINO RETO Lucas Henrique Foganholi 1 e Débora Alves Guariglia

Leia mais

Programa de Condicionamento Cardiovascular

Programa de Condicionamento Cardiovascular Programa de Condicionamento Cardiovascular Versão eletrônica atualizada em Fevereiro 2010 Responsáveis pela Elaboração Dra. Luciana Diniz Nagem Janot de Matos Dr. Romeu Sérgio Meneghelo Fta. Andrea Kaarina

Leia mais

REPETIÇÕES MÁXIMAS COM 90% DA 1RM NOS EXERCÍCIOS SUPINO RETO E LEG PRESS APÓS AQUECIMENTO ESPECÍFICO E ALONGAMENTO ESTÁTICO

REPETIÇÕES MÁXIMAS COM 90% DA 1RM NOS EXERCÍCIOS SUPINO RETO E LEG PRESS APÓS AQUECIMENTO ESPECÍFICO E ALONGAMENTO ESTÁTICO 50 REPETIÇÕES MÁXIMAS COM 90% DA 1RM NOS EXERCÍCIOS SUPINO RETO E LEG PRESS APÓS AQUECIMENTO ESPECÍFICO E ALONGAMENTO ESTÁTICO MAXIMUM REPETITIONS WITH 90% OF 1MR IN BENCH PRESS AND LEG PRESS EXERCISES

Leia mais

Pressão arterial de mulheres praticantes de ginástica funcional Resumo IntRodução

Pressão arterial de mulheres praticantes de ginástica funcional Resumo IntRodução Pressão arterial de mulheres praticantes de ginástica funcional Leonardo Pinheiro Botelho * Rodrigo Gomes de Souza Vale ** Gilmar Weber Senna *** Marco Antonio Lucidi **** Rodolfo Alkmim Moreira Nunes

Leia mais

4.6 Análise estatística

4.6 Análise estatística 36 4.6 Análise estatística Na análise dos dados, foi utilizado o programa estatístico SPSS, versão 11.5 (Windows). Inicialmente, apresentou-se o resultado geral do grupo dos adolescentes obesos e de eutróficos,

Leia mais

Respostas cardiovasculares decorrentes de um programa de treinamento físico misto, musculação e aeróbio: um estudo de caso

Respostas cardiovasculares decorrentes de um programa de treinamento físico misto, musculação e aeróbio: um estudo de caso PERQUIRĔRE Revista do Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa e Extensão do UNIPAM (ISSN 186-6399) Patos de Minas: UNIPAM, n. 7, vol. 1: 72-82, ago. 21 Respostas cardiovasculares decorrentes de um programa

Leia mais

Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício ISSN versão eletrônica

Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício ISSN versão eletrônica RESPOSTA PRESSÓRICA PÓS-EXERCÍCIO RESISTIDO EM CIRCUITO DE MEMBROS SUPERIORES E INFERIORES 313 Aline Raile de Miranda 2, Ricardo Benini 1,2,3, Paulo Ricardo Prado Nunes 1,3, Bruno Victor Corrêa da Silva

Leia mais

Por que devemos avaliar a força muscular?

Por que devemos avaliar a força muscular? Prof. Me. Alexandre Correia Rocha www.professoralexandrerocha.com.br alexandre.personal@hotmail.com Docência Docência Personal Trainer Por que devemos avaliar a força muscular? Desequilíbrio Muscular;

Leia mais

CRITÉRIOS DE PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIOS ATRAVÉS DE 1 RM

CRITÉRIOS DE PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIOS ATRAVÉS DE 1 RM 1 ARTIGO ORIGINAL CRITÉRIOS DE PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIOS ATRAVÉS DE 1 RM Carlos Henrique Silva Leonardo Silva de Rezende Maria Amélia Paes Villas-Bôas da Fonseca Nádia Maria de Sales Pires Pós Graduação

Leia mais

Impacto do Treinamento de Força em Circuito na Pressão Arterial de Jovens

Impacto do Treinamento de Força em Circuito na Pressão Arterial de Jovens Saccomani et al. 305 Impacto do Treinamento de Força em Circuito na Pressão Arterial de Jovens Impact of Circuit Strength Training on Blood Pressure in Adolescents Artigo Original 5 Milene Granja Saccomani

Leia mais

Grau de hipertrofia muscular em resposta a três métodos de treinamento de força muscular

Grau de hipertrofia muscular em resposta a três métodos de treinamento de força muscular Object 1 Grau de hipertrofia muscular em resposta a três métodos de treinamento de força muscular Curso de Educação Física. Centro Universitário Toledo de Araçatuba - UNITOLEDO. (Brasil) Prof. Mário Henrique

Leia mais

RESPOSTA CRÔNICA DA PRESSÃO ARTERIAL SISTÓLICA EM DIFERENTES MÉTODOS DE TREINAMENTO DE FORÇA: DELORME VERSUS OXFORD

RESPOSTA CRÔNICA DA PRESSÃO ARTERIAL SISTÓLICA EM DIFERENTES MÉTODOS DE TREINAMENTO DE FORÇA: DELORME VERSUS OXFORD RESPOSTA CRÔNICA DA PRESSÃO ARTERIAL SISTÓLICA EM DIFERENTES MÉTODOS DE TREINAMENTO DE FORÇA: DELORME VERSUS OXFORD Dailson Paulucio da Silva Graduando em Educação Física dailson_educacaofisica@yahoo.com.br

Leia mais

Área: CV ( ) CHSA ( ) ECET ( )

Área: CV ( ) CHSA ( ) ECET ( ) Área: CV ( ) CHSA ( ) ECET ( ) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA MEC UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ UFPI PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PRPPG Coordenadoria Geral de Pesquisa CGP Campus Universitário

Leia mais

Apresentação. Introdução. Francine Leite. Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo

Apresentação. Introdução. Francine Leite. Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo Evolução dos Fatores de Risco para Doenças Crônicas e da prevalência do Diabete Melito e Hipertensão Arterial na população brasileira: Resultados do VIGITEL 2006-2009 Luiz Augusto Carneiro Superintendente

Leia mais

8º Congresso de Pós-Graduação INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO FÍSICO AERÓBIO SOBRE A PRESSÃO ARTERIAL SISTÊMICA DE SUJEITOS COM DOENÇA ARTERIAL CORONARIANA

8º Congresso de Pós-Graduação INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO FÍSICO AERÓBIO SOBRE A PRESSÃO ARTERIAL SISTÊMICA DE SUJEITOS COM DOENÇA ARTERIAL CORONARIANA 8º Congresso de Pós-Graduação INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO FÍSICO AERÓBIO SOBRE A PRESSÃO ARTERIAL SISTÊMICA DE SUJEITOS COM DOENÇA ARTERIAL CORONARIANA Autor(es) TAIS MENDES DE CAMARGO Co-Autor(es) ESTER

Leia mais

Associação entre Força Muscular Relativa e Pressão Arterial de Repouso em Mulheres Sedentárias

Associação entre Força Muscular Relativa e Pressão Arterial de Repouso em Mulheres Sedentárias Tibana, et al. Associação entre Força Muscular Relativa e Pressão Arterial de Repouso em Mulheres Sedentárias Association between Muscle Strength and at-rest Blood Pressure among Sedentary Women Rev Bras

Leia mais

Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904

Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: EFEITO DO TREINAMENTO COMBINADO NA PERCEPÇÃO SUBJETIVA DE ESFORÇO E NA VARIABILIDADE DA FREQUÊNCIA

Leia mais

AVALIAÇÃO DA FORÇA MUSCULAR, EM DIFERENTES PERÍODOS DO CICLO MENSTRUAL

AVALIAÇÃO DA FORÇA MUSCULAR, EM DIFERENTES PERÍODOS DO CICLO MENSTRUAL AVALIAÇÃO DA FORÇA MUSCULAR, EM DIFERENTES PERÍODOS DO CICLO MENSTRUAL Cristovão Humberto Lucena Bezerra Graduado em Educação Física. Universidade Potiguar UnP. E-mail: cristovao@unp.br Jose Fernandes

Leia mais

XI Encontro de Iniciação à Docência

XI Encontro de Iniciação à Docência 6CCSDEFPLIC02 CORRELAÇÃO ENTRE OBESIDADE ABDOMINAL IMC E RISCO CARDIOVASCULAR Lizianny Leite Damascena (1), Nelson Pereira Neto (2), Valter Azevedo Pereira (3) Centro de Ciências da Saúde/ Departamento

Leia mais

Atividade Física e Hipertensão Arterial Sistêmica. Profa. Dra. Bruna Oneda

Atividade Física e Hipertensão Arterial Sistêmica. Profa. Dra. Bruna Oneda Atividade Física e Hipertensão Arterial Sistêmica Profa. Dra. Bruna Oneda professora@brunaoneda.com.br www.brunaoneda.com.br Hipertensão arterial sistêmica Síndrome multicausal e multifatorial caracterizada

Leia mais

Riscos e Benefícios do Exercício de Força...

Riscos e Benefícios do Exercício de Força... Riscos e Benefícios do Exercício de Força... HAS - Visão Atual É uma doença crônico-degenerativa de natureza multifatorial, na grande maioria dos casos, assintomática, que compromete fundamentalmente o

Leia mais

Efeitos de diferentes intervalos de recuperação no número de repetições máximas

Efeitos de diferentes intervalos de recuperação no número de repetições máximas Revista Mineira de Ciências da Saúde Patos de Minas: UNIPAM, (1): 32-41, ano 1, n. 1, 2009 Efeitos de diferentes intervalos de recuperação no número de repetições máximas Cristiano Lino Monteiro de Barros

Leia mais

PROTOCOLOS DE REABILITAÇÃO CARDÍACA FASE II

PROTOCOLOS DE REABILITAÇÃO CARDÍACA FASE II PROTOCOLOS DE REABILITAÇÃO CARDÍACA FASE II III SIMPÓSIO DE FISIOTERAPIA EM CARDIOLOGIA 30 de Outubro a 02 de Novembro de 2004 DAIANA CRISTINE BÜNDCHEN INSTITUTO DE CARDIOLOGIA DE CRUZ ALTA-CT SERVIÇO

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA A PROVA DE APTIDÃO FÍSICA PARA O CARGO DE AGENTE DE DEFESA CIVIL

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA A PROVA DE APTIDÃO FÍSICA PARA O CARGO DE AGENTE DE DEFESA CIVIL ANEXO III DO EDITAL N o 075/2011 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA A PROVA DE APTIDÃO FÍSICA PARA O CARGO DE AGENTE DE DEFESA CIVIL 1. DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 1.1 - Os testes de aptidão física, de caráter

Leia mais

ATIVIDADE FÍSICA, ESTADO NUTRICIONAL E PREOCUPAÇÕES COM A IMAGEM CORPORAL EM ADOLESCENTES

ATIVIDADE FÍSICA, ESTADO NUTRICIONAL E PREOCUPAÇÕES COM A IMAGEM CORPORAL EM ADOLESCENTES ATIVIDADE FÍSICA, ESTADO NUTRICIONAL E PREOCUPAÇÕES COM A IMAGEM CORPORAL EM ADOLESCENTES Maria Fernanda Laus; Diana Cândida Lacerda Mota; Rita de Cássia Margarido Moreira;Telma Maria Braga Costa; Sebastião

Leia mais

ANÁLISE BIOMECÂNICA DO SALTO SOBRE A MESA: RELAÇÃO ENTRE O TIPO DE SALTO E SEUS PARÂMETROS CINEMÁTICOS

ANÁLISE BIOMECÂNICA DO SALTO SOBRE A MESA: RELAÇÃO ENTRE O TIPO DE SALTO E SEUS PARÂMETROS CINEMÁTICOS ANÁLISE BIOMECÂNICA DO SALTO SOBRE A MESA: RELAÇÃO ENTRE O TIPO DE SALTO E SEUS PARÂMETROS CINEMÁTICOS Márcia Francine Bento 1, Marcelo Sato Yamauchi 1, Paulo Carrara 1,3, Cindy Santiago Tupiniquim 1 e

Leia mais

CAPACIDADE PULMONAR E FORÇA MUSCULAR RESPIRATÓRIA EM OBESOS

CAPACIDADE PULMONAR E FORÇA MUSCULAR RESPIRATÓRIA EM OBESOS 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 CAPACIDADE PULMONAR E FORÇA MUSCULAR RESPIRATÓRIA EM OBESOS Diego de Faria Sato 1 ; Sonia Maria Marques Gomes Bertolini 2 RESUMO: A obesidade é considerada

Leia mais

Atividade Física e Hipertensão Arterial Sistêmica. Profa. Dra. Bruna Oneda

Atividade Física e Hipertensão Arterial Sistêmica. Profa. Dra. Bruna Oneda Atividade Física e Hipertensão Arterial Sistêmica Profa. Dra. Bruna Oneda professora@brunaoneda.com.br www.brunaoneda.com.br Hipertensão arterial sistêmica Síndrome multicausal e multifatorial caracterizada

Leia mais

Bases Metodológicas do Treinamento Desportivo

Bases Metodológicas do Treinamento Desportivo Bases Metodológicas do Treinamento Desportivo Unidade II Controle e Prescrição do Treinamento Prof. Esp. Jorge Duarte Prescrição de Atividades Físicas Condições de saúde; Estado geral do aluno (cliente);

Leia mais

NÚMERO DE PASSOS POR DIA E COLESTEROL TOTAL: ESTUDO ASSOCIATIVO EM ADOLESCENTES DE URUGUAIANA/RS

NÚMERO DE PASSOS POR DIA E COLESTEROL TOTAL: ESTUDO ASSOCIATIVO EM ADOLESCENTES DE URUGUAIANA/RS NÚMERO DE PASSOS POR DIA E COLESTEROL TOTAL: ESTUDO ASSOCIATIVO EM ADOLESCENTES DE URUGUAIANA/RS Autores: Mauren Lúcia de Araújo Bergmann (1) & Gabriel Gustavo Bergmann (1). Instituição: (1) Universidade

Leia mais

Arterial Structure and Function after Recovery from the Metabolic Syndrome The Cardiovascular Risk in Young Finns Study

Arterial Structure and Function after Recovery from the Metabolic Syndrome The Cardiovascular Risk in Young Finns Study Arterial Structure and Function after Recovery from the Metabolic Syndrome The Cardiovascular Risk in Young Finns Study Koskinen J, Magnussen CG, Taittonen L, Räsänen L, Mikkilä V, Laitinen T, Rönnemaa

Leia mais

Estudo clínico randomizado para avaliar o impacto de um programa de exercício em doentes com perturbação depressiva

Estudo clínico randomizado para avaliar o impacto de um programa de exercício em doentes com perturbação depressiva Estudo clínico randomizado para avaliar o impacto de um programa de exercício em doentes com perturbação depressiva Autores Lara Carneiro 1 António Fonseca 2 Maria Vieira Coelho 3 Maria Paula Mota 4 José

Leia mais

A criança, o adolescente e a prática de atividades físicas

A criança, o adolescente e a prática de atividades físicas Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira A criança, o adolescente e a prática de atividades físicas A juventude americana não participa de

Leia mais

PRESCRIÇÃO DO TREINAMENTO PARA EMAGRECIMENTO. obesa envolve um plano de ação muito mais complexo, sendo prescrito de acordo com a condição

PRESCRIÇÃO DO TREINAMENTO PARA EMAGRECIMENTO. obesa envolve um plano de ação muito mais complexo, sendo prescrito de acordo com a condição PRESCRIÇÃO DO TREINAMENTO PARA EMAGRECIMENTO Em condições normais a obesidade deveria ser prevenida, porem o tratamento da pessoa obesa envolve um plano de ação muito mais complexo, sendo prescrito de

Leia mais

Redução da Pressão Arterial em Hipertensos Tratados com Medicamentos Anti- Hipertensivos após um Programa de Treinamento Físico

Redução da Pressão Arterial em Hipertensos Tratados com Medicamentos Anti- Hipertensivos após um Programa de Treinamento Físico 35 Redução da Pressão Arterial em Hipertensos Tratados com Medicamentos Anti- Hipertensivos após um Programa de Treinamento Físico Blood Pressure Reduction in Hypertensive Subjects Treated with Anti-Hypertensive

Leia mais

EFEITO DO TREINAMENTO CONCORRENTE E DO DESTREINAMENTO SOBRE A PRESSÃO ARTERIAL DE MULHERES HIPERTENSAS

EFEITO DO TREINAMENTO CONCORRENTE E DO DESTREINAMENTO SOBRE A PRESSÃO ARTERIAL DE MULHERES HIPERTENSAS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA MESTRADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA EFEITO DO TREINAMENTO CONCORRENTE E DO DESTREINAMENTO SOBRE A PRESSÃO ARTERIAL DE MULHERES HIPERTENSAS

Leia mais

Atividade Física e Saúde

Atividade Física e Saúde Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte Elaboração Final: 16 de Agosto de 2001 Autores: Carvalho T, Nóbrega ACL, Lazzoli JK, Magni JRT, Rezende L, Drummond FA, Oliveira MAB, De Rose EH, Araújo CGS,

Leia mais

PADRÃO ALIMENTAR DE INDIVÍDUOS ADULTOS NOS PERÍODOS PRÉ E PÓS-CIRURGIA BARIÁTRICA

PADRÃO ALIMENTAR DE INDIVÍDUOS ADULTOS NOS PERÍODOS PRÉ E PÓS-CIRURGIA BARIÁTRICA 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 PADRÃO ALIMENTAR DE INDIVÍDUOS ADULTOS NOS PERÍODOS PRÉ E PÓS-CIRURGIA BARIÁTRICA Bruno Guilherme Morais Pagan 1 ; Luzia Jaeger Hintze 2 ; Alexandre dos

Leia mais

Variáveis Manipuláveis do Treino de Força

Variáveis Manipuláveis do Treino de Força Variáveis Manipuláveis do Treino de Força Lucimere Bohn lucimerebohn@gmail.com Área de Formação: 813 Desporto. Curso: Musculação e Cardiofitness. Módulo: Bases Morfofisiológicas VARIÁVEIS MANIPULÁVEIS

Leia mais