2 Podemos representar graficamente o comportamento de (1) para alguns ângulos φ, que são mostrado nas figuras que se seguem.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "2 Podemos representar graficamente o comportamento de (1) para alguns ângulos φ, que são mostrado nas figuras que se seguem."

Transcrição

1 POTÊNCIA EM CARGAS GENÉRICAS Prof. Antonio Sergio C. de Menezes. Depto de Engenharia Elétrica Muitas cargas nua instalação elétrica se coporta de fora resistiva ou uito aproxiadaente coo tal. Exeplo: lâpadas incandescentes couns (lâpada de Edson), chuveiros elétricos, todos os tipos de aquecedores coo fornos elétricos, por exeplo. A questão é que as cargas não são sepre do tipo resistivas. Há tabé as chaadas cargas reativas, coo otores e geral coo ventiladores, geladeiras, ar-condicionados, e outras coo lâpadas fluoerescentes, transforadores (cada aparelho eletrônico ligado à toada te u transforador de entrada), se contar co u abiente industrial que te noralente uitas áquinas elétricas. Vaos aditir que excitaos ua carga qualquer co ua tensão senoidal (u ventilador, por exeplo, ou ua lâpada ou conjunto de lâpadas fluoerescentes). Vaos aditir tabé que esta carga responde à excitação senoidal de voltage co ua corrente igualente senoidal. Chaa-se isso de resposta linear. A retificação de eia-onda ostrada é u exeplo de resposta não-linear. De aneira geral, se v(t) = V.sen(ω.t) é a tensão aplicada a ua carga reativa, esta responde co ua corrente atrasada ou adiantada de i(t) = I.sen(ω.t +/- φ). Assi, a potência instantânea fornecida pela fonte (gerador) é dada por: p(t) = V. I. sen(ω.t). sen(ω.t- φ) (1) Aplicando a esta expressão a identidade Assi, te-se: V.I p(t) = [cos( φ ) cos(ωt φ)] Podeos representar graficaente o coportaento de (1) para alguns ângulos φ, que são ostrado nas figuras que se segue. Fig 1-a - Defasaento de 3 o entre corrente e voltage noralizadas. Potência édia dissipada =[ (1.1)/].cos(3 o ),433

2 Nota-se pelas figuras acia a potência desenvolvida nua carga reativa é de natureza cíclica e te ua frequência duas vezes aior que a frequência da corrente e da voltage. A parte do ciclo da potência que fica no sei plano positivo representa a potência ativa, cuja édia depende do defasaento: quanto aior o defasaento, enor é a édia. O seiciclo negativo representa a energia reativa não transforada e devolvida à fonte-alientador. Para justificar isto ateaticaente, te-se que a potência édia fornecida pela fonte-gerador é dada por: 1 P = T V.I [cos( φ ) cos(ωt φ)].dt Fig -b Defasaento de 6 o entre corrente e voltage noralizados Potência édia dissipada = [(1x1)/]x cos(6 ) A integral acia te duas parcelas: ua constante [cos(φ)] e outra dependente do tepo [ cos(ωt φ) ] que, confore a expressão (1) é zero, pois trata-se de ua função senoidal. Assi, V.I P = ou siplesente.cos( φ ) = VI cos( φ) = V. RMS.I RMS cos( φ) P=V.I.cos(φ) () pois subtende-se que V e I são os valores RMS, já que sepre estareos tratando de valores alternados de voltage e de corrente. A expressão (1) representa a potência efetivaente consuida pelo circuito, isto é, a parte da energia fornecida pela fontegerador transforada e outra fora de energia, desde que φ esteja copreendido entre -9 o e +9 o. Fora deste intervalo P assuiria valores negativos o que significa que o circuito estaria fornecendo energia à fonte que, para nossos propósitos, não será considerado. cos(φ) é chaado fator de potência. É o fator que, ultiplicado pela potência aparente (VI), dá a energia elétrica efetivaente transforada e outra fora de energia, ou trabalho realizado. Apesar das potências édias desenvolvidas pelo indutor ou capacitor sere nulas, há circulação de corrente pelos esos.

3 Exeplo 1: Ua voltage do tipo v(t) = 1.sen(ω.t + 3 o ) é aplicada a u certo circuito que responde co ua corrente do tipo i(t) = 5.sen(ω.t - o ). Qual a potência aparente fornecida ao circuito e qual a potência efetivaente desenvolvida pelo eso? Solução. Os valores efetivos da voltage e da corrente são: 1 V = e I = 5 O defasaento é φ = 3 o (- o ) = 5 o. Assi, a potência fornecida é: 1 S = x 5 = 5VA S tabé chaada de potência aparente e te unidade de Volt-Apére. Observe que os estabilizadores de voltage usados e coputadores e outros fins te suas potência expressas e VA, pois este são fornecedores de energia e de voltage alternada. Quanto à potência efetivaente consuida, P, usa-se a Eq. 4: P = 1 x 5 x cos(5 o ) = S x cos(5 o ) = 16,7 W Z = 5 o = 1, ,3. Logo, R = 1,856 Ω. P = R.I = 1,856x 5 = 16,7 W 1-1- Potência e cargas resistivas Pela lei de Oh, a corrente que circula por ua carga resistiva é dada por: V I DC = DC V ou I = RMS RMS = (3) R R Ou ainda, supondo-se que o resistor é excitado por ua tensão senoidal: v(t) V sen(ω.t) i(t) = = = Isen( ω.t) R R Vê-se acia que o que diferencia v(t) de i(t) é u constante ultiplicativa. Logo, conclui-se que a corrente e voltage estão fase, coo pode ser observado pela Fig..

4 A potência instantânea dissipada pelo resistor R é dada por: p(t) = v(t).i(t) = V.sen(ω.t)x I.sen(ω.t).= V I sen (ω.t). Deterinando a potência édia dissipada pelo resistor, te-se: T T 1 1 P = v(t).i(t).dt = V.I.sen T T Considerando a equação (17), te-se: (ω.t).dt V I P = o = V.I.cos( ) (4) O que está de acordo co a expressão (), dado que o defasaento entre voltage e corrente nua carga resistiva é o. Assi, o resistor dissipa toda a energia fornecida pela fonte-gerador. Há uitos exeplos de cargas resistivas e instalações elétricas: todos os tipos de aquecedores elétricos passando aí por fornos, chuveiros, cadinhos, entre outros, tabé lâpadas incandescentes de filaento, as chaadas lâpadas de Edson, lâpadas usadas e todo tipo de projetores, etc. As lâpadas fluorescentes couns e as lâpadas florescentes eletrônicas são cargas indutivas e, portanto, não te coportaento resistivo Fig. Coportaento da corrente e relação à voltage à potência e ua carga resistiva. Observa-se pela figura acia que a potência é toda positiva, o que significa toda a potência é dissipada e nada é devolvido. Potência e indutância. U circuito indutivo sepre te ua resistência associada à ele, pois u indutor é construído enrolando-se u fio de cobre esaltado nu núcleo de ar ou de aterial agnetizável..mas quando se pode desprezar esta resistência, diz-se que o indutor é ideal. Quando u indutor está subetido a u sinal senoidal, coo é o nosso caso, podeos considerá-lo ideal quando ωl >>R, onde ω é a frequência e radianos/seg do sinal, L é o valor da indutância e R é valor da resistência associada. Ua das foras de se conseguir isso é enrolar a espira do indutor co u fio de cobre de grande seção co grande núero de voltas sobre u núcleo ferroagnético. A relação entre corrente e voltage nu indutor é dada por:

5 Aditindo-se que este indutor é excitado por ua corrente senoidal e aplicando-se na expressão acia te-se: d o v(t) = L [I.sen(ω.t)] = ωli.cos(ω.t) = ωli.sen(ω.t + 9 ) dt o v(t). = V sen(ω.t + 9 ), (5) Isto é, o indutor reage contra variação da corrente adiantando a voltage e 9 o ou atrasando a corrente e 9 o. V = ω LI Fig 3 Coportaento da corrente, da voltage e da potência e u indutor ideal. Assi sendo, usando-se a Eq. (1) e integrando-a, teos que a potência édia desenvolvida pelo indutor ideal é dada por: P = V.I.cos (9 o ) = A expressão acia indica que o indutor ideal não dissipa energia. E outras palavras, o indutor ideal não transfora energia elétrica e outra fora de energia coo outras cargas, coo lâpadas e otores e geral, por exeplo. A energia circula pelo indutor ideal de fora cíclica e siétrica e relação ao eixo dos tepos: e u sei-ciclo a energia é arazenada no capo agnético do indutor e no outro seiciclo esta energia é devolvida para a fonte-alientador. Mas esta circulação de energia iplica nua circulação de corrente que sobrecarrega desnecessariaente o alientador. 3 Potência e capacitor ideal. Tecnicaente falando é uito fácil u capacitor se aproxiar da idealidade do que o indutor. A indústria sepre te apresentado evoluções na construção deste eleento. Supondo-se ais vez que o capacitor é excitado por ua corrente senoidal, pode-se relacionar v(t) e i(t) nu capacitor da seguinte fora:

6 1 1 I I v(t) = i(t).dt = I.sen(ω.t).dt = cos(ω.t) = o sen(ω.t + 9 ) C C ωc ωc Considerando que sen(x) = sen (x ± 18 o ), te-se: o I v(t) = Vsen(ω.t 9 ), onde V = (6) ωc Nu capacitor ideal a voltage se atrasa de 9 o e relação à corrente. E novaente, considerando-se a Eq. (1) e integrando-a, te-se: P = V.I.cos o O que leva ao eso tipo de conclusão de dissipação de energia que se teve e relação ao indutor ideal, isto é, o capacitor ideal tabé não converte energia elétrica e outra fora de energia, e o que acontece e relação ao capo agnético do indutor, acontece tabé e relação ao capo elétrico do capacitor. Exeplo : Ligou-se na esa toada ua carga resistiva de W e u otor de 1/3 de HP, e fator de potência,7. Deterinar a corrente total fornecida pela toada? A toada fornece V/6Hz Solução: Para a carga resistiva, te-se φ = o o que iplica e cos(ϕ) = 1. Assi, I r = P 3 = V = 1,364A Fasorialente, te-se: I r = 1,364 o. Para o otor, no entanto, te-se: P 746/3 I = = =1,615A V.cos( φ).,7 v Fasorialente, te-se: I V = 1,615-45,57 o = 1,131 - j.1,153. A total da toada é dada por: I T = I r + I V = 1, ,131 - j.1,153 =,96 - j.1,154 =,75-4,81 o U aperíetro colocado entre a saída da toada e as duas cargas ler o ódulo de I T, ou seja,,75a. Observe que, se soaros os ódulos das correntes de cada carga, obtereos 1, ,615 =,98 A. U valor aior que o obtido pela soa fasorial.

7 E diagraa fasorial, te-se (regra do paralelograo): Fig.4 - Diagraa fasorial do exeplo acia Exeplo 3: U otor indutivo de 1W e fator de potência,6 é colocado e paralelo co outro capacitivo de 15W e fator de potência,7. Abos são ligados e V. Calcular a corrente total do conjunto. Solução: Trata-se de u circuito RL e paralelo co u RC. Para isso, eprega-se a expressão P = V.I.cos(θ). O ódulo da corrente do circuito indutivo é: P 1 I M1 = = =,758A V.cos( φ).,6 A corrente fasorial dele é I M1 =, o =,455 - j.,66 O ódulo da corrente do circuito capacitivo é: P 15 I M = = =,974A V.cos( φ).,7 A corrente fasorial dele é I M =, ,57 o =,68+ j.,696 Soando-se as duas correntes te-se: I MT = 1,137+j.,9 = 1,141 +4,5 o Note que o ângulo da corrente total foi praticaente nulo. É que a carga capacitiva tende a anular a reatividade da carga indutiva. Logo, o circuito te u coportaento praticaente resistivo.

8 TRIÂNGULO DE POTÊNCIA Vios que P = V.I.cos(φ). Aonde P é potência édia consuida, V é o valor eficaz da tensão do alientador que no caso do Nordeste Brasileiro é de V, I é a corrente eficaz que circula pelas cargas e φ é o defasaento entre a esta corrente e aquela voltage. O produto N = V. I ou S = V.I é a potência aparente e cos(φ) é conhecido coo sendo o fator de potência, isto é, o fator que ultiplicado pela potência aparente dá o quanto da potência entregue é transforada (dissipada) e outra fora de energia (ecânica, luinosa, térica, etc). Exeplo 4: Ua certa geladeira traz as seguintes inforações acerca de seu consuo: - Alientação: V; consuo : 16W; corrente : 1,A. Logo, a potência aparente entregue a esta geladeira é: N=V.I=X1,=64VA O fator de potência é facilente calculado coo sendo: cos(φφ= P N =,66 φ = cos 1 (,66) = 5,7 Assi, coo a geladeira te u otor indutivo, a corrente fasorial dela é: I = 1, 5, =,7 j,955 G 7 Se quiseros a ipedância equivalente coplexa associada ao otor da geladeira fazeos: Z = V = I 1, 5,7 = 183,33 + 5,7 = 111,1 + j.145,83 (7) Observando acia, podeos perceber que N é hipotenusa de u triangulo retângulo e P, seu cateto adjacente, só faltando, portanto, o cateto oposto deste triangulo e este cateto oposto é a potência reativa Q do otor coo poderia ser de ua instalação onofásica qualquer. Assi, o triangulo abaixo representa graficaente a situação acia P N Q Fig. 5 Triangulo de potência para ua carga reativa.

9 Assi, teos as seguintes relações para as potências envolvidas nua carga reativa (e eso não reativa) P=N.cos(φ) (8.1) Q=N.sen(φ) (8.) N =P +Q (8.3) Sabe-se tabé que a potência ativa P é ateaticaente justificada pela parte REAL da ipedância coplexa. Tabé, dedui-se que a potência reativa Q é justificada pela parte IMAGINÁRIA da esa ipedância. Assi, considerando que, tese: P = R.I (9.1) Q = X.I (9.) Ainda e relação ao caso da geladeira acia, e considerando (), (6.1) e (6.), teos: P = 64.cos(5,7 ) = 16W (1.1) Q= 64.sen (5,7 ) = 1 VAR (1.) Por outro lado, considerando (7), (8.1) e (8.), te-se: P = 111,1.(1,) = 16W (11.1) Q = 145,83(1,) = 1VAR (11.) Assi sendo, o triangulo de potência para a geladeira acia é: 16W 64VA 1VA Obs: o ângulo da ipedância é o eso ângulo do triangulo de potência.

10 Exeplo 5 Solução: Ua voltage do tipo v(t) = 15.sen(ω.t + 1 o ) é aplicada a u certo circuito que responde co ua corrente do tipo i(t) = 5.sen(ω.t -5 o ). Deterinar o triângulo das potências Solução. Os valores efetivos da voltage e da corrente são: 15 V = e I = 5 O defasaento é φ = 1 o (-5 o ) = 6 o. Assi, a potência aparente é: 15 S = x 5 = 375VA P = S. cos(6 o ) = 187,5W e Q = S.sen(6 o ) = 34,76 VAR

CIRCUITOS ELÉTRICOS REGIME PERMANENTE SENOIDAL, REPRESENTAÇÃO FASORIAL E POTÊNCIAS ELÉTRICAS

CIRCUITOS ELÉTRICOS REGIME PERMANENTE SENOIDAL, REPRESENTAÇÃO FASORIAL E POTÊNCIAS ELÉTRICAS CICUIOS EÉICOS EGIME PEMANENE SENOIDA, EPESENAÇÃO FASOIA E As análises de circuitos até o presente, levou e consideração a aplicação de fontes de energia elétrica a u circuito e conseqüente resposta por

Leia mais

WWW.escoladoeletrotecnico.com.br

WWW.escoladoeletrotecnico.com.br CURSO PREPARATÓRO PARA COCURSOS EM ELETROTÉCCA CPCE ELETRCDADE AULA TRASFORMADOR: Polaridade de u enrolaento Enrolaento e série e e paralelo Ensaio a vazio e e curto-circuito Ligações de u transforador

Leia mais

Circuitos Elétricos Análise de Potência em CA

Circuitos Elétricos Análise de Potência em CA Introdução Circuitos Elétricos Análise de Potência em CA Alessandro L. Koerich Engenharia de Computação Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) Potência é a quantidade de maior importância em

Leia mais

= C. (1) dt. A Equação da Membrana

= C. (1) dt. A Equação da Membrana A Equação da Mebrana Vaos considerar aqui ua aproxiação e que a célula nervosa é isopotencial, ou seja, e que o seu potencial de ebrana não varia ao longo da ebrana. Neste caso, podeos desprezar a estrutura

Leia mais

Aula 8 Análise de circuitos no domínio da frequência e potência em corrente alternada

Aula 8 Análise de circuitos no domínio da frequência e potência em corrente alternada ELETRICIDADE Aula 8 Análise de circuitos no domínio da frequência e potência em corrente alternada Prof. Marcio Kimpara Universidade Federal de Mato Grosso do Sul Associação de impedâncias As impedâncias

Leia mais

CAPÍTULO 11 CIRCUITOS DE CORRENTE ALTERNADA

CAPÍTULO 11 CIRCUITOS DE CORRENTE ALTERNADA APÍTUO 11 UTOS DE OENTE ATENADA 11.1- UM GEADO DE A Φ dt onsidere ua espira girando e u capo agnético confore a figura: -O fluxo agnético será: -onde: Φ Onde: epresentação: NBA OSΘ -ogo a fe induzida na

Leia mais

3 - Sistemas em Corrente Alternada. 1 Considerações sobre Potência e Energia. Carlos Marcelo Pedroso. 18 de março de 2010

3 - Sistemas em Corrente Alternada. 1 Considerações sobre Potência e Energia. Carlos Marcelo Pedroso. 18 de março de 2010 3 - Sistemas em Corrente Alternada Carlos Marcelo Pedroso 18 de março de 2010 1 Considerações sobre Potência e Energia A potência fornecida a uma carga à qual está aplicada um tensão instantânea u e por

Leia mais

:: Física :: é percorrida antes do acionamento dos freios, a velocidade do automóvel (54 km/h ou 15 m/s) permanece constante.

:: Física :: é percorrida antes do acionamento dos freios, a velocidade do automóvel (54 km/h ou 15 m/s) permanece constante. Questão 01 - Alternativa B :: Física :: Coo a distância d R é percorrida antes do acionaento dos freios, a velocidade do autoóvel (54 k/h ou 15 /s) peranece constante. Então: v = 15 /s t = 4/5 s v = x

Leia mais

TEORIA ELETRÔNICA DA MAGNETIZAÇÃO

TEORIA ELETRÔNICA DA MAGNETIZAÇÃO 113 17 TEORA ELETRÔNCA DA MANETZAÇÃO Sabeos que ua corrente elétrica passando por u condutor dá orige a u capo agnético e torno deste. A este capo daos o noe de capo eletro-agnético, para denotar a sua

Leia mais

M422 - SISTEMAS E INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS DE NAVIOS

M422 - SISTEMAS E INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS DE NAVIOS ESCOLA SUPEROR NÁUCA NFANE D. HENRQUE DEPARAMENO DE ENGENHARA MARÍMA M4 - SSEMAS E NSALAÇÕES ELÉCRCAS DE NAVOS EM EM CORRENE ALERNADA Eleentos coligidos por: Prof. Luís Filipe Baptista E.N..D.H. 011/01

Leia mais

Objetivo: converter um comando de posição de entrada em uma resposta de posição de saída.

Objetivo: converter um comando de posição de entrada em uma resposta de posição de saída. Prof. Celso Módulo 0 83 SISTEMAS DE CONTOLE DE POSIÇÃO Objetivo: converter u coando de posição de entrada e ua resposta de posição de saída. Aplicações: - antenas - braços robóticos - acionadores de disco

Leia mais

RELAÇÕES DE CORRENTE ALTERNADA

RELAÇÕES DE CORRENTE ALTERNADA RELAÇÕES DE CORRENTE ALTERNADA A tensão alternada senoidal é a qual utilizamos em nossos lares, na indústria e no comércio. Dentre as vantagens, destacamos: Facilidade de geração em larga escala; Facilidade

Leia mais

Circuitos Elétricos Senoides e Fasores

Circuitos Elétricos Senoides e Fasores Circuitos Elétricos Senoides e Fasores Alessandro L. Koerich Engenharia de Computação Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) Introdução Corrente contínua x corrente alternada. Ver War of Currentes

Leia mais

Potência ativa (W): é a que realmente produz trabalho, isto é, faz os motores e os transformadores funcionarem.

Potência ativa (W): é a que realmente produz trabalho, isto é, faz os motores e os transformadores funcionarem. Fator de Potência e sua correção A energia elétrica consumida em uma instalação industrial é composta basicamente por duas parcelas distintas, que são: BANCO DE CAPACITORES Nota: Energia consumida por

Leia mais

Aula 6 Primeira Lei da Termodinâmica

Aula 6 Primeira Lei da Termodinâmica Aula 6 Prieira Lei da Terodinâica 1. Introdução Coo vios na aula anterior, o calor e o trabalho são foras equivalentes de transferência de energia para dentro ou para fora do sistea. 2. A Energia interna

Leia mais

Questão 46. Questão 48. Questão 47. alternativa E. alternativa A. gasto pela pedra, entre a janela do 12 o piso e a do piso térreo, é aproximadamente:

Questão 46. Questão 48. Questão 47. alternativa E. alternativa A. gasto pela pedra, entre a janela do 12 o piso e a do piso térreo, é aproximadamente: Questão 46 gasto pela pedra, entre a janela do 1 o piso e a do piso térreo, é aproxiadaente: A figura ostra, e deterinado instante, dois carros A e B e oviento retilíneo unifore. O carro A, co velocidade

Leia mais

Experiência 02: Circuito RC Representação Fasorial

Experiência 02: Circuito RC Representação Fasorial ( ) Prova ( ) Prova Seestral ( ) Exercícios ( ) Prova Modular ( ) Segunda Chaada ( ) Exae Final ( ) Prática de Laboratório ( ) Aproveitaento Extraordinário de Estudos Nota: Disciplina: Tura: Aluno (a):

Leia mais

Transformadores e bobinas de alta frequência

Transformadores e bobinas de alta frequência Transforadores e bobinas de alta frequência 007 Profª Beatriz Vieira Borges 1 Transforadores e bobinas de alta frequência ideal v 1 v úcleo de ferrite i 1 i + + v 1 v - - v 1 1 1 v i 1 i 007 Profª Beatriz

Leia mais

Simulado 2 Física AFA/EFOMM 2012. B)30 2 m. D)50 2 m. 1 P r o j e t o F u t u r o M i l i t a r w w w. f u t u r o m i l i t a r. c o m.

Simulado 2 Física AFA/EFOMM 2012. B)30 2 m. D)50 2 m. 1 P r o j e t o F u t u r o M i l i t a r w w w. f u t u r o m i l i t a r. c o m. Prof. André otta - ottabip@hotail.co Siulado 2 Física AFA/EFO 2012 1- Os veículos ostrados na figura desloca-se co velocidades constantes de 20 /s e 12/s e se aproxia de u certo cruzaento. Qual era a distância

Leia mais

LEI DE OHM. Professor João Luiz Cesarino Ferreira. Conceitos fundamentais

LEI DE OHM. Professor João Luiz Cesarino Ferreira. Conceitos fundamentais LEI DE OHM Conceitos fundamentais Ao adquirir energia cinética suficiente, um elétron se transforma em um elétron livre e se desloca até colidir com um átomo. Com a colisão, ele perde parte ou toda energia

Leia mais

Trabalho Prático Nº 6.

Trabalho Prático Nº 6. Trabalho Prático Nº 6. Título: Carga Predominantemente Resistiva, Carga Predominantemente Indutiva e Carga Resistiva e Indutiva em paralelo. Objetivo: Este trabalho prático teve como objetivo montar três

Leia mais

Laboratório de Circuitos Elétricos II

Laboratório de Circuitos Elétricos II PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ ESCOLA POLITÉCNICA CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO DISCIPLINA DE CIRCUITOS ELÉTRICOS II NOME DO ALUNO: Laboratório de Circuitos Elétricos II Prof. Alessandro

Leia mais

F. Jorge Lino Módulo de Weibull MÓDULO DE WEIBULL. F. Jorge Lino

F. Jorge Lino Módulo de Weibull MÓDULO DE WEIBULL. F. Jorge Lino MÓDULO DE WEIBULL F. Jorge Lino Departaento de Engenharia Mecânica e Gestão Industrial da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Rua Dr. Roberto Frias, 4200-465 Porto, Portugal, Telf. 22508704/42,

Leia mais

FÍSICA DADOS. 10 v som = 340 m/s T (K) = 273 + T( o C) s = 38) 27) Q = mc T = C T 39) i = 30) U = Q τ 42) 31) Instruções:

FÍSICA DADOS. 10 v som = 340 m/s T (K) = 273 + T( o C) s = 38) 27) Q = mc T = C T 39) i = 30) U = Q τ 42) 31) Instruções: FÍSICA DADOS 9 N. g = 0 k 0 = 9,0 0 s C 8 c = 3,0 0 v so = 340 /s T (K) = 73 + T( o C) s 0) d = d 0 + v 0 t + at 4) E p = gh 6) 0) v = v 0 + at 5) E c = v 03) v = 04) T= f 05) 0 PV P V = 38) T T V = k0

Leia mais

Potência e Fator de Potência. Fernando Soares dos Reis, Dr. Eng.

Potência e Fator de Potência. Fernando Soares dos Reis, Dr. Eng. Potência e Fator de Potência, Dr. Eng. Sumário Introdução; Objetivos; Revisão de Conceitos Fundamentais de Potência C.C. Potência Instantânea; Potência Média ou Ativa; Transferência Máxima de Potência

Leia mais

FÍSICA 3 Circuitos Elétricos em Corrente Contínua. Circuitos Elétricos em Corrente Contínua

FÍSICA 3 Circuitos Elétricos em Corrente Contínua. Circuitos Elétricos em Corrente Contínua FÍSICA 3 Circuitos Elétricos em Corrente Contínua Prof. Alexandre A. P. Pohl, DAELN, Câmpus Curitiba EMENTA Carga Elétrica Campo Elétrico Lei de Gauss Potencial Elétrico Capacitância Corrente e resistência

Leia mais

Universidade Federal do Rio de Janeiro. Circuitos Elétricos I EEL420. Módulo 2

Universidade Federal do Rio de Janeiro. Circuitos Elétricos I EEL420. Módulo 2 Universidade Federal do Rio de Janeiro Circuitos Elétricos I EEL420 Módulo 2 Thévenin Norton Helmholtz Mayer Ohm Galvani Conteúdo 2 Elementos básicos de circuito e suas associações...1 2.1 Resistores lineares

Leia mais

3.3. O Ensaio de Tração

3.3. O Ensaio de Tração Capítulo 3 - Resistência dos Materiais 3.1. Definição Resistência dos Materiais é u rao da Mecânica plicada que estuda o coportaento dos sólidos quando estão sujeitos a diferentes tipos de carregaento.

Leia mais

Princípios de Corrente Alternada

Princípios de Corrente Alternada Capítulo 2 Princípios de Corrente Alternada 2.1 Porque corrente alternada? No final do séc. XIX com o crescimento econômico e as novas invenções em máquinas elétricas, foram propostas duas formas de distribuição

Leia mais

Técnico em Eletrotécnica

Técnico em Eletrotécnica Técnico em Eletrotécnica Caderno de Questões Prova Objetiva 2015 01 Em uma corrente elétrica, o deslocamento dos elétrons para produzir a corrente se deve ao seguinte fator: a) fluxo dos elétrons b) forças

Leia mais

Retificadores (ENG - 20301) Lista de Exercícios de Sinais Senoidais

Retificadores (ENG - 20301) Lista de Exercícios de Sinais Senoidais Retificadores (ENG - 20301) Lista de Exercícios de Sinais Senoidais 01) Considerando a figura abaixo, determine: a) Tensão de pico; b) Tensão pico a pico; c) Período; d) Freqüência. 02) Considerando a

Leia mais

Resumo com exercícios resolvidos do assunto: Sistemas de Partículas

Resumo com exercícios resolvidos do assunto: Sistemas de Partículas www.engenhariafacil.weebly.co Resuo co exercícios resolvidos do assunto: Sisteas de Partículas (I) (II) (III) Conservação do Moento Centro de Massa Colisões (I) Conservação do Moento Na ecânica clássica,

Leia mais

Aula 7 Reatância e Impedância Prof. Marcio Kimpara

Aula 7 Reatância e Impedância Prof. Marcio Kimpara ELETRIIDADE Aula 7 Reatância e Impedância Prof. Marcio Kimpara Universidade Federal de Mato Grosso do Sul 2 Parâmetros da forma de onda senoidal Vp iclo Vpp omo representar o gráfico por uma equação matemática?

Leia mais

Cálculo Numérico Faculdade de Engenharia, Arquiteturas e Urbanismo FEAU

Cálculo Numérico Faculdade de Engenharia, Arquiteturas e Urbanismo FEAU Cálculo Nuérico Faculdade de ngenhari Arquiteturas e Urbaniso FAU Prof. Dr. Sergio Pilling (IPD/ Física e Astronoia) VI Integração Nuérica Objetivos: O objetivo desta aula é apresentar o étodo de integração

Leia mais

CIRCUITOS ELÉTRICOS ALTERNADOS: Introdução Prof. Antonio Sergio C. de Menezes

CIRCUITOS ELÉTRICOS ALTERNADOS: Introdução Prof. Antonio Sergio C. de Menezes CIRCUITOS ELÉTRICOS ALTERNADOS: Introdução Prof. Antonio Sergio C. de Menezes - CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES Quando se estuda circuitos elétricos básicos, considera-se que os mesmos são de corrente contínua

Leia mais

Caracterização temporal de circuitos: análise de transientes e regime permanente. Condições iniciais e finais e resolução de exercícios.

Caracterização temporal de circuitos: análise de transientes e regime permanente. Condições iniciais e finais e resolução de exercícios. Conteúdo programático: Elementos armazenadores de energia: capacitores e indutores. Revisão de características técnicas e relações V x I. Caracterização de regime permanente. Caracterização temporal de

Leia mais

Eletrônica Básica - Curso Eletroeletrônica - COTUCA Lista 4 Análise de circuitos a diodos c.a.

Eletrônica Básica - Curso Eletroeletrônica - COTUCA Lista 4 Análise de circuitos a diodos c.a. Eletrônica Básica - Curso Eletroeletrônica - COTUCA Lista 4 Análise de circuitos a diodos c.a. 1. A Figura abaixo apresenta o oscilograma da forma de onda de tensão em um determinado nó de um circuito

Leia mais

Construção de um sistema de Realidade Virtual (1 a Parte) O Engine Físico

Construção de um sistema de Realidade Virtual (1 a Parte) O Engine Físico Construção de u sistea de Realidade Virtual (1 a Parte) O Engine Físico Roberto Scalco, Fabrício Martins Pedroso, Jorge Tressino Rua, Ricardo Del Roio, Wellington Francisco Centro Universitário do Instituto

Leia mais

Lei de Coulomb: Campo Elétrico:

Lei de Coulomb: Campo Elétrico: Lei de Coulomb: Método para distribuição de cargas: Dividir a distribuição em infinitos dq Analisar feito por dq Dividir em suas componentes dfx e dfy Analisar se há alguma forma de simetria que simplifica

Leia mais

PADRÃO DE RESPOSTA - FÍSICA - Grupos H e I

PADRÃO DE RESPOSTA - FÍSICA - Grupos H e I PDRÃO DE RESPOST - FÍSC - Grupos H e a UESTÃO: (, pontos) valiador Revisor Íãs são frequenteente utilizados para prender pequenos objetos e superfícies etálicas planas e verticais, coo quadros de avisos

Leia mais

Notas de Aula de Física

Notas de Aula de Física Versão preliinar 7 de setebro de 00 Notas de Aula de ísica 05. LEIS DE NEWON... ONDE ESÃO AS ORÇAS?... PRIMEIRA LEI DE NEWON... SEGUNDA LEI DE NEWON... ERCEIRA LEI DE NEWON... 4 APLICAÇÕES DAS LEIS DE

Leia mais

Prof.: Geraldo Barbosa Filho

Prof.: Geraldo Barbosa Filho AULA 07 GERADORES E RECEPTORES 5- CURVA CARACTERÍSTICA DO GERADOR 1- GERADOR ELÉTRICO Gerador é um elemento de circuito que transforma qualquer tipo de energia, exceto a elétrica, em energia elétrica.

Leia mais

Eletrônica Diodo 01 CIN-UPPE

Eletrônica Diodo 01 CIN-UPPE Eletrônica Diodo 01 CIN-UPPE Diodo A natureza de uma junção p-n é que a corrente elétrica será conduzida em apenas uma direção (direção direta) no sentido da seta e não na direção contrária (reversa).

Leia mais

Lista de Exercícios Circuitos Trifásicos Equilibrados. Prof. Marcelo. Engenharia Elétrica IFG/Jataí

Lista de Exercícios Circuitos Trifásicos Equilibrados. Prof. Marcelo. Engenharia Elétrica IFG/Jataí Lista de Exercícios Circuitos Trifásicos Equilibrados Prof. Marcelo Engenharia Elétrica IFG/Jataí 8) Encontrar os parâmetros elétricos assinalados no circuito abaixo, e ilustrá-los através de um diagrama

Leia mais

PRINCÍPIOS DA CORRENTE ALTERNADA PARTE 1. Adrielle C. Santana

PRINCÍPIOS DA CORRENTE ALTERNADA PARTE 1. Adrielle C. Santana PRINCÍPIOS DA CORRENTE ALTERNADA PARTE 1 Adrielle C. Santana Vantagem da Corrente Alternada O uso da corrente contínua tem suas vantagens, como por exemplo, a facilidade de controle de velocidade de motores

Leia mais

Indutor e Capacitor. Prof. Mário Henrique Farias Santos, M.Sc. 31 de Julho de 2009

Indutor e Capacitor. Prof. Mário Henrique Farias Santos, M.Sc. 31 de Julho de 2009 Indutor e Capacitor Prof. Mário Henrique Farias Santos, M.Sc. 3 de Julho de 2009 Introdução A partir deste momento introduziremos dois elementos dinâmicos de circuitos: indutor e capacitor. Porque são

Leia mais

Circuito RLC-Série em Regime CA

Circuito RLC-Série em Regime CA PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ ESCOLA POLITÉCNICA CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO DISCIPLINA DE CIRCUITOS ELÉTRICOS II Prof. Alessandro L. Koerich Circuito RLC-Série em Regime CA Objetivo

Leia mais

5 de Fevereiro de 2011

5 de Fevereiro de 2011 wwq ELECTRÓNICA E INSTRUMENTAÇÃO º Exae 010/011 Mestrado Integrado e Engenharia Mecânica Licenciatura e Engenharia e Arquitectura Naval 5 de Fevereiro de 011 Instruções: 1. A prova te a duração de 3h00

Leia mais

Aplicação da conservação da energia mecânica a movimentos em campos gravíticos

Aplicação da conservação da energia mecânica a movimentos em campos gravíticos ª aula Suário: licação da conservação da energia ecânica a ovientos e caos gravíticos. nergia oteial elástica. Forças não conservativas e variação da energia ecânica. licação da conservação da energia

Leia mais

Indutores. Prof a. Michelle Mendes Santos michelle.mendes@ifmg.edu.br

Indutores. Prof a. Michelle Mendes Santos michelle.mendes@ifmg.edu.br Indutores Prof a. Michelle Mendes Santos michelle.mendes@ifmg.edu.br Indutores Consistem de um condutor enrolado com N voltas (espiras) na forma de um solenóide, ou de um tiróide. Podem conter ou não um

Leia mais

Os capacitores são componentes largamente empregados nos circuitos eletrônicos. Eles podem cumprir funções tais como o armazenamento de cargas

Os capacitores são componentes largamente empregados nos circuitos eletrônicos. Eles podem cumprir funções tais como o armazenamento de cargas Os capacitores são componentes largamente empregados nos circuitos eletrônicos. Eles podem cumprir funções tais como o armazenamento de cargas elétricas ou a seleção de freqüências em filtros para caixas

Leia mais

Revisões de análise modal e análise sísmica por espectros de resposta

Revisões de análise modal e análise sísmica por espectros de resposta Revisões de análise odal e análise sísica por espectros de resposta Apontaentos da Disciplina de Dinâica e Engenharia Sísica Mestrado e Engenharia de Estruturas Instituto Superior Técnico Luís Guerreiro

Leia mais

- Para se aumentar a quantidade de líquido (W), para o mesmo copo de chopp, deve-se reduzir a quantidade de espuma (VAr). Desta forma, melhora-se a

- Para se aumentar a quantidade de líquido (W), para o mesmo copo de chopp, deve-se reduzir a quantidade de espuma (VAr). Desta forma, melhora-se a 6. FATOR DE POTÊNCIA O fator de potência é uma relação entre potência ativa e potência reativa, conseqüentemente energia ativa e reativa. Ele indica a eficiência com a qual a energia está sendo usada.

Leia mais

Capítulo 11 MOTORES ELÉTRICOS DE CORRENTE CONTÍNUA E UNIVERSAL. Introdução

Capítulo 11 MOTORES ELÉTRICOS DE CORRENTE CONTÍNUA E UNIVERSAL. Introdução Capítulo 11 MOTORES ELÉTRICOS DE CORRENTE CONTÍNUA E UNIVERSAL Esta aula apresenta o princípio de funcionamento dos motores elétricos de corrente contínua, o papel do comutador, as características e relações

Leia mais

Capítulo 10. Excitação Senoidal e Fasores

Capítulo 10. Excitação Senoidal e Fasores Capítulo 0 Excitação Senoidal e Fasores 0. Propriedades das Senóides: Onda senoidal: ( t) sen( t) v ω Aplitude Freqüência angular ω [rad/s] - π/ω π/ω t Senóide é ua função periódica: Período: T π/ω Freqüência:

Leia mais

Introdução. (Eletrônica 1) GRECO-CIN-UFPE Prof. Manoel Eusebio de Lima

Introdução. (Eletrônica 1) GRECO-CIN-UFPE Prof. Manoel Eusebio de Lima Introdução (Eletrônica 1) GRECO-CIN-UFPE Prof. Manoel Eusebio de Lima O que são sistemas eletrônicos? Sistemas elétricos, como os circuitos da sua casa, usam corrente elétrica para alimentar coisas como

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE ENGENHARIA CAMPUS DE ILHA SOLTEIRA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA. Eletricidade

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE ENGENHARIA CAMPUS DE ILHA SOLTEIRA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA. Eletricidade UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE ENGENHARIA CAMPUS DE ILHA SOLTEIRA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA Eletricidade Análise de Circuitos alimentados por fontes constantes Prof. Ilha Solteira,

Leia mais

IMPULSO E QUANTIDADE DE MOVIMENTO

IMPULSO E QUANTIDADE DE MOVIMENTO IMPULSO E QUNTIDDE DE MOVIMENTO 1. Ua bolinha se choca contra ua superfície plana e lisa co velocidade escalar de 10 /s, refletindo-se e seguida, confore a figura abaixo. Considere que a assa da bolinha

Leia mais

Eletricidade Aplicada

Eletricidade Aplicada Eletricidade Aplicada Profa. Grace S. Deaecto Instituto de Ciência e Tecnologia / UNIFESP 12231-28, São J. dos Campos, SP, Brasil. grace.deaecto@unifesp.br Novembro, 212 Profa. Grace S. Deaecto Eletricidade

Leia mais

QUESTÕES DA PROVA DE RÁDIO ELETRICIDADE- PARTE - 1

QUESTÕES DA PROVA DE RÁDIO ELETRICIDADE- PARTE - 1 QUESTÕES DA PROVA DE RÁDIO ELETRICIDADE- PARTE - 1 QUESTÕES DE SIMPLES ESCOLHA - PARTE 1 PRÓXIMA => QUESTÃO 1 a. ( ) Fonte de corrente alternada. b. ( ) Fonte de tensão contínua. c. ( ) Fonte de corrente

Leia mais

Universidade Federal do Rio de Janeiro. Princípios de Instrumentação Biomédica. Módulo 4

Universidade Federal do Rio de Janeiro. Princípios de Instrumentação Biomédica. Módulo 4 Universidade Federal do Rio de Janeiro Princípios de Instrumentação Biomédica Módulo 4 Faraday Lenz Henry Weber Maxwell Oersted Conteúdo 4 - Capacitores e Indutores...1 4.1 - Capacitores...1 4.2 - Capacitor

Leia mais

Daniel Nunes da Cruz Silva EXPERIMENTO PARA DEMONSTRAÇÃO DE CALCULO DE CORREÇÃO DO FATOR DE POTÊNCIA

Daniel Nunes da Cruz Silva EXPERIMENTO PARA DEMONSTRAÇÃO DE CALCULO DE CORREÇÃO DO FATOR DE POTÊNCIA Daniel Nunes da Cruz Silva EXPERIMENTO PARA DEMONSTRAÇÃO DE CALCULO DE CORREÇÃO DO FATOR DE POTÊNCIA Resumo: Em circuitos de corrente alternada (CA), puramente resistivos, as ondas de tensão e de corrente

Leia mais

RESISTORES. 1.Resistencia elétrica e Resistores

RESISTORES. 1.Resistencia elétrica e Resistores RESISTORES 1.Resistencia elétrica e Resistores Vimos que, quando se estabelece uma ddp entre os terminais de um condutor,o mesmo é percorrido por uma corrente elétrica. Agora pense bem, o que acontece

Leia mais

3 Potência Reativa. 3.1. Definição

3 Potência Reativa. 3.1. Definição Potência Reativa 25 3 Potência Reativa A previsão de potência reativa tem significância técnica e econômica, pois o balanço de reativos em um Sistema de Energia Elétrica muitas vezes exige a instalação

Leia mais

AVALIAÇÃO DO MODELO DE TRANSFORMADORES EM FUNÇÃO DA FREQUÊNCIA

AVALIAÇÃO DO MODELO DE TRANSFORMADORES EM FUNÇÃO DA FREQUÊNCIA Universidade de Brasília Faculdade de Tecnologia Departaento de Engenaria Elétrica AVALIAÇÃO DO MODELO DE TANSFOMADOES EM FUNÇÃO DA FEQUÊNCIA Por Alexandre de Castro Moleta Orientador: Prof.Dr. Marco Aurélio

Leia mais

07. Obras célebres da literatura brasileira foram ambientadas em regiões assinaladas neste mapa:

07. Obras célebres da literatura brasileira foram ambientadas em regiões assinaladas neste mapa: 6 FUVEST 09/0/202 Seu é Direito nas Melhores Faculdades 07. Obras célebres da literatura brasileira fora abientadas e regiões assinaladas neste apa: Co base nas indicações do apa e e seus conhecientos,

Leia mais

Disciplina: Eletrônica de Potência (ENGC48)

Disciplina: Eletrônica de Potência (ENGC48) Universidade Federal da Bahia Escola Politécnica Departamento de Engenharia Elétrica Disciplina: Eletrônica de Potência (ENGC48) Tema: Conversores CA-CC Monofásicos Controlados Prof.: Eduardo Simas eduardo.simas@ufba.br

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS A respeito de sistemas de distribuição de energia elétrica, julgue os itens a seguir. 4 Ao operar em tensão secundária, um sistema de distribuição de energia elétrica funciona

Leia mais

RESOLUÇÃO DAS QUESTÔES DE MATEMÁTICA DO VESTIBULAR DA UNICAMP 2006. 1 POR PROFESSORA MARIA ANTÔNIA C. GOUVEIA.

RESOLUÇÃO DAS QUESTÔES DE MATEMÁTICA DO VESTIBULAR DA UNICAMP 2006. 1 POR PROFESSORA MARIA ANTÔNIA C. GOUVEIA. RESOLUÇÃO DAS QUESTÔES DE MATEMÁTICA DO VESTIBULAR DA UNICAMP 006. POR PROFESSORA MARIA ANTÔNIA C. GOUVEIA. 5. O gráfico ao lado ostra o total de acidentes de trânsito na cidade de Capinas e o total de

Leia mais

Números Complexos. Note com especial atenção o sinal "-" associado com X C. Se escrevermos a expressão em sua forma mais básica, temos: = 1

Números Complexos. Note com especial atenção o sinal - associado com X C. Se escrevermos a expressão em sua forma mais básica, temos: = 1 1 Números Complexos. Se tivermos um circuito contendo uma multiplicidade de capacitores e resistores, se torna necessário lidar com resistências e reatâncias de uma maneira mais complicada. Por exemplo,

Leia mais

I Retificador de meia onda

I Retificador de meia onda Circuitos retificadores Introdução A tensão fornecida pela concessionária de energia elétrica é alternada ao passo que os dispositivos eletrônicos operam com tensão contínua. Então é necessário retificá-la

Leia mais

Apresentação da disciplina 4. Módulo I 6-83. Módulo II 85-164. Módulo III 167-217. Módulo IV 220 259. Módulo V 261 a 272. Módulo VI 273 a 287

Apresentação da disciplina 4. Módulo I 6-83. Módulo II 85-164. Módulo III 167-217. Módulo IV 220 259. Módulo V 261 a 272. Módulo VI 273 a 287 1 2 Apresentação da disciplina 4 Módulo I 6-83 Módulo II 85-164 Módulo III 167-217 Módulo IV 220 259 Módulo V 261 a 272 Módulo VI 273 a 287 Módulo VII 290 a 312 Módulo VIII 314 a 329 3 Caro aluno, A disciplina

Leia mais

EXPERIÊNCIA Nº 2 1. OBJETIVO

EXPERIÊNCIA Nº 2 1. OBJETIVO Universidade Federal do Pará - UFPA Faculdade de Engenharia da Computação Disciplina: Laboratório de Eletrônica Analógica TE - 05181 Turma 20 Professor: Bruno Lyra Alunos: Adam Dreyton Ferreira dos Santos

Leia mais

Sistemas trifásicos. Introdução

Sistemas trifásicos. Introdução Sistemas trifásicos Introdução Em circuitos elétricos de potência, a energia elétrica é gerada, transmitida, distribuída e consumida sob a forma e trifásica, Uma das vantagens dos circuitos trifásicos

Leia mais

Medições de Ondas Sinusoidais

Medições de Ondas Sinusoidais Medições de Ondas Sinusoidais A figura 6 apresenta a forma de onda de saída de um gerador. Se o condutor executar uma rotação num segundo, a frequência da onda sinusoidal produzida pelo gerador é de um

Leia mais

Concurso Público para Cargos Técnico-Administrativos em Educação UNIFEI 13/06/2010

Concurso Público para Cargos Técnico-Administrativos em Educação UNIFEI 13/06/2010 Questão 21 Conhecimentos Específicos - Técnico em Eletrônica Calcule a tensão Vo no circuito ilustrado na figura ao lado. A. 1 V. B. 10 V. C. 5 V. D. 15 V. Questão 22 Conhecimentos Específicos - Técnico

Leia mais

1) A corrente que atravessa um condutor é de 12 A. Qual o valor da carga que atravessa o condutor em um intervalo de 1,5 min? Resp.: 1080 C.

1) A corrente que atravessa um condutor é de 12 A. Qual o valor da carga que atravessa o condutor em um intervalo de 1,5 min? Resp.: 1080 C. Faculdades de Jorge Aado urso: Engenharia de Telecounicações Professor: lovis Aleida Disciplina: ircuitos Elétricos Assunto: Lista de exercícios 1) A corrente que atravessa u condutor é de 12 A Qual o

Leia mais

TRANSFORMADORES. P = enrolamento do primário S = enrolamento do secundário

TRANSFORMADORES. P = enrolamento do primário S = enrolamento do secundário TRANSFORMADORES Podemos definir o transformador como sendo um dispositivo que transfere energia de um circuito para outro, sem alterar a frequência e sem a necessidade de uma conexão física. Quando existe

Leia mais

CONCEITOS TEORICOS ESSESNCIAIS

CONCEITOS TEORICOS ESSESNCIAIS EXEÊNCA CCUTOS C SÉE COEÇÃO DO FATO DE OTÊNCA OBJETOS: - Aprender a ler os valores dos capacitores de poliéster e cerâmico; - erificar o comportamento do indutor em corrente alternada; - erificar o comportamento

Leia mais

ENGC25 - ANÁLISE DE CIRCUITOS ELÉTRICOS II

ENGC25 - ANÁLISE DE CIRCUITOS ELÉTRICOS II ENGC25 - ANÁLISE DE CIRCUITOS ELÉTRICOS II Módulo IV POTÊNCIA E VALOR EFICAZ UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira Potência Instantânea Potência entregue a um elemento em um

Leia mais

1. Definições Iniciais

1. Definições Iniciais O Básico da Criptografia usada na Internet Alessandro Martins Mestrando e Redes de Coputadores - PESC/COPPE Universidade Federal do Rio de Janeiro {artins@ufrj.br} RESUMO O objetido deste texto é apresentar

Leia mais

Circuitos Elétricos Capacitores e Indutores

Circuitos Elétricos Capacitores e Indutores Introdução Circuitos Elétricos e Alessandro L. Koerich Engenharia de Computação Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) e indutores: elementos passivos, mas e indutores não dissipam energia

Leia mais

Propagação do Potencial de Ação ao Longo do Axônio

Propagação do Potencial de Ação ao Longo do Axônio 5910187 Biofísica II FFCLRP USP Prof. Antônio Roque Aula 1 Propagação do Potencial de Ação ao Longo do Axônio Os experientos originais de Hodgkin e Huxley que os levara ao seu odelo era realizados e condições

Leia mais

SALTO CAXIAS UM PROBLEMA DE FLUTUAÇÃO NA COROA POLAR EVIDENCIADO PELO AGMS

SALTO CAXIAS UM PROBLEMA DE FLUTUAÇÃO NA COROA POLAR EVIDENCIADO PELO AGMS SALTO CAXIAS UM PROBLEMA DE FLUTUAÇÃO NA COROA POLAR EVIDENCIADO PELO AGMS Pedro Massanori Sakua, Álvaro José Noé Fogaça, Orlete Nogarolli Copel Copanhia Paranaense de Energia Paraná Brasil RESUMO Este

Leia mais

LABORATÓRIO DE ELETROTÉCNICA GERAL I EXPERIÊNCIA: ENERGIA, POTÊNCIA E FATOR DE POTÊNCIA (EP)

LABORATÓRIO DE ELETROTÉCNICA GERAL I EXPERIÊNCIA: ENERGIA, POTÊNCIA E FATOR DE POTÊNCIA (EP) LABORATÓRIO DE ELETROTÉCNICA GERAL I EXPERIÊNCIA: ENERGIA, POTÊNCIA E FATOR DE POTÊNCIA (EP) NOTA RELATÓRIO -.... Grupo:............ Professor:...Data:... Objetivo:............ 1 - Considerações gerais

Leia mais

RADIOELETRICIDADE. O candidato deverá acertar, no mínimo: Classe B 50% Classe A 70% TESTE DE AVALIAÇÃO

RADIOELETRICIDADE. O candidato deverá acertar, no mínimo: Classe B 50% Classe A 70% TESTE DE AVALIAÇÃO RADIOELETRICIDADE O candidato deverá acertar, no mínimo: Classe B 50% Classe A 70% TESTE DE AVALIAÇÃO Fonte: ANATEL DEZ/2008 RADIOELETRICIDADE TESTE DE AVALIAÇÃO 635 A maior intensidade do campo magnético

Leia mais

Questão 3: Três capacitores são associados em paralelo. Sabendo-se que suas capacitâncias são 50μF,100μF e 200μF, o resultado da associação é:

Questão 3: Três capacitores são associados em paralelo. Sabendo-se que suas capacitâncias são 50μF,100μF e 200μF, o resultado da associação é: Questão 1: A tensão E no circuito abaixo vale: a) 0,5 V b) 1,0 V c) 2,0 V d) 5,0 V e) 10,0 V Questão 2: A resistência equivalente entre os pontos A e B na associação abaixo é de: a) 5 Ohms b) 10 Ohms c)

Leia mais

Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica

Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição Revisão 05 07/2015 NORMA ND.22 ELEKTRO Eletricidade e Serviços S.A. Diretoria de Operações Gerência Executiva de Engenharia, Planejaento e Operação Rua

Leia mais

www.corradi.junior.nom.br - Eletrônica Básica - UNIP - Prof. Corradi Informações elementares - Projetos práticos. Circuitos retificadores

www.corradi.junior.nom.br - Eletrônica Básica - UNIP - Prof. Corradi Informações elementares - Projetos práticos. Circuitos retificadores www.corradi.junior.nom.br - Eletrônica Básica - UNIP - Prof. Corradi Informações elementares - Projetos práticos. Circuitos retificadores Introdução A tensão fornecida pela concessionária de energia elétrica

Leia mais

LISTA 3 - Prof. Jason Gallas, DF UFPB 10 de Junho de 2013, às 18:18. Jason Alfredo Carlson Gallas, professor titular de física teórica,

LISTA 3 - Prof. Jason Gallas, DF UFPB 10 de Junho de 2013, às 18:18. Jason Alfredo Carlson Gallas, professor titular de física teórica, Exercícios Resolvidos de Física Básica Jason Alfredo Carlson Gallas, professor titular de física teórica, Doutor e Física pela Universidade Ludwig Maxiilian de Munique, Aleanha Universidade Federal da

Leia mais

A Unicamp comenta suas provas COMISSÃO PERMANENTE PARA OS VESTIBULARES

A Unicamp comenta suas provas COMISSÃO PERMANENTE PARA OS VESTIBULARES A Unicap coenta suas provas COMISSÃO PERMANENTE PARA OS VESTIBULARES As questões de Física do Vestibular Unicap versa sobre assuntos variados do prograa (que consta do Manual do Candidato). Elas são foruladas

Leia mais

A Teoria dos Jogos é devida principalmente aos trabalhos desenvolvidos por von Neumann e John Nash.

A Teoria dos Jogos é devida principalmente aos trabalhos desenvolvidos por von Neumann e John Nash. Teoria dos Jogos. Introdução A Teoria dos Jogos é devida principalente aos trabalhos desenvolvidos por von Neuann e John Nash. John von Neuann (*90, Budapeste, Hungria; 957, Washington, Estados Unidos).

Leia mais

Teoria Princípio do Capacitor

Teoria Princípio do Capacitor Teoria Princípio do Capacitor Um capacitor consiste de dois pratos eletrodos isolados de cada lado por um dielétrico médio. As características de um capacitor são dependentes da capacitância e da tensão.

Leia mais

1 a Lista de Exercícios Exercícios para a Primeira Prova

1 a Lista de Exercícios Exercícios para a Primeira Prova EE.UFMG - ESCOLA DE ENGENHARIA DA UFMG CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA ELE 0 - CIRCUITOS POLIFÁSICOS E MAGNÉTICOS PROF: CLEVER PEREIRA 1 a Lista de Exercícios Exercícios para a Primeira Prova

Leia mais

SIMULADOR DO COMPORTAMENTO DO DETECTOR DE ONDAS GRAVITACIONAIS MARIO SCHENBERG. Antônio Moreira de Oliveira Neto * IC Rubens de Melo Marinho Junior PQ

SIMULADOR DO COMPORTAMENTO DO DETECTOR DE ONDAS GRAVITACIONAIS MARIO SCHENBERG. Antônio Moreira de Oliveira Neto * IC Rubens de Melo Marinho Junior PQ SIMULADOR DO COMPORTAMENTO DO DETECTOR DE ONDAS GRAVITACIONAIS MARIO SCHENBERG Antônio Moreira de Oliveira Neto * IC Rubens de Melo Marinho Junior PQ Departaento de Física, ITA, CTA, 18-9, São José dos

Leia mais

1ª LISTA DE DINÂMICA E ESTÁTICA. está inicialmente em repouso nas coordenadas 2,00 m, 4,00 m. (a) Quais são as componentes da

1ª LISTA DE DINÂMICA E ESTÁTICA. está inicialmente em repouso nas coordenadas 2,00 m, 4,00 m. (a) Quais são as componentes da Universidade do Estado da Bahia UNEB Departaento de Ciências Exatas e da Terra DCET I Curso de Engenharia de Produção Civil Disciplina: Física Geral e Experiental I Prof.: Paulo Raos 1 1ª LISTA DE DINÂMICA

Leia mais

ELETRICIDADE 2 EL2A2

ELETRICIDADE 2 EL2A2 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO CAMPUS DE PRESIDENTE EPITÁCIO ELETRICIDADE 2 EL2A2 CURSO: TÉCNICO EM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL MÓDULO: SEGUNDO PROFESSOR:

Leia mais

LEI DE OHM LEI DE OHM. Se quisermos calcular o valor da resistência, basta dividir a tensão pela corrente.

LEI DE OHM LEI DE OHM. Se quisermos calcular o valor da resistência, basta dividir a tensão pela corrente. 1 LEI DE OHM A LEI DE OHM é baseada em três grandezas, já vistas anteriormente: a Tensão, a corrente e a resistência. Com o auxílio dessa lei, pode-se calcular o valor de uma dessas grandezas, desde que

Leia mais

Método Simbólico. Versus. Método Diagramas de Euler. Diagramas de Venn

Método Simbólico. Versus. Método Diagramas de Euler. Diagramas de Venn IV Método Sibólico Versus Método Diagraas de Euler E Diagraas de Venn - 124 - Método Sibólico Versus Método Diagraas de Euler e Diagraas de Venn Para eplicar o que é o Método Sibólico e e que aspecto difere

Leia mais

Retificadores Monofásicos de Meia Onda com Carga Resistiva-Indutiva

Retificadores Monofásicos de Meia Onda com Carga Resistiva-Indutiva 6 Capítulo Retificadores Monofásicos de Meia Onda com Carga Resistiva-Indutiva Meta deste capítulo Estudar os conversores ca-cc monofásicos operando com carga resistiva-indutiva objetivos Entender o funcionamento

Leia mais