Fabricio Jose Missio CÂMBIO E CRESCIMENTO NA ABORDAGEM KEYNESIANA ESTRUTURALISTA

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Fabricio Jose Missio CÂMBIO E CRESCIMENTO NA ABORDAGEM KEYNESIANA ESTRUTURALISTA"

Transcrição

1 Fabricio Joe Miio CÂMBIO E CRESCIMENTO NA ABORDAGEM KEYNESIANA ESTRUTURALISTA Belo Horizonte, MG UFMG/Cedeplar

2 ii Fabricio Joe Miio CÂMBIO E CRESCIMENTO NA ABORDAGEM KEYNESIANA-ESTRUTURALISTA Tee apreentada ao curo de Doutorado em Economia do Centro de Deenvolvimento e Planejamento Regional da Faculdade de Ciência Econômica da Univeridade Federal de Mina Gerai, como requiito parcial à obtenção do Título de Doutor em Economia Orientador: Prof Dr Frederico Gonzaga Jayme Jr Co-Orientador: Prof Dr Joé Lui Oreiro Belo Horizonte, MG Centro de Deenvolvimento e Planejamento Regional Faculdade de Ciência Econômica - UFMG

3 iii Faculdade de Ciência Econômica Univeridade Federal de Mina Gerai Doutorado em Economia Tee intitulada Câmbio e Crecimento na Abordagem Keyneiana-Etruturalita, de autoria do doutorando Fabricio Joe Miio, avaliada pela banca examinadora contituída pelo eguinte profeore: Prof Dr Frederico Gonzaga Jayme Junior FACE/UFMG Orientador Prof Dr Joé Lui Oreiro FACE/Unb Co-orientador Prof Dr Gilberto Tadeu Lima (USP) Prof Dr Cláudio Roberto Amitrano (IPEA/DF) Prof Dr Gutavo De Britto Rocha (FACE/UFMG) Prof Dr Gilberto De Ai Libânio (FACE/UFMG) Belo Horizonte, Abril de Av Antônio Carlo, 667 Belo Horizonte, MG 37-9 Brail

4 Dedicado a minha família e amigo iv

5 v AGRADECIMENTOS Agradeço a Deu, a minha família, ao meu amigo, ao meu orientadore e todo aquele que me ajudaram e participaram dea conquita Muito Obrigado!

6 vi SUMÁRIO INTRODUÇÃO CAPÍTULO - A TRADIÇÃO ECONÔMICA ESTRUTURALISTA Introdução A tradição Econômica Etruturalita 3 3 Origen do Etruturalimo 6 4 Fundamento do Etruturalimo Latino-Americano 4 A concepção centro-periferia 4 4 Subdeenvolvimento, Concentração de Renda e Indutrialização Dependente 8 5 A Macroeconomia Etruturalita 3 6 Retomada da Tradição Etruturalita: o neoetruturalimo 38 6 Apecto Fundamentai do Neoetruturalimo: competitividade itêmica e ciclo virtuoo 43 7 Conideraçõe Finai 49 CAPÍTULO - A TRADIÇÃO KEYNESIANA- ESTRUTURALISTA 5 Introdução 5 A tradição Keyneiana Etruturalita 5 3 A Tradição Keyneiana-Etruturalita: o modelo benchmark de Thirlwall (979) 56 3 A Macroeconomia Etruturalita do Deenvolvimento 6 3 Modelo de Crecimento Demand Led 7 4 Câmbio, Etrutura Produtiva e Crecimento na Tradição Keyneiana-Etruturalita do Modelo Demand Led 93 5 Conideraçõe Finai 99 CAPÍTULO 3 CÂMBIO, CRESCIMENTO E HETEROGENEIDADE PRODUTIVA NUM MODELO KEYNESIANO-ESTRUTURALISTA 3 3 Introdução 3 3 A Etrutura do Modelo Keyneiano-Etruturalita de Crecimento 4 3 Formação de Preço, Ditribuição Funcional da Renda e a Relação entre Taxa Real de Câmbio e Lucro 4 3 Câmbio e Crecimento: efeito obre o invetimento 6

7 vii 33 Câmbio e Heterogeneidade Produtiva 34 Equilíbrio e Dinâmica de Longo Prazo 34 Dinâmica de longo prazo 36 Conideraçõe Finai 4 CAPÍTULO 4 CÂMBIO, CRESCIMENTO E ENDOGENEIDADE DAS ELASTICIDADES: EVIDÊNCIAS EMPÍRICAS 43 4 Introdução 43 4 Câmbio e Crecimento: evidência empírica 44 4 Método e bae de dado 45 4 Análie do reultado Evidência empírica para a elaticidade Método e bae de dado Análie do reultado Conideraçõe Finai 76 CONCLUSÕES 79 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 85 ANEXOS Anexo - A Inflação Etruturalita Anexo A Quetão do Método 4 Anexo 3 - O Declínio da Abordagem Etruturalita 8 Anexo 4 - Etruturalimo, Neoliberalimo e Neoetruturalimo Anexo 5 Modelo de Crecimento com Retrição Externa: extenõe do modelo de Thirlwall (979) Anexo 6 Demontraçõe do modelo de Botta (9) 3 Anexo 7 Câmbio e Crecimento 36 Anexo 8 Formato da curva (demontraçõe) 47 Anexo 9 Câmbio, Mudança Etrutural e Acumulação de Capital 59 Anexo - Câmbio Real e a Lei de Thirlwall Multietorial 63 Anexo Demontraçõe 67

8 viii Anexo Etatítica Decritiva 69 Anexo 3 Modelo Dinâmico em Painel - Sytem-GMM 74 Anexo 4 Tete para a elaticidade 77

9 ix LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura Figura : O Sitema Centro-Periferia 5 Figura : Competitividade Sitêmica e ciclo virtuoo 45 Figura 3: Convergência, divergência e retrição externa 6 Figura 4: Taxa de câmbio de equilíbrio indutrial e crecimento 68 Figura 5: Taxa de Crecimento e taxa real de câmbio de equilíbrio 7 Figura 6: Equilíbrio em conta corrente 7 Figura 7: Padrão Norte-Sul da elaticidade renda do comércio 89 Figura 8: Diagrama de fae da dinâmica Norte-Sul 9 Figura 9: Repota da capacidade utilizada à variaçõe na taxa real de câmbio Figura : Repota da Taxa de acumulação à variaçõe na Taxa real de câmbio Figura : Epecialização com um continuum de commoditie Ricardiana 3 Figura : Efeito de variaçõe no alário e na produtividade domética 4 Figura 3: Epecialização, Retrição Externa e Crecimento 6 Figura 4: Epecialização, Retrição Externa e Crecimento ob novo ω 7 Figura 5: Relação entre Câmbio Real, Elaticidade e Renda Domética Figura 6: Repota da taxa de Acumulação e da Retrição de Equilíbrio Externo Figura 7: Lócu da curva g e 3 Figura 8: Diagrama de fae do modelo 6 Figura 9: Crecimento, Política Cambial e Mudança Etrutural 36 Figura : Coordenação de política fical e cambial 37 Figura : Diperão entre PIB per capita e o Índice de Devalorização 49 Figura : Evoluçõe da elaticidade renda da importaçõe (978-6) 7 Figura 3: Comportamento da função grau de utilização da capacidade 5 Figura 4: Formato da função de Acumulação 53 Figura 5: Comportamento da função grau de utilização da capacidade ( h = ) 57 Figura 6: Formato da função de Acumulação ( h = ) 58 Quadro Quadro : Compoição da amotra ampla e reduzida 46 Quadro : Compoição da terceira e quarta amotra 6

10 x Quadro 3: Analogia e diferença do papel da Indútria e do Comércio Internacional Quadro 4: Analogia e diferença quanto ao papel do Etado e do mercado Etruturalimo e Neoetruturalimo 4 Quadro 5: Analogia e diferença quanto a Etabilização e o Deenvolvimento - Etruturalimo e Neoetruturalimo 5 Quadro 6: Caracterítica de Economia Perfeitamente Competitiva v Economia Subdeenvolvida 7 Quadro 7: Comparação do conceito do neoliberalimo e do neoetruturalimo 8 Quadro 8: Traço gerai do paradigma neoliberal v paradigma neoetruturalita Quadro 9: Recomendaçõe de política Tabela Tabela : Lita de variávei da pequia 48 Tabela : Devalorização e Crecimento - MQO (pool regreion) x Efeito fixo x Efeito aleatório 5 Tabela 3: Tete de Robutez 55 Tabela 4: Comparação entre etimadore 55 Tabela 5: Devalorização e Crecimento Sytem-GMM (two-tep robut) 57 Tabela 6: Devalorização e Crecimento modelo de efeito fixo para grupo de paíe 58 Tabela 7: Não linearidade entre o Índice de Devalorização e Crecimento 59 Tabela 8: Regreõe quantílica boottrap () Amotra Ampla e Reduzida 63 Tabela 9: Regreõe quantílica boottrap () Amotra (3) e (4) 64 Tabela : Tete para Erro de Epecificação do Modelo 65 Tabela : Tete de Wald para a diferença entre o coeficiente 65 Tabela : Lita de variávei 68 Tabela 3: Elaticidade renda da demanda por importaçõe 69 Tabela 4: Elaticidade renda da demanda por exportaçõe 7 Tabela 5: Endogeneidade da elaticidade Amotra ampla 7 Tabela 6: Endogeneidade da elaticidade Amotra reduzida 7 Tabela 7: Endogeneidade da elaticidade por grupo de paíe Amotra ampla 73 Tabela 8: Endogeneidade da elaticidade por grupo de paíe Amotra reduzida 73 Tabela 9: Variávei de controle 74

11 xi Tabela : Determinante da elaticidade 76 Tabela : Frequência de miing na Amotra Ampla 7 Tabela : Etatítica Báica Amotra ampla 7 Tabela 3: Etatítica Báica Amotra reduzida 7 Tabela 4: Etatítica Báica Amotra (3) 7 Tabela 5: Etatítica Báica Amotra (4) 7 Tabela 6: Matriz de Correlação - Amotra ampla 7 Tabela 7: Matriz de Correlação - Amotra reduzida 7 Tabela 8: Matriz de Correlação - Amotra (3) 7 Tabela 9: Matriz de Correlação - Amotra (4) 7 Tabela 3: Tete de Robutez - Amotra ampla 73 Tabela 3: Tete de Robutez - Amotra reduzida 73 Tabela 3: Câmbio, Nível de Renda e Não linearidade Mínimo Quadrado Generalizado 74

12 xii RESUMO O objetivo deta tee conite em analiar teórica e empíricamente a relevância do nível da taxa real de câmbio para o crecimento do paíe em deenvolvimento a partir de uma abordagem keyneiana-etruturalita Analiticamente, em primeiro lugar recupera-e a tradição econômica etruturalita aociada (principalmente) ao penamento cepalino Em egundo, define-e a abordagem keyneiana-etruturalita e analiam-e o eu dedobramento, bem como a contribuiçõe recebida de outra abordagen Em eguida, o argumento central - a relação entre crecimento, câmbio real e heterogeneidade produtiva é deenvolvido a partir de um modelo formal O ponto de partida é o modelo de Bhaduri e Marglin (99), que etabelece a conexão entre regime de acumulação e crecimento A novidade, nete cao, etá na propoição de uma nova função de acumulação que inclui o nível da taxa real de câmbio O argumento principal é de que mudança no regime de acumulação decorrente de variaçõe no câmbio real podem afetar a deciõe planejada do gato em inovação da emprea, alterando, aim, o invetimento e o progreo tecnológico Poteriormente, eguindo o trabalho de Doi, Pavitt e Soete (99), demontra-e como uma devalorização do câmbio real, ao reduzir o alário real e etabelecer incentivo à pequia e inovação, afeta a heterogeneidade produtiva da economia Nee cao, a poibilidade de modernização da capacidade produtiva permite uma maior diverificação, o que no longo prazo repreenta uma maior capacidade de exportar Io implica que no modelo de crecimento com retrição no balanço de pagamento a elaticidade renda do comércio ão endógena ao nível da taxa real de câmbio A olução de longo prazo exibe equilíbrio múltiplo: um equilíbrio com uma taxa real de câmbio obrevalorizada acompanhada por uma baixa taxa de crecimento (equilíbrio baixo) e um equilíbrio com uma taxa real de câmbio ubvalorizada aociado a uma maior taxa de crecimento (equilíbrio alto) A análie de etabilidade motra que o primeiro equilíbrio é intável (tipo trajetória de ela) enquanto o egundo é etável Sendo aim, mantido inalterado todo o parâmetro dea economia, conclui-e em termo teórico que a obtenção de uma maior taxa de crecimento do nível de renda ó é poível à cuta de um nível relativamente mai elevado da taxa real de câmbio; ou eja, com uma taxa de câmbio devalorizada Por fim, o tete empírico corroboram a principai hipótee, em epecial, a de endogeneidade da referida elaticidade em relação ao nível da taxa real de câmbio Palavra-chave: Câmbio, crecimento, mudança etrutural e endogeneidade da elaticidade

13 xiii ABSTRACT The aim of thi diertation i to analye, theoretically and empirically, from a Keyneian- Structuralit viewpoint, the relationhip of the level of the real exchange rate and growth in developing countrie Firtly i analyed the traditional Structuralit approach following the contribution of the ECLAC in 95 Secondly, the Keyneian-Structuralit approach i compared to other contribution Following uch analytical review, model i built to relate growth, real exchange rate and ectoral heterogeneity The model come from Bhaduri e Marglin (99), which have uggeted a connection between accumulation regime and growth The innovation in our model i the incluion of a new accumulation function that take the level of the real exchange rate into conideration The main idea i that change in the accumulation regime provoked by real exchange rate variation can affect the firm expenditure plan on innovation, thereby affecting invetment and technological progre The diertation progree by demontrating how a devaluation of the real exchange rate alter the ectoral heterogeneity of the economy by reducing real wage and etablihing incentive to reearch and innovation Such hypothei cloely follow the work of Doi, Pavitt e Soete (99) In thi diertation, the capacity utilization allow greater diverification, which in turn implie a higher (lower) capacity to export (import) Therefore, thi rationale implie that trade income elaticitie in balance of payment contrained growth model are endogenou to the level of real exchange rate The long-run olution in thee model have multiple equilibria: one equilibrium olution in which an appreciated real exchange rate i accompanied by a low rate of growth (low equilibrium); and another equilibrium olution featuring a depreciated real exchange rate aociated with a higher rate of growth (high equilibrium) The tability analyi how that the former equilibrium i untable (a addle point) while the latter i table Therefore, given that all parameter in the economy do not change, we can theoretically conclude that a higher growth rate for the level of income can only be obtained at the expene of an increaed level of the real exchange rate (a depreciated exchange rate) Latly, empirical tet corroborate the main hypothee, epecially the one concerning the endogeneity of the elaticitie in repect to the level of the real exchange rate Key Word: Elaticitie Real Exchange Rate; Growth, Structural change; Endogeneity of the

14 INTRODUÇÃO A conexõe teórica e empírica da relação entre câmbio e crecimento econômico ão dicutida em economia há um longo tempo Eta relaçõe têm ucitado diferente abordagen que potulam a auência de interação, uma interação poitiva ou uma interação negativa entre ea variávei Por outro lado, do ponto de vita empírico, o reultado alcançado ão ambíguo, o que uporta amba a poiçõe Levando io em conideração, eta tee propõe adicionar novo elemento teórico e empírico a ea literatura A quetão central a er etudada ão a relaçõe entre câmbio e crecimento para paíe em deenvolvimento (renda média) Ete tema voltou à pauta da dicuão acadêmica, principalmente a partir da publicação do artigo de Rodrik (7), que apreenta novo mecanimo de tranmião pelo quai variaçõe na política cambial podem ter efeito obre o produto Ademai, urgiram nee período uma érie de trabalho empírico motivado pela experiência no udete Aiático vi-à-vi o malogro na América Latina e África, que revelam uma etreita relação entre câmbio competitivo e deempenho econômico (Dollar, 99; Rodrik, 7; Eichengreen, 7; Razmi, Rapetti e Skott, 9) Não obtante, a literatura convencional mantém o argumento de que a manutenção de um câmbio valorizado no curto prazo é indipenável para que paíe em deenvolvimento, com menor nível de progreo tecnológico, poam ter aceo ao mercado de tecnologia internacional e, por coneguinte, adquirir ben ofiticado tecnologicamente à cuto menore Ainda egundo ea literatura, no longo prazo a taxa de câmbio tende à ua poição natural, ou eja, tende a flutuar uavemente em torno da taxa que equilibra intertemporalmente a conta corrente do paí A dicuão teórica acima tem influenciado obremaneira a forma como o paíe em deenvolvimento têm gerido ua política cambiai O paíe (do lete) aiático têm optado por manter ua taxa de câmbio ubvalorizada a fim de etimular ua exportaçõe (export led growth), enquanto a tendência para o paíe da América Latina e África é a manutenção de taxa reai de câmbio mai valorizada Com bae nea dicuão, o objetivo deta tee é contribuir para o entendimento da influência do nível da taxa real de câmbio obre o crecimento do paíe em deenvolvimento a partir de uma abordagem keyneiana-etruturalita Ea abordagem, ao

15 coniderar na análie o problema de conflito ditributivo e do regime de acumulação e de demanda efetiva, tem avançado em relação à literatura convencional no entido de etabelecer o mecanimo dea interação Não obtante, por etar centrada no curto prazo, ela pouco tem contribuído na análie de longo prazo, ou eja, carece de uma etrutura teórica formal capaz de etabelecer o mecanimo pelo quai a manutenção de um câmbio competitivo pode afetar permanentemente o produto Sendo aim, a originalidade do trabalho etá em propor uma análie teórica que avança dentro dea abordagem, por um lado, por integrar apecto de curto e de longo prazo na interpretação que evidencia, para paíe em deenvolvimento, o efeito poitivo da manutenção de uma taxa real de câmbio competitiva (devalorizada), nete cao, por etabelecer um canal de tranmião ainda não explorado pela literatura entre crecimento, câmbio e heterogeneidade produtiva, detacando o proceo de retroalimentação entre a micro e a macroeconomia; por outro, porque avança também no entido de gerar evidência empírica a partir da etimação de um modelo econométrico reultante da abordagem teórica Para tanto, a tee encontra-e etruturada em quatro capítulo, além dea introdução e da conideraçõe finai Tendo em vita que a integração do referido apecto erá realizada a partir de um modelo formal que egue a tradição econômica keyneiana-etruturalita, o objetivo do doi primeiro capítulo é jutamente definir ea tradição e motrar como ela pode er complementada incorporando argumento da abordagen pó-keyneiana e evolucionária Ea tradição é definida a partir de inight da abordagem etruturalita e keyneiana, endo particularmente importante na análie da trajetória de crecimento do paíe em deenvolvimento Por exemplo, oberva-e que o etruturalimo econômico, aociado ao penamento da Comião Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), tem grande relevância dentro da teoria e da prática econômica do paíe da América Latina Sua importância pode er obervada na grande influência que a teoria do ubdeenvolvimento elaborada pela Cepal alcançou nee paíe, em epecial, durante o eu auge, no ano 5 e Embora o capítulo poam er lido eparadamente, há um eqüenciamento lógico entre ele que permite um aprofundamento e dedobramento da temática tradada neta tee: o efeito do nível da taxa real de câmbio obre o crecimento do paíe em deenvolvimento

16 3 6, quando a ideia e o técnico dea comião etiveram no centro do debate e, muita veze, da deciõe econômica no principai paíe do continente (Colitete, ) Nee contexto, em primeiro lugar, retomam-e ao longo do primeiro capítulo algun apecto gerai do etruturalimo econômico aim como ua evolução e origen aociado ao penamento cepalino Para tanto, itematizam-e alguma de ua principai formulaçõe iniciai, epecialmente no que e refere à dinâmica centro-periferia, capaz de evidenciar ua genuína contribuiçõe à teoria econômica Adicionalmente, é apreentada a ideia do ubdeenvolvimento como um proceo hitórico autônomo, em grande parte conequência da inadequação do deenvolvimento tecnológico aociado ao conflito ditributivo preente no paíe em deenvolvimento Em eguida, é apreentado o etruturalimo macroeconômico derivado do trabalho de Taylor (983, 99), em que e detaca a contrução de uma abordagem formal que leva em conideração a caracteritica da economia em (ub)deenvolvimento Ou eja, o modelo etruturalita ão contruído a fim de que e poa penar, em termo formai, diretamente obre o problema incidente nee conjunto de paíe Ademai, a propagação dea linguagem matemática torna-e importante porque permite conectar a análie etruturalita a outra abordagen econômica Poteriormente, é apreentado o neoetruturalimo atravé de um marco analítico que agrega eu principai fundamento e etabelece um núcleo teórico inicial capaz de delinear eta abordagem que propõe a adoção de um novo modelo baeado na competitividade itêmica impulionada pela concorrência intercapitalita, mediada gerencialmente pelo Etado Mai epecificamente, centrada no conceito de competítividade itêmica e ciclo virtuoo, ea abordagem define uma etratégia capaz de alcançar a high road da globalização, ou eja, entende o proceo de globalização como inevitável, ma eu engajamento é condicionado à política adotada Em íntee, ainda que extena e complexa, a retomada da abordagem etruturalita é fundamental para o entendimento da quetõe etruturai (de ordem interna e externa) que A jutificativa para a neceidade de definição dee marco analítico etá no reconhecimento de que eta abordagem é contituída por uma etrutura teórica e conceitual conitente e relevante, ma ao memo tempo imprecia e ambígua

17 4 bloqueiam o deenvolvimento do paíe periférico 3 Ea quetõe, juntamente com algun do principai apecto do keyneianimo, definem a tradição econômica keyneianaetruturalita (capítulo ) Em teoria econômica, ela pode er identificada como uma abordagem que e opõe ao livre funcionamento da força de mercado, que admite como primordial o papel da demanda como determinante do crecimento econômico e que leva em conideração a preença de caracterítica particulare (etruturai) reponávei pelo referido bloqueio Ao longo dee capítulo, focando o objetivo da tee, ão apreentada também contribuiçõe que complementam um do principai dedobramento dentro deta tradição o modelo de crecimento demand led - advinda da abordagen pó-keyneiana e evolucionária, obretudo no que e refere ao deenvolvimento do progreo tecnológico Segundo Cimoli e Porcile (b, p 5), e neceario entender mejor la microeconomía del progreo técnico y lo mecanimo de retroalimentación entre lo micro y lo macro En ete punto la microeconomia evolucionita (de inpiración chumpeteriana) e un importante auxilio y um complemento natural a la macro etructuralita-keyneiana () Ea conexõe permitem avançar na contrução de um núcleo teórico comum capaz de explicar, por exemplo, quai o determinante fundamentai da elaticidade renda do comércio Em outra palavra, é poível integrar conitentemente o principai deenvolvimento dea abordagen para explicar a diferença de elaticidade renda da demanda por importaçõe e exportaçõe entre o paíe, bem como a hipótee a er deenvolvida de endogeneidade dea elaticidade Ea hipótee é uma importante contribuição à tradição keyneiana-etruturalita, poi permite conectar, entre outro, uma érie de deenvolvimento teórico e empírico alcançado pelo modelo de crecimento com retrição externa Por fim, a última eção dete capítulo apreenta uma análie da relação entre etrutura produtiva, compoição etorial e crecimento, introduzindo a quetão cambial Mai epecificamente, demontra-e que o efeito da política cambial têm ido parcialmente negligenciado no trabalho que eguem a tradição keyneiana-etruturalita Como erá obervado na abordagem etruturalita, a política cambial é um importante agravante do hiato exitente entre a economia centrai e a economia periférica Para Prebich (a,b), a 3 Enfatiza-e, nete cao, principalmente algun apecto importante dete penamento que erão poteriormente conectado com o deenvolvimento de outra abordagen teórica e que etão de acordo com o objetivo dete trabalho, ainda que e reconheça a exitência de uma érie de outra contribuiçõe

18 5 partir da hipótee de deterioração do termo de troca, a economia deenvolvida e apropriam de parte do progreo técnico da economia em deenvolvimento, enquanto, para Fajnzylber (983, ), omente o deenvolvimento de um núcleo endógeno de dinamização tecnológica é capaz de reduzir o hiato exitente entre ea economia O progreo tecnológico torna-e, então, o elemento determinante da elaticidade renda da demanda por importaçõe e exportaçõe, que ao determinar para a economia periférica, repectivamente, uma alta e uma baixa elaticidade, permite que ocorra a tranferência do fruto do progreo tecnológico dea economia para a economia centrai, mediante o proceo de troca no mercado internacional Por outro lado, a literatura keyneiana-etruturalita mai recente tem avançado nea dicuão motrando que a política cambial tem importante efeito obre a etrutura produtiva e a compoição etorial (Painetti, 98 e 993; Doi, Pavitt e Soete, 99) Não obtante, a maior parte dea literatura analia a política cambial com bae no eu efeito direto obre a demanda agregada ou obre a ditribuição funcional da renda Ou eja, ão incipiente a análie que exploram o poívei efeito que variaçõe no nível da taxa real de câmbio têm obre a acumulação de capital e a inovação tecnológica Ee efeito ão explorado no capítulo 3 onde ão analiado o apecto de curto e de longo prazo da interação entre câmbio e crecimento Inicialmente, a análie formal detaca a relação entre câmbio real, alário e lucro para, em eguida, demontrar o efeito de variaçõe no câmbio real obre o invetimento Poteriormente, é apreentada a olução de longo prazo dea interação Como mencionado, no último ano deenvolveu-e uma importante literatura a repeito da relação entre câmbio real e crecimento econômico O artigo eminal de Razin e Collin (997) apontou para a exitência de importante não-lineariedade na relação entre a variávei dealinhamento cambial definida como um devio duradouro da taxa real de câmbio com repeito a algum valor de referência, determinado pelo fundamento e crecimento do produto real para uma amotra de 93 paíe deenvolvido e em deenvolvimento no período O reultado empírico motraram que, enquanto apena obrevalorizaçõe muito intena da taxa real de câmbio etão aociada com crecimento econômico mai lento no longo prazo, ub-valorizaçõe moderada do câmbio real têm efeito poitivo obre o crecimento do PIB Rodrik (3), ao analiar a etratégia

19 6 de deenvolvimento adotada por um conjunto de paíe, notou que um fator importante para a ignição de um proceo de crecimento utentado do produto real é a manutenção de uma taxa real de câmbio depreciada e etável De forma imilar, Frenkel (4), ao analiar a performance do emprego e da taxa de crecimento da Argentina, Brail, Chile e México, contatou que a manutenção de uma taxa real de câmbio competitiva e etável é a melhor contribuição que a política macroeconômica pode dar ao crecimento econômico de longo prazo Não obtante, ea relação tem ido parcialmente negligenciada (também) pela literatura pókeyneiana de crecimento No contexto do aim chamado modelo de crecimento com retrição de balanço de pagamento, deenvolvido pioneiramente por Thirlwall (979), a taxa de crecimento de equilíbrio de longo prazo depende da razão entre a elaticidade renda da exportaçõe e da importaçõe Variaçõe da taxa real de câmbio ão coniderada irrelevante para o crecimento de longo prazo, quer pela contatação empírica de que a elaticidade preço da exportaçõe e da importaçõe ão baixa, de tal forma que o impacto de uma devalorização real do câmbio obre o ritmo de crecimento da exportaçõe e da importaçõe é reduzido, quer pelo fato de o termo de troca não apreentarem uma tendência itemática à apreciação ou à depreciação no longo prazo (McCombie e Robert,, p 9) Por outro lado, no (chamado) modelo neo-kaleckiano de crecimento e ditribuição de renda, o nível da taxa real de câmbio pode afetar o crecimento de longo prazo devido ao impacto daquela variável obre a ditribuição funcional da renda Com efeito, e prevalecer um regime de acumulação do tipo profit-led, uma devalorização da taxa real de câmbio irá reultar num aumento do grau de utilização da capacidade produtiva e da taxa de invetimento Ee reultado e deve ao fato de que a devalorização da taxa real de câmbio irá ocaionar uma redução do alário real, aumentando aim a margem de lucro da emprea, o que tem um efeito poitivo obre o invetimento planejado por ela (Bhaduri e Marglin, 99; Blecker, ) A queda do alário real irá reduzir a demanda de conumo devido à diferença exitente entre a propenão a conumir do trabalhadore e do capitalita No entanto, e a enibilidade do invetimento à variaçõe da margem de lucro for elevada, e a diferença entre a propenõe a conumir entre capitalita e trabalhadore for reduzida, a queda da demanda de conumo induzida pela redução de alário real erá mai do que compenada pelo

20 7 aumento da demanda de invetimento, ocaionando um aumento do grau de utilização da capacidade produtiva Cao contrário, a redução do alário real produzida pela devalorização da taxa de câmbio irá reultar na queda do grau de utilização da capacidade produtiva, o que gera efeito negativo obre o invetimento e, conequentemente, obre a taxa de crecimento do produto real devido ao efeito acelerador Nee cao, a economia etará operando com um regime wage-led Contudo, ão incipiente a análie que bucam determinar como variaçõe na política cambial podem determinar mudança etruturai na economia (entende-e a mudança etrutural como a reorganização da etrutura produtiva, refletida no padrão de epecialização no comércio exterior de um paí) Por exemplo, na abordagen à la Thirwall (979) anteriormente mencionada, a elaticidade renda aociada ao aldo comercial têm uma natureza dual: e, por um lado, ão determinante da demanda agregada, ão o reflexo, por outro, de uma variedade de fatore em nível de oferta que condicionam a competitividade etrutural da economia Neta análie, a retrição comercial determinada pela elaticidade renda pode vir a er alterada por mudança no patamare da taxa real de câmbio, omente e a economia apreentar proceo de devalorização ou valorização cambial real permanente Ora, io ó válido porque ão coniderado apena o efeito direto de variaçõe na política cambial obre o crecimento, ignorando o efeito que ea política pode ter, por exemplo, obre o progreo tecnológico e a heterogeneidade produtiva, portanto, obre a própria elaticidade O link entre câmbio, elaticidade e crecimento continuam, nee entido, pouco explorado e carecem de mai análie Sendo aim, admite-e ao longo dea tee outro canal pelo qual a taxa real de câmbio pode influenciar o crecimento de longo prazo, particularmente relevante para economia em deenvolvimento Ee canal ocorre por intermédio do efeito do câmbio real obre o grau de heterogeneidade etrutural dea economia O problema da heterogeneidade etrutural, como apontado pelo penamento etruturalita latino-americano, etá aociado à configuração de um núcleo dinâmico retrito a um etor primário exportador relativamente moderno aociado a algun egmento indutriai e de erviço em meio a uma etrutura ocupacional degradada e com elevado deemprego, caracterizando aim uma etrutura produtiva que é, ao memo tempo, epecializada e heterogênea Em outra palavra, refere-e ao denívei tecnológico e de produtividade

21 8 dentro da etrutura produtiva, que reultam, em grande parte, da inuficiência dinâmica do itema, a qual, por ua vez, é cauada pelo baixo ritmo de acumulação de capital, pela adoção de tecnologia inadequada e pela diparidade da capacitação da força de trabalho Nee entido, tanto a acumulação de capital como a inovação tecnológica ão influenciada pela taxa de câmbio, etabelecendo-e aim uma conexão entre o câmbio real e o crecimento pelo lado da oferta da economia Com efeito, a tecnologia é o elemento primordial no crecimento de longo prazo na medida em que a melhoria da técnica de produção proporcionam aumento de produtividade e aceleração do ritmo de crecimento, que permite incorporar mão de obra excedente e reduzir a heterogeneidade etrutural Ademai, a mudança etrutural pode er promovida pela própria acumulação de capital, que conduz a uma redução no hiato tecnológico, uma vez que a nova tecnologia e encontram, via de regra, incorporada (embodied) em nova máquina e equipamento (Fagerberg, 994) Uma valorização do câmbio real etá aociada a uma reditribuição de renda do lucro em prol do alário, o que implica uma redução da capacidade de autofinanciamento da emprea, reduzindo aim a diponibilidade de fundo próprio para aquiição de nova tecnologia, o que reduz também o aceo da firma ao financiamento de terceiro devido à aimetria de informação exitente no mercado financeiro, que geram racionamento de crédito Exite uma érie de evidência que motram a exitência de dificuldade de crédito externo, ou retrição financeira, para financiar a inovação (Hall, 99; Harhoff, 998; Brown, 997; Himmelberg e Peteren, 994; Boughea, Görg e Strobl, 3; Criótomo, 9) Oberva-e, portanto, que, em contrapoição ao efeito final de uma modificação na ditribuição funcional da renda, admite-e a exitência de efeito intermediário indireto com importante impacto obre a etrutura produtiva da economia, por coneguinte, obre a taxa de crecimento de longo prazo Nee cao, o reultado preupõe certa independência em relação ao regime de acumulação Ou eja, é poível que o efeito poitivo da manutenção de uma taxa real de câmbio competitiva obre a economia e mantenham em um regime de acumulação wage-led Io porque, memo que a reditribuição de renda decorrente da devalorização cambial afete negativamente o produto de curto prazo, o efeito obre o progreo tecnológico e a etrutura produtiva podem, em certa medida, contrabalancear ete reultado, permitindo um maior crecimento de longo prazo Evidentemente, e o regime de acumulação for profit-led, ete reultado poitivo erão amplificado Ademai, deve e coniderar que o efeito do câmbio real obre a competitividade do paíe (elaticidade

22 9 renda da demanda do comércio) ocorrem também via reditribuição interetorial da renda, o que determina alteraçõe na compoição do invetimento na economia e, portanto, à mudança etrutural Ou eja, o invetimento é dependente da ditribuição etorial da renda e não excluivamente da ua ditribuição funcional Aim, o objetivo do terceiro capítulo é avançar na análie do entendimento da relação entre o nível da taxa real de câmbio e o crecimento para economia em deenvolvimento a partir de uma abordagem que combine elemento tanto do penamento keyneiano como do penamento etruturalita A hipótee báica a er elaborada é que a manutenção de um câmbio competitivo induz o invetimento e uma mudança etrutural na economia que, por ua vez, atua no entido de relaxar a retrição que advém da condição de equilíbrio do balanço de pagamento Logo, a política cambial pode influenciar o crecimento por poibilitar, não apena o aumento da competitividade de curto prazo, ma, também, por atuar no entido de prover o incentivo neceário ao invetimento e ao maior deenvolvimento tecnológico, o que implica a capacidade de influenciar a condiçõe de oferta de longo prazo, obretudo no que tange à pauta de exportaçõe Em outra palavra, além da mudança de curto prazo na elaticidade preço da demanda por exportaçõe e importaçõe, variaçõe no nível da taxa real de câmbio também têm efeito de longo prazo obre o crecimento atravé de eu impacto obre a elaticidade renda do comércio Segundo Gala (6), exitem quatro grande linha de argumentação que trabalham com a abordagem cambial: i) a abordagem da meta reai; ii) a abordagem da âncora nominal; iii) a abordagem da etabilidade da taxa de câmbio; e iv) a abordagem do deenvolvimento A propota dee trabalho e encaixa na abordagen (i) e (iv), poi admite que a taxa de câmbio tem efeito reai obre o produto Ee efeito, em grande parte, ão proveniente do efeito que o nível da taxa real de câmbio tem obre o incentivo interetoriai, o pode levar a ampliação ou a completa deetruturação de algun etore da economia Ademai, realtamo que o foco da análie recai obre o nível da taxa real de câmbio e não obre ua volatilidade 4 4 Ao focar o efeito da política cambial obre a acumulação de capital e do progreo técnico e, por coneguinte, na mudança etrutural, ete etudo e ditância do trabalho de curto prazo Io não ignifica que deconideramo o efeito da volatilidade do câmbio decorrente de ajute macroeconômico, embora o memo não ejam incorporado explicitamente na análie

23 A conitência lógica da argumentação erá deenvolvida por intermédio de um modelo formal que, eguindo uma caracterítica comum do modelo pó-keyneiano de terceira geração (Oreiro, ), caracteriza-e pela exitência de equilíbrio múltiplo Nee contexto, pode-e definir um etado etacionário no qual o crecimento é baixo e a taxa real de câmbio é valorizada e outro etado etacionário em que o crecimento é elevado e a taxa real de câmbio é devalorizada Dea forma, a economia pode ficar prea numa armadilha de baixo crecimento Em tal ituação, a política econômica pode romper com ea armadilha por intermédio de uma imple devalorização da taxa real de câmbio Em eguida, deenvolve-e uma análie em que interagem dua regiõe, uma deenvolvida e a outra em deenvolvimento, a partir da etrutura de um modelo de crecimento com retrição externa O diferencial é que para a região em deenvolvimento a elaticidade renda da demanda por exportaçõe é endógena ao nível da taxa real de câmbio O argumento é que o etímulo ao progreo tecnológico advindo do câmbio exercem maior influência no paíe em deenvolvimento do que no deenvolvido, dado eu caráter cumulativo e a diferença no deenvolvimento do itema nacionai de inovaçõe Io permite, então, motrar como variaçõe na política cambial exercem papel relevante no crecimento econômico do paíe em deenvolvimento, obretudo, mediante ua capacidade de indução de mudança etruturai que, em muita abordagen, paam depercebida A conequência é o alívio da retrição externa Ademai, demontra-e que, tudo o mai contante, uma política de devalorização retaliatória por parte do paíe deenvolvido pode ter eu efeito amortecido, uma vez que a manutenção da taxa real de câmbio em um nível mai competitivo para o paíe em deenvolvimento altera o padrão do progreo tecnológico e, por coneguinte, determina uma érie de mudança na ua etrutura de produção em direção a diveridade produtiva Por fim, o capítulo 4 apreenta alguma evidência empírica da relação entre o nível da taxa real de câmbio e a taxa de crecimento econômico Em primeiro lugar, calcula-e um índice de devalorização eguindo Rodrik (8) e etimam-e eu efeito obre a taxa de crecimento atravé de diferente método econométrico Em egundo, apreenta-e um exercício econométrico que analia o comportamento da elaticidade obre a hipótee de exogeneidade/endogeidade No cao da endogeneidade, a propota empírica é inovadora poi não foi encontrado tete emelhante na literatura

24 Poteriormente, deenvolve-e uma eção onde e demontra que uma política de devalorização gradual do nível da taxa real de câmbio, ao permitir que ocorra a mudança etrutural e, por coneguinte, a redução da heterogeneidade etrutural, é preferencial em termo de efeito obre a taxa de crecimento do que uma política de devalorização abrupta (choque) O capítulo final apreenta a principai concluõe e contribuiçõe da tee, bem como alguma medida prática de política econômica e algun deafio futuro de pequia

25 CAPÍTULO - A TRADIÇÃO ECONÔMICA ESTRUTURALISTA Introdução O preente capítulo, ao recuperar o principai inight da teoria econômica etruturalita, tem como principal objetivo demontrar que dentro dea abordagem o proceo de deenvolvimento econômico depende de uma érie de etrutura ditinta que, para o paíe em deenvolvimento, impõem retriçõe ao crecimento Ou ainda, o proceo de deenvolvimento é decorrente de mudança na etrutura produtiva da economia, endo ete favorecido, obretudo, quando eta mudança ocorrem em direção ao etore moderno (indutrializado) Para tanto, o capítulo é dividido em cinco eçõe, com o eguinte objetivo: (i) definir a tradição etruturalita, ua origen e fundamento (eção - 4); (ii) retomar a macroeconomia etruturalita (eção 5); e (iii) apreentar o neoetruturalimo (eção 6) Nee contexto, inicialmente ão recuperado algun apecto gerai do etruturalimo econômico bem como ua evolução e origen aociado ao penamento cepalino Retoma-e o penamento da Cepal a partir da itematização de ua formulaçõe iniciai, em epecial, da concepção centro-periferia e da condição de ubdeenvolvimento enquanto proceo hitórico autônomo Em eguida, é apreentado o etruturalimo macroeconômico derivado do trabalho de Taylor (983, 99), em que e detaca a contrução de uma abordagem formal que leva em conideração a caracterítica da economia em (ub)deenvolvimento, muita da quai originalmente deenvolvida pelo etruturalimo latino-americano Poteriormente, é apreentada a abordagem neoetruturalita a partir de um marco analítico que agrega o principai fundamento e etabelece um núcleo teórico que avança tanto no que e refere à itematização e à vinculaçõe (relaçõe de caualidade) entre o principai conceito quanto à direção de ua propagação De uma maneira geral, a originalidade dete capítulo etá em itematizar ea referida tradição, com enfâe no entendimento de como determinada caracterítica (etrutura) ão importante para o deenvolvimento do paíe periférico bem como na forma como a mema foi endo deenvolvida e, poteriormente, incorporada no que e identifica como tradição keyneiana-etruturalita (capítulo ) De forma particular, a originalidade também

26 3 eta na itematização da abordagem neoetruturalita que, embora ujeita a uma érie de análie, ainda apreenta uma etrutura teórica e conceitual imprecia Por fim, cumpre realtar que, embora exibido de forma eparada, muito apecto aqui apreentedo etão (altamente) conectado com a definição propota no capítulo eguinte, permitindo a contrução de uma detalhada interpretação da forma como a abordagem keyneiana-etruturalita pena o proceo de deenvolvimento econômico A tradição Econômica Etruturalita O termo etruturalimo tem ido empregado com múltiplo ignificado em diferente contexto científico e culturai De uma maneira geral, Blankenburg, Palma e Tregenna (8) definem o etruturalimo como uma abordagem eencialmente teórica que deafia o método do empirimo e do poitivimo, com muito do eu inight preente em vária diciplina da ciência ociai e humana O princípio orientador dea abordagem etá na concepção de um itema integrado por elemento ditinto, ma inter-relacionado (organicidade do itema econômico) Ou eja, entende-e que a relaçõe que contituem a etrutura ão mai importante que o elemento individuai Nee contexto, o etruturalimo e ditancia do individualimo metodológico Segundo ete, a analie da ação humana pode er realizada a partir da perpectiva do agente individuai Para tanto, afirma que todo o fenômeno ociai ão mai bem explicado pela propriedade do indivíduo compreendido no fenômeno Ou, de outra maneira, que toda explicação que envolve conceito ociológico de nível macro deveria, em princípio, er reduzida a explicaçõe no plano micro do indivíduo e ua propriedade Por outro lado, o etruturalimo alinha-e, em grande parte, com o holimo metodológico para o qual, há na totalidade coniderada enquanto tal algo mai do que na parte ou em ua oma (o todo é mai do que a oma da parte), e de que a totalidade é hitoricamente, logicamente, cognitivamente e normativamente mai importante (hierarquicamente uperior) do que o indivíduo que contém Ademai, deve-e coniderar que em ua verõe mai elaborada, o etruturalimo admite o comportamento do indivíduo como produto da relaçõe ociai Ou eja, a análie etrutural enfatiza a relaçõe interna (interdependência), incorporando, aim, propriedade itêmica que não podem er reduzida à de ua parte contitutiva: ão

27 4 propriedade do todo, que a parte não pouem e que emergem da relaçõe de organização entre ela Segundo Jackon (3, p 77-78): Structural theory can ometime turn into holim and give the whole precedence over the part, yet the original aim of tructural idea a againt holitic one wa to enure that the whole could alway be tranformed, or ele the whole-part relationhip would be redundant A tructural method, if handled properly, hould never congeal into tructural whole that overhadow their component part Ademai, o etruturalimo poui trê dimenõe, ainda que ela nem empre etejam conjuntamente preente (Blankenburg, Palma e Tregenna, 8): a) Metodologicamente, defende a análie na totalidade e na inter-relaçõe entre o elemento de um itema em contrapoição à análie baeada em elemento iolado individualmente Nee cao, ela e ditingue também da análie hitoricita, poi oferece explicaçõe não-narrativo (com ênfae na análie da dinâmica ubjacente à etrutura ao invé de explicaçõe decritiva) b) Epitemologicamente 5, o etruturalimo vai além da aparência, ou eja, buca compreender a etrutura ubjacente Nee entido, é antifenomenológico e antiempirita Em economia, ea abordagem defende a exitência de um conjunto de etrutura não obervávei, ma que ainda aim geram fenômeno ociai e econômico obervávei Ete fenômeno omente erão compreendido e a análie incidirem obre ea etrutura (inobervávei) ubjacente c) Em termo ontológico 6, o etruturalimo favorece a explicaçõe obre a forma como a etrutura cauam, condicionam ou aimetricamente contituem apecto como a ação, por exemplo Ea abordagem é particularmente importante para a teoria política etruturalita e para o marximo etruturalita Nee cao, a prática ocial é vita como um proceo de tranformação em ujeito: a peoa, ao tranformarem o ambiente natural e ocial pelo trabalho, determinam a etrutura econômica, não como ujeito pela ua ação, ma pela prática e pela organização 5 A epitemologia, também chamada teoria do conhecimento, é o ramo da filoofia que etuda a origem, a etrutura, o método e validade do conhecimento É o etudo científico da ciência (conhecimento), ua natureza e ua limitaçõe 6 É a parte da filoofia que trata da natureza do er, da realidade, que conidera o er em i memo, independentemente do modo pelo qual e manifeta

28 5 ocialmente internalizada Aim, procura-e explicar o fenômeno ociai com bae na etrutura ubjacente ao modo de produção e a organização ocial ou pela prática que o determina Street e Jame (98) admitem que o etruturalimo econômico repreenta uma abordagem holítica que engloba dua concepçõe báica: uma relativa ao itema econômico e a outra, à natureza humana A primeira identifica o itema econômico como um proceo evolutivo não equilibrante ao invé de um mecanimo de equilíbrio da relaçõe econômica etávei centrada obre a atividade do mercado 7, enquanto a egunda concebe o comportamento humano como caracterizado por padrõe habituai reultante do condicionamento cultural É, portanto, ditinto do ponto de vita econômico convencional (ortodoxo) que concebe o comportamento humano como eencialmente dedicado à motivação utilitarita e ao cálculo monetário em um itema etático de mercado Por outro lado, Di Filippo (9) entende que o etruturalimo envolve quatro caracterítica: uma leitura itêmica da ociedade, uma vião global, uma perpectiva hitórico-etrutural e a multidimenionalidade de enfoque Na perpectiva etruturalita, a teoria econômica ortodoxa neceita, para e credenciar como ciência poitiva da lei de mercado, e abtrair da epecificidade da etrutura produtiva, de intituiçõe e demai fatore de natureza ociológica que integram a realidade concreta do itema econômico nacionai Na palavra de Taylor (983, p 3), non economic, or even non maximized, force affecting action are ruled out of dicuion A abtração dea caracterítica ignifica, no âmbito de algun problema macroeconômico, não ó a propenão à confuão entre caua fundamentai e fatore ancionadore dee problema, como também ua principal fraqueza como guia de política econômica Evidencia-e, aim, a potura crítica da abordagem etruturalita em relação ao penamento econômico ortodoxo Ea potura defende uma forma alternativa de invetigação econômica, como, por exemplo, na compreenão etruturalita latino-americana do deenvolvimento e ubdeenvolvimento, que entende ee fenômeno enquanto proceo mutuamente contitutivo dentro de um mundo economicamente integrado Ou eja, enfatiza-e a 7 Ao contrário da economia neocláica, com ua preocupação em caracterizar etado de equilíbrio, ea concepção e propõem penar o proceo de mudança qualitativa na etrutura econômica, em abrir mão de tratá-lo como proceo ordenado e itêmico Ea mudança não contituem nem um proceo circular nem movimento pendulare em torno de um centro (Schumpeter, 98, p 44)

29 6 compreenão da economia mundial como um itema unificado com a dinâmica econômica da ua parte contituinte, centro e periferia, a erem definida em termo de ua relaçõe Ea análie é ditinta daquela empreendida pela economia ortodoxa que conidera unidade relativamente independente 3 Origen do Etruturalimo Em termo econômico, o etruturalimo é geralmente aociado à Cepal, cujo trabalho deram origem no final da década de 95 a eta ecola de penamento Segundo Arndt (985), ee termo apareceu originalmente como referência à explicação para o proceo inflacionário latino-americano No entanto, é conenual que o penamento etruturalita em ua forma inicial foi largamente criado pelo economita Raúl Prebich Em eu manifeto de 949, o autor introduziu a noção de uma etrutura internacional dividida entre um centro hegemônico indutrial e uma periferia dependente agrária que determinam a exitência de um proceo de deenvolvimento deigual originário Segundo Bielchowky (998), ea abordagem tem quarto componente analítico: i) a abordagem hitórica, baeada na opoição binária centroperiferia; ii) uma análie da inerção internacional da América Latina; iii) o etudo do determinante domético do crecimento e do progreo tecnológico; e iv) uma avaliação do argumento favorávei ou contrário à intervenção etatal A partir do trabalho de Prebich e Furtado, torna-e nítida a ênfae na etrutura, ejam ela econômica, política ou ociai Segundo Sunkel (97, p 56), dada a etrutura do itema, fica definida ua forma de funcionamento, que origina o reultado que o itema produz Aim, conceitualmente, o etruturalita paam a er (re)conhecido por eu diagnótico quanto à "deficiência etruturai", ao "gargalo" ou ao "deajute interno" como reponávei pela defaagen no deenvolvimento da América Latina Ee deajute têm dua fonte fundamentai: i) o de origem externa, como a condiçõe advera do comércio e da limitada capacidade para importar; e ii) o de origem interna, como o crecimento acelerado da população, a urbanização prematura e a expanão do etore do erviço, bem como o atrao na produção agrícola, a reduzida dimenão do mercado interno e a preença de itema tributário ineficiente (Street, 967, p 55) A identificação dee fatore conjuntamente com a concepção centro-periferia (e a demai tee aociada a ela) permitiu o deenvolvimento de teoria formai em etreita conexão

30 7 com recomendaçõe de política econômica, o que levou Seer (96, p 9-93) a afirmar que; The Latin American chool of 'tructuralit' i ( ) It mut be the firt indigenou chool of economic in an underdeveloped area Since economic growth i becoming increaingly fahionable a a ubject, and ince the weakne in commodity market, the population boom, and riing economic ambition appear chronic, the chool could acquire in the 96' an international interet comparable to that of Keyneian economic during the lump-ridden decade of the 93' Nee ponto, é neceário detacar doi apecto eenciai Em primeiro, deve-e obervar que muito autore em economia, erroneamente, não fazem referência à tradição etruturalita em outro campo preexitente do conhecimento, como em Levi-Strau (antropologia), Godelier (ociologia), Piaget (picologia), Foucault (filoofia), entre outro Em egundo lugar, é poível identificar grande parte da origen do etruturalimo econômico, epecialmente o que urgiu no ano 94 e 95, como produto ou extenão do trabalho precedente nee e em outro campo (Gibon, 3), endo o etruturalimo latinoamericano um da família de etruturalita (Love, 5, p ) 8 Ademai, algun do elemento centrai do penamento cepalino podem er encontrado em trabalho precedente, como na ecola "etruturalita" 9 francea (Blankenburg, Palma e Tregenna, 8) ou na ecola de economia hitórica - alemã (Love, 5), na ecola marxita (Sunkel, 989; Lutig, 988) ou na tradiçõe keyneiana, pó-keyneiana e neocláica (Furtado, 983; Love, 996; Lutig, 988) Uma dea conexõe é ugerida explicitamente por Jamenon (986) O autor oberva vário elemento do etruturalimo cláico identificado pelo filóofo da ciência, Keat e Urry 8 Io não ignifica dizer que a tradição econômica etruturalita urge, neceariamente, como parte de um movimento etruturalita mai amplo, até porque a própria exitência dete movimento é paível de quetionamento Apena e realta que o etruturalimo etá preente em outra área do conhecimento e que exitem importante conexõe dea com a referida tradição 9 Para Furtado (974, p 8-8), Lo que e entiende por penamiento "etructuralita" en economia no tiene relacion directa con la ecuela etructuralita francea, cuya orientacion general ha ido dar importância al eje de lã incronía en el análii ocial y etablecer uma "intaxi" de lã diparidade en la organizacione ociale El etructuralimo económico (ecuela de penamiento que urge en la primera mitad de la exta década entre economita latinoamericano) tiene como objeto principal tomar en cuental a importancia de lo "parámetro no-económico" de lo modelo macroeconómico Como el comportamiento de la variable económica depende en gran medida de tale parámetro[ ] eo parámetro han de er objeto de meticuloo etudio Eta obervación e particularmente pertinente con repecto a itema económico heterogéneo, ocial y tecnológicamente, como ucede con la economia ubdearrollada

Lider. ança. para criar e gerir conhecimento. }A liderança é um fator essencial para se alcançar o sucesso também na gestão do conhecimento.

Lider. ança. para criar e gerir conhecimento. }A liderança é um fator essencial para se alcançar o sucesso também na gestão do conhecimento. Liderança para criar e gerir conhecimento Lider ança para criar e gerir conhecimento }A liderança é um fator eencial para e alcançar o uceo também na getão do conhecimento.~ 48 R e v i t a d a ES P M janeiro

Leia mais

CAPÍTULO 10 Modelagem e resposta de sistemas discretos

CAPÍTULO 10 Modelagem e resposta de sistemas discretos CAPÍTULO 10 Modelagem e repota de itema dicreto 10.1 Introdução O itema dicreto podem er repreentado, do memo modo que o itema contínuo, no domínio do tempo atravé de uma tranformação, nete cao a tranformada

Leia mais

UMA ABORDAGEM GLOBAL PARA O PROBLEMA DE CARREGAMENTO NO TRANSPORTE DE CARGA FRACIONADA

UMA ABORDAGEM GLOBAL PARA O PROBLEMA DE CARREGAMENTO NO TRANSPORTE DE CARGA FRACIONADA UMA ABORDAGEM GLOBAL PARA O PROBLEMA DE CARREGAMENTO NO TRANSPORTE DE CARGA FRACIONADA Benjamin Mariotti Feldmann Mie Yu Hong Chiang Marco Antonio Brinati Univeridade de São Paulo Ecola Politécnica da

Leia mais

Um exemplo de Análise de Covariância. Um exemplo de Análise de Covariância (cont.)

Um exemplo de Análise de Covariância. Um exemplo de Análise de Covariância (cont.) Um exemplo de Análie de Covariância A Regreão Linear e a Análie de Variância etudada até aqui, ão cao particulare do Modelo Linear, que inclui também a Análie de Covariância Em qualquer deta trê ituaçõe

Leia mais

A PRODUÇÃO DE SENTIDOS NOS CAMINHOS DO HIPERTEXTO THE PRODUCTION OF SENSE IN THE HYPERTEXT WAY

A PRODUÇÃO DE SENTIDOS NOS CAMINHOS DO HIPERTEXTO THE PRODUCTION OF SENSE IN THE HYPERTEXT WAY 27 A PRODUÇÃO DE SENTIDOS NOS CAMINHOS DO HIPERTEXTO THE PRODUCTION OF SENSE IN THE HYPERTEXT WAY 1 RESUMO: A tecnologia da informação e comunicação - TIC ampliam o epaço para comunicação e interação na

Leia mais

Inclusão Social dos Jovens nos Assentamentos Rurais de Areia com ênfase no trabalho da Tutoria e recursos das novas TIC s

Inclusão Social dos Jovens nos Assentamentos Rurais de Areia com ênfase no trabalho da Tutoria e recursos das novas TIC s Incluão Social do Joven no Aentamento Rurai de Areia com ênfae no trabalho da Tutoria e recuro da nova TIC MIRANDA 1, Márcia C.V.; SILVA 2, Fátima do S.; FÉLIX 3, Jânio 1 Profeora orientadora e coordenadora

Leia mais

Artigos. Comunicação organizacional e relações públicas: caminhos que se cruzam, entrecruzam ou sobrepõem?

Artigos. Comunicação organizacional e relações públicas: caminhos que se cruzam, entrecruzam ou sobrepõem? E t u d o17 Artigo Comunicação organizacional e relaçõe pública: caminho que e cruzam, entrecruzam ou obrepõem? IVONE DE LOUDES OLIVEIRA Metre em Ciência da Comunicação pela ECA-USP e doutora em Comunicação

Leia mais

Afetação de recursos, produtividade e crescimento em Portugal 1

Afetação de recursos, produtividade e crescimento em Portugal 1 Artigo 65 Afetação de recuro, produtividade e crecimento em Portugal 1 Daniel A. Dia 2 Carlo Robalo Marque 3 Chritine Richmond 4 Reumo No período 1996 a 2011 ocorreu uma acentuada deterioração na afetação

Leia mais

CAPÍTULO 6 - Testes de significância

CAPÍTULO 6 - Testes de significância INF 16 CAPÍTULO 6 - Tete de ignificância Introdução Tete de ignificância (também conhecido como Tete de Hipótee) correpondem a uma regra deciória que no permite rejeitar ou não rejeitar uma hipótee etatítica

Leia mais

A EDUCAÇÃO BRASILEIRA NAS ÚLTIMAS DÉCADAS: OBSTÁCULOS E METAS DENTRO E FORA DA ESCOLA

A EDUCAÇÃO BRASILEIRA NAS ÚLTIMAS DÉCADAS: OBSTÁCULOS E METAS DENTRO E FORA DA ESCOLA 329 A EDUCAÇÃO BRASILEIRA NAS ÚLTIMAS DÉCADAS: OBSTÁCULOS E METAS DENTRO E FORA DA ESCOLA BRAZILIAN EDUCATION IN LAST DECADES: BARRIERS AND GOALS INSIDE AND OUTSIDE SCHOOL 1 t r a v e i a e d. 1 0 i n

Leia mais

Reconhece e aceita a diversidade de situações, gostos e preferências entre os seus colegas.

Reconhece e aceita a diversidade de situações, gostos e preferências entre os seus colegas. Ecola Báic a 2º º e 3º º Ciclo Tema 1 Viver com o outro Tema Conteúdo Competência Actividade Tema 1 Viver com o outro Valore Direito e Devere Noção de valor O valore como referenciai para a acção: - o

Leia mais

3 Fuga de cérebros e investimentos em capital humano na economia de origem uma investigação empírica do brain effect 3.1.

3 Fuga de cérebros e investimentos em capital humano na economia de origem uma investigação empírica do brain effect 3.1. 3 Fuga de cérebro e invetimento em capital humano na economia de origem uma invetigação empírica do brain effect 3.1. Introdução Uma da vertente da literatura econômica que etuda imigração eteve empre

Leia mais

Enterprise Quality Management [EQM] Excelência em Gestão da Qualidade

Enterprise Quality Management [EQM] Excelência em Gestão da Qualidade Enterprie Quality Management [EQM] Excelência em Getão da Qualidade A Getão da Qualidade Total, do inglê Total Quality Management - TQM é uma etratégia de adminitração completa que tem como objetivo principal

Leia mais

Quantas equações existem?

Quantas equações existem? www2.jatai.ufg.br/oj/index.php/matematica Quanta equaçõe exitem? Rogério Céar do Santo Profeor da UnB - FUP profeorrogeriocear@gmail.com Reumo O trabalho conite em denir a altura de uma equação polinomial

Leia mais

Avaliação de Ações. Mercado de Capitais. Luiz Brandão. Ações. Mercado de Ações

Avaliação de Ações. Mercado de Capitais. Luiz Brandão. Ações. Mercado de Ações Mercado de Capitai Avaliação de Açõe Luiz Brandão O título negociado no mercado podem de renda fixa ou de renda variável. Título de Renda Fixa: Conhece-e de antemão qual a remuneração a er recebida. odem

Leia mais

a importância de formar profissionais para atuar nos campos de trabalho emergentes na área;

a importância de formar profissionais para atuar nos campos de trabalho emergentes na área; SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Reolução n 12/ 2013 Aprova a reformulação do Projeto Pedagógico do Curo de Graduação em Pedagogia

Leia mais

O URBANO E A PRODUÇÃO IMOBILIÁRIA EM CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM - ES

O URBANO E A PRODUÇÃO IMOBILIÁRIA EM CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM - ES P A N Ó P T I C A O URBANO E A PRODUÇÃO IMOBILIÁRIA EM CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM - ES Daniel Pitzer Zippinotti Univeridade Federal do Epírito Santo - UFES 1. INTRODUÇÃO O preente trabalho procura apreentar

Leia mais

Curso de Análise Matricial de Estruturas 1 I - INTRODUÇÃO

Curso de Análise Matricial de Estruturas 1 I - INTRODUÇÃO Curo de Análie Matricial de Etrutura 1 I - INTRODUÇÃO I.1 - Introdução O proceo de um projeto etrutural envolve a determinação de força interna e de ligaçõe e de delocamento de uma etrutura. Eta fae do

Leia mais

PROTEÇÕES COLETIVAS. Modelo de Dimensionamento de um Sistema de Guarda-Corpo

PROTEÇÕES COLETIVAS. Modelo de Dimensionamento de um Sistema de Guarda-Corpo PROTEÇÕES COLETIVAS Modelo de Dimenionamento de um Sitema de Guarda-Corpo PROTEÇÕES COLETIVAS Modelo de Dimenionamento de um Sitema de Guarda-Corpo PROTEÇÕES COLETIVAS Modelo de Dimenionamento de um Sitema

Leia mais

Máquinas Eléctricas. Motores de indução. Motores assíncronos. Arranque

Máquinas Eléctricas. Motores de indução. Motores assíncronos. Arranque Motore de indução Arranque São motore robuto e barato (fabricado em maa), embora tendo o inconveniente de não erem regulávei. Conequentemente, uma vez definido um binário e uma corrente, ete apena dependem

Leia mais

XLVI Pesquisa Operacional na Gestão da Segurança Pública

XLVI Pesquisa Operacional na Gestão da Segurança Pública PROBLEMA DE CORTE UNIDIMENSIONAL COM SOBRAS APROVEITÁVEIS: RESOLUÇÃO DE UM MODELO MATEMÁTICO Adriana Cherri Departamento de Matemática, Faculdade de Ciência, UNESP, Bauru adriana@fc.unep.br Karen Rocha

Leia mais

Competências/ Objetivos Especifica(o)s

Competências/ Objetivos Especifica(o)s Tema B- Terra em Tranformação Nº previta Materiai Contituição do mundo material Relacionar apecto do quotidiano com a Química. Reconhecer que é enorme a variedade de materiai que no rodeiam. Identificar

Leia mais

Taxa de Juros e Default em Mercados de Empréstimos Colateralizados

Taxa de Juros e Default em Mercados de Empréstimos Colateralizados Etudo Econômico 41(4) outubro/dezembro de 2011 Taxa de Juro e Default em Mercado de Emprétimo Colateralizado Sergio Ricardo Fautino Batita - Joé Angelo Divino - Jaime Orrillo Submetido: 26 de março de

Leia mais

PENSAMENTO SISTÊMICO APLICADO A SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UM ESTUDO DE CASO. Leila Lage Humes lhumes@usp.br

PENSAMENTO SISTÊMICO APLICADO A SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UM ESTUDO DE CASO. Leila Lage Humes lhumes@usp.br V I I S E M E A D E S T U D O D E C A S O M É T O D O S Q U A N T I T A T I V O S E I N F O R M Á T I C A PENSAMENTO SISTÊMICO APLICADO A SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UM ESTUDO DE CASO Leila Lage Hume lhume@up.br

Leia mais

Implementando modelos DEA no R

Implementando modelos DEA no R Implementando modelo DEA no R Joé Francico Moreira Peanha profeorfmp@hotmail.com UERJ Alexandre Marinho alexandre.marinho@ipea.gov.br UERJ Luiz da Cota Laurencel llaurenc.ntg@terra.com.br UERJ Marcelo

Leia mais

Livro para a SBEA (material em construção) Edmundo Rodrigues 9. peneiras

Livro para a SBEA (material em construção) Edmundo Rodrigues 9. peneiras Livro para a SBEA (material em contrução) Edmundo Rodrigue 9 4.1. Análie granulométrica Granulometria, graduação ou compoição granulométrica de um agregado é a ditribuição percentual do eu divero tamanho

Leia mais

Pescando direitos. Medidas Provisórias nºs 664 e 665 de 30 dezembro de 2014. Sobre as MP's 664 e 665 de 2014:

Pescando direitos. Medidas Provisórias nºs 664 e 665 de 30 dezembro de 2014. Sobre as MP's 664 e 665 de 2014: Pecando direito Boletim Jurídico do CPP/ Abril de 2015. 1ª edição. Medida Proviória nº 664 e 665 de 30 dezembro de 2014. Sobre a MP' 664 e 665 de 2014: Em 30 dezembro de 2014 foram promulgada a Medida

Leia mais

EFEITOS DO COEFICIENTE DE POISSON E ANÁLISE DE ERRO DE TENSÕES EM TECTÔNICA DE SAL

EFEITOS DO COEFICIENTE DE POISSON E ANÁLISE DE ERRO DE TENSÕES EM TECTÔNICA DE SAL Copright 004, Intituto Braileiro de Petróleo e Gá - IBP Ete Trabalho Técnico Científico foi preparado para apreentação no 3 Congreo Braileiro de P&D em Petróleo e Gá, a er realizado no período de a 5 de

Leia mais

Projeto Crescer I e II

Projeto Crescer I e II Projeto Crecer I e II Motra Local de: Araponga Categoria do projeto: I Projeto em Andamento (projeto em execução atualmente) Nome da Intituição/Emprea: Paulo Hermínio Pennacchi, preidente da Caa do Bom

Leia mais

CATÁLOGO DE CURSOS SELECIONADOS

CATÁLOGO DE CURSOS SELECIONADOS CATÁLOGO DE CURSOS SELECIONADOS Laureate Network Product & Service Copyright 2013 Laureate Education, Inc. ÍNDICE C A T Á L O G O L N P S ÍCONE Nome do Curo Língua Duração Deenvolvimento do Corpo Acadêmico

Leia mais

Professora FLORENCE. Resolução:

Professora FLORENCE. Resolução: 1. (FEI-SP) Qual o valor, em newton, da reultante da força que agem obre uma maa de 10 kg, abendo-e que a mema poui aceleração de 5 m/? Reolução: F m. a F 10. 5 F 50N. Uma força contante F é aplicada num

Leia mais

Palavras-chave:Algoritmo Genético; Carregamento de Contêiner; Otimização Combinatória.

Palavras-chave:Algoritmo Genético; Carregamento de Contêiner; Otimização Combinatória. Reolução do Problema de Carregamento e Decarregamento 3D de Contêinere em Terminai Portuário para Múltiplo Cenário via Repreentação por Regra e Algoritmo Genético Aníbal Tavare de Azevedo (UNICAMP) anibal.azevedo@fca.unicamp.br

Leia mais

COP Comunication on Progress EQÜIDADE DE GÊNERO

COP Comunication on Progress EQÜIDADE DE GÊNERO COP Comunication on Progre São Paulo, 28 de fevereiro de 2011 A Ferol Indútria e Comércio SA declara eu apoio contínuo ao Pacto Global. A Ferol acredita na diveridade e na pluralidade como ferramenta de

Leia mais

SITE EM JAVA PARA A SIMULAÇÃO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS

SITE EM JAVA PARA A SIMULAÇÃO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS SITE EM JAVA PARA A SIMULAÇÃO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS Reumo Luca Franco de Ai¹ Marcelo Semenato² ¹Intituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia/Campu Jataí/Engenharia Elétrica/PIBIT-CNPQ lucafranco_jty@hotmail.com

Leia mais

Mudança de paradigma. d a. M. Dueñas. maio / junho de

Mudança de paradigma. d a. M. Dueñas. maio / junho de Mudança de paradigma M. Dueña u M dança de 50 R e v i t a d a ES P M maio / junho de 2009 João Boaventura Branco de Mato ParadigMa, crie e oportunidade em trê onda e}o trê ciclo apreentado imbolizam período

Leia mais

ANÁLISE LINEAR COM REDISTRIBUIÇÃO E ANÁLISE PLÁSTICA DE VIGAS DE EDIFÍCIOS

ANÁLISE LINEAR COM REDISTRIBUIÇÃO E ANÁLISE PLÁSTICA DE VIGAS DE EDIFÍCIOS Anai do 47º Congreo Braileiro do Concreto - CBC005 Setembro / 005 ISBN 85-98576-07-7 Volume XII - Projeto de Etrutura de Concreto Trabalho 47CBC06 - p. XII7-85 005 IBRACON. ANÁLISE LINEAR COM REDISTRIBUIÇÃO

Leia mais

Confrontando Resultados Experimentais e de Simulação

Confrontando Resultados Experimentais e de Simulação Confrontando Reultado Experimentai e de Simulação Jorge A. W. Gut Departamento de Engenharia Química Ecola Politécnica da Univeridade de São Paulo E mail: jorgewgut@up.br Um modelo de imulação é uma repreentação

Leia mais

Observação: CURSOS MICROSOFT

Observação: CURSOS MICROSOFT Obervação: O material utilizado nete curo é de propriedade e ditribuição da emprea Microoft, podendo er utilizado por qualquer peoa no formato de ditribuição WEB e leitura em PDF conforme decrito na lei

Leia mais

Capítulo 5: Análise através de volume de controle

Capítulo 5: Análise através de volume de controle Capítulo 5: Análie atravé de volume de controle Volume de controle Conervação de maa Introdução Exite um fluxo de maa da ubtância de trabalho em cada equipamento deta uina, ou eja, na bomba, caldeira,

Leia mais

Um Modelo de Encaminhamento Hierárquico Multi-Objectivo em Redes MPLS, com Duas Classes de Serviço

Um Modelo de Encaminhamento Hierárquico Multi-Objectivo em Redes MPLS, com Duas Classes de Serviço Um Modelo de Encaminhamento Hierárquico Multi-Objectivo em Rede MPLS, com Dua Clae de Serviço Rita Girão Silva a,c (Tee de Doutoramento realizada ob upervião de Profeor Doutor Joé Craveirinha a,c e Profeor

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE OS PROCEDIMENTOS DE AMOSTRAGEM CASUAL SIMPLES E AMOSTRAGEM SISTEMÁTICA

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE OS PROCEDIMENTOS DE AMOSTRAGEM CASUAL SIMPLES E AMOSTRAGEM SISTEMÁTICA Etudo comparativo entre o procedimento de amotragem... 67 ESTUDO COMPARATIVO ENTRE OS PROCEDIMENTOS DE AMOSTRAGEM CASUAL SIMPLES E AMOSTRAGEM SISTEMÁTICA EM INVENTÁRIOS DE ARBORIZAÇÃO URBANA Comparative

Leia mais

I Desafio Petzl Para Bombeiros Regulamento Campeonato Internacional de Técnicas Verticais e Resgate

I Desafio Petzl Para Bombeiros Regulamento Campeonato Internacional de Técnicas Verticais e Resgate ! I Deafio Petzl Para Bombeiro Regulamento Campeonato Internacional de Técnica Verticai e Regate A Spelaion, ditribuidor excluivo Petzl no Brail e o Corpo de Bombeiro de Goiá, etá organizando o Primeiro

Leia mais

A CAPACIDADE DE SUBITIZING EM CRIANÇAS DE 4 ANOS

A CAPACIDADE DE SUBITIZING EM CRIANÇAS DE 4 ANOS A CAPACIDADE DE SUBIIZING EM CRIANÇAS DE 4 ANOS Maria João Ramalho Cordeiro Diertação apreentada à ecola Superior de Educação de Liboa para obtenção de grau de metre em Educação Matemática na Educação

Leia mais

Rentabilidade das Instituições Financeiras no Brasil: Mito ou Realidade? Autores JOSÉ ALVES DANTAS Centro Universitário Unieuro

Rentabilidade das Instituições Financeiras no Brasil: Mito ou Realidade? Autores JOSÉ ALVES DANTAS Centro Universitário Unieuro Rentabilidade da Intituiçõe Financeira no Brail: Mito ou Realidade? Autore JOSÉ ALVES DANTAS Centro Univeritário Unieuro PAULO ROBERTO BARBOSA LUSTOSA PMIRPGCC - UNB/UFPB/UFPE/UFRN Reumo A dicuão obre

Leia mais

Vicente Leite (1), Henrique Teixeira (1), Rui Araújo (2), Diamantino Freitas (2) Resumo

Vicente Leite (1), Henrique Teixeira (1), Rui Araújo (2), Diamantino Freitas (2) Resumo Sitema Electrónico de Condicionamento e Proceamento, em Tempo Real, da Tenõe e Corrente do Motor de Indução Trifáico Alimentado por Converore de Frequência Vicente Leite (1), Henrique Teieira (1), Rui

Leia mais

Marés, fases principais da Lua e bebês

Marés, fases principais da Lua e bebês Maré, fae principai da ua e bebê CADERNO BRASIEIRO DE ENSINO DE FÍSICA, FORIANÓPOIS, V.0, N. 1: P.10-9, ABR. 003 Fernando ang da Silveira Univeridade Federal do Rio Grande do Sul UFRGS Intituto de Fíica

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO PIAUÍ DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DO PIAUÍ COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO

GOVERNO DO ESTADO DO PIAUÍ DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DO PIAUÍ COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO 1 EDITAL CONVITE Nº 009/2011-CPL/GPDP Proceo Adminitrativo nº 0221/2011 -CPL/GDPG A, atravé da Comião Permanente de Licitação, intituída pela Portaria nº 383/2011-GDPG, datada de 08/07/2011, da Exma. Sra.

Leia mais

ESTUDO DINÂMICO DA PRESSÃO EM VASOS SEPARADORES VERTICAIS GÁS-LÍQUIDO UTILIZADOS NO PROCESSAMENTO PRIMÁRIO DE PETRÓLEO

ESTUDO DINÂMICO DA PRESSÃO EM VASOS SEPARADORES VERTICAIS GÁS-LÍQUIDO UTILIZADOS NO PROCESSAMENTO PRIMÁRIO DE PETRÓLEO ESTUDO DINÂMICO DA PRESSÃO EM VASOS SEPARADORES VERTICAIS GÁS-LÍQUIDO UTILIZADOS NO PROCESSAMENTO PRIMÁRIO DE PETRÓLEO Thale Cainã do Santo Barbalho 1 ; Álvaro Daniel Tele Pinheiro 2 ; Izabelly Laria Luna

Leia mais

O CORPO HUMANO E A FÍSICA

O CORPO HUMANO E A FÍSICA 1 a fae Prova para aluno do 9º e 1º ano LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO: 01) Eta prova detina-e excluivamente a aluno do 9 o ano do enino fundamental e 1º ano do enino médio. Ela contém trinta quetõe.

Leia mais

Experimento #4. Filtros analógicos ativos LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA

Experimento #4. Filtros analógicos ativos LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA UNIVESIDADE FEDEAL DE CAMPINA GANDE CENTO DE ENGENHAIA ELÉTICA E INFOMÁTICA DEPATAMENTO DE ENGENHAIA ELÉTICA LABOATÓIO DE ELETÔNICA Experimento #4 Filtro analógico ativo EXPEIMENTO #4 Objetivo Gerai Eta

Leia mais

CONTROLO DE SISTEMAS. APONTAMENTOS DE MATLAB CONTROL SYSTEM Toolbox. Pedro Dinis Gaspar António Espírito Santo J. A. M.

CONTROLO DE SISTEMAS. APONTAMENTOS DE MATLAB CONTROL SYSTEM Toolbox. Pedro Dinis Gaspar António Espírito Santo J. A. M. UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELECTROMECÂNICA CONTROLO DE SISTEMAS APONTAMENTOS DE MATLAB CONTROL SYSTEM Toolbox Pedro Dini Gapar António Epírito Santo J. A. M. Felippe de Souza

Leia mais

ESTUDOS EXPERIMENTAIS SOBRE A AVALIAÇÃO DAS PROPRIEDADES DE FLUIDOS DE PERFURAÇÃO EM MEIOS POROSOS ANISOTRÓPICOS

ESTUDOS EXPERIMENTAIS SOBRE A AVALIAÇÃO DAS PROPRIEDADES DE FLUIDOS DE PERFURAÇÃO EM MEIOS POROSOS ANISOTRÓPICOS 3 a 6 de outubro de 0 Univeridade Federal Rural do Rio de Janeiro Univeridade Severino Sombra aoura RJ ESTUDOS EXPERIMENTIS SOBRE LIÇÃO DS PROPRIEDDES DE FLUIDOS DE PERFURÇÃO EM MEIOS POROSOS NISOTRÓPICOS.

Leia mais

Estrutura geral de um sistema com realimentação unitária negativa, com um compensador (G c (s) em série com a planta G p (s).

Estrutura geral de um sistema com realimentação unitária negativa, com um compensador (G c (s) em série com a planta G p (s). 2 CONTROLADORES PID Introdução Etrutura geral de um itema com realimentação unitária negativa, com um compenador (G c () em érie com a planta G p (). 2 Controladore PID 2. Acção proporcional (P) G c ()

Leia mais

Uma avaliação crítica da proposta de conversibilidade plena do Real XXXII Encontro Nacional de Economia - ANPEC 2004, Natal, dez 2004

Uma avaliação crítica da proposta de conversibilidade plena do Real XXXII Encontro Nacional de Economia - ANPEC 2004, Natal, dez 2004 Uma avaliação crítica da proposta de conversibilidade plena do Real XXXII Encontro Nacional de Economia - ANPEC 2004, Natal, dez 2004 Fernando Ferrari-Filho Frederico G. Jayme Jr Gilberto Tadeu Lima José

Leia mais

R. IP CA(t=1)= IP CA(t=2)= A inação é: IP CA(t=2) IP CA(t=1) IP CA(t=1)

R. IP CA(t=1)= IP CA(t=2)= A inação é: IP CA(t=2) IP CA(t=1) IP CA(t=1) Gabarito - Lita 1 - Introdução à Economia 2 - FCE/UERJ - 2016.2 1 - Explique por que o PIB real, e não o PIB nominal, deve er uado como medida de renda. 2 - Conidere uma economia com doi ben: carro e computadore.

Leia mais

EXPERIÊNCIA 7 CONVERSORES PARA ACIONAMENTO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS

EXPERIÊNCIA 7 CONVERSORES PARA ACIONAMENTO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS FACULDADE DE ENGENHARIA ELÉTRICA E DE COMPUTAÇÃO - UNICAMP EE-832 - LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA INDUSTRIAL EXPERIÊNCIA 7 CONVERSORES PARA ACIONAMENTO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS 7. Introdução A máquina de corrente

Leia mais

CURSO DE ENGENHARIA DO AMBIENTE FÍSICA E QUÍMICA DA ATMOSFERA

CURSO DE ENGENHARIA DO AMBIENTE FÍSICA E QUÍMICA DA ATMOSFERA CURSO DE ENGENHARIA DO AMBIENE FÍSICA E QUÍMICA DA AMOSFERA Ano Lectivo 2004/2005 Época Epecial: 17/10/2005 I (4.8 valore) Atribua a cada uma da afirmaçõe eguinte, em jutificar, uma da claificaçõe: Verdadeiro

Leia mais

Compensadores. Controle 1 - DAELN - UTFPR. Os compensadores são utilizados para alterar alguma característica do sistema em malha fechada.

Compensadores. Controle 1 - DAELN - UTFPR. Os compensadores são utilizados para alterar alguma característica do sistema em malha fechada. Compenadore 0.1 Introdução Controle 1 - DAELN - UTFPR Prof. Paulo Roberto Brero de Campo O compenadore ão utilizado para alterar alguma caracterítica do itema em malha fechada. 1. Avanço de fae (lead):

Leia mais

Fotografando o Eclipse Total da Lua

Fotografando o Eclipse Total da Lua Fotografando o Eclipe Total da Lua (trabalho apreentado para o Mueu de Atronomia e Ciência Afin) http://atrourf.com/diniz/artigo.html Autor: Joé Carlo Diniz (REA-BRASIL) "Você pode e deve fotografar o

Leia mais

PROCEDIMENTO DE MERCADO AM.04 Cálculo de Votos e Contribuição

PROCEDIMENTO DE MERCADO AM.04 Cálculo de Votos e Contribuição PROCEDIMENTO DE MERCADO AM.04 Cálculo de Voto e Contribuição Reponável pelo PM: Acompanhamento do Mercado CONTROLE DE ALTERAÇÕES Verão Data Decrição da Alteração Elaborada por Aprovada por PM AM.04 - Cálculo

Leia mais

6.2.1 Prescrições gerais

6.2.1 Prescrições gerais CAPÍTULO 6.2 PRESCRIÇÕES RELATIVAS AO FABRICO E AOS ENSAIOS SOBRE OS RECIPIENTES SOB PRESSÃO, AEROSSÓIS, RECIPIENTES DE BAIXA CAPACIDADE CONTENDO GÁS (CARTUCHOS DE GÁS) E CARTUCHOS DE PILHAS DE COMBUSTÍVEL

Leia mais

ESTUDO DE GEOMARKETING

ESTUDO DE GEOMARKETING ESTUDO DE GEOMARKETING Aplicabilidade no egmento de Franquia O etudo de Geomarketing permite avaliar o ponto de venda exitente da rede em etudo e poibilita apontar nova oportunidade de negócio em comprometer

Leia mais

Programa de Formação Técnica Continuada. Categoria de Emprego para Motores CA / CC

Programa de Formação Técnica Continuada. Categoria de Emprego para Motores CA / CC Programa de Formação Técnica Continuada Categoria de Emprego para Motore CA / CC Índice.Introdução.... Chave manuai etrela triângulo.... O motore.... Motore de indução tipo gaiola.... Motore de indução

Leia mais

2 Introdução à Fluorescência

2 Introdução à Fluorescência 2 Introdução à luorecência 2. O fenômeno da fluorecência Luminecência é a emião de luz por alguma ubtância, ocorrendo a partir de etado eletrônico excitado. Para ecrever ee capítulo conultamo principalmente

Leia mais

METODOLOGIA DE PROJETO DE FILTROS DE SEGUNDA ORDEM PARA INVERSORES DE TENSÃO COM MODULAÇÃO PWM DIGITAL

METODOLOGIA DE PROJETO DE FILTROS DE SEGUNDA ORDEM PARA INVERSORES DE TENSÃO COM MODULAÇÃO PWM DIGITAL METODOLOGIA DE PROJETO DE FILTROS DE SEGUNDA ORDEM PARA INVERSORES DE TENSÃO COM MODULAÇÃO PWM DIGITAL Leandro Michel * Robinon F. de Camargo * michel@ieee.org robinonfc@bol.com.br Fernando Botterón *

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO DOS PARÂMETROS ELÉTRICOS DE UM MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA

IDENTIFICAÇÃO DOS PARÂMETROS ELÉTRICOS DE UM MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA Anai do 12 O Encontro de Iniciação Científica e Pó-Graduação do ITA XII ENCITA / 26 Intituto Tecnológico de Aeronáutica São Joé do Campo SP Brail Outubro 16 a 19 26 IDENTIFICAÇÃO DOS PARÂMETROS ELÉTRICOS

Leia mais

ANÁLISE DOS RESULTADOS BIÓTICOS E ABIÓTICOS DA RESTAURAÇÃO DA MATA CILIAR DE NASCENTE UTILIZANDO TÉCNICAS DE NUCLEAÇÃO

ANÁLISE DOS RESULTADOS BIÓTICOS E ABIÓTICOS DA RESTAURAÇÃO DA MATA CILIAR DE NASCENTE UTILIZANDO TÉCNICAS DE NUCLEAÇÃO 164 ANÁLISE DOS RESULTADOS BIÓTICOS E ABIÓTICOS DA RESTAURAÇÃO DA MATA CILIAR DE NASCENTE UTILIZANDO TÉCNICAS DE NUCLEAÇÃO Carla Tiemi Fukumoto; Renata Ribeiro de Araújo. Engenharia Ambiental. Departamento

Leia mais

Correlação entre Termos de Troca e Preços Internacionais de Commodities

Correlação entre Termos de Troca e Preços Internacionais de Commodities Correlação entre Termos de Troca e Preços Internacionais de Commodities Os termos de troca no comércio exterior são definidos pela relação entre os preços das exportações de um país e os das suas importações.

Leia mais

Qualidade da gestão de medicamentos em hospitais públicos*

Qualidade da gestão de medicamentos em hospitais públicos* Qualidade da getão de medicamento em hopitai público* André Gutavo Gadelha Mavignier de Noronha** Djalma Freire Borge*** S UMÁRIO: 1. Introdução; 2. Metodologia; 3. Reultado; 4. Concluão. S UMMARY: 1.

Leia mais

Resolução de Equações Diferenciais Ordinárias por Série de Potências e Transformada de Laplace

Resolução de Equações Diferenciais Ordinárias por Série de Potências e Transformada de Laplace Reolução de Equaçõe Diferenciai Ordinária por Série de Potência e Tranformada de Laplace Roberto Tocano Couto rtocano@id.uff.br Departamento de Matemática Aplicada Univeridade Federal Fluminene Niterói,

Leia mais

a medicina de família e comunidade, a atenção primária à saúde e o ensino de graduação Recomendações & Potencialidades

a medicina de família e comunidade, a atenção primária à saúde e o ensino de graduação Recomendações & Potencialidades a medicina de família e comunidade, a atenção primária à aúde e o enino de graduação Recomendaçõe & Potencialidade organizadore e autore Maria Inez Padula Anderon 1, Marcelo Demarzo 2, Ricardo Donato Rodrigue

Leia mais

Simplified method for calculation of solid slabs supported on flexible beams: validation through the non-linear analysis

Simplified method for calculation of solid slabs supported on flexible beams: validation through the non-linear analysis Teoria e Prática na Engenharia Civil, n.14, p.71-81, Outubro, 2009 Método implificado para cálculo de laje maciça apoiada em viga fleívei: validação por meio da análie não linear Simplified method for

Leia mais

Associação de Professores de Matemática PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DO EXAME DE MATEMÁTICA APLICADA ÀS CIÊNCIAS SOCIAIS (PROVA 835) 2013 2ªFASE

Associação de Professores de Matemática PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DO EXAME DE MATEMÁTICA APLICADA ÀS CIÊNCIAS SOCIAIS (PROVA 835) 2013 2ªFASE Aociação de Profeore de Matemática Contacto: Rua Dr. João Couto, n.º 7-A 1500-36 Liboa Tel.: +351 1 716 36 90 / 1 711 03 77 Fax: +351 1 716 64 4 http://www.apm.pt email: geral@apm.pt PROPOSTA DE RESOLUÇÃO

Leia mais

Modelagem Matemática e Simulação computacional de um atuador pneumático considerando o efeito do atrito dinâmico

Modelagem Matemática e Simulação computacional de um atuador pneumático considerando o efeito do atrito dinâmico Modelagem Matemática e Simulação computacional de um atuador pneumático coniderando o efeito do atrito dinâmico Antonio C. Valdiero, Carla S. Ritter, Luiz A. Raia Depto de Ciência Exata e Engenharia, DCEEng,

Leia mais

Equações Diferenciais (GMA00112) Resolução de Equações Diferenciais por Séries e Transformada de Laplace

Equações Diferenciais (GMA00112) Resolução de Equações Diferenciais por Séries e Transformada de Laplace Equaçõe Diferenciai GMA Reolução de Equaçõe Diferenciai por Série e Tranformada de Laplace Roberto Tocano Couto tocano@im.uff.br Departamento de Matemática Aplicada Univeridade Federal Fluminene Niterói,

Leia mais

SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS DE CONTROLADORIA EM ORGÃOS PÚBLICOS: UM ESTUDO NOS MUNICÍPIOS MATOGROSSENSES DA REGIÃO SUDOESTE

SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS DE CONTROLADORIA EM ORGÃOS PÚBLICOS: UM ESTUDO NOS MUNICÍPIOS MATOGROSSENSES DA REGIÃO SUDOESTE SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS DE CONTROLADORIA EM ORGÃOS PÚBLICOS: UM ESTUDO NOS MUNICÍPIOS MATOGROSSENSES DA REGIÃO SUDOESTE Autoria: Marco Antonio de Souza, Aldo Céar da Silva Ortiz, Lauro Brito

Leia mais

Uma proposição de política cambial para a economia brasileira +

Uma proposição de política cambial para a economia brasileira + Uma proposição de política cambial para a economia brasileira + Fernando Ferrari Filho * e Luiz Fernando de Paula ** A recente crise financeira internacional mostrou que a estratégia nacional para lidar

Leia mais

P R O J E T O. Arte. Pneus

P R O J E T O. Arte. Pneus P R O J E T O Arte em C NSCIÊNCIA Promovendo a concientização ecológica utilizando como ferramenta a arte e o ecodeign, criando produto e artefato a partir de reíduo ólido de póconumo (pneu uado) como

Leia mais

Usos do Orkut O Movimento Heavy Metal e o BuddyPoke Enquanto Expressão de Subjetividade e de Identificação 1

Usos do Orkut O Movimento Heavy Metal e o BuddyPoke Enquanto Expressão de Subjetividade e de Identificação 1 Uo do Orkut O Movimento Heavy Metal e o BuddyPoke Enquanto Expreão de Subjetividade e de Identificação 1 Élida Fabiani Morai de CRISTO; Haroldo França REBOUÇAS Neto; Jacklene de Souza CARRÉRA; Keila Marina

Leia mais

Figura 3.1 - Curva granulométrica por peneiramento e sedimentação de uma amostra de solo residual (Minas de calcáreo Caçapava do Sul)

Figura 3.1 - Curva granulométrica por peneiramento e sedimentação de uma amostra de solo residual (Minas de calcáreo Caçapava do Sul) Nota de Aula - Mecânica do Solo 23 UNIDADE 3 GRANULOMETRIA DOS SOLOS 3.1 Introdução Todo o olo, em ua fae ólida, contêm partícula de diferente tamanho em proporçõe a mai variada. A determinação do tamanho

Leia mais

EDUARDO VIDAL VIOLA PRONOMES PESSOAIS E MARCADORES DE PESSOAS NAS LÍNGUAS AMERÍNDIAS

EDUARDO VIDAL VIOLA PRONOMES PESSOAIS E MARCADORES DE PESSOAS NAS LÍNGUAS AMERÍNDIAS EDUARDO VIDAL VIOLA PRONOMES PESSOAIS E MARCADORES DE PESSOAS NAS LÍNGUAS AMERÍNDIAS CAMPINAS, 2015 i ii UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS INSTITUTO DE ESTUDOS DA LINGUAGEM EDUARDO VIDAL VIOLA PRONOMES

Leia mais

6. Moeda, Preços e Taxa de Câmbio no Longo Prazo

6. Moeda, Preços e Taxa de Câmbio no Longo Prazo 6. Moeda, Preços e Taxa de Câmbio no Longo Prazo 6. Moeda, Preços e Taxa de Câmbio no Longo Prazo 6.1. Introdução 6.2. O Princípio da Neutralidade da Moeda 6.3. Taxas de Câmbio Nominais e Reais 6.4. O

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO DE ESTUDO DE ANÁLISE E TÉCNICAS DE SISTEMAS DE POTÊNCIA CA E CC - GAT

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO DE ESTUDO DE ANÁLISE E TÉCNICAS DE SISTEMAS DE POTÊNCIA CA E CC - GAT XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Verão.0 22 a 25 Novembro de 2009 Recife PE GRUPO IV GRUPO DE ESTUDO DE ANÁLISE E TÉCNICAS DE SISTEMAS DE POTÊNCIA CA E CC GAT

Leia mais

GERAÇÃO DE SINAIS DE REFERÊNCIA PARA TRANSMISSORES DE TELEVISÃO RODRIGO OTÁVIO ROCHA CARDOSO

GERAÇÃO DE SINAIS DE REFERÊNCIA PARA TRANSMISSORES DE TELEVISÃO RODRIGO OTÁVIO ROCHA CARDOSO GERAÇÃO DE SINAIS DE REFERÊNCIA PARA TRANSMISSORES DE TELEVISÃO RODRIGO OTÁVIO ROCHA CARDOSO Diertação apreentada ao Intituto Nacional de Telecomunicaçõe, como parte do requiito para obtenção do Título

Leia mais

ÍNDICE. 03 Desenvolvimento do Corpo Acadêmico Laureate. 10 Laureate Languages. 14 Produtos da Marca Laureate. 18 Melhores Práticas Laureate

ÍNDICE. 03 Desenvolvimento do Corpo Acadêmico Laureate. 10 Laureate Languages. 14 Produtos da Marca Laureate. 18 Melhores Práticas Laureate ÍNDICE 03 Deenvolvimento do Corpo Acadêmico Laureate 10 Laureate Language 14 Produto da Marca Laureate 18 Melhore Prática Laureate MY.LAUREATE.NET 3 Promovendo a Excelência de Enino Como Melhorar o Enino

Leia mais

10º FÓRUM DE ECONOMIA. Política Cambial, Estrutura Produtiva e Crescimento Econômico: fundamentos teóricos e evidências empíricas para o Brasil

10º FÓRUM DE ECONOMIA. Política Cambial, Estrutura Produtiva e Crescimento Econômico: fundamentos teóricos e evidências empíricas para o Brasil 10º FÓRUM DE ECONOMIA Política Cambial, Estrutura Produtiva e Crescimento Econômico: fundamentos teóricos e evidências empíricas para o Brasil Eliane Araújo São Paulo, 01 de outubro de2013 Objetivos Geral:

Leia mais

Vestibular 2013 2 a fase Gabarito Física

Vestibular 2013 2 a fase Gabarito Física etibular 203 2 a fae Gabarito Fíica Quetão 0 (alor: 5 ponto) Cálculo da variação da quantidade de movimento A velocidade inicial no momento do impacto erá a velocidade final da queda Aplicando conervação

Leia mais

PRE/OO UM PROCESSO DE REENGENHARIA ORIENTADA A OBJETOS

PRE/OO UM PROCESSO DE REENGENHARIA ORIENTADA A OBJETOS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO PRE/OO UM PROCESSO DE REENGENHARIA ORIENTADA A OBJETOS COM ÊNFASE NA GARANTIA

Leia mais

Análise de Sensibilidade de Anemômetros a Temperatura Constante Baseados em Sensores Termo-resistivos

Análise de Sensibilidade de Anemômetros a Temperatura Constante Baseados em Sensores Termo-resistivos UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO CENTRO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE ELETRICIDADE Análie de Senibilidade de Anemômetro a Temperatura Contante Baeado em Senore Termo-reitivo

Leia mais

GABARITO NÍVEL III. Questão 1) As Leis de Kepler.

GABARITO NÍVEL III. Questão 1) As Leis de Kepler. SOCIEDADE ASTONÔMICA BASILEIA SAB IV Olimpíada Braileira de Atronomia IV OBA - 001 Gabarito da Prova de nível III (para aluno do enino médio) GABAITO NÍVEL III Quetão 1) A Lei de Kepler. Johanne Kepler,

Leia mais

BA.02: Vírus e Reino Monera BIOLOGIA

BA.02: Vírus e Reino Monera BIOLOGIA BA.02: Víru e Reino Monera ATIVIDADES 1. (CEFET) O víru podem er incluído na categoria do ere vivo por: a) erem contituído por proteína. b) reproduzirem-e por ciiparidade. c) crecerem por jutapoição de

Leia mais

Intruçõe Breve Verão 1 0 junho 2005 INSTRUÇÕES APENAS PARA PESSOAL QUALIFICADO APERTO DO CONJUNTO DE SUPORTES AVISO: O funcionamento da ua coluna como componente de um itema upeno pode potencialmente expor

Leia mais

Projeto Visita Virtual e Videoconferência Judicial

Projeto Visita Virtual e Videoconferência Judicial Projeto Viita Virtual e Videoconferência Judicial Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN) Minitério da Jutiça Ete projeto naceu de uma parceria entre o Departamento Penitenciário Nacional e a Defenoria

Leia mais

INQUÉRITO - PROJECTO DE TUTORIA A ESTUDANTES ERAMUS OUT

INQUÉRITO - PROJECTO DE TUTORIA A ESTUDANTES ERAMUS OUT INQUÉRITO - PROJECTO DE TUTORIA A ETUDANTE ERAMU OUT Dede já, agradecemo a ua participação neta nova etapa do Projecto de Tutoria a Etudante ERAMU verão OUT. Com ete inquérito, pretendemo dar a conhecer

Leia mais

METAS PARA A INFLAÇÃO, INTERVENÇÕES ESTERILIZADAS E SUSTENTABILIDADE FISCAL

METAS PARA A INFLAÇÃO, INTERVENÇÕES ESTERILIZADAS E SUSTENTABILIDADE FISCAL METAS PARA A INFLAÇÃO, INTERVENÇÕES ESTERILIZADAS E SUSTENTABILIDADE FISCAL Aluno: Carolina Machado Orientador: Márcio G. P. Garcia Introdução A liquidez abundante no mercado financeiro internacional e

Leia mais

CRECHE COMUNITARIA PINGO DE GENTE AV.Senador Levindo Coelho 130 Tirol CEP.30662-290 CNPJ: 21508312.0001/80

CRECHE COMUNITARIA PINGO DE GENTE AV.Senador Levindo Coelho 130 Tirol CEP.30662-290 CNPJ: 21508312.0001/80 ORGANIZAÇÃO PROPONENTE: CRECHE COMUNITARIA PINGO DE GENTE PROJETO : CUIDANDO EDUCANDO E CONSTRUINDO CIDADÃOS DO FUTURO. LINHA PROGRAMÁTICA DO PROJETO Creche, Educação Infantil, Socialização,Garantia de

Leia mais

Projeto Pedagógico. Engenharia de Produção. Bacharelado

Projeto Pedagógico. Engenharia de Produção. Bacharelado Projeto Pedagógico Engenharia de Produção Bacharelado Americana 2015 LICEU CORAÇÃO DE JESUS Intituição Mantenedora Prof. M. P. Joé Adão Rodrigue da Silva Preidente CENTRO UNIVERSITÁRIO SALESIANO DE SÃO

Leia mais

Análise da viabilidade econômica de um sistema silvipastoril com eucalipto para a Zona da Mata de Minas Gerais 1

Análise da viabilidade econômica de um sistema silvipastoril com eucalipto para a Zona da Mata de Minas Gerais 1 Análie da viabilidade econômica de um itema ilvipatoril... 107 Análie da viabilidade econômica de um itema ilvipatoril com eucalipto para a Zona da Mata de Mina Gerai 1 Economic viability analyi of a ilvopatoral

Leia mais

Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho - Campus de Araraquara.

Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho - Campus de Araraquara. Univeridade Paulita Júlio de Mequita Filho - Campu de Araraquara. P Credenciamento do curo de po-graduação em Odontologia, com área de concentração em Dentítica Retauradora, a nível de metrado. Virgínio

Leia mais

Gestão de Recursos em Redes com Suporte de Qualidade de Serviço

Gestão de Recursos em Redes com Suporte de Qualidade de Serviço Univeridade de Aveiro Departamento de Electrónica e Telecomunicaçõe, 2003 Suana Iabel Barreto de Miranda Sargento Getão de Recuro em Rede com Suporte de Qualidade de Serviço Tee apreentada à Univeri dade

Leia mais