EFEITOS DO COMÉRCIO INTERNACIONAL SOBRE A PRODUTIVIDADE: A EVIDENCIA EMPIRICA PARA O NORDESTE BRASILEIRO UTILIZANDO VETORES AUTOREGRESSIVOS (VAR).

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "EFEITOS DO COMÉRCIO INTERNACIONAL SOBRE A PRODUTIVIDADE: A EVIDENCIA EMPIRICA PARA O NORDESTE BRASILEIRO UTILIZANDO VETORES AUTOREGRESSIVOS (VAR)."

Transcrição

1 EFEITOS DO COMÉRCIO INTERNACIONAL SOBRE A PRODUTIVIDADE: A EVIDENCIA EMPIRICA PARA O NORDESTE BRASILEIRO UTILIZANDO VETORES AUTOREGRESSIVOS (VAR). Jocildo Fernandes Bezerra 1 Professor do Deparameno de Economia da Universidade Federal de Pernambuco. Douor pelo Insiuo de pesquisas Econômicas da USP. Av. dos Economisas s/n, Cidade Universiária, CEP fone/fax: Ricardo Chaves Lima Professor do Deparameno de Economia da Universidade Federal de Pernambuco. Douor pela Universidade do Tennessee, EUA. Av. dos Economisas s/n, Cidade Universiária, CEP fone/fax: Área de Ineresse: Economia Regional (Área I) Palavras Chaves: Produividade, Aberura Comercial, Veores Auorregressivos. 1 Os auores regisram e agradecem a valiosa colaboração do esudane de graduação do Curso de Economia da UFPE, bolsisa do PET (Programa de Educação Tuorial), ANDRÉ DE SOUZA MELO, que fez as arefas de raameno e processameno dos dados.

2 EFEITOS DO COMÉRCIO INTERNACIONAL SOBRE A PRODUTIVIDADE: A EVIDENCIA EMPIRICA PARA O NORDESTE BRASILEIRO UTILIZANDO VETORES AUTOREGRESSIVOS (VAR). RESUMO: Ese rabalho uiliza dados anuais da economia do Nordese e dados mensais da indusria desa mesma região, usando diferenes écnicas esaísicas e conceios alernaivos de aberura, para esar a relação enre produividade e comércio inernacional. Aos dados com periodicidade anual são aplicadas regressões com variáveis de conrole para raar com evenuais problemas de endogeneidade e simulaneidade. Aos dados mensais é aplicada a écnica de Auoregressão Veorial (VAR). Em ambos os casos, os resulados obidos sugerem que os efeios sobre a produividade auam como um fenômeno de ofera. Confirma-se, porano, um comporameno compaível com a hipóese do produciviy-led growh, em lugar do expor-led growh. Desse modo, uma políica de crescimeno para o Nordese deveria privilegiar os faores de esímulo direo à produividade, a exemplo da pesquisa, da educação e da infra-esruura; ao invés de esímulos direos à exporação. ABSTRACT: This paper uses Brazilian norheasern economy annual daa, and he region s indusry s monhly daa, wih differen saisical mehods and alernaive economic openness conceps, o es he relaionship beween produciviy and inernaional rade. Linear regressions are applied o he annual daa model, inroducing conrol variables o cope wih problems of endogeneiy and simulaneiy, and a vecor auoregression (VAR) analysis is applied o he monhly daa se. In boh cases, he resuls suggesed he effecs over produciviy as a supply phenomenon. Hence, confirming a behavior in accordance wih he produciviy-led growh hypohesis, insead of supporing he expor-led growh hypohesis. Therefore, a growh policy designed o he Brazilian norheasern region should favor produciviy direc moivaion facors such as research and developmen, educaion, and infra-srucure; as opposing o direc expor simulus.

3 INTRODUÇÃO. Um fao impressionane, repeidamene confirmado pelos pesquisadores e pelas insiuições regionais de desenvolvimeno, que preocupa as lideranças políicas e empresariais, e a sociedade em geral, do Nordese, é a paricipação declinane da economia regional, nas ulimas quaro ou cinco décadas, no Produo Inerno Bruo (PIB) da economia brasileira. O gráfico 1 mosra as paricipações dos PIBs das Regiões Nordese, Sul e Cenro-Oese no PIB brasileiro, no período 1939 a 2002, permiindo observar que a conribuição do Nordese é claramene mais insável e apresena endência de longo prazo decrescene, caindo de 16% em 1939 para algo como 12% em 2000, conrariamene ao que aconece com as demais regiões incluídas no gráfico, sobreudo o Cenro-Oese cuja linha de endência avança para alcançar a do Nordese. GRÁFICO 1 NORDESTE, SUL E CENTRO-OESTE: PARTICIPAÇÕES DOS PIBs REGIONAIS NO PIB BRASILEIRO -1939/2002 2,00E-01 1,80E-01 1,60E-01 1,40E-01 1,20E-01 % 1,00E-01 8,00E-02 6,00E-02 4,00E-02 2,00E-02 0,00E Fone de dados:ibge ANO NE SUL CENTRO OESTE O desempenho relaivo da economia nordesina, mosrado no gráfico 1, reflee o que aconeceu com o crescimeno do PIB, nessa região, em comparação com o do Brasil, em vários inervalos do período considerado, sobreudo a parir da década de 50, conforme mosra a abela 1. Das cinco décadas consideradas nessa abela, em apenas duas delas, os anos 70 e 80, a região apresenou crescimeno acumulado expressivamene mais alo do que o do Brasil. Nas demais, esse crescimeno ou foi subsancialmene menor do que o da economia nacional, ou, a exemplo da década de 90, aproximadamene igual. Esse é o fenômeno que em deerminado a endência

4 decrescene da paricipação do PIB do Nordese no PIB do País e em manido a região em permanene esado de pobreza. TABELA 1. Nordese e Brasil: Taxas de Crescimeno, do PIB REAL, Acumuladas em Períodos Selecionados. Período Nordese - % Brasil - % 1950/ ,44 104, / ,70 82, / ,00 128, / ,0 17,0 1990/ ,50 31,87 FONTE: Bezerra, (2005, p. 24). Duas quesões se colocam diane desse cenário: (i) O que explica essa fragilidade de longo prazo da economia nordesina, e, (ii) Como esse fenômeno pode ser reverido. Com respeio à primeira indagação, as análises mais exausivas, e, ambém, mais auorizadas, aponam o anacronismo da esruura produiva como a causa mais imporane. Nese aspeco, pelo menos rês rabalhos recenes podem ser ciados. O primeiro deles, produzido pelo GTI 2 (2003, p. 21), se repora ao assuno da seguine forma: Em sua expressão meramene econômica, a base produiva regional igualmene reraa, em ermos comparaivos com a média do País e, sobreudo, com a média das regiões economicamene mais avançadas, uma baixa produividade. A conseqüência é reduzida capacidade compeiiva, dificuldade para promover inovações nos processos produivos e de garanir nível adequado de remuneração para o rabalhador. Traando sobre a quesão das disparidades regionais, a CNI (2002, p. 70), conclui que as regiões de menor desempenho econômico regisram grande dependência de ransferências de recursos públicos, com o peso da adminisração pública no PIB bem mais elevado que no resane do País 3. Mosram uma esruura pouco diversificada, com a predominância de aividades de caráer exraivo ou apoiadas na indúsria de produos básicos e da base alimenar, padecendo, na maioria das vezes, de condições de compeiividade pouco adequadas à sua inegração no mercado nacional. (Grifo nosso). 2 GTI - Grupo de Trabalho Inerminiserial Para a Recriação da Sudene. 3 A ese respeio, observe-se que a paricipação da adminisração pública na formação do PIB do seor serviços na região se elevou de 15% em 1985 para 24% em Bezerra, (2005, P.21).

5 Finalmene, Albuquerque (2002, p.89), referindo-se ao assuno em quesão, diz: Refleindo a esruura produiva regional, inclusive a da indúsria de ransformação, as exporações do Nordese para o exerior concenram-se em pequeno número de bens pouco inensivos em conhecimeno e ecnologia. Pelas observações acima, conclui-se, respondendo à segunda quesão colocada aneriormene, que o objeivo cenral de qualquer políica econômica dirigida ao Nordese deve ser o da modernização da base produiva. Mas o conceio de modernização em si é muio amplo e de difícil apreensão, devendo, pois, ser subsiuído por ouro que lhe corresponda e que seja mais resriivo e, principalmene, mensurável. Na lieraura especializada, o subsiuo naural para o conceio de modernização é o conceio de elevação, ou crescimeno, da produividade. Os efeios da modernização se refleem no nivel e/ou no crescimeno da produividade, e é nesa, porano, que se deve buscar compreender aquela. Segundo Tybou (1992, pp. 189, 191), o crescimeno da produividade não é o reflexo de um deslocameno de forma ordenada da função de produção da firma ípica, mas de um processo gradual de difusão ecnológica, envolvendo aprendizado, inovação, invesimeno, subsiuição de empresas ineficienes por unidades produivas eficienes, em fim, um fenômeno de modernização. Enre os diversos meios de induzir um fenômeno dessa naureza, a lieraura em desacado o comercio inernacional, que influencia a produividade, e, porano, o crescimeno, aravés, enre ouros, dos seguines canais: elevação do nível médio de eficiência écnica, redução da dispersão da eficiência écnica enre empresas e redução do amanho da unidade produiva. (Tibou, 1992, p. 189). Tendo em visa a moivação exposa aé ese pono, o objeivo dese rabalho é examinar o efeio do comercio inernacional, aravés da produividade, sobre o crescimeno da economia do Nordese. Segundo Bosworh e Collins (2003, P. 2), os principais canais por onde os diversos deerminanes do crescimeno se manifesam são a acumulação e a produividade. Do mesmo modo, para Helpman (2004, p. 55), a produividade em papel expressivo no crescimeno, explicando mais da meade da variação da renda percapia enre países e influenciando bem mais ainda as axas de crescimeno da renda percapia. Porano, para se enender o crescimeno deve-se explorar as fones das mudanças na produividade e uma dessas fones é o comércio inernacional (Alcalá e Ciccone (2004)). Muias são as proposas para a modernização da economia regional, veiculadas em rabalhos e em debaes, enre elas a melhoria da base cienifica e ecnológica, a consrução de uma infraesruura física, a reomada dos programas de incenivos fiscais, a melhoria da qualidade da educação, o esimulo ao desenvolvimeno cienífico e ecnológico, ec. Todas são obviamene imporanes, mas dependem da ransferência de recursos públicos (ou aravés das parcerias publico-privadas). O incenivo à maior aberura da região ao comércio inernacional pode valerse do próprio esoque de capial já exisene, sobreudo das empresas privadas, e ambém de programas já em implemenação, a exemplo daqueles adminisrados pela Agencia de Promoção

6 de Exporações do Brasil - APEX. Ademais, a idéia é oporuna ambém porque o Brasil apóia seu crescimeno, aualmene, num modelo exporador. Ese rabalho uiliza dados anuais da economia do Nordese e dados mensais da indusria regional, valendo-se de diferenes écnicas esaísicas e de diferenes conceios de aberura, para esar a relação enre crescimeno da produividade e comércio inernacional. Aos dados agregados, de periodicidade anual, são aplicadas regressões, com variáveis de conrole para raar com evenuais problemas de endogeneidade e simulaneidade, e aos dados mensais, da indusria, é aplicada a écnica Vecor Auoregression (VAR). Em ambos os casos, os resulados obidos parecem confirmar os efeios sobre a produividade como um fenômeno de ofera, iso é, de acordo com a hipóese do produciviy - led growh, em lugar do expor - led growh. Desse modo, uma políica de crescimeno para o Nordese deveria privilegiar os faores de esímulo direo à produividade, a exemplo da pesquisa, da educação e da infra-esruura, ao invés de esímulos à exporação. Usar dados da indusria para esse ese é imporane porque esse seor, no Brasil, e em paricular no Nordese, foi o mais exposo ao processo de aberura da economia desde o início dos anos 90. O uso do VAR permie esimar os efeios do grau de aberura sobre a produividade e vice-versa. Iso é imporane porque os analisas êm ressalado, cada vez mais, que a paricipação no comércio depende, criicamene, da compeiividade. (Porer, 1990; Krugman, 1980; Fairbanks e Lindsay, 2000). Assim, na medida em que o comércio melhora a produividade, esa reforça o comércio, sobreudo aravés do que se em denominado vanagem comparaiva criada 4. Esa é, ambém, a essência do modelo de Kaldor (1970), formalizado em Dixon and Thirlwall (1975) 5. O pono mais imporane, no enano, é o de que a consaação do senido da causalidade em implicações decisivas para a políica econômica. Ela informa se a políica deve se dirigir para esimular as exporações ou os deerminanes da produividade, ais como a educação, a pesquisa, a infra-esruura, ec. O rabalho esá dividido em seis pares incluindo esa inrodução. Na segunda pare, faz-se uma revisão da lieraura relaiva ao assuno, na erceira pare comena-se sobre os rabalhos que fizeram aplicação dos modelos, Iso é, sobre a evidencia empírica, desacando as suas resrições operacionais; na quara pare é oferecida uma explicação sobre os dados; em seguida, na quina pare, implemena-se o modelo e explicam-se os resulados; finalmene, na sexa pare, lisam-se as conclusões e sugesões. 2. REVISÃO DA LITERATURA SOBRE COMÉRCIO E PRODUTIVIDADE Comércio e nível de produividade. A idéia de que o comércio afea a aividade econômica e, porano, o nível de produividade, remona a Adam Smih com a sua ese do ven for surplus. Nesse caso, a exisência de faores ociosos, erra e rabalho, permie, em presença do comércio, a uilização produiva desses recursos. Mas, na verdade, o pensameno clássico, e neoclássico subseqüene, supera a idéia da 4 Veja-se, a respeio, Méier (1995, P. 458) 5 Veja-se Nesse (2004, P. 146)

7 necessidade de faores ociosos, avança para a ese da realocação dos faores, no caso das vanagens comparaivas, e alcança o eságio mais avançado dos efeios dinâmicos em que há mudanças nas funções de produção e, porano, crescimeno da produividade 6. Bem assim, a eoria da base primária de exporação ambém prevê a ocorrência de ganhos esáicos de produividade, na medida em que o progresso do seor exporador, puxado pela demanda, se difunde pelo resane da economia, criando uilização produiva para os faores de produção em ouros seores 7. Argumenos mais recenes na direção de ligar o comércio ao nível de produividade, enfaizam os seguines aspecos 8 : (i) os reornos ao esforço empresarial aumenam com a exposição à concorrência inernacional; (ii) os reornos crescenes, causados pela ampliação do mercado quando o país enra no comércio inernacional. 9 Finalmene, Yaple (2004, P. 11) rabalha com um modelo, em que há heerogeneidade de firmas, com o qual reproduz muios dos faos esilizados relaivos à aparene superioridade das firmas que se engajam no comercio inernacional, comparado às que produzem apenas para o mercado inerno, com implicações sobre o nível observado de produividade Comércio e axa de crescimeno da produividade. A percepção de que o comércio inernacional influencia a axa de crescimeno da produividade, e não apenas o seu nível, já se enconra nas primeiras formulações da hipóese radicional do crescimeno liderado pela exporação (expor-led growh), por exemplo, em Beckerman (1965) e Kaldor (1970). O raciocínio se desenvolve da seguine maneira: Para uma pequena economia a demanda exerna permie explorar as economias de escala e orna as firmas domésicas compeiivas em nível inernacional. Iso esimula o crescimeno da produividade e baixa o salário (desde que não seja oalmene indexado à produividade). O cuso salarial mais baixo orna os preços mais compeiivos e aumena a axa de crescimeno das exporações. O esimulo exporador inicial pode induzir um mecanismo de causação cumulaiva no crescimeno da produividade 10. A eoria do desenvolvimeno endógeno empresou uma nova visão, ao raameno do impaco do comércio sobre a produividade, em dois senidos: primeiro, raou a quesão uilizando modelos de equilíbrio geral e, em segundo lugar, colocou a mudança ecnológica no cenro da análise. Iso se observa em Lucas (1988), Romer (1986 e 1990), Rivera Baiz e Romer (1991) e Young (1991) Idem, PP. 459/61 7 Idem, ibd. 8 Tibou (1992, p. 190). 9 Para uma criica a esses argumenos, veja-se Tibou (1992, P. 190) 10 Veja-se Nesse (2004, P. 146) 11 Segundo Nesse (2004) os rabalhos desses auores parecem concordar com a eoria do expor-led growh.

8 Nessa mesma linha de pensameno enconram-se, ainda, Aghion e Howi (1992), Grossman e Helpman (1991). O objeivo cenral dos rabalhos desses auores é analisar o impaco que o comércio inernacional exerce, aravés dos bens inermediários e dos bens finais, sobre o crescimeno de longo prazo. A ecnologia, como elemeno cenral, se difunde incorporada nos insumos inermediários resulanes do esforço de pesquisa e desenvolvimeno. Países que realizam pesquisa e desenvolvimeno (R&D), ransferem para seus parceiros de comércio o benefício de novos e melhores insumos e o impaco sobre as economias imporadoras aparece em, pelo menos, duas formas: (i) o efeio spillover uma espécie de excedene sobre o que o país paga para se beneficiar de uma maior e melhor variedade de insumos; (ii) o conao com insumos especializados, aravés da imporação, pode gerar um melhor conhecimeno sobre o produo final, criando a oporunidade para o país imporador compeir na produção desse bem final 12. Hung, Salomon e Sowerby (2004, P.4) explicam e enconram evidencias dos efeios do comércio inernacional no crescimeno da produividade aravés de quaro canais: economias de escala, compeição, realocação e spillover, sendo que os dois primeiros operam em nível das firmas e os dois úlimos em nível da economia. Finalmene, nesse conexo de equilíbrio geral, é imporane regisrar o rabalho de Kim e Kim (2000) que combina comércio inernacional e capial humano para, aravés de uma maior mobilidade da mão de obra enre seores, vincular a axa de crescimeno da economia à axa de crescimeno do seor da indusria que apresene mais rápido progresso écnico. 3. OS TRABALHOS EMPIRICOS. Nese iem idenificam-se alguns dos mais imporanes rabalhos que esaram a relação enre comércio e produividade em vários países, principalmene nos úlimos dez anos, e, sempre que possível, comenam-se os resulados obidos e as resrições meodológicas aponadas. A absolua maioria dos rabalhos usa regressão com dados de painel para associar comércio inernacional à produividade, sendo esa represenada ora pela razão produo/rabalhador, ora pela produividade oal dos faores (PTF). Hall e Jones (1996, P.24), por exemplo, examinam a relação enre produividade, medida como produo/rabalhador, usando regressão de mínimos quadrados, e um conjuno de faores deerminanes que incluem infra-esruura, variáveis insiucionais, enre ouras, além da aberura ao comércio inernacional, enconrando resulado esaisicamene significane e quaniaivamene imporane, mosrando que a aberura influencia posiivamene a produividade. Edwards (1997), usa nove indicadores alernaivos de aberura para esimar os efeios do comércio sobre a PTF, com dados de painel relaivos a 93 países, consaando a robusez da relação enre aquelas variáveis. Em 17 equações, de um oal de 18 esimadas pelo auor, o coeficiene do indicador de aberura é posiivo e na absolua maioria dos casos é significane. Nas 12 Veja-se Keller, W. (1999, p. 4).

9 palavras do próprio auor: no meu enender os resulados são exraordinários, sugerindo com grande consisência que há uma relação significane e posiiva enre aberura e crescimeno da produividade. Não se pode desprezar o fao de que essa relação foi comprovada para oio medidas diferenes de aberura, cobrindo diferenes amosras e com écnicas alernaivas de esimação 13. Lawrence e Weinsein (1999) esam a ligação enre comércio e crescimeno com o objeivo de explicar o desenvolvimeno dos países do lese asiáico, numa perspeciva inra-seorial da indusria, iso é, considerando os efeios do comércio sobre os diversos ramos da indusria. Esses auores, usando regressões com séries emporais, enconram evidencia de que a aberura favoreceu esses países, sobreudo o Japão, aravés do efeio concorrencial das imporações. Keller (1999) examina a evidencia sobre a relação enre difusão de ecnologia e crescimeno da produividade, em decorrência da imporação de bens inermediários, principalmene equipamenos, nos paises da OCDE. Uiliza um modelo empírico no qual a produividade é associada a uma variedade de insumos inermediários comprados no exerior e empregados na produção domésica e enconra os seguines resulados: (i) os países imporadores se beneficiam mais da pesquisa e desenvolvimeno realizados inernamene em comparação ao que se realiza no exerior; (ii) os padrões de imporações explicam cerca de 20% das variações no crescimeno da produividade enre países. Apesar do resulado expresso no iem (i), o auor acredia que para os países em desenvolvimeno as fones de avanço ecnológico com origem no exerior e ransferidas via imporações são mais significaivas do que aquelas geradas inernamene. Hung, Salomon e Sowerby (2004), realizam eses empíricos da relação enre produividade e aberura, para os Esados Unidos, com regressões uilizando dados de painel e séries emporais, concluindo que o aumeno na concorrência, em virude dos produos imporados, e a realocação de recursos, elevam a produividade da indusria, e, ainda, que os efeios da aberura sobre o crescimeno da produividade são dinâmicos, evoluindo, porano, ao longo do empo RESTRIÇÕES AOS TRABALHOS EMPÍRICOS. São várias as resrições aponadas por diversos auores aos eses empíricos da relação enre produividade e comércio inernacional. Edwards (1997), diz que a despeio dos avanços eóricos no raameno do assuno, os pesquisadores, em geral, êm enconrado dificuldades em gerar índices que represenem adequadamene as políicas de comércio. Rodrik (1995), apona não apenas esse fao, mas ambém o de que a aberura no senido de resrições ao comércio é freqüenemene confundida com os aspecos macroeconômicos do regime de comércio. Nos eses que usam dados de cross-secion de países, a siuação se complica mais ainda pela fala de dados de boa qualidade que permiam a comparação da produividade oal dos faores (PTF). 13 Loc. Ci, p. 14.

10 Nesse(2004), apona que a análise de causalidade enre comércio e produividade, predominanemene uilizando cross-secion de países freqüenemene falham em idenificar os resulados empíricos e os resulados podem, simplesmene, refleir o fao de que as exporações são um componene do PIB e não um elo fundamenal de causalidade. Por esse moivo, ainda segundo aquele auor, o mais apropriado em ermos de écnica de mensuração, é uilizar os novos desenvolvimenos da análise de séries emporais, a exemplo da causalidade de Granger e da coinegração. Essa écnica permie esar a relação enre comércio e produividade, idenificando o grau de auonomia de cada uma das variáveis aravés da aplicação de diferenes eses de exogeneidade. Idenificadas a esabilidade dos parâmeros e o grau de exogeneidade, é possível indicar o ipo de políica que eleva a performance da produividade. 4. MÉTODO DE ANÁLISE 4.1. Os Dados Os dados que se uilizam nese rabalho, e suas respecivas fones são discriminados abaixo: PIB do Nordese obido nas esaísicas do século XX publicadas pelo IBGE e/ou do Boleim de Conjunura da SUDENE; PIB da indusria Obido nas esaísicas do século XX publicadas pelo IBGE; Pessoal Ocupado do Nordese - Obido nas esaísicas do século XX publicadas pelo IBGE; Exporações e Imporações do Nordese Obidas no Boleim de Conjunura da SUDENE e no Minisério do Desenvolvimeno, Indusria e Comércio (NDIC); Preços médios de exporação e imporação obidos dividindo-se os valores (medidos em dólares), pelas quanidades (medidas em oneladas); Índices da produção física da indusria do Nordese Obidos no IBGE/ SIDRA. Índices de pessoal ocupado na indusria - Obidos no IBGE/ SIDRA e do Boleim Conjunural da SUDENE.

11 4.2. O Modelo Empírico Como explicado aneriormene, ese rabalho uiliza duas écnicas esaísicas: o méodo de regressão linear, para séries emporais de axa de crescimeno da produividade e de coeficiene de aberura, e o méodo de veores auorregressivos (VAR) para dados de periodicidade mensal da indusria do Nordese. Os dados anuais abrangem o período de 1975 a 2002 e os dados mensais, referenes à indúsria, cobrem o inervalo compreendido enre Janeiro de 2000 e Janeiro de 2004, com dados dessazonalizados. No méodo de regressão, em que a axa de crescimeno da produividade (TXPROD, ou LTXPROD) é a variável dependene, são usados os seguines conceios de aberura como variáveis independenes: COAB Coeficiene de aberura compreendido como o quociene da soma de exporações mais imporações pelo PIB; LCOAB Logarimo do coeficiene de aberura; VARX Taxa de variação anual das exporações; VARM Taxa de variação anual das imporações. Foram usadas, ainda, duas variáveis de conrole, para raar com problemas de endogeneidade e simulaneidade, a saber: POP População do Nordese; RPC Renda percapia do Nordese; Usou-se, ambém, uma variável dummy (D) D Dummy, na enaiva de regisrar os efeios da insabilidade sobre a axa de crescimeno da produividade, assumindo valor zero quando a axa de inflação era maior do que 26% (maior axa regisrada, pelo IGP-DI, no período de esabilidade 1994/2002) e valor um quando a axa de inflação era menor do que 26%. Os modelos de regressão seguiram a forma funcional mosrada abaixo, onde α e β são parâmeros, ε inovações. Ao odo foram esimados 10 modelos usando mínimos quadrados ordinários, see das quais endo COAB como variável independene. Deses, cinco são do ipo : TXPROD = α + βcoab + X + ε, onde X é um veor conendo variáveis de conrole, já especificadas aneriormene, e uma dummy.

12 Duas equações são do ipo: LTXPROD = α + βlcoab + X + ε onde X é um veor conendo variáveis de conrole, já especificadas aneriormene, e uma dummy. Nese caso usou-se apenas a dummy em uma das equações, endo em visa a má qualidade dos resulados. Finalmene, rês equações são do ipo: TXPROD = α + βvarm + X + ε onde X é um veor conendo variáveis de conrole, já especificadas aneriormene, e uma dummy. No méodo VAR, foram usadas as seguines variáveis: 1. Para o ese de causalidade Granger: PFEM Produividade da indusria, esimada como a razão enre o índice de produção física e o índice de emprego no seor; TXPFEM Taxa de crescimeno da produividade da indúsria; VX Taxa de variação das exporações mensais do Nordese; VM Taxa de variação das imporações mensais do Nordese; PM Esimaiva do preço das imporações, resulane da divisão do valor das imporações pela quanidade imporada. 2. Para o VAR, implemenado com variáveis que apresenaram bi-causalidade no ese de Granger, foram consideradas as seguines formulações em cada modelo foram: PFEM e VM; PFEM e PM; TXPFEM e PM; TXPFEM e VM;

13 O modelo de veores auoregressivos foi esimado de acordo com a seguine formulação: y A( B) x ε = ε Onde A(B) é uma mariz de polinômios defasados, y(pfem e TXPFEM) e x(vm e PM) as variáveis endógenas do modelo e ε i (i = 1, 2) represena as inovações das respecivas equações. 5. OS RESULTADOS. Conforme se observa da abela 2, as únicas equações que apresenaram coeficiene significaivo foram as que iveram VARM como variável explicaiva, ou seja, os modelos 8, 9 e 10. Essas equações se mosraram robusas à inrodução de variáveis de conrole e à inrodução da dummy. As variáveis de conrole usadas foram a população e a renda percapia. Teoricamene, a renda percapia afea exporações e imporações. As primeiras se reduzem, diane de um aumeno dessa variável de conrole, e as segundas aumenam. Renda percapia ambém afea a produividade, na medida em que influencia a educação. Um aumeno da população, por sua vez, reduz a produividade para um dado nível educacional, aumena as imporações e reduz as exporações aravés da expansão do mercado inerno. Na abela 2 pode-se observar que o coeficiene de VARM praicamene não se alera em valor diane da inrodução das variáveis de conrole, nem muda de sinal, mosrando uma relação esável enre TXPROD e VARM. Foram feias esimaivas usando VARX como variável explicaiva, mas os resulados não se apresenaram significanes. Pode-se concluir, enão, que a variação das imporações, VARM, afea a produividade. De acordo com a eoria, esse fenômeno ocorre aravés da disponibilização de novos e melhores insumos, do que os produores aprendem com esses novos insumos e passam para o produo final, ec, porano um fenômeno de ofera. Como nem as variações das exorações, VARX, nem COAB, que conem o valor das exporações, afeam a produividade, pode-se dizer que, nesa caso, não se confirma o fenômeno de demanda. 1 2

14 TABELA 2. NORDESTE: EFEITOS DA ABERTURA AO COMERDIO INTERNACIONAL SOBRE A PRODUTIVIDADE. Variáveis Modelos (variável dependene TXPROD) Explicaivas COAB -3,2 (-1,86) -3,02 (-1,75 ) -3,2 (-1,81) -3,00 (-1,70) -2,67 (-1,31) LCOAB* 0,14 (0,07) -0,05 (-0,02) POP 7,6E-05 (-1,11) -8,7E-06 (-0,94) -1,2E-05 (-1,51) D -0,04 (-0,57) 0,02 (0,18) -0,01 (-0,73) 1,04 (1,38) 9,6E-03 (0,11) -0,07 (-1,10) RPC 6,7E-04 (0,50) 1,0E-03 (-0,23) VARM 0,57 (3,65) 0,55 (3,30) 0,56 (3,49) Consane 0,34 (1,98) 0,64 (2,00) 0,35 (1,99) 0,68 (1,73) 0,23 (0,80) -2,13 (-0,46) -2,76 (-0,60) 0,45 (1,48) 0,00 (-0,05) -0,10 (-0,99) R 2 0,09 0,09 0,062 0,05 0,03 0,00 0,00 0,32 0,25 0,29 D.W. 1,95 2,06 1,99 2,07 1,92 2,55 2,86 2,61 2,32 2,22 *Nesse caso, a variável dependene é LTXPROD.

15 Como primeira iniciaiva para esimar o VAR, foram realizados eses de causalidadegranger, cujos resulados, mosrados nas abelas 3 a 3E, foram os seguines: A relação de bi-causalidade enre o nível de produividade (PFEM) e as variações das exporações e imporações, respecivamene VARX, VARM e PM mosraram que os efeios de VARX sobre a produividade não são significanes, e vice-versa. Porém, os efeios de VARM sobre PFEM e vice-versa, apresenam níveis de significância basane elevados. Bem assim, as relações de causalidade enre PEFM e PM. Em seguida, observaram-se as relações de bi-causalidade enre TXPFEM as mesmas variáveis ciadas no parágrafo anerior. No que se refere a VARX, noa-se que ela é basane influenciada pela axa de crescimeno da produividade, mas não a influencia com a mesma inensidade. Quano a VARM E PM, suas relações com a axa de crescimeno da produividade são esaisicamene significanes e quaniaivamene imporanes, no geral mosrando resulados que aponam na mesma direção daqueles obidos com as regressões. TABELA 3 CAUSALIDADE - GRANGER DE VARIÁVEIS SELECIONADAS Variáveis explicadas Var. explicaivas PFEM VX F significância F significância PFEM 6,74 0,0000 1,86 0,09674 VX 0,97 0,4714 1,33 0,2571 FONTE: Esimaivas dos auores.

16 TABELA 3A CAUSALIDADE - GRANGER DE VARIÁVEIS SELECIONADAS Variáveis explicadas Var. explicaivas PFEM VM F significância F significância PFEM 5,08 0, ,09 0,0000 VM 3,28 0, ,00 0,0000 FONTE: Esimaivas dos auores. TABELA 3B CAUSALIDADE - GRANGER DE VARIÁVEIS SELECIONADAS Variáveis explicadas Var. explicaivas PFEM PM F significância F significância PFEM 4,90 0,0001 3,21 0,0047 PM 3,34 0,0037 5,01 0,0001 FONTE: Esimaivas dos auores.

17 TABELA 3C CAUSALIDADE - GRANGER DE VARIÁVEIS SELECIONADAS Variáveis explicadas Var. explicaivas TXPFEM VX F significância F significância TXPFEM 3,55 0,0025 2,06 0,0554 VX 1,28 0,2797 2,13 0,0473 FONTE: Esimaivas dos auores. TABELA 3D CAUSALIDADE - GRANGER DE VARIÁVEIS SELECIONADAS Variáveis explicadas Var. explicaivas TXPFEM VM F significância F significância TXPFEM 7,62 0, ,19 0,0000 VM 4,72 0, ,76 0,0000 FONTE: Esimaivas dos auores.

18 TABELA 3E CAUSALIDADE - GRANGER DE VARIÁVEIS SELECIONADAS Variáveis explicadas Var. explicaivas TXPFEM PM F significância F significância TXPFEM 14,95 0,0000 3,62 0,0022 PM 18,48 0,0000 7,95 0,0000 FONTE: Esimaivas dos auores. Os resulados do VAR são mosrados nas abelas 4 a 4C. Em odos os casos as decomposições das variâncias das variáveis envolvidas, são observados no 1º, no 5º, no 10º, no 15º e no 20º mês. A variável VARX foi excluída porque a sua variância em pouca influencia, lembrando-se, no enano, que são expressivos os efeios ano do nível como axa de crescimeno da produividade sobre VARX. Na abela 4 emos os efeios de VARM sobre PFEM e vice-versa. A variância de VARM começa a afear a variância do nível de produividade no 5º mês, com 13%, elevando sua influencia a 36% no 20º mês. Do lado conrário, a variância de PFEM afea em 44% a variância de VARM no 20º mês. Com relação à axa de crescimeno da produividade, (TXPROD), a influencia recebida da variância de VARM alcança 21% no 10º mês e dobra para 42% no 20º mês, observando-se que a influencia conrária ambém é imporane (47,7% no 20º mês) Por ouro lado, a variância do preço das imporações (PM) começa a afear a variância de TXPROD com 36% no 5º mês, elevando-se a 51% no 20º mês, mas PM é muio auônomo com relação à variância de TXPROD, recebendo uma influencia de apenas 14% em odo o período. O resulados obidos aqui ambém confirmam o que se verificou nas regressões e no ese de causalidade-granger, iso é, exise uma influencia expressiva das imporações sobre o nível e sobre a axa de crescimeno da produividade, mas o mesmo não se observa com respeio às exporações, revelando, mais uma vez, que a produividade é um fenômeno de ofera e não de demanda.

19 TABELA 4 DECOMPOSIÇÃO DE VARIANCIAS DE VARIÁVEIS SELECIONADAS Mês Variável dependene PFEM PFEM VARM Variável dependene VM TABELA 4A Mês Variável dependene TXPFEM TXPFEM VARM Variável dependene VM 1 7,6 92,4 5 28,6 71, ,0 51, ,5 52, ,7 52,3

20 TABELA 4B Mês Variável dependene TXPFEM TXPFEM PM Variável dependene PM COCNCLUSÕES: 1. A paricipação da economia do Nordese no PIB do País em apresenado endência decrescene ao longo do empo e iso reflee o desempenho relaivo das axas de crescimeno desa região, sobreudo ao longo das ulimas cinco décadas. 2. Uma variedade muio grande de rabalhos eóricos e empíricos revela a possibilidade de se influenciar o crescimeno aravés dos efeios do comércio inernacional sobre a produividade. 3. Seguindo essas evidencias, ese rabalho examinou a possibilidade de se poencializar o crescimeno da região aravés do comércio inernacional, e para iso uilizou diferenes écnicas esaísicas e diferenes conceios de aberura, na expecaiva de que uma políica de esimulo às exporações regionais, por exemplo, aproveiando o esoque de capial do seor privado, que hoje se desina a produzir para exporações, pudesse cumprir esse objeivo. 4. No esforço empreendido aqui, uilizaram-se dados agregados da economia regional e, ambém, dados seoriais da indusria. 5. Os resulados obidos revelam que ano o nível como a axa de variação da produividade no Nordese depende de faores de ofera influenciados pelo comercio inernacional apenas aravés das imporações na medida em que esa é capaz de influenciar a quanidade e a qualidade dos insumos. 6. Com iso, pode-se se concluir que o crescimeno da região coninuará a depender, alvez sem muias alernaivas, de políicas que influenciem direamene a produividade, como educação, pesquisa e infra-esruura.

21 BIBLIOGRAFIA. 1. GTI Grupo de Trabalho Inerminiserial Para a Recriação da Sudene - Minisério da Inegração Nacional Secrearia de Políicas de Desenvolvimeno Regional Recife, Junho 2003, disponivel em hp:// 2. Bezerra, J.F. As Caracerisicas e a Evolução Recene da Economia do Nordese Deparameno de Economia da UFPE, Recife, 2005, mimeo. 3. Albuquerque, R.C. - Fundamenos de uma Esraégia de Desenvolvimeno do Nordese - INAE - Insiuo Nacional de Alos Esudos. R. Janeiro, 2002, disponivel em hp://forumnacional.org.br 4. Porer, M.E. A Vanagem Compeiiva das Nações Ediora Campos, Rio de Janeiro, Krugman, P. Scale Economies, Produc Differeniaion, and he Paern of Trade The American Economic Review. Nashville: Dec Vol. 70, Iss. 5; pg Alcalá, F. e Ciccone, A. Trade and Produciviy - The Quarerly Journal of Economics 119 nº. 2, pp May Méier, M.G. Leading Issues in Economic Developmen Oxford Universiy Press, 1995, p Helpman, E. - The Mysery of Economic Growh Harvard Universiy Press, Yeaple, S. R. - A Simple Model Of Firm Heerogeneiy, Inernaional Trade, And Wages in Journal of Inernaional Economics Volume 65, Issue 1, January 2005, Pages Kaldor, N., The case for regional policies. Scoish Journal of Poliical Economy 17, pp Dixon, R.J. and Thirlwall, A.P., A model of regional growh differences on Kaldorian lines. Oxford Economic Papers 27, pp Beckerman, W. (1965). Demand, expors and growh. In W. Beckerman, and Associaes, The Briish economy in 1975 (pp ). The Naional Insiue of Economic and Social Research 11. Lucas, R.E. (1988). On he mechanics of economic developmen. Journal of Moneary Economics, 22, Romer,P.M., Increasing reurns and long-run growh. Journal of Poliical Economy 94, pp

22 13. Romer, P.M., Endogenous echnological change. Journal of Poliical Economy 98, pp Rivera-Baiz, L.A. e Romer, P., Economic inegraion and endogenous growh. Quarely Journal of Economics 106, pp Young. A., Learning by doing and he dynamic effecs of inernaional rade. Quarerly Journal of Economics 106, pp Hung, j., Salomon, J.M. e Sowerby, S., Inernaional rade and US produciviy Research in Inernaional Business and Finance 18 (2004) Bosworh, B. e Collins, S. M. (2003) - The Empirics of Growh: An Updae Brookings Insiuion, disponível em hp:// 18. Hall, E. R. e Jones, I. C. - The Produciviy of Naions NBER, WP. 5812, NOV. 1996, disponivel em hp://papers.nber.org/papers/w5812.pdf, 19. Edwards, S. - Openness, Produciviy and Growh: Wha do We Really Know? NBER, WP 5978, March 1997, disponível em hp:// 20. Lawrence, R. Z. e Weinsein, D. E. - Trade and Growh: Impor-led or Expor-led? Evidence from Japan and Korea NBER, Working Paper 7264, July 1999, disponivel em hp:// 21. Rodrik, D. (1995) Trade Policy and Indusrial Policy Reform in Jere Behrman e T. N. Srinivasan (eds) Handbook of Developmen Economics, Vol. 3B, Amserdam, Norh Holland

VALOR DA PRODUÇÃO DE CACAU E ANÁLISE DOS FATORES RESPONSÁVEIS PELA SUA VARIAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA. Antônio Carlos de Araújo

VALOR DA PRODUÇÃO DE CACAU E ANÁLISE DOS FATORES RESPONSÁVEIS PELA SUA VARIAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA. Antônio Carlos de Araújo 1 VALOR DA PRODUÇÃO DE CACAU E ANÁLISE DOS FATORES RESPONSÁVEIS PELA SUA VARIAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA Anônio Carlos de Araújo CPF: 003.261.865-49 Cenro de Pesquisas do Cacau CEPLAC/CEPEC Faculdade de Tecnologia

Leia mais

Taxa de Juros e Desempenho da Agricultura Uma Análise Macroeconômica

Taxa de Juros e Desempenho da Agricultura Uma Análise Macroeconômica Taxa de Juros e Desempenho da Agriculura Uma Análise Macroeconômica Humbero Francisco Silva Spolador Geraldo San Ana de Camargo Barros Resumo: Ese rabalho em como obeivo mensurar os efeios das axas de

Leia mais

Equações Simultâneas. Aula 16. Gujarati, 2011 Capítulos 18 a 20 Wooldridge, 2011 Capítulo 16

Equações Simultâneas. Aula 16. Gujarati, 2011 Capítulos 18 a 20 Wooldridge, 2011 Capítulo 16 Equações Simulâneas Aula 16 Gujarai, 011 Capíulos 18 a 0 Wooldridge, 011 Capíulo 16 Inrodução Durane boa pare do desenvolvimeno dos coneúdos desa disciplina, nós nos preocupamos apenas com modelos de regressão

Leia mais

Taxa de Câmbio e Taxa de Juros no Brasil, Chile e México

Taxa de Câmbio e Taxa de Juros no Brasil, Chile e México Taxa de Câmbio e Taxa de Juros no Brasil, Chile e México A axa de câmbio consiui variável fundamenal em economias aberas, pois represena imporane componene do preço relaivo de bens, serviços e aivos, ou

Leia mais

Pessoal Ocupado, Horas Trabalhadas, Jornada de Trabalho e Produtividade no Brasil

Pessoal Ocupado, Horas Trabalhadas, Jornada de Trabalho e Produtividade no Brasil Pessoal Ocupado, Horas Trabalhadas, Jornada de Trabalho e Produividade no Brasil Fernando de Holanda Barbosa Filho Samuel de Abreu Pessôa Resumo Esse arigo consrói uma série de horas rabalhadas para a

Leia mais

CHOQUES DE PRODUTIVIDADE E FLUXOS DE INVESTIMENTOS ESTRANGEIROS PARA O BRASIL * Prof a Dr a Maria Helena Ambrosio Dias **

CHOQUES DE PRODUTIVIDADE E FLUXOS DE INVESTIMENTOS ESTRANGEIROS PARA O BRASIL * Prof a Dr a Maria Helena Ambrosio Dias ** CHOQUES DE PRODUTIVIDADE E FLUXOS DE INVESTIMENTOS ESTRANGEIROS PARA O BRASIL * Prof a Dr a Maria Helena Ambrosio Dias ** Resumo O inuio é invesigar como e em que grau um choque de produividade ocorrido

Leia mais

METODOLOGIA PROJEÇÃO DE DEMANDA POR TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL

METODOLOGIA PROJEÇÃO DE DEMANDA POR TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL METODOLOGIA PROJEÇÃO DE DEMANDA POR TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL 1. Inrodução O presene documeno visa apresenar dealhes da meodologia uilizada nos desenvolvimenos de previsão de demanda aeroporuária no Brasil

Leia mais

Modelo ARX para Previsão do Consumo de Energia Elétrica: Aplicação para o Caso Residencial no Brasil

Modelo ARX para Previsão do Consumo de Energia Elétrica: Aplicação para o Caso Residencial no Brasil Modelo ARX para Previsão do Consumo de Energia Elérica: Aplicação para o Caso Residencial no Brasil Resumo Ese rabalho propõe a aplicação do modelo ARX para projear o consumo residencial de energia elérica

Leia mais

2. Referencial Teórico

2. Referencial Teórico 15 2. Referencial Teórico Se os mercados fossem eficienes e não houvesse imperfeições, iso é, se os mercados fossem eficienes na hora de difundir informações novas e fossem livres de impedimenos, índices

Leia mais

Boom nas vendas de autoveículos via crédito farto, preços baixos e confiança em alta: o caso de um ciclo?

Boom nas vendas de autoveículos via crédito farto, preços baixos e confiança em alta: o caso de um ciclo? Boom nas vendas de auoveículos via crédio faro, preços baixos e confiança em ala: o caso de um ciclo? Fábio Auguso Reis Gomes * Fabio Maciel Ramos ** RESUMO - A proposa dese rabalho é conribuir para o

Leia mais

OS EFEITOS DO CRÉDITO RURAL E DA GERAÇÃO DE PATENTES SOBRE A PRODUÇÃO AGRÍCOLA BRASILEIRA hfsspola@esalq.usp.br

OS EFEITOS DO CRÉDITO RURAL E DA GERAÇÃO DE PATENTES SOBRE A PRODUÇÃO AGRÍCOLA BRASILEIRA hfsspola@esalq.usp.br OS EFEITOS DO CRÉDITO RURAL E DA GERAÇÃO DE PATENTES SOBRE A PRODUÇÃO AGRÍCOLA BRASILEIRA hfsspola@esalq.usp.br Apresenação Oral-Ciência, Pesquisa e Transferência de Tecnologia HUMBERTO FRANCISCO SILVA

Leia mais

ESTIMANDO O IMPACTO DO ESTOQUE DE CAPITAL PÚBLICO SOBRE O PIB PER CAPITA CONSIDERANDO UMA MUDANÇA ESTRUTURAL NA RELAÇÃO DE LONGO PRAZO

ESTIMANDO O IMPACTO DO ESTOQUE DE CAPITAL PÚBLICO SOBRE O PIB PER CAPITA CONSIDERANDO UMA MUDANÇA ESTRUTURAL NA RELAÇÃO DE LONGO PRAZO ESTIMANDO O IMPACTO DO ESTOQUE DE CAPITAL PÚBLICO SOBRE O PIB PER CAPITA CONSIDERANDO UMA MUDANÇA ESTRUTURAL NA RELAÇÃO DE LONGO PRAZO Área 5 - Crescimeno, Desenvolvimeno Econômico e Insiuições Classificação

Leia mais

DEMANDA BRASILEIRA DE CANA DE AÇÚCAR, AÇÚCAR E ETANOL REVISITADA

DEMANDA BRASILEIRA DE CANA DE AÇÚCAR, AÇÚCAR E ETANOL REVISITADA XXX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Mauridade e desafios da Engenharia de Produção: compeiividade das empresas, condições de rabalho, meio ambiene. São Carlos, SP, Brasil, 12 a15 de ouubro

Leia mais

TOMADA DE DECISÃO EM FUTUROS AGROPECUÁRIOS COM MODELOS DE PREVISÃO DE SÉRIES TEMPORAIS

TOMADA DE DECISÃO EM FUTUROS AGROPECUÁRIOS COM MODELOS DE PREVISÃO DE SÉRIES TEMPORAIS ARTIGO: TOMADA DE DECISÃO EM FUTUROS AGROPECUÁRIOS COM MODELOS DE PREVISÃO DE SÉRIES TEMPORAIS REVISTA: RAE-elerônica Revisa de Adminisração de Empresas FGV EASP/SP, v. 3, n. 1, Ar. 9, jan./jun. 2004 1

Leia mais

Análise da competitividade do algodão e da soja de Mato Grosso entre 1990 e 2006

Análise da competitividade do algodão e da soja de Mato Grosso entre 1990 e 2006 189 Análise da compeiividade do algodão e da soja de Mao Grosso enre 1990 e 2006 Resumo Sonia Sueli Serafim de Souza e Sandra Crisina de Moura Bonjour Ese arigo eve como objeivo fazer uma análise da compeiividade

Leia mais

Fatores de influência no preço do milho no Brasil

Fatores de influência no preço do milho no Brasil Faores de influência no preço do milho no Brasil Carlos Eduardo Caldarelli Professor adjuno da Universidade Esadual de Londrina UEL Mirian Rumenos Piedade Bacchi Professora associada do Deparameno de Economia,

Leia mais

PREÇOS DE PRODUTO E INSUMO NO MERCADO DE LEITE: UM TESTE DE CAUSALIDADE

PREÇOS DE PRODUTO E INSUMO NO MERCADO DE LEITE: UM TESTE DE CAUSALIDADE PREÇOS DE PRODUTO E INSUMO NO MERCADO DE LEITE: UM TESTE DE CAUSALIDADE Luiz Carlos Takao Yamaguchi Pesquisador Embrapa Gado de Leie e Professor Adjuno da Faculdade de Economia do Insiuo Vianna Júnior.

Leia mais

2 Fluxos de capitais, integração financeira e crescimento econômico.

2 Fluxos de capitais, integração financeira e crescimento econômico. 2 Fluxos de capiais, inegração financeira e crescimeno econômico. O objeivo dese capíulo é apresenar em dealhes as variáveis fundamenais enconradas na lieraura que deerminam o crescimeno de longo prazo

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE INOVAÇÃO EM UM MODELO COM RESTRIÇÃO EXTERNA

SISTEMA NACIONAL DE INOVAÇÃO EM UM MODELO COM RESTRIÇÃO EXTERNA SISTEMA NACIONAL DE INOVAÇÃO EM UM MODELO COM RESTRIÇÃO EXTERNA Resumo: Fabricio J. Missio Luciano F. Gabriel O objeivo do arigo é invesigar as iner-relações eóricas e empíricas enre crescimeno econômico,

Leia mais

Sistemas não-lineares de 2ª ordem Plano de Fase

Sistemas não-lineares de 2ª ordem Plano de Fase EA93 - Pro. Von Zuben Sisemas não-lineares de ª ordem Plano de Fase Inrodução o esudo de sisemas dinâmicos não-lineares de a ordem baseia-se principalmene na deerminação de rajeórias no plano de esados,

Leia mais

A ELASTICIDADE-RENDA DO COMÉRCIO REGIONAL DE PRODUTOS MANUFATURADOS Marta R. Castilho 1 e Viviane Luporini 2

A ELASTICIDADE-RENDA DO COMÉRCIO REGIONAL DE PRODUTOS MANUFATURADOS Marta R. Castilho 1 e Viviane Luporini 2 A ELASTICIDADE-RENDA DO COMÉRCIO REGIONAL DE PRODUTOS MANUFATURADOS Mara R. Casilho 1 e Viviane Luporini 2 ANPEC 2009: ÁREA 6 RESUMO: O arigo apresena um esudo comparaivo das elaicidades-renda das exporações

Leia mais

Estudo comparativo de processo produtivo com esteira alimentadora em uma indústria de embalagens

Estudo comparativo de processo produtivo com esteira alimentadora em uma indústria de embalagens Esudo comparaivo de processo produivo com eseira alimenadora em uma indúsria de embalagens Ana Paula Aparecida Barboza (IMIH) anapbarboza@yahoo.com.br Leicia Neves de Almeida Gomes (IMIH) leyneves@homail.com

Leia mais

Curso de preparação para a prova de matemática do ENEM Professor Renato Tião

Curso de preparação para a prova de matemática do ENEM Professor Renato Tião Porcenagem As quaro primeiras noções que devem ser assimiladas a respeio do assuno são: I. Que porcenagem é fração e fração é a pare sobre o odo. II. Que o símbolo % indica que o denominador desa fração

Leia mais

O Fluxo de Caixa Livre para a Empresa e o Fluxo de Caixa Livre para os Sócios

O Fluxo de Caixa Livre para a Empresa e o Fluxo de Caixa Livre para os Sócios O Fluxo de Caixa Livre para a Empresa e o Fluxo de Caixa Livre para os Sócios! Principais diferenças! Como uilizar! Vanagens e desvanagens Francisco Cavalcane (francisco@fcavalcane.com.br) Sócio-Direor

Leia mais

CAPÍTULO 9. y(t). y Medidor. Figura 9.1: Controlador Analógico

CAPÍTULO 9. y(t). y Medidor. Figura 9.1: Controlador Analógico 146 CAPÍULO 9 Inrodução ao Conrole Discreo 9.1 Inrodução Os sisemas de conrole esudados aé ese pono envolvem conroladores analógicos, que produzem sinais de conrole conínuos no empo a parir de sinais da

Leia mais

SÉRIES WORKING PAPER BNDES/ANPEC PROGRAMA DE FOMENTO À PESQUISA EM DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO - PDE

SÉRIES WORKING PAPER BNDES/ANPEC PROGRAMA DE FOMENTO À PESQUISA EM DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO - PDE SÉRIES WORKING PAPER BNDES/ANPEC PROGRAMA DE FOMENTO À PESQUISA EM DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO - PDE RELAÇÕES MACROECONÔMICAS ENTRE DESEMPENHO DA BALANÇA COMERCIAL, TAXA REAL DE CÂMBIO, INVESTIMENTOS PRODUTIVOS,

Leia mais

O IMPACTO DOS INVESTIMENTOS NO ESTADO DO CEARÁ NO PERÍODO DE 1970-2001

O IMPACTO DOS INVESTIMENTOS NO ESTADO DO CEARÁ NO PERÍODO DE 1970-2001 O IMPACTO DOS INVESTIMENTOS NO ESTADO DO CEARÁ NO PERÍODO DE 970-200 Ricardo Candéa Sá Barreo * Ahmad Saeed Khan ** SINOPSE Ese rabalho em como objeivo analisar o impaco dos invesimenos na economia cearense

Leia mais

EVOLUÇÃO DO CRÉDITO PESSOAL E HABITACIONAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DOS FATORES MACROECONÔMICOS NO PERÍODO PÓS-REAL RESUMO

EVOLUÇÃO DO CRÉDITO PESSOAL E HABITACIONAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DOS FATORES MACROECONÔMICOS NO PERÍODO PÓS-REAL RESUMO 78 EVOLUÇÃO DO CRÉDITO PESSOAL E HABITACIONAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DOS FATORES MACROECONÔMICOS NO PERÍODO PÓS-REAL Pâmela Amado Trisão¹ Kelmara Mendes Vieira² Paulo Sergio Cerea³ Reisoli

Leia mais

UMA ANÁLISE ECONOMÉTRICA DOS COMPONENTES QUE AFETAM O INVESTIMENTO PRIVADO NO BRASIL, FAZENDO-SE APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA.

UMA ANÁLISE ECONOMÉTRICA DOS COMPONENTES QUE AFETAM O INVESTIMENTO PRIVADO NO BRASIL, FAZENDO-SE APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA. UMA ANÁLISE ECONOMÉTRICA DOS COMPONENTES QUE AFETAM O INVESTIMENTO PRIVADO NO BRASIL, FAZENDO-SE APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA Área: ECONOMIA COELHO JUNIOR, Juarez da Silva PONTILI, Rosangela Maria

Leia mais

Universidade Federal de Pelotas UFPEL Departamento de Economia - DECON. Economia Ecológica. Professor Rodrigo Nobre Fernandez

Universidade Federal de Pelotas UFPEL Departamento de Economia - DECON. Economia Ecológica. Professor Rodrigo Nobre Fernandez Universidade Federal de Peloas UFPEL Deparameno de Economia - DECON Economia Ecológica Professor Rodrigo Nobre Fernandez Capíulo 6 Conabilidade Ambienal Nacional Peloas, 2010 6.1 Inrodução O lado moneário

Leia mais

EFEITO DA VARIAÇÃO DOS PREÇOS DA MANDIOCA EM ALAGOAS SOBRE O VALOR BRUTO DA PRODUÇÃO 1

EFEITO DA VARIAÇÃO DOS PREÇOS DA MANDIOCA EM ALAGOAS SOBRE O VALOR BRUTO DA PRODUÇÃO 1 ISSN 188-981X 18 18 EFEITO DA VARIAÇÃO DOS PREÇOS DA MANDIOCA EM ALAGOAS SOBRE O VALOR BRUTO DA PRODUÇÃO 1 Effec of cassava price variaion in Alagoas over producion gross value Manuel Albero Guiérrez CUENCA

Leia mais

4 Cenários de estresse

4 Cenários de estresse 4 Cenários de esresse Os cenários de esresse são simulações para avaliar a adequação de capial ao limie de Basiléia numa deerminada daa. Sua finalidade é medir a capacidade de o PR das insiuições bancárias

Leia mais

2 Relação entre câmbio real e preços de commodities

2 Relação entre câmbio real e preços de commodities 18 2 Relação enre câmbio real e preços de commodiies Na exensa lieraura sobre o cálculo da axa de câmbio de longo prazo, grande pare dos modelos economéricos esimados incluem os ermos de roca como um dos

Leia mais

A dinâmica do emprego formal na região Norte do estado do Rio de Janeiro, nas últimas duas décadas

A dinâmica do emprego formal na região Norte do estado do Rio de Janeiro, nas últimas duas décadas A dinâmica do emprego formal na região Nore do esado do Rio de Janeiro, nas úlimas duas décadas Helio Junior de Souza Crespo Insiuo Federal Fluminense-IFF E-mail: hjunior@iff.edu.br Paulo Marcelo de Souza

Leia mais

APLICAÇÃO DE SÉRIES TEMPORAIS NA PREVISÃO DA MÉDIA MENSAL DA TAXA DE CÂMBIO DO REAL PARA O DÓLAR COMERCIAL DE COMPRA USANDO O MODELO DE HOLT

APLICAÇÃO DE SÉRIES TEMPORAIS NA PREVISÃO DA MÉDIA MENSAL DA TAXA DE CÂMBIO DO REAL PARA O DÓLAR COMERCIAL DE COMPRA USANDO O MODELO DE HOLT XXX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Mauridade e desafios da Engenharia de Produção: compeiividade das empresas, condições de rabalho, meio ambiene. São Carlos, SP, Brasil, 12 a15 de ouubro

Leia mais

Funções de Exportação de Alimentos para o Brasil. Maria Auxiliadora de Carvalho Instituto de Economia Agrícola

Funções de Exportação de Alimentos para o Brasil. Maria Auxiliadora de Carvalho Instituto de Economia Agrícola Funções de Exporação de Alimenos para o Brasil Maria Auxiliadora de Carvalho Insiuo de Economia Agrícola César Robero Leie da Silva PUCSP e Insiuo de Economia Agrícola Resumo: A segurança alimenar é uma

Leia mais

Modelos Econométricos para a Projeção de Longo Prazo da Demanda de Eletricidade: Setor Residencial no Nordeste

Modelos Econométricos para a Projeção de Longo Prazo da Demanda de Eletricidade: Setor Residencial no Nordeste 1 Modelos Economéricos para a Projeção de Longo Prazo da Demanda de Elericidade: Seor Residencial no Nordese M. L. Siqueira, H.H. Cordeiro Jr, H.R. Souza e F.S. Ramos UFPE e P. G. Rocha CHESF Resumo Ese

Leia mais

HIPÓTESE DE CONVERGÊNCIA: UMA ANÁLISE PARA A AMÉRICA LATINA E O LESTE ASIÁTICO ENTRE 1960 E 2000

HIPÓTESE DE CONVERGÊNCIA: UMA ANÁLISE PARA A AMÉRICA LATINA E O LESTE ASIÁTICO ENTRE 1960 E 2000 HIPÓTESE DE CONVERGÊNCIA: UMA ANÁLISE PARA A AMÉRICA LATINA E O LESTE ASIÁTICO ENTRE 1960 E 2000 Geovana Lorena Berussi (UnB) Lízia de Figueiredo (UFMG) Julho 2010 RESUMO Nesse arigo, invesigamos qual

Leia mais

José Ronaldo de Castro Souza Júnior RESTRIÇÕES AO CRESCIMENTO ECONÔMICO NO BRASIL: UMA APLICAÇÃO DO MODELO DE TRÊS HIATOS (1970-2000)

José Ronaldo de Castro Souza Júnior RESTRIÇÕES AO CRESCIMENTO ECONÔMICO NO BRASIL: UMA APLICAÇÃO DO MODELO DE TRÊS HIATOS (1970-2000) José Ronaldo de Casro Souza Júnior RESTRIÇÕES AO CRESCIMENTO ECONÔMICO NO BRASIL: UMA APLICAÇÃO DO MODELO DE TRÊS HIATOS (1970-2000) Belo Horizone, MG UFMG/CEDEPLAR 2002 José Ronaldo de Casro Souza Júnior

Leia mais

Valor do Trabalho Realizado 16.

Valor do Trabalho Realizado 16. Anonio Vicorino Avila Anonio Edésio Jungles Planejameno e Conrole de Obras 16.2 Definições. 16.1 Objeivo. Valor do Trabalho Realizado 16. Parindo do conceio de Curva S, foi desenvolvida pelo Deparameno

Leia mais

UMA APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA PARA DADOS EM SÉRIES TEMPORAIS DO CONSUMO AGREGADO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS

UMA APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA PARA DADOS EM SÉRIES TEMPORAIS DO CONSUMO AGREGADO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS UMA APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA PARA DADOS EM SÉRIES TEMPORAIS DO CONSUMO AGREGADO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS VIEIRA, Douglas Tadeu. TCC, Ciências Econômicas, Fecilcam, vieira.douglas@gmail.com PONTILI,

Leia mais

Palavras-chave: Posição Relativa do Mercado; Vantagem Comparativa; Constant-Market-Share; Competitividade.

Palavras-chave: Posição Relativa do Mercado; Vantagem Comparativa; Constant-Market-Share; Competitividade. O desempenho das exporações brasileiras de amêndoas de casanha-de-cau enre os anos de 2007 e 2011 The performance of cashew-nus expors from Brazil beween 2007 and 2011 Renao Drogue Macedo Universidade

Leia mais

TEXTO PARA DISCUSSÃO N 171 DESIGUALDADES SOCIAIS EM SAÚDE: EVIDÊNCIAS EMPÍRICAS SOBRE O CASO BRASILEIRO

TEXTO PARA DISCUSSÃO N 171 DESIGUALDADES SOCIAIS EM SAÚDE: EVIDÊNCIAS EMPÍRICAS SOBRE O CASO BRASILEIRO TEXTO PARA DISCUSSÃO N 171 DESIGUALDADES SOCIAIS EM SAÚDE: EVIDÊNCIAS EMPÍRAS SOBRE O CASO BRASILEIRO Kenya Valeria Micaela de Souza Noronha Mônica Viegas Andrade Junho de 2002 1 Ficha caalográfica 33:614(81)

Leia mais

Centro Federal de EducaçãoTecnológica 28/11/2012

Centro Federal de EducaçãoTecnológica 28/11/2012 Análise da Dinâmica da Volailidade dos Preços a visa do Café Arábica: Aplicação dos Modelos Heeroscedásicos Carlos Albero Gonçalves da Silva Luciano Moraes Cenro Federal de EducaçãoTecnológica 8//0 Objevos

Leia mais

A Produtividade do Capital no Brasil de 1950 a 2002

A Produtividade do Capital no Brasil de 1950 a 2002 UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA Insiuo de Ciências Humanas Deparameno de Economia DOUTORADO EM ECONOMIA A Produividade do Capial no Brasil de 1950 a 2002 Aumara Feu Orienador: Prof. Maurício Baraa de Paula Pino

Leia mais

CRESCIMENTO E PRODUTIVIDADE NO BRASIL: O QUE NOS DIZ O REGISTRO DE LONGO PRAZO

CRESCIMENTO E PRODUTIVIDADE NO BRASIL: O QUE NOS DIZ O REGISTRO DE LONGO PRAZO CRESCIMENTO E PRODUTIVIDADE NO BRASIL: O QUE NOS DIZ O REGISTRO DE LONGO PRAZO (Maio de 2001) (Versão preliminar. Somene para comenários. Favor não ciar) Inrodução 3 E. Bacha 1 R. Bonelli 2 Após duas décadas

Leia mais

SPREAD BANCÁRIO NO BRASIL

SPREAD BANCÁRIO NO BRASIL SPREAD BANCÁRIO NO BRASIL Elaine Aparecida Fernandes RESUMO: Diane da consaação de que os spreads bancários brasileiros (diferença enre as axas de juros de capação e aplicação dos bancos) se enconram em

Leia mais

4. A procura do setor privado. 4. A procura do setor privado 4.1. Consumo 4.2. Investimento. Burda & Wyplosz, 5ª Edição, Capítulo 8

4. A procura do setor privado. 4. A procura do setor privado 4.1. Consumo 4.2. Investimento. Burda & Wyplosz, 5ª Edição, Capítulo 8 4. A procura do seor privado 4. A procura do seor privado 4.. Consumo 4.2. Invesimeno Burda & Wyplosz, 5ª Edição, Capíulo 8 4.2. Invesimeno - sock de capial óimo Conceios Inroduórios Capial - Bens de produção

Leia mais

Susan Schommer Risco de Crédito 1 RISCO DE CRÉDITO

Susan Schommer Risco de Crédito 1 RISCO DE CRÉDITO Susan Schommer Risco de Crédio 1 RISCO DE CRÉDITO Definição: Risco de crédio é o risco de defaul ou de reduções no valor de mercado causada por rocas na qualidade do crédio do emissor ou conrapare. Modelagem:

Leia mais

O impacto de requerimentos de capital na oferta de crédito bancário no Brasil

O impacto de requerimentos de capital na oferta de crédito bancário no Brasil O impaco de requerimenos de capial na ofera de crédio bancário no Brasil Denis Blum Rais e Silva Tendências Márcio I. Nakane Depep II Seminário Anual sobre Riscos, Esabilidade Financeira e Economia Bancária

Leia mais

MUDANÇAS CAMBIAIS E O EFEITO DOS FATORES DE CRESCIMENTO DAS RECEITAS DE EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE SOJA 1 2

MUDANÇAS CAMBIAIS E O EFEITO DOS FATORES DE CRESCIMENTO DAS RECEITAS DE EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE SOJA 1 2 Sonia Sueli Serafim de Souza, Janice Alves Lamera, ISSN 1679-1614 Sandra Crisina de Moura Bonjour & Adriano Marcos Rodrigues Figueiredo MUDANÇAS CAMBIAIS E O EFEITO DOS FATORES DE CRESCIMENTO DAS RECEITAS

Leia mais

Ascensão e Queda do Desemprego no Brasil: 1998-2012

Ascensão e Queda do Desemprego no Brasil: 1998-2012 Ascensão e Queda do Desemprego no Brasil: 1998-2012 Fernando Siqueira dos Sanos Resumo: ese rabalho analisa a evolução do desemprego nos úlimos anos, com foco no período 1998 a 2012 devido à melhor disponibilidade

Leia mais

1 Introdução. Onésio Assis Lobo 1 Waldemiro Alcântara da Silva Neto 2

1 Introdução. Onésio Assis Lobo 1 Waldemiro Alcântara da Silva Neto 2 Transmissão de preços enre o produor e varejo: evidências empíricas para o seor de carne bovina em Goiás Resumo: A economia goiana vem se desacado no conexo nacional. Seu PIB aingiu R$ 75 bilhões no ano

Leia mais

O EFEITO DIA DO VENCIMENTO DE OPÇÕES NA BOVESPA 1

O EFEITO DIA DO VENCIMENTO DE OPÇÕES NA BOVESPA 1 O EFEITO DIA DO VENCIMENTO DE OPÇÕES NA BOVESPA 1 Paulo J. Körbes 2 Marcelo Marins Paganoi 3 RESUMO O objeivo dese esudo foi verificar se exise influência de evenos de vencimeno de conraos de opções sobre

Leia mais

Influência de Variáveis Meteorológicas sobre a Incidência de Meningite em Campina Grande PB

Influência de Variáveis Meteorológicas sobre a Incidência de Meningite em Campina Grande PB Revisa Fafibe On Line n.3 ago. 007 ISSN 808-6993 www.fafibe.br/revisaonline Faculdades Inegradas Fafibe Bebedouro SP Influência de Variáveis Meeorológicas sobre a Incidência de Meningie em Campina Grande

Leia mais

3 O impacto de choques externos sobre a inflação e o produto dos países em desenvolvimento: o grau de abertura comercial importa?

3 O impacto de choques externos sobre a inflação e o produto dos países em desenvolvimento: o grau de abertura comercial importa? 3 O impaco de choques exernos sobre a inflação e o produo dos países em desenvolvimeno: o grau de aberura comercial impora? 3.1.Inrodução Todas as economias esão sujeias a choques exernos. Enreano, a presença

Leia mais

As exportações nos estados da Região Sul do Brasil por intensidade tecnológica entre 1996 a 2007

As exportações nos estados da Região Sul do Brasil por intensidade tecnológica entre 1996 a 2007 IPES Texo para Discussão Publicação do Insiuo de Pesquisas Econômicas e Sociais As exporações nos esados da Região Sul do Brasil por inensidade ecnológica enre 1996 a 2007 Alexander Nunes Leizke PPGE/UNISINOS

Leia mais

COMPORTAMENTO DOS PREÇOS DO ETANOL BRASILEIRO: DETERMINAÇÃO DE VARIÁVEIS CAUSAIS

COMPORTAMENTO DOS PREÇOS DO ETANOL BRASILEIRO: DETERMINAÇÃO DE VARIÁVEIS CAUSAIS Naal/RN COMPORTAMENTO DOS PREÇOS DO ETANOL BRASILEIRO: DETERMINAÇÃO DE VARIÁVEIS CAUSAIS André Assis de Salles Escola Poliécnica - Universidade Federal do Rio de Janeiro Cenro de Tecnologia Bloco F sala

Leia mais

Variabilidade e pass-through da taxa de câmbio: o caso do Brasil

Variabilidade e pass-through da taxa de câmbio: o caso do Brasil Variabilidade e pass-hrough da axa de câmbio: o caso do Brasil André Minella Banco Cenral do Brasil VI Seminário de Meas para a Inflação Agoso 005 Disclaimer: Esa apresenação é de responsabilidade do auor,

Leia mais

Resumo. Palavras-chave:qualidade da educação, financiamento da educação, família, municípios. Classificação JEL: I2, H2, D6, R58.

Resumo. Palavras-chave:qualidade da educação, financiamento da educação, família, municípios. Classificação JEL: I2, H2, D6, R58. O impaco dos gasos públicos municipais sobre a qualidade da educação: uma análise de variáveis insrumenais enre 2007 e 2011 Darlan Chrisiano Kroh * Flávio Oliveira Gonçalves ** Resumo Grande pare do desempenho

Leia mais

METODOLOGIAS ALTERNATIVAS DE GERAÇÃO DE CENÁRIOS NA APURAÇÃO DO V@R DE INSTRUMETOS NACIONAIS. Alexandre Jorge Chaia 1 Fábio da Paz Ferreira 2

METODOLOGIAS ALTERNATIVAS DE GERAÇÃO DE CENÁRIOS NA APURAÇÃO DO V@R DE INSTRUMETOS NACIONAIS. Alexandre Jorge Chaia 1 Fábio da Paz Ferreira 2 IV SEMEAD METODOLOGIAS ALTERNATIVAS DE GERAÇÃO DE CENÁRIOS NA APURAÇÃO DO V@R DE INSTRUMETOS NACIONAIS Alexandre Jorge Chaia 1 Fábio da Paz Ferreira 2 RESUMO Uma das ferramenas de gesão do risco de mercado

Leia mais

AÇÕES DO MERCADO FINACEIRO: UM ESTUDO VIA MODELOS DE SÉRIES TEMPORAIS

AÇÕES DO MERCADO FINACEIRO: UM ESTUDO VIA MODELOS DE SÉRIES TEMPORAIS AÇÕES DO MERCADO FINACEIRO: UM ESTUDO VIA MODELOS DE SÉRIES TEMPORAIS Caroline Poli Espanhol; Célia Mendes Carvalho Lopes Engenharia de Produção, Escola de Engenharia, Universidade Presbieriana Mackenzie

Leia mais

Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes

Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes Os See Hábios das Pessoas Alamene Eficazes Sephen Covey baseou seus fundamenos para o sucesso na Éica do Caráer aribuos como inegridade, humildade, fidelidade, emperança, coragem, jusiça, paciência, diligência,

Leia mais

Fluxo de Caixa, ADRs e Restrições de Crédito no Brasil

Fluxo de Caixa, ADRs e Restrições de Crédito no Brasil Vol. 5, No.2 Viória-ES, Mai Ago 2008 p. 144-151 ISSN 1807-734X Fluxo de Caixa, ADRs e Resrições de Crédio no Brasil Crisiano M. Cosa Deparmen of Economics, Universiy of Pennsylvania Lourenço Senne Paz

Leia mais

Working Paper Impacto do investimento estrangeiro direto sobre renda, emprego, finanças públicas e balanço de pagamentos

Working Paper Impacto do investimento estrangeiro direto sobre renda, emprego, finanças públicas e balanço de pagamentos econsor www.econsor.eu Der Open-Access-Publikaionsserver der ZBW Leibniz-Informaionszenrum Wirscaf Te Open Access Publicaion Server of e ZBW Leibniz Informaion Cenre for Economics Gonçalves, Reinaldo Working

Leia mais

Perspectivas para a inflação

Perspectivas para a inflação Perspecivas para a inflação 6 Ese capíulo do Relaório de Inflação apresena a avaliação feia pelo Copom sobre o comporameno da economia brasileira e do cenário inernacional desde a divulgação do Relaório

Leia mais

Função definida por várias sentenças

Função definida por várias sentenças Ese caderno didáico em por objeivo o esudo de função definida por várias senenças. Nese maerial você erá disponível: Uma siuação que descreve várias senenças maemáicas que compõem a função. Diversas aividades

Leia mais

ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA

ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA TÓPICOS AVANÇADOS MATERIAL DE APOIO ÁLVARO GEHLEN DE LEÃO gehleao@pucrs.br 55 5 Avaliação Econômica de Projeos de Invesimeno Nas próximas seções serão apresenados os principais

Leia mais

Uma avaliação da poupança em conta corrente do governo

Uma avaliação da poupança em conta corrente do governo Uma avaliação da poupança em cona correne do governo Manoel Carlos de Casro Pires * Inrodução O insrumeno de políica fiscal em vários ojeivos e não é surpreendene que, ao se deerminar uma mea de superávi

Leia mais

Avaliação de Empresas com Base em Números Contábeis

Avaliação de Empresas com Base em Números Contábeis Vol. 4, No. 2 Viória-ES, Brasil Mai/ Ago 27 p. 96-3 ISSN 87-734X Avaliação de Empresas com Base em Números Conábeis James A. Ohlson* Arizona Sae Universiy Alexsandro Broedel Lopes** USP- Universidade de

Leia mais

Instituto de Tecnologia de Massachusetts Departamento de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação. Tarefa 5 Introdução aos Modelos Ocultos Markov

Instituto de Tecnologia de Massachusetts Departamento de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação. Tarefa 5 Introdução aos Modelos Ocultos Markov Insiuo de Tecnologia de Massachuses Deparameno de Engenharia Elérica e Ciência da Compuação 6.345 Reconhecimeno Auomáico da Voz Primavera, 23 Publicado: 7/3/3 Devolução: 9/3/3 Tarefa 5 Inrodução aos Modelos

Leia mais

COMPORTAMENTO DO PREÇO NO COMPLEXO SOJA: UMA ANÁLISE DE COINTEGRAÇÃO E DE CAUSALIDADE

COMPORTAMENTO DO PREÇO NO COMPLEXO SOJA: UMA ANÁLISE DE COINTEGRAÇÃO E DE CAUSALIDADE COMPORTAMENTO DO PREÇO NO COMPLEXO SOJA: UMA ANÁLISE DE COINTEGRAÇÃO E DE CAUSALIDADE RESUMO Ese rabalho objeiva esudar o comporameno recene dos preços dos segmenos do complexo soja, em paricular, a ransmissão

Leia mais

Área Temática: 5. Economia Industrial, da ciência, tecnologia e inovação

Área Temática: 5. Economia Industrial, da ciência, tecnologia e inovação EVOLUÇÃO DO CRÉDITO INDUSTRIAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE A PARTIR DE FATORES MACROECONÔMICOS Pâmela Amado Trisão Aluna do Programa de Pós-Graduação em Adminisração da Universidade Federal de Sana Maria- UFSM

Leia mais

Luciano Jorge de Carvalho Junior. Rosemarie Bröker Bone. Eduardo Pontual Ribeiro. Universidade Federal do Rio de Janeiro

Luciano Jorge de Carvalho Junior. Rosemarie Bröker Bone. Eduardo Pontual Ribeiro. Universidade Federal do Rio de Janeiro Análise do preço e produção de peróleo sobre a lucraividade das empresas perolíferas Luciano Jorge de Carvalho Junior Rosemarie Bröker Bone Eduardo Ponual Ribeiro Universidade Federal do Rio de Janeiro

Leia mais

Relações Comerciais e de Preços no Mercado Nacional de Combustíveis 1

Relações Comerciais e de Preços no Mercado Nacional de Combustíveis 1 1 Relações Comerciais e de Preços no Mercado Nacional de Combusíveis 1 Mara Crisina Marjoa-Maisro 2 Geraldo San Ana de Camargo Barros 3 Arigo elaborado em fevereiro/2002 Aprovado para o XL Congresso Brasileiro

Leia mais

Boletim Económico Inverno 2006

Boletim Económico Inverno 2006 Boleim Económico Inverno 2006 Volume 12, Número 4 Disponível em www.bporugal.p Publicações BANCO DE PORTUGAL Deparameno de Esudos Económicos Av. Almirane Reis, 71-6.º andar 1150-012 Lisboa Disribuição

Leia mais

Influência da Taxa de Câmbio e do Dólar sobre os Preços da Borracha Natural Brasileira

Influência da Taxa de Câmbio e do Dólar sobre os Preços da Borracha Natural Brasileira INFLUÊNCIA DA TAXA DE CÂMBIO E DO DÓLAR SOBRE OS PREÇOS DA BORRACHA NATURAL BRASILEIRA naisysilva@yahoo.com.br APRESENTACAO ORAL-Comercialização, Mercados e Preços NAISY SILVA SOARES; MÁRCIO LOPES DA SILVA;

Leia mais

OTIMIZAÇÃO ENERGÉTICA NA CETREL: DIAGNÓSTICO, IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE GANHOS

OTIMIZAÇÃO ENERGÉTICA NA CETREL: DIAGNÓSTICO, IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE GANHOS STC/ 08 17 à 22 de ouubro de 1999 Foz do Iguaçu Paraná - Brasil SESSÃO TÉCNICA ESPECIAL CONSERVAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA (STC) OTIMIZAÇÃO ENERGÉTICA NA CETREL: DIAGNÓSTICO, IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE

Leia mais

Relações de troca, sazonalidade e margens de comercialização de carne de frango na Região Metropolitana de Belém no período 1997-2004

Relações de troca, sazonalidade e margens de comercialização de carne de frango na Região Metropolitana de Belém no período 1997-2004 RELAÇÕES DE TROCA, SAZONALIDADE E MARGENS DE COMERCIALIZAÇÃO DE CARNE DE FRANGO NA REGIÃO METROPOLITANA DE BELÉM NO PERÍODO 1997-2004 MARCOS ANTÔNIO SOUZA DOS SANTOS; FABRÍCIO KHOURY REBELLO; MARIA LÚCIA

Leia mais

12 Integral Indefinida

12 Integral Indefinida Inegral Indefinida Em muios problemas, a derivada de uma função é conhecida e o objeivo é enconrar a própria função. Por eemplo, se a aa de crescimeno de uma deerminada população é conhecida, pode-se desejar

Leia mais

COMPORTAMENTO DIÁRIO DO MERCADO BRASILEIRO DE RESERVAS BANCÁRIAS NÍVEL E VOLATILIDADE IMPLICAÇÕES NA POLÍTICA MONETÁRIA

COMPORTAMENTO DIÁRIO DO MERCADO BRASILEIRO DE RESERVAS BANCÁRIAS NÍVEL E VOLATILIDADE IMPLICAÇÕES NA POLÍTICA MONETÁRIA COMPORTAMENTO DIÁRIO DO MERCADO BRASILEIRO DE RESERVAS BANCÁRIAS NÍVEL E VOLATILIDADE IMPLICAÇÕES NA POLÍTICA MONETÁRIA Resumo Mardilson Fernandes Queiroz UNB Ese rabalho evidencia padrão de comporameno

Leia mais

Trabalhos para Discussão. Um Conto de Três Hiatos: Desemprego, Utilização da Capacidade Instalada da Indústria e Produto

Trabalhos para Discussão. Um Conto de Três Hiatos: Desemprego, Utilização da Capacidade Instalada da Indústria e Produto ISSN 1519-1028 Um Cono de Três Hiaos: Desemprego, Uilização da Capacidade Insalada da Indúsria e Produo Sergio Afonso Lago Alves e Arnildo da Silva Correa Dezembro, 2013 Trabalhos para Discussão 339 ISSN

Leia mais

4 O Papel das Reservas no Custo da Crise

4 O Papel das Reservas no Custo da Crise 4 O Papel das Reservas no Cuso da Crise Nese capíulo buscamos analisar empiricamene o papel das reservas em miigar o cuso da crise uma vez que esa ocorre. Acrediamos que o produo seja a variável ideal

Leia mais

O mercado brasileiro da soja: um estudo de transmissão, causalidade e cointegração de preços entre 2001 e 2009

O mercado brasileiro da soja: um estudo de transmissão, causalidade e cointegração de preços entre 2001 e 2009 Sinop, MT, Brasil, 18 a 22 de ouubro de 2010. O mercado brasileiro da soja: um esudo de ransmissão, causalidade e coinegração de preços enre 2001 e 2009 Gilbero Siso Fernández (UNEMAT) gilbsis@gmail.com

Leia mais

POLÍTICA MONETÁRIA E MUDANÇAS MACROECONÔMICAS NO BRASIL: UMA ABORDAGEM MS-VAR

POLÍTICA MONETÁRIA E MUDANÇAS MACROECONÔMICAS NO BRASIL: UMA ABORDAGEM MS-VAR POLÍTICA MONETÁRIA E MUDANÇAS MACROECONÔMICAS NO BRASIL: UMA ABORDAGEM MS-VAR Osvaldo Cândido da Silva Filho Bacharel em Economia pela UFPB Mesre em Economia pela UFPB Douorando em Economia pelo PPGE UFRGS

Leia mais

DEMANDA DE IMPORTAÇÃO DE VINHO NO BRASIL NO PERÍODO 1995-2007 ANTÔNIO CARVALHO CAMPOS; HENRIQUE BRIGATTE; UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA

DEMANDA DE IMPORTAÇÃO DE VINHO NO BRASIL NO PERÍODO 1995-2007 ANTÔNIO CARVALHO CAMPOS; HENRIQUE BRIGATTE; UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA DEMANDA DE IMPORTAÇÃO DE VINHO NO BRASIL NO PERÍODO 1995-27 ANTÔNIO CARVALHO CAMPOS; HENRIQUE BRIGATTE; UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA VIÇOSA - MG - BRASIL hbrigae@yahoo.com.br APRESENTAÇÃO ORAL Comércio

Leia mais

FORMAÇÃO DE PREÇOS E SAZONALIDADE NO MERCADO DE FRETES RODOVIÁRIOS PARA PRODUTOS DO AGRONEGÓCIO NO ESTADO DO PARANÁ*

FORMAÇÃO DE PREÇOS E SAZONALIDADE NO MERCADO DE FRETES RODOVIÁRIOS PARA PRODUTOS DO AGRONEGÓCIO NO ESTADO DO PARANÁ* Ricardo S. Marins, Débora Silva Lobo e Maria da Piedade Araújo FORMAÇÃO DE PREÇOS E SAZONALIDADE NO MERCADO DE FRETES RODOVIÁRIOS PARA PRODUTOS DO AGRONEGÓCIO NO ESTADO DO PARANÁ* Ricardo Silveira Marins**

Leia mais

A Linha Híbrida de Pobreza no Brasil

A Linha Híbrida de Pobreza no Brasil A Linha Híbrida de Pobreza no Brasil Julho de 2006 Auoria: Henrique Eduardo Ferreira Vinhais, André Porela Fernandes de Souza Resumo: Ese rabalho invesiga a consrução de uma linha híbrida da pobreza no

Leia mais

A Estratégia de Financiamento com Subscrições de Ações: O Caso de Empresas Brasileiras

A Estratégia de Financiamento com Subscrições de Ações: O Caso de Empresas Brasileiras A Esraégia de Financiameno com Subscrições de Ações: O Caso de Empresas Brasileiras Auores: Luiz Albero Berucci CEPEAD/CAD/UFMG (berucci@face.ufmg.br) Hudson Fernandes Amaral CEPEAD/CAD/UFMG (hfamaral@face.ufmg.br)

Leia mais

exercício e o preço do ativo são iguais, é dito que a opção está no dinheiro (at-themoney).

exercício e o preço do ativo são iguais, é dito que a opção está no dinheiro (at-themoney). 4. Mercado de Opções O mercado de opções é um mercado no qual o iular (comprador) de uma opção em o direio de exercer a mesma, mas não a obrigação, mediane o pagameno de um prêmio ao lançador da opção

Leia mais

TAXA DE CÂMBIO, RENDA MUNDIAL E EXPORTAÇÕES DE CALÇADOS: UM ESTUDO PARA ECONOMIA CEARENSE

TAXA DE CÂMBIO, RENDA MUNDIAL E EXPORTAÇÕES DE CALÇADOS: UM ESTUDO PARA ECONOMIA CEARENSE TAXA DE CÂMBIO, RENDA MUNDIAL E EXPORTAÇÕES DE CALÇADOS: UM ESTUDO PARA ECONOMIA CEARENSE José freire Júnior Insiuo de Pesquisa e Esraégia Econômica do Ceará jose.freire@ipece.ce.gov.br fone: (85) 30.35

Leia mais

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA MESTRADO EM ECONOMIA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA MESTRADO EM ECONOMIA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA MESTRADO EM ECONOMIA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO ANÁLISE DO DESEMPENHO DA BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA ESTIMAÇÕES DAS ELASTICIDADES DAS FUNÇÕES DA

Leia mais

OBJETIVOS. Ao final desse grupo de slides os alunos deverão ser capazes de: Explicar a diferença entre regressão espúria e cointegração.

OBJETIVOS. Ao final desse grupo de slides os alunos deverão ser capazes de: Explicar a diferença entre regressão espúria e cointegração. Ao final desse grupo de slides os alunos deverão ser capazes de: OBJETIVOS Explicar a diferença enre regressão espúria e coinegração. Jusificar, por meio de ese de hipóeses, se um conjuno de séries emporais

Leia mais

O EFEITO DIA DE VENCIMENTO DE OPÇÕES NA BOVESPA REVISITADO

O EFEITO DIA DE VENCIMENTO DE OPÇÕES NA BOVESPA REVISITADO O EFEITO DIA DE VENCIMENTO DE OPÇÕES NA BOVESPA REVISITADO Newon C. A. da Cosa Jr., Milon Biage Deparameno de Economia, UFSC Waldemar Ferreira e Marco Goular Deparameno de Adminisração, UFAM Curso de Pós-Graduação

Leia mais

FORMAÇÃO DE PREÇO DO AÇÚCAR CRISTAL EMPACOTADO AO VAREJO DA REGIÃO CENTRO-SUL DO BRASIL

FORMAÇÃO DE PREÇO DO AÇÚCAR CRISTAL EMPACOTADO AO VAREJO DA REGIÃO CENTRO-SUL DO BRASIL FORMAÇÃO DE PREÇO DO AÇÚCAR CRISTAL EMPACOTADO AO VAREJO DA REGIÃO CENTRO-SUL DO BRASIL Mirian Rumenos Piedade Bacchi Lucilio Rogerio Aparecido Alves 2 RESUMO: Nese rabalho buscou-se analisar o processo

Leia mais

ESPECIALIZAÇÃO INDUSTRIAL E ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS: IMPACTOS SOBRE A ECONOMIA DE ESCALA NAS MICRORREGIÕES CEARENSES RESUMO

ESPECIALIZAÇÃO INDUSTRIAL E ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS: IMPACTOS SOBRE A ECONOMIA DE ESCALA NAS MICRORREGIÕES CEARENSES RESUMO ESPECIALIZAÇÃO INDUSTRIAL E ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS: IMPACTOS SOBRE A ECONOMIA DE ESCALA NAS MICRORREGIÕES CEARENSES Auoria: Elon Eduardo Freias, Francisco de Assis Soares, Sandra Maria dos Sanos, Diego

Leia mais

UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO PPGA CURSO DE MESTRADO ANDRÉ MAURO SANTOS DE ESPÍNDOLA

UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO PPGA CURSO DE MESTRADO ANDRÉ MAURO SANTOS DE ESPÍNDOLA UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO PPGA CURSO DE MESTRADO ANDRÉ MAURO SANTOS DE ESPÍNDOLA INTELIGÊNCIA COMPETITIVA E MODELOS DE SÉRIES TEMPORAIS PARA PREVISÃO DE CONSUMO:

Leia mais

Câmbio de Equilíbrio

Câmbio de Equilíbrio Câmbio de Equilíbrio Seção 1 Meodologia do cálculo do câmbio...4 Seção 2 - Passivo Exerno... 11 Seção 3 Susenabilidade do Passivo Exerno... 15 Seção 4 - Esimaivas... 17 Seção 5 - Conclusão... 20 2 Inrodução

Leia mais

Produtividade total dos fatores, mudança técnica, eficiência técnica e eficiência de escala na indústria brasileira, 1996-2000

Produtividade total dos fatores, mudança técnica, eficiência técnica e eficiência de escala na indústria brasileira, 1996-2000 Euler Pereira Gonçalves de Mello Produividade oal dos faores mudança écnica eficiência écnica e eficiência de escala na indúsria brasileira 996-2000 Belo Horizone MG Cenro de Desenvolvimeno e Planejameno

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Inrodução Ins iuo de Info ormáic ca - UF FRGS Redes de Compuadores Conrole de fluxo Revisão 6.03.015 ula 07 Comunicação em um enlace envolve a coordenação enre dois disposiivos: emissor e recepor Conrole

Leia mais