DESAFIOS E POTENCIAIS DO SETOR

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1 DESAFIOS E POTENCIAIS DO SETOR FARMACÊUTICO NO BRASIL Antônio Britto Presidente-executivo da Interfarma Rio de Janeiro, 19 de maio de 2014

2 Em cinco anos, a Interfarma dobrou o número de associadas associadas 53 associadas Abbot. Actelion. AstraZeneca. Bayer-Schering. Biogen. Boehringer. Daiichi Sankyo. Farmalab Chiesi. Galderma. Genzyme. GlaxoSmithKline. Janssen-Cilag. Lilly. Merck S.A.. Merck Sharp & Dohme. Novartis. Nycomed. Novo Nordisk. Pfizer. Roche. Sanofi-Aventis. Sch Ploug- Organon. Shire. Stiefel. Wyeth Zambon Abbott. AbbVie. Actelion. Aegerion. Alexion. Allergan. Amgen. Astellas. AstraZeneca. Bagó. Baxter. Bayer. Besins. Biogen. Biomarin. Biominas. Boehringer. Bristol-Myers Squibb. Celgene. Chiesi. Daiichi Sankyo. Ferring. Galderma. GE Healthcare. Genzyme. GlaxoSmithKline. Glenmark. Ipsen. Isdin. Janssen. LEO Pharma. Lilly. Lundbeck. Meizler. Merck S.A.. MSD. MundiPharma. Nanocore. Novartis. Novo Nordisk. Pfizer. Pharma Praxis. Pierre Fabre. Reckitt Benckiser. Roche. Sanofi. Servier. Shire. Stiefel. Takeda. TheraSkin. Zambon

3 REPRESENTATIVIDADE DAS ASSOCIADAS DA INTERFARMA NO MERCADO BRASILEIRO DE MEDICAMENTOS

4 REPRESENTATIVIDADE DAS ASSOCIADAS DA INTERFARMA NO MERCADO BRASILEIRO DE MEDICAMENTOS

5 REPRESENTATIVIDADE DAS ASSOCIADAS DA INTERFARMA NO MERCADO BRASILEIRO DE MEDICAMENTOS

6 MERCADO FARMACÊUTICO POSIÇÃO DO BRASIL X MUNDO

7 MERCADO FARMACÊUTICO MUNDIAL 7

8 MERCADO FARMACÊUTICO MUNDIAL Ranking mundial: mudanças até 2017

9 MERCADO FARMACÊUTICO VAREJO BRASIL EM BILHÕES(R$) E NÚMEROS DE DOSES COMERCIALIZADAS

10 VENDAS MERCADO FARMACÊUTICO BRASILEIRO VAREJO, TIPO DE PRODUTO, PPP 10

11 GASTOS COM SAÚDE NO BRASIL E NO MUNDO

12 GASTOS COM SAÚDE PORCENTAGEM DO PIB, 2011* Global

13 GASTOS COM SAÚDE PER CAPITA Globa l TAXA DE CÂMBIO (US$), 2011*

14 GASTOS PRIVADOS COM SAÚDE Globa l PORCENTAGEM DOS GASTOS TOTAIS COM SAÚDE (US$), 2011*

15 GASTOS PÚBLICOS COM SAÚDE Globa l PORCENTAGEM DOS GASTOS TOTAIS PÚBLICOS (US$), 2011*

16 NO BRASIL, A MAIOR PARCELA DOS GASTOS COM MEDICAMENTOS SÃO REALIZADOS PELO PACIENTE Mexico Czech Republic Australia Japan Italy Spain France Canada Source: OECD Health Data/2008 e Datasus/Siops United States Argentina Brazil Government Consumer

17 PROJEÇÃO DAS CAUSAS DE MORTES Source: WHO - World Health Organization

18 EVOLUÇÃO DO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO DE MEDICAMENTOS 2008 A 2013

19 DÉFICIT DA BALANÇA COMERCIAL EVOLUÇÃO DOS MEDICAMENTOS DA BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA In five years the deficit of the trade balance has grown 84% Source: Aliceweb/MDIC

20 CONSUMO E ACESSO A MEDICAMENTOS POR CLASSE SOCIAL Estimated gap Public expend Private expend 37 Estimated annual private expend = 23.8 billion R$ Estimated annual public expend = 10.2 billion R$ Estimated annual gap in relation to B = 18.2 billion R$ Estimated annual gap in relation to C = 9.4 billion R$ R$ per capita/year Classes Population (million) A B C D E + than 20 from 10 to 20 from 5 to 10 mw from 2 to 5 mw up to 2 mw Total population = millions

21 ORÇAMENTO DO GOVERNO EM SAÚDE

22 EVOLUÇÃO DOS ORÇAMENTOS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE E GASTOS COM MEDICAMENTOS

23 EVOLUÇÃO DOS GASTOS PÚBLICOS Medicamentos e variação (US$ mil) Source: Ministry of Health

24 GASTO PÚBLICO DAS TRÊS ESFERAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS EM SAÚDE 2000 A2010, EMR$ BILHÕESDE2010, DEFLACIONADOSPELAMÉDIAANUALDOIPCA

25 IMPOSTOS SOBRE MEDICAMENTOS VAT Value Added Tax para medicamentos em alguns países selecionados Brazil 28 Germany 16 Italy 15 Greece Japan Portugal VAT Brazil = 18% nominal ICMS (22% inside) 6% more PIS/PASESP, average Spain 4 France 3 Collection theoretical: R$ 8.4 billions (2006) Canada 0 United States 0 Mexico 0 (in %) Source: EFPIA The Pharmaceutical Industry in figures 2011

26 ALÍQUOTAS APLICADAS AOS MEDICAMENTOS SOB PRESCRIÇÃO Países da OCDE e BRIC

27 A ESSENCIALIDADE É UM PRINCÍPIO CONSTITUCIONAL PARA DECISÃO DE TRIBUTAÇÃO No caso dos medicamentos, este princípio não é respeitado Fonte: Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), Nov, 2011

28 A SAÚDE NO BRASIL PERCEPÇÃO DA POPULAÇÃO PESQUISA DATAFOLHA-INTERFARMA Mar, 2014

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35 MERCADO FARMACÊUTICO INOVAÇÃO E PESQUISA CLÍNICA NOBRASILX MUNDO

36 O MAPA DA INOVAÇÃO Source: UNDP - United Nations Development Programme

37 TAXA DE INOVAÇÃO/MILHÃO DE HABITANTES* * Representa a relação entre a quantidade de patentes de invenção outorgadas pelo USPTO no ano de 2012 dividida pela população do país expressa em milhões. Posição País Índice Aceleração PAÍSES COM FORTE INOVAÇÃO 1 Taiwan 456,91 7,1% 2 Japão 398,25 4,1% 3 Estados Unidos 382,18 3,0% 4 Israel 320,88 10,1% 5 Coreia do Sul 270,28 12,2% Fonte: Jornal dos Economistas, Maio 2013, pág. 7

38 TAXA DE INOVAÇÃO/MILHÃO DE HABITANTES* * Representa a relação entre a quantidade de patentes de invenção outorgadas pelo USPTO no ano de 2012 dividida pela população do país expressa em milhões. PAÍSES COM MODERADA INOVAÇÃO Posição País Índice Aceleração 6 Suíça 228,88 2,8% 7 Suécia 228,18 2,3% 8 Finlândia 201,9 4,6% 9 Alemanha 170,49 2,5% 10 Canadá 167,05 4,5% 11 Dinamarca 152,88 5,7% 12 Cingapura 148,35 11,6% 13 Holanda 113,27 3,6% 14 Áustria 104,38 4,5% Fonte: Jornal dos Economistas, Maio 2013, pág. 7

39 TAXA DE INOVAÇÃO/MILHÃO DE HABITANTES* * Representa a relação entre a quantidade de patentes de invenção outorgadas pelo USPTO no ano de 2012 dividida pela população do país expressa em milhões. Posição País Índice Aceleração 27 Malásia 7,09 14,4% 28 Arábia Saudita 6,31 20,0% PAÍSES COM BAIXA INOVAÇÃO Fonte: Jornal dos Economistas, Maio 2013, pág China (inclui Hong Kong) 3,81 26,8% 30 Portugal 3,70 11,4% 31 África do Sul 2,92 2,1% 32 Rússia 2,32 5,1% 33 Chile 2,15 7,8% 34 Polônia 2,01 16,0% 35 Argentina 1,48 1,3% 36 Índia 1,39 23,8% 37 México 1,05 4,0% 38 Brasil 0,98 5,9% 39 Venezuela 0,88-0,6% 40 Turquia 0,58 22,8%

40 Fonte: Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi)

41 Fonte:SENNES, Ricardo; BRITTO FILHO, Antonio B.; Inovações Tecnológicas no Brasil, PRINCIPAIS FATORES QUE INFLUENCIAM NA DECISÃO DE INVESTIR EMP&D NOBRASIL

42 ARTIGOS CIENTÍFICOS PUBLICADOS EM REVISTAS INDEXADAS POR AUTORES DE INSTITUIÇÕES BRASILEIRAS, Fonte: Biominas Brasil, A Indústria de biociência nacional: Caminhos para o crescimento, 2011

43 EVOLUÇÃO DO NÚMERO DE DOUTORES TITULADOS NO BRASIL Fonte: Biominas Brasil, A Indústria de biociência nacional: Caminhos para o crescimento, 2011

44 DISTRIBUIÇÃO DE PESQUISADORES POR SETOR INSTITUCIONAL Distribuição de pesquisadores em equivalência de tempo integral, por setores institucionais (%) Fonte: Biominas Brasil, A Indústria de biociência nacional: Caminhos para o crescimento, 2011

45 ESCORES MÉDIOS EM MATEMÁTICA NOPISA 2009 PAÍSES SELECIONADOS Fonte: Políticas de Inovação no Brasil, Centro de Políticas Públicas do INSPER, 2013

46 Fonte: Valor Econômico, 15 de outubro de 2013, A14

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48 PESQUISA CLÍNICA ESTUDO INTERFARMA COM ASSOCIADAS Estudos perdidos em 2013, incluindo as empresas que responderam que não submeteram nenhum estudo Nº de empresas 18 Nº Estudos Perdidos 61 estudos submetidos nem chegaram ao Brasil Nº Pacientes que deixaram de ser beneficiados 3712* Nº Estudos destinados a patologias com risco de morte 36 * Relativos a 61 estudos, pois os demais estudos foram perdidos antes da estimativa de pacientes

49 PESQUISA CLÍNICA - QUADRO NOSOLÓGICO NO BRASIL - Estudos no mundo Estudos no Brasil Doenças Cardiovasculares (2,4%) Câncer (1,2%) Doenças Respiratórias (2,1%) Diabetes (3,1%) Fonte:

50 PESQUISA CLÍNICA - QUADRO NOSOLÓGICO NO BRASIL - Estudos no mundo Estudos no Brasil Dengue 37 1 (2,7%) Malária (0%) Tuberculose (2,4%) Leishmaniose 60 8 (1,33%) Fonte:

51 TEMPO PARA APROVAÇÃO DE PESQUISA CLÍNICA Fonte: Abraco, Anvisa, ClinicalTryals, MCTI e Medic/Ministério da Saúde apud Valor de 1 de novembro de 2013

52 PRIORIDADES DA INTERFARMA

53 PRIORIDADESINTERFARMA Redução da burocracia Demorômetro 314 novos técnicos Interfarma ANVISA Reducing timeframes and simplification of processes for inspection of factories, products, registry and postregistry of medications Intercâmbio com FDA e EMA Certificadode Boas Práticas com maior prazo de validade

54 PRIORIDADESINTERFARMA Discussões nos tribunais sobre o papelda ANVISA no processo da concessãodas patentes de medicamentos (anuência prévia)

55 PRIORIDADESINTERFARMA Rastreabilidade de medicamentos Interfarma ANVISA Sistema de rastreabilidade de medicamentos Tecnologia 2D Prazo limite 2017, com a primeira fase em 2015

56 PRIORIDADESINTERFARMA TRIBUTOS SOBRE MEDICAMENTOS 2012 Públicoestimadode maisde 350 pessoas SeminárioValor Econômico Criação da Frente Parlamentar para Desoneração de Medicamentos

57 PRIORIDADESINTERFARMA TRIBUTOS SOBRE MEDICAMENTOS 2012 Livro Tributos e Medicamentos OrganizadopelaInterfarma e a UniversidadeSão Paulo, a publicaçãoreúne estudos que analisam a elevada carga fiscal aplicada sobre os medicamentos no Brasil, em comparação com outros países.

58 PRIORIDADESINTERFARMA TRIBUTOS SOBRE MEDICAMENTOS 2013 Campanha realizada no Aeroporto Internacional de Brasília

59 PRIORIDADESINTERFARMA TRIBUTOS SOBRE MEDICAMENTOS 2013 Campanha realizada em farmácias por todo o Brasil Materiais de divulgação e caderno de abaixo-assinado foram produzidos para a coleta de 1 milhãode assinaturas emseismil farmáciase drogarias por todo o País Cartaz Folheto Caderno abaixo-assinado

60 PRIORIDADESINTERFARMA TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA Regras claras PDPs Regras mais transparentes

61 PRIORIDADESINTERFARMA DOENÇAS RARAS Público estimado em 200 pessoas DoençasRaras: Contribuições para uma Política Nacional Realização de seminário com autoridades, especialistas, pacientes e legisladores Depois de dois anos de dedicação, a Interfarma publicou um estudo em defesa de uma Política Nacional para as Doenças Raras em relação à importância da questão no mundo e no Brasil.

62 OBRIGADO! Antônio Britto Presidente-executivo da Interfarma

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