UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU AVM FACULDADE INTEGRADA

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1 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU AVM FACULDADE INTEGRADA A LOGÍSTICA NO COMÉRCIO DE MEDICAMENTOS Thais Hisse de Lima e Silva Orientador Prof. Jorge Tadeu Vieira Lourenço Rio de Janeiro 2012

2 2 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU AVM FACULDADE INTEGRADA A LOGÍSTICA NO COMÉRCIO DE MEDICAMENTOS Apresentação de monografia à AVM Faculdade Integrada como requisito parcial para obtenção do grau de especialista em Logística Empresarial Por:. Thais Hisse.

3 3 AGRADECIMENTOS Agradeço a princípio a Deus, que me concedeu a inteligência, pois sem ele nada seria possível. Aos meus pais, pelo apoio irrestrito, incentivo, carinho, esforço, dedicação e compreensão em todos os momentos desta e de outras caminhadas em minha vida. Ao meu marido, que soube compreender os momentos de ausência durante a realização deste trabalho. Ao meu orientador, Prof. Jorge Tadeu, pelas orientações precisas em todos os momentos solicitados ao iniciar e concluir este caminho. A todos os professores desde o início da pós-graduação, que me deram base, conhecimento mais amplo e contribuíram dentro de suas áreas, para o desenvolvimento de minha monografia, e, principalmente pela dedicação e empenho que demonstraram no decorrer de suas atividades. Á todos aqueles que direta e indiretamente me auxiliaram em todos os momentos desta importante etapa em minha vida, colaborando para que este trabalho consiga atingir aos objetivos propostos. DEDICATÓRIA

4 4 Dedico este trabalho aos meus pais, por todo amor e dedicação para comigo, por terem sido a peça fundamental para que eu tenha me tornado a pessoa que hoje sou. Ao meu esposo pelo carinho e apoio dispensados em todos os momentos que precisei. RESUMO

5 5 O transporte de medicamentos requer cuidados especiais para não alterar sua estrutura físico-química, produtos sensíveis à temperatura estão sujeitos ao controle sanitário cujas ações consistem na inspeção de produtos importados em portos, aeroportos e fronteiras. Muitas vezes as empresas prestadoras de serviços são terceirizadas, por isso, têm que ser especialistas no seu ramo de atividades, podemos citar como exemplo, as empresas do ramo de medicamentos, as drogarias, pois com a mudança contínua do mercado e os consumidores cada vez mais exigentes eles procuram fazer as entregar na residência dos clientes sem custos e com prazos cada vez menores. METODOLOGIA

6 6 Como procedimento metodológico adotado, em função dos objetivos, foi concebidas pesquisas bibliográficas e descritivas e sites de buscas. Este trabalho tem o foco em Drogarias com destaque de entregar os pedidos do cliente dentro do prazo prometido. Os métodos que levaram à proposta foi embasado também na minha experiência no ramo de oito anos. SUMÁRIO INTRODUÇÃO 08

7 7 CAPÍTULO I LOGÍSTICA - Uma função essencial nas empresas 11 CAPÍTULO II ANVISA 16 CAPÍTULO III TRANSPORTE DE MEDICAMENTOS 18 CAPÍTULO IV OS DESAFIOS DA LOGÍSTICA NO SETOR DE MEDICAMENTOS 29 CONCLUSÃO 36 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA 39 ÍNDICE 43 INTRODUÇÃO A logística dos medicamentos começa no momento da importação de matérias-primas ou de produtos acabados, vindos de várias regiões do mundo

8 8 para atender as necessidades do Brasil, cumprindo as legislações específicas de importação e conservação dos produtos. Assim que prontos para combater as enfermidades, os medicamentos começam a sua viagem pelo País, até o paciente. Neste percurso, para alcançar o que os autores afirmam, várias dificuldades são encontradas pelo caminho e, assim, diversas soluções são desenvolvidas para, cada vez mais, garantir que o produto esteja ao alcance do paciente com qualidade, agilidade e segurança. Quando se cita qualidade dos medicamentos, logo se lembra dos órgãos reguladores como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e os Conselhos de Farmácia (Federal e Regionais), que possuem normas específicas para garantir a qualidade dos produtos. Com as normas em mãos, as empresas envolvidas na logística conseguem ter uma ampla visão das atividades que precisam realizar, porém as preocupações vão muito além de seguir as normas dos órgãos reguladores, mas também em relação a segurança, tecnologia, frota e treinamento. Tudo isso com foco na qualidade, para que os medicamentos cheguem até o paciente com a eficácia e a agilidade necessária. Com o mercado cada vez mais competitivo, em função da globalização e da diversificação de produtos, as empresas brasileiras buscam, cada vez mais, novas formas de trabalhar, de gestão, passando a focar principalmente em sua atividades fim. Hoje as drogarias estão cada vez com produtos mais diversificados e procuram atender seus clientes com mais conforto e confiança, por isso há um grande número de drogarias com o serviço de delivery (entregas em casa) e essa comodidade aos clientes é um sucesso para as estratégias das empresas que só traz impactos positivos para a sociedade em que se insere. No primeiro capítulo a logística é conceituada, desde então ela tem assumido um papel de destaque no contexto empresarial, pois as exigências de maiores níveis de competitividade têm obrigado as empresas a repensarem suas operações.

9 9 Sendo assim no próximo capítulo apresentamos a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), é uma agência reguladora vinculada ao Ministério da Saúde do Brasil. Concebida como uma autarquia de regime especial, a agência exerce o controle sanitário de todos os produtos e serviços (nacionais ou importados) submetidos à vigilância sanitária, tais como medicamentos, alimentos, cosméticos, saneantes, derivados do tabaco, produtos médicos, sangue, hemoderivados e serviços de saúde, pois neste trabalho estamos focando a comercialização dos medicamentos. O capítulo III detalha como o serviço de atendimento inclui todas as etapas de transporte dos medicamentos, que também, deve obedecer a legislação concernente. Na observância de todos os aspectos o capítulo IV relata como as empresas da rede de drogarias oferecem o serviço de tele-entregas de medicamentos,e elabora um estudo de caso sobre a Drogaria Onofre Ltda. A conclusão apresenta o desfecho do trabalho e demonstra vantagens no mercado de entregas de farmácias e drogarias. PROBLEMA O problema proposto para o trabalho será baseado em como as drogarias com o foco no delivery conseguem fazer as entregas de medicamentos de seus clientes dentro do prazo com o qual se comprometem.

10 10 Atualmente, considerando que as grandes cidades são os alvos desse serviço, pois nas cidades grandes nossos clientes são mais exigentes, há algumas dificuldades que comprometem esse prazo que a empresa estabelece ao consumidor, com exemplo temos vários fatores externos: trânsito, tempo (chuva, vento etc). OBJETIVO A proposta é apresentar a logística das redes de drogarias que possuem o serviço de delivery (entregas em casa) expondo suas vantagens e dificuldades, porém o foco é na entrega dos pedidos dentro do prazo. CAPÍTULO I 1 LOGÍSTICA Uma função essencial na empresa A partir da década de 80, tem-se observado uma série de mudanças na forma como as empresas atuam em seus mercados. Motivado principalmente

11 11 pelo aumento das exigências dos clientes e do crescimento da concorrência, passou-se a valorizar mais os serviços em detrimento da marca, sem que isso reflita na política de preços. Neste contexto, a logística assume um papel determinante, pois é através dela que os produtos conseguem chegar às mãos dos clientes. Fazer isso com a máxima eficácia ao menor custo possível é o maior desafio da logística, que utiliza os fluxos de materiais e informações para cumprir esta missão. A logística estuda como a administração pode prover melhor nível de rentabilidade nos serviços de distribuição aos clientes e consumidores, através de planejamento, organização e controle efetivo para as atividades de movimentação e armazenagem que visam facilitar o fluxo de produtos. Para KOTLER (2000), a logística de mercado corresponde ao planejamento, à implementação e ao controle dos fluxos físicos de produtos entre os pontos de origem e de destino, com o objetivo de atender às exigências dos clientes. COUGHLAN et al. (2002) afirmam que a logística envolve o processamento e o rastreamento de bens durante o armazenamento, o controle de estoque, o transporte, a documentação alfandegária e a entrega para os clientes. A logística tem assumido uma importância singular, pois ela contribui para a melhoria do serviço ao mesmo tempo em que diminui custos. No entanto, para que as informações fluam de forma rápida e consistente ao longo da cadeia, os sistemas de informações logísticas devem funcionar de forma integrada, tanto internamente como externamente (clientes e fornecedores). O setor de medicamentos, mais especificamente, não é diferente. Responsável por um faturamento de 2,6 bilhões de reais em 2002, este segmento é responsável pela elevação da qualidade de vida da população, uma vez que seus produtos são responsáveis pela manutenção da saúde das pessoas. A Logística é um assunto fundamental. É o fato econômico que tanto dos recursos quanto os seus consumidores estão espalhados numa ampla área geográfica. Além disso, os consumidores não residem, se é que alguma vez o fizeram, próximo donde os bens ou produtos estão localizados. Este é o problema enfrentado pela Logística: diminuir o intervalo entre a produção e

12 12 demanda, de modo que os consumidores tenham bens e serviços quando e onde quiserem, e na condição física que desejarem.( BALLOU, 1993 ). 1.1 Importância dos medicamentos A Farmacopéia brasileira dá a seguinte definição: "produto farmacêutico, tecnicamente obtido ou elaborado com finalidades profiláticas, curativas, paliativas ou para fins de diagnóstico. É uma forma farmacêutica terminada que contém o fármaco, geralmente em associação com adjuvantes farmacotécnicos. No setor farmacêutico, os medicamentos apresentam variações da demanda. Considerando as demandas apresentadas por BALLOU (1993), estas podem ser: permanentes (medicamentos de uso contínuo, por exemplo: insulina); irregulares (medicamentos de procura espontânea, ou seja, que não necessitam de prescrição médica); sazonais (medicamentos que variam de acordo com a variação da temperatura, por exemplo, pois as pessoas são mais propensas a terem resfriados e doenças pulmonares nestas épocas); em declínio (medicamentos que perderam a patente e atualmente possuem vários concorrentes com preços inferiores); e derivada (por exemplo, medicamentos para tratar os sintomas da dengue, pois só são consumidos porque existe a epidemia). Dentro de cada caixa existe um produto que tem as seguintes características: É destinado à saúde, ao consumo humano, á recuperação da saúde e tratamento de doenças; É obtido, em geral, após uma ou duas décadas de estudos, envolve bilhões em investimentos de pesquisa; Envolve o maior arsenal de leis, boas práticas e técnicas de produção; Envolve no mínimo, uma centena de profissionais para a produção de um produto básico, como uma Dipirona; É produzido em ambientes extremamente controlados e constantemente vigiado e fiscalizado;

13 13 Segundo Nascimento (2002), a produção de medicamentos em escala industrial, segundo especificações técnicas e legais, fez com que esses produtos alcançassem papel central na terapêutica, deixando de ser considerado como mero recurso terapêutico. Sua prescrição torna-se quase obrigatória nas consultas médicas, sendo o médico avaliado pelo paciente por meio do número de formas farmacêuticas que prescreve. Assim, a prescrição do medicamento tornou-se sinônimo de boa prática médica, justificando sua enorme demanda. 1.2 Características dos medicamentos Os medicamentos termolábieis, a exposição dos medicamentos, as temperaturas elevadas por períodos de tempo prolongados, faz com que os medicamentos sofram alterações em suas propriedades, por isso alguns requerem precauções de conservação. Nas embalagens e bulas do medicamento possuem dizeres explicitando as características de conservação que necessita, pois quando não mantido nas condições adequadas, esses medicamentos sofrem alterações podendo perder ou diminuir sua eficácia. Os medicamentos em geral devem ser conservados a uma temperatura inferior a 25º ou a 30º C ou à temperatura ambiente. Os medicamentos imunobiológicos, hormônios, anestésicos e insulinas devem ser conservados entre 2º a 8ºC estes medicamentos são guardados em locais refrigerados com registro de controle da temperatura. A umidade também é um dos fatores causadores de alterações em medicamentos. A respeito do fato de que a água é o solvente de primeira opção em qualquer processo de solubilização, também é um meio natural para reações de hidrólise. Medicamentos são produtos farmacêuticos produzidos com rigoroso controle técnico e que auxiliam na prevenção, no diagnóstico e no tratamento das doenças.

14 14 Os medicamentos podem trazer riscos ao paciente se consumidos de forma errada. Por isso, não consuma medicamentos vencidos e embalagens velhas, nem cápsulas abertas, amolecidas ou endurecidas. Os comprimidos não devem ter farelos na embalagem ou manchas na superfície e só devem ser partidos com recomendação médica. Os medicamentos controlados (Portaria n.º 344/98), merecem um especial armazenamento, ou seja, dada às características desses medicamentos, sua área de estocagem deve ser considerada de segurança máxima (armário lacrado). Deve ser evitada ao máximo, a exposição, desses produtos, a qualquer tipo de luz, principalmente solar, e também não podem ser depositados diretamente ao solo. Esses produtos precisam estar em área isolada das demais, somente podendo ter acesso a ela, pessoas autorizadas ou o farmacêutico responsável técnico. No Brasil, pelo menos 35% dos medicamentos são adquiridos por automedicação, ou seja, para cada dois medicamentos prescritos, pelo menos um é consumido sem orientação médica, sendo comum a reutilização de receitas (Barros, 1995). Segundo Arrais e colaboradores (1997), em estudo sobre o perfil da automedicação no Brasil, revelou-se a má qualidade da escolha dos medicamentos em termos do valor intrínseco, o que reflete plenamente o mercado farmacêutico brasileiro, caracterizado pela predominância de produtos desnecessários, intensamente propagandeados para o público em geral.

15 15 CAPÍTULO II 2 ANVISA A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) é responsável pelo registro de medicamentos, pela autorização de funcionamento dos laboratórios farmacêuticos e demais empresa do setor, divide com os estados e municípios a responsabilidade pela inspeção de fabricantes e pelo controle de qualidade dos medicamentos, realizando a vigilância pós-comercialização, as ações da farmacovigilância e a regulação da promoção de medicamentos.

16 16 Farmacovigilância é uma ciência relativa à detecção, avaliação, compreensão e prevenção dos efeitos adversos ou quaisquer problemas relacionados a medicamentos. A ANVISA define que transportadora de medicamentos é a empresa que realiza o transporte de produtos farmacêuticos ou farmoquímicos, com veículos próprios ou de terceiros, sob sua responsabilidade. A Certificação das Boas Práticas de Fabricação / Distribuição de Medicamentos, Cosméticos, Saneantes e Produtos para a Saúde é feita a partir de uma inspeção a pedido das empresas e tem como objetivo verificar a adequação das boas práticas de fabricação e conseqüente emissão do certificado pela ANVISA. Também determinam quais são os critérios que as transportadoras devem atender para transportar medicamentos. Estes critérios estão descritos principalmente nestes documentos: Resolução Nº 329 MS/ ANVS de 22/07/99: institui o roteiro de inspeção para transportadoras de medicamentos, drogas e insumos farmacêuticos. Estabelece critérios para as condições ideais de transporte de medicamentos, este segmento tem sido alvo de quadrilhas de roubo de cargas e a regulação dessa atividade tem por objetivo coibir o crime impedindo o comércio da carga roubada. Portaria Nº MS /SVS de 29/12/98- Anexo I: Regulamento Técnico para Autorização/ Habilitação de empresas transportadoras de produtos farmacêuticos e farmoquímicos. Portaria Nº MS /SVS de 29/12/98: aprova a relação de documentos necessários para habilitar a empresa a exercer a atividade de transporte de produtos farmacêuticos e farmoquímicos, sujeitos à vigilância sanitária.

17 17 CAPÍTULO III 3 TRANSPORTE DE MEDICAMENTOS Para a transação de mercadorias, deve-se considerar critérios como velocidade, freqüência, confiabilidade, capacidade, disponibilidade, rastreabilidade e custo (KOTLER, 2000). A atividade de Transportar, Armazenar e Distribuir Medicamentos, Cosméticos e Produtos para a Saúde exige cuidados especiais previstos em lei. Transportar blocos de cimento, sacos de cimento, peças automotivas, material promocional e transportar medicamentos pode ser a mesma coisa para alguns, se considerarmos que um parafuso e um comprimido podem ter o mesmo tamanho e peso e correspondem a uma unidade ou um volume.

18 18 No entanto, na prática, a coisa não funciona bem assim, bem como na teoria. Profissionais farmacêuticos já vem sendo inseridos em empresas de transporte e logística, desenvolvendo projetos, licenciamento e adequações para a transferência, importação, entregas, distribuição, armazenamento e manipulação destes produtos, cuja atividade é prevista em lei e tem regulamentos próprios sobre boas práticas (Resolução RDC nº 320). O Transporte de Medicamentos, como é conhecido, inclui o transporte de cosméticos, correlatos (produtos médicos, hospitalares e para a saúde), alimentos e saneantes domissanitários. Para cada uma destas atividades existe um licenciamento e exigências diversas, cada uma analisando a peculiaridade e cuidados necessários para a manutenção das boas práticas na cadeia do medicamento. O transporte inicia-se na produção do insumo, no transporte, importação e entrega do insumo ao fabricante do medicamento, depois na entrega ao distribuidor, na entrega ao varejista e posteriormente ao consumidor final e todas as etapas são contempladas no processo. Existem empresas capacitadas e atuantes em cada uma destas etapas e todas estão sujeitas à regulação. Dependendo da complexidade e da atividade desenvolvida a empresa deverá contar com exigências diversas e que na maioria das vezes vão exigir a presença de um consultor ou empresa de consultoria especializada para assessorar no Licenciamento Inicial da empresa. O Transporte é uma especialidade na área da farmácia e poucos profissionais estão capacitados para desenvolver um projeto consistente e que leve á empresa a poder trabalhar com bons parceiros e grandes empresas do setor Licenças da ANVISA:

19 19 Já são realidades entre transportadores e empresas de logística, ao contrário do que acreditam alguns empresários, as fiscalizações que são de extrema validade para o sucesso de seu empreendimento e de seus investimentos na área farmacêutica. É através do fortalecimento da fiscalização que empresas sólidas e comprometidas poderão, de fato, qualificar o mercado e se consolidarem como lideres. Para as atividades farmacêuticas já está sendo discutida nos bastidores do setor de transporte e cresce com a adesão de empresas as legislações que têm como foco qualificarem-se para esta importante atividade. Hoje, com os mercados mais exigentes, públicos selecionado, grandes empresas, crescimento econômico e empresas mais conscientes de seu papel na sociedade, o transporte destes produtos, mais conhecido como Transporte e Logística de Medicamentos, já é uma realidade tangente e motivo de reuniões e seminários que envolvem transportadores e profissionais farmacêuticos. Os profissionais também estão sendo reconhecidos, pois as empresas já estão sentindo a necessidade de contratação de profissionais qualificados, com conhecimento, nivelando pela experiência e não pelos salários. O licenciamento ANVISA também deixou de ser uma exigência, passando à uma necessidade ou diferencial. Grandes grupos têm investido pesados na qualificação, assim como os pequenos transportadores que prestam serviços a estes grupos. Ficam sujeitos às normas de vigilância sanitária instituídas por esta Lei os medicamentos, as drogas, os insumos farmacêuticos e correlatos, definidos na Lei número 5.991, de 17 de dezembro de 1973, bem como os produtos de higiene, os cosméticos, perfumes, saneantes domissanitários, produtos destinados à correção estética e outros adiante definidos.somente poderão extrair, produzir, fabricar, transformar, sintetizar, purificar, fracionar, embalar, reembalar, importar, exportar, armazenar ou expedir os produtos citados as empresas para tal fim autorizadas pelo Ministério da Saúde e cujos estabelecimentos hajam sido licenciados pelo órgão sanitário das Unidades Federativas em que se localizem.

20 Segurança As empresas envolvidas na logística dos medicamentos estão cada vez mais preocupadas com a problemática do roubo de cargas. Motivadas pelas circunstâncias, elas constroem verdadeiras fortalezas em seus armazéns, com estruturas caras que visam impedir a ação das quadrilhas organizadas. Entre as alternativas das empresas para barrar a ação das quadrilhas estão os bunkers com imagens do Circuito Fechado de TV (CFTV), que acompanham toda a movimentação interna e aos arredores da empresa, eclusas para entrada e saída de veículos com dilaceradores de pneus, equipe de vigilantes treinada e fortemente armada, além de procedimentos que garantem a eficiência dos equipamentos utilizados. Além da segurança patrimonial envolvida, outras medidas de segurança vêm sendo cada vez mais exigidas como a utilização de veículos rastreados por equipamentos de última geração, que visam, além de acompanhar o veículo pelo seu percurso, informar ações como a abertura de portas do motorista, do passageiro e do compartimento de carga. Eles também identificam desvio de rota e acionam o travamento de freios e o bloqueio de combustível, independente da ação do motorista ou da base de comando. Se não bastasse o rastreamento, os veículos são equipados com protetores de estribo que impedem a subida na cabine do caminhão e há também grades nas janelas que inviabilizam a movimentação através dela. Mesmo com todo este aparato, os veículos, muitas vezes, são escoltados - dependendo do valor da carga e da região por onde vai trafegar. No critério valor, as indústrias farmacêuticas, em parceria com as suas gerenciadoras de riscos, limitam o valor a ser transportado (não apenas da sua carga, mas também o valor total do veículo). Isso encarece essa etapa da logística, pois dificilmente um veículo é carregado na sua capacidade total, tanto em termos de peso como de espaço interno. Outra ação é a proibição de tráfego em determinados horários e rotas, devido à existência de regiões de alta

21 21 periculosidade para os veículos de carga, não apenas de medicamentos, mas de qualquer tipo de material transportado Tecnologia A Tecnologia da informação (TI) é um fator primordial na logística dos medicamentos, principalmente na troca de informações entre as empresas. Atualmente, para obter um bom gerenciamento das suas atividades, as empresas utilizam sistemas de informações cada vez mais desenvolvidos, que abrangem processos de estocagem de suprimentos e produtos acabados, pedidos, produção e distribuição, chegando assim, ao destino final, o consumidor. A TI é o meio pelo qual os fluxos complexos de materiais, peças, subconjuntos e produtos acabados podem ser coordenados para a obtenção de um serviço a baixo custo (FIALHO, 2001), assumindo assim um papel fundamental na integração da cadeia. As organizações brasileiras têm utilizado largamente a TI e Comunicação para interligar suas várias áreas, fornecedores e clientes, processar um número muito grande de transações e atender a uma quantidade de clientes de forma rápida, segura e, muitas vezes, personalizadas (ALBERTIN, 2000). No entanto, conhecer bem as aplicações de softwares e hardwares torna-se indispensável, o que é ainda considerada uma grande dificuldade para a maioria destas empresas. Segundo FIALHO (2001), a TI abrange uma gama de produtos de hardware e software que proliferam rapidamente com a capacidade de coletar, armazenar, processar e acessar dados. As informações, dependendo da parceria estabelecida entre as empresas, são abastecidas de várias maneiras. No setor de transporte, por exemplo, a troca de informações entre a expedição dos medicamentos tanto originários de uma logística quanto diretamente da industria farmacêutica - e a transportadora deve ser muito bem

22 22 organizada, pois é a partir dela que se obtém informações concretas sobre o posicionamento da carga. Uma das ferramentas mais utilizadas para troca de informações é o Eletronic Data Interchange (EDI). Por meio dele - e com padrões previamente estabelecidos - o tomador de serviços (indústria farmacêutica) envia para o prestador (transportadora) as informações necessárias para a execução do trabalho. A partir dessas informações, a indústria consegue enviar eletronicamente dados das notas fiscais como destinatário, endereço, campo de observação com pontos de referência, valor da nota fiscal, quantidade de volumes, peso, tipo da mercadoria, tipo de acondicionamento, impostos, dados fiscais, entre outras informações pertinentes para a perfeita sincronia do setor. Com estas informações já no sistema do prestador, muitos benefícios são desfrutados como maior agilidade na emissão de documentos internos de conferência e embarque (conhecimento de transporte) e de cobrança de fretes, redução de erros de digitação das informações, maior velocidade na roteirização das notas fiscais, bem como a integração com o sistema de segurança, que limita o valor a ser embarcado, conforme acordado com o gerenciamento de risco do cliente. Quando estas informações retornam da transportadora para a indústria farmacêutica, esta consegue saber precisamente qual é a posição de sua carga, visualizando todo o percurso do medicamento até o momento da entrega ao destinatário. Quando sincronizada com uma comprovação de entrega on-line - realizada por meio de equipamentos no próprio veículo de entrega, que informam em tempo real - a indústria farmacêutica sabe o momento exato da finalização da entrega dos seus produtos ou se ocorreram problemas. Com essa troca dinâmica de informações entre prestador e tomador de serviços consegue-se avaliar a performance das transportadoras diariamente e atuar com maior agilidade na resolução de possíveis problemas. As informações compartilhadas entre as duas partes também abastecem os roteirizadores, sistemas voltados para identificar o melhor trajeto e o melhor veículo a ser utilizado, a partir da avaliação da carga. Isso, conseqüentemente, evita a ociosidade dos carros e reduz custos operacionais. Com o roteirizador as

23 23 empresas também conseguem diminuir percursos, otimizando custos com pneus e com combustível, melhorando sua performance e contribuindo diretamente com o meio ambiente na redução da emissão de poluentes. 3.4 Frota A Logística adquiriu uma frota dedicada ao transporte de medicamentos em temperatura refrigerada (2 a 8 C), com o objetivo de fornecer aos seus clientes um serviço especializado e com reforço na melhoria do processo de distribuição de produtos de frio. Este serviço caracteriza-se essencialmente pelo: Estabelecimento de rotas fixas de entrega, com especialização nos destinatários. Utilização de viaturas qualificadas. Monitorização da temperatura em transporte. Formação específica dos motoristas. Poupança efetiva nos custos associados aos consumíveis de embalamento, utilizados no transporte destes medicamentos à temperatura ambiente. A atenção à frota é essencial para a excelência da logística dos medicamentos. Os veículos precisam estar em plena condição de uso para trafegar e devem passar por uma manutenção preventiva para evitar contratempos com avarias mecânicas. Também precisam estar em ótima condição de limpeza, passando por desinsetização e check-lists periódicos para garantir a qualidade do transporte a ser realizado. Muitas transportadoras possuem veículos com temperatura controlada ou, ainda, veículos com baús isotérmicos ou módulos termoestáveis. Porém, o procedimento de controle dessa temperatura ainda não está definido em legislação, ainda em consulta pública (Portaria nº 12, de 05 de Janeiro de 2005).

24 Armazéns A armazenagem também é uma preocupação, não apenas no fator segurança como citado, mas na qualidade do produto em si, atendendo as normas para a perfeita estabilidade do medicamento. Há armazéns com temperatura controlada que não ultrapassam os 25ºC, com pressão positiva que impede a entrada de partículas na área de armazenagem, além de pisos de fácil assepsia com cantos arredondados, que facilitam a limpeza do armazém, que deve ser realizada constantemente. Por meio de uma eficiente administração da armazenagem, VERÍSSIMO e MUSETTI (2003) consideram que é possível: a redução de estoques, a otimização da movimentação e da utilização do armazém, o atendimento rápido ao cliente e à linha produtiva, a redução do índice de material obsoleto, precisão e acuracidade das informações. Com estas possibilidades ocorrem: a diminuição dos custos, a melhoria da integração do processo de armazenagem com os demais processos da organização e a melhoria do atendimento ao cliente. 3.6 Treinamento Para que todo esse aparato tecnológico funcione plenamente, é fundamental que as equipes e colaboradores envolvidos nos processos logísticos sejam constantemente treinados, conscientizados e, principalmente, comprometidos com a logística farmacêutica. Todos os indivíduos envolvidos com o armazenamento, transporte e distribuição de medicamentos devem ser treinadas e observar os níveis de higiene, tanto pessoal, como no local de trabalho e os processos de sanitização. O vestuário utilizado pelos indivíduos trabalhando no armazenamento, no transporte e na distribuição deve ser adequado às condições de trabalho e oferecer os elementos de proteção individual conforme o risco do material manuseado.

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