FARMÁCIA EM SERVIÇOS DE SAÚDE. Farm. Corina Keller 23ª GESAU Blumenau 2014

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FARMÁCIA EM SERVIÇOS DE SAÚDE. Farm. Corina Keller 23ª GESAU Blumenau 2014"

Transcrição

1 FARMÁCIA EM SERVIÇOS DE SAÚDE Farm. Corina Keller 23ª GESAU Blumenau 2014

2 Lei nº 5991/73: Art. 4º, Inciso X - Farmácia - estabelecimento de manipulação de fórmulas magistrais e oficinais, de comércio de drogas, medicamentos, insumos farmacêuticos e correlatos, compreendendo o de dispensação e o de atendimento privativo de unidade hospitalar ou de qualquer outra equivalente de assistência médica; inciso XIV - Dispensário de medicamentos - setor de fornecimento de medicamentos industrializados, privativo de pequena unidade hospitalar ou equivalente;

3 Lei nº 5991/73: Art. 15 A farmácia e a drogaria terão obrigatoriamente a assistência de técnico responsável, inscrito no Conselho Regional de farmácia, na forma da lei. 1º A presença do técnico responsável será obrigatória durante todo o horário de funcionamento do estabelecimento.

4 Em 29 de maio 2012, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que farmácia hospitalar com mais de 50 leitos deve ter farmacêutico. Anteriormente, a Justiça obrigava a presença de farmacêutico responsável apenas em hospitais com mais de 200 leitos. Hospitais com menos de 50 leitos representam a grande maioria dos hospitais brasileiros.

5 A Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que não é obrigatória a presença de farmacêutico em dispensário de medicamentos existente em clínicas e hospitais com até 50 leitos. O STJ justificou que, segundo a Lei 5.991/73, dispensário de medicamentos é o setor que fornece remédios industrializados privativo de pequena unidade hospitalar ou equivalente, é diferente de uma farmácia, onde pode ocorrer a manipulação de medicamentos, sendo obrigatória a presença de um farmacêutico responsável.

6 O ministro Humberto Martins, relator do recurso, a referida lei não prevê a obrigatoriedade de farmacêutico responsável nos dispensários, e os Decretos /74 e 793/93 não podem exigir o que a lei não prevê. Se eventual dispositivo regulamentar, seja ele decreto, portaria ou resolução, consignou tal obrigação, o fez de forma a extrapolar os termos estritos da legislação vigente e, dessa forma, não pode prevalecer 79

7 Em voto-vista, o ministro Teori Albino Zavascki ressaltou a necessidade de atualizar a interpretação da súmula do TFR, editada com base em portaria revogada em De acordo com o vigente Glossário do Ministério da Saúde, considera-se de pequeno porte o hospital com capacidade até 50 leitos. Dessa forma, os setores de distribuição de medicamentos de hospitais de médio e grande porte sujeitam-se à obrigação de manter farmacêutico. 79

8 Responsabilidade e direção técnica RESOLUÇÃO CFF Nº 577 de 25 de julho de Dispõe sobre a direção técnica ou responsabilidade técnica de empresas ou estabelecimentos que dispensam, comercializam, fornecem e distribuem produtos farmacêuticos, cosméticos e produtos para a saúde.

9 RESOLUÇÃO CFF Nº 577, de 25 de julho de 2013 Art.1º I - FARMACÊUTICO DIRETOR TÉCNICO OU FARMACÊUTICO RESPONSÁVEL TÉCNICO - farmacêutico titular que assume a direção técnica ou responsabilidade técnica da empresa ou estabelecimento perante o respectivo Conselho Regional de Farmácia (CRF) e os órgãos de vigilância sanitária, nos termos da legislação vigente, ficando sob sua responsabilidade a realização, supervisão e coordenação de todos os serviços técnico-científicos da empresa ou estabelecimento, respeitado, ainda, o preconizado pela legislação laboral ou acordo trabalhista;

10 Responsabilidade e direção técnica II - FARMACÊUTICO ASSISTENTE TÉCNICO - farmacêutico subordinado hierarquicamente ao diretor técnico ou responsável técnico que, requerendo a assunção de farmacêutico assistente técnico de uma empresa ou de um estabelecimento, por meio dos formulários próprios do CRF, seja designado para complementar carga horária ou auxiliar o titular na prestação da assistência farmacêutica;

11 Responsabilidade e direção técnica III -FARMACÊUTICO SUBSTITUTO -farmacêutico designado perante o CRF para prestar assistência e responder tecnicamente nos casos de impedimentos ou ausências do farmacêutico diretor técnico ou farmacêutico responsável técnico, ou ainda do farmacêutico assistente técnico da empresa ou estabelecimento, respeitado o preconizado pela consolidação das leis do trabalho (CLT) ou acordo trabalhista;

12 RESOLUÇÃO CFF Nº 568, DE 6 DE DEZEMBRO DE 2012 Dá nova redação aos artigos 1º ao 6º da Resolução/CFF nº 492 de 26 de novembro de 2008, que regulamenta o exercício profissional nos serviços de atendimento pré-hospitalar, na farmácia hospitalar e em outros serviços de saúde, de natureza pública ou privada. Art. 5º Define as atividades do farmacêutico Resol farmacêutico nos serviços de saúde.pdf

13 RESOLUÇÃO CFF Nº 555, DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011 Regulamenta o registro em prontuário, a guarda e o manuseio de informações resultantes da prática da assistência farmacêutica nos serviços de saúde.

14 As Boas Práticas de Funcionamento (BPF) são os componentes da Garantia da Qualidade que asseguram que os serviços são ofertados com padrões de qualidade adequado.

15 Infra-estrutura: - Área física, equipamentos e instalações adequadas ao gerenciamento de medicamentos, saneantes, produtos para saúde para atender as atividades; embalagem, reenvase e unitarização de doses de medicamentos; manipulação de produtos estéreis e não-estéreis; - Sistema de gestão informatizado: implantação e alimentação; - Recursos para informação e comunicação; - Salas para a prática das atividades farmacêuticas conforme necessidade técnica; - Disponibilidade de serviços de manutenção para garantir o funcionamento das tecnologias; - Sistemas de arquivo; informatizado, digital ou outro.

16 Área física CONDIÇÕES GERAIS: As farmácias devem manter infra-estrutura física, equipamentos, recursos humanos e procedimentos que atendam as Boas Práticas de Dispensação. Deve existir no mínimo: - Área para administração; - Área para armazenamento; - Área de dispensação

17 Área física - CONDIÇÕES GERAIS: Área de recepção e inspeção: possibilitar a separação dos produtos por tipo; bancada para digitação e escrituração; área de quarentena/devolução de mercadoria; CAF central de abastecimento farmacêutico, provido de geladeiras para produtos termolábeis; pallets; registro de temperatura e umidade ambiente e geladeiras; Sala de preparo e distribuição: depende do tipo de sistema adotado; Manipulação de NPT, citostáticos e misturas intravenosas: vestiário de barreira, sala de manipulação com capela de fluxo, sala de limpeza e higienização dos produtos; RDC 50/2002; RDC 220/2004; RDC 67/07

18 Área física - CONDIÇÕES GERAIS: Área segregada para fracionamento dos medicamentos orais sólidos (RDC ANVISA 67/07); Sala/Área para reuniões/capacitações (pode ser compartilhada); Farmácias satélites/dispensários: pronto atendimento; área compatível com a quantidade de materiais; farmacêutico; Sanitários, vestiários, depósito de material de limpeza, copa, local para resíduos, sala administrativa e de estudos (farmacovigilância, etc).

19 DOCUMENTOS São vários os documentos a serem demonstrados para a fiscalização. O estabelecimento deve possuir, no mínimo, todos os procedimentos escritos especificados nas Resoluções da Anvisa, para atendimento às Boas Práticas de Dispensação e Manipulação;

20 DOCUMENTOS O estabelecimento deve manter no mínimo procedimentos operacionais escritos quanto as condições para aquisição (qualificação de fornecedores), armazenamento, conservação e padronização, dispensação de produtos e medicamentos; Os Procedimentos Operacionais (POPs) devem estar disponíveis e ser do conhecimento de todos os envolvidos nas Boas Práticas; assinados e datados.

21 CFF Resoluções: RESOLUÇÃO Nº 449, DE 24 DE OUTUBRO DE 2006 Dispõe sobre as atribuições do Farmacêutico na Comissão de Farmácia e Terapêutica.

22 CFF Resoluções: RESOLUÇÃO Nº 349, DE 20 DE JANEIRO DE 2000 Estabelece a competência do farmacêutico em proceder a intercambialidade ou substituição genérica de medicamentos.

23 RESOLUÇÃO CFF Nº 549, de 25 de agosto de 2011 Dispõe sobre as atribuições do farmacêutico no exercício da gestão de produtos para a saúde, e dá outras providências.

24 RESOLUÇÃO Nº 549, de 25 de agosto de 2011 Dispõe sobre as atribuições do farmacêutico no exercício da gestão de produtos para a saúde, e dá outras providências. O farmacêutico, no exercício das atividades de gestão dos produtos para a saúde, deverá: a) Atuar como membro efetivo da Comissão de Farmácia e Terapêutica: seleção e padronização dos produtos; b) previsão e a provisão dos estoques; logística do abastecimento c) Participar nos processos de aquisição: Especificação técnica dos produtos; seleção e avaliação de fornecedores; avaliação da documentação técnica dos fornecedores; interface com os outros profssionais, tecnovigilância; rastreabilidade; logística de distribuição com os medicamentos; D) Atuar na Gestão de Risco no uso das tecnologias; etc.

25 ANVISA e Normas federais: Portaria SVS/MS nº. 344, de 12/05/1998 e as atualizações da lista de substâncias sujeitas a controle especial no site da Anvisa. Anualmente a Anvisa atualiza a relação de substâncias. RESOLUÇÃO - RDC Nº 2, DE 25/01/ Dispõe sobre o gerenciamento de tecnologias em saúde em estabelecimentos de saúde. Esta resolução traz grande impacto nos processos de trabalho dos serviços de saúde e aos profissionais da equipe, em especial ao farmacêutico.

26 ANVISA e Normas federais: RESOLUÇÃO - RDC Nº 2, DE 25/01/2010 estabelece os critérios mínimos, para o gerenciamento de tecnologias em saúde utilizadas na prestação de serviços de saúde, de modo a garantir a sua rastreabilidade, qualidade, eficácia, efetividade e segurança e, no que couber, desempenho, desde a entrada no estabelecimento de saúde até seu destino final, incluindo o planejamento dos recursos físicos, materiais e humanos, bem como, capacitação dos profissionais envolvidos no processo destes.

27 ANVISA e Normas federais: RESOLUÇÃO - RDC Nº 2, DE 25/01/2010 Regulamento se aplica às seguintes tecnologias em saúde, utilizadas na prestação de serviços de saúde: I - produtos para saúde, incluindo equipamentos de saúde; II - produtos de higiene e cosméticos; III - medicamentos; e IV - saneantes. A aplicabilidade deste regulamento se restringe aos estabelecimentos de saúde em âmbito hospitalar, ambulatorial e domiciliar e aqueles que prestam serviços de apoio ao diagnóstico e terapia, intra ou extra-hospitalar.

28 RDC Nº. 63, 25/11/2011, dispõe sobre os Requisitos de Boas Práticas de Funcionamento para os Serviços de Saúde. Orientações para administração segura de medicamentos, sangue e hemocomponentes; O serviço de saúde deve possuir mecanismos que garantam o funcionamento de Comissões, Comitês e Programas estabelecidos em legislações e normatizações vigentes; Deve manter disponível os registros referentes a reações adversas e queixas técnicas relacionadas a produtos e serviços; normas, rotinas e procedimentos atualizados de todos os processos de trabalho; Política de qualidade envolvendo estrutura, processo e resultado na gestão dos serviços; utilizar a Garantia da Qualidade como ferramenta de gerenciamento.

29 RDC Anvisa nº. 7, de 24/02/ requisitos mínimos para o funcionamento de unidades de terapia intensiva (UTIs) e dá outras providências, na qual há previsão para assistência integral e interdisciplinar e para o registro, no prontuário do paciente, dos cuidados prestados por todos os profissionais envolvidos diretamente na assistência, no que for pertinente.

30 ANVISA e Normas federais: RDC nº 15/2012 Boas práticas de reprocessamento de produtos para saúde. Centrais de materiais esterilizados (CME). RDC nº 36/2013 Dispõe sobre a segurança do paciente. Foco nos processos de trabalho como Pontos Criticos de Controle, estabelece a obrigatoriedade de criação de Núcleos de Segurança do Paciente nos serviços de saúde e da notificação de eventos adversos associados à assistência do paciente

31 NOTA TÉCNICA N 01/10/DIVS/SES Alerta e orienta aos serviços assistenciais de saúde que dispensam,preparam e administram medicamentos potencialmente perigosos de uso sistêmico, seja para fins de tratamento e/ou diagnóstico, inclusive de imagem. Água estéril injetável, para inalação e irrigação em embalagens de 100 ml ou volume superior; Cloreto de potássio concentrado injetável; Cloreto de sódio hipertônico injetável (concentração maior que 0.9%) Fosfato de potássio injetável; Gliconato de Cálcio; Glicose hipertônica (concentração maior ou igual a 20%); Insulina subcutânea e intravenosa; Lidocaína intravenosa; Metotrexato de uso oral (uso não oncológico);nitroglicerina; Nitroprussiato de sódio injetável; Oxitocina intravenosa Prometazina intravenosa; Sulfato de magnésio injetável

32 NOTA TÉCNICA N 01/10/DIVS/SES Identificação no carrinho de emergência

33 Organização e lay out do CAF

34 Manipulação e fracionamento de injetáveis, citostáticos. Como deve ser!

35 Manipulação e fracionamento de injetáveis Como não deve ser! Não atende às normas técnicas e legislação

36 Cuidado Com armazenamento!

37

38 Fracionamento de injetáveis

39 Registro de fracionamento com rastreabilidade

40 Fracionamento de blister (embalagem primária) Rompimento da embalagem primária! Prazo de validade pode ser o do fabricante????! RDC 67/07.

41 Pallets com altura adequada. Nº de caixas empilhadas - deve ser observado o limite de caixas indicado na embalagem.

42 Medicamentos abertos nos setores: Validade, data de abertura!!!! Dose unitária! Requer supervisão do farmacêutico nos setores.

43 Medicamentos abertos sem data de abertura em posto de enfermagem. Supervisão farmacêutica!

44 Obrigada! Contato: Corina C. Keller Fone: (47) /

Resolução nº 492 de 26 de novembro de 2008

Resolução nº 492 de 26 de novembro de 2008 Resolução nº 492 de 26 de novembro de 2008 Ementa: Regulamenta o exercício profissional nos serviços de atendimento pré-hospitalar, na farmácia hospitalar e em outros serviços de saúde, de natureza pública

Leia mais

Resolução nº 577 de 25 de julho de 2013

Resolução nº 577 de 25 de julho de 2013 Resolução nº 577 de 25 de julho de 2013 Ementa: Dispõe sobre a direção técnica ou responsabilidade técnica de empresas ou estabelecimentos que dispensam, comercializam, fornecem e distribuem produtos farmacêuticos,

Leia mais

DOCUMENTOS EXIGIDOS PARA EMISSÃO DO ALVARÁ SANITÁRIO. Área de Medicamentos e Produtos de Interesse à Saúde (AMPIS)

DOCUMENTOS EXIGIDOS PARA EMISSÃO DO ALVARÁ SANITÁRIO. Área de Medicamentos e Produtos de Interesse à Saúde (AMPIS) 1 DOCUMENTOS EXIGIDOS PARA EMISSÃO DO ALVARÁ SANITÁRIO Área de Medicamentos e Produtos de Interesse à Saúde (AMPIS) DROGARIAS (CONFORME LEI FEDERAL 5991/73, RESOLUÇÃO RDC ANVISA 44/09 E OUTRAS PERTINENTES)

Leia mais

PRINCIPAIS LEGISLAÇÕES SANITÁRIAS REFERENTES A ESTABELECIMENTOS DE SAÙDE PROJETOS UNIDADES DE TERAPIA INTENSIVA CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR

PRINCIPAIS LEGISLAÇÕES SANITÁRIAS REFERENTES A ESTABELECIMENTOS DE SAÙDE PROJETOS UNIDADES DE TERAPIA INTENSIVA CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR 1 PRINCIPAIS LEGISLAÇÕES SANITÁRIAS REFERENTES A ESTABELECIMENTOS DE SAÙDE PROJETOS RDC/ANVISA nº 50 de 21 de fevereiro de 2002 RDC/ANVISA nº 307 de 14/11/2002 Dispõe sobre o Regulamento Técnico para planejamento,

Leia mais

Vigência da Lei n. 13.021 de 08/8/2014 Alterações Significativas em Farmácias Hospitalares?

Vigência da Lei n. 13.021 de 08/8/2014 Alterações Significativas em Farmácias Hospitalares? Vigência da Lei n. 13.021 de 08/8/2014 Alterações Significativas em Farmácias Hospitalares? Phillipe Fabrício de Mello Assessor Jurídico da FEHOSPAR, Membro do Conselho Jurídico da Confederação Nacional

Leia mais

Oncologia. Aula 3: Legislação específica. Profa. Camila Barbosa de Carvalho

Oncologia. Aula 3: Legislação específica. Profa. Camila Barbosa de Carvalho Oncologia Aula 3: Legislação específica Profa. Camila Barbosa de Carvalho Legislações importante em oncologia - RDC n o. 220/2004 - RDC n o. 67/2007 - RDC n o. 50/2002 - RDC n o. 306/2004 - NR 32/2005

Leia mais

BOAS PRÁTICAS DE DISPENSAÇÃO PARA FARMÁCIA E DROGARIA RESOLUÇÃO Nº 328, DE 22 DE JULHO DE 1999

BOAS PRÁTICAS DE DISPENSAÇÃO PARA FARMÁCIA E DROGARIA RESOLUÇÃO Nº 328, DE 22 DE JULHO DE 1999 RESOLUÇÃO Nº 328, DE 22 DE JULHO DE 1999 Dispõe sobre requisitos exigidos para a dispensação de produtos de interesse à saúde em farmácias e drogarias. BOAS PRÁTICAS DE DISPENSAÇÃO PARA FARMÁCIA E DROGARIA

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011

RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011 RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011 Ementa: Regulamenta o registro, a guarda e o manuseio de informações resultantes da prática da assistência farmacêutica nos serviços de saúde. O Conselho Federal

Leia mais

PROBLEMAS SANITÁRIOS NA PRÁTICA

PROBLEMAS SANITÁRIOS NA PRÁTICA PROBLEMAS SANITÁRIOS NA PRÁTICA Dr. Alessandro Vieira De Martino Farmacêutico Bioquímico CRF 33754 Formado no curso de Farmácia e Bioquímica pela Universidade Bandeirante de São Paulo UNIBAN Pós-Graduado

Leia mais

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 4.283, DE 30 DE DEZEMBRO DE 2010

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 4.283, DE 30 DE DEZEMBRO DE 2010 Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 4.283, DE 30 DE DEZEMBRO DE 2010 Aprova as diretrizes e estratégias para organização, fortalecimento e aprimoramento das ações e serviços de farmácia

Leia mais

NOTA TÉCNICA Perguntas e respostas referentes às Resoluções do CFF nº 585 e nº 586, de 29 de agosto de 2013.

NOTA TÉCNICA Perguntas e respostas referentes às Resoluções do CFF nº 585 e nº 586, de 29 de agosto de 2013. NOTA TÉCNICA Perguntas e respostas referentes às Resoluções do CFF nº 585 e nº 586, de 29 de agosto de 2013. Assessoria da Presidência Assessoria técnica Grupo de consultores ad hoc Conselho Federal de

Leia mais

FARMÁCIA HOSPITALAR: CONCEITO, OBJETIVOS E ATRIBUIÇÕES EUGENIE DESIRÈE RABELO NÉRI FARMACÊUTICA HOSPITALAR CONSULTORA EM FARMÁCIA HOSPITALAR

FARMÁCIA HOSPITALAR: CONCEITO, OBJETIVOS E ATRIBUIÇÕES EUGENIE DESIRÈE RABELO NÉRI FARMACÊUTICA HOSPITALAR CONSULTORA EM FARMÁCIA HOSPITALAR FARMÁCIA HOSPITALAR: CONCEITO, OBJETIVOS E ATRIBUIÇÕES EUGENIE DESIRÈE RABELO NÉRI FARMACÊUTICA HOSPITALAR CONSULTORA EM FARMÁCIA HOSPITALAR Na Presença a Do Amor, Milagres Acontecem. ROBERT SCHULLER PROGRAMA

Leia mais

ENTIDADES DE FISCALIZAÇÃO DO EXERCÍCIO DAS PROFISSÕES LIBERAIS CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA RESOLUÇÃO Nº 601, DE 26 DE SETEMBRO DE 2014

ENTIDADES DE FISCALIZAÇÃO DO EXERCÍCIO DAS PROFISSÕES LIBERAIS CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA RESOLUÇÃO Nº 601, DE 26 DE SETEMBRO DE 2014 ENTIDADES DE FISCALIZAÇÃO DO EXERCÍCIO DAS PROFISSÕES LIBERAIS CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA RESOLUÇÃO Nº 601, DE 26 DE SETEMBRO DE 2014 Dispõe sobre as atribuições do farmacêutico no âmbito da homeopatia

Leia mais

www.grupoidealbr.com.br Conteúdo: legislação sanitária Professor (a): Paulo Nogueira Mini currículo: Fiscal Sanitário Municipal de Nível Superior da Vigilância Sanitária Municipal de Belo Horizonte. Biólogo

Leia mais

COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO E PARECERES PARECER n.º 007/2013

COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO E PARECERES PARECER n.º 007/2013 COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO E PARECERES PARECER n.º 007/2013 Aprovado na 523ª Reunião Ordinária de Plenário de 26 de agosto de 2013. 1. Do Fato Assunto: Dispensação de medicamentos pelo Técnico de Enfermagem.

Leia mais

Os Profissionais da Enfermagem e a dispensação de medicamentos nas Unidades Básicas de Saúde do Município de Campinas

Os Profissionais da Enfermagem e a dispensação de medicamentos nas Unidades Básicas de Saúde do Município de Campinas Os Profissionais da Enfermagem e a dispensação de medicamentos nas Unidades Básicas de Saúde do Município de Campinas Luciana Cugliari Travesso 1 O Conselho Regional de Enfermagem do Estado de São Paulo,

Leia mais

DELIBERAÇÃO N.º 594/2003

DELIBERAÇÃO N.º 594/2003 DELIBERAÇÃO N.º 594/2003 Dispõe sobre o Exercício Profissional de Farmacêuticos-Bioquímicos em Laboratórios de Análises Clínicas. O PRESIDENTE DO CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DO PARANÁ - CRF/PR,

Leia mais

Prova de Seleção de estagiários para o Serviço de Fiscalização 2014 Gabarito comentado

Prova de Seleção de estagiários para o Serviço de Fiscalização 2014 Gabarito comentado 1) No atendimento telefônico feito na sede do CRF-RJ o estagiário de farmácia ouviu o seguinte relato de um farmacêutico: Sou farmacêutico da Drogaria do bairro e não compareci hoje ao trabalho e o proprietário

Leia mais

DROGARIAS REGULARIZAÇÃO DE ESTABELECIMENTO DE INTERESSE À SAÚDE

DROGARIAS REGULARIZAÇÃO DE ESTABELECIMENTO DE INTERESSE À SAÚDE DROGARIAS REGULARIZAÇÃO DE ESTABELECIMENTO DE INTERESSE À SAÚDE Lei 8080/90 Art. 6º, 1º: Entende-se por vigilância sanitária um conjunto de ações capaz de eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde

Leia mais

Aula 7: Controle Sanitário (Lei 5991/73) Profa. Camila Barbosa de Carvalho

Aula 7: Controle Sanitário (Lei 5991/73) Profa. Camila Barbosa de Carvalho Aula 7: Controle Sanitário (Lei 5991/73) Profa. Camila Barbosa de Carvalho Lei 5991/73 Dispõe sobre o controle sanitário do comércio de drogas, medicamentos, insumos farmacêuticos e correlatos, e dá outras

Leia mais

SECRETARIA EXECUTIVA DE PROMOÇÃO A SAÚDE GERÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE COORDENAÇÃO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Orientações

SECRETARIA EXECUTIVA DE PROMOÇÃO A SAÚDE GERÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE COORDENAÇÃO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Orientações SECRETARIA EXECUTIVA DE PROMOÇÃO A SAÚDE GERÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE COORDENAÇÃO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Orientações 2014 Vigilância Sanitária Lei Federal 8.080 de 19 de setembro de 1990 1º Entende-se

Leia mais

ROTEIRO PARA AUTO INSPEÇÃO

ROTEIRO PARA AUTO INSPEÇÃO Secretaria Municipal da Saúde Coordenação de Vigilância em Saúde Gerência de Produtos e Serviços de Interesse da Saúde Subgerência de Produtos Para a Saúde, Saneantes Domissanitários e Cosméticos Roteiro

Leia mais

Inserir logo da VISA Estadual ou Municipal

Inserir logo da VISA Estadual ou Municipal RELATÓRIO DE INSPEÇÃO VERIFICAÇÃO DO ATENDIMENTO ÀS DISPOSIÇÕES DA RDC n 67/07 2ª ETAPA DO CURSO DE CAPACITAÇÃO DE INSPETORES PARA INSPEÇÃO EM FARMÁCIAS 1. IDENTIFICAÇÃO DA FARMÁCIA: 1.1. Razão Social:

Leia mais

1.5. Dados pessoais que devem constar na receita médica. 1.6. Validade das receitas de medicamentos antimicrobianos

1.5. Dados pessoais que devem constar na receita médica. 1.6. Validade das receitas de medicamentos antimicrobianos Atualizado: 10 / 05 / 2013 FAQ AI 1. Controle de medicamentos antimicrobianos (antibióticos) 1.1. Informações gerais 1.2. Uso contínuo (tratamento prolongado) 1.3. Retenção da segunda via da receita médica

Leia mais

NUTRIÇÃO ENTERAL HOSPITAL SÃO MARCOS. Heloisa Portela de Sá Nutricionista Clínica do Hospital São Marcos Especialista em Vigilância Sanitária

NUTRIÇÃO ENTERAL HOSPITAL SÃO MARCOS. Heloisa Portela de Sá Nutricionista Clínica do Hospital São Marcos Especialista em Vigilância Sanitária NUTRIÇÃO ENTERAL HOSPITAL SÃO MARCOS Heloisa Portela de Sá Nutricionista Clínica do Hospital São Marcos Especialista em Vigilância Sanitária Secretária Nutricionista Gerente Nutricionista Planejamento

Leia mais

Amostra grátis de remédios: ANVISA regula a produção e dispensação

Amostra grátis de remédios: ANVISA regula a produção e dispensação Amostra grátis de remédios: ANVISA regula a produção e dispensação Profª Dra Roseli Calil / DEC Enfº Adilton D. Leite / SADP A ANVISA, através da RDC (RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA da Agência Nacional

Leia mais

Serviço Público Federal Conselho Regional de Farmácia do Estado de Santa Catarina - CRF/SC

Serviço Público Federal Conselho Regional de Farmácia do Estado de Santa Catarina - CRF/SC Serviço Público Federal Conselho Regional de Farmácia do Estado de Santa Catarina - CRF/SC Trav. Olindina Alves Pereira, 35 - Caixa Postal 472-88020-095 Fone/Fax (48) 222-4702 - Florianópolis - SC. url:

Leia mais

Procedimento Operacional Padrão (POP) Núcleo de Segurança do Paciente - COSEP - NUVISAH Título: Práticas seguras de distribuição de medicamentos.

Procedimento Operacional Padrão (POP) Núcleo de Segurança do Paciente - COSEP - NUVISAH Título: Práticas seguras de distribuição de medicamentos. Procedimento Operacional Padrão (POP) Núcleo de Segurança do Paciente - COSEP - NUVISAH Título: Práticas seguras de distribuição de medicamentos. POP nº 06 - NUVISAH/HU Versão: 01 Próxima revisão: 30/07/2016

Leia mais

SEGURANÇA DO PACIENTE E QUALIDADE EM SERVIÇOS DE SAÚDE

SEGURANÇA DO PACIENTE E QUALIDADE EM SERVIÇOS DE SAÚDE Congresso Internacional de Qualidade em Serviços e Sistemas de Saúde Qualihosp -2013 SEGURANÇA DO PACIENTE E QUALIDADE EM SERVIÇOS DE SAÚDE Maria Angela da Paz Gerente de Regulação e Controle Sanitário

Leia mais

DELIBERAÇÃO Nº 146/12

DELIBERAÇÃO Nº 146/12 DELIBERAÇÃO Nº 146/12 Dispõe sobre a Responsabilidade Técnica e o Exercício Profissional de Farmacêutico apto a atuar em Análises Clínicas e Postos de Coleta e dá outras providências. O PRESIDENTE DO CONSELHO

Leia mais

Componente Curricular: Deontologia e Bioética Farmacêutica PLANO DE CURSO

Componente Curricular: Deontologia e Bioética Farmacêutica PLANO DE CURSO CURSO DE FARMÁCIA Autorizado pela Portaria nº 991 de 01/12/08 DOU Nº 235 de 03/12/08 Seção 1. Pág. 35 Componente Curricular: Deontologia e Bioética Farmacêutica Código: FAR - 106 Pré-requisito: - Período

Leia mais

Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar

Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar MANUAL DO AVALIADOR Parte I 1.1 Liderança Profissional habilitado ou com capacitação compatível. Organograma formalizado, atualizado e disponível. Planejamento

Leia mais

Fortaleza, 17 e 18 de junho de 2010.

Fortaleza, 17 e 18 de junho de 2010. Fracionamento de medicamentos para dispensadores Parcerias: Defensoria Pública do Estado do Ceará; Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA Conselho Regional de Farmácia - CRF- CE Sindicato do

Leia mais

WebSite da Vigilância Sanitária

WebSite da Vigilância Sanitária Página 1 de 5 SERVIÇOS MAIS ACESSADOS: Selecione um Serviço Página Principal Quem somos Regularize sua Empresa Roteiros Denúncias e Reclamações Vigilância e Fiscalização Sanitária em Indústrias de Alimentos

Leia mais

ROTEIRO FARMÁCIA HOSPITALAR QUIMIOTERÁPICA

ROTEIRO FARMÁCIA HOSPITALAR QUIMIOTERÁPICA IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO: RAZÃO SOCIAL: NOME FANTASIA: IDENTIFICAÇÃO CADASTRAL (C.N.P.J.): ENDEREÇO: N.º CEP: TELEFONE: FAX: E-MAIL: LICENÇA SANITÁRIA: ( )MUNICIPAL NÚMERO: ( ) NÃO POSSUI EMISSÃO:

Leia mais

Caracterização. Caracterização da Atividade

Caracterização. Caracterização da Atividade 1 Informações relevantes a Vigilância Sanitária sobre a Atividade Relacionada a Produtos de Interesse a Saúde 1-2- Nome Fantasia 3- Endereço Leia as instruções Caracterização 4- Número 5- Complemento 6-

Leia mais

laboratórios clínicos e vigilância sanitária

laboratórios clínicos e vigilância sanitária laboratórios clínicos e vigilância sanitária Corina Charlotte Keller Farm. Industrial / Bioquímica Curitiba, Agosto 2014 Laboratórios de análises clínicas Regulamentos aplicáveis Lei federal nº 6437/77

Leia mais

Art. 1º - O artigo 104 do Decreto Estadual nº 31.455, de 20 de fevereiro de 1987, passa a vigorar com a seguinte redação:

Art. 1º - O artigo 104 do Decreto Estadual nº 31.455, de 20 de fevereiro de 1987, passa a vigorar com a seguinte redação: DECRETO Nº 2, DE 8 DE JANEIRO DE 2015. Altera e acresce dispositivos ao Decreto nº 31.455, de 1987, que regulamenta os arts. 30 e 31 da Lei nº 6.320, de 20 de dezembro de 1983, que dispõem sobre alimentos

Leia mais

Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados SNGPC: Inovando na qualidade de monitoramento e controle de medicamentos no Brasil

Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados SNGPC: Inovando na qualidade de monitoramento e controle de medicamentos no Brasil SNGPC: Inovando na qualidade de monitoramento e controle de medicamentos no Brasil SNGPC Ferramenta informatizada para captura de dados e geração de informação, a cerca da prescrição, dispensação e consumo

Leia mais

Diário Oficial da União Seção 1 DOU 11 de dezembro de 2013 [Páginas 76-77]

Diário Oficial da União Seção 1 DOU 11 de dezembro de 2013 [Páginas 76-77] *Este texto não substitui o publicado do Diário Oficial da União* Diário Oficial da União Seção 1 DOU 11 de dezembro de 2013 [Páginas 76-77] RESOLUÇÃO - RDC Nº 54, DE10 DE DEZEMBRO DE 2013 Dispõe sobre

Leia mais

RDC 60. Perguntas e Respostas. RDC nº 60, RDC 60 - PERGUNTAS E RESPOSTAS

RDC 60. Perguntas e Respostas. RDC nº 60, RDC 60 - PERGUNTAS E RESPOSTAS Regulamentação SOBRE AMOSTRAS GRÁTIS DE MEDICAMENTOS RDC 60 Perguntas e Respostas RDC nº 60, de 26 de NOVEmbro de 2009 1 Regulamentação SOBRE AMOSTRAS GRÁTIS RDC 60 Perguntas e Respostas RDC nº 60, de

Leia mais

DELIBERAÇÃO nº 717/2008

DELIBERAÇÃO nº 717/2008 DELIBERAÇÃO nº 717/2008 Dispõe sobre carga horária e assistência farmacêutica em estabelecimentos hospitalares e similares. O Presidente do Conselho Regional de Farmácia do Estado do Paraná CRF- PR, no

Leia mais

Como fazer a escolha correta do detergente enzimático e quais os cuidados para o uso

Como fazer a escolha correta do detergente enzimático e quais os cuidados para o uso Como fazer a escolha correta do detergente enzimático e quais os cuidados para o uso Enfa. Dra. ROSA AIRES BORBA MESIANO Coordenadora de Controle e Monitoramento de saneantes Gerência Geral de Saneantes

Leia mais

Conselho Regional de Farmácia do Paraná

Conselho Regional de Farmácia do Paraná Deliberação nº 833/2014 Ementa: Dispõe sobre o ato farmacêutico em farmácias de qualquer natureza e sua fiscalização O Conselho Regional de Farmácia do Estado do Paraná, no uso das atribuições que lhe

Leia mais

A SEGURANÇA DO PACIENTE E A QUALIDADE EM MANIPULAÇÃO DE MEDICAMENTOS EM FARMÁCIAS MAGISTRAIS

A SEGURANÇA DO PACIENTE E A QUALIDADE EM MANIPULAÇÃO DE MEDICAMENTOS EM FARMÁCIAS MAGISTRAIS A SEGURANÇA DO PACIENTE E A QUALIDADE EM MANIPULAÇÃO DE MEDICAMENTOS EM FARMÁCIAS MAGISTRAIS UM POUCO ANFARMAG DE Associação INSTITUCIONAL... Nacional de Farmacêuticos Magistrais Fundada em 18 de abril

Leia mais

Resolução CFF nº 509, de 29 de julho de 2009

Resolução CFF nº 509, de 29 de julho de 2009 Resolução CFF nº 509, de 29 de julho de 2009 Diário Oficial da União nº 149, de 6 de agosto de 2009 Seção 1 Pág. 55/56 Entidades de Fiscalização do Exercício Das Profissões Liberais CONSELHO FEDERAL DE

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO-RDC Nº 63, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2011

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO-RDC Nº 63, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2011 AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO-RDC Nº 63, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2011 Dispõe sobre os Requisitos de Boas Práticas de Funcionamento para os Serviços de Saúde A Diretoria

Leia mais

Resolução RDC nº 52/2009 - SERVIÇO CONTROLE DE PRAGAS (DEDETIZAÇÃO) - FUNCIONAMENTO - NOVAS REGRAS - ADEQUAÇÃO EM 180 DIAS

Resolução RDC nº 52/2009 - SERVIÇO CONTROLE DE PRAGAS (DEDETIZAÇÃO) - FUNCIONAMENTO - NOVAS REGRAS - ADEQUAÇÃO EM 180 DIAS Resolução RDC nº 52/2009 - SERVIÇO CONTROLE DE PRAGAS (DEDETIZAÇÃO) - FUNCIONAMENTO - NOVAS REGRAS - ADEQUAÇÃO EM 180 DIAS Resolução - RDC nº 52, de 22 de outubro de 2009 Dispõe sobre o funcionamento de

Leia mais

SETORES DA FARMÁCIA HOSPITALAR EUGENIE DESIRÈE RABELO NÉRI FARMACÊUTICA HOSPITALAR

SETORES DA FARMÁCIA HOSPITALAR EUGENIE DESIRÈE RABELO NÉRI FARMACÊUTICA HOSPITALAR SETORES DA FARMÁCIA HOSPITALAR EUGENIE DESIRÈE RABELO NÉRI FARMACÊUTICA HOSPITALAR CENTRAL DE ABASTECIMENTO FARMACÊUTICO Unidade que tem por finalidade manter e abastecer de modo dinâmico os estoques de

Leia mais

FARMÁCIAS E DROGARIAS

FARMÁCIAS E DROGARIAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE FARMÁCIAS E DROGARIAS Nome Fantasia: Razão Social: Endereço: Responsável Técnico: CRF: Telefone: CNPJ: Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana - Av. João Durval

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA RESOLUÇÃO-RDC Nº 63, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2011

MINISTÉRIO DA SAÚDE AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA RESOLUÇÃO-RDC Nº 63, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2011 MINISTÉRIO DA SAÚDE AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA RESOLUÇÃO-RDC Nº 63, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2011 Dispõe sobre os Requisitos de Boas Práticas de Funcionamento para os Serviços de Saúde A Diretoria

Leia mais

SERVIÇO DE FARMÁCIA DO HC/UFTM

SERVIÇO DE FARMÁCIA DO HC/UFTM SERVIÇO DE FARMÁCIA DO HC/UFTM Suely da Silva - Chefe da Unidade de Dispensação Farmacêutica do HC/UFTM - Filial EBSERH Mauritânia Rodrigues Ferreira Cajado - Farmacêutica da Dispensação do HC/UFTM Introdução

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 509 DE 29 DE JULHO DE 2009

RESOLUÇÃO Nº 509 DE 29 DE JULHO DE 2009 RESOLUÇÃO Nº 509 DE 29 DE JULHO DE 2009 Ementa: Regula a atuação do farmacêutico em centros de pesquisa clínica, organizações representativas de pesquisa clínica, Indústria ou outras instituições que realizem

Leia mais

2 As contribuições recebidas serão públicas e permanecerão à disposição de todos no sítio da Anvisa na internet.

2 As contribuições recebidas serão públicas e permanecerão à disposição de todos no sítio da Anvisa na internet. Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br Consulta Pública nº 37, de 11 de julho de 2011 D.O.U de 12/07/2011 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da

Leia mais

F - ÁREA PROFISSIONAL FARMÁCIA. FARMÁCIA HOSPITALAR E CLÍNICA - InCor. Titulação: Aprimoramento e Especialização

F - ÁREA PROFISSIONAL FARMÁCIA. FARMÁCIA HOSPITALAR E CLÍNICA - InCor. Titulação: Aprimoramento e Especialização F - ÁREA PROFISSIONAL FARMÁCIA FARMÁCIA HOSPITALAR E CLÍNICA - InCor Titulação: Aprimoramento e Especialização Supervisora: Drª Sonia Lucena Cipriano Características: (duração 12 meses) Dirigido a farmacêuticos,

Leia mais

MEDICAMENTOS. CAPACITAÇÃO EM FARMACOLOGIA PARA AS EQUIPES DE SAÚDE BUCAL Auxiliares e Técnicos em Saúde Bucal 2015

MEDICAMENTOS. CAPACITAÇÃO EM FARMACOLOGIA PARA AS EQUIPES DE SAÚDE BUCAL Auxiliares e Técnicos em Saúde Bucal 2015 MEDICAMENTOS CAPACITAÇÃO EM FARMACOLOGIA PARA AS EQUIPES DE SAÚDE BUCAL Auxiliares e Técnicos em Saúde Bucal 2015 Parceria: Farmácia Escola da UFRGS - Programa Farmácia Popular Programa de Pós-Graduação

Leia mais

Em Distribuidora de Medicamentos, Correlatos, Cosméticos e Saneantes Domissanitários.

Em Distribuidora de Medicamentos, Correlatos, Cosméticos e Saneantes Domissanitários. Em Distribuidora de Medicamentos, Correlatos, Cosméticos e Saneantes Domissanitários. Nº PROCESSO REQUERIMENTO RAZÃO SOCIAL IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO NOME DE FANTASIA NÚMERO DO CNPJ NÚMERO ÚLTIMO

Leia mais

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC N 6, DE 30 DE JANEIRO DE 2012

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC N 6, DE 30 DE JANEIRO DE 2012 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC N 6, DE 30 DE JANEIRO DE

Leia mais

Cosmetovigilância. Impacto na Inspeção. Produtos de Higiene Pessoal, Cosméticos e Perfumes. Maria do Carmo Lopes Severo - UINSC

Cosmetovigilância. Impacto na Inspeção. Produtos de Higiene Pessoal, Cosméticos e Perfumes. Maria do Carmo Lopes Severo - UINSC Cosmetovigilância Produtos de Higiene Pessoal, Cosméticos e Perfumes Roberto Wagner Barbirato Gerência Geral de Inspeção e Controle de Insumos, Medicamentos e Produtos - GGIMP Maria do Carmo Lopes Severo

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Boas Práticas de Fabricação de Saneantes e Produtos de Higiene Pessoal, Cosméticos e Perfumes Coordenação de Insumos Farmacêuticos, Saneantes e Cosméticos Gerência

Leia mais

RESPONSABILIDADE TÉCNICA T COMÉRCIO DE PRODUTOS VETERINÁRIOS

RESPONSABILIDADE TÉCNICA T COMÉRCIO DE PRODUTOS VETERINÁRIOS Serviço o Público P Federal Conselho Regional de Medicina Veterinária ria do RS Setor de Fiscalização RESPONSABILIDADE TÉCNICA T NO COMÉRCIO DE PRODUTOS VETERINÁRIOS RIOS Mateus da Costa Lange Médico Veterinário

Leia mais

RASTREAMENTO DE MEDICAMENTOS

RASTREAMENTO DE MEDICAMENTOS RASTREAMENTO DE MEDICAMENTOS COORDENAÇÃO DO GRUPO DE TRABALHO PORTARIAS Nº 255/2011 E Nº 535/2011 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO 40ª Reunião Ordinária do Conselho Consultivo Anvisa Brasília, 13 de junho de 2013

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO - RDC Nº 22, DE 29 DE ABRIL DE 2014

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO - RDC Nº 22, DE 29 DE ABRIL DE 2014 AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO - RDC Nº 22, DE 29 DE ABRIL DE 2014 Dispõe sobre o Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados - SNGPC, revoga a Resolução

Leia mais

2. Conforme exigido no Anexo II, item 1.4 do edital os produtos devem atender às Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho e emprego.

2. Conforme exigido no Anexo II, item 1.4 do edital os produtos devem atender às Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho e emprego. Ilmo. Sr. Dr. Pregoeiro SESI/BA Pregão Eletrônico 20/2012 Objeto: Razões de Recurso IMUNOSUL DISTRIBUIDORA DE VACINAS E PRODUTOS MÉDICOS HOSPITALARES LTDA, já qualificada, em face do Pregão Presencial

Leia mais

Art. 6º O farmacêutico responsável por farmácia homeopática terá auxiliares de sua confiança.

Art. 6º O farmacêutico responsável por farmácia homeopática terá auxiliares de sua confiança. Decreto nº 57.477, de 20 de dezembro de 1965 Dispõe sobre manipulação, receituário, industrialização e venda de produtos utilizados em homeopatia e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, usando

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA 1 MINISTÉRIO DA SAÚDE AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA RESOLUÇÃO-RDC Nº 2, DE 25 DE JANEIRO DE 2010 (*) Dispõe sobre o gerenciamento de tecnologias em saúde em estabelecimentos de saúde. A Diretoria

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 448 DE 24 DE OUTUBRO DE 2006

RESOLUÇÃO Nº 448 DE 24 DE OUTUBRO DE 2006 RESOLUÇÃO Nº 448 DE 24 DE OUTUBRO DE 2006 1215 Ementa: Regula as atribuições do farmacêutico na indústria e importação de produtos para a saúde, respeitadas as atividades afins com outras profissões. O

Leia mais

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 36, DE 25 DE JULHO DE 2013.

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 36, DE 25 DE JULHO DE 2013. ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 36, DE 25 DE JULHO DE

Leia mais

Seção 2: Atenção ao Paciente Subseções: Terapia Dialítica, Assistência Antineoplásica e Hemoterápica. Flávia Soveral Miranda Fabíola Raymundo

Seção 2: Atenção ao Paciente Subseções: Terapia Dialítica, Assistência Antineoplásica e Hemoterápica. Flávia Soveral Miranda Fabíola Raymundo Seção 2: Atenção ao Paciente Subseções: Terapia Dialítica, Assistência Antineoplásica e Hemoterápica Flávia Soveral Miranda Fabíola Raymundo Requisitos comuns a todos as subseções Planeja as atividades,

Leia mais

Manual Brasileiro NR: MA 3 Pág: 1/1 de Acreditação - ONA Data de Emissão: 10/01/2000

Manual Brasileiro NR: MA 3 Pág: 1/1 de Acreditação - ONA Data de Emissão: 10/01/2000 Manual Brasileiro NR: MA 3 Pág: 1/1 de Acreditação - ONA Data de Emissão: 10/01/2000 ATENÇÃO AO PACIENTE/CLIENTE Esta seção agrupa todos os componentes, atividades e serviços que se relacionam aos processos

Leia mais

Os documentos obrigatórios que devem estar presentes numa licitação para aquisição de correlatos

Os documentos obrigatórios que devem estar presentes numa licitação para aquisição de correlatos Os documentos obrigatórios que devem estar presentes numa licitação para aquisição de correlatos Aldem Johnston Barbosa Araújo Advogado da UEN de Direito Administrativo do Escritório Lima & Falcão e assessor

Leia mais

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI Nº 6.821, DE 2002 (DO SENADO FEDERAL) Altera o art. 7º da Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 1976, que dispõe sobre a vigilância sanitária a que ficam

Leia mais

AVALIAÇÃO ESTRUTURAL DA FARMÁCIA HOSPITALAR DE UM HOSPITAL PSIQUIÁTRICO DE ANÁPOLIS.

AVALIAÇÃO ESTRUTURAL DA FARMÁCIA HOSPITALAR DE UM HOSPITAL PSIQUIÁTRICO DE ANÁPOLIS. Introdução AVALIAÇÃO ESTRUTURAL DA FARMÁCIA HOSPITALAR DE UM HOSPITAL PSIQUIÁTRICO DE ANÁPOLIS. Iris Iasmine de Rezende Araújo (UEG), Jessyka Cordeiro de Godoi (UEG), Flavio Marques Lopes (UEG) flaviomarques@ueg.br

Leia mais

Legislação em Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº11, DE 26 DE JANEIRO DE 2006.

Legislação em Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº11, DE 26 DE JANEIRO DE 2006. Página 1 de 6 Legislação em Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº11, DE 26 DE JANEIRO DE 2006. Dispõe sobre o Regulamento Técnico de Funcionamento de Serviços que prestam Atenção

Leia mais

DECRETO Nº 1710, DE 16 DE NOVEMBRO DE 2007.

DECRETO Nº 1710, DE 16 DE NOVEMBRO DE 2007. DECRETO Nº 1710, DE 16 DE NOVEMBRO DE 2007. Institui o elenco de medicamentos e aprova o regulamento dos procedimentos de aquisição e dispensação de medicamentos especiais para tratamento ambulatorial

Leia mais

Implicações Legais Relacionadas ao Processamento de Artigos que RE 2605/2606

Implicações Legais Relacionadas ao Processamento de Artigos que RE 2605/2606 Implicações Legais Relacionadas ao Processamento de Artigos que Constam da Lista de Proibições RE 2605/2606 Luciana Pereira de Andrade Especialista em Regulação e Vigilância Sanitária Gerência Geral de

Leia mais

RASTREABILIDADE DE MEDICAMENTOS

RASTREABILIDADE DE MEDICAMENTOS Não reproduza sem os devidos créditos! PLÁGIO É CRIME! RASTREABILIDADE DE MEDICAMENTOS Farmacêutica Daiane Lima de Oliveira Serviço de Farmácia SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE MEDICAMENTOS DOSE UNITÁRIA Cinco

Leia mais

adota a seguinte Resolução de Diretoria Colegiada e eu, Diretor-Presidente, determino a sua publicação:

adota a seguinte Resolução de Diretoria Colegiada e eu, Diretor-Presidente, determino a sua publicação: Resolução - RDC nº 275, de 21 de outubro de 2002(*) Republicada no D.O.U de 06/11/2002 Dispõe sobre o Regulamento Técnico de Procedimentos Operacionais Padronizados aplicados aos Estabelecimentos Produtores/Industrializadores

Leia mais

CUIDADOS NAS ETAPAS DO PROCESSAMENTODOS ARTIGOS EM CME

CUIDADOS NAS ETAPAS DO PROCESSAMENTODOS ARTIGOS EM CME CUIDADOS NAS ETAPAS DO PROCESSAMENTODOS ARTIGOS EM CME II SIMPÓSIO NORTE/NORDESTE DE ENFERMAGEM EM CENTRO CIRÚRGICO, RECUPERAÇÃO ANESTÉSICA E CENTRO DE MATERIAL E ESTERILIZAÇÃO NADJA FERREIRA Enfermeira

Leia mais

09/02/2006. Anvisa lança regras para atendimento médico domiciliar.

09/02/2006. Anvisa lança regras para atendimento médico domiciliar. 09/02/2006 Anvisa lança regras para atendimento médico domiciliar. Os pacientes que recebem atendimento médico em casa têm agora um regulamento para esses serviços. A Anvisa publicou, nesta segunda-feira

Leia mais

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA RDC Nº 31, DE 23 DE MAIO DE 2013

Leia mais

A SEGURANÇA DA ASSISTÊNCIA DO PACIENTE CIRÚRGICO: FLUXO DE OPME NORMAS E CONDUTAS

A SEGURANÇA DA ASSISTÊNCIA DO PACIENTE CIRÚRGICO: FLUXO DE OPME NORMAS E CONDUTAS 10º Congresso Brasileiro de Enfermagem en Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e ESterilização- 2011 A SEGURANÇA DA ASSISTÊNCIA DO PACIENTE CIRÚRGICO: FLUXO DE OPME NORMAS E CONDUTAS

Leia mais

RESOLUÇÃO - RDC No- 22, DE 23 DE ABRIL DE 2013

RESOLUÇÃO - RDC No- 22, DE 23 DE ABRIL DE 2013 RESOLUÇÃO - RDC No- 22, DE 23 DE ABRIL DE 2013 Aprova os Procedimentos Comuns para as Inspeções nos Fabricantes de Produtos Médicos e Produtos para Diagnóstico de Uso in vitro nos Estados Partes, e dá

Leia mais

Resolução -ANVISA/RDC nº 135, de 18 de maio de 2005

Resolução -ANVISA/RDC nº 135, de 18 de maio de 2005 Resolução -ANVISA/RDC nº 135, de 18 de maio de 2005 Dispõe sobre os critérios que devem ser obedecidos para o fracionamento de medicamentos a partir da sua embalagem original para fracionáveis. A Diretoria

Leia mais

Sem fronteiras. Por Adriana Bezerra e Thais Noronha

Sem fronteiras. Por Adriana Bezerra e Thais Noronha Sem fronteiras Farmacêuticos são imprescindíveis ao transporte. Profissionais enfrentam desafios do setor Por Adriana Bezerra e Thais Noronha A partir do momento em que o produto sai da indústria, entra

Leia mais

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA Quando da apresentação de protocolos, manual de normas e rotinas, procedimento operacional padrão (POP) e/ou outros documentos,

Leia mais

APRESENTAÇÃO MISSÃO, VISÃO E VALORES: PRINCÍPIOS GERAIS ESTRUTURA FÍSICA E PREDIAL ORGANIZAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO ANEXOS

APRESENTAÇÃO MISSÃO, VISÃO E VALORES: PRINCÍPIOS GERAIS ESTRUTURA FÍSICA E PREDIAL ORGANIZAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO ANEXOS ÍNDICE 1. APRESENTAÇÃO... 2 3. MISSÃO, VISÃO E VALORES:... 3 4. PRINCÍPIOS GERAIS... 3 5. ESTRUTURA FÍSICA E PREDIAL... 4 6. ORGANIZAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO... 5 7. ANEXOS... 9 1. APRESENTAÇÃO PREZADO PARCEIRO;

Leia mais

Programação para 2011

Programação para 2011 Visadoc Assessoria em Vigilância Sanitária e Regulatória Curso de Assuntos Regulatórios e Registro de Produtos - Aplicados à Vigilância Sanitária Por que participar? O Curso de Assuntos Regulatórios e

Leia mais

12-Nov-12. Comissão de Farmácia Hospitalar 2012. Curitiba, 13 de novembro 2012 Kelly Cristiane Gusso Braga Comissão de Farmácia Hospitalar CRF PR

12-Nov-12. Comissão de Farmácia Hospitalar 2012. Curitiba, 13 de novembro 2012 Kelly Cristiane Gusso Braga Comissão de Farmácia Hospitalar CRF PR Comissão de Farmácia Hospitalar 2012 Curitiba, 13 de novembro 2012 Kelly Cristiane Gusso Braga Comissão de Farmácia Hospitalar CRF PR 1 Garantir a guarda e o controle de medicamentos pertencentes às listas

Leia mais

CURSOS PRESENCIAIS (Também podem ser ministrados in company)

CURSOS PRESENCIAIS (Também podem ser ministrados in company) 1 CURSOS PRESENCIAIS (Também podem ser ministrados in company) BOAS PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO BOAS PRÁTICAS DE LABORATÓRIO BOAS PRÁTICAS DE ARMAZENAMENTO, LOGÍSTICA E DISTRIBUIÇÃO

Leia mais

FARMACOTÉCNICA HOSPITALAR. Carlos Tiago Martins Moura Farmacêutico Serviço de Farmácia - HUWC

FARMACOTÉCNICA HOSPITALAR. Carlos Tiago Martins Moura Farmacêutico Serviço de Farmácia - HUWC FARMACOTÉCNICA HOSPITALAR Carlos Tiago Martins Moura Farmacêutico Serviço de Farmácia - HUWC INTRODUÇÃO: A farmacotécnica hospitalar é um serviço que propicia grande economia para a instituição pois a

Leia mais

MANUAL DE ESTÁGIO EM FARMÁCIA

MANUAL DE ESTÁGIO EM FARMÁCIA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CCS DEPT O CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS DCF CURSO DE FARMÁCIA MANUAL DE ESTÁGIO EM FARMÁCIA Prof. Ms. Edmarlon Girotto Professor Responsável 6EST506

Leia mais

Consulta Pública n.º 09/2013

Consulta Pública n.º 09/2013 Consulta Pública n.º 09/2013 Diretor Relator: Dirceu Barbano Regime de tramitação: comum Publicação: 02/04/2013 Prazo para contribuição: 30 dias 09/04 à 08/05 Agenda Regulatória: não Área Técnica: GGTES

Leia mais

Gerenciamento de Riscos a Saúde

Gerenciamento de Riscos a Saúde Gerenciamento de Riscos a Saúde O papel da Prescrição Eletrônica e Rastreabilidade na administração segura de medicamentos Serviço de Informática /CAISM Profa Dra Roseli Calil Hospital da Mulher Prof.

Leia mais

EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS

EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS RESOLUÇÃO CFM Nº 1.804/2006 (Publicada no D.O.U. de 20 dez. 2006, Seção I, p. 158) Estabelece normas para a utilização de materiais de implante. O Conselho Federal de Medicina, no uso das atribuições conferidas

Leia mais

Atualizada.: 25/07/2013 4 MÉDIA COMPLEXIDADE ANEXO 1 G- DISTRIBUIDORAS

Atualizada.: 25/07/2013 4 MÉDIA COMPLEXIDADE ANEXO 1 G- DISTRIBUIDORAS 4 MÉDIA COMPLEXIDADE ANEXO 1 G- DISTRIBUIDORAS Drogarias; Ervanária, posto de medicamento, dispensário de medicamentos; Distribuidora com fracionamento de cosmético, perfume, produtos de higiene; Distribuidora

Leia mais

ANEXO I IDENTIFICADOR DO PRODUTO. Fato Gerador (DV)

ANEXO I IDENTIFICADOR DO PRODUTO. Fato Gerador (DV) ANEXO I TABELA DE DESCONTOS DA TAXA DE FISCALIZAÇÃO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA IDENTIFICADOR DO PRODUTO TIPO DE EMPRESA ITENS DESCRIÇÃO DO FATO GERADOR Fato Gerador (DV) GRUPO I GRANDE GRUPO II GRANDE GRUPO

Leia mais

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA. Flávia Soveral Miranda Luciana de Camargo

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA. Flávia Soveral Miranda Luciana de Camargo ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA Flávia Soveral Miranda Luciana de Camargo Padrão Nível 1 Uso seguro e racional de medicamentos Dimensões da qualidade Aceitabilidade, adequação e integralidade Assistência Farmacêutica

Leia mais