4 EDUCAÇÃO ÉTNICA E ENSINO DE HISTÓRIA

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1 4 EDUCAÇÃO ÉTNICA E ENSINO DE HISTÓRIA ETHNIC EDUCATION AND HISTORY OF EDUCATION Giovania Ramos Leal Especialista em Historia do Brasil INTA RESUMO Este artigo visa apresentar a maneira como o negro vem sendo abordado no decorrer do processo histórico, nos livros didáticos assim como a importância da inclusão da temática africana para o ensino de história como forma de resgatar a história de importantes sujeitos construtores da identidade brasileira, valorizando o povo que muito contribuiu para a formação da cultura brasileira. O artigo enfatiza ainda a questão das políticas educacionais desenvolvidas sobre o reconhecimento do povo negro como sujeito, partícipe, no processo cultural, social e econômico do Brasil. Palavras-chave: ensino de história, educação, etnicidade, africanidade. ABSTRACT This article presents how the black has been approached in the course of the historical process, in textbooks as well as the importance of including the African theme to the teaching of history as a way to rescue the history of important subjects builders of Brazilian identity, valuing the people who contributed greatly to the formation of Brazilian culture. The article also emphasizes the issue of developed on the recognition of black people as a subject, a participant in the cultural, social and economic process in Brazil educational policies. Keywords: teaching history, education, ethnicity, African-ness. 41

2 INTRODUÇÃO Atualmente, inserido em uma política étnica racial, o ensino de história busca uma maior ênfase à questão da inserção do negro na participação do processo histórico brasileiro, assim como o reconhecimento cultural e étnico na formação da identidade nacional. Diante das constantes atitudes de preconceito racial contra a presença do negro no meio social em que vive, a inclusão da temática história e cultura Afro-brasileira e africana torna-se necessário para desconstrução de equívocos em alguns conceitos históricos que durante muito tempo rotulou a figura do negro com estereótipos que inferioriza e faz com que o mesmo seja sempre visto as margens do processo histórico. O contexto histórico que durante muito tempo apresentou a África em rápidos enfoques e como um local impregnado de misérias contribuiu para a formação de conceitos negativos em relação às origens dos negros que aqui chegaram. É interessante então que reconheçamos as políticas étnicas introduzida aos sistemas de ensino visando uma atenção maior para estes povos, que ainda hoje sofrem principalmente com a questão do preconceito racial. Vale lembrar que: Nos últimos anos, tem sido realizado mais iniciativa em prol da afro-educação do que, na totalidade do passado recente. No entanto, mesmo constituindo motivo de empolgação, os progressos alcançados não negam que muito há de ser feito e realizado nesse campo. (SERRANO: 2007, p. 15) É importante ressaltar, então, que diante das muitas ações realizadas hoje em benefício de um povo, que durante muito tempo foi excluso do contexto histórico, como partícipe da identidade cultural brasileira seja reconhecido e que as políticas reparativas realmente venham a ser efetivadas. Entretanto, se faz necessário uma reflexão no processo de ensino-aprendizagem de história em uma perspectiva de buscar não apenas o reconhecimento da contribuição do negro para a formação da nossa história, como o respeito e um olhar igualitário diante do mesmo. Portanto, no desenvolver deste artigo buscaremos enfocar os fatores que contribuíram para a rejeição do negro como sujeito histórico, assim como as políticas de educação étnica 42

3 implementada para o reconhecimento de um povo que muito contribuiu para o desenvolvimento econômico, social e cultural no nosso país. A IMPORTÂNCIA DA TEMÁTICA AFRICANA PARA O ENSINO DE HISTÓRIA NA historiografia do século XIX o ensino de História se apropriou de uma prática de ensino que exclusivamente buscava exaltar a figura do europeu como importante sujeito para a formação da nossa história e marcou o século XX. Em razão da apropriação do uso destas práticas para a construção do conhecimento histórico o negro passou a ser visto como mão de obra ou como o coitadinho, expressão esta que durante muito tempo, fez parte da formação de conceitos de muitos dos educando. A construção de um olhar de que apenas o homem branco era responsável pela formação do processo histórico no Brasil veio contribuir para a exclusão do negro como sujeito histórico e para uma concepção da imagem do mesmo apenas como escravo. Diante desta concepção que apresenta o negro apenas como escravo o estudo da História e Cultura Afro- Brasileira e africana torna-se indispensável para tentar desconstruir a questão do preconceito racial, um problema que para muitos é considerado crônico na sociedade brasileira. A inserção do estudo da história e da cultura africana e afro-brasileira no currículo das escolas públicas e privadas possibilita ao conhecimento dos educando a importância da figura do negro no processo histórico brasileiro, assim como busca. Resgatar de forma positiva a luta dos negros no Brasil, rompendo com os estigmas que no passado lhe foram impostos e que até os dias atuais ainda gera preconceito, discriminação negativa, exclusão, visa inserir a educação no campo da luta anti-racista, visa transformar o meio educacional brasileiro num espaço plural, tanto sob o ponto de vista de pensamento teórico social, quanto sob o ponto de vista do respeito á origem ao pertencimento dos diversos sujeitos que cotidianamente convivem neste espaço. (XAVIER: 2011, p. 3) Desta forma o ensino de história assume um papel importante quando se propõe abordar a história da população negra não apenas em caráter de submissão, mas em trazer ao 43

4 conhecimento de todos que o negro era detentor de costumes, religião e tradições pertencentes ao seu continente e que todo esse conjunto cultural influenciou a formação da cultura brasileira. Políticas educacionais estão sendo desenvolvidas com objetivo de trabalhar a temática africana em sala de aula, onde deste modo, iniciaremos um processo para valorização a participação do negro na história, assim como a contribuição na formação da etnia do povo brasileiro. Vale ressaltar a lei /03 que tornou obrigatório o estudo da temática história e cultura africana sendo implementada nos currículos das escolas públicas e privadas. Os memoráveis personagens da história ainda fazem parte das práticas de ensino de muitos educadores dos sistemas educacionais no Brasil, o que contribui para construção de uma visão de história formada apenas por grandes heróis e os educando como receptáculo destas informações acabam direcionando um olhar de rejeição e preconceito contra a figura do negro. No decorrer de todo processo histórico o negro teve sua imagem estereotipada pertencente a um continente que para muitos representa miséria um lugar devoluto de história que foi visto apenas como grande exportador de mão-de-obra escrava para as muitas colônias europeias, deste modo o continente africano torna-se desconhecido até mesmo para aqueles que receberam suas influências culturais. O olhar de preconceito que durante muito tempo recobriu o continente africano distanciou os muitos afros descendentes do conhecimento de suas origens, prevalecendo assim uma valorização dos euros descendentes como etnia superior na formação do povo brasileiro. No presente momento em que se busca ressarcir os prejuízos históricos sofridos pelo negro é interessante que se desconstrua a visão negativa que durante muito tempo foi direcionado ao continente africano onde o Centramento típico do compromisso de uma elite intelectual com as ideologias da construção da nação e da própria ideia de nação que estava em jogo pouco permitiu desenvolver, no caso dos estudos sobre o negro brasileiro pesquisas que chegassem até África, a fim de relacionar as histórias e as práticas sociais e culturais dos africanos escravizados no Brasil, e seus descendentes, com suas sociedades de origem no continente africano. (Santos: 2010 não conta página) 44

5 Observamos então que o continente africano foi considerado um lugar desconhecido pelos seus descendentes, vindo o mesmo a ser um local recoberto por olhares de preconceito e rejeição. Perante as muitas ações que buscam rever as injustiças históricas cometidas contra a participação do negro na construção da identidade brasileira, é importante ressaltar que se reveja também as mudanças nos discursos de muitos educadores que ainda se apresentam aprisionados as narrativas da escravidão. Diante da importante conquista da implementação nos currículos escolares do estudo da História e Cultura Afro-brasileiro e africana, a falta de formação e informação de muitos docentes em relação ao assunto acaba por tornar-se um empecilho que dificulta ainda mais uma melhor abordagem, da temática em sala de aula desse modo torna-se necessário. urgente e fundamental o investimento num eficiente programa de formação dos professores para trabalhar com a educação das relações étnico raciais, pois o racismo o preconceito, são atitudes, manifestações, pensamentos complexos que foram e vêm sendo engradados pela classe dominante, com objetivos tão perversos quando ardilosos dominar. Formação, capacitação que encontra inclusive embasamento que emana da própria lei /2003. (Caderno da Escola de Direito e Relações Internacionais. P.199) É importante salientar o papel das escolas em cobrar dos órgãos responsáveis, a formação continuada de professores em especial aqueles que não possuem formação direcionada ao tema, proporcionando assim uma melhor abordagem do assunto africanidade. O ensino de História quando transformada em arcabouço de conteúdos muitas vezes sem nenhuma contextualização com o espaço de vivência do aluno acaba contribuindo para que os espaços escolares se tornem palco de discriminação racial e rejeição à presença do negro, assim como a dificuldade na relação entre etnias. Inserido em uma sociedade capitalista a prioridade dos muitos sistemas de ensino acaba sendo a aprovação no vestibular, ou seja, a qualificação de mão de obra para servir a uma sociedade que frequentemente rotula o indivíduo por sua posição social e principalmente o fator cor de pele. Presente a esta questão a temática História e Cultura Afro-brasileira e africana incluída no currículo escolar se torna de fundamental importância, pois vem superando 45

6 não só a lacuna que no passado omitiu a presença do negro no processo histórico como também a construção de um novo olhar de valorização a figura do mesmo. A escola como espaço também de formação de valores não pode permanecer atrelada a ideologia que privilegia uma classe dominante, mas levar ao conhecimento dos nossos educando que a História é formada por um todo e que cada sujeito independentemente da etnia e classe social, faz parte da construção da história. A penosa travessia do atlântico e o período da escravidão negra contribuíram para que hoje o negro fosse estigmatizado por uma sociedade que no passado não soube lhe reconhecer, mas soube massacrara, explorar e humilhar onde decorrente a estas ações o negro se tornou uma presença estranha para uma sociedade que se diz a favor de uma democracia racial, mas que se contradiz ao dar preferência á cor padrão. Atualmente os movimentos negros e as políticas educacionais lutam pelo reconhecimento da população negra, assim como buscam desconstruir a ideologia de embranquecimento pregado por uma classe dominante que associou a etnia branca a sinônimo de sucesso. As ações de reparação ao reconhecimento da cultura negra no Brasil, assim como as importantes lutas abolicionistas foram marcadamente conquistadas por meio de muitas lutas. A exemplo temos hoje, a lei /2003 uma importante conquista, fruto também dos inúmeros movimentos negros, que durante muito tempo somaram forças para obter uma nova concepção do negro como sujeito histórico. Para a abordagem da temática História e Cultura afro-brasileira e africana faz-se necessário não apenas a mudança nos discursos ao tratar da participação do negro no contexto referente ao mesmo, mas medidas que garantam também a publicação de livros didáticos pertinentes a História da África, Cultura Afro-brasileira e indígena para o Ensino Fundamental I, torna-se uma alternativa eficaz para o ensino-aprendizagem nas escolas públicas e particulares sobre o ensino das relações étnicos e raciais. Visto que a docência tem questionado em órgãos públicos sobre a carência de livros didáticos para a efetivação das leis supracitadas. (Revista África e Africanidade) 46

7 A difícil tarefa de construir o conhecimento histórico em séries iniciais muitas vezes se dá pela ausência de livros didáticos adequados, fator este que também contribui para o desinteresse pelo ensino de História. Frente a este problema o ensino de História Afrobrasileira torna-se complexo para o universo do aluno, pois não basta apenas a apresentação de uma lei que garanta o estudo da cultura afro e indígena, é importante que o educador disponha de recursos adequados para trabalhar essa temática em sala de aula. A resistência que muitos docentes encontram em abordar o assunto que fala sobre a população negra em sala de aula se deve ao longo período que sempre concebeu o negro como etnia inferior. Por ocasião do longo período que colocou o negro em situação de submissão, muitos estereótipos surgiram para classificar o mesmo, lembrando que as políticas de reparação a este povo são recentes, fator este que requer um envolvimento maior dos educadores numa perspectiva de mudar a situação da população negra na sociedade brasileira. Não pudemos esperar mudanças imediatas por ocasião das ações reparativas implementadas, mas é certo que através destas A longo prazo, o padrão de vida da população negra venha superar o desnível em relação aos brancos,quanto ao percentual de empregos, grau de instrução, número de analfabetos, índices de evasão, exclusão e repetência escolar. (Valente, 2005, p. 64, apud SANTOS, 2011, pág. 5) É importante lembrar que muitas crianças e jovens negros foram incluídos ao fracasso escolar por não se identificar ao cotidiano da sala de aula, além das práticas de ensino que sempre buscaram privilegiar a etnia branca. A lei /2003 e /2008 vem colaborar para que seja repensado as práticas de ensino que durante muito tempo omitiu a cultura negra e por consequência transformou os espaços escolares em palco de conflitos raciais. A escola como referencia não pode mais está atrelada as ideologias que durante muito tempo transformou o ensino de história em uma disciplina a serviço dos grandes heróis, mas buscar romper com essas práticas de ensino que por um longo tempo foi considerado cristalizador da cultura europeia. 47

8 Por não ter tido oportunidade de conhecer a cultura do escravo africano em caráter de valorização muitos professores ainda se apresentam resistentes em relação a abordagem da História e Cultura afro brasileiro e africano em sala de aula, problema este muitas vezes motivado pelas coordenações pedagógicas que em sua grande maioria demonstram desinteresse pelo assunto. A inserção da História e Cultura Afro brasileira e africana nos currículos escolares não tem apenas como propósito uma mudança nas práticas de ensino em relação a cultura do negro africano, mas vem proporcionar também uma aproximação do Brasil com a África, um continente que se destaca não apenas culturalmente, mas em outros aspectos, entretanto durante muito tempo só nos foi repassado uma imagem de africanos sofridos sem nenhuma perspectiva o que faz com que A África mantém- se como um continente desconhecido para a maioria da população brasileira, seja ela docente ou discente. As escolas de ensino infantil, fundamental, médio e universitário ( para não dizer superior, no geral não abordam o passado africano. Muito embora, esse passado esteja tão presente no cotidiano nacional, seja através das palavras faladas, da cultura, das religiões, das instituições, da economia etc. (Xavier: 2008, p.29) Esperamos, então, que por meio das politicas reparativas a população brasileira venha valorizar e reconhecer a importância do povo negro na formação cultural do nosso povo. E no referente as práticas do ensino de História a aproximação do cotidiano do aluno com o contexto é fator indispensável para a compreensão do processo Histórico. O ensino de História torna-se atuante ao reformular seus conceitos em relação ao negro como sujeito histórico, pois durante muito tempo se utilizou de práticas de ensino que buscava focar a cultura do europeu, repassando a imagem do negro como submisso e o estudo sobre o continente africano de forma fragmentada. 48

9 Por um longo período as praticas do cotidiano escolar se voltaram para a exaltação e apreciação da etnia branca como referencia nos fatos históricos. Hoje em razão das politicas de ressarcimento a cultura do negro. A luta então se fortaleceu no resgate dessa identidade fragilizada, sob a égide do Movimento Negro unificando que, por meio da fomentação de lei no senado Federal, aprovou a obrigatoriedade do ensino de História e Cultura africana e dos afrobrasileiros. Chega neste momento, ao cotidiano escolar, oportunidade de desvendar o outro lado da história, seus motivos, costumes, tradições, tão silenciados ao longo de séculos de euro centrismo na educação brasileira. (SOUSA, 2007, pág.12) Somos conhecedores das ações que buscaram rever os prejuízos históricos sofrido pela população negra no Brasil, no entanto cabe a todos os docentes que vivem o cotidiano escolar o empenho para tornar realidade às causas defendidas pelas políticas reparativas que se apresentam em defesa dessa questão. A construção de teorias que sempre apresentou o negro como individuo inferior incutiu no imaginário nacional a classificação do negro como escravo não repassando assim uma imagem de homem pertencente a um continente riquíssimo de história e que foi transformado em escravo com objetivo de atender os interesses econômicos do colonizador. Atualmente diante de uma abordagem maior sobre a importância do negro no processo histórico brasileiro vale salientar que atitude de preconceito ainda está bem presentes nos espaços escolares, tendo em vista que os próprios recursos utilizados pelos alunos como dicionário da língua portuguesa aparecem como veiculador de preconceito racial, onde segundo o Dicionário Brasileiro Globo define o negro como: Adj. De cor escura, muito escuro; preto; que pertence a raça negra; escurecido pelo tempo ou pelo sol; sóbrio; triste; infeliz; lúgubre; funesto; execrando; maldito; tétrico; ameaçador. 49

10 Presente a esta situação só confirmamos a importância do papel da escola em desconstruir antigos conceitos e juntamente com toda comunidade escolar formular novas ideias e fazer a diferença no meio social. A dificuldade em se trabalhar com a temática africana em sala de aula não é uma questão atual, mesmo antes da elaboração de leis e projetos de lei em beneficio da população afrodescendente brasileira, as escolas já contavam com os PCN, dispositivo que auxilia na orientação do currículo escolar, e que trata sobre diferentes temas, dentre eles a diversidade cultural. É importante observar que o educador brasileiro em partes também contribuiu para omissão da participação do negro no processo social brasileiro, pois como bem ressalta Carlos Serrano, em memória D África: embora a LDB tenha explicitamente incluído a historicidade afro-brasileira como conteúdo pedagógico, na realidade nada disso aconteceu. A falta de interesse em destacar o negro como importante etnia para formação da identidade nacional só contribuiu para que o Brasil não fosse compreendido como o país da miscigenação, mas fosse subdividido como o país de duas cores o branco e o negro. Mesmo inserido em um sistema educacional que muitas vezes prioriza uma educação voltada apenas para a competição a discursão sobre a contribuição do negro para Historia do Brasil se intensificam e reafirmam que Com esta medida reconhece-se que além de garantir vagas para negros nos bancos escolares, é preciso valorizar devidamente a história e cultura de seu povo buscando reparar danos que se repetem há cinco séculos, à sua identidade e a seus direitos. A relevância do estudo de temas decorrentes da história e cultura afro-brasileira e africana não se restringe a população negra, ao contrário, diz respeito a todos os brasileiros, uma vez que devem educar-se enquanto cidadãos atualmente no seio de uma sociedade multicultural e pluriétnica (DCN para a Educação das Relações étnico- Raciais e para o Ensino de História e c Cultura Afro-Brasileira e Africana, 2005,P.17) 50

11 Seguindo por esse viés percebemos que as lutas foram constantes, mas os desafios são permanentes, pois cinco séculos de olhar de desprezo e exclusão contribuíram para formação de conceitos errôneos legitimando assim o racismo. O desfecho das constantes lutas em prol da população afrodescendente muito contribui para que seja repensado o trajeto do negro no processo histórico e possibilita uma renovação na maneira de se trabalhar o ensino de História objetivando assim um tratamento igualitário entre etnias. Tão importante quanto a participação do negro no cenário econômico e cultural do nosso pais está as importantes lutas os quais destacamos Zumbi dos Palmares, que representou para o povo negro resistência em defesa de seu povo, no entanto, as lutas lideradas por Zumbi acabaram por ser silenciada nos currículos escolares, tornando-se desconhecido para o universo de muitos dos educando Atualmente os educadores enfrentam muitas dificuldades em abordar a temática africana em sala de aula, tudo isso por não ter tido oportunidade de conhecer a história do povo africano dentro da sua positividade. Por conhecer o negro apenas no contexto escravista muitas vezes denominando o continente como país e sempre visto com olhar de rejeição como afirma Serrano: Tal tendência se explicita, por exemplo, quando se procurou extirpar o Egito Faraônico da África. Na logica eurocêntrica uma civilização notável como egípcia não poderia ter nada a ver como um continente selvagem como o africano. (SERRANO: 2007, p.30) Observamos então que tem se falado muito sobre a questão do ensino referente à África em sala de aula, contudo é importante ressaltar que o estudo sobre a África não implica apenas em priorizar o estudo detalhado sobre o continente de forma isolada, mas uma contextualização com os demais fatos históricos desconstruindo assim uma visão eurocêntrica e destacando a importância do continente Africano para a construção da historia como um todo. 51

12 Resultante de uma sociedade que sempre classificou o negro com estereótipos, os bancos escolares tornaram-se também espaço de descriminação à presença do negro. Tudo isso contribuiu para que as estatísticas apontassem para: Tal tendência se explicita, por exemplo, quando se procurou extirpar o Egito Faraônico da África. Na logica eurocêntrica uma civilização notável como egípcia não poderia ter nada a ver como um continente selvagem como o africano. (SERRANO: 2007, p.30) As ideologias que privilegiam a etnia branca foram fortemente arraigadas o que representa o negro sempre em desvantagem em relação a educação, mercado de trabalho entre outros. A lei / 03 além de proporcionar o estudo de uma África inserido em novo contexto, esse é um momento em que o ensino de história tem oportunidade de rever as lacunas que durante muito tempo mostrou uma África atrasada apoiada em um discurso de preconceito. É importante lembrar que o estudo da Temática Africana não está a cargo apenas do ensino de história. Segundo o autor A lei Nº ( ) A primeira assinada na gestão do presidente Luís Inácio Lula da Silva, tornou obrigatória o ensino de historia e da cultura Afro brasileira. Essa lei cita explicitamente as disciplinas de historia educação artística e literatura como vetores dos conteúdos a serem ministrados (SERRANO 2007 P.17) O conteúdo que trata sobre a temática africana se apresenta como interdisciplinar o que contribuirá para uma discussão maior do tema no cotidiano escolar surgindo assim a formação de novas ideias e um olhar igualitário para todos que formam a sociedade brasileira. Em razão do conteúdo do livro didático ser apenas repassado e nem sempre questionado o negro vem vivenciando os reflexos de um passado que não lhe reconhecia como sujeito integrante e partícipe da história. Atualmente estão sendo desenvolvidas políticas educacionais que buscam questionar a participação do negro na historia, mas é importante ressaltar que muitos educadores mantém métodos de ensino de uma historia linear, factual tornando-se antagônica ao real propósito da história que é sugerir uma nova forma de pensar o indivíduo e uma compreensão do mundo que está a sua volta.com a implementação da 52

13 temática nos currículos escolares torna-se necessário a disposição de materiais adequados para todos os níveis de escolaridades logo Estado e as escolas publicas e privadas, os maiores compradores, devem exigir seus direitos como consumidores exigente, propondo mudanças qualitativas às editoras, inclusive exigindo revisão por a retirada do mercado dos livros desatualizados, dos que contenham erros conceituais e dos que veiculem preconceitos raciais políticos e religiosos. (FONSECA: 2003, p.55) Para isso torna-se necessário uma atenção voltada para as políticas públicas responsáveis pela disposição desses materiais nos estabelecimentos de ensino sendo que o educador oriente para que materiais depreciativos à cultura negra não continue sendo utilizado por alunos da rede publica e particular. Durante muito tempo os estudos sobre a inserção do povo africano no contexto histórico do Brasil se apresentaram de forma depreciativa e em caráter de submissão. As práticas de ensino que sempre afirmaram a desqualificação de um povo que retirado de forma brutal do seu universo foram apresentados como escravos e consequentemente rotulados como indivíduos sem cultura e desprovido de história. Mesmo assumindo o papel de serviçal em um continente desconhecido os negros mantiveram suas práticas culturais reavivadas muito embora proibidas de manifestarem em público, essas práticas trazidas com ele. O século de escravidão contribuiu para a construção de um imaginário do negro africano apenas como escravo o que favoreceu o surgimento de muitos conceitos e ideologias que nos permitiram uma negação da nossa ancestralidade. Fortalecido pelos movimentos negros que sempre estiveram atuantes na luta pelo ressarcimento dos prejuízos históricos causados à população afrodescendente está as políticas públicas que atualmente se apresentam com o propósito de desconstruir concepções preconceituosas em relação a população negra. Podemos citar a lei /2003, ampliada pela /2008 que proporcionou a inclusão da temática africana nos currículos escolares iniciando assim uma nova construção histórica, a desconstrução de conceitos errôneos a cerca da população negra, igualitário para todos que são sujeitos partícipes do processo histórico brasileiro. um olhar 53

14 CONSIDERAÇOES FINAIS O Trabalho desenvolvido buscou problematizar bibliograficamente a trajetória do negro no contexto histórico brasileiro trazendo uma reflexão a respeito da condição social imposta à população negra e a educação racista que por muito tempo omitiu a contribuição do negro na construção da identidade nacional. No desenvolver do trabalho foi enfatizada ainda a questão das práticas de ensino que durante muito tempo se utilizou de discursos que apresentaram o europeu como importante sujeito histórico contribuindo para construção de uma história pautada sobre um olhar elitista e excludente. Foram objetos de discurso também as políticas educacionais desenvolvidas em prol do ressarcimento da população afrodescendente, assim como a inserção da temática africana nos currículos escolares permitindo uma nova proposta de ensino que traga um questionamento acerca da diversidade cultural presente no contexto escolar. Concluímos então que é de fundamental importância a contribuição acadêmica na discussão de temas que venham colaborar para a construção de novas práticas de ensino que se configuram em benefício da formação de cidadãos críticos capazes de respeitar os grupos étnicos que lutam contra a discriminação e o racismo. 54

15 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educacionais para Educação das Relações Étnico- Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e africana Brasilia: MEC, Cadernos da Escola de Direito e Relações Internacionais. vol. 1. Curitiba. Dicionário Brasileiro Globo/ Francisco Fernandes, Celso P. Luft, F. Marques Guimarães- 50- ed. São Paulo: Globo, FONSECA, Selva Guimarães. Didática e Prática de Ensino de História: Experiências, Reflexões e Aprendizados. Campinas: Papiros, PAULA, Benjamin Xavier de; Cristina Mary Ribeiro Peron. Educação, História e Cultura da África e Afro- brasileira. Uberlândia: PROEX/UFU. Franca: Ribeirão Editora, Revista África e Africanidades- ANO 3- Nº 10, Agosto, SERRANO, Carlos. Memória D África: A temática africana em sala de aula. São Paulo: Cortez, VALENTE, Ana Lúcia. Ação afirmativa, Relações Raciais e Educação Básica. Ação Afirmativa. Revista brasileira de Educação SOUSA, Alves Roberta de. Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana: da lei ao cotidiano escolar. Baurú, Monografia (curso de pedagogia) Faculdade de Ciências, Universidade Estadual Paulista-UNESP. 55

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