A drenagem linfática manual como tratamento do edema no pós- cirúrgico de lipoaspiração: Revisão de literatura Rebeca Santos Rocha1

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1 1 A drenagem linfática manual como tratamento do edema no póscirúrgico de lipoaspiração: Revisão de literatura Rebeca Santos Rocha 1 Dayana Priscila Maia Mejia 2 Pós-graduação em fisioterapia dermato funcional Faculdade Cambury Resumo A fisioterapia dermato-funcional mostra-se cada dia mais em constante evolução, buscando evidencias científicas embasadas em técnicas e recursos disponíveis ao profissional da área de fisioterapia. O sucesso de uma cirurgia plástica depende entre outras coisas, de um planejamento eficiente, evitando com isso complicações que possivelmente apareceria em um pós-cirúrgico. A drenagem linfática manual (DLM) no pós-operatório (PO) é coadjuvante, pois, teria a finalidade de evitar edema, que é uma disfunção caracterizada pelo acúmulo de macromoléculas no interstício celular devido ao mau funcionamento do sistema linfático. Estaremos abordando a drenagem linfática manual e seus benefícios no pós-cirúrgico da lipoaspiração como objetivo geral da pesquisa. Com este recurso terapêutico, o intuito é a indução do líquido intersticial até os gânglios linfáticos para que sejam eliminados pela urina. Objetivo específico é mostrar os reais benefícios da técnica de drenagem linfática manual na forma de prevenção e tratamento fisioterapêutico de edemas ocorridos após um procedimento estético de lipoaspiração, mostrando o seu mecanismo de ação, a sua real necessidade e eficiência no tratamento fisioterapêutico, uma vez que trará benefícios como a melhora da circulação sanguínea e a promoção de conforto para a pessoa que sofreu o processo cirúrgico. Palavras-chave: Drenagem linfática manual; Edema; Lipoaspiração. INTRODUÇÃO Com o passar dos anos o conceito de beleza vem sido modificado onde ressaltam com grande evidência a boa forma física, ao passo que se insere em muitos casos as intervenções cirúrgicas para modelagem do contorno corporal (SOUSA, 2010). Ao longo da história da humanidade os padrões de beleza vem se modificado, atualmente com a falta de tempo e a exposição que a mídia faz em relação a corpos exuberantes com formas harmônicas e bem estruturadas, a busca por intervenções capazes de tornar isso possível acaba se tornando o percurso mais curta para tal busca (TACANI, 2005). A fisioterapia demato funcional vem ganhando respaldo no campo de atuação da cirurgia plástica devido a utilização dos recursos terapêuticos que aceleram o resultado no pós-operatório, prevenindo, minimizando eventos teciduais e complicações comuns a execução da técnica (SOUSA, 2010). A drenagem linfática manual (DLM) no pós-operatório (PO) da lipoaspiração é coadjuvante, pois, teria a finalidade de evitar edema, que é uma disfunção caracterizada pelo acúmulo de macromoléculas no interstício celular devido ao mau funcionamento do sistema linfático. Estaremos abordando a drenagem linfática manual e seus benefícios no pós-cirúrgico da lipoaspiração como objetivo geral da pesquisa. A lipoaspiração é um procedimento seguro se realizado por cirurgião bem treinado, com bom julgamento médico e cirúrgico, operando em local adequado para o porte cirúrgico (WOLFENSON, 2011). É uma técnica utilizada para a retirada de gordura localizada onde não há ressecção da pele, sendo usado cânulas adaptadas a um lipoaspirador e criando túneis no tecido adiposo para o acesso por incisões pequenas em locais pouco 1 Pós-graduando em fisioterapia dermato funcional. 2 Mestrando em Bioética e Direito em Saúde, Especialista em Metodologia do Ensino Superior, Graduada em Fisioterapia.

2 2 visíveis, resultando na definição do contorno corporal. É um método indicado no tratamento de redução de tecido gorduroso localizado (SOUSA, 2010). Desde quando foi introduzida a lipoaspiração no mundo em 1979 por Illouz, ocorreu uma grande revolução em relação às cirurgias plásticas, a ponto de nos dias atuais ser a intervenção mais realizada a anos no mundo (GOMES, 2003). De importância fundamental o fisioterapeuta tem no pós-operatório imediato, prevenindo e/ou tratando as respostas das intervenções cirúrgicas, bem como atuando na ansiedade pós-operatória (SOARES, 2012). Para a efetividade do tratamento, é necessário o entendimento das fases do reparo tecidual, e a observação de suas características clínicas e não de datas específicas, pois os pacientes de cirurgia plástica apresentam grande variação de evolução no pósoperatório. Baseando-se nesses estágios de recuperação tissular e de estado geral do paciente, o Fisioterapeuta poderá traçar um programa de tratamento eficaz, observando as características clínicas apresentadas pelo indivíduo, acompanhado a evolução do processo cicatricial (SOUSA, 2010). A aplicação tardia da DLM pode diminuir os benefícios que ela produz, já que a eficiência da circulação linfática e sanguínea é fundamental na reparação da lesão cirúrgica (SOARES, 2012). FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Drenagem Linfática Manual Em 1892, Winiwarter, um professor de cirurgia austríaco descobriu o primeiro método de drenagem linfática. Em 1936 o Dr. Vodder, um fisioterapeuta, adaptou um método inteligente chamado método de Drenagem Linfática, onde tratava grande um grande número de seus pacientes que apresentavam enfermidades infecciosas crônicas das vias respiratórias superiores, como sinusites, renites, gripes; manipulando gânglios linfáticos através de movimentos circulares suaves, obtendo através da drenagem, melhora no quadro de saúde daqueles pacientes (PICCININ, 2009). A drenagem linfática tem como objetivo principal estimular a circulação linfática para proporcionar uma redução do linfoedema e regenerar o sistema linfático (SOARES, 2012). A nossa pele, tecido subcutâneo, as aponeuroses, os músculos, os tendões, os ossos, as articulações, as cápsulas articulares e suas dependências ligamentares, os nervos e os próprios vasos são objeto de uma cobertura linfática. Sendo assim, o sistema linfático percorre todo o nosso corpo e não pode ser ignorado. Desta forma percebe-se a importância da drenagem linfática, quer para manter a juventude, quer para manter o sistema imunitário ativo, assim como, para criar bem estar e melhorias de saúde a todos os níveis (PICCININ, 2009). A drenagem linfática manual (DLM) é um dos tratamentos fisioterapêuticos que tem como objetivo, através de manobras manuais, direcionar e aumentar o fluxo linfático suavemente (SOARES, 2012). A drenagem linfática manual de acordo com Piccinin (2009) apresenta os seguintes efeitos fisiológicos de grande importância: - Auxiliar na filtração e reabsorção dos capilares sanguíneos; - Auxilia o fluxo da linfa para dentro dos capilares linfáticos; - Facilita o transporte da linfa; - Auxilia no bombeamento e na quantidade de linfa processada nos linfonodos.

3 3 Destinada a melhorar as funções essenciais do sistema linfático, a drenagem linfática, é uma forma especial de massagem que através de manobras precisas, leves, lentas, rítmicas e monótonas irão trazer mais conforto ao paciente diminuindo o edema e quadro álgico, sempre obedecendo ao trajeto do sistema linfático superficial, empurrando tangencialmente a pele até o seu limite elástico, evitando produzir dor e eritema (TACANI, 2005). Devido ao crescente interesse pelo corpo perfeito e padrões estéticos cada vez mais próximos à perfeição estimulados pela sociedade a busca por procedimentos cirúrgicos vem aumentando, bem como a procura de tratamentos coadjuvantes realizados antes e após esses procedimentos cirúrgicos, como por exemplo a drenagem linfática manual (SOARES, 2012). Os recursos manuais possuem uma gama de finalidades terapêuticas que visam acelerar a recuperação mais precoce do paciente submetido a intervenções cirúrgicas. Nas interferências cirúrgicas abdominais, as limitações e alterações são instaladas comprometendo não só a funcionalidade do tecido, mas o indivíduo e suas funções motoras e posturais (SOUSA, 2010). Seus efeitos circulatórios reduz o edema, acelera o metabolismo e a desintoxicação do tecido, melhora a nutrição da célula e favorece a cicatrização (SOARES, 2012). A drenagem tem o papel de orientar o líquido do espaço instersticial para os centros de drenagem mediante manobras cinésias, as quais são denominadas de drenagem linfática manual, que irão estimular as correntes derivativas do setor afetado (PICCININ, 2009). Através do contato que é feito na pele é interpretado pelo sistema nervoso autônomo na forma de diminuição da sensação da dor local, sendo capaz de promover uma recuperação mais rápida e com menos estresse cirúrgico (SOARES, 2012). Estudos anteriores afirmam que a drenagem linfática manual ajuda a encurtar o pósoperatório da lipoaspiração quando associadas. Isso vem reforçar a teoria de que a drenagem deve ser indicada a todos os pacientes submetidos ao procedimento cirúrgico estético da lipoaspiração (TACANI, 2005). A circulação linfática é produzida por meio de contrações do sistema muscular ou de pulsações de artérias próximas aos vasos linfáticos. O sistema linfático tem como função reabsorver e encaminhar para a circulação tudo aquilo que o capilar não consegue recuperar do desequilíbrio entre a filtração e a reabsorção. É seu papel transportar as células mortas, as células imunocompetentes, as partículas inorgânicas, as proteínas, os lipídeos, as bactérias, os vírus, os produtos do catabolismo (PICCININ, 2009). A DLM esvazia os líquidos exsudados e os resíduos metabólicos através de manobras em vias linfáticas e nos linfonodos, é uma técnica específica de massagem, introduzida por Vodder (Alemanha) e ultimamente por Leduc (Bruxelas) (SOARES, 2012). A drenagem irá atuar impulsionando o líquido excedente do espaço intersticial para dentro dos capilares linfáticos. Esse processo só é capaz de ocorrer quando há pressão positiva e os filamentos de Casley-Smith ou de proteção abrem as microválvulas endoteliais da parede capilar. De acordo com que o vaso vai se enchendo, as válvulas fecham-se e a linfa flui (PICCININ, 2009). Para Soares (2012), drenagem linfática manual apresenta algumas indicações de tratamento e/ou prevenção as quais são: - Edemas; - Linfedemas;

4 4 - Queimaduras; - Enxertos; - Acne; - Sensação de cansaço nos membros inferiores; - Fibro edema gelóide; - Dor muscular; - Pré e pós-operatório de cirurgias plásticas; - Hematomas; - Equimoses; - Olheiras. Para Leduc e Leduc (2000), a drenagem linfática manual faz parte das técnicas utilizadas para o beneficiamento da circulação dita de retorno. São contraindicações de acordo com Soares (2012): - Tumores malignos ou benignos; - Distúrbios circulatórios; - Hiperestesia; - Processos infecciosos; - Fragilidade capilar. O sistema linfático tem grande semelhança ao sistema sanguíneo, uma vez que está intimamente relacionado com a anatomia e sua funcionalidade com o sistema linfático (PICCININ, 2009). A indicação da drenagem linfática manual deve-se basear em seus efeitos e nas disfunções apresentadas pelo paciente (SOARES, 2012). Para a efetividade do tratamento, é necessário o entendimento das fases do reparo tecidual, e a observação de suas características clínicas e não de datas específicas, pois os pacientes de cirurgia plástica apresentam grande variação de evolução no pós-operatório. Baseando-se nesses estágios de recuperação tissular e de estado geral do paciente, o Fisioterapeuta poderá traçar um programa de tratamento eficaz, observando as características clínicas apresentadas pelo indivíduo, acompanhado a evolução do processo cicatricial (SOUSA, 2010). A DML vai drenar o excesso de líquidos que banham as células, assim mantendo o equilíbrio hídrico dos espaços intersticiais, sendo também a responsável por expulsar os dejetos originados do metabolismo celular (SOARES, 2012). Atualmente, a drenagem linfática manual é aplicada em inúmeros países europeus, como a exemplo na Alemanha, Itália, Áustria, França, Bélgica e Suíça, sendo utilizadas por fisioterapeutas, profissionais da área médica e odontológica (PICCININ, 2009). A drenagem deve-se iniciar pelo segmento proximal, pelas manobras que dê facilidade a evacuação, realizadas nos linfonodos regionais, assim seguindo para manobras de reabsorção e captação, realizadas ao longo das vias linfáticas e nas regiões de edema (SOARES, 2012). A drenagem linfática manual faz uso de movimentos suaves e cadenciados que levam ao relaxamento do corpo e abertura dos capilares linfáticos e introdução das macromoléculas e resíduos celulares nestes capilares (PICCININ, 2009). O sistema linfático anatomicamente é estudado desde os primórdios, mesmo observando que há uma grande dificuldade devido ao aspecto e coloração translúcida dos vasos linfáticos. Como é citado por alguns autores o sistema linfático se encontra dividido em: capilares linfáticos, vasos pré-linfáticos, troncos linfáticos, ducto linfático, linfonodos e linfa. Transporta a linfa da

5 5 periferia para o centro em um único sentido, não possui nenhum órgão bombeador e é considerado um arranjo de limpeza corporal (SOARES, 2012). Através da ativação dos gânglios linfáticos, a drenagem linfática combate infecções estimulando as defesas imunitárias do organismo, atuando deste modo na prevenção de infecções (PICCININ, 2009). Capilares linfáticos Pré-coletores Coletores Função de recolher o líquido da filtragem repleto de dejetos do metabolismo celular. A progressão da linfa nos capilares é facilitada por contrações musculares vizinhas e pela pulsação arterial. Atuam recebendo a linfa que foi recolhida pelos capilares, levando as redes dos coletores. Como um tipo de válvula, desembocando nos coletores onde uma válvula inibe o refluxo nos coletores que acontecem as contrações, ou seja, paredes revestidas de células que se contraem. Ao receberem a linfa vinda dos pré-coletores vão encaminhar para os gânglios. Munidos de musculaturas próprias, submetem os vasos a contrações extraordinárias e encaminham a linfa em um ritmo até chegar à desembocadura terminal. Fonte: (SOARES, 2012) Tabela 1 Principais constituintes das vias linfáticas Uma das grandes causa pobres da drenagem linfática natural do organismo deve-se à falta de exercício físico devido ao sedentarismo da vida moderna e às tensões acumuladas ao longo do dia (PICCININ, 2009). De acordo com Tacani (2005), o uso da drenagem linfática manual no pós-operatório preconiza na literatura os seguintes efeitos: - Favorecer a reconstrução de capilares linfáticos danificados; - Regenerar a pele e os tecidos afetados; - Amenizar a angústia e ansiedade pós-operatória; - Aliviar a dor; - Reduzir hematomas; - Prevenir o edema/linfedema. O papel terapêutico dos recursos manuais são: facilitar o processo de reparo pós lesão, ajudando no comportamento mecânico e físico do tecido e melhorando força tensiva e flexibilidade; afetar a estrutura do tecido alongando os tecidos com anormalidades como as contraturas e aderências; afetar a dinâmica dos fluidos nos tecidos, pois no tecido lesado ocorre maior demanda de metabolismo e a irrigação sanguínea e linfática é necessária para melhorar o funcionamento celular, auxiliando no processo de reparo, na redução da dor e edema (SOUSA, 2010). Possuindo vasos tantos superficiais e profundos, o sistema linfático tem como parte de seu sistema vasos linfático e o tecido linfoide que se faz presente em órgãos como o baço, timo, intestino e as tonsilas palatinas (SOARES, 2012). Relatos de estudos realizados anteriormente que a drenagem linfática manual é um procedimento que se posiciona entre os melhores e mais importantes métodos de tratamento pós-operatório nas cirurgias plásticas para a melhoria da reabsorção de edemas pelos canais linfáticos e venosos (TACANI, 2005).

6 6 O sistema linfático consiste de um conjunto particular de capilares, vasos coletores, troncos linfáticos e linfonodos que servem como filtros do líquido coletado pelos vasos e pelos órgãos linfóides que são encarregados de recolher, na intimidade dos tecidos, o líquido intersticial e reconduzi-lo ao sistema vascular sangüíneo. Quando o líquido intersticial passa para dentro dos capilares recebe o nome de linfa, que apresenta uma composição semelhante ao plasma sanguíneo. A linfa difere do sangue justamente por não conter células sanguíneas (PICCININ, 2009). Fonte: (SOARES, 2012) Imagem 1 Sistema Linfático Lipoaspiração Desde quando foi introduzida a lipoaspiração no mundo em 1979 por Illouz, ocorreu uma grande revolução em relação às cirurgias plásticas, a ponto de nos dias atuais ser a intervenção mais realizada a anos no mundo (GOMES, 2003). Em 1842 são relatados os primeiros trabalhos na área da cirurgia plástica, porém foi consolidada somente na década de quarenta com a criação da Sociedade Latino Americana e Brasileira de Cirurgia Plástica (SOUSA, 2010). A lipoaspiração, descrita em 1979, foi a maior descoberta recente da cirurgia plástica, sendo o procedimento cirúrgico mais realizado nessa especialidade, segundo as estatísticas (WOLFENSON, 2011) A cirurgia plástica trata-se da reconstrução de partes do corpo modificada pelo traumatismo, defeitos de nascimento ou idade avançada. É considerada umas das especialidades mais antigas da cirurgia, sendo descrita em 700 a.c, na Índia, porém existem referências sobre o tema nos anos 2000 a.c. quando sua prática é descrita entre os egípcios através do relato intervenções cirúrgicas reparadoras (SOUSA, 2010).

7 7 Ao longo da história da humanidade os padrões de beleza vem se modificado, atualmente com a falta de tempo e a exposição que a mídia faz em relação a corpos exuberantes com formas harmônicas e bem estruturadas, a busca por intervenções capazes de tornar isso possível acaba se tornando o percurso mais curta para tal busca (TACANI, 2005). Como todo procedimento novo, nos primeiros anos ocorreram muitas complicações, como: irregularidades, depressões, hematomas, seromas, fadiga por anemia, perfuração da cavidade abdominal e óbito (GOMES, 2003). Na lipoaspiração as células adiposas são destruídas e aspiradas por um sistema de vácuo, onde através de cânulas de metal serão deslocadas. Trata-se de um processo cirúrgico de remoção do excesso de tecido adiposo subcutâneo (TACANI, 2005). A cirurgia estética é uma parte integrante da cirurgia plástica, ainda que seja uma pequena parcela diante em um espectro amplo, os dois termos tornaram-se quase sinônimos (SOUSA, 2010). Apesar dessa grande procura e aceitação, em algumas situações a lipoaspiração tem sido alvo da mídia, relacionando-a com complicações, muitas vezes, graves (WOLFENSON, 2011). Com o refinamento da técnica cirúrgica, melhora dos equipamentos utilizados e melhor seleção dos pacientes, a morbidade e mortalidade relacionada à Lipoaspiração diminuiu (GOMES, 2003). A Lipoaspiração é uma técnica utilizada para a retirada de gordura localizada onde não há ressecção da pele, sendo usado cânulas adaptadas a um lipoaspirador e criando túneis no tecido adiposo para o acesso por incisões pequenas em locais pouco visíveis, resultando na definição do contorno corporal. É um método indicado no tratamento de redução de tecido gorduroso localizado (SOUSA, 2010). Os critérios atuais de segurança em Lipoaspiração, em sua grande maioria, têm sido obtidos de forma empírica, e os relatos atuais não são conclusivos em muitos pontos (GOMES, 2003). A lipoaspiração é um procedimento seguro se realizado por cirurgião bem treinado, com bom julgamento médico e cirúrgico, operando em local adequado para o porte cirúrgico (WOLFENSON, 2011). Cirurgias plásticas 350 mil (Total) Motivação estética 175 mil (50%) Lipoaspiração 70 mil (40%) Fonte: (TACANI, 2005) Tabela 02 - Cirurgias plásticas realizadas no Brasil no ano 2000 De acordo com Sousa (2010), as complicações que podem ser encontradas no pósoperatório de cirurgia plástica são: - Irregularidades e depressões de tecido; - Excesso de pele; - Seromas; - Hematomas; - Infecção na cicatriz cirúrgica; - Deiscência; - Cicatrizes alargadas; - Hipertrofias;

8 8 - Quelóides; - Tortuosidades; - Assimetrias; - Retrações; - Estenose umbilical; - Irregularidades na parede abdominal; - Desvios laterais do umbigo; - Elevação dos pelos pubianos; - Hiperpigmentação cutânea; - Necrose cutânea; - Anestesia; - Hiperestesia; - Disestesia; - Lesão de músculos, nervos, vasos e glândulas. As cânulas para aspiração de gordura subcutânea estão disponíveis em vários materiais, diâmetros e comprimentos, com diversos tipos de ponta e orifícios (WOLFENSON, 2011). As referências anatômicas para mensuração das áreas de lipoaspiração são a linha alba acima da cicatriz umbilical, para o abdome superior, a linha imaginária sobre os músculos reto abdominais, para abdome inferior, as cristas ilíacas e seus tubérculos, para flancos, e a área infraescapular perpendicular às fibras do músculo grande dorsal, para o dorso (ALMEIDA, 2011). Fonte: (WOLFENSON, 2011) Foto 01 Cânula de aço, 25 cm x 4 mm O Brasil é o terceiro país do mundo em número de cirurgias plásticas, atrás apenas dos EUA e do México e de acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, no período que compreende Setembro de 2007 e Outubro de 2008 (SOUSA, 2010). Fonte: (ALMEIDA, 2011) Foto 02 Pré-operatório de lipoaspiração, vista anterior

9 9 Após a lipoaspiração, as áreas lipoaspiradas ficam doloridas devido ao trauma mecânico e a dor vai diminuindo progressivamente com a ajuda dos diferentes tipos de meios terapêuticos disponíveis (SCHWUCHOW, 2007). Fonte: (ALMEIDA, 2011) Foto 03 Pós-operatório de lipoaspiração, 3 meses, vista anterior A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica estabelece que não se pode exceder 7% do peso total do paciente de retirada de gordura, do contrário aumentam os riscos de complicações cirúrgicas (SCHWUCHOW, 2007). Edema Qualquer fator capaz de gerar aumento suficiente da pressão do líquido intersticial acima dos limites fisiológicos impedirá os mecanismos linfáticos de compensação, levando ao aparecimento de edema (PICCININ, 2009). Assim como qualquer intervenção cirúrgica, a lipoaspiração é capaz de causar várias lesões que se caracteriza por um quadro inflamatório composto por edema, hematomas e dor (TACANI, 2005). A indicação e utilização da drenagem linfática manual (DLM) têm-se ampliado bastante nos últimos anos, com o principal objetivo de redução do edema (PACCININ, 2009). A utilização da drenagem linfática manual é descrita em casos de redução de edemas linfáticos, fibro-edema gelóide, retenção hídrica e edemas pós-operatórios (SCHWUCHOW, 2007). A evolução dos traumatismos causados pela lipoaspiração nos vasos sanguíneos e linfáticos podem ocasionar edemas de natureza hiperprotéica, tronando-se fibroescleroses o que irá alterar a mobilidade tecidual e os contornos corporais pela formação de placas duras no tecido subcutâneo (TACANI, 2005). Pelo sistema linfático exercer o papel fundamental de manter o equilíbrio do líquido intersticial, através da remoção contínua de proteínas e de líquido excedente, a drenagem linfática é uma forma de tratamento eficaz para a redução de edema, com resultados visíveis e em um curto período de tempo, podendo ser usada em edemas de variadas etiologias (pós-operatórios diversos, lesões traumáticas, etc.) (PICCININ, 2009). Devido a suas características preventivas a edemas, a drenagem linfática manual, é a maneira mais eficaz de combate e prevenção da evolução de fibroses ou fibroescleroses presente (TACANI, 2005). Em estudos realizados anteriormente foi constatado resultados que confirmam os benefícios da drenagem linfática manual na reabsorção do líquido intersticial e consequente reabsorção do edema residual (PICCININ, 2009).

10 10 Além de reduzir o edema e hematomas, a DLM auxilia o processo de reparação tecidual em virtude do fibrinogênio presente na linfa, previne a formação de fibroses e aderências, favorece a reconstrução dos capilares linfáticos e possui efeito analgésico (TACANI, 2005). METODOLOGIA Para obtenção de informações relacionados sobre a importância da Drenagem Linfática Manual tratamento do edema no pós-cirurgico de Lipoaspiração Abdominal, foi feita uma revisão bibliográfica feito entre julho de 2013 a março de Foram usadas fontes de consultas de livros, revistas, artigos científicos em sites de pesquisa como: Google, Scielo, Interfisio, Fisioweb, Fisiobrasil, através das palavras chaves: Drenagem Linfática Manual, Lipoaspiração e Sistema Linfática. As referências utilizadas variam entre os períodos de 1994 a Objetivou-se mostrar informações sobre a importância do tema sobre as diferentes interpretações dos autores sobre o tema. A fonte usada para a confecção do artigo foi a Times New Roman, tamanho da fonte 12 e espaçamento simples ao que pede as normas técnicas da instituição. RESULTADOS E DISCUSSÃO De importância fundamental o fisioterapeuta tem no pós-operatório imediato, prevenindo e/ou tratando as respostas das intervenções cirúrgicas e atuando na ansiedade pós-operatória (SOARES, 2012). A lipoaspiração é um procedimento seguro se realizado por cirurgião bem treinado, com bom julgamento médico e cirúrgico, operando em local adequado para o porte cirúrgico. Isso não significa que seja um procedimento isento de complicações, sejam elas maiores ou menores, o que pode ocorrer em qualquer outra cirurgia (GOMES, 2003). Observou-se que a Drenagem Linfática Manual é uma das técnicas mais importantes e necessárias no Tratamento de Edema no Pós- Operatório de Lipoaspiração Abdominal, mostrando a eficácia do tratamento de edemas. Mediante o diagnóstico clínico para o emprego das condutas cirúrgicas, podem ser observadas alterações posturais, corpóreas e osteomusculares, fazendo com que a conduta do Fisioterapeuta no pós-operatório seja imprescindível (SOUSA, 2010). Existe ainda muita variação aos parâmetros de segurança em Lipoaspiração, e muitos profissionais se baseiam mais em suas experiências pessoais do que em artigos científicos (GOMES, 2003). A atuação da fisioterapia dermato-funcional no pós-cirúrgico abdominal é fundamentada em conceitos científicos e possibilita uma diminuição de possíveis complicações, recuperando regiões com hipoestesias, reduzindo aderências teciduais e edema, melhorando a textura da pele, restringindo a formação de fibrose subcutânea. Os cirurgiões plásticos têm cada vez mais recomendado a especialidade Fisioterapeutica para o tratamento de pessoas submetidas a cirurgias plásticas (SOUSA, 2010). A grande demanda de pacientes à procura por tratamentos não cirúrgicos, incentiva a classe profissional responsável a buscar novas técnicas para dar apoio merecido aos pacientes e aperfeiçoar técnicas antigas de suporte com o objetivo de acelerar a recuperação, prevenir as possíveis complicações, reduzir os sinais e sintomas como

11 11 diminuição dos edemas, proporcionando ao paciente um pós-operatório mais curto e um resultado satisfatório (SOARES, 2012). A eficiência de uma cirurgia plástica não depende somente do seu planejamento cirúrgico, mas também dos cuidados pré e pós-operatórios, que são fatores preventivos de possíveis complicações e promovem um resultado estético mais satisfatório (TACANI, 2005). A drenagem linfática manual aplicada após a cirurgia pode prevenir complicações, auxiliar na reparação de ferimentos (cicatrização) e minimizar edema, efetivando uma recuperação mais rápida no pós-cirúrgico e dando condição ao paciente de voltar a suas atividades normais em um menor intervalo de tempo. É uma técnica sistematizada, onde os movimentos devem ter uma sequência pré-determinada (SOARES, 2012). Os pacientes submetidos ao procedimento de lipoaspiração são bem motivados e exigentes, o que torna o tratamento pós-operatório imprescindível, uma vez que não toleram transtornos e complicações causadas pela cirurgia plástica estética (TACANI, 2005). A fisioterapia pós-operatória tem entre outras funções a de prevenção de outro grave problema cirúrgico, a trombose venosa profunda (SOARES, 2012). Atualmente, a fisioterapia dermato funcional vem agregando notável importância a este segmento em virtude de seus recursos terapêuticos, que objetivam preparar os tecidos para a intervenção cirúrgica, acelerar a recuperação pós-operatória e prevenir e controlar algumas complicações comuns (TACANI, 2005). Sendo por motivos de destruição de vasos e nervos, o que irá levar a formação de edemas, dor e diminuição de sensibilidade cutânea, a maioria das intervenções cirúrgicas necessitam da atuação da drenagem linfática manual em seu pós-operatório para diminuir essas complicações (SOARES, 2012). O aprimoramento das técnicas existentes que visam restaurar e tratar os indivíduos submetidos a cirurgias plásticas vem ocorrendo desde o início do século XX, de forma a instituir não só a estética, mas, sobretudo o retorno precoce e dinâmico do paciente às suas atividades cotidianas, já que o ato cirúrgico constitui uma agressão tecidual que mesmo bem direcionado, pode prejudicar a função tecidual, cabendo ao Fisioterapeuta atuar com todos os recursos disponíveis para minimizar a alteração tissular (SOUSA, 2010). A aplicação tardia da DLM pode diminuir os benefícios que ela produz, já que a eficiência da circulação linfática e sanguínea é fundamental na reparação da lesão cirúrgica (SOARES, 2012). As sequelas das intervenções cirúrgicas são quase sempre abreviadas se é recorrido a massagem, que facilita a reabsorção e não deixa os tecidos nem o líquido extravasado formar serosidade e extravasamento patológico (SOUSA, 2010). Observamos na prática clínica que mesmo com a teoria descrita muitos pacientes não são encaminhados ou orientados para a realização da drenagem linfática manual e/ou outras técnicas que fazem parte do arsenal de trabalho fisioterapêutico (TACANI, 2005). Durante a fase pós-operatória, o Fisioterapeuta dispõe dos mais variados recursos, dentre eles a aplicação de técnicas manipulativas. O toque nos permite identificar a adequação ou persistência de algumas alterações cutâneas (SOUSA, 2010).

12 12 Para que o tratamento à base da drenagem linfática manual seja efetivo, é necessário que o profissional fisioterapeuta seja habilitado em linfoterapia, que conheça bem a anatomia, fisiologia e patologias linfáticas, aplicando com segurança todos os componentes que a técnica apresenta (PACCININ, 2009). Em estudos anteriores foi comprovado que nenhum paciente relatou desconforto no momento que foi submetido ao tratamento de drenagem linfática manual e todas relataram grande alívio da dor ao final das sessões (SCHWUCHOW, 2007). CONCLUSÃO Podemos afirmar que a drenagem linfática manual é um tratamento que garante eficácia no edema pós-cirúrgico de lipoaspiração quando realizado por profissional competente e dentro do tempo permitido, uma vez que quando iniciada tardiamente seus benefícios são reduzidos. Mesmo sendo uma das cirurgias plásticas mais realizadas no momento, a lipoaspiração, é um procedimento cirúrgico delicado que envolve riscos e complicações, nada mais importante que ressaltar aos interessados que procurem profissionais capacitados e especializados no assunto quando pretenderem submeter-se a essa intervenção. O que torna a drenagem um tratamento padrão no pós-cirúrgico da lipoaspiração é o fato de não causar dor ao paciente, uma vez que a área a ser tratada já encontra-se sensibilizada e o toque suave sem causar pressão acaba sendo útil e essencial na sua recuperação. Não podemos deixar de citar outros de seus benefícios que são o alívio da dor e edema, ansiedade no pós-operatório, formação de linfedema, seromas, fibroses e favorecer a renovação de capilares linfáticos danificados pela cirurgia. Com a grande exposição de físicos mais exuberantes com contornos esculturais as intervenções cirúrgicas e tratamentos dermato funcionais vêm sendo evidenciados como meio de aproximação do desejo à realização. A fisioterapia dermato funcional oferece inúmeras possibilidades de reparos, modificações e manutenção da aparência tão desejada que a mídia faz questão de explicitar, o que torna fonte de desejos de muitos que encontram-se com a autoestima baixa. Sabe-se que necessitamos de mais referências sobre o tema em questão. Sugerimos que mais pesquisas sejam realizadas com amostras em números significativos demonstrando a eficácia da drenagem linfática manual como tratamento do edema no pós-operatório da cirurgia plástica estética de lipoaspiração. Referências ALMEIDA, Ataliba Ronan Horta. Metodologia para análise de resultados em lipoaspiração. Minas Gerais, Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rbcp/v26n2/a16v26n2>. Acesso: 24 Fev ASSUMPÇÃO, Gustavo Gonzalez. Lipoaspiração associada à miniabdominoplastia com abaixamento do umbigo sem desinserção umbilical. Minas Gerais, Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=s &lng=pt&nrm=iso>. Acesso: 02 Fev BORGES, F. S. Modalidades terapêuticas nas disfunções estéticas. São Paulo: Phorte, CALLIET, R. Doenças dos tecidos moles. Porto Alegre: Artmed, CASSAR, M. P. Manual de massagem terapêutica. São Paulo: Manole, DAVIES, A.; BLAKELEY, A. G. H.; KIDD, C. Fisiologia humana. Porto Alegre: Artes Médicas, EDUC, A.; LEDUC, O. Drenagem linfática: teoria e prática. São Paulo, Manole, GOMES, Rogério Schützler. Critérios de segurança em lipoaspiração. Santa Catarina, Disponível em: <http://www.acm.org.br/revista/pdf/artigos/150.pdf>. Acesso: 23 Fev GRAF, Ruth. Lipoaspiração ultra-sônica análise de 348 casos. Paraná, Disponível em: < Acesso: 13 Mar 2014.

13 GUIRRO, E.; GUIRRO, R. Fisioterapia em estética, fundamentos, recursos e patologias. São Paulo: Manole, JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Histologia básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, LOPES, M. Drenagem linfática manual e a estética. Blumenau: Odorizzi, MÉLEGA, J. M. Cirurgia plástica fundamentos e artes. Rio de Janeiro: Medse, PICCININ, Aline Martinelli. Redução do edema em membros inferiores através da drenagem linfática manual: estudo de caso. Revista Inspirar, Rio Grande do Sul, Disponível em: <>. Acesso: 26 Fev RIBEIRO, D. R. Drenagem linfática manual corporal. São Paulo: Senac, SCHWUCHOW, Luciane Schmitt. Estudo do uso da drenagem linfática manual no pós-operatório da lipoaspiração de tronco em mulheres. Rio Grande do Sul, Disponível em: <http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/graduacao/article/view/2777/2120>. Acesso: 13 Mar SOARES, Rafaella Galdino. Drenagem linfática manual como coadjuvante no pós-operatório de abdominnoplastia. Revista Presciência, Recife, Disponível em: <http://www.faculdadesaomiguel.com.br/saomiguel/presciencia5a.pdf#page=70>. Acesso: 20 Fev SOUSA, Juliana Gonçalves. Os recursos terapêuticos manuais nos pós-cirúrgicos de cirurgias plásticas abdominais. Rio de Janeiro, Disponível em: <http://interfisio.com.br/?artigo&id=435>. Acesso: 25 Fev TACANI, Rogério Eduardo. Investigação de encaminhamento médico a tratamentos fisioterapêuticos de pacientes submetidos a lipoaspiração. São Paulo, Disponível em: <http://www.patriciafroes.com.br/gestao/app/webroot/img/publicacoes/artigo%2014.pdf>. Acesso: 13 Mar TOURNIEXX, A. A. Atualizacao em cirurgia plástica. São Paulo: Robe Editorial, WOLFENSON, Moisés. Quebra da ponta de cânula, no plano gorduroso, durante lipoaspiração. Recife, Disponível em: < file:///e:/artigos%20%c3%81dria/arquivo%20drenagem/30.pdf>. Acesso: 25 Fev

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