CONDIÇÕES ESPECÍFICAS DE COMISSIONAMENTO DE SUBESTAÇÕES

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1 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS DE COMISSIONAMENTO DE SUBESTAÇÕES ESPÍRITO SANTO CENTRAIS ELÉTRICAS S.A RODOVIA BR 101 NORTE - KM 9,5 Nº 3364 CARAPINA - SERRA - ES CEP Instr. Aprov.: Vigência:...Revisão: 1 Pag.: 1/20

2 1 - OBJETIVO Este documento, além das Condições Gerais de Contratação, estabelece as condições específicas básicas a serem observadas no comissionamento de Subestações. 2 - ESCOPO DOS SERVIÇOS: Todos os equipamentos, instalações, aterramentos, cerca, canaletas, seccionamento de cercas, base dos equipamentos, pórticos, layout da SE e casa de comando, deverão ser submetidas a ensaios e inspeção de comissionamento. A execução desses ensaios e inspeções, será de responsabilidade da CONTRATADA prevendo-se acompanhamento pelo pessoal da CONTRATANTE Deverão ser realizados pela CONTRATADA, em campo, os ensaios e inspeções relacionados no item 4, para todos os itens do fornecimento A relação dos ensaios e inspeções relacionados no item 6 é a mínima exigida, devendo a CONTRATADA submeter à aprovação da CONTRATANTE todos os ensaios e inspeções que irá realizar, bem como a metodologia da execução e programação dos mesmos Os dados de placa de todos os equipamentos deverão ser entregues logo no início dos serviços A CONTRATANTE poderá, a seu critério, exigir da CONTRATADA até 03 (três) frentes de trabalho distintas. No entanto, garantirá à CONTRATADA no mínimo 01 (uma) frente de trabalho A responsabilidade sobre o comissionamento dos equipamentos, dispositivos, cablagem e fiação vai desde os ensaios até os testes finais Sempre que previsto nas especificações técnicas dos equipamentos, os ensaios e inspeções de COMISSIONAMENTO deverão ser executados ou supervisionados pelos respectivos fabricantes A CONTRATADA deverá providenciar escritório próprio fora do canteiro de obras, para realização de suas tarefas administrativas, tais como o recrutamento e seleção de pessoal, atendimento de seus fornecedores e outras A CONTRATADA deverá tomar as precauções cabíveis durante a execução dos serviços inclusive a contratação de seguros à seu critério, no sentido de proteger os bens colocados sob sua responsabilidade As quantidades previstas no Pedido de fornecimento podem ser estimadas, prevalecendo o que for medido no decorrer da obra. Instr. Aprov.: Vigência:...Revisão: 1 Pag.: 2/20

3 As alterações poderão ser tais que resultem em aumento ou diminuição das quantidades dos serviços previstos no Pedido de fornecimento, os quais serão pagos pela CONTRATANTE, na conformidade dos preços unitários constantes da proposta A CONTRATADA deverá permanentemente, conforme o andamento dos serviços, atualizar o projeto de acordo com o "Como Construído", sob pena de não liberação da medição dos serviços caso não haja cumprimento desta atribuição. 3 PREÇOS Nos preços deverão estar incluídos todos os encargos sociais e tributários, mão-de-obra, administração, licenças, seguros, lucro, custo dos veículos próprios e equipamentos, apoio de campo e instalação, em cada local, dos equipamentos que forem necessários aos serviços e quaisquer outros encargos pertinentes. 4 - EQUIPAMENTOS - INCLUINDO FERRAMENTAS, VEÍCULOS E INSTRUMENTOS A CONTRATADA deverá dispor de todas as ferramentas, equipamentos e instrumentos necessários à realização dos ensaios, os quais deverão estar aferidos por entidades oficiais ou credenciadas, dentro das classes de precisão definidas em norma. O laudo de aferição deverá ser apresentado antes do início efetivo dos serviços A CONTRATADA deverá apresentar a lista de aparelhos e instrumentos de testes, previstos para o COMISSIONAMENTO, bem como a documentação da metodologia de execução As ferramentas, equipamentos e instrumentos poderão ser rejeitados pela fiscalização, caso apresentem deficiências que possam por em risco pessoas ou instalações Os equipamentos de teste e ensaios deverão ser vistoriados pela CONTRATANTE com a finalidade de se encontrar um fator de correlação com os da CONTRATADA A CONTRATANTE fornecerá ferramentas e instrumentos especiais para montagem de equipamentos quando exclusivos do mesmo A CONTRATADA deverá repor todos os materiais e equipamentos, que tenham sido extraviados ou danificados pela mesma, ou proceder ao pagamento do respectivo valor, a preço de mercado, acrescido da taxa de 10 % (dez por cento), sem prejuízo das demais penalidades aplicáveis. Instr. Aprov.: Vigência:...Revisão: 1 Pag.: 3/20

4 5 MÃO-DE-OBRA A CONTRATADA é responsável pelo bom comportamento de seu pessoal e obriga-se a afastar das obras qualquer empregado a ela direta ou indiretamente subordinado, inclusive empregados de subempreiteiros, cuja presença seja considerada inconveniente, a critério da CONTRATANTE A CONTRATADA compromete-se a reforçar, em número e qualidade, o pessoal a seu serviço espontaneamente ou a pedido da CONTRATANTE, se ficar evidenciada serem insuficientes para o cumprimento dos prazos A CONTRATADA não poderá aliciar ou admitir pessoal da CONTRATANTE ou de outros contratados a serviço da CONTRATANTE, sem que seja o entendimento homologado pelas partes A CONTRATADA somente poderá transferir o seu pessoal técnico e administrativo, que ocupem posições consideradas pela CONTRATANTE como chaves na condução dos trabalhos, mediante aprovação prévia da CONTRATANTE A redução e substituição de pessoal da CONTRATADA deverá ser comunicada previamente à Fiscalização. 6 - ENSAIOS T.C. de 15 kv em Epoxi 2 - Relação de transformação em todos os taps 3 - Verificação de polaridade 4 - Resistência ôhmica em todas as derivações (corrigidas a 20 o C) 5 - Isolamento D.C. dos enrolamentos 6 - Fator de potência dos enrolamentos 7 - Verificação das ligações dos TC s conforme projeto T.C. de 15; 34,5; 69; 138 kv em Óleo 2 - Relação de transformação em todos os taps 3 - Verificação de polaridade 4 - Resistência ôhmica em todas as derivações (corrigidas a 20 o C) 5 - Isolamento D.C. dos enrolamentos 6 - Fator de potência dos enrolamentos 7 - Verificação das ligações dos TC s conforme projeto Instr. Aprov.: Vigência:...Revisão: 1 Pag.: 4/20

5 8 - Ajuste dos centelhadores T.P. de 15 kv Epóxi 2 - Relação de transformação em todos os taps 3 - Verificação de polaridade 4 - Resistência ôhmica em todas as derivações (corrigidas a 20 o C) 5 - Isolamento D.C. dos enrolamentos 6 - Fator de potência dos enrolamentos 7 - Verificação das ligações dos TP s conforme projeto T.P. de 15; 34,5; 69; 138 kv em óleo 2 - Relação de transformação em todos os taps 3 - Verificação de polaridade 4 - Resistência ôhmica em todas as derivações (corrigidas a 20 o C) 5 - Isolamento D.C. dos enrolamentos 6 - Fator de potência dos enrolamentos 7 - Verificação das ligações dos TP s conforme projeto 8 - Ajuste dos centelhadores Transformador de Força Trifásico, com 02 Enrolamentos e Comutadores em Carga acima de 07 Taps 2 - Faseamento 3 - Sangria em todas as buchas 4 - Operação e/ou comando do comutador de taps verificando bloqueio de fim de curso 5 - Resistência ôhmica em todos os taps dos enrolamentos de transformador (corrigidas a 20 o C) 6 - Relação de transformação em todos os taps dos enrolamentos do transformador 7 - Isolamento D.C. dos enrolamentos do transformador (corrigido a 20 o C) 8 - Índice de polarização 9 - Fator de potência dos enrolamentos do transformador (corrigido a 20 o C) 10 - Corrente de excitação do transformador 11 - Fator de potência das buchas 12 - Colar quente das buchas 13 - Resistência ôhmica nos TC s de bucha em todas derivações 14 - Relação de transformação nos TC s de bucha 15 - Polaridade dos TC s de bucha 16 - Isolamento D.C. dos TC s de bucha 17 - Funcionamento e aferição dos termômetros Instr. Aprov.: Vigência:...Revisão: 1 Pag.: 5/20

6 18 - Injeção de corrente nas imagens térmicas 19 - Isolamento D.C. da fiação 20 - Medição da continuidade na fiação dos TC s de bucha 21 - Isolamento D.C. dos moto-ventiladores 22 - Testes nos acessórios das proteções internas do transformador 23 - Verificação da ligação dos moto-ventiladores 24 - Circuito de aquecimento e ventilação forçada 25 - Sinalização acústica e visual 26 - Verificação da ligação dos TC s de buchas 27 - Ajuste dos centelhadores 28 - Relação de transformação no tap de operação conforme definido pela CONTRATANTE 29 - Resistência ôhmica no tap conforme definido pela CONTRATANTE 30 - Análise dos resultados 31 - Inspeção e verificação do funcionamento do indicador de nível de óleo e do relé Buchholz 32 - Inspeção e verificação do indicador de posição remoto com o indicador local Transformador de Força Trifásico, com 2 enrolamentos, com comutador manual até 07 taps 2 - Faseamento 3 - Sangria em todas as buchas 4 - Operação e/ou comando do comutador de taps verificando bloqueio de fim de curso 5 - Resistência ôhmica em todos os taps dos enrolamentos de transformador (corrigidas a 20 o C) 6 - Relação de transformação em todos os taps dos enrolamentos do transformador 7 - Isolamento D.C. dos enrolamentos do transformador (corrigido a 20 o C) 8 - Índice de polarização 9 - Fator de potência dos enrolamentos do transformador (corrigido a 20 o C) 10 - Corrente de excitação do transformador 11 - Fator potência das buchas 12 - Colar quente das buchas 13 - Resistência ôhmica nos TC s de bucha em todas derivações 14 - Relação de transformação nos TC s de bucha 15 - Polaridade dos TC s de bucha 16 - Isolamento D.C. dos TC s de bucha 17 - Funcionamento e aferição dos termômetros 18 - Injeção de corrente nas imagens térmicas 19 - Isolamento D.C. da fiação 20 - Medição da continuidade na fiação dos TC s de bucha 21 - Isolamento D.C. dos moto-ventiladores 22 - Testes nos acessórios das proteções internas do transformador 23 - Verificação da ligação dos moto-ventiladores 24 - Circuito de aquecimento e ventilação forçada 25 - Sinalização acústica e visual 26 - Verificação da ligação dos TC s de buchas Instr. Aprov.: Vigência:...Revisão: 1 Pag.: 6/20

7 27 - Ajuste dos centelhadores 28 - Relação de transformação no tap de operação conforme definido pelo CONTRATANTE 29 - Resistência ôhmica no tap conforme definido pela CONTRATANTE 30 - Análise dos resultados 31 - Inspeção e verificação do funcionamento do indicador de nível de óleo e do relé Buchholz Disjuntor SF6 2 - Faseamento 3 - Funcionamento e lubrificação do comando elétrico-mecânico-hidráulico 4 - Verificação de funcionamento do contador do número de operações 5 - Resistência de contatos 6 - Isolamento D.C. dos pólos 7 - Fator de potência 8 - Oscilografagem 9 - Sinalização acústica e visual 10 - Circuito de aquecimento 11 - Verificação de estanqueidade do gás SF Análise de qualidade do gás SF Ajustes de montagem Disjuntor a P.V.O. 2 - Faseamento 3 - Resistência de contatos 4 - Verificação do funcionamento do contador do número de operações 5 - Isolamento D.C. dos pólos 6 - Fator de potência dos pólos 7 - Sinalização acústica e visual 8 - Circuito de aquecimento 9 - Análise de óleo 10 - Ajustes de montagem Religador 15 e 34,5kV 2 - Faseamento 3 - Teste de abertura e fechamento 4 - Resistência de contatos 5 - Isolamento D.C. do religador 6 - Isolamento D.C. dos TC s de bucha Instr. Aprov.: Vigência:...Revisão: 1 Pag.: 7/20

8 7 - Relação de transformação dos TC s de bucha 8 - Polaridade dos TC s de bucha 9 - Sinalização acústica e visual Regulador de Tensão 2 - Verificação da posição de montagem fonte/carga 3 - Faseamento 4 - Funcionamento do comando 5 - Funcionamento do controlador de operações 6 - Funcionamento do indicador de posição 7 - Operação e comando do comutador 8 - Operação manual/automática (resposta a variações) 9 - Isolamento D.C. do equipamento 10 - Fator de potência 11 - Sinalização acústica e visual 12 - Ajustes Chave Fusível 2 - Comando manual de abertura/fechamento 3 - Inspeção final Chave Seccionadora Monopolar 2 - Comando manual de abertura/fechamento 3 - Resistência de contatos 4 - Inspeção final Chave Seccionadora Tripolar com Lâmina de Terra 2 - Comando manual de abertura/fechamento 3 - Verificação do intertravamento 4 - Ajuste nos dispositivos de extinção de arco 5 - Sinalização acústica e visual 6 - Resistência de contatos 7 - Regulagem dos centelhadores Instr. Aprov.: Vigência:...Revisão: 1 Pag.: 8/20

9 8 - Verificação da simultaneidade de fechamento das lâminas 9 - Verificação da ligação das chaves conforme o projeto Chave Seccionadora Tripolar 2 - Comando manual de abertura/fechamento 3 - Ajuste nos dispositivos de extinção de arco 4 - Sinalização acústica e visual 5 - Resistência de contatos 6 - Regulagem dos centelhadores 7 - Verificação da simultaneidade de fechamento das lâminas 8 - Verificação da ligação das chaves conforme o projeto Chave Seccionadora Tripolar com Comando Eletromecânico 2 - Comando manual de abertura/fechamento 3 - Comando elétrico de abertura/fechamento 4 - Ajuste nos dispositivos de extinção de arco 5 - Circuito de aquecimento 6 - Sinalização acústica e visual 7 - Resistência de contatos 8 - Regulagem dos centelhadores 9 - Isolamento D.C. do motor 10 - Verificação da simultaneidade de fechamento das lâminas 11 - Verificação da ligação das chaves conforme o projeto Pára-raios 2 - Isolamento D.C. 3 - Fator de potência 4 - Verificação do funcionamento do contador de operações 5 - Verificação da ligação dos pára-raios conforme o projeto 6 - Verificação da posição de montagem (fonte/carga) Transformador de Serviços Auxiliares Instr. Aprov.: Vigência:...Revisão: 1 Pag.: 9/20

10 2 - Faseamento 3 - Relação de transformação em todos os taps 4 - Relação de transformação conforme definido pela CONTRATANTE 5 - Isolamento D.C. dos enrolamentos 6 - Índice de polarização 7 - Fator de potência 8 - Análise dos resultados Barramentos 1 - Faseamento 2 - Verificação das conexões 3 - Isolamento D.C. 4 - Verificação do aperto das conexões 5 - Análise dos resultados 6 - Verificação de distâncias entre barras, barras à estrutura e ao piso 7 - Verificação das ferragens das cadeias de isoladores Banco de Baterias 2 - Nível do eletrólito 3 - Tensão total da bateria com circuito aberto 4 - Tensão dos elementos com circuito aberto (por elemento) 5 - Densidade dos elementos com circuito aberto (por elemento) 6 - Temperatura do elemento piloto e aleatório 7 - Teste de capacidade do banco 8 - Inspeção visual e dimensional Retificadores (Carregadores de Baterias) 2 - Verificação das ligações 3 - Verificação das polaridades 4 - Isolamento D.C. 5 - Verificação da tensão de entrada 6 - Teste de variação de tensão de entrada (regulação) 7 - Verificação do dimensionamento dos fusíveis 8 - Verificação do funcionamento das chaves A.C. e D.C. 9 - Teste de limitação de corrente Instr. Aprov.: Vigência:...Revisão: 1 Pag.: 10/20

11 10 - Ajuste da tensão de saída em recarga 11 - Ajuste da tensão de saída em flutuação 12 - Ajuste da proteção e/ou sinalização de tensão alta no consumo 13 - Ajuste da proteção e/ou sinalização de tensão baixa no consumo 14 - Tensão residual (ripple) 15 - Verificação de sobrelevação de temperatura 16 - Verificação de funcionamento em manual e automático 17 - Simulação de defeitos 18 - Simulação de funcionamento das colunas do diodo de queda 19 - Verificação da sinalização acústica e visual 20 - Análise dos resultados 21 - Aferição dos instrumentos D.C.P. 2 - Identificação da fase instalada 3 - Isolamento D.C. do capacitor 4 - Fator de potência 5 - Capacitância 6 - Verificação de ligações Isoladores em Geral 1 - Inspeção geral 2 - Verificação da existência de oxidação das ferragens, incrustações e/ou trincas Anunciadores 2 - Verificação da fiação 3 - Teste de funcionamento 4 - Análise dos resultados 5 - Conexões e terminais 6 - Inspeção final Painéis 2 - Continuidade e interligação Instr. Aprov.: Vigência:...Revisão: 1 Pag.: 11/20

12 3 - Análise de filosofia da proteção e medição 4 - Isolamento de fiação 5 - Verificação de fusíveis 6 - Verificação dos sinaleiros, chaves de comando 7 - Análise do sistema de aquecimento 8 - Aplicação de corrente no circuito de TC s 9 - Aplicação de tensão no circuito de TP s 10 - Análise dos resultados 11 - Inspeção final Relé de bloqueio 2 - Atuar as proteções sobre o relé Verificar a existência de flex-teste e chave Verificar a existência de transferência de trip 5 - Verificar a abertura e bloqueio do disjuntor 6 - Verificar a sinalização na posição reset 7 - Verificar a sinalização: relé-anunciador-disjuntor 8 - Identificar os fusíveis, disjuntor CC e chave de proteção Relé diferencial 2 - Aferição 3 - Calibração 4 - Isolamento 5 - Identificação física do faseamento no painel 6 - Ligação dos TC s: relação, polaridade, faseamento 7- Analisar e seguir a fiação do relé sobre a WL 8 - Verificar a abertura e bloqueio do disjuntor 9 - Verificar a sinalização: relé, anunciador, disjuntor 10 - Identificar: fusíveis, disjuntor CC da proteção 11 - Medição de ângulo Relé de sobrecorrente 50/ Levantamento das curvas de tempo 3 - Aferição 4 - Calibração 5 - Isolamento Instr. Aprov.: Vigência:...Revisão: 1 Pag.: 12/20

13 6 - Identificação física do faseamento no painel 7 - Identificação do secundário dos TC s 8 - Ligação dos TC s: relação, polaridade, faseamento 9 - Identificar: fusíveis, disjuntor CC da proteção 10 - Verificar a sinalização: relé, anunciador, disjuntor 11 - Sinalização do relé sobre disjuntor, WL (86) Sistema digital com memória de massa 2 - Retirada e inspeção das unidades 3 - Aterramentos 4 - Cablagem 5 - Conexões e terminais 6 - Limpeza 7 - Verificação das ligações 8 - Verificação das RTP s e RTC s 9 - Verificação da polaridade 10 - Medição de ângulo 11 - Identificação das fases 12 - Inspeção final Amperímetro e Voltímetro 2 - Aferição por comparação 3 - Calibração 4 - Verificação das ligações 5 - Verificação das RTI s Varímetro e Wattímetro 2 - Aferição por comparação 3 - Calibração 4 - Verificação das ligações 5 - Verificação das RTI s 6 - Verificação de polaridade 7 - Medição de ângulo Cablagem Instr. Aprov.: Vigência:...Revisão: 1 Pag.: 13/20

14 Dos circuitos de proteção, comando, controle, intertravamento, distribuição de força, Tc Medição de resistência de isolamento 2 - Teste de continuidade 3 - Injeção de corrente 4 - Leitura em instrumentos e relés 5 - Leitura de corrente 6 - Leitura de tensão 7 - Testes gerais dos circuitos Banco de Capacitor 2 - Isolamento de todos os elementos 3 - Capacitância de todos os elementos 4 - Verificação das ligações 5 - Inspeção inicial e final Conjunto de Medição 2 - Inspeção inicial e final 3 - Análise do óleo 4 - Verificação de posição de mensagem 5 - Faseamento 6 - Sangria no equipamento 7 - Resistência ôhmica nos TC s e TP s em todos os taps 8 - Relação de transformação dos TC s e TP s em todos os taps 9 - Verificação de polaridade 10 - Isolamento DC dos TC s e TP s 11 - Índice de polarização 12 - Fator de potência dos TC s e TP s 13 - Verificação de ligações Disjuntor grande volume de óleo (CGO) 2 - Inspeção inicial e final 3 - Análise de óleo 4 - Faseamento 5 - Funcionamento de comando elétrico/mecânico Instr. Aprov.: Vigência:...Revisão: 1 Pag.: 14/20

15 6 - Verificar contador do número de operações 7 - Resistência de contatos 8 - Continuidade da fiação 9 - Isolamento DC da fiação, dos pólos e dos TC s de bucha 10 - Relação dos TC s de bucha em todos os taps 11 - Polaridade dos TC s de bucha em todos os taps 12 - Fator de potência dos pólos 13 - Fator de potência das buchas 14 - Colar quente das buchas 15 - Oscilografagem 16 - Sinalização acústica e visual 17 - Verificação de ligações Reator 2 - Inspeção inicial e final 3 - Análise do óleo 4 - Faseamento 5 - Sangria de todas as buchas 6 - Resistência ôhmica dos enrolamentos 7 - Continuidade da fiação 8 - Isolamento DC da fiação 9 - Resistência ôhmica dos TC s de bucha em todos os taps 10 - Relação de transferência dos TC s de bucha 11 - Polaridade dos TC s de bucha 12 - Isolamento DC dos TC s de bucha e dos enrolamentos 13 - Índice de polarização 14 - Isolamento DC dos moto ventiladores 15 - Fator de potência das buchas e dos enrolamentos 16 - Corrente de excitação 17 - Colar quente das buchas 18 - Funcionamento e aferição dos termômetros 19 - Injeção de correntes 20 - Testes nas proteções internas 21 - Sinalização acústica e visual 22 - Circuito de aquecimento e ventilação forçada 23 - Verificar ligações 24 - Ajuste de centelhadores Instrumentos gráficos Instr. Aprov.: Vigência:...Revisão: 1 Pag.: 15/20

16 2 - Inspeção inicial e final 3 - Aferição e Calibração 4 - Verificação de ligações, polaridade e RTI s 5 - Medição de ângulo Medidores de kvar/h e kw/h 2 - Inspeção inicial e final 3 - Aferição e Calibração 4 - Verificação de ligações, polaridade e RTI s 5 - Medição de ângulo 6 - Colocação de constantes Oscilopertubógrafo 2 - Inspeção inicial e final 3 - Verificação de ligações, fiação e fusíveis 4 - Operação manual/automática 5 - Aferição e Calibração 7- INSPEÇÕES Estruturas a) Madeira Inspeção geral quanto ao prumo, nivelamento, rachaduras, deterioração, empenamentos naturais ou provocados por esforços excessivos. b) Concreto Inspeção geral quanto ao prumo, nivelamento, rachaduras, desagregação de material, flexões excessivas de postes, alinhamento de postes e colunas e presença de trincas, quebras e pontos de ferrugem na superfície. c) Metálicas Inspeção geral quanto ao prumo, nivelamento, pontos de oxidação, flexões excessivas, empenos, alinhamentos de pilares e colunas, encaixes de perfis e peças estruturais. d) Geral Verificação do aperto final de todos os parafusos e dos esticamentos de estais Instr. Aprov.: Vigência:...Revisão: 1 Pag.: 16/20

17 7.2 - Geral 1 - Conformidade ao desenho aprovado 2 - Conexões, terminações e passagens 3 - Identificações 4 - Fixações 5 - Estado estético da instalação 6 - Caminhamento e interligações 7 - Limpeza 8 - MODELOS DE FORMULÁRIOS A SEREM FORNECIDOS PELA CONTRATANTE Para todos os ensaios realizados, a CONTRATADA deverá, obrigatòriamente, fornecer um laudo e informar os seguintes dados nos formulários apropriados: Dados do aparelho utilizado (fabricante, tipo e número de série) Nome completo e assinatura do executante Nome completo, CREA e assinatura do engenheiro responsável A CONTRATANTE fornecerá somente os formulários necessários aos ensaios e inspeções relacionados no item 8.5 desta. Os formulários para os demais ensaios e inspeção serão fornecidos pela CONTRATADA, com apresentação e corpo semelhante aos da CONTRATANTE, sendo um formulário para cada item do fornecimento A CONTRATANTE, se for o caso, fornecerá software que permitirá o arquivo dos ensaios em sistema informatizado Os laudos dos equipamentos deverão ser preenchidos em campo próprio, conforme formulário de ensaios A CONTRATANTE fornecerá os seguintes formulários: Inspeção em Religadores Inspeção em TP, TC e DCP Inspeção em Disjuntores a SF Inspeção em Transformadores de Força Inspeção em Seccionadoras Inspeção em Pára-raios Instr. Aprov.: Vigência:...Revisão: 1 Pag.: 17/20

18 Ensaios em Pára-raios Testes de fator de potência em Disjuntores e Religadores Ensaio em Disjuntores, Religadores e Chaves a Óleo Ensaio em TC, TP e DCP Ensaio em Transformadores de Força Medida de resistência ôhmica de enrolamentos (Método da Queda de Tensão) Medida de resistência ôhmica de enrolamentos (Método da Ponte) Teste de relação e polaridade em transformadores de corrente tipo bucha Teste de relação e polaridade em transformadores de corrente de bucha de trafos Teste de isolamento DC em TC de bucha Aferição de termômetro Medida de resistência ôhmica de enrolamento de transformadores de força Ensaio de excitação Teste de fator de potência Teste de relação em transformadores Ensaios e inspeções em retificadores Ensaios em banco de baterias Ensaios diversos 9 - EXECUÇÃO E MEDIÇÃO DOS SERVIÇOS Os ensaios e testes deverão ser entregues à CONTRATANTE com antecedência mínima de 8 (oito) dias da energização da instalação, inclusive com o respectivo laudo técnico A CONTRATADA deverá, por solicitação da CONTRATANTE, repetir ensaios e testes sem ônus para esta. Instr. Aprov.: Vigência:...Revisão: 1 Pag.: 18/20

19 9.3 - A CONTRATADA deverá utilizar-se somente de pessoal habilitado para todos os serviços técnicos e administrativos, devendo dispor de 1 (um) engenheiro eletricista, com experiência devidamente comprovada, em regime de dedicação exclusiva habilitado no CREA, como responsável pelos serviços / obras junto à CONTRATANTE A CONTRATADA deverá afixar nos veículos em serviço, placas com os seguintes dizeres: NOME DA CONTRATADA e A SERVIÇO DA ESCELSA A CONTRATADA deverá dotar as turmas de telefone celular A CONTRATADA compromete-se, caso haja solicitação da CONTRATANTE, a dotar cada turma de micro computador, de preferência tipo notebook, com placa fax modem e endereço Internet, onde serão arquivados todos os ensaios que serão entregues à CONTRATANTE em disquetes. Os softwares serão fornecidos pela CONTRATANTE Os serviços de comissionamento estão quantificados em UP (Unidade Padrão de Comissionamento) conforme descrito no documento n PT.SE Tabela de Índices de Mão de Obra para Serviços de Comissionamento de Subestações MASC Os serviços de comissionamento executados serão medidos, levando em consideração os valores de UP constantes no MASC e o valor de UP contratado em reais Os serviços serão executados mediante emissão de Ordem de Execução de Serviço - OE, observando-se: projetos executivos, plantas, desenhos e normas específicas em vigor, e o manual de mão de obra de comissionamento referenciadas ao valor da UP contratada DESLIGAMENTO E LIBERAÇÃO PARA COMISSIONAMENTO 10.1 A entrada do pessoal, veículos e equipamentos nas dependências das subestações será autorizada pela Fiscalização junto ao Órgão de Operação, após solicitado pela CONTRATADA para o período e efetivo necessários à obra A CONTRATADA deverá fornecer até o dia 20 de cada mês, o programa dos desligamentos previstos para o mês subsequente, constando datas desejadas, serviços a serem realizados, tempo necessário, equipamentos e/ou circuitos a serem desligados em cada desligamento Os desligamentos deverão ser confirmados à Fiscalização com antecedência mínima de 10 (dez) dias, devendo ser realizados em princípio aos domingos com duração máxima de 6 (seis) horas Para execução de furação em painéis e outros serviços com risco de trip, a Fiscalização deverá ser notificada com pelo menos dois (02) dias de antecedência Desligamentos que afetem consumidores deverão obedecer normalmente a um intervalo mínimo de 15 (quinze) dias entre eles. Instr. Aprov.: Vigência:...Revisão: 1 Pag.: 19/20

20 A liberação de qualquer instalação da subestação para execução dos serviços é condicionada à abertura, junto ao Órgão de Operação, dos documentos autorizativos "Permissão de Trabalho" para trabalhos sob desligamentos e "Licença de Trabalho" para trabalhos sem desligamento. Para trabalhos com risco de trip deverá ser aberta a Licença de Trabalho Especial e para serviços em linha-viva a ATLV Autorização para Trabalhos em Linha-Viva, conforme Normas de Operação específicas. 11 SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABAHO A CONTRATADA, além do estabelecido nas Condições Gerais de Contratação deverá: sinalizar a área de trabalho, obedecendo às normas da CONTRATANTE e de trânsito; solicitar à CONTRATANTE a indicação dos pontos ideais de aterramento temporário; verificar a ausência de tensão, antes de efetuar o aterramento; não iniciar os trabalhos antes de concluídos os aterramentos temporários exigidos pela CONTRATANTE É de responsabilidade da CONTRATADA todos os equipamentos de segurança individuais e coletivos tais como: capacetes, óculos, vestuário, cintos de segurança, luvas, conjunto de aterramento para cabos e tubos, cordas, bandeirolas e placas de sinalização e testadores de alta tensão Todos os equipamentos de segurança devem ser homologados pelo Ministério do Trabalho e conter obrigatoriamente o "Certificado de Aprovação - CA". Instr. Aprov.: Vigência:...Revisão: 1 Pag.: 20/20

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