PROGRAMA DE ABRIGAGEM MODALIDADE CASA LAR. PREFEITO MUNICIPAL José Antônio Fogaça. VICE-PREFEITO Eliseu Santos

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1 PROGRAMA DE ABRIGAGEM MODALIDADE CASA LAR PREFEITO MUNICIPAL José Antônio Fogaça VICE-PREFEITO Eliseu Santos FUNDAÇÃO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E CIDADANIA - FASC Presidente: Brizabel Muller da Rocha Direção Administrativa: Márcio Dias Neves Direção Técnica: Mauro Vargas Júnior Porto Alegre / Projeto aprovado em Plenária conjunta do CMAS e CMDCA em

2 SUMÁRIO 1. Dados de Identificação Introdução Justificativa Objetivos Gerais Objetivos Específicos Público Alvo Metodologia Avaliação Parcerias e Competências Recursos Humanos Recursos Financeiros Referências Bibliográficas Projeto aprovado em Plenária conjunta do CMAS e CMDCA em

3 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Nome do Projeto: Programa de Abrigagem Modalidade Casa Lar Gestores: Prefeitura Municipal de Porto Alegre PMPA FASC Parceiros: Organizações Não Governamentais - ONGS Fontes de Financiamento: Prefeitura Municipal de Porto Alegre PMPA/ Social e Cidadania - FASC FUNCRIANÇA - Captação de Recursos da Iniciativa Privada Fundo Nacional de Assistência Social FNAS/ SAC - Serviço de Ação Continuada Coordenação Técnica Responsável: Coordenação da Rede Especializada 2. INTRODUÇÃO A é o órgão Gestor da Política Municipal de Assistência Social e desde 1994 vem executando Programas, Projetos e Serviços destinados ao atendimento da população em situação de vulnerabilidade social e/ou risco social seja através de rede própria ou conveniada. Tais ações estão voltadas à Infância e Juventude, População Adulta e Idosa, Família e Pessoas com Deficiência. A coordenação destes programas é dividida entre Coordenação da Rede Especializada CRE, Coordenação da Rede Básica - CRB e Coordenação Técnica e Administrativa de Convênios CTAC. A CRE coordena as ações de proteção social especial, em nível de média e alta complexidade, diretamente ligados a acompanhamento de abrigagem, albergagem, república, clínicas de habilitação e reabilitação para PCD, abordagem, acompanhamento e atendimento a populações em situação de rua (crianças, adolescentes, adultos e idosos). A CRB coordena as ações de proteção social básica de baixa e média complexidade, ligados ao atendimento e acompanhamento em meio aberto, quando ainda existe vínculo familiar e comunitário. A CTAC coordena o trabalho técnico e administrativo dos convênios estabelecidos entre FASC e Organizações Não Governamentais, referentes aos programas, projetos e serviços gestados e administrados pela Fundação. A Abrigagem de Criança e Adolescente é uma medida de proteção prevista no Estatuto da Criança e Adolescente ECA (artigos 92 e 94), adotada quando o vínculo familiar encontrase rompido ou fragilizado e a criança/adolescente em situação de risco, a ponto de ser necessário o afastamento do convívio familiar. O Programa de Abrigagem, nas diferentes áreas de atendimento, está vinculado a CRE e a administração dos convênios compete à CTAC. O Programa de Abrigagem é executado por Organizações Governamentais e Não Governamentais ONGS em parceria com a FASC, que é responsável pelo estabelecimento do conveniamento e gestão do programa. Para que a ONG possa assumir a execução deste programa, deve possuir registro no Conselho Municipal de Projeto aprovado em Plenária conjunta do CMAS e CMDCA em

4 Assistência Social CMAS e Conselho Municipal dos Direitos da Criança e Adolescente CMDCA, deve haver resolução aprovada nestes dois Conselhos Municipais autorizando o conveniamento e deve ser realizado o repasse de recursos para a execução do Programa. A primeira experiência de implantação de Casas Lar pelo município de Porto Alegre deuse em 1995, a partir do conveniamento com quatro ONGS, quando foram efetivados convênios para o acolhimento de 30 crianças e adolescentesatualmente, o Programa de Abrigagem Modalidade Casa Lar tem oito Casas Lar conveniadas, totalizando um atendimento de 64 metas, mantidas com recursos próprios da PMPA/FASC e do FUNCRIANÇA e 61 metas mantidas com recurso do Fundo Nacional de Assistência Social - FNAS, repassado pela FASC para a ONG, totalizando 125 metas conveniadas. Entretanto, o total de metas executadas, nas Casa Lar é de 149 (cento e quarenta e nove), em função do conjunto de Casas lar da Aldeia Infantil SOS estar atendendo, com recursos próprios, 23 crianças e adolescentes a mais do que o número de metas conveniadas. Hoje as oito Casas Lar existentes são administradas por seis Organizações Não Governamentais, que são: Aldeia Infantil SOS, Agência de Desenvolvimento de Recursos Assistenciais ADRA, Ação Social Aliança - ASA, Ação Social de Fé ASF, Sociedade Pobres Servos da Divina Providência e Sempre Mulher. 3. JUSTIFICATIVA Atualmente, a rede do município de Porto Alegre possui abrigos na modalidade institucional (médio e grande porte) e abrigos de pequeno porte na modalidade Casa Lar. A diretriz definida pelo ECA indica que a medida de proteção de abrigo deve garantir o atendimento personalizado, em pequenos grupos e sem separação de grupos de irmãos. A criação da modalidade Casa Lar, há 11 anos, veio nessa direção e tem se mostrado positiva. O abrigo modalidade Casa Lar surgiu como alternativa complementar ao abrigo institucional, buscando proporcionar às crianças e adolescentes a possibilidade de desenvolverem-se em um modelo de abrigagem que se aproxima do modelo familiar e doméstico, que não pode ser proporcionado no ambiente institucional, dada a circulação de diferentes cuidadores. Para atender cada vez mais estas prerrogativas legais, a rede necessita ser reordenada, transformando-se os abrigos de médio e grande porte em abrigos de pequeno porte. A experiência tem mostrado, como também aponta Cláudia Fonseca (2006), que é importante garantir a diversidade de modelos de atendimento para contemplar as diferentes necessidades das crianças e adolescentes. Segundo o ECA, a medida protetiva de abrigo é transitória, e a permanência da criança/adolescente deve ocorrer durante o menor tempo possível. A experiência no trabalho com abrigos desenvolvida pela FASC nos últimos 11 anos vem nos mostrar que a transitoriedade prevista nem sempre pode ser efetivada, levando-se em conta uma série de fatores: - características do funcionamento familiar que inviabilizam o rápido retorno; - fragilidade da rede de apoio às famílias em situação de risco pelas diversas políticas públicas (saúde, saúde mental, habitação e geração de renda); - a vulnerabilidade cada vez maior que faz com que as famílias ampliadas não consigam assumir o cuidado das crianças e adolescentes até mesmo em situações de óbito dos pais; - o número reduzido de adoções de crianças mais velhas, adolescentes e grupos de irmãos; - a morosidade dos processos judiciais. Projeto aprovado em Plenária conjunta do CMAS e CMDCA em

5 Além destes fatores, destaca-se o tamanho dos abrigos (médio e grande porte) que contribuem para a situação de longa permanência das crianças e adolescentes. Os atendimentos e encaminhamentos que devem ser intensificados, tornam-se de difícil execução, considerando o número de crianças e adolescentes abrigados. Essa é uma contradição que faz parte da realidade do atendimento de crianças e adolescentes em abrigos. Na solicitação de abrigagem pelo Conselho Tutelar, não há como avaliar de forma imediata a situação da criança/adolescente e a possibilidade de retorno ao convívio familiar e comunitário. Há necessidade de que a situação da criança/adolescente seja exaustivamente investigada e realizados contatos com a família de origem e demais espaços de vínculo da criança (escola, família ampliada, vizinhança, creche, entre outros), possibilitando o processo avaliativo e a indicação de retorno à família de origem ou colocação em família substituta, através de guarda, tutela ou adoção. Além disso, há necessidade de um trabalho simultâneo e intensivo com a família de origem, incidindo sobre aqueles aspectos que determinaram a abrigagem. As crianças e adolescentes ingressantes no Abrigo Casa Lar devem ser oriundas da rede de abrigagem do município, possuir situação do poder familiar definida pelo Juizado da Infância e Juventude a partir de avaliação da situação da criança pelo abrigo de origem. Embora o ECA aponte em seu artigo 92, inciso VI, a necessidade de evitar, sempre que possível, a transferência para outras entidades de crianças e adolescentes abrigados, é importante que na Casa Lar ingressem crianças/adolescentes com sua situação já investigada e com prognóstico de maior permanência no espaço protetivo, ainda que tal permanência seja revisada sistematicamente através do trabalho da equipe técnica da Casa lar, da supervisão técnica da FASC e do Judiciário. Ingressar diretamente na Casa Lar uma criança que em um curto período de tempo pode retornar para sua casa desestabilizaria este espaço protetivo. Além disso, o abrigo institucional conta com uma equipe técnica com carga horária específica para essa investigação e rápida revinculação familiar, sempre que possível. A experiência indica que o espaço da Casa Lar deve constituir-se em ambiente de maior estabilidade, evitando o ingresso e saída constante de crianças, de modo a proporcionar a estabilidade necessária ao ambiente caracterizado como doméstico. Ainda assim, cabe salientar que o ingresso na Modalidade de Abrigagem Casa Lar não significa o encerramento das tentativas de revinculação familiar ou adoção; pelo contrário, deve manter-se o investimento no reforço e manutenção dos vínculos familiares e comunitário. Por outro lado a transferência de um abrigo para o outro é um princípio previsto no ECA, o qual deve ser perseguido pela rede municipal, governamental e não-governamental de abrigagem. Para tanto, faz-se necessária a existência de equipe técnica habilitada para efetivar a avaliação da situação familiar quando demandado o abrigamento pelo Conselho Tutelar, buscando identificar a pertinência da medida, as necessidades da criança e, com isso, identificar o abrigo que melhor a atenderia. Desta forma, a modalidade Casa Lar deve prever a possibilidade de ingresso direto da criança ou adolescente, evitando as transferências. A Casa Lar tem correspondido a um perfil de crianças e adolescentes (crianças mais velhas e adolescentes não adotados, assim como grupo de irmãos) que apresentam possibilidade de serem beneficiados por esta modalidade de atendimento, a partir da vivência no abrigo, com condições mais favoráveis de adesão. Por outro lado, constatou-se que algumas crianças ou adolescentes, cuja estrutura psíquica ou de funcionamento exigem um atendimento técnico mais continente às dificuldades que apresentam, podem vir a se fixar com maior efetividade nos abrigos institucionais. A avaliação para ingresso na Casa Lar realizada pela equipe técnica do abrigo deve levar em conta a dinâmica dos processos de desenvolvimento de cada criança ou adolescente, podendo alterar-se no decorrer de sua permanência no abrigo. Projeto aprovado em Plenária conjunta do CMAS e CMDCA em

6 Frente à grande demanda de abrigagens na rede municipal, própria e conveniada, onde várias crianças/adolescentes possuem situação legal definida e necessitam permanecer no espaço protetivo, constata-se a necessidade de ampliação do Programa de Abrigagem Modalidade Casa Lar. A demanda nos demonstra a necessidade de implantação de 10 (dez) novas Casas Lar imediatamente, totalizando 80 vagas. 4. OBJETIVOS GERAIS Atender crianças/adolescentes em Abrigo Modalidade Casa Lar, buscando um melhor desenvolvimento e atendimento de suas necessidades, não perdendo de vista a perspectiva de revinculação familiar e comunitária. Oportunizar às crianças e adolescentes que necessitem do espaço protetivo a vivência de um modelo de relações que possibilite o resgate da auto-estima e a construção de um projeto de vida. 5. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Atender o estabelecido no Estatuto da Criança e Adolescente. Garantir qualidade no atendimento da Abrigagem Modalidade Casa Lar. Desenvolver ações de captação de recursos para financiamento do programa. Estabelecer parceria com ONG, para execução do projeto observando os seguintes princípios: - Promover condições de desenvolvimento da auto-estima, respeito e cuidado de si mesmo, melhorando suas condições pessoais e sociais. - Preservar os vínculos familiares preexistentes ao Processo de Abrigagem na Modalidade Casa Lar, estimulando contato com figura de referência afetiva, desde que não haja impedimento legal. - Garantir a integridade física e psicológica das crianças e adolescentes atendidos no Programa. Apoiar técnica e financeiramente as entidades que operacionalizarão o projeto. Promover a articulação do Programa de Abrigagem Modalidade Casa Lar com a Rede de Atendimento a crianças e adolescentes existentes no município. Executar o acompanhamento técnico administrativo do convênio. 6. PÚBLICO ALVO Crianças e adolescentes já abrigados, avaliados por equipe técnica do abrigo de origem,. 7. METODOLOGIA As Casas Lar são abrigos de pequeno porte, executados por organizações nãogovernamentais conveniadas com a FASC, com meta definida em até 8 (oito) crianças ou adolescentes, atendidas por mãe social, em espaço residencial, com rotinas e características de Projeto aprovado em Plenária conjunta do CMAS e CMDCA em

7 uma unidade familiar. No funcionamento da casa lar deverá prevalecer a rotina domiciliar e familiar, devendo ser garantido o acesso da criança/adolescente à escola, atividades sócioeducativas, atendimentos de saúde, profissionalização, esporte e lazer, utilizando a rede existente na comunidade. Cada Casa Lar receberá acompanhamento terapêutico por psicólogo e assistente social que trabalharão as relações interpessoais do grupo (adultos, crianças/adolescentes) e situações individuais apresentadas pelos mesmos, bem como acompanhamento escolar e atividades comunitárias. Além disso, caberá a estes profissionais propiciar e acompanhar aproximações e revinculação familiar. A Casa Lar funcionará em imóvel disponibilizado ou alugado pela entidade conveniada, equipado e mantido pela mesma. O imóvel deverá ter características residenciais com condições de habitabilidade e espaço para acolhimento de até oito (08) crianças e adolescentes, mãe social e sua família. A unidade residencial deverá estar localizada em área com facilidade de acesso a serviços de saúde, educação, transporte e lazer. A criança/adolescente abrigada deve ser atendida dentro da rede municipal e estadual existente na Cidade, como forma de proporcionar que o espaço do abrigo seja de fato de moradia. A execução do Programa de Abrigagem necessita do estabelecimento de redes, da articulação dos vários atores e instituições para a manutenção, reconstrução e fortalecimento de alternativas para cada indivíduo que necessite desta medida protetiva. A mãe social será contratada, acompanhada e remunerada pela entidade mantenedora conveniada com a FASC. A remuneração não será estendida ao cônjuge da mãe social, recomendando-se que o mesmo exerça atividade remunerada externa à Casa Lar. A atividade de mãe social deverá obedecer o estabelecido na legislação vigente, Lei 7644, de 18 de dezembro de Considerando que a legislação supra determina gozo de férias e repouso semanal para a mãe social, deverá a entidade, manter mãe social substituta para estas situações, correspondendo à contrapartida da entidade conveniada. A substituição da mãe social no repouso semanal e férias deverá, preferencialmente, ser realizada por profissional que já possua conhecimento da rotina da casa e vínculo com as crianças, com devida remuneração do período. 7.1 REGIME DE ATENDIMENTO Casa Lar é uma modalidade de abrigo implementada pela Política de Assistência Social do Município, em consonância com as disposições do E.C.A. - Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei Federal n. º 8.096/90, que prevê em seu Artigo 92, os seguintes princípios: I - preservação dos vínculos familiares; II - integração em família substituta, quando esgotados os recursos de manutenção na família de origem; III - atendimento personalizado e em pequenos grupos; IV - desenvolvimento de atividades em regime de co-educação; V - não - desmembramento de grupo de irmãos; VI - evitar, sempre que possível, a transferência para outras entidades de crianças e adolescentes abrigados; VII - participação na vida da comunidade local; Projeto aprovado em Plenária conjunta do CMAS e CMDCA em

8 VIII - preparação gradativa para o desligamento; IX - participação de pessoas da comunidade no processo educativo. Parágrafo único: O dirigente de entidade de abrigo é equiparado ao guardião, para todos os efeitos de direito. A manutenção do trabalho executado pelo Programa de Abrigagem Modalidade Casa Lar deve considerar os seguintes aspectos (baseados no artigo 94 do ECA): preservar a identidade e oferecer ambiente de respeito e dignidade às crianças e adolescentes; diligenciar no sentido do restabelecimento e da preservação dos vínculos familiares; oferecer instalações físicas em condições adequadas de habitabilidade, higiene, salubridade e segurança; oferecer vestuário e alimentação suficientes e adequados à faixa etária das crianças e adolescentes atendidos; propiciar escolarização e profissionalização; propiciar atividades culturais, esportivas e de lazer; proceder a estudo social e pessoal de cada caso; manter arquivo de anotações onde constem data e circunstâncias do atendimento, nome da criança ou adolescente, seus pais ou responsáveis, parentes, endereços, sexo, idade, acompanhamento de sua formação, relação de seus pertences e demais dados que possibilitem sua identificação e a individualização do atendimento. 7.2 ETAPAS DE IMPLANTAÇÃO DAS CASAS LAR Apresentação do Projeto Programa de Abrigagem Modalidade Casa Lar para aprovação do Conselho Municipal de Assistência Social - CMAS e Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente - CMDCA. Captação de Recursos junto a Empresas Privadas, através do FUNCRIANÇA, para financiamento do projeto. Captação de recursos junto ao Fundo Nacional de Assistência Social financiamento do Projeto. FNAS para Destinação de Recursos próprios da Prefeitura Municipal de Porto Alegre/FASC para financiamento do Projeto. Publicação de edital em conjunto com CMAS e CMDCA, abrindo período para a apresentação de projetos de Organizações Não Governamentais interessadas na execução do Programa de Abrigagem Modalidade Casa Lar, para posterior seleção na Comissão Tripartite, composta por representantes CMAS/CMDCA/FASC. Os critérios de seleção das entidades serão construídos pela comissão Tripartite, antes da publicação de edital. Efetivação do convênio com a entidade selecionada. Implantação do Programa na entidade selecionada. O processo de implantação da Casa Lar terá acompanhamento técnico administrativo da FASC, através da Coordenação da Rede Especializada - CRE e Coordenação Técnica Administrativa de Convênios CTAC. Projeto aprovado em Plenária conjunta do CMAS e CMDCA em

9 7.3 SELEÇÃO DA MÃE SOCIAL A seleção da mãe social será realizada pela entidade conveniada e FASC. Este processo se desenvolverá em quatro etapas: 1 - Cadastramento da candidata a mãe social pela entidade conveniada, com base nos seguintes critérios: Mulheres acima de 30 anos; Possuir relações comunitárias; Atestado Médico sobre condições de saúde física e mental; Experiência anterior no trabalho com crianças e adolescentes; Ter no máximo dois filhos menores de 18 anos quando do ingresso ao programa. 2 - Entrevista com a mãe social e o núcleo familiar (inclusive os filhos); 3 - Visita domiciliar ao núcleo familiar; 4 - Definição entre entidade conveniada e equipe técnica da FASC sobre a mãe social selecionada. O mesmo processo deverá se dar sempre que for avaliado, em conjunto com a FASC, a necessidade de substituição da mãe social. 7.4 CAPACITAÇÃO DAS MÃES SOCIAIS As mães sociais selecionadas passarão por um processo de capacitação a ser desenvolvido pela entidade em parceria com a FASC, abordando os objetivos do programa e o seu desenvolvimento. As famílias (cônjuge e filhos) participarão também de um espaço específico de capacitação. Serão realizados encontros bimestrais com as mães sociais do conjunto de Casas Lar em execução. Tais encontros terão como objetivo favorecer trocas de experiências entre as casas já existentes e casas recém implantadas, trabalhar temas trazidos pelas mães sociais e equipes técnicas das casas, temas gerais sobre infância e juventude, assim como a metodologia de trabalho. 7.5 PROCESSO DE INGRESSO DAS CRIANÇAS /ADOLESCENTES A possibilidade de ingresso de cada criança ou adolescente será avaliada pela supervisão da Coordenação da Rede Especializada em conjunto com a mãe social, a equipe técnica da Casa Lar e a equipe técnica do abrigo de origem. 7.6 SUPERVISÃO Projeto aprovado em Plenária conjunta do CMAS e CMDCA em

10 O Programa de Abrigagem Modalidade Casa Lar será supervisionado de forma sistemática pela equipe técnica da CRE. Para tanto serão realizadas visitas à Casa Lar, entrevistas com a mãe social, reuniões com equipe técnica e dirigente. Quando se fizer necessário, serão realizados contatos ou entrevistas com o núcleo familiar e com as crianças e adolescentes. A supervisão técnico-administrativa e financeira do convênio será realizada pela CTAC. A supervisão emitirá parecer e apontará procedimentos mais adequados ao desenvolvimento do programa, incluindo aí a avaliação da mãe social e da entidade mantenedora na execução do Programa de Abrigagem Modalidade Casa Lar. 8. AVALIAÇÃO O processo avaliativo será contínuo, através da supervisão da FASC (CRE e CTAC). Será elaborado, em conjunto com a entidade, um Relatório Anual quanti-qualitativo, considerando cada criança/adolescente abrigado, a mãe social, equipe técnica, entidade mantenedora e processo de supervisão. Deverão ser observados os seguintes aspectos: Criança e Adolescente Mãe Social Equipe Técnica Entidade Tempo de permanência na Casa Lar; Relacionamento no grupo familiar; Desenvolvimento de hábitos saudáveis, compatíveis com sua idade; Adaptação na escola e bom desempenho escolar, contemplando os vários aspectos do processo de aprendizagem: Participação e integração na comunidade em que a Casa Lar está inserida; Existência ou não de evasões. Qualidade do vínculo com as crianças e adolescentes; Cuidados das crianças e adolescentes; Articulação com a comunidade e serviços necessários para o atendimento da necessidade individual de cada criança e adolescente; Busca de alternativas para resolução de dificuldades encontradas; Relação com a supervisão FASC. Trabalho desenvolvido; Relação com a supervisão FASC. Participação da ONG nas instâncias comunitárias e institucionais necessárias ao bom andamento do programa; Participação em atividades de Supervisão; Cumprimento do projeto técnico e dos objetivos do programa. Projeto aprovado em Plenária conjunta do CMAS e CMDCA em

11 Supervisão Trabalho desenvolvido. Modalidade de Abrigagem e Processo de Transferência Número de Desabrigamentos/ano 9. PARCERIAS E COMPETÊNCIAS O programa se desenvolverá através da parceria entre PMPA/FASC e ONG com tarefas diferenciadas e complementares, conforme segue: FASC - Conveniamento com ONG selecionada por processo público; - Articulação da rede da PMPA para implantação do Programa; - Captação de recursos para implantação e desenvolvimento do Programa Abrigagem Modalidade Casa Lar; - Atualização dos conselhos municipais quanto à situação da ONG; - Seleção de entidades e mães sociais e supervisão técnica ao programa; - Instrução e recebimento da prestação de contas; - No caso de ausência de subvenções da iniciativa privada é de competência da PMPA a continuidade do projeto; - Acompanhamento jurídico às crianças e adolescentes integrantes do programa. Entidade Mantenedora: - Registrar a entidade e o Programa no Conselho Municipal dos Direitos da Criança e Adolescente e Conselho Municipal de Assistência Social; - Cadastrar e selecionar as candidatas a mãe social; - Implantar e manter a Casa Lar, (recursos materiais, financeiros e humanos, alimentação); - Acolher as crianças e adolescentes encaminhados; - Responder pela guarda das crianças e adolescentes conforme determina o E.C.A; - Prestar contas mensalmente; - Disponibilizar contrapartida da entidade para manutenção do Programa de Abrigagem Municipal de Casa Lar. Projeto aprovado em Plenária conjunta do CMAS e CMDCA em

12 10. RECURSOS HUMANOS Entidade Mantenedora FASC Função Carga Horária 01 mãe social Intermitente 01 auxiliar de serviços gerais 40h / semanais 01 psicóloga 20h / mês 01 assistente social 20h / mês Função Carga Horária 01 supervisor técnico 12h / mês 11. RECURSOS FINANCEIROS Implantação* Manutenção (Repasse Mensal) Total Anual (Implantação + Manutenção anual e 13ª parcela) 01 Casa Lar , , ,00 10 Casas Lar , , ,00 * Parcela única Recursos Financeiros de Implantação O recurso de implantação será utilizado mediante plano de aplicação, no limite de R$ ,00, podendo ser incluídos os seguintes itens: Item Quantidade Linha telefônica com aparelho 01 Cama de casal ferro 01 Colchão casal 01 Beliche ferro 04 Colchão solteiro c/ capa em napa 08 Material de alojamento (lençóis, toalhas, cobertores, travesseiros) A definir Roupeiro três portas 04 Mesa madeira para 10 lugares 01 Cadeiras madeira para mesa 10 Fogão 6 bocas 01 Refrigerador 343 L 01 Freezer vertical 145 L 01 Batedeira planetária 01 Liqüidificador semi industrial 01 Utensílios e equipamentos de cozinha A definir (pratos rasos e fundos; xícara com pires; prato sobremesa; copos, talheres; panos de prato; açucareiro; outros) Lavadora de roupas 8 Kg 01 Secadora de roupas 01 Ferro de passar a vapor 01 Televisor 01 Projeto aprovado em Plenária conjunta do CMAS e CMDCA em

13 Aparelho de DVD 01 Conjunto sofá 5 lugares 01 Ventilador 30 cm 03 Estante madeira 01 Brinquedos e jogos (bola, quebra cabeça, boneca, carrinho, peão, A definir outros...) Recursos Financeiros de Manutenção Sugere-se a aplicação dos repasses mensais no total de R$ 6.400,00 nas seguintes despesas, ressalvando, desde já, que a distribuição do valor total deve adequar-se às particularidades de cada entidade: Aluguel de Unidade Residencial Pagamentos (água, luz, telefone) Alimentação Material de higiene, escolar, vestuário, calçados Remuneração Mãe Social Remuneração Auxiliar de Serviços Gerais Remuneração Psicólogo Remuneração Assistente Social Encargos sociais Poupança Referências Bibliográficas 1- Documento de Sistematização da Formação Integrada Granpal - da Rede de Proteção Módulo de Abrigagem de junho/ Lei Federal 8069/1990 Estatuto da Criança e Adolescente - E.C.A. 3- Programa Casa Lar executado pela FASC. Projeto aprovado em Plenária conjunta do CMAS e CMDCA em

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