Compromisso com a mudança

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1 ambiente da inovação brasileira Julho/Agosto/Setembro 2009 n o 57 Ano XV Compromisso com a mudança Depois da campanha pela qualidade, setor produtivo elege a inovação como grande tema estratégico da atualidade. Para competir na economia do conhecimento, empresas brasileiras devem protagonizar movimento pela inovação no país. Cooperativismo Negócios que transformam a realidade social dos empreendedores Oportunidade Setor de energia demanda soluções inovadoras e garante espaço para MPEs

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4 Índice Julho/Agosto/Setembro 2009 n o 57 Ano XV A revista Locus é uma publicação da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores Conselho editorial Carlos Américo Pacheco, Gina Paladino, Mauricio Guedes, Maurício Mendonça, Jorge Audy e Josealdo Tonholo (presidente interino) Coordenação editorial Débora Horn Márcio Caetano Colaboração Adriane Alice Pereira, Bruno Moreschi, Caroline Mazzonetto, Cora Dias, Eduardo Kormives, João Werner Grando, Júlia Pithann e Maykon Oliveira. Jornalista responsável Débora Horn MTb/SC JP Direção de arte Luiz Acácio de Souza Edição de arte João Henrique Moço Revisão Sérgio Ribeiro Foto da capa Shutterstock Presidente Guilherme Ary Plonski Diretoria Francilene Procópio Garcia, Gisa Bassalo, Josealdo Tonholo, Silvestre Labiak Junior e Paulo Gonzalez Superintendência Sheila Oliveira Pires Coordenação de Comunicação e Marketing Márcio Caetano Setúbal Alves Endereço SCN, quadra 1, bloco C, Ed. Brasília Trade Center, salas 209/211 Brasília / DF CEP Contatos (61) Website: Anúncios: (61) Produção ambienteda inovaçãobrasileira ISSN Patrocínio Apoio Impressão Gráfica Brasil Uberlândia Tiragem exemplares c a p a A indústria mobilizada Como ocorreu com a qualidade no início dos anos 90, a inovação surge como necessidade cada vez mais latente no setor industrial. De olho na competitividade, empresas de todos os portes tentam integrar o conceito ao cotidiano, na forma de novos produtos e processos. E n t r e v i s t a Jean Guinet, economista diretor de Ciência, Tecnologia e Indústria da OCDE, revela como a inovação pode ajudar o mundo a retomar o crescimento. E m m o v i m e n t o A reintegração social por meio do empreendedorismo, a ampliação da Incubadora de Santa Rita do Sapucaí (MG), os planos para o Parque Tecnológico da Bahia, a programação do Seminário Nacional e do Fórum Global e muitas boas notícias vindas de empresas graduadas e incubadas. As novidades do movimento estão aqui. N e g ó c i o s Empreendimentos abrigados em incubadoras sociais demonstram a força da união entre pessoas dispostas a crescer e a superar todo tipo de obstáculo. I n v e s t i m e n t o Agências regionais de fomento ampliam capilaridade das ações de apoio à área de Ciência, Tecnologia e Inovação, concedendo crédito a micro e pequenas empresas de diversos estados brasileiros. O p o r t u n i d a d e Ao investir pesado na área de energia, a Vale indica um mercado em expansão e repleto de demandas, que atrai cada vez mais empreendedores. I n t e r n a c i o n a l Por meio de encontros periódicos entre especialistas, Brasil e Estados Unidos trocam experiências na área de empreendedorismo inovador. Saiba quais são os principais temas discutidos no Laboratório de Aprendizagem em Inovação. S u c e s s o O acaso e a vocação inovadora marcam a trajetória da BioLogicus, empresa residente no Instituto de Tecnologia de Pernambuco (ITEP) que se tornou destaque no setor de biotecnologia. G e s t ã o Descubra como o marketing pode contribuir para adiantar demandas e desenvolver produtos que atendam as reais necessidades do público-alvo. E d u c a ç ã o Sob nova regulamentação, mestrado profissional promete aproximar programas de pós-graduação do cotidiano das empresas. C r i a t i v i d a d e Em meio a peças surpreendentes, a Oficina Brennand, em Recife, dá lições de arte e de empreendedorismo. C u l t u r a Exposições para comemorar o Ano da França no Brasil, um livro sobre o pensar criativo e outras dicas de entretenimento. O p i n i ã o Mauricio Guedes: o maior de todos os desafios será fazer com que o esforço do présal se transforme em algo sustentável, que sirva às gerações futuras.

5 carta ao leitor A o tratar dos diversos temas que envolvem o empreendedorismo inovador, Locus sempre buscou demonstrar a importância de empresários, gestores públicos e pesquisadores tentarem aplicar o conceito de inovação no cotidiano. Como resultado desse esforço, teremos novos produtos, sólidos programas de fomento à área de Ciência e Tecnologia e, principalmente, geração de conhecimento. Nesse cenário, apesar de indispensável, o entusiasmo do governo e da academia só faz diferença quando o terceiro agente, o setor produtivo, também se engaja. Na reportagem de capa desta edição, Locus traz uma grande análise do esforço da indústria brasileira e também da ausência dele para inovar. Grandes empresas, como a 3M, revelam de que forma a inovação se insere no dia a dia e como as boas ideias são cultivadas. O resultado não é instantâneo. Mas a espera vale a pena e se resume em uma palavra mágica: competitividade. A matéria também mostra que, enquanto as gigantes se debatem em busca de métodos eficientes para inovar, muitas micro e pequenas empresas já nascem com a inovação no DNA. Boa parte delas passou pelo movimento ou ainda está em incubadoras e parques tecnológicos. Além de empreendimentos inovadores, muitas incubadoras abrigam um modelo especial de negócios, baseado na solidariedade e na ajuda mútua: o cooperativismo. Na seção Negócios desta edição, Locus conta uma série de boas e animadoras histórias, com personagens que se uniram para enfrentar dificuldades e buscar uma vida melhor. Apoiados por incubadoras, eles conseguiram criar e profissionalizar negócios capazes de transformar sua realidade social. Transformação também é palavrachave na BioLogicus, case apresentado na seção Sucesso desta edição. Focada na produção de probióticos, a empresa que nasceu da iniciativa de dois pesquisadores, em 2004, não para de crescer. Na matéria, os empreendedores Djalma Marques e Fátima Fonseca relatam os primeiros desafios, que incluíram o ceticismo do mercado e das instituições de pesquisa em relação a seus projetos. Ao ingressar na incubadora do Instituto de Tecnologia de Pernambuco (ITEP), a BioLogicus deu o primeiro passo para se transformar em referência em sua área de atuação. Nessa história cheia de surpresas, a participação no reality experience Empreender é Show, promovido pela Anprotec em 2007, foi fundamental ao crescimento da empresa. Esses são alguns destaques desta edição, que traz ainda reportagens sobre agências regionais de fomento, mestrado profissional e oportunidades na área de energia, entre outras. Vale lembrar que nossas matérias são resultado do trabalho de uma equipe de jornalistas, que conta sempre com a colaboração dos membros do Conselho Editorial na busca pelas melhores pautas e fontes. Até esta edição, o time de conselheiros tinha entre seus titulares a economista Helena Lastres, que agora deixa o Conselho para se dedicar a outros compromissos. Nosso sincero agradecimento a Helena pelo companheirismo e por compartilhar com os leitores de Locus todo seu conhecimento. Boa leitura! Co n s e l h o Ed i to r i a l 5

6 E n t r e v i s t a Inovar para crescer Foto: Caroline Mazzonetto Colaboração: Kênia Hernandes/FIESP Joã o We r n e r Gr a n d o 6 A inovação pode guiar o mundo para fora do buraco da crise, e para isso não é preciso recorrer a fórmulas mágicas, alerta Jean Guinet, economista diretor de Ciência, Tecnologia e Indústria da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Especialista no assunto, ele aposta na inovação como ferramenta para os países recuperarem a produtividade e assim retomarem o crescimento. Na receita, nada além dos ingredientes básicos: estabilidade macroeconômica e ambiente de competição entre as empresas. Recuperado esse cenário, Guinet indica que o governo deve cumprir seu papel de suporte à inovação, com políticas públicas e infraestrutura, além de dividir os riscos inerentes ao processo de inovação, com incentivos e financiamentos subsidiados. Mas, deixa claro: Os maiores atores nesse processo são as empresas. A seguir, os principais trechos da entrevista concedida por Guinet à Locus durante o 3 Congresso Brasileiro de Inovação na Indústria, em agosto, em São Paulo.

7 Locus: Uma vez superada a crise econômica atual, a inovação pode ser um dos principais caminhos para os países se recuperarem e buscarem a sustentabilidade? Guinet: Na OCDE, estamos nos concentrando bastante nas consequências desta crise e na maneira de sair dela. A inovação deve ser um dos pilares da estratégia para sair da crise, por muitas razões. Crises, como os chineses falam, trazem perigo, mas também oportunidades. Se queremos nos afastar do perigo e nos aproximar da oportunidade, o melhor caminho é a inovação. Também é preciso ficar claro que mesmo antes da crise nós já tínhamos sinais de que a forma como o mundo estava crescendo não era sustentável. Por diferentes razões, entre elas os aspectos ambientais, o encarecimento das matérias-primas, todas essas indicações de estresse do modelo de desenvolvimento, que precisava ser repensado. Antes da crise também notávamos uma desaceleração na produtividade na maioria dos países da OCDE. Portanto, como acreditamos que a inovação é uma forma de melhorar a performance da produção, ela já despontava, mesmo antes da crise, como algo extremamente necessário. Locus: Qual a importância da inovação para o desenvolvimento de um país? Guinet: Quando fazemos o que os economistas chamam de decomposição do crescimento, um cálculo que busca medir o efeito de diferentes fontes no avanço econômico, percebemos que cada vez mais a inovação age sobre o potencial de crescimento. Portanto, tanto de um ponto de vista puramente econômico quanto também social, o crescimento depende da inovação, seja de novos produtos, serviços ou formas de atender necessidades básicas. A China é um caso interessante porque há alguns anos eles perceberam que o crescimento do país dependeria cada vez mais da inovação. Há duas décadas, as empresas chinesas usavam máquinas comuns e apostavam no uso intensivo de sua mão de obra barata. Mas esse modelo estava perto de se esgotar e, por isso, eles escolheram uma estratégia ambiciosa. Miraram no avanço tecnológico, fazendo da inovação seu principal motor do desenvolvimento econômico e social. Isso fica muito claro Mesmo antes da crise nós já tínhamos sinais de que a forma como o mundo estava crescendo não era sustentável na economia e nas políticas de desenvolvimento da inovação na China, especialmente quando você analisa um simples indicador, o de investimento em P&D, que cresceu cerca de 20% ao ano nos últimos 20 anos. Isso significa que a capacidade de P&D cresceu aproximadamente o dobro da expansão econômica do país, que também foi bastante expressiva. Locus: A inovação demanda investimentos em novos conhecimentos, nova ciência, nova informação. Como convencer empresas a fazerem investimento no que é desconhecido? Guinet: Em países de economia avançada ou que estão crescendo, como o Brasil, existem políticas de apoio à pesquisa e à inovação baseadas nesse raciocínio. Inerentemente, o processo de inovação carrega risco. De alguma forma esse risco tem de ser compartilhado. No caso das parcerias público-privadas ele é claramente compartilhado, assim como as receitas resultantes da inovação. Mas para os investimentos puramente privados o que pode ser feito é compensar esse risco, como, por exemplo, com incentivos à P&D, financiamentos, custos subsidiados. Outro risco é o da apropriação da inovação. Mesmo criando a inovação você não terá certeza de que todos os 7

8 E n t r e v i s t a benefícios dela serão seus, alguns irão para outros, outras companhias. Tudo isso é levado em conta na hora de fazer o investimento. Além dos mecanismos de proteção governamental há a área financeira, que criou mecanismo como o venture-capital, que ajudou a dar segurança a esses investimentos. O fato é que sem mecanismos de segurança haverá queda nos investimentos. Locus: A OCDE acredita que para encorajar a inovação um país precisa dispor de estabilidade política. Como países emergentes, como o Brasil, podem oferecer essas condições? Guinet: Antes de promover inovação por meio de estruturas especializadas, como parques tecnológicos ou incubadoras, o primeiro passo é se assegurar de que não se está inibindo aquilo que quer promover. Nós nos referimos a um conjunto de políticas que não são diretamente para inovação, mas que têm grande influência sobre a inovação e geralmente influência negativa. Nós temos uma check list sobre elas. São, principalmente, condições que desencorajam investimentos, como hiperinflação, instabilidade macroeconômica. Também é importante garantir competição entre as empresas. Não que em situações de monopólio não haja inovação, mas em geral o desempenho inovador é muito menor que nas condições de competição. Há empresas inovadoras em praticamente qualquer ambiente. A diferença está no número de empresas inovadoras. O Brasil passou por dificuldades macroeconômicas, que de fato foram deteriorantes para o desenvolvimento desse novo segmento da economia, mas agora isso está superado. E é por isso que inovação deve estar na agenda de todos os governos. Não é uma questão de especialistas. É importante que todos os líderes acreditem e tenham responsabilidade sobre isso. Locus: A inovação também demanda pessoas capacitadas. Quais as habilidades necessárias a quem lida com inovação? Guinet: Empresas inovadoras precisam de pessoas com certo nível de habilidades. Inovação é uma combinação de elementos e quanto mais as pessoas tiverem esses elementos em mente maiores são as chances de combiná-los. É preciso conhecimento, referências, experiência. Nós podemos descrever organizações inovadoras como organizações ideais, que concedem espaço e tempo a seus funcionários e que entendem quando ocorrem falhas. Na realidade, porém, isso não ocorre assim. O risco da inovação é sempre um risco para o inovador, mesmo em uma empresa em que, digamos, a inovação está no DNA. Isso é um processo de aprendizado, individual e coletivo, sobre os benefícios da inovação. Logo se percebe que inovação não pode ser feita de maneira fácil, sem expressivos investimentos, sem elevar os níveis de educação. Inerentemente, o processo de inovação carrega risco. De alguma forma esse risco tem de ser compartilhado 8 Locus: Qual o papel o Estado e o da iniciativa privada na criação de um sistema nacional de inovação? É possível, por exemplo, que a indústria brasileira lidere um esforço nesse sentido? Guinet: O principal responsável pela maioria das atividades de inovação e os maiores atores nesse processo são as empresas. Por outro lado, há setores e áreas específicas que precisam da atenção do poder público, que deve agir com suporte para os negócios. Os governos também devem agir com políticas específicas, como a de infraestrutura o que eu chamo de plataforma de inovação, como incubadoras e parques científicos. Essas estruturas, às ve-

9 zes, podem ser financiadas pela iniciativa privada, mas há boas razões para que o poder público tome conta disso. Além disso, ambos os lados têm a responsabilidade de compartilhar os riscos da inovação. Algumas formas de fazer isso seria reduzir o custo dos investimentos para a inovação, usando diferentes mecanismos; fazer parcerias público-privadas, ajustar marcos regulatórios para as empresas se conectarem a universidades e institutos de pesquisa, vários tipos de ação. Na OCDE, acreditamos que os governos têm o papel, principalmente, de dar suporte às empresas, pois elas não podem ficar sozinhas nem conseguem fazer tudo sozinhas. Locus: Qual a importância e o papel de estruturas como parques científicos e incubadoras para um sistema nacional de inovação? Guinet: Não há dúvidas de que quando eles são bem planejados, gerenciados e localizados, eles são muito úteis. Parece óbvio, mas eu digo isso porque eles não funcionam simplesmente como uma mágica. Em alguns casos, iniciativas como essas não foram bem executadas. Portanto, fazer investimentos exagerados nesse tipo de infraestrutura é um erro. Também há problemas com a criação de competições entre essas estruturas. Cada universidade, região ou município acaba querendo criar essa instituição mágica, da qual acreditam que emergirá o desenvolvimento. Mas não há dúvida de que são muito úteis. Hoje há experiência internacional sobre como planejá-los, onde estabelecê-los, formas de gerenciá-los. Por isso, é possível evitar erros em sua estruturação, como parques tecnológicos que degeneram para loteamentos ou que estão junto a universidades mas acabam se tornando apenas parques de negócios. É preciso gerenciar com cuidado e evitar esses riscos. Acima de tudo, são instituições que fazem parte de uma economia regional e devem ser vistas e geridas dessa maneira. A maioria dos países emergentes está investindo nesses parques. Na China, é inacreditável o número de parques científicos e incubadoras que foram criados recentemente. O Brasil passou por dificuldades macroeconômicas, que de fato foram deteriorantes para o desenvolvimento desse novo segmento da economia, mas agora isso está superado. Locus: Quais as características das políticas públicas de inovação em países que alcançaram elevado crescimento econômico nos últimos anos? Pode citar alguns exemplos? Guinet: Os Estados Unidos são bastante estudados e conhecidos. Nós sabemos que eles desenvolveram um poderoso modelo de inovação e tiveram sucesso em mobilizar universidades e institutos públicos de pesquisa em prol do desenvolvimento econômico. Eles também têm tido muito sucesso, especialmente nas últimas duas décadas, desenvolvendo o modelo de inovação empreendedora, com startups, venture-capital. Tudo isso ocorreu graças aos mecanismos do mercado e de competição juntamente com a atuação de atores públicos ou de fora do mercado. Há vários outros exemplos. A Finlândia é muito interessante atualmente. Eles viveram um grande sucesso em políticas de inovação e também uma grande crise. Eles usaram a inovação para sair da crise que enfrentaram durante os anos 90. Tiveram queda de 10% do PIB e 20% de desemprego e de repente conseguiram reunir forças para traçar um novo modelo de desenvolvimento, evidentemente baseado na inovação. Para isso, usaram, é claro, ingredientes básicos, como investimento em educação de alto nível e também interessantes parcerias público-privadas. Eles foram um dos primeiros países a fazer essas parcerias continuamente e sistematicamente, assim como o Brasil pretende fazer. 9

10 E M M O V I M E N T O Empreendedorismo para reintegração social Tornar-se referência na elaboração de políticas públicas do sistema penitenciário. Esse é o objetivo do projeto Incubadora de Empreendedorismo para Egressos (IEE), que busca contribuir para a reintegração social de egressos do sistema penitenciário do estado do Rio de Janeiro, por meio do incentivo ao empreendedorismo. Atualmente estão em desenvolvimento 80 novos empreendimentos, ainda em fase de préincubação. Em três anos de atividade, a IEE selou parcerias com a Ashoka instituição de empreendedorismo social, a Secretaria de Administração Penitenciária do Estado do Rio de Janeiro e a Fundação Getulio Vargas (FGV), que tem contribuído para o enquadramento das empresas da IEE no Simples. Além do Rio de Janeiro, o projeto realizou ações em São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Bahia e Santa Catarina. shutterstock Mais espaço para inovar O polo tecnológico de Santa Rita do Sapucaí (MG), conhecido como Vale da Eletrônica, ganhará mais espaço para incubação de empresas. Incorporado ao Condomínio Municipal de Empresas Ruy Brandão, em Santa Rita do Sapucaí, o novo empreendimento terá dois mil metros quadrados e será custeado pelo governo do estado de Minas e pela prefeitura. No local funcionarão também a Incubadora de Empresas Sinhá Moreira e a Secretaria Municipal de Ciência, Tecnologia, Indústria e Comércio. A obra custará R$ 3,6 milhões e será entregue no segundo semestre de A contrapartida do governo de Minas será de R$ 2,5 milhões. Segundo o secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino, Evaldo Vilela, a parceria do estado nas ações voltadas para as incubadoras é fundamental para o avanço do empreendedorismo e da inovação. Santa Rita do Sapucaí tem potencial enorme, temos que aumentar ainda mais o número de incubadoras e, consequentemente, o número de empresas incubadas, afirma. O Vale da Eletrônica possui 140 empresas do setor eletroeletrônico, que formam um Arranjo Produtivo Local (APL). 10 Empresa da Incubadora de Empresas da Coppe/ UFRJ recebe Prêmio Bitec A Ambidados, que presta serviços de processamento e análise de dados meteoceanográficos e batimétricos, recebeu o segundo lugar do Prêmio Bitec de apoio às micro e pequenas empresas (MPEs), promovido pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan). O projeto Monitoramento Ambiental Meteoceanográfico, desenvolvido pela aluna Talita Soares Lucena, mostrou como a empresa incubada da Coppe/UFRJ incentiva a transferência de conhecimento universitário para MPEs. A premiação ocorreu no dia 3 de setembro, na sede da Firjan.

11 Incubadora Softex Campinas recebe novas empresas Com capacidade para 10 empresas residentes, a Incubadora Softex Campinas recebeu quatro novos empreendimentos neste ano. Por meio de um edital de fluxo contínuo, os projetos apresentados são avaliados e aprovados por uma banca composta por cinco pessoas, entre técnicos, especialistas da área e representantes do Sebrae/SP, entidade parceira da incubadora de empreendimentos da área de Tecnologia da Informação e Comunicação. A CiteSpace, incubada desde janeiro, desenvolve um portal na internet, chamado Innovation Space, que permite aos usuários encontrar informações técnicas para o desenvolvimento de produtos e serviços inovadores dentro de suas empresas. A Flextom, que ingressou na incubadora no mesmo período, trabalha com automação residencial. A Sofist, que oferece serviços de outsourcing, consultoria e treinamento em testes de software, era pré-incubada na Softex e tornou-se incubada em junho. No mês seguinte foi a vez da MobWise, que presta serviços para dispositivos portáteis, principalmente celulares, smartphones e PDAs. Atualmente, a Softex possui nove empresas residentes e está avaliando mais quatro projetos, dois residentes e dois não residentes. Este é o ano em que a incubadora está recebendo mais propostas. O fato de atendermos a incubadas não residentes permite que aceitemos um maior número de empresas, explica Cidinha Freitas Navas, responsável pela seleção de novos empreendimentos. Expectativa na Bahia Em fase de implantação, o Parque TecnoBahia será o principal instrumento do governo da Bahia para atrair pesquisa de ponta para o estado e induzir o surgimento de empreendimentos inovadores. O parque abrigará um consórcio de pesquisas universitárias, incubadoras e empresas de base tecnológica, além de servir como um centro de convergência do sistema estadual de inovação, envolvendo governo, entidades de pesquisa e empresas privadas. As obras foram iniciadas em agosto de 2008, pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação. O Tecnocentro, principal estrutura predial do parque, já foi licitado por R$ 34 milhões. A previsão é que o parque inicie as atividades em julho de 2010, quando todas as obras devem ser finalizadas. A construção do parque segue os preceitos de sustentabilidade, utilizando materiais ecologicamente corretos. O sistema viário, por exemplo, terá piso intertravado, que tem maior aderência em relação ao asfalto, é menos poluente e mais permeável do que os pisos tradicionais o que possibilita maior absorção da água da chuva. Já a rede de energia elétrica terá postes de madeira provenientes de áreas de reflorestamento e as ciclovias e trilhas ecológicas serão estruturadas com baba-decupim, liga que substitui o cimento. divulgação divulgação Incubadora de Campinas abriga nove empresas e avalia mais projetos Projeto do Parque Tecnológico da Bahia 11

12 E M M O V I M E N T O Empresa aposta na pesquisa com células-tronco A Cryopraxis, empresa instalada no Polo Bio- Rio, firmou acordo com a americana CryoCell International para desenvolver pesquisas sobre as células-tronco presentes no fluido menstrual. Segundo os pesquisadores, essas células podem ser úteis ao tratamento de diversas doenças. A parceria entre as empresas permitirá o desenvolvimento de uma técnica para facilitar a identificação e o tratamento da endometriose, doença que atinge até 15% das mulheres em idade fértil. A Cryopraxis utilizará uma tecnologia CryoCell nos Estados Unidos. Conforme o acordo, a empresa brasileira conduz as pesquisas e torna-se coproprietária dos resultados obtidos. A nova técnica deve diagnosticar previamente a doença que causa deformação interna do útero, dor pélvica intensa e infertilidade estima-se que no Brasil cerca de 10 milhões de mulheres sofram de endometriose. O diagnóstico precoce representa um grande avanço, já que, na maioria das vezes, o diagnóstico é obtido apenas sete ou 10 anos após o início dos sintomas, quando o tratamento tende a ser mais difícil. Com a nova técnica, os médicos também poderão traçar prognósticos mais precisos sobre as chances de uma paciente contrair a doença. A endometriose é normalmente diagnosticada por procedimentos laparoscópicos dolorosos e invasivos. Pesquisas devem gerar técnica para tratamento da endometriose Milhões de mulheres devem se beneficiar da coleta do fluido menstrual, técnica não invasiva das célulastronco, em lugar dos métodos convencionais, dolorosos e trabalhosos, adianta Mercedes Walton, presidente da CryoCell. A parceria internacional é o primeiro passo para o desenvolvimento também de terapias celulares úteis ao tratamento de doenças degenerativas (Parkinson, Alzheimer, esclerose múltipla etc.) e de disfunções como a incontinência urinária feminina. A Cryopraxis foi classificada pela publicação americana Business Week em 2009 como líder global em tecnologias em medicina regenerativa. divulgação Outplan faz parceria com RBS A Outplan, empresa graduada do Centro de Laboração de Tecnologias Avançadas (Celta), acaba de firmar parceria com o Grupo RBS, o maior conglomerado de comunicação da região Sul, para comercialização do Futebolcard um sistema pioneiro na venda online de ingressos para partidas de futebol e acesso aos estádios que utiliza o cartão de crédito. O Grupo RBS vai atuar na venda de ingressos online e on-site (bilheterias) para nove grandes clubes de futebol brasileiros Palmeiras, São Paulo, Botafogo, Santos, Figueirense, Ponte Preta, Avaí, Guaratinguetá e Bahia. 12

13 Cartão Bndes financia investimentos em inovação Micro, pequenas e médias empresas que faturam até R$ 60 milhões por ano podem financiar a contratação de serviços de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) com o Cartão Bndes. Com crédito rotativo e pré-aprovado no valor de até R$ 500 mil por banco emissor (Banco do Brasil, Bradesco e Caixa Econômica Federal) e sem a necessidade de apresentação de projeto, os empresários poderão contratar junto às Instituições Científicas e Tecnológicas (ICTs), por exemplo, serviços de prototipagem, design, ergonomia e resposta técnica de alta complexidade, bem como a aquisição de tecnologia e avaliação da qualidade de produto e processo de software. Além disso, o cartão pode financiar as contrapartidas exigidas das MPEs em programas executados pela Finep, como o Sibratec, o Progex e o Prumo, voltados a projetos de inovação e extensão tecnológica em cooperação com ICTs. A iniciativa atenderá, ainda, a demanda por crédito das empresas que necessitam de financiamento de baixo valor para investir em inovação. Criado em 2003, o Cartão Bndes oferece uma linha de crédito rotativo e pré-aprovado, com taxa de juros que beira 1% ao mês e pagamento em até 48 prestações mensais fixas, sem cobrança de tarifa ou anuidade. As transações são realizadas pela internet, através do Portal de Operações do Cartão Bndes (www.cartaobndes.gov.br). Até o momento, foram emitidos 203 mil cartões, somando mais de R$ 7,2 bilhões em limite de crédito pré-aprovado para investimentos. Em 2008, o banco viabilizou 63 mil transações, que representaram R$ 934 milhões em negócios, com crescimento superior a 60% em relação ao ano anterior. Para aprender em casa Reconhecido como pioneiro na criação de metodologias de ensino para incentivar o empreendedorismo, Fernando Dolabela autor de O segredo de Luísa, com mais de 200 mil livros vendidos no Brasil dedicou seu último livro, Quero construir minha história, aos pais de empreendedores. Eu já escrevi para alunos e professores de todas as idades. Mas nenhum livro meu era dirigido aos pais, que são mais importantes do que a escola na formação empreendedora, explica Dolabela. Baseado em uma pesquisa acadêmica realizada com empreendedores e empregados de 11 países, Dolabela usa a ficção para ilustrar como a família pode influenciar a atitude empreendedora dos filhos. O livro explica o que é o potencial empreendedor e como estimulá-lo. Normalmente a família e a escola o inibem, afirma o autor. Como em O segredo de Luísa e A ponte mágica, o novo livro traz uma história que conduz o leitor. Desta vez, a narrativa conta a trajetória engenheiro Rodrigo, sua mulher, Rita, e o filho André, de 8 anos, que demonstra enorme talento criativo e potencial empreendedor. As ideias do menino, porém, não são bem acolhidas pelos pais, que sonham em ver o filho desenvolver uma carreira estável de médico, engenheiro ou advogado. Tudo muda a partir de um revés no trabalho do pai, que faz a família rever conceitos. divulgação divulgação Livro de Dolabela alerta os pais sobre a importância do empreendedorismo 13

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