Um Ambiente Virtual de Aprendizagem na Web para Apoiar o Ensino da Linguagem Brasileira de Sinais - LIBRAS

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1 Um Ambiente Virtual de Aprendizagem na Web para Apoiar o Ensino da Linguagem Brasileira de Sinais - LIBRAS Evandro de B. Costa 1, Hyggo O. de Almeida 2, Daniel deoliveira 3,4, Edilson Ferneda 4,5, Joaquim E. L. Barbosa 3, Rodrigo Nunes 3, Thiago N. Figueiredo 6 1 Departamento de Tecnologia da Informação - Universidade Federal de Alagoas (UFAL) Campus A. C. Simões, Tab. do Martins, Maceió -AL Brasil, Fone: Programa de Pós-Graduação em Informática - Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) Av. Aprigio Veloso, 882, Campina Grande, PB Brasil, Fone: Instituto Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Tecnologia de Software (CTS), SCRN716, Bl. G, ent 42, sala 202, CEP: , Brasília DF, Brasil, Fone: Diretoria de Tecnologia de Informação e Comunicação, Universidade Católica da Brasília (UCB) Campus Universitário II Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa SGAN 916 Módulo B Asa Norte, Brasília, DF, Fone: /159 5 Pesquisador associado ao Departamento de Ciência da Computação, Universidade de Brasília (UnB) 6 Bacharelando em Ciência da Computação, Universidade Católica de Brasília (UCB) Resumo. Uma parte significativa da população brasileira é portadora de deficiência auditiva. Este trabalho tem por objetivo introduzir um ambiente virtual de ensino/aprendizagem na Web voltado para o domínio da Linguagem Brasileira de Sinais LIBRAS. Esse ambiente oferece suporte para a integração de pessoas, sistemas computacionais e conteúdos, permitindo interações cooperativas e colaborativas entre alunos e destes com o professor, inclusive por meio de comunicação móvel. Neste artigo, será dada ênfase ao sistema de comunicação via aparelho celular como um componente no apoio às interações entre os participantes, além de discutir adaptações nas ferramentas de interação tradicionais. Palavras-chave: Informática na Educação Especial, Inclusão Digital, Educação à Distância, LIBRAS. Abstract. A big part of brazilian population has hearing disabilities. This work aims to introduce a web-based teaching-learning in the LIBRAS (Brazilian language of Signs) domain. This environment supports means to provide integration among people, computer systems, and contents. It allows cooperative and collaborative interactions between both student-student, student-teach. Such interactions may also be by means of mobile communication. In this paper, we emphasize the communication system via mobile cell as a component to support interactions among people. Also, we discuss adaptations concerning interaction tools. Keywords: Special Education, Digital Inclusion, Distance Learning, LIBRAS.

2 1. Introdução De acordo com o Censo 2000 e com a Organização Mundial da Saúde - OMS, estima-se em 3,5% a população brasileira portadora de surdez em diferentes graus, de leve a profunda. Entre esta população encontram-se os surdos oralizados (que não fazem uso das Línguas de Sinais) e os surdos não oralizados (que utilizam a Língua Brasileira de Sinais LIBRAS, entre outras, para se comunicarem). Em 2002 o Congresso Nacional e o Presidente da República aprovaram e sancionaram a Lei nº , de 24 de abril de 2002, que reconhece a LIBRAS como meio legal de comunicação e expressão. O contexto acima e a atenção ao sentimento amplo de cidadãos interessados em contribuir para a redução da exclusão digital, constituem a motivação social do presente trabalho. Do ponto de vista técnico, o ambiente aqui proposto significa uma união de esforços de grupos de interesse no tema. De um lado os projetos em desenvolvimento no Departamento de Tecnologia da Informação da UFAL (FALIBRAS [CORADINE 2002], graw [COSTA 2002]) e do outro projetos como o Programa JavaS (Java Surdos), do DFJUG - Brasília Java Users Group, que objetiva treinar surdos no sentido de inseri-los no mercado de trabalho relacionado a esta linguagem de programação. Como primeiro trabalho foram produzidos dois CDs multimídia, nos quais os surdos deste grupo descrevem, de forma oralizada e em LIBRAS, diversas dificuldades pelas quais já passaram em suas vidas, e que, pelo fato de estarem com um telefone celular, puderam superá-las, ou o contrário, onde, por não possuírem um celular naquele momento, terem ficado em sérias dificuldades. Neste contexto, surgiu a proposição de um ambiente virtual de ensino-aprendizagem na Web voltado para o domínio da Linguagem Brasileira de Sinais LIBRAS. Este ambiente oferece suporte para a integração de pessoas, sistemas computacionais e conteúdos, permitindo interações cooperativas e colaborativas entre alunos e destes com o professor, inclusive por meio de comunicação através de aparelhos celulares. A materialização deste ambiente redundou na construção de um esquema de comunidade virtual de aprendizagem, que teve como ponto de partida o ambiente graw, no suporte a cursos via Web. Daí, nossa proposta passou a ser a concepção e o desenvolvimento de um graw-s com todas as suas ferramentas de apoio à interação (bate-papo, fórum, whiteboard,...) revistas e adaptadas aos propósitos e necessidades do público de deficientes auditivos e características da linguagem LIBRAS. Este ambiente oferece suporte para a integração de pessoas, sistemas computacionais e conteúdos, permitindo interações cooperativas e colaborativas entre alunos e destes com o professor, inclusive por meio de comunicação móvel. Neste artigo, será dada uma ênfase ao sistema de comunicação via aparelho celular como um componente no apoio às interações entre os participantes, além de discutir adaptações nas ferramentas de interação tradicionais, tais como: bate-papo, fórum, correio eletrônico e whiteboard. Este artigo está estruturado da seguinte forma. Na Seção 2, serão discutidos o contexto, a motivação e a problemática do projeto em questão. Na Seção 3, será apresentado o ambiente virtual de ensino-aprendizagem na Web voltado para a LIBRAS, exibindo e discutindo sua arquitetura. Na Seção 4, discute-se em mais detalhes o componente de suporte à comunicação via celular. Por fim, as considerações finais são apresentadas.

3 2. Contexto do trabalho No advento da Sociedade da Informação, a área de Informática na Educação Especial em particular, necessita oferecer respostas à questão da exclusão digital. Na verdade, as iniciativas nessa direção já começam a apresentar resultados, como, por exemplo, os trabalhos de M. B. Campos [CAMPOS 2000, 2002] e de S. Crespo [SOUZA 2003a, 2003b]. No que concerne ao contexto do presente trabalho, tal como foi dito na Introdução, há uma união de esforços sobre resultados obtidos no âmbito de pesquisas de grupos em Alagoas e no Distrito Federal. Na Universidade Federal de Alagoas, no Departamento de Tecnologia da Informação, desenvolvem-se os projetos Falibras e graw Comunidades Virtuais de Aprendizagem na Web, de onde recentemente se originou o graw-s, voltado para o ensino de LIBRAS. O projeto FALIBRAS consiste na implementação de um sistema que, ao captar a fala no microfone, exibe, no monitor de um computador, a interpretação do que foi dito, em LIBRAS, na sua forma gestual, animada. Isto ocorrendo, de preferência, em tempo real. Já o grupo de trabalho de Brasília, seguiu o exemplo do trabalho desenvolvido no âmbito do Falibras [CORADINE 2002], investindo no projeto de desenvolvimento em Java, baseado no banco de dados MySQL, no reconhecedor de fala IBM ViaVoice e em animações vetoriais desenvolvidas no Flash da Macromedia. No que diz respeito a dispositivos móveis, o referido grupo constatou que grande parte da população surda do Distrito Federal usa celulares como meio de comunicação, através da troca de s SMS. Este serviço apresenta uma série de dificuldades como a incerteza da chegada da mensagem ao destino e atrasos de até 24 horas no envio. Assim, este grupo JavaS decidiu iniciar o desenvolvimento de um sistema de comunicação (chat), em Java, que permitisse a comunicação, escrita e bi-direcional, entre emissor e receptor. Como se constatou também que uma parcela significativa da população surda é analfabeta, e, portanto, não teria acesso a este bate-papo, decidiu-se que a linguagem de comunicação deveria também contemplar a LIBRAS, pois esta língua é usada por 60% da comunidade. Uma vez que a necessidade de aporte tecnológico para este projeto ultrapassava os recursos disponíveis no DFJUG, em 2003 realizou-se um acordo onde o Instituto CTS passou a fornecer todos os recursos necessários para o desenvolvimento deste sistema: infra-estrutura de logística e tecnológica e apoio financeiro. O time de desenvolvedores reunidos para este projeto é composto de um analista de sistemas, um programador Java (surdo) responsável pelo acesso ao banco de dados, um programador responsável pelo reconhecedor ViaVoice (cadeirante) e por um WebDesigner criador das imagens utilizadas. A equipe conta ainda com a colaboração de um analista de sistemas (cego), que nos auxiliou na compreensão dos softwares ledores de tela, como o Jaws para Windows. Dados os esforços citados acima, envolvendo o ambiente graw, resultados do Falibras e o sistema proposto para dar suporte a comunicação via celular, definiu-se o presente ambiente descrito na seção seguinte. 3. O Ambiente Proposto O ambiente virtual de ensino-aprendizagem na Web é voltado para o domínio da Linguagem Brasileira de Sinais LIBRAS, destinado a dois tipos de público: a

4 comunidade de deficientes auditivos e pessoas que interagem de algum modo com essa comunidade. Este ambiente, conforme foi dito, oferece suporte para a integração de pessoas, sistemas computacionais e conteúdos. No que toca a pessoas, incluem-se os papéis de professores facilitadores, alunos e monitores. Isto tem se traduzido, neste trabalho, em interações cooperativas e colaborativas entre os participantes, inclusive por meio de comunicação através de aparelhos celulares. Daí, nossa proposta passou a ser a concepção e o desenvolvimento do ambiente graw-s com todas as suas ferramentas de apoio à interação (bate-papo, fórum, whiteboard,...), revistas e adaptadas aos propósitos e necessidades do público de deficientes auditivos e características da linguagem LIBRAS. A arquitetura do ambiente é composta por cinco módulos principais, apresentados na Figura 1. Figura 1. Arquitetura do ambiente. 1. O ambiente graw dá suporte de comunicação entre os usuários e fornece ferramentas como bate-papo, whiteboard e fórum com adaptações para os deficientes auditivos. Estas adaptações dizem respeito à possibilidade da escrita de libras nas conversas de bate-papo e nas mensagens do fórum. O módulo de acesso a libras por parte do graw ainda está em desenvolvimento. 2. O repositório de LIBRAS é uma base de dados contendo um dicionário da linguagem brasileira dos sinais, assim como sua história e exercícios referentes ao seu aprendizado. Este repositório é a base do conteúdo acessado através da fachada de serviços. 3. A fachada de serviços representa o gerenciador dos serviços disponibilizados pelo graw e pelo repositório de libras. Este módulo provê independência entre as camadas de apresentação e o conteúdo armazenado pelo repositório e a comunicação entre os usuários provida pelo graw. O funcionamento segue o modelo arquitetural Modelo-Visão-Controlador (MVC). 4. O módulo Web implementa, através de JSP, a visualização dos recursos de Libras e a disponibilização dos serviços do graw através de um navegador. O dicionário de termos da linguagem LIBRAS está no formato flash e, portanto, executam

5 também no navegador com um plugin instalado. A comunicação entre o flash e a fachada de serviços acontece via requisição http usando servlets, da mesma forma que ocorre com JSP. Os dados trafegam no formato XML, garantindo total independência dos módulos de visão/apresentação. A tecnologia Flash MX foi utilizada para implementar esta comunicação. 5. O módulo celular, da mesma forma que o módulo Web, utiliza a independência no fornecimento dos serviços para acessar os dados do repositório de libras. Atualmente, não há ligação entre as requisições vindas de celulares e a comunicação provida pelo ambiente graw. Isto seria interessante para armazenar, em um repositório único, informações de perfil do usuário, para que fosse possível acessar suas informações de qualquer meio de apresentação (celular ou web). 4. Sistema para Comunicação Móvel No que se segue, apresenta-se uma discussão mais detalhada sobre o componente que permite a comunicação via celular entre os participantes da comunidade virtual para o ensino de LIBRAS. Assim, estão descritas as diversas etapas do projeto e a arquitetura do sistema. Através do dicionário português-libras armazenado no repositório de LIBRAS, podese reconhecer cada termo solicitado pelo usuário e transmiti-lo em forma de animação ao seu celular. Caso uma palavra não tenha correspondência no banco de dados, as imagens de todos os caracteres da mesma são transmitidas letra a letra (módulo soletrador) para o dispositivo móvel de origem. A Figura 2 representa genericamente tal arquitetura. Figura 2. Arquitetura do Sistema de Comunicação Móvel Quatro fases foram definidas e passam por processos de integração. A primeira, em andamento, corresponde à definição de um banco de gestos em Flash, para permitir o

6 desenvolvimento de uma linha de montagem de palavras. A segunda, também em andamento, é o desenvolvimento de um banco imagens das 300 palavras mais utilizadas pelo Help Desk. A terceira, já concluída, é o desenvolvimento da aplicação Java (BB Fala) processadora de palavras na língua portuguesa traduzindo-as em LIBRAS. A quarta fase, também em andamento, é o desenvolvimento do módulo de reconhecimento e sintetização de voz como módulo principal para interação com os usuários. Para simplificação do processo nesta fase, decidiu-se pela não utilização das animações em LIBRAS nos testes, mas sim uma versão simplificada da mesma chamada de Português Sinalizado. Esta versão representa em sinais a língua portuguesa, palavra a palavra, e não como em LIBRAS onde uma frase pode ter um único sinal para representá-la. O sistema está sendo desenvolvido em JBuilder 8, versão Mobile, da Borland, por sua capacidade de emular o celular Sony Ericsson, modelo P800, que é um dispositivo embarcado de terceira geração, e que foi definido como plataforma de desenvolvimento para este projeto. Este aparelho foi selecionado por ser capaz de receber imagens padrão Mpeg 4 e executar aplicações Java J2ME em ambiente operacional Symbian. Na Figura 3 é mostrada uma imagem do P800 executando a palavra banco. Figura 3. A palavra banco da LIBRAS no celular P Conclusões Este trabalho introduziu um ambiente virtual de ensino/aprendizagem na estrutura Web para o domínio da Linguagem Brasileira de Sinais LIBRAS. Trata-se de um trabalho em desenvolvimento, mas já sinalizando com vários componentes implementados, passando atualmente por uma etapa de experimentações junto à população alvo. Por exemplo, o sistema de apoio à comunicação móvel está em sua fase final de validação no âmbito de um projeto de inclusão digital de surdos no uso de telefonia móvel. Uma vez concluída a fase de integração dos módulos que compõem o sistema de processamento de palavras BB Fala, que no momento envia as imagens somente em Português

7 Sinalizado, será integrado um analisador de contexto para permitir a comunicação completa sobre o padrão LIBRAS. As demais ferramentas de interação encontram-se em fase de conclusão de implementação, o que está significando pouco esforço de codificação, pois apenas estende o que havia sido desenvolvido no contexto do ambiente graw. Concluindo as pendências citadas acima, virá o trabalho de integração e testes funcionais, que seguirão por testes de usabilidade. Com o co-patrocínio do Instituto CTS (através do projeto Rybená), do Banco do Brasil e do Brasilia Java Users Group (através do projeto social JavaS Java Surdos), desde o dia 13 de dezembro de 2003 o código fonte deste software e seus componentes estão liberados nos termos da licença BSD e estão disponíveis em Agradecimentos Este projeto é parcialmente financiado pelo Instituto Centro de Pesquisa em Desenvolvimento em Tecnologia de Software (CTS) do Banco do Brasil, pela Universidade Católica de Brasília, através do projeto Avaliação de Ambientes Educacionais Corporativos Baseados em EAD, coordenado pelo Prof. Edilson Ferneda, e pelo projeto MUSA, firmado entre UnB, Banco do Brasil, IBM e Solectron. Agradecimentos especiais aos membros do projeto FALIBRAS, da UFAL, em especial ao Prof. L. C. Coradine, e à aluna Rosemeire Silva, pelo apoio. Referências [CAMPOS 2000] CAMPOS, M. B., GIRAFFA, L. M. M., SANTROSA, L. M. C. Ferramentas para Suporte à Educação Bilíngüe à Distância: Língua Brasileira de Sinais e Língua Portuguesa. Anais do Simpósio Brasileiro de Informática na Educação. As novas tecnologias da informação e comunicação na aprendizagem, 08 a 10 de novembro de 2000, Maceió (AL), pp [CAMPOS 2002] CAMPOS, M. B., Workshop: Escrita de Língua de Sinais na Interação em Redes. III Congresso Ibero-Americano de Informática na Educação Especial - CIIEE 2002, Fortaleza (CE). [CORADINE 2002] CORADINE, L. C., ALBUQUERQUE, F. C., BRITO, P. H. S., SILVA R. L., SILVA, T. F. L. Sistema Falibras: Interpretação animada, em LIBRAS, de palavras e expressões em português. II Congresso Ibero-Americano de Informática na Educação Especial CIIEE [COSTA 2002] LEITE, C.; JUNIOR, M.; PAES, R.; COSTA, E. B. graw: A Web Interactive Environment to Support Undergraduate Courses. Proceedings of the World Conference on E-Learning in Corporate, Government, Healthcare, & Higher Education E-Learn Montréal, Canadá, [SOUZA 2003a] SOUZA, V. C. CRESPO, S. Sign Web-Message: Um ambiente para comunicação via internet baseada na escrita da Língua Brasileira de sinais, Mostra de software do XIV Simpósio Brasileiro de Informática na Educação, Rio de Janeiro (RJ), novembro 2003.

8 [SOUZA 2003b] SOUZA, V. C. CRESPO, S., PINTO, C. S. Sign WebMessage: uma ferramenta para comunicação via web através da Língua Brasileira de Sinais Libras. Anais do XIV Simpósio Brasileiro de Informática na Educação, Rio de Janeiro (RJ), novembro 2003.

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