A RESPONSABILIDADE SOCIAL DE EMPRESAS PRIVADAS COMO NOVO ELEMENTO NA DINÂMICA DEMOCRÁTICA DO BRASIL

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1 Universidade Federal de Minas Gerais Programa de Formação de Conselheiros Nacionais Curso de Especialização em Democracia Participativa, República e Movimentos Sociais Marisa Jacomini de Sousa A RESPONSABILIDADE SOCIAL DE EMPRESAS PRIVADAS COMO NOVO ELEMENTO NA DINÂMICA DEMOCRÁTICA DO BRASIL Brasília 2010

2 2 MARISA JACOMINI DE SOUSA Monografia apresentada à Universidade Federal de Minas Gerais como requisito parcial para obtenção do título de Especialista em Democracia Participativa, República e Movimentos Sociais. Orientadora: Maria de Lourdes Dolabela Co-orientadora: Flávia Pereira Xavier Brasília 2010

3 3 Marisa Jacomini de Sousa A RESPONSABILIDADE SOCIAL DE EMPRESAS PRIVADAS COMO NOVO ELEMENTO NA DINÂMICA DEMOCRÁTICA DO BRASIL Monografia apresentada à Universidade Federal de Minas Gerais como requisito parcial para obtenção do título de Especialista em Democracia Participativa, República e Movimentos Sociais. Aprovada em.../.../... BANCA EXAMINADORA Componente da Banca Examinadora Instituição a que pertence Componente da Banca Examinadora Instituição a que pertence Componente da Banca Examinadora Instituição a que pertence

4 4 SUMÁRIO Pg. 1. Introdução 6 2. Objetivos e justificativa Objetivos Gerais Objetivos específicos Justificativa 9 3. A evolução do debate: da filantropia à Responsabilidade Social Empresarial Mobilização Internacional Norteadora da Responsabilidade Social Empresarial Pacto Global Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico OCDE Fórum Social Mundial FSM A Mobilização das Empresas Privadas Instaladas no Brasil em torno da Responsabilidade Social Empresarial Instituto Ethos Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade Prêmio Objetivo de Desenvolvimento do Milênio Brasil Prêmio ODM Brasil Índice de Sustentabilidade Empresarial ISE Comitê de Entidades no Combate à Fome e pela Vida COEP Balanço Social do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas IBASE 20

5 5 6. O Potencial democratizante da Responsabilidade Social Empresarial Base Empírica: Pesquisas do IPEA Análise das pesquisas 29 Quadro 1: Comparação entre as pesquisas Bondade ou Interesse? Como e por que as empresas atuam na área social (2001) e A Iniciativa Privada e o Espírito Público - A evolução da ação social das empresas privadas no Brasil (2006), ambas do IPEA Interpretação dos discursos do setor empresarial, à luz das contradições apresentadas pelo debate Potencial de atuação conjunta entre estado e o setor privado sob a ótica da responsabilidade social empresarial Considerações Finais Referências Bibliográficas 44

6 6 1. INTRODUÇÃO A ausência de consenso em torno do tema da responsabilidade social empresarial vai desde a imprecisão de seu conceito até a definição de sua dimensão. O fato é que a abrangência do tema envolve diferentes opiniões em relação às especificidades dos papéis do Estado, das empresas privadas e da sociedade civil. Sem julgar a motivação, o histórico de exclusão social do Brasil em si já justifica a importância das ações filantrópicas por parte de pessoas e de empresas. São ações de alívio imediato que amenizam a miséria dos que vivem à margem dos direitos garantidos em leis. Entretanto, não fosse a polêmica em torno do tema em que alguns autores consideram o ativismo social empresarial como uma mera tentativa de as empresas se legitimarem nos territórios em que atuam, apropriandose de um discurso simpático à sociedade em que buscam combater a pobreza que no fundo elas mesmas criaram. A Responsabilidade Social Empresarial é um tema recente, inacabado e polêmico entre os diversos autores que tratam do assunto. Por ser recente, existem várias expressões que muitas vezes expressam sinônimos ou diferenças, como filantropia empresarial, cidadania empresarial, responsabilidade social corporativa, responsabilidade social empresarial, entre outros. Há, entretanto, um certo consenso entre os autores em situá-lo em uma linha evolutiva que vai do altruísmo pessoal do proprietário, posteriormente passando à filantropia empresarial, caracterizada por ações conjuntas com entidades religiosas ou afins, e finalmente, à responsabilidade social empresarial, expressão ainda não conclusiva, vista como a incorporação de valores sociais e políticos no desenvolvimento dos negócios da empresa. Mas, se os serviços sociais que são ofertados pelas empresas também o são garantidos em lei, por que então elas os promovem? A resposta é evidente e dispensa maiores reflexões: apesar de garantidos em leis, muitos cidadãos vivem à margem do desfrute pleno dos direitos sociais. As restrições orçamentárias, os obstáculos burocráticos, a ineficiência administrativa, entre tantos outros motivos podem ser apontados como os grandes vilões da efetivação dos direitos sociais que

7 7 mantêm uma legião de cidadãos em busca de alternativas para conseguirem usufruir seus direitos duramente conquistados e garantidos em leis. Sendo dever do Estado democrático o provimento de serviços sociais a todos os cidadãos, isso se torna um fato suficientemente relevante para que ele acenda o alerta em busca das possibilidades que se apresentam como instrumentos para a formação de uma nova arquitetura administrativa de enfrentamento à exclusão social. Chega-se, portanto à seguinte constatação: os direitos sociais estão garantidos nas leis; é dever do Estado provê-los; em função de inúmeros obstáculos, o Estado não consegue promovê-los; a sociedade passa a demandar das empresas o suprimento de serviços púbicos onde o Estado está ausente; as empresas privadas entram em cena para cobrir o vácuo deixado pelo Estado. Mas por que as empresas? Por que elas são demandadas e por que elas atendem o chamado? Os direitos sociais são direitos dos cidadãos e cidadania pressupõe o acesso democrático aos bens e direitos públicos garantidos na Constituição Federal. Por sua vez, a Constituição Federal brasileira traduziu em leis os anseios democráticos da sociedade civil sedenta por direitos sociais, civis e políticos em uma sociedade democrática protegida por um ambiente participativo, garantido pelo Estado. Falar de ações sociais empreendidas por empresas privadas sem o envolvimento do Estado é, no mínimo, reduzir a nada a função precípua do Estado. A não-participação do Estado no debate representa não somente a perda de força e potencial em traduzir em transformação social as ações sociais das empresas, mas principalmente a exclusão política de toda sociedade. Construir uma sociedade livre, mais justa e politicamente participativa é a grande meta de um Estado Democrático de Direito. E ambiente democrático perpassa pelas relações transparentes entre Estado, sociedade civil e mercado, aqui representado pelas empresas privadas. Este trabalho procura contribuir para investigar a concepção da responsabilidade social das empresas privadas situadas no território brasileiro, sob a perspectiva democratizadora que o tema pode conter. Busca-se assim jogar luz sobre as possibilidades que se desenham para viabilizar a participação de diversos

8 8 atores sociais, através do rearranjo institucional do Estado para mais uma frente de combate às desigualdades sociais. Para isso, este trabalho está estruturado de forma que passemos pela evolução do debate no contexto do progresso sócio-econômico e político do Brasil e do mundo na tentativa de contribuir para a compreensão dos reflexos do tema nas ações das empresas localizadas no Brasil. Para contextualizar os movimentos da sociedade relativos à responsabilidade social empresarial, voltaremos o olhar para a mobilização internacional e seus reflexos na sociedade brasileira. Na tentativa de evitar a dilatação extrema deste trabalho, no que concerne aos atores sociais envolvidos no tema, tentaremos situar o grau de envolvimento de cada um no atual contexto democrático. A seguir, tentaremos estabelecer a conexão do tema com o fortalecimento do processo de democracia participativa vivida pelo país nos últimos tempos. Como base para constatação da investigação bibliográfica, usaremos duas pesquisas sobre a ação social das empresas, bastante ricas em detalhes, produzidas pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Em seguida, serão apontadas algumas perspectivas baseadas no confronto entre as pesquisas e o estudo bibliográfico tendo como pano de fundo a experiência brasileira de participação democrática. Finalmente, serão feitas algumas considerações finais, na tentativa de delimitar os avanços e as limitações deste estudo.

9 9 2. OBJETIVOS E JUSTIFICATIVA 2.1. Objetivo Geral Contribuir para a compreensão e inserção da temática da responsabilidade social empresarial no contexto da dinâmica democrática brasileira Objetivos específicos Apontar as principais iniciativas sociais de mobilização em torno da responsabilidade social empresarial, a fim de conhecer possíveis parceiros para a inserção do tema na agenda pública brasileira; Analisar o pontencial democratizante de inserção do tema na agenda pública brasileira; Identificar o potencial de atuação conjunta entre Estado e setor privado, a partir da interpretação dos discursos do setor empresarial, à luz do debate Justificativa A polêmica em torno do tema da responsabilidade social não é somente conceitual, no sentido de compreender o que caracteriza a ação social responsável do setor empresarial. A questão do ativismo social empresarial tem sofrido ataques quanto a sua própria existência. Muitos o consideram prejudicial à eficiência do mercado, outros acreditam que ele fortalece o neoliberalismo e há os que acreditam que ele é o reflexo de uma nova concepção de cidadania. Por ser um tema recente, sua concepção não está definida. A formação do juízo social em torno do tema está em pleno desenvolvimento. Aos que de alguma forma podem ser afetados pela consolidação e generalização de uma concepção é hora de se moverem e entrarem no debate, de compreenderem suas potencialidades e suas armadilhas, se é que existem.

10 10 Para a empresa, sua inserção social pode credenciá-la a um melhor posicionamento diante de seus concorrentes. Para a sociedade, o tema passa a ser depositário da expectativa de ampliação da participação e provimento de demandas sociais, embaladas desde o início do processo de democratização que culminou com a Constituição Federal de Para o Estado, o tema pode colocar em prova sua capacidade de promover a articulação entre os diversos atores sociais em torno de projetos concretos para a superação das desigualdades sociais tão enraizadas quanto combatidas pela sociedade.

11 11 3. A EVOLUÇÃO DO DEBATE: DA FILANTROPIA À RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL Este capítulo procura fazer uma breve passagem sobre a evolução do tema desde a considerada mais clássica compreensão até a atual concepção do pensamento sobre a responsabilidade social empresarial. Percebe-se que a evolução do debate acompanha as expectativas relativas às diferentes visões do papel das empresas ao longo do tempo. Tenório (2004) divide a questão em dois momentos: o primeiro seria o período de transição da economia agrícola para a industrial, com o predomínio da ideologia do liberalismo. Naquele momento, a interferência do Estado era considerada maléfica ao desenvolvimento econômico. Caberia a ele apenas a proteção da concorrência, da propriedade privada e a promoção das ações sociais essenciais. A função social das empresas se resumiria na geração de empregos e ao pagamento de impostos. Com os recursos dos impostos o Estado deveria promover ações sociais. Essa idéia teve origem no pensamento do economista Milton Friedman, que por volta de 1970 escreveu a um artigo a uma importante revista norte-americana, conforme citado por Oliveira (2008): a única responsabilidade social das empresas era gerar lucro para seus acionistas, dentro das regras da sociedade (leis). Enfim, para os autores da corrente essencialmente liberalista, a função social da empresa se resumia na maximização dos lucros e no recolhimento de impostos. A prática de ações sociais por empresas seria inclusive condenada por essa corrente, que considerava a caridade como um entrave ao desenvolvimento da sociedade. Como conclui Tenório (2004):... no início do século XX, a responsabilidade social limitava-se apenas ao ato filantrópico, que inicialmente assumia caráter pessoal, representado pelas doações efetuadas por empresários ou pela criação de fundações.... Posteriormente, os argumentos de Friedman mostraram-se inconsistentes uma vez que surgiram como resultado da industrialização, a degradação do meio ambiente, a baixa qualidade de vida provocada pelo agravamento dos problemas sociais, e a precariedade das relações trabalhistas, levando a sociedade a pressionar governos e empresas por melhores condições de vida. Conforme Tenório (2004), esse fato levou algumas empresas a incorporarem, além da geração de

12 12 empregos e do pagamento de impostos, a idéia de responsabilidade social, entendida então como o cumprimento de obrigações legais ligadas a questões trabalhistas e ambientais. Já o segundo momento, para Tenório (2004), se dá com o desenvolvimento da sociedade pós-industrial, caracterizado pela valorização de um novo fator de produção: o conhecimento técnico. É quando se dá a consolidação do pensamento Keynesiano, que vai do período dos anos 30 aos anos 70, caracterizado pela intervenção do Estado na economia. A transição para o Keynesianismo despertou valores na sociedade que extrapolavam à pura acumulação de riquezas. Essa sociedade pós-industrial passa a valorizar o ser humano, a qualidade de vida e o respeito à natureza. Esse novo padrão de pensamento é que será a base para o atual conceito de responsabilidade social empresarial. Com os requisitos do conhecimento tecnológico, os proprietários de empresas assistem ao crescimento do poder daquilo que é intangível aos negócios: ou seja, do conhecimento, da ordem estrutural de uma empresa, da reunião de diferentes talentos, enfim, na competência organizacional. Com o advento da globalização, as empresas passaram a investir cada vez mais em novas tecnologias a fim de conseguirem produzir produtos e serviços de melhor qualidade e menores custos, a serem oferecidos a um amplo mercado internacional. Para essa nova reestruturação produtiva, as empresas também passaram a buscar trabalhadores com perfil melhor qualificado e polivalente. Aos trabalhadores de baixa qualificação técnica, restariam os baixos salários e as condições precárias de emprego. Paradoxalmente, a globalização que trouxe tanto poder de mercado às empresas, também as tornou vítimas do próprio benefício. Da mesma forma que cresceu o mercado consumidor e fornecedor, cresceu também o interesse das sociedades internacionais em saber as condições de produção de cada produto. A reação da sociedade contra os efeitos negativos da globalização das empresas que infringiam os direitos trabalhistas e o meio ambiente foi o movimento de resistência e de denúncia para o combate a tais práticas. Assim, o mercado globalizado fez com que as empresas da sociedade pósindustrial passassem a incluir os objetivos sociais aos negócios, a fim de atender as

13 13 reivindicações de consumidores, associações civis, movimentos sociais, Ong s, governos, sindicatos e trabalhadores, a fim de legitimarem-se em seus mercados. Como prefaciado por Heitor Chagas de Oliveira, no livro de Tenório (2004): A convivência e as relações com as comunidades, de onde as empresas retiram tantas energias às quais muitas vezes agridem com o seu gigantismo ou com fortes impactos na organização de sua vida, terão que ser objeto de transparentes e legítimas negociações. Beghin (2005) relata que no Brasil, o marco fundador da filantropia empresarial ocorreu em 1910, quando o empresário e escritor Monteiro Lobato criou o personagem Jeca Tatu para um livreto distribuído pelo Laboratório Farmacêutico Fontoura, para a campanha de combate à ancilostomose. Para a autora, esse trabalho foi fortemente marcado por interesses publicitários. E complementa, que só a partir da segunda metade dos anos 80 é que o trabalho voluntário de empresas em atividades de combate à pobreza e à miséria se intensificou. Nesse mesmo período, relata a autora, surgem novas práticas e instituições empresariais com o objetivo de promover o ativismo social das empresas privadas. ordem social: Beghin (2004, p. 69. SD. Mimeog.) ainda complementa que, frente à nova As empresas privadas buscam criar condições para conferir legitimidade à ordem capitalista no Brasil, no sentido do que consideram sua eficiência e a credibilidade de suas instituições (p. 69. SD. Mimeog.). Por sua vez, a legitimidade de uma empresa não é um valor imposto ou gratuito. Ela é conquistada a partir da construção das relações com os diversos atores com os quais uma empresa lida. Dessa forma é consenso entre a maioria dos autores que tratam sobre o tema de que a responsabilidade social surge como reação à reação social, ou seja, a responsabilidade social vem como resposta empresarial às reações das sociedades contra as conseqüências sociais nefastas da globalização. Vem como uma busca pelo alinhamento do objetivo empresarial às expectativas dos atores sociais. Nesse contexto, o pensamento de Oliveira (2008) também corrobora para a compreensão da atual mobilização empresarial em torno do tema: Quando indivíduos ou organizações ganham legitimidade perante um grupo ou sociedade, geralmente ganham credibilidade. Isso facilita seu

14 14 reconhecimento social e a ação na sociedade. (Oliveira, p. 98. SD. Mimeog.). A polêmica em torno do tema pode ser resumida com o seguinte trecho de BEGHIN, ao se referir sobre o ativismo social empresarial: Essas diferentes e, mesmo, antagônicas visões reforçam a necessidade de se aprofundar a temática, inclusive porque, no mundo acadêmico, ainda são pouco numerosas as reflexões sobre o assunto (2005, p. 12. SD. Mimeog.). tema: Assim, pode-se extrair três interpretações distintas para a compreensão do A abordagem teórica liberalista compreende que o papel social das empresas se resume no cumprimento das obrigações legais e na distribuição dos lucros aos acionistas. Por essa abordagem, o que o proprietário fizer além da obrigação legal poderia ser enquadrado como caridade pessoal, e não haveria nenhum compromisso e nada que obrigue o proprietário a tal ação. Pela abordagem da cidadania empresarial, (ainda que não seja uma expressão consensual, usaremos este apenas para delimitar o conceito), a empresa estenderia seu compromisso à melhoria da qualidade de vida da comunidade na qual ela está inserida. Pela abordagem mais atual que se desenha, ainda sem consenso e ainda de conceito indefinido, a responsabilidade social empresarial passa a fazer parte do negócio da empresa e diz respeito ao compromisso da empresa com o desenvolvimento sustentável e com a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos.

15 15 4. A MOBILIZAÇÃO INTERNACIONAL NORTEADORA DA RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL Com a quebra das fronteiras com a globalização, as empresas se viram mais poderosas por poderem escolher onde e como quiserem produzir, muitas vezes aproveitando os baixos padrões ambientais e trabalhistas de alguns países para diminuir custos de produção, incluindo custos com mão-de-obra, incentivos fiscais, entre outros benefícios que tornam seus produtos mais baratos e, portanto, mais competitivos. Mas também, elas podem levar aos países investimentos, geração de emprego, renda, acesso à tecnologia e serem uma mola propulsora para o desenvolvimento de países em desenvolvimento. Entretanto, ainda que o mercado tenha quebrado as fronteiras dos países, não existem regulamentações globais para proteger as sociedades contra empresas socialmente irresponsáveis. Não existe um órgão internacional capaz de criar e fiscalizar legislação universal. Ainda que tenham surgido entidades como Ong s fiscalizadoras, suas capacidades são limitadas. Apesar disso, existem algumas iniciativas para tornarem as empresas mais socialmente responsáveis. Abaixo, estão mencionadas as mais expressivas iniciativas internacionais que pautam a regulação das ações das empresas: 4.1 Pacto Global É um pacto proposto às lideranças empresariais, pelo ex-secretário geral das Nações Unidas, Kofi Annan no dia 31 de janeiro de 1999, durante a realização do Fórum Econômico Mundial. O desafio colocado foi para que as empresas promovessem ações e parcerias para o alcance de metas, conhecidas como os Oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, com o objetivo final de conquistar uma economia global mais sustentável e inclusiva. Conforme afirma Oliveira (2008), o Pacto Global defende dez Princípios Universais derivados da Declaração Universal de Direitos Humanos, da Declaração da Organização Internacional do Trabalho, da Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento da Convenção das Nações Unidas Contra a Corrupção.

16 16 O objetivo do Pacto Global é encorajar o alinhamento das políticas e práticas empresariais com os valores e os objetivos fundamentais aplicáveis internacionalmente. Esses valores principais foram separados em dez princípios, nas áreas de direitos humanos, direitos do trabalho, proteção ambiental e combate à corrupção Embora seja uma iniciativa com pontos positivos por trazer empresas para discutir a solução de problemas globais, já existem muitas críticas ao Pacto Global: a) É de iniciativa voluntária. A empresa descomprometida pode escolher não aderilo; b) Para as empresas que pactuam, não há fiscalização; c) Não há punição para as empresas que violam o compromisso e; d) mesmo sendo falho, algumas empresas utilizam o Pacto Global para marketing. 4.2 Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico - OCDE A OCDE é uma entidade internacional e intergovernamental, da qual fazem parte as nações mais desenvolvidas, as quais se reúnem periodicamente para trocar informações e alinhar políticas para o desenvolvimento de seus membros. O Brasil, apesar de não ser membro também aderiu aos princípios da OCDE. Suas diretrizes são o estabelecimento de princípios e padrões de conduta que devem ser fiscalizados por países que aderirem, sendo membro ou não da OCDE. Oliveira (2008) relata que as empresas devem levar em consideração esses princípios e a opinião das partes legitimamente interessadas em suas operações. A empresa citada por quebra dos princípios deve responder, sob pena de ser responsabilizada nos países envolvidos. 4.3 O Fórum Social Mundial FSM Como constata BEGHIN (2005), a temática da responsabilidade social também está inserida na agenda do Fórum Social Mundial que se apresenta como: um espaço de debate público de propostas, nem sempre consensuais, que acenam com uma possibilidade de uma regulação social da economia pautada pelo reconhecimento e garantia de direitos. (BEGHIN, 2005, p ). A preocupação global com o meio ambiente e os direitos humanos vai aos poucos tomando corpo, vez e voz entre as nações a partir da propagação das

17 17 mobilizações internacionais que pressionam empresas e governos pelo respeito e cumprimento dos princípios consensados e estabelecidos nessas entidades.

18 18 5. A MOBILIZAÇÃO DAS EMPRESAS PRIVADAS INSTALADAS NO BRASIL EM TORNO DA RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL A seguir estão referenciadas algumas das mais importantes iniciativas brasileiras para o incentivo às empresas na adesão do tema da responsabilidade social empresarial. 5.1 Instituto Ethos Criado em 1998 pelo empresário Oded Grajew, o Instituto Ethos é uma entidade sem fins lucrativos caracterizada como uma OSCIP (organização da sociedade civil de interesse público) que tem como missão sensibilizar e orientar as empresas a gerir seus negócios de forma socialmente responsável, tornando-as parceiras na construção de uma sociedade justa e sustentável. O Instituto Ethos ganhou visibilidade internacional após a elaboração de um conjunto de indicadores que orientam as empresas a incorporarem a responsabilidade social em suas atividades. Seguindo a mesma linha do Ethos, outras entidades ou movimentos afins foram sendo criados, como por exemplo, a Associação de Dirigentes Cristãos de Empresas no Brasil (ADCE), o Grupo de Institutos e Fundações Empresas (GIFE), (o Pensamento Nacional de Bases Empresariais) e o Observatório Brasileiro da Desigualdade, que desde então vem, cada uma a seu modo, fazendo coro aos objetivos por justiça social. 5.2 Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade Numa iniciativa pioneira, o movimento foi formado por um conjunto de empresas, entidades governamentais e não-governamentais, em 2004, com o objetivo de conscientizar e mobilizar a sociedade no desenvolvimento de debates e ações em torno dos Oito Objetivos do Milênio. Atualmente, o movimento vem trabalhando juntamente com a Secretaria-Geral da Presidência da República e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento na mobilização da sociedade para o alcance dos objetivos do milênio, com destaque para o Prêmio ODM Brasil, que vem sendo o instrumento de reconhecimento e incentivos às organizações e prefeituras que trabalham pelos objetivos do milênio.

19 Prêmio Objetivos de Desenvolvimento do Milênio Brasil Prêmio ODM BRASIL Em consonância com o compromisso assinado pelo Brasil em setembro de 2000 no documento que ficou conhecido como a Declaração do Milênio, o governo federal brasileiro, em parceria com o Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) criou, em 2004, o Prêmio ODM Brasil como uma iniciativa pioneira no mundo, durante a abertura da Primeira Semana Nacional pela Cidadania e Solidariedade, organizada por aquele movimento. Seu objetivo desde então, é reconhecer publicamente os esforços dos que, de alguma forma, trabalham em prol dos Objetivos do Milênio. O Prêmio marca o estabelecimento de parceria entre o Estado, as empresas e a sociedade civil na busca de solução dos problemas apontados pelas Nações Unidas, que deram origem ao estabelecimento das Metas do Milênio que devem ser alcançadas pelos países. O prêmio está em sua 3a edição e vem contando com a forte mobilização e participação ativa de vários setores da sociedade civil para sua divulgação e realização. 5.4 Índice de Empresas Sustentáveis da BM&Fbovespa Atendendo a tendência de investidores procurarem empresas socialmente mais responsáveis para aplicar seus recursos, a Bolsa Brasileira de Mercadorias, BM&FBOVESPA, na época Bolsa Valores de São Paulo, elaborou, juntamente com outras entidades ligadas ao setor empresarial e financeiro, com a participação do Ministério do Meio Ambiente e colaboração da Fundação Getúlio Vargas (Oliveira, 2008 p. 216), numa iniciativa pioneira na América Latina, o índice de ações que fosse um referencial para os investimentos socialmente responsáveis, o ISE - Índice de Sustentabilidade Empresarial. A despeito das críticas à baixa participação da sociedade civil não ligada ao empresariado na elaboração e gestão do ISE (Oliveira, 2008, p. 216), ainda que de maneira incipiente, o índice também atua como promotor de boas práticas sociais.

20 Comitê de Entidades no Combate à Fome e pela Vida COEP O COEP é um desdobramento do Movimento pela Ética na Política e da campanha da Ação da Cidadania contra a Fome, a Miséria e pela Vida, que tinha o sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, na época presidente do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (IBASE) como um dos mais engajados militantes. Através do IBASE, Betinho lançou ampla campanha nacional chamando empresas públicas e privadas para o compromisso no combate à fome e à elaboração do balanço social, no padrão sugerido pelo IBASE. Em 2008, com 15 anos e após diversas transformações e crescimento de sua estrutura, o COEP largou de iniciais 30 organizações associadas para a viabilização da Rede COEP, que passando a contar então com mais de organizações públicas e privadas, espalhadas em todos os estados e no Distrito Federal, com presença em 20 grandes municípios. Assim, a própria criação do COEP pode ser vista como um exemplo de capacidade organizacional e de pensamento e ação estratégicos muito competentes, embora seus fundadores trabalhassem apenas com um conjunto coerente de pressupostos e princípios, e não com um plano formal (COEP, 2008, p. 264). O surgimento e a manutenção do COEP é, sem dúvida, um grande exemplo de esforço conjunto pela construção de caminhos alternativos ao combate às desigualdades sociais. 5.6 Balanço Social do IBASE O Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (IBASE) é uma instituição sem fins lucrativos que tem como missão aprofundar a democracia, baseada nos princípios dos direitos humanos, e no estimulo à participação cidadã. Em sintonia com o movimento da sociedade internacional iniciado nas décadas de 60 e 70 que exigia uma nova postura ética das empresas, e que como reposta a essas demandas algumas empresas passaram a elaborar e divulgar o relatório anual com informações de caráter social, o chamado balanço social. A partir dos anos 80 algumas poucas empresas instaladas no Brasil aderiram à produção de tais balanços anuais. Entretanto, tal adesão:

21 21 só ganhou visibilidade nacional quando o sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, lançou, em junho de 1997, uma campanha pela divulgação voluntária do balanço social. Com o apoio e a participação de lideranças empresariais, a campanha decolou e vem suscitando uma série de debates através da mídia, seminários e fóruns. Hoje é possível contabilizar o sucesso desta iniciativa e afirmar que o processo de construção de uma nova mentalidade e de novas práticas no meio empresarial está em pleno curso. Acima foram mencionadas algumas iniciativas brasileiras em torno da mobilização da sociedade e de empresas para o compromisso com uma maior responsabilidade comportamental das empresas e da sociedade em geral.

22 22 6. O POTENCIAL DEMOCRATIZANTE DA RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL A Constituição Federal de 1988 proclamou o Estado democrático reconhecedor de direitos civis, políticos, econômicos, sociais e culturais (IPEA, 2009). Tal condição estabeleceu uma prerrogativa e um desafio à governabilidade institucional. O Estado assume decisivamente o seu reconhecimento e sua responsabilidade pelos direitos cidadãos. O avanço na construção do arcabouço institucional dos direitos evidenciou o vácuo entre a norma e seu efetivo exercício por parte dos cidadãos. Fica nas mãos do Estado a responsabilidade por garantir direitos, em um ambiente democrático, a uma sociedade brasileira atravessada por heterogeneidades estruturais e por um padrão muito acentuado de desigualdades socioeconômicas (ANASTASIA, p.225, 2004). Hoje a grande questão colocada ao Estado não é mais o dever de assegurar os direitos constitucionais, mas o desafio de como superar os obstáculos à efetivação desses direitos (Bresser, 1999 p. 55). E poderia complementar esse raciocínio, a idéia de que, embora o Estado tenha a titularidade sobre a responsabilidade de promover o desenvolvimento social e econômico do país, sozinho ele não terá capacidade para tal. A emergência de uma parceria participativa entre Estado, sociedade organizada e iniciativa privada pode ser uma solução viável para prover serviços de melhor qualidade e efetividade aos excluídos desses bens. A participação social deixou de ser um tema relacionado às questões políticas e vem se consolidando como princípio de condução das políticas públicas do país. O Estado está no centro do desafio de identificar e resolver, de forma democrática, os empecilhos à concretização da cidadania. Se os direitos estão assegurados, o acesso a eles não. Ter direitos não é sinônimo de ter capacidade de exercê-los. Por essa razão, pode-se dizer que o Estado não está acessível a todos e tem o grande desafio de fazê-lo estar. MATOS (p.36. SD. Mimeog.) contribui para essa reflexão: Está ainda em aberto a questão dos agentes coletivos que deverão prover tais condições de bem-estar inerente à nova configuração democrática. Não existem soluções óbvias, porque os atores capazes de suplementar o Estado e sua burocracia no exercício dessas funções mercado, associações voluntárias, família e comunidade local apresentam problemas: o mercado está francamente em crise, as nossas associações

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