ANA VIRGÍNIA SANTOS DA SILVA ANÁLISE CRÍTICA E PROPOSTAS DE MUDANÇA NO PROCESSO DE COMPRAS DA EMPRESA LOCALFRIO ITAJAÍ S/A

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ANA VIRGÍNIA SANTOS DA SILVA ANÁLISE CRÍTICA E PROPOSTAS DE MUDANÇA NO PROCESSO DE COMPRAS DA EMPRESA LOCALFRIO ITAJAÍ S/A"

Transcrição

1 ANA VIRGÍNIA SANTOS DA SILVA ANÁLISE CRÍTICA E PROPOSTAS DE MUDANÇA NO PROCESSO DE COMPRAS DA EMPRESA LOCALFRIO ITAJAÍ S/A Instituto Cenecista Fayal de Ensino Superior Itajaí (SC)2008

2 ANA VIRGÍNIA SANTOS DA SILVA ANÁLISE CRÍTICA E PROPOSTAS DE MUDANÇA NO PROCESSO DE COMPRAS DA EMPRESA LOCALFRIO ITAJAÍ S/A Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado ao Instituto Cenecista Fayal de Ensino Superior como um dos pré-requisitos para obtenção do grau de Bacharel em Administração de Empresas. Instituto Cenecista Fayal de Ensino Superior Itajaí (SC) 2008

3 ANÁLISE CRÍTICA DO PROCESSO DE COMPRAS DA EMPRESA LOCALFRIO ITAJAÍ S/A Este trabalho de conclusão de curso foi julgado aprovado para a obtenção do grau de Bacharel em Administração de Empresas do Instituto Cenecista Fayal de Ensino Superior IFES Itajaí, 11 de novembro de 2008 Prof. Wilson Reginatto Jr Coordenador de estágios Banca Examinadora Prof. Wilson Reginatto Jr Orientador Prof. Marcello Soares Prof. Luciana Santos

4 EQUIPE TÉCNICA Estagiária Ana Virgínia Santos da Silva Coordenador de estágio Profº Wilson Reginatto Júnior Orientador de Conteúdo Profº Wilson Reginatto Júnior Orientador de Metodologia Profº MSc Marcello Soares Supervisor de Campo Marcos Hercílio Caldeira

5 AGRADECIMENTOS Este trabalho é resultado de muito esforço e apoio de muitas pessoas. Agradeço a Deus primeiramente por ter este presente maravilhoso chamado vida, e ter a oportunidade de estudar e desenvolver este trabalho. Aos meus pais Sérgio e Maria por estarem sempre juntos de mim nos momentos mais importantes da minha vida, pelo amor, carinho e dedicação. Ao meu orientador e professor Wilson Reginatto, que admiro muito pelo profissionalismo, dedicação e paciência durante este projeto. total Aos meus irmãos, Marcos e Luana pelo apoio de sempre. Ao Rafael e Heloísa, por fazerem parte da minha vida, e estarem sempre presentes com palavras de incentivo e carinho me ajudando a superar todas as dificuldades ao longo deste trajeto. Agradeço ao nosso Diretor Administrativo Josino Pedro Filho, que autorizou o desenvolvimento deste trabalho acadêmico na empresa Localfrio Itajai S/A. Aos meus Gerentes Adm e Suprimentos, Marcos H. Caldeira e Érik Parronchi. Aos meus amigos e colegas de trabalho, Daiani I.Furtado Coord. Área Contábil, Valdir Picaz Sulsbach área Tecnologia da informação e Ricardo Nunes Saúde e Segurança do Trabalho. A todos os professores, mas em especial a estes mestres que tenho total admiração e carinho: Wilson Reginatto Jr, José Domingos, José Hailton, Tarcísio Tomazoni, Diuvani, Marília Soares, Marco Aurélio, Carlos, Luiz Eduardo Simão, Adalto Parada, Leodir Senger, Edson Floriani, Diego, Patrícia e Carlos Marcelo Ardigó. A todos os meus colegas de faculdade pela convivência e troca de experiência, mas especialmente aqueles que tenho maior afinidade e amizade: Sabrina Venturi, Éder Peruzzo, Alexsander Laureano, Luana Almeida, Pedro Muller, Clayton Cipriano, Roberto Nikilis, Denivaldo B.Cruz Jr, Marcelo Coutinho, Dayse Fronza, Fabiana Bortoli, Rosângela Rosa e Gilberto Cunha.

6 RESUMO Este trabalho acadêmico foi desenvolvido com objetivo de detectar os problemas na área de compras da empresa Localfrio Itajai S/A. Propor oportunidades de melhoria no processo, reduzindo custos. A metodologia utilizada foi de pesquisa qualiquantitativa e descritiva. Quanto aos procedimentos caracterizou-se como levantamento. Como instrumento de coleta de dados o método de observação participante e análise documental. O problema detectado foram as compras efetuadas pelo departamento de manutenção que não seguiam o procedimento da empresa. Como resultado do trabalho verificou-se que o fluxo utilizado pelo departamento de manutenção não seguia o fluxo correto. Todas as compras eram efetuadas diretamente pelo departamento, de forma que o processo apresentava desvio do procedimento em 100%. Durante a pesquisa, constatou - se que as compras eram consideradas todas urgentes, sem programação prévia, conforme demonstrado. Palavras-chave: suprimentos, compras, melhoria de processo

7 LISTA DE FIGURAS Figura 1 Modelo de organograma funcional representando as interfaces com área de compras Figura 2- Fluxograma processo de compras atual na empresa Localfrio Itajai S/A Figura 3 Fluxograma proposto a empresa Localfrio Itajai S/A... 44

8 LISTA DE QUADROS Quadro 1 Quadro das vantagens e desvantagens da cadeia de suprimentos Quadro 2 - Matriz de relacionamento consumidor/ empresa Quadro 3- Suprimento Enxuto de Lamming... 33

9 LISTA DE GRÁFICOS Gráfico 1 Regularização de Pedido do produto Óleos Lubrificantes Gráfico 2 Regularização de Pedido do produto Serviço de Torno Gráfico 3 Regularização de Pedido do produto Materiais Elétricos Gráfico 4 Regularização de Pedido do produto M.Obra Elétrica Gráfico 5 Regularização de Pedido do produto Peças de Empilhadeiras Gráfico 6 Regularização de Pedido do produto M.Obra Empilhadeiras.... Erro! Indicador não definido.

10 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO Históricos da Organização Problemas de Pesquisa Justificativa OBJETIVOS Objetivo Geral Objetivos Específicos FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Administração de materiais no contexto das organizações Gestão de Compras Comprar para Entrega rápida Comprar para reter a flexibilidade Comprar ao preço correto Fonte única (Single - Sourcing) ou fonte múltipla (Multi - Sourcing) Objetivos de Compras Ciclos de procedimentos da área de compras Função Compras Contratos Tipos de Contratos Cuidados com as Aquisições de bens patrimoniais Planejamento e Controle da Cadeia de Suprimentos Atividades componentes da gestão da cadeia de suprimentos Compras e desenvolvimento de fornecedores Comprar na qualidade certa Compras e a Fonte Global A expansão de Compras Tipos de relacionamento em cadeias de suprimentos Dinâmica da cadeia de suprimentos Relacionamentos de Negócio ou de consumidores? Tipos de Relacionamento negócio a negócio Decisão de fazer ou comprar Relacionamentos tradicionais de fornecimento de mercado Relacionamento de fornecimento em parceria Suprimento enxuto Comportamento da cadeia de suprimentos Política da cadeia de suprimentos Melhoria na cadeia de suprimentos e eficiência operacional METODOLOGIA Modalidades da Pesquisa Quanto à natureza dos dados Quanto aos objetivos Quanto aos procedimentos Campos de Observação Instrumentos da Coleta de Dados Descrições das Etapas de investigação RESULTADOS Fluxo de compras do Sistema atual... 38

11 5.2 Descrição e quantificação dos problemas gerados em função do fluxo atual Proposta de alteração no fluxo atual, em função dos problemas detectados CONCLUSÕES REFERÊNCIAS

12 11 1. INTRODUÇÃO Todas as empresas, independente do seu porte, precisam das aquisições de bens e serviços procedentes de fornecedores externos. Segundo Baily (2000) a compra é vista pela organização bem-sucedida de hoje como uma atividade de importância estratégica considerável. À medida que o nível de atenção dedicado a compras e suprimentos aumenta, o trabalho tende a tornar-se mais estratégico, concentrando mais ênfase em atividades como negociação de relacionamentos em prazos mais longos, desenvolvimento de fornecedores e redução do custo total. A função de compras é importante sempre que a organização gastar parte significativa de seu faturamento na aquisição de bens e serviços necessários para o negócio. Todas as organizações precisam planejar para o futuro, e isso requer desenvolvimento de estruturas que permitam a ocorrência desse processo. A área de compras tem representado uma nova e promissora fronteira para empresas interessadas na obtenção de vantagens competitivas de forma efetiva e pode ser considerada uma visão expandida, atualizada e, sobretudo holística da administração tradicional. Este trabalho aborda o tema compras e foi realizado na empresa Localfrio S/A. 1.1 Históricos da Organização A empresa Localfrio Itajaí S/A atua há 50 anos no mercado são pioneiros no segmento de armazenagem, e, vem destacando-se na armazenagem de cargas secas e frigoríficas. Para melhor atender seus clientes exportadores e importadores, conta com quatro unidades: Mooca, Anhanguera e Guarujá na grande São Paulo e a mais recente em Itajaí - SC. O Grupo Localfrio possui também a Translocal, transportadora com uma completa frota de equipamentos e cavalos mecânicos próprios e agregados que complementam as operações logísticas. Em virtude do grande crescimento nas movimentações nos portos do sul do país, principalmente em Itajaí e Navegantes, o grupo está centralizando seus

13 12 investimentos e desenvolvendo novos projetos. A unidade de Itajaí conta com 220 funcionários diretos e aproximadamente 150 indiretos, esta situada em uma área de m², em localização de fácil acesso a BR 101 e aos portos de Itajaí, Navegantes, São Francisco do Sul e Imbituba. A empresa oferece a seus clientes uma estrutura com: m² de armazéns para carga geral; Pátio com capacidade para armazenagem de TEU s; 700 tomadas para contêiner reefer; Monitoramento de temperatura de contêiner reefer 24horas; Presença do Ministério da Agricultura (SIF3206); Redex (Regime Especial Despacho Aduaneiro de Exportação). Licença da ANVISA; Disponibiliza estacionamento com capacidade para 120 caminhões aos seus clientes; Transporte rodoviário; 02 Reach Stacker com capacidade para 454tons. 02 Top Load com capacidade para 45 tons; Recebimento, picking, preparação, etiquetagem e palletização com strech-film Cargas de importação e exportação; Unitização e desunitização de contêineres Registros fotográficos das operações; Segurança com sistemas de câmeras 24 horas; Locação de container reefer para armazenagem de cargas frigorificadas; Tomadas para carretas frigoríficas ligadas 24 horas; Condomínio com 15 salas para locação, facilitando a abertura de filiais aos seus clientes exportadores e importadores. A empresa tem certificação ISO e sua política de qualidade é descrita como: Empresa ética e inovadora, cujo principal objetivo é a satisfação dos clientes, internos e externos, através da parceria plena, recursos humanos e tecnologia, buscando sempre a melhoria da qualidade. Em sua carteira de clientes estão empresas de renome como Pirelli Pneus, Companhia de Bebidas das Américas (AMBEV), Cerâmica Portobello, Pisos Eliane,

14 13 Premium Distribuidora S/A, WEG, Sadia S/A, Perdigão e Seara Alimentos.Tem como concorrentes os demais armazéns de carga seca e os portos secos, como a Multilog, Itazém e Rogério Philip. Seus principais fornecedores são motoristas autônomos, transportadoras e armadores. 1.2 Problemas de Pesquisa Que mudanças deverão ser efetuadas no processo de compras da Localfrio Itajaí S/A Armazéns Gerais Frigoríficos para melhorar sua eficiência? 1.3 Justificativa O presente trabalho permite que a acadêmica possa participar das mudanças do processo de compras cujo fim é melhorar eficiência do departamento no qual atua como funcionária. Hoje, todas as aprovações de compras são liberadas somente pelos diretores locados na matriz, em São Paulo. A dificuldade atual do departamento é a existência de um número elevado de compras fora do procedimento normal. São as chamadas compras de emergência, sem programação prévia. As mesmas tem sido grande problema, porque estes processos não sofrem cotações e por isto o custo muitas vezes é maior. Para cada compra, nesse status, tem - se que regularizar o pedido de compras ao procedimento no software Microsiga e muitas vezes o gerente local aprova a aquisição e posteriormente o diretor reprova. O desgaste de informações e o retrabalho fazem com que o processo demore a ser aprovado, cause transtornos de quebra de prazos financeiros, virada de mês sem a despesa contabilizada no mês de evento e uma perda de tempo muito grande para digitação. Com a proposta de melhoria no fluxo atual, a empresa poderá prever os gastos por área, respeitando centros de custos, e a área de compras terá mais tempo para planejar e programar as aquisições, buscando melhores prazos de pagamento, preços, entrega e parcerias com os fornecedores de material ou serviços. Hoje nem todas às áreas estão totalmente integradas as necessidades do processo de

15 14 compras, da unidade de Itajaí.Porque não existe um roteiro de previsão via orçamento por área, onde cada setor possa informar suas necessidades anuais, ou mensais permitindo assim encontrar no mercado melhores condições de aquisição e redução de custos. As empresas como as prestadoras de serviço dependem muito de custos operacionais enxutos para alcançar uma margem melhor de lucro, porém, a dificuldade encontrada hoje na empresa em questão, limita melhores condições do departamento para dar subsídio as áreas operacionais.

16 15 2. OBJETIVOS 2.1 Objetivo Geral Determinar as mudanças que foram ser implementadas para aumentar a eficiência no processo de compras da Localfrio Itajaí S/A. 2.2 Objetivos Específicos Desenhar o fluxo de compras no sistema atual. Descrever e quantificar os problemas gerados em função do fluxo atual. Propor alterações no fluxo atual, em função dos problemas detectados.

17 16 3. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 3.1 Administração de materiais no contexto das organizações. A Administração de materiais é para as empresas uma ferramenta de trabalho cujo fim é determinar os processos de forma a reduzir ou melhorar a utilização de seus insumos. Segundo Gonçalves (2004), a administração de materiais tem uma grande interface com diversos setores na empresa, como: A área financeira, considerando a necessidade de aporte de recursos para a aquisição dos diversos materiais que serão necessários para a produção de bens e serviços. A produção propriamente dita responsável pelo fornecimento das previsões de utilização dos insumos utilizados como matéria prima oferecida pela empresa. A área de vendas, por representar o volume de fabricação, ou venda de serviços que compõem o leque de sua oferta no mercado. A área de recursos humanos, em face de atender as necessidades de suprir a área de administração de materiais com pessoal devidamente capacitado e treinado para exercer a função. A área de logística e distribuição, otimizando o fornecimento do produto ou serviços atendendo as necessidades dos clientes. A área de informática como elemento importantíssimo de apoio e manutenção dos registros e informações necessários aos diversos departamentos da empresa, envolvendo as várias etapas do fluxo de suprimentos Pode-se observar na figura 1 Modelo de Organograma funcional representando as interfaces com á área de compras, como acontece estão interligados os departamentos.

18 17 Presidente Administração Operações Almoxarifado Compras Contabilidade Pessoal Figura 1 Modelo de organograma funcional representando as interfaces com área de compras. Fonte: Araújo (2005). Uma administração de materiais bem estruturada permite obtenção de vantagens competitivas por meio de redução de custos e redução de investimentos em estoques. Ainda no contexto geral da administração de materiais, de acordo com Gonçalves (2004), pode-se verificar que, na gestão das aquisições é possível montar núcleos de estudos destinados a reduzir custos e aumentar a vantagem competitiva. Estes estudos começam pela construção de um bom cadastro de fornecedores aptos e entrosados ao processo da empresa, elaboração de contratos de fornecimento bem estruturados e avançam para estratégias específicas para realização dos processos de aquisição. Outro ponto importante envolve as negociações de preços e condições de fornecimento, onde compradores devem estar em parceria com fornecedores, fazendo do processo de compras frente da redução de custos como estratégia otimização do processo de aquisição. Segundo Martins (2002), complementando a idéia de Gonçalves (2004) relata que a interface do departamento de compras com as outras áreas da empresa faz parte dos objetivos e do andamento do processo de compras. Abaixo apresentamos as áreas de interface com departamento de compras. Jurídico, contratos assinados, pareceres sobre processos de compras, acessória. Marketing e Vendas condições de mercado, novos concorrentes, custos de promoções, condição do mercado fornecedor.

19 18 Contabilidade, acompanhamento dos custos de compra, disponibilidade de caixa, informações para subsídio de decisões Gestão de Compras Segundo Gonçalves (2004), a compra de bens e serviços vem se tornando cada vez mais globalizada e complexa, com cenários onde a concorrência entre a oferta no mercado esta cada vez mais presente e inovadora. Segundo Viana (2002), a organização do setor de compras independente do porte da empresa tem alguns princípios fundamentais a serem considerados: Autoridade de compra; Registro de Compras; Registro de preços; Registro de fornecedores; Pesquisas; Estudo de mercado; Estudo de materiais; Análise de Preços; Investigação das fintes de fornecimento; Vistoria dos fornecedores Aquisição; análise de cotações; Entrevistas com vendedores; Promoção de contratos sempre que possível, em substituição aos processos individuais. Negociação; Efetivação das encomendas; Manter atualizações das informações dos fornecedores cadastrados, Efetuar cotações em conformidade com as necessidades da empresa, identificando no mercado as melhores condições comerciais; Garantir o cumprimento das cláusulas contratuais; Segundo Martins (2002) a função de compras é vista como parte do processo logístico da empresa, ou seja, como parte integrante da cadeia de suprimentos. A área de compras também pode assumir vários outros papéis, um deles está

20 19 relacionado com a negociação de preços com fornecedores. Essa negociação determinará o preço final dos produtos Objetivos de Compras Os objetivos de compras devem estar alinhados aos objetivos estratégicos da empresa como um todo, visando o melhor atendimento ao cliente interno e externo. Segundo Arnold (1999), os objetivos da função de compras podem ser subdivididos em quatro categorias: Obter mercadorias e serviços na quantidade e com a qualidade necessária. Obter mercadorias e serviços ao menor custo. Garantir o melhor serviço possível e pronta entrega por parte do fornecedor. Desenvolver e manter boas relações com os fornecedores e desenvolver fornecedores em potenciais. Para satisfazer a esses objetivos, devem ser desempenhadas algumas funções básicas: Determinar as especificações da compra, qualidade certa, quantidade certa, e entrega certa (tempo e lugar). Selecionar o fornecedor (Fonte certa). Negociar termos e condições de compra. Emitir e administrar pedidos de compras Ciclos de procedimentos da área de compras Segundo Arnold (1999), existem procedimentos importantes a serem desempenhados na área de compras, são eles: Receber e analisar a requisição de compras; Selecionar fornecedores em potencial, cotar preços; Determinar o preço correto; Emitir o pedido de compras; Fazer um acompanhamento para garantir que os prazos de entrega sejam cumpridos;

21 20 Receber e aceitar mercadorias; Aprovar a fatura para pagamento do fornecedor; Assim, uma empresa comercial que compra e vende mercadorias deverá ter enfoque diferente da empresa industrial manufatureira que adquire matéria-prima, agrega mão-de-obra e tecnologia e posteriormente vende o produto acabado.como hoje a preocupação gira em torno do mercado globalizado, cada vez mais a tecnologia aumenta seus recursos de forma que as empresas consigam visualizar de forma muito rápida suas o atendimento de suas necessidades, sejam elas compras ou fechamentos de contratos Função Compras De acordo com Humphreys (2001), apud Soares (2003, p.7)durante as últimas duas décadas, a função Compras tem sido vista de forma diferente nas empresas. A função tem deixado de ser considerada uma atividade tática e operacional, para ser vista como uma fonte de contribuição estratégica para as empresa. Várias atividades envolvendo fornecedor compõem a estratégia da função Compras.Dentre as que se destacam, estão: Desenvolvimento e aprimoramento da base de fornecedores; Envolvimento mais cedo dos fornecedores no projeto de produtos; Formação de equipes com pessoas de áreas diferentes da empresa; Gerenciamento estratégico de custo, com a participação dos fornecedores; Integração com os sistemas de informação dos fornecedores. Segundo Monczka e Trent (1998), apud Soares (2003, p.12) as empresas que quiserem obter sucesso no atual ambiente competitivo precisarão que a função Compras realize mais do que essas atividades. Elas deverão desenvolver habilidades em seus profissionais de Compras, usar tecnologia de informação em todo o processo de fornecimento, procurar desenvolver atividades e estratégias que englobem o total benefício de uma base mundial de fornecedores e criar estruturas organizacionais que possuam capacidade de responder às exigências do mercado. Sem um bom desempenho de Compras, as organizações ficam arriscadas a perder

22 21 sua participação no mercado para empresas que possuam uma gerência de suprimento de excelência e que se beneficiam dos resultados Contratos Segundo Vianna (2002), a prática de negociar com contratos garantem encomendas maiores e obtêm-se preços mais baixos, o sistema apresenta um grande atrativo para o fornecedor contratado que terá assegurado um fornecimento programado enquanto o contrato estiver vigente. A empresa contratante por sua vez, terá redução da imobilização de estoques, eliminando os níveis de estoque se segurança, simplificação dos procedimentos de compras com a eliminação cotações de preços, análise de propostas, autorização de fornecimento. O poder de negociação através de contratos, tem algumas vantagens em decorrência de maiores quantidades, também visa a redução de atrasos nas entregas. Segundo Martins (2002), complementando a idéia de Vianna (2002), a formalização do acordo de aquisição de um bem patrimonial através de contrato, depende de suas características peculiares, como a complexidade do bem ou serviço, especificidade, prazos, e penalidades por inadimplências. As formas e tipos de contratos são regularizados por legislação específica e devem refletir estes tópicos. Em face da natureza diversa dos fornecedores existem vários tipos de contratos consagrados, desde que não contrariem a legislação vigente qualquer acordo entre comprador e fornecedor pode fazer parte do contrato. Os tipos mais comuns são: pedidos de compras, contrato em aberto, por cotas de fornecimento ou entrega, de fornecimento em conta corrente, de fornecimento de serviços e de intenção de compras Tipos de Contratos Segundo Martins (2002), complementando a idéia de Vianna (2002), existem alguns tipos de contratos mais comuns são eles: Pedido de Compras ou de fornecimento: é um contrato, em forma mais expedida para aquisição, principalmente itens de compras repetitivas e valores baixos em curto prazo de entrega.

23 22 Contratos em aberto: nele as parcelas de serviço ou fornecimentos são estabelecidas em acordo a preços unitários, com decorrer do tempo. Sempre que identifica - se a oportunidade de um novo serviço, uma OS (Ordem de serviços) é assinada, definindo prazos de entrega, preço unitário e de mais condições de acordo com o contrato. Quando refere - se a materiais a programação é solicitada pelo comprador em remessas mensais ou conforme necessidade. Contrato por cotas de fornecimento: aquele em que o cliente obriga-se a adquirir certa quantidade fixa de certo produto, típico onde a oferta é insuficiente para atender a demanda. Contrato de fornecimento em conta corrente: é situação típica de compras de pequenos valores, pouca quantidade e alta freqüência. A emissão de uma única fatura reúne toadas as entregas do mês. Contrato de fornecimento de serviços: ocorre quando o contratado fornecerá serviços das mais variadas natureza, cabe ao comprador a análise da capacidade técnica dos profissionais que estarão envolvidos na execução dos serviços. Contrato de intenção de compras é a situação pouco usual em que um fabricante, tendo desenvolvido um novo produto procura clientes interessados na sua compra, o fornecedor dispõe de estimativas bem razoáveis de preço e prazos de entrega, o comprador ao manifestar sua intenção de compra efetua adiantamento onde tem data máxima em que deverá confirmar ou desistir da compra Cuidados com as Aquisições de bens patrimoniais Para aquisições de bens patrimoniais como equipamentos, os contratos merecem atenção especial em face de sua complexidade que muitas vezes exige estudos detalhados, porque um erro pode comprometer toda a empresa. Neste tipo de negociação cabe aos compradores selecionar um ou dois fornecedores, cujas especificações dos equipamentos sejam as mesmas para se obter o requisito comparativo.

24 23 Deve fazer parte deste contrato informações corretas da especificação do equipamento, preço, condição do fornecimento, avaliação pela equipe, condição de pagamento, responsabilidade pelo transporte e instalação, prazo para equipamento atingir o desempenho especificado, garantia, peças sobressalentes, manutenção e serviços de pós-venda, obtenção da licença de funcionamento, manuais de operação, treinamentos, penalidades e seguros. Segundo Gonçalves (2004), uma relação entre compradores e fornecedores envolve sempre uma transação comercial de compra e venda. É evidente que a relação contratual formalizada entre empresas por meios de seus compradores e vendedores é uma relação que tem força de lei e rege o acordo habitual firmado entre as partes. Não basta negociar bons preços, é preciso ter em mente que um contrato de fornecimento de um bem ou serviço é um ato jurídico e como tal, envolve indiscutivelmente a necessidade de uma acessória pessoal altamente especializada. Como regra fundamental, para parcerias estabelecidas através de contrato é muito comum que as empresas adotem sistemas de contratos padronizados que devem ser analisados pela assessoria jurídica. A liberdade para contratar envolve poder conferido às partes contratantes de suscitar os efeitos que pretendem, sem que a lei imponha seus preceitos. Por outro lado, considerando que as pessoas que assinam os contratos devem, obrigatoriamente, possuir uma delegação de competência (procuração) lhe dando poderes para efetivar os contratos. Normalmente a formalização de um contrato implica a aceitação expressa pelo comprador que deve verificar algumas premissas fundamentais como: preços, prazo de entrega, condição de pagamento, reajuste dos preços ofertados, garantias contratuais e suas extensões, critério inspeção e qualidade do produto ou serviço Planejamento e Controle da Cadeia de Suprimentos A gestão da cadeia de suprimentos abrange todas as atividades ligadas a área de compras. Segundo Slack (2002), a gestão da cadeia de suprimentos é a atividade que inclui todos os estágios do fluxo de materiais e informação. A abordagem holística da gestão da cadeia de suprimentos abre muitas oportunidades e melhorias um

25 24 exemplo a redução de estoques. Com isto se pode constatar os gargalos e aumentar a eficiência Atividades componentes da gestão da cadeia de suprimentos As informações contidas neste tópico são baseadas em Slack (2002). No lado do suprimento, a gestão de compras e suprimento é o termo bem aceito para a função que lida com a interface da operação com os mercados de suprimento. No lado da demanda, a gestão da distribuição física é também um termo bem aceito para gestão da atividade de suprimento imediato aos consumidores. Logística é uma extensão da gestão de distribuição física e geralmente refere-se á gestão do fluxo de matérias e informação. Gestão de materiais é um termo mais limitado do que gestão da cadeia e refere-se á gestão do fluxo de materiais e informações através da cadeia de suprimentos imediata, incluindo compra. Gestão de estoque, gestão de lojas, planejamento e controle da produção e gestão da distribuição física Compras e desenvolvimento de fornecedores No lado do suprimento a função compras dentro de uma empresa estabelece contratos com fornecedores, para aquisição de materiais e serviços. Os gestores de compras fazem uma ligação vital entre fornecedores e empresa, para serem eficazes e atender os requisitos específicos de cada pedido. Onde fornecedores potenciais são capazes de ofertar alternativas de matérias e serviços. (SLACK, 2002) Comprar na qualidade certa Para comprar na quantidade certa, é necessário que as áreas solicitantes descrevam todas as especificações do produto, e que o comprador consiga estabelecer critérios como marcas, durabilidade e garantia do bem.

26 25 De acordo com os níveis necessários para a aquisição, o departamento de compras busca no mercado fornecedores que consigam atender e garantir a conformidade exigida.muitas vezes os fornecedores apresentam certificados como ISO 9000 que garante seus sistemas produtivos e o desenvolvimento de seus processos de forma contínua (SLACK, 2002) Comprar para Entrega rápida. O objetivo principal é atender a demanda de compras de maneira rápida, a escolha do fornecedor neste caso vai além do preço e qualidade, existindo assim a pontuação de entrega, que é uma avaliação interna feita pela empresa de acordo com o prazo combinado e atendimento de seu pedido.faz. A avaliação pontual de entrega torna-se pré requisito para uma boa compra. Com os sistemas de logística integradas existentes hoje as empresas não tem necessidade de ter grandes estoques. Existe a possibilidade de selecionar fornecedores que possam atender com entregas pontuais. Entregas atrasadas ou incompletas podem causar falta ou quebra no andamento das operações (SLACK, 2002) Comprar para reter a flexibilidade. Flexibilidade na área de compras é a adaptação, em relação as necessidades de desenvolver ou aprimorar um produto ou serviço existente. Através da demanda existe conseqüentemente parcerias com fornecedores que podem garantir a flexibilidade de mudança fazendo assim um diferencial competitivo para as áreas de compras que devem reter este tipo de parceria flexível. A flexibilidade de suprimentos é valiosa para caso de mudanças como especificações de um produto, mudança de tempo de entrega ou quantidade (SLACK, 2002) Comprar ao preço correto. Sem dúvidas adquirir o produto desejado ao preço certo, dá à empresa vantagem de custos. O impacto de melhores custos é o que faz com que a empresa tenha maior margem lucrativa. A redução de custos automaticamente gera mais lucro (SLACK, 2002).

Planejamento e Controle da Cadeia de Suprimentos

Planejamento e Controle da Cadeia de Suprimentos Planejamento e Controle da Cadeia de Suprimentos Planejamento e Controle da Cadeia de Suprimentos Planejamento e Controle da Cadeia de Suprimentos O mercado exige... Produtos e serviços entregues de acordo

Leia mais

Sistemas de Produção. Administração de Compras. José Roberto de Barros Filho

Sistemas de Produção. Administração de Compras. José Roberto de Barros Filho Sistemas de Produção Administração de Compras José Roberto de Barros Filho Compras e o Planejamento e Controle da Produção Planejamento da Produção nos 3 níveis Planejamento Estratégico da Produção Departamento

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0 Autor: Marco Polo Viana. Bloco Suprimentos

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0 Autor: Marco Polo Viana. Bloco Suprimentos Bloco Suprimentos Controle de Produção PCP Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Controle de Produção PCP, que se encontra no Bloco Suprimentos. Todas informações aqui disponibilizadas

Leia mais

Logistica e Distribuição. Responsabilidades. O Fluxo do Processamento do Pedido. Mas quais são as atividades da Logística?

Logistica e Distribuição. Responsabilidades. O Fluxo do Processamento do Pedido. Mas quais são as atividades da Logística? Mas quais são as atividades da Logística? Ballou, 1993 Logística e Distribuição A Atividade de Processamento de Pedidos e Aquisição/Programação de Produtos Primárias Apoio 1 2 Responsabilidades O Fluxo

Leia mais

Palavras-chaves: Análise ABC, gestão de estoques, controle, diferencial.

Palavras-chaves: Análise ABC, gestão de estoques, controle, diferencial. ANÁLISE DA UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS DE GESTÃO DE ESTOQUE EM UMA EMPRESA PRODUTORA DE BEBIDAS, COMO AUXÍLIO À GESTÃO DA LOGÍSTICA DE MATERIAIS EM UM CENÁRIO DE DEMANDA VARIÁVEL Eduardo Bezerra dos Santos

Leia mais

Administração de Materiais e Logística. , Vendas CPD Cobrança PCP Expedição Faturamento. Completem o DHF. Melhoria Continua e Teste

Administração de Materiais e Logística. , Vendas CPD Cobrança PCP Expedição Faturamento. Completem o DHF. Melhoria Continua e Teste , Vendas CPD Cobrança PCP Expedição Faturamento Completem o DHF Melhoria Continua e Teste As Organizações como Sistemas Abertos As organizações estão em um constante estado de fluxo. AMBIENTE Estagio de

Leia mais

O PAPEL DO CONTROLE DE ESTOQUE NA CENTRALIZAÇÃO DE COMPRAS

O PAPEL DO CONTROLE DE ESTOQUE NA CENTRALIZAÇÃO DE COMPRAS O PAPEL DO CONTROLE DE ESTOQUE NA CENTRALIZAÇÃO DE COMPRAS Mauricio João Atamanczuk (UTFPR) atamanczuk@hotmail.com João Luiz Kovaleski (UTFPR) kovaleski@pg.cefetpr.br Antonio Carlos de Francisco (UTFPR)

Leia mais

CADEIA DE SUPRIMENTOS MÉTODOS DE RECEBIMENTOS RESUMO

CADEIA DE SUPRIMENTOS MÉTODOS DE RECEBIMENTOS RESUMO 1 CADEIA DE SUPRIMENTOS MÉTODOS DE RECEBIMENTOS LEANDRO PANTOJO 1 PETERSON ROBERTO DE LARA 2 VAGNER FUSTINONI 3 RENATO FRANCISCO SALDANHA SILVA 4 VALDECIL DE SOUZA 5 RESUMO O objetivo deste trabalho será

Leia mais

GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH. PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO

GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH. PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO O QUE É NÍVEL DE SERVIÇO LOGÍSTICO? É a qualidade com que o fluxo de bens e serviços

Leia mais

A Logística de Cargas Fracionadas e Novas Configurações do Mercado de Varejo.

A Logística de Cargas Fracionadas e Novas Configurações do Mercado de Varejo. A Logística de Cargas Fracionadas e Novas Configurações do Mercado de Varejo. Cristian Carlos Vicari (UNIOESTE) viccari@certto.com.br Rua Engenharia, 450 Jd. Universitário C.E.P. 85.819-190 Cascavel Paraná

Leia mais

22/02/2009 LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO POR QUE A LOGÍSTICA ESTÁ EM MODA POSIÇÃO DE MERCADO DA LOGÍSTICA

22/02/2009 LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO POR QUE A LOGÍSTICA ESTÁ EM MODA POSIÇÃO DE MERCADO DA LOGÍSTICA LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO A melhor formação cientifica, prática e metodológica. 1 POSIÇÃO DE MERCADO DA LOGÍSTICA Marketing Vendas Logística ANTES: foco no produto - quantidade de produtos sem qualidade

Leia mais

GUIA ATS INFORMÁTICA: GESTÃO DE ESTOQUE

GUIA ATS INFORMÁTICA: GESTÃO DE ESTOQUE GUIA ATS INFORMÁTICA: GESTÃO DE ESTOQUE SUMÁRIO O que é gestão de estoque...3 Primeiros passos para uma gestão de estoque eficiente...7 Como montar um estoque...12 Otimize a gestão do seu estoque...16

Leia mais

FACULDADE DE SÃO VICENTE BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO EMPRESA: SANTOS CONTAINER LTDA - EPP EDISANDRA ANDRADE DE OLIVEIRA

FACULDADE DE SÃO VICENTE BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO EMPRESA: SANTOS CONTAINER LTDA - EPP EDISANDRA ANDRADE DE OLIVEIRA FACULDADE DE SÃO VICENTE BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO EMPRESA: SANTOS CONTAINER LTDA - EPP EDISANDRA ANDRADE DE OLIVEIRA DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO Prof.ª ORIENTADORA:

Leia mais

ESTRATÉGIA COMPETITIVA. Michael E. Porter

ESTRATÉGIA COMPETITIVA. Michael E. Porter ESTRATÉGIA COMPETITIVA Michael E. Porter 1. A NATUREZA DAS FORÇAS COMPETITIVAS DE UMA EMPRESA 2. ESTRATEGIAS DE CRESCIMENTO E ESTRATÉGIAS COMPETITIVAS 3. O CONCEITO DA CADEIA DE VALOR 1 1. A NATUREZA DAS

Leia mais

MANUAL PRÁTICO DO FORNECEDOR

MANUAL PRÁTICO DO FORNECEDOR MANUAL PRÁTICO DO FORNECEDOR Materiais Indiretos e Prestação de Serviços Março, 2009 2 Índice 1 - Introdução... 3 2 - Objetivos... 3 3 - Interação entre a Sadia e o Fornecedor... 3 4 - Orientações Gerais...

Leia mais

Excelência. Recursos. Faturamento/Financeiro Faturamento Contas a Receber Contas a Pagar Fiscal Contábil

Excelência. Recursos. Faturamento/Financeiro Faturamento Contas a Receber Contas a Pagar Fiscal Contábil Competência Sistemas para Transportadoras e Soluções Você e sua Empresa em perfeita sintonia Excelência Recursos Tms EXPERIÊNCIA O sistema é composto por módulos que controlam e integram os processos operacionais

Leia mais

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Esta seção apresenta alguns dos problemas da gestão da cadeia de suprimentos discutidos em mais detalhes nos próximos capítulos. Estes problemas

Leia mais

Unidade II. Melhoria contínua do Sistema de Gestão Administrativa. Sistema de Gestão. Responsabilidade da administração. Realização do produto

Unidade II. Melhoria contínua do Sistema de Gestão Administrativa. Sistema de Gestão. Responsabilidade da administração. Realização do produto Unidade II 3 IDENTIFICAÇÃO DOS PROCESSOS ORGANIZACIONAIS 3.1 Macroprocesso Tomando por referência a representação do Sistema de Gestão da Qualidade definida pela NBR ISO 9011:2008, observamos os principais

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CONTÁBIL COMO FONTE DE TOMADA DE DECISÕES GERENCIAS

A IMPORTÂNCIA DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CONTÁBIL COMO FONTE DE TOMADA DE DECISÕES GERENCIAS A IMPORTÂNCIA DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CONTÁBIL COMO FONTE DE TOMADA DE DECISÕES GERENCIAS Linha de pesquisa: Sistema de informação gerencial Pâmela Adrielle da Silva Reis Graduanda do Curso de Ciências

Leia mais

Plataforma da Informação. Finanças

Plataforma da Informação. Finanças Plataforma da Informação Finanças O que é gestão financeira? A área financeira trata dos assuntos relacionados à administração das finanças das organizações. As finanças correspondem ao conjunto de recursos

Leia mais

DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA DE PREÇO DE FRETE DE CARGA FRACIONADA PARA UMA TRANSPORTADORA DA REGIÃO METROPOLITANA DO MUNICÍPIO DE BELÉM.

DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA DE PREÇO DE FRETE DE CARGA FRACIONADA PARA UMA TRANSPORTADORA DA REGIÃO METROPOLITANA DO MUNICÍPIO DE BELÉM. DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA DE PREÇO DE FRETE DE CARGA FRACIONADA PARA UMA TRANSPORTADORA DA REGIÃO METROPOLITANA DO MUNICÍPIO DE BELÉM. Leonardo Silva Figueredo (UNAMA) leonardosfigueredo@hotmail.com

Leia mais

CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7)

CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7) CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7) A ESTRATÉGIA DA MANUFATURA E O SISTEMA PPCP: A estratégia

Leia mais

Importância da normalização para as Micro e Pequenas Empresas 1. Normas só são importantes para as grandes empresas...

Importância da normalização para as Micro e Pequenas Empresas 1. Normas só são importantes para as grandes empresas... APRESENTAÇÃO O incremento da competitividade é um fator decisivo para a maior inserção das Micro e Pequenas Empresas (MPE), em mercados externos cada vez mais globalizados. Internamente, as MPE estão inseridas

Leia mais

Valor total de compras de materiais e serviços da Companhia em relação ao faturamento bruto Valor total de estoques da Companhia em relação ao

Valor total de compras de materiais e serviços da Companhia em relação ao faturamento bruto Valor total de estoques da Companhia em relação ao Valor total de compras de materiais e serviços da Companhia em relação ao faturamento bruto Valor total de estoques da Companhia em relação ao faturamento bruto Valor total de compras de materiais/serviços

Leia mais

Função: Operação da Cadeia de materiais. 1.1 Identificar princípios da organização da área de materiais.

Função: Operação da Cadeia de materiais. 1.1 Identificar princípios da organização da área de materiais. MÓDULO II Qualificação Técnica de Nível Médio ASSISTENTE DE LOGÍSTICA II.1 Gestão de Recursos e Materiais Função: Operação da Cadeia de materiais 1. Contextualizar a importância da Administração de materiais

Leia mais

Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA. Marinalva R. Barboza

Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA. Marinalva R. Barboza Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA Marinalva R. Barboza Definição do conceito de logística e evolução Logística tem origem no idioma francês Logistique se define de forma militar sendo uma parte estratégica

Leia mais

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 141 A LOGÍSTICA COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Douglas Fernandes 1, Josélia Galiciano Pedro 1 Docente do Curso Superior

Leia mais

LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza Prova 1 09 de Maio de 2013 Nome: 1ª QUESTÃO (1,0) Segundo os dados divulgados pela ood and Agriculture Organization (AO, 2011) sobre as exportações brasileiras, em

Leia mais

- Como utilizar essas medidas para analisar, melhorar e controlar o desempenho da cadeia de suprimentos?

- Como utilizar essas medidas para analisar, melhorar e controlar o desempenho da cadeia de suprimentos? Fascículo 5 A medição do desempenho na cadeia de suprimentos Com o surgimento das cadeias de suprimento (Supply Chain), a competição no mercado tende a ocorrer cada vez mais entre cadeias produtivas e

Leia mais

Fig. A: A imagem da rede total e da rede imediata de suprimentos Fonte: Slack, Nigel e outros. Administração da Produção

Fig. A: A imagem da rede total e da rede imediata de suprimentos Fonte: Slack, Nigel e outros. Administração da Produção Fascículo 5 Projeto da rede de operações produtivas Se pensarmos em uma organização que produza algo, é impossível imaginar que essa organização seja auto-suficiente, isto é, que produza tudo o que irá

Leia mais

TRANSFORME INFORMAÇÕES EM RESULTADOS

TRANSFORME INFORMAÇÕES EM RESULTADOS TRANSFORME INFORMAÇÕES EM RESULTADOS Hoje, mais do que nunca, o conhecimento é o maior diferencial de uma organização, mas somente quando administrado e integrado com eficácia. Para melhor atender os seus

Leia mais

ENCONTRO 1 Logística e Transporte

ENCONTRO 1 Logística e Transporte ENCONTRO 1 Logística e Transporte ENCONTRO 1 Logística e Transporte TÓPICO 1: Contextualizando o encontro Olá! Você está iniciando o primeiro encontro do curso Logística Internacional. Neste encontro,

Leia mais

A IMPORTANCIA DO CUSTEIO NA CADEIA DE SUPRIMENTOS COMO VANTAGEM COMPETITIVA: CASO LOGÍSTICO EM MORRINHOS/CE.

A IMPORTANCIA DO CUSTEIO NA CADEIA DE SUPRIMENTOS COMO VANTAGEM COMPETITIVA: CASO LOGÍSTICO EM MORRINHOS/CE. A IMPORTANCIA DO CUSTEIO NA CADEIA DE SUPRIMENTOS COMO VANTAGEM COMPETITIVA: CASO LOGÍSTICO EM MORRINHOS/CE. Jander Neves 1 Resumo: Este artigo foi realizado na empresa Comercial Alkinda, tendo como objetivo

Leia mais

TAW Tópicos de Ambiente Web

TAW Tópicos de Ambiente Web TAW Tópicos de Ambiente Web Comércio Eletrônico rveras@unip.br Aula - 04 Agenda Comércio Eletrônico 2 Comércio Eletrônico Comércio Eletrônico 3 O que é o comércio eletrônico Evolução Transações convencionais

Leia mais

o GUIA COMPLETO da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica

o GUIA COMPLETO da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica o GUIA COMPLETO da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica sumário >> Introdução... 3 >> Nota fiscal eletrônica: o começo de tudo... 6 >> Nota fiscal de consumidor eletrônica (NFC-e)... 10 >> Quais as vantagens

Leia mais

Software para distribuidoras de medicamentos SIMPLICIDADE E EFICIÊNCIA NA GESTÃO DAS DISTRIBUIDORAS DE MEDICAMENTOS.

Software para distribuidoras de medicamentos SIMPLICIDADE E EFICIÊNCIA NA GESTÃO DAS DISTRIBUIDORAS DE MEDICAMENTOS. Software para distribuidoras de medicamentos SIMPLICIDADE E EFICIÊNCIA NA GESTÃO DAS DISTRIBUIDORAS DE MEDICAMENTOS. Sobre o MedOne GESTÃO SIMPLIFICADA, EFICIÊNCIA GARANTIDA. Gestão simplificada, segurança

Leia mais

Caso Big Box - 402 Norte. Processamento de Pedidos

Caso Big Box - 402 Norte. Processamento de Pedidos Universidade de Brasília UnB Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação FACE Departamento de Administração ADM Disciplina: Logística Empresarial Grupo: Marrom

Leia mais

UnB Universidade de Brasília. Administração de Recursos Materiais. Tema: Gestão de estoque. Alunos: - Beliza de Ávila.

UnB Universidade de Brasília. Administração de Recursos Materiais. Tema: Gestão de estoque. Alunos: - Beliza de Ávila. UnB Universidade de Brasília Administração de Recursos Materiais Tema: Gestão de estoque Alunos: - Beliza de Ávila - Felipe Jordán - Guilherme de Miranda - Jefferson Coelho O conceito de ocupação física

Leia mais

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Toda empresa privada deseja gerar lucro e para que chegue com sucesso ao final do mês ela precisa vender, sejam seus serviços

Leia mais

Observação: As caixas em vermelho representam módulos adicionais.

Observação: As caixas em vermelho representam módulos adicionais. Fenícia Gestão ERP Introdução O FENÍCIA GESTÃO ERP é uma solução integrada, personalizável, de gerenciamento corporativo, que se destaca pela sua robustez aliada ao alto grau de tecnologia e conhecimento

Leia mais

Faça mais, com menos: Como crescer em um mercado de trabalho desafiador

Faça mais, com menos: Como crescer em um mercado de trabalho desafiador Faça mais, com menos: Como crescer em um mercado de trabalho desafiador Investir em pessoal com um programa de gestão de desempenho permite que uma operação de abastecimento não só sobreviva, mas cresça

Leia mais

Apostila. Comércio Eletrônico. e-commerce. Professor: Edson Almeida Junior. Comércio Eletrônico

Apostila. Comércio Eletrônico. e-commerce. Professor: Edson Almeida Junior. Comércio Eletrônico Apostila Comércio Eletrônico e-commerce Professor: Edson Almeida Junior Material compilado por Edson Almeida Junior Disponível em http://www.edsonalmeidajunior.com.br MSN: eajr@hotmail.com E-Mail: eajr@hotmail.com

Leia mais

Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. Profª Caroline Pauletto Spanhol

Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. Profª Caroline Pauletto Spanhol Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos Profª Caroline Pauletto Spanhol Cadeia de Abastecimento Conceitos e Definições Elementos Principais Entendendo a Cadeia de Abastecimento Integrada Importância

Leia mais

Cód. Doc. TAB-RHU-003

Cód. Doc. TAB-RHU-003 1 de 27 ÁREA: SUPERINTENDÊNCIA CARGO: Diretor Superintendente Garantir o correto funcionamento dos sistemas de informação utilizados pela empresa; Aprovar projetos de melhorias nos equipamentos e sistemas

Leia mais

ESTUDO DA VIABILIDADE ECONÔMICA DE IMPLANTAÇÃO DO SOFTWARE MRP I EM UMA MICRO-EMPRESA MOVELEIRA LOCALIZADA NO VALE DO PARAIBA

ESTUDO DA VIABILIDADE ECONÔMICA DE IMPLANTAÇÃO DO SOFTWARE MRP I EM UMA MICRO-EMPRESA MOVELEIRA LOCALIZADA NO VALE DO PARAIBA ESTUDO DA VIABILIDADE ECONÔMICA DE IMPLANTAÇÃO DO SOFTWARE MRP I EM UMA MICRO-EMPRESA MOVELEIRA LOCALIZADA NO VALE DO PARAIBA Tiago Augusto Cesarin 1, Vilma da Silva Santos 2, Edson Aparecida de Araújo

Leia mais

LOGÍSTICA. Curso: Gestão Comercial Prof. Daniel Rossi 1.0 UMA FUNÇÃO ESSENCIAL NA EMPRESA

LOGÍSTICA. Curso: Gestão Comercial Prof. Daniel Rossi 1.0 UMA FUNÇÃO ESSENCIAL NA EMPRESA Curso: Gestão Comercial Prof. Daniel Rossi LOGÍSTICA 1.0 UMA FUNÇÃO ESSENCIAL NA EMPRESA O conceito de Logística sempre envolve um fluxo de materiais de uma origem ou destino e, no outro sentido, um fluxo

Leia mais

O impacto do e-procurement na obtenção de insumos hospitalares: o caso de um hospital da rede particular da cidade de João Pessoa

O impacto do e-procurement na obtenção de insumos hospitalares: o caso de um hospital da rede particular da cidade de João Pessoa O impacto do e-procurement na obtenção de insumos hospitalares: o caso de um hospital da rede particular da cidade de João Pessoa Andrea Regina Monteiro (UFPB) areginamonteiro@bol.com.br Mariana Moura

Leia mais

Unidade II MARKETING DE VAREJO E. Profa. Cláudia Palladino

Unidade II MARKETING DE VAREJO E. Profa. Cláudia Palladino Unidade II MARKETING DE VAREJO E NEGOCIAÇÃO Profa. Cláudia Palladino Preço em varejo Preço Uma das variáveis mais impactantes em: Competitividade; Volume de vendas; Margens e Lucro; Muitas vezes é o mote

Leia mais

A medição do desempenho na cadeia de suprimentos JIT e compras

A medição do desempenho na cadeia de suprimentos JIT e compras A medição do desempenho na cadeia de suprimentos JIT e compras Medição do desempenho na cadeia de suprimentos Medição do desempenho Sob a perspectiva da gestão da produção, o desempenho pode ser definido

Leia mais

MBA Gestão Estratégica de Marketing e Vendas

MBA Gestão Estratégica de Marketing e Vendas Página 1 de 6 MBA Gestão Estratégica de Marketing e Vendas Carga Horária: 360 horas/ aulas presenciais + monografia orientada. Aulas: sábados: 8h30 às 18h, com intervalo para almoço. Valor: 16 parcelas

Leia mais

Pesquisa sobre Logística no E-commerce Brasileiro 2013

Pesquisa sobre Logística no E-commerce Brasileiro 2013 Pesquisa sobre Logística no E-commerce Brasileiro 2013 www.brazilpanels.com.br www.abcomm.com.br www.ecommerceschool.com.br Apoio: INTRODUÇÃO A Logística foi escolhida para ser o tema do primeiro estudo

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 1 OBJETIVOS 1. Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? 2. Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

INNOVA. Soluções de software que capacitam os processadores de aves a...

INNOVA. Soluções de software que capacitam os processadores de aves a... INNOVA Soluções de software que capacitam os processadores de aves a... Maximizar o rendimento e a produtividade Estar em conformidade com os padrões de qualidade e garantir a segurança dos alimentos Obter

Leia mais

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 1. O Papel dos Sistemas Logísticos. Contextualização. O Mundo Atual

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 1. O Papel dos Sistemas Logísticos. Contextualização. O Mundo Atual Logística Empresarial Evolução da Disciplina Aula 1 Aula 1 O papel da Logística empresarial Aula 2 A flexibilidade e a Resposta Rápida (RR) Operadores logísticos: conceitos e funções Aula 3 Prof. Me. John

Leia mais

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO ANEXO

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO ANEXO PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO ANEXO Plano de Ação Estratégico Estratégias empresariais Anexo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas SEBRAE Unidade de Capacitação Empresarial Estratégias

Leia mais

A UNION MODAL LOGÍSTICA INTEGRADA LTDA. vem apresentar à sua empresa um programa completo de suporte às operações de logística, que atende aos

A UNION MODAL LOGÍSTICA INTEGRADA LTDA. vem apresentar à sua empresa um programa completo de suporte às operações de logística, que atende aos 2012 Apresentação Luiz José de Souza Neto Union Modal Logística Integrada Rua Teixeira de Freitas, 72, cj. 23 Santos / SP - Tel.: 13 30613387 luiz@unionmodal.com.br A UNION MODAL LOGÍSTICA INTEGRADA LTDA.

Leia mais

Conceitos. - Sistema de Informação, Estruturas e Classificação. - Dados x Informações. Edson Almeida Junior www.edsonalmeidajunior.com.

Conceitos. - Sistema de Informação, Estruturas e Classificação. - Dados x Informações. Edson Almeida Junior www.edsonalmeidajunior.com. Conceitos - Sistema de Informação, Estruturas e Classificação - Dados x Informações Edson Almeida Junior www.edsonalmeidajunior.com.br Definição de Sistema Uma coleção de objetos unidos por alguma forma

Leia mais

Palavras-Chave: Aquisições; Planejamento de Aquisições; Controle de Aquisições; Projeto; Lead time; Processo; Meta.

Palavras-Chave: Aquisições; Planejamento de Aquisições; Controle de Aquisições; Projeto; Lead time; Processo; Meta. 1 A INFLUÊNCIA DO PLANEJAMENTO E CONTROLE DA AQUISIÇÃO NO PRAZO FINAL DO PROJETO Euza Neves Ribeiro Cunha RESUMO Um dos grandes desafios na gerência de projetos é planejar e administrar as restrições de

Leia mais

Os Custos de Armazenagem na Logística Moderna

Os Custos de Armazenagem na Logística Moderna Os Custos de Armazenagem na Logística Moderna Maurício Pimenta Lima Introdução Uma das principais características da logística moderna é sua crescente complexidade operacional. Aumento da variedade de

Leia mais

Unidade II PROCESSOS ORGANIZACIONAIS. Prof. Léo Noronha

Unidade II PROCESSOS ORGANIZACIONAIS. Prof. Léo Noronha Unidade II PROCESSOS ORGANIZACIONAIS Prof. Léo Noronha Macroprocesso Referência: sistema de gestão da qualidade pela NBR ISO 9011:2008. Macroprocesso Para a realização do produto, necessitase da integração

Leia mais

O PAPEL DA LOGÍSTICA NAS ORGANIZAÇÕES: UM ESTUDO DE CASO EM UMA DISTRIBUIDORA DE ALIMENTOS

O PAPEL DA LOGÍSTICA NAS ORGANIZAÇÕES: UM ESTUDO DE CASO EM UMA DISTRIBUIDORA DE ALIMENTOS 190 O PAPEL DA LOGÍSTICA NAS ORGANIZAÇÕES: UM ESTUDO DE CASO EM UMA DISTRIBUIDORA DE ALIMENTOS Douglas Fernandes, Josélia Galiciano Pedro, Daryane dos Santos Coutinho, Diego Trevisan de Vasconcelos, Regiane

Leia mais

ERP ERP MRP. Page 1. Visão Funcional. Visão de Materiais: Compras Estoque

ERP ERP MRP. Page 1. Visão Funcional. Visão de Materiais: Compras Estoque ERP Visão Funcional ERP Visão de Materiais: Compras Estoque MRP Parâmetros: Estoque de Segurança Lead time Fornecedor Lead time Compras Ponto de Reabastecimento Previsão de Consumo Previsão de Vendas Planejamento

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE O SANGUE E A CONTABILIDADE NAS EMPRESAS ( * )

A RELAÇÃO ENTRE O SANGUE E A CONTABILIDADE NAS EMPRESAS ( * ) A RELAÇÃO ENTRE O SANGUE E A CONTABILIDADE NAS EMPRESAS ( * ) A Contabilidade é o sangue que circula no Sistema Integrado de Gestão. Implanta e integra controles em todos os órgãos da empresa e retorna

Leia mais

Aula Nº 15 Resposta Eficiente ao Consumidor (ECR- Efficient Consumer Response )

Aula Nº 15 Resposta Eficiente ao Consumidor (ECR- Efficient Consumer Response ) Aula Nº 15 Resposta Eficiente ao Consumidor (ECR- Efficient Consumer Response ) Objetivo da Aula Aprofundar os conhecimentos de ECR, suas vantagens e implicações. Introdução Na aula anterior, estudamos

Leia mais

INFORMAÇÃO E VANTAGEM COMPETITIVA EM ORGANIZAÇÃO DE MÓVEIS E ELETROS

INFORMAÇÃO E VANTAGEM COMPETITIVA EM ORGANIZAÇÃO DE MÓVEIS E ELETROS INFORMAÇÃO E VANTAGEM COMPETITIVA EM ORGANIZAÇÃO DE MÓVEIS E ELETROS Elane de Oliveira, UFRN 1 Max Leandro de Araújo Brito, UFRN 2 Marcela Figueira de Saboya Dantas, UFRN 3 Anatália Saraiva Martins Ramos,

Leia mais

A Terceirização da Manutenção como Estratégia Competitiva nas Organizações

A Terceirização da Manutenção como Estratégia Competitiva nas Organizações A Terceirização da Manutenção como Estratégia Competitiva nas Organizações Alessandro Trombeta Supervisor de Manutenção Valdemar Roberto Cremoneis Gerente Industrial Cocamar Cooperativa Agroindustrial

Leia mais

Líder em consultoria no agronegócio

Líder em consultoria no agronegócio MPRADO COOPERATIVAS mprado.com.br COOPERATIVAS 15 ANOS 70 Consultores 25 Estados 300 cidade s 500 clientes Líder em consultoria no agronegócio 1. Comercial e Marketing 1.1 Neurovendas Objetivo: Entender

Leia mais

Gestão Estratégica de Estoques um Estudo em Grupo de Empresas do Setor de Móveis

Gestão Estratégica de Estoques um Estudo em Grupo de Empresas do Setor de Móveis Gestão Estratégica de Estoques um Estudo em Grupo de Empresas do Setor de Móveis Hélio José Reis Aguiar arthouse@hotmail.com Faculdade de Guaçuí Simone de Souza simones@ifes.edu.br IFES Guarapari Flávio

Leia mais

ROTEIRO DO PLANO DE NEGÓCIOS. 1. Sumário Executivo. Objetivos Missão Fatores-Chave de Sucesso. 2. Sumário da Empresa. 2.1 Composição da Sociedade

ROTEIRO DO PLANO DE NEGÓCIOS. 1. Sumário Executivo. Objetivos Missão Fatores-Chave de Sucesso. 2. Sumário da Empresa. 2.1 Composição da Sociedade ROTEIRO DO PLANO DE NEGÓCIOS 1. Sumário Executivo Objetivos Missão Fatores-Chave de Sucesso 2. Sumário da Empresa 2.1 Composição da Sociedade Perfil Individual dos sócios, experiência, formação, responsabilidades

Leia mais

Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo

Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo III.1 GESTÃO DE TRANSPORTES 1.1. O desenvolvimento econômico e o transporte. 1.2. A geografia brasileira, a infraestrutura dos estados, municípios

Leia mais

MRP COMO SISTEMA PROPULSOR DE MELHORIAS NA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS

MRP COMO SISTEMA PROPULSOR DE MELHORIAS NA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS ISSN 1984-9354 MRP COMO SISTEMA PROPULSOR DE MELHORIAS NA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS Jamile Pereira Cunha Rodrigues (UESC) Resumo Diante do atual cenário competitivo empresarial, as empresas estão buscando

Leia mais

Processamento de Pedidos na Mira Transportes

Processamento de Pedidos na Mira Transportes Processamento de Pedidos na Mira Transportes Sumário 1 Apresentação da empresa... 3 1.1 Histórico... 3 1.2 Diferenciais... 3 2 Processamento de pedidos: revisão teórica... 4 2.1 Preparação... 4 2.2 Transmissão...

Leia mais

SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO

SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO Rosenclever Lopes Gazoni Data MACROPROCESSO [1] AUTOMAÇÃO DE ESCRITÓRIO/COMERCIAL: Correio eletrônico; vídeo texto; vídeo conferência; teleconferência;

Leia mais

Sistema de gestão. Sistema de Gestão ERP

Sistema de gestão. Sistema de Gestão ERP Sistema de gestão ERP MÓDULOS E CLIENTES Os módulos podem ser adquiridos separadamente, conforme a sua necessidade. ÁREA COMERCIAL ÁREA ADMINISTRATIVA FINANCEIRA ÁREA PRODUÇÃO E SUPRIMENTOS ÁREA FISCAL

Leia mais

Sistema de gestão. Sistema de Gestão ERP

Sistema de gestão. Sistema de Gestão ERP Sistema de gestão ERP Módulo MÓDULOS E CLIENTES Os módulos podem ser adquiridos separadamente, conforme a sua necessidade. COMERCIAL ADMINISTRATIVA FINANCEIRA PEDIDOS EXPORTAÇÃO CONTAS A RECEBER TELEMARKETING

Leia mais

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que Supply Chain Management SUMÁRIO Gestão da Cadeia de Suprimentos (SCM) SCM X Logística Dinâmica Sugestões Definição Cadeia de Suprimentos É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até

Leia mais

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010 COMPETITIVIDADE SOB A ÓTICA DAS CINCO FORÇAS DE PORTER: UM ESTUDO DE CASO DA EMPRESA OXIFOR OXIGÊNIO FORMIGA LTDA JUSSARA MARIA SILVA RODRIGUES OLIVEIRA 1, LÍVIA COUTO CAMBRAIA 2 RESUMO: Neste trabalho,

Leia mais

Gestão Moderna de Compras

Gestão Moderna de Compras Gestão Moderna de Compras Flavio Taioli Joinville SC Março de 2014 3026 4950 sustentare Breve recapitulação das atividades de Compras transacional: emissão da ordem de compra, acompanhamento da entrega

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

Rio de Janeiro São Paulo Belo Horizonte Brasília Fortaleza Curi9ba

Rio de Janeiro São Paulo Belo Horizonte Brasília Fortaleza Curi9ba Rio de Janeiro São Paulo Belo Horizonte Brasília Fortaleza Curi9ba Rio de Janeiro São Paulo Belo Horizonte Brasília MGS Análise de processos Contextualização Visão geral dos processos da empresa 4 Negócios

Leia mais

Comércio eletrônico. Conceitos:

Comércio eletrônico. Conceitos: Comércio eletrônico Conceitos: O comércio eletrônico é a transação realizada por meio eletrônico de dados, normalmente internet. Situação em que a empresa vendedora cria um site, que funciona como uma

Leia mais

Disciplina: Suprimentos e Logística II 2014-02 Professor: Roberto Cézar Datrino Atividade 3: Transportes e Armazenagem

Disciplina: Suprimentos e Logística II 2014-02 Professor: Roberto Cézar Datrino Atividade 3: Transportes e Armazenagem Disciplina: Suprimentos e Logística II 2014-02 Professor: Roberto Cézar Datrino Atividade 3: Transportes e Armazenagem Caros alunos, Essa terceira atividade da nossa disciplina de Suprimentos e Logística

Leia mais

O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES

O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES 1 O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES Cesar Paulo Lomba (Discente do 4º período de Tecnologia de Gestão Financeira das Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS) Maria Luzia

Leia mais

Sourcing de TI. Eficiência nas iniciativas de sourcing de TI Como alcançá-la? Conhecimento em Tecnologia da Informação

Sourcing de TI. Eficiência nas iniciativas de sourcing de TI Como alcançá-la? Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Sourcing de TI Eficiência nas iniciativas de sourcing de TI Como alcançá-la? 2010 Bridge Consulting Apresentação Apesar de ser um movimento de grandes dimensões,

Leia mais

ELABORAÇÃO DO PREÇO DE EXPORTAÇÃO

ELABORAÇÃO DO PREÇO DE EXPORTAÇÃO ELABORAÇÃO DO PREÇO DE EXPORTAÇÃO D. Daniela tem uma fábrica de móveis e vende seus produtos para todo o Brasil. Como os produtos de sua fábrica têm ótima qualidade e seus preços no mercado interno são

Leia mais

Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO. Prof. Jean Cavaleiro

Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO. Prof. Jean Cavaleiro Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Prof. Jean Cavaleiro Introdução Definir o papel da gestão financeira; Conceitos de Gestão Financeira; Assim como sua importância na gestão de uma organização;

Leia mais

MBA Executivo em Logística e Supply Chain Management

MBA Executivo em Logística e Supply Chain Management ISCTE BUSINESS SCHOOL INDEG_GRADUATE CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA Executivo em Logística e Supply Chain Management www.strong.com.br/alphaville - www.strong.com.br/osasco - PABX:

Leia mais

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO 1 BUSINESS GAME UGB Eduardo de Oliveira Ormond Especialista em Gestão Empresarial Flávio Pires Especialista em Gerencia Avançada de Projetos Luís Cláudio Duarte Especialista em Estratégias de Gestão Marcelo

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ENGENHARIA DE PRODUÇÃO MILLENA SILVA PAIVA ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ENGENHARIA DE PRODUÇÃO MILLENA SILVA PAIVA ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ENGENHARIA DE PRODUÇÃO MILLENA SILVA PAIVA ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO GOIÂNIA 2015 2 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO

Leia mais

Uma indústria mantém estoque de materiais; Um escritório contábil mantém estoque de informações; e

Uma indústria mantém estoque de materiais; Um escritório contábil mantém estoque de informações; e Fascículo 2 Gestão de estoques Segundo Nigel Slack, estoque é definido como a acumulação armazenada de recursos materiais em um sistema de transformação. O termo estoque também pode ser usado para descrever

Leia mais

II. Visão Geral do e-business

II. Visão Geral do e-business II. Visão Geral do e-business 1. e-commerce X e-business 2. Vantagens do e-business 3.Problemas na Internet 4. Tipos de e-business 5. Categorias de e-business 6. Ferramentas de Comércio Eletrônico 7. Dimensões

Leia mais

Prof. Jean Cavaleiro. Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA:

Prof. Jean Cavaleiro. Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA: Prof. Jean Cavaleiro Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA: PRODUÇÃO E COMÉRCIO Introdução Entender a integração logística. A relação produção e demanda. Distribuição e demanda. Desenvolver visão sistêmica para

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO TESTE DE SOFTWARE PARA A QUALIDADE DO PROJETO

A IMPORTÂNCIA DO TESTE DE SOFTWARE PARA A QUALIDADE DO PROJETO A IMPORTÂNCIA DO TESTE DE SOFTWARE PARA A QUALIDADE DO PROJETO Autora: LUCIANA DE BARROS ARAÚJO 1 Professor Orientador: LUIZ CLAUDIO DE F. PIMENTA 2 RESUMO O mercado atual está cada vez mais exigente com

Leia mais

Unidade II RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS

Unidade II RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS Unidade II 2 TENDÊNCIAS DA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS 2.1 Gestão de compras 1 A gestão de compras assume papel estratégico na Era da competição global, devido ao volume de recursos envolvidos no processo,

Leia mais

Circular de Oferta 5102/ sto Ago

Circular de Oferta 5102/ sto Ago Circular de Oferta Agosto / 2015 Índice Introdução 03 Quem Somos 04 Como funciona o negócio 05 Vantagens de ser constituir uma agência 06 Produtos e serviços 07 Ferramentas de apoio 08 Atividades desempenhadas

Leia mais

Vantagens e Benefícios das parcerias internacionais

Vantagens e Benefícios das parcerias internacionais Vantagens e Benefícios das parcerias internacionais Nicola Minervini Santa Catarina, 02-05/12/2014 Sumario Desafios da empresa Ferramentas para a competitividade O porque das alianças Formas de alianças

Leia mais

Gestão de Negócios. Unidade III FUNDAMENTOS DE MARKETING

Gestão de Negócios. Unidade III FUNDAMENTOS DE MARKETING Gestão de Negócios Unidade III FUNDAMENTOS DE MARKETING 3.1- CONCEITOS DE MARKETING Para a American Marketing Association: Marketing é uma função organizacional e um Marketing é uma função organizacional

Leia mais

OS NEGÓCIOS LUCRO = VOLUME PRODUZIDO X PREÇO - CUSTO

OS NEGÓCIOS LUCRO = VOLUME PRODUZIDO X PREÇO - CUSTO OS NEGÓCIOS Odilio Sepulcri* INTRODUÇÃO A sobrevivência dos negócios, dentre outros fatores, se dará pela sua capacidade de gerar lucro. O lucro, para um determinado produto, independente da forma como

Leia mais

Projeto gestão de demanda http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/projeto-gestao-de-demanda/62517/

Projeto gestão de demanda http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/projeto-gestao-de-demanda/62517/ Projeto gestão de demanda http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/projeto-gestao-de-demanda/62517/ Muitas empresas se deparam com situações nas tarefas de previsões de vendas e tem como origem

Leia mais