ANÁLISE ORGANIZACIONAL: A RELAÇÃO ENTRE A CULTURA E MUDANÇA JUSSARA MARIA SILVA 1 MARCELO MÁRCIO ROMANIELLO 2 ANTÔNIO CARLOS DOS SANTOS 3

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ANÁLISE ORGANIZACIONAL: A RELAÇÃO ENTRE A CULTURA E MUDANÇA JUSSARA MARIA SILVA 1 MARCELO MÁRCIO ROMANIELLO 2 ANTÔNIO CARLOS DOS SANTOS 3"

Transcrição

1 XIII Congresso dos Pós-Graduandos da UFLA 14 a 17 de setembro de 2004 ANÁLISE ORGANIZACIONAL: A RELAÇÃO ENTRE A CULTURA E MUDANÇA JUSSARA MARIA SILVA 1 MARCELO MÁRCIO ROMANIELLO 2 ANTÔNIO CARLOS DOS SANTOS 3 RESUMO: A necessidade de sobreviver num mercado altamente competitivo têm sido o desafio das empresas produtoras de bens e serviços da atualidade. Portanto, o conhecimento da cultura organizacional é essencial para viabilizar as estratégias e os processos de mudança, sendo que seu conceito impede que se pense em soluções ótimas ou em normas ideais, pois a abordagem cultural enfatiza a coerência das decisões tomadas e os resultados conseguidos com relação à cultura e à identidade da empresa. O presente trabalho tem como objetivo analisar a cultura e a mudança e a relação existente entre ambas. Para isso, pretende-se, ao estudo da cultura, enfatizar aspectos gerais e conceituais tais como os elementos constitutivos, a cultura e a dinâmica organizacional (englobando o poder e a liderança), um panorama conceitual da mudança, os fatores relacionados com a mudança, os objetivos da mudança organizacional, os tipos de mudança, os fatores e as formas de resistência, procurando entender a relação existente entre cultura e mudança, e uma análise final para compreender o papel da aprendizagem neste contexto. Palavras-Chave: Organização; Cultura, Mudança Organizacional 1. INTRODUÇÃO O conhecimento da cultura organizacional é essencial para viabilizar as estratégias e os processos de mudança, sendo que seu conceito impede que se pense em soluções ótimas ou em normas ideais, pois a abordagem cultural enfatiza a coerência das decisões tomadas e os resultados conseguidos com relação à cultura e à identidade da empresa. Comparar mudanças organizacionais para descobrir semelhanças e replicar 1 Doutoranda do Departamento de Administração e Economia da Universidade Federal de Lavras-UFLA, Cx. Postal 37 Cep Lavras-MG, 2 Mestre em Administração Departamento de Administração e Economia da Universidade Federal de Lavras-UFLA, Cx. Postal 37 Cep Lavras-MG, 3 Professor Doutor e Chefe do Departamento de Administração e Economia da Universidade Federal de Lavras- UFLA, Cx. Postal 37 Cep Lavras-MG, Administração

2 situações pode ajudar no conhecimento de algumas estratégias genéricas, mas é o conhecimento dos detalhes e das diferenças que vai mostrar o que realmente ocorre e garantir o sucesso da inovação. Assim, introduzir a mesma mudança porque foi bemsucedida em outra empresa ou instituição pode produzir resultados diversos e inesperados. A cultura organizacional tem sido um conceito bastante utilizado e discutido, tendo tomado dimensões consideráveis nos estudos e nas práticas administrativas contemporâneas, sobretudo em práticas de mudanças. Assim, tornou-se uma corrente de estudo das organizações, chegando a constituir quase que em uma área disciplinar específica, tendo seus especialistas, suas escolas e tendências (Aktouf, 1993). A cultura é considerada uma variável presente no contexto organizacional, distinguindo-se das demais variáveis (estrutura, tamanho, tecnologia e padrões de liderança, por exemplo) por ser pouco mais subjetiva que aquelas. A preocupação com a aplicabilidade empírica do conceito de cultura, em inúmeros estudos de autores vinculados a essa perspectiva, ressalta a busca por conferir racionalidade e a objetividade de aspectos emocionais humanos, evidenciando o objetivo de alcançar a previsibilidade na atividade gerencial. Segundo Aktouf (1993), o estudo da cultura como variável na pressuposição da união entre todos os integrantes da organização, visa à sustentação e o alcance dos objetivos organizacionais. A cultura torna-se, então, um instrumento adequado para a congregação dos dirigentes e dirigidos, em um harmônico processo de interação. Mesmo admitindo que a cultura é constituída por meio de interação e que os gerentes tem um papel fundamental no estabelecimento das condições dessa interação, existe um odor de manipulação nessa situação, que faz crer que a cultura possa ser alguma coisa diferente da realidade vivida, espontânea, subjetiva dos indivíduos e que possa ser diferente a relação dos indivíduos com as condições de existência. Percebe-se, que toda história de mudança tem uma pré-história, isto é, condições organizacionais próprias, que favorecem a identificação de problemas e o surgimento de propostas para solucioná-los. Portanto, a mudança exige condições de cultura organizacional, a infra-estrutura de mudança que favorece iniciativas e garante o sucesso da implementação. Como a mudança começa na infra-estrutura, o fato de transladar etapas estruturais de inovação de uma empresa para outra, mesmo que o 26

3 processo seja criteriosamente concluído, pode levar a resultados diversos, por ausência de semelhança nas condições culturais. A mudança é muito mais um processo cultural do que um processo tecnológico ou mecânico, pois, exigem atenção a significados, valores, símbolos e ritos que a organização atrela aos seus processos administrativos. As dimensões técnicas e organizacionais podem estar preparadas para a mudança, mas se os valores da mudança não estiverem na perspectiva gerencial e a cultura organizacional não estiver propensa à mudança, simplesmente nada acontecerá. Conforme Araújo (1982), a mudança organizacional é qualquer alteração significativa, articulada, planejada e operacionalizada por pessoal interno ou externo à organização, que tenha o apoio e a supervisão da administração superior e atinja, integradamente, os componentes de cunho organizacional, tecnológico e estratégico. Já para Wood, Jr (1995), a mudança organizacional pode ser definida como qualquer transformação de natureza estrutural, estratégica, cultural, tecnológica, humana ou de qualquer outro componente, capaz de gerar impacto em partes ou no conjunto da organização. No estudo da mudança organizacional interessam aquelas que pretendem levar a organização a uma melhor adaptação e a uma maneira mais adequada de se fazer às coisas, ou a compreensão das mudanças planejadas. Nesta categoria, Morgan (1976), cita quatro razões responsáveis pela realização de mudanças organizacionais: operar com mais eficiência, crescer em equilíbrio, atualizar-se, ser flexível. Recomenda ainda, que a organização deve apresentar uma estrutura lógica e compreensível para aqueles que nela atuam, facilitando a distribuição e as relações de trabalho. O presente trabalho pretende analisar a cultura e a mudança e a sua relação na gestão organizacional. 2. MATERIAL E MÉTODOS Foi realizada uma pesquisa bibliográfica e análise de documentos e publicações que se justificou para expor alguns dados do trabalho realizado e os resultados alcançados. 3. RESULTADOS E DISCUSSÃO 27

4 A aplicação do conceito de cultura à mudança organizacional merece cautela, pois, tende a sofrer das mesmas dificuldades de quando aplicado a povos e grupos sociais. Por ser muito amplo, o conceito de cultura se presta como categoria residual, fornece explicação onde faltam conhecimentos mais apurados. Tornou-se lugar comum culpara pelas ineficiências administrativas, ou mesmo pelos fracassos na mudança. Antes de admitir deficiências em seus modelos teóricos ou nas instabilidades gerencias, gestores isentam-se de responsabilidade por culparem a cultura da empresa onde atuam. (Motta, 1999). Mudanças organizacionais como a adoção de uma nova tecnologia, novas formas de gestão, ou novas exigências de mercado, que envolve mudanças nos aspectos técnicos e gerenciais, ou, as novas legislações de preservação ambiental, que visam o atendimento de exigências dos consumidores, podem alterar a cultura organizacional (Machado, 1998). Para Fleury (1995: 34), a mudança tecnológica que se explicita na adoção de um sistema de qualidade, por exemplo, implica em mudanças culturais significativas, para que novos valores sejam, realmente, incorporados à prática organizacional. Constatou-se em pesquisas que empresas adotaram novas estratégias produtivas e organizacionais desenvolveram uma cultura da qualidade, envolvendo não apenas nas novas relações com o mercado, com o cliente, mas também nas formas de interação interna. As práticas de mudança na perspectiva cultural, segundo Motta (1999), produzem proposições importantes sobre inovação organizacional, como também conhecimentos sobre seus limites. Dentre as proposições sobre mudança organizacional, na perspectiva cultural, vale destacar: 1. A cultura é aprendida - por ensino, interação social, e ocorre pelo fato de se pertencer a um determinado grupo social, como a empresa. A consciência da cultura como algo aprendido sugere aos condutores da mudança organizacional: Sensibilidade para conhecer as formas de comportamento dos outros e compreender e comunicar melhor com os outros; eliminando preconceitos de relacionamento; Tolerância para aceitar como naturais às diferenças entre grupos e organizações, sabendo que diferenças se constroem, ao longo do tempo, em resposta a problemas específicos. 28

5 2. A cultura é dinâmica - está sempre em transformação. Por vezes, retrata-se a cultura de forma estática por ressaltar fatores tradicionais e antigos. Razões internas e externas explicam essa transformação. Internamente, os desafios constantes de se adaptar ao ambiente fazem nascer, em cada cultura, descobertas e invenções transformadoras de padrões correntes. A difusão cultural incorpora hábitos, valores, tecnologias ou ritos oriundos de outras organizações, constitui-se na forma mais comum de provocar mudanças. Deal e Kennedy (1988), citado por Machado-da-Silva & Gonçalves (2000), acreditam que mudar tornou-se um modo de vida para as organizações, que elas não mudam mais para adequar-se ao ambiente, mas simplesmente porque se espera que elas mudem. Os autores consideram que, em geral, subestima-se o tempo necessário para operar mudanças organizacionais por não se levar em conta os laços das pessoas com os elementos culturais, heróis, lendas, valores, rituais cotidianos, dentre outros. Ao mesmo tempo em que se constitui num componente que age a favor da inércia, a cultura protege a organização dos modismos e flutuações de curto tempo. O processo de mudança passa pelo questionamento dos valores básicos que historicamente orientavam a ação organizacional e serviram de base para a interpretação da realidade. Esse questionamento não ocorre de forma linear, mas passa-se em meio às descontinuidades, tensões, avanço e retrocesso. Nessa reconstrução reativam-se os problemas, reacendem-se as oposições, revelam-se iniqüidades e evidencia-se a obsoletização das competências e da teoria em uso levando as pessoas a usarem o simbólico da transição e a preservar o status quo. O processo de mudança no intuito de institucionalizar uma nova ordem introduz riscos, ameaça valores, renova significados, concepções e formas de ação, ou seja, subverte a ordem existente, obrigando as pessoas a reavaliarem os valores internalizados e a sua ação no processo de interação social (Motta, 1999). Autores acreditam que a mudança é necessária quanto ocorrem grandes perturbações ambientais e mudar torna-se uma questão de sobrevivência. Os fatores de sucesso necessários a mudanças relacionam-se ao reconhecimento da importância de ser ter consenso sobre a necessidade de mudança; comunicação clara dos objetivos e das alterações a serem implementadas; esforço especial no treinamento; dar tempo ao tempo e encorajar a idéia de mudança como fator de adequação ao meio. 29

6 No entanto, Kanter (1984), citado por Wood Jr. (1995), considera que as mudanças culturais devem basear-se nos pontos fortes e tradições da empresa. A arquitetura da mudança requer profunda avaliação do passado da empresa e a verificação da existência de relações de confiança e cooperação que suportem o processo. É preciso desvendar a superfície dos fatos e reescrever a história oficial do grupo. Os grandes elementos da mudança são os seguintes, usar a tradição como ponto de partida; criar ou utilizar eventos catalisadores; tomar decisões e cursos estratégicos de ação e utilizar líderes como veículos de ação para a mudança. Embora admitam que cultura organizacional ainda seja uma caixa preta, acredita-se que intervenções de sucesso possam ser realizadas. Desde que haja sensibilidade suficiente, além de técnicas e racionalidade, as organizações devem utilizar intuição, arte e símbolos para com a mudança cultural. A cultura organizacional é conseqüência das experiências e aprendizagens das empresas, é vista como uma base de capacidade ao contínuo aprendizado. O que a organização poderá ou não mudar, dependerá muito da sua cultura, de sua habilidade para se adaptar preservando sua identidade, enquanto se mantém suficientemente flexível para evoluir. 4. CONCLUSÕES A cultura organizacional é um poderoso mecanismo de controle que visa conformar condutas, homogeneizar maneiras de pensar e viver na organização. Os hábitos, as crenças e os valores de uma organização devem moldar os padrões das decisões empresariais e os comportamentos individuais dos membros. No entanto, é necessário refletir sobre essa padronização de valores e significados e, em contraposição, analisar as diferenças culturais, as crenças e a forma de olhar o mundo, interpretando a realidade dos indivíduos. Em um processo de mudança, novos valores são criados e incorporados em um nível quase inconsciente da vida organizacional. A partir deste ponto, surge a dificuldade de mudança, pois prefere-se preservar o padrão já existente. O que é necessário à organização é um comprometimento dos membros e uma agregação de novos valores que sejam realmente importantes para o crescimento organizacional. Os indivíduos, uma vez que tenham assimilado a cultura de uma organização, tendem a manter o comportamento aprendido. A mudança é sempre difícil porque provoca o medo diante do novo. Portanto, não é qualquer mudança de comportamento 30

7 que provoca mudança cultural. O processo de transformação cultural não é simples. No entanto, a cultura está conectada com outros elementos que sofrerão alterações com a transformação da cultura da organização tais como a estratégia, a estrutura, os sistemas de recompensa, as habilidades, os procedimentos, a dinâmica interpessoal, a formação de grupos e a própria cultura organizacional. As organizações, por meio de suas culturas, são moldadas aos padrões de decisões, norteando suas ações e o comportamento individual de todos seus membros. Em um ambiente empresarial cada vez mais competitivo, complexo e turbulento, as empresas precisam se preocupar com o aprendizado dos funcionários, seus valores e sua cultura. Deve-se ter uma atenção na aprendizagem de aculturação motivada pela necessidade das organizações desenvolverem um modo de pensar compartilhado, indispensável à dinâmica do ambiente. 5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ARAÚJO, L.C.G. Mudança organizacional na administração pública federal brasileira. São Paulo: EAESP/FGV, p. AKTOUF, O. O simbolismo e a cultura de empresa: dos abusos conceituais às lições empíricas, In: Chanlat, J.F. O indivíduo nas organizações. São Paulo: Atlas, FLEURY, AC.; FLEURY, M.T.L. Aprendizagem e inovação organizacional: as experiências de Japão, Córeia e Brasil. São Paulo: Atlas, MACHADO-DA-SILVA, C.L.; GONÇALVES, S.A. Mudança organizacional, esquemas interpretativos e contexto institucional: dois casos ilustrativos, Revista de Estudos Organizacionais, vol.1, No.2, jul/dez 2000, MACHADO, D.N. A utilização da cultura para implementação de mudanças organizacionais. In: Encontro Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Administração (22: 1998: Foz do Iguaçu). Anais... ENANPAD, MORGAN, J.S. Administração da mudança: as estratégias para tirar proveito da mudança. Rio de Janeiro: Zahar, MOTTA, P.R. Transformação organizacional: a teoria e a prática de inovar. Rio de Janeiro: Qualitymark, p. WOOD JR. T. Mudança organizacional: aprofundamento temas atuais de administração de empresas. São Paulo: Atlas,

Gestão por Competências

Gestão por Competências Gestão por Competências 2 Professora: Zeila Susan Keli Silva 2º semestre 2012 1 Contexto Economia globalizada; Mudanças contextuais; Alto nível de complexidade do ambiente; Descoberta da ineficiência dos

Leia mais

Função Gerencial. Autor: Ader Fernando Alves de Pádua

Função Gerencial. Autor: Ader Fernando Alves de Pádua Função Gerencial Autor: Ader Fernando Alves de Pádua 1. INTRODUÇÃO Este artigo tem por objetivo levar aos seus leitores à uma aproximação teórica dos estudos da administração empresarial, enfocando a importância

Leia mais

CULTURA ORGANIZACIONAL, PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E A SAÚDE DO TRABALHADOR (2012) 1

CULTURA ORGANIZACIONAL, PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E A SAÚDE DO TRABALHADOR (2012) 1 CULTURA ORGANIZACIONAL, PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E A SAÚDE DO TRABALHADOR (2012) 1 SILVEIRA, J.F²; BRANDT, B. O²; CORRÊA, D. M. W²; POTRICH, A. C. G³; ROHDE, C. L. C 4. 1 Trabalho de Pesquisa 2 Psicóloga,

Leia mais

Planejamento de Recursos Humanos

Planejamento de Recursos Humanos UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Faculdade de Filosofia e Ciências Câmpus de Marília Departamento de Ciência da Informação Planejamento de Recursos Humanos Profa. Marta Valentim Marília 2014 As organizações

Leia mais

Administração e Gestão de Pessoas

Administração e Gestão de Pessoas Administração e Gestão de Pessoas Aula Gestão de Pessoas Prof.ª Marcia Aires www.marcia aires.com.br mrbaires@gmail.com Percepção x trabalho em equipe GESTÃO DE PESSOAS A Gestão de Pessoas é responsável

Leia mais

Cultura Organizacional: Compreensão básica para a Gestão de Pessoas. Glaucia Falcone Fonseca

Cultura Organizacional: Compreensão básica para a Gestão de Pessoas. Glaucia Falcone Fonseca : Compreensão básica para a Gestão de Pessoas Glaucia Falcone Fonseca É importante verificar que há diversos grupos que compõem uma cultura. As subculturas, constituídas por grupos de pessoas com um padrão

Leia mais

MUDANÇA CULTURAL NAS ORGANIZAÇÕES

MUDANÇA CULTURAL NAS ORGANIZAÇÕES 1 MUDANÇA CULTURAL NAS ORGANIZAÇÕES Wainy Indaiá Exaltação Jesuíno 1 Marco Antônio 2 Resumo O objetivo deste trabalho é demonstrar a importância da análise do clima organizacional para mudança da cultura

Leia mais

PESSOAS ORGANIZACIONAL

PESSOAS ORGANIZACIONAL #7 #8 CULTURA GESTÃO DE PESSOAS ORGANIZACIONAL ÍNDICE 1. Apresentação 2. Definição de cultura 3. A cultura organizacional 4. Níveis da cultura organizacional 5. Elementos da cultura organizacional 6. Dicas

Leia mais

Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler

Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler AULA 5 - PERSPECTIVA DE APRENDIZADO E CRESCIMENTO Abertura da Aula Uma empresa é formada

Leia mais

PROCESSO DECISÓRIO EM ENFERMAGEM 1.

PROCESSO DECISÓRIO EM ENFERMAGEM 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM I PROCESSO DECISÓRIO EM ENFERMAGEM 1. GRECO, ROSANGELA MARIA 2 Objetivo

Leia mais

A Cultura Organizacional no Ambiente Educacional

A Cultura Organizacional no Ambiente Educacional A Cultura Organizacional no Ambiente Educacional (Renato Casagrande) O interesse pelo estudo da cultura organizacional não é recente, embora esse tema só tenha começado a ter mais importância nas duas

Leia mais

Palavras-chave: Alinhamento, domínio, tecnologia de informação.

Palavras-chave: Alinhamento, domínio, tecnologia de informação. RELACIONAMENTO ENTRE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E A ORGANIZAÇÃO: OS FATORES CRÍTICOS SOBRE O COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL NA IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO. José Aparecido Moura Aranha

Leia mais

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO * César Raeder Este artigo é uma revisão de literatura que aborda questões relativas ao papel do administrador frente à tecnologia da informação (TI) e sua

Leia mais

DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES:

DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES: DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES: A Teoria das Organizações em seu contexto histórico. Conceitos fundamentais. Abordagens contemporâneas da teoria e temas emergentes. Balanço crítico. Fornecer aos mestrandos

Leia mais

A organização afetando o comportamento das pessoas

A organização afetando o comportamento das pessoas Objetivos A organização afetando o comportamento das pessoas Definir as estruturas Organizacionais Diferenciar estruturas mecanicistas e orgânicas Conceituar Cultura Organizacional Apontar como as estruturas

Leia mais

Módulo IV. Delegação e Liderança

Módulo IV. Delegação e Liderança Módulo IV Delegação e Liderança "As pessoas perguntam qual é a diferença entre um líder e um chefe. O líder trabalha a descoberto, o chefe trabalha encapotado. O líder lidera, o chefe guia. Franklin Roosevelt

Leia mais

COMPETÊNCIAS E COMPORTAMENTO DOS LÍDERES NO CENÁRIO ATUAL

COMPETÊNCIAS E COMPORTAMENTO DOS LÍDERES NO CENÁRIO ATUAL COMPETÊNCIAS E COMPORTAMENTO DOS LÍDERES NO CENÁRIO ATUAL 1.Osnei FranciscoAlves 2. Jéssica Barros 1. Professor das Faculdades Integradas Santa Cruz. Administrador, MBA Executivo em Gestão de Pessoas e

Leia mais

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado Professora Débora Dado Prof.ª Débora Dado Planejamento das aulas 7 Encontros 19/05 Contextualizando o Séc. XXI: Equipes e Competências 26/05 Competências e Processo de Comunicação 02/06 Processo de Comunicação

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Gestão de Conflitos Organizacionais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Gestão de Conflitos Organizacionais UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Gestão de Conflitos Organizacionais Jefferson Menezes de Oliveira Santa Maria, dezembro de 2006 INTRODUÇÃO

Leia mais

TIPOS DE PROCESSOS Existem três categorias básicas de processos empresariais:

TIPOS DE PROCESSOS Existem três categorias básicas de processos empresariais: PROCESSOS GERENCIAIS Conceito de Processos Todo trabalho importante realizado nas empresas faz parte de algum processo (Graham e LeBaron, 1994). Não existe um produto ou um serviço oferecido por uma empresa

Leia mais

Uma organização pode ser descrita como um arranjo sistemático, onde esforços individuais são agregados em prol de um resultado coletivo

Uma organização pode ser descrita como um arranjo sistemático, onde esforços individuais são agregados em prol de um resultado coletivo Aula 03 1 2 Uma organização pode ser descrita como um arranjo sistemático, onde esforços individuais são agregados em prol de um resultado coletivo Exemplos: Empresas; Associações; Órgãos governamentais,

Leia mais

K & M KNOWLEDGE & MANAGEMENT

K & M KNOWLEDGE & MANAGEMENT K & M KNOWLEDGE & MANAGEMENT Conhecimento para a ação em organizações vivas CONHECIMENTO O ativo intangível que fundamenta a realização dos seus sonhos e aspirações empresariais. NOSSO NEGÓCIO EDUCAÇÃO

Leia mais

A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO COMO ESTRATÉGIA DE COMPETITIVIDADE: UM ESTUDO DE CASO

A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO COMO ESTRATÉGIA DE COMPETITIVIDADE: UM ESTUDO DE CASO A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO COMO ESTRATÉGIA DE COMPETITIVIDADE: UM ESTUDO DE CASO MARCELO MÁRCIO ROMANIELLO 1 ; JUSSARA MARIA SILVA 2 ; ANTÔNIO CARLOS DOS SANTOS 3 RESUMO: O presente estudo analisou a tecnologia

Leia mais

Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas. Grupo de Pesquisa em Interação, Tecnologias Digitais e Sociedade - GITS

Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas. Grupo de Pesquisa em Interação, Tecnologias Digitais e Sociedade - GITS Universidade Federal da Bahia Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas Grupo de Pesquisa em Interação, Tecnologias Digitais e Sociedade - GITS Reunião de 18 de junho de 2010 Resumo

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em Desenvolvimento Humano de Gestores

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em Desenvolvimento Humano de Gestores NÚCLEO AVANÇADO DE PÓS-GRADUAÇÃO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em Desenvolvimento Humano de Gestores De acordo com a Resolução n o 1 de 08/06/2007 da CES do CNE do MEC Coordenação

Leia mais

Colégio Estadual Juracy Rachel Saldanha Rocha Técnico em Administração Comportamento Organizacional Aílson José Senra Página 1

Colégio Estadual Juracy Rachel Saldanha Rocha Técnico em Administração Comportamento Organizacional Aílson José Senra Página 1 Página 1 COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL As pessoas que supervisionam as atividades das outras e que são responsáveis pelo alcance dos objetivos nessas organizações são os administradores. Eles tomam decisões,

Leia mais

1 - Apresentação... 3. 2 - Objetivos... 6. 3 - Público Alvo... 7. 4 - Metas e Resultados Esperados... 7

1 - Apresentação... 3. 2 - Objetivos... 6. 3 - Público Alvo... 7. 4 - Metas e Resultados Esperados... 7 1 Presidente Paulo Marchiori Buss Vice Presidente de Desenvolvimento Institucional e Gestão do Trabalho Paulo Ernani Gadelha Vieira Diretora de Recursos Humanos Leila de Mello Yañez Nogueira Departamento

Leia mais

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA Constata-se que o novo arranjo da economia mundial provocado pelo processo de globalização tem afetado as empresas a fim de disponibilizar

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Informação e Documentação Disciplina: Planejamento e Gestão

Leia mais

NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS

NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS Concurso para agente administrativo da Polícia Federal Profa. Renata Ferretti Central de Concursos NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS 1. Organizações como

Leia mais

Aula 12 Tecnologia da Informação e a Gestão de Pessoas

Aula 12 Tecnologia da Informação e a Gestão de Pessoas Aula 12 Tecnologia da Informação e a Gestão de Pessoas Objetivos da aula: Os objetivos desta aula visam permitir com que você compreenda melhor a relação da área de recursos humanos com a tecnologia da

Leia mais

Trilhas Técnicas SBSI - 2014

Trilhas Técnicas SBSI - 2014 brunoronha@gmail.com, germanofenner@gmail.com, albertosampaio@ufc.br Brito (2012), os escritórios de gerenciamento de projetos são importantes para o fomento de mudanças, bem como para a melhoria da eficiência

Leia mais

A área de recursos humanos é o filtro da empresa, a porta de entrada de todas as companhias. (Reinaldo Passadori)

A área de recursos humanos é o filtro da empresa, a porta de entrada de todas as companhias. (Reinaldo Passadori) TATIANA LOPES 2012 A área de recursos humanos é o filtro da empresa, a porta de entrada de todas as companhias. (Reinaldo Passadori) PLANEJAMENTO: é uma ferramenta administrativa, que possibilita perceber

Leia mais

CONDUZINDO MUDANÇAS TRANSFORMADORAS

CONDUZINDO MUDANÇAS TRANSFORMADORAS CONDUZINDO MUDANÇAS TRANSFORMADORAS por David Miller The European Business Review, março/abril 2012 As mudanças estão se tornando mais frequentes, radicais e complexas. Os índices de falha em projetos

Leia mais

PREVIEW DAS PRINCIPAIS SEÇÕES DA NBR ISO 19011

PREVIEW DAS PRINCIPAIS SEÇÕES DA NBR ISO 19011 CENTRO DA QUALIDADE, SEGURANÇA E PRODUTIVIDADE PARA O BRASIL E AMÉRICA LATINA PREVIEW DAS PRINCIPAIS SEÇÕES DA NBR ISO 19011 Diretrizes para auditorias de sistemas de gestão da qualidade e/ou ambiental

Leia mais

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT Proposta do CDG-SUS Desenvolver pessoas e suas práticas de gestão e do cuidado em saúde. Perspectiva da ética e da integralidade

Leia mais

Poder, Cultura e Mudanças nas Organizações. Prof.ª Dr.ª Rosa Maria Fischer Prof.ª Titular FEA/USP

Poder, Cultura e Mudanças nas Organizações. Prof.ª Dr.ª Rosa Maria Fischer Prof.ª Titular FEA/USP Poder, Cultura e Mudanças nas Organizações Prof.ª Dr.ª Rosa Maria Fischer Prof.ª Titular FEA/USP Conceito de Cultura Conjunto de pressupostos básicos que um grupo inventou descobriu ou desenvolveu ao aprender

Leia mais

TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I

TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I 1 TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I Administração é a maneira de governar organizações ou parte delas. É o processo de planejar, organizar, dirigir e controlar o uso de recursos

Leia mais

Empresas Familiares aprimoramento da governança corporativa para o sucesso do negócio

Empresas Familiares aprimoramento da governança corporativa para o sucesso do negócio Empresas Familiares aprimoramento da governança corporativa para o sucesso do negócio Nome Desarrollo de Sistemas de Gobierno y Gestión en Empresas de Propiedad Familiar en el Perú Objetivo Contribuir

Leia mais

Parceria RH & Coaching: Soluções à organização pessoal e profissional Marcia Toscano

Parceria RH & Coaching: Soluções à organização pessoal e profissional Marcia Toscano Parceria RH & Coaching: Soluções à organização pessoal e profissional Marcia Toscano Socióloga - Consultora em Gestão de Pessoas - Personal & Professional Coach 1. Cenários organizacionais: Como delimitar

Leia mais

MBA em Gestão de Pessoas

MBA em Gestão de Pessoas REFERÊNCIA EM EDUCAÇÃO EXECUTIVA MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Profª. Dra. Ana Ligia Nunes Finamor A Escola de Negócios de Alagoas. A FAN Faculdade de Administração e Negócios foi fundada

Leia mais

APÊNDICE A QUESTIONÁRIO APLICADO AOS GESTORES

APÊNDICE A QUESTIONÁRIO APLICADO AOS GESTORES 202 INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO ALGUNS COMENTÁRIOS ANTES DE INICIAR O PREENCHIMENTO DO QUESTIONÁRIO: a) Os blocos a seguir visam obter as impressões do ENTREVISTADO quanto aos processos de gestão da Policarbonatos,

Leia mais

Mudança organizacional e suas implicações na aprendizagem

Mudança organizacional e suas implicações na aprendizagem Mudança organizacional e suas implicações na aprendizagem Anielson Barbosa da Silva (MPA/UnP) anielson@uol.com.br Luzia Fröhlich Nunes (PMA/Univali) lfnunes@redel.com.br Anete Alberton (PMA/Univali) anete@univali.br

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares

Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Existem três níveis distintos de planejamento: Planejamento Estratégico Planejamento Tático Planejamento Operacional Alcance

Leia mais

Gestão de Pessoas: Retrospectiva Histórica

Gestão de Pessoas: Retrospectiva Histórica Glaucia Falcone Fonseca O objetivo dessa aula é que você conheça as quatro grandes correntes existentes com relação ao tema gestão de pessoas. (Glaucia Falcone Fonseca) 1 Vimos na aula passada o que é

Leia mais

MBA em GESTÃO ESTRATÉGICA EMPRESARIAL

MBA em GESTÃO ESTRATÉGICA EMPRESARIAL MBA em GESTÃO ESTRATÉGICA EMPRESARIAL CRIATIVIDADE, INOVAÇÃO E INFORMAÇÃO Prof. Gustavo Fernandes Ambrosio Emails: gus_ambrosio@yahoo.com.br gusambrosio@hotmail.com Objetivo do curso Será enfocado o tema

Leia mais

UTILIZANDO O BALANCED SCORECARD PARA GERENCIAR PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS. JOSÉILTON SILVEIRA DA ROCHA MS.c 1 PAULO MAURICIO SELIG Dr.

UTILIZANDO O BALANCED SCORECARD PARA GERENCIAR PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS. JOSÉILTON SILVEIRA DA ROCHA MS.c 1 PAULO MAURICIO SELIG Dr. UTILIZANDO O BALANCED SCORECARD PARA GERENCIAR PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS. JOSÉILTON SILVEIRA DA ROCHA MS.c 1 PAULO MAURICIO SELIG Dr. 1 UFBA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA JSROCHA@EPS.UFSC.BR UFSC UNIVERSIDADE

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO ESCOLAR. Prof. Bento

ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO ESCOLAR. Prof. Bento ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO ESCOLAR Prof. Bento QUESTÕES Doc. # 1 Revisão Indique se é Verdadeira ou Falsa a seguinte afirmação UMA TEORIA É UMA EXPLICAÇÃO LÓGICA OU ABSTRACTA DE UM PROBLEMA OU CONJUNTO DE

Leia mais

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Recursos Humanos 2011-1 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Recursos Humanos 2011-1 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais. Especial Online ISSN 1982-1816 www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.html DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO Recursos Humanos 2011-1 DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO LIDERANÇA AUTOCRÁTICA: O RELACIONAMENTO

Leia mais

GESTÃO ESCOLAR E MUDANÇA ORGANIZACIONAL DA ESCOLA: ANÁLISES PRELIMINARES DE UMA PESQUISA

GESTÃO ESCOLAR E MUDANÇA ORGANIZACIONAL DA ESCOLA: ANÁLISES PRELIMINARES DE UMA PESQUISA GESTÃO ESCOLAR E MUDANÇA ORGANIZACIONAL DA ESCOLA: ANÁLISES PRELIMINARES DE UMA PESQUISA TRES, Janialy Alves Araújo - FAFIRE janialy21@hotmail.com Resumo Este texto apresenta análises preliminares de uma

Leia mais

Gestão de Negócios. Aula 01. Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho

Gestão de Negócios. Aula 01. Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Gestão de Negócios Aula 01 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Este material é parte integrante da disciplina oferecida pela UNINOVE. O acesso às atividades, conteúdos multimídia

Leia mais

Transformando a TI de uma agência governamental em ágil

Transformando a TI de uma agência governamental em ágil Transformando a TI de uma agência governamental em ágil Gavin Martin O governo é composto de programas independentes que, por causa de sua organização, inibem cadeias de valor eficientes. Por minha experiência,

Leia mais

O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações

O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Projeto Saber Contábil O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Alessandra Mercante Programa Apresentar a relação da Gestão de pessoas com as estratégias organizacionais,

Leia mais

Apresentação da FAMA

Apresentação da FAMA Pós-Graduação Lato Sensu CURSO DE ESPECIIALIIZAÇÃO 432 horras/aulla Coordenação Geral: Eng. Jacob Gribbler 1 Apresentação da FAMA A FAMA nasceu como conseqüência do espírito inovador e criador que há mais

Leia mais

INFORMAÇÃO E VANTAGEM COMPETITIVA EM ORGANIZAÇÃO DE MÓVEIS E ELETROS

INFORMAÇÃO E VANTAGEM COMPETITIVA EM ORGANIZAÇÃO DE MÓVEIS E ELETROS INFORMAÇÃO E VANTAGEM COMPETITIVA EM ORGANIZAÇÃO DE MÓVEIS E ELETROS Elane de Oliveira, UFRN 1 Max Leandro de Araújo Brito, UFRN 2 Marcela Figueira de Saboya Dantas, UFRN 3 Anatália Saraiva Martins Ramos,

Leia mais

VERSÃO APROVADA Tradução de cortesia ANEXO 4

VERSÃO APROVADA Tradução de cortesia ANEXO 4 ANEXO 4 RELATÓRIO PRELIMINAR DO CEED AO CONSELHO DE DEFESA SUL- AMERICANO SOBRE OS TERMOS DE REFERÊNCIA PARA OS CONCEITOS DE SEGURANÇA E DEFESA NA REGIÃO SUL- AMERICANA O é uma instância de conhecimento

Leia mais

Evolução do uso de competências para remuneração

Evolução do uso de competências para remuneração Tema: Competências e Instrumentos de Análise de Desempenho na Gestão da Remuneração: Experiências e Lições dos Principais Grupos Empresariais do Brasil José Hipólito Evolução do uso de competências para

Leia mais

Os Sete Níveis de Consciência da Liderança

Os Sete Níveis de Consciência da Liderança Os Sete Níveis de Consciência da Liderança Existem sete níveis bem definidos de liderança, que correspondem aos sete níveis de consciência organizacional. Cada nível de liderança se relaciona com a satisfação

Leia mais

INSERÇÃO PROFISSIONAL DO PSICÓLOGO EM ORGANIZAÇÕES E NO TRABALHO 30h/a

INSERÇÃO PROFISSIONAL DO PSICÓLOGO EM ORGANIZAÇÕES E NO TRABALHO 30h/a PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL E DO TRABALHO EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS INSERÇÃO PROFISSIONAL DO PSICÓLOGO EM ORGANIZAÇÕES E NO TRABALHO 30h/a EMENTA: Visão clássica da psicologia organizacional: história e desdobramentos.

Leia mais

abril de 2011 Remuneração Estratégica nas Organizações

abril de 2011 Remuneração Estratégica nas Organizações abril de 2011 Remuneração Estratégica nas Organizações O RH nesses 20 anos Tático, político e de políticas Desdobrador da estratégia Influenciador da estratégia e da operação Consultor e assessor para

Leia mais

Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO. Profa. Leonor Cordeiro Brandão

Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO. Profa. Leonor Cordeiro Brandão Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO Profa. Leonor Cordeiro Brandão Relembrando Vimos alguns conceitos importantes: O que são dados; O que é informação; Quando uma informação se transforma em conhecimento;

Leia mais

Autorizado pela Portaria nº 1.150 de 25/08/10 DOU Nº 165 de 27/08/10

Autorizado pela Portaria nº 1.150 de 25/08/10 DOU Nº 165 de 27/08/10 C U R S O D E E N G E N H A R I A D E P R O D U Ç Ã O Autorizado pela Portaria nº 1.150 de 25/08/10 DOU Nº 165 de 27/08/10 Componente Curricular: Gestão de Pessoas Código: ENGP 599 Prérequisito: Período

Leia mais

APLICAÇÃO DA GESTÃO DO CONHECIMENTO NO AUMENTO DA COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL

APLICAÇÃO DA GESTÃO DO CONHECIMENTO NO AUMENTO DA COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL APLICAÇÃO DA GESTÃO DO CONHECIMENTO NO AUMENTO DA COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL Fábio Augusto Aquino Gonçalves 1, Vilma da Silva Santos 2, Paulo Cesar Ribeiro Quintairos 3, Edson Aparecida de Araújo Querido

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO, FERRAMENTA INDISPENSÁVEL PARA GESTÃO DE INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR IES PRIVADAS

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO, FERRAMENTA INDISPENSÁVEL PARA GESTÃO DE INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR IES PRIVADAS 1 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO, FERRAMENTA INDISPENSÁVEL PARA GESTÃO DE INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR IES PRIVADAS Heron Conrado do Carmo Ferreira 1 1 Edson Makoto Ueno 2 1,2 diretor@fafitfacic.com. br cpa@fafitfacic.com.

Leia mais

A comunicação empresarial e a gestão da mudança

A comunicação empresarial e a gestão da mudança Renato Dias Baptista Índice 1 As mudanças organizacionais 1 1.1 Comunicação e mudança organizacional............. 2 2 Considerações Finais 4 3 Referências Bibliográficas 4 1 As mudanças organizacionais

Leia mais

CAPÍTULO 7. SISTEMAS DE APOIO À DECISÃO (SAD) SISTEMAS DE SUPORTE À DECISÃO (SSD)

CAPÍTULO 7. SISTEMAS DE APOIO À DECISÃO (SAD) SISTEMAS DE SUPORTE À DECISÃO (SSD) 1 CAPÍTULO 7. SISTEMAS DE APOIO À DECISÃO (SAD) SISTEMAS DE SUPORTE À DECISÃO (SSD) A necessidade dos SAD surgiu em decorrência de diversos fatores, como, por exemplo: Competição cada vez maior entre as

Leia mais

CULTURA ORGANIZACIONAL. Prof. Gilberto Shinyashiki FEA-RP USP

CULTURA ORGANIZACIONAL. Prof. Gilberto Shinyashiki FEA-RP USP CULTURA ORGANIZACIONAL Prof. Gilberto Shinyashiki FEA-RP USP Cultura é uma característica única de qualquer organização Apesar de difícil definição, compreende-la pode ajudar a: Predizer como a organização

Leia mais

LIDERANÇA DA NOVA ERA

LIDERANÇA DA NOVA ERA LIDERANÇA DA NOVA ERA Liderança da Nova Era Liderança é a realização de metas por meio da direção de colaboradores. A liderança ocorre quando há lideres que induzem seguidores a realizar certos objetivos

Leia mais

Plano de Trabalho 2013/2015

Plano de Trabalho 2013/2015 SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FUNDAP SEADE CEPAM CONVÊNIO SPDR USP FUNDAP SEADE CEPAM ANEXO I Plano de Trabalho 2013/2015 OUTUBRO DE 2013 I. JUSTIFICATIVAS

Leia mais

NOSSOS PRINCÍPIOS ORIENTADORES

NOSSOS PRINCÍPIOS ORIENTADORES NOSSOS PRINCÍPIOS ORIENTADORES Por cerca de 50 anos, a série Boletim Verde descreve como a John Deere conduz os negócios e coloca seus valores em prática. Os boletins eram guias para os julgamentos e as

Leia mais

Aula 07 Planejamento Estratégico de RH

Aula 07 Planejamento Estratégico de RH Aula 07 Planejamento Estratégico de RH Objetivos da aula: Nesta aula o objetivo será Apresentar uma visão diferenciada sobre como as ações integradas de planejamento estratégico de Recursos Humanos (RH)

Leia mais

MBA em Administração e Gestão do Conhecimento

MBA em Administração e Gestão do Conhecimento MBA em Administração e Gestão do Conhecimento Gestão do Conhecimento Aula 3 Profa. Me. Ana Carolina Bustamante Olá! Bem-vindos à nossa terceira aula. Antes de mais nada, assista ao vídeo a seguir e conheça

Leia mais

FORMAÇÃO DA CULTURA EM GESTÃO POR PROJETOS: O CASO DE UMA ORGANIZAÇÃO PRIVADA DE FINALIDADE PÚBLICA

FORMAÇÃO DA CULTURA EM GESTÃO POR PROJETOS: O CASO DE UMA ORGANIZAÇÃO PRIVADA DE FINALIDADE PÚBLICA FORMAÇÃO DA CULTURA EM GESTÃO POR PROJETOS: O CASO DE UMA ORGANIZAÇÃO PRIVADA DE FINALIDADE PÚBLICA Jorge Luciano Gil Kolotelo (UTFPR) kolotelo@uol.com.br Pedro Carlos Carmona Gallego (FESP) carmona@fesppr.br

Leia mais

Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM

Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM É COM GRANDE PRAZER QUE GOSTARÍAMOS DE OFICIALIZAR A PARTICIPAÇÃO DE PAUL HARMON NO 3º SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE BPM!! No ano passado discutimos Gestão

Leia mais

É A QUALIDADE DA EQUIPE DE LIDERANÇA QUE FAZ A DIFERENÇA

É A QUALIDADE DA EQUIPE DE LIDERANÇA QUE FAZ A DIFERENÇA É A QUALIDADE DA EQUIPE DE LIDERANÇA QUE FAZ A DIFERENÇA Maria Beatriz de Carvalho Melo Lobo Instituições universitárias, todas elas, são empresas, com missões distintas e oriundas da concessão de um serviço

Leia mais

Prof. Dr. Marcos Dalmau Profa. Dra. Kelly Tosta

Prof. Dr. Marcos Dalmau Profa. Dra. Kelly Tosta Prof. Dr. Marcos Dalmau Profa. Dra. Kelly Tosta Ao final do curso, espera-se que os participantes sejam capazes de: Conceituar competência e compreender sua tipologia; Discutir a inserção do conceito competência

Leia mais

Apresentação da FAMA

Apresentação da FAMA Pós-Graduação Lato Sensu CURSO DE ESPECIIALIIZAÇÃO 444 horras/aulla 1 Apresentação da FAMA A FAMA nasceu como conseqüência do espírito inovador e criador que há mais de 5 anos aflorou numa família de empreendedores

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Drª. Ana Maria Viegas Reis

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Drª. Ana Maria Viegas Reis CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Drª. Ana Maria Viegas Reis APRESENTAÇÃO A FGV é uma instituição privada sem fins lucrativos, fundada em

Leia mais

Aula 15 O desenvolvimento das pessoas e a Educação Corporativa.

Aula 15 O desenvolvimento das pessoas e a Educação Corporativa. Aula 15 O desenvolvimento das pessoas e a Educação Corporativa. Objetivos da aula: Conhecer uma nova área que está surgindo no mercado empresarial e que irá prover inúmeras melhorias no desenvolvimento

Leia mais

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO A presente pesquisa aborda os conceitos de cultura e clima organizacional com o objetivo de destacar a relevância

Leia mais

O papel educativo do gestor de comunicação no ambiente das organizações

O papel educativo do gestor de comunicação no ambiente das organizações O papel educativo do gestor de comunicação no ambiente das organizações Mariane Frascareli Lelis Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho UNESP, Bauru/SP e-mail: mariane_lelis@yahoo.com.br;

Leia mais

MOTIVAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES

MOTIVAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES MOTIVAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES 1 Paulo Sertek Mestre em Tecnologia e Desenvolvimento email: psertek@xmail.com.br www.ief.org.br Nas organizações mecanicistas, o homem é visto apenas por fora, em suas ações,

Leia mais

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM ECOTURISMO Objetivo: O Curso tem por objetivo capacitar profissionais, tendo em vista a carência de pessoas qualificadas na área do ecoturismo, para atender,

Leia mais

TÍTULO: LIDERANÇA E MOTIVAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES DA EMPRESA COR BELLA- AURIFLAMA

TÍTULO: LIDERANÇA E MOTIVAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES DA EMPRESA COR BELLA- AURIFLAMA TÍTULO: LIDERANÇA E MOTIVAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES DA EMPRESA COR BELLA- AURIFLAMA CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE AURIFLAMA AUTOR(ES):

Leia mais

CONTROLE ESTRATÉGICO

CONTROLE ESTRATÉGICO CONTROLE ESTRATÉGICO RESUMO Em organizações controlar significa monitorar, avaliar e melhorar as diversas atividades que ocorrem dentro de uma organização. Controle é fazer com que algo aconteça como foi

Leia mais

Dia de Campo COOPRATA. 15 anos entregando soluções empresariais que constroem resultados.

Dia de Campo COOPRATA. 15 anos entregando soluções empresariais que constroem resultados. Dia de Campo COOPRATA 15 anos entregando soluções empresariais que constroem resultados. Gestão de Pessoas e o Mercado de trabalho Como está o mercado de trabalho para contratação de pessoas? Segundo a

Leia mais

09/07/2013. Apresenta

09/07/2013. Apresenta Apresenta 1 por Diana Santos 2 Muitos estudos sobre políticas de gestão de pessoas com vistas a melhorar o desempenho dos colaboradores; Durante toda existência humana, as equipes constituíram a forma

Leia mais

CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL

CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL Cristiane de Oliveira 1 Letícia Santos Lima 2 Resumo O objetivo desse estudo consiste em apresentar uma base conceitual em que se fundamenta a Controladoria.

Leia mais

Profa. Lenimar Vendruscolo Mery 2013 APOSTILA DE GESTÃO DE PESSOAS

Profa. Lenimar Vendruscolo Mery 2013 APOSTILA DE GESTÃO DE PESSOAS APOSTILA DE GESTÃO DE PESSOAS SUMÁRIO 1. O QUE SIGNIFICA GESTÃO DE PESSOAS... 3 2. PRINCIPAIS PROCESSOS DE GESTÃO DE PESSOAS... 3 3. O CONTEXTO DA GESTÃO DE PESSOAS... 4 4. EVOLUÇÃO DOS MODELOS DE GESTÃO...

Leia mais

Disciplina:COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL Aula 1

Disciplina:COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL Aula 1 Sejam bem vindos!! Disciplina:COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL Aula 1 Dinâmica de apresentação dos Alunos. Informações relevantes. Apresentação dos Objetivos da Disciplina e Metodologia. Mini Currículo Luciana

Leia mais

Ribeirão Preto, Franca, São Carlos e Araraquara GESTÃO DE PESSOAS. COORDENAÇÃO: Profª Drª Ana Ligia Nunes Finamor

Ribeirão Preto, Franca, São Carlos e Araraquara GESTÃO DE PESSOAS. COORDENAÇÃO: Profª Drª Ana Ligia Nunes Finamor Ribeirão Preto, Franca, São Carlos e Araraquara GESTÃO DE PESSOAS COORDENAÇÃO: Profª Drª Ana Ligia Nunes Finamor OBJETIVO: A Gestão de Pessoas vem passando por inúmeras transformações nestes últimos anos.

Leia mais

Aula 09 - Remuneração por competências: uma alavanca para o capital intelectual

Aula 09 - Remuneração por competências: uma alavanca para o capital intelectual Aula 09 - Remuneração por competências: uma alavanca para o capital intelectual Objetivos da aula: Estudar a remuneração por habilidades; Sistematizar habilidades e contrato de desenvolvimento contínuo.

Leia mais

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares Comunidades de Prática Grupos informais e interdisciplinares de pessoas unidas em torno de um interesse

Leia mais

MBA EXECUTIVO DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA

MBA EXECUTIVO DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA MBA EXECUTIVO DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA 2012.1 FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS É uma instituição de direito privado, sem fins lucrativos, fundada em 20 de dezembro de 1944, com o objetivo de ser um centro voltado

Leia mais

3. Sustentabilidade e Responsabilidade Social Empresarial

3. Sustentabilidade e Responsabilidade Social Empresarial 3. Sustentabilidade e Responsabilidade Social Empresarial GESTOR SOCIAL EMPRESARIAL OU GESTOR EMPRESARIAL SOCIAL? É notório, no cenário mundial, o crescente número de empresas de diversas naturezas e portes

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

QUESTÃO 11 ENADE Administração/2009

QUESTÃO 11 ENADE Administração/2009 Universidade Federal Fluminense Oficina de Trabalho Elaboração de Provas Escritas Questões Objetivas Profª Marcia Memére Rio de Janeiro, janeiro de 2013 QUESTÃO 11 ENADE Administração/2009 Cada uma das

Leia mais

PROGRAMA DA DISCIPLINA

PROGRAMA DA DISCIPLINA PROGRAMA DA DISCIPLINA CÓDIGO DISCIPLINA NATUREZA ANO ADM025 COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL Obrigatória 2012.1 CARGA HORÁRIA PRÉ-REQUISITO 72 horas PROFESSOR RESPONSÁVEL Roberto Paz/ Ludmilla F. Fiscina

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

Aula 10. Delegação X Empowerment

Aula 10. Delegação X Empowerment Aula 10 Delegação X Empowerment Profa. Ms. Daniela Cartoni daniela.cartoni@veris.edu.br DELEGAÇÃO X EMPOWERMENT Delegar significa orientar o colaborador para que execute uma determinada atividade no lugar

Leia mais