Industrialização e Desindustrialização no Brasil: Muito Além dos Números

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1 Industrialização e Desindustrialização no Brasil: Muito Além dos Números David Kupfer GIC-IE/UFRJ e BNDES 28o. Fórum de Debates Brasiliana.org São Paulo 23 de agosto de 2012

2 Desindustrialização redução permanente da contribuição da indústria no emprego total de uma economia definição (clássica) de Rowthorn e Wells (1987) Variante 1 - redução da participação da indústria no produto interno bruto Variante 2 - desindustrialização relativa ou absoluta Variante 3 - desindustrialização natural x precoce

3 Assim como industrialização não é o mero aumento do peso da indústria na composição estrutural da produção, desindustrialização não pode ser a mera redução desse peso. O que é necessário considerar: Lado da demanda: elasticidade-renda dos serviços torna-se maior do que dos produtos industriais com o aumento de renda da população. Lado da oferta: crescimento da produtividade maior na indústria que nos serviços altera os preços relativos dos produtos industriais. Lado da Competição: Substituição da produção industrial nacional por produtos importados x Deslocamento de exportações no mercao internacional Doença de custos custo salarial unitário Doença holandesa - câmbio Offshore/Outsourcing Outros (inumeráveis) Ilusão estatística (terceirização de atividades classificadas como industriais para serviços)

4 Onde estamos (ou estávamos) Círculo virtuoso do crescimento: das exportações para o consumo interno e para o investimento como manter? Círculo virtuoso no mercado de trabalho: dos programas de transferência de renda e do aumento do salário mínimo para a formalização do emprego como estender? Círculo vicioso da fragilização da indústria: da especialização regressiva para a perda de densidade nas cadeias produtivas, lenta evolução da produtividade e aumento do hiato tecnológico como reverter?

5 4 Trim Trim Trim.1978 Dívida Externa e Reservas Internacionais 4 Trim Trim Trim Trim Trim. 2 Trim Trim. 2 Trim Trim. 2 Trim Trim Trim Trim Trim Trim Trim.2011 PITCE PDP PBM ,8 25,9 26,3 Total external debt/gdp (LHS) International Reserves/debt service (RHS) 38,4 38,8 24,8 1,4 0,4 0,8 0,8 5,5 6,8 13,2 12, Fonte: Banco Central do Brasil

6 Taxa de Investimento (% PIB) PITCE PDP PBM Souce: SCN/IBGE

7 Comércio Exterior Brasileiro: 1989 a ,00 US$ mil PDP , , ,00 PITCE PBM , , , , Exports Imports Trade Flow Trade Balance Fonte: SECEX, GIC-IE/UFRJ 7

8 ... com avanço dos setores baseados em recursos naturais, manutenção (com desadensamento) dos setores de maior conteúdo tecnológico e recuo dos setores tradicionais 0,50 Composição do Valor Adicionado por Tipo de Setor (%) 0,45 0,40 0,35 0,30 0,25 0,20 0, Fonte: GIC-IE/UFRJ, a partir de IBGE, vários anos Recursos Naturais Tradicional Maior Conteúdo Tecnológico Fonte:IBGE

9 ... e rápido crescimento da participação dos produtos baseados em recursos naturais nas exportações 9

10 Padrões Estruturais do Comércio Exterior Brasileiro: 1989 a ,0 120,0 100,0 80,0 60,0 40,0 20,0 0,0-20,0-40,0 Commodities Agro - CA CA CI IN IT Commodities Minerais - CI Maior Intensidade de Inovação - IN Indústria Tradicional - IT -60,0 Fonte: SECEX, Fonte: GIC-IE/UFRJ SECEX, GIC-IE/UFRJ US$ mil Exportação Importação Corrente Saldo 10

11 , , , , ,00 Padrões Estruturais do Comércio Exterior Brasileiro: 1989 a , , ,00 140,0 120,0 Exports Imports Trade Flow Trade Balance 100, ,0 60,0 40,0 20,0 0,0-20,0-40,0 Commodities Agro - CA CA CI IN IT Commodities Minerais - CI Maior Intensidade de Inovação - IN Indústria Tradicional - IT -60,0 Fonte: SECEX, Fonte: GIC-IE/UFRJ SECEX, GIC-IE/UFRJ US$ mil Exportação Importação Corrente Saldo 11

12 Produção e Balança Comercial Recentes 2007 a 2012T2 Fonte`: BIC - Boletim de Indústria e de Comércio Exterior do GIC-IE/UFRJ

13 Características Estruturais da Produção Industrial Brasileira 2006 a 2011 I T Composição Coeficiente de Exportação Coeficiente de Importação 40% 30% 20% 10% 0% C A C I * IT 50% CA 40% 30% 20% 10% 0% CI* IT 40% CA 30% 20% 10% 0% CI* I N Média 4º TRI/ IN 4º TRI/2011 IN Fonte`: BIC - Boletim de Indústria e de Comércio Exterior do GIC-IE/UFRJ

14 Qualificação do Conteúdo de Trabalho das Exportações Brasileiras por Destino: x 2008 Mercosur China US EU Total 100% 80% 60% 40% 20% 0% Fonte`: GIC-IE/UFRJ Low Skill Medium Skill High Skill

15

16 Comparação entre a taxa de câmbio efetiva real das exportações e as taxas de câmbio reais bilaterais para países selecionados (Base fixa: 1996 = 100) TRC Efetiva - Indústria - Exportações Taxa de Câmbio Real - R$/US$ Taxa de Câmbio Real - R$/Yuan Taxa de Câmbio Real - R$/Euro* (Holanda) Taxa de Câmbio Real - R$/Peso Argentino Fonte: Elaboração de Julia Torracca (mestranda do IE/UFRJ) a partir dos dados da Aliceweb/MDIC para os cálculos das ponderações tanto das exportações quanto das importações e BACEN e UNCTAD para as taxas de câmbio bilaterais. Quanto aos deflatores internacionais a fonte foi o FMI e para o nacional, IBGE. Nota (*): A taxa de câmbio real com relação ao Euro registrada no gráfico é aquela referente à Holanda devido a sua relevância para as exportações brasileiras. As taxas de câmbio reais bilaterais dos países que fazem parte da Zona do Euro são diferentes, em virtude das distinções observadas nos índices de preço de cada um.

17 Relação entre a evolução da taxa de câmbio real efetiva das exportações e as exportações dos grupos CI, CA, IT e IN (1996=100) 1996 a 2009 Fonte: Elaboração de Julia Torracca (mestranda do IE/UFRJ) a partir dos dados SECEX, IFS/FMI e BACEN.

18 Evolução da taxa de câmbio efetiva setorial (exportações) para os setores selecionados 1996 a Minerais não-metálicos Indústria Fumo Indústria Alimentos e Bebidas Indústria Couro e Calçados Indústria Fon te: Elaboração de Julia Torracca (mestranda do IE/UFRJ) a partir dos dados da Aliceweb/MDIC para os cálculos das ponderações tanto das exportações quanto das importações e BACEN e UNCTAD para as taxas de câmbio bilaterais. Quanto aos deflatores internacionais a fonte foi o FMI e para o nacional, IBGE.

19 Evolução da taxa de câmbio efetiva setorial (exportações) para os setores selecionados 1996 a Minerais não-metálicos Indústria Fumo Indústria Alimentos e Bebidas Indústria Couro e Calçados Indústria Fonte: Elaboração de Julia Torracca (mestranda do IE/UFRJ) a partir dos dados da Aliceweb/MDIC para os cálculos das ponderações tanto das exportações quanto das importações e BACEN e UNCTAD para as taxas de câmbio bilaterais. Quanto aos deflatores internacionais a fonte foi o FMI e para o nacional, IBGE.

20 Evolução da taxa de câmbio efetiva setorial (importações) para os setores selecionados 1996 a Têxteis Indústria Borracha e plástico Indústria Médico-hospitalares Indústria Elétricos Indústria Fonte: Elaboração de Julia Torracca (mestranda do IE/UFRJ) a partir dos dados da Aliceweb/MDIC para os cálculos das ponderações tanto das exportações quanto das importações e BACEN e UNCTAD para as taxas de câmbio bilaterais. Quanto aos deflatores internacionais a fonte foi o FMI e para o nacional, IBGE.

21 E a Política Industrial? Concepção: As Grandes Transformações Universalização do padrão do consumo e a questão da eficiência Fragmentação Produtiva (Especialização Vertical) e a questão da integração regional Mais intangíveis e a questão da inovação e os novos requisitos para o adensamento e enraizamento da atividade produtiva Construção Politica: Macropolíticas X Políticas Focadas Catching-up tecnológico tradicional e novos objetivos redistributivos: como combinar? A construção do consenso sobre o futuro e o papel dos projetos estruturantes Implementação: top-down x bottom-up top-down x bottom-up? Faça ambos!

22 Metrô de Pequim em 1971 E a China? Metrô de Pequim em 2015 (Previsão) Metrô de Pequim em 2008 Fonte: Goldman e Sacks, 2010 Sem Comentários! Obrigado pela atenção

23 O Sistema Fragmentado de Produção

24 Sistema Fragmentado de Produção (Especialização Vertical) Extraído de Hamaguchi, N. (2008). Regional Productive Integration in East Asia. Paper apresentado no Seminário Internacional Integração Produtiva: Caminhos para o Mercosul. Dezembro 8-9, 2008, Brasilia, DF. mimeo

25 China + Vietnam: Relocalização da unidade de produção de impressoras jato-de-tinta da Canon Antes do China Plus One Factory in Guangdong Model A Model B Parts Trading Company in Hong Kong Supplier in Guangdong Supplier in ASEAN

26 Depois do China Plus One Factory in Guangdong Model A Parts Trading Company in Hong Kong Supplier in Guangdong Factory in Hanoi Model B Supplier in ASEAN New supplier in Hanoi New supplier in Cambodia, Laos, Thailand

27 Fragmentação internacional da produção Montagem de Discos Rígidos na Tailândia Fonte: Hiratsuka, Daisuke (2005). "Vertical Intra-Regional Production Networks in East Asia: A Case Study of Hard Disc Drive Industry," IDE working paper.

28 Fragmentação internacional da produção Fonte: Gereffi, 2009, New Trends and Chalenges in Participating in Global Network Production

29 Fragmentação internacional da produção Nota: COGS Custo dos produtos vendidos (componentes + salários) Fonte: Dedrick, Kraemer & Linden (2008) Who Profits from Innovation in Global Value Chains? Sloan Industry Studies Annual Conference, Boston, MA

30 Composição Estrutural do Comércio Intra-Regional EU25 NAFTA (Billion US$) Primary Material Final Products (Source) METI, White Paper of International Trade East Asia Intermediate Goods

31 Participação de setores selecionados no comércio intra-regional EU Chemical (incl. Plastics) Electrical Machinery General Machinery Transport Equip East Asia NAFTA (Source) METI, White Paper of International Trade

32 Leste Asiático X América do Sul 2,124 million population Oceanic 25.0 % of the world exports (2007) Almost the same distance 380 million population Continental 3.4% of the world exports Fone: Hamaguchi, op. cit. 32

33 Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil

34 Regime Científico-Tecnológico e Desenvolvimento Nacional REGIME III REGIME II REGIME I P - Produção Tecnológica = número de patentes A - Produção Científica = número de artigos GDP(pc) Renda per Capita Regime I - infra-estrutura científica incipiente incapaz de dar suporte à produção tecnológica Regime II - produção científica e tecnológica crescentes mas sem efeitos retro-alimentadores Regime III - conexões e interações entre ciência e tecnologia estão plenamente estabelecidas Extraído de Albuquerque et al (coord)(2009). Perspectivas do investimento em indústrias baseadas em ciência.ie-ufrj, IE-UNICAMP. Projeto PIB Perspectivas do Investimento no Brasil. 2008/2009. Disponível em

35 Deslocamento das fronteiras entre os regimes e a posição de de países selecionados ( ) Extraído de Albuquerque et al (coord)(2009). Perspectivas do investimento em indústrias baseadas em ciência.ie-ufrj, IE-UNICAMP. Projeto PIB Perspectivas do Investimento no Brasil. 2008/2009. Disponível em

36 ARTICULAÇÃO ENTRE CIÊNCIA E TECNOLOGIA NOS PROCESSOS DE DESENVOLVIMENTO Matriz de interações entre Ciência e Tecnologia: EUA, 2006 Fonte: Ribeiro et al, 2009 Subdomínios tecnológicos definidos pelo OST constituem o eixo x (OST Code). Áreas de ciência e de engenharia definidas pelo ISI constituem o eixo y (ISI Code). Citações de referências que não patentes (NPCs) constituem o eixo z (N). Extraído de Albuquerque et al (coord)(2009). Perspectivas do investimento em indústrias baseadas em ciência.ie-ufrj, IE-UNICAMP. Projeto PIB Perspectivas do Investimento no Brasil. 2008/2009. Disponível em

37 Matriz de interações entre Ciência e Tecnologia: EUA ,1982,1990, e 2006 O CRESCENTE CONTEÚDO CIENTÍFICO DA TECNOLOGIA Matrizes de interação entre ciência e tecnologia são preenchidas ao longo do tempo. A matriz de 1974 para os Estados Unidos - apresenta diversas células vazias. Um exemplo são as disciplinas relacionadas com a área da saúde (disciplina do ISI com códigos superiores a 15). Ao longo do tempo, os pontos de interação se expandiram de tal forma que o número de células vazias diminuiu e, em 2006, a matriz americana foi quase totalmente preenchida. Fonte: Ribeiro et al, 2009 Extraído de Albuquerque et al (coord)(2009). Perspectivas do investimento em indústrias baseadas em ciência.ie-ufrj, IE-UNICAMP. Projeto PIB Perspectivas do Investimento no Brasil. 2008/2009. Disponível em

38 Matriz de interações entre Ciência e Tecnologia: Brasil ,1982,1990, e 2006 CORRELAÇÃO MATRICIAL INTER-TEMPORAL: No caso do Brasil há diferenças intertemporais entre as células, que expressam pontos de interação entre ciência e tecnologia. As células preenchidas em 1974 não se repetiram em 1990 e os picos deste último ano não foram os mesmos nem em nem em Fonte: Ribeiro et al, 2009 Extraído de Albuquerque et al (coord)(2009). Perspectivas do investimento em indústrias baseadas em ciência.ie-ufrj, IE-UNICAMP. Projeto PIB Perspectivas do Investimento no Brasil. 2008/2009. Disponível em

39 Matriz de interações entre Ciência e Tecnologia: EUA, Brasil e Indonésia A POSIÇÃO DE DIFERENTES PAÍSES: EUA Regime III Brasil Regime II Indonésia Regime I Fonte: Ribeiro et al, 2009 Extraído de Albuquerque et al (coord)(2009). Perspectivas do investimento em indústrias baseadas em ciência.ie-ufrj, IE-UNICAMP. Projeto PIB Perspectivas do Investimento no Brasil. 2008/2009. Disponível em

40 Brazil: Rapid Tariff Liberalization in the 1990s Graph extracted from Kovak, B., Regional Labor Markets Effects of Trade Policy, 2010

41 Brazil: Rapid Tariff Liberalization in the 1990s Graph extracted from Kovak, B., Regional Labor Markets Effects of Trade Policy, 2010

42 Brazil: Nominal and Effective Tariff in em % Agricultura, silvicultura, exploração Pecuária e pesca Petróleo e gás natural Minério de ferro Outros da indústria extrativa Alimentos e bebidas Produtos do fumo Têxteis Artigos do vestuário e acessórios Artefatos de couro e calçados Produtos de madeira - exclusive móveis Celulose e produtos de papel Jornais, revistas, discos Refino de petróleo e coque Álcool Produtos químicos Fabricação de resina e elastômeros Produtos farmacêuticos Defensivos agrícolas Perfumaria, higiene e limpeza Tintas, vernizes, esmaltes e lacas Produtos e preparados químicos diversos Artigos de borracha e plástico Cimento Outros produtos de minerais não-metálicos Fabricação de aço e derivados Metalurgia de metais não-ferrosos Produtos de metal - exclusive máquinas e Máquinas e equipamentos, inclusive Eletrodomésticos Máquinas para escritório e equipamentos de Máquinas, aparelhos e materiais elétricos Material eletrônico e equipamentos de Aparelhos/instrumentos médico-hospitalar, Automóveis, camionetas e utilitários Caminhões e ônibus Peças e acessórios para veículos Outros equipamentos de transporte Móveis e produtos das indústrias diversas 200, ,0 100,0 50,0 Avg Tarifa Nominal nominal Tariff média ,0-50,0 Tarifa Effective Efetiva 2005 Tariff 2005

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