COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL EM TEMPOS DE MUDANÇA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL EM TEMPOS DE MUDANÇA"

Transcrição

1 COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL EM TEMPOS DE MUDANÇA Vilma Tupinambá da Silva, MSc. 1 RESUMO Este artigo foi elaborado a partir de um Estudo de Caso realizado em uma empresa brasileira do setor de informática e submetida a um processo de fusão. Tem sua fundamentação teórica nos estudos que envolvem o comportamento organizacional em períodos de mudança, em especial, o assunto Cultura de Negócios e Resiliência. Para apoiar sua investigação utilizou os instrumentos de investigação desenvolvidos pelos pesquisadores ALVAREEZ & QUINTELLA e CONNER. Os resultados são exibidos através das pontuações atribuídas aos fatores que compõem duas dimensões da cultura de negócios: Dimensão 1 (Missão e Cultura) e Dimensão 2 (Arquitetura Social) e que são confrontados com as resiliências do corpo gerencial e técnico. O instrumento de CONNER foi utilizado em substituição à Dimensão 5 (Tolerância à Mudança). Fundamentou-se na premissa de que quanto melhor absorvidas a Dimensões 1 e 2 maior seria o grau de resiliência das pessoas. As hipóteses referentes à Dimensão 1 mostraram-se plausíveis de confirmação e as referentes à Dimensão 2 se confirmaram parcialmente. APRESENTAÇÃO Os processos de aquisição e fusão tornaram-se mecanismos da moderna ação estratégica das empresas objetivando a manutenção da sua competitividade. A maior parte das metodologias consultivas de planejamento estratégico avalia, no contexto do cenário de negócios e dos requisitos de satisfação de clientes de um produto/serviço, quatro dimensões: processos, cultura/organização, tecnologia e finanças. Este trabalho foi desenvolvido a partir de uma pesquisa em uma empresa brasileira adquirida por uma multinacional, ambas pertencentes ao setor de prestação de serviços em Tecnologia da Informação. Tem sua fundamentação teórica nos estudos que procuram determinar como a avaliação do alinhamento estratégico em processos de fusão/aquisição pode ser feita por 1 Mestre em Administração e Desenvolvimento Empresarial. UCB Escola Superior de Gestão e Tecnologia. 1

2 meio da Cultura de Negócios e da Resiliência. A metodologia utiliza os testes apresentados em (ALVAREZ & QUINTELLA, 95), (IBM, 95) e (CONNER, 95). Os resultados são representados por pontuações atribuídas aos fatores que compõem duas dimensões da cultura de negócios: Dimensão 1 (Missão e Cultura) e Dimensão 2 (Arquitetura Social) e que são confrontados com a resiliência do corpo gerencial e técnico. O instrumento (CONNER, 95) foi utilizado em substituição à Dimensão 5 (Tolerância à Mudança). Fundamentou-se ainda, na premissa de que quanto melhor absorvidas a Dimensões 1 e 2, na Cultura de Negócio, maior seria o grau de resiliência das pessoas. As hipóteses referentes à Dimensão 1 mostraram-se plausíveis de confirmação e as referentes à Dimensão 2 se confirmaram parcialmente. Para que houvesse uma efetiva incorporação do novo modelo de funcionamento, medidas para mudança cultural começaram a ser postas em prática, exigindo esforços para uma adequada absorção e alinhamento aos rumos pretendidos pela empresa adquirente. Foram esforços de ambos os lados. De um, o adquirente que precisava disseminar sua forma de gestão. De outro, o adquirido que precisava de plasticidade a esse modelo. A partir deste ponto inicia-se a questão, objeto deste estudo de caso; e, assim pergunta-se: em empresas adquiridas, qual o impacto na relação entre cultura organizacional e resiliência?. E para responder ao problema foram estabelecidas 2 (duas) hipóteses: 1ª - Quanto melhor absorvida a Dimensão 1, na cultura tecnológica da empresa adquirida, maior será o grau de resiliência das pessoas. 2ª - Quanto melhor absorvida a Dimensão 2, na cultura tecnológica da empresa adquirida, maior será o grau de resiliência das pessoas. As mudanças são fenômenos normais no cotidiano das pessoas, na natureza ou nos ambientes sociais. Ela é necessária à sobrevivência, pois a cristalização tende à morte ou extinção. O progresso tecnológico é um dos fatores de maior destaque como alavancador de mudanças. A velocidade em que essas mudanças ocorrem, no ambiente empresarial, faz com que sejam vistas como um fator de vitalidade e uma necessidade de sobrevivência; ao mesmo tempo em que exigem mais habilidade gerencial na condução do processo de transformação da cultura de negócios. As fusões e aquisições fazem parte das estratégias de crescimento de médio e longo prazos das empresas. 2

3 O comportamento das fusões e aquisições no país foi impactado pela recente crise econômica. De acordo com os dados da PricewaterhouseCoopers e KPMG (2009) houve uma expressiva redução na participação estrangeira. De um percentual de 31% das operações realizadas em 2007 para 27% em A retomada só deverá ocorrer a partir de Especificamente, entre out./2008 e jan./2009, ocorreu uma queda de 40% nas operações de aquisição e fusão. Essas operações vinham crescendo cerca de 35% ao ano, desde Atribui-se esse comportamento aos efeitos da recente crise econômica como escassez e encarecimento do crédito, aumento da aversão ao risco, a desvalorização das empresas ou dificuldades em avaliá-las. Contudo concomitantemente às crises ocorrem oportunidades. E, neste contexto, esta pesquisa pretende contribuir com uma melhor compreensão do impacto sobre a cultura organizacional e a resiliência como fatores preponderantes na eficácia e condução dos negócios. Pretende contribuir com o conjunto de alternativas consideradas na sobrevivência empresarial. E, para tanto, aborda uma questão da atualidade, descrevendo os reflexos da aquisição de uma empresa nacional por grupo estrangeiro. MÉTODO DE TRABALHO UTILIZADO NESTA PESQUISA A metodologia utilizada prestigiou a linha de abordagem de LAKATOS (1992), fundamentada no método hipotético-dedutivo de POPPER (1975) e trabalhando Estudo de Caso na visão colocada por YIN (1994). O método de POPPER é o de enunciar claramente o problema e examinar criticamente as várias soluções propostas. Propugna por uma atitude racional e crítica e pelo emprego do método hipotético-dedutivo, que consiste na construção de conjecturas, que devem ser submetidas a testes, ao confronto com os fatos, para ver qual a hipótese que sobrevive como a mais apta, resistindo, portanto, às tentativas de refutação e falseamento. A base utilizada para confirmação/refutação das hipóteses atendeu os princípios estatísticos da correlação verificou-se item a item da amostra, através das respectivas médias amostrais, registrando conforme as interpretações estabelecidas, nas escalas utilizadas pelos instrumentos de investigação desta pesquisa, sua posição. 3

4 Ainda com o intuito de imprimir um maior rigor nas confirmações/refutações, estabeleceu-se, tomando por base de cálculo a variável de menor valor, o seguinte critério de suporte às inferências: Refutar/confirmar desde que haja um intervalo 75%, entre as variáveis analisadas. Refutar/confirmar parcialmente desde que haja um intervalo 50% e < 75%, entre as variáveis analisadas. Inconclusiva quando o intervalo entre as variáveis analisadas for < 50%. RESULTADOS E CONCLUSÕES Foram distribuídos questionários a todos os gerentes de projeto e a alguns empregados do quadro técnico que estão alocados em projetos, liderando equipes ou simplesmente desempenhando uma tarefa técnica. Em ambos os casos, todos com mais de 5 anos de empresa, sem distinção de sexo, idade ou qualificação/experiência profissional. Entretanto, todos remanescentes da cultura anterior; ou seja, vivenciaram o processo de transformação da cultura, em seus primeiros momentos. Todos diretamente comprometidos com o processo de desenvolvimento de aplicativos. Foi garantido ainda total sigilo quanto à identificação do respondente. Dos questionários distribuídos, foram devolvidos 124 (cento e vinte e quatro) questionários. Estes números representam cerca de 50,6% do Universo (excetuando-se terceiros e incluindo recursos humanos incorporados na vigência da nova cultura) o que caracteriza, conforme o Teorema do Limite Central, uma média amostral considerada normal tendo em vista seu tamanho ser n 30 (LOPES, 1999). Como o método de tratamento da amostra baseou-se em medidas de estatística descritiva, apuraram-se as médias amostrais do tipo média aritmética simples (SPIEGEL, pág. 68). Observa-se (gráfico 1) um mapeamento dos escores atribuídos pelo grupo pesquisado (amostra) e que, através das médias amostrais pertinentes, configuram o perfil das Dimensões 1 e 2, e da Resiliência, segundo a percepção dos respondentes. Quando confrontados estes três quesitos entre si, observa-se que todos os fatores receberam escores em patamares que tendem a uma situação de regularidade e que a Resiliência apresenta posição melhor do que as Dimensões 1 e 2. 4

5 GRÁFICO 1 Comparação no Grupo Analisado A B C Situação Atual Relevância Dim I 3,26 4,24 Dim II 3,09 3,90 Resiliência 4,03 Situação/ Relevância 1 = Inexistência do fator na percepção do empregado. Tende a uma situação muito insatisfatória. 3 = Existe uma proposta não concretizada. Tende uma situação regular. 2 = Há alguns esforços não sistematizados e esparsos. Tende a uma situação insatisfatória. 4 = Existe uma proposta em fase de concretização. Tende a uma situação satisfatória. 5 = Identificado e definido na percepção do funcionário. Tende a uma situação muito satisfatória. A (= 4 a 5) = muito importante para os resultados dos negócios da empresa objeto do Estudo de Caso B (= 2,1 a 3,9) = mais ou menos importante para os resultados dos negócios da empresa objeto do Estudo de Caso C (= 1 a 2) = não importante/não se aplica aos negócios da empresa objeto do Estudo de Caso Resiliência Escala ajustada 3 = resistente 4 = expectativa 5 = resiliente 5

6 No grupo analisado e considerando a percepção dos respondentes, observa-se que, na Dimensão 1, os fatores que a constituem são considerados de muita importância, embora ainda sejam propostas não concretizadas ou não tenham sido completamente assimilados ou compreendidos pelos respondentes integrantes da amostra. Na Dimensão 2, revelam que os fatores constituintes são considerados mais ou menos importantes, embora sejam propostas não concretizadas ou não tenham sido completamente assimilados ou compreendidos pelos respondentes integrantes da amostra. A diferença entre a leitura da Dimensão 1 e a leitura da Dimensão 2 está no "espaço de absorção". Na primeira as possibilidades de absorção são maiores e podem ser mais rapidamente incorporadas, desde que, principalmente, o fator visão seja entendido. Uma outra forma de visualização dos resultados da combinação entre as Dimensões e a Resiliência e tendo como referência o gráfico 1 é através de uma visão interpretada (quadro 1). QUADRO 1 Comparação Interpretada entre Situação Atual, Relevância dos Fatores da Cultura de Negócios e Resiliência, Conforme a Percepção dos Respondentes Tipo Dimensão I Dimensão II situação relevância situação relevância Resiliência Gerência regular intermediária insatisfatória intermediária resistente Técnicos regular alta regular alta expectativa Geral regular alta regular intermediária expectativa Na análise da amostra arbitrou-se por fixar a variável Resiliência e a partir dela estabelecer todo viés de confirmação/refutação das hipóteses. 6

7 A amostra se constituiu de 28 respondentes do grupo gerencial e o 96 do grupo técnico e apresentou o seguinte comportamento do ponto de vista da Resiliência: 68 resilientes e 56 resistentes (figura 1). FIGURA 1 Relação Quantitativa da Resiliência na Amostra Analisada Resilientes 12 = gerentes 56 = técnicos Resistentes 16 = gerentes 40 = técnicos 68 Resilientes 12 gerentes 56 técnicos 56 Resistentes 16 gerentes 40 técnicos 124 respondentes A parir dos resultados apurados, a Hipótese 1: Quanto melhor absorvida a Dimensão 1, na cultura organizacional da empresa adquirida, maior será a Resiliência das pessoas. Apresentou e, observando-se os quantitativos representativos da absorção/não-absorção tratados e aplicando-se os critérios estabelecidos como base de confirmação/refutação, é razoável supor que para esta amostra, dentro da metodologia 7

8 utilizada e no contexto abordado, que as conjecturas traçadas sobre esta hipótese são plausíveis de confirmação. A parir dos resultados apurados, a Hipótese 2: Quanto melhor absorvida a Dimensão 2, na cultura organizacional da empresa adquirida, maior será a Resiliência das pessoas. Apresentou e, observando-se os quantitativos representativos da absorção/não-absorção tratados e aplicando-se os critérios estabelecidos como base de confirmação/ refutação, é razoável supor que para esta amostra, dentro da metodologia utilizada e no contexto abordado, que as conjecturas traçadas sobre esta hipótese são plausíveis de confirmação parcial. REFERÊNCIAS ALVAREZ, M. & QUINTELLA, H. Relatório IBM de Transformação na Votorantim. Recife: IBM Consulting Group, fev ARAUJO, A O Cultura e Resiliência nas Universidades: um Estudo de Caso dos Cursos de Graduação em Administração no Rio de Janeiro. Dissertação de Mestrado em Administração de Negócios e Desenvolvimento Empresarial. UNESA, Rio de Janeiro, CONNER, Daryl R. Gerenciando na velocidade da mudança. Rio de Janeiro: Infobook, IBM. Business culture analysis guidelines, benchmarking services: Doc.(Joe Prussin). New York: IBM Consulting Group, White Plains, v.1.0, n. 10. oct p.. Questionário de avaliação da organização (itens da cultura de negócios na avaliação da organização). In: IBM Consulting Group, nov

9 LAKATOS, Eva Maria & MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas, LEWIN, K (Group Decision and Social Change). In readings in social psychology. New York: Ed E.E. Maccoby, T. M. Newcomb, and E. L. Hartley. New York: Holt, Rinehartand Winston, p QUINTELLA, H. M. Manual de psicologia organizacional da consultoria vencedora. São Paulo: Makron Books, Um método de orientação de mestrandos. Rio de Janeiro: UNESA/ MADE, 2001, 35 p. Relatório Interno.. Gestão da mudança, Rio de Janeiro: Suma Econômica, (ISBN ).. Remuneração Estratégica, Qualidade e Meio Ambiente, na Competitividade do Setor Energético. XXXIII Seminário Brasileiro de Pesquisa Operacional. São Paulo, Campos do Jordão, nov QUINTELLA, H & SOUZA, Levi. Cultura de Negócios: Nova Perspectiva dos Estudos sobre o Comportamento Organizacional. O Estudo de Caso em Duas Emissoras de TV Educativa. Anais dos Resumos dos Trabalhos do 25º ANPAND do 25º ENANPAD2001 (trabalho completo em CD-ROM). São Paulo, Campinas: Ed ANPAD, 2001 YIN, Robert K. Case study research: design and methods (applied social research methods series; v.5). London, New Delhi: Sage Publication,

Resumo. * Artigo aprovado e apresentado na Conferência de BALAS de março de 2002 em Tampa/USA. Revista ADM.MADE 89

Resumo. * Artigo aprovado e apresentado na Conferência de BALAS de março de 2002 em Tampa/USA. Revista ADM.MADE 89 Business culture and resilience as key performance indicators of strategic alignment during a merger/acquisition process of a brasilian company by a multinational * HEITOR M. QUINTELLA, DSC Professor do

Leia mais

3 METODOLOGIA DA PESQUISA

3 METODOLOGIA DA PESQUISA 3 METODOLOGIA DA PESQUISA O objetivo principal deste estudo, conforme mencionado anteriormente, é identificar, por meio da percepção de consultores, os fatores críticos de sucesso para a implementação

Leia mais

Remuneração Estratégica em Call Centers de Telecomunicações

Remuneração Estratégica em Call Centers de Telecomunicações Remuneração Estratégica em Call Centers de Telecomunicações Heitor M Quintella, DSc Certified Management Consultant Marcela Drumond Costa, MSc Engenheira OI QUINTELLA, H. L. M. M.,DRUMOND,M. Práticas de

Leia mais

O que é Balanced Scorecard?

O que é Balanced Scorecard? O que é Balanced Scorecard? A evolução do BSC de um sistema de indicadores para um modelo de gestão estratégica Fábio Fontanela Moreira Luiz Gustavo M. Sedrani Roberto de Campos Lima O que é Balanced Scorecard?

Leia mais

PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL UTILIZANDO O MÉTODO SURVEY, COM OS COLABORADORES DE UMA EMPRESA DO RAMO DA CONTRUÇÃO CIVIL

PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL UTILIZANDO O MÉTODO SURVEY, COM OS COLABORADORES DE UMA EMPRESA DO RAMO DA CONTRUÇÃO CIVIL PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL UTILIZANDO O MÉTODO SURVEY, COM OS COLABORADORES DE UMA EMPRESA DO RAMO DA CONTRUÇÃO CIVIL Julia Ferreira de Moraes (EEL-USP) moraes.julia@hotmail.com Everton Azevedo Schirmer

Leia mais

A QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO E SATISFAÇÃO: UM ESTUDO MULTI-CASOS COM OS FUNCIONÁRIOS DAS EMPRESAS DO SISTEMA S

A QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO E SATISFAÇÃO: UM ESTUDO MULTI-CASOS COM OS FUNCIONÁRIOS DAS EMPRESAS DO SISTEMA S A QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO E SATISFAÇÃO: UM ESTUDO MULTI-CASOS COM OS FUNCIONÁRIOS DAS EMPRESAS DO SISTEMA S Marcos Henrique Pazini (Pós-Graduado da UNICENTRO), Sílvio Roberto Stefano (Orientador),

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

ANÁLISE DAS FERRAMENTAS DE CONTROLE GERENCIAL PARA MELHORIA DA PERFORMANCE EMPRESARIAL. Prof. Elias Garcia egarcia@unioeste.br

ANÁLISE DAS FERRAMENTAS DE CONTROLE GERENCIAL PARA MELHORIA DA PERFORMANCE EMPRESARIAL. Prof. Elias Garcia egarcia@unioeste.br ANÁLISE DAS FERRAMENTAS DE CONTROLE GERENCIAL PARA MELHORIA DA PERFORMANCE EMPRESARIAL Prof. Elias Garcia egarcia@unioeste.br Prof. Elias Garcia Bacharel em Ciências Contábeis 1988 Especialização em Contabilidade

Leia mais

Desenvolvimento Humano

Desenvolvimento Humano ASSESSORIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS Desenvolvimento Humano ADVISORY Os desafios transformam-se em fatores motivacionais quando os profissionais se sentem bem preparados para enfrentá-los. E uma equipe

Leia mais

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO MCH0366 PERCEPÇÕES DOS PROCESSOS DE LIDERANÇA PÓS-AQUISIÇÃO ALINE DE

Leia mais

A SATISFAÇÃO DOS CLIENTES DE UMA TRANSPORTADORA DA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO

A SATISFAÇÃO DOS CLIENTES DE UMA TRANSPORTADORA DA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 A SATISFAÇÃO DOS CLIENTES DE UMA TRANSPORTADORA DA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO Marcelo Cristian Vieira 1, Carolina Zavadzki Martins 2,Gerliane

Leia mais

decisões tomadas. Euchner e Ries (2013) argumentam, entretanto, que é difícil implementar o planejamento tradicional e a previsão de resultados em

decisões tomadas. Euchner e Ries (2013) argumentam, entretanto, que é difícil implementar o planejamento tradicional e a previsão de resultados em 1 Introdução Não é recente a preocupação das empresas em buscar uma vantagem competitiva, de forma a gerar mais valor para os seus clientes do que os concorrentes por meio da oferta de produtos ou serviços

Leia mais

Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade

Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade As empresas têm passado por grandes transformações, com isso, o RH também precisa inovar para suportar os negócios

Leia mais

Plano de Ação Política de Gestão de Pessoas

Plano de Ação Política de Gestão de Pessoas Plano de Ação Política de Gestão de Pessoas (Produto 1) TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS DO ESTADO DA BAHIA PROGRAMA DE MODERNIZAÇÃO DO SISTEMA DE CONTROLE EXTERNO DOS ESTADOS, DISTRITO FEDERAL E MUNICÍPIOS

Leia mais

CBA. Gestão de Negócios PÚBLICO-ALVO COMPLEMENTAÇÃO ACADÊMICA MATERIAL DIDÁTICO. Gestão de Negócios

CBA. Gestão de Negócios PÚBLICO-ALVO COMPLEMENTAÇÃO ACADÊMICA MATERIAL DIDÁTICO. Gestão de Negócios CBA Gestão de Negócios Gestão de Negócios O curso desenvolve a capacidade de compreender, de forma ampla e sistêmica, a interação entre as diversas áreas funcionais de uma empresa, além dos aspectos externos

Leia mais

GERÊNCIA DE INTEGRAÇÃO DO PROJETO

GERÊNCIA DE INTEGRAÇÃO DO PROJETO GERÊNCIA DE INTEGRAÇÃO DO PROJETO Estevanir Sausen¹, Patricia Mozzaquatro² ¹Acadêmico do Curso de Ciência da Computação ²Professor(a) do Curso de Ciência da Computação Universidade de Cruz Alta (UNICRUZ)

Leia mais

Construção encerra o ano em ritmo fraco

Construção encerra o ano em ritmo fraco SONDAGEM INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO Informativo da Confederação Nacional da Indústria Ano 4 Número 12 Dezembro de 2013 www.cni.org.br ISSN 2317-7322 Destaques ANÁLISE ECONÔMICA Dificuldade no acesso ao crédito

Leia mais

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica Ementários Disciplina: Gestão Estratégica Ementa: Os níveis e tipos de estratégias e sua formulação. O planejamento estratégico e a competitividade empresarial. Métodos de análise estratégica do ambiente

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA PRÁTICA PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO GERENCIAL 2009 GESTÃO PARA RESULTADOS RELATOR. Maria Tereza Gonçalves RESPONSÁVEIS

APRESENTAÇÃO DA PRÁTICA PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO GERENCIAL 2009 GESTÃO PARA RESULTADOS RELATOR. Maria Tereza Gonçalves RESPONSÁVEIS APRESENTAÇÃO DA PRÁTICA PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO GERENCIAL 2009 GESTÃO PARA RESULTADOS RELATOR Maria Tereza Gonçalves RESPONSÁVEIS Maria do Carmo Aparecida de Oliveira - (41) 3350-9565 - - - IMAP -

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS GESTÃO POR COMPETÊNCIAS STM ANALISTA/2010 ( C ) Conforme legislação específica aplicada à administração pública federal, gestão por competência e gestão da capacitação são equivalentes. Lei 5.707/2006

Leia mais

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA 2013/01 a 2013/02 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 3 1. Diagnóstico geral

Leia mais

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA Constata-se que o novo arranjo da economia mundial provocado pelo processo de globalização tem afetado as empresas a fim de disponibilizar

Leia mais

Seminários Públicos Hay Group 2010

Seminários Públicos Hay Group 2010 Seminários Públicos Hay Group 2010 São Paulo, outubro de 2009 É com grande satisfação que estamos lhe apresentando nosso portfólio de seminários abertos Hay Group 2010. Esclarecemos que todos os seminários

Leia mais

PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA

PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA universidade de Santa Cruz do Sul Faculdade de Serviço Social Pesquisa em Serviço Social I I PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA BIBLIOGRAFIA: MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de

Leia mais

DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES:

DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES: DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES: A Teoria das Organizações em seu contexto histórico. Conceitos fundamentais. Abordagens contemporâneas da teoria e temas emergentes. Balanço crítico. Fornecer aos mestrandos

Leia mais

A Controladoria no Processo de Gestão. Clóvis Luís Padoveze

A Controladoria no Processo de Gestão. Clóvis Luís Padoveze 1 A Controladoria no Processo de Gestão Clóvis Luís Padoveze Cascavel - 21.10.2003 2 1. Controladoria 2. Processo de Gestão 3. A Controladoria no Processo de Gestão 3 Visão da Ciência da Controladoria

Leia mais

Dificuldade no acesso ao crédito é disseminada na construção

Dificuldade no acesso ao crédito é disseminada na construção SONDAGEM INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO Informativo da Confederação Nacional da Indústria Ano 5 Número 6 Junho de 2014 www.cni.org.br ISSN 2317-7322 Destaques ANÁLISE ECONÔMICA Falta de crédito dificulta recuperação

Leia mais

O USO DA EPIDEMIOLOGIA NO PLANEJAMENTO DAS AÇOES DE SAÚDE: UM ESTUDO NOS PSF s DE FORMIGA-MG

O USO DA EPIDEMIOLOGIA NO PLANEJAMENTO DAS AÇOES DE SAÚDE: UM ESTUDO NOS PSF s DE FORMIGA-MG O USO DA EPIDEMIOLOGIA NO PLANEJAMENTO DAS AÇOES DE SAÚDE: UM ESTUDO NOS PSF s DE FORMIGA-MG Aline Rodrigues ALVES Centro Federal de Educação Tecnológica de Bambuí RESUMO A inserção efetiva do uso da epidemiologia

Leia mais

PROJETO UTILIZANDO QLIKVIEW PARA ESTUDO / SIMULAÇÃO DE INDICADORES

PROJETO UTILIZANDO QLIKVIEW PARA ESTUDO / SIMULAÇÃO DE INDICADORES PROJETO UTILIZANDO QLIKVIEW PARA ESTUDO / SIMULAÇÃO DE INDICADORES Fábio S. de Oliveira 1 Daniel Murara Barcia 2 RESUMO Gerenciar informações tem um sido um grande desafio para as empresas diante da competitividade

Leia mais

PORTIFÓLIO DE CONSULTORIA E ASSESSORIA

PORTIFÓLIO DE CONSULTORIA E ASSESSORIA PORTIFÓLIO DE CONSULTORIA E ASSESSORIA SUMÁRIO DE PROJETOS WORKFLOW... 03 ALINHAMENTO ESTRATÉGICO... 04 IDENTIDADE CORPORATIVA... 04 GESTÃO DE COMPETÊNCIAS... 05 TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO... 05 REMUNERAÇÃO...

Leia mais

Alinhamento Estratégico. A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1

Alinhamento Estratégico. A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1 Conhecimento em Tecnologia da Informação Alinhamento Estratégico A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1 2010 Bridge Consulting Apresentação

Leia mais

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO EM BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS BRASILEIRAS E PORTUGUESAS

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO EM BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS BRASILEIRAS E PORTUGUESAS 1 TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO EM BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS BRASILEIRAS E PORTUGUESAS São Carlos SP Abril 2011 Euro Marques Júnior USP eurojr@uol.com.br Educação Universitária Serviços

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: SISTEMAS DA INFORMAÇÃO MISSÃO DO CURSO Os avanços da ciência, a melhoria dos processos produtivos e a abertura de mercado, são exemplos de fatores que contribuíram

Leia mais

Fundamentos de Metodologia de Pesquisa Científica. Prof. Dayana Costa

Fundamentos de Metodologia de Pesquisa Científica. Prof. Dayana Costa Fundamentos de Metodologia de Pesquisa Científica Prof. Dayana Costa Conteúdo Conhecimento Científico O que é Pesquisa Científica? Por que se faz pesquisa? O que é necessário para fazer uma pesquisa? Por

Leia mais

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação Módulo 15 Resumo Neste módulo vamos dar uma explanação geral sobre os pontos que foram trabalhados ao longo desta disciplina. Os pontos abordados nesta disciplina foram: Fundamentos teóricos de sistemas

Leia mais

Pesquisa sobre Iniciativas em BPM

Pesquisa sobre Iniciativas em BPM Pesquisa sobre Iniciativas em BPM Apresentação...2 1. Perfil dos Participantes da Pesquisa...3 2. Como as organizações estão adotando o BPM... 4 2.1. Como as organizações entendem o conceito de BPM?...

Leia mais

Metodologia para Análise de Maturidade de Governança de TI. Soluções em Gestão e TI que adicionam valor aos negócios

Metodologia para Análise de Maturidade de Governança de TI. Soluções em Gestão e TI que adicionam valor aos negócios Metodologia para Análise de Maturidade de Governança de TI Soluções em Gestão e TI que adicionam valor aos negócios Garanta a eficiência e a competitividade da sua empresa Análise de Maturidade de Governança

Leia mais

REFLEXÃO. (Warren Bennis)

REFLEXÃO. (Warren Bennis) RÉSUMÉ Consultora nas áreas de Desenvolvimento Organizacional e Gestão de Pessoas; Docente de Pós- Graduação; Coaching Experiência de mais de 31 anos na iniciativa privada e pública; Doutorado em Administração;

Leia mais

Planejamento de sistemas de informação.

Planejamento de sistemas de informação. Planejamento de sistemas de informação. O planejamento de sistemas de informação e da tecnologia da informação é o processo de identificação das aplicações baseadas em computadores para apoiar a organização

Leia mais

Consultoria especializada no desenvolvimento de pessoas, com soluções e serviços em 3 áreas:

Consultoria especializada no desenvolvimento de pessoas, com soluções e serviços em 3 áreas: Consultoria especializada no desenvolvimento de pessoas, com soluções e serviços em 3 áreas: Missão, Visão & Valores Missão Prover os clientes com soluções e serviços que os levem ao alcance de suas metas

Leia mais

DOW BUSINESS SERVICES Diamond Value Chain Consulting

DOW BUSINESS SERVICES Diamond Value Chain Consulting DOW BUSINESS SERVICES Diamond Value Chain Consulting Soluções personalizadas para acelerar o crescimento do seu negócio Estratégia Operacional Projeto e Otimização de Redes Processos de Integração Eficácia

Leia mais

Processo de Negociação. Quem somos. Nossos Serviços. Clientes e Parceiros

Processo de Negociação. Quem somos. Nossos Serviços. Clientes e Parceiros Quem somos Nossos Serviços Processo de Negociação Clientes e Parceiros O NOSSO NEGÓCIO É AJUDAR EMPRESAS A RESOLVEREM PROBLEMAS DE GESTÃO Consultoria empresarial a menor custo Aumento da qualidade e da

Leia mais

A PERCEPÇÃO DAS EMPRESAS SOBRE OS SERVIÇOS PRESTADOS PELOS PROFISSIONAIS DA AREA DE SISTEMA DE INFORMAÇÃO 1

A PERCEPÇÃO DAS EMPRESAS SOBRE OS SERVIÇOS PRESTADOS PELOS PROFISSIONAIS DA AREA DE SISTEMA DE INFORMAÇÃO 1 A PERCEPÇÃO DAS EMPRESAS SOBRE OS SERVIÇOS PRESTADOS PELOS PROFISSIONAIS DA AREA DE SISTEMA DE INFORMAÇÃO 1 Tatiana Pereira da Silveira 1 RESUMO O objetivo deste trabalho é apresentar os resultados da

Leia mais

6 Resultados e Conclusões

6 Resultados e Conclusões 6 Resultados e Conclusões Esta tese começou com a apresentação da importância das PMEs de manufatura para o desenvolvimento econômico-regional, focalizando especialmente o setor de alimentos e bebidas.

Leia mais

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Modelo de Otimização de SAM Controle, otimize, cresça Em um mercado internacional em constante mudança, as empresas buscam oportunidades de ganhar vantagem competitiva

Leia mais

Rotinas de DP- Professor: Robson Soares

Rotinas de DP- Professor: Robson Soares Rotinas de DP- Professor: Robson Soares Capítulo 2 Conceitos de Gestão de Pessoas - Conceitos de Gestão de Pessoas e seus objetivos Neste capítulo serão apresentados os conceitos básicos sobre a Gestão

Leia mais

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM ECOTURISMO Objetivo: O Curso tem por objetivo capacitar profissionais, tendo em vista a carência de pessoas qualificadas na área do ecoturismo, para atender,

Leia mais

INFORMAÇÃO E VANTAGEM COMPETITIVA EM ORGANIZAÇÃO DE MÓVEIS E ELETROS

INFORMAÇÃO E VANTAGEM COMPETITIVA EM ORGANIZAÇÃO DE MÓVEIS E ELETROS INFORMAÇÃO E VANTAGEM COMPETITIVA EM ORGANIZAÇÃO DE MÓVEIS E ELETROS Elane de Oliveira, UFRN 1 Max Leandro de Araújo Brito, UFRN 2 Marcela Figueira de Saboya Dantas, UFRN 3 Anatália Saraiva Martins Ramos,

Leia mais

II. FASE DE ENCERRAMENTO

II. FASE DE ENCERRAMENTO II. FASE DE ENCERRAMENTO Constitui a última fase da Metodologia de Gerenciamento de Projetos, que é iniciada quando os objetivos específicos do projeto foram alcançados e o cliente aceitou todos os produtos

Leia mais

A Aplicação dos Métodos Estatísticos nas áreas de Química e Biologia:Análise em Periódicos

A Aplicação dos Métodos Estatísticos nas áreas de Química e Biologia:Análise em Periódicos A Aplicação dos Métodos Estatísticos nas áreas de Química e Biologia:Análise em Periódicos Maria Imaculada Lima Montebelo Maria Luisa Meneghetti Calçada INTRODUÇAO A publicação de um artigo científico

Leia mais

25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1

25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 RECURSOS HUMANOS EM UMA ORGANIZAÇÃO HOSPITALAR COM PERSPECTIVA DE DESENVOLVIVENTO DO CLIMA ORGANIZACONAL: O CASO DO HOSPITAL WILSON ROSADO EM MOSSORÓ RN

Leia mais

ESCOLA PAULISTA DE NEGOCIOS DISCIPLINA: ESTRATÉGIA E PLANEJAMENTO CORPORATIVO PROFESSOR: CLAUDEMIR DUCA VASCONCELOS ALUNOS: BRUNO ROSA VIVIANE DINIZ

ESCOLA PAULISTA DE NEGOCIOS DISCIPLINA: ESTRATÉGIA E PLANEJAMENTO CORPORATIVO PROFESSOR: CLAUDEMIR DUCA VASCONCELOS ALUNOS: BRUNO ROSA VIVIANE DINIZ ESCOLA PAULISTA DE NEGOCIOS DISCIPLINA: ESTRATÉGIA E PLANEJAMENTO CORPORATIVO PROFESSOR: CLAUDEMIR DUCA VASCONCELOS ALUNOS: BRUNO ROSA VIVIANE DINIZ INTRODUÇÃO Estratégia é hoje uma das palavras mais utilizadas

Leia mais

MBA Gestão de Negócios e Pessoas

MBA Gestão de Negócios e Pessoas PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Nome do Curso MBA Gestão de Negócios e Pessoas Área de Conhecimento Ciências Sociais Aplicadas Nome do Coordenador do Curso e Breve Currículo: Prof.

Leia mais

Desenvolvendo competências nos gestores públicos

Desenvolvendo competências nos gestores públicos Desenvolvendo competências nos gestores públicos Walter Sigollo Superintendente de Recursos Humanos e Qualidade 26/maio/2011 Contexto do País - Mercado Estudo Mercer Consulting Outsourcing - abril 2011

Leia mais

Conhecer algumas metodologias e ferramentas utilizadas no gerenciamento de mudanças

Conhecer algumas metodologias e ferramentas utilizadas no gerenciamento de mudanças Mudança a Organizacional Prof. Lucio Chaves, MSc. MUDANÇA ORGANIZACIONAL OBJETIVOS Entender os princípios e conceitos das transições organizacionais e o seu impacto no sucesso dos Projetos de Mudanças

Leia mais

TÍTULO: PERFIL SOCIOECONÔMICO DOS PROFISSIONAIS FORMANDOS DA ÁREA DE NEGÓCIOS DA FACIAP

TÍTULO: PERFIL SOCIOECONÔMICO DOS PROFISSIONAIS FORMANDOS DA ÁREA DE NEGÓCIOS DA FACIAP Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: PERFIL SOCIOECONÔMICO DOS PROFISSIONAIS FORMANDOS DA ÁREA DE NEGÓCIOS DA FACIAP CATEGORIA: CONCLUÍDO

Leia mais

Florianópolis, 2012. Expedito Michels. Mestrado Profissional em Administração Universitária (PPGAU/UFSC)

Florianópolis, 2012. Expedito Michels. Mestrado Profissional em Administração Universitária (PPGAU/UFSC) O PAPEL DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO E A CONTRIBUIÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO PARA A FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE ADMINISTRAÇÃO: UM ESTUDO DE CASO Florianópolis, 2012 Expedito Michels Mestrado Profissional

Leia mais

Construção intensifica insatisfação com a situação financeira

Construção intensifica insatisfação com a situação financeira SONDAGEM INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO Informativo da Confederação Nacional da Indústria Ano 5 Número 3 Março de 2014 www.cni.org.br ISSN 2317-7322 Destaques ANÁLISE ECONÔMICA Piora na situação financeira é

Leia mais

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI FINANÇAS EM PROJETOS DE TI 2012 Material 1 Prof. Luiz Carlos Valeretto Jr. 1 E-mail valeretto@yahoo.com.br Objetivo Objetivos desta disciplina são: reconhecer as bases da administração financeira das empresas,

Leia mais

Gestão estratégica em finanças

Gestão estratégica em finanças Gestão estratégica em finanças Resulta Consultoria Empresarial Gestão de custos e maximização de resultados A nova realidade do mercado tem feito com que as empresas contratem serviços especializados pelo

Leia mais

TÓPICOS DE UM PRÉ-PROJETO

TÓPICOS DE UM PRÉ-PROJETO Prof. Dr. Eduardo Braga 1 1 Introdução TÓPICOS DE UM PRÉ-PROJETO Iniciar a redação colocando alguns antecedentes do assunto/tema/problema escolhido. Expor as justificativas e razões para a escolha do tema

Leia mais

O CASNAV E O PROCESSO DE EVOLUÇÃO DA MARINHA DO BRASIL

O CASNAV E O PROCESSO DE EVOLUÇÃO DA MARINHA DO BRASIL O CASNAV E O PROCESSO DE EVOLUÇÃO DA MARINHA DO BRASIL Seminário das Organizações Reconhecidas PQGF Ciclo 2010 CF (T) Sérgio L. D. Delamare www.casnav.mar.mil.br Sumário Motivação para a palestra Inovações

Leia mais

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE PEDAGOGIADA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE PEDAGOGIADA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE PEDAGOGIADA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA 2013/01 a 2013/02 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 3 1. Diagnóstico geral

Leia mais

Fábrica de Software: análise do impacto na competitividade.

Fábrica de Software: análise do impacto na competitividade. 1 Fábrica de Software: análise do impacto na competitividade. Heitor Luiz Murat de Meirelles Quintella, D.Sc. 1 José Luiz Iannibelli de Almeida 2 hquintel@unisys.com.br 1 joseluiz@iannibelli.com.br 2 1

Leia mais

PLANO DE REMUNERAÇÃO VARIÁVEL - PRV

PLANO DE REMUNERAÇÃO VARIÁVEL - PRV 1 RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO PLANO DE REMUNERAÇÃO VARIÁVEL - PRV 1. PRÁTICA EFICAZ DE GESTÃO DE PESSOAS 1.1 Histórico da Prática Eficaz A Nova Escola tem aplicado a Meritocracia como um recurso na Gestão de

Leia mais

10/7/2011 PLANEJAMENTO DE MARKETING

10/7/2011 PLANEJAMENTO DE MARKETING 1 PLANEJAMENTO DE MARKETING 2 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1.Importância do Planejamento de Marketing 2. Considerações Organizacionais no Planejamento de Marketing 3.Planejamento de Database Marketing 4.Análise

Leia mais

O Administrador e a Magnitude de sua Contribuição para a Sociedade. O Administrador na Gestão de Pessoas

O Administrador e a Magnitude de sua Contribuição para a Sociedade. O Administrador na Gestão de Pessoas O Administrador e a Magnitude de sua Contribuição para a Sociedade Eficácia e Liderança de Performance O Administrador na Gestão de Pessoas Grupo de Estudos em Administração de Pessoas - GEAPE 27 de novembro

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA Organograma e Departamentalização

ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA Organograma e Departamentalização ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA Organograma e Departamentalização DISCIPLINA: Introdução à Administração FONTE: BATEMAN, Thomas S., SNELL, Scott A. Administração - Construindo Vantagem Competitiva. Atlas. São

Leia mais

Desenvolvimento de Negócios & Finanças Corporativas

Desenvolvimento de Negócios & Finanças Corporativas Desenvolvimento de Negócios & Finanças Corporativas 2 www.nbs.com.br Soluções eficazes em Gestão de Negócios. Nossa Visão Ser referência em consultoria de desenvolvimento e implementação de estratégias,

Leia mais

Quais são as Balas de Prata no Gerenciamento de Projetos? (Autores: Carlos Magno da Silva Xavier e Alberto Sulaiman Sade Júnior) Resumo

Quais são as Balas de Prata no Gerenciamento de Projetos? (Autores: Carlos Magno da Silva Xavier e Alberto Sulaiman Sade Júnior) Resumo Quais são as Balas de Prata no Gerenciamento de Projetos? (Autores: Carlos Magno da Silva Xavier e Alberto Sulaiman Sade Júnior) Resumo A metáfora bala de prata se aplica a qualquer ação que terá uma extrema

Leia mais

Empresa Júnior como espaço de aprendizagem: uma análise da integração teoria/prática. Comunicação Oral Relato de Experiência

Empresa Júnior como espaço de aprendizagem: uma análise da integração teoria/prática. Comunicação Oral Relato de Experiência Empresa Júnior como espaço de aprendizagem: uma análise da integração teoria/prática Elisabete Ap. Zambelo e-mail: elisabete.zambelo@usc.br Daniel Freire e Almeida e-mail: daniel.almeida@usc.br Verônica

Leia mais

PESSOAS RESILIENTES: suas características e seu funcionamento

PESSOAS RESILIENTES: suas características e seu funcionamento CONNER, Daryl. Gerenciando na velocidade da mudança: como gerentes resilientes são bem sucedidos e prosperam onde os outros fracassam. Rio de Janeiro: Infobook, 1995. PESSOAS RESILIENTES: suas características

Leia mais

Auditoria Interna do Futuro: Você está Preparado? Oswaldo Basile, CIA, CCSA. Presidente IIA Brasil

Auditoria Interna do Futuro: Você está Preparado? Oswaldo Basile, CIA, CCSA. Presidente IIA Brasil Auditoria Interna do Futuro: Você está Preparado? Oswaldo Basile, CIA, CCSA. Presidente IIA Brasil O futuro é (deveria ser) o sucesso Como estar preparado? O que você NÃO verá nesta apresentação Voltar

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINA

PROGRAMA DE DISCIPLINA DIVISÃO DE ASSUNTOS ACADÊMICOS PROGRAMA DE DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE SAÚDE CÓDIGO: SAU532 DISCIPLINA: GESTÃO EMPRESARIAL EM ORGANIZAÇÕES NA ÁREA DA SAÚDE CARGA HORÁRIA: 45h EMENTA: Abordagens contemporâneas

Leia mais

Business & Executive Coaching - BEC

Business & Executive Coaching - BEC IAC International Association of Coaching Empresas são Resultados de Pessoas José Roberto Marques - JRM O Atual Cenário no Mundo dos Negócios O mundo dos negócios está cada vez mais competitivo, nesse

Leia mais

Quanto aos meios, trata-se de uma pesquisa bibliográfica, documental, telematizada e pesquisa de campo, conforme descrito abaixo:

Quanto aos meios, trata-se de uma pesquisa bibliográfica, documental, telematizada e pesquisa de campo, conforme descrito abaixo: 3 METODOLOGIA Apresenta-se a seguir a descrição da metodologia utilizada neste trabalho com o objetivo de expor os caminhos que foram percorridos não só no levantamento dos dados do estudo como também

Leia mais

Balanced Scorecard. Planejamento Estratégico através do. Curso e- Learning

Balanced Scorecard. Planejamento Estratégico através do. Curso e- Learning Curso e- Learning Planejamento Estratégico através do Balanced Scorecard Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão expressa

Leia mais

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997 RESOLUÇÃO Nº 2-CEPE/UNICENTRO, DE 3 DE JANEIRO DE 2011. Aprova o Curso de Especialização em Gestão Estratégica e da Inovação, modalidade regular, a ser ministrado no Campus Santa Cruz, da UNICENTRO. O

Leia mais

Estratégias em Tecnologia da Informação

Estratégias em Tecnologia da Informação Estratégias em Tecnologia da Informação Capítulo 6 Sistemas de Informações Estratégicas Sistemas integrados e sistemas legados Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados Material de apoio 2 Esclarecimentos

Leia mais

O PAPEL DA QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL NO DESENVOLVIMENTO REGIONAL: um estudo de caso sobre o curso técnico em administração de cruzeiro

O PAPEL DA QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL NO DESENVOLVIMENTO REGIONAL: um estudo de caso sobre o curso técnico em administração de cruzeiro O PAPEL DA QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL NO DESENVOLVIMENTO REGIONAL: um estudo de caso sobre o curso técnico em administração de cruzeiro Geraldo José Lombardi de Souza, Paulo César Ribeiro Quintairos, Jorge

Leia mais

PMI-SP PMI-SC PMI-RS PMI PMI-PR PMI-PE

PMI-SP PMI-SC PMI-RS PMI PMI-PR PMI-PE ESTUDO DE BENCHMARKING EM GERENCIAMENTO DE PROJETOS 2009 Brasil Uma realização dos Chapters Brasileiros do PMI - Project Management Institute PMI-SP PMI-RJ PMI-AM PMI-SC PMI-BA ANEXO 1 PMI-RS PMI PMI-CE

Leia mais

Balanced Scorecard. Da estratégia às ações do dia-a-dia

Balanced Scorecard. Da estratégia às ações do dia-a-dia Balanced Scorecard Da estratégia às ações do dia-a-dia Perspectivas Em se tratando de gerenciamento de desempenho, perspectivas são os grandes vetores debaixo dos quais são agrupados objetivos, indicadores

Leia mais

Como vai a Governança de TI no Brasil? Resultados de pesquisa com 652 profissionais

Como vai a Governança de TI no Brasil? Resultados de pesquisa com 652 profissionais Fórum de Governança Tecnologia e Inovação LabGTI/UFLA Como vai a Governança de TI no Brasil? Resultados de pesquisa com 652 profissionais Pamela A. Santos pam.santos91@gmail.com Paulo H. S. Bermejo bermejo@dcc.ufla.br

Leia mais

AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA. Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com.

AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA. Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com. AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com.br COM O SEBRAE, O SEU NEGÓCIO VAI! O Sebrae Goiás preparou diversas

Leia mais

Consultoria especializada no desenvolvimento de pessoas, com soluções e serviços em 3 áreas:

Consultoria especializada no desenvolvimento de pessoas, com soluções e serviços em 3 áreas: Consultoria especializada no desenvolvimento de pessoas, com soluções e serviços em 3 áreas: Missão, Visão & Valores Missão Prover os clientes com soluções e serviços que os levem ao alcance de suas metas

Leia mais

Desafio Profissional PÓS-GRADUAÇÃO 2012. Gestão de Projetos - Módulo C Prof. Me. Valter Castelhano de Oliveira

Desafio Profissional PÓS-GRADUAÇÃO 2012. Gestão de Projetos - Módulo C Prof. Me. Valter Castelhano de Oliveira Desafio Profissional PÓS-GRADUAÇÃO 12 Gestão de Projetos - Módulo C Prof. Me. Valter Castelhano de Oliveira 1 DESAFIO PROFISSIONAL Disciplinas: Ferramentas de Software para Gestão de Projetos. Gestão de

Leia mais

Carreira: definição de papéis e comparação de modelos

Carreira: definição de papéis e comparação de modelos 1 Carreira: definição de papéis e comparação de modelos Renato Beschizza Economista e especialista em estruturas organizacionais e carreiras Consultor da AB Consultores Associados Ltda. renato@abconsultores.com.br

Leia mais

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado Professora Débora Dado Prof.ª Débora Dado Planejamento das aulas 7 Encontros 19/05 Contextualizando o Séc. XXI: Equipes e Competências 26/05 Competências e Processo de Comunicação 02/06 Processo de Comunicação

Leia mais

Balanço do Crédito do Comércio Varejista

Balanço do Crédito do Comércio Varejista Receitas de Vendas A vista (cartão de débito, dinheiro e cheque) Vendas a Prazo (cartão de crédito, cheque pré-datado, etc.) Total Formas de vendas a prazo que a empresa aceita Cheque Cartão de Crédito

Leia mais

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica Ementários Disciplina: Gestão Estratégica Ementa: Os níveis e tipos de estratégias e sua formulação. O planejamento estratégico e a competitividade empresarial. Métodos de análise estratégica do ambiente

Leia mais

Estratégias de Pesquisa

Estratégias de Pesquisa Estratégias de Pesquisa Ricardo de Almeida Falbo Metodologia de Pesquisa Departamento de Informática Universidade Federal do Espírito Santo Agenda Survey Design e Criação Estudo de Caso Pesquisa Ação Experimento

Leia mais

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO A presente pesquisa aborda os conceitos de cultura e clima organizacional com o objetivo de destacar a relevância

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA RELATÓRIO SINTÉTICO - CLIMA ORGANIZACIONAL 2014

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA RELATÓRIO SINTÉTICO - CLIMA ORGANIZACIONAL 2014 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA RELATÓRIO SINTÉTICO - CLIMA ORGANIZACIONAL 2014 Natal, outubro de 2014 DESEMBARGADOR PRESIDENTE ADERSON SILVINO JUÍZES RESPONSÁVEIS

Leia mais

OS DESAFIOS DA COMUNICAÇÃO E DO MARKETING NA NOVA ECONOMIA

OS DESAFIOS DA COMUNICAÇÃO E DO MARKETING NA NOVA ECONOMIA OS DESAFIOS DA COMUNICAÇÃO E DO MARKETING NA NOVA ECONOMIA Agenda do Futuro Iniciativa do Grupo TV1 criada em 2008 para gerar conhecimento e incentivar a reflexão sobre as mudanças em curso na Comunicação

Leia mais

Autor: Ricardo José Pereira Monteiro Professora Responsável: Prof. Dra. Nilda Maria de Clodoaldo Pinto Guerra Leone Número de Páginas: 6

Autor: Ricardo José Pereira Monteiro Professora Responsável: Prof. Dra. Nilda Maria de Clodoaldo Pinto Guerra Leone Número de Páginas: 6 Arquivo Título: A Influência da Cultura Organizacional nos Processos de Fusão e Aquisição Empresarial Autor: Ricardo José Pereira Monteiro Professora Responsável: Prof. Dra. Nilda Maria de Clodoaldo

Leia mais

CONCLUSÕES. Conclusões 413

CONCLUSÕES. Conclusões 413 CONCLUSÕES Conclusões 413 Conclusões 414 Conclusões 415 CONCLUSÕES I - Objectivos do trabalho e resultados obtidos O trabalho realizado teve como objecto de estudo a marca corporativa e a investigação

Leia mais

Como Elaborar Um Projeto de Pesquisa

Como Elaborar Um Projeto de Pesquisa Como Elaborar Um Projeto de Pesquisa Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro Prof. Edwar Saliba Júnior Fevereiro de 2015 1 O que é pesquisa? Pode-se definir pesquisa como:

Leia mais

Governança de TI em Instituições Federais de Ensino Superior

Governança de TI em Instituições Federais de Ensino Superior Governança de TI em Instituições Federais de Ensino Superior Aluno: Mauro André Augusto Leitão Orientador: Asterio Kiyoshi Tanaka Co-Orientadora: Renata Mendes Araujo Programa de Pós-Graduação em Informática

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS

A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS Gilmar da Silva, Tatiane Serrano dos Santos * Professora: Adriana Toledo * RESUMO: Este artigo avalia o Sistema de Informação Gerencial

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Drª. Ana Maria Viegas Reis

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Drª. Ana Maria Viegas Reis CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Drª. Ana Maria Viegas Reis APRESENTAÇÃO A FGV é uma instituição privada sem fins lucrativos, fundada em

Leia mais