AS PRINCIPAIS MUDANÇAS DA LEI /07 E AS NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE UM ESTUDO DE CASO EM UMA SOCIEDADE ANÔNIMA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "AS PRINCIPAIS MUDANÇAS DA LEI 11.638/07 E AS NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE UM ESTUDO DE CASO EM UMA SOCIEDADE ANÔNIMA"

Transcrição

1 AS PRINCIPAIS MUDANÇAS DA LEI /07 E AS NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE UM ESTUDO DE CASO EM UMA SOCIEDADE ANÔNIMA RESUMO Em 28 de dezembro de 2007 foi promulgada a Lei que altera e revoga os dispositivos da Lei 6.404/76 (Lei das Sociedades por Ações). Esta alteração da legislação societária, proposta pelo Projeto de Lei 3.741/00, veio com o objetivo de harmonizar as normas contábeis com as Normas Internacionais de Contabilidade, emitidas pelo International Accounting Standards Board IASB. Fazem parte desta harmonização todas as normas contábeis emitidas pela Comissão de Valores Mobiliários CVM, que tem o objetivo de emitir normas para as companhias abertas de acordo com os padrões internacionais. Em virtude da quantidade de mudanças, da complexidade das mesmas e das diversas dúvidas das maiorias das organizações quanto à aplicação das alterações da legislação societária, foi realizado um estudo de caso em uma Sociedade Anônima, onde, ao analisar suas demonstrações financeiras do exercício findo em 2007, buscou-se identificar as principais mudanças que irão ocorrer com a vigência das alterações da Lei das Sociedades por Ações. E, por meio desta análise foram evidenciadas diversas críticas a tal legislação. Palavras Chave: Normas Internacionais, Lei /07, Harmonização Contábil. 1 INTRODUÇÃO As empresas brasileiras esperavam uma mudança na legislação societária há muito tempo, se for levando em consideração somente o tempo do Projeto de Lei n 3.741/00, se passaram sete anos até a publicação da Lei em 28 de dezembro de No entanto a maioria delas não vinha se preparando para tais mudanças, basta observar as demonstrações financeiras das mais importantes Sociedades Anônimas brasileiras para verificar que a grande maioria delas precisa fazer mudanças significativas em suas demonstrações. Sabe-se que muitas alterações só poderão ser realizadas a partir da vigência da Lei, porém muitas outras mudanças já poderiam fazer parte das demonstrações financeiras de muitas empresas, como também, o estudo por parte delas, das Normas Internacionais de Contabilidade. Após muitas especulações a CVM se pronunciou no dia 2 de maio de 2008 com a Instrução CVM nº 469 e dispôs sobre a aplicação da Lei /07. Com este pronunciamento, que sanou a dúvida de muitos, ficou mais claro a aplicação de tal legislação. A nova legislação trouxe mudanças marcantes. Uma delas é o 5º do Art. 177, que determina que as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) deverão ser elaboradas de acordo com os padrões internacionais de contabilidade. Essa determinação trazida pela Lei /07 já havia sido antecipada pela CVM em sua Instrução nº 457 de 13 de julho de 2007, onde a mesma regulamenta que a partir do exercício findo em 2010 as companhias abertas deverão apresentar suas demonstrações

2 financeiras consolidadas adotando o padrão internacional do Internacional Accounting Standards Board (IASB). As determinações da nova lei societária afetam uma grande quantidade de empresas, se compararmos com as que eram obrigadas a seguir os preceitos da Lei 6.404/76. Isto decorre do fato que as sociedades de grande porte (especificadas pela Lei), mesmo as que não constituídas sob a forma de sociedades por ações, terão de seguir as determinações da Lei das S.A. Entre todas as exigências da Lei, as sociedades de grande porte terão que ter, obrigatoriamente, auditoria independente em suas demonstrações financeiras. Como sociedade de grande porte a Lei, considera a sociedade ou conjunto de sociedades sobre controle comum que tiver, no exercício social anterior, ativo total superior a ,00 (duzentos e quarenta milhões e reais) ou receita bruta anual superior a R$ ,00 (trezentos milhões de reais). Dentre todo este emaranhado de empresas esta pesquisa delimita-se a uma Sociedade Anônima, holding de um grande grupo brasileiro, sendo um dos maiores conglomerados empresariais privados da América Latina. Segundo o Relatório Anual de 2007 do Grupo em questão, a holding gerencia um portifório de negócios diversificado, sólido e equilibrado, que reúne mais de 50 companhias, entre controladas integrais e participações. O Grupo concentra-se em três grandes áreas de negócios, a industrial, a de finanças e a de novos negócios. Em virtude, de o Grupo pesquisado ser um Grupo de crescimento continuo, com investimentos em vários ramos de atividade e de seu nome ser conhecido por uma grande maioria de indivíduos, o presente estudo objetiva verificar as mudanças relevantes nas Demonstrações Financeiras findas em 2007 de entidade encontradas no Relatório Anual 2007, extraído do site da empresa, com relação às alterações da Lei Societária. 2 METODOLOGIA O presente estudo caracteriza-se por uma pesquisa descritiva, que segundo Silva (2006, p. 59) descreve as características de determinada população ou fenômeno e assim, estabelece relações entre as variáveis. Quanto ao delineamento, é uma pesquisa bibliográfica e um estudo de caso, pois, se baseia na legislação vigente, em materiais publicados em livros, periódicos e na internet, se concentrado em um estudo de caso específico. Para Gil (1999, p. 73 apud BEUREN, 2006, p. 84) o estudo de caso é caracterizado pelo estudo profundo e exaustivo de um ou de poucos objetos, de maneira a permitir conhecimentos amplos e detalhados do mesmo [...]. Em relação às tipologias de pesquisa quanto à abordagem do problema, a pesquisa é qualitativa. Para Beuren (2006, p.92) na pesquisa qualitativa concebem-se análises mais profundas em relação ao fenômeno que está sendo estudado. 3 LEI /07 Para Braga e Almeida (2008), os padrões de contabilidade vigentes até então no País, sofreram várias modificações com a Lei /07, sendo seu objetivo a convergência aos pronunciamentos internacionais de contabilidade.

3 Tais pronunciamentos internacionais de contabilidade são emitidos pelos IASB (International Accounting Standards Board), através do IFRS (International Financial Reporting Standards) e do IAS (International Accounting Standards). Estes órgãos internacionais funcionam da seguinte maneira: os primeiros pronunciamentos referentes às Normas Internacionais de Contabilidade são conhecidos como IAS, sendo compostos por 33 pronunciamentos numerados de IAS 1 a IAS 41; os IFRS são os pronunciamentos mais recentes, sendo 5 no total, e numerados de IFRS 1 a IFRS 5. Além destes existem também os IFRIC que são interpretações mais recentes. Os benefícios de toda essa normatização das normas brasileiras com as normas internacionais já são conhecidos por todos e diante deste contexto Braga e Almeida (2008) ressaltam que a Lei /07, ao possibilitar essa convergência internacional, irá permitir, no futuro, o custo reduzido e uma taxa de riscos menores para o acesso das empresas brasileiras a capitais externos. Neste contexto, inserem-se as melhores práticas de governança corporativa, contribuindo para uma maior transparência, aumentando sua exposição ao mercado de um modo geral, afirmam Braga e Almeida (2008) De acordo com Silva (2006) os benefícios da Governança Corporativa vão muito além da prestação de informações que facilitam o acompanhamento e a fiscalização dos atos da administração, pois mostram aos acionistas, sejam eles controladores ou investidores, que fornecem informações de qualidade, o que diminui a incerteza do processo de avaliação de risco. A própria Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA), em 2000 criou os Níveis Diferenciados e o Novo Mercado de governança corporativa, relembra Silva (2006), onde o objetivo é fornecer um ambiente que venha a promover o interesse dos investidores e a valorização das companhias. Todas essas mudanças, que vem ocorrendo, têm um objetivo em comum, abrir as portas do mercado brasileiro para investidores estrangeiros, dando a eles mais segurança e menores riscos. Estamos entrando numa era de Globalização Contábil. 3.1 PRINCIPAIS MUDANÇAS Primeiramente, e seguindo a ordem da legislação estudada, será verificado o Art. 176 da Lei 6404/76, sendo este, o primeiro artigo alterado pela Lei /07. O mesmo, após alteração exclui a Demonstração de Origens e Aplicações de Recursos (DOAR) como uma demonstração financeira obrigatória ao fim de cada exercício e a substitui pela Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC). Além desta substituição, torna-se obrigatória, somente para as companhias abertas, a elaboração da Demonstração do Valor Adicionado (DVA). O Art. 188 traz as especificações mínimas que deverão conter a Demonstração do Fluxo do Caixa e a Demonstração do Valor Adicionado. A DFC é uma demonstração comum no âmbito financeiro e administrativo, auxiliando na tomada de decisão. Iudicibus (1995, p. 603) afirma que a DFC demonstra tão-somente as variações ocorridas no caixa como também as ocorridas nas contas correntes bancárias. O Autor menciona (observe que a o ano de publicação desta edição é de 1995) que: há atualmente uma tendência em alguns países de adotar-se a demonstração do Fluxo de Caixa em substituição a Demonstração de Origens a aplicações

4 de recursos. Isto deve-se basicamente a maior facilidade de entendimento daquela pelos usuários, onde é visualizado de forma mais clara o fluxo dos recursos financeiros durante o período, apesar de a DOAR ser mais rica em termos de informações. Com isto, observa-se que há muito tempo se esperava uma alteração da DOAR pela DFC, porém a nova legislação não exclui a DOAR e sim deixa de exigir a obrigatoriedade de sua publicação. Sendo assim, as empresas que acharem que tal demonstração fornece informações mais ricas pode e deve continuar elaborando-a. A DVA, porém, é uma demonstração mais recente, que conforme afirmam Braga e Almeida (2008) o surgimento dela se deu na Europa, pela influência de países como a Inglaterra, França e Alemanha, por parte de uma expressa recomendação da ONU. Marion (2008) afirma que ao adotar a DVA o Brasil se coloca ao lado de países de primeiro mundo. A Demonstração do Valor Adicionado, conforme introduzem os autores supracitados evidencia o quanto de riqueza uma empresa produziu, ou seja, o quanto ela adicionou de valor, e de que forma essa riqueza foi distribuída (entre empregados, governo, acionistas, financiadores de capital etc.) e quanto ficou retido na empresa. Nas Demonstrações Financeiras do Grupo em questão têm-se todas as exigidas antes da mudança da legislação, porém, não foram publicas no Relatório Anual 2007 nem a DFC e nem a DVA. No entanto, segundo afirma a CVM em comunicado ao mercado no dia 14 de janeiro de 2008, as alterações introduzidas pela Lei n , de 2007, aplicam-se às demonstrações financeiras elaboradas a partir do exercício social iniciado em janeiro de Quanto ao Art. 177, que segundo Braga e Almeida (2008), teve o objetivo de preservar a qualidade da informação contábil para utilização por parte de seus principais usuários. Os mesmos relembraram que o então Ministro da Fazenda, Prof. Mário Henrique Simonsen, no tópico 7, do objeto de esclarecimento do Decreto-Lei n 1.578/77, expôs que a Lei de Sociedade por Ações seguiu a orientação de manter nítida separação entre escrituração comercial e a fiscal, [...]. O inciso II do referido Art. determina que toda a alteração relativa à legislação tributária ou alguma outra especial pode ser adotada pela companhia, desde que, quando houver divergências, efetuem ajustes complementares na escrituração mercantil. Entendesse que estes ajustes propostos pelo inciso II, são a manutenção do Livro LALUR, por exemplo, onde o mesmo tem o objetivo de escriturar as diferenças entre a escrituração comercial e a fiscal. Além de diversos outros detalhes que deverão estar contidos em Notas Explicativas. As demais alterações no Art. 177 foram os incisos 5, 6 e 7. Os mesmos, resumidamente, determinam: Que as normas expedidas pela CVM deverão ser elaboradas em consonância com os padrões internacionais de contabilidade; Que as companhias fechadas poderão optar por observar tais normas; e Que quaisquer ajustes efetuados exclusivamente para a harmonização das normas contábeis não poderá ser base de incidência de impostos e contribuições e nem ter efeitos tributários.

5 Conforme salientam Braga e Almeida (2008) o inciso 7 traz a expressão harmonização contábil, tal expressão refere-se ao fato das companhias cumprirem, no decorrer da sua escrituração mercantil com as normas contábeis emanadas pela Lei 6.404/76 e também com as normas edificadas pela CVM. Completando o pensamento dos autores supracitados, entendesse que além dessa harmonização, é necessária também uma harmonização contábil com as Normas Internacionais de Contabilidade, conforme prevê a própria legislação societária e a CVM. Tais mudanças, num âmbito tributário e mercantil, têm efeitos bruscos se não forem corretamente observadas. Empresas que queiram de alguma forma, se valer tributariamente com a alteração da legislação societária estarão cometendo um ato ilícito, já que está claramente explícita na legislação a proibição de quaisquer ajustes tributários em decorrência da alteração da legislação. As Notas Explicativas do exercício de 2007 do Grupo trazem detalhes quando aos cálculos dos principais impostos. Por exemplo: o imposto de renda e a contribuição social diferido vêm explicados em forma de planilha comparativa, além de trazer informações de benefícios fiscais de Companhias do Grupo quanto ao cálculo de tais impostos. Outra mudança marcante foi a dos grupos de contas do Balanço Patrimonial. O Ativo Permanente, ficou dividido em Investimentos, Imobilizado, Intangível e Diferido; o Patrimônio Líquido ficou dividido em Capital Social, Reservas de Capital, Ajustes de Avaliação Patrimonial, Reservas de Lucros, Ações em Tesouraria e Prejuízos Acumulados. Tais alterações encontradas no Art. 178 modificam nitidamente a estrutura do Balanço Patrimonial. Em virtude das marcantes mudanças ocorrentes na estrutura do Balanço Patrimonial e da mudança na escrituração de determinados fatos, fica difícil imaginar que alguma empresa possa ter se adiantando em relação a tal determinação. Até porque somente em 02 de Maio de 2008 a CVM com a Instrução n 469 e com a Nota Explicativa de tal Instrução se pronunciou quanto à contabilização das mudanças na legislação societária. Até o momento surgiram muitas duvidas e especulações quanto a tais procedimentos. Sendo assim, as diversas empresas, inclusive o Grupo estudado, terão de se organizar, sem muito tempo hábil, para fazerem os ajustes necessários quanto a estas alterações. As mesmas terão que, determinar, mensurar e registrar seus ativos intangíveis; fazer os ajustes de avaliação patrimonial em seu patrimônio Líquido; e distribuir seus lucros acumulados, já que agora às empresas não poderão mais ter a conta de lucros acumulados e somente a conta de prejuízos acumulados. A entidade estuda possuía no dia 31 de dezembro de 2007, em seu Balanço Patrimonial consolidado o valor de milhares de reais, valor este que deverá ser transferido para alguma reserva de lucro, ou incorporado ao seu capital social, ou até mesmo distribuído como dividendos, ficando a critério da entidade a destinação de tal recurso. Este problema, se assim poderíamos chamá-lo, não se aplicará apenas a esta entidade, mas sim a todas as demais que possuem valores exorbitantes em suas contas de lucros acumulados, cabe a elas, agora, a decisão de o que fazer com eles. Quanto aos Ativos Intangíveis, ainda falta muita regulamentação no que diz respeito à natureza destes diretos, as condições para definição dos mesmos, a explicação quando um ativo é identificado, os conceitos sobre benefícios futuros, o goodwill gerado internamente, entre outras questões ainda duvidosas afirmam Braga e Almeida (2008). Como não se tem, até o momento, normas claras quanto à contabilização dos mesmos, deve-se seguir a

6 regulamentação das normas internacionais, neste caso, do IAS 38, que aborda as práticas contábeis para ativos intangíveis. Em relação aos ajustes de avaliação patrimonial a Lei trouxe várias mudanças, diversas reservas foram eliminadas, Braga e Almeida (2008, p. 52) comentam essas eliminações da seguinte forma: a) Reserva de capital de prêmio recebido na emissão de debêntures. Entendemos que esse ágio na emissão do título passará a ser apropriado como um ganho de resultado do exercício, pro-rata temporis, pelo prazo da debênture, mediante utilização de taxa efetiva de juros para computar a despesa financeira. [...] b) Reservas de capital de doações e reservas de capital de subvenções governamentais para investimentos. Pela nova sistemática essas transações passarão a ser computadas como receita diretamente no resultado do exercício. [...] c) Reservas de reavaliação. Foi eliminado o procedimento de reavaliação espontânea dos bens do ativo imobilizado. [...] Não faz parte do patrimônio do Grupo a Reserva de capital de prêmio recebido na emissão de debêntures, a Reserva de capital de doações e a Reserva de capital de subvenções governamentais para investimentos. Sendo assim, tais alterações não afetam o Grupo em questão até o momento. A Reserva de reavaliação em controladas do Grupo representa milhares de reais. O Art. 4 da Instrução CVM 469, de 2 de Maio de 2008, regulamenta os procedimentos quanto a Reserva de reavaliação. Nele, é autorizado que os saldos das reservas de reavaliação constituídos até a vigência da Lei /07, poderão ser mantidos até a sua efetiva realização ou até serem estornados. Quanto ao estorno, às companhias abertas poderão fazê-lo até o final do primeiro exercício social iniciado a partir de 1 de janeiro de É importante ressaltar que a opção pelas alternativas previstas no Art. 4 deverá se dar até a apresentação da 2 ITR do exercício findo em Acrescentando, o Art. 4 em seu Inciso 5 regulamenta que as companhias abertas deverão utilizar a mesma alternativa para as reavaliações próprias e reflexas e determinar a suas controladas a adoção da mesma alternativa. [...] Com isso o Grupo, poderá optar por uma das duas formas previstas pela CVM e informá-la até a apresentação da Segunda Informação Trimestral do exercício iniciado em Sendo que tal determinação deverá abranger todas as suas controladas. Porém a reavaliação do ativo imobilizado não poderá mais ser feito como antes. No entanto, existem muitas dúvidas quanto a isto, e como, na falta de regulamentação poderão ser utilizadas as Normas Internacionais de Contabilidade, a instrução a ser utilizada neste caso é o IAS 16. O Inciso 3 do Art. 182 da Lei /07 estabelece que: Serão classificados como ajustes de avaliação patrimonial, enquanto não computadas no resultado do exercício em obediência ao regime de competência, as contrapartidas de aumentos ou diminuições de valor

7 atribuído a elementos do ativo [...] e do passivo, em decorrência da sua avaliação a preço de mercado. Braga e Almeida (2008) classificam que a na conta de Ajustes de Avaliação Patrimonial estarão às contrapartidas dos ajustes a preço de mercado de ativos e passivos decorrentes das transações de reestruturações societárias, de avaliação de investimentos financeiros e das normas emitidas pela CVM de acordo com os padrões internacionais de Contabilidade. O Grupo estudado possui vários investimentos financeiros, isso em virtude de um dos principais segmentos de negócios do grupo ser do ramo financeiro. Com esta alteração o Grupo deve adotar os seguintes procedimentos expressos pela Instrução CVM n 469, em seu Art. 8, até que seja emitida norma específica sobre essa matéria: I. A quantificação do ajuste a valor presente deverá ser realizada em base exponencial, a partir da origem de cada transação; II. III. IV. As reversões dos ajustes a valor presente dos ativos e dos passivos devem ser apropriadas como receitas ou despesas financeiras; Deverão ser detalhadas, em notas explicativas, as premissas e fundamentos que justificam as taxas de descontos adotadas pela administração; Os auditores independentes deverão avaliar quanto à razoabilidade e pertinência as premissas e fundamentos que justificarem as estimativas contábeis relativas ao cálculo dos ajustes a valor presente, inclusive as taxas de descontos; V. Devem ser consideradas para o cálculo do ajuste a valor presente as disposições contidas nas Deliberações CVM n 527, de 1 de novembro de 2007 e n 489, de 3 de outubro de 2005, nas operações objeto dessas deliberações. Em relação a Reserva de Lucros a Realizar, como explica Braga e Almeida (2008), o que deve ser destinado para a tal Reserva é o montante do dividendo obrigatório, calculado com base no estatuto da empresa ou de acordo com a lei societária, que ultrapassar a parcela realizada do lucro líquido do exercício. O que mudou, basicamente, foi à inclusão dos ajustes de ativos e passivos a valor de mercado na base de cálculos da reserva de lucros a realizar. A CVM, nas Notas Explicativas da Instrução n 469, expôs a seguinte situação, quanto a Avaliação de Investimentos em Coligadas: A Lei , de 2007, alterou o alcance da aplicação do método da equivalência patrimonial dos investimentos em coligadas classificadas no ativo permanente. Ao eliminar o conceito de relevância e ao estabelecer a figura da influência significativa, criou-se a possibilidade de alguns investimentos em coligadas e equiparadas passarem a ser avaliados pelo método da equivalência patrimonial, enquanto outros investimentos poderão deixar de ser avaliados por tal método. Apenas com as informações extraídas do Relatório Anual da companhia estudada, não tem como definir o que muda em relação à avaliação de investimentos em coligadas e controladas. Quanto a Demonstração do Resultado do exercício (DRE), a Lei Societária eliminou do item IV do Art. 187 o saldo da conta de correção monetária, não fazendo mais, este, parte da descriminação de tal demonstração. Deu uma nova redação ao item VI, dispondo que, deve conter na DRE as participações de debêntures, de empregados e administradores,

8 mesmo na forma de instrumentos financeiros, e de instituições ou fundos de assistência ou previdência de empregados, que não se caracterizem como despesa. E, por último, revogou o 2, que tratava do aumento de valor de elementos do ativo em virtude de novas avaliações, registrado como reserva de reavaliação. Outro fato importante é que a Reserva de Lucros também ganhou limites, não podendo mais seu valor ultrapassar o valor do Capital Social, afirma o Art Esta determinação não afeta, no momento, o grupo estudado, pois a Reserva de Lucros corresponde, a 8,22% do valor do Capital Social de tal entidade. Nos casos, em que o valor da Reserva de lucros ultrapassar o valor do Capital Social, a assembléia geral deliberará se aplicará o excesso no Capital Social ou no valor na distribuição de dividendos. Na transformação, incorporação, fusão e cisão a Lei trouxe algumas modificações, assim como, nas Reservas de incentivos ficais. Porém, o estudo de tais fatos merece uma pesquisa mais detalhada e específica, de entidades, que estejam passando por estes processos ou que possuem reservas de incentivos fiscais. Como não se tem informação quanto à transformação, incorporação, fusão e cisão de empresas coligadas e controladas pelo Grupo, e que o mesmo não possui a Reserva de incentivo fiscal, tais modificações não foram estudadas. Como, segunda a própria legislação societária determina, deve haver uma harmonização contábil com as Normas Internacionais de Contabilidade, sendo assim, segue um quadro resumo dos principais fatos e das Normas Internacionais que o regulamentam: PRINCIPAIS FATOS Demonstração do Fluxo do Caixa IAS 07 Demonstração do Valor Adicionado NORMA INTERNACIONAL CORRESPONDENTE Não é exigida Ativos Intangíveis IAS 38 Arrendamento Mercantil IAS 17 Reavaliação de Bens do Ativo Imobilizado IAS 16 Ajustes a valor de marcado de aplicações financeiras disponíveis para venda Ajustes a valor de mercado de instrumentos financeiros derivados de proteção de fluxos de caixa Ajustes a valor de mercado de instrumentos financeiros derivados de proteção cambial de investimentos no exterior IAS 32 e IAS 39 IAS 32 e IAS 39 IAS 39 Concentração de atividades empresarias IFRS 03 Avaliações de investimentos em Coligadas e Controladas IAS 28 Reservas de Incentivos Fiscais IAS PRINCIPAIS CRÍTICAS Braga e Almeida (2008) afirmam que as alterações conceituais propostas no texto do projeto inicial da referida lei não foram consideradas. Uma delas é a expressão demonstrações

9 financeiras, que foi mantida, ao invés de demonstrações contábeis, que é a nomenclatura correta. Segundo Marion (2008) a DOAR é uma demonstração mais completa, em virtude da quantidade de informações que oferece aos usuários, porém, conceitos, como, a variação do ativo circulante líquido, não são assimilados pela maioria de seus usuários, com isso preferiuse a adoção da DFC que, conforme afirma é mais simples e intuitiva. Ao se referirem ao Balanço Patrimonial, Braga e Almeida (2008) foram incisivos e críticos, ressaltaram que a Lei manteve a classificação inadequada do patrimônio líquido dentro do grupo de contas do passivo, contrariando, assim, o princípio da entidade. Outra crítica relevante é que a Lei não segrega, no balanço patrimonial ou em nota explicativa, os itens decorrentes das atividades usuais da companhia. O Intangível, tão comentado em diversas bibliografias anteriores, passa, enfim, a fazer parte do patrimônio das empresas brasileiras. Agora, as mesmas poderão mensurar o valor de suas marcas, de seu capital intelectual entre outros ativos intangíveis e provavelmente imensuráveis. Quanto a mensuração dos ativos intangíveis, é aguardado por parte da CVM uma regulamentação mais específica. Braga e Almeida (2008), ressaltaram que os recursos destinados ao resgate das partes beneficiárias, sendo este uma reserva de capital, continuaram fazendo parte do patrimônio líquido, o que estaria errado, já que as partes beneficiárias resgatáveis são instrumentos financeiros de dívida e não de capital. O Intangível, tão comentado em diversas bibliografias anteriores, passa, enfim, a fazer parte do patrimônio das empresas brasileiras. Agora, as mesmas poderão mensurar o valor de suas marcas, de seu capital intelectual entre outros ativos intangíveis e provavelmente imensuráveis. Ultimamente, não se fala em outro assunto do que o tal Balanço Social, no entanto a Lei /07, não trás a necessidade de evidenciação de informações de natureza social, de que segmento de negócio que a sociedade atua, de produtividade, informações estas que poderia ser conhecidas por meio de notas explicativas ou quadros analíticos. Conforme ressaltam Braga e Almeida (2008), essa exigência criaria a possibilidade de normatização do chamado Balanço Social. A IAS 14 trata do relato de segmentos, no entanto, ainda não há esta exigência na Lei 6.404/76, o que não a harmoniza com as Normas Internacionais de Contabilidade. A Lei poderia, ter substituído a Demonstração de Lucros e Prejuízos Acumulados (DLPA) pela Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL), já que a primeira é claramente evidenciada dentro da DMPL. Com tantas alterações, esperadas e não esperadas, é evidente que a maioria das empresas brasileiras estão buscando a harmonização de suas demonstrações financeiras. No entanto, fica difícil conseguir encontrar um denominador comum, muitas dúvidas ainda pairam pelo ar, e precisam ser esclarecidas e normatizadas o quanto antes. REFERÊNCIAS

10 BRAGA, Hugo Rocha; ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Almeida. Mudanças contábeis na lei societária: Lei n , de São Paulo: Atlas, BEUREN, Ilse Maria (org). Como elaborar trabalhos monográficos em contabilidade: Teoria e prática. 3ª Ed. São Paulo: Atlas, BRASIL. Lei 6.404, de 15 de dezembro de Dispõe sobre as Sociedades por Ações. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br>. Acesso em: 15 jul BRASIL. Lei , de 28 de dezembro de Altera e revoga dispositivos da Lei 6404/76, e da Lei de 7 de dezembro de 1976, e estabelece às sociedades de grande porte disposições relativas à elaboração e divulgação de Demonstrações Financeiras. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br>. Acesso em: 15 jul Lei , de 28 de dezembro de Altera e revoga dispositivos da Lei de 15 de dezembro de 1976, e da Lei 6.385, de 7 de dezembro de E estende às sociedades de grande porte disposições relativas à elaboração e divulgação de demonstrações financeiras. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br>. Acesso em: 15 jul COMISSÃO DE VALRES MOBILIÁRIOS. Instrução CVM n 457, de 13 de julho de Dispõe sobre a elaboração e divulgação das demonstrações financeiras consolidadas, com base no padrão contábil internacional emitido pelo Internacional Accounting Standards Board IASB. Disponível em: <http://www.cvm.gov.br>. Acesso em: 15 jul Deliberação CVM n 539, de 14 de março de Aprova o Pronunciamento Conceitual Básico do CPC que dispõe sobre a Estrutura Conceitual para a Elaboração e Apresentação das Demonstrações Contábeis. Disponível em: <http://www.cvm.gov.br>. Acesso em: 15 jul Instrução CVM n 469, de 02 de maio de Dispõe sobre a aplicação da Lei n , de 28 de dezembro de Altera as Instruções CVM n 247, de 27 de março de 1996 e 331, de 4 de abril de Disponível em: <http://www.cvm.gov.br>. Acesso em: 15 jul Nota Explicativa à Instrução CVM n 469, de 02 de maio de Ref. Instrução CVM n 469, de 2 de maio de 2008, que dispõe sobre a aplicação da Lei n , de 28 de dezembro de 2007 e altera as Instruções CVM n 247, de 27 de março de 1996 e 331, de 4 de abril de Disponível em: <http://www.cvm.gov.br>. Acesso em: 15 jul IUDÍCIBUS, Sergio de; MARTINS, Eliseu; GELBCKE, Ernesto Rubens. Manual de Contabilidade das Sociedades por Ações. 4ª Ed. São Paulo: Atlas, MARION, José Carlos; REIS, Arnaldo; IUDICÍBUS, Sérgio. Considerações sobre as mudanças nas Demonstrações Financeiras Lei /07. Disponível em: <http://marion.pro.br>. Acesso em: 22 abr SILVA, Antônio Carlos Ribeiro da Silva. Metodologia da pesquisa aplicada à contabilidade. 2ª Ed. São Paulo: Atlas, SILVA, Edson Cordeiro. Governança Corporativa nas Empresas. São Paulo: Atlas, 2006.

AGENTE E ESCRIVÃO DA POLÍCIA FEDERAL Disciplina: Contabilidade Prof.: Adelino Data: 07/12/2008

AGENTE E ESCRIVÃO DA POLÍCIA FEDERAL Disciplina: Contabilidade Prof.: Adelino Data: 07/12/2008 Alterações da Lei 6404/76 Lei 11638 de 28 de dezembro de 2007 Lei 11638/07 que altera a Lei 6404/76 Art. 1o Os arts. 176 a 179, 181 a 184, 187, 188, 197, 199, 226 e 248 da Lei no 6.404, de 15 de dezembro

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 11.638, DE 28 DEZEMBRO DE 2007. Mensagem de veto Altera e revoga dispositivos da Lei n o 6.404, de 15 de dezembro de 1976, e

Leia mais

ALTERAÇÕES DA LEI DAS SOCIEDADES POR AÇÕES MARCELO CAVALCANTI ALMEIDA

ALTERAÇÕES DA LEI DAS SOCIEDADES POR AÇÕES MARCELO CAVALCANTI ALMEIDA ALTERAÇÕES DA LEI DAS SOCIEDADES POR AÇÕES MARCELO CAVALCANTI ALMEIDA Sócio da Deloitte e autor de livros da Editora Atlas 1 EVOLUÇÃO Instrução CVM n 457/07 Demonstrações financeiras consolidadas a partir

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº 469, DE 2 DE MAIO DE 2008

INSTRUÇÃO CVM Nº 469, DE 2 DE MAIO DE 2008 Dispõe sobre a aplicação da Lei nº 11.638, de 28 de dezembro de 2007. Altera as Instruções CVM n 247, de 27 de março de 1996 e 331, de 4 de abril de 2000. A PRESIDENTE DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS

Leia mais

Antes das alterações no livro propriamente, vejamos alguns temas de caráter geral, que exigem esclarecimentos adicionais.

Antes das alterações no livro propriamente, vejamos alguns temas de caráter geral, que exigem esclarecimentos adicionais. Este texto por finalidade atualizar o livro Contabilidade ESAF Provas Comentadas 6ª edição (Ricardo J. Ferreira, Editora Ferreira), em razão da Lei nº 11.638, de 28 de dezembro de 2007. Antes das alterações

Leia mais

Mudanças de natureza contábil e alguns ajustes relativos à tributação

Mudanças de natureza contábil e alguns ajustes relativos à tributação A Nova Lei das S/A Lei nº 11.638/07 Introdução Mudanças de natureza contábil e alguns ajustes relativos à tributação Dependência de normatização: CVM, BACEN, SUSEP, CFC e outros LEI nº 11.638 versus Medida

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, Resolução CFC nº 1.159, de 13/02/2009 DOU 1 de 04/03/2009 Aprova o Comunicado Técnico CT 01 que aborda como os ajustes das novas práticas contábeis adotadas no Brasil trazidas pela Lei nº 11.638/07 e MP

Leia mais

Demonstrações Contábeis Obrigatórias

Demonstrações Contábeis Obrigatórias Demonstrações Contábeis Obrigatórias 1.Introdução As demonstrações contábeis são os meios pelos quais as empresas e as demais entidades informam à sociedade as condições de seu patrimônio. A legislação

Leia mais

Mudanças na Lei 6.404/ 76 Novas Regras de Contabilidade Geral

Mudanças na Lei 6.404/ 76 Novas Regras de Contabilidade Geral Mudanças na Lei 6.404/ 76 Novas Regras de Contabilidade Geral Olá, pessoal! Espero que tenham tido um ótimo Natal e uma excelente Réveillon. Antes de tudo, desejo a todos muita paz e prosperidade e que

Leia mais

Palavras-chave: Lei 6.404/76. Lei 11.638/07. Normas Internacionais de Contabilidade IFRS.

Palavras-chave: Lei 6.404/76. Lei 11.638/07. Normas Internacionais de Contabilidade IFRS. 1 CONDUTA ÉTICA DO PROFISSIONAL DE CONTABILIDADE E SUA QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL FRENTE À NOVA LEI 11.638/07. * Leonardo dos Santos Pereira** RESUMO: Este artigo propõe uma análise das mudanças que a lei

Leia mais

6 Balanço Patrimonial - Passivo - Classificações das Contas, 25 Exercícios, 26

6 Balanço Patrimonial - Passivo - Classificações das Contas, 25 Exercícios, 26 Prefácio 1 Exercício Social, 1 Exercícios, 2 2 Disposições Gerais, 3 2.1 Demonstrações financeiras exigidas, 3 2.2 Demonstrações financeiras comparativas, 4 2.3 Contas semelhantes e contas de pequenos,

Leia mais

Estrutura, Análise e Interpretação das Demonstrações Contábeis

Estrutura, Análise e Interpretação das Demonstrações Contábeis Alexandre Alcantara da Silva Estrutura, Análise e Interpretação das Demonstrações Contábeis Adendo à 1ª edição Texto atualizado em 28.04.2009 Relativo às alterações introduzidas pela Lei nº 11.638/2007

Leia mais

1. INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS - ITRS E DEMONSTRAÇÕES ESPECIAIS

1. INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS - ITRS E DEMONSTRAÇÕES ESPECIAIS INTRODUÇÃO Ref. Instrução CVM nº XXX, que dispõe sobre o tratamento dos saldos de lucros acumulados e de reservas de capital e de reavaliação, sobre a apresentação de informações e demonstrações intercalares

Leia mais

A ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL: UM COMPARATIVO ANTES E DEPOIS DA ADOÇÃO DO PADRÃO CONTÁBIL INTERNACIONAL.

A ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL: UM COMPARATIVO ANTES E DEPOIS DA ADOÇÃO DO PADRÃO CONTÁBIL INTERNACIONAL. A ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL: UM COMPARATIVO ANTES E DEPOIS DA ADOÇÃO DO PADRÃO CONTÁBIL INTERNACIONAL. Eliseu Pereira Lara 1 RESUMO: As alterações ocorridas na legislação contábil, visando à adequação

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº 469, DE 2 DE MAIO DE 2008

INSTRUÇÃO CVM Nº 469, DE 2 DE MAIO DE 2008 INSTRUÇÃO CVM Nº 469, DE 2 DE MAIO DE 2008 Dispõe sobre a aplicação da Lei nº 11.638, de 28 de dezembro de 2007. Altera as Instruções CVM n 247, de 27 de março de 1996 e 331, de 4 de abril de 2000. A PRESIDENTE

Leia mais

Sumário do Pronunciamento Técnico CPC 13

Sumário do Pronunciamento Técnico CPC 13 Sumário do Pronunciamento Técnico CPC 13 Adoção Inicial da Lei n o 11.638/07 e da Medida Provisória n o 449/08 Observação: Este sumário, que não faz parte do Pronunciamento, está sendo apresentado apenas

Leia mais

Notas Explicativas. Armando Madureira Borely armando.borely@globo.com

Notas Explicativas. Armando Madureira Borely armando.borely@globo.com CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Home page: www.crc.org.br - E-mail: cursos@crcrj.org.br Notas Explicativas Armando Madureira Borely armando.borely@globo.com (Rio de Janeiro)

Leia mais

3. 0 - Nível de Conhecimento dos Profissionais de Contabilidade no Brasil

3. 0 - Nível de Conhecimento dos Profissionais de Contabilidade no Brasil 1.0 - Introdução à Lei 11.638/07 Países com pouca tradição em mercados de capitais têm a tendência de sofrer, mais do que os demais, influências exógenas (externas) nos seus processos de desenvolvimento

Leia mais

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A CEMEPE INVESTIMENTOS S/A RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações contábeis do exercício encerrado

Leia mais

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES INSTITUTO A VEZ DO MESTRE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES INSTITUTO A VEZ DO MESTRE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES INSTITUTO A VEZ DO MESTRE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU LEI 11638/07 PRINCIPAIS MUDANÇAS NA LEI DAS S/A E SUAS CONSEQUÊNCIAS PARA O MERCADO POR: MARCIO OLIVEIRA FERNANDES ORIENTADOR

Leia mais

Espero que todos tenham passado bem pelas festas de fim de ano e que consigam atingir os objetivos traçados para o ano de 2008.

Espero que todos tenham passado bem pelas festas de fim de ano e que consigam atingir os objetivos traçados para o ano de 2008. Pessoal, Finalmente, retornei de férias. Após um mês de praia e sol, estou de volta a Brasília para mais um ano de muito trabalho. Espero que consiga, neste ano, ajudá-los a estudar e dirimir as dúvidas

Leia mais

MÓDULO 2 PASSIVO EXIGÍVEL (PE) E RECEITAS DIFERIDAS (ANTIGO RESULTADO DE EXERCÍCIOS FUTUROS (REF))

MÓDULO 2 PASSIVO EXIGÍVEL (PE) E RECEITAS DIFERIDAS (ANTIGO RESULTADO DE EXERCÍCIOS FUTUROS (REF)) CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA CAPÍTULO 2: PASSIVO EXIGÍVEL E RECEITAS DIFERIDAS MATERIAL DE ACOMPANHAMENTO MÓDULO 2 PASSIVO EXIGÍVEL (PE) E RECEITAS DIFERIDAS (ANTIGO RESULTADO DE EXERCÍCIOS FUTUROS (REF))

Leia mais

Curso Extensivo de Contabilidade Geral

Curso Extensivo de Contabilidade Geral Curso Extensivo de Contabilidade Geral Adelino Correia 4ª Edição Enfoque claro, didático e objetivo Atualizado de acordo com a Lei 11638/07 Inúmeros exercícios de concursos anteriores com gabarito Inclui

Leia mais

Principais Alterações na Estrutura das Demonstrações Contábeis a Lei nº 11.638/07

Principais Alterações na Estrutura das Demonstrações Contábeis a Lei nº 11.638/07 1 Principais Alterações na Estrutura das Demonstrações Contábeis a Lei nº 11.638/07 Eliane Sayuri Takahashi Nishio 1 Gerardo Viana Priscila Juliana Batista Ricardo Pereira Rios 2 Resumo Este estudo versa

Leia mais

Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08

Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08 Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08 Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08 No dia 3 de dezembro de 2008, foi editada a Medida Provisória nº 449,

Leia mais

O Impacto da Lei 11.638/07 no encerramento das Demonstrações Contábeis de 2008

O Impacto da Lei 11.638/07 no encerramento das Demonstrações Contábeis de 2008 O Impacto da Lei 11.638/07 no encerramento das Demonstrações Contábeis de 2008 Pronunciamento CPC 013 Adoção Inicial da Lei nº 11.638/07 e da Medida Provisória no 449/08 Antônio Carlos Palácios Vice-Presidente

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 13. Adoção Inicial da Lei nº 11.638/07 e da Medida Provisória n o 449/08

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 13. Adoção Inicial da Lei nº 11.638/07 e da Medida Provisória n o 449/08 COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 13 Adoção Inicial da Lei nº 11.638/07 e da Medida Provisória n o 449/08 Índice Itens Introdução 1 4 Objetivo 5 6 Alcance 7 9 Práticas contábeis

Leia mais

IFRS EM DEBATE: Aspectos gerais do CPC da Pequena e Média Empresa

IFRS EM DEBATE: Aspectos gerais do CPC da Pequena e Média Empresa IFRS EM DEBATE: Aspectos gerais do CPC da Pequena e Média Empresa outubro/2010 1 SIMPLIFICAÇÃO DOS PRONUNCIAMENTOS: Pronunciamento CPC PME - Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas (225 páginas)

Leia mais

Mudanças da Lei 11.638 e o novo regime tributário de transição RTT

Mudanças da Lei 11.638 e o novo regime tributário de transição RTT Mudanças da Lei 11.638 e o novo regime tributário de transição RTT 1 INTRODUÇÃO Com o desenvolvimento das organizações no decorrer dos anos, e dos novos mercados, inclusive os mercados internacionais que

Leia mais

Lei n 11.638/07. Alterações na lei das sociedades por ações. São Paulo, 18 de junho de 2008. Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados

Lei n 11.638/07. Alterações na lei das sociedades por ações. São Paulo, 18 de junho de 2008. Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados Lei n 11.638/07 Alterações na lei das sociedades por ações São Paulo, 18 de junho de 2008 1 Energy and Resources Introdução A Lei 11.638/07 é resultado da aprovação do Projeto de Lei 3.741, longamente

Leia mais

2 Questão 31 Classificação de Contas e Grupos Patrimoniais

2 Questão 31 Classificação de Contas e Grupos Patrimoniais Conteúdo 1 Introdução... 1 2 Questão 31 Classificação de Contas e Grupos Patrimoniais... 1 3 Questão 32 Natureza das contas... 3 4 Questão 33 Lançamentos - Operações de captação de recursos... 4 5 Questão

Leia mais

Sumário. Demonstrações Contábeis. Notas Explicativas. Pareceres

Sumário. Demonstrações Contábeis. Notas Explicativas. Pareceres Companhia Estadual de Energia Elétrica Participações Divisão Contábil Departamento de Demonstrações Contábeis DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DEZEMBRO 2007 Sumário Demonstrações Contábeis Relatório da Administração...

Leia mais

Aprovada a NBC T 19.18 Adoção Inicial da Lei n. 11.638/07 e da Medida Provisória n. 449/08

Aprovada a NBC T 19.18 Adoção Inicial da Lei n. 11.638/07 e da Medida Provisória n. 449/08 Aprovada a NBC T 19.18 Adoção Inicial da Lei n. 11.638/07 e da Medida Provisória n. 449/08 O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO que o

Leia mais

TributAção. Novembro de 2013 Edição Extraordinária. MP 627/13 Regime tributário com o fim do RTT

TributAção. Novembro de 2013 Edição Extraordinária. MP 627/13 Regime tributário com o fim do RTT TributAção Novembro de 2013 Edição Extraordinária MP 627/13 Regime tributário com o fim do RTT Passados quase cinco anos da convergência das regras contábeis brasileiras ao padrão internacional contábil

Leia mais

UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU CURSO: CIÊNCIAS CONTÁBEIS CONTABILIDADE AVANÇADA PROF FÁBIO BRUSSOLO CONSOLIDAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU CURSO: CIÊNCIAS CONTÁBEIS CONTABILIDADE AVANÇADA PROF FÁBIO BRUSSOLO CONSOLIDAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU CURSO: CIÊNCIAS CONTÁBEIS CONTABILIDADE AVANÇADA PROF FÁBIO BRUSSOLO CONSOLIDAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS CONCEITO É uma técnica contábil que consiste na unificação das

Leia mais

Demonstrações Contábeis

Demonstrações Contábeis Demonstrações Contábeis Resumo Demonstrações contábeis são informações e dados que as empresas oferecem ao fim de cada exercício, com a finalidade de mostrar aos acionistas, ao governo e todos os interessados,

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS NOVA LEI DAS S/A - LEI 11.638/07

PERGUNTAS E RESPOSTAS NOVA LEI DAS S/A - LEI 11.638/07 PERGUNTAS E RESPOSTAS NOVA LEI DAS S/A - LEI 11.638/07 1 Ativo 1.1 Classificação 1.1.1 Como passam a ser classificados os ativos? Os Ativos agora passam a ser classificados em Ativos Circulantes e Ativos

Leia mais

NORMAS CONTÁBEIS NOVAS REGRAS

NORMAS CONTÁBEIS NOVAS REGRAS NORMAS CONTÁBEIS NOVAS REGRAS 1. Novo conjunto de demonstrações contábeis Como já é de conhecimento de todos, as demonstrações contábeis são representações estruturadas da posição patrimonial e financeira

Leia mais

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A CEMEPE INVESTIMENTOS S/A RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações contábeis do exercício encerrado

Leia mais

Curso Novas Regras de Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas

Curso Novas Regras de Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas Curso Novas Regras de Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas Conhecimento essencial em Gestão de Controladoria Depois de sucessivas crises econômicas, os investidores pressionam cada vez mais pela

Leia mais

AS MUDANÇAS DA LEI 11.638/07 NO BALANÇO PATRIMONIAL DAS EMPRESAS DE CAPITAL ABERTO

AS MUDANÇAS DA LEI 11.638/07 NO BALANÇO PATRIMONIAL DAS EMPRESAS DE CAPITAL ABERTO AS MUDANÇAS DA LEI 11.638/07 NO BALANÇO PATRIMONIAL DAS EMPRESAS DE CAPITAL ABERTO Vanessa Alves Cunha 1, Robernei Aparecido Lima 2 1 Universidade do Vale do Paraíba/Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas,

Leia mais

Lei n. 11.638/2007. Nova Lei das n. Sociedades 11.638/2007 Anônimas. Contabilidade Empresarial. Nova Lei das Sociedades Anônimas

Lei n. 11.638/2007. Nova Lei das n. Sociedades 11.638/2007 Anônimas. Contabilidade Empresarial. Nova Lei das Sociedades Anônimas Lei n. 11.638/2007 Nova Lei das n. Sociedades 11.638/2007 Anônimas Prof. Dr. José Carlos Marion Nova Lei das Sociedades Anônimas Seminários Cursos Debates Fóruns de Discussão Contabilistas - 400.000 Escritórios

Leia mais

ITR - Informações Trimestrais - 31/03/2011 - CEMEPE INVESTIMENTOS SA Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2

ITR - Informações Trimestrais - 31/03/2011 - CEMEPE INVESTIMENTOS SA Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 2 Balanço Patrimonial Passivo 3 Demonstração do Resultado 4 Demonstração do Fluxo de Caixa 5 Demonstração das Mutações

Leia mais

O IMPACTO DA LEI 11.638/07 NO MUNDO CONTÁBIL. Débora Cristina Dala Rosa¹, José César de Faria²

O IMPACTO DA LEI 11.638/07 NO MUNDO CONTÁBIL. Débora Cristina Dala Rosa¹, José César de Faria² O IMPACTO DA LEI 11.638/07 NO MUNDO CONTÁBIL Débora Cristina Dala Rosa¹, José César de Faria² ¹Universidade do Vale do Paraíba/Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas e Comunicação, Avenida Shishima Hifumi,

Leia mais

CAP ÍTULO 1 AUDITORIA INDEPENDENTE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 1.1 CONCEITUAÇÃO E OBJETIVOS DA AUDITORIA I NDEP ENDENTE

CAP ÍTULO 1 AUDITORIA INDEPENDENTE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 1.1 CONCEITUAÇÃO E OBJETIVOS DA AUDITORIA I NDEP ENDENTE www.editoraferreira.com.br CAP ÍTULO 1 AUDITORIA INDEPENDENTE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 1.1 CONCEITUAÇÃO E OBJETIVOS DA AUDITORIA INDEPENDENTE P ÁGINA 1 Substituir a redação deste item pela seguinte:

Leia mais

ANÁLISE DA DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (DFC) DAS EMPRESAS DE PAPEL E CELULOSE POR MEIO DE INDICADORES

ANÁLISE DA DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (DFC) DAS EMPRESAS DE PAPEL E CELULOSE POR MEIO DE INDICADORES ANÁLISE DA DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (DFC) DAS EMPRESAS DE PAPEL E CELULOSE POR MEIO DE INDICADORES RESUMO O presente estudo aborda a importância da DFC para a organização, pois além de ser uma

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA PADRONIZAÇÃO DAS NORMAS CONTÁBEIS BRASILEIRAS

A IMPORTÂNCIA DA PADRONIZAÇÃO DAS NORMAS CONTÁBEIS BRASILEIRAS A IMPORTÂNCIA DA PADRONIZAÇÃO DAS NORMAS CONTÁBEIS BRASILEIRAS Camila Gomes de Carvalho Nivaldo Grego (OR) RESUMO: Com a abertura da cultura e economia no mundo devido a globalização, possibilitou que

Leia mais

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/2014 - Encalso Participações em Concessões S.A. Versão : 1. Composição do Capital 1

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/2014 - Encalso Participações em Concessões S.A. Versão : 1. Composição do Capital 1 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 2 Balanço Patrimonial Passivo 3 Demonstração do Resultado 4 Demonstração do Resultado Abrangente 5 Demonstração

Leia mais

CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA II DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (DMPL)

CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA II DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (DMPL) CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA II DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO Prof. Emanoel Truta Conceito É uma demonstração contábil que visa evidenciar as variações ocorridas em todas as contas que compõem o Patrimônio

Leia mais

Relatório da Administração Dommo 2014

Relatório da Administração Dommo 2014 Relatório da Administração Dommo 2014 A Administração da Dommo Empreendimentos Imobiliários S.A. apresenta o Relatório da Administração e as correspondentes Demonstrações Financeiras referentes aos exercícios

Leia mais

A NOVA LEI CONTÁBIL E SEU IMPACTO NO AMBIENTE EMPRESARIAL: Um estudo de caso na cidade de Franca

A NOVA LEI CONTÁBIL E SEU IMPACTO NO AMBIENTE EMPRESARIAL: Um estudo de caso na cidade de Franca A NOVA LEI CONTÁBIL E SEU IMPACTO NO AMBIENTE EMPRESARIAL: Um estudo de caso na cidade de Franca Marinês Santana Justo Smith - Uni-FACEF Karina Pereira Silva - Uni-FACEF Marcelle Antequera Valente - Uni-FACEF

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA CAPÍTULO 33 Este Capítulo é parte integrante do Livro Contabilidade Básica - Finalmente Você Vai Entender a Contabilidade. 33.1 CONCEITOS A demonstração dos fluxos de caixa evidencia as modificações ocorridas

Leia mais

PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 26 APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 26 APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 26 APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 1 Objetivos e considerações gerais sobre as Demonstrações Financeiras Conteúdo

Leia mais

Harmonização contábil internacional. Autor: Ader Fernando Alves de Pádua

Harmonização contábil internacional. Autor: Ader Fernando Alves de Pádua Harmonização contábil internacional Autor: Ader Fernando Alves de Pádua RESUMO O presente artigo tem por objetivo abordar o conceito e os aspectos formais e legais das Normas Brasileiras de Contabilidade

Leia mais

FAPAN Faculdade de Agronegócio de Paraíso do Norte

FAPAN Faculdade de Agronegócio de Paraíso do Norte DLPA DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS A DLPA expõe as variações ocorridas, durante o exercício, na conta Lucros ou Prejuízos Acumulados. Ela pode ser incluída na DMPL Demonstração das Mutações

Leia mais

DELIBERAÇÃO CVM Nº 610, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2009

DELIBERAÇÃO CVM Nº 610, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2009 Aprova o Pronunciamento Técnico CPC 43 do Comitê de Pronunciamentos Contábeis, que trata da adoção inicial dos pronunciamentos técnicos CPC 15 a 40. A PRESIDENTE DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS - CVM

Leia mais

COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO PARECER ÀS EMENDAS APRESENTADAS AO SUBSTITUTIVO DO RELATOR DA CFT PROJETO DE LEI Nº 3741, DE 2000

COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO PARECER ÀS EMENDAS APRESENTADAS AO SUBSTITUTIVO DO RELATOR DA CFT PROJETO DE LEI Nº 3741, DE 2000 COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO PARECER ÀS EMENDAS APRESENTADAS AO SUBSTITUTIVO DO RELATOR DA CFT PROJETO DE LEI Nº 3741, DE 2000 Altera e revoga dispositivos da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976,

Leia mais

IFRS para PMEs: Seção 35 Adoção Inicial

IFRS para PMEs: Seção 35 Adoção Inicial Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

A Demonstração no Brasil A Demonstração do Fluxo de Caixa - DFC

A Demonstração no Brasil A Demonstração do Fluxo de Caixa - DFC UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ UFPI CAMPUS MINISTRO REIS VELLOSO CMRV DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS E JURÍDICAS DCCJ CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS CCC EMPRESA JUNIOR DE CONTABILDIADE CONAC JUNIOR CURSO

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Instituto de Ciências Econômicas e Gerenciais Curso de Ciências Contábeis Contabilidade e Orçamento Empresarial AMBEV Rafaela Araújo de Oliveira Belo Horizonte

Leia mais

Instrução Normativa RFB nº 1.397, de 16 de setembro de 2013

Instrução Normativa RFB nº 1.397, de 16 de setembro de 2013 Instrução Normativa RFB nº 1.397, de 16 de setembro de 2013 DOU de 17.9.2013 Dispõe sobre o Regime Tributário de Transição (RTT) instituído pelo art. 15 da Lei nº 11.941, de 27 de maio de 2009. O SECRETÁRIO

Leia mais

Luciano Silva Rosa Contabilidade 20

Luciano Silva Rosa Contabilidade 20 Luciano Silva Rosa Contabilidade 20 Tratamento contábil do ágio e do deságio O tratamento contábil do ágio e do deságio na aquisição de investimentos avaliados pelo método da equivalência patrimonial (MEP)

Leia mais

ITR - Informações Trimestrais - 30/06/2013 - CEMEPE INVESTIMENTOS SA Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2

ITR - Informações Trimestrais - 30/06/2013 - CEMEPE INVESTIMENTOS SA Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 2 Balanço Patrimonial Passivo 3 Demonstração do Resultado 4 Demonstração do Resultado Abrangente 5 Demonstração

Leia mais

CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS

CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS SUMÁRIO 1. Considerações Iniciais 2. Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPA) na Lei das S.A. 3. Demonstração

Leia mais

CONVERGÊNCIA ÀS NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE

CONVERGÊNCIA ÀS NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE CONVERGÊNCIA ÀS NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE Profs. Eliseu Martins e Ariovaldo dos Santos Apresentação e atualização: Pretextato Mello Contador (Modéstia à parte) 1 - Introdução Mudança de natureza

Leia mais

DESTINAÇÃO DOS LUCROS APÓS LEI

DESTINAÇÃO DOS LUCROS APÓS LEI DESTINAÇÃO DOS LUCROS APÓS LEI 11.638/07: um estudo multi caso das empresas do setor de Tecnologia de Informação, sub setor Computadores e Equipamentos. RESUMO A Lei 11.638 promulgada em 28 de Dezembro

Leia mais

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 9 Mutações do Patrimônio Líquido

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 9 Mutações do Patrimônio Líquido 2ª edição Ampliada e Revisada Capítulo Mutações do Patrimônio Líquido Tópicos do Estudo Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados nos moldes da Lei das

Leia mais

FCONT. Regras para Apresentação

FCONT. Regras para Apresentação FCONT Regras para Apresentação 2 Conteúdo 1. FCONT - CONTROLE FISCAL CONTÁBIL DE TRANSIÇÃO... 3 1.1. INTRODUÇÃO... 3 1.2. OBJETIVO... 3 1.3. NOVAS PRÁTICAS CONTÁBEIS NO BRASIL... 5 1.4. Balanço De Abertura...

Leia mais

A NOVA LEI CONTÁBIL DO BRASIL

A NOVA LEI CONTÁBIL DO BRASIL A NOVA LEI CONTÁBIL DO BRASIL SR AUDITORES E CONSULTORES S/S LTDA João Alfredo de Souza Ramos-CRC-ES 2289 srauditores@terra.com.br / 27-4009-4666 1 OBJETIVOS: - Alinhar a contabilidade às Normas Internacionais

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS INTERPRETAÇÃO TÉCNICA ICPC 09 (R1)

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS INTERPRETAÇÃO TÉCNICA ICPC 09 (R1) COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS INTERPRETAÇÃO TÉCNICA ICPC 09 (R1) Demonstrações Contábeis Individuais, Demonstrações Separadas, Demonstrações Consolidadas e Aplicação do Método de Equivalência Patrimonial

Leia mais

RECENTES ALTERAÇÕES NA LEI SOCIETÁRIA LEI Nº 11.638/2007 E O IMPACTO NO ENSINO DE CONTABILIDADE

RECENTES ALTERAÇÕES NA LEI SOCIETÁRIA LEI Nº 11.638/2007 E O IMPACTO NO ENSINO DE CONTABILIDADE RECENTES ALTERAÇÕES NA LEI SOCIETÁRIA LEI Nº 11.638/2007 E O IMPACTO NO ENSINO DE CONTABILIDADE Cleide Maria Rodrigues Clímaco Costa e Silva i cleideclimaco@gmail.com Resumo Este artigo busca decifrar

Leia mais

ITR - Informações Trimestrais - 30/06/2013 - INEPAR TELECOMUNICAÇÕES SA Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2

ITR - Informações Trimestrais - 30/06/2013 - INEPAR TELECOMUNICAÇÕES SA Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 2 Balanço Patrimonial Passivo 3 Demonstração do Resultado 4 Demonstração do Resultado Abrangente 5 Demonstração

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.315/10

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.315/10 NOTA - A Resolução CFC n.º 1.329/11 alterou a sigla e a numeração desta Norma de NBC T 19.40 para NBC TG 43 e de outras normas citadas: de NBC T 1 para NBC TG ESTRUTURA CONCEITUAL; de NBC T 19.18 para

Leia mais

Normas Internacionais de Relatório Financeiro Modelo de demonstrações financeiras para 2010

Normas Internacionais de Relatório Financeiro Modelo de demonstrações financeiras para 2010 Normas Internacionais de Relatório Financeiro Modelo de demonstrações financeiras para 2010 Equipe técnica Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes Ed Ruiz Rogério Mota Emerson Ferreira Jonas Dal

Leia mais

Amortização de ágio ou deságio somente influenciará o resultado quando da alienação do investimento

Amortização de ágio ou deságio somente influenciará o resultado quando da alienação do investimento Conheça o tratamento fiscal aplicável ao ágio e ao deságio apurados na aquisição dos investimentos avaliados pelo Método de Equivalência Patrimonial - MEP AVALIAÇÃO DE INVESTIMENTOS - Ágio ou Deságio na

Leia mais

Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins CONTABILIDADE INTERNACIONAL FINANCIAL REPORTING

Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins CONTABILIDADE INTERNACIONAL FINANCIAL REPORTING Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins CONTABILIDADE INTERNACIONAL FINANCIAL REPORTING Belo Horizonte 2012 Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins CONTABILIDADE INTERNACIONAL FINANCIAL

Leia mais

1-DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS BÁSICOS 1.1 OBJETIVO E CONTEÚDO

1-DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS BÁSICOS 1.1 OBJETIVO E CONTEÚDO 2 -DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS BÁSICOS. OBJETIVO E CONTEÚDO Os objetivos da Análise das Demonstrações Contábeis podem ser variados. Cada grupo de usuários pode ter objetivos específicos para analisar as Demonstrações

Leia mais

MUDANÇAS NO GERADOR DE DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS

MUDANÇAS NO GERADOR DE DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS MUDANÇAS NO GERADOR DE DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS Visando a redução de riscos nos investimentos internacionais, além de ter mais facilidade de comunicação internacional no mundo dos negócios, com o uso de

Leia mais

Fiscal - ECF. Me. Fábio Luiz de Carvalho. Varginha-MG, 31.julho.2015

Fiscal - ECF. Me. Fábio Luiz de Carvalho. Varginha-MG, 31.julho.2015 Escrituração Contábil Fiscal - ECF Me. Fábio Luiz de Carvalho Varginha-MG, 31.julho.2015 Causa & Efeito A Lei n. 11.638/07 combinada com os Pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis

Leia mais

O Comitê de Pronunciamentos - CPC. Irineu De Mula Diretor da Fundação Brasileira de Contabilidade - FBC

O Comitê de Pronunciamentos - CPC. Irineu De Mula Diretor da Fundação Brasileira de Contabilidade - FBC O Comitê de Pronunciamentos - CPC Irineu De Mula Diretor da Fundação Brasileira de - FBC Objetivo: O estudo, o preparo e a emissão de Pronunciamentos Técnicos sobre procedimentos de e a divulgação de informações

Leia mais

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A CEMEPE INVESTIMENTOS S/A RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações financeiras do exercício

Leia mais

ANÁLISE DAS MUDANÇAS NA CONTABILIDADE BRASILEIRA

ANÁLISE DAS MUDANÇAS NA CONTABILIDADE BRASILEIRA 1 ANÁLISE DAS MUDANÇAS NA CONTABILIDADE BRASILEIRA Fabiano Manfroi Picetti 1 Wendy Haddad Carraro 2 RESUMO O estudo tem como objetivo melhor esclarecer as mudanças principais introduzidas pela nova lei,

Leia mais

Normas Internacionais de Relatório Financeiro Modelo de demonstrações financeiras para 2009

Normas Internacionais de Relatório Financeiro Modelo de demonstrações financeiras para 2009 Normas Internacionais de Relatório Financeiro Modelo de demonstrações financeiras para 2009 2 Demonstrações financeiras para o exercício findo em 31 de dezembro de 2009 As demonstrações financeiras, modelo

Leia mais

ITR - Informações Trimestrais - 30/06/2012 - BPMB I Participações S.A. Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2

ITR - Informações Trimestrais - 30/06/2012 - BPMB I Participações S.A. Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 2 Balanço Patrimonial Passivo 3 Demonstração do Resultado 4 Demonstração do Resultado Abrangente 5 Demonstração

Leia mais

IRPJ - REAVALIAÇÃO DE BENS BASE LEGAL PARA O PROCEDIMENTO DE AVALIAÇÃO DE BENS

IRPJ - REAVALIAÇÃO DE BENS BASE LEGAL PARA O PROCEDIMENTO DE AVALIAÇÃO DE BENS Page 1 of 14 IRPJ - REAVALIAÇÃO DE BENS BASE LEGAL PARA O PROCEDIMENTO DE AVALIAÇÃO DE BENS A Lei 6.404/76 (também chamada Lei das S/A), em seu artigo 8 º, admite a possibilidade de se avaliarem os ativos

Leia mais

CONTABILIDADE SOCIETÁRIA AVANÇADA Revisão Geral BR-GAAP. PROF. Ms. EDUARDO RAMOS. Mestre em Ciências Contábeis FAF/UERJ SUMÁRIO

CONTABILIDADE SOCIETÁRIA AVANÇADA Revisão Geral BR-GAAP. PROF. Ms. EDUARDO RAMOS. Mestre em Ciências Contábeis FAF/UERJ SUMÁRIO CONTABILIDADE SOCIETÁRIA AVANÇADA Revisão Geral BR-GAAP PROF. Ms. EDUARDO RAMOS Mestre em Ciências Contábeis FAF/UERJ SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 2. PRINCÍPIOS CONTÁBEIS E ESTRUTURA CONCEITUAL 3. O CICLO CONTÁBIL

Leia mais

Demonstrações Contábeis

Demonstrações Contábeis Demonstrações Contábeis 12.1. Introdução O artigo 176 da Lei nº 6.404/1976 estabelece que, ao fim de cada exercício social, a diretoria da empresa deve elaborar, com base na escrituração mercantil, as

Leia mais

ANO XXIV - 2013-4ª SEMANA DE MAIO DE 2013 BOLETIM INFORMARE Nº 21/2013

ANO XXIV - 2013-4ª SEMANA DE MAIO DE 2013 BOLETIM INFORMARE Nº 21/2013 ANO XXIV - 2013-4ª SEMANA DE MAIO DE 2013 BOLETIM INFORMARE Nº 21/2013 ASSUNTOS CONTÁBEIS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS OBRIGATÓRIAS APÓS AS LEIS NºS 11.638/2007 E 11.941/2009... Pág. 341 IMPOSTO DE RENDA PESSOA

Leia mais

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/2012 - PARTICIPAÇÕES INDUST. DO NORDESTE S.A. Versão : 1. Composição do Capital 1

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/2012 - PARTICIPAÇÕES INDUST. DO NORDESTE S.A. Versão : 1. Composição do Capital 1 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 2 Balanço Patrimonial Passivo 4 Demonstração do Resultado 6 Demonstração do Resultado Abrangente 7 Demonstração

Leia mais

RESUMO. PALAVRAS-CHAVE: Contabilidade. Processo de convergência contábil. Conhecimento dos contabilistas. 1 INTRODUÇÃO

RESUMO. PALAVRAS-CHAVE: Contabilidade. Processo de convergência contábil. Conhecimento dos contabilistas. 1 INTRODUÇÃO Convergência Contábil: Um Estudo Sobre o Conhecimento Evidenciado por Contabilistas do Município de Caruaru-PE Quanto às Principais Mudanças Provenientes das Leis 11.638/07 e 11.941/09 RESUMO O presente

Leia mais

CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA

CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA TÓPICO: AJUSTES DE AVALIAÇÃO PATRIMONIAL E AJUSTES DE CONVERSÃO Patrimônio Líquido Após as alterações Capital Social Reservas de Capital Ajustes de Avaliação Patrimonial Reservas

Leia mais

CGM-SP Auditor Municipal de Controle Interno Geral Prova Objetiva Comentada Contabilidade Geral

CGM-SP Auditor Municipal de Controle Interno Geral Prova Objetiva Comentada Contabilidade Geral CGM-SP Auditor Municipal de Controle Interno Geral Prova Objetiva Comentada Contabilidade Geral Salve, guerreiros(as)! A seguir comentamos as questões de Contabilidade Geral aplicadas no concurso da CGM-SP

Leia mais

Raízen Combustíveis S.A.

Raízen Combustíveis S.A. Balanço patrimonial consolidado e condensado (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) Ativo 30.06.2014 31.03.2014 Passivo 30.06.2014 31.03.2014 Circulante Circulante Caixa e equivalentes

Leia mais

CONTABILIDADE INTERNACIONAL APLICADO ÁS MÉDIAS E PEQUENAS EMPRESAS RESUMO

CONTABILIDADE INTERNACIONAL APLICADO ÁS MÉDIAS E PEQUENAS EMPRESAS RESUMO CONTABILIDADE INTERNACIONAL APLICADO ÁS MÉDIAS E PEQUENAS EMPRESAS * Ivan Prates dos Santos email: ivanprates.s@hotmail.com.br * Randerson dos Santos email: randermix@hotmail.com * Tatiana Steluti Silva

Leia mais

Salus Infraestrutura Portuária S.A.

Salus Infraestrutura Portuária S.A. Salus Infraestrutura Portuária S.A. Demonstrações Financeiras Referentes ao Exercício Findo em 31 de Dezembro de 2014 e Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras Deloitte

Leia mais

Luciano Silva Rosa Contabilidade 22

Luciano Silva Rosa Contabilidade 22 Luciano Silva Rosa Contabilidade 22 SUSEP 2010 sugestões de recursos Olá, colegas Abaixo, algumas sugestões de recursos da prova de contabilidade geral do concurso da SUSEP, aplicado pela ESAF. Prova 2.

Leia mais

DEFENSORIA PÚBLICA ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL 2012. Resolução comentada da prova de Contabilidade Prof. Milton M. Ueta. Analista-Contabilidade

DEFENSORIA PÚBLICA ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL 2012. Resolução comentada da prova de Contabilidade Prof. Milton M. Ueta. Analista-Contabilidade DEFENSORIA PÚBLICA ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL 2012 Resolução comentada da prova de Contabilidade Prof. Milton M. Ueta Analista-Contabilidade 1 Primeiramente, é necessário Apurar o Resultado pois, como

Leia mais

MATERIAL DE APOIO PROFESSOR

MATERIAL DE APOIO PROFESSOR Aula n 04 online MATERIAL DE APOIO PROFESSOR Balanço Patrimonial Plano de Contas É um elemento sistematizado e metódico de todas as contas movimentadas por uma empresa. Cada empresa deverá ter seu próprio

Leia mais

LEI N 12.973/14 (IRPJ/CSLL/PIS-PASEP E COFINS)

LEI N 12.973/14 (IRPJ/CSLL/PIS-PASEP E COFINS) LEI N 12.973/14 (IRPJ/CSLL/PIS-PASEP E COFINS) Miguel Silva RTD REGIME TRIBUTÁRIO DEFINITIVO (Vigência e Opção pela Antecipação de seus Efeitos) 1 Para efeito de determinação do IRPJ, CSLL, PIS-PASEP e

Leia mais

DELIBERAÇÃO CVM Nº 728, DE 27 DE NOVEMBRO DE 2014

DELIBERAÇÃO CVM Nº 728, DE 27 DE NOVEMBRO DE 2014 Aprova o Documento de Revisão de Pronunciamentos Técnicos nº 06 referente aos Pronunciamentos CPC 04, CPC 05, CPC 10, CPC 15, CPC 22, CPC 25, CPC 26, CPC 27, CPC 28, CPC 33, CPC 38, CPC 39 e CPC 46 emitidos

Leia mais