INTRODUÇÃO. = 1 µg de retinol = 12 µg de b caroteno. = 7,2 µg de outros carotenóides. 1 UI : = 0,3 µg retinol = 3,6 µg b caroteno ESTRUTURA QUÍMICA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INTRODUÇÃO. = 1 µg de retinol = 12 µg de b caroteno. = 7,2 µg de outros carotenóides. 1 UI : = 0,3 µg retinol = 3,6 µg b caroteno ESTRUTURA QUÍMICA"

Transcrição

1 INTRODUÇÃO A Vitamina A foi a 1º vitamina lipossolúvel a ser descoberta em 1913 por McCollum & Davis e Osborne & Mendel. É um termo genérico que designa qualquer composto com atividade biológica de retinol(ross AC). A vitamina A existente nos vegetais amareloalaranjados e folhosos, é um precursor (pró-vitamina A), que precisa ser convertido em retinol no intestino e no fígado. Entre aproximadamente mil carotenóides já reconhecidos na natureza, apenas alguns são precursores de vitamina A, mas dados de composição dos alimentos são disponíveis para apenas três: β- caroteno, α-caroteno e β-criptoxantina. Dentre estes, o β- caroteno é o que possui maior atividade biológica de retinol, proporcionando duas moléculas de vitamina A ( retinal)por molécula de β- caroteno. A vitamina A pré-formada da dieta, encontrada em fontes animais, como o fígado, e em menor proporção na gema de ovo, consiste principalmente de ésteres de retinil, que são ácidos graxos de cadeia longa esterificados na cadeia lateral do retinol. (Sommer, 1995 Blomhoff, 1994). A atividade da vitamina A é expressa em equivalente de retinol (µg ER) = 1 equivalente de atividade de retinol (µg RAE) RETINOL, eficiência = 1 (100% utilizável) β CAROTENO, eficiência = 1/12 Outros Carotenóides, eficiência = 1/24 (α-caroteno e β-criptoxantina) 1 µg RAE: = 1 µg de retinol = 12 µg de b caroteno = 24 µg de outros carotenóides 1 UI : = 0,3 µg retinol = 3,6 µg b caroteno = 7,2 µg de outros carotenóides ESTRUTURA QUÍMICA

2 O retinol ( álcool) e o retinal ( aldeído) são facilmente interconversíveis no organismo por reações de oxi-redução. O ácido retinóico é formado nos tecidos através da oxidação irreversível do retinal. METABOLISMO DA VITAMINA A No lúmen intestinal, os ésteres de retinil provenientes da dieta ( principalmente o palmitato de retinil) são emulsificados com sais biliares e hidrolizados por várias enzimas pancreáticas e hidrolases antes da sua absorção(blomhoff,1994). Em concentrações fisiológicas, a absorção de retinol é facilitada, enquanto em nivéis farmacológicos, a absorção é por difusão passiva (Blomhoff, 1994 e IOM 2002). No enterócito, o retinol se liga à proteína ligadora de retinol celular (cellular retinol bindingprotein - CRPBII) e o retinol complexado é esterificado pela lecitina:retinol aciltransferase (LRAT). Quando grandes doses são absorvidas e a CRPBII se torna saturada e a esterificação do retinol livre é feita pela acyl CoA:retinol aciltransferase (ARAT). Os ésteres de retinil são então incorporados aos quilomícrons, entram na circulação linfática e migram para circulação sanguínea onde sofrem vários processos bioquímicos resultando em quilomicrons remanescentes (QMr). Embora o fígado seja o principal destino dos QMr, a captação extrahepática destes pode ser uma via alternativa de captação do retinol para tecidos como medula óssea, baço, tecido adiposo, músculo esquelético e rins. Em torno de 50 a 90% do retinol ingerido é absorvido e transportado pelos quilomicrons, na forma de ésteres de retinil, para o fígado, que é responsável pelo armazenamento, metabolismo e distribuição da vitamina A para os tecidos periféricos, contendo cerca de 50-80% das reservas corporais.

3 A captação dos QM r é feita pelas células parenquimatosas hepáticas. Nestas células, os ésteres de retinil são hidrolisados pela enzima hidrolase éster de retinil. O retinol formado se liga a RBP podendo ser liberado para a circulação sangüínea, oxidado até ácido retinóico, metabolizado para formas mais polares pelo sistema enzimático citocromo P450 e conjugado com sais biliares para excreção na bile, ou ser transportado para as células estreladas onde é armazenado. A proteína ligadora de retinol 1 (CRBP1) pode estar envolvida neste transporte intercelular, e não a RBP ao contrário do que se pensava. Nas células estreladas ou células de ITO, o retinol ligado a CRBP1 é esterificado pela enzima lecitina:retinol aciltransferase (LRAT) e os ésteres de retinil resultantes são armazenados. Quando o retinol está presente em níveis elevados e a CRBP1 está saturada, a enzima retinol aciltransferase (ARAT), como ocorre no intestino, pode esterificar o excesso (Blomhoff,1994). A mobilização do retinol a partir das células de Ito, ocorre após a hidrólise dos ésteres de retinil e o retinol é liberado ligado a RBP. No sangue, o complexo RBP-retinol se combina com a TTR, uma proteína também sintetizada pelo fígado, formando a holo-rbp. O retinol é então removido da corrente sangüínea e utilizado pelas células alvo. Uma parte significativa do beta-caroteno é transformado em retinal na mucosa intestinal por uma clivagem na posição central pela enzima 15,15 dioxigenase, ou mais recentemente chamada de monooxigenase, posteriormente reduzido a retinol e segue a mesma via do retinol. A vitamina A pré formada é altamente biodisponível, enquanto a biodiponibilidade e bioconversão dos carotenóides depende de vários fatores. Porém, a eficiência da absorção de ambos parece depender da quantidade e da qualidade de lípideos dietéticos. FUNÇÕES: A vitamina A participa de várias atividades biológicas: diferenciação epitelial, visão e sistema imunológico, desenvolvimento ósseo, reprodução, hematopoiese, síntese de glicoproteínas e glisoaminoglicanos, além de atividade antioxidante. Sua ação no sistema imune consiste em:

4 Manutenção da integridade epitelial Manutenção da imunocompetência: Síntese de linfócitos T e B Resposta mediada por anticorpos Estímulo à atividade de fagocitose dos macrófagos Regulação da resposta para patógenos específicos Manutenção da síntese de células killer Aumento na produção de interleucinas 1 e citoquinas rnenhuma deficiência nutricional apresenta maior sinergismo com doença infecciosa do que a da vitamina A, pois esta deficiência associa-se a prejuízo na resposta imunológica propiciando maior susceptibilidade a infecções (SCRIMSHAW et al, 1968). A vitamina A também participa como constituinte dos pigmentos visuais. Sua forma 11- cis retinal combina-se com a opsina para formar a rodopsina nos bastonetes da retina. A absorção da luz catalisa a fotoisomerização do 11 cis retinal deste complexo para trans retinal em vários bastonetes, o que desencadeia a sinalização para as células neuronais e a clivagem da rodopsina, que precisa ser regenerada. Na deficiência de vitamina A não há quantidades disponíveis de 11 cis retinal para formar novamente a rodopsina e começam a aparecer os sintomas de deficiência visual em presença de pouca luz A vitamina A também participa no processo visual na forma de ácido retinóico, sendo responsável pela diferenciação das células da membrana conjutival, córnea e outras estruturas. A vitamina A atua ainda na manutenção do tecido epitelial da pele e mucosas. Na ausência deste nutriente as células dos epitélios sofrem uma diferenciação anormal com formação de células escamosas e queratinizadas, afetando a função normal do epitélio gastrointestinal, respiratório, da pele e aparelho urinário. A vitamina A tem também papel primordial no crescimento, desenvolvimento e reprodução, modulando a diferenciação celular. O mecanismos envolvido parecem ser desencadeados pela ligação do ácido retinóico a receptores nucleares específicos, regulando, consequentemente, a expressão genética por meio de uma cascata de eventos. Além disto, é um nutriente de grande importância epidemiológica, sendo sua deficiência considerada um dos principais problemas nutricionais no Brasil, principalmente em estados do nordeste em grupos clássicos de risco como pré-escolares, gestantes, puérperas, recém natos e lactentes.

5 RECOMENDAÇÕES: (IOM, 2002) Idade IDR(µg/d) Idade IDR(µg/d) 0 a 6m 400 Gestante 7 a12m 500 <18a a 3a a 50a a 8a 400 Nutriz Masculino <18a a 13a a 50a a >70a 900 Feminino 9 a 13a a >70a 700 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: Ross AC. Cellular metabolism and actuation of retinoids: roles of cellular binding proteins. Faseb J 1993; 7: Blomhoff R. Transport and metabolism of vitamin A. Nutr rev 1994; 52: S13-S23 Scrimshaw; Taylor, C. E.; Gordon, J. E.,. Interactions of nutrition and infection. 57 th ed. Geneve: World Health Organization NATIONAL ACADEMY PRESS. Dietary reference intakes for vitamin A, vitamin K, arsenic, boron, chromium, copper, iodine, iron, vanadium, manganese, molybdenum, nickel, silicon, vanadium and zinc. Food and Nutrition Board. Institute of Medicine (IOM). Washington, 2002

AULA VITAMINAS LIPOSSOLÚVEIS. Patricia Cintra

AULA VITAMINAS LIPOSSOLÚVEIS. Patricia Cintra AULA VITAMINAS LIPOSSOLÚVEIS Patricia Cintra Vitamina A (ingestão, absorção, biodisponibilidade e metabolismo) Em condições normais, cerca de 70 a 90% do retinol da dieta são absorvidos; A vitamina A

Leia mais

2 - Biodisponibilidade. Biodisponibilidade Velocidade e extensão de absorção de um fármaco a partir de uma forma de administração

2 - Biodisponibilidade. Biodisponibilidade Velocidade e extensão de absorção de um fármaco a partir de uma forma de administração 2 - Biodisponibilidade TOXICOCINÉTICA Biodisponibilidade Velocidade e extensão de absorção de um fármaco a partir de uma forma de administração Fator de Biodisponibilidade (F) Fração da dose administrada

Leia mais

Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo. sgrillo.ita@ftc.br

Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo. sgrillo.ita@ftc.br Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo sgrillo.ita@ftc.br Lipídeos são compostos guardados em grandes quantidades como triglicerídeos neutros e representam 90% da dieta. São altamente insolúveis, podendo ser

Leia mais

Nestas últimas aulas irei abordar acerca das vitaminas. Acompanhe!

Nestas últimas aulas irei abordar acerca das vitaminas. Acompanhe! Aula: 31 Temática: Vitaminas parte I Nestas últimas aulas irei abordar acerca das vitaminas. Acompanhe! Introdução O termo vitamina refere-se a um fator dietético essencial requerido por um organismo em

Leia mais

47 Por que preciso de insulina?

47 Por que preciso de insulina? A U A UL LA Por que preciso de insulina? A Medicina e a Biologia conseguiram decifrar muitos dos processos químicos dos seres vivos. As descobertas que se referem ao corpo humano chamam mais a atenção

Leia mais

METABOLISMO DE LIPÍDEOS

METABOLISMO DE LIPÍDEOS METABOLISMO DE LIPÍDEOS 1. Β-oxidação de ácidos graxos - Síntese de acetil-coa - ciclo de Krebs - Cadeia transportadora de elétrons e fosforilação oxidativa 2. Síntese de corpos cetônicos 3. Síntese de

Leia mais

Na aula de hoje continuaremos a estudar as vitaminas. Acompanhe!

Na aula de hoje continuaremos a estudar as vitaminas. Acompanhe! Aula: 32 Temática: Vitaminas parte II Na aula de hoje continuaremos a estudar as vitaminas. Acompanhe! Vitaminas lipossolúveis As vitaminas solúveis em gorduras são absorvidas no intestino humano com a

Leia mais

Figura 1: peridrociclopentanofenantreno

Figura 1: peridrociclopentanofenantreno COLESTEROL A n a L a u r a B u e n o Esteróides são álcoois de alto peso molecular. São compostos lipossolúveis muito importantes na fisiologia humana. Os esteróis possuem uma estrutura básica chamada

Leia mais

M E T B O L I S M O CATABOLISMO ANABOLISMO

M E T B O L I S M O CATABOLISMO ANABOLISMO METABOLISMO É o conjunto das reações químicas que ocorrem num organismo vivo com o fim de promover a satisfação de necessidades estruturais e energéticas. ...metabolismo Do ponto de vista físico-químico,

Leia mais

Profa. Alessandra Barone www.profbio.com.br

Profa. Alessandra Barone www.profbio.com.br Profa. Alessandra Barone www.profbio.com.br Digestão de lipídeos A maior parte de nossa ingestão de lipídeos é feita sob a forma de triacilgliceróis Hidrólise inicia-se pela ação da lipase lingual, ativada

Leia mais

Perfil Lipídico. Prof. Fernando Ananias FUNÇÃO DOS LIPÍDIOS

Perfil Lipídico. Prof. Fernando Ananias FUNÇÃO DOS LIPÍDIOS Perfil Lipídico Prof. Fernando Ananias FUNÇÃO DOS LIPÍDIOS Maior reserva corporal de energia tecidos muscular e subcutâneo Proteção contra traumatismo: 4% Isolamento térmico Transportadores de vitaminas

Leia mais

9/30/2014. Por que engenheiros biomédicos precisam estudar anatomia e fisiologia? Introdução. Fisiologia. Anatomia

9/30/2014. Por que engenheiros biomédicos precisam estudar anatomia e fisiologia? Introdução. Fisiologia. Anatomia Por que engenheiros biomédicos precisam estudar anatomia e fisiologia? Introdução à Anatomia e Fisiologia EN2319-Bases Biológicas para Engenharia I Reginaldo K Fukuchi Universidade Federal do ABC Por que

Leia mais

VITAMINAS. COMPOSTOS ORGÂNICOS, NECESSÁRIOS EM QUANTIDADES PEQUENAS -mg, µg/ DIA;

VITAMINAS. COMPOSTOS ORGÂNICOS, NECESSÁRIOS EM QUANTIDADES PEQUENAS -mg, µg/ DIA; VITAMINAS COMPOSTOS ORGÂNICOS, NECESSÁRIOS EM QUANTIDADES PEQUENAS -mg, µg/ DIA; ESSENCIAIS PARA A MANUTENÇÃO DA SAÚDE, CRESCIMENTO NORMAL E REPRODUÇÃO. DEFICIÊNCIA VITAMÍNICA em 1987: NPT = MORTE VITAMINAS

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL - UNISC DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA DISCIPLINA DE BIOQUÍMICA II

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL - UNISC DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA DISCIPLINA DE BIOQUÍMICA II UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL - UNISC DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA DISCIPLINA DE BIOQUÍMICA II VITAMINA B6 Márcio Ribeiro Friederich Carlos Renato Boelter Wilson Junior Weschenfelder Santa Cruz do Sul,

Leia mais

Profa. Susana M.I. Saad Faculdade de Ciências Farmacêuticas Universidade de São Paulo

Profa. Susana M.I. Saad Faculdade de Ciências Farmacêuticas Universidade de São Paulo XIV Congresso Brasileiro de Nutrologia Simpósio ILSI Brasil Probióticos e Saúde Profa. Dra. Susana Marta Isay Saad Departamento de Tecnologia Bioquímico-Farmacêutica USP e-mail susaad@usp.br Alimentos

Leia mais

RESOLUÇÃO DE DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº. 269, DE 22 DE SETEMBRO DE 2005.

RESOLUÇÃO DE DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº. 269, DE 22 DE SETEMBRO DE 2005. RESOLUÇÃO DE DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº. 269, DE 22 DE SETEMBRO DE 2005. A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere o art. 11 inciso IV do

Leia mais

O CICLO DO ERITRÓCITO

O CICLO DO ERITRÓCITO O CICLO DO ERITRÓCITO Rassan Dyego Romão Silva Faculdade Alfredo Nasser Aparecida de Goiânia GO Brasil rassandyego@hotmail.com Orientador: Amarildo Lemos Dias de Moura RESUMO: Os eritrócitos são discos

Leia mais

Concentração no local do receptor

Concentração no local do receptor FARMACOCINÉTICA FARMACOCINÉTICA O que o organismo faz sobre a droga. FARMACODINÂMICA O que a droga faz no organismo. RELAÇÕES ENTRE FARMACOCINÉTICA E FARMACODINÂMICA DROGA ORGANISMO FARMACOCINÉTICA Vias

Leia mais

prorrogada(o) por:resolução RDC nº 182, de 03 de outubro de 2006

prorrogada(o) por:resolução RDC nº 182, de 03 de outubro de 2006 título: Resolução RDC nº 269, de 22 de setembro de 2005 ementa não oficial: O "REGULAMENTO TÉCNICO SOBRE A INGESTÃO DIÁRIA RECOMENDADA (IDR) DE PROTEÍNA, VITAMINAS E MINERAIS". publicação: ANVISA - Agência

Leia mais

CURSO de MEDICINA VETERINÁRIA - Gabarito

CURSO de MEDICINA VETERINÁRIA - Gabarito UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE TRANSFERÊNCIA 2 o semestre letivo de 2005 e 1 o semestre letivo de 2006 CURSO de MEDICINA VETERINÁRIA - Gabarito Verifique se este caderno contém: INSTRUÇÕES AO CANDIDATO

Leia mais

Hormonas e mensageiros secundários

Hormonas e mensageiros secundários Hormonas e mensageiros secundários Interrelação entre os tecidos Comunicação entre os principais tecidos Fígado tecido adiposo hormonas sistema nervoso substratos em circulação músculo cérebro 1 Um exemplo

Leia mais

NUTRIÇÃO. Prof. Marta E. Malavassi

NUTRIÇÃO. Prof. Marta E. Malavassi Prof. Marta E. Malavassi Conceito: processo orgânico que envolve ingestão, digestão, absorção, transporte e eliminação das substâncias alimentares para a manutenção de funções, a formação e regeneração

Leia mais

Os lipídios são substâncias com estrutura variada sendo muito abundantes em animais e vegetais;

Os lipídios são substâncias com estrutura variada sendo muito abundantes em animais e vegetais; Lipídios Os lipídios são substâncias com estrutura variada sendo muito abundantes em animais e vegetais; Eles compartilham a característica de apresentarem baixa solubilidade em água sendo solúveis em

Leia mais

1. Introdução. Digestão, Absorção e Transporte:

1. Introdução. Digestão, Absorção e Transporte: 1. Introdução Todas as células do corpo necessitam de nutrição tendo este que lhe ser fornecido. O aparelho digestivo, com a colaboração importante do aparelho circulatório, forma como que uma refeição

Leia mais

VITAMINA B2. Riboflavina. Informações Técnicas. INCI NAME: Riboflavin ou Lactoflavin CAS NUMBER: 83-88-5

VITAMINA B2. Riboflavina. Informações Técnicas. INCI NAME: Riboflavin ou Lactoflavin CAS NUMBER: 83-88-5 Informações Técnicas VITAMINA B2 Riboflavina INCI NAME: Riboflavin ou Lactoflavin CAS NUMBER: 83-88-5 INTRODUÇÃO A vitamina B2 faz parte de vários sistemas enzimáticos (oxidases e desidrogenases); participa

Leia mais

Células A (25%) Glucagon Células B (60%) Insulina Células D (10%) Somatostatina Células F ou PP (5%) Polipeptídeo Pancreático 1-2 milhões de ilhotas

Células A (25%) Glucagon Células B (60%) Insulina Células D (10%) Somatostatina Células F ou PP (5%) Polipeptídeo Pancreático 1-2 milhões de ilhotas Instituto Biomédico Departamento de Fisiologia e Farmacologia Disciplina: Fisiologia II Curso: Medicina Veterinária Pâncreas Endócrino Prof. Guilherme Soares Ilhotas Células A (25%) Glucagon Células B

Leia mais

TABELA DE EQUIVALÊNCIA Curso de Odontologia

TABELA DE EQUIVALÊNCIA Curso de Odontologia TABELA DE EQUIVALÊNCIA Curso de Odontologia Disciplina A Disciplina B Código Disciplina C/H Curso Disciplina C/H Código Curso Ano do Currículo 64823 MICROBIOLOGIA GERAL 17/34 ODONTOLOGIA MICROBIOLOGIA

Leia mais

Biomassa de Banana Verde Integral- BBVI

Biomassa de Banana Verde Integral- BBVI Biomassa de Banana Verde Integral- BBVI INFORMAÇÕES NUTRICIONAIS Porção de 100g (1/2 copo) Quantidade por porção g %VD(*) Valor Energético (kcal) 64 3,20 Carboidratos 14,20 4,73 Proteínas 1,30 1,73 Gorduras

Leia mais

Dose da droga administrada ABSORÇÃO Concentração da droga na circulação sistêmica DISTRIBUIÇÃO ELIMINAÇÃO Droga nos tecidos de distribuição FARMA- COCINÉ- TICA FARMACOCINÉTICA Concentração da droga no

Leia mais

Disciplina de Fisiologia Veterinária. GH e PROLACTINA. Prof. Fabio Otero Ascoli

Disciplina de Fisiologia Veterinária. GH e PROLACTINA. Prof. Fabio Otero Ascoli Disciplina de Fisiologia Veterinária GH e PROLACTINA Prof. Fabio Otero Ascoli GH Sinônimos: Hormônio do crescimento ou somatotrópico ou somatotropina Histologia: Em torno de 30 a 40% das células da hipófise

Leia mais

EXERCÍCIOS PARA O 8 ANO (2015)

EXERCÍCIOS PARA O 8 ANO (2015) EXERCÍCIOS PARA O 8 ANO (2015) 1- A Fábrica Celular Células de bactérias (procarióticas) e células animais (eucarióticas), apresentam semelhanças e diferenças. a) Qual a estrutura presente em ambas que

Leia mais

REGISTRO: Isento de Registro no M.S. conforme Resolução RDC n 27/10. CÓDIGO DE BARRAS N : 7898171287947(Frutas vermelhas) 7898171287954(Abacaxi)

REGISTRO: Isento de Registro no M.S. conforme Resolução RDC n 27/10. CÓDIGO DE BARRAS N : 7898171287947(Frutas vermelhas) 7898171287954(Abacaxi) Ficha técnica CHÁ VERDE COM CÓLAGENO, VITAMINA C E POLIDEXTROSE Pó para Preparo de Bebida a Base de Chá Verde, com Colágeno hidrolisado, vitamina C e polidextrose Sabor Abacaxi e frutas vermelhas REGISTRO:

Leia mais

Recuperação. Células tecidos órgãos sistemas. - As células são as menores unidades vivas e são formadas por três regiões:

Recuperação. Células tecidos órgãos sistemas. - As células são as menores unidades vivas e são formadas por três regiões: Recuperação Capítulo 01 - Níveis de organização Células tecidos órgãos sistemas - As células são as menores unidades vivas e são formadas por três regiões: A- Membrana Plasmática - Revestimento da célula;

Leia mais

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MEDICINA - BACHARELADO

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MEDICINA - BACHARELADO UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MEDICINA - BACHARELADO EMENTAS DISCIPLINAS MATRIZ 3 1º AO 3º PERÍODO 1 º Período C.H. Teórica: 90 C.H. Prática: 90 C.H. Total: 180 Créditos: 10

Leia mais

TECIDO CONJUNTIVO 28/07/2015. Origem mesodérmica; Grande quantidade de substância intercelular: Profº Fernando Teixeira @biovestiba. Vascularizado.

TECIDO CONJUNTIVO 28/07/2015. Origem mesodérmica; Grande quantidade de substância intercelular: Profº Fernando Teixeira @biovestiba. Vascularizado. TECIDO CONJUNTIVO Origem mesodérmica; Profº Fernando Teixeira @biovestiba Grande quantidade de substância intercelular: o Substância fundamental; o Proteínas colágenas ou elásticas; Vascularizado. Preenchimento;

Leia mais

Função orgânica nossa de cada dia. Profa. Kátia Aquino

Função orgânica nossa de cada dia. Profa. Kátia Aquino Função orgânica nossa de cada dia Profa. Kátia Aquino Vamos analisar! Funções Carboidratros (ou Glicídios) Energética: eles são os maiores fornecedores de energia para os seres vivos, principalmente a

Leia mais

Disciplina: FISIOLOGIA CELULAR CONTROLE DA HOMEOSTASE, COMUNICAÇÃO E INTEGRAÇÃO DO CORPO HUMANO (10h)

Disciplina: FISIOLOGIA CELULAR CONTROLE DA HOMEOSTASE, COMUNICAÇÃO E INTEGRAÇÃO DO CORPO HUMANO (10h) Ementário: Disciplina: FISIOLOGIA CELULAR CONTROLE DA HOMEOSTASE, COMUNICAÇÃO E INTEGRAÇÃO DO CORPO HUMANO (10h) Ementa: Organização Celular. Funcionamento. Homeostasia. Diferenciação celular. Fisiologia

Leia mais

VALOR NUTRITIVO DA CARNE

VALOR NUTRITIVO DA CARNE VALOR NUTRITIVO DA CARNE Os alimentos são consumidos não só por saciarem a fome e proporcionarem momentos agradáveis à mesa de refeição mas, sobretudo, por fornecerem os nutrientes necessários à manutenção

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS DE CIÊNCIAS NATURAIS - 9.º ANO

PLANO DE ESTUDOS DE CIÊNCIAS NATURAIS - 9.º ANO DE CIÊNCIAS NATURAIS - 9.º ANO Ano Letivo 2014 2015 PERFIL DO ALUNO No domínio Viver melhor na Terra, o aluno deve ser capaz de: Compreender a importância da saúde individual e comunitária na qualidade

Leia mais

Valor nutricional da carne

Valor nutricional da carne Composição do tecido muscular Valor nutricional da carne Espécie Água % Proteína % Lipídios % Cinzas % Bovinos 70-73 20-22 4-8 1 Suínos 68-70 19-20 9-11 1,4 Ana Maria Bridi Departamento de Zootecnia Universidade

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS DE CIÊNCIAS NATURAIS 9.º ANO

PLANO DE ESTUDOS DE CIÊNCIAS NATURAIS 9.º ANO DE CIÊNCIAS NATURAIS 9.º ANO Ano Letivo 2015 2016 PERFIL DO ALUNO No domínio Viver melhor na Terra, o aluno deve ser capaz de: Compreender a importância da saúde individual e comunitária na qualidade de

Leia mais

MICRONUTRIENTES: Vitaminas e Minerais

MICRONUTRIENTES: Vitaminas e Minerais Projeto de Extensão Saúde da Família e o Papel da Escola MICRONUTRIENTES: Vitaminas e Minerais Danielle Mayumi Tamazato Maiara Jaloretto Barreiro O que são vitaminas? Vitaminas são micronutrientes essenciais

Leia mais

Eliane Petean Arena Nutricionista - CRN 3257. Rua Conselheiro Antônio Prado 9-29 Higienópolis Bauru - SP Telefone : (14) 3243-7840

Eliane Petean Arena Nutricionista - CRN 3257. Rua Conselheiro Antônio Prado 9-29 Higienópolis Bauru - SP Telefone : (14) 3243-7840 Músculos Ok Eliane Petean Arena Nutricionista - CRN 3257 Rua Conselheiro Antônio Prado 9-29 Higienópolis Bauru - SP Telefone : (14) 3243-7840 Conhecendo seu corpo e seus músculos Proteínas e o ganho de

Leia mais

NUTRIÇÃO DE GATOS. DUTRA, Lara S. 1 ; CENTENARO, Vanessa B. 2 ; ARALDI, Daniele Furian 3. Palavras-chave: Nutrição. Gatos. Alimentação.

NUTRIÇÃO DE GATOS. DUTRA, Lara S. 1 ; CENTENARO, Vanessa B. 2 ; ARALDI, Daniele Furian 3. Palavras-chave: Nutrição. Gatos. Alimentação. NUTRIÇÃO DE GATOS DUTRA, Lara S. 1 ; CENTENARO, Vanessa B. 2 ; ARALDI, Daniele Furian 3 Palavras-chave: Nutrição. Gatos. Alimentação. Introdução Nutrição veterinária é a ciência que tem por objetivo descobrir

Leia mais

Enfermidades Nutricionais. M.V. Patrick Westphal Mestrando em Ciências Veterinárias UFPR

Enfermidades Nutricionais. M.V. Patrick Westphal Mestrando em Ciências Veterinárias UFPR Enfermidades Nutricionais M.V. Patrick Westphal Mestrando em Ciências Veterinárias UFPR 2011 INTRODUÇÃO Doenças não infecciosas que afetam as aves; Erros na Formulação; Necessidade de conhecimento para

Leia mais

Fisiologia do Sistema Endócrino e o papel da Melatonina

Fisiologia do Sistema Endócrino e o papel da Melatonina Liga Acadêmica de Farmacologia Fisiologia do Sistema Endócrino e o papel da Melatonina Prof. Dr. Luiz Carlos dos Reis Melatonin, human aging, and age-related diseases M Karaseka Experimental Gerontology

Leia mais

Nutrição. tica (SND) Disciplina:Nutrição para Enfermagem Curso: Enfermagem Semestre: 4º. Profa. Dra. Andréia Madruga de Oliveira Nutricionista

Nutrição. tica (SND) Disciplina:Nutrição para Enfermagem Curso: Enfermagem Semestre: 4º. Profa. Dra. Andréia Madruga de Oliveira Nutricionista A Enfermagem e o Serviço de Nutrição e Dietética tica (SND) Disciplina:Nutrição para Enfermagem Curso: Enfermagem Semestre: 4º Profa. Dra. Andréia Madruga de Oliveira Nutricionista 1 A enfermagem e o Serviço

Leia mais

Proteína: digestibilidade e sua importância na produção. Fabrizio Oristanio (Biruleibe)

Proteína: digestibilidade e sua importância na produção. Fabrizio Oristanio (Biruleibe) Proteína: digestibilidade e sua importância na produção Fabrizio Oristanio (Biruleibe) Introdução Evolução das estimativas protéicas a partir da década de 80 Método fatorial Manutenção Produção Sistemas

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE BIOCIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BIOQUÍMICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE BIOCIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BIOQUÍMICA 19 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE BIOCIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BIOQUÍMICA DANIELLE SOARES BEZERRA AVALIAÇÃO DE MEGADOSES DE RETINOL PALMITATO

Leia mais

Aula 9 Sistema digestório

Aula 9 Sistema digestório Aula 9 Sistema digestório Os alimentos fornecem nutrientes para construção de estruturas celulares e, ainda, liberação de energia para as atividades celulares. A função da digestão é converter os alimentos

Leia mais

Funções dos lípidos:

Funções dos lípidos: Gorduras ou Lípidos Os lípidos são componentes essenciais de todos os organismos podendo ser obtidos a partir da alimentação ou ser sintetizados pelo nosso organismo. Constituem um grupo heterogéneo de

Leia mais

Alimentação na Gestação

Alimentação na Gestação ESPAÇO VIDA Nut. Fabiane Galhardo Unimed Pelotas 2012 Alimentação na Gestação 1 GESTAÇÃO PERÍODO MÁGICO DE INTENSA TRANSIÇÃO, ONDE A NATUREZA MODIFICA O CORPO E A MENTE PARA TRANSFORMAR MULHER EM MÃE A

Leia mais

Sistemas do Corpo Humano

Sistemas do Corpo Humano Sistemas do Corpo Humano Sistema Digestório consegue energia e matéria prima. Cada órgão tem uma função específica no processo de transformação dos alimentos O QUE É UM SISTEMA????? Sistema Digestório

Leia mais

Níveis de organização do corpo humano - TECIDOS. HISTOLOGIA = estudo dos tecidos

Níveis de organização do corpo humano - TECIDOS. HISTOLOGIA = estudo dos tecidos Níveis de organização do corpo humano - TECIDOS HISTOLOGIA = estudo dos tecidos TECIDOS Grupos de células especializadas, semelhantes ou diferentes entre si, e que desempenham funções específicas. Num

Leia mais

Ferramentas Nutricionais Moduladoras do Sistema Imune

Ferramentas Nutricionais Moduladoras do Sistema Imune Ferramentas Nutricionais Moduladoras do Sistema Imune Luiz Felipe Caron A resposta imune pode ser dividida em resposta inata e resposta adaptativa nas aves, como em outras espécies. Esta diferença está

Leia mais

RESOLUÇÃO DE DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº. 269, DE 22 DE SETEMBRO DE 2005.

RESOLUÇÃO DE DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº. 269, DE 22 DE SETEMBRO DE 2005. RESOLUÇÃO DE DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº. 269, DE 22 DE SETEMBRO DE 2005. A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere o art. 11 inciso IV do

Leia mais

3ªsérie B I O L O G I A

3ªsérie B I O L O G I A 3.1 QUESTÃO 1 Três consumidores, A, B e C, compraram, cada um deles, uma bebida em embalagem longa vida, adequada às suas respectivas dietas. As tabelas abaixo trazem informações nutricionais sobre cada

Leia mais

Excreção. Manutenção do equilíbrio de sal, água e remoção de excretas nitrogenadas.

Excreção. Manutenção do equilíbrio de sal, água e remoção de excretas nitrogenadas. Fisiologia Animal Excreção Manutenção do equilíbrio de sal, água e remoção de excretas nitrogenadas. Sistema urinario Reabsorção de açucar, Glicose, sais, água. Regula volume sangue ADH: produzido pela

Leia mais

Metabolismo de Lipídios PEDRO LEONARDO DE PAULA REZENDE

Metabolismo de Lipídios PEDRO LEONARDO DE PAULA REZENDE Universidade Federal de Goiás Escola de Veterinária Depto. De Produção Animal Pós-Graduação em Ciência Animal Metabolismo de Lipídios PEDRO LEONARDO DE PAULA REZENDE Zootecnista Especialista em Produção

Leia mais

02/10/2014 BETA-OXIDAÇÃO DE ÁCIDOS GRAXOS. Fontes de carnitina

02/10/2014 BETA-OXIDAÇÃO DE ÁCIDOS GRAXOS. Fontes de carnitina UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA DA REGIÃO DE CHAPECÓ ÁREA DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE FISIOTERAPIA CIÊNCIAS MORFOLÓGICAS II MOBILIZAÇÃO DOS DEPÓSITOS DE GORDURA E OXIDAÇÃO DOS ÁCIDOS GRAXOS LIPÓLISE E BETA-

Leia mais

Curso superior em Agronomia GESA- Grupo de estudo em solos agrícolas Absorção de nutrientes e Fotossíntese Bambuí-MG 2009 Alunas: Erica Marques Júlia Maluf É o processo pelo qual a planta sintetiza compostos

Leia mais

Vitaminas. Natália A. Paludetto

Vitaminas. Natália A. Paludetto Vitaminas Natália A. Paludetto Vitaminas, o que são? Compostos orgânicos não produzidos por nós, devendo ser ingeridos; São produzidas por plantas e alguns unicelulares. Necessárias em pequenas quantidades;

Leia mais

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO. Cada cápsula contém 100 mg de acetato de axeroftol, correspondente a 50.000 U.I.

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO. Cada cápsula contém 100 mg de acetato de axeroftol, correspondente a 50.000 U.I. RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO 1 NOME DO MEDICAMENTO A-Vite, 50000 U.I., Cápsula 2 COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Cada cápsula contém 100 mg de acetato de axeroftol, correspondente a

Leia mais

2 Conservação do sangue e hemocomponentes

2 Conservação do sangue e hemocomponentes 2 Conservação do sangue e hemocomponentes Alguns problemas de saúde hematológicos ou hemodinâmicos podem ser tratados utilizando produtos hemoterápicos, como por exemplo, problemas ligados à coagulação,

Leia mais

FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO I BIOENERGÉTICA: CICLO DE KREBS

FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO I BIOENERGÉTICA: CICLO DE KREBS FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO I BIOENERGÉTICA: CICLO DE KREBS Ciclo de Krebs Considerações Gerais Esta denominação decorre da homenagem ao bioquímico Hans Krebs, a qual lhe valeu o Prémio Nobel de Fisiologia

Leia mais

Nutrição Normal: Carboidratos. Histórico. Monossacarídeos. Características químicas Estrutura química

Nutrição Normal: Carboidratos. Histórico. Monossacarídeos. Características químicas Estrutura química Universidade de São Paulo Faculdade de Saúde Pública Departamento de Nutrição Nutrição Normal: Carboidratos Daniela Saes Sartorelli Histórico Principal fonte de energia utilizada pelos seres vivos. Seres

Leia mais

METABOLISMO. - ATP é a moeda energética da célula

METABOLISMO. - ATP é a moeda energética da célula INTEGRAÇÃO DO METABOLISMO ESTRATÉGIAS DO METABOLISMO - ATP é a moeda energética da célula - ATP é gerado pela oxidação de moléculas de alimento: * as macromoléculas da dieta são quebradas até suas unidades

Leia mais

VITAMINAS. IMPORTÂNCIA: algumas atuam como coenzimas de muitas enzimas. Outras delas são precursores de hormônios.

VITAMINAS. IMPORTÂNCIA: algumas atuam como coenzimas de muitas enzimas. Outras delas são precursores de hormônios. VITAMINAS VITAMINAS DEFNIÇÃO: são compostos orgânicos de natureza e composição variada, necessárias em pequenas quantidades, porém, essenciais para o metabolismo dos organismos vivos. IMPORTÂNCIA: algumas

Leia mais

VITAMINAS DEFNIÇÃO: IMPORTÂNCIA:

VITAMINAS DEFNIÇÃO: IMPORTÂNCIA: VITAMINAS VITAMINAS DEFNIÇÃO: são compostos orgânicos de natureza e composição variada, necessárias em pequenas quantidades, porém, essenciais para o metabolismo dos organismos vivos. IMPORTÂNCIA: coenzimas

Leia mais

Fonte: Disponível em: http://veja.abril.com.br. Acesso em: 25 set. 2014.

Fonte: Disponível em: http://veja.abril.com.br. Acesso em: 25 set. 2014. 1. (Ufsm 2015) O consumo exagerado de sódio está associado a uma serie de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), como as cardiovasculares. Essas moléculas são responsáveis por 72% das mortes no Brasil,

Leia mais

COLESTEROL DEFINIÇÃO

COLESTEROL DEFINIÇÃO COLESTEROL DEFINIÇÃO Colesterol é um esterol (álcool) que pode ser encontrado nas membranas celulares sendo transportado no plasma ligado à proteínas, pois é insolúvel em água e, conseqüentemente, insolúvel

Leia mais

METABOLISMO. Nesta 3 a parte da disciplina nosso principal objetivo é compreender os mecanismos pelos quais as células regulam o seu metabolismo

METABOLISMO. Nesta 3 a parte da disciplina nosso principal objetivo é compreender os mecanismos pelos quais as células regulam o seu metabolismo METABOLISMO Nesta 3 a parte da disciplina nosso principal objetivo é compreender os mecanismos pelos quais as células regulam o seu metabolismo Mas o que é metabolismo? Metabolismo é o nome que damos ao

Leia mais

A RODA DOS ALIMENTOS E OS NOVOS VALORES NUTRICIONAIS Mafra, 14 de Março de 2008. Ana Leonor DataPerdigão Nutricionista

A RODA DOS ALIMENTOS E OS NOVOS VALORES NUTRICIONAIS Mafra, 14 de Março de 2008. Ana Leonor DataPerdigão Nutricionista A RODA DOS ALIMENTOS E OS NOVOS VALORES NUTRICIONAIS Mafra, 14 de Março de 2008 Ana Leonor DataPerdigão Nutricionista A ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL É Completa Fornece energia e todos os nutrientes essenciais

Leia mais

Álcool e energéticos. Uma mistura perigosa. José Guerchon Camila Welikson Arnaldo Welikson Barbara Macedo Durão

Álcool e energéticos. Uma mistura perigosa. José Guerchon Camila Welikson Arnaldo Welikson Barbara Macedo Durão Álcool e energéticos. Uma mistura perigosa. José Guerchon Camila Welikson Arnaldo Welikson Barbara Macedo Durão Este documento tem nível de compartilhamento de acordo com a licença 3.0 do Creative Commons.

Leia mais

A LINGUAGEM DAS CÉLULAS DO SANGUE LEUCÓCITOS

A LINGUAGEM DAS CÉLULAS DO SANGUE LEUCÓCITOS A LINGUAGEM DAS CÉLULAS DO SANGUE LEUCÓCITOS Prof.Dr. Paulo Cesar Naoum Diretor da Academia de Ciência e Tecnologia de São José do Rio Preto, SP Sob este título o leitor poderá ter duas interpretações

Leia mais

AVALIAÇÃO DA QUANTIDADE DE MICRONUTRIENTES CONTIDOS EM RECEITA DE PANQUECA INTEGRAL DE PROTEÍNA TEXTURIZADA DE SOJA

AVALIAÇÃO DA QUANTIDADE DE MICRONUTRIENTES CONTIDOS EM RECEITA DE PANQUECA INTEGRAL DE PROTEÍNA TEXTURIZADA DE SOJA 93 AVALIAÇÃO DA QUANTIDADE DE MICRONUTRIENTES CONTIDOS EM RECEITA DE PANQUECA INTEGRAL DE PROTEÍNA TEXTURIZADA DE SOJA Gabriela de Souza Oliveira¹,Vânia Mayumi Nakajima² Resumo: Considerando a importância

Leia mais

Wolney Conde Lisboa Teresa Gontijo de Castro

Wolney Conde Lisboa Teresa Gontijo de Castro UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE SAÚDE PÚBLICAP DEPARTAMENTO DE NUTRIÇÃO HNT- 130 Nutrição Normal Lipídeos Definições, classificações, funções, metabolismo, fontes alimentares e recomendações Wolney

Leia mais

INTERPRETAÇÃO DE EXAMES LABORATORIAIS

INTERPRETAÇÃO DE EXAMES LABORATORIAIS INTERPRETAÇÃO DE EXAMES LABORATORIAIS CINÉTICA DO FERRO Danni Wanderson Introdução A importância do ferro em nosso organismo está ligado desde as funções imune, até as inúmeras funções fisiológicas, como

Leia mais

B12 e Ac. Fólico. Carla Almeida. Novembro 2009

B12 e Ac. Fólico. Carla Almeida. Novembro 2009 B12 e Ac. Fólico Carla Almeida Novembro 2009 Vitamina B12 (Cobalamina) / Ácido Fólico Vitamina B12 (Cobalamina) - Composto organometálico complexo. - ESTRUTURA ANEL CORINA + Ião Co ( Cobalto ) tem 6 posições

Leia mais

Glândulas endócrinas:

Glândulas endócrinas: SISTEMA ENDOCRINO Glândulas endócrinas: Funções: Secreções de substâncias (hormônios) que atuam sobre célula alvo Regulação do organismo (homeostase) Hormônios: Substâncias químicas que são produzidas

Leia mais

Biologia - 3ª Série Histologia Data: 13 de junho de 2007

Biologia - 3ª Série Histologia Data: 13 de junho de 2007 HISTOLOGIA Conceito: Ciência que estuda os tecidos. Tecido: Conjunto de células semelhantes que juntas anatomicamante, desempenham a mesma função. TECIDO EPITELIAL Características: células muito coesas

Leia mais

ALUNO(a): Observe o esquema a seguir, no qual I e II representam diferentes estruturas citoplasmáticas.

ALUNO(a): Observe o esquema a seguir, no qual I e II representam diferentes estruturas citoplasmáticas. GOIÂNIA, / / 2015 PROFESSOR: DISCIPLINA: SÉRIE: 3º ano ALUNO(a): Lista de Exercícios NOTA: No Anhanguera você é + Enem Questão 01) Observe o esquema a seguir, no qual I e II representam diferentes estruturas

Leia mais

Exercícios complementares. Biologia I. Capítulo I. Geovane souza

Exercícios complementares. Biologia I. Capítulo I. Geovane souza Exercícios complementares Biologia I Capítulo I Geovane souza QUESTÃO 1 Os adubos inorgânicos industrializados, conhecidos pela sigla NPK, contêm sais de três elementos químicos: nitrogênio, fósforo e

Leia mais

Membranas Biológicas e Transporte

Membranas Biológicas e Transporte Universidade Federal do Ceará Centro de Ciências Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular Disciplina de Introdução a Bioquímica Membranas Biológicas e Transporte 1. Introdução 2. Os Constituintes

Leia mais

Tipo de itens. O sangue é o principal fluído que circula no organismo humano.

Tipo de itens. O sangue é o principal fluído que circula no organismo humano. Tipo de itens O sangue é o principal fluído que circula no organismo humano. 1. Quais são as suas principais funções? Transporte de nutrientes, defesa, regulação térmica e controlo 2. Quais os seus constituintes?

Leia mais

COLÉGIO JARDINS. Aluno: Data: / / SÉRIE: 1º A( ) B( ) Profº Marcos Andrade

COLÉGIO JARDINS. Aluno: Data: / / SÉRIE: 1º A( ) B( ) Profº Marcos Andrade COLÉGIO JARDINS Aluno: Data: / / SÉRIE: 1º A( ) B( ) Profº Marcos Andrade TECIDO CONJUNTIVO I São aqueles que atuam nas funções de preenchimento de espaços entre órgãos, sustentação, defesa e nutrição.

Leia mais

Plaquetas e hemostasia. Cláudia Minazaki

Plaquetas e hemostasia. Cláudia Minazaki Plaquetas e hemostasia Cláudia Minazaki Plaquetas Corpúsculos anucleados em forma de disco Derivados dos MEGACARIÓCITOS (fragmentos citoplasmáticos) Plaquetas Funções: Manutenção da integridade vascular

Leia mais

adota a seguinte Resolução de Diretoria Colegiada e eu, Diretor-Presidente, determino a sua publicação:

adota a seguinte Resolução de Diretoria Colegiada e eu, Diretor-Presidente, determino a sua publicação: RESOLUÇÃO RDC N.º 269, DE 22 DE SETEMBRO DE 2005 DOU 23/09/05 Aprova o "REGULAMENTO TÉCNICO SOBRE A INGESTÃO DIÁRIA RECOMENDADA (IDR) DE PROTEÍNA, VITAMINAS E MINERAIS" A Diretoria Colegiada da Agência

Leia mais

Rejeição de Transplantes Doenças Auto-Imunes

Rejeição de Transplantes Doenças Auto-Imunes Rejeição de Transplantes Doenças Auto-Imunes Mecanismos da rejeição de transplantes Envolve várias reações de hipersensibilidade, tanto humoral quanto celular Habilidade cirúrgica dominada para vários

Leia mais

PROPRIEDADES E VISÃO GERAL DAS RESPOSTAS IMUNES. FARMÁCIA PROFa SIMONE PETRI AULA - 1

PROPRIEDADES E VISÃO GERAL DAS RESPOSTAS IMUNES. FARMÁCIA PROFa SIMONE PETRI AULA - 1 PROPRIEDADES E VISÃO GERAL DAS RESPOSTAS IMUNES FARMÁCIA PROFa SIMONE PETRI AULA - 1 INTRODUÇÃO A função fisiológica do sistema imune é a defesa contra micro-organismos infecciosos. Entretanto, mesmo

Leia mais

N1101 ATENÇÃO, ALUNO! Agora, você vai responder a questões de Biologia.

N1101 ATENÇÃO, ALUNO! Agora, você vai responder a questões de Biologia. N1101 ATENÇÃO, ALUNO! Agora, você vai responder a questões de Biologia. Questão 01 B110006RJ Os seres vivos obtêm energia a partir da matéria orgânica que se encontra no organismo, comumente, na forma

Leia mais

A Deficiência de Vitamina A

A Deficiência de Vitamina A Oficina de trabalho: Carências Nutricionais: Desafios para a Saúde Pública A Deficiência de Vitamina A O QUE É VITAMINA A A vitamina A é um micronutriente que pode ser encontrado no leite materno, alimentos

Leia mais

Tecido sanguíneo. Prof. Msc. Roberpaulo Anacleto

Tecido sanguíneo. Prof. Msc. Roberpaulo Anacleto Tecido sanguíneo Prof. Msc. Roberpaulo Anacleto Transporte Regulação Proteção Funções do Sangue Sangue É um tecido conjuntivo especializado pois apresenta sua matriz extracelular totalmente fluida. O sangue

Leia mais

Trato Digestivo do Suíno

Trato Digestivo do Suíno Trato Digestivo do Suíno Monogástrico onívoro com limitada fermentação pós-gástrica Estômago simples, incapaz de utilizar dietas ricas em forragem Incapaz de digerir algumas substâncias presentes em grãos,

Leia mais

SISTEMA ENDÓCRINO. Jatin Das TIREÓIDE

SISTEMA ENDÓCRINO. Jatin Das TIREÓIDE SISTEMA ENDÓCRINO Jatin Das Os hormônios tireoidianos são fundamentais para o desenvolvimento de vários órgãos no período embrionário, rio, mas também m são responsáveis pelo crescimento, a diferenciação

Leia mais