Legalização da empresa. Edição de bolso

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Legalização da empresa. Edição de bolso"

Transcrição

1 13 Legalização da empresa Edição de bolso

2 A série SAIBA MAIS esclarece as dúvidas mais frequentes dos empresários atendidos pelo SEBRAE-SP nas seguintes áreas: Organização Empresarial Finanças Marketing Produção Informática Jurídica Comércio Exterior SEBRAE SP Conselho Deliberativo Presidente Alencar Burti (ACSP) ACSP Associação Comercial de São Paulo ANPEI Associação Nacional de Pesquisa, Desenvolvimento e Engenharia das Empresas Inovadoras Nossa Caixa Agência de Fomento do Estado de São Paulo FAESP Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo FIESP Federação das Indústrias do Estado de São Paulo FECOMERCIO Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo ParqTec Fundação Parque Tecnológico de São Carlos IPT Instituto de Pesquisas Tecnológicas Secretaria do Estado de Desenvolvimento SEBRAE Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas SINDIBANCOS Sindicato dos Bancos do Estado de São Paulo CEF Superintendência Estadual da Caixa Econômica Federal BB Diretoria de Distribuição São Paulo DISAP Diretor-Superintendente Bruno Caetano Diretor Administrativo Financeiro Pedro Jehá Diretor Técnico Ivan Hussni Autor Antonio Carlos de Matos Modelos da capa Gica Mesiara Marcos Vinícius da Cruz Atualização maio de 2012 Agenor Viana de Santana Projeto gráfico e apoio técnico Marcelo Costa Barros Patrícia de Mattos Marcelino Diagramação, ilustração e revisão Marin & Kromberg Design Impressão Equipe de Coordenação Lilian Fusco Rodrigues Eduardo Santilli Calvo Sandra Regina Bruno Fiorentini

3 LEGALIZAÇÃO DA EMPRESA I. INTRODUÇÃO Com a entrada em vigor do Novo Código Civil brasileiro em 11 de janeiro de 2003, deixa de existir a clássica divisão existente entre atividades mercantis (indústria ou comércio) e atividades civis (as chamadas prestadoras de serviços). Para melhor compreensão do assunto, faz-se necessário uma rápida abordagem do sistema que vigeu por mais de um século entre nós. Como se dividiam as empresas? O nosso Código Comercial de 1850 e o Código Civil de 1916, que regulavam o direito das empresas mercantis e civis no Brasil até 11 de janeiro de 2003, adotaram, como critério de divisão das empresas, as atividades exercidas por elas, isto é, dispunham que a sociedade constituída com o objetivo social de prestação de serviços (sociedade civil) tinha o seu contrato social registrado no Cartório de Registro Civil das Pessoas Jurídicas (exceto as Sociedades Anônimas e casos específicos previstos em lei), enquanto uma sociedade mercantil, constituída com o objetivo de exercer atividades de indústria e/ou comércio, tinha o seu contrato social registrado nas Juntas Comerciais dos Estados (inclusive todas as Sociedades Anônimas e raras exceções previstas em lei, na área de serviços). 3

4 4 Tratamento semelhante era conferido às firmas individuais e aos autônomos. O empreendedor que desejava atuar por conta própria, ou seja, sem a participação de um ou mais sócios em qualquer ramo de atividade mercantil (indústria e/ou comércio, ainda que também prestasse algum tipo serviço), deveria constituir uma Firma Individual na Junta Comercial, ou, caso quisesse atuar, exclusivamente, na prestação de serviços em caráter pessoal e com independência, deveria registrar-se como autônomo na prefeitura local. Como ficou com o novo Código Civil? Ocorre, porém, que essas divisões não fazem parte mais de nossa realidade. O nosso sistema jurídico passou a adotar uma nova divisão que não se apoia mais na atividade desenvolvida pela empresa, isto é, comércio ou serviços, mas no aspecto econômico de sua atividade, ou seja, fundamenta-se na teoria da empresa. Dependendo da existência ou não do aspecto econômico da atividade, se uma pessoa desejar atuar individualmente (sem a participação de um ou mais sócios) em algum segmento profissional, enquadrar-se-á como EMPRESÁRIO ou AUTÔNOMO, conforme a situação, ou, caso prefira se reunir com uma ou mais pessoas para, juntos, explorarem alguma atividade, deverão constituir uma sociedade que poderá ser SOCIEDADE EMPRESÁRIA ou SOCIEDADE

5 SIMPLES, conforme veremos as diferenças entre uma e outra, mais adiante. Portanto, devemos nos acostumar a conviver com a nova divisão entre: EMPRESÁRIO ou AUTÔNOMO e SOCIEDADE EMPRESÁRIA ou SOCIEDADE SIMPLES. Capacidade Civil: Outra importante mudança promovida pelo novo Código Civil brasileiro é com relação à redução da idade mínima para que o empreendedor possa ter o seu próprio negócio. A capacidade civil para ser empresário passa de 21 anos para 18 anos, desde que a pessoa não seja legalmente impedida. A emancipação do menor também foi reduzida e poderá se dar entre 16 e 18 anos ao relativamente incapaz. Lembramos que podem exercer a atividade de empresário os que estiverem em pleno gozo da capacidade civil e não forem legalmente impedidos. II. EMPRESÁRIO / AUTÔNOMO A) EMPRESÁRIO A Firma individual foi substituída pela figura do empresário. Portanto, todos os empreendedores que, antes de 2003, estavam registrados nas Juntas Comerciais como Firma Individual passaram a ser Empresários. Além desses, muitos dos que atuavam na condição de autônomo também passaram à condição de Empresário, pois foram recepcionados em seu conceito, conforme transcrito a seguir: 5

6 CONCEITO DE EMPRESÁRIO: Considera-se empresário quem exerce profissionalmente atividade econômica organizada para a produção ou circulação de bens ou de serviços. (art. 966) Traços que caracterizam o empresário: Para melhor compreensão do conceito acima, apresentamos abaixo a Exposição de Motivos do novo Código Civil que traz traços do empresário definidos em três condições: a) Exercício de atividade econômica e, por isso, destinada à criação de riqueza, pela produção de bens ou de serviços ou pela circulação de bens ou serviços produzidos; b) Atividade organizada, através da coordenação dos fatores da produção trabalho, natureza e capital em medida e proporções variáveis, conforme a natureza e objeto da empresa; c) Exercício praticado de modo habitual e sistemático, ou seja, PROFISSIONALMENTE, o que implica dizer em nome próprio e com ânimo de lucro. B) AUTÔNOMO O Código Civil não traz a definição de autônomo, entretanto, o art. 966 em seu parágrafo único, nos revela quem não é considerado empresário, o que nos permite afirmar que esses profissionais que atu- 6

7 am individualmente (sem sócios) são autônomos e assim devem ser registrados. Comecemos pelo caput do art. 966 citado no item anterior. Conforme vimos, conclui-se que não é empresário o trabalhador que não exerce atividade econômica organizada, como é o caso, por exemplo, da manicure, do eletricista, do pintor, do vendedor ambulante, que atuam sem estabelecimento minimamente organizado para exercerem suas atividades profissionais. Por força do parágrafo único do art. 966, também não são empresários os profissionais que atuam individualmente (sem sócios) no exercício de atividade intelectual. Vejamos o que diz este dispositivo: NÃO SE CONSIDERA EMPRESÁRIO: Aquele que exerce profissão intelectual, de natureza científica, literária ou artística, mesmo se contar com auxiliares ou colaboradores, salvo se o exercício da profissão constituir elemento de empresa. (parágrafo único do art. 966) O ELEMENTO DE EMPRESA refere-se à atividade desenvolvida pela empresa, isto é, faz parte do seu objeto social, e de como ela está organizada para atuar. Grosso modo podemos afirmar que se considera autônomo aquele que atua, por conta própria (sem sócios), como profissional liberal (advogado, dentista, médico, engenheiro, arquiteto, contabilista etc.), que, na verdade, vende serviços de na- 7

8 tureza intelectual, mesmo que contem com o auxílio de empregados. III. SOCIEDADE EMPRESÁRIA / SOCIEDADE SIMPLES A) SOCIEDADE Comecemos este tópico por apresentar o conceito de sociedade : Celebram contrato de sociedades as pessoas que reciprocamente se obrigam a contribuir com bens ou serviços, para o exercício de atividade econômica (um ou mais negócios determinados) e a partilha, entre si, dos resultados (Art. 981 e parágrafo único). Portanto, não é autônomo nem empresário (já que estes atuam individualmente), mas sim uma autêntica sociedade, quando mais de uma pessoa, com os mesmos propósitos e objetivos econômicos, se reúnem para a realização de negócios em conjunto e partilharem os resultados entre si. B) SOCIEDADE EMPRESÁRIA A Sociedade Empresária tem por objeto o exercício de atividade própria de empresário sujeito a registro, inclusive a sociedade por ações, independentemente 8

9 de seu objeto, devendo inscrever-se na Junta Comercial do respectivo estado. (art. 982 e único) Isto é, sociedade empresária é aquela que exerce profissionalmente atividade econômica organizada para a produção ou circulação de bens ou de serviços, constituindo elemento de empresa. Desta forma, podemos dizer que sociedade empresária é a reunião de dois ou mais empresários, para a exploração, em conjunto, de atividade(s) econômica(s). C) SOCIEDADE SIMPLES Sociedades Simples são sociedades formadas por pessoas que exercem profissão intelectual (gênero), de natureza científica, literária ou artística (espécies), mesmo se contar com auxiliares ou colaboradores, salvo se o exercício da profissão constituir elemento de empresa. Dessa forma, Sociedade Simples é a reunião de duas ou mais pessoas (que, caso atuassem individualmente seriam consideradas autônomas), que reciprocamente se obrigam a contribuir com bens ou serviços para o exercício de atividade econômica e a partilha, entre si, dos resultados, não tendo por objeto o exercício de atividade própria de empresário. Há outra corrente doutrinária que sustenta que outras atividades, ainda que não relacionadas às profissões de cunho intelectual, também se enquadrariam na condição de Sociedades Simples, bastando, 9

10 10 para tanto, não se encaixarem nos exatos termos do conceito de empresário, segundo uma interpretação restritiva das Exposições de Motivos que acompanharam o novo Código Civil. Tal divergência interpretativa do texto é natural neste momento, vez que estamos diante de uma lei muito recente. Assim sendo, a título de prudência, devemos aguardar e ficar atentos aos novos entendimentos que surgirão sobre o assunto, sobretudo quanto aos procedimentos e recomendações a serem emitidas pelos órgãos de registro de empresas: Departamento Nacional de Registro do Comércio DNRC e dos Cartórios de Registro das Pessoas Jurídicas. IV. CONSTITUIÇÃO DE EMPRESAS E OUTRAS FORMAS DE ATUAÇÃO: Em linhas gerais, o processo de abertura de empresas é muito parecido, independentemente da atividade econômica a ser prestada. ANTES DE INICIAR UMA ATIVIDADE, O EMPREEN- DEDOR DEVERÁ OBSERVAR OS SEGUINTES PASSOS: 1. Passo: Precauções: 1. Escolher um local adequado para exploração do negócio, tais como: localização, movimento de

11 pessoas, força elétrica, telefonia, risco de enchentes, estacionamento, acesso, transporte público, conservação do imóvel, as adaptações necessárias do imóvel para o exercício da atividade etc. 2. Verificar na prefeitura, ou na regional da prefeitura: a) Se o imóvel está regularizado e se possui HABITE-SE; b) Se as atividades a serem desenvolvidas no local, respeitam a Lei de Zoneamento do Município; c) Os pagamentos do IPTU referente ao imóvel; d) No caso de ser instaladas placas de identificação do estabelecimento será necessário verificar o que determina a legislação local sobre o licenciamento das mesmas. 3. Verificar junto aos órgãos do Meio Ambiente e de Controle de Atividades Poluentes (estadual e municipal), a possibilidade de estabelecer-se na localidade. 4. Verificar junto à Vigilância Sanitária estadual e municipal se o estabelecimento e a atividade pretendida relacionado à saúde (bar, restaurantes, farmácias etc.) atende às exigências para funcionamento. 5. Verificar as exigências do Corpo de Bombeiros. 6. Tratando-se de imóvel alugado, negocie preço do 11

12 aluguel, data de pagamento, prazo de locação e demais cláusulas com o locador, na forma e condições compatíveis com o empreendimento. 7. O contrato de locação deverá ser registrado no Registro de Títulos e Documentos. 2. Passo: Escolha do tipo de sociedade: As espécies de sociedades previstas na legislação brasileira são: 1 Sociedade em Nome Coletivo 2 Sociedade em Comandita Simples 3 Sociedade em Comandita Por Ações 4 Sociedade Anônima 5 Sociedade Limitada A Sociedade Simples possui regras próprias que a regulamenta; entretanto, o novo Código Civil prevê que ela poderá optar por um dos tipos acima mencionados, com exceção da Sociedade Anônima e Sociedade em Comandita por Ações, que, como vimos, serão sempre Sociedade Empresária. A Sociedade Empresária, por sua vez, não possui regras próprias, devendo, necessariamente, adotar um dos tipos mencionados. 12

13 Por fim, vale lembrar que as sociedades dos tipos Anônima e Limitada são as mais comuns no Brasil em virtude de a responsabilidade dos sócios ser limitada em relação à sociedade e a terceiros. Os demais tipos societários possuem sócios que respondem ilimitadamente pelas obrigações sociais. Para se ter uma ideia, segundo dados divulgados no site do DNRC, aproximadamente 99% das sociedades registradas entre 1985 e 2005 foram Sociedades por Cotas de Responsabilidade Limitada. 3. Passo: Nome da Empresa: O passo seguinte é a escolha do nome da empresa. Dependendo do tipo de sociedade escolhido, o nome a ser adotado poderá ser em forma de denominação social ou firma. Equipara-se ao nome empresarial a denominação das sociedades simples, associações e fundações. A inscrição do nome da empresa (firma ou denominação social) no respectivo órgão de registro assegura o seu uso exclusivo nos limites do respectivo estado. Entretanto, caso o empreendedor pretenda estender a exclusividade para todo o território nacional, deverá registrar o nome da empresa no Instituto Nacional de Propriedade Industrial INPI. O nome de sócio que vier a falecer, for excluído ou se retirar, não pode ser conservado na firma social. 13

14 14 SOCIEDADE LIMITADA A sociedade limitada pode adotar firma ou denominação, integradas pela palavra final limitada ou a sua abreviatura. A firma será composta com o nome de um ou mais sócios, desde que pessoas físicas, de modo indicativo da relação social. Exemplo: José Carlos da Silva e Manoel Rodrigues Mercearia Ltda. A denominação é formada por palavras de uso comum ou vulgar na língua nacional ou estrangeira e ou por expressões de fantasia, com a indicação do objeto da sociedade. A omissão da palavra limitada determina a responsabilidade solidária e ilimitada dos administradores que assim empregarem a firma ou a denominação da sociedade. Exemplo: Bar e Restaurante Estrada Amarela Ltda. SOCIEDADE ANÔNIMA A sociedade anônima opera sob denominação designativa do objeto social, integrada pelas expressões sociedade anônima ou companhia, por extenso ou abreviadamente.

15 Pode constar da denominação o nome do fundador, acionista, ou pessoa que haja concorrido para o bom êxito da formação da empresa. EMPRESÁRIO O empresário opera sob firma constituída por seu nome, completo ou abreviado, aditando-lhe, se quiser, designação mais precisa da sua pessoa ou do gênero de atividade. Exemplo: José Carlos da Silva Filho Mercearia. SOCIEDADE EM QUE HOUVER SÓCIOS DE RES- PONSABILIDADE ILIMITADA A sociedade em que houver sócios de responsabilidade ilimitada operará sob firma, na qual somente os nomes daqueles poderão figurar, bastando para formá-la aditar ao nome de um deles a expressão e companhia ou sua abreviatura. Ficam solidária e ilimitadamente responsáveis pelas obrigações contraídas sob a firma social aqueles que, por seus nomes, figurarem na firma da sociedade. 4. Passo: Documentos comumente exigidos: Fotocópia do IPTU do imóvel; Contrato de locação registrado no Registro de Títulos e Documentos (se o imóvel for alugado); Fotocópia autenticada do RG dos sócios; 15

16 16 Fotocópia autenticada do CPF/MF dos sócios; Fotocópia autenticada do comprovante de endereço dos sócios; Comprovante das últimas Declarações do IRPF dos sócios; Se a atividade envolver prestação de serviços cuja profissão seja regulamentada, verificar as exigências e formalidades do Conselho Regional quanto à elaboração do Contrato Social, formação societária e responsabilidades técnicas. 5. Passo: Contrato Social: Qualquer que seja a espécie de empresa, a sociedade se constituirá por meio de contrato ou estatuto, que pode ser elaborado por instrumento particular ou público. Cláusulas necessárias de um contrato social: a) Tipo societário. b) Qualificação completa dos sócios. c) Endereço completo da empresa. d) Nome empresarial (firma ou denominação social). e) Objeto social (indicação da atividade da empresa). f) Capital social (é a quantia necessária, represen-

17 tada por bens ou dinheiro, necessária para que a empresa possa iniciar suas atividades). g) Valor da quota de cada sócio no capital social. h) Responsabilidade limitada dos sócios. i) Forma de convocação das reuniões ou assembleias. j) Nomeação do administrador e seus poderes (no próprio contrato social ou em documento separado). k) A participação de cada sócio nos lucros e nas perdas. l) Exclusão ou falecimento de sócio. m) Regulamentar a cessão de cotas sociais. n) Foro de eleição (indicação do juízo em que deverá ser resolvida qualquer controvérsia referente ao contrato social). o) Prazo de duração da empresa. 6. Passo: Regularização do Empreendimento 1. Sociedade Empresária Registro da Empresa A) Registro na Junta Comercial: O registro da Sociedade Empresária é feito na Junta Comercial e deve seguir os seguintes passos: 17

18 Depois de escolher o nome da empresa, realizar a busca do nome e providenciar a documentação mencionada, você deverá confeccionar o contrato social, com todas as folhas rubricadas e a última assinada pelos sócios, testemunhas e advogado (micro ou pequena empresa está dispensada da assinatura de advogado). Em seguida, o contrato social deverá ser entregue na Junta Comercial, juntamente com os demais documentos exigidos pelo órgão. No Estado de São Paulo, a Junta Comercial JUCESP traz em seu site todas as informações e documentos necessários para se constituir uma empresa. Para tanto, basta acessar o seguinte endereço: www. jucesp.sp.gov.br. Caso não seja possível acessar o site, dirija-se ao posto da Junta Comercial mais próximo. B) Receita Federal (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica CNPJ): Todas as pessoas jurídicas, inclusive as equiparadas (empresário individual e pessoa física equiparada à pessoa jurídica), estão obrigadas a se inscrever na Receita Federal a fim de obter o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica CNPJ. Todas as informações 18

19 sobre os procedimentos e documentação necessárias ao cadastro podem ser obtidas no site da Receita Federal: por meio do Cadastro Sincronizado Nacional. O Cadastro Sincronizado Nacional consiste na integração dos procedimentos de cadastramento tributário entre a Receita Federal do Brasil (RFB) e a Secretaria de Fazenda do Estado de São Paulo (SEFAZ-SP). O Projeto Cadastro Sincronizado Nacional tem como objetivo a simplificação da burocracia nos procedimentos de abertura, alteração e baixa de empresas e, como consequência, a redução do Custo Brasil. A base do Projeto é a utilização do número de inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) como única inscrição cadastral em todas as esferas de governo federal, estadual e municipal. C) Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo: O registro na Secretaria da Fazenda (SEFAZ/SP) destina-se aos contribuintes do ICMS, de modo que possam obter a Inscrição Estadual IE. Conforme dispõe o Regulamento do ICMS do Estado de São Paulo, contribuinte do imposto é qualquer pessoa, natural ou jurídica, que de modo habitual ou em volume que caracterize intuito comercial, realize operações relativas à circulação de mercadorias ou preste serviços de transporte interestadual ou intermunicipal ou de comunicação (art. 9. do RICMS). Além desses, o regulamento também estabelece outras condições especiais. 19

20 20 Como vimos no item anterior, a SEFAZ-SP e a Receita Federal do Brasil (RFB) firmaram acordo para atuação integrada na administração de seus respectivos cadastros. Nos casos de inscrição, alteração e baixa no CNPJ e na IE, os contribuintes e contabilistas deverão utilizar o Programa Gerador de Documentos (PGD), disponível no site da RFB e da SEFAZ-SP. Pelo Posto Fiscal Eletrônico (PFE) da Sec r e t a r i a d a F a z e n d a d o E s t a d o d e S ã o P a u l o (www.pfe.fazenda.sp.gov.br) o interessado poderá dispor deste e outros serviços, tais como: alteração de dados Cadastrais, Autorização para a Impressão de Documento Fiscal (AIDF), contacorrente com o Fisco, cálculo de débito, emissão de guias, transmissão da GIA pela Internet, pedido de parcelamento, emissão de GARE, pedido de restituição de custas e taxas, Domicílio Eletrônico do Contribuinte (DEC) etc. Importante: Cadastro Sincronizado de Contribuintes da Receita Federal e da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (CNPJ e I.E.) A partir de 20/03/2006, foi implementada a sincronização do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) e do Cadastro de Contribuintes do ICMS (I.E.), prevista no convênio celebrado entre a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo e a Receita Federal. A implantação desse novo sistema significa uma entrada única de dados cadastrais e a simplificação dos procedimentos para os contri-

21 buintes no âmbito das duas administrações tributárias. Portanto, a partir dessa data, nos casos de inscrição, alteração e baixa no CNPJ e na I.E., os contribuintes e contabilistas deverão utilizar o Programa Gerador de Documentos (PGD), disponível no site da Receita Federal, e os contribuintes do ICMS do Estado de São Paulo ficam dispensados do preenchimento da DECA Eletrônica. FON- TE: SECRETARIA DA FAZENDA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Outras informações podem ser obtidas no seguinte endereço: D) Inscrição na Prefeitura Municipal de São Paulo Estão sujeitas à inscrição no Cadastro de Contribuintes Mobiliários (CCM) do município de São Paulo, as pessoas físicas e jurídicas estabelecidas no município que desenvolvam algum tipo de atividade. Se você pretende atuar no município de São Paulo, visite o site da Secretaria de Finanças de São Paulo e obtenha mais informações: A inscrição é gratuita, dispensa intermediários e deve ser procedida no prazo de 30 (trinta) dias contados do início da atividade. Se não for possível acessar o site, dirija-se ao Departamento de Rendas Mobiliárias da Secretaria das 21

22 22 Finanças do Município de São Paulo (Rua Brigadeiro Tobias, 691 São Paulo). E) Inscrição em outro município: Se sua empresa for constituída em outro município, consulte a prefeitura local para obter informações sobre a inscrição da mesma. Atenção: Não deixe de observar também toda a legislação municipal, especialmente Lei de Zoneamento, Licença de Funcionamento, Vigilância Sanitária EMPRESÁRIO: O interessado em se registrar como empresário individual (equiparado à pessoa jurídica) deverá seguir os mesmos passos relacionados no processo de constituição de uma sociedade empresária. A Junta Comercial do Estado de São Paulo JUCESP disponibilizou em seu site (www.jucesp.sp.gov.br) o Sistema Cadastro Web, através do qual o usuário consegue gerar todos os formulários necessários para constituir, alterar ou encerrar uma empresa. O interessado deverá imprimir e protocolar na Jucesp os formulários juntamente com os documentos exigidos na legislação vigente. Atenção: Tratando-se de Empreendedor Individual (EI), a inscrição se faz exclusivamente por meio do site:

23 3. SOCIEDADE SIMPLES REGISTRO DA SOCIEDADE Procedimentos gerais para registro de empresa: A sociedade civil adquire a personalidade jurídica com o registro de seus atos constitutivos no Cartório de Registro de Títulos e Documentos das Pessoas Jurídicas. a) Documentos a serem apresentados no Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas: O pedido de arquivamento de contrato constitutivo será instruído com os seguintes documentos: Quatro vias do contrato social, com todas as folhas autenticadas pelos sócios, devendo a última ser assinada por todos os sócios e por duas testemunhas, com todas as firmas reconhecidas; Cópia do R.G. e CIC dos sócios; Pagar taxa de Constituição da sociedade (conforme capital social). b) Documentos a serem apresentados na Receita Federal: Segue os mesmos procedimentos adotados para as sociedades empresárias. c) Documentos a serem apresentados na prefeitura de São Paulo: A inscrição no Cadastro de Contribuintes Mobiliários (CCM) deve ser feita pela internet. Após preenchimento e envio do requerimento, o Protocolo de 23

24 24 Inscrição deverá ser impresso, assinado pelo contribuinte, representante legal ou procurador e apresentado, no prazo de 30 (trinta) dias da data nele impressa, na subprefeitura mais próxima (pessoas físicas) ou na Praça de Atendimento da Secretaria de Finanças, localizada no Vale do Anhangabaú, 206, ao lado da Galeria Prestes Maia, de segunda a sexta- -feira, das 8h às 18h (pessoas jurídicas), juntamente com os documentos nele relacionados, para que a inscrição seja efetivada. Caso haja duplicidade de CNPJ/CPF (solicitação de nova inscrição quando já houver outra para o mesmo CNPJ/CPF) ou a inscrição de Pessoa Jurídica estiver relacionada ao início de atividade anterior a 1. de março de 2004, a efetivação da inscrição dependerá de análise da Subdivisão de Cadastramento, que poderá deferi-la, indeferi-la ou solicitar outros documentos ou esclarecimentos ao contribuinte. A inscrição de Pessoa Física relacionada ao início de atividade anterior a 1. de março de 2004 deverá ser pleiteada por Processo Administrativo na Praça de Atendimento da Secretaria de Finanças. 4. AUTÔNOMO: Procedimentos para registro no município de São Paulo: O profissional autônomo necessita apenas do registro na prefeitura municipal e na Previdência So-

25 cial. Nesta condição não terá cartão de CNPJ, entretanto, poderá solicitar a confecção de Notas Fiscais que comprovem a prestação de serviços e que servirão como base para a apuração dos tributos devidos, entre os quais destacamos: O Imposto Sobre Serviços (ISS) 5% Regra Geral no Município de São Paulo; O Imposto de Renda Retido na Fonte, que tem como base a Tabela Progressiva do Imposto de Renda, divulgada pela Receita Federal do Brasil. a) Documentos necessários para inscrição no CCM São Paulo. Ficha de Dados Cadastrais FDC; Cópia do IPTU do imóvel com o endereço do interessado; Cópia do CPF e RG. b) Incidência de tributos com incidência anual (verificar legislação Municipal). Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza ISS de acordo com a atividade exercida; 25

26 26 Taxa de Fiscalização de Estabelecimento TFE; Taxa de Fiscalização de Anúncios TFA (caso exista anúncio ou placas). c) Previdência Recolhimento mensal INSS Por meio de GPS, recolhimento obrigatório, conforme a tabela divulgada pelo INSS. A inscrição pode ser feita pela internet ou para maiores informações através do telefone 135 da Central de Atendimento da Previdência Social. Os profissionais autônomos em geral deverão cadastrar-se no INSS, caso não possuam o número do PIS ou PASEP. As empresas que contratam serviços de autônomos deverão reter e recolher à Previdência Social o valor correspondente a 11%, a ser aplicado sobre o valor da Nota Fiscal ou recibo emitido pelo autônomo. 7. Passo: Licença de Funcionamento Município de São Paulo Conforme disposições legais vigentes, nenhum imóvel poderá ser ocupado ou utilizado para instalação e funcionamento, independentemente da atividade a ser exercida, sem prévia licença de funcionamento, expedida pela prefeitura. O Sistema de Licenciamento Eletrônico de Atividades (SLEA) é um sistema da internet criado pela

27 prefeitura com o objetivo de reduzir o tempo para emissão da licença de funcionamento, possibilitando a análise imediata dos pedidos feitos para imóveis onde se pretenda instalar uma atividade comercial ou de serviços. Atualmente, todos os pedidos que visam a obtenção do auto de Licença de Funcionamento devem começar pelo sistema eletrônico e terão continuidade pelo processo físico, nas subprefeituras, somente nos casos em que houver impossibilidade de obter a licença. Para acessar o sistema a primeira providência a ser tomada é obter a senha web no site da prefeitura. (www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/financas/servicos/senhaweb/). Essa senha é individual, intransferível e configura a assinatura eletrônica de quem a cadastrou. Ao concluir o cadastramento será emitido o formulário Solicitação de Desbloqueio da Senha da Web, com validade de 60 dias contados da data da transmissão de requerimento. Esse formulário deve ser impresso, assinado e entregue no local indicado. Pessoas físicas devem entregar obrigatoriamente nas Praças de Atendimento das subprefeituras, de segunda a sexta- -feira, das 8h às 18h. E pessoas jurídicas, na Praça de Atendimento da Secretaria Municipal de Finanças, localizado no Vale do Anhangabaú, 206/226 de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. 27

28 28 Além do formulário, deverão ser apresentados os seguintes documentos: uma cópia simples do CNPJ da pessoa jurídica. Uma cópia do instrumento de constituição e, se for o caso, suas alterações posteriores ou o instrumento de constituição consolidado, regularmente registrado no órgão competente, acompanhado do original para conferência pelo servidor responsável, não sendo preciso a apresentação da original caso seja fornecida cópia autenticada. Para os casos em que o signatário da Solicitação de Desbloqueio da Senha WEB for procurador da pessoa jurídica, é obrigatório anexar a procuração do interessado, autorizando o procurador a representá-lo nesse ato, e documento original do outorgante, com fotografia, para possibilitar a conferência da assinatura pelo servidor responsável. Observar que o outorgante de procuração também deverá obrigatoriamente ter poderes legais para emitir a autorização. Feito isso, a pessoa física ou jurídica poderá licenciar sua atividade através do site da prefeitura. 8. Passo: Outras Providências Cumpridos os passos anteriores, o empresário deverá observar outras exigências previstas na legislação, necessárias à perfeita regularização da empresa: Registro no INSS (até trinta dias após o registro no CNPJ);

1) Para vender pela internet (ter uma loja virtual) preciso ter um CNPJ obrigatoriamente? 2) Quais os impostos que incidem sobre uma loja virtual?

1) Para vender pela internet (ter uma loja virtual) preciso ter um CNPJ obrigatoriamente? 2) Quais os impostos que incidem sobre uma loja virtual? Caro leitor, Todos os dias recebemos milhares de pessoas, em nosso programa de consultorias do ShoppingSeguro.com.br, muitas dúvidas sobre os aspectos contábeis da abertura de uma loja virtual para nossos

Leia mais

EI, VOCÊ AÍ! Passo a passo para as declarações de renda do MEI - Microempreendedor Individual 2015

EI, VOCÊ AÍ! Passo a passo para as declarações de renda do MEI - Microempreendedor Individual 2015 EI, VOCÊ AÍ! Regularize a situação da sua empresa com as dicas do Sebrae-SP e aproveite todos os benefícios da formalização. Passo a passo para as declarações de renda do MEI - Microempreendedor Individual

Leia mais

EI, VOCÊ AÍ! Passo a passo para as declarações de renda do MEI - Microempreendedor Individual 2014

EI, VOCÊ AÍ! Passo a passo para as declarações de renda do MEI - Microempreendedor Individual 2014 EI, VOCÊ AÍ! Regularize a situação da sua empresa com as dicas do Sebrae-SP e aproveite todos os benefícios da formalização. Passo a passo para as declarações de renda do MEI - Microempreendedor Individual

Leia mais

Tipos de Empresas, Requisitos e Passos para Abertura, Abertura Empresas Virtuais, Tributação.

Tipos de Empresas, Requisitos e Passos para Abertura, Abertura Empresas Virtuais, Tributação. Tipos de Empresas, Requisitos e Passos para Abertura, Abertura Empresas Virtuais, Tributação. 1) Tipos de Empresas Apresenta-se a seguir, as formas jurídicas mais comuns na constituição de uma Micro ou

Leia mais

EI, você aí! Passo a passo para as declarações de renda do Empreendedor Individual

EI, você aí! Passo a passo para as declarações de renda do Empreendedor Individual EI, você aí! Passo a passo para as declarações de renda do Empreendedor Individual SEBRAE-SP Conselho Deliberativo Presidente: Alencar Burti (ACSP) ACSP Associação Comercial de São Paulo ANPEI Associação

Leia mais

Contrato de arrendamento rural. Edição de bolso

Contrato de arrendamento rural. Edição de bolso 04 Contrato de arrendamento rural Edição de bolso A série SAIBA MAIS esclarece as dúvidas mais frequentes dos empresários atendidos pelo SEBRAE-SP nas seguintes áreas: Organização Empresarial Finanças

Leia mais

Apuração do lucro líquido no comércio Edição de bolso

Apuração do lucro líquido no comércio Edição de bolso 01 Apuração do lucro líquido no comércio Edição de bolso A série SAIBA MAIS esclarece as dúvidas mais frequentes dos empresários atendidos pelo SEBRAE-SP nas seguintes áreas: Organização Empresarial Finanças

Leia mais

EI, VOCÊ AÍ! Tributos, taxas e contribuições de responsabilidade do MEI - Microempreendedor Individual

EI, VOCÊ AÍ! Tributos, taxas e contribuições de responsabilidade do MEI - Microempreendedor Individual EI, VOCÊ AÍ! Regularize a situação da sua empresa com as dicas do Sebrae-SP e aproveite todos os benefícios da formalização. Tributos, taxas e contribuições de responsabilidade do MEI - Microempreendedor

Leia mais

EI, você aí! Conheça os tributos, taxas e contribuições de responsabilidade do Empreendedor Individual

EI, você aí! Conheça os tributos, taxas e contribuições de responsabilidade do Empreendedor Individual EI, você aí! Conheça os tributos, taxas e contribuições de responsabilidade do Empreendedor Individual SEBRAE-SP Conselho Deliberativo Presidente: Alencar Burti (ACSP) ACSP Associação Comercial de São

Leia mais

MEI MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL

MEI MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL MEI MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL Conheça as condições para recolhimento do Simples Nacional em valores fixos mensais Visando retirar da informalidade os trabalhadores autônomos caracterizados como pequenos

Leia mais

O que analisar antes de abrir o seu negócio

O que analisar antes de abrir o seu negócio O que analisar antes de abrir o seu negócio 1º Passo: Precauções 1. Escolher um local adequado para exploração do negócio, tais como: localização, movimento, força, telefones, enchentes, estacionamento,

Leia mais

Espécies de Sociedades de acordo com o novo Código Civil

Espécies de Sociedades de acordo com o novo Código Civil Empresas: Passos para abertura de empresa: 1. Definir qual o tipo de Pessoa Jurídica irá compor: 1.1 Sociedade Se constitui quando duas ou mais pessoas se obrigam a contribuir, com bens ou serviços, para

Leia mais

Abrir uma empresa PRÉ-CONSTITUIÇÃO

Abrir uma empresa PRÉ-CONSTITUIÇÃO Abrir uma empresa As três formas jurídicas mais utilizadas são as Empresas de Sociedade Simples, Sociedade Empresária e Empresário Individual, é nelas que eu vou me basear para mostrar os procedimentos

Leia mais

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2011

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2011 CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2011 Orientações Básicas INFORMAÇÕES GERAIS PESSOA JURÍDICA 1) DCTF : (Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais) ATENÇÃO! Apresentação MENSAL obrigatória pelas Pessoas

Leia mais

Controles financeiros Edição de bolso

Controles financeiros Edição de bolso 03 Controles financeiros Edição de bolso A série SAIBA MAIS esclarece as dúvidas mais frequentes dos empresários atendidos pelo SEBRAE-SP nas seguintes áreas: Organização Empresarial Finanças Marketing

Leia mais

São Paulo 1ª Edição - 2010

São Paulo 1ª Edição - 2010 aluguel de andaimes São Paulo 1ª Edição - 2010 Índice aspectos legais da atividade Atividade desenvolvida...6 Empresário e Sociedade Empresária...7 Idade mínima para ser empresário...8 Código de Defesa

Leia mais

Cursos Livres pela Internet

Cursos Livres pela Internet Cursos Livres pela Internet São Paulo 2ª Edição - 2010 Índice aspectos legais da atividade Atividade desenvolvida...6 AS formas de atuação neste ramo de atividade...7 Empresário e Sociedade Empresária...9

Leia mais

SIMPLES NACIONAL 1. NOÇÕES GERAIS

SIMPLES NACIONAL 1. NOÇÕES GERAIS SIMPLES NACIONAL 1. NOÇÕES GERAIS SIMPLES NACIONAL 1.1. O que é O Simples Nacional é um regime tributário diferenciado, simplificado e favorecido previsto na Lei Complementar nº 123, de 2006, aplicável

Leia mais

Bomboniere São Paulo 4ª Edição - 2011

Bomboniere São Paulo 4ª Edição - 2011 São Paulo 4ª Edição - 2011 SEBRAE-SP Conselho Deliberativo Presidente: Alencar Burti (ACSP) ACSP Associação Comercial de São Paulo ANPEI Associação Nacional de Pesquisa, Desenvolvimento e Engenharia das

Leia mais

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2012

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2012 CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2012 Orientações Básicas INFORMAÇÕES GERAIS PESSOA JURÍDICA 1) DCTF : (Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais) ATENÇÃO! Apresentação MENSAL obrigatória pelas Pessoas

Leia mais

NOTA FISCAL ELETRÔNICA DE SERVIÇOS MUNICÍPIO DE SÃO PAULO

NOTA FISCAL ELETRÔNICA DE SERVIÇOS MUNICÍPIO DE SÃO PAULO NOTA FISCAL ELETRÔNICA DE SERVIÇOS MUNICÍPIO DE SÃO PAULO Cortesia: FARO CONTÁBIL (www.farocontabil.com.br) Matéria publicada originalmente no Diário do Comércio Data: 01/08/2006 01 - CONCEITOS? 1.01.

Leia mais

Regime Tributário Unificado e Simplificado

Regime Tributário Unificado e Simplificado SUPER SIMPLES, uma abordagem para escolas de idiomas A partir de 1/7/07, estará em funcionamento o regime único de tributação, instituído pela Lei Complementar nº123, conhecida também como Super Simples

Leia mais

Instalação de Cortinas e Carpetes

Instalação de Cortinas e Carpetes Instalação de Cortinas e Carpetes São Paulo 3ª Edição - 2010 Índice aspectos legais da atividade Atividade desenvolvida...6 AS formas de atuação neste ramo de atividade...6 Empresário e Sociedade Empresária...7

Leia mais

PROCEDIMENTOS PARA ENCERRAR UMA EMPRESA

PROCEDIMENTOS PARA ENCERRAR UMA EMPRESA PROCEDIMENTOS PARA ENCERRAR UMA EMPRESA Equipe Portal de Contabilidade Para encerrar as atividades de uma empresa, é preciso realizar vários procedimentos legais, contábeis e tributários, além de, é claro,

Leia mais

São Paulo 1ª Edição - 2010

São Paulo 1ª Edição - 2010 banca de jornal São Paulo 1ª Edição - 2010 Índice aspectos legais da atividade Atividade desenvolvida...6 EXIGÊNCIAS LEGAIS PARA BANCA DE JORNAL...6 AS formas de atuação neste ramo de atividade...11 Empresário

Leia mais

São Paulo 3ª Edição - 2010

São Paulo 3ª Edição - 2010 Pet Shop São Paulo 3ª Edição - 2010 Índice aspectos legais da atividade Atividade desenvolvida...6 AS formas de atuação neste ramo de atividade...6 Empresário e Sociedade Empresária...7 Idade mínima para

Leia mais

São Paulo 3ª Edição - 2010

São Paulo 3ª Edição - 2010 Escola de idiomas São Paulo 3ª Edição - 2010 Índice aspectos legais da atividade Atividade desenvolvida... 6 AS formas de atuação neste ramo de atividade... 6 Empresário e Sociedade Empresária... 7 Idade

Leia mais

Fábrica de Pão de Queijo

Fábrica de Pão de Queijo Fábrica de Pão de Queijo São Paulo 2ª Edição - 2010 Índice aspectos legais da atividade Atividade desenvolvida...6 AS formas de atuação neste ramo de atividade...6 Empresário e Sociedade Empresária...8

Leia mais

Administração de Condomínios

Administração de Condomínios Administração de Condomínios São Paulo 1ª Edição - 2010 Índice aspectos legais da atividade Atividade desenvolvida...6 RESPONSABILIDADE TÉCNICA...6 LEGISLAÇÕES RELACIONADAS A ADMINISTRAÇÃO...7 As formas

Leia mais

Comércio de Produtos de Informática

Comércio de Produtos de Informática Comércio de Produtos de Informática São Paulo 3ª Edição - 2010 Índice aspectos legais da atividade Atividade desenvolvida...6 AS formas de atuação neste ramo de atividade...6 Empresário e Sociedade Empresária...7

Leia mais

Orientações sobre Micro Empreendedor Individual

Orientações sobre Micro Empreendedor Individual Orientações sobre Micro Empreendedor Individual Micro Empreendedor individual Definição Microempreendedor Individual (MEI) é a pessoa que trabalha por conta própria e que se legaliza como pequeno empresário.

Leia mais

São Paulo 3ª Edição - 2010

São Paulo 3ª Edição - 2010 Loja de Hidráulica São Paulo 3ª Edição - 2010 Índice aspectos legais da atividade Atividade desenvolvida...6 AS formas de atuação neste ramo de atividade...6 Empresário e Sociedade Empresária...7 Idade

Leia mais

Comércio de Veículos Usados

Comércio de Veículos Usados Comércio de Veículos Usados São Paulo 1ª Edição - 2010 Índice aspectos legais da atividade Atividade desenvolvida...6 AS formas de atuação neste ramo de atividade...6 Empresário e Sociedade Empresária...8

Leia mais

Acredite no seu trabalho que o Brasil acredita em você. Ministério do Desenvolvimento, Confiança no Brasil.

Acredite no seu trabalho que o Brasil acredita em você. Ministério do Desenvolvimento, Confiança no Brasil. Acredite no seu trabalho que o Brasil acredita em você. Ministério do Desenvolvimento, Confiança no Brasil. Indústria É assim que e Comércio a gente segue Exterior em frente. Introdução Atualmente, muitos

Leia mais

Quem tem conhecimento vai pra frente

Quem tem conhecimento vai pra frente blogdosempreendedores.com.br facadiferente.sebrae.com.br contabilidadeschmitt.com.br Fotos: Produtos do Projeto Gemas e Joias do Sebrae-PA Livro Artesanato- Um negócio genuinamente brasileiro (Sebrae,

Leia mais

ROTEIRO BÁSICO PARA BAIXA DE EMPRESA

ROTEIRO BÁSICO PARA BAIXA DE EMPRESA ROTEIRO BÁSICO PARA BAIXA DE EMPRESA Em conformidade com o Novo Código Civil,o processo de baixa de registro de empresas,possui uma ordenação para retirada de certidões negativas e verificação de regularidade

Leia mais

CARTILHA TIRA - DÚVIDAS (Elaborada por Bel Contabilidade Eireli EPP)

CARTILHA TIRA - DÚVIDAS (Elaborada por Bel Contabilidade Eireli EPP) CARTILHA TIRA - DÚVIDAS (Elaborada por Bel Contabilidade Eireli EPP) Edição 2013 01) O que é Microempreendedor Individual - MEI? Considera-se Microempreendedor Individual - MEI o empresário individual

Leia mais

CARGA TRIBUTÁRIA PARA AS EMPRESA OPTANTES PELO SIMPLES NACIONA

CARGA TRIBUTÁRIA PARA AS EMPRESA OPTANTES PELO SIMPLES NACIONA 49 CARGA TRIBUTÁRIA S NÃO PARA AS EMPRESA OPTANTES PELO L SIMPLES NACIONA A série SAIBA MAIS esclarece as dúvidas mais frequentes dos empresários atendidos pelo SEBRAE nas mais diversas áreas: organização

Leia mais

Prestação de Serviços de Moto-Boy

Prestação de Serviços de Moto-Boy Prestação de Serviços de Moto-Boy São Paulo 3ª Edição - 2010 Índice aspectos legais da atividade Atividade desenvolvida...6 AS formas de atuação neste ramo de atividade...7 Empresário e Sociedade Empresária...8

Leia mais

Loja de Acessórios de Motos

Loja de Acessórios de Motos Loja de Acessórios de Motos São Paulo 2ª Edição - 2010 Índice aspectos legais da atividade Atividade desenvolvida...6 AS formas de atuação neste ramo de atividade...6 Empresário e Sociedade Empresária...7

Leia mais

COMO ABRIR SEU NEGÓCIO

COMO ABRIR SEU NEGÓCIO COMO ABRIR SEU NEGÓCIO 08 a 11 de outubro de 2014 08 a 11 de outubro de 2014 Reflexão Qual o principal motivo para buscar a formalização de seu negócio? É importante lembrarmos que: Para desenvolver suas

Leia mais

8. Regularização do Negócio

8. Regularização do Negócio 8. Regularização do Negócio Conteúdo 1. Forma Jurídica das Empresas 2. Consulta Comercial 3. Busca de Nome Comercial 4. Arquivamento do contrato social/requerimento de Empresário 5. Solicitação do CNPJ

Leia mais

São Paulo 1ª Edição - 2010

São Paulo 1ª Edição - 2010 Acampamento Turístico (Camping) São Paulo 1ª Edição - 2010 Índice Aspectos legais da atividade Atividade desenvolvida...6 As formas de atuação neste ramo de atividade...7 Empresário e Sociedade Empresária...8

Leia mais

Coleta Seletiva de Material Reciclável

Coleta Seletiva de Material Reciclável Coleta Seletiva de Material Reciclável (Lixo) São Paulo 1ª Edição - 2010 Índice aspectos legais da atividade Atividade desenvolvida...6 As formas de atuação neste ramo de atividade...7 Empresário e Sociedade

Leia mais

Principais Formas de Tributação no Brasil Reginaldo Gonçalves

Principais Formas de Tributação no Brasil Reginaldo Gonçalves Principais Formas de Tributação no Brasil Reginaldo Gonçalves 2.1 A Tributação no Brasil 2.2 Opção pela Tributação - Lucro Real 2.3 Opção pela Tributação - Lucro Presumido 2.4 Opção pela Tributação - Lucro

Leia mais

EMPREENDEDOR INDIVIDUAL

EMPREENDEDOR INDIVIDUAL EMPREENDEDOR INDIVIDUAL Oportunidade de regularização para os empreendedores individuais, desde a vendedora de cosméticos, da carrocinha de cachorro-quente ao pipoqueiro. 2 Empresas em geral Microempresas

Leia mais

São Paulo 2ª Edição - 2010

São Paulo 2ª Edição - 2010 Funilaria e Pintura São Paulo 2ª Edição - 2010 Índice aspectos legais da atividade Atividade desenvolvida...6 AS formas de atuação neste ramo de atividade...6 Empresário e Sociedade Empresária...7 Idade

Leia mais

1. Qual o significado da sigla MEI? 2. Qual é a definição de MEI? 3. Quem pode se enquadrar como MEI?

1. Qual o significado da sigla MEI? 2. Qual é a definição de MEI? 3. Quem pode se enquadrar como MEI? FAQ -MEI 1. Qual o significado da sigla MEI? R: MEI é a sigla utilizada para Micro Empreendedor Individual 2. Qual é a definição de MEI? R: O MEI é o empresário individual a que se refere o art. 966 do

Leia mais

São Paulo 3ª Edição - 2010

São Paulo 3ª Edição - 2010 Loja de Autopeças São Paulo 3ª Edição - 2010 Índice aspectos legais da atividade Atividade desenvolvida...6 AS formas de atuação neste ramo de atividade...6 Empresário e Sociedade Empresária...7 Idade

Leia mais

Loja de Artigos Esotéricos

Loja de Artigos Esotéricos Loja de Artigos Esotéricos São Paulo 3ª Edição - 2010 Índice aspectos legais da atividade Atividade desenvolvida...6 AS formas de atuação neste ramo de atividade...6 Empresário e Sociedade Empresária...7

Leia mais

Comércio de tintas São Paulo 4ª Edição - 2011

Comércio de tintas São Paulo 4ª Edição - 2011 São Paulo 4ª Edição - 2011 SEBRAE-SP Conselho Deliberativo Presidente: Alencar Burti (ACSP) ACSP Associação Comercial de São Paulo ANPEI Associação Nacional de Pesquisa, Desenvolvimento e Engenharia das

Leia mais

AULA 11 MICROEMPRESA - CARACTERÍSTICAS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE NO BRASIL

AULA 11 MICROEMPRESA - CARACTERÍSTICAS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE NO BRASIL AULA 11 MICROEMPRESA - CARACTERÍSTICAS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE NO BRASIL A Lei Complementar 123/2006 estabelece normas gerais relativas ao tratamento diferenciado e favorecido a ser dispensado

Leia mais

Oficina mecânica Publicação gratuita. Não pode ser vendida.

Oficina mecânica Publicação gratuita. Não pode ser vendida. 13 Oficina mecânica Publicação gratuita. Não pode ser vendida. São Paulo 4ª Edição - 2012 SEBRAE-SP Conselho Deliberativo Presidente: Alencar Burti (ACSP) ACSP Associação Comercial de São Paulo ANPEI

Leia mais

Receita Federal do Brasil. Lei Complementar 128. Alterações na Legislação Previdenciária

Receita Federal do Brasil. Lei Complementar 128. Alterações na Legislação Previdenciária Lei Complementar 128 Alterações na Legislação Previdenciária Microempreendedor Individual MEI Conceito: É o empresário individual, referido no art. 966 do Novo Código Civil, que tenha auferido receita

Leia mais

Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 11/04/2011. 1 - INTRODUÇÃO. nº 123/2006, com a redação dada pela Lei Complementar nº 128/2008.

Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 11/04/2011. 1 - INTRODUÇÃO. nº 123/2006, com a redação dada pela Lei Complementar nº 128/2008. Trabalhistas MICROEMPREENDEDOR - Alterações INDIVIDUAL - MEI - Aspectos Previdenciários e Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 11/04/2011. Sumário: 12 Conceito Introdução 3.1 - Tributação

Leia mais

Floricultura São Paulo 4ª Edição - 2011

Floricultura São Paulo 4ª Edição - 2011 São Paulo 4ª Edição - 2011 SEBRAE-SP Conselho Deliberativo Presidente: Alencar Burti (ACSP) ACSP Associação Comercial de São Paulo ANPEI Associação Nacional de Pesquisa, Desenvolvimento e Engenharia das

Leia mais

CARTILHA DA LEI GERAL DA MICROEMPRESA E DA EMPRESA DE PEQUENO PORTE DO MUNICÍPIO DE CURITIBA

CARTILHA DA LEI GERAL DA MICROEMPRESA E DA EMPRESA DE PEQUENO PORTE DO MUNICÍPIO DE CURITIBA CARTILHA DA LEI GERAL DA MICROEMPRESA E DA EMPRESA DE PEQUENO PORTE DO MUNICÍPIO DE CURITIBA Curitiba tem se mostrado uma cidade dinâmica e de grandes oportunidades para os trabalhadores e empreendedores.

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Transferência de Crédito de ICMS de Fornecedor Optante do Simples Nacional

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Transferência de Crédito de ICMS de Fornecedor Optante do Simples Nacional 09/01/2015 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Consultoria... 4 3.1 Transferência de Crédito do ICMS pelos Optantes do... 4 3.2 Do Ressarcimento

Leia mais

São Paulo 2ª Edição - 2010

São Paulo 2ª Edição - 2010 Editora São Paulo 2ª Edição - 2010 Índice aspectos legais da atividade Atividade desenvolvida...6 AS formas de atuação neste ramo de atividade...8 Empresário e Sociedade Empresária...10 Idade mínima para

Leia mais

PROJETO IN$TRUIR - 2014

PROJETO IN$TRUIR - 2014 PROJETO IN$TRUIR - 2014 DÚVIDAS ESCLARECIMENTOS Impostos incidentes sobre a emissão da NF para os convênios Pagamentos dos médicos associados à clínica. Alteração no relatório DMED. (Declaração de Serviços

Leia mais

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2013

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2013 CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2013 INFORMAÇÕES GERAIS Pessoa Jurídica Lucro Real Tributação com base no lucro efetivo demonstrado através do livro diário de contabilidade (obrigatório) 1. Empresas obrigadas à apuração

Leia mais

Contmatic - Escrita Fiscal

Contmatic - Escrita Fiscal Lucro Presumido: É uma forma simplificada de tributação onde os impostos são calculados com base num percentual estabelecido sobre o valor das vendas realizadas, independentemente da apuração do lucro,

Leia mais

Lucro Presumido. SECAT/DRF Florianópolis Contadoria Judicial da JFSC Florianópolis, 15.10.2013.

Lucro Presumido. SECAT/DRF Florianópolis Contadoria Judicial da JFSC Florianópolis, 15.10.2013. Lucro Presumido SECAT/DRF Florianópolis Contadoria Judicial da JFSC Florianópolis, 15.10.2013. IRPJ CF/88, artigo 153 Compete à União instituir impostos sobre: III - renda e proventos de qualquer natureza

Leia mais

GUIA DO EMPRESÁRIO CARTAZES DOCUMENTOS ALVARAS

GUIA DO EMPRESÁRIO CARTAZES DOCUMENTOS ALVARAS GUIA DO EMPRESÁRIO CARTAZES DOCUMENTOS ALVARAS CARTAZES/DOCUMENTOS/ALVARAS Você encontrara neste guia as principais exigências com relação a fixação de cartazes para o seu estabelecimento comercial. Na

Leia mais

SIEEESP - SEMINÁRIO JURIDICO EDUCACIONAL. Tributação das Instituições de Ensino Particulares Perspectivas e Medidas. Wagner Eduardo Bigardi 27/05/2014

SIEEESP - SEMINÁRIO JURIDICO EDUCACIONAL. Tributação das Instituições de Ensino Particulares Perspectivas e Medidas. Wagner Eduardo Bigardi 27/05/2014 SIEEESP - SEMINÁRIO JURIDICO EDUCACIONAL Tributação das Instituições de Ensino Particulares Perspectivas e Medidas Wagner Eduardo Bigardi 27/05/2014 Sistema Tributário Nacional Conjunto de regras jurídicas

Leia mais

COMÉRCIO DE PEÇAS USADAS (DESMANCHE)

COMÉRCIO DE PEÇAS USADAS (DESMANCHE) COMÉRCIO DE PEÇAS USADAS (DESMANCHE) São Paulo 1ª Edição - 2010 Índice aspectos legais da atividade Atividade desenvolvida...6 AS formas de atuação neste ramo de atividade...7 Empresário e Sociedade Empresária...8

Leia mais

FORMALIZAÇÃO formalização será feita pela internet no endereço no endereço www.portaldoempreendedor.gov.br, a partir de 01/07/2009.

FORMALIZAÇÃO formalização será feita pela internet no endereço no endereço www.portaldoempreendedor.gov.br, a partir de 01/07/2009. M.E.I. (Micro empreendedor Individual) Lei Complementar numero 128 de 19 de dezembro de 2008. Considera-se MEI o empresário individual a que se refere o art. 966 da Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002

Leia mais

XII Seminário Internacional de Países Latinos Europa América.

XII Seminário Internacional de Países Latinos Europa América. XII Seminário Internacional de Países Latinos Europa América. La Gestión Contable, Administrativa y Tributaria en las PYMES e Integración Europa-América 23 24 de junio 2006 Santa Cruz de la Sierra (Bolívia)

Leia mais

São Paulo 2ª Edição - 2010

São Paulo 2ª Edição - 2010 Casa Lotérica São Paulo 2ª Edição - 2010 Índice aspectos legais da atividade Atividade desenvolvida...6 AS formas de atuação neste ramo de atividade...8 Empresário e Sociedade Empresária...9 Idade mínima

Leia mais

Agência de Serviços de Telemarketing

Agência de Serviços de Telemarketing Agência de Serviços de Telemarketing São Paulo 2ª Edição - 2010 Índice aspectos legais da atividade Atividade desenvolvida...6 AS formas de atuação neste ramo de atividade...6 Empresário e Sociedade Empresária...7

Leia mais

São Paulo 2ª Edição - 2010

São Paulo 2ª Edição - 2010 Loja Virtual São Paulo 2ª Edição - 2010 Índice Aspectos legais da atividade Atividade desenvolvida...6 AS formas de atuação neste ramo de atividade...7 Empresário e Sociedade Empresária...8 Idade mínima

Leia mais

Nota Fiscal Eletrônica do Tomador de Serviços NFTS

Nota Fiscal Eletrônica do Tomador de Serviços NFTS Nota Fiscal Eletrônica do Tomador de Serviços NFTS Versão 1.0 Nota Salvador NFS-e Versão do Manual: 1.0 pág. 2 Manual do Sistema da Nota Fiscal Eletrônica do Tomador de Serviços NFTS ÍNDICE 1. Acessando

Leia mais

Simples Nacional: Saiba mais sobre os benefícios para a advocacia OABRJ

Simples Nacional: Saiba mais sobre os benefícios para a advocacia OABRJ Simples Nacional: Saiba mais sobre os benefícios para a advocacia OABRJ Simples Nacional: Saiba mais sobre os benefícios para a advocacia A advocacia foi inserida no Simples Nacional por meio da Lei Complementar

Leia mais

DECRETO Nº 659 DE 26 DE MAIO DE 2014. O PREFEITO MUNICIPAL DE TUPANDI, no uso de suas atribuições legais, D E C R E T A

DECRETO Nº 659 DE 26 DE MAIO DE 2014. O PREFEITO MUNICIPAL DE TUPANDI, no uso de suas atribuições legais, D E C R E T A DECRETO Nº 659 DE 26 DE MAIO DE 2014. REGULAMENTA A LEI MUNICIPAL N.º 1.209, DE 02 DE MAIO DE 2014, QUE INSTITUI A NOTA FISCAL ELETRÔNICA DE SERVIÇOS, A DECLARAÇÃO ELETRÔNICA DE SERVIÇOS, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

Leia mais

SERVIÇO DE APOIO AO INVESTIDOR

SERVIÇO DE APOIO AO INVESTIDOR SERVIÇO DE APOIO AO INVESTIDOR GUIA PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS DO ESTADO DO PARANÁ Brazil4Business GUIA PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS 2 PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS PARANÁ 1 SERVIÇO DE APOIO AO INVESTIDOR

Leia mais

Comércio atacadista de doces

Comércio atacadista de doces Comércio atacadista de doces São Paulo 4ª Edição - 2011 SEBRAE-SP Conselho Deliberativo Presidente: Alencar Burti (ACSP) ACSP Associação Comercial de São Paulo ANPEI Associação Nacional de Pesquisa, Desenvolvimento

Leia mais

Planejamento Tributário Simples Nacional. Fabricio Oenning Pensamento Contábil

Planejamento Tributário Simples Nacional. Fabricio Oenning Pensamento Contábil Planejamento Tributário Simples Nacional Fabricio Oenning Composição: Este treinamento está composto pelas seguintes aulas: Aula 1 Simples Nacional Aula 2 Lucro Real Aula 3 Lucro Presumido Nossa Agenda

Leia mais

São Paulo 2ª Edição - 2010

São Paulo 2ª Edição - 2010 Cibercafé São Paulo 2ª Edição - 2010 Índice aspectos legais da atividade Atividade desenvolvida...6 As formas de atuação neste ramo de atividade...10 Empresário e Sociedade Empresária...11 Idade mínima

Leia mais

República Federativa do Brasil Estado do Ceará Município de Juazeiro do Norte Poder Executivo

República Federativa do Brasil Estado do Ceará Município de Juazeiro do Norte Poder Executivo DECRETO N.º 501, DE 27 DE SETEMBRO DE 2011. Regulamenta a instituição do gerenciamento eletrônico do ISSQN- Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza, a escrituração econômico-fiscal e a emissão de documento

Leia mais

Índice. aspectos legais da atividade

Índice. aspectos legais da atividade Indústria de Etiquetas São Paulo 2ª Edição - 2010 Índice aspectos legais da atividade Atividade desenvolvida...6 AS formas de atuação neste ramo de atividade...6 Empresário e Sociedade Empresária...7

Leia mais

SIMPLES NACIONAL LC 128/08 VALDIR DONIZETE SEGATO

SIMPLES NACIONAL LC 128/08 VALDIR DONIZETE SEGATO SIMPLES NACIONAL LC 128/08 VALDIR DONIZETE SEGATO 1 Empresário Contábil, MBA em Contabilidade Empresarial pela PUC-SP, Delegado Regional do CRC-SP em Jundiai, Professor Universitário e de Pós-Graduação.

Leia mais

OBRIGAÇÕES FISCAIS FEDERAIS JULHO/12

OBRIGAÇÕES FISCAIS FEDERAIS JULHO/12 CIRCULAR 37/12 Novo Hamburgo, 02 de julho de 2012. OBRIGAÇÕES FISCAIS FEDERAIS JULHO/12 DIA 04 IR-FONTE Pessoas obrigadas: pessoas jurídicas que efetuaram retenção na fonte nos pagamentos ou créditos decorrentes

Leia mais

Cape contabilidade LUCRO REAL

Cape contabilidade LUCRO REAL 1. CONCEITO LUCRO REAL No regime do lucro real o Imposto de Renda devido pela pessoa jurídica é calculado sobre o valor do lucro líquido contábil ajustado pelas adições, exclusões e compensações prescritas

Leia mais

São Paulo 2ª Edição - 2010

São Paulo 2ª Edição - 2010 Ótica São Paulo 2ª Edição - 2010 Índice aspectos legais da atividade Atividade Desenvolvida...6 As formas de atuação neste ramo de atividade...7 Empresário e Sociedade Empresária...8 Idade mínima para

Leia mais

ELABORACAO DE PLANO DE NEGÓCIOS.

ELABORACAO DE PLANO DE NEGÓCIOS. ELABORACAO DE PLANO DE NEGÓCIOS. Resumo efetuado a partir do Manual Como Elaborar um plano de negócios SEBRAE/ 2013 Profa. Célia Regina Beiro da Silveira ESTRUTURA DO PLANO DE NEGÓCIOS PARA O 1º CONCURSO

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO E GESTÃO.

SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO E GESTÃO. Página 1 PREFEITURA MUNICIPAL DE ARAXÁ SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO E GESTÃO. ARAXÁ MINAS GERAIS 2010 Página 2 Manual do Sistema da Nota Fiscal Eletrônica de Serviços NFS-e ÍNDICE 1. NOTA FISCAL

Leia mais

Transporte Turístico e Fretamento

Transporte Turístico e Fretamento Transporte Turístico e Fretamento São Paulo 2ª Edição - 2010 Índice aspectos legais da atividade Atividade desenvolvida...6 As formas de atuação neste ramo de atividade...8 Empresário e Sociedade Empresária...10

Leia mais

Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sábado Domingo 1 2 3 4 5 6 Clique e veja o compromisso do dia aqui

Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sábado Domingo 1 2 3 4 5 6 Clique e veja o compromisso do dia aqui Atenção 01 Aqueles contribuintes obrigados ao envio mensal do arquivo SINTEGRA ao SEFAZ, devem observar a data de entrega, conforme definido pelo fisco. Atenção 02 Essas informações não substituem aquelas

Leia mais

IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA

IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA FORMAS DE TRIBUTAÇÃO DAS PESSOAS JURÍDICAS - Lucro Real - Lucro Presumido - Lucro Arbitrado - Simples Nacional 1 LUCRO REAL É o resultado (lucro ou prejuízo) do período

Leia mais

ATELIÊ DE ARTES OU ARTESANATO

ATELIÊ DE ARTES OU ARTESANATO ATELIÊ DE ARTES OU ARTESANATO São Paulo 1ª Edição - 2010 Índice aspectos legais da atividade Atividade desenvolvida...6 PRODUTO DE ARTESANATO E A SUA TRIBUTAÇÃO...6 As formas de atuação neste ramo de

Leia mais

ESTADO DE SANTA CATARINA PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE PINHEIRO PRETO DECRETO Nº 4.042, DE 22 DE JULHO DE 2014.

ESTADO DE SANTA CATARINA PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE PINHEIRO PRETO DECRETO Nº 4.042, DE 22 DE JULHO DE 2014. DECRETO Nº 4.042, DE 22 DE JULHO DE 2014. Regulamenta a Lei nº 1.775, de 10 de junho de 2014, dispondo sobre o modelo, requisitos, emissão e cancelamento da Nota Fiscal de Serviços Eletrônica NFS-e, institui

Leia mais

*Lei Complementar 374/2009: CAPÍTULO I DA INSCRIÇÃO, LEGALIZAÇÃO E BAIXA

*Lei Complementar 374/2009: CAPÍTULO I DA INSCRIÇÃO, LEGALIZAÇÃO E BAIXA *Lei Complementar 374/2009: LEI COMPLEMENTAR Nº 374, DE 23 DE SETEMBRO DE 2009. REGULAMENTA O TRATAMENTO DIFERENCIADO E FAVORECIDO ÀS MICROEMPRESAS, ÀS EMPRESAS DE PEQUENO PORTE E AOS MICROEMPRESÁRIOS

Leia mais

Simples Nacional e o Planejamento Tributário RESUMO

Simples Nacional e o Planejamento Tributário RESUMO 1 Simples Nacional e o Planejamento Tributário Marcos A. Nazário De Oliveira marcosadinavi@gmail.com Egresso do curso de Ciências Contábeis Rafael Antônio Andrade rfaandrade@msn.com Egresso do curso de

Leia mais

São Paulo 2ª Edição - 2010

São Paulo 2ª Edição - 2010 Usina de Reciclagem São Paulo 2ª Edição - 2010 Índice aspectos legais da atividade Atividade desenvolvida...6 AS formas de atuação neste ramo de atividade...6 Empresário e Sociedade Empresária...7 Idade

Leia mais

LEI GERAL DA MICRO E PEQUENA EMPRESA LC 123/2006 SIMPLES NACIONAL (SUPER SIMPLES)

LEI GERAL DA MICRO E PEQUENA EMPRESA LC 123/2006 SIMPLES NACIONAL (SUPER SIMPLES) A s s e s s o r i a C o n t á b i l Av. Maruípe, 2.260, 2º andar - Itararé - Vitória/ES. Cep: 29.047-475 Em frente ao Supermercado Pontes Telefax: (27) 3315-1599 - e-mail: adrianofigueiredo@terra.com.br

Leia mais

Quem caminha sozinho pode até chegar mais rápido, mas aquele que vai acompanhado, com certeza vai mais longe. Clarice Lispector

Quem caminha sozinho pode até chegar mais rápido, mas aquele que vai acompanhado, com certeza vai mais longe. Clarice Lispector Quem caminha sozinho pode até chegar mais rápido, mas aquele que vai acompanhado, com certeza vai mais longe. Clarice Lispector O brasileiro é um povo sem memória, que esquece seus feitos e seus heróis...

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Emissão do Recibo Pagamento de Autônomo (RPA)

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Emissão do Recibo Pagamento de Autônomo (RPA) 30/06/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 4 3.1 Lei Complementar nº 87 de 13 de setembro de 1996.... 4 3.2 Convênio ICMS

Leia mais

Comércio de livros usados (sebo)

Comércio de livros usados (sebo) Comércio de livros usados (sebo) São Paulo 4ª Edição - 2011 SEBRAE-SP Conselho Deliberativo Presidente: Alencar Burti (ACSP) ACSP Associação Comercial de São Paulo ANPEI Associação Nacional de Pesquisa,

Leia mais

São Paulo 2ª Edição - 2010

São Paulo 2ª Edição - 2010 Serralheria São Paulo 2ª Edição - 2010 Índice aspectos legais da atividade Atividade desenvolvida...6 AS formas de atuação neste ramo de atividade...6 Empresário e Sociedade Empresária...7 Idade mínima

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI COMPLEMENTAR Nº 127, DE 14 DE AGOSTO DE 2007 Mensagem de veto Altera a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006. O PRESIDENTE

Leia mais