À INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Onde buscar e como conseguir ajuda para o seu empreendimento MBC - MOVIMENTO BRASIL COMPETITIVO

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1 INSTRUMENTOS DE APOIO À INOVAÇÃO TECNOLÓGICA Onde buscar e como conseguir ajuda para o seu empreendimento MBC - MOVIMENTO BRASIL COMPETITIVO ANPEI - ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E ENGENHARIA DAS EMPRESAS INOVADORAS (2004)

2 SUMÁRIO Movimento Brasil Competitivo MBC Mobilizar para Inovar Seu Manual de Inovação Tecnológica O que é Inovação Tecnológica Classificação das Micro e Pequenas Empresas Parte I Instrumentos de Apoio à Inovação Tecnológica Âmbito Nacional 1 Instrumentos de Apoio Financeiro 1.1 Financiamentos Finep Financiadora de Estudos e Projetos Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES Banco do Brasil BB Sebrae Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas 1.2. Incentivos Fiscais Lei 8.661/1993 de Incentivos Fiscais à Inovação Lei /01 Incentivos Fiscais para Informática e Automação 1.3. Capital de Risco BNDES Capitalização de Empresas Sebrae Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Fundos Privados de Capital de Riscos 1.4. RHAE-Inovação Programa de Desenvolvimento de Recursos Humanos para Atividades Estratégicas em Apoio à Inovação Tecnológica 2.Instrumentos de Suporte Tecnológico e Gerencial 2.1 MCT Ministério da Ciência e Tecnologia 2.2 MDIC Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior 2.3 Finep Financiadora de Estudos e Projetos 2.4 Sebrae Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas 2

3 Parte II Instrumentos de Apoio à Inovação Tecnológica por Estado Bahia 1. Financiamentos 2. Capital de Risco 3. Suporte Tecnológico e Gerencial Distrito Federal 1. Suporte Tecnológico e Gerencial São Paulo 1. Financiamentos 2. Capital de Risco 3. Suporte Tecnológico e Gerencial Rio Grande do Sul 1. Financiamentos 2. Capital de Risco 3. Suporte Tecnológico e Gerencial GLOSSÁRIO CASES Caso Toyster Caso Innovaction Caso Brats Caso IPT ABAL 3

4 MOVIMENTO BRASIL COMPETITIVO APRESENTAÇÃO O Movimento Brasil Competitivo é uma instituição reconhecida pelo Governo Federal como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) voltada ao estímulo e ao fomento da competitividade da sociedade brasileira. Promove ações estruturantes de conteúdo inovador na área de qualidade e produtitivade, visando ao desenvolvimento nacional e viabilizando a articulação instituicional dos agentes sociais e econômicos da sociedade. O posicionamento da organização é identificado com a melhoria da competitividade pública e privada e compromissado com a qualidade de vida da sociedade brasileira. MISSÃO Contribuir expressivamente para a melhoria da competitividade das organizações privadas e da qualidade e produtividade das organizações públicas, de maneira sustentável, elevando a qualidade de vida da população brasileira. MOBILIZAR PARA INOVAR Objetivo Geral O projeto MOBILIZAR PARA INOVAR, é um programa de mobilização para utilização dos instrumentos de apoio a inovação como ferramenta de competitividade. Objetivos Específicos a) Utilização dos instrumentos de fomento à inovação, centrada na sensibilização, capacitação e apoio técnico; b) Estruturação de uma rede de agentes de mobilização, que estimulem as organizações para utilização dos instrumentos de fomento à inovação; c) Consolidação do MBC como agente mobilizador da ampla rede de parceiros responsáveis pela promoção do uso dos instrumentos de fomento à inovação. 4

5 SEU MANUAL DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA APRESENTAÇÃO Este manual tem como objetivo auxiliar os atuais empresários e os futuros empreendedores nos seus esforços de modernização tecnológica, projetos de inovação e criação de empresas, apresentando os instrumentos que o governo coloca à disposição para apoio a esses esforços. São descritos os diferentes tipos de instrumentos, as agências de fomento que operam tais recursos, os critérios para solicitá-los e demais informações necessárias para a sua efetiva utilização. Os instrumentos estão divididos em dois tipos: SUPORTE FINANCEIRO, que consiste no apoio direto a empresas ou a empreendedores, sob a forma de financiamentos, incentivos fiscais, capital de risco e bolsas, e SUPORTE TECNOLÓGICO E GERENCIAL, onde foram agrupados os mecanismos de apoio indireto às atividades de inovação, que não envolvem a transferência de recursos financeiros às empresas, e que consistem em diagnósticos, consultoria, treinamento, capacitação tecnológica e realização de pesquisas conjuntas com universidades e institutos de pesquisa. Encontram-se listados os mecanismos em vigor até 01 de março de 2004, em âmbito federal, e aqueles vigentes nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul e Bahia, e no Distrito Federal. Levando-se em conta a possibilidade de criação de novos instrumentos de apoio às micro e pequenas empresas, categoria objeto de atenção especial por parte do novo governo federal, uma lista adicional deverá ser incorporada. Na seção inicial, são apresentados alguns conceitos fundamentais para a compreensão das várias atividades que compõem o processo de inovação, e que ajudará os interessados na escolha dos instrumentos mais apropriados para cada empreendimento. Essas definições são de uso consagrado (Manuais Frascati e Oslo, OCDE) e adotadas em todos os países. 5

6 O QUE É INOVAÇÃO TECNOLÓGICA Quando você cria ou modifica um produto, utilizando ou desenvolvendo uma nova tecnologia, você está fazendo inovação tecnológica. Ao adquirir um equipamento novo ou introduzir modificações em seu processo de produção, você também está inovando tecnologicamente. A inovação tecnológica pode ser desenvolvida em sua própria empresa - em parceria ou não com universidades e institutos de pesquisa - ou comprada de outras empresas nacionais e estrangeiras. Seja onde for desenvolvida, a inovação tecnológica se dá nas empresas, porque é aí que ela se transforma em produtos disponíveis para a economia. A tecnologia é o ingrediente fundamental para o desenvolvimento de novos produtos ou para tornar os já existentes mais adequados à demanda de seus atuais e futuros clientes e consumidores. Ela é essencial para que sua empresa continue a ser competitiva num mercado cada vez mais dinâmico e exigente. Inovar tecnologicamente é questão de sobrevivência no mundo dos negócios. 6

7 CLASSIFICAÇÃO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS As empresas industriais estão classificadas segundo seu porte: número de empregados e faturamento anual. É importante saber qual a classificação de sua empresa, para que esta possa ter acesso a linhas de financiamento diferenciadas, como as deste manual. O Sebrae Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas e o BNDES Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social têm definições diferentes para classificar as micro e pequenas empresas. O primeiro segue o Estatuto da Micro e Pequena Empresa e o segundo se baseia na receita operacional bruta. Veja em que categoria sua empresa se insere. CLASSIFICAÇÃO DAS EMPRESAS SEGUNDO O PORTE Agência Sebrae BNDES Porte Microempresa Pequena Empresa Média Empresa Grande Empresa Até 19 empregados Faturamento anual de até R$ 244 mil Receita operacional bruta anual ou anualizada de até R$ 1,2 milhão Até 99 empregados Faturamento anual de até R$ 1,2 milhão Receita operacional bruta anual ou anualizada superior a R$ 1,2 milhão e inferior ou igual a R$ 10,5 milhões - - Receita operacional bruta anual ou anualizada superior a R$ 10,5 milhões e inferior ou igual a R$ 60 milhões Receita operacional bruta anual ou anualizada superior a R$ 60 milhões. 7

8 PARTE I - INSTRUMENTOS DE APOIO À INOVAÇÃO TECNOLÓGICA ÂMBITO NACIONAL Nesta categoria encontram-se todas as linhas existentes de apoio à inovação que consistem em recursos financeiros transferidos ou intermediados pelos órgãos governamentais para as empresas. Os principais instrumentos de apoio à inovação nas empresas concentram-se no Ministério da Ciência e Tecnologia MCT. O MCT gerencia alguns programas diretamente, mas em geral recursos financeiros são repassados através de suas agências FINEP e CNPq. No caso dos incentivos fiscais, o MCT pode receber diretamente os Programas de Desenvolvimento Tecnológico Industrial ou Agropecuário (PDTI/PDTA) * encaminhados pelas empresas para análise, mas a FINEP também pode fazê-lo. Já a concessão dos incentivos é de responsabilidade exclusiva do Ministério. O programa RHAE Inovação, que concede bolsas para capacitação tecnológica de equipes de P&D das empresas, é operado pelo CNPq. A seguir, as principais linhas de crédito direto, em nível nacional, na forma de: 1. Financiamentos; 2. Incentivos fiscais; 3. Capital de risco; 4. Bolsas de desenvolvimento de RH; Na seqüência, você encontrará os mecanismos de Suporte Tecnológico e Gerencial para sua empresa. (Informação para Edição/Leitura - Informações organizadas conforme o quadro) Linhas de crédito Subdivisão 1 Subdivisões diversas Financiamentos Incentivos fiscais Organismos e agências de âmbito nacional nesta modalidade Organismos e agências de âmbito nacional nesta modalidade Respectivos instrumentos e programas de cada um dos organismos e agências Respectivos instrumentos e programas de cada um dos organismos e agências * PDTI/PDTA são as siglas dos programas de pesquisa e desenvolvimento tecnológico submetidos pelas empresas ao Ministério da Ciência e Tecnologia ou a agências por ele credenciadas (entre as quais a FINEP) para a solicitação de incentivos fiscais. Este instrumento será tratado em detalhe mais adiante. 8

9 Capital de Risco Organismos e agências de âmbito nacional nesta modalidade Respectivos instrumentos e programas de cada um dos organismos e agências Bolsas de Desenvolvimento de RH Suporte Tecnológico e Gerencial Organismos e agências de âmbito nacional nesta modalidade Respectivos instrumentos e programas de cada um dos organismos e agências 9

10 I. 1 LINHAS DE CRÉDITO DIRETO I.1.1 FINANCIAMENTOS No âmbito federal, existem instituições que oferecem empréstimos específicos para a inovação nas empresas, seja para projetos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico, para a construção de laboratórios ou para a compra de novos equipamentos. O Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) possui uma série de instrumentos, alguns operados diretamente por ele, outros através das agências FINEP e CNPq. Algumas dessas instituições também oferecem suporte tecnológico e empresarial, os quais serão detalhados na seção III deste Manual. Vamos conhecer essas instituições e o que elas têm a oferecer para incentivar a inovação tecnológica de sua empresa. I FINEP - FINANCIADORA DE ESTUDOS E PROJETOS A Finep é a principal agência de incentivo à inovação tecnológica. Trabalha em parceria com; empresas, institutos e centros de pesquisas, organismos governamentais, agências multilaterais internacionais, investidores e entidades do terceiro setor. Sua cobertura abrange: 1. Pesquisa básica nas universidades; 2. Pesquisa aplicada nos institutos de pesquisa; 3. Atividades de inovação nas empresas. A Finep estimula a inovação na empresa, com o objetivo de aumentar a competitividade nos mercados nacional e internacional e de ampliar a capacidade de exportação e de substituição de importações do País. Oferece empréstimos e capital de risco, modalidade em que participa como sócia do empreendimento. Dependendo do tipo de empresa-cliente, da importância tecnológica do projeto e do seu grau de inovação e risco, as alternativas de crédito oferecidas às empresas são combinadas em diferentes programas de ação. Essa conjunção de instrumentos pode ser bastante interessante para as MPE s. A FINEP apóia, ainda, a incubação de empresas de base tecnológica, a implantação de parques tecnológicos, a estruturação e consolidação dos processos de pesquisa, o desenvolvimento e a inovação em empresas já estabelecidas, e o desenvolvimento de mercados. 10

11 A capacidade de financiar todo o sistema de Ciência, Tecnologia e Inovação C,T&I combinando recursos reembolsáveis com recursos não-reembolsáveis, assim como incentivos fiscais, proporciona à FINEP um grande poder de indução de atividades voltadas para o desenvolvimento do setor, que são essenciais para o aumento da competitividade do parque industrial brasileiro. Com relação a empresas, ela estimula a inovação visando ao aumento da competitividade nos mercados interno e externo, ampliando a sua capacidade de exportação e de substituir importações. Para tanto, ela oferece empréstimos reembolsáveis em diferentes condições de pagamento e também capital de risco, modalidade em que ela participa como sócia do empreendimento (apresentado com mais detalhes no item B). Desde 2000 desenvolve o Projeto Inovar, que envolve amplo, estruturado e transparente conjunto de ações de estímulo a novas empresas (empresas de base tecnológica), por meio de um leque de instrumentos, incluindo o aporte de capital de risco, diretamente em empresas selecionadas ou indiretamente, via fundos de capital de risco As várias alternativas de crédito oferecidas às empresas são combinadas, em diferentes tipos de financiamento, de acordo com o tamanho da empresa cliente, o mérito tecnológico do projeto e seu grau de inovação e risco. As empresas interessadas em obter crédito podem apresentar suas propostas à FINEP a qualquer tempo. O primeiro passo é encaminhar uma Consulta Prévia e, caso esta seja enquadrada, a FINEP receberá a Solicitação de Financiamento. Modalidades de Financiamento a empresas (reembolsável) Crédito concedido a instituições que demonstrem a capacidade de pagamento e condições para desenvolver projetos de C,T&I. Os prazos de carência e amortização, assim como os encargos financeiros, variam de acordo com as características do projeto e da instituição tomadora do crédito. ATENÇÃO: a FINEP só concede empréstimos mediante a apresentação de garantias. São aceitos diversos tipos, sozinhos ou combinados, entre os quais hipoteca, penhor, alienação fiduciária de bens móveis e imóveis, caução de títulos de crédito, caução de ações e quotas, bloqueio de recebíveis, seguro-garantia, aval, fiança, etc. De acordo com o tipo de garantia, ela deve corresponder a, pelo menos: a) 120% sobre o valor do financiamento ou investimento, para hipoteca; b) 130% sobre o valor do financiamento ou investimento, para penhor, alienação fiduciária, caução, garantia-reserva de meios de pagamento, bloqueio de recebíveis e emissão de debêntures; e c) 100% sobre o valor do financiamento ou investimento, para seguro-garantia, aval e fiança. As modalidades de financiamento reembolsável são as seguintes: Financiamento reembolsável padrão As operações de crédito nesta modalidade são praticadas com encargos financeiros, formados pela Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), acrescidos de margem (spread) entre 2% e 6% ao ano. 11

12 Os prazos de carência e de amortização do financiamento são definidos de acordo com a natureza da proposta, limitados a três e a sete anos respectivamente. Financiamento com equalização de juros As operações de crédito nesta modalidade são praticadas com encargos financeiros reduzidos, com base na redução em torno de 50% da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), acrescidos de margem (spread) entre 2% e 6% ao ano. Financiamento reembolsável com participação nos resultados Crédito com condições de pagamento vinculadas aos resultados financeiros obtidos pela empresa, com percentual da receita operacional líquida utilizado no pagamento de encargos financeiros. Outras formas de apoio a empresas Subvenção econômica Recursos não-reembolsáveis concedidos a empresas selecionadas dentre as que possuem PDTIs Programas de Desenvolvimento Tecnológico Industrial ou PDTAs Programas de Desenvolvimento Tecnológico Agropecuário aprovados (Lei nº de 19/12/2001, Decreto nº de 11/4/2002 e Portaria nº 862 de 27/11/2003 do MCT), para cobrir parcialmente despesas com pesquisa, desenvolvimento e inovação realizadas no exercício anterior. Os pleitos deverão ser encaminhados através de formulário específico disponível no Portal da FINEP, até o dia 31 de julho de cada ano. A subvenção significa, na prática, que a FINEP reembolsará as empresas por gastos de custeio realizados no exercício anterior, na execução do PDTI/PDTA. Para calcular o valor da subvenção, é aplicado um percentual sobre tais gastos, e ele é maior para as micro e pequenas empresas. No caso de PDTIs coletivos envolvendo micro e pequenas empresas, esse valor chega a 50% Redução de custos para projetos cooperativos Redução obtida como resultado do desenvolvimento de projetos envolvendo a participação em consórcio com instituições de pesquisa sem fins lucrativos, que podem fazer jus a recursos nãoreembolsáveis Capacitação de empresas para receberem investimento de risco 12

13 Ação destinada a capacitar empreendedores para a negociação junto aos investidores de Capital de Risco, bem como criar ambiente propício à realização de operações. Os empreendedores e investidores podem se cadastrar e obter informações no Portal Capital de Risco Brasil (www.capitalderisco.gov.br) Como solicitar crédito reembolsável Para obtenção de crédito é necessário preliminarmente apresentar uma Consulta Prévia (CP), a qualquer tempo, via formulário disponível no portal da FINEP. A resposta da FINEP à CP ou o contato para solicitar esclarecimentos ou informações adicionais é realizado em prazo não superior a 30 dias corridos. O interessado deve apresentar as principais informações sobre o seu projeto de inovação, contendo os dados da empresa, suas estratégias de negócios e tecnologia, bem como informações sobre o projeto para verificação de enquadramento nas Formas de Atuação da FINEP, a posição da organização no ambiente em que atua, a estratégia de inovação e a capacidade da organização para empreender as ações de C,T&I propostas. Após a aprovação da CP, a organização receberá uma senha para acessar o formulário eletrônico da Solicitação de Financiamento (SF). Este deverá ser submetido à FINEP por via eletrônica, podendo o solicitante acompanhar seu processamento pela mesma via. Os formulários indicam o detalhamento necessário para os objetivos, os resultados esperados, os indicadores, as metas, a metodologia, a equipe do projeto de inovação e informações econômico-financeiras da organização, que permitirão avaliar os impactos da execução da proposta apresentada para o fortalecimento da estratégia da organização, além de sua contribuição para o desenvolvimento econômico e social do País. O formulário pode ser obtido no portal da FINEP, e o proponente deverá utilizá-lo tanto para apresentação de Consulta Prévia (CP) como de Solicitação de Financiamento (SF), conforme seu interesse. As despesas realizadas a partir da entrada da solicitação de financiamento poderão ser consideradas como parte da operação. Financiamento reembolsável padrão As operações de crédito nesta modalidade são praticadas com encargos financeiros formados pela Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), acrescidos de margem (spread) entre 2% e 6% ao ano e taxa de abertura de crédito (1%). Algumas condições devem ser atendidas pelas empresas: A proposta deve ter como foco a inovação do produto ou do processo e contribuir para a melhoria da competitividade da organização. 13

14 A organização deve demonstrar capacidade de pagamento do crédito e apresentar garantias, preferencialmente reais, compatíveis com o valor do financiamento. Financiamento com equalização de juros As operações de crédito nesta modalidade são praticadas com encargos financeiros reduzidos, com base na redução em torno de 50% da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), acrescidos de margem (spread) entre 2% e 6% ao ano e taxa de abertura de crédito (1%). Os prazos de carência e de amortização do financiamento são definidos caso a caso, de acordo com a natureza da proposta. São elegíveis ao crédito nesta modalidade apenas os projetos que se enquadrem nos programas prioritários da FINEP e que atendam às seguintes condições: 1. A empresa deve criar e/ou expandir sua equipe de P&D. 2. O projeto deve ter como foco atividades de pesquisa e desenvolvimento (P&D) tecnológico e atender a um ou mais dos seguintes critérios: aumento de exportação ou substituição de importações; aderência à política industrial e tecnológica; parceria com universidades ou instituições de pesquisa; relevância regional ou inserção em arranjo produtivo local; adensamento tecnológico e dinamização de cadeia produtiva; projeto de empresa de base tecnológica. Os itens que podem ser financiados estão disponíveis no portal, bem como os parâmetros de avaliação utilizados no julgamento das propostas. Os prazos máximos praticados pela empresa para resposta às solicitações são os seguintes: 30 dias para carta consulta de enquadramento 60 dias após resposta à CP para apresentação do projeto 60 dias para análise do projeto 60 dias para aprovação pela Diretoria e contratação I Suporte Tecnológico e Gerencial A Finep apóia preferencialmente ações inovadoras que tenham impacto no desenvolvimento econômico e social. A solicitação de recursos deve se enquadrar em um ou mais dos seguintes casos: Projetos e programas de P&D tecnológico de processos, produtos e serviços para empresas de todos os portes - grandes empresas, empresas líderes, micro, pequenas e médias empresas (MPE s); 14

15 Programas de Desenvolvimento Tecnológico Industrial ou Agropecuário (PDTI/PDTA) 1. Neste caso, também para as MPE s; Projetos de P&D de empresas brasileiras em cooperação com parceiros internacionais; Projetos de inovação organizacional; Projetos de desenvolvimento de mercados como reforço ao processo de inovação; Projetos de engenharia rotineira e logística que complementam e sustentam processos de inovação; Projetos complementares e indispensáveis à preparação, implantação e realização da atividade de inovação, como: Tecnologia Industrial Básica (TIB), Estudos de Viabilidade Técnica e Econômica (EVTE), engenharia consultiva, registro de patentes, certificação e comercialização pioneira; Aumento do conteúdo tecnológico e dinamização das cadeias produtivas de grandes empresas; Implementação de projetos cooperativos regionais de desenvolvimento tecnológico e inovação; Transferência de tecnologia entre empresas ou entre instituições de pesquisa e empresas; Planos de negócios para a criação, fortalecimento, capitalização e desenvolvimento de empresas de base tecnológica; Empreendimentos conjuntos (joint ventures), processos de internacionalização, fusões e aquisições favoráveis ao desenvolvimento de empresas brasileiras de base tecnológica; Desenvolvimento e consolidação de estruturas de oferta de capital para empresas emergentes de base tecnológica. I Financiamento A Finep possui diversas alternativas de financiamento, dentro das categorias: Recursos reembolsáveis; Recursos não-reembolsáveis para instituições públicas ou sem fins lucrativos; Operações de capital de risco diretamente com empresas ou fundos mútuos de investimento. 1 Os PDTI/PDTA objetivam capacitar a empresa, por meio da criação e manutenção de estrutura própria de recursos humanos direcionados para a gestão tecnológica. O PDTI ou PDTA deve ser composto por um conjunto articulado de linhas de P&D tecnológico. Na realização do PDTI ou PDTA, aceita-se a contratação de algumas atividades com instituições de pesquisa e outras empresas, mantendo-se com a titular a responsabilidade, o risco empresarial, a gestão e o controle da utilização dos resultados. 15

16 Para as empresas, destacam-se os seguintes instrumentos financeiros: Instrumento Financiamento padrão Financiamento com cláusula de equalização de taxas de juros Financiamento com retorno variável Subvenção econômica Incentivo fiscal Aporte de capital Instrumentos de garantia de liquidez para investidores Bolsas para a contratação temporária de pesquisadores e auxiliares de pesquisa Descrição Crédito a empresas com encargos financeiros baseados na TJLP - Taxa de Juros de Longo Prazo (atualmente de 12%), acrescidos de margem (spread) de 2% a 6%, conforme o mérito tecnológico e o risco associado Crédito a empresas para as componentes de P&D dos projetos aprovados, com encargos inferiores à TJLP (em geral de 6%), acrescidos de spread Crédito a empresas com condições de pagamento vinculadas a resultados. O financiamento, em geral, é limitado a 80% do valor total do projeto. Os prazos de carência são de até 3 anos, a amortização em até 7 anos e o prazo total de até 10 anos Concedida a empresas selecionadas dentre as que possuem PDTI s ou PDTA s aprovados 2. A subvenção significa, na prática, que a Finep reembolsará as empresas por gastos de custeio realizados no exercício anterior, na execução do PDTI/PDTA 3 Concedido às empresas que possuem PDTI s aprovados Capitalização de fundos de investimento e de empresas de base tecnológica 4 Operados em conformidade com a legislação específica sobre o assunto Bolsas RHAE, administradas pelo CNPq. Neste caso específico, a Finep garante o acesso mais ágil para projetos em processo de análise 5 I Garantias Diversas garantias, sozinhas ou combinadas, são aceitas. Entre elas, as mais comuns são: Hipoteca; Penhor; Alienação fiduciária de bens móveis e imóveis; Caução de títulos de crédito; Caução de ações e quotas; Bloqueio de recebíveis; Seguro-garantia; Aval; Fiança. Relação entre valor do empréstimo e tipo de garantia 2 PDTI/PDTA são os programas de P&D tecnológico submetidos pelas empresas ao MCT ou aà suas agências credenciadas, entre as quais a Finep, para a solicitação de incentivos fiscais. 3 Para calcular o valor da subvenção, é aplicado um percentual sobre esses gastos, que, no caso, é maior para as MPE s. No caso de PDTI s coletivos envolvendo MPE s, esse valor chega a 50%. 4 Veja capital de risco 5 Para projetos que incluem MPE s é possível também contar com o Fundo de Aval do Sebrae. 16

17 Tipo de Garantia Hipoteca Penhor, alienação fiduciária, caução, garantia-reserva de meios de pagamento,(não está relacionado) bloqueio de recebíveis e emissão de debêntures Seguro-garantia, aval e fiança Correspondência 120% sobre o valor do financiamento ou investimento 130% sobre o valor do financiamento ou investimento 100% sobre o valor do financiamento ou investimento I Apresentação de propostas Consulta Prévia 6 - para solicitar empréstimo à Finep, o interessado deve primeiramente preencher esse documento, com as principais informações sobre o projeto de inovação e da empresa, como: Dados organizacionais; Estratégias de negócios e tecnologia; Dados sobre o projeto para verificação de enquadramento nas linhas de ação da Finep. Solicitação de Financiamento 7 - após o enquadramento da Consulta Prévia pela Finep, a empresa deve encaminhar esse formulário devidamente preenchido, com os seguintes dados: Breve histórico da empresa; Linhas de produtos e serviços; Faturamento e percentual de participação de mercado; Principais concorrentes; Informações técnicas detalhadas sobre o projeto, objetivo e justificativa; Infra-estrutura de P&D; Informações para análise de crédito e garantias apresentadas. As despesas realizadas a partir da entrada da Solicitação de Financiamento poderão ser consideradas como parte da operação. Detalhes 6 Anexo 1 7 Anexo 2 17

18 I Programas I Apoio à P&D de Grandes Empresas, de Empresas Líderes e de suas Cadeias Produtivas Público Grandes empresas, empresas líderes e empresas das respectivas cadeias produtivas - fornecedoras de insumos, máquinas, beneficiadoras de produtos, prestadoras de serviços técnicos especializados etc. Projetos apoiados 8 Pesquisa, desenvolvimento, aumento de escala e engenharia, visando a produção de novos produtos ou produtos renovados ou adaptados a novos usos e mercados; Pesquisa, desenvolvimento e engenharia de novos processos produtivos. São aceitos projetos individuais ou cooperativos, assim como PDTI s ou PDTA s que congreguem conjuntos articulados de projetos, a qualquer tempo. Apoio específico Empresas das cadeias produtivas As propostas de projetos devem contar com o aval técnico da empresa líder da cadeia e, preferencialmente, ser encaminhadas em cooperação com as respectivas associações empresariais. Os projetos cooperativos com mais de uma empresa e/ou universidade e organizações de pesquisa e de serviços devem ser encaminhados com o aval de todos os participantes. Projetos cooperativos A apresentação de projetos cooperativos pode ocorrer por meio de resposta a encomendas e a chamadas públicas (convites, editais e outros), apresentadas periodicamente no site da Finep. Projetos cooperativos com MPE s MPE s envolvidas em projetos cooperativos recebem apoio na elaboração e execução de Planos de Desenvolvimento Tecnológico nos setores industrial e de serviços (PDTI), ou no setor agropecuário (PDTA). Essas ações se realizam em cooperação com agentes financeiros locais e instituições de pesquisa e difusão. 8 Projetos com ou sem a cooperação de universidades e instituições de pesquisa e de prestação de serviços tecnológicos. 18

19 Projetos cooperativos com universidades e institutos de pesquisa Em projetos cooperativos com universidades e institutos de pesquisa ou de serviços tecnológicos (públicos ou privados sem fins lucrativos), a Finep concede apoio financeiro não reembolsável dentro da seguinte escala: Porte Grandes empresas Médias empresas Micro e pequenas empresas Apoio financeiro Até 50% do valor total dos componentes do projeto encomendados das organizações 60% do valor total dos componentes do projeto encomendados das organizações 70% do valor total dos componentes do projeto encomendados das organizações Além desses percentuais, ela também pode financiar as contrapartidas exigidas das empresas para aplicação nas universidades e institutos de pesquisa e em serviços tecnológicos envolvidos no projeto. Detalhes I Apoio à Exportação e à Internacionalização de Empresas Brasileiras Público Empresas de grande porte que concentram suas atividades de P&D e seus centros estratégicos de decisão em território nacional; Fornecedores de insumos ou beneficiadores de produtos de empresas enquadradas nesta ação, com base no descrito no item anterior; Associações de empresas; Universidades e instituições públicas e privadas de pesquisa e de serviços tecnológicos. Objetivo Apoiar empresas industriais nacionais em atividades de estudos, pesquisa e desenvolvimento de produtos e mercados, visando ampliar sua presença e participação no exterior. Projetos apoiados Promoção em novos mercados - edição de catálogos, participação em feiras etc. ; Estudos de mercado e de viabilidade - elaboração de planos de negócios visando à exportação ou à internacionalização; Pesquisa, desenvolvimento e certificação de produtos e processos para adequá-los às exigências comerciais e legais de novos mercados; Desenvolvimento ou aquisição de canais de distribuição em novos mercados; Desenvolvimento ou aquisição de marcas. São aceitos projetos individuais ou cooperativos, assim como PDTI s ou PDTA s. Detalhes I Apoio Direto à Inovação nas Micro e Pequenas Empresas (ADI/MPE s) 19

20 Público Empresas de arranjos produtivos locais, cadeias produtivas, incubadoras e parques tecnológicos. Objetivo Apoiar a elaboração de Programas de Desenvolvimento Tecnológico Industrial e Agropecuário (PDTI/PDTA) que resultem em impacto regional e em contribuições para a superação de desequilíbrios sociais, econômicos e de capacitação para inovação. Descrição O programa é constituído de duas fases: Fase 1 apoio à elaboração dos PDTI/PDTA da empresa solicitante por instituições executoras 9 ; Fase 2 quando necessário, financiamento, por meio de operações reembolsáveis, da implantação dos PDTI/PDTA elaborados na fase 1. Detalhes I Apoio Direto ao Desenvolvimento de Empresas de Base Tecnológica Público Empresas nascentes e emergentes de base tecnológica que investem continuamente em P&D e apresentam altas taxas de crescimento. Descrição A Finep oferece dois instrumentos de apoio financeiro de maior abrangência para plano de investimentos, até a entrada no mercado, incluindo as áreas produtiva, comercial, de recursos humanos, marketing etc. Instrumento 1 - Linha de Crédito Especial de Estímulo ao Investimento de Fundos de Capital de Risco Descrição Financia planos de negócios de empresas nascentes e emergentes de base tecnológica, de forma associada e complementar ao aporte de capital por fundos privados de capital de risco credenciados junto à Finep. 9 Instituições de pesquisa e de extensão tecnológica, públicas ou privadas, sem fins lucrativos. 20

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