UENF Universidade Estadual Do Norte Fluminense. Autora: Aline Viana de Souza

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1 UENF Universidade Estadual Do Norte Fluminense Autora: Aline Viana de Souza

2 O presente trabalho, através da pesquisa realizada com os catadores, tanto de rua como do aterro controlado do município de Campos dos Goytacazes, tem por objetivo apresentar um diagnóstico das condições cotidianas que essas pessoas, agentes ambientais, tem presenciado quanto à problemática do lixo, através dos seus trabalhos, que geram renda e políticas ambientais ecologicamente corretas com a venda de resíduos recicláveis. A pesquisa foi realizada entre os meses de agosto e setembro de 2005 e a abordagem dos catadores foi na área central e no aterro da cidade, durante o trabalho destes. Foram realizadas 22 entrevistas, das quais 7 correspondem aos catadores de rua, que atuam pelo centro da cidade. As demais entrevistas foram realizadas com os catadores do aterro da cidade. A pesquisa realizada no aterro teve a participação de 5 entrevistadores, enquanto que, no centro apenas 3 participaram. Durante a pesquisa foram realizadas visitas aos depósitos de reciclagem que se encontram pelas proximidades, com objetivo de reconhecer o local e as atividades, além de conhecer os possíveis catadores. O relatório apresenta nas tabelas relacionadas abaixo, os dados coletados na pesquisa, fornecendo uma visão comparativa entre os catadores de rua e do aterro, estruturando-se da seguinte forma: Parte I Perfil do catador Parte II Perfil da família do catador Parte III Dados da atividade Obs: Durante a coleta de dados no aterro da cidade, choveu, o que dificultou o desenvolvimento normal das entrevistas, deixando-se omitidas algumas das perguntas. 2

3 I Perfil do catador Sexo Masculino 7 100% 6 40% Feminino 0 0% 9 60% Total 7 100% % Do total de entrevistados no centro, todos são homens; enquanto que no aterro a maioria corresponde a mulheres. Idade Até 15 anos 0 0% 2 13% De 16 a 20 anos 0 0% 0 0% De 21 a 30 anos 2 29% 4 27% De 31 a 40 anos 1 14% 1 7% De 41 a 50 anos 0 0% 3 20% De 51 a 60 anos 2 29% 0 0% Acima de 60 anos 1 14% 0 0% Não informado 1 14% 5 33% A faixa etária da maioria dos entrevistados do centro e do aterro está entre os vinte e um e trinta anos. Mas, há ainda no centro uma quantidade significativa de catadores com idade superior aos cinqüenta anos. O entrevistado no centro que consta como dado não informado, é devido ao fato de desconhecer sua idade. Enquanto que os entrevistados do aterro, realmente correspondem a não informações da pergunta. 3

4 Escolaridade Sem escolaridade (ñ estudou) 2 29% 1 7% Primário 2 29% 10 67% 1º grau 3 43% 2 13% 2º grau 0 0% 0 0% 3º grau 0 0% 1 7% Não informado 0 0% 1 7% O baixo nível de escolaridade é observado nitidamente na população do aterro, onde grande parte dos entrevistados chega ao máximo no primário. No centro, a realidade é pouco diferente, chegando a maioria dos entrevistados ao nível de 1º grau. Situação Trabalhista Aposentado 1 14% 1 7% Tem carteira assinada 0 0% 0 0% Não tem carteira assinada (Paga INSS) 2 29% 0 0% Não tem carteira assinada (ñ paga INSS) 3 43% 14 93% Não informado 1 14% 0 0% A maioria dos entrevistados no centro, assim como no aterro, não paga INSS, sendo ainda maior na população do aterro, que corresponde quase que a totalidade dos entrevistados. 4

5 Renda mensal com a atividade Até R$ 50,00 0 0% 2 13% Entre R$ 51,00 e R$ 100, % 3 20% Entre R$ 101,00 e R$150,00 0 0% 2 13% Entre R$ 151,00 e R$ 200, % 2 13% Entre R$ 201,00 e R$ 250, % 1 7% Entre R$ 251,00 e R$ 300, % 1 7% Entre R$ 301,00 e R$ 400,00 0 0% 2 13% Acima de R$ 400,00 0 0% 1 7% Não informado 1 14% 1 7% A renda dos entrevistados do centro e também do aterro é baixíssima, chegando ao máximo no valor de um salário mínimo. No aterro a situação é ainda pior, onde a maioria dos entrevistados possui renda média mensal de cem reais. Poucos são os que conseguem uma renda superior a trezentos ou quatrocentos reais por mês. Naturalidade Campos 6 86% 14 93% Rio 1 14% 0 0% Espírito Santo 0 0% 1 7% Quase que a totalidade dos entrevistados no centro e no aterro são naturais de Campos. 5

6 Parte II Perfil da família do catador Constituição da família Uma pessoa (mora sozinho) 1 14% 0 0% Duas pessoas 1 14% 1 7% Três pessoas 0 0% 0 0% Quatro pessoas 1 14% 3 20% Cinco pessoas 1 14% 1 7% Seis pessoas 2 29% 1 7% Mais de seis pessoas 0 0% 0 0% Não informado 1 14% 9 60% A constituição familiar dos entrevistados é em média de quatro a seis pessoas. Sendo que, grande parte dos entrevistados do aterro não informou o dado em questão. Situação civil dos catadores Casado 4 57% 3 20% Solteiro 3 43% 11 73% Não informado 0 0% 1 7% A quantidade de entrevistados no centro com situação civil de casado é quase a mesma dos solteiros. Enquanto que, grande parcela dos entrevistados no aterro, apresenta-se como solteiro, apesar de alguns já possuírem filhos. 6

7 Presenças de crianças no domicílio do catador (Com até 12 anos de idade) Sim 4 57% 8 53% Não 3 43% 6 40% Não informado 0 0% 1 7% É bastante parcial a presença ou não de crianças de até doze anos de idade no domicílio do catador para os entrevistados no centro, assim como no aterro. Com quem ficam as crianças do domicílio durante o período de trabalho do catador Com a mãe 2 29% 2 13% Outra pessoa da família 0 0% 4 27% Sozinhos 0 0% 0 0% Creche ou escola em período integral 0 0% 3 20% Não informado 5 71% 6 40% Grande parte dos entrevistados do centro, assim como do aterro não informou o dado em questão. Participação em programas sociais Bolsa escola 1 14% 0 0% Cheque-cidadão 1 14% 3 20% Vale alimentação 1 14% 4 27% PETI 0 0% 1 7% Não informado 4 57% 7 47% 7

8 A maioria dos entrevistados do centro e do aterro não informou o dado. Sendo que, o entrevistado no centro que recebe cheque cidadão, também participa do programa bolsa escola. Assim também, um dos entrevistados do aterro recebe cheque cidadão e vale alimentação simultaneamente. (consta somente no item de recebimento de cheque cidadão). Condições de propriedade da residência Própria 5 71% 9 60% Alugada 0 0% 1 7% Cedida 0 0% 5 33% Invadida 0 0% 0 0% Mora no depósito 1 14% 0 0% Morador de rua 0 0% 0 0% Não informado 1 14% 0 0% Observa-se na tabela que a maioria dos entrevistados do centro e do aterro possuem residência própria. Condições de infra-estrutura da residência ENERGIA ELÈTRICA Sim 6 86% % Não 0 0% 0 0% Não informado 1 14% 0 0% 8

9 ÁGUA TRATADA Sim 4 57% 12 80% Não 0 0% 0 0% Não informado 3 43% 3 20% COLETA DE LIXO Sim 6 86% % Não 0 0% 0 0% Não informado 1 14% 0 0% REDE DE ESGOTO Sim 4 57% 9 60% Não 0 0% 0 0% Não informado 3 43% 6 40% Os entrevistados do centro, assim como do aterro, em sua maioria disponibilizam de condições básicas em suas residências, como: energia elétrica, água tratada, coleta de lixo e rede de esgoto. No entanto, somente os entrevistados do aterro em sua totalidade disponibilizam de energia elétrica e coleta de lixo em suas residências. 9

10 Parte III Dados da Atividade Jornada de trabalho Diário 6 86% 11 73% Semanal 1 14% 4 27% Eventual 0 0% 0 0% A jornada de trabalho da maioria dos entrevistados do centro, assim como do aterro é diária. Descrição do dia de trabalho VIAGENS REALIZADAS POR DIA Uma 3 43% 11 73% Duas 1 14% 1 7% Três 1 14% 0 0% Mais de três 0 0% 1 7% Não informado 2 29% 2 13% A maioria dos entrevistados do centro e do aterro faz apenas uma viagem por dia. Alguns dos entrevistados no aterro possuem um espaço reservado no próprio local (quadra), onde armazenam o material coletado até a venda, que normalmente é por semana. 10

11 HORAS TRABALHADAS POR DIA Quatro a seis 1 14% 0 0% Sete a nove 0 0% 10 67% Dez a doze 4 57% 4 27% Treze 1 14% 0 0% Não informado 1 14% 1 7% Os entrevistados do centro têm em sua maioria uma carga horária de dez a doze horas por dia de trabalho. No aterro, o dia de trabalho é representado por sete a nove horas diárias. PESSOAS ENVOLVIDAS NA ATIVIDADE Trabalho individual 5 71% 10 67% Trabalho grupal 2 29% 4 27% Não informado 0 0% 1 7% A maioria dos entrevistados do centro e do aterro desenvolve trabalho individual. Números de pessoas que trabalham com o catador Uma 2 29% 1 7% Duas 0 0% 1 7% Três 0 0% 1 7% Trabalho individual 5 71% 10 67% Não informado 0 0% 2 13% 11

12 No centro, os entrevistados que desenvolvem trabalho em grupo disponibilizam apenas de uma pessoa para lhe ajudar. Enquanto que no aterro, dos entrevistados que adotaram o trabalho em grupo, cada um disponibiliza de uma quantidade diferente de pessoas de apoio no trabalho, variando de uma até três. Perfil dos colaboradores do catador Familiares 2 29% 4 27% Peões 0 0% 0 0% Trabalho individual 5 71% 10 67% Não informado 0 0% 1 7% Todos os entrevistados do centro, assim como do aterro que desenvolvem trabalho em grupo, disponibilizam na ajuda do trabalho colaboradores que fazem parte de suas famílias. Pessoas envolvidas na triagem Próprio catador 6 86% 8 53% Catador e familiares 0 0% 5 33% Não informado 1 14% 2 13% Como a maioria dos entrevistados do centro e do aterro desenvolve atividade de trabalho individual, o próprio catador é o único envolvido na triagem do material. No centro, a situação e a mesma para aqueles que desenvolvem trabalho em grupo. Há ainda no aterro, alguns que possuem a ajuda de familiares no momento da triagem. 12

13 Dados do equipamento utilizado na atividade TIPO DO EQUIPAMENTO UTILIZADO NA ATIVIDADE Carrinho (gaiola) 0 0% 0 0% Carroça 6 86% 5 33% Carrinho de mão 0 0% 0 0% Bicicleta 1 14% 0 0% Não informado 0 0% 10 67% PROPRIEDADE DO EQUIPAMENTO UTILIZADO Próprio 6 86% 3 20% Emprestado 1 14% 2 13% Alugado 0 0% 0 0% Não informado 0 0% 10 67% FONTE FORNECEDORA DO EQUIPAMENTO UTILIZADO NA ATIVIDADE Depósito para o qual vende 3 43% 0 0% Familiar 1 14% 1 7% Outro catador 0 0% 1 7% Compra 1 14% 0 0% Própria 1 14% 1 7% Não informado 1 14% 12 80% 13

14 EVOLUÇÃO DO EQUIPAMENTO UTILIZADO NA ATIVIDADE Mesmo equipamento sempre 2 29% 0 0% Mudou de equipamento 4 57% 2 13% Não informado 1 14% 13 87% MUDANÇA DE EQUIPAMENTO (ANTES) Sacola 0 0% 1 50% Carrinho de mão 2 50% 0 0% Carrinho de supermercado 0 0% 0 0% Bicicleta 2 50% 0 0% Carroça 0 0% 0 0% Não informado 0 0% 1 50% TOTAL 4 100% 2 100% MUDANÇA DE EQUIPAMENTO (DEPOIS) Sacola 0 0% 0 0% Carrinho de mão 0 0% 0 0% Carrinho de supermercado 0 0% 0 0% Bicicleta 0 0% 0 0% Carroça 4 100% 2 100% Não informado 0 0% 0 0% TOTAL 4 100% 2 100% 14

15 A maioria dos entrevistados do centro disponibilizam de uma carroça própria como equipamento de trabalho, fornecida na maior parte dos casos pelo depósito para o qual é vendido o material coletado (a carroça é fornecida para o catador, quando este alcança o peso de 2000 quilos de papelão). Durante o tempo de trabalho, muitos adotaram mudança no equipamento utilizado, passando da bicicleta ou o carrinho de mão para a carroça. No aterro, poucos são os que disponibilizam de equipamento de trabalho, devido ao fato de coletarem em apenas um lugar. O equipamento utilizado é emprestado de algum familiar ou outro catador. Estes que possuem a carroça, levam o material coletado no dia para a triagem em sua casa, compartilhando um espaço da carroça para também levar o material de algum outro catador. A mudança de equipamento, para os que possuíam foi da sacola para a carroça. A maioria reserva o material no seu espaço dentro do aterro, chamado por eles de quadra, até o momento da venda no próprio local. Área de atuação ROTA FIXA DE TRABALHO Sim 5 71% 0 0% Não 1 14% 0 0% Não informado 1 14% % LOCAIS ESPECÍFICOS DE COLETA Sim 5 71% 0 0% Não 0 0% 0 0% Não informado 2 29% % Dos entrevistados no centro, a maioria possui uma rota fixa para buscar o material, além de já garantirem locais específicos para sua coleta. Para os entrevistados no aterro, a situação é diferente, já que buscam o material em um exato lugar, onde todos disputam até mesmo com corridas entre os catadores, além de urubus e insetos o material no meio de tanto lixo. A expectativa torna-se maior a cada caminhão de lixo que chega. 15

16 Nível de informação sobre a coleta da Queiroz Galvão na área de atuação do catador (dias e horários) COLETA CONVENCIONAL DA QUEIROZ GALVÃO Sim 4 57% 3 20% Não 2 29% 1 7% Não informado 1 14% 11 73% COLETA SELETIVA DA QUEIROZ GALVÃO Sim 0 0% 2 13% Não 5 71% 2 13% Não informado 2 29% 11 73% Para os entrevistados no centro o nível de informação quanto à coleta da Queiroz Galvão, somente é considerado em função da coleta convencional, já que nenhum entrevistado diz saber sobre a coleta seletiva. Enquanto que nas entrevistas feitas no aterro da cidade, a maioria não informou o dado da pergunta, poucos são os que sabem tanto da coleta convencional quanto da coleta seletiva. O nível de informação dos entrevistados a respeito da coleta se diz apenas, quanto ao dia da coleta convencional no centro da cidade e nos bairros em que moram. Já a coleta seletiva, o máximo é já terem visto o caminhão em algum lugar. Hábitos relacionados à coleta FORMA COMO COSTUMA ENCONTRAR O MATERIAL Separado 1 14% 1 7% Misturado 4 57% 13 87% Os dois 1 14% 0 0% Não informado 1 14% 1 7% 16

17 BUSCA POR MATERIAIS NO LIXO COMUM Sim 2 29% % Não 3 43% 0 0% Não informado 2 29% 0 0% FORMA DE SELEÇÃO DO MATERIAL Recolhe e depois separa 4 57% 8 53% Recolhe o que interessa 1 14% 5 33% Não informado 2 29% 2 13% LOCAL DE SEPARAÇÃO DO MATERIAL Em casa 2 50% 5 33% Depósito para o qual vende 1 25% 0 0% Terreno baldio 0 0% 0 0% Aterro 0 0% 9 60% Na rua 1 25% 0 0% Não informado 0 0% 1 7% TOTAL 4 100% % DESTINO DADO AO REJEITO Colocado na lixeira 4 57% 0 0% Deixa no aterro 0 0% 4 27% Não produz 1 14% 0 0% Não informado 2 29% 11 73% 17

18 AQUISIÇÃO DO MATERIAL Coleta própria 5 71% 13 87% Compra de outros catadores 0 0% 0 0% Não informado 2 29% 2 13% PERIODICIDADE DA VENDA DO MATERIAL Diária 5 71% 5 33% Semanal 0 0% 7 47% Quinzenal 1 14% 1 7% Mensal 0 0% 1 7% Não informado 1 14% 1 7% A maioria dos entrevistados no centro costuma encontrar o material misturado. No entanto, poucos são, os que buscam no lixo comum. Para muitos, o material coletado é recolhido e depois separado, normalmente a triagem é feita na própria casa do catador e o rejeito encontrado é colocado na lixeira. A maior parte dos entrevistados adquire o material através de coleta própria e adota periodicidade diária de venda. Para os entrevistados no aterro a realidade é diferente, eles costumam encontrar o material misturado, e principalmente por estarem no aterro é que eles buscam no lixo comum. A maioria recolhe e depois separa o que lhe serve no próprio aterro, deixando ali mesmo o rejeito encontrado. Eles adquirem o material através de coleta própria, e muitos adotam periodicidade de venda semanal. 18

19 Dados do material coletado -- No centro Entre os entrevistados, a coleta de material varia de 50Kg e 400Kg diariamente, sendo que a maior procura é de papelão. Mas, como a busca é cada vez maior e os centros comerciais já estão agregando valor ao material, a oferta é cada vez menor. Chega-se encontrar em média até 100Kg de papelão por dia, vendendo no valor de R$ 0,15 o quilo. Além do papelão, eles buscam papel branco (R$ 0,01), plástico (entre R$0,05 e R$ 0,15), e alumínio, que do material coletado é o de maior valor, chegando a venda de R$ 2,50. Apenas dois dos entrevistados no centro da cidade, não informaram nenhum dado a respeito do material coletado. -- no aterro Os entrevistados no aterro buscam por todo tipo de material que possa ser agregado valor, através da reciclagem. A maior quantidade encontrada diariamente é de plástico (200g) e ferro (500g), chegando a venda ao valor de R$ 0,25 e R$ 0,10, respectivamente. Costumam encontrar outros materiais em menores quantidades, como o alumínio, que chega a ser vendido até R$ 2,00. Seis entrevistados não informaram o dado da questão. Acidente de trabalho NÍVEL DE OCORRÊNCIA DE ACIDENTE DE TRABALHO Já sofreu acidente 4 57% 7 47% Nunca sofreu acidente 2 29% 7 47% Não informado 1 14% 1 7% 19

20 DESCRIÇÃO DOS ACIDENTES DE TRABALHO Cortes 2 29% 4 27% Acidentes de trânsito 2 29% 3 20% Quedas 0 0% 0 0% Problemas de saúde provocados pela atividade 0 0% 0 0% Nunca sofreu acidente 2 29% 7 47% Não informado 1 14% 1 7% Para os entrevistados no centro o nível de ocorrência de acidentes de trabalho é maior, se comparado com os catadores do aterro, que apresentam uma proporcionalidade quanto à ocorrência ou não de acidentes. Dos entrevistados que já sofreram algum tipo de acidente, a maior ocorrência é tanto de cortes como acidentes de trânsito para os entrevistados no centro. E para os entrevistados do aterro, a maior incidência é de cortes. Material de proteção NIVEL DE UTILIZAÇÃO Utiliza material de proteção 3 43% 10 67% Não utiliza material de proteção 3 43% 5 33% Não informado 1 14% 0 0% MATERIAL DE PROTEÇÃO UTILIZADO Boné 3 43% 0 0% Luvas 0 0% 9 60% Botas 0 0% 1 7% Não utiliza material de proteção 3 43% 5 33% Não informado 1 14% 0 0% 20

21 Dos entrevistados, a maioria que utiliza material de proteção corresponde aos catadores do aterro. Enquanto que, para os entrevistados no centro é proporcional o uso ou não de material de proteção para os catadores. Quanto ao tipo de material utilizado, para os catadores do centro é o boné. Já os catadores do aterro fazem da luva como principal material de proteção a ser utilizado. Relacionamento com outros catadores PRESENÇA DE OUTROS CATADORES NA MESMA ÁREA DE ATUAÇÃO Há outros catadores na mesma área 4 57% 11 73% Não há outros catadores na mesma área 2 29% 1 7% Não informado 1 14% 3 20% NIVEL DE TRANSTORNOS SENTIDOS COM A PRESENÇA DE OUTROS CATADORES Causam problema 1 14% 2 13% Não causam problema 3 43% 10 67% Não informado 3 43% 3 20% A maioria dos entrevistados do centro, assim como do aterro convivem no seu diaa-dia com a presença de outros catadores na mesma área em que atuam para a coleta de material. No entanto, poucos são os que se sentem transtornados pela presença de outro catador, causando-lhe concorrência. No geral, eles mantêm um bom relacionamento entre eles, evitando divergências e atritos. Alguns cultivam amizades no percorrer do dia de trabalho. Há alguns casos, em que as brigas passam das ofensas verbais; mas são poucos que chegam a esse estágio pela disputa da área de coleta, principal foco das divergências. 21

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