CONSULTA PÚBLICA. No. 003/2010-TB. Diretoria Técnica TERMO DE REFERÊNCIA

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1 CONSULTA PÚBLICA No. 003/2010-TB Diretoria Técnica TERMO DE REFERÊNCIA Aquisição de enlaces de rádios digitais compostos de equipamento de radiocomunicação, sistema irradiante, torres, postes, sistema de gerência, serviços de instalação 1

2 Índice 1. OBJETO INTRODUÇÃO JUSTIFICATIVA MODALIDADE DE CONTRATAÇÃO DESCRIÇÃO DO OBJETO DA PROPOSTA E JULGAMENTO REGIME DE EXECUÇÃO VIGÊNCIA CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO HABILITAÇÃO DOS PRAZOS DE FORNECIMENTO DOS EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS DA AMOSTRA FORMA DE PAGAMENTO DA GARANTIA DE EXECUÇÃO DO CONTRATO DAS OBRIGAÇÕES DA CONTRATADA DAS OBRIGAÇÕES DA CONTRATANTE SANÇÕES ADMINISTRATIVAS GESTÃO E FISCALIZAÇÃO DAS DESPESAS DISPOSIÇÕES GERAIS ANEXO I - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS RÁDIO MICROONDAS DIGITAL SISTEMA DE GERÊNCIA DE ELEMENTO DE REDE RÁDIO ANTENAS E SISTEMA IRRADIANTE TORRE AUTOPORTANTE POSTE ANEXO II ESPECIFICAÇÕES DOS SERVIÇOS INSTALAÇÃO GARANTIA DOS PRODUTOS E ASSISTÊNCIA TÉCNICA TREINAMENTO OPERAÇÃO INICIAL ANEXO III ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA

3 1. RELATÓRIO COMPUTACIONAL RELATÓRIO DE VISTORIA EM CAMPO ESTUDO DE VIABILIDADE DEFINITIVO ANEXO IV PLANILHAS DE FORMAÇÃO DE PREÇO ANEXO V TERMO DE RECEBIMENTO ANEXO VI COMISSIONAMENTO E ACEITAÇÃO DOS RADIOENLACES ANEXO VII TERMO DE ACEITAÇÃO ANEXO VIII ORDEM DE SERVIÇO ANEXO IX TERMO DE SIGILO ANEXO X ESTIMATIVA DE PREÇOS ANEXO XI REQUISITOS DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

4 Índice de Tabelas Tabela 1 - Quantitativo de Anéis, PoPs e Municípios Tabela 2 - Quantitativos ANEL SUDESTE Tabela 3 - Quantitativos ANEL NORDESTE Tabela 4 - Quantitativos ANEL SUL Tabela 5 - Quantitativos REDE NORTE Tabela 6 - Cronograma Estudo Viabilidade Técnica Tabela 7 - Cronograma Ativação Rota de Rádio Tabela 8 - Cronograma Ativação do Sistema de Gerência Tabela 9 - Cronograma Operação Inicial Tabela 10 - Prazo para correção de não conformidades Tabela 11 - Desembolso do Estudo de Viabilidade Técnica Tabela 12 - Desembolso de Rotas de Rádio Tabela 13 - Desembolso do Sistema de Gerência de Elemento Tabela 14 - Desembolso de Treinamento Tabela 15 - Desembolso de Operação Inicial Tabela 16 - Sanções Tabela 17 - Classificação de Eventos Tabela 18 - Níveis de Atendimento

5 Índice de Figuras Figura 1 Anéis e Rede do backbone óptico Figura 2 Rota com um Radioenlace ponto a ponto Figura 3 Rota com repetições Figura 4 Rotas com Radioenlaces Ponto-multiponto Figura 5 - Estrutura simplificada de cabeamento dos sites

6 1. OBJETO 1.1 Contratação, mediante Registro de Preços, de solução de enlaces de rádios digitais, sendo esses compostos de equipamento de radiocomunicação, sistema irradiante, torres, postes, sistema de gerência, serviços de instalação, garantia, treinamento, operação inicial e demais itens necessários ao perfeito funcionamento do enlace, a serem utilizados na rede nacional de telecomunicações. Destaca-se que a solução será implantada em diversos estados do país, para cumprir as disposições contidas nos artigos 1º e 4º do Decreto nº 7.175, de 12 de maio de 2010, que estabelece as diretrizes do Programa Nacional de Banda Larga PNBL, de acordo com as especificações e quantidades estimadas constantes deste instrumento e seus anexos. 6

7 2. INTRODUÇÃO 2.1 O Programa Nacional de Banda Larga (PNBL) Brasil Conectado - foi criado pelo Governo Federal com o objetivo de ampliar o acesso à internet em banda larga no país. A banda larga é uma importante ferramenta de inclusão, que contribui para reduzir as desigualdades e garantir o desenvolvimento econômico e social brasileiro. 2.2 A implantação do Programa teve início com a publicação do Decreto nº 7.175, de 12 de maio de 2010, que lançou as bases para as ações a serem construídas e implantadas coletivamente. 2.3 As ações do Programa estão organizadas em quatro grandes dimensões: Ações regulatórias que incentivem a competição e normas de infraestrutura que induzam à expansão de redes de telecomunicações Ações de incentivos fiscais e financeiros à prestação do serviço de acesso em banda larga, com o objetivo de colaborar para redução do preço ao usuário final; Ações de política produtiva e tecnológica, capazes de atender adequadamente à demanda gerada pelo PNBL; e Ações de implantação de uma rede de comunicação nacional de telecomunicações, com foco de atuação no atacado, neutra e disponível para qualquer prestadora que queira prestar o serviço de acesso em banda larga 2.4 Especificamente, em relação a última dimensão do PNBL, caberá a TELEBRÁS a implantação e gestão desta rede de telecomunicações conforme descrito no artigo 4 do referido decreto: Art 4 Para a consecução dos objetivos previstos no art. 1, nos termos do inciso VII do art. 3o da Lei no 5.792, de 11 de julho de 1972, caberá à Telecomunicações Brasileiras S.A. - TELEBRÁS: I - implementar a rede privativa de comunicação da administração pública federal; II - prestar apoio e suporte a políticas públicas de conexão à Internet em banda larga para universidades, centros de pesquisa, escolas, hospitais, postos de atendimento, telecentros comunitários e outros pontos de interesse público; III - prover infraestrutura e redes de suporte a serviços de telecomunicações prestados por empresas privadas, Estados, Distrito Federal, Municípios e entidades sem fins lucrativos; e IV - prestar serviço de conexão à Internet em banda larga para usuários finais, apenas e tão somente em localidades onde inexista oferta adequada daqueles serviços. 2.5 Além da revitalização da TELEBRÁS, o Decreto 7.175/2010 instituiu que: 7

8 Art 1 Fica instituído o Programa Nacional de Banda Larga - PNBL como o objetivo de fomentar e difundir o uso e o fornecimento de bens e serviços de tecnologias de informação e comunicação, de modo a: I - massificar o acesso a serviços de conexão à Internet em banda larga; II - acelerar o desenvolvimento econômico e social; III - promover a inclusão digital; IV - reduzir as desigualdades social e regional; V - promover a geração de emprego e renda; VI - ampliar os serviços de Governo Eletrônico e facilitar aos cidadãos o uso dos serviços do Estado; VII - promover a capacitação da população para o uso das tecnologias de informação; e VIII - aumentar a autonomia tecnológica e a competitividade brasileiras. 2.6 Para cumprir as obrigações emanadas do Decreto 7.175/2010, a TELEBRÁS elaborou um projeto de implantação de uma rede de transporte de dados que contempla: A utilização das fibras óticas disponíveis nas empresas do Governo Federal; Uma solução baseada na tecnologia DWDM (Dense Wavelength Division Multiplexing), que irá criar um meio de transporte de dados óptico Backbone Óptico; Uma solução baseada na tecnologia Ethernet/ IP/ MPLS que irá dotar a rede de flexibilidade e qualidade para a implementação de diversos serviços de transporte de dados; Uma solução baseada na tecnologia sem fio, que irá possibilitar a capilarização da rede nacional de telecomunicações, por meio da implantação de backhaul, que são redes de transporte de dados que irão interligar os municípios ao backbone; Uma solução de abrigos padronizados de telecomunicações do tipo container e gabinetes com os respectivos equipamentos de energia, climatização, segurança e aterramento, que serão implantados para suportar os elementos anteriores; 2.7 Para compor o processo de contratação foram elaborados Termos de Referências, conforme os itens descritos acima, visando a modularidade do conjunto com objetivo de possibilitar a participação de vários fornecedores especializados em cada segmento. 2.8 Neste termo de referência e em seus anexos estão contempladas as especificações técnicas detalhadas de cada modelo de abrigo (contêiner ou gabinete), bem como as infraestruturas básicas autônomas e compartilhadas que deverão ser fornecidas e implantadas para garantir a integridade física e lógica dos equipamentos da rede nacional de banda larga. 8

9 3. JUSTIFICATIVA 3.1 Consoante o exposto, extrai-se que mediante o Decreto 7.175, de 12 de maio de 2010, o Governo Federal busca melhorar o paradigma da infraestrutura de telecomunicações no país, ao instituir o PNBL, no qual estabelece à Telecomunicações Brasileiras S.A TELEBRÁS, as seguintes competências: provimento da rede privativa de comunicação da administração pública federal; suporte a políticas públicas de conexão a Internet em banda larga; provimento da infraestrutura e redes de suporte a serviços de telecomunicações; e, prestação de serviço de conexão em banda larga aos usuários finais, apenas e tão somente em localidades onde inexista oferta adequada desse serviço. 3.2 A migração e massificação de vários serviços baseados na Web, a convergência de tecnologias e a estratégia de utilizar a Internet como ferramenta importante para o Governo interagir com o próprio Governo, com as empresas e principalmente com o cidadão, têm elevado a demanda por infraestrutura de redes de telecomunicações, tanto para o transporte de alta capacidade de dados, quanto para a entrega dos dados em diversos locais, a chamada última milha ou acesso. 3.3 O cenário atual de telecomunicações do país é caracterizado por uma oferta deficitária de infraestrutura em vários municípios, baixa concorrência, cobertura limitada e prática de preços elevados. Esses fatores restringem o acesso à banda larga a muitos cidadãos e não permitem a adoção da estratégia de utilizar a Internet como instrumento para fomentar o desenvolvimento e a integração da sociedade. 3.4 A implantação de uma rede de telecomunicações de abrangência nacional proporcionará benefícios ao desenvolvimento do Brasil, cujos principais ganhos esperados são: Maior integração dos Governos federal, estadual, distrital e municipal proporcionando agilidade, eficiência e transparência nos processos, como a troca de informações (cadastros), convênios para repasse de verbas, entre outros Maior integração e compartilhamento de infraestrutura de rede com os Governos federal, estadual, distrital e municipal Maior oferta de serviços de governo eletrônico proporcionando uma maior interação e atendimento das necessidades do cidadão, como serviços relacionados à saúde, educação, segurança pública, previdência, entre outros Maior desenvolvimento regional (interiorização) proporcionando alternativas de emprego e renda, como a instalação de unidades de Call Center no interior, o desenvolvimento de pequenos prestadores locais de serviço de internet, entre outros Oferta de uma infraestrutura alternativa de transporte de dados para governos e iniciativa privada, dotando o país de uma malha de transporte robusta, 9

10 interconectando diversas redes e proporcionando, em casos de falhas, rotas físicas distintas para o transporte dos dados Oferta de acessos a Internet, em banda larga, a preços acessíveis às classes C, D e E, apoiados pela implantação da infraestrutura de backbone e backhaul da rede de telecomunicação nacional e pela parceria com prestadores de serviços de telecomunicações. 3.5 Para as finalidades já descritas, será necessário implantar uma rede nacional de telecomunicações com alta escalabilidade, modularidade e capacidade técnica, mediante a instalação e configuração de equipamentos de altíssima capacidade de tráfego no seu núcleo, rádios de comunicação de alta capacidade nas infraestruturas de derivação intermediárias, bem como de equipamentos IP/MPLS para modelar os serviços e para suportar toda a eletrônica implantada. 3.6 Importa registrar que já existe infraestrutura de cabos óticos, que compõe as redes da ELETROBRAS e da PETROBRAS, instalados em diversas regiões do país, os quais serão disponibilizados à TELEBRÁS, consoante as determinações contidas no Decreto 7.175, de 12 de maio de De sorte que tal realidade foi fundamental para nortear a decisão do Governo Federal no sentido de instituir o Programa Nacional de Banda Larga, haja vista que reduzirá de forma significativa os custos e os prazos para a sua implantação. 3.7 O projeto da rede nacional de telecomunicações considerou como principais premissas a confidencialidade de informações estratégicas governamentais, a alta capacidade de transporte de dados, a flexibilidade, escalabilidade e, principalmente, a disponibilidade da rede, visando suprir as demandas do Programa Nacional de Banda (PNBL) Brasil Conectado. 3.8 Para a construção dessa rede nacional faz-se necessário a aquisição de infraestrutura básica das estações de telecomunicações com fornecimento de contêineres, gabinetes e materiais para o funcionamento e acomodação dos equipamentos dos sistemas ópticos, de rádio e da rede IP. 10

11 4. MODALIDADE DE CONTRATAÇÃO 4.1 O objeto deste termo de referência enquadra-se na categoria de bens e serviços comuns, de que trata a Lei nº /2002 e o Decreto nº 5.450/2005, por possuírem padrões de desempenho e características gerais e específicas usualmente encontradas no mercado, podendo ser licitado por meio da modalidade Pregão. 4.2 As contratações em questão serão realizadas mediante Sistema de Registro de Preços (SRP), conforme o Decreto Nº 3.931, de 19 de setembro A agilidade e simplicidade proporcionada pelo Pregão, aliada ao SRP, possibilita que a contratação seja ajustada à necessidade de cada projeto executivo. Essa flexibilidade é imprescindível uma vez que ajustes finais são necessários após a realização de medidas de campo. 4.4 O SRP também possibilitará à CONTRATANTE a adequação das contratações às prioridades decorrentes das políticas públicas, bem como à disponibilidade orçamentária para implementação da rede. 4.5 A contratação tem por objetivo, respeitada a isonomia entre os licitantes, selecionar a proposta mais vantajosa para a Administração e promover o desenvolvimento nacional, garantindo a boa qualidade dos equipamentos e softwares de empresas comprometidas com o desenvolvimento do país e a custos mais reduzidos, contribuindo para o fortalecimento dos vários segmentos da economia brasileira e para a diminuição dos gastos governamentais. 11

12 5. DESCRIÇÃO DO OBJETO 5.1 O objeto deste termo é a contratação de enlaces de rádios digitais a serem utilizados na rede nacional de telecomunicações, sendo esses compostos de equipamento de radiocomunicação, sistema irradiante, torres, postes, solução de gerência de elementos, estudo de viabilidade técnica, treinamento, operação inicial, incluindo garantia e assistência técnica, serviços de instalação, descritos e especificados nos ANEXOS I, II, e III. 5.2 Para efeito dessa contratação entende-se como: Rota : é o conjunto de radioenlaces necessário para atender um ou mais municípios a partir de uma estação de telecomunicação do backbone (PoP) Radioenlace: é a conexão de dois pontos distintos com equipamentos de rádio digital de alta capacidade Uma rota pode ser composta por vários radioenlaces Estação Terminal de Rádio: é a estação que está localizada na sede do município Estação Repetidora de Rádio: é a estação intermediária que será implantada sempre que não for possível um enlace direto entres as estações de telecomunicação (PoP) e a estação terminal de rádio. 5.3 O objeto deste Termo de Referência é organizado em 4 (quatro) grupos, que foram divididos conforme os anéis Sudeste, Nordeste, Sul e Rede Norte da rede nacional. A seguir, apresenta-se uma lista dos itens quem compõe esses grupos para cotação e formação de Registro de Preços: Rádios Digitais Antenas e sistemas irradiantes Torres / Postes Sistema de Gerência de Elementos - Rádio Estudo de Viabilidade Técnica Treinamento Operação Inicial 5.4 Também fazem parte do escopo todas licenças de software necessárias para o funcionamento da solução, incluindo sistemas operacionais, sistemas de gerenciamento de bancos de dados, quando necessários, e licenças de módulos de softwares embarcados nos equipamentos. As licenças de software deverão ser fornecidas livres de quaisquer limites tais como quanto ao número de equipamentos ou objetos gerenciados, elementos de rede, número de usuários, número de servidores, número de CPUs/Cores e tamanho de memória ou do banco de dados. 12

13 5.5 Rádios Digitais TELECOMUNICAÇÕES BRASILEIRAS S.A. TELEBRÁS Para os fins dessa contratação, o backbone óptico da rede de transporte do PNBL foi dividido em anéis, assim denominados: Anel Sudeste, Anel Nordeste, Anel Sul e terá ramificações, conforme trajeto de fibras ópticas a serem utilizadas. Neste termo de referência, estas ramificações na região Norte e Centro-Oeste serão denominadas como Rede Norte Os possíveis trajetos estão apresentados no mapa abaixo. Figura 1 Anéis e Rede do backbone óptico A partir do backbone óptico foram considerados os municípios cujas suas sedes se situam até 50 (cinquenta) km e 100 (cem) km dos PoPs (Pontos de Presença), como potenciais locais de atendimento por meio do PNBL. Na Tabela 1 estão apresentados os quantitativos de PoPs, municípios e a extensão do backbone óptico instalado. 13

14 Extensão das fibras ópticas (km) Qtde. PoPs Qtde. Municípios Potenciais (distância do backbone) entre 50 km e até 50 km 100 km Qtde. Total Municípios Anel Sudeste Anel Nordeste Anel Sul Rede Norte Total Tabela 1 - Quantitativo de Anéis, PoPs e Municípios Na composição do backhaul, os PoPs efetuarão a agregação do tráfego. Nessa topologia, o PoP é o ponto de partida do enlace de rádio na derivação do tráfego, pois será o local onde a infraestrutura do anel óptico será aberta para coleta e distribuição do tráfego Com origem nos PoPs, serão implementados enlaces de rádio full-duplex com destino à sede dos municípios distantes do backbone óptico. Para essa contratação, foram consideradas 3 topologias básicas de enlace: Rota com um Radioenlace Ponto-a-ponto POP do Backbone Sede de Município Figura 2 Rota com um Radioenlace ponto a ponto 14

15 Rota Ponto-a-ponto Com Repetição Estação Repetidora Estação Repetidora A - POP do Backbone B - Sede de Município Figura 3 Rota com repetições Rota com Radioenlaces Ponto-multiponto Sede Município Sede Município PoP Sede Município Sede Município Sede Município Sede Município Figura 4 Rotas com Radioenlaces Ponto-multiponto 15

16 5.5.5 Dos PoPs partirão rotas compostas por radioenlaces para atender uma ou mais sedes dos municípios conforme a solicitação da TELEBRÁS e o estudo de viabilidade técnica elaborado pela CONTRATADA e submetido a aprovação da TELEBRÁS Os radioenlaces deverão atender aos requisitos técnicos do ANEXO I - Especificação Técnica. 5.6 Antenas e Sistemas Irradiantes As antenas e sistemas irradiantes deverão ter características compatíveis com rádios digitais, plano de freqüência, distância entre enlaces, ganho calculado para o enlace, diâmetro e demais parâmetros que serão definidos no estudo de viabilidade técnica A especificação das antenas encontra-se descrita do ANEXO I Especificação Técnica O fornecimento e instalação das antenas, seus conectores, cabos de RF e/ou FI, respectivos acessórios nas quantidades necessárias, bem como todo e qualquer material utilizado nas suas instalações é de responsabilidade da CONTRATADA. 5.7 Torres e Postes A especificação detalhada das torres e postes de radiocomunicação encontra-se descrita no ANEXO I Especificação Técnica. 5.8 Estudo de Viabilidade Técnica Estudo preliminar que tem por objetivo definir as características técnicas do radioenlace, tais como: faixa de freqüência de operação, níveis de potência transmitida e recebida, altura das torres e postes, tipo e altura das antenas e demais parâmetros técnicos necessários ao perfeito funcionamento do radioenlace As informações técnicas do estudo serão submetidas à aprovação da TELEBRÁS, que definirá os quantitativos dos itens da ata de registro de preço a serem contratados para o atendimento do radioenlace A especificação deste item está detalhada no ANEXO III - Estudo de Viabilidade. 5.9 Sistema de Gerência de Elementos Os equipamentos de radioenlaces deverão ser fornecidos com a sua respectiva plataforma de gerência e com os serviços associados: configuração, instalação, ativação, treinamento e garantia de funcionamento de equipamentos novos, conforme as especificações e condições constantes neste instrumento e seus anexos A especificação detalhada da plataforma de gerência encontra-se descrita no ANEXO I - Especificação Técnica. 16

17 5.10 Treinamento TELECOMUNICAÇÕES BRASILEIRAS S.A. TELEBRÁS Os treinamentos serão de natureza teórica e prática devendo abranger todos os equipamentos, componente e softwares das soluções ofertadas em seus aspectos mais relevantes A especificação do Treinamento encontra-se descrita no ANEXO II Especificações de Serviços Operação Inicial O serviço de Operação Inicial tem como objetivo operar, monitorar e executar a manutenção preventiva e corretiva do objeto em regime 24 (vinte e quatro) horas x 7 (sete) dias por semana durante o período de 6 (seis) meses. Além disso, esse serviço deverá ser prestado dentro de cada anel/rede ou grupo e cotado por unidade de radioenlace instalada A especificação da Operação Inicial encontra-se descrita no ANEXO II Especificações de Serviços Quantitativos por grupo ou anel O objeto deste Termo de Referência será composto pelos itens descritos no item 5.3, os quais estão descritos abaixo e organizados em tabelas para cotação e formação de Registro de Preços Estas tabelas também indicam os quantitativos estimados para cada um dos itens da contratação. Esses valores servem para balizar a licitante em relação à expectativa para as futuras aquisições da TELEBRÁS. Destaca-se que esses quantitativos não representam qualquer compromisso ou obrigação de contratação por parte da TELEBRÁS. 17

18 Item GRUPO I ANEL SUDESTE Descrição Quantidade Estimada 1 Rádio digital com frequência de operação de 18GHz à 23GHz Rádio digital com frequência de operação de 8GHz à 11GHz Rádio digital com frequência de operação de 5GHz à 7,5GHz Antena de 60 cm de diâmetro com frequência de operação de 18GHz à 23GHz Antena de 120 cm de diâmetro com frequência de operação de 18GHz à 23GHz Antena de 60 cm de diâmetro com frequência de operação de 8GHz à 11GHz Antena de 120 cm de diâmetro com frequência de operação de 8GHz à 11GHz Antena de 120 cm de diâmetro com frequência de operação de 5GHz à 7,5GHz Antena de 180 cm de diâmetro com frequência de operação de 5GHz à 7,5GHz Antena de 240 cm de diâmetro com frequência de operação de 5GHz à 7,5GHz Torre 100m de altura com instalação Torre 80m de altura com instalação Torre 60m de altura com instalação Torre 50m de altura com instalação Torre 40m de altura com instalação Torre 30m de altura com instalação Torre 20m de altura com instalação Poste metálico de 50 m de altura Poste metálico de 40 m de altura Poste metálico de 30 m de altura Sistema de Gerência de rede para rádios digitais com instalação 1 22 Treinamento 8 23 Operação Inicial Estudo de Viabilidade Técnica 989 Tabela 2 - Quantitativos ANEL SUDESTE 18

19 GRUPO II - ANEL NORDESTE Item Descrição Quantidade Estimada 1 Rádio digital com frequência de operação de 18GHz à 23GHz Rádio digital com frequência de operação de 8GHz à 11GHz Rádio digital com frequência de operação de 5GHz à 7,5GHz Antena de 60 cm de diâmetro com frequência de operação de 18GHz à 23GHz Antena de 120 cm de diâmetro com frequência de operação de 18GHz à 23GHz Antena de 60 cm de diâmetro com frequência de operação de 8GHz à 11GHz Antena de 120 cm de diâmetro com frequência de operação de 8GHz à 11GHz Antena de 120 cm de diâmetro com frequência de operação de 5GHz à 7,5GHz Antena de 180 cm de diâmetro com frequência de operação de 5GHz à 7,5GHz Antena de 240 cm de diâmetro com frequência de operação de 5GHz à 7,5GHz Torre 100m de altura com instalação Torre 80m de altura com instalação Torre 60m de altura com instalação Torre 50m de altura com instalação Torre 40m de altura com instalação Torre 30m de altura com instalação Torre 20m de altura com instalação Poste metálico de 50 m de altura Poste metálico de 40 m de altura Poste metálico de 30 m de altura Sistema de Gerência de rede para rádios digitais com instalação 1 22 Treinamento 8 23 Operação Inicial Estudo de Viabilidade Técnica 1285 Tabela 3 - Quantitativos ANEL NORDESTE 19

20 GRUPO III ANEL SUL Item Descrição Quantidade Estimada 1 Rádio digital com frequência de operação de 18GHz à 23GHz Rádio digital com frequência de operação de 8GHz à 11GHz Rádio digital com frequência de operação de 5GHz à 7,5GHz Antena de 60 cm de diâmetro com frequência de operação de 18GHz à 23GHz 87 5 Antena de 120 cm de diâmetro com frequência de operação de 18GHz à 23GHz Antena de 60 cm de diâmetro com frequência de operação de 8GHz à 11GHz Antena de 120 cm de diâmetro com frequência de operação de 8GHz à 11GHz Antena de 120 cm de diâmetro com frequência de operação de 5GHz à 7,5GHz Antena de 180 cm de diâmetro com frequência de operação de 5GHz à 7,5GHz Antena de 240 cm de diâmetro com frequência de operação de 5GHz à 7,5GHz Torre 100m de altura com instalação Torre 80m de altura com instalação Torre 60m de altura com instalação Torre 50m de altura com instalação Torre 40m de altura com instalação Torre 30m de altura com instalação Torre 20m de altura com instalação Poste metálico de 50 m de altura Poste metálico de 40 m de altura Poste metálico de 30 m de altura Sistema de Gerência de rede para rádios digitais com instalação 1 22 Treinamento 8 23 Operação Inicial Estudo de Viabilidade Técnica 547 Tabela 4 - Quantitativos ANEL SUL 20

21 GRUPO IV REDE NORTE Item Descrição Quantidade Estimada 1 Rádio digital com frequência de operação de 18GHz à 23GHz 87 2 Rádio digital com frequência de operação de 8GHz à 11GHz Rádio digital com frequência de operação de 5GHz à 7,5GHz Antena de 60 cm de diâmetro com frequência de operação de 18GHz à 23GHz 37 5 Antena de 120 cm de diâmetro com frequência de operação de 18GHz à 23GHz 28 6 Antena de 60 cm de diâmetro com frequência de operação de 8GHz à 11GHz Antena de 120 cm de diâmetro com frequência de operação de 8GHz à 11GHz Antena de 120 cm de diâmetro com frequência de operação de 5GHz à 7,5GHz Antena de 180 cm de diâmetro com frequência de operação de 5GHz à 7,5GHz Antena de 240 cm de diâmetro com frequência de operação de 5GHz à 7,5GHz Torre 100m de altura com instalação Torre 80m de altura com instalação Torre 60m de altura com instalação Torre 50m de altura com instalação Torre 40m de altura com instalação Torre 30m de altura com instalação Torre 20m de altura com instalação 9 18 Poste metálico de 50 m de altura Poste metálico de 40 m de altura Poste metálico de 30 m de altura Sistema de Gerência de rede para rádios digitais com instalação 1 22 Treinamento 8 23 Operação Inicial Estudo de Viabilidade Técnica 224 Tabela 5 - Quantitativos REDE NORTE 21

22 6. DA PROPOSTA E JULGAMENTO 6.1 Essa contratação é composta por itens organizados em grupos para a formação de ata de registro de preços. Os lances deverão ser oferecidos por item, ou seja, a disputa se dará por item, mas será considerado, para fins de classificação, o menor VALOR GLOBAL para cada um dos grupos, segundo os quantitativos discriminados no ANEXO IV Planilhas de formação de preço. 6.2 O critério para julgamento e classificação das propostas será o de menor preço por grupo, ou seja, para cada grupo será considerada vencedora aquela licitante que apresentar o menor VALOR GLOBAL, que é aquele resultante da somatória de todos os valores totais dos itens que compõem o grupo. Assim, os lances concedidos serão aplicados ao valor inicial proposto de cada item e estarão refletidos no somatório desses itens para gerar o VALOR GLOBAL do grupo. Dessa forma, não está prevista, portanto, a contratação de itens dentro do mesmo grupo junto a fornecedores distintos. 6.3 A licitante deverá apresentar proposta de preço conforme o ANEXO IV Planilhas de formação de preço deste Termo de Referência. Os preços deverão ser expressos em reais (R$) com duas casas decimais e conter todos os tributos e encargos decorrentes do fornecimento dos equipamentos e da prestação dos serviços relativos a esta contratação, ou seja, a Planilha de Formação de Preços deverá ser preenchida com os preços cotados para cada item do grupo. 6.4 Os lances propostos e levados em consideração para efeito de julgamento serão de exclusiva e total responsabilidade da licitante. Para fins de julgamento, não serão consideradas propostas com oferta de vantagem não prevista no EDITAL. 6.5 As propostas apresentadas serão analisadas pelo Pregoeiro e Equipe de Apoio, sendo desclassificadas aquelas que não atenderem integralmente a este Termo de Referência e anexos do edital. 6.6 Tendo em vista o 2º do Art. 4º do Decreto 7.175/2010, que confere o caráter estratégico à rede de suporte ao Programa Nacional de Banda Larga PNBL, em conformidade com o disposto no 12º do Art. 3º da Lei 8.666/93, alterado pela Medida Provisória 495/2010, a TELEBRÁS poderá restringir a participação na licitação a produtos com TECNOLOGIA DESENVOLVIDA no Brasil e produzidos de acordo com o PROCESSO PRODUTIVO BÁSICO - PPB definido na Lei / A verificação quanto a certificação relativa à TECNOLOGIA DESENVOLVIDA no Brasil e/ou PROCESSO PRODUTIVO BÁSICO - PPB, ocorrerá após a fase de lances do pregão e antes da promulgação do vencedor O prazo para a comprovação do item 6.7 será de até 3 (três) horas após a solicitação do pregoeiro que ocorrerá após o término da fase de lances. 6.8 Na hipótese de não existirem licitantes que atendam as condições descritas no item 6.6 excepcionalmente, não se aplicará a restrição em questão e o pregoeiro procederá à avaliação de todas as propostas apresentadas. 22

23 6.9 Após o encerramento da etapa de lances da sessão pública, o Pregoeiro poderá encaminhar, pelo sistema eletrônico, contraproposta à licitante que tenha apresentado lance mais vantajoso, para que seja obtida melhor proposta, observado o critério de julgamento, não se admitindo negociar condições diferentes daquelas previstas no Edital A negociação será realizada por meio do sistema, podendo ser acompanhada pelas demais licitantes Encerrada a etapa de lances, o Pregoeiro examinará a proposta classificada em primeiro lugar quanto à compatibilidade do preço em relação ao estimado para a contratação e sua exeqüibilidade, a habilitação da licitante e o atendimento de todas as exigências conforme disposições do Edital Constatado o atendimento às exigências fixadas no Edital, a licitante será declarada vencedora do grupo Se a proposta vencedora não for aceitável, ou se a licitante desatender às exigências habilitatórias, ou ainda se não ocorrer atendimento de todas as exigências do Edital, o Pregoeiro examinará a proposta subseqüente e, assim sucessivamente, na ordem de classificação, até a apuração da proposta que atenda a todas as exigências do Edital Ocorrendo à situação a que se refere o subitem anterior, o Pregoeiro poderá negociar com a licitante para que seja obtido preço melhor Após o encerramento da sessão da etapa de lances a(s) licitante(s) detentora(s) da(s) melhor(es) oferta(s) deverá(ao) encaminhar, impreterivelmente no prazo máximo de 2 (duas) horas, por meio do campo Anexo da Proposta, ou caso haja algum problema pelo fax nº (61) ou pelo institucional: a proposta de preços contendo: razão social, endereço, telefone/fax, número do CNPJ/MF, dados bancários (como: banco, agência, número da conta-corrente e praça de pagamento), prazo de validade de no mínimo 60 (sessenta) dias a contar da data da abertura da sessão deste Pregão, e conter as especificações do objeto de forma clara, atualizada com lance final ofertado A proposta de preços descrita no subitem anterior deverá ser redigida em língua portuguesa, digitada, em uma via, sem emendas, rasuras, entrelinhas ou ressalvas, devendo a última folha ser assinada e as demais rubricadas pelo representante legal da licitante, nos termos do Modelo da Proposta Comercial, anexa ao Edital A licitante detentora da melhor oferta deverá comprovar, no prazo máximo de 01 (uma) hora, sua condição de habilitação, na forma do que determina o Edital, podendo esta comprovação se dar por meio do fax nº (61) ou pelo institucional: no que couber, por meio de consulta ao SICAF, conforme o caso. 23

24 6.18 Os originais dos documentos exigidos nos subitens 6.7, 6.15, 6.16 e 6.17, deverão ser encaminhados no prazo máximo de 48 (quarenta e oito) horas, a contar da solicitação do Pregoeiro no sistema eletrônico No julgamento da proposta de preços e habilitação, o Pregoeiro poderá sanar erros ou falhas que não alterem a substância dos documentos e sua validade jurídica, mediante despacho fundamentado, registrado em ata e acessível a todos, atribuindo-lhes a eficácia para fins de habilitação e classificação Ao final da sessão pública do Pregão divulgar-se-á ata no sistema eletrônico, na qual constará a indicação do lance vencedor, a classificação dos lances apresentados e demais informações relativas ao certame licitatório, sem prejuízo das demais formas de publicidade previstas na legislação pertinente. 24

25 7. REGIME DE EXECUÇÃO 7.1 O objeto será fornecido mediante a forma de execução indireta, sob regime de EMPREITADA POR PREÇO GLOBAL, nos termos da Lei nº 8.666/93. 25

26 8. VIGÊNCIA 8.1 O prazo de vigência da Ata de Registro de Preços será de 1 (um) ano, a partir da data de sua assinatura. 8.2 A existência de preços registrados não obriga a TELEBRÁS a firmar as contratações que deles poderão advir, facultando-se a realização de licitação específica para o objeto pretendido, sendo assegurado ao detentor do registro a preferência no fornecimento dos equipamentos e na execução dos serviços em igualdade de condições. 8.3 O prazo de vigência dos contratos, que poderão ser celebrados a partir da adesão a ata em questão, será de 42 (quarenta e dois) meses, a contar da data de sua assinatura. 26

27 9. CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO 9.1 Poderão participar deste certame empresas interessadas que atenderem a todas as exigências constantes do Edital. 9.2 NÃO PODERÃO participar da licitação: Empresas que estejam com o direito de licitar e contratar suspensos com a União, bem como com a TELEBRÁS, conforme o art. 7º da Lei /2002; Empresas que tenham sido declaradas Inidôneas por órgão da Administração Pública Empresas que se encontrem sob o regime falimentar; Empresas estrangeiras que não funcionem no País; Sociedades cooperativas. 9.3 A declaração falsa relativa ao cumprimento dos requisitos de habilitação e à proposta sujeitará o LICITANTE às sanções previstas no Edital. 9.4 Caso a licitante participe por meio de consórcio, as seguintes regras deverão ser observadas, sem prejuízo de outras existentes no restante do Edital: Cada consorciado deverá atender individualmente as exigências relativas à regularidade jurídica, fiscal e econômico-financeira contidas no Edital; As exigências de qualificação técnica deverão ser atendidas pelo consórcio, por intermédio de qualquer dos consorciados isoladamente, admitida a soma das qualificações técnicas apresentadas pelos consorciados. Não será aceito atestado emitido de um consorciado para outro integrante do mesmo consórcio O não atendimento das normas previstas no Edital por qualquer consorciado acarretará a automática desclassificação ou inabilitação do consórcio; Não há limite de número de empresas para constituição do consórcio; A LICITANTE que participar desta licitação em consórcio, não poderá participar também de forma isolada ou como membro de mais de um consórcio Só poderão participar do certame, consórcios cuja liderança seja exercida por empresa brasileira, quando em consórcio formado por empresas brasileiras e estrangeiras É obrigatória a constituição do consórcio e o seu registro para participar da licitação As empresas consorciadas responderão solidariamente pelos atos praticados pelo consórcio que constituírem, desde a fase da licitação, até o final da execução do contrato. 27

28 9.5 Excepcionalmente, será admitida a subcontratação de serviços acessórios e complementares. No entanto, a CONTRATADA será a única e exclusiva responsável pela execução do objeto, não tendo a SUBCONTRATADA qualquer vínculo com a TELEBRÁS. 28

29 10. HABILITAÇÃO 10.1 Para aferir a habilitação (jurídica, fiscal, econômico-financeira e técnica) dos LICITANTES observar-se-á as determinações contidas na legislação vigente, em especial na Lei 8.666/93, destacando-se o seguinte: 10.2 A LICITANTE já regularmente cadastrada e habilitada parcialmente no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores SICAF - ficará dispensada de apresentar os documentos nele contemplados, observando, ainda, as determinações contidas na INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 5, de A LICITANTE que optar pela habilitação por meio do SICAF, registro cadastral oficial do Poder Executivo Federal, nos termos da INSTRUÇÃO NORMATIVA nº 5, de , do extinto Ministério de Administração e Reforma do Estado MARE e Decreto nº 3.722, e atualizações posteriores, deverá atender às seguintes exigências: Apresentar, no SICAF, todos os índices relativos à situação financeira; As LICITANTES que apresentarem, no SICAF, qualquer dos índices relativos à boa situação financeira igual ou menor que 1,0 (um) deverão comprovar possuir capital social ou patrimônio líquido de, no mínimo, 10% (dez por cento) do valor estimado para a contratação do grupo, objeto da disputa, devendo a comprovação ser feita relativamente à data da apresentação da proposta, na forma da lei, devendo ser feita a atualização para essa data por meio índices oficiais. A comprovação será feita mediante apresentação do balanço patrimonial e demonstrações contábeis do último exercício social, já exigíveis e apresentados na forma da legislação em vigor; A condição do item é aplicável apenas para as empresas que não possuam índice superior a 1. Não obstante, será exigida de todas as LICITANTES, indistintamente, a comprovação de possuir capital social ou patrimônio líquido de no mínimo 1% (um por cento) do valor estimado para a contratação do grupo objeto da disputa No caso de participação em consórcio a exigência de que trata o item aplicar-se-á, única e exclusivamente, à empresa-líder A comprovação da HABILITAÇÃO JURÍDICA, da REGULARIDADE FISCAL e da QUALIFICAÇÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA se fará mediante consulta on-line ao SICAF, depois de encerrada a etapa de lances; Os interessados em participar da presente licitação, que não estejam habilitados parcialmente no SICAF, poderão habilitar-se em qualquer Unidade Cadastradora do Sistema. A relação das unidades cadastradoras poderá ser obtida, via internet, no endereço Qualificação econômico-financeira Certidão negativa de pedido de falência, concordata ou recuperação judicial, expedida pelo distribuidor da sede do LICITANTE que esteja dentro 29

30 do prazo de validade expresso na própria certidão. Caso as certidões sejam apresentadas sem indicação do prazo de validade, serão consideradas válidas, para este certame, aquelas emitidas há no máximo 90 (noventa) dias da data estipulada para a abertura da sessão; 10.5 Documentos Complementares As LICITANTES deverão apresentar os seguintes documentos complementares: Declaração de que não existe em seu quadro, funcionários menores de 18 (dezoito) anos efetuando trabalho noturno, perigoso ou insalubre ou ainda, empregado com idade inferior a 16 (dezesseis) anos efetuando qualquer trabalho, salvo na condição de aprendiz, a partir dos 14 (quatorze) anos (via sistema Comprasnet); Apresentar declaração de inexistência de fato superveniente impeditivo a sua habilitação no SICAF, que o impeça de participar de licitações (via sistema Comprasnet); No caso de Microempresas-ME e Empresas de Pequeno Porte- EPP, declaração de enquadramento nessas situações (via sistema Comprasnet); A não apresentação dos documentos exigidos no Edital implicará na desclassificação ou na inabilitação da LICITANTE e a aplicação das penalidades previstas no item 16 do Termo de Referência - Sanções Administrativas; Aplicar-se-á à empresas na condição de microempresas ou empresas de pequeno porte a legislação pertinente, notadamente a Lei Complementar nº 123, de e do Decreto nº 6.204, de Relativos à qualificação técnica: Os consorciados que desenvolvam serviços de engenharia, arquitetura e agronomia, deverão apresentar registro ou inscrição na entidade profissional competente, Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia CREA Apresentar atestado(s) ou declaração(ões) de capacidade técnica (A.C.T), expedido(s) por pessoa(s) jurídica(s) de direito público ou privado, devidamente registrado no CREA, que comprove(m) que a LICITANTE tenha executado serviços ou fornecido produtos compatíveis em características e quantidades com o objeto deste edital, em que conste referência às parcelas de maior relevância, assim consideradas: Fornecimento e instalação, a cliente(s) situado(s) no Brasil de no mínimo de 50 (cinqüenta) torres de 20 (vinte) m a 50 (cinqüenta) m, devidamente registrado no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA), acompanhado da(s) respectiva(s) Certidão(ões) de Acervo Técnico (C.A.T), indicando o responsável técnico legal, conforme 30

31 respectivas especificações constantes deste edital. Aceitando-se o atendimento do quantitativo total dessa exigência pela soma de mais de um Atestado de Capacidade Técnica (A.C.T) Fornecimento e instalação, a cliente(s) situado(s) no Brasil de no mínimo de 30 (trinta) torres de 60 (sessenta) m a 100 (cem) m, devidamente registrado no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA), acompanhado da(s) respectiva(s) Certidão(ões) de Acervo Técnico (C.A.T), indicando o responsável técnico legal, conforme respectivas especificações constantes deste edital. Aceitando-se o atendimento do quantitativo total dessa exigência pela soma de mais de um Atestado de Capacidade Técnica (A.C.T) Fornecimento e instalação, a cliente(s) situado(s) no Brasil de no mínimo de 50 (cinqüenta) postes de 20(vinte) m a 50(cinqüenta) m, devidamente registrado no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA), acompanhado da(s) respectiva(s) Certidão(ões) de Acervo Técnico (C.A.T), indicando o responsável técnico legal, conforme respectivas especificações constantes deste edital. Aceitando-se o atendimento do quantitativo total dessa exigência pela soma de mais de um Atestado de Capacidade Técnica (A.C.T) Fornecimento e instalação, a cliente(s) situado(s) no Brasil de 150 (cento e cinqüenta) rádios digitais em microonda e sistemas irradiantes na faixa de freqüência de 5 GHz a 23 GHz, devidamente registrado no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA), acompanhado da(s) respectiva(s) Certidão(ões) de Acervo Técnico (C.A.T), indicando o responsável técnico legal, conforme respectivas especificações constantes deste edital Comprovação de que o(s) responsável(is) técnico(s) legal(is) mencionado(s) no (s) atestado(s) de capacidade técnica faz(em) parte do quadro permanente do licitante ou possui(em) vínculo com o mesmo. Tal comprovação poderá ser realizada mediante a apresentação de um dos documentos descritos a seguir: No caso de ser sócio-proprietário do licitante: através da apresentação do contrato social ou outro documento legal, devidamente registrado no Órgão competente; No caso de empregado do licitante: mediante a apresentação da Carteira de Trabalho e Previdência Social CTPS, comprovando o vínculo empregatício do profissional com o licitante; No caso de prestador de serviço deverá ser comprovado o vínculo com o licitante por período superior a 1 (um) ano. 31

32 Prestação de serviço de operação, monitoração e manutenção preventiva e corretiva de radioenlaces por no mínimo 6 meses, prestados à clientes situado(s) no Brasil, para 50 (cinqüenta) enlaces de rádio A LICITANTE deverá apresentar o(s) Certificado(s) de Homologação emitido pela ANATEL, referentes aos equipamentos, conforme determina a Resolução No. 242 da ANATEL, de 30 de novembro de Todos os documentos de habilitação emitidos em língua estrangeira deverão ser entregues acompanhados da tradução para língua portuguesa efetuada por Tradutor Juramentado e também devidamente consularizados ou registrados no Cartório de Títulos e Documentos; 32

33 11. DOS PRAZOS DE FORNECIMENTO DOS EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS 11.1 O fornecimento de equipamentos e serviços ocorrerá a partir de contratos gerados da ata de registro de preços. A partir desse contrato serão geradas Ordens de Serviço para a execução do objeto Os prazos de fornecimento dos equipamentos e serviços se iniciarão a partir da emissão de uma Ordem de Serviço (O.S.) pela CONTRATANTE. A entrega e instalação dos itens deverão ser feitas parceladamente, de acordo com os cronogramas abaixo A TELEBRÁS criará tantas Ordens de Serviços quantas forem necessárias para a execução do(s) contrato(s) Nas Ordens de Serviços devem constar os valores totais do fornecimento dos equipamentos e serviços decrescidos do valor da Garantia de Execução Contratual (item 14) As Ordens de Serviço serão divididas em tipos, visando realizar as entregas de acordo com o andamento do cronograma definido pela TELEBRÁS Os tipos de Ordens de Serviço, prazos e cronograma de eventos estão divididos a seguir: Estudo de Viabilidade Técnica Relatório Computacional: entrega de relatório elaborado por meio de ferramenta computacional de prospecção em até 2 (dois) dias corridos após a emissão da Ordem de Serviço, de acordo com os requisitos descritos no ANEXO III - ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA. A confirmação do cumprimento do prazo desse evento será feita eletronicamente Relatório de Vistoria de Campo: entrega de relatório de vistoria em campo (site survey) em até 5 (cinco) dias corridos após a entrega do relatório computacional, de acordo com os requisitos descritos no ANEXO III - ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA. Para esse evento, será emitido pela TELEBRÁS termo de recebimento Estudo de Viabilidade Definitivo: entrega do Estudo de Viabilidade Definitivo em até 3 (três) dias corridos após o termo de recebimento, de acordo com os requisitos descritos no ANEXO III - ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA. Para esse evento, será emitida pela TELEBRÁS aceitação definitiva. 33

34 Evento Prazos (dias corridos) Total Relatório computacional 2 2 Relatório de vistoria em campo (site survey) 5 5 Estudo de viabilidade definitivo 3 3 Total Tabela 6 - Cronograma Estudo Viabilidade Técnica Serão emitidas 50 (cinquenta) Ordens de Serviço de Estudo de Viabilidade Técnica a cada 30 (trinta) dias, por Grupo listado no item Rotas de rádio Ativação da Rota: entrega dos equipamentos necessários à ativação das rotas de rádio, devidamente instalados, configurados e integrados no sistema de gerência de elemento em até 30 (trinta) dias corridos após a emissão da Ordem de Serviço, de acordo com os requisitos descritos no ANEXO II - ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS. Para esse evento, será emitido pela TELEBRÁS termo de recebimento Homologação: experimentação da instalação em até 90 (noventa) dias corridos após a emissão do termo de recebimento, de acordo com os requisitos descritos no ANEXO II - ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS. Para esse evento, será emitida pela TELEBRÁS aceitação definitiva. Evento Prazos (dias corridos) Total Ativação da Rota Homologação Total Tabela 7 - Cronograma Ativação Rota de Rádio Serão emitidas 50 (cinquenta) Ordens de Serviço de Rota de Rádio a cada 30 (trinta) dias, por Grupo listado no item Sistema de Gerência de Elemento Ativação do Sistema de Gerência de Elemento: ativação dos softwares e hardwares necessários ao funcionamento do sistema de gerência de elemento, já com os enlaces/rotas de rádio integrados, em até 30 (trinta) dias corridos após a emissão da Ordem de Serviço, de acordo com os requisitos descritos no ANEXO II - ESPECIFICAÇÕES DE 34

35 SERVIÇOS. Para esse evento, será emitido pela TELEBRÁS termo de recebimento Homologação: experimentação do Sistema de Gerência de elemento em até 30 (trinta) dias após a emissão do termo de recebimento, de acordo com os requisitos descritos no ANEXO II - ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS. Para esse evento, será emitida pela TELEBRÁS aceitação definitiva. Evento Prazo (dias corridos) Total Ativação do Sistema de Gerência de Elemento Homologação Total Tabela 8 - Cronograma Ativação do Sistema de Gerência A Ordem de Serviço do Sistema de Gerência será emitida em conjunto com a primeira Ordem de Serviço de Rota de Rádio, por Grupo listado no item Treinamentos Treinamento: realizar treinamento em até 30 (trinta) dias após a emissão da Ordem de Serviço, de acordo com os requisitos descritos no ANEXO II - ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS. Para esse evento, após a conclusão do treinamento será emitida pela TELEBRÁS aceitação definitiva Operação Inicial Operação Inicial: disponibilizar estrutura e serviços para começo das atividades de operação inicial, de acordo com o ANEXO II - ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS e após solicitação formal da TELEBRÁS por meio de Ordem de Serviço, que deverá ocorrer ao final da homologação dos enlaces que compõem as rotas de rádios ativados Medição: a entrega dos serviços será aferida mensalmente. Evento Prazo (dias corridos) Total Operação inicial Total Tabela 9 - Cronograma Operação Inicial As Ordens de Serviços de Operação Inicial serão emitidas imediatamente após o encerramento da homologação de cada Ordem de Serviço de Rota de Rádio, por Grupo listado no item

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