Prof. Tatiele Lacerda. Curso de administração

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Prof. Tatiele Lacerda. Curso de administração"

Transcrição

1 Prof. Tatiele Lacerda Curso de administração

2 Vamos estudar a política fiscal: nessa visão ela é mais influente para o atingimento do pleno emprego, sem inflação Modelo keynesiano básico: preocupa-se mais com políticas de estabilização da economia a curto prazo, desemprego. Principal problema dos anos 30

3 CONTAB. NACIONAL: medição do produto efetivamente realizado. São relações contábeis e identidades após ter ocorrido (ex-post). TEORIA MACROECONÔMICA: refere-se ao produto potencial, planejado e desejado. Análise ex ant (antes de acontecer). Diz respeito as expectativas teóricas. A Contab. Nacional fornece a base de dados, o referencial estatístico. A Teoria preocupa-se em discutir, por exemplo, se o produto obtido está abaixo ou acima do produto potencial da economia.

4 3.1 CURVA DE DEMANDA AGREGADA DE BENS E SERVIÇOS: A DA é composta pelos quatro agentes da Economia. DA = C + I + G + (X M) Qual o formato da curva de demanda agregada?

5 Gráfico 1 Curva de DA P (nível geral de preços) Curva de demanda agregada Q = PN real = Y

6 Curva de DA é negativamente inclinada, pois: Renda real = y = renda nominal (y)/nível de preços (p) = y/p O nível de preços é inversamente proporcional a y. o que isso quer dizer?

7 Ou seja, a uma dada renda nominal y, quando o nível de preços P se eleva, a renda real y se reduz, ou seja, há uma relação inversa entre p e y, por isso a reta é negativa. Exemplo: 1) Y =?, y = 100, P = 10 Y = 10 2) Y =?, y = 100, P = 20 Y = 5 Com aumento do nível de preços, a renda real cai.

8 OA: quantia que os produtores desejam vender no mercado. OA = Renda nacional = Produto Nacional Real Portanto, a AO é igual ao produto real y. Temos dois tipos de oferta: Potencial ou pleno emprego Efetiva

9 Supondo um aumento da DA, as empresas (OA) podem reagir de 3 maneiras: a) Aumentar a produção física (Q ou Y), mantendo preços (P) constantes, se houver pessoas desempregadas ou capacidade ociosa. desemprego de recursos b) Aumentar os preços (p), sem aumentar a produção física (Q), se os recursos estiverem plenamente empregados. c) Aumentar tanto P como Q se alguns setores da economia estiverem em pleno emprego e outros não.

10 P nível de preços (b) Q constante (a) P constante (c) y pleno emprego

11 Curva de oferta agregada simplificada Controlar a inflação P nível de preços Pleno emprego Desemprego Controlar o que? y

12 O conceito de desemprego neste capítulo é que este ocorre quando a DA é insuficiente para absorver a produção agregada do pleno emprego (desemprego keynesiano ou conjuntural). Desemprego fruto da insuficiência da demanda, por isso, os preços mantêm constante

13 O modelo keynesiano básico possui 3 hipóteses principais: a) Desemprego dos recursos: A DA situa-se abaixo da AO de pleno emprego. b) Curto prazo: o nível tecnológico, o estoque de capital e o estoque de mão de obra são considerados constantes. Embora, os estoques sejam constantes, o nível de utilização da mão de obra e do capital são variáveis.( é a sua utilização e não a sua oferta) c) A curva de OA é fixada: a OA é afetada diretamente pelo estoque de mão de obra (N) e de capital (K) e pelo nível de conhecimento tecnológico (Tec). Ou seja, OA = f (N, K, Tec) Como estes fatores são constantes no curto-prazo, segue que a AO permanece fixa no curto prazo.

14 No curto prazo, apenas a demanda provoca variações de equilíbrio da renda nacional porque a oferta é fixa a CP. De y0 para y1, a curva de OA permanece fixa, embora a renda varie, devido a maior utilização do estoque de fatores de produção. Não há deslocamento da curva (variação de p e q), mas movimentos ao longo da curva OA. P nível de preços DA1 DA2 Tirar a economia do desemprego: Aumentar a DA, porque a AO é rígida yo y1 y

15 Este é o Princípio da Demanda Efetiva pelo qual a demanda determina a produção. Inverte um dos princípios postulados da Teoria Clássica, a Lei de Say em que a oferta cria sua demanda.

16 Objetivo: determinar relações funcionais entre variáveis econômicas, em nível agregado. 4.1 Função consumo: o consumo agregado é uma função crescente do nível de renda nacional (y). C = f (y)

17 OA C = a + b. Y a = consumo autônomo (intercepto) b = PMgC (declividade) PMgC = b = ΔC/ΔY Consumo autônomo: independe da renda. PMgC = acréscimo do consumo, dado um acréscimo da renda nacional. PMgC varia entre [0,1] a C b C = a + b. y y

18 A poupança é a parcela da Renda Nacional não consumida, em dado período de tempo. S = y C Se C = a + by, segue que: S = y (a + by) = y a by S = - a + (1 b)y Propensão marginal a poupar PMgS = 1 b = ΔS/ΔY

19 Graficamente S = - a + (1-b)y (1-b) 0 -a Como PMgS = 1 PMgC, segue que

20 PMgS + PMgC = 1 Temos ainda a propenção média a consumir e a poupar PMeC = C/Y Como S = y C, PMeS = (Y C) Y = y/y c/y = 1 c/y PMeS = 1 PMeC Assim, PMeS + PMeC = 1 Ou, mais simples: PMeS = S/Y

21 Exemplo: Suponhamos que a função consumo seja dada: C = ,8y Sabemos que a função poupança é: S = ,2y E, portanto: PMgC = 0,8 PMgS = 0,2 É constante em relação a renda

22 Graficamente, C,S C = ,8y 0,8 10 S = ,2y y ,2

23 EX. No nível de renda y = 100.: C = ,8 (100) = 90 S = ,2 (100) = 10 PMeC = 90/100 = 0,9 PMeS = 10/100 = 0,1 Varia em relação a renda PMgC = 0,8 PMgS = 1-0,8 = 0,2 ou simplesmente S = ,2Y

24 Os países mais pobres apresentam propensões médias e marginais a consumir maiores que os países mais ricos. O contrário ocorre com as propensões a poupar, pelo fato de que, dado o nível de renda mais baixo, a maior parcela é gasta com consumo de subsistência da população, restando uma pequena proporção para poupança.

25 O investimento é o principal determinante do crescimento do produto e do emprego. Ele desempenha duplo papel: (i) investimento visto como elemento da demanda agregada: é a fase em que apenas se gastam com instalações, equipamentos, antes de o investimento maturar e resultar em acréscimos da produção; (ii) investimento visto como elemento de oferta agregada: ocorre quando aumenta a capacidade produtiva após a maturação do investimento (ou seja, quando redunda em aumentos da produção).

26 Hipóteses sobre o investimento, no modelo keynesiano básico de distribuição de renda: 1º hipótese: a curto prazo, o investimento afeta apenas a demanda agregada: O investimento como elemento de oferta agregada só comparece em modelos de crescimento econômico de longo prazo, em que a oferta agregada também varia, pela maior disponibilidade de recursos, evolução tecnológica. 2º hipótese: o investimento autônomo ou independente da renda nacional. I f (y)

27 Assim, supõe-se que no modelo básico, o investimento não dependa da renda nacional. Depende de outras variáveis como taxas de juros, rentabilidade esperada, rentabilidade passada, disponibilidade de crédito, etc, que por enquanto não serão consideradas pelo modelo. Mas adiante analisaremos o investimento relacionado com A renda. I Não depende da renda Y

28 Se supõe que os gastos do governo são autônomos em relação à renda nacional. G f (y) Na teoria macro, os gastos públicos e a oferta de moeda são considerados uma variável determinada institucionalmente, ou seja, dependem dos objetivos das políticas econômicas.

29 A tributação também é autônoma, não induzida pela renda nacional. T f (y) Esta hipótese é simplificadora e será logo removida. A introdução do governo e da tributação indireta altera as funções consumo e poupança, que passam a ser funções da renda disponível do setor privado yd (renda menos tributos) e não da renda nacional. Assim: C = a + b (y t) ou C = a + byd S = -a + (1-b) (y-t) ou S = - a + (1-b)yd

30 As exportações também são autônomas no modelo básico, em relação à renda nacional. X f (y) As importações também são consideradas autônomas, independentes da renda nacional. M f (y) Esta hipótese será posteriormente removida.

31 Estabelecidas as hipótese sobre as variáveis C, S, I, G, T, X e M sabemos então como a demanda agregada se comporta no modelo keynesiano básico de curto prazo. DA = C + I + G + X M Como apenas o consumo C é uma função crescente da renda nacional e as demais são supostas constantes em relação à renda, segue que a função DA é crescente em relação à renda nacional y, Y C DA

32 DA X - M DA = C + I + X - M DA = C + I + G DA = C + I G I DA = C Y

33 Por equilíbrio, entende-se um ponto em que tanto os produtores como os consumidores estejam satisfeitos. Uma das observações devem ser feitas. A renda de equilíbrio é aquela em que O.A = D.A e não necessariamente é a renda de pleno emprego: a economia pode estar em equilíbrio ( a produção é suficiente para atender toda demanda), mas com desemprego, abaixo do pleno emprego. Esta é uma das principais contribuições de Keynes: a economia pode estar em equilíbrio, mas com recursos desempregados.

34 A renda ou produto de equilíbrio pode ser determinado de duas maneiras: igualando oferta e demanda agregada de bens e serviços; igualando vazamentos e injeções ao fluxo de renda.

35 Para verificar o equilíbrio entre demanda e oferta desenhamos uma reta de 45º graus que representa os pontos possíveis de equilíbrio entre D.A e O.A O ponto de equilíbrio será determinado pela demanda agregada

36 Exemplo: DA DA = OA DA = C + I + G + X - M desemprego Y* Ype Equilíbrio de pleno emprego Renda de pleno emprego

37 Condição de equilíbrio algébrica: Condição de equilíbrio: O.A = D.A Como oferta agregada: O.A = y Demanda agregada: DA = C + I + G + X M A condição de equilíbrio fica: Y *= C + I + G + X M

38 Exemplo: C = ,75 (y T) I = 20 G = 25 T = 25 X = 30 M = 15

39 Substituindo estes valores na condição de equilíbrio temos: Y = C + I + G + X M Y = ,75 (Y T) Substitui na formula o valor do tributo e assim calculamos a renda de equilíbrio entre AO e a DA Assim: se T = 25, temos que Y=245

40 Depois de calcular Y, se obtém C e S Consumo de equilíbrio C = ,75 (y 25) C = ,75 (245 25) C = ,75 (220) C = 185 Poupança de equilíbrio S = ,25 (y T) S = ,25 (245 25) S = ,25 (220) S = S = - 35

41 A hipótese de que os investimentos, os tributos e as importações não dependem da renda nacional não é realista. Vamos removê-la neste tópico. Suponhamos que o I, T e a M sejam funções da renda nacional y e por simplificação, funções lineares: I = io + l1 (y) T = to + t1 (y) M = mo + m1(y)

42 Exemplo: C = ,8 (y T) S = ,2 (y T) I = ,2y T = ,1y M = ,2y G = 25 X = 30 Determinar a renda de equilíbrio e o valor dos demais agregados macroeconômicos.

43 Solução: Condição de equilíbrio: O.A = D.A Demanda agregada: C + I + G + X M Oferta agregada: O.A = y Y = C + I + G + X M Y = ,8 (y T) ,2y (25 + 0,2y) Y = ,8(y - [25 + 0,1y]) ,2y (25 + 0,2y) Y = ,8y 20-0,08y ,2y ,2y Y 0,8y + 0,08y = ,28y = 50 Y = 178,57

44 Consumo de equilíbrio: C = ,8 (y T) C = ,8 (178,6 (25 + 0,1y) C = ,8 (178,6 25 0,1y) C = ,8 (178,6 25 0,1 (178,6)) C = ,8 (178, ,86) C = ,8 (135,74) C = ,59 C = 128,6

45 Poupança de equilíbrio C = ,8 (y T) S = ,2 (y T) S = ,2 (178, ,1y) S = ,2 (178,57 - (25 + 0,1. 178,57) S = ,2 (178,57 ( ,86) S = ,2 (178,57 42,86) S = ,2 (135,71) S = ,14 S = 7,14

46 Investimento de equilíbrio I = ,2y PMg I I = ,2 y I = ,2 (178,6) I = ,72I = 55,72 Não desconta tributos. Só desconta tributos do consumo e poupança.

47 Impostos de equilíbrio T = ,1y T = ,1. 178,6 T = ,86T = 42,86 Importações de equilíbrio M = ,2y M = ,2 (178,6) M = ,72 M = 60,72 PMgT PMg M

48 Se o investimento I passar de 20 para 30, a renda de equilíbrio passa de 245 para 285. Ou seja, a variação de investimento de 10 levou a uma variação da renda de 40. I : (30-20) =10 Y: ( ) = 40 Suponhamos que o governo resolva comprar 100 milhões de reais em bens de capitais (ΔG = 100). Admitindo que a indústria de bens de capital tenha recursos ociosos, isso provocará um aumento de produção de bens de capital de 100. Esses 100 vão transformar-se em renda nacional, na forma de salários, lucros dentro do setor de bens de capital.

49 Os trabalhadores e empresários desse setor receberão esta renda adicional (100) e supondo que sua propensão marginal a consumir seja 0,75, consumirão 75 e pouparão 25. Os 75 milhões serão consumidos em alimentos, vestuário, lazer, provocando um aumento da renda adicional nesses setores de 75. As pessoas que receberam essa renda (75), do setor de alimentos, vestuário etc, gastarão 75% dela (56,25 milhões). Esses 56,25 milhões se transformarão em renda de outros setores e o processo continua até que a renda cesse de crescer.

50 K1 = DY/DI K1 = 1/ 1 b K1 = 1/ 1 0,75 K 1 = 4 sendo b= PMgC Assim, sempre que o investimento variar, a renda se alterará em valor igual à variação inicial do gasto de vezes do multiplicador.

51 O processo é iniciado por uma variação autônoma de D.A, isto é, um deslocamento de D.A devido a variação autônoma de algum de seus elementos (C, I, X, M). Após uma variação autônoma, os efeitos subsequentes são induzidos pelas variações induzidas do consumo em cada etapa, em função do aumento de renda de cada setor. 2. O funcionamento do multiplicador supõe economia com desemprego. Afinal, se a economia estiver em desemprego, um aumento em D.A apenas provocará mais inflação, e não crescimento da renda. Cresce a renda nominal e não a real. É um efeito perverso, assim como a renda aumenta num valor múltiplo para aumentos de demanda agregada, ele também cai num múltiplo, quando a demanda agregada cai.

52 O investimento é dependente da taxa de juros. O que determina a decisão de investir???? A rigor, uma decisão de investir dependerá de uma retribuição futura, isto é, I = f(expectativa de retorno futuro) Eficiência marginal do capital é a taxa de retorno esperada sobre o investimento igual ao valor presente dos retornos líquidos esperados que se acredite obter com o investimento, ao preço de aquisição do equipamento.

53 Eficiência marginal do capital (EMC) para uma firma isolada: Imaginemos que o programa de investimentos futuros de uma firma qualquer seja composto de um conjunto de projetos individuais, os quais devem ter diferentes taxas de retorno. Se ordenássemos tais projetos de forma decrescente, de acordo com a taxa de retorno, poderíamos ter algo semelhante a esta figura...

54 EMC 25% 20% 15% Invest 10% 5% 0% Compra de novas máquinas Compra de computadores Ampliação das instalações Compra de mobiliário Compra de ventiladores

55 De todos estes projetos, é racional que a firma deseje realizar aqueles investimentos em que a EMC seja superior a taxa de juros do mercado, que representa o custo do empréstimo para a compra do bem de capital. Caso a firma tenha recursos próprios, a taxa de juro pode ser medida pelo que a firma ganharia se aplicasse o dinheiro no mercado financeiro. Dessa forma: Se EMC > i, é vantajoso à firma investir, EMC < i, não é vantajoso à firma investir.

56 Quando a taxa de juros i for superior à taxa de retorno do projeto (EMC), é muito mais rentável para a firma aplicar os recursos no mercado financeiro do que aplicá-los em investimentos físicos. Se a taxa de juros fosse 10%, a firma investiria nos três primeiros projetos, com taxas de retorno de 25%, 18% e 15%.

57 Ao somarmos a EMC das firmas individuais, obteremos uma linha declinante que mostra o total dos investimentos privados (I) a serem realizados as diversas taxas de juros do mercado i, conforme mostra a figura:

58 EMC, i EMC I

59 Este gráfico mostra que há uma relação inversa entre demanda de investimentos e taxas de juros, que pode ser assim resumida: I = f(i) Devido ao principio do acelerador, tem-se: o investimento é influenciado basicamente, pela taxa de crescimento do produto, não pelo nível do produto

60 NÃO VOU COBRAR ITEM 5.2 (vazamentos e injeçoes) NÃO VOU COBRAR ITEM 7.2 e ITEM 8 e 9 (p. 272).

3.1 Da c onta t bil i i l d i ade nacio i nal para r a t e t ori r a i ma m cro r econômi m c i a Det e er e mi m n i a n ç a ã ç o ã o da d

3.1 Da c onta t bil i i l d i ade nacio i nal para r a t e t ori r a i ma m cro r econômi m c i a Det e er e mi m n i a n ç a ã ç o ã o da d Determinação da renda e produtos nacionais: O mercado de Bens e Serviços Capítulo III 3.1 Da contabilidade nacional para a teoria macroeconômica A Contabilidade Nacional: medição do produto efetivamente

Leia mais

2. Condições de Equilíbrio do Modelo No modelo keynesiano simples, a economia estará em equilíbrio se:

2. Condições de Equilíbrio do Modelo No modelo keynesiano simples, a economia estará em equilíbrio se: Macroeconomia Aula 2 1. Modelo Keynesiano Simples 1.1. Clássicos x Keynes Para os economistas clássicos, a economia de mercado era auto-regulável e tendia quase que automaticamente para o pleno emprego.

Leia mais

Curso DSc Bacen - Básico Provas 2001-2010 - Macroeconomia. Prof.: Antonio Carlos Assumpção

Curso DSc Bacen - Básico Provas 2001-2010 - Macroeconomia. Prof.: Antonio Carlos Assumpção Curso DSc Bacen - Básico Provas 2001-2010 - Macroeconomia Prof.: Antonio Carlos Assumpção Contabilidade Nacional Balanço de Pagamentos Sistema Monetário 26- Considere a seguinte equação: Y = C + I + G

Leia mais

Instrumentalização. Economia e Mercado. Aula 4 Contextualização. Demanda Agregada. Determinantes DA. Prof. Me. Ciro Burgos

Instrumentalização. Economia e Mercado. Aula 4 Contextualização. Demanda Agregada. Determinantes DA. Prof. Me. Ciro Burgos Economia e Mercado Aula 4 Contextualização Prof. Me. Ciro Burgos Oscilações dos níveis de produção e emprego Oferta e demanda agregadas Intervenção do Estado na economia Decisão de investir Impacto da

Leia mais

MACROECONOMIA (1º Ano Gestão, ano lectivo 2003/2004) Exercícios de Apoio ao Capítulo 4 (O mercado de bens)

MACROECONOMIA (1º Ano Gestão, ano lectivo 2003/2004) Exercícios de Apoio ao Capítulo 4 (O mercado de bens) 4.1. Determine a função representativa do consumo privado de uma economia em relação à qual se sabe o seguinte: - As intenções de consumo das famílias são caracterizadas por uma dependência linear relativamente

Leia mais

A Análise IS-LM: Uma visão Geral

A Análise IS-LM: Uma visão Geral Interligação entre o lado real e o lado monetário: análise IS-LM Capítulo V A análise IS-LM procura sintetizar, em um só esquema gráfico, muitas situações da política econômica, por meio de duas curvas:

Leia mais

O mercado de bens CAPÍTULO 3. Olivier Blanchard Pearson Education. 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard

O mercado de bens CAPÍTULO 3. Olivier Blanchard Pearson Education. 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard O mercado de bens Olivier Blanchard Pearson Education CAPÍTULO 3 3.1 A composição do PIB A composição do PIB Consumo (C) são os bens e serviços adquiridos pelos consumidores. Investimento (I), às vezes

Leia mais

Crescimento em longo prazo

Crescimento em longo prazo Crescimento em longo prazo Modelo de Harrod-Domar Dinâmica da relação entre produto e capital Taxa de poupança e produto http://fernandonogueiracosta.wordpress.com/ Modelo keynesiano Crescimento = expansão

Leia mais

Pindyck & Rubinfeld, Capítulo 15, Mercado de Capitais::REVISÃO

Pindyck & Rubinfeld, Capítulo 15, Mercado de Capitais::REVISÃO Pindyck & Rubinfeld, Capítulo 15, Mercado de Capitais::REVISÃO 1. Uma empresa utiliza tecidos e mão-de-obra na produção de camisas em uma fábrica que foi adquirida por $10 milhões. Quais de seus insumos

Leia mais

INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA

INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA UNIVERSIDADE DA MADEIRA Departamento de Gestão e Economia INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA 2º Semestre 2004/2005 2º CADERNO DE EXERCÍCIOS Estudo dos Ciclos Económicos 1. O MERCADO DO PRODUTO 1.1. Modelo Simples

Leia mais

Ciclos Econômicos. Expectativas adaptativas do monetarismo Ciclo real de negócios novoclássico Rigidez de preços novokeynesiana

Ciclos Econômicos. Expectativas adaptativas do monetarismo Ciclo real de negócios novoclássico Rigidez de preços novokeynesiana Ciclos Econômicos Abordagem keynesiana X neoclássica Expectativas adaptativas do monetarismo Ciclo real de negócios novoclássico Rigidez de preços novokeynesiana Aula de Fernando Nogueira da Costa Professor

Leia mais

CURSO AGENTE DA POLICIA FEDERAL E ESCRIVÃO Disciplina: Noções de Economia Tema: Macroeconomia Prof.: Carlos Ramos Aula 29.05.09

CURSO AGENTE DA POLICIA FEDERAL E ESCRIVÃO Disciplina: Noções de Economia Tema: Macroeconomia Prof.: Carlos Ramos Aula 29.05.09 MATERIAL DE APOIO - ENVIADO PELO PROFESSOR Noções de Economia Módulo III 8. Conceitos Fundamentais de Macroeconomia A Macroeconomia trata do estudo dos agregados econômicos, de seus comportamentos e das

Leia mais

UNIVERSIDADE DOS AÇORES DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E GESTÂO EXEMPLO de TESTE

UNIVERSIDADE DOS AÇORES DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E GESTÂO EXEMPLO de TESTE UNIVERSIDADE DOS AÇORES DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E GESTÂO EXEMPLO de TESTE 1.Discuta a diferença entre os seguintes conceitos? (a) Produto Interno Bruto - Produto Interno Líquido; (b) Produto Nacional

Leia mais

Keynesiano Simples e IS-LM

Keynesiano Simples e IS-LM Keynesiano Simples e IS-LM Legenda: G=gastos do governo I=Investimento Y=produto b= sensibilidade da demanda por moeda em relação à taxa de juros h= K= β=multiplicador da política monetária δ = multiplicador

Leia mais

Questões de Economia Cesgranrio. Macroeconomia

Questões de Economia Cesgranrio. Macroeconomia Macroeconomia Balanço de Pagamento 1. Cesgranrio ANP 2008 Especialista em Regulação) Quando um país tem um deficit no balanço comercial do seu balanço de pagamentos, pode-se afirmar que a) as exportações

Leia mais

Sumário. Conceitos básicos 63 Estrutura do balanço de pagamentos 64 Poupança externa 68

Sumário. Conceitos básicos 63 Estrutura do balanço de pagamentos 64 Poupança externa 68 Sumário CAPÍTULO l As CONTAS NACIONAIS * l Os agregados macroeconômicos e o fluxo circular da renda 2 Contas nacionais - modelo simplificado 4 Economia fechada e sem governo 4 Economia fechada e com governo

Leia mais

EXERCICIOS COMENTADOS ECONOMIA TELETRANSMITIDO

EXERCICIOS COMENTADOS ECONOMIA TELETRANSMITIDO EXERCICIOS COMENTADOS ECONOMIA TELETRANSMITIDO Questão 01 A questão 01 tem um pequeno problema que é o enunciado afirmar que se trata de uma economia sem governo, o que indicaria a não existência de tudo

Leia mais

EXAME PARA CONTABILISTA CERTIFICADO DELIBERAÇÃO Nº 001/CTEC/2013 - NOVEMBRO-DEZEMBRO DE 2013 PROVA DE ECONOMIA GERAL

EXAME PARA CONTABILISTA CERTIFICADO DELIBERAÇÃO Nº 001/CTEC/2013 - NOVEMBRO-DEZEMBRO DE 2013 PROVA DE ECONOMIA GERAL DELIBERAÇÃO Nº 001/CTEC/2013 - NOVEMBRO-DEZEMBRO DE 2013 PROVA DE I - Ao receber o Enunciado da Prova escreva seu nome e número do documento de identificação. II - Ao entregar a Prova, depois de resolvida,

Leia mais

Elementos de Análise Financeira Matemática Financeira e Inflação Profa. Patricia Maria Bortolon

Elementos de Análise Financeira Matemática Financeira e Inflação Profa. Patricia Maria Bortolon Elementos de Análise Financeira Matemática Financeira e Inflação O que é Inflação? Inflação É a elevação generalizada dos preços de uma economia O que é deflação? E a baixa predominante de preços de bens

Leia mais

B 02-(FCC/EMATER-2009)

B 02-(FCC/EMATER-2009) Ola, pessoal! Seguem aqui mais questões comentadas de Macroeconomia, visando a preparação para o excelente concurso de fiscal de rendas de SP. Todas as questões são da FCC. Bom treinamento! Marlos marlos@pontodosconcursos.com.br

Leia mais

MACROECONOMIA II PROFESSOR JOSE LUIS OREIRO PRIMEIRA LISTA DE EXERCÍCIOS

MACROECONOMIA II PROFESSOR JOSE LUIS OREIRO PRIMEIRA LISTA DE EXERCÍCIOS MACROECONOMIA II PROFESSOR JOSE LUIS OREIRO PRIMEIRA LISTA DE EXERCÍCIOS 1 Questão: Considere uma economia na qual os indivíduos vivem por dois períodos. A população é constante e igual a N. Nessa economia

Leia mais

(Esta questão vale dois pontos e a análise deve ser feita graficamente)

(Esta questão vale dois pontos e a análise deve ser feita graficamente) Universidade de Brasília Departamento de Economia Disciplina: Macroeconomia II Professor: Carlos Alberto Período: Verão/2012 Segunda Prova Questões 1. Na sala de aula fizemos um exercício bem simples.

Leia mais

LISTA 5A. Conceitos importantes: 1) Determinantes da produção e da produtividade de um país 2) Financiamento do investimento: poupança

LISTA 5A. Conceitos importantes: 1) Determinantes da produção e da produtividade de um país 2) Financiamento do investimento: poupança LISTA 5A Conceitos importantes: 1) Determinantes da produção e da produtividade de um país 2) Financiamento do investimento: poupança 3) Poupança, crescimento econômico e sistema financeiro 4) Mercado

Leia mais

WWW.CARREIRAFISCAL.COM.BR. IV O Modelo IS-LM - O equilíbrio simultâneo nos mercados de bens e serviços e de moeda

WWW.CARREIRAFISCAL.COM.BR. IV O Modelo IS-LM - O equilíbrio simultâneo nos mercados de bens e serviços e de moeda 1 IV O Modelo IS-LM - O equilíbrio simultâneo nos mercados de bens e serviços e de moeda O modelo IS-LM trata do equilíbrio do produto, incorporando os movimentos do mercado monetário. Trata-se de considerar

Leia mais

Economia Geral e Regional. Professora: Julianna Carvalho

Economia Geral e Regional. Professora: Julianna Carvalho Economia Geral e Regional Professora: Julianna Carvalho 1 Introdução à Economia Conceito Segundo VASCONCELOS, 2011, p. 2) é: a ciência social que estuda de que maneira a sociedade decide (escolhe) empregar

Leia mais

Lista de Exercícios nº 1 - Parte I e II

Lista de Exercícios nº 1 - Parte I e II DISCIPLINA: MACROECONOMIA 24/03/2015 Prof. João Basilio Pereima Neto E-mail: joaobasilio@ufpr.com.br Lista de Exercícios nº 1 - Parte I e II 1. Modelo OA - Mercado de Trabalho com flexibilidade de Preços

Leia mais

Aula 7: A Macroeconomia Keynesiana

Aula 7: A Macroeconomia Keynesiana 1 Aula 7: A Macroeconomia Keynesiana Nesta nossa 7ª aula, nós estaremos entrando no cerne da macroeconomia propriamente dita, introduzindo a chamada teoria macroeconômica keynesiana cuja principal característica

Leia mais

O MODELO IS/LM: ECONOMIA FECHADA GRANDE ECONOMIA ABERTA. Vitor Manuel Carvalho 1G202 Macroeconomia I Ano lectivo 2008/09

O MODELO IS/LM: ECONOMIA FECHADA GRANDE ECONOMIA ABERTA. Vitor Manuel Carvalho 1G202 Macroeconomia I Ano lectivo 2008/09 O MODELO IS/LM: ECONOMIA FECHADA OU GRANDE ECONOMIA ABERTA Vitor Manuel Carvalho 1G202 Macroeconomia I Ano lectivo 2008/09 O modelo IS/LM, na sua versão mais simples, descreve, formalizando analítica e

Leia mais

Teoria dos ciclos de investimento

Teoria dos ciclos de investimento Teoria dos ciclos de investimento elaborada por Kalecki KALECKI, Michal. Teoria da dinâmica econômica. São Paulo, Abril Cultural, 1976. (original de 1954). COSTA (2000), Lição 6.3: 241-245. http://fernandonogueiracosta.wordpress.com/

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS I NOÇÕES DE CONTABILIDADE SOCIAL E MODELO KEYNESIANO SIMPLES

LISTA DE EXERCÍCIOS I NOÇÕES DE CONTABILIDADE SOCIAL E MODELO KEYNESIANO SIMPLES UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS DEPARTAMENTO DE ECONOMIA DISCIPLINA: ANÁLISE MACROECONÔMICA PROF. RAFAEL TIECHER CUSINATO LISTA DE EXERCÍCIOS I NOÇÕES DE CONTABILIDADE

Leia mais

Prova de Macroeconomia

Prova de Macroeconomia UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CURSO DE MESTRADO EM ECONOMIA PROCESSO SELETIVO 2010 Prova de Macroeconomia INSTRUÇÕES PARA A PROVA Leia atentamente as questões. A interpretação das questões faz parte da

Leia mais

LISTA 5B GABARITO ANOTAÇÕES. Lista de Exercícios 5B Introdução à Economia 1

LISTA 5B GABARITO ANOTAÇÕES. Lista de Exercícios 5B Introdução à Economia 1 LISTA 5B GABARITO Conceitos importantes: 1) Macroeconomia keynesiana 2) Desemprego: modalidades e interpretações 3) Demanda agregada: consumo, poupança e gastos autônomos 4) Propensão Marginal a Consumir

Leia mais

O Comportamento da Taxa de Juros. Introdução. Economia Monetária I (Turma A) - UFRGS/FCE 6/10/2005. Prof. Giácomo Balbinotto Neto 1

O Comportamento da Taxa de Juros. Introdução. Economia Monetária I (Turma A) - UFRGS/FCE 6/10/2005. Prof. Giácomo Balbinotto Neto 1 O Comportamento da Taxa de Juros Prof. Giácomo Balbinotto Neto Introdução A taxa de juros é o preço que é pago por um tomador de empréstimos a um emprestador pelo uso dos recursos durante um determinado

Leia mais

2. São grupos, respectivamente, de crédito na Conta 1 (PIB) e débito na Conta 2 (RNDB) das Contas Nacionais:

2. São grupos, respectivamente, de crédito na Conta 1 (PIB) e débito na Conta 2 (RNDB) das Contas Nacionais: UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa Núcleo de Pós-Graduação e Pesquisa em Economia Mestrado Profissional em Desenvolvimento Regional e Gestão de Empreendimentos Locais

Leia mais

Também chamada Teoria de Preços, estuda o comportamento dos consumidores, produtores e o mercado onde estes interagem.

Também chamada Teoria de Preços, estuda o comportamento dos consumidores, produtores e o mercado onde estes interagem. Microeconomia Também chamada Teoria de Preços, estuda o comportamento dos consumidores, produtores e o mercado onde estes interagem. A macroeconomia, por sua vez, estuda os fenômenos da economia em geral,

Leia mais

Contabilidade Social (Cap.09 do Livro/ NemerA12Cont Social)

Contabilidade Social (Cap.09 do Livro/ NemerA12Cont Social) 1 Contabilidade Social (Cap.09 do Livro/ NemerA12Cont Social) 1. Para a ciência econômica, formação de capital significa especificamente: a) A compra de qualquer mercadoria nova. b) Investimento líquido.

Leia mais

O Modelo AD-AS ou Modelo a Preços Variáveis

O Modelo AD-AS ou Modelo a Preços Variáveis O Modelo AD-AS ou Modelo a Preços Variáveis Macroeconomia 61024 Esta apresentação não dispensa a leitura integral do capítulo 5 do livro Sotomayor, Ana Maria e Marques, Ana Cristina. (2007). Macroeconomia.

Leia mais

FUNDAMENTOS DE TEORIA E POLÍTICA MACROECONÔMICA

FUNDAMENTOS DE TEORIA E POLÍTICA MACROECONÔMICA FUNDAMENTOS DE TEORIA E POLÍTICA MACROECONÔMICA O que a macroeconomia analisa? Analisa a determinação e o comportamento dos grandes agregados como: renda, produto nacional, nível geral de preços, nível

Leia mais

Investimento internacional. Fluxos de capitais e reservas internacionais

Investimento internacional. Fluxos de capitais e reservas internacionais Investimento internacional Fluxos de capitais e reservas internacionais Movimento internacional de fatores Determinantes da migração internacional: diferencial de salários; possibilidades e condições do

Leia mais

UNIJUI Universidade Regional do Noroeste do Estado do RS ECONOMIA II PROFESSOR AGENOR CASTOLDI APONTAMENTOS DE MACROECONOMIA

UNIJUI Universidade Regional do Noroeste do Estado do RS ECONOMIA II PROFESSOR AGENOR CASTOLDI APONTAMENTOS DE MACROECONOMIA UNIJUI Universidade Regional do Noroeste do Estado do RS ECONOMIA II PROFESSOR AGENOR CASTOLDI APONTAMENTOS DE MACROECONOMIA MATERIAL DE AUXILIO PARA AULAS DE ECONOMIA II CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS ANO

Leia mais

Aula 4: Política Cambial

Aula 4: Política Cambial Aula 4: Política Cambial Macroeconomia Política Cambial Gilmar Ferreira Abril 2010 Taxa de Câmbio Taxa de Câmbio A taxa de câmbio mostra qual é a relação de trocas entre duas unidades monetarias diferentes,

Leia mais

A curva de Phillips demonstrada na equação abaixo é ampliada e com expectativas racionais (versão contemporânea da curva de Phillips):

A curva de Phillips demonstrada na equação abaixo é ampliada e com expectativas racionais (versão contemporânea da curva de Phillips): Concurso TCE/MG elaborado pela FCC em abril de 2007. Atendendo a alguns pedidos de colegas que frequentaram o curso de Economia parte teórica nos meses de fevereiro, março e abril de 2007 bem como aqueles

Leia mais

DEMANDA EFETIVA E PROPENSÃO A CONSUMIR

DEMANDA EFETIVA E PROPENSÃO A CONSUMIR DEMANDA EFETIVA E PROPENSÃO A CONSUMIR Mara Janaina Gomes de Oliveria 1 ¹Mestre em Economia pela Unesp Professora do IMMES RESUMO Os postulados da Teoria Geral, defendidos por Keynes 2, servem para contrastar

Leia mais

Aula 25 - TP002 - Economia - 26/05/2010 Capítulo 32 MANKIW (2007)

Aula 25 - TP002 - Economia - 26/05/2010 Capítulo 32 MANKIW (2007) Aula 25 - TP002 - Economia - 26/05/2010 Capítulo 32 MANKIW (2007) Teoria macroeconômica da economia aberta Objetivo da aula: criar um modelo que preveja o que determina as variáveis e como elas se relacionam.

Leia mais

LISTA 5B GABARITO. Será que agora vai mesmo? Como?

LISTA 5B GABARITO. Será que agora vai mesmo? Como? 1 LISTA 5B GABARITO Conceitos importantes: 1) Macroeconomia keynesiana 2) Desemprego: modalidades e interpretações 3) Demanda agregada: consumo, poupança e gastos autônomos 4) Propensão Marginal a Consumir

Leia mais

INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA

INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA UNIVERSIDADE DA MADEIRA Departamento de Gestão e Economia INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA 2º Semestre 2004/2005 1º CADERNO DE EXERCÍCIOS Introdução 1. INTRODUÇÃO 1. * A macroeconomia lida com: a) A Economia

Leia mais

Aula 2 Contextualização

Aula 2 Contextualização Economia e Mercado Aula 2 Contextualização Prof. Me. Ciro Burgos Importância de se conhecer o funcionamento dos mercados Diferenciação de mercado Comportamento dos consumidores e firmas; formação de preços;

Leia mais

2. CONTABILIDADE NACIONAL

2. CONTABILIDADE NACIONAL 2. CONTABILIDADE NACIONAL 2.1. MEDIÇÃO DO PRODUTO 1. Uma boa contabilidade transforma dados em informação. Estudamos contabilidade nacional por duas razões. Em primeiro lugar, porque fornece a estrutura

Leia mais

CUSTOS DE PRODUÇÃO. Profª Graciela Cristine Oyamada

CUSTOS DE PRODUÇÃO. Profª Graciela Cristine Oyamada CUSTOS DE PRODUÇÃO Profª Graciela Cristine Oyamada Curva de Oferta Teoria da Firma Teoria da Produção (relações entre a quantidade produzida e as quantidades de insumos utilizados) Teoria dos Custos de

Leia mais

Unidade II. Mercado Financeiro e de. Prof. Maurício Felippe Manzalli

Unidade II. Mercado Financeiro e de. Prof. Maurício Felippe Manzalli Unidade II Mercado Financeiro e de Capitais Prof. Maurício Felippe Manzalli Mercados Financeiros Definição do mercado financeiro Representa o Sistema Financeiro Nacional Promove o fluxo de recursos através

Leia mais

INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA Exame de 2ª época

INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA Exame de 2ª época NOVA SCHOOL OF BUSINESS AND ECONOMICS INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA Exame de 2ª época Ana Balcão Reis 28 de Junho de 2012 Inácia Pimentel João Miguel Silva Duração Total: 2h15m I ( 9 val) Nos exercícios seguintes

Leia mais

www.estrategiaconcursos.com.br Página 1 de 8

www.estrategiaconcursos.com.br Página 1 de 8 Comentários Macroeconomia (Área 3) Olá Pessoal. O que acharam da prova do BACEN? E especificamente em relação à macro (área 3)? A prova foi complexa? Sim! A complexidade foi acima do esperado? Não! Particularmente,

Leia mais

Faculdade de Direito da Universidade de Macau Ano Lectivo 2011-2012

Faculdade de Direito da Universidade de Macau Ano Lectivo 2011-2012 Parte I Introdução 1 Economia: conceito, objecto e método 2 Organização da actividade económica 3 Breve história da economia e dos sistemas económicos Parte II Microeconomia 4 O comportamento dos consumidores

Leia mais

Levando em conta decisões de investimento não-triviais.

Levando em conta decisões de investimento não-triviais. Levando em conta decisões de investimento não-triviais. Olivier Blanchard* Abril de 2002 *14.452. 2º Trimestre de 2002. Tópico 4. 14.452. 2º Trimestre de 2002 2 No modelo de benchmark (e na extensão RBC),

Leia mais

6. Moeda, Preços e Taxa de Câmbio no Longo Prazo

6. Moeda, Preços e Taxa de Câmbio no Longo Prazo 6. Moeda, Preços e Taxa de Câmbio no Longo Prazo 6. Moeda, Preços e Taxa de Câmbio no Longo Prazo 6.1. Introdução 6.2. O Princípio da Neutralidade da Moeda 6.3. Taxas de Câmbio Nominais e Reais 6.4. O

Leia mais

Mecanismo de Transmissão Monetário:

Mecanismo de Transmissão Monetário: Mecanismo de Transmissão Monetário: Interação e Iteração Canais de transmissão Idéia-chave heterodoxa Decisões fundamentais http://fernandonogueiracosta.wordpress.com/ 1. Metodologia: interação e iteração.

Leia mais

PROCESSO SELETIVO PARA INGRESSO NOS QUADROS COMPLEMENTARES OFICIAIS DA MARINHA {QC/2004) É PERMITIDO O USO DE CALCULADORA ECONOMIA

PROCESSO SELETIVO PARA INGRESSO NOS QUADROS COMPLEMENTARES OFICIAIS DA MARINHA {QC/2004) É PERMITIDO O USO DE CALCULADORA ECONOMIA PROCESSO SELETIVO PARA INGRESSO NOS QUADROS COMPLEMENTARES DE OFICIAIS DA MARINHA {QC/2004) É PERMITIDO O USO DE CALCULADORA ECONOMIA 1) Uma economia, operando a pleno emprego, sacrificou inicialmente

Leia mais

INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA. Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC

INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA. Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC FORTALEZA, Agosto de 2013 SUMÁRIO 1. Fundamentos da Análise de Conjuntura. 2. Tipos

Leia mais

Título : B2 Matemática Financeira. Conteúdo :

Título : B2 Matemática Financeira. Conteúdo : Título : B2 Matemática Financeira Conteúdo : A maioria das questões financeiras é construída por algumas fórmulas padrão e estratégias de negócio. Por exemplo, os investimentos tendem a crescer quando

Leia mais

Teoria Básica de Oferta e Demanda

Teoria Básica de Oferta e Demanda Teoria Básica de Oferta e Demanda Este texto propõe que você tenha tido um curso introdutório de economia. Mas se você não teve, ou se sua teoria básica de economia está um pouco enferrujada, então este

Leia mais

Análise financeira da carteira de recebíveis

Análise financeira da carteira de recebíveis Análise financeira da carteira de recebíveis Por Carlos Alexandre Sá A análise e interpretação do desempenho da carteira de recebíveis é de extrema importância não só para o pessoal da área financeira,

Leia mais

Avaliação Distribuída 2º Mini-Teste (30 de Abril de 2007 15h00) Os telemóveis deverão ser desligados e guardados antes do início do teste.

Avaliação Distribuída 2º Mini-Teste (30 de Abril de 2007 15h00) Os telemóveis deverão ser desligados e guardados antes do início do teste. LICENCIATURA EM ECONOMIA MACROECONOMIA II LEC 206 (2006-2007) Avaliação Distribuída 2º Mini-Teste (30 de Abril de 2007 15h00) Duração: 60 minutos Não é permitida qualquer forma de consulta. Os telemóveis

Leia mais

8. Mercado de Trabalho, Emprego e Desemprego

8. Mercado de Trabalho, Emprego e Desemprego 8. Mercado de Trabalho, Emprego e Desemprego 8.1. Introdução 8.3. Interpretação Estática do Desemprego 8.4. Interpretação Dinâmica do Desemprego Burda & Wyplosz, 5ª Edição, Capítulo 5 1 8.1. Introdução

Leia mais

Ajuste externo induzido por política cambial. Reinaldo Gonçalves reinaldogoncalves1@gmail.com

Ajuste externo induzido por política cambial. Reinaldo Gonçalves reinaldogoncalves1@gmail.com Ajuste externo induzido por política cambial Reinaldo Gonçalves reinaldogoncalves1@gmail.com Sumário 1. Mudança na composição dos gastos 1. Enfoque de elasticidade 2. Enfoque de absorção 2. Mudança no

Leia mais

Microeconomia. Prof.: Antonio Carlos Assumpção

Microeconomia. Prof.: Antonio Carlos Assumpção Microeconomia Os Custos de Produção Prof.: Antonio Carlos Assumpção Tópicos Discutidos Medição de Custos: Quais custos considerar? Custos no Curto Prazo Custos no Longo Prazo Mudanças Dinâmicas nos Custos:

Leia mais

Questão 1 O que é Fluxo Circular da Renda? O que são fluxos reais e fluxos monetários? Desenhe um e pense sobre como isso resume a economia real.

Questão 1 O que é Fluxo Circular da Renda? O que são fluxos reais e fluxos monetários? Desenhe um e pense sobre como isso resume a economia real. Faculdade de Economia UFF Monitoria 3 Teoria Macroeconômica I (SEN00076) Professor: Claudio M. Considera Monitor: Vítor Wilher (www.vitorwilher.com/monitoria) E-mail: macroeconomia@vitorwilher.com Atendimento

Leia mais

Capítulo 6: Produção. Pindyck & Rubinfeld, Capítulo 6, Produção :: EXERCÍCIOS

Capítulo 6: Produção. Pindyck & Rubinfeld, Capítulo 6, Produção :: EXERCÍCIOS Pindyck & Rubinfeld, Capítulo 6, Produção :: EXERCÍCIOS 1. Suponha que um fabricante de cadeiras esteja produzindo a curto prazo, situação em que o equipamento é fixo. O fabricante sabe que, à medida que

Leia mais

Vamos usar a seguinte definição: Aumento da taxa de cambio = Desvalorização. Taxa de cambio real : é o preço relativo dos bens em dois paises.

Vamos usar a seguinte definição: Aumento da taxa de cambio = Desvalorização. Taxa de cambio real : é o preço relativo dos bens em dois paises. Vamos usar a seguinte definição: Aumento da taxa de cambio = Desvalorização Uma desvalorização ocorre quando o preço das moedas estrangeiras sob um regime de câmbio fixa é aumentado por uma ação oficial.

Leia mais

CURSO de CIÊNCIAS ECONÔMICAS - Gabarito

CURSO de CIÊNCIAS ECONÔMICAS - Gabarito UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE TRANSFERÊNCIA 2 o semestre letivo de 2006 e 1 o semestre letivo de 2007 CURSO de CIÊNCIAS ECONÔMICAS - Gabarito INSTRUÇÕES AO CANDIDATO Verifique se este caderno contém:

Leia mais

Prof. Esp. Fábio T. Lobato 1

Prof. Esp. Fábio T. Lobato 1 - Prof. Fábio Tavares Lobato a Dois Setores Sem Formação de Capital a Dois Setores Com Formação de Capital a Três Setores: O Setor Público a Quatro Setores: O Setor Externo 1 2 Contas Básicas: - Produto

Leia mais

CEAV Macroeconomia. Introdução. Prof.: Antonio Carlos Assumpção

CEAV Macroeconomia. Introdução. Prof.: Antonio Carlos Assumpção CEAV Macroeconomia Introdução Prof.: Antonio Carlos Assumpção Prof. Antonio Carlos Assumpção Site: acjassumpcao77.webnode.com Bibliografia Macroeconomia : Blanchard, O. 5ª ed. Macroeconomia : Dornbusch,

Leia mais

Aula 7 Inflação. Prof. Vladimir Maciel

Aula 7 Inflação. Prof. Vladimir Maciel Aula 7 Inflação Prof. Vladimir Maciel Estrutura Ferramenta de análise: OA e DA. Inflação Conceitos básicos. Causas. Trade-off com desemprego. Fator sancionador: expansão de moeda. Instrumentos de Política

Leia mais

Curso Gabarito Macroeconomia

Curso Gabarito Macroeconomia Curso Gabarito Macroeconomia Introdução Prof.: Antonio Carlos Assumpção Prof. Antonio Carlos Assumpção Site: acjassumpcao77.webnode.com Bibliografia Macroeconomia : Blanchard, O. 5ª ed. Macroeconomia :

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO

CARACTERIZAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS - UNICAMP INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS - IFCH DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO - DEPE CENTRO TÉCNICO ECONÔMICO DE ASSESSORIA EMPRESARIAL

Leia mais

Um Novo Modelo de Desenvolvimento para o Brasil

Um Novo Modelo de Desenvolvimento para o Brasil Um Novo Modelo de Desenvolvimento para o Brasil Yoshiaki Nakano Escola de Economia de São Paulo Fundação Getulio Vargas 26 de Abril de 2006 Um Novo Modelo de Desenvolvimento para o Brasil A Base do Novo

Leia mais

Agregados macroeconômicos:

Agregados macroeconômicos: 2.1 Introdução Agregados macroeconômicos: Contabilidade social Capítulo II Macroeconomia: ramo da teoria econômica que estuda a determinação e o comportamento dos agregados nacionais. a parte relativa

Leia mais

Análise e Resolução da prova do ISS-Cuiabá Disciplina: Matemática Financeira Professor: Custódio Nascimento

Análise e Resolução da prova do ISS-Cuiabá Disciplina: Matemática Financeira Professor: Custódio Nascimento Disciplina: Professor: Custódio Nascimento 1- Análise da prova Análise e Resolução da prova do ISS-Cuiabá Neste artigo, farei a análise das questões de cobradas na prova do ISS-Cuiabá, pois é uma de minhas

Leia mais

Como elaborar o fluxo de caixa pelo método indireto? - ParteII

Como elaborar o fluxo de caixa pelo método indireto? - ParteII Como elaborar o fluxo de caixa pelo método indireto? - ParteII Montando o fluxo de caixa pelo método indireto Situações especiais na montagem do fluxo de caixa Caso prático completo Como utilizar os quadros

Leia mais

KEYNES: A CRÍTICA AO MODELO CLÁSSICO E A CRIAÇÃO DA MACROECONOMIA

KEYNES: A CRÍTICA AO MODELO CLÁSSICO E A CRIAÇÃO DA MACROECONOMIA Revista Eletrônica Novo Enfoque, ano 2011, v. 13, n. 13, p. 62 71 KEYNES: A CRÍTICA AO MODELO CLÁSSICO E A CRIAÇÃO DA MACROECONOMIA BIELSCHOWSKY, Pablo 1 CUSTÓDIO, Marcos da Cunha 2 1 Doutorando em Economia

Leia mais

DIRETORIA DE PESQUISAS DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC. Sistema de Contas Nacionais Brasil Referência 2010. Nota Metodológica nº 07

DIRETORIA DE PESQUISAS DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC. Sistema de Contas Nacionais Brasil Referência 2010. Nota Metodológica nº 07 DIRETORIA DE PESQUISAS DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC Sistema de Contas Nacionais Brasil Referência 2010 Nota Metodológica nº 07 As Famílias no Sistema de Contas Nacionais (versão para informação

Leia mais

CAPÍTULO 11. Poupança, acumulação de capital e produto. Olivier Blanchard Pearson Education

CAPÍTULO 11. Poupança, acumulação de capital e produto. Olivier Blanchard Pearson Education Olivier Blanchard Pearson Education Poupança, acumulação de capital e CAPÍTULO 11 2006 Pearson Education Macroeconomics, 4/e Olivier Blanchard Poupança, Os efeitos da taxa de poupança a razão entre a poupança

Leia mais

Macroeconomia. Economia

Macroeconomia. Economia Macroeconomia Economia Fluxo de renda Comecemos então com o modelo simples de fluxo circular de renda. Bens e serviços vendidos Mercado de Bens e serviços Bens e serviços comprados Receita Despesa Empresas

Leia mais

POUPANÇA INVESTIMENTO E SISTEMA FINANCEIRO. Sistema financeiro serve para unir pessoas que poupam com as pessoas que

POUPANÇA INVESTIMENTO E SISTEMA FINANCEIRO. Sistema financeiro serve para unir pessoas que poupam com as pessoas que Aula 21 12/05/2010 Mankiw (2007) - Cap 26. POUPANÇA INVESTIMENTO E SISTEMA FINANCEIRO. investem. Sistema financeiro serve para unir pessoas que poupam com as pessoas que INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS NA ECONOMIA

Leia mais

Macroeconomia. Faculdade de Direito UNL 2008/09. José A. Ferreira Machado

Macroeconomia. Faculdade de Direito UNL 2008/09. José A. Ferreira Machado Macroeconomia Faculdade de Direito UNL 2008/09 José A. Ferreira Machado 1. As principais grandezas macroeconómicas e a sua medição Medição do rendimento nacional, do nível geral de preços e da taxa de

Leia mais

3º Ano do Ensino Médio. Aula nº 02. Assunto: JUROS E PORCENTAGENS

3º Ano do Ensino Médio. Aula nº 02. Assunto: JUROS E PORCENTAGENS Nome: Ano: 3º Ano do E.M. Escola: Data: / / 3º Ano do Ensino Médio Aula nº 02 Assunto: JUROS E PORCENTAGENS 1) Porcentagem Definição: É uma fração que indica a participação de uma quantidade sobre um todo.

Leia mais

MATEMÁTICA FINANCEIRA - ADMINISTRAÇÃO

MATEMÁTICA FINANCEIRA - ADMINISTRAÇÃO MATEMÁTICA FINANCEIRA - ADMINISTRAÇÃO DESCONTO 1) Determinar o desconto por fora sofrido por uma letra de R$ 5.000,00 à taxa de 5% aa, descontada 5 anos antes de seu vencimento. Resp: R$ 1.250,00 2) Uma

Leia mais

AS FUNÇÕES PROCURA E OFERTA AGREGADAS (1ª VERSÃO)

AS FUNÇÕES PROCURA E OFERTA AGREGADAS (1ª VERSÃO) AS FUNÇÕES PROCURA E OFERTA AGREGADAS (1ª VERSÃO) 1 A FUNÇÃO PROCURA AGREGADA No final deste texto o leitor deverá ser capaz de: Compreender o conceito de função de procura agregada. Entender a curva de

Leia mais

Construção do. Incidência da abertura externa sobre IS-LM Construção, interpretação e deslocamento da curva BP

Construção do. Incidência da abertura externa sobre IS-LM Construção, interpretação e deslocamento da curva BP Construção do Modelo IS-LM-BP Incidência da abertura externa sobre IS-LM Construção, interpretação e deslocamento da curva BP http://fernandonogueiracosta.wordpress.com/ Modelo IS-LM MODELO IS-LM: mostra

Leia mais

Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil

Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil Fevereiro/2014 A taxa de câmbio é um dos principais preços relativos da economia, com influência direta no desempenho macroeconômico do país e na composição de

Leia mais

Taxa de Câmbio. Recebimento de juros Recebimentos de lucros do exterior Receita de rendas do trabalho

Taxa de Câmbio. Recebimento de juros Recebimentos de lucros do exterior Receita de rendas do trabalho Taxa de Câmbio TAXA DE CÂMBIO No Brasil é usado a CONVENÇÃO DO INCERTO. O valor do dólar é fixo e o variável é a nossa moeda. Por exemplo : 1 US$ = R$ 3,00 Mercado de Divisa No mercado de câmbio as divisas

Leia mais

Q custo total médio é dado pela soma do custo variável médio e do custo fixo médio: CTMe = $ 1.000 +.

Q custo total médio é dado pela soma do custo variável médio e do custo fixo médio: CTMe = $ 1.000 +. Pindyck & Rubinfeld, Capítulo 7, Custos :: EXERCÍCIOS 1. Suponha que uma empresa fabricante de computadores tenha os custos marginais de produção constantes a $1.000 por computador produzido. Entretanto,

Leia mais

Mercados de Bens e Financeiros: O Modelo IS-LM

Mercados de Bens e Financeiros: O Modelo IS-LM Mercados de Bens e Financeiros: O Modelo IS-LM Fernando Lopes - Universidade dos AçoresA Mercado de Bens e a Relação IS Existe equilíbrio no mercado de bens quando a produção, Y, é igual à procura por

Leia mais

A FUNÇÃO INVESTIMENTO E A EFICIÊNCIA MARGINAL DO CAPITAL

A FUNÇÃO INVESTIMENTO E A EFICIÊNCIA MARGINAL DO CAPITAL A FUNÇÃO INVESTIMENTO E A EFICIÊNCIA MARGINAL DO CAPITAL Luiz Carlos Bresser-Pereira Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas. 15.06.73 (EC-MACRO-L-289 E-195) A acumulação

Leia mais

Depressões e crises CAPÍTULO 22. Olivier Blanchard Pearson Education. 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard

Depressões e crises CAPÍTULO 22. Olivier Blanchard Pearson Education. 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard Depressões e crises Olivier Blanchard Pearson Education CAPÍTULO 22 Depressões e crises Uma depressão é uma recessão profunda e de longa duração. Uma crise é um longo período de crescimento baixo ou nulo,

Leia mais

AUDITOR FISCAL DA RECEITA FEDERAL - MACROECONOMIA PROFESSOR CÉSAR FRADE

AUDITOR FISCAL DA RECEITA FEDERAL - MACROECONOMIA PROFESSOR CÉSAR FRADE Olá pessoal! Vamos começar a nossa sétima aula de macroeconomia. Lembro que as críticas ou sugestões poderão ser enviadas para: cesar.frade@pontodosconcursos.com.br. Prof. César Frade JUNHO/2011 Prof.

Leia mais

INTRODUÇÃO: JURO FATOR DE FORMAÇÃO DE JURO. VJ = VA x j. *Taxa de juro na forma unitária j=10% => j= 10/100 => j= 0,1

INTRODUÇÃO: JURO FATOR DE FORMAÇÃO DE JURO. VJ = VA x j. *Taxa de juro na forma unitária j=10% => j= 10/100 => j= 0,1 2 INTRODUÇÃO: O principal conceito que orientará todo o nosso raciocínio ao longo deste curso é o conceito do valor do dinheiro no tempo. Empréstimos ou investimentos realizados no presente terão seu valor

Leia mais

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos.

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/2.ª Fase 14 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

Economia II. A Procura Agregada de Bens e Serviços e a Função IS. Francisco Camões / Sofia Vale / Vivaldo Mendes. Setembro 2007

Economia II. A Procura Agregada de Bens e Serviços e a Função IS. Francisco Camões / Sofia Vale / Vivaldo Mendes. Setembro 2007 Economia II A Procura Agregada de Bens e Serviços e a Função IS Francisco Camões / Sofia Vale / Vivaldo Mendes Setembro 2007 1 A Procura Agregada de Bens e Serviços e a Função IS Equações de Comportamento

Leia mais

Um estudo da correlação dos resultados patrimoniais e operacionais das seguradoras Francisco Galiza, Mestre em Economia (FGV)

Um estudo da correlação dos resultados patrimoniais e operacionais das seguradoras Francisco Galiza, Mestre em Economia (FGV) Um estudo da correlação dos resultados patrimoniais e operacionais das seguradoras Francisco Galiza, Mestre em Economia (FGV) Este estudo aborda a correlação entre os resultados operacionais e patrimoniais

Leia mais

Teoria pertence ao grupo das teorias objetivas, conduzindo a análise do valor para o terreno da oferta e dos custos de produção.

Teoria pertence ao grupo das teorias objetivas, conduzindo a análise do valor para o terreno da oferta e dos custos de produção. VALOR Questões : 1. O que é que determina o valor de um bem? 2. De que elementos dependem os valores atribuídos aos bens e serviços normalmente transacionados? VALOR TRABALHO David Ricardo: O valor de

Leia mais