Quadro 2. Inovação do elearning: Processos interativos

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1 Quadro 2. Inovação do elearning: Processos interativos Inovação em e-learning Processos interactivos Explicação Fontes Internas/Ambiente emergente da plataforma eraízes.redes da apresentação à interação 5 Referência %

2 A aplicação?moodle4kids? ou?space4kids? parece-me muito interessante e produtiva para tarefas relacionadas com a criatividade e possivelmente a disciplina de Português e EVT. Referência % e por Silvia Estevam - domingo, 31 Outubro 2010, 13:46 O módulo que apresentas "Workshop" é uma aplicação atraente e útil, os alunos através desta actividade podem avaliar os projectos dos colegas, coordenando o arquivo e distribuição de tarefas. Aqui fica um Link como criar um "Workshop": Referência % mais! por Ricardo Pinto - segunda-feira, 1 Novembro 2010, 14:38 Acerca da vídeo conferência na plataforma Moodle, o principal problema reside na gestão do tráfego gerado no upstream e downstream em tempo real do vídeo e áudio. Existe contudo um módulo que realiza este tráfego a partir de um servidor e não ponte a ponte como os que mencionastes. Deste modo a largura de banda só têm que ser contabilizada pelo lado do servidor, se não me engano o politécnico têm ligação de fibra óptica, pelo que pode tirar rendimento dessa vantagem através do módulo Open Desktop: De salientar que neste módulo pouco importa a largura de banda do utilizador ou utilizadores, tudo se resume à banda larga do servidor. Como dissestes, Valter existem muitos mais, somente aponto este pelo aspecto que Referência % idas. por Marco Caires - domingo, 31 Outubro 2010, 12:48 Sim. O fórum é muito importante. Além do mais em toda a web encontramos fóruns, por isso é uma ferramenta que não nos é totalmente estranha. mas antes de participar num fórum com os nossos alunos convém conhecer e dar a conhecer Netetiqueta. Referência % book. por Ricardo Pinto - Wednesday, 3 November 2010, 19:29 Uma solução síncrona para essa situação, EllumunateLivemodule permite uma aula de vídeo com áudio e partilha do ecrã com ferramentas de moderador no moodle.

3 Fontes Internas/Redes Sociais 27 Referências 48.76% Referência % Re: Forum de discussão Unidade 3 (Discussion Forum Unit 3) por Valter Gouveia - segunda-feira, 15 Novembro 2010, 13:05 Como já é do conhecimento de todos, a Catarina Gois, o Paulo Martins e eu gerimos a presença online do LCHipermedia em: (393 likes) e em: (856 amigos). Seleccionamos diversos blogs temáticos para serem disponibilizados automaticamente aos nossos seguidores. Esta semana iremos adoptar uma nova estratégia de comunicação e vamos ver as diferenças, actualmente estamos com 27% de participação activos, veremos no final da semana. Faço a gestão de outras páginas no Facebook onde a interacção é toda feita manualmente e as estatísticas são um espanto. Um exemplo é uma página comunitária com 8600 likes que têm 60% de participação activa. Mostrar mensagem ascendente Editar Apagar Responder Média das classificações: Bom (2) Avaliação... Excelente Bom Satisfatório e Relevante Limite do Satisfatório Resposta Insatisfatória Referência % por Ana Búzio - sexta-feira, 19 Novembro 2010, 18:47 Depois de ter passado apenas uma semana desde a criação da página penso que o tempo é curto para tirarmos grandes conclusões acerca da sua interacção, dinamização e participação. Todavia, posso dizer que de terça-feira a hoje (sexta-feira), tive 28 likes e uma média de 5 participantes activos. Para dinamizá-la fui colocando ao longo da semana, imagens relativas à escola e brinquedo da primeira metade do século XX, alguns vídeos, e também notícias relacionadas com o assunto. Fui igualmente pedindo sugestões acerca dos personagens do site, sendo esta uma das formas que gerou mais interacção. Criei igualmente um fórum de discussão, que todavia só teve uma resposta. Acima de tudo tentei promovê-la da forma mais diversificada possível. Para promover a minha página, enviei convites para todos os?amigos? que tenho no meu perfil, e também a partilhei no meu mural. Ao longo de todo o projecto, espero ir colocando as diversas fases pelas quais ele vai passando, de forma a que todos possam acompanhar o processo e posteriormente o produto final. Referência %

4 por Clara Ferreira - sábado, 20 Novembro 2010, 12:06 Professor, concordo com quase tudo o que disse excepto com a referência aos tags. Como utilizadora atenta desta rede, reparo que as pessoas raramente ficam contentes por serem "tagadas" em fotografias e notícias com as quais não estejam ligadas "emocionalmente". O Utilizador frequente das redes sociais tem que lidar diariamente com grandes quantidades de informação e aprende rapidamente a filtrar o que lhe interessa. Penso que a melhor forma de atingir o mercado-alvo que se pretende é precisamente fazer com que as pessoas divulguem os conteúdos publicados numa página de livre vontade. Ao estudar a forma como os consumidores se comportam em relação à publicidade na Internet (http://blog.nielsen.com/nielsenwire/consumer/global-advertising-consumerstrust-real-friends-and-virtualstrangersthe-most/), constatei que um post de um "amigo" que por vezes desconhecemos a identidade, tem mais valor para os utilizadores que um anúncio, um tag ou outra forma de publicidade mais agressiva. Na minha opinião, o "Word of Mouth" é a técnica que melhor funciona neste tipo de divulgação. Para frisar o que disse acerca da quantidade de amigos, gostava de voltar a mencionar o meu caso. Tenho uma rede de 2000 amigos e muitos poucos ficaram seguidores da minha rede. A realidade é que, tal como o professor disse, há páginas que apenas devem ter os amigos que realmente "interessam". Referência % Referência % por Clara Ferreira - sábado, 20 Novembro 2010, 02:26 Durante esta semana dinamizei a página do Centro de Competências TIC da ESES tendo conseguido 99 seguidores. As estratégias de divulgação que utilizei foram as seguintes: - Anúncio publicitário - Listas de mails - Publicação de vídeos e de notícias - Utilização de uma conta para divulgação que tem mais de 2000 amigos As estratégias que melhor funcionaram foram o anúncio e a lista de mails. (Ao que parece os meus amigos não gostam de centros TIC) O meio ao qual os utilizadores foram mais reactivos foi o vídeo, tendo recebido uma média de 1 interacção por publicação, 2,8 por dia. Apenas 10 dos 99 seguidores se mostraram activos. Durante a dinamização da página reduzi os feeds, ajustando a sua parametrização por achar que estavam

5 a ser demasiados e poderia levar a que alguns seguidores desistissem por excesso de informação. Referência % por Hugo Almeida - sábado, 20 Novembro 2010, 17:32 Natália. Já tentou o rss graffiti. Uma aplicação no facebook que pode adicionar à sua página? Uma outra opção é utilizar o Feedburner para "limpar" e uniformizar o feed. Referência % por Joao Borislav - sábado, 20 Novembro 2010, 17:50 Nesta primeira semana o número de visitantes ainda não foi muito elevado, tendo obtido 38 likes. Obtive apenas 2 participantes activos durante esta semana onde interagi com eles através de posts, fotos, hiperligações relevantes para o desenvolvimento do meu projecto (Animação e Modelação em Blender 3D). Coloquei também um vídeo que demonstra o grande potencial que este software tem para nos oferecer. Ainda é muito cedo para poder tirar conclusões no que diz respeito a interactividade que se possa vir a criar entre mim e os meus utilizadores. Tentarei ao longo das próximas semanas colocar alguns tutoriais em vídeo para explicar como trabalhar de forma mais eficaz com este software. Criei um fórum de discussão onde apenas obtive uma participação. Referência % por Natalia Santos - sábado, 20 Novembro 2010, 18:06 Os utilizadores da minha página reagiram mais à colocação de fotografias (de obras de arte) e a vídeos do Youtube. Para fazer crescer a minha audiência quando seleccionei imagens ou vídeos, procurei que a vertente artística dos mesmos fosse de qualidade e quando os publiquei/partilhei, acrescentei algum tipo de comentário. Quanto ao sucesso: Os feeds sem comentários, ainda não consegui fazer a ligação com sucesso, mas ainda não perdi a esperança. A publicação onde obtive mais sucesso foi com uma foto (de uma caveira feita com peças metálicas,) um utilizador enviou uma foto em contra ponto ao publicado ( foto era de uma escultura de sapato de Joana Vasconcelos feita só com tachos). Obtive 42 likes e 8 interacções até 18 de Novembro. As mudanças para obter mais feedback por parte dos utilizadores foram incluir mais comentários como resposta ao que é escrito e colocar/partilhar menos informação e nunca seguida. Referência % Referência %

6 por Maria M Larangeira - sábado, 20 Novembro 2010, 19:23 A página EVT e NEE foi criada na passada segunda-feira. Utilizei a minha página de Facebook para a sua divulgação, enviei convites para todos os 64 amigos que tenho na página pessoal. Obtive tive 34 likes, entre os 64 amigos que possuo. Criei um sistema interoperacional e usei a aplicação RSS Graffiti através de sugestão no fórum. Para dinamizar a página, fui colocando ao longo da semana, imagens relativas ao projecto, um vídeo de apresentação, informação variada, ligações a sites e a um vídeo no Youtube. Foi criado um fórum de discussão e solicitada a sua participação através do mural e da página pessoal. Embora também o tivesse divulgado no Twitter, não teve até ao momento qualquer participação. No total foram contabilizados 17 likes nos diferentes meios publicados. Também houve preferência nos itens que foram também publicados na página pessoal. O meio preferido acabou por ser o vídeo de apresentação (5 likes). Totalizou uma média de 5 seguidores diários. Utilizei frequentemente o mural da página pessoal para divulgação das novidades da página, com o intuito de promover uma maior interacção e feedback dos meus seguidores. Referência % por Marcelina Lourenço - domingo, 21 Novembro 2010, 10:22 A página Voluntariado Online foi criada na passada quarta-feira. Esta página foi criada através da minha página de Facebook para a sua divulgação, enviei convites para os amigos que tenho na página pessoal, tendo obtido 19 respostas. A página foi pouco dinamizada tendo colocado essencialmente informação sobre o voluntariado online. Ainda é muito cedo para fazer uma análise sobre aceitabilidade e interactividade. Tentarei encontrar outras formas de interagir ao longo das próximas semanas. Referência % Referência % por Clara Ferreira - domingo, 21 Novembro 2010, 12:50 "decidi criar uma nova página para que nenhum colega se sentisse injuriado" Penso que a palavra correcta seria "Prejudicar". Vou partilhar contigo um texto que me faz lembrar esta questão: "(...) Inteligência coletiva, pensando na atuação do profissional e nas tecnologias eletrônicas de recuperação da informação, bem como, observa que a interação humana, a inovação e a solidariedade são atitudes valiosas diante de um universo de pesquisadores interessados em um tema de estudo em comum, pois afinal, é função de todos contribuírem com a disseminação da informação."

7 O futuro do ensino ninguém o conhece, mas os valores que regem a inteligência colectiva assentam na palavra solidariedade. Sou um pouco fanática com esta coisa das avaliações justas e tu, como professor, vais aprender ao longo da tua experiência que é precisamente nesta área que os nossos alunos nunca estão satisfeitos: na justiça das avaliações. Vesti, verdadeiramente, a camisola da ESES quando entrei para o Centro de Competências. Vamos tentar todos juntos, acabar com as opiniões que denigrem a imagem desta escola fantástica e começar pela nossa turma, parece-me uma boa opção. Concordas? ;) Referência % por Paulo Duarte - domingo, 21 Novembro 2010, 13:21 Através da minha página iniciada na terça-feira, obtive 94 seguidores. Para chamar as pessoas utilizei as sugestões aos amigos da rede, bem como a publicação no meu wall a propósito do projecto. Creio que, por ter clarificado que era um projecto de mestrado houve uma empatia por parte dos amigos levando a uma forte adesão. Outro aspecto que me parece relevante foi o facto das notícias de certo modo agradarem a toda a audiência, pois era uma página numa rede social sobre redes sociais. Conforme se pode visualizar na imagem em anexo tive um considerável número de likes e quase 2 mil visualizações diárias. Quanto às estratégias com mais sucesso e menos sucesso, os feeds automáticos foram os que tiveram menos sucesso, sendo que as notícias que eu próprio introduzia foram as que mais sucesso tiveram, logo seguidas dos vídeos. Tal como foi referido por alguns colegas o problema principal penso que é o tempo, apesar de ser comum a todos penso que é de destacar, não apenas o tempo em dias para executar a tarefa como o tempo útil que todos nós temos na nossa vida, que dificulta muita vez que possamos estar mais activos na página. Observei por exemplo que os posts colocados em ditas "horas de ponta" tinham maior feedback que os colocados noutra altura, pois, embora a comunicação no Facebook seja essencialmente assíncrona, mensagens antigas tendem a desaparecer dos feeds de notícias dos amigos e portanto estes já não os vêem. No geral pareceu-me uma boa experiência e com certeza que saímos daqui a compreender melhor como

8 devemos gerir uma página no FB. Referência % Referência % Site Educativo "ABC da Informática" por Ana Henriques - domingo, 21 Novembro 2010, 17:27 As formas de promoção e interacção que encontrei para divulgar a minha página referente ao site Educativo?ABC da informática? foram: Correio electrónico Convites a amigos Publicação de vídeos, fotos e notícias A estratégia de promoção que considero mais eficaz foi o correio electrónico, pois só assim consegui que algumas pessoas menos atentas ao seu facebook, tivessem conhecimento do meu trabalho. A média de interacções que obtive na minha página foi 5, enquanto a média de utilizadores activos foi 9. Para conseguir um maior feedback dos utilizadores, estive nas horas mais?movimentadas?, ou seja no final do dia sempre atenta a quem estava online, para poder partilhar constantemente a minha página. Referência % por Catia Costa - domingo, 21 Novembro 2010, 18:44 Criei na Segunda-feira, dia 15 de Novembro, a página Comunicação na Virtualidade na rede social Facebook. Tenho neste momento 29 pessoas que, na sua maioria, estão relacionados com a Escola Superior de Educação de Santarém. Para promover a página sugeri aos meus amigos que aderissem, partilhei?posts? no meu perfil e fiz perguntas em relação aquilo que disponibilizava para partilha de experiências e discussão. Procurei encontrar sítios na Web sobre mundos virtuais e redes sociais que fossem de encontro ao tema da página. Após estas descobertas criei interoperabilidade entre redes através do Twitter feed, como sugerido no guia e mais tarde, com o RSS Graffiti. A audiência da página cresceu através da sugestão e partilha em perfis, reparei, assim, ao longo desta semana que os utilizadores são mais reactivos aos vídeos e imagens. Como apenas tenho três elementos activos a media de gostos foi de cinco e duas participações uma no mural e outra num?post?. A informação disponibilizada teve mais recepção do que os feeds. As alterações no meu comportamento foi colocar ou levantar questões, no entanto estas só tiveram uma reacção. Pretendo, assim no futuro, pedir sugestões e continuar a inserir informações, eventos e tutoriais. Referência %

9 por Silvia Estevam - domingo, 21 Novembro 2010, 19:52 A página?cursos de Formação Modular no Agrupamento de Escolas de Alcanena: Divulgação e Experiências", foi criada no dia 16 de Novembro (terça-feira), tenho vindo a explorar as ferramentas elementares do Facebook, para obter uma dinamização da minha página com sucesso. Enviei convites para os meus amigos da minha página pessoal que aceitaram (100 amigos), entre estes recebi 31?gosto? na página, e verifiquei que tem alguns utilizadores activos. Para a promoção e interacção da minha página, durante a semana coloquei assuntos relativamente ao meu Projecto?Cursos Formação Modular: Divulgação e Experiências?, usado: criação de álbum de fotos, no álbum?caracterização do espaço físico da escola?, onde constam fotografias da escola para conhecer a opinião das instalações onde decorrem estes cursos, e no álbum? Actividade Magusto?, para saber qual a opinião como correu a actividade que se desenvolveu na Escola, direccionada para os Cursos de Formação Modular; criei um tópico no fórum de Discussão, intitulada?importância das Actividades nos Cursos Formação Modulares?, obtive resposta de uma professora da escola que partilhou a sua opinião; e efectuei alguns link de páginas importantes que informam e explicam melhor estes cursos. Em suma, durante esta semana esta actividade revelou-se muito importante para o meu projecto visto que um dos objectivos do projecto é a divulgação e experiências dos Cursos Formação Modular na Escola de Alcanena, para mim foi uma mais-valia, tive oportunidade de explorar esta ferramenta de comunicação. De momento ainda não existe muita interacção, devido ao curto tempo, mas espero que no futuro tenha mais sucesso. sucesso. Referência % por Rui Pascoal - domingo, 21 Novembro 2010, 21:23 De forma a conseguir atingir os objectivos desta unidade foi necessário consultar e proceder à leitura de toda a bibliografia que consta no guia do aluno de forma a cumprir com o que foi solicitado. É claro que link após link me perdia a consultar outra informação que achei conveniente. Esta situação fez com que só tivesse criado a minha página no facebook na quinta-feira ao fim do dia. Procedi à sua dinimização em que apostei mais na página de boas vindas criada com o static FBML application. Neste momento tenho

10 conciência que o deveria ter feito com mais antecedência, desde o primeiro tempo em que a página ficou online até ao momento foi um espaço muito curto e daí não ter conseguido as reacções esperadas dentro da semana. No entanto consegui verificar que em apenas 3 dias consegui alguns fãs que não são deste mestrado e o mais interessante é que consegui uma fã que não fazia parte da lista dos meus contactos nem dos meus amigos no facebook. É uma pessoa que está ligada ao ensino no Brasil. Tenho consciência que se tivesse começado mais cedo poderia ter dinamizado a página de uma forma mais activa provocando interacções e um maior número de likes. Vou continuar este trabalho de forma a divulgar o que estou a fazer no meu trabalho de mestrado e também para acrescer mais informação útil com as reacções dos utilizadores que poderão trazer uma mais valia para o tema que estou a trabalhar. Referência % Referência % Referência % por Carlos Pires - domingo, 21 Novembro 2010, 22:06 A minha página de nome?machinima na Educação Sexual?, teve reacção nas imagens colocadas, que chamaram à curiosidade das pessoas. Penso que tal aconteceu porque Machinima está quase sempre associada ao Second Life, e as minhas imagens não eram desse mundo virtual. Como forma de promoção da página, comecei por introduzir informação sobre o projecto, imagens, vídeo, uma notícia sobre educação sexual. Utilizei a minha lista pessoal de s e a lista de contactos do Facebook para publicitar a página, sendo que na minha opinião algo falhou, pois não obtive nem comentários na página nem likes, a única interacção foi no fórum de discussão por dois elementos dentro de vinte e cinco membros. É um facto que em tão pouco tempo é difícil arranjar muita actividade nas nossas páginas e que os temas É um facto que em tão pouco tempo é difícil arranjar muita actividade nas nossas páginas e que os temas por vezes também não cativam as pessoas, mas esta experiência permite adquirir competências e conhecimentos de várias ferramentas que poderemos de utilizar no futuro. Referência % por Catarina Gois - domingo, 21 Novembro 2010, 22:42 Numa semana, baliza de tempo que nos foi proposta, tentei ao máximo colocar as potencialidades de uma

11 página no facebook em marcha e em prol do voluntariado online. Deste modo, e tendo em consideração que infelizmente apenas consegui criar a página na quarta-feira à noite, o primeiro passo foi criar a página em si e o respectivo logótipo. Tentei em termos de design que fosse um logótipo com cores alegres, apelativas ao primeiro olhar, e obviamente que se enquadrasse com o tema do voluntariado. Por aí, no meio em que a imagem é tão significante, cumpri com os meus próprios objectivos. Depois, em termos de divulgação, preferi publicar no meu mural do que se tratava o projecto revelando também que era no âmbito do mestrado que estou a tirar. Por isso, considero que houve empatia e daí, num tão curto espaço de tempo, conseguir cerca de 60 seguidores. Mas, mais do que isso, seleccionei amigos que de certa maneira estão ligados à área do voluntariado e pedi-lhes para divulgarem pela sua rede de contactos. Considero que foi a partir desta estratégia que facilmente atingi um número considerável de seguidores. E será esta sensibilidade estratégica a seguir sempre. Outro aspecto importante passa pelas notícias, vídeos, links de sites e afins relacionados com acções de voluntariado e o voluntariado em si. Houve alguns?likes? e interacção por parte dos seguidores às várias postagens. No futuro, tentar ainda uma maior proximidade, colocando questões e pedindo directamente comentários. Penso que assim existe uma verdadeira interacção, entre quem cria a página e seus seguidores. Depois, outra funcionalidade que espero que resulte em pleno são os feeds automáticos. Nesta semana, disponibilizei um e por isso não consigo fazer análise e balanço mas o objectivo de futuro é escolher minuciosamente os feeds para ir o mais possível ao encontro do público-alvo e assim criar maior interacção. Este trabalho como atrás já referi revelou ser apenas o arranque do projecto e uma das melhores maneiras de como divulgá-lo. Referência % por Nuno Oliveira - domingo, 21 Novembro 2010, 23:08 A página eprofessor-eraizes foi criada no dia 15 de Novembro com o intuito de explorar e dar a conhecer a função do e_professor no e-learning, sendo um segmento do projecto e.raizes-redes, desenvolvido em Seminário.

12 Utilizei o meu perfil do Facebook para a criação desta página e lancei convite a todos os meus amigos, pois sendo a maioria professores seriam o meu público-alvo, facilitando assim a sua participação activa e colaborativa. colaborativa. Para dinamizar a página utilizei feeds através do twitterfeed de sites ligados ao tema abordado. Esses feeds eram publicados no mural da página bem como direccionados para o mural do meu perfil possibilitando assim envolver um maior número de pessoas. Pesquisei outras páginas do facebook e associei-as à minha pois foi uma mais valia e isso notou-se na evolução da participação que passou de 2 utilizadores activos entre o dia 16 e 18 de Novembro para 22 utilizadores no dia 19 de Novembro. Até à data houve 35 likes. Os itens preferidos foram os vídeos. Apesar de utilizar o fórum de discussão, com dois tópicos a adesão foi muito baixa tendo só uma publicação. Em suma, penso que o tempo para esta actividade foi curto, apesar de existir um esforço para colocar a página a funcionar e atingir as propostas pedidas. Mas os frutos, penso que virão com o tempo e com a continuidade na dinamização da mesma. Algo que farei ao longo deste ano de mestrado. Referência % por Conceicao Durao - Tuesday, 23 November 2010, 13:55 Página que criei no Facebook: Os utilizadores da minha página foram mais reativos às notícias (6 dos 16 utilizadores reagiram às notícias, ou seja 37,5% dos utilizadores da minha página reagiram às notícias e 6,3% reagiram aos vídeos). Para promover a minha página utilizei as seguintes estratégias: enviei convites para todos os?amigos? e colegas, partilhei no meu mural, publiquei vídeos e notícias. Contudo, penso que a melhor forma para divulgar esta página, tendo em conta o público-alvo a que se destina este tema, seja fazê-lo junto das escolas (professores e alunos), em especial do ensino superior, pois no meu caso interessa-me mais a qualidade dos?amigos? ou visitantes do que o número destes. Até 22 de Novembro de 2010 só (ainda) tive 18 likes e 5 participantes activos. Para adequar a página aos utilizadores e obter mais feedback por parte dos mesmos fui colocando vídeos de interesse sobre a temática da página e informações que considerei pertinentes divulgar neste espaço; Iniciei o Fórum de discussão colocando um tópico [Qual a importância de um e- tutor? Será mesmo

13 necessário a presença de um e-tutor nas comunidades de aprendizagem online ou nos cursos/ formação à distância?] ao qual só obtive uma participação; Adicionei à minha página o rss graffiti para que fosse?alimentado? com notícias automaticamente. No entanto penso que, no caso do meu projeto, esta página individual não faz sentido mas sim participar, juntamente com os outros eee?s (e-professor, e-plafaforma), numa que seria e- plataforma E_Raízes.Redes. Referência % Referência % por Fabiana Sampaio - Thursday, 25 November 2010, 22:23 A página que criei no Facebook sobre o meu projecto de estágio visto ser muito recente ainda não possui um feedback significativo, tendo ainda obtido muito poucas interacções e?likes? na minha página. Realidade que penso que irá mudar ao longo da actualização que irei fazer desta e das ligações que irei realizar a esta para que o próprio conceito e objectivo do meu projecto de estágio seja interpretado da forma mais correcta, ao longo de todo o seu desenvolvimento. Referência % por Veronica Barbosa - segunda-feira, 6 Dezembro 2010, 16:50 A Página que eu criei na rede social «Facebook», para a divulgação do meu Projecto, tem o título do próprio projecto - «Eu Moro Aqui» -http://www.facebook.com/#!/pages/eu-moro- Aqui/ Inicialmente, poucas pessoas aderiram à minha página, por isso partilhei-a no meu perfil pessoal, para os meus contactos terem conhecimento da mesma. Também procedi ao envio de mensagens para os mesmos com a mesma informação. Para dinamizar a página, tenho apresentando, ao longo dos dias, o meu projecto de Estágio Profissionalizante e os seus objectivos, algumas das minhas pesquisas, e hiperligações referentes a estas (como sítios e vídeos), tornando assim a página mais atrativa e as informações mais directas e objectivas. Curiosamente, as pessoas que mais têm aderido à página do meu Projecto não são os colegas da turma, mas sim amigos meus, que frequentam outros cursos e universidades. Fontes Internas/Interagir em Mundos Virtuais 19 Referências 49.68% Referência % por Maria M Larangeira - quinta-feira, 25 Novembro 2010, 00:08 Através da minha avatar (Mmarie Deed) aventurei-me na pesquisa de terrenos desconhecidos. De ilha em

14 ilha teletransportei-me na tentativa de encontrar novos mundos, novos grupos, para a partilha de informação e conhecimento. As horas juntaram-se aos dias, num busca incessante... Pelo meio o download pedido da nova versão do Second Life. Novos caminhos, novos rostos, outras dimensões para descobrir. O apoio precioso de Mitsuki Faith, sempre presente na escolha do guarda-roupa, numa nova pele, em landmarks nunca antes visitados. As ilhas à distância de um clique foram surgindo, um pouco despidas de informação, sem os conteúdos que tanto procurava. Primeiro em português, depois com outras combinações linguísticas em inglês e francês, intensifiquei a pesquisa com as palavras chave que considerei relevantes para o meu projecto: Contributos da multimédia no ensino da disciplina de Educação Visual e Tecnológica, a alunos com necessidades educativas no ensino da disciplina de Educação Visual e Tecnológica, a alunos com necessidades educativas especiais (surdos oralizados). As ilhas, com coordenadas para visitar os espaços virtuais: Ilha da Educação, 673,1013; Ilha Unisinos, 1108,1138. As referidas ilhas contêm pouca informação e encontram-se sempre desertas. Parafraseando o colega Carlos Pires quem sabe se não é a diferença horária, que nos liga a este mundo virtual que condiciona estes encontros. Tornei-me no membro 295 do grupo MMEd - Universidade de Aveiro, Grupo do Mestrado/CFE em Multimédia em Educação da Universidade de Aveiro, sem no entanto ter conseguido qualquer troca de palavra ou experiência com qualquer dos elementos do grupo. Tentei reunir-me com WebEducativa.net - Oficina de WebEducativa.net, para reuniones de investigación de Second Life integrado a la Educación, no entanto sem sucesso. A pesquisa continuará mas até ao momento não foi possível a recolha de informação considerada relevante para o projecto que estou a desenvolver. Referência 2 2% por Catia Costa - Friday, 26 November 2010, 14:01 Por vezes demorasse mais do que uma semana a encontrar os grupos ou o grupo certo. Se tivermos num grupo e lançarmos uma questão pode ou não começar um debate, depende dos interesses das pessoas. É normal que não encontres o teu tema no Second Life, principalmente uma ilha que exige recursos,

15 investimentos, entre outros ou também, porque é um mundo virtual mais virado para responder a perguntas sobre e-learning. No dia 17 de Novembro na ilha Portucalis (http://portucalis.wordpress.com/2010/11/17/a-realidade-dovirtual/) a convidada da semana foi uma senhora portadora da doença de Ataxia de Friedrich que falou do?mundo Virtual também Ser Real? e ela disse a certa altura que no Second Life podia andar e voar. De certa forma não tem nada a ver com os NEE, mas é interessante ver esta perspectiva de uma pessoa que está paraplégica e tem dificuldades a falar e na maneira como usa o Second Life. Referência 3 4.8% Referência % Referência % Referência % por Ricardo Pinto - Sunday, 28 November 2010, 19:07 Recomendo-te a ilha da PT inovação, na qual ocorreram experiências de streaming dos canais de vídeo do SAPO, eu julgo que é possível tirar partido desta experiência. Para situar a minha intervenção, a televisão permanece como um dos principais suportes da comunicação moderna, é um reservatório de conhecimento, que permite encenar a informação e os conteúdos e dirigi-los à personalidade do públicoalvo. A comunidade que atende o SL já há muito que estabelece conteúdos neste formato, um exemplo sólido, a Metaverse TV - live tv para mundos virtuais. A própria adobe teve que reformular as suas entregas de conteúdos do género televisivo, abandonou a aplicação adobe media player para implementar o portal adobe tv, que não requer instalação de software - não obtiveram os resultados desejados, portanto reinventaram a solução no formato youtube. De salientar que esta premissa já têm alguma idade, a lei de Moore rapidamente torna a novidade obsoleta, mas a afirmação da Professora Clara Ferrão não deixa de estar menos certa por isso -"A televisão têm como principal vantagem sobre os outros média, a avaliação das suas próprias estratégias, através dos dados obtidos com as taxas de audiências, opiniões do público", em Intercompreensão,1996. Recomendo-te esta leitura, Paulo, é conclusiva na relação entre a televisão e o ensino, garante uma abordagem objectiva ao trabalho de investigação neste domínio. Referência % por Sonia Pinto - Friday, 26 November 2010, 14:15

16 De acordo com o trabalho que nos é pedido realizar ao longo desta semana, procedi à investigação em ambiente virtual, sobre o meu tema?programas Nacionais e Internacionais?. Basicamente este projecto pretende dar a conhecer a toda a comunidade escolar do Politécnico de Santarém programas como Erasmus, Comenius, Inov Jovem, Inov Art, Inov Contacto, entre outros, que se destinam ao estudo fora do país, estágios profissionais a nível nacional e internacional. Ao realizar a minha pesquisa no Second Life deparei-me com a falta de informação e grupos, os únicos que me podem ser úteis à realização do meu projecto abordam apenas a temática de Erasmus. Assim vou recorrer ao grupo Erasmus e ilhas de ESN Erasmus Student Network e Erasmus Universiteit Rotterdam. Referência % por Catia Costa - Friday, 26 November 2010, 17:21 O meu tema é Comunicação na Virtualidade, e.comunicação, por isso como estou a desenvolver o projecto utilizando as redes sociais (Facebook e Twitter) e o Sloodle, a ilha que poderei utilizar para valorizador o meu relatório é a ilha do próprio Sloodle (http://www.sloodle.org/moodle/) e outras que valorizador o meu relatório é a ilha do próprio Sloodle (http://www.sloodle.org/moodle/) e outras que também o estão a explorar como é o caso da ilha e grupo Imparafacile Island. Também juntei-me ao grupo sloodle.it que é italiano e partilha informações, apoiando os interessados. Não existe nenhuma ilha ou grupo que interligue as Redes Sociais e o Sloodle ou o meu tema especificamente, existindo apenas grupos separados onde posso obter informações para ajudar nas minhas pesquisas. Desta forma aderi ao grupo Virtual Vision que discute comunicação e educação, Real Life Education in Second Life porque é um grupo para professores e académicos que usam o Second Life para a educação e pesquisa e estou também num grupo de TIC Fundamentos Teóricos em EAD Digital. Um outro grupo onde poderei obter informações interessantes é o COM Educators in SL que explora métodos eficazes para ensinar comunicação no Second Life. Quanto às Redes Sociais encontrei os grupos Facebook Application Development e 3D Immersive Learning Quality (que não me juntei porque tinha de pagar 250 lindens). Assim pretendo apenas usar as ilhas e grupos relacionados com o Sloodle, porque sobre as redes sociais não encontro aquilo que pretendo. Referência %

17 por Nuno Oliveira - Saturday, 27 November 2010, 01:16 O Second Life (SL) é um espaço com grande potencial em relação ao meu projecto mas, a minha inexperiência faz com que a pesquisa não tenha sortido os melhores efeitos. Tenho tido problemas em aceder ao SL pois o meu computador tem problemas em abrir o novo viewer 2 e, além disso a minha internet, sendo móvel, dificulta também o acesso. Dois inconvenientes para esta unidade, no entanto foram contornados e, apesar das dificuldades consegui encontrar algumas ilhas e grupos. As ilhas estavam desertas e tal como outros colegas provavelmente derivado às horas de consulta. Em relação aos grupos, apesar de deixar algumas mensagens, até ao momento ainda não obtive qualquer tipo de resposta. O uso deste conhecimento, no meu projecto final, será no esclarecimento de algumas funções do docente no e_learning e como os quiz são utilizados no SL. As ilhas visitadas foram:. - elearning at UWE. - inworld Campus of Free-Ed.Net (187,46,55). /48 - Midstate College elearning (60,53,48) Ilha do Empreendedor? SEBRAE (175,227,36). - Ilha da educação (33, 149, 26) Os grupos encontrados e que aderi foram:. Higher Education elearning Forum;. Higher Education elearning Forum;. elearning Forum. CEH - Clube Elearning Hoje o ieducate Nesta perspectiva irei acompanhar estes e outros grupos que possa daqui em diante encontrar, para aperfeiçoar as minhas bases e informações sobre o ensino no SL, sendo uma mais-valia para a produção do meu relatório final sobre o e-professor. Referência %

18 por Ana Henriques - sábado, 27 Novembro 2010, 15:36 O meu trabalho é criar um site educativo com conteúdos de informática, para miúdos que frequentem o 5º ano de escolaridade. Nas várias pesquisas que efectuei, quer em quer na opção de?busca? do second life, utilizei como termos de pesquisa: education, teaching e games. A ilha que achei mais interessante foi a da Nasa, que disponibiliza um site educativo com várias ferramentas de aprendizagem para miúdos. A outra ilha que também achei bastante interessante foi da Virtual State Fair, que é a casa do Cooperative Extension System, uma grande organização de educação informal no Second Life, onde Jogos, passeios, exposições e ferramentas de aprendizado são oferecidos, existindo ainda instalações para reuniões e conferências para educadores. Contudo e apesar de várias tentativas, como aconteceu com os meus colegas, não consegui interagir com nenhum grupo. Desta forma não irei contemplar o meu trabalho em ambiente Second Life. Referência % por Ana Búzio - sábado, 27 Novembro 2010, 18:33 O projecto Vem Descobrir...A Escola e o Brinquedo do século XX, pretende ser um site lúdico-pedagógico com actividades, jogos, histórias, entre muitas outras coisas, sobre a Escola e o Brinquedo da 1ª metade do século XX em Portugal. Como tal pesquisei ilhas relacionadas com educação, museus e jogos educativos, todavia como este é um Como tal pesquisei ilhas relacionadas com educação, museus e jogos educativos, todavia como este é um projecto muito específico não encontrei nenhum local onde o possa integrar. No entanto, apresento aqui algumas ilhas, mais ou menos relacionadas com o assunto, e que podem ser úteis para alguns colegas: - WINGS: é um centro de desenvolvimento profissional dedicado aos professores. É um local para partilha de experiências, colaboração, e apoio. URL: - THE TECH VIRTUAL MUSEUM WORKSHOP: pretende ser um local de exposição de materiais educativos, conceitos e designs. URL: - MUSEUM ISLAND: é uma ilha que retrata diversas civilizações antigas. URL:

19 - EUCLIDIA SPACE PLANETARIUM: ilha que aspira educar através do entretenimento. A sua temática é a astronomia. URL: Referência % por Natalia Santos - Saturday, 27 November 2010, 20:31 Na pesquisa feita no Second Life, encontrei alguns grupos relacionados com a ecologia mas descobri que o tema ecologia num mundo virtual, está mais relacionado com a construção de espaços e ambientes virtuais. Será que a ecologia é um assunto demasiado real para constar de um mundo virtual? Continuando a pesquisa e a miúdo encontrei grupos iniciados por pessoas que se dizem ecologistas no mundo real. O grupo que mais me surpreendeu pela novidade de informação foi este, Recycled art r-evolution, virado para as artes, onde descobri que a reciclagem também pode assentar numa base virtual, um tipo de arte que nas palavras deste grupo?só pode existir no Second Life?, e assenta numa vertente de que qualquer um pode manipular as obras de outros ai produzidas. Este projecto nasceu na Ilha do vulcão (isle of Vulcano). Mas nesta ilha tudo se vende e tudo se compra. Penso que em qualquer grupo ou ilha de ensino, criados por universidades, que já são muitas as que aí existem, existirá sempre espaço para divulgar o tema da ecologia. Tema transversal a todos, a ecologia encaixa em todas as instituições com preocupações ambientais. Nesse sentido procurei também grupos e ilhas criados por universidades. Não pensei desenvolver ou partilhar neste ambiente o meu projecto. Após estas pesquisas poderei eventualmente no fim de concluído publicitá-lo no Second Life. Não é um ambiente muito acessível, as limitações que apresenta são um obstáculo para atingir massas. Referência % por Gonçalo Pereira - Sunday, 28 November 2010, 01:28 Depois de ter instalado esta nova versão do SL viewer como solicitado iniciei a minha pesquisa sobre mundos que pudessem ser úteis para o meu projecto. Tentei encontrar mundos através de algumas palavras-chaves relacionadas com a temática do mesmo, o que encontrei acabou por se tornar num panorama bastante desolador, uma vez que tudo estava vazio e nunca consegui encontrar alguém com quem pudesse trocar ideias, num desses mundos até fui automaticamente expulso, uma vez que era

20 apenas para pessoas autorizadas. Um outro constrangimento que senti nesta minha pesquisa prendeu-se com o facto desta nova versão do SL ser muito pesada e puxar de tal maneira pelos recursos do computador, nomeadamente pela gráfica que, por várias vezes, o meu portátil crashou, embora não tenha nenhum topo de gama tenho um portátil relativamente aceitável e mesmo assim não consegui obter um desempenho adequado ao SL, o que me leva a interrogar-me se esta também não será uma das razões pelas quais muitos utilizadores têm abandonado o SL. Voltando à temática dos mundos virtuais e depois das pesquisas efectuadas no SL não senti?retorno? que justificasse a inclusão do SL no meu projecto, assim não o irei utilizar no meu projecto, porque penso sinceramente que não se adequa ao mesmo, nem aos objectivos que tracei para este projecto. Referência % por Rui Pascoal - Sunday, 28 November 2010, 14:40 O meu tema de trabalho baseia-se na qualidade da avaliação no ensino à distância. Após actualização do meu Second Life procedi à pesquisa através de palavras chaves sobre o meu tema. Cheguei à conclusão que só me apareciam ilhas com a palavra chave elearning, palavra esta que também foi utilizada pelos meus colegas em que o seu tema também é ligado ao elearning. Como é de esperar os locais encontrados são os mesmos, tais como:. /48 - Midstate College elearning (60,53,48). - Ilha da educação (33, 149, 26). - elearning at UWE. - inworld Campus of Free-Ed.Net (187,46,55) Ilha do Empreendedor? SEBRAE (175,227,36) Depois de entrar nas ilhas foram horas e horas online à procura alguma coisa que fosse útil para o meu trabalho. Acho que perdi muitas horas sem resultados proveitosos que tivessem directamente ligados ao meu tema. Até ao momento posso afirmar que me é mais útil investir mais horas a ler e pesquisar em

21 outros ambientes, pois considero que o Second Life não me vai trazer mais valia para o meu trabalho. Por outros ambientes, pois considero que o Second Life não me vai trazer mais valia para o meu trabalho. Por outro lado, considero que apesar de não me trazer mais valias para o meu trabalho, tendo em conta as minhas pesquisas feitas, poderá ser uma oportunidade para depois disponibilizar e dinamizar o meu trabalho em ambiente Second Life. Será uma situação a considerar. Referência % por Joao Borislav - Sunday, 28 November 2010, 17:16 O projecto Modelação e Animação em Blender 3D tem como finalidade vir a ser uma ferramenta de trabalho e de ajuda, nomeadamente para alunos ligados ás àreas da multimédia e artes plásticas. Pesquisei algumas ilhas relacionadas com o meu tema e achei locais interessantes relacionados com a construção de ambientes 3D: Embora o SL seja um optimo meio para a partilha do conhecimento não irei utilizar esta plataforma pois o objectivo do meu projecto passa pela criação de workshops e tarefas propostas num blog que irei criar exculivamente para o desenvolvimento do meu projecto. Referência % por Antonio Vicente - Sunday, 28 November 2010, 17:27 Perante este desafio e no âmbito desta unidade, deparei-me com dificuldades a nível técnico, nomeadamente na abertura do Viewer 2. Mas, mesmo assim insisti e consegui ultrapassar a situação, apesar de o meu computador não possuir os recursos ideais para navegar nestes mundos. O meu projecto, visa essencialmente a construção do Sitio Web do Agrupamento de Escolas Alexandre Herculano e depois de realizar inúmeras pesquisas relacionadas com o projecto, sem resultados, tive de dirigir a minha investigação para a palavra-chave Educação. Quando visitava as ilhas, constatei que as mesmas se encontravam vazias e com pouca ou nenhuma informação. Não consegui interagir com nenhum grupo. As ilhas visitadas foram designadamente: Ilha da Educação (33,148,25); Ilha Unisinos (123,137,27). Ilha Unisinos (123,137,27). Assim, apesar até ao momento não conseguir encontrar nenhuma informação no âmbito do meu projecto,

22 vou continuar a reforçar a minha investigação. Referência % por Silvia Estevam - Sunday, 28 November 2010, 17:51 Durante esta semana, nesta unidade Interagir em Mundos Virtuais, através da minha avatar Sisi Marville, pesquisei e aventurei-me nas ilhas e tentei integrar em grupos, com o propósito de conseguir encontrar alguma informação relevante para o meu projecto. Depois das leituras recomendadas e instalação da nova versão do Second Life?Viewer?, onde o meu computador teve várias vezes problemas em abrir, dificultando-me o acesso, consegui pesquisar algumas ilhas. Tentei procurar e pesquisar ilhas relacionadas com Educação, onde encontrei algumas, sem dúvida interessantes, mas pouco relacionadas com o meu projecto, visto que o meu projecto ser específico. As ilhas encontradas e visitadas foram:?ilha da Educação?, com as coordenadas 33,148,25 e Ilha Unisinos com coordenadas 130,142, 26. Como já referi, o meu projecto incide sobre uma temática específica, pelo qual não vou utilizar os Mundos Virtuais, para a realização deste. Referência % por Valter Gouveia - Sunday, 28 November 2010, 21:42 A ilha onde vou buscar informação e os objectos para conectar a plataforma ao Second Life é a "Sloodle Park". Uma ilha já que quase todos vós já conhecem. Referência 18 2% por Fabiana Sampaio - Sunday, 28 November 2010, 23:58 No âmbito do meu projecto?as TIC na escola: Influência lúdica e educativa? visitei diversas ilhas do Second Life que se inserem na área da educação em que se destacam as seguintes: - A Greenbush Education Island - An Education Service Center; - A EdTech Island - Virtual Teacher Education; - International Schools Island. Destas três a que achei mais relevante e essencial para o meu projecto foi a?edtech Island? Virtual Teacher Education?, pois esta serve de grande orientação para quem se desloca, inicialmente, no Second Teacher Education?, pois esta serve de grande orientação para quem se desloca, inicialmente, no Second Life, quer seja professor, quer seja aluno, tendo um espaço dedicado a cada um deles e imensas informações. Porém, existem imensas ilhas do Second Life que, apesar de se apresentarem certo

23 interesse inerente nos suas designações, surgem com muito pouca informação e estão praticamente desertas, dificultando uma exploração mais aprofundada que cada um queira fazer. Referência % por Conceicao Durao - Sunday, 28 November 2010, 23:59 Durante as minhas pesquisas e passeios pelo SL encontrei e aderi aos grupos: Tufts University - Tish/Wright; Tutors; Second Life tutors; The Language co-operative. Como o tema do meu projeto é sobre o E-Tutor vou tentar criar um plano de tutoria para o espaço Queries da ilha SLESES, com o apoio das tutoras que acompanho e com as aprendizagens que entretanto consiga realizar com os grupos que selecionei. [No SL eu sou a Maaria Hamelin.] Fontes Internas/Metodologias do projeto tecnológico 1 Referências 4.17% Referência % Re: Fórum de discussão Unidade 5 (Discussion Forum Unit 5) por Ana Loureiro - sexta-feira, 10 Dezembro 2010, 20:49 Olá a todas e a todos! esta semana não é para comentar os posts dos colegas, à semelhança do que foi feito nas semanas anteriores. a ideia é a de partilhar as fichas de leitura para que assim, quem sabe, se possam encontrar outros autores que possam ser importantes para a investigação que cada um pretende desenvolver. quando se refere em partilhar/comentar as fichas de leitura é nesse sentido... caso encontrem pontos comuns de interesse, por exemplo. o facto de se partilharem as fichas de leitura permite que todas e todos contactem com uma maior número de autores/temas. desejos de boas leituras e melhores partilhas ;) Fontes Internas/Pesquisar online 11 Referências 19.09% Fontes Internas/Pesquisar online 11 Referências 19.09% Referência % por Paulo Duarte - quarta-feira, 3 Novembro 2010, 19:49 Bem, como o meu comentário foi removido involuntariamente, vou tentar refazê-lo... É mais fácil encontrar vantagens que desvantagens, no método de aprendizagem colaborativa entre pares. Ao nível das desvantagens apenas vejo a dificuldade em que um estudante reconheça no colega competência suficiente para o?ensinar?, mas esta não me parece frequente (ou pelo menos não deveria ser) em estudantes de ensino superior.

24 Quanto a vantagens parecem-me quase inesgotáveis, desde a possibilidade de partilhar pensamentos e conhecimentos com alguém com quem nos sentimos mais confortáveis, que se encontra a traçar o mesmo caminho que nós e ainda permite combinar diferentes competências e ideias. É assim que tenho trabalhado ao longo do Mestrado, desde o ano passado que tenho aprendido imenso com os colegas. No estágio, embora de forma diferente, o trabalho colaborativo é uma constante, desde a orientação por alguém com quem trabalho há quatro anos, facilitando o conhecimento do método de trabalho um do outro, passando pela equipa de competências tão díspares e ao mesmo tempo complementares, que inclui uma parceria com outra instituição de ensino de renome (Universidade de Évora) e uma empresa líder no desenvolvimento de software (ViaTecla). Essa colaboração afirma-se através de reuniões presenciais frequentes, bem como de constante correspondência electrónica permitindo um acompanhamento do trabalho de todos os envolvidos, levando a uma reconstrução activa e envolvente de todo o projecto. Referência % por Clara Ferreira - quinta-feira, 4 Novembro 2010, 14:43 Com a quantidade de informação que nos tempos actuais tempos que gerir e assimilar, uma das melhores formas de nos irmos mantendo actualizados é precisamente na troca ou permuta de conhecimentos. Quando comecei a dar os primeiros passos no ensino, ensinaram-me que assimilamos melhor tudo aquilo que lemos e explicamos, tornando portanto, o ensino cooperativo inter pares uma excelente solução. No entanto, há uma desvantagem grave que eu consigo identificar. Se por um lado aprendemos facilmente os assuntos que queremos partilhar, por outro lado, os assuntos que os nossos colegas partilham connosco podem não ser apresentados na forma que consideramos mais eficaz. Desde que fui colocada no Centro de Competências TIC da ESSE, compreendi que a sala física do mesmo, é um centro estratégico de partilha de conhecimentos. Cada pessoa que passa no centro, vai esclarecendo dúvidas, apresentando soluções, partilhando notícias. Esta partilha tem sido bastante salutar, e uma fonte de crescimento do meu conhecimento. Referência % Referência % por Rui Pascoal - domingo, 14 Novembro 2010, 22:16

25 Sem dúvida que as investigações na área do Ensino têm demonstrado o sucesso do método de aprendizagem cooperativo. Um bom exemplo é o documento que a professora faz referência na actividade sobre as ferramentas utilizadas na Web 2.0. Consulte Blees, I., & Rittberger, M. (2009, June). Web 2.0 Learning Environment: Concept, Implementation, Evaluation. elearning Papers (15). Retrieved November 11, 2009 from Segundo, Johnson e Johnson, 1994 e Crahay, 2000, as aulas com a estrutura organizacional de aprendizagem cooperativa permitem um maior sucesso na aprendizagem do que aulas cuja estrutura organizacional se caracteriza pelo ensino dirigido, num contexto de aula competitiva ou individualista. Referência % Referência % por Marcelina Lourenço - sábado, 6 Novembro 2010, 13:38 Na aprendizagem colaborativa, é esperado que os indivíduos explorem problemas complexos, contribuam com suas perspectivas e comentem as perspectivas de outros num espaço virtual compartilhado. Sendo este tipo de aprendizagem orientada mais para o grupo do que para o indivíduo, visto que o conhecimento faz-se através da colaboração conjunta, na partilha do conhecimento entre os membros, no sentido de se encontrem envolvidos num esforço de participação, partilha e construção conjunta do conhecimento. Seguindo esta linha é de esperar que o se construa um conhecimento rico entre os membros colaborativos. Saliento as vantagens que verifico neste tipo de conhecimento, na minha experiência como mestranda: reforça o sentimento de auto-suficiência, auto-realização e motivação. Em relação ao método colaborativo, destaco alguns problemas que podem advir, como o conformismo e imitação. Indivíduos podem, simplesmente, adoptar a perspectiva de outra pessoa e não construir ou dar a conhecer a sua própria perspectiva, não estimulando as suas próprias capacidades. Referência % Metodo cooperativo por Ana Henriques - sábado, 6 Novembro 2010, 17:06 A aprendizagem em grupo permite aos alunos debater/discutir ideias, ter uma noção da sua responsabilidade no processo de aprendizagem, incentivando os mesmos a aprender entre eles, a valorizar os conhecimentos dos outros e a tirar partido das experiências de aprendizagem de cada um, permitindo a

26 troca activa de ideias. A nível social o aluno aumenta a sua auto-estima bem como a sua integração em grupo, aperfeiçoando as suas competências para trabalhar em equipa. A grande desvantagem deste tipo de aprendizagem é que se não for bem utilizado, pode gerar competição A grande desvantagem deste tipo de aprendizagem é que se não for bem utilizado, pode gerar competição em vez de cooperação. Nenhum elemento deverá ocupar a posição de líder, mas sim tomar consciência de que todos podem expressar as suas perspectivas e competências. Relativamente aos métodos de ensino descritos, distingo o método expositivo e o de leitura. O método expositivo é o mais utilizado pelos professores e o preferido dos alunos mais introvertidos. Permite aprendizagem, mas no que se refere a aprendizagens que necessitem de retenção e transferência de conhecimento, aplicação e resolução de problemas, atitudes e motivação este método não é eficaz por si só. O método de leitura permite difundir informação, permitindo despertar o interesse dos alunos por determinado assunto, por outro lado, este método não se torna eficaz quando a matéria é complexa, detalhada ou abstracta. O método cooperativo foi e será uma constante no meu dia-a-dia, visto que o trabalho em grupo e a pesquisa/leitura de informação fazem parte integrante do meu sucesso quer enquanto aluna quer enquanto profissional de ensino. Referência % por Nuno Oliveira - terça-feira, 9 Novembro 2010, 23:02 Após ler os vossos comentários penso que dizem tudo em ralação ao texto da Ana, só gostaria de salientar que muitas vezes nós enquanto professores ao fazer grupos pensamos na capacidade de cada aluno para o resultado ser o mais positivo possível. Concordo com a citação que foi feita de (Ramos, 2005)? (?) um bom desempenho em grupo não significar um bom desempenho individual (?)?, mas penso que todos os elementos do grupo aprendem e tiram partido do que é realizado. Referência % por Ricardo Pinto - domingo, 7 Novembro 2010, 15:55 A construção da bibliografia exige o desenvolvimento de uma ideia enquanto via de acesso ao objecto final de estudo, a reflexão do tema, por vezes, ainda que desordenada é compensada pela interacção com os colegas e professores.

27 Em termos metodológicos a articulação da discussão teórica no método colaborativo pode emergir porventura, sob uma diversidade de ideias assentes em pressupostos e observações a partir do perfil psicológico e categoria mental de cada qual? se há aqui vantagens, também há desvantagens. O ambiente educativo encontra-se em permanente estado de reorganização, a sistematização da entrega de conteúdos é motivo de debate, deve partir da acumulação de experiências e não da padronização de práticas expositivas. Não existe pathos senão a partir do erro, da imperfeição? esta é a minha experiência. O que é arriscado è a ausência dos princípios orientadores do professormediador. Reflexividade, um termo que surgiu no decorrer da minha pesquisa, um processo estruturador da acção, de consciencialização em conceber conhecimento num resultado objectivo e palpável,?reflectir, e produzir conhecimento, debatê-lo e fundamentá-lo a partir de prácticas vividas? (Roldão,2000). Um método de várias etapas que surgiu na discussão colaborativa da cadeira de Gestão e Organização Pedagógica na ESE, no ano de Bibliografia: Roldão, Maria (2000). A Profissionalidade Docente? Reflexão sobre as prácticas. ESE, Bibliografia: Roldão, Maria (2000). A Profissionalidade Docente? Reflexão sobre as prácticas. ESE, Santarém. Referência % por Ricardo Pinto - segunda-feira, 8 Novembro 2010, 19:39 O ponto focal na aprendizagem pelo método colaborativo é o princípio da negociação da informação entre pares independentes? em ambiente controlado. A noção de subjectividade inerente a este método transporta uma complexidade natural, que deve ser limitada por regras no processo de comunicação e na qualidade da informação. Digo isto, Conceição, enquanto abordagem à confusão e discordância subjacente ao ensino colaborativo. Referência % por Clara Ferreira - segunda-feira, 8 Novembro 2010, 23:18 Precisamente pela análise do meu comportamento enquanto aluna e várias vezes elemento de uma equipa cujo objectivo será a aprendizagem cooperativa e ainda como professora e coordenadora deste tipo de aprendizagem, considero que o grave problema do trabalho cooperativo é precisamente a noção errada que normalmente se tem de trabalho cooperativo.

28 O trabalho cooperativo consiste na discussão de todos os membros e na entrega em parceria no desenvolvimento das várias tarefas propostas. Normalmente, no entanto, por várias razões que vulgarmente se prendem com desconhecimento ou falta de tempo, o trabalho cooperativo é realizado individualmente. Os alunos dividem as tarefas pelos membros da equipa e cada um fica a saber apenas a parte que investigou ou trabalhou. Pergunta Fontes Internas/Ambiente emergente da plataforma eraízes.redes da apresentação à interação 2 Referência % por Rui Pascoal - sábado, 30 Outubro 2010, 22:40 Sem dúvida que é uma mais valia. Aproveito e acrescento mais estes dois módulos também referentes ao Youtube. Apreciem estes e o que a nossa colega Natália apresentou. Qual dos três parece mais interessante? Comentem!

29 Referência 2 0.5% por Marco Caires - domingo, 31 Outubro 2010, 12:53 Olá Rui. Este de criar uma playlist parece-me interessante, poupa-nos bastante tempo e organiza-nos os vídeos facilment Fontes Internas/Redes Sociais 4 Referências 2.69% Referência 1 0.6% por Clara Ferreira - domingo, 21 Novembro 2010, 12:58 O tema ecologia é um assunto que é transversal a toda a sociedade. Eu penso que fica bem aos utilizadores mostrarem que se preocupam com a ecologia. Eu a ti, criava um texto e tentava disseminar pela rede. Algo do género das BD's nas nossas fotos. QUe anime as pessoas. Que tal fotos engraçadas de Ecologia onde se pode tagar os amigos? Referência % por Clara Ferreira - domingo, 21 Novembro 2010, 12:50 "decidi criar uma nova página para que nenhum colega se sentisse injuriado" Penso que a palavra correcta seria "Prejudicar". Vou partilhar contigo um texto que me faz lembrar esta questão: "(...) Inteligência coletiva, pensando na atuação do profissional e nas tecnologias eletrônicas de recuperação da informação, bem como, observa que a interação humana, a inovação e a solidariedade são atitudes valiosas diante de um universo de pesquisadores interessados em um tema de estudo em comum, pois afinal, é função de todos contribuírem com a disseminação da informação." O futuro do ensino ninguém o conhece, mas os valores que regem a inteligência colectiva assentam na palavra solidariedade. Sou um pouco fanática com esta coisa das avaliações justas e tu, como professor, vais aprender ao longo da tua experiência que é precisamente nesta área que os nossos alunos nunca estão satisfeitos: na justiça das avaliações. Vesti, verdadeiramente, a camisola da ESES quando entrei para o Centro de Competências. Vamos tentar todos juntos, acabar com as opiniões que denigrem a imagem desta escola fantástica e começar pela nossa turma, parece-me uma boa opção. Concordas? ;) Referência % Qual será a melhor forma de chegar a este nicho? Referência %

30 No meu caso as listas de mails foram a melhor solução, mas como conseguir o contacto de todas as pessoas que estarão interessadas nas temáticas que abordamos? Fontes Internas/Interagir em Mundos Virtuais 2 Referências 1.61% Referência % Referência % por Nuno Oliveira - Sunday, 28 November 2010, 18:03 Para a nossa utilização do SL existe um impasse que é o computador e a ligação à internet e isso coloca um entrave na nossa capacidade de explorar todo o potencial do SL. Será esta situação que faz com que um entrave na nossa capacidade de explorar todo o potencial do SL. Será esta situação que faz com que as ilhas estejam desertas e com pouca ou nenhuma informação? Fontes Internas/Metodologias do projeto tecnológico 1 Referências 1.18% Referência % Re: Fórum de discussão Unidade 5 (Discussion Forum Unit 5) por Clara Ferreira - quinta-feira, 2 Dezembro 2010, 10:24 Obrigada pela informação. Será que ainda vou a tempo de refazer as minhas fichas de leitura? Fontes Internas/Pesquisar online 2 Referências 1.88% Referência % por Marcelina Lourenço - sábado, 13 Novembro 2010, 09:53 Focas-te um ponto importantíssimo, auto-estima,?sentimento de que se é uma pessoa com valor e com direito de ser reconhecida por outros?. Todos nós sabemos, que nem todos os indivíduos têm esse sentimento de reconhecimento do seu valor, os outros são sempre melhores do que eles próprios. Já pensaram o que poderá este método fazer a estes indivíduos? redeciencia.educ.fc.ul.pt/proxy/glossario.htm Referência % por Maria M Larangeira - terça-feira, 9 Novembro 2010, 19:38 Nuno, depois de ler o teu comentário fiquei a reflectir no seguinte: quantas vezes enquanto professores não?escolhemos? os elementos de cada grupos de trabalho? Quantas vezes não acabamos por os organizar em função das capacidades que conhecemos de cada aluno? Capacidades no domínio cognitivo, capacidade de comunicação, capacidade de liderança, organização, etc.? Tudo isto para conseguirmos os tais?bons resultados? nos trabalhos de grupo. Estaremos de alguma forma a?viciar? os resultados obtidos? Mais uma vez e como a Ana referiu? (?) um bom desempenho em grupo não significar um bom desempenho individual (?)? (Ramos, 2005).

31 Argumento Fontes Internas/Ambiente emergente da plataforma eraízes.redes da apresentação à interação 2 Referência %. por Conceicao Durao - sábado, 30 Outubro 2010, 17:40 Atenção à forma de utilização que pensas dar ao Facebook no ensino presencial. Em meu ver tem de ser bem ponderada e devidamente orientada pelo professor. No ensino básico - 2º e 3º Ciclos - ainda não é aceitável pela maioria dos Regulamentos Internos das Escolas o acesso ao Facebook. Tenho conhecimento do seu impedimento em Regulamentos de Bibliotecas Escolares de algumas escolas da região. Também penso que não seja esta a melhor maneira de motivar os alunos para as várias matér Referência % e efectuamos.

32 Re: Fórum de discussão Unidade 1 (Discussion Forum Unit 1) por Veronica Barbosa - Wednesday, 24 November 2010, 16:12 Apesar de não trabalhar na área do ensino, interesso-me bastante por esta temática e considero o Moodle um instrumento bastante essencial e actualizado na era das Tecnologias da Informaçao e da Comunicação em que vivemos. Continuo, igualmente, a considerar que os fóruns são e serão um excelente recurso didático de partilha de ideias, conhecimentos, trabalhos académicos, entre o Fontes Internas/Redes Sociais 4 Referências 5.6% Referência % por Clara Ferreira - sábado, 20 Novembro 2010, 12:06 Professor, concordo com quase tudo o que disse excepto com a referência aos tags. Como utilizadora atenta desta rede, reparo que as pessoas raramente ficam contentes por serem "tagadas" em fotografias e notícias com as quais não estejam ligadas "emocionalmente". O Utilizador frequente das redes sociais tem que lidar diariamente com grandes quantidades de informação e aprende rapidamente a filtrar o que lhe interessa. Penso que a melhor forma de atingir o mercado-alvo que se pretende é precisamente fazer com que as pessoas divulguem os conteúdos publicados numa página de livre vontade. Ao estudar a forma como os consumidores se comportam em relação à publicidade na Internet (http://blog.nielsen.com/nielsenwire/consumer/global-advertising-consumerstrust-real-friends-and-virtualstrangersthe-most/), constatei que um post de um "amigo" que por vezes desconhecemos a identidade, tem mais valor para os utilizadores que um anúncio, um tag ou outra forma de publicidade mais agressiva. Na minha opinião, o "Word of Mouth" é a técnica que melhor funciona neste tipo de divulgação. Na minha opinião, o "Word of Mouth" é a técnica que melhor funciona neste tipo de divulgação. Para frisar o que disse acerca da quantidade de amigos, gostava de voltar a mencionar o meu caso. Tenho uma rede de 2000 amigos e muitos poucos ficaram seguidores da minha rede. A realidade é que, tal como o professor disse, há páginas que apenas devem ter os amigos que realmente "interessam". Referência % por Rui Pascoal - domingo, 21 Novembro 2010, 21:36 Para mim, o problema do tempo não é na resposta da reacção dos utilizadores que esperamos ter. O problema maior foi assimilar toda a informação e colocar mãos à obra que também levou o seu tempo na

33 resolução dos problemas encontados. Tudo isto levou quase a semana, porque no meu caso só conseguia trabalhar nesta unidade ao fim do dia já com a família a descansar. Uma semana foi muito pouco tempo, deveriamos ter tido mais uma semana para conseguir procovar mais reacções e likes dos utilizadores. Referência % por Paulo Duarte - domingo, 21 Novembro 2010, 20:41 Mas quem falou em SPAM? Os grupos e páginas existem para reunir pessoas com os mesmos gostos e interesses, o que eu disse é que em grupos e páginas semelhantes poderia encontrar-se pessoas que pudessem estar interessadas. Estamos a falar de redes sociais em que as pessoas estão interligadas e ao aceitarem estar num grupo ou página, aceitam receber a informação relativamente à mesma, e felizmente, até podem seleccionar a informação que querem, não disse em momento algum para enviar mensagens não solicitadas em massa, isso sim é SPAM, e não tem nada que ver com aquilo que eu disse. Referência % por Nuno Rodrigues - domingo, 21 Novembro 2010, 11:58 Uma vez que, tínhamos como finalidade responder às mesmas questões iniciais, não existindo grandes diferenças nas partilhas de cada um até ao momento, na minha opinião, sinto alguma dificuldade em proceder a comentários. Como tal, vou-me limitar a reforçar alguns aspectos já referenciados nas minhas respostas e nas dos colegas. Como as questões foram colocadas, depreende-se que se está presente num?concurso de angariação de amigos/interacções e likes?, ao qual fiz o que estava ao meu alcance. Por outro lado, o professor Hugo Almeida refere, e a meu ver Muito Bem,? A ideia não é a quantidade. Numa estratégia em Social media muitas vezes o número elevado de fãs só leva a situações muito embaraçosas?? o que contradiz de certa muitas vezes o número elevado de fãs só leva a situações muito embaraçosas?? o que contradiz de certa forma, a maneira de como eu e a grande maioria dos colegas, se não na sua totalidade, interpretámos e agimos perante este desafio. Após reflexão e interpretação dos resultados obtidos no decorrer da semana, sem dúvida que mesmo tendo conseguido 56 amigos/seguidores, dou-me por satisfeito se 2 ou 3 continuarem a seguir a página e a construção/desenvolvimento do projecto. Julgo que apenas o tempo e a

34 continuidade da página conseguirão por si, fazer uma constante triagem dos possíveis membros seguidores da mesma. Fontes Internas/Interagir em Mundos Virtuais 2 Referências 1.75% Referência % por Carlos Pires - Friday, 26 November 2010, 00:15 Clara, foi exactamente o que eu fiz, enviei uma IM para o grupo, infelizmente até à data ainda não obtive uma resposta. Referência 2 1.3% por Maria M Larangeira - Friday, 26 November 2010, 22:25 Clara, à medida que o tempo vai passando os nossos dias são idênticos, quando estamos embrenhados em pesquisas, necessárias à prossecução dos nossos trabalhos. Não é fácil conduzir as pesquisas, no universo vastíssmo da Web. A pesquisa tem que ser disciplinada, para evitar a dispersão na teia... Também concordo contigo quando dizes que algumas pesquisas estão interligadas e que acabamos sempre por encontrar outros elementos que nos fazem repensar o que tínhamos como certo no nosso projecto, acabando por haver uma evolução nesse sentido. Fontes Internas/Metodologias do projeto tecnológico 2 Referências 6.58% Referência % Re: Fórum de discussão Unidade 5 (Discussion Forum Unit 5) por Ricardo Pinto - segunda-feira, 29 Novembro 2010, 13:00 Bem, como alterarm a questão, sinto me na obrigação de rectificar. A resposta dada acima refere-se á questão anterior deste fórum : "Faça um resumo da conferência da Professora Doutora Fernanda Botelho". Responderei portanto a esta nova questão numa intervenção futura. Referência 2 4.4% Re: Fórum de discussão Unidade 5 (Discussion Forum Unit 5) Re: Fórum de discussão Unidade 5 (Discussion Forum Unit 5) por Nuno Rodrigues - sexta-feira, 10 Dezembro 2010, 19:53 Clara, subscrevo o teu comentário quando te referes à dificuldade de fazer comentários aos trabalhos dos colegas. Tive a preocupação de colocar uma pequena biografia de cada autor, de forma a credibilizar os mesmos face à leitura dos colegas. Como é óbvio, devido às temáticas, os projectos abordam aspectos completamente diferentes uns dos outros, o que dificulta bastante sabermos opinar e?avaliar? devidamente o caminho e autores escolhidos pelos colegas. No que me diz respeito, e para estar de acordo com o solicitado neste fórum?penso que o teu trabalho está correctíssimo, tendo em conta as orientações gentilmente fornecidas pela professora Ana Loureiro.

35 Fontes Internas/Pesquisar online 1 Referências 0.57% Referência % Re: Metodo cooperativo por Clara Ferreira - segunda-feira, 8 Novembro 2010, 23:13 Penso que tocaste o ponto fulcral do método cooperativo. Tem que haver sempre uma figura, seja um etutor, um e-professor, o nome que queiramos dar, que vá delineando o que é essencial e acessório e que vá dando feedback dos resultados parciais do trabalho cooperativo desenvolvido. Réplica Fontes Internas/Ambiente emergente da plataforma eraízes.redes da apresentação à interação 37 Referência % por Paulo Duarte - sábado, 30 Outubro 2010, 13:23 De facto essas aplicações pareceram-me bem. Para nós professores que lidamos diariamente com crianças e jovens com fraca motivação, estas aplicações poderão ser bastante úteis numa tentativa extra de motivar os alunos, precisamente aproveitando essa partilha de histórias e essa componente social inerente. Referência % por Natalia Santos - sábado, 30 Outubro 2010, 22:58 À distância e sem ser à distância, que óptima maneira de pôr os mais pequenos a criar e de os motivar a usar a criatividade sem os constrangimentos que às vezes apresentam de não saberem desenhar.

36 Referência % por Rui Pascoal - sábado, 30 Outubro 2010, 22:40 Sem dúvida que é uma mais valia. Aproveito e acrescento mais estes dois módulos também referentes ao Youtube. Apreciem estes e o que a nossa colega Natália apresentou. Qual dos três parece mais interessante? Comentem! Referência %. por Clara Ferreira - sexta-feira, 29 Outubro 2010, 12:49 por Clara Ferreira - sexta-feira, 29 Outubro 2010, 12:49 Achei muito interessante a capacidade de integrar uma rede social numa rede social de aprendizagem. Dois mundos diferentes que se tocam, talvez no sentido de aumentar a partilha do conhecimento cada vez mais. Perfeito! O Quizz é um aplicativo que já conhecia e que dá realmente uma grande ajuda ao nível do enriquecimento das actividades pedagógi Referência %! por Ana Búzio - domingo, 31 Outubro 2010, 17:08 Concordo em parte com aquilo que disseste. No entanto, acho que a utilização do Facebook pode ser vista de duas formas: - Pode ser efectivamente uma ferramenta motivacional, já que tanto jovens como adultos passam bastante tempo nesta rede social, logo seria uma forma de estarem mais em contacto com as tarefas que vão sendo propostas, num ambiente já conhecido. - Todavia é vista (talvez com razão) como um instrumento de entretenimento, distracção e dispersão. Estou-me a recordar que quando testámos o site Math4All com os teus alunos, havia uma hiperligação para a nossa página no Facebook. Eles clicaram, e em vez de colocarem comentários ou questões no nosso mural, rapidamente navegaram para as últimas notícias postadas pelos amigos, e pedidos de amizade, ignorando o nosso pedido. Assim sendo, concordo contigo quando dizes que é preciso ter cuidado com a sua utilização. Os alunos devem ser devidamente acompanha Referência %. por Valter Gouveia - sábado, 30 Outubro 2010, 21:23

37 Esta interligação entre o Facebook e Moodle é e não é vantajoso. É por todos os motivos que vocês já disseram, "... passam muito tempo ligados as redes sociais, e assim tem acesso ao conteúdo da plataforma...", mas por outro lado não é vantajoso, porque como eles passam a ter mais um conteúdo no Facebook, deixam de aceder ao Moodle. E agora? Como é que avaliamos a participação? como quantificamos a participação? no moodle, temos o relatório do aluno, se enviamos o conteúdo para o facebook, deixamos de ter relatór Referência %. por Conceicao Durao - domingo, 31 Outubro 2010, 12:27 Concordo contigo pois os relatórios são necessários para avaliação e monitorização do trabalhos dos alunos. Penso ainda que o Facebook deve ser usado para alertar para tarefas, para sugerir percursos de aprendizagem, para estimular para aprendizagem colaborativa mas que deverão fazer em casa e não dentro da sala de a Referência %. por Gonçalo Pereira - domingo, 31 Outubro 2010, 18:25 Aqui está uma aplicação bastante interessante, embora pessoalmente não seja um utilizador muito assíduo do Facebook, tenho a plena consciência que para a geração de hoje o facebook é tão ou mais importante que um telemóvel, pelo que qualquer aplicativo que interaja com o facebook tornar-se-á sem dúvida uma mais-valia pedagógica para nós professores, podendo assim cativar muito mais os nossos alu Referência %. por Catia Costa - quinta-feira, 28 Outubro 2010, 20:02 Esta aplicação parece-me muito interessante na maneira como a expões Rui, porque normalmente os inquéritos estão sempre no final das formações ou disciplinas semestrais, nunca no início. Ás vezes é pedido ao aluno que responda a questões do tipo: "o que espera desta disciplina?" em papel, mas se usarmos o inquérito, e como dizes, facilita na maneira como apresenta os resultados e nos permite a sua exporta Referência %. por Clara Ferreira - sexta-feira, 29 Outubro 2010, 12:52

38 Uma excelente ferramenta para diagnóstico. Gostaria de ver implementado no Moodle da minha esc Referência % Referência %. por Valter Gouveia - sábado, 30 Outubro 2010, 21:36 Extremamente interessante este modulo. Já estou a recolher mais informações e a testa-la. Em elearning a avaliação é fundamental onde o moodle é sem dúvida uma ferramenta importante para suportar essas formações, mas são com fóruns como estes que enriquecermos o nosso moo Referência %. por Natalia Santos - domingo, 31 Outubro 2010, 14:02 Rui acho que escolheste referir um módulo adicional muito importante. É sempre muito útil saber se o que estamos a propor tem boa ou má aceitação, para ser reformulado e melhor Referência %. por Veronica Barbosa - Wednesday, 24 November 2010, 16:21 Concordo com a parte do Diário do aluno, sendo este uma consolidação da matéria apreendida semanalme Referência %. por Nuno Oliveira - domingo, 31 Outubro 2010, 12:00 Este aplicativo também permite ao professor disponibilizar um tempo para os seus alunos para poderem tirar dúvidas. E depois levar essas mesmas dúvidas para a situação aula e esclarecer os outros alunos, pois o aplicativo permite gravação da ses Referência % Referência %. por Silvia Estevam - domingo, 31 Outubro 2010, 13:00 Estive a pesquisar sobre este aplicativo e achei interessante e útil. Aqui fica um Link que demonstra como funciona e a potencialidade deste aplicativo. Link: Referência % 8 por Antonio Vicente - domingo, 31 Outubro 2010, 19:08

39 Considero o aplicativo muito útil na marcação de reuniões com alunos e na gerência de tempos. Para mais informações, deixo o registo do link: Referência % f por Marcelina Lourenço - domingo, 31 Outubro 2010, 14:53 Eu também utilizo muito este aplicativo, por isso saliento a vantagem de permitir ao professor diversos tipos de questões, pode escolher fornecer feedback e/ou mostrar as respostas correc Referência %. por Antonio Vicente - domingo, 31 Outubro 2010, 18:54 É um aplicativo que costumo utilizar com alguma frequência. Reforço como vantagem, a possibilidade de exportar os dados para uma folha de cálculo, permitindo o Reforço como vantagem, a possibilidade de exportar os dados para uma folha de cálculo, permitindo o tratamento estatístico dos mes Referência %. por Gonçalo Pereira - domingo, 31 Outubro 2010, 18:20 Esta aplicação parece-me bastante interessante e, no meu caso pessoal penso que me será muito útil uma vez que estou a restruturar toda a plataforma da escola onde lecciono e uma das funções que gostaria de implementar era a dos utilizadores efectuarem o login apenas num dos lados, no Moodle ou no Joomla e esta aplicação vai permitir isso me Referência %. por Ricardo Pinto - segunda-feira, 1 Novembro 2010, 14:48 Eureka, Paulo. Tens razão esta integração entre Joomla e Moodle têm potencial, imagina que o que seria se no ano passado tivéssemos ligado os nossos sites joomla às respectivas disciplinas no moodle da ESES. Dá que pen Referência % s por Rui Pascoal - domingo, 31 Outubro 2010, 11:57 O objectivo deste módulo que apresentas é propiciar do espírito crítico dos alunos, possibilitando a participação na avaliação dos trabalhos dos colegas. É um dos melhores métodos para aferição de trabalhos ciêntíficos, sendo usado genericamente na

40 avaliação de artigos para conferências, fóruns e revistas. Normalmente, não é muito usado por ser um dos módulos mais complexos do Mo Referência % d por Marcelina Lourenço - domingo, 31 Outubro 2010, 14:40 Óptima ferramenta, os alunos devem avaliar os trabalhos dos próprios colegas, por vezes surpreendemnos pela posit Referência %. por Nuno Oliveira - domingo, 31 Outubro 2010, 22:41 Concordo contigo Marcelina, pois os colegas por vezes avaliam aspectos que a nós professores nos escapam e que podem ser importantes. Mas por vezes, também se pode correr o risco de se banalizar a avaliação, sendo importante para este momento a função do e-tu Referência %. por Joao Borislav - Friday, 12 November 2010, 17:44 Bom post António. Neste sentido o workshop tem uma característica mais prática e a sua interactividade requer do professor uma profunda abertura ao diálogo, ao envolvimento e ao confro Referência % u por Clara Ferreira - Thursday, 4 November 2010, 12:35 Estive na passada terça feira numa acção de formação de scratch e achei a ferramenta absolutamente fenomenal. Desenvolvendo as competências de raciocínio, desenvolvemos todas as outras. Excelente p Referência % rnet. por Rui Pascoal - domingo, 31 Outubro 2010, 12:23 Sobre os módulos utilizados nesta plataforma, existe um muito importante que referiste utilizado por todos nós e que até ao momento não foi dada muita importância. É o módulo fórum, pois é aqui que tem lugar a maior parte dos debates, a partilha de ideias e o esclarecimento de d Referência % atória por Nuno Oliveira - domingo, 31 Outubro 2010, 13:02

41 Concordo contigo, pois cada vez mais é importante valorizar os alunos que usam o moodle. Penso que para os alunos do 2º ciclo é uma forma de in Referência % ntivo. por Silvia Estevam - domingo, 31 Outubro 2010, 14:18 O módulo Certificado concebe certificados ou diplomas em PDF, e a grande vantagem é de poder-se personalizar, sendo bastante atractivo para os alunos. Uma boa ferramenta, fácil e útil para utilizarmos quando concretizamos actividades com os nossos Referência % lunos. por Natalia Santos - domingo, 31 Outubro 2010, 14:23 Também não seria uma má ideia criar um para dar aos professores utilizadores. Não sei como é nas vossas escolas, mas na minha não existem muitos professores a utilizar o Moodle. Será porque a grande maioria das salas de aula tendo computador não tem ecrã para a visualização dos conteúdos da disciplina, tornando assim a sua utilização pouco prática. Utilizam mais os professores de informática, que estão em salas convenientemente equipadas, os outros terão de estar sempre a requisitar ecrã ou a sala do auditório. Os contactos, com os alunos ou com os professores dum mesmo concelho de turma, são feitos muitas vezes por ou no F Referência % ve_module por Gonçalo Pereira - domingo, 31 Outubro 2010, 18:52 Este módulo é bastante interessante, especialmente para nós professores, que muitas vezes dinamizamos actividades em que no final queremos entregar um certificado de participação por exemplo e acabamos por?perder? muito tempo a imaginar ou à procura de algum que já tenhamos feito e com este módulo acabamos por ter sempre ali ao nosso dispor um?criador? de c Referência % ificados. por Joao Borislav - Friday, 12 November 2010, 17:16 Os certeficados online ajudam o aluno a ganhar mais auto-estima e descredibiliza um pouco o estéreotipo, de que não existem vantagens em poder adquirir certificadoos que nos dão realmente competências no ensin Referência % distância.

42 por Marcelina Lourenço - domingo, 31 Outubro 2010, 15:40 Obrigado a todos os que partilharam estes aplicativos, alguns desconhecidos e outros nem tanto, mas todos úteis, cada um com o seu objectivo. Sinto-me mais informada. Aqui está a prova da importân Referência % a dos fóruns por Nuno Oliveira - domingo, 31 Outubro 2010, 22:59 Os fóruns são mesmo importantes pela possibilidade de partilha e todos nós ganh Referência % alunos). por Maria M Larangeira - domingo, 31 Outubro 2010, 21:27 Esta ferramenta - Hot Question - pode contribuir para um maior envolvimento dos alunos nas actividades da sala de aula, pois, torna-se um permanente desafio para os alunos e para o próprio professor. Esta "competição" torna o desafio saudável, o que proporcionará o desenvolvimento de novas competências, tecnológ Referência % s e não só. por Conceicao Durao - domingo, 31 Outubro 2010, 22:22 Ana achei interessantes as tuas sugestões e em especial o Calculated Objects. Já o tinha encontrado durante as minhas pesquisas mas penso que se adequa mais ao 1º ciclo. No 2º ciclo só vejo interesse o seu uso para alunos com NEE (Necessidades Educativas Especiais) ou para aqueles que ainda possuem dificuldades nos algoritmos operatórios ensinados no 1º ciclo. E nesse cas Referência % muito bom. por Joao Borislav - Friday, 12 November 2010, 17:28 Os Books são excepcionais pois facilitam-nos a leitura dos conteúdos de fo Referência % pt/referendos por Antonio Vicente - domingo, 31 Outubro 2010, 18:55 Os referendos são ferramentas importantes, quando queremos saber informações rigorosas sobre determinada temática. Tem a mais-valia de garantir o anonimato ou não e fazer a apuramento Fontes Internas/Redes Sociais 42 Referências 28.1% Referência % por Clara Ferreira - sábado, 20 Novembro 2010, 02:13

43 É muito complicado conseguir resultados satisfatórios em tão pouco tempo. Achei interessante que a forma de dinamização mais activa tenha sido a das sugestões. Afinal as pessoas estão famintas de dar a sua opinião. :D Referência % por Clara Ferreira - sábado, 20 Novembro 2010, 15:14 Fiquei esclarecida quanto às tags e realmente nunca usei as notas senão para escrever desabafos que partilho com os meus amigos. Nunca tinha vislumbrado essa possibilidade. Essa e a de interagir mais com os seguidores, coisa que deveria ter percebido a observar páginas de sucesso como o "Homem da Luta" e o "Candidato Vieira". Agora, porque é através das provocações que aprendemos sempre mais e porque o professor é uma pessoa atenta e esclarecida, cá vai mais uma: repare, o tema da página é muito importante para a sua divulgação. O tema adopção de animais sem dono é mais transversal do que o cctic do Distrito de Santarém. Comparativamente, em termos de cobertura não devem estar muito distantes. Tal como o professor disse por vezes, as estratégias têm que ser adaptadas e nenhuma é regra, principalmente quando se está a trabalhar para nichos, como são exemplos as páginas criadas no âmbito deste mestrado. Referência % por Hugo Almeida - sábado, 20 Novembro 2010, 15:47 "repare, o tema da página é muito importante para a sua divulgação. O tema adopção de animais sem dono é mais transversal do que o cctic do Distrito de Santarém. Comparativamente, em termos de cobertura não devem estar muito distantes." Ainda bem que concordas que não existe apenas uma forma de abordar um projecto em social media. São coisas imensamente diferentes, a cctic e uma página como a que apresentaste, logo a estrategia tem efectivamente de ser diferente. "Word of Mouth" não resulta em todos os casos. "Tal como o professor disse por vezes, as estratégias têm que ser adaptadas e nenhuma é regra, principalmente quando se está a trabalhar para nichos, como são exemplos as páginas criadas no âmbito deste mestrado." "Se não soubermos comunicar com 10 não sabemos comunicar com " ( no primeiro post). Mostrar mensagem ascendente Editar Apagar Responder Mostrar mensagem ascendente Editar Apagar Responder Referência %

44 por Hugo Almeida - sábado, 20 Novembro 2010, 16:18 E já que enunciaste o projecto... A Adopta-nos não tem 1 milhão de visualizações diárias. Tem em média de 719,000. Não é o caso de sucesso mais gritante do "word of mouth". Referência % por Nuno Oliveira - domingo, 21 Novembro 2010, 23:32 Ana a tua página no meu entender está bem construída e é apelativa. O pouco tempo é um entrave para tirarmos conclusões fidedignas da realidade e do impacto que ela poderá ter na sociedade digital. Esses resultados aparecerão ao longo do tempo da dinamização que estás a propor-te fazer. Referência % por Natalia Santos - sábado, 20 Novembro 2010, 17:06 Em relação aos feeds ainda não consegui que resultassem, mas em relação aos vídeos e fotografias, Clara, também conclui que os utilizadores reagem se a sua colocação for mais esporádica. É preferível colocar poucos por dia e em horas do dia muito distintas. O excesso de informação teve esse efeito, comentam mais na primeira "coisa" que coloco, se colocar outra seguida já não há tanta reacção. Referência 7 0.8% por Ana Búzio - domingo, 21 Novembro 2010, 16:44 Natália também concordo contigo no que diz respeito à quantidade de informação que colocamos. Mais vale a pena colocar pouca informação do que muita. Comecei por postar diversas imagens num mesmo dia e também tive só reacção aos primeiros. Agora tenho colocado só um post por dia. A hora em que partilhamos informação também é importante. Os posts colocados à noite têm mais interacção do que os colocados durante a manhã ou tarde. As pessoas estão mais disponíveis a essa altura do dia. Referência % por Clara Ferreira - domingo, 21 Novembro 2010, 11:37 Dedois de ter lido os vários comentários do professor Hugo, nosso e-tutor esta semana, decidi experimentar técnicas que não tinha usado, mais especificamente o recurso À utilização das Notas com Tags. Não está a funcionar no sentido de obter mais seguidores, mas tal como o professor disse, há páginas cuja estratégia não é o número de seguidores que se obtém mas, conseguir chegar aos que temos de forma eficiente e o número de visualizações diárias das minha publicações subiu para 815. Estou

45 espantada!!! Referência % por Ana Búzio - domingo, 21 Novembro 2010, 16:48 Já experimentei as notas, mas também não notei nada em relação ao aumento do número de seguidores. Relativamente às estatísticas só consigo ver até dia 19 de Novembro, daí não conseguir tirar grandes elações a esse respeito. Espero nos próximos dias conseguir ver esses dados e tirar outras conclusões. Referência % por Clara Ferreira - domingo, 21 Novembro 2010, 12:58 O tema ecologia é um assunto que é transversal a toda a sociedade. Eu penso que fica bem aos utilizadores mostrarem que se preocupam com a ecologia. Eu a ti, criava um texto e tentava disseminar pela rede. Algo do género das BD's nas nossas fotos. QUe anime as pessoas. Que tal fotos engraçadas de Ecologia onde se pode tagar os amigos? Referência % por Nuno Oliveira - domingo, 21 Novembro 2010, 23:44 Saliento que a tua metodologia de publicações de vídeos e fotografias tenha sido uma mais-valia. O teu tema também é muito actual e as pessoas estão sensibilizadas para ele e isso verifica-se na interacção dos utilizadores com inclusão de mais comentários. Referência % por Gonçalo Pereira - domingo, 21 Novembro 2010, 16:47 Valter, acho que a tua ideia de não fazer spam aos contactos da tua rede foi óptima uma vez que como toda a gente sabe muitas e muitas vezes recebemos muita informação que não interessa para nada e que acaba por nos massacrar, este é sem dúvida um dos problemas da utilização de uma rede como o Facebook. Quanto à página em si para mim está muito interessante mas temos de ter em conta que para a maioria dos utilizadores como tu dizes e muito bem «? maioria deles não iria ter interesse pelo um projecto que nem sabe do que se trata e muito menos iria ter conhecimento da?eplataforma??» uma vez que este é um projecto muito direccionado para nós. Referência % por Gonçalo Pereira - domingo, 21 Novembro 2010, 16:37 Maria, pelo que me tenho estado a aperceber acabámos todos mais ou menos por realizar actividades muito semelhantes e obtermos resultados também muito semelhantes, o que me leva a crer que não

46 devemos estar muito longe do que seria espectável. Referência % por Silvia Estevam - domingo, 21 Novembro 2010, 23:18 Tive oportunidade ao longo desta semana de visualizar a tua página, apresentas o teu projecto na página, de uma forma muito bem estruturada e acho que conseguiste de uma maneira geral realizar uma excelente forma de divulgação e interacção, ao utilizares: imagens, vídeo, informação diversificada, ligações a sites e criação de um fórum de discussão. Referência % por Clara Ferreira - domingo, 21 Novembro 2010, 12:55 Tenho o mesmo problema que tu, Nuno. Atingir um "público específico". Qual será a melhor forma de chegar a este nicho? No meu caso as listas de mails foram a melhor solução, mas como conseguir o contacto de todas as pessoas que estarão interessadas nas temáticas que abordamos? Deveremos procurar em sítios onde já estejam registadas? Fazer comentários fora das redes sociais? Visitar blogs temáticos? Ou deveremos esperar que a informação se vá disseminando e finalmente atingir todas as pessoas que realmente se interessam e necessitam da informação que divulgamos? Referência % por Paulo Duarte - domingo, 21 Novembro 2010, 16:04 É complicado atingires o teu público, uma boa forma de o fazeres seria talvez procurando em páginas e grupos relacionadas com as tuas e publicitar a tua página junto desses outros grupos/páginas. Utilizar um blog também poderia ser uma solução, mas isso seria mais a médio/longo prazo, e conforme a notoriedade que fosses obtendo na blogosfera. Referência % Referência % por Valter Gouveia - domingo, 21 Novembro 2010, 16:51 Na minha curta experiência das redes sociais, acho que isso é considerado "SPAM", logo faz sentido existir o botão de "denunciar" e de "marcar como SPAM". Nas páginas que faço a gestão (fora do âmbito escolar), quem colocar no mural "vem ver o meu perfil" ou "vem entrar neste grupo", denuncio como abuso. A estratégia de enviar o a todos, acho bem, mas é preciso ter em atenção quem são "todos". Curioso, hoje recebi um , de uma empresa de " Marketing" que envia 6 mil s para particulares por 70?, fazendo publicidade do nosso produto. A minha pergunta, é será que essas 6 mil

47 pessoas interessam-me? Se calhar nenhuma delas faz parte do nicho que pretendo. Têm que ser pessoas que nós sabemos que vão ser uma mais valia para a nossa rede. Por exemplo, estou a gerir a página do Sporting, não vou enviar convites para aderirem a esta página os adeptos do Porto, do Braga e do Benfica. Referência % por Valter Gouveia - domingo, 21 Novembro 2010, 21:47 O que estava a dizer era se fosse a tua rede e colocasse no mural "venham até a minha página que é até fala da mesma coisa que esta página". Isso sim é considerado "SPAM". O que estavas a sugerir era aproveitar uma rede já feita e enviar convites privados? Isso sim é bem pensado, aproveitar uma estrutura já montada e sugerir a aderir uma nova rede. Referência % por Clara Ferreira - domingo, 21 Novembro 2010, 22:14 Obrigada pela tua sugestão Paulo, acabei de o fazer, aguardo agora pelas reacções. Referência % por Natalia Santos - domingo, 21 Novembro 2010, 17:03 Na minha opinião, temos mesmo que esperar para ver. Mas parece-me que a ideia era criar uma base para irmos "alimentando" e ver crescer. Referência % por Paulo Duarte - domingo, 21 Novembro 2010, 15:59 Sabes Nuno, a tua página foi uma das que segui com mais atenção ao longo da semana, embora essa atenção tenha sido reduzida devido ao pouco tempo disponível, no entanto cheguei a visitá-la e a gostar de algumas imagens que lá colocaste, tendo indicado isso mesmo. Penso que ao nível de conteúdos como fotografias e vídeos a tua página estava bem interessante, o que penso que ficou a faltar e que podia ter motivado maior interacção, foi a comunicação, penso que teria sido proveitoso, quando inserias vídeos ou fotografias, perguntares ou comentares algo relativo à foto ou vídeo. Da experiência que tive nesta tarefa, verifiquei que quando comunicava mais com os utilizadores, eles tinham mais tendência a comunicar comigo também. Penso que para a tarefa em causa terás aprendido bastante, até por aquilo que referes, e isso parece-me o mais importante. Referência % por Nuno Rodrigues - domingo, 21 Novembro 2010, 16:42 Olá Paulo!

48 Desde já agradeço as visitas, interacções e especialmente este feedback. Tendo em conta a interpretação dos resultados, tenho a plena noção de que?a tua sugestão? teria sido uma mais-valia para o sucesso da actividade, realmente a ausência de comunicação foi uma falha fulcral. Tens toda a razão quando afirmas que aprendi bastante com a tarefa em causa, e igualmente importante, continuo a aprender ou a complementar conhecimentos através de partilhas de experiências e críticas construtivas (tal como fizeste)?só assim podemos crescer e evoluir. Referência % por Gonçalo Pereira - domingo, 21 Novembro 2010, 16:24 Nuno, o teu "problema" acaba por ser o meu também e provavelmente o de muitos dos nossos colegas que é o nosso público-alvo ser muito específico, provavelmente daqui umas semanas teremos resultados mais positivos, mas neste momento torna-se complicado termos feedbacks muito bons. Em termos da estratégia que adoptaste é similar à que eu adoptei, não sei se será a melhor solução, mas tentei utilizar o bom senso, colocar-me do outro lado e pensar no que gostaria de receber acerca deste assunto. Acho que dentro das condicionantes existentes acabamos por realizar um bom trabalho. Referência % por Ana Búzio - domingo, 21 Novembro 2010, 17:12 Achei interessante a criação da imagem para suscitar a curiosidade dos potenciais visitantes à tua página. Também gostaria de ter feito o mesmo, mas como ainda não tenho as personagens do site para o logótipo, optei por colocar uma imagem pesquisada no google (um brinquedo antigo). Utilizei uma promoção semelhante à tua (aliás, penso que todos acabámos por fazer o mesmo), e como tu, também penso que o número de likes que obterei no futuro não se distanciará do já conseguido, já que somente um nicho muito específico é que se poderá interessar pelos nossos projectos. Referência % por Maria M Larangeira - domingo, 21 Novembro 2010, 23:43 A tua página conseguiu prender-me a atenção de modo que passei por lá regularmente para ver as novidades. Achei que à medida que os dias passavam conseguia surpreenderme sempe com algo de novo, principalmente o qe dizia respeito à arte e multimédia. Referência % por Nuno Oliveira - domingo, 21 Novembro 2010, 23:53

49 Nuno fui seguidor da tua página e penso que utilizaste uma metodologia bastante boa para atingir o teu público-alvo. Concordo quando dizes que as fotos e os vídeos são uma forma de existir maior?interacção?/visualização e promoção da página, pois foi algo que aconteceu à maioria. E saliento de forma bastante positiva também a forma como divulgaste a tua página pelos textos explicativos que inserias no teu perfil aumentando a curiosidade da comunidade digital. Referência % por Antonio Vicente - domingo, 21 Novembro 2010, 23:59 Gostei da tua ideia de colocares a foto, para criar o factor surpresa e assim potenciar um maior nível de utilização. Referência % por Gonçalo Pereira - domingo, 21 Novembro 2010, 16:41 Nuno, conseguiste ir exactamente a cerne da questão, na minha opinião. Referência % por Clara Ferreira - domingo, 21 Novembro 2010, 22:20 Sem dúvida Paulo. Esta semana tão intensa fez-me crescer e aprender imenso. Sem dúvida Paulo. Esta semana tão intensa fez-me crescer e aprender imenso. Até à minutos atrás que estou a testar todas as opções que me são sugeridas e aguardo com expectativa os resultados. A tua página foi a que mais "sucesso estatístico" obteve e não é por acaso. Fizeste um bom trabalho quer na escolha dos conteúdos, quer na forma como publicitaste a página. Parabéns! :D Referência % Referência % por Silvia Estevam - domingo, 21 Novembro 2010, 23:30 Acho que apresentas a tua página de uma forma bem organizada, para chamar a atenção e atrair potenciais?clientes?, utilizas-te uma boa estratégia ao colocares diversos logótipos diferentes para a imagem do perfil, achei a ideia interessante. Utilizas-te também imagens da escola e publicas-te vídeos, para motivar a interacção da tua página. Referência % por Antonio Vicente - domingo, 21 Novembro 2010, 23:47 Gonçalo, tal como tu, também me deparei com alguma dificuldade na implementação dos feeds, o que foi colmatado através da ajuda do professor Hugo Almeida.

50 Referência % Re: Site Educativo "ABC da Informática" por Catia Costa - domingo, 21 Novembro 2010, 21:38 É verdade que a partir das 19h30 notei mais pessoas no Facebook e tal como tu, partilhei a minha informação nessa hora. O correio electrónico parece-me um bom meio para informar os colegas da existência da página. Referência % Re: Site Educativo "ABC da Informática" por Maria M Larangeira - domingo, 21 Novembro 2010, 23:51 Ana, ao ler o teu comentário, f iquei a conhecer a tua estratégia "horária". Confesso que tal não me passou pela cabeça. Nunca me lembrei de estar online nas horas mais movimentadas para angariar um maior feedback dos utilizadores. Esta partilha torna-se interessante. Há sempra algo, por mais simples que possa parecer que podemos Esta partilha torna-se interessante. Há sempra algo, por mais simples que possa parecer que podemos aprender... Referência % por Antonio Vicente - domingo, 21 Novembro 2010, 23:51 Reparei que apresentaste temáticas diversificadas, para a promoção da tua página, dando a conhecer de forma abrangente a mesma. Referência % por Maria M Larangeira - segunda-feira, 22 Novembro 2010, 00:00 Não há dúvida que a tua página será uma mais-valia para a divulgação do teu projecto, pois, pelo que percebi um dos objectivos do projecto é a divulgação e experiências dos Cursos Formação Modular na Escola de Alcanena. Será certamente uma ferramenta de comunicação de elevado sucessopara a sua concretização. Referência % por Carlos Pires - domingo, 21 Novembro 2010, 22:14 Boa noite Rui, achei interessante teres referido que tiveste um fã que não fazia parte da tua lista de contactos, pois a mim aconteceu algo parecido. Tenho um fã na minha página que não consta da minha lista de amigos, e nem sei bem como chegou até à minha pagina, mas não é de tão longe como na tua situação. Comprovamos assim que podemos chegar a publico diverso se tivermos mais tempo e mais organização. Referência %

51 por Catia Costa - domingo, 21 Novembro 2010, 22:20 A aplicação Static FBML é muito interessante, não sabia como criava outro separador e assim que li o teu "post" fui logo experimentar. Uma semana é pouco tempo para conhecer todas as aplicações e dinamizar, mas acho que está uma boa página e que teve um bom começo até porque referes uma fã que não estava nos teus contactos. Referência % por Silvia Estevam - domingo, 21 Novembro 2010, 23:27 Acho que utilizas-te óptimas estratégias para dinamizares a tua página, através feeds, vídeos, links de páginas com informações relativas ao teu projecto. Partilho da tua opinião quando dizes que a falta de interacção é devido ao curto espaço-tempo desta tarefa. Referência % por Catia Costa - domingo, 21 Novembro 2010, 23:47 O tema do projecto chama a atenção, talvez seja por isso que os utilizadores viram mais as imagens, ou como referes por a machinima ser associada ao Second Life. Uma semana é pouco tempo, mas depois de conheceres melhor as ferramentas já sabes como utiliza-las e procurar novas estratégias. Agora, talvez o melhor seja partilhar mais informação e procurar promover junto de fans de machinima, procurando páginas e adicionando aos favoritos da tua página. Referência % por Nuno Oliveira - domingo, 21 Novembro 2010, 23:21 Catarina concordo contigo que o tempo foi curto para esta tarefa, mas penso que funcionou bem a tua página e a tua metodologia para existirem likes na tua página. Penso que uma funcionalidade que criei na minha página e que teve mais valia foi associar a minha página a outras dentro da mesma área, aumentando assim o número de contactos e de visibilidade. Referência % por Conceicao Durao - Saturday, 27 November 2010, 17:38 Agora o endereço da minha página no Facebook é : Fontes Internas/Interagir em Mundos Virtuais 33 Referências 34.09% Referência % por Clara Ferreira - Thursday, 25 November 2010, 12:52 Carlos, o Second Life também permite comunicação assíncrona, podendo tu, estando interessado em

52 obter informações juntos dos grupos, enviar uma mensagem instantânea (IM) que será lida quando o gestor do grupo se ligar ou enviar uma nota. As notas são mais seguras uma vez que são partilha de um objecto e não se perdem se o gestor do grupo As notas são mais seguras uma vez que são partilha de um objecto e não se perdem se o gestor do grupo a contactar demorar muito tempo a "logar-se". Referência % por Clara Ferreira - Friday, 26 November 2010, 11:16 Não esperes grandes respostas... O Second Life parece morto... Referência % por Catia Costa - Friday, 26 November 2010, 14:56 As ilhas relacionadas com educação também as tenho encontrado vazias ou com informação muito dispersa, às vezes fico sem perceber o que estão a desenvolver na ilha ou o mais provável é os projectos terem sido descontinuados. No entanto alguns grupos dizem o dia da semana e as horas a que se juntam, sendo mais fácil para nós saber a que horas se encontram. Quando não sabemos a solução é perguntar a alguém que esteja ligado através do IM. Às vezes descobrimos grupos através do perfil de utilizadores muito interessantes e que até estávamos a tentar encontrar algo relacionado, mas na pesquisa não apareciam. Claro que não falo de qualquer utilizador, mas muitos partilham os seus interesses no seu perfil e os grupos estão visíveis. Podemos também ir até ilhas de países que recebem os avatares e desenvolvem muitas actividades, partilham e ajudam. No entanto demora sempre algum tempo. Referência % por Fabiana Sampaio - Monday, 29 November 2010, 00:06 Tal como tu cátia e a clara senti o mesmo relativamente ao Second Life. Este anda cada vez mais vazio, não se encontrando quase avatares nenhuns o que dificulta o acesso a informações relativamente às diversas ilhas que visitamos do seu espaço. Eu senti muito isso nalgumas ilhas que visitei e explorei de acordo com o tema do neu projecto de estágio. Referência % por Clara Ferreira - quinta-feira, 25 Novembro 2010, 13:11 Tendo vindo a acompanhar o mundo virtual Second Life há mais de quatro anos, verifico que está com cada vez maenos utilizadores, pelo que talvez o facto de as ilhas estarem vazias se prenda com o facto de realmente, não serem de todo visitadas.

53 O sítio do Second Life também tem uma área para o ensino: Talvez encontres informações acerca do que pretendes mais facilmente. Referência % por Natalia Santos - Thursday, 25 November 2010, 14:25 Talvez a razão de tantas ilhas desertas tenha levado a que isto aconteça. dos-seus-efetivos=f Referência 7 2% por Catia Costa - Friday, 26 November 2010, 14:01 Por vezes demorasse mais do que uma semana a encontrar os grupos ou o grupo certo. Se tivermos num grupo e lançarmos uma questão pode ou não começar um debate, depende dos interesses das pessoas. É normal que não encontres o teu tema no Second Life, principalmente uma ilha que exige recursos, investimentos, entre outros ou também, porque é um mundo virtual mais virado para responder a perguntas sobre e-learning. No dia 17 de Novembro na ilha Portucalis (http://portucalis.wordpress.com/2010/11/17/a-realidade-dovirtual/) a convidada da semana foi uma senhora portadora da doença de Ataxia de Friedrich que falou do?mundo Virtual também Ser Real? e ela disse a certa altura que no Second Life podia andar e voar. De certa forma não tem nada a ver com os NEE, mas é interessante ver esta perspectiva de uma pessoa que está paraplégica e tem dificuldades a falar e na maneira como usa o Second Life. Referência % por Maria M Larangeira - Friday, 26 November 2010, 22:14 Cátia, a referência que fazes à ilha Portucalis é muito interessante. No fundo são histórias de vidas diferentes, que conseguem através do ambiente virtual a realização de desejos, tão simples como "o falar" ou "andar". Quando estamos na posse de todas as nossas faculdades físicas ou intelectuais, nem nos apercebemos da angústia de algumas pessoas, que de uma maneira ou de outra ficam privadas de ter um vida considerada normal. Referência % por Ana Búzio - Saturday, 27 November 2010, 19:18 Também me senti um pouco perdida na pesquisa de ilhas e grupos. Por vezes nem sabia muito bem o que estava à procura! Parece-me que há muita coisa construída, mas pouco conteúdo. Talvez tenha ido parar às ilhas erradas, mas foi essa a sensação que tive. Mesmo que queiramos interagir com alguém, tal feito

54 não é possível. Referência % por Rui Pascoal - Sunday, 28 November 2010, 14:46 Subscrevo a tua frase... "As horas juntaram-se aos dias, num busca incessante..." possivelmente à procura do tesouro que não existe. Referência % por Silvia Estevam - Sunday, 28 November 2010, 19:15 As ilhas que referências?ilha de Educação? e?ilha Unisinos?, são interessantes e estão bem organizadas, saliento a ilha da Educação onde se pode encontrar diversos espaços entre os quais: salas de aula, parceiros e auditórios. Também me deparei com ilhas totalmente desertas, concordo contigo quando dizes que poderá ser pela diferença de horários, que condiciona os encontros. Referência % por Ricardo Pinto - Sunday, 28 November 2010, 19:36 No SL Em Portugal, o insucesso na interacção e colaboração inworld é muito frequente, descobri que é mais fácil a partilha de conteúdos, se conhecermos as pessoas por detrás dos avatares, no realworld. Será por sermos demasiado formais no ambiente virtual, noutros países a situação reverte-se, a integração e interacção nos grupos é proporcional ao contributo que neles se investe. Não pretendo generalizar ou estereotipar as pessoas e as situações, mas é uma situação comum que identifico na minha experiência, esta complexidade nas relações virtuais é também um objecto de estudo interessante, talvez porque difere da cultura e das circunstâncias dos utilizadores. A dimensão social dos mundos virtuais é ao mesmo tempo esclarecedora e intrigante. Referência % por Clara Ferreira - Thursday, 25 November 2010, 13:21 O Second Life é muito pesado em vários aspectos: - capacidade gráfica dos recursos disponíveis; - largura de banda necessária; - tempo necessário para que qualquer tarefa seja realizada uma vez que depende sempre do grau de conhecimento técnico e específico de cada interveniente; No nosso caso em que temos que desenvolver um projecto em tão pouco tempo, sentimos que o tempo é cada vez mais escasso e que este tipo de dispersão (obrigatoriedade de ir pesquisar numa plataforma que não é de nossa escolha) só nos distrai dos nossos objectivos.

55 Chego a sentir-me desmotivada sempre que tenho que interromper a investigação que estou a desenvolver Chego a sentir-me desmotivada sempre que tenho que interromper a investigação que estou a desenvolver no âmbito do meu estágio e perco inúmeras horas a investigar assuntos que pouco ou nada se relacionam, aparentemente com o que pretendo. No entanto, reparei na unidade passada e confirmo nesta, que a informação está interligada e que acabamos sempre por encontrar dados que nos fazem repensar o que tínhamos como certo no nosso projecto e portanto evoluir no sentido de conseguirmos melhores resultados. Claro que também não vou usar o Second Life para o meu projecto, mas as procuras que fiz ajudaram-me no sentido que conheci outros caminhos traçados e quais os factores positivos e negativos que daí antevi. Referência % por Natalia Santos - Saturday, 27 November 2010, 21:06 Também eu me desmotivei após as adversidades, o entusiasmo inicial de quem já não visitava o Second Life há algum tempo durou pouco tempo. Mais uma vez esbarrei com um acesso negado na escola onde trabalho, no ano anterior era ao Facebook, este ano ao Second Life. Encontrando-me grande parte do dia na escola, umas horas em trabalho outras em pausas, aproveito para ir desenvolvendo as actividades propostas nesta plataforma. Desta vez, dificuldade acrescida com a gestão do tempo em remodelação, sobrou fazer mais trabalho para desenvolver em casa. A outra adversidade: quando voltei ao Second Life e me revi lá estava o meu avatar outra vez sem cabelo, coisa que estou sempre a repor. Referência % por Maria M Larangeira - Friday, 26 November 2010, 22:01 Nuno,o meu projecto tal como o teu não vai contemplar o ambiente Second Life. Outra referência que parece ser comum ao comentários que fiz, é o facto das ilhas estarem desertas. Parece que a exploração de novos ambientes não está a atrair os cibernautas. Quanto à tua dúvida, penso que não haverá qualquer tipo de penalização, no que se refere à ligação dos nossos projectos individuais ao SL. Os projectos são muito diferentes, com público alvo diferente, faixas etárias a quem se destinam diferentes, no fundo com objectivos/finalidades dierentes. A integração do Second Life tem que ser de acordo com as características individuais do projecto. Por não ser integrado

56 não quer dizer que não tenham havido largas horas de pesquisa e trabalho para o efeito... Referência % por Natalia Santos - Saturday, 27 November 2010, 20:38 Nuno também me parece que se queremos publicitar ou sensibilizar as pessoas para os nossos temas, que Nuno também me parece que se queremos publicitar ou sensibilizar as pessoas para os nossos temas, que estão todos relacionados com a educação, não sendo a acessibilidade deste mundo a mais fácil e a que atinge o maior numero de pessoas não sei se estamos no lugar certo para o fazer, por mais interessante que este mundo seja. Referência % por Catia Costa - Friday, 26 November 2010, 15:22 Como o teu projecto é sobre a criação de uma plataforma de televisão comunitária, além dessa pesquisa que fazes sobre o Second Life podes também ver como é usada a televisão dentro do mesmo. Referência % por Paulo Duarte - Monday, 29 November 2010, 13:06 Muito obrigado pelas tuas sugestões. Quanto ao livro da Professora Clara tenho-o desde a Licenciatura Referência % por Ricardo Pinto - Sunday, 28 November 2010, 19:18 Em ambiente Inworld podes interagir com a plataforma facebook, a forma mais rápida é o twitter, se aplicares as regras de interoperabilidade do Professor Hugo Almeida, terás várias opções bem sucedidas. Em todo o caso, o meu avatar é Ariadne Bosatsu, posso te passar vários objectos, clientes de redes sociais para utilizares no teu projecto. Referência % por Ana Búzio - sábado, 27 Novembro 2010, 19:31 A dificuldade em pesquisar neste tipo de ferramentas também foi a minha principal dificuldade. Como já referi em resposta ao post da Maria Laranjeira, por vezes andava completamente perdida, sem saber muito bem o que andava à procura. Tentei pesquisar dentro e fora do Second Life, mas os resultados foram os mesmos. Fui espreitar o ieducate, e parece-me ter algumas coisas interessantes para explorar, nomeadamente nos Recursos - Culture & Heritage. Tem algumas referências a museus online. Referência %

57 por Antonio Vicente - domingo, 28 Novembro 2010, 23:52 por Antonio Vicente - domingo, 28 Novembro 2010, 23:52 Corroboro com a opinião partilhada no fórum, relativa à dificuldade manifestada no acesso ao Second Life, mas tal como tu após alguma insistência consegui contornar a situação. Referência % por Ana Búzio - sábado, 27 Novembro 2010, 18:53 Também visitei as duas ilhas que mencionaste. Os nossos projectos enquadram-se no mesmo tipo de pesquisa, e tal como tu, não consegui interagir com ninguém. É como a Clara já referiu aqui: O Second Life parece estar deserto. Parece-me (e digo isto na minha condição de leiga neste campo) que como os nossos projectos são muito específicos, é pouco provável existirem ilhas onde os possamos colocar. Talvez o único local onde os podemos divulgar é na SLESES. No meu caso, descobri um cantinho onde está o Projecto Museológico da ESES, e talvez aí pudesse fazer referência ao site Vem Descobrir...a Escola e o Brinquedo do século XX. Referência % por Nuno Oliveira - sábado, 27 Novembro 2010, 19:48 A partilha das ilhas e dos grupos que encontramos é muito útil, pois possibilita que possamos encontrar ilhas ou grupos que se relacionam com o tema dos projectos de colegas. No ensino colaborativo é uma mais valia esta partilha. Ana referes WINGS como um centro do qual eu não conhecia e que me poderá ser útil. Referência % por Ana Búzio - domingo, 28 Novembro 2010, 17:12 A propósito de mundos virtuais, indico aqui um documento que fala na sua utilização por parte de crianças e adolescentes. É apresentada uma listagem de diversos mundos direccionados somente para este público-alvo: Referência % por Joao Borislav - domingo, 28 Novembro 2010, 17:32 A ilha que retrata as civilizações antigas etsá muito bem construida e demonstra bem as potencialidades que este tipo de plataformas tem para oferecer no que consta aos metodos de divulgação bem como à informação relativa a determinados tópicos. Referência %

58 por Nuno Oliveira - Sunday, 28 November 2010, 18:55 Gonçalo concordo e reitero a tua opinião sobre a necessidades de recursos do nosso computador para estes mundos virtuais. E também tenho o mesmo pensamento sobre o facto de se encontrar tão poucos avatares nas ilhas e nos grupos de partilha. Será que as exigências para podermos navegar no SL faz com que as ilhas estejam desertas? Os nossos projectos são muito específicos e por isso não é fácil encontrar ilhas ou grupos relacionados com eles. Referência % por Silvia Estevam - Sunday, 28 November 2010, 19:23 Algumas ilhas que partilhas eu também as explorei no sentido de encontrar alguma informação relevante para o meu projecto. Quando fiz a pesquisa por educação os resultados foram idênticos aos teus, são ilhas interessantes e bem estruturadas e relacionadas com o tema de elearning. Referência % por Antonio Vicente - Sunday, 28 November 2010, 20:08 Assim como referes, o Second Life é um óptimo meio para a partilha de conhecimento e apesar de não ter conseguido a informação para o meu projecto, vou continuar a investigar no SL, a fim de encontrar conteúdos no âmbito do meu projecto. Referência % por Gonçalo Pereira - Sunday, 28 November 2010, 23:39 Parece-me que esta situação com que te deparas foi transversal a todos nós, fazendo que tivessemos bastante dificuldade em navegarmos com alguma fluidez no Second Life. Acho também como já foi referido que esta será uma das razões pelas quais encontramos os mundos desertos ao contrário de há uns meses atrás onde fossemos onde fossemos encontrávamos sempre alguém com quem poderíamos interagir. Esperemos que o anunciado viewer em ambiente Web venha colmatar esta dificuldade tornando a navegação mais fluída. Referência % por Antonio Vicente - Sunday, 28 November 2010, 19:52 As dificuldades que referiste, foram as mesmas com que me deparei, também por o meu computador não possuir as características ideais para navegar nestes mundos. Referência % por Gonçalo Pereira - Sunday, 28 November 2010, 23:30

59 Faço minhas as palavras da Sílvia uma vez que também tive muitos problemas com o meu computador enquanto tentava navegar no SL. Referência % por Gonçalo Pereira - Sunday, 28 November 2010, 23:34 A temática que vais abordar parece-me deveras interessante e bastante inovadora. Tenho a certeza que obterás resultados fantásticos e bastante úteis para serem utilizados em EAD aumentando em muito as capacidades existentes até agora. Referência % por Paulo Duarte - Monday, 29 November 2010, 12:47 Este teu post parece-me bastante interessante, até porque na investigação para a Interacção Homem- Computador falei da realidade aumentada, como um novo modo de interacção, sendo aliás uma área que penso que vai determinar significativamente a utilização das tecnologias de informação e comunicação num tempo muito próximo. Vi o teu vídeo mas não consegui perceber muito bem, mas fico à espera de mais, e se possível com áudio, pode ajudar na leitura do que estiveres a mostrar. Também guardei os teus links para uma vista de olhos Fontes Internas/Metodologias do projeto tecnológico 9 Referências 14.9% Referência % Re: Fórum de discussão Unidade 5 (Discussion Forum Unit 5) por Ana Loureiro - segunda-feira, 29 Novembro 2010, 15:15 Olá Ricardo! À medida que as interacções vão sendo feitas, por vezes, é necessário proceder a alterações... estamos todos a aprender. todos a aprender. Referência % Re: Fórum de discussão Unidade 5 (Discussion Forum Unit 5) por Catarina Gois - segunda-feira, 29 Novembro 2010, 16:06 Nada se perde. Como foi impossível assistir à vídeo conferência da parte da manhã quero agradecer desde já este resumo. Para mim foi óptimo. Aguardo então também com expectativa a documentação cedida pela Professora Doutora Fernanda Botelho. Obrigada Ricardo Referência % Re: Fórum de discussão Unidade 5 (Discussion Forum Unit 5) por Ana Loureiro - quinta-feira, 2 Dezembro 2010, 11:09 Vamos sempre a tempo de melhorar Referência 4 0.9% Re: Fórum de discussão Unidade 5 (Discussion Forum Unit 5) por Clara Ferreira - segunda-feira, 6 Dezembro 2010, 18:20 ficha_de_leitura2.pdf O trabalho de novo.

60 Referência % Re: Fórum de discussão Unidade 5 (Discussion Forum Unit 5) por Conceicao Durao - domingo, 12 Dezembro 2010, 22:57 Obrigada Clara, pois as tuas participações e, a intervenção e orientações da tutora ajudaram imenso a realizar o meu trabalho esta semana. Vantagem da aprendizagem nestes ambientes. Referência % Re: Fórum de discussão Unidade 5 (Discussion Forum Unit 5) por Clara Ferreira - sexta-feira, 10 Dezembro 2010, 19:34 O mesmo que comentei na mensagem do Nuno se aplica a ti, Cátia, o Second Life não é uma área que tencione investigar, pelo que as tuas fichas de leitura não me vão ser úteis. No entanto, construíste as fichas de acordo com as indicações da professora Ana, o que demonstra atenção às actividades dos colegas. Referência % Re: Fórum de discussão Unidade 5 (Discussion Forum Unit 5) por Clara Ferreira - sexta-feira, 10 Dezembro 2010, 19:32 Esta tarefa de comentar os colegas parece-me esta semana, muito complicada. Não faço a mínima ideia se os autores que escolheste são pertinentes, e como é uma área tão diferente da minha, também não tenciono averiguar. No entanto, o que posso acrescentar é que me parece que seguiste as indicações da professora Ana tendo construído fichas de leitura correctamente. Referência % Re: Fórum de discussão Unidade 5 (Discussion Forum Unit 5) por Natalia Santos - sábado, 11 Dezembro 2010, 22:18 Agradeço o esclarecimento e fico bastante aliviada. Não me estava a ver com tempo para consultar os dados das fichas dos meus colegas para depois poder comentar estando dentro do assunto. Referência % Re: Fórum de discussão Unidade 5 (Discussion Forum Unit 5) por Gonçalo Pereira - Sunday, 12 December 2010, 23:37 Corrigindo, são quatro autores, uma vez que um dos livros em questão é da autoria de duas autoras. Fontes Internas/Pesquisar online 45 Referências 36.56% Referência % por Catia Costa - domingo, 7 Novembro 2010, 18:16 Existem mais vantagens do que desvantagens, mas se os métodos não forem bem aplicados uma influência a outra, tornando-as desvantagens. É difícil reconhecer num colega a competência de como dizes,?ensinar?, se falarmos no ensino secundário pode levar a que estudantes fiquem desmotivados porque o?outro? vai ter uma atitude competitiva e sobrevalorizada, levando o colega a pensar que está

61 abaixo dele. Por outro lado estudantes que estejam no mesmo nível levam à partilha e ao conhecimento, as tais pessoas que nos transmitem conforto. Existem ritmos e formas diferentes de aprender, pequenos pormenores que afectam a aprendizagem e difíceis de identificar por diversos factores. Referência % por Nuno Rodrigues - terça-feira, 9 Novembro 2010, 10:07 O Paulo também focou um aspecto bastante importante no que se refere a este tipo de ensino. Sem dúvida que existem inúmeras vantagens neste tipo de ensino-aprendizagem, mas, para que tal aconteça, os alunos/formandos têm de já ter adquirido algumas competências para seleccionar o que é?lixo electrónico? e o que não é. Têm/devem dar credibilidade aos seus contributos/ensinamentos de forma a orientar todos os outros elementos de forma credível. Referência % por Silvia Estevam - quinta-feira, 11 Novembro 2010, 21:39 Concordo contigo Gonçalo, quando dizes que existe mais vantagens que desvantagens, a vantagem que apontas da partilha de informação é importante e fundamental, logo para a resolução de um determinado problema, se recorremos à partilha e validação das perspectivas dos elementos do grupo, obtém-se a solução com maior qualidade. O trabalho de equipa é mais proveitoso que o trabalho individual, como todos os elementos do grupo estão a trabalhar para o mesmo objectivo, consegue-se um resultado final com mais sucesso, devido à diversidade e partilha de informação. Referência % por Antonio Vicente - domingo, 14 Novembro 2010, 00:36 Partilho a mesma opinião quanto à vantagem referida. É de salutar o empenho dos colegas para colmatar as dificuldades dos que apresentam dúvidas. Por vezes, os alunos sentem-se mais à vontade e identificam-se sobretudo com os colegas na forma como são abordados determinados assuntos. Referência % por Marco Caires - domingo, 14 Novembro 2010, 20:35 Penso que mesmo assim deveria existir nas escolas mais valorização das formações internas entre Professores. Falta por exemplo formação e troca de ideias e materiais entre os vários Agrupamentos de Escolas do País. Referência %

62 por Conceicao Durao - domingo, 7 Novembro 2010, 17:37 Concordo contigo pois a partilha de conhecimentos é a forma mais eficaz de formação ou informação. Mesmo tendo em conta o cunho pessoal que cada um coloca nos seus rascunhos ou trabalhos produzidos, estimula análise e reflexão crítica necessária para se adquirir novos conhecimentos. Enquanto professora e entre as minhas colegas de grupo disciplinar, também desenvolvemos trabalho colaborativo, quer em sessões marcadas em pequeno grupo sobre um tema solicitado ou, com colegas que fizeram formação específica recente que desejam partilhar o que aprenderam de novo. Penso que este método de partilha de conhecimentos entre pares deveria ser fomentado em todas as escolas e profissões (poupança de recursos na formação contínua). Referência % por Natalia Santos - domingo, 14 Novembro 2010, 15:21 Clara, o que apontas como uma desvantagem em casos de apresentação, pode virar uma mais valia, e fazer evoluir o grupo. Se esse grupo se mantiver para outros trabalhos, numa próxima situação os intervenientes ficam na expectativa e esperam que haja uma melhoria na comunicação entre os elementos e uma melhor apresentação. Caso isso não se verifique partem para outro conjunto de elementos e aprenderam com outros. O negativo vira sempre positivo. Referência % por Joao Borislav - domingo, 7 Novembro 2010, 18:59 Concordo contigo Nuno quando apontas como desvantagem o facto de fugirmos com facilidade às pesquisas que efectuamos. Mas Isso poderá também dar origem a novas informações, provavelmente diferentes daquelas que os outros alunos tiveram contacto, e faz parte da capacidade dos alunos a trabalhar na Sociedade do Conhecimento, onde boa parte das informações importantes não se encontram disponíveis em livros e manuais. Referência % por Paulo Duarte - domingo, 7 Novembro 2010, 23:40 Ia para responder ao Nuno e vi a tua resposta que vem um pouco ao encontro do que pretendia dizer, embora eu não o considere uma desvantagem. Como dizes esses desvios, certamente nos levarão a outros conhecimentos e outras perspectivas, que

63 apesar de desviadas da nossa pesquisa ou trabalho poderão ter uma utilidade posterior. Referência % por Clara Ferreira - segunda-feira, 8 Novembro 2010, 10:21 Tocaste num ponto muito importante e que me transtorna muito no meu processo de aprendizagem: o tempo que perco perdida em links que ao fim de pouco tempo já se distanciaram em muito do tema inicial. Referência % por Gonçalo Pereira - domingo, 14 Novembro 2010, 21:37 Como o Nuno refere muitas vezes pode acontecer que nos afastemos da nossa pesquisa inicial, claro que isso leva a que adquiramos outros conhecimentos, mas é certo também que nos afastámos do nosso objectivo primário logo pode ser considerado uma desvantagem. Referência % por Joao Borislav - domingo, 7 Novembro 2010, 19:23 De facto integrar um grupo heterogéneo é uma mais valia na partilha do conhecimento e saber. Apesar das vantagens que apontas, trabalhar em grupo exige uma necessidade muito forte de coordenação de cada indivíduo. Sem esta coordenação boa parte dos esforços de cooperação e de comunicação podem não ser aproveitados. Referência % por Maria M Larangeira - terça-feira, 9 Novembro 2010, 19:55 Sílvia, tirar partido das experiências de aprendizagem de cada um, como dizes deve ser uma das perspectivas fundamentais do ensino cooperativo. Fundamentalmente o grupo deve trabalhar para o mesmo objectivo, o sucesso. Deve-se explorar o máximo de cada um, de modo a rentabilizar as suas capacidades, para que cada um dê o seu melhor, permitindo assim a interacção, o desenvolvimento da criatividade, a discussão para uma interpretação de possíveis soluções. Referência % por Antonio Vicente - domingo, 14 Novembro 2010, 00:41 A desvantagem apresentada é muito pertinente, uma vez que insere-se muito bem em alunos que apresentam pouca confiança em si próprios, não acreditando por vezes nas suas potencialidades. Há que integrar esses alunos, contribuindo para um maior nível motivacional e assim colaborando para uma maior participação dos mesmos. Referência %

64 por Gonçalo Pereira - domingo, 14 Novembro 2010, 21:43 Este ponto que apresentas parece-me bastante pertinente uma vez que muitas vezes acontece em grupos de trabalho alguns elementos manterem-se na sombra porque se sentem?diminuídos? em relação aos outros, mas também temos de ver as coisas por outro prisma, um grupo de trabalho pode levar a que algum elemento mais discreto comece a revelar-se e integrar-se, levando a uma melhoria significativa dos resultados. Referência % por Ana Búzio - domingo, 7 Novembro 2010, 16:53 Parece-me que as tuas vantagens de desvantagens estão relacionadas. Falas em haver um esforço de participação por parte de todos que seja rica e diversificada. Ora a ausência Falas em haver um esforço de participação por parte de todos que seja rica e diversificada. Ora a ausência desse compromisso origina o conformismo e imitação. É muito mais fácil ver os comentários dos outros e seguirmos a mesma linha de pensamento sem arriscar novos contributos ou ideias. Penso que isso é um problema frequente, especialmente no ensino secundário. Referência % por Maria M Larangeira - terça-feira, 9 Novembro 2010, 19:20 Marcelina, acho que focaste um aspecto muito importante no teu texto, sobre os indivíduos que simplesmente adoptam a perspectiva de outro, não dando a conhecer a sua opinião, às vezes por falta de confiança nas suas capacidades. Neste caso o professor pode ajudar a estimular a participação, de modo a que todos os indivíduos participem de forma activa, motivados pelo sucesso do grupo. Referência % Referência % por Silvia Estevam - quinta-feira, 11 Novembro 2010, 21:50 Um aspecto muito importante que salientas é o facto quando dizes que é esperado dos elementos do grupo contribuam e comentem as suas perspectivas num espaço virtual compartilhado, este espaço é fundamental existir, pode-se recorrer a ferramentas para a comunicação partilhada e trabalho colaborativo através: fórum de discussão, videoconferência e bases de dados de informação. Referência % por Antonio Vicente - domingo, 14 Novembro 2010, 00:45 A abordagem é muito relevante, visto que um grupo só faz sentido quando existe a verdadeira partilha, a

65 nível de ideias, conhecimentos e experiências. A interligação entre todos os elementos possibilita construir conhecimentos, devido à diversidade de saberes existentes no grupo. Referência % Re: Metodo cooperativo por Ana Búzio - domingo, 7 Novembro 2010, 16:34 Penso que a nível social a aprendizagem cooperativa pode potenciar não só o aumento da auto-estima e integração, como também o aumento de cidadãos participantes, com voz activa e responsáveis na construção do futuro colectivo. Se o método cooperativo favorece a exposição/partilha de ideias, sua defesa e aceitação por parte dos outros, então estas competências serão transpostas para a vida social ou pessoal de cada um, permitindo o desenvolvimento do espírito crítico. Relativamente à questão da liderança, penso que será mais provável de acontecer em ambiente de sala de Relativamente à questão da liderança, penso que será mais provável de acontecer em ambiente de sala de aula. Em contexto de e-learning não me parece que tenha expressão. Referência % Re: Metodo cooperativo por Gonçalo Pereira - domingo, 14 Novembro 2010, 21:50 Esta abordagem parece-me muito interessante, embora?discorde? quando dizes que nenhum elemento deverá ocupar a posição de líder. Penso que em qualquer tipo de grupo terá de haver sempre um líder, mesmo que não seja formalmente. No nosso caso aqui no mestrado o nosso grupo não tem líder nenhum definido e somos todos iguais, mas às vezes há alguém que tem de tomar as rédeas da situação e definir objectivos, logo aí está a assumir uma posição de liderança ainda que não seja formalmente. Pela minha experiência penso que em determinado momento todos os elementos de um grupo acabarão por assumir uma posição de liderança, pois só assim o grupo evoluirá e alcançará os objectivos a que se propõe. Referência % por Paulo Duarte - domingo, 7 Novembro 2010, 23:45 Achei bastante interessante essa desvantagem do bom desempenho em grupo não significar um bom desempenho individual. Aliás, ao longo da licenciatura tinha colegas que afirmavam inclusive a dificuldade em trabalhar em grupo, precisamente pelos contributos que consideravam não ser significativos por parte dos pares. Esse caso especifico enunciado por Ramos, fala de uma colaboração dentro da sala de aula em que o

66 professor consegue, de alguma forma, controlar o processo colaborativo. Num curso como o nosso, a caminhar para o e-learning, torna-se complicado para o docente acompanhar esse processo, e temos de ser nós enquanto alunos a fazer essa gestão. Quando elaborei o meu comentário não me apercebi dessa questão, que pode, efectivamente, ser uma desvantagem, principalmente se nós não soubermos gerir os diversos contributos de cada um. Referência % por Nuno Rodrigues - terça-feira, 9 Novembro 2010, 10:11 É bastante pertinente o aspecto que a Ana Búzio partilhou. Desde cedo, nós professores, colocamos os alunos a trabalhar em grupo (em várias disciplinas, mas essencialmente em Área de Projecto). Para o desenvolvimento desses trabalhos, o professor orienta a formação dos grupos de forma a serem o mais heterogéneos possível para que estejam equilibrados entre si. Os resultados esperados, serão sempre de um?bom trabalho?, mas estando o professor presente durante o seu desenvolvimento, verifica que embora o trabalho seja/esteja?bom?, não está de acordo com o trabalho, empenho e dedicação de todos os elementos desse grupo. Ou seja, tal como a Ana referiu? (?) um bom desempenho em grupo não significar um bom desempenho individual (?)? (Ramos, 2005). No caso de Ensino a Distância, no que diz respeito a avaliações, ainda será mais difícil ao avaliador aperceber-se de casos desse género, uma vez que?todos? cooperam e participam nas actividades desenvolvidas?em grupo?. Referência % por Ricardo Pinto - segunda-feira, 8 Novembro 2010, 19:42 Concordo, Ana. Deste modo somos parte integrante de um espaço de ensino, de um projecto comunicativo, formulamos perguntas, produzimos respostas, opiniões, diálogos e situações discursivas. Cumprimos o nosso propósito interpessoal. Referência % por Joao Borislav - domingo, 7 Novembro 2010, 19:10 Quando abordas nas tuas desvantagens os alunos "mais baldas" e o desincentivo destes, poderia ver nesses dois problemas uma boa solução. A existência de um moderador, capaz de ministrar, partilhar, filtrar e analisar minuciosamente conteúdos enriquecedores para ajudar e "despertar" estes mesmos alunos levando-os a reformular as suas competências. Referência %

67 por Catia Costa - domingo, 7 Novembro 2010, 21:12 A ideia que o João dá parece-me interessante, mas quem poderia ser o moderador? A única figura que vejo com autoridade suficiente para tal é o professor e é impossível controlar todos os grupos e alunos. Se o moderador for um aluno pode ser desconfortável e desmotivador. O grupo pode não gostar de ser orientado por um colega, cuja função é motivar. Por outro lado iria exigir tempo dos alunos moderadores que também fazem parte de um grupo de trabalho e estão envolvidos na criação de ideias. Provavelmente a melhor solução para não haver?baldas? é cada elemento ter uma função no grupo e assim, mais facilmente, é identificado quem não trabalhou ou então é uma maneira de motivar o aluno a trabalhar. Mas como podem ser distribuídas essas funções? Penso que o professor deve deixar primeiro o grupo organizar-se e depois fazer uma orientação e perceber quem está a trabalhar no quê, ou, pela construção de relatórios, ou ainda, através da construção de um diário do aluno no moodle. Referência % por Conceicao Durao - domingo, 7 Novembro 2010, 21:57 Exatamente João, as duas desvantagens que apontei [não encontrei muitas] podem facilmente ser minimizadas ou transformadas em vantagens pelo e-tutor. Pois o e-tutor existe para apoiar o e-professor ou docente da disciplina e, entre muitas outras competências, deverá também estar atento ao nível de interatividade dos e-alunos, identificando os que não estão a interagir, perceber porquê e tentar resgatar a relação interativa desse(s) aluno(s). Referência % por Rui Pascoal - domingo, 14 Novembro 2010, 21:57 É normal verificar-se alguma confusão e discordância sobre os métodos de aprendizagem colaborativa. É claro que nos primeiros ciclos do ensino não é facil lidar com as crianças aplicando este método de ensino que ainda não estão preparados para uma pesquisa e selecção de imensos conteúdos que existem na Web. Terá, a meu ver, que se conciliar com o ensino tradicional. Referência % por Nuno Oliveira - terça-feira, 9 Novembro 2010, 23:42 A heterogeneidade no método cooperativo é a chave do sucesso, pois aumenta a capacidade do grupo atingir de uma forma mais abrangente os objectivos propostos.

68 O método cooperativo encoraja a participação de todos os alunos, envolvendoos no pensamento/elaboração dos conceitos em causa. No seguimento desta participação proponho este texto sobre a aprendizagem cooperativa e autonomia de Maria Therezinha Monteiro: Referência % por Marcelina Lourenço - domingo, 14 Novembro 2010, 17:58 Não penso que a competição seja um aspecto negativo, seja em que método for. A competição de forma saudável pode fazer com os alunos se empenhem mais nas suas tarefas. Referência % por Silvia Estevam - quinta-feira, 11 Novembro 2010, 21:57 Referes um aspecto muito importante que consiste no aprender a trabalhar em grupo, para isso é necessária organização, bom senso, partilhar informação e ideias, respeitando as opiniões. Quanto ao espaço de trabalho apontas ferramentas de comunicação essenciais nos tempos que decorrem, como por exemplo a videoconferência, moodle e facebook, são meios que vem facilitar, aumentar a aprendizagem e proporcionar uma maior eficiência e eficácia na partilha de informação entre os elementos dos grupos. Referência % Re: Metodo cooperativo Re: Metodo cooperativo por Catia Costa - domingo, 7 Novembro 2010, 20:42 É realmente uma desvantagem quando não se pode implementar o método cooperativo porque existe dificuldades na matéria em geral, quando apenas dois a três alunos a percebem. Neste caso, é fundamental que se crie um bom plano e boas actividades. Após o professor explicar melhor aos alunos que não perceberam, a turma pode ser divida em grupo onde estes se entre ajudam e percebem melhor quais as dúvidas que têm e aonde, levando-os a questionarem-se. E aqui é preciso que o professor controle o desenvolvimento do processo de partilha entre os alunos. Nunca tive geometria descritiva, mas, como por exemplo, na matemática era uma boa solução para mim. Re: Metodo cooperativo por Conceicao Durao - domingo, 7 Novembro 2010, 22:19 Natália, eu acrescentaria, ao regular ponto da situação necessário que referes, quando se usa este método de ensino, a necessidade do professor elaborar tarefas, fornecer instruções explícitas e precisas, exigindo

69 que os grupos produzam um produto específico (como resposta ou trabalho escrito). Referência % Re: Metodo cooperativo por Ricardo Pinto - segunda-feira, 8 Novembro 2010, 19:48 Num contexto específico como geometria descritiva, que pede maior precisão, é imperativo que o professor seja a principal fonte de informação, isto porque no ensino colaborativo é fácil fugir à dificuldade? Referência % Re: Metodo cooperativo por Nuno Rodrigues - terça-feira, 9 Novembro 2010, 10:04 A Natália referiu um aspecto bastante importante, que é o da linguagem e termos específicos de qualquer área que seja abordada. Se não entendermos o que lemos, o que nos sugerem, o que partilham, é impossível compreender/aprender ou até simplesmente criticar. Este foi um dos aspectos que me marcou mais como mestrando deste curso. Não sendo um Nativo Digital, de ter iniciado o mestrado com?poucas bases? deste?novo mundo?, senti inúmeras dificuldades na realização/compreensão de diversas dsiciplinas/aprendizagens, ou seja, tive que adquirir em simultâneo os conhecimentos que já deveriam estar presentes e consolidados. Referência % Re: Metodo cooperativo por Natalia Santos - quinta-feira, 11 Novembro 2010, 14:51 Nuno como eu te compreendo, na primeira aula de Argumento Interactivo, com o professor Hugo no 1ºano do mestrado, como tudo aquilo me pareceu "chinês". A linguagem, nomenclatura era realmente muito especifica. Mas o seu entusiasmo sobre o que estava a falar era tal, que me deu vontade de andar em frente. Referência % por Rui Pascoal - domingo, 14 Novembro 2010, 22:05 Concordo com as vantagens que apresentas, pois segundo Johnson e Johnson, 1994 e Slavin, 1995, este tipo de aprendizagem promove a auto-estima dos alunos devido ao incremento das relações interpessoais no seio do grupo de trabalho e ao sucesso obtido na execução das tarefas partilhadas por todos os elementos. Referência % Referência % por Ricardo Pinto - segunda-feira, 8 Novembro 2010, 19:16 Constato que enquanto indivíduos temos a necessidade de estabelecer distâncias em relação aos outros,

70 de construir outros espaços, livres de um vocabulário específico? o excesso de fontes de informação no ensino colaborativo pode ser tão adverso quanto o formalismo no ensino convencional. Referência % por Catia Costa - quarta-feira, 10 Novembro 2010, 16:21 Quando falas no método expositivo, acho que este deve estar interligado com o método demonstrativo, pois é fundamental demonstrar e usar exemplos numa sala de aula. Referência % por Natalia Santos - quinta-feira, 11 Novembro 2010, 14:43 E na associação deste tipo de trabalho e aprendizagem cooperativa ao e- learning corre-se esse risco. Quando são propostos trabalhos de grupo cada um faz o seu e no fim alguém junta tudo. Quando o trabalho é individual e se recorre a outros para evoluir no que estamos a fazer, ai sim, parece-me ser uma mais valia. Referência % por Conceicao Durao - domingo, 14 Novembro 2010, 23:02 por Conceicao Durao - domingo, 14 Novembro 2010, 23:02 OLá Catarina, sê bem-vinda. Concordo com tudo o que disseste. Conseguiste evidenciar os pontos fortes deste tipo de aprendizagem e a vantagem na utilização deste método. O método colaborativo está mais adaptado à sociedade atual, às exigências constantes de formação e, não esquecendo as potencialidades das ferramentas da Web 2.0 usadas como apoio nesta forma de ensino e aprendizagem, contribui para a inteligência coletiva Referência % porveronica Barbosa- Thursday, 2 December 2010, 00:49 Concordo Catarina, "partilha" é sem dúvida a palvra de ordem... Na minha opinião, deveria ser assim em tudo na vida? Como na nossa turma existe uma variedade de áreas de formação, gostos e actividades, podemos completar-nos! Referência % porveronica Barbosa-Thursday, 2 December 2010, 00:44 Sónia, focaste uma questão que não me tinha lembrado: o facto deste método poder trazer uma "falta de coesão", como assim afirmaste, no que toca à avaliação da qualidade das informações apreendidas pelos alunos. Essa sim poderá ser uma desvantagem deste método. Referência %

71 por Marco Caires - domingo, 14 Novembro 2010, 20:30 Logicamente todos os métodos têm vantagens e também desvantagens. Agora o ideal será o Professor encontrar estratégias, para que essas desvantagens sejam anuladas. Por muito bom que seja o método de ensino, o Professor deverá ser um excelente orientador e conhecedor das "regras do jogo". Só assim se poderá alcançar o Sucesso. Novos Conteúdos Fontes Internas/Ambiente emergente da plataforma eraízes.redes da apresentação à interação 21 Referência 1 0.4% Um aplicativo ou função que recentemente tomei conhecimento no moodle na sua versão 1.8, que vale a pena destacar è a de networking (pag.252, Using Moodle 2e). Referência % A aplicação "moodle4kids" ou "space4kids" que junta dois módulos muito úteis para o trabalho à distância com crianças: "storytelling" and "gallery4kids". Referência % por Natalia Santos - segunda-feira, 25 Outubro 2010, 15:16 No ensino secundário, os alunos de Artes, fazem com frequência muitas procuras no Youtube. Encontrei

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