ANÁLISE DE EMISSÕES OTOACÚSTICAS PRODUTOS DE DISTORÇÃO EM TRABALHADORES DE UMA INDÚSTRIA METALURGICA NA CIDADE DE BIRIGUI

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1 ANÁLISE DE EMISSÕES OTOACÚSTICAS PRODUTOS DE DISTORÇÃO EM TRABALHADORES DE UMA INDÚSTRIA METALURGICA NA CIDADE DE BIRIGUI ANALISYS OF OTOACOUSTICS EMISSIONS DISTORTION PRODUCT IN WORKERS OF AN METAL INDUSTRY IN THE CITY OF BIRIGUI Maria Helena Pereira de Souza 1, Ana Aparecida da Silva Mercuri 2, Marisa Frasson de Azevedo 3, Alice Penna de Azevedo Bernardi 4 1. Fonoaudióloga, Fonoaudióloga das empresas Medlabor Medicina Ocupacional e Biometra Medicina Ocupacional na cidade de Birigui-SP, Audiologista em Clínica Particular na cidade de Araçatuba-SP, especialista em Audiologia 2. Fonoaudióloga, Fonoaudióloga em consultório particular na cidade de Piracicaba, especialista em audiologia 3. Professora Associada da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Doutora em Distúrbios da Comunicação Humana da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). 4. Fonoaudióloga, Professora e Coordenadora dos cursos de Audiologia do CEFAC, Fonoaudióloga do CEREST SP, Doutora em Saúde Pública pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP)

2 Área: audiologia Tipo de pesquisa: artigo original Título resumido: Análise de emissões otoacústicas produto de distorção em trabalhadores de uma industria metalúrgica na cidade de Birigui RESUMO : A exposição a níveis elevados de pressão sonora a qual são expostos os trabalhadores da industria metalúrgica podem provocar lesões na orelha interna, sendo que o registro das Emissões Otoacústicas Produtos de Distorção (EOAPD) é capaz de identificar alterações auditivas iniciais relacionados a tais lesões mesmo antes de aparecer no exame de audiometria tonal. Objetivo: avaliar as EOAPD em trabalhadores expostos a ruído de uma indústria metalúrgica. Métodos: Foram avaliados 38 trabalhadores do sexo masculino com audiometria normal expostos a ruído acima de 85 db (A). Resultados: 90,8% das orelhas testadas apresentaram EOAPD presentes. As menores amplitudes foram observadas nas freqüências de 4 e 6 Khz. Conclusões: Os resultados sugerem que a exposição ao ruído ocupacional podem provocar alterações nos registros de EOAPD, mesmo em indivíduos com exame de audiometria normal, indicando que este exame pode ser importante como método de diagnóstico de disfunção coclear DESCRITORES: Ruído ocupacional, emissões otoacústicas produto de distorção, disfunção coclear

3 ABSTRACT Purpose: To analyse an otoacustics emissions distortion product in a group of workers exposed to occupational noise in a metal industry in the city Birigui. Methods: A group of 38 workers that presented normal audiometry patterns and have been working inside an environment with more than 85dB of noise were selected to be analyzed by otoacoustic emissions method. Results: The results point that 90,8% of the tested ears presented EOAPD. The lower magnitudes were observed between the 4 and 6 Khz frequencies. Conclusion: The results show that the exposition to occupational noise can change results of EOAPD even in people with normal audiometry tests. This shows that the OEAPD can be used as an alternative method to diagnostic cochlear dysfunction. KEYWORDS: Noise Occupational, Otoacoustics emissions distortion product, cochlear dysfunction

4 INTRODUÇÃO Um dos principais riscos existentes em indústria metalúrgica é o ruído. A exposição a ruído é umas das principais causas de disacusia neurossensorial em indivíduos adultos 1. A Perda Auditiva Induzida por Ruído (PAIR) gerada pela atividade profissional em locais ruidosos possui características irreversíveis e insidiosas interferindo na qualidade de vida do seu portador 2. A exposição a ruído intenso pode determinar alterações mecânicas nas estruturas cocleares ou alterações metabólicas, principalmente nas estruturas vasculares e no órgão de corti, onde as células ciliadas externas são as mais atingidas. O ruído intenso provoca principalmente nas células ciliadas externas, alterações citoplasmáticas e nucleares, alterações de membrana, como edema 3. Toda empresa que tiver o ruído como agente de risco deve organizar um programa de conservação auditiva (PCA) 4. Entre as várias etapas do PCA podemos destacar o monitoramento audiométrico, que visa o acompanhamento da audição dos trabalhadores expostos a ruído 5. Dentre as várias etapas do monitoramento audiométrico destaca-se o fato da audiometria tonal ser o único teste de avaliação auditiva para todos os trabalhadores expostos a ruídos exigidos por lei no Brasil. No entanto lesões iniciais ao sistema auditivo não são detectados pela audiometria, sendo diagnosticados somente após existirem danos irreversíveis 6. Um complemento da audiometria tonal para triar e monitorar possíveis modificações cocleares precoces seria a análise das emissões otoacusticas 7,8. A avaliação das emissões acústicas é um instrumento clínico para monitorar a função coclear, oferecendo diversas vantagens, pois é um teste objetivo, não

5 invasivo, rápido, de alta sensibilidade e especificidade, capaz de detectar disfunções cocleares antes que sejam observadas mudanças significativas no audiograma 8. A análise das emissões otoacústicas evocadas produto de distorção utiliza como estímulo dois tons puros apresentados simultaneamente, o que permite verificar a condição coclear na freqüência que é o centro geométrico destes dois tons. Deste modo é possível verificar o desempenho coclear em freqüências específicas 8. Desse modo, o exame de emissões otoacústicas produto de distorção (EOAPD), pode identificar alterações em células ciliadas externas mesmo estando o exame de audiometria normal, podendo auxiliar o médico do trabalho nas avaliações de trabalhadores expostos a ruído 1, 9, 10. O objetivo desse estudo é investigar o resultado das EOAPD em um grupo de trabalhadores expostos a ruído de uma indústria metalúrgica, com limiares da audiometria tonal inferior a 25dBNA nas freqüências de 500 a 8000Hz, presença de curva tipo A na imitanciometria e meatoscopia sem obstrução. METODOLOGIA A empresa possui em média 300 funcionários e conta com ambulatório médico próprio, Programa de Controle Medico de Saúde Ocupacional (PCMSO), Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA), Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) e Programa de Conservação Auditiva (PCA). Fazem parte desses programas: médico do trabalho, técnicos de segurança, engenheiro, fonoaudiólogo, gerentes industriais e de recursos humanos e representantes da CIPA.

6 A pesquisa recrutou funcionários do setor de corte, considerado o setor com mais alto nível de ruído da fabrica, com média de 92 a 97dB (A) Todos os funcionários fazem uso regular de equipamento de proteção individual tipo plug. Os trabalhadores do setor de corte de tubo foram avaliados selecionando-se aqueles com resultados de audiometria tonal dentro de limites aceitáveis, de acordo com a Portaria 19 do Ministério do trabalho e Emprego, ou seja, até 25 db NA nas freqüências de 500 a 8000 Hz. Os critérios de inclusão na amostra também foram: inspeção do meato acústico externo sem alteração e timpanometria tipo A. Todos os funcionários selecionados foram do sexo masculino. Para evitar a influência de alterações temporárias dos limiares de audibilidade os sujeitos amostrados foram examinados após um mínimo de 14 horas de repouso auditivo. A inspeção do meato acústico externo foi realizada utilizando o otoscópio da marca Welch Allyn. A audiometria tonal foi realizada utilizando-se de um audiômetro marca Interacoustics modelo AD-28 com fones TDH 39. A timpanometria foi realizada com o impedanciômetro AT 235 da marca interacoustics. A presente pesquisa foi avaliada e aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa do Centro de Especialização em Fonoaudiologia Clinica, sob nº 088/08, tendo sido considerada como sem risco e com necessidade do consentimento livre e esclarecido. A análise das EOAPD foram feitas por freqüência seguindo os critérios de amplitude (DP) dentro da normalidade proposta pelo equipamento e a relação sinal /ruído maior que 6 db NPS 11. A presença da resposta de EOAPD em cada freqüência foi considerada de acordo com os dois critérios citados. As EOAPD foram

7 registradas utilizando um analisador de ERO-SCAM com impressão própria. A análise estatística foi realizada aplicando-se os testes de Fisher. Adotou-se o nível de significância de 5% (0,050). RESULTADOS Dos 70 funcionários que trabalhavam no setor de corte de tudo, 38 funcionários que apresentaram a audiometria tonal normal foram avaliados. Os resultados dos exames de EOAPD foram analisados por orelha. Considerando-se as orelhas direitas (gráfico 1) 35 (92,1%) dos trabalhadores apresentaram emissões otoacústicas presentes, e 3 (7,9%) apresentaram emissões ausentes. Nos resultados das EOAPD na orelha esquerda, 34 trabalhadores (89,5,%) apresentaram emissões otoacústicas presentes, sendo que 4 (10,5%) apresentaram ausentes, num montante de 38 exames realizados em ambas orelhas (gráfico 2). Dessa forma, 69 (90,8%) orelhas apresentaram emissões presentes e 07 (9,2%) orelhas apresentaram emissões ausentes, totalizando 76 (100%) das orelhas.

8 Gráfico 1 Ocorrência de EOAPD nas orelhas direitas dos 38 trabalhadores. Exames EOPD Orelha direita 3 8% 35 92% Emissões ausentes Emissões Presentes Gráfico 2 ocorrência de EOAPD nas orelhas esquerdas dos 38 trabalhadores. Exame EOPD Orelha Esquerda 4 11% 34 89% Emissões Ausentes Emissões Presentes Os níveis de respostas médios das EOAPD nas freqüências e 2000 a 6000HZ são apresentados na tabela 2 e ilustrados no gráfico 3.

9 Tabela 2 níveis de respostas médios do EOAPD nas freqüências de 2000 a 6000hz. Variável EOPD_OD_DP_ 2000 OEPD_OD_DP_ 3000 OEPD_OD_DP_ 4000 EOPD_OD_DP_ 6000 EOPD_OD_S_R _2000 EOPD_OD_S_R _3000 EOPD_OD_S_R _4000 EOPD_OD_S_R _6000 EOPD_OE_DP_2 000 EOPD_OE_DP_3 000 EOPD_OE_DP_4 000 EOPD_OE_DP_6 000 EOPD_OE_S_R_ 2000 EOPD_OE_S_R_ 3000 EOPD_OE_S_R_ 4000 EOPD_OE_S_R_ 6000 N Médi a Desviopadrão 38 4,34 7,24 Míni mo - 15,00 Máxi mo Percenti l 25 Medi ana Percenti l 75 22,00-2,00 6,00 9, ,11 5,91-6,00 20,00 0,00 3,50 7, ,55 4, ,24 9,36-12,00-19,00 10,00-6,25-2,50 1,00 19,00-12,00-5,00 2, ,97 7,49 0,00 37,00 12,00 19,50 23, ,76 6,01 13,00 39,00 19,00 22,00 26, ,45 4,75 8,00 30,00 13,75 17,50 21, ,68 8,53 1,00 36,00 7,75 15,00 20, ,87 6,13-6,00 19,00-0,25 4,00 10, ,55 7, ,74 8, ,05 9,30-15,00-15,00-20,00 27,00-1,00 3,00 8,00 20,00-10,25-2,50 0,25 17,00-11,25-5,00 3, ,11 6,67 0,00 32,00 14,00 17,00 22, ,68 5,83 7,00 32,00 18,00 21,00 26, ,03 6,18 5,00 26,00 10,00 18,00 20, ,37 8,03 0,00 30,00 8,00 14,50 21,25

10 Gráfico 3 distribuição da respostas das EOAPD nas freqüências de 2000 a 6000Hz em ambas orelhas. Procurou-se verificar se as variáveis tempo de serviço, idade do trabalhador e lados das orelhas interferiu nos resultados das emissões otoacústicas. Os resultados das emissões otoacusticas em relação ao tempo de serviço são apresentados na tabela A análise estatística (Teste de Qui-quadrado, ajustado pela Estatística de Fisher), e apresentada na parte inferior da tabela.

11 Tabela 3 resultados da audio tonal liminar em relação à variável tempo de serviço. TEMPO DE SERVIÇO RESULTADO FINAL NORMAL ALTERADO TOTAL 1 A 5 ANOS 13 (81,25%) 3 (18,75%) 16 (100,00%) MAIS DE 5 ANOS 18 (81,82%) 4 (18,18%) 22 (100,00%) TOTAL 31 (81,58%) 7 (18,42%) 38 (100,00%) p = 0,288 Não houve diferença estaticamente significante. Os resultados das emissões otoacusticas em relação à variável idade do trabalhador são apresentados na tabela 4. A análise estatística (Teste de Qui-quadrado, ajustado pela Estatística de Fisher), e apresentada na parte inferior da tabela. Tabela 4 resultados das emissões otoacusticas em relação à variável idade do trabalhador. IDADE RESULTADO FINAL NORMAL ALTERADO TOTAL (100,00%) 0 (0,00%) 11 (100,00%) (74,07%) 7 (25,93%) 27 (100,00%) TOTAL 31 (81,58%) 7 (18,42%) 38 (100,00%) p = 0,062

12 Não houve diferença estatíscamente significante. Os resultados das emissões otoacusticas em relação a variável lado da orelha são apresentados na tabela 5. A análise estatística (Teste de Qui-quadrado, ajustado pela Estatística de Fisher), e apresentada na parte inferior da tabela. Tabela 5 resultados das emissões otoacusticas em relação a variável lado da orelha. ORELHA RESULTADO FINAL NORMAL ALTERADO TOTAL OD 35 (92,11%) 3 (7,89%) 38 (100,00%) OE 34 (89,47%) 4 (10,53%) 38 (100,00%) TOTAL 69 (90,79%) 7 (9,21%) 76 (100,00%) p = 0,692 Não houve diferença estatiscamente significante. DISCUSSÃO A possibilidade de se detectar precocemente uma alteração auditiva por meio da EOAPD foi o objetivo desse estudo. A utilização da EOAPD na identificação precoce das alterações cocleares que precederiam a instalação da PAIR vendo sendo estudada por diversos pesquisadores 5, 7, 12, 14. Estudo realizado em indivíduos normo ouvintes (não expostos a ruído ocupacional) na faixa etária entre 18 a 33 anos de ambos os sexos revelou a presença de 100% de EOAPD 13, 14.

13 No entanto estudos sugerem que indivíduos que trabalham expostos a ruído possam ter alteração no registro das EOAPD mesmo com audiometria normal 7,9,12. No presente estudo as EOAPD estavam presentes em 90,8%. Um estudo sobre a EOAPD em trabalhadores normo ouvintes expostos a ruído ocupacional em fabrica de móveis, encontrou um valor de 88% 12 similar ao obtido no presente estudo porém um pouco inferior. Ao analisar as EOAPD em trabalhadores normo ouvintes com idade entre 18 a 40 anos expostos a ruído ocupacional em indústria metalúrgica verificou que 9% dos trabalhadores tinham alteração no exame de EOAPD. Segundo os autores, o fato de 9% dos sujeitos portadores de audição normal terem as EOAPD alteradas sugere que a otoemissão possa fornecer diagnóstico precoce de perda auditiva, mesmo antes da audiometria 13. No presente estudo não houve diferença estatisticamente significante em relação à variável lado da orelha similarmente aos obtidos na literatura 14,15. Quanto a idade e sua possível influencia no resultado do teste de emissões otoacústicas as análises estatísticas não identificaram associação entre ambas. Tais achados vão de encontro as pesquisas que afirmaram que o fator idade na EOAPD só é determinante em indivíduos a partir dos 60 anos, não sendo observado em idades inferiores 16,17. Quanto a amplitude das EOAPD os menores valores médios foram obtidos nas freqüências de 4 e 6 Khz, sendo os menores valores na freqüência de 6 Khz. Tal achado assemelha-se ao encontrado na literatura 1, 7, 12. A redução da amplitude das EOAPD verificada nos tons agudos poderia ser um sinal precoce de acometimento coclear (disfunção coclear), já que estas são as freqüências afetadas inicialmente pela PAIR. Assim a redução da amplitude nos tons agudos estaria

14 refletindo alteração nas células ciliadas externas localizadas na membrana basal da cóclea. Alterações funcionais das células ciliadas externas precederiam alterações morfológicas destas células, que seriam responsáveis pela elevação dos limares de audibilidade. Assim, a análise de EOAPD poderia diagnosticar precocemente a disfunção coclear, antes mesmo do surgimento de alterações da audiometria tonal 13. CONCLUSÕES Os resultados obtidos permitiram concluir que 9,3 % dos trabalhadores expostos a ruído com audiometria tonal liminar normal apresentaram alteração das emissões otoacústicas principalmente nas freqüências altas indicando provável disfunção coclear. Tais trabalhadores devem ser reavaliados quanto ao uso de protetores auriculares possibilidade de monitoramento audiológico mais freqüente ou mudança de função. A utilização da EOAPD pode ser útil como método de detecção precoce de disfunção coclear provocada pelo ruído ocupacional, permitindo a realização de prevenção primária REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. Costa EA. Exposição ao ruído ocupacional: alterações no exame de emissões otoacústicas. Revista Brasileira de Otorrinolaringologia 72(3) maio/junho Gonçalves CGO. Implantação de um programa de preservação auditiva em metalúrgica: descrição de uma estratégia. Revista Distúrbios da Comunicação. São Paulo, 16(1) 43-51, abril, 2004

15 3. Nuldemann A A et al. PAIR Perda Auditiva Induzida por Ruído 4. Ministério da Previdência e Assistência Social. OS/INSS nº 608, 05/08/1998 Aprova Norma Técnica sobre Perda Auditiva Neurossensorial por Exposição Continuada a Níveis Elevados de Pressão Sonora de Origem Ocupacional. Brasília, Ministério da Previdência e Assistência Social, Fiorini AC. Conservação Auditiva: estudo sobre o monitoramento audiométrico em trabalhadores de uma indústria metalúrgica, Dissertação (Mestrado em Distúrbios da Comunicação) Universidade Católica de São Paulo, São Paulo. 6. Glorig A, Noise: past, present and future. Ear hear 1980; 1: Oliveira TMT. Emissões otoacústicas em trabalhadores normo-ouvintes expostos a ruído ocupacional. Dissertação. Doutorado. USP, SP, Carcinelli MFV. O uso das emissões otoacústicas no diagnóstico e prevenção da perda auditiva induzida por ruído. In: NUDELMAN, A. A. et al. PAIR: perda auditiva induzida por ruído. Porto Alegre: Bagagem, Fiorini AC. O uso do registro de emissões otoacústica como instrumento de vigilância epidemiológica de alterações auditivas em trabalhadores expostos a ruído. São Paulo, Teses (Doutorado em saúde pública). Faculdade de Saúde Pública, USP. 10. Jacob LCB, Aguiar FP, Tomiasi AA, Tschoeke SN, Bitencourt RF. Monitoramento auditivo na ototoxidade. Revista Brasileira de Otorrinolaringologia 2006; 72(6): Gorga, MP et all. The use of cumulative distribuitions to determine critical values and levels of confiance for clinical distortion product otoacustics emissions. Acoustic Soc. Am. Vol 100, pg , 1996.

16 12. Oliveira TMT de, Vieira MM, Azevedo MF. Emissões otoacusticas em trabalhadores normo ouvintes expostos a ruído ocupacional. Pró-Fono 2001; 13(1), Fukuda C, Munhoz MSL, Toledo FB, El Hassan S. Emissões otoacusticas por produto de distorção em trabalhadores expostos a ruído. Acta AWHO, 17(4):176-85, Lopes Fº O, Carlos R, Redondo MC. Produto de distorção das emissões otoacústicas. Ver. Bras. De Otorrinolaringologia, 61(6): , Atias J; Bresloff I; Reshef I, Horowitz G; Furman V. Evaluating noise-induced hearing loss with distortion product otoacustic emissions. Br J. Audiol., 32(1): 39-46, Quaranta N, Debole S, Girlamo SD. Effect of ageing on otoacustic emissions and efferent suppression in humans. Audiology 2001; (40): Gates GA; Mills D; Nam BH; D ; Agostino R; Rubel EW. Effects of age on the disortion product otoacustic emissions growth functions. Hear Res 2002; 163 (1-2): Endereço para correspondência Av. João Cernarck, 543, D Birigui SP CEP: Tel: (18)

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18 ANEXO 1 CARTA PARA OBTENÇÃO DO CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO PARA PESQUISAS QUE ENVOLVAM: ADULTOS, QUESTIONÁRIO E AVALIAÇÃO. Caro (a) Senhor (a) Eu, Maria Helena Pereira de Souza, fonoaudióloga, portadora do CIC , RG , estabelecida à Av. João Cernarck, nº 543 D, CEP , na cidade de Birigui SP, cujo telefone de contato é (18) , vou desenvolver uma pesquisa cujo título é Análise de emissões otoacústicas produto de distorção em indivíduos de uma indústria metalúrgica na cidade de Birigui. O objetivo desse estudo é investigar o resultado das EOAPD em um grupo de trabalhadores expostos a ruído de uma indústria metalúrgica e necessito que o Senhor (a) forneça informações a respeito de sua audição através de uma avaliação clínica em que realizarei os seguintes procedimentos: Examinarei suas orelhas com um aparelho denominado otoscópio para verificar a presença ou não de cerume, caso seja necessário, o Senhor (a) será encaminhado para uma avaliação otorrinolaringológica para ser submetido a uma lavagem otológica na orelha que apresentar rolha de cerúmen e em seguida o Senhor (a) será colocado dentro de uma cabine para ser submetido a um exame audiométrico. O exame consiste na apresentação de sinais sonoros para os quais o Senhor (a) deverá responder se ouve os sinais e de qual orelha está ouvindo. Após esse procedimento o Senhor(a) será submetido a uma avaliação da pressão do

19 ouvido, no qual será inserido dentro do canal auditivo uma sonda de borracha que vai encaixar no ouvido e a partir daí, o senhor vai sentir uma pressão dentro do ouvido, o senhor (a) não precisa fazer nada, apenas sentir a pressão e permanecer quieto, será realizado primeiro no ouvido direito e depois no ouvido esquerdo. Esse exame é indolor. Após esse procedimento o senhor será submetido a avaliação das emissões otoacústicas, o senhor (a) será colocado dentro da cabine audiométrica, será colocado novamente uma sonda no ouvido e o senhor vai escutar alguns cliques, não precisa responder para os cliques, apenas permanecer quieto, será realizado primeiro no ouvido direito e depois no esquerdo, também é indolor. Sua participação nesta pesquisa é voluntária e constará de uma avaliação clínica, sem riscos, mas que pode determinar os seguintes desconfortos: permanecer por alguns minutos em local fechado (cabine) e sensação de pressão no ouvido. Sua participação não trará qualquer benefício direto, mas proporcionará um melhor conhecimento a respeito da exposição ao ruído e o risco da perda auditiva por exposição ao ruído ocupacional, que em futuros tratamentos fonoaudiológicos poderão beneficiar outras pessoas ou então, somente no final do estudo poderemos concluir a presença de algum benefício. Não existe outra forma de obter dados com relação ao procedimento em questão e que possa ser mais vantajoso. Informo que o Sr. (a) tem a garantia de acesso, em qualquer etapa do estudo, sobre qualquer esclarecimento de eventuais dúvidas. Se tiver alguma consideração ou dúvida sobre a ética da pesquisa, entre em contato com o Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) do Centro de Especialização em Fonoaudiologia Clínica (CEFAC), situado na Rua Cayowaá, 664, CEP

20 000, em São Paulo SP, fone/fax: (11) e comunique-se com a Coordenadora Dra. Rita Mor. Também é garantida a liberdade da retirada de consentimento a qualquer momento e deixar de participar do estudo, sem qualquer prejuízo. Garanto que as informações obtidas serão analisadas em conjunto com outros pacientes, não sendo divulgado a identificação de nenhum dos participantes. O Sr. (a) tem o direito de ser mantido atualizado sobre os resultados parciais das pesquisas e caso seja solicitado, darei todas as informações que solicitar. Não existirão despesas ou compensações pessoais para o participante em qualquer fase do estudo, incluindo exames e consultas. Também não há compensação financeira relacionada à sua participação. Se existir qualquer despesa adicional, ela será absorvida pelo orçamento da pesquisa. Eu me comprometo a utilizar os dados coletados somente para pesquisa e os resultados serão veiculados através de artigos científicos em revistas especializadas e/ou em encontros científicos e congressos, sem nunca tornar possível sua identificação. Anexo está o consentimento livre e esclarecido para ser assinado caso não tenha ficado qualquer dúvida.

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22 Termo de Consentimento Livre e Esclarecido Acredito ter sido suficiente informado a respeito das informações que li ou que foram lidas para mim, descrevendo o estudo ANÁLISE DE EMISSÕES OTOACÚSTICAS PRODUTO DE DISTORÇÃO EM INDIVÍDUOS DE UMA INDÚSTRIA METALÚRGICA NA CIDADE DE BIRIGUI. Eu discuti com a fonoaudióloga Maria Helena Pereira de Souza sobre a minha decisão em participar nesse estudo. Ficaram claros para mim quais são os propósitos do estudo, os procedimentos a serem realizados, seus desconfortos e riscos, as garantias de confidencialidade e de esclarecimentos permanentes. Ficou claro também que minha participação é isenta de despesas e que tenho garantia do acesso aos resultados e de esclarecer minhas dúvidas a qualquer tempo. Concordo voluntariamente em participar deste estudo e poderei retirar o meu consentimento a qualquer momento, antes ou durante o mesmo, sem penalidade ou prejuízo ou perda de qualquer benefício que eu possa ter adquirido. / / Assinatura do entrevistado Nome: Endereço: RG.

23 Fone: / / Assinatura do (a) pesquisador (a)

24 ANEXO 3 TERMO DE COMPROMISSO DE UTILIZAÇÃO E DIVULGAÇÃO DE DADOS Eu, Maria Helena Pereira de Souza, pesquisador responsável pela pesquisa intitulada ANÁLISE DE EMISSÕES OTOACÚSTICAS PRODUTO DE DISTORÇÃO EM INDIVÍDUOS DE UMA INDÚSTRIA METALÚRGICA NA CIDADE DE BIRIGUI declaro que conheço e cumprirei as normas vigentes expressas na Resolução Nº196/96 do Conselho Nacional de Saúde/Ministério da Saúde, e em suas complementares (Resoluções 240/97, 251/97, 292/99, 303/00 e 304/00 do CNS/MS), e assumo, neste Termo, o compromisso de, ao utilizar dados e/ou informações coletados no (s) prontuários do (s) sujeito(s) da pesquisa, assegurar a confidencialidade e a privacidade dos mesmos. Assumo ainda neste Termo o compromisso de destinar os dados coletados somente para o projeto ao qual se vinculam. Declaro ainda que os dados da pesquisa ficarão arquivados na instituição do CEFAC. São Paulo, 15 de outubro Maria Helena Pereira de Souza Pesquisador Responsável

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