PROGRAMA DE DIREITO DA INTEGRAÇÃO ECONÓMICA

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1 Licenciatura de Direito em Língua Portuguesa PROGRAMA DE DIREITO DA INTEGRAÇÃO ECONÓMICA 4º ANO ANO LECTIVO 2010/2011 Regente: Diogo de Sousa e Alvim 1

2 ELEMENTOS DE ESTUDO Bibliografia Básica: João Mota de Campos e João Luíz Mota de Campos, MANUAL DE DIREITO EUROPEU, 6ª edição, 2010, Coimbra Editora Paulo de Pitta e Cunha, DIREITO EUROPEU Instituições e Políticas da União, 2006, Edições Almedina Bibliografia suplementar em Língua Portuguesa: Ana Maria Guerra Martins, CURSO DE DIREITO CONSTITUCIONAL DA UNIÃO EUROPEIA, 2004, Edições Almedina; Fausto de Quadros, DIREITO DA UNIÃO EUROPEIA, 2008, Edições Almedina Fausto de Quadros e Ana Maria Guerra Martins, CONTENCIOSO COMUNITÁRIO, 2002, Edições Almedina João Mota de Campos e João Luíz Mota de Campos, CONTENCIOSO COMUNITÁRIO, 2002, Fundação Calouste Gulbenkian Manuel Lopes Porto, TEORIA DE INTEGRAÇÃO E POLÍTICAS COMUNITÁRIAS, 2009, Edições Almedina; Paulo de Pitta e Cunha, O TRATADO DE LISBOA Génese, Conteúdo e Efeitos, 2008, Lisboa. Samuelson e Nordhaus, Economia, 18ª edição, McGraw-Hill Bibliografia suplementar em Línguas Estrangeiras: Sionhaid Douglas-Scott, CONSTITUTIONAL LAW OF THE EUROPEAN UNION, 2002, Longman Pearson Education Textos normativos fundamentais: Tratado da União Europeia e Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia na versão que resulta do Tratado de Lisboa Sítios Fundamentais na Internet: 2

3 CAPÍTULO I A INTEGRAÇÃO ECONÓMICA 1. Conceito de Integração Económica 1.1 Conceito de economia 1.2 Barreiras artificiais que criam fronteiras entre os mercados 1.3 História da Integração Económica 1.4 Vantagens e dificuldades do processo de integração económica. 2. Os diversos estádios da integração económica: 2.1 Acordo de tarifas preferenciais 2.2 Zona de comércio livre; 2.3 União aduaneira; 2.4 Mercado comum; 2.5 União económica e monetária. 3. Diversos exemplos de Integração Económica 3.1 MERCOSUL 3.2 NAFTA 3.3 EFTA 3.4 ASEAN 3.5 APEC 3.6 SADC 4. A União Europeia como paradigma de integração económica CAPÍTULO II A GÉNESE DA UNIÃO EUROPEIA 5. A génese da União Europeia 5.1 Breve apresentação ao Continente Europeu 5.2 As origens da ideia europeia 5.3 Os precurssores 5.4 A fase da cooperação 6. A fase da integração 6.1 A instituição da Comunidade Europeia do Carvão e Aço (CECA). 6.2 A criação das novas Comunidades Europeias 3

4 6.3 A assinatura dos Tratados de Roma instituindo a Comunidade Económica Europeia (CEE) e a Comunidade Europeia de Energia Atómica (CEEA ou EURATOM) 6.4 O alargamento e aprofundamento das União Europeia. CAPÍTULO III O SISTEMA INSTITUCIONAL DA UNIÃO 7. O Parlamento Europeu. 7.1 Composição, organização e funcionamento. 7.2 Competências. O Controlo político da Comissão e do Conselho. A competência Consultiva. A participação no processo de decisão. A competência orçamental. 8. O Conselho Europeu 8.1 A natureza do Conselho. O Conselho enquanto orgão representativo dos Estados e enquanto orgão supranacional. 8.2 A composição. Um orgão de nível governamental. A presidência do Conselho. 8.3 Organização. A Secretaria. O COREPER. Os Comités especiais. Os grupos de trabalho. 8.4 Funcionamento. O Regulamento Interno. As actas das reuniões. A preparação dos trabalhos. 8.5 As deliberações. A votação segundo as regras dos Tratados. A maioria duplamenta qualificada. Os critérios de ponderação de votos. 8.6 Competências. Os poderes de coordenação. Os poderes de decisão. O papel do Conselho enquanto centro de concertação dos interesses nacionais. 9. O Conselho da União Europeia 9.1 As origens: a necessidade de criação do Conselho. O Sommet de Paris de Dezembro de A natureza do Conselho Europeu. Uma instituição da União Europeia. A inserção na estrutura institucional das Comunidades 9.3 O papel do Conselho Europeu no sistema institucional da União Europeia. O Conselho enquanto centro de concertação política e de 4

5 definição da política externa e de segurança comum da União. O Conselho enquanto instância de apelo e orgão de decisão. 9.4 Funcionamento. As reuniões. Ordem do dia. 9.5 Alto Representante da União para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança 10. Tribunal de Justiça da União Europeia 10.1 Tribunal de Justiça 10.2 Tribunais de Primeira Instancia da União Tribunal Geral Tribunais Especializados 11. A Comissão 11.1 Composição. Os Comissários Europeus. A independência da Comissão e dos seus membros Organização. Órgão colegial. Sistema de deliberação por escrito. A delegação de poderes. Organização burocrática. Órgãos auxiliares Funcionamento. Preparação das deliberações. As reuniões e deliberações da Comissão. A execução das deliberações Competências. Os poderes de decisão e execução. O poder de iniciativa. A Comissão enquanto guardiã dos Tratados. Os poderes de gestão. A participação da Comissão na elaboração e aplicacção da política externa e de segurança comum da União Europeia e na aplicação das normas relativas à cooperação nos domínios da justiça e dos assuntos internos. 12. Organismos Monetários e Financeiros 12.1 O Banco Central Europeu (BCE). A Personalidade jurídica e independência. A estrutura, funções e competências O Banco Europeu de Investimento (BEI). A estrutura, função recursos financeiros e formas de intervenção. 13. Tribunal de Contas. A Personalidade jurídica e independência. A estrutura, funções e competências. 14. Orgãos com atribuições nos domínios económicos e sociais O Comité Económico e Social. Natureza e composição. As atribuições O Comité das Regiões. Natureza, composição e atribuições. 5

6 CAPÍTULO III OS PROCESSOS EUROPEUS DE DECISÃO 15. O processo comum de decisão 15.1 Os aspectos orgânicos do processo de decisão. Os orgãos de decisão, os orgão consultivos e os orgãos de apoio A dinâmica do processo de decisão. A preparação dos projectos de deliberação da Comissão. A tramitação da proposta. O diálogo Comissão- Conselho. 16. Os processos especiais de decisão O processo de cooperação do Parlamento Europeu e do Conselho O processo de decisão conjunta do Parlamento Europeu e do Conselho. As fases do processo. O alcance real do procedimento de codecisão O processo de conclusão de tratados internacionais pela União Europeia Os diversos tipos de acordos que podem ser concluídos O processo de conclusão de acordos internacionais. A fase da negociação e a fase da conclusão A aplicação do acordo e os seus efeitos jurídicos O processo de adesão à União Europeia O processo de revisão dos Tratados Europeus. CAPÍTULO IV A ORDEM JURÍDICA EUROPEIA 17. As Fontes de Direito Europeu Fontes Convencionais Os Tratados Europeus Outras fontes convencionais de direito Europeu Os Actos Unilaterais Os regulamentos. Noção. O caracter geral do regulamento. A obrigatoriedade em todos os seus elementos. A aplicabilidade directa Classificação e forma dos regulamentos. 6

7 As Directivas. Noção. Os destinários. A força obrigatória. A liberdade de escolha da forma e a liberdade de escolha dos meios. A aplicabilidade directa Classificação e forma das Directivas As decisões. Noção. As caracteristicas essenciais da decisão: a limitação dos destinatários e a obrigatoriedade. A aplicabilidade directa. Calssificação e forma As recomendações e pareceres Outros actos não previstos no artº 288º. Tipologia. Alcance jurídico Os princípios gerais de Direito Europeu CAPÍTULO V AS CARACTERÍSTICAS FUNDAMENTAIS DO DIREITO EUROPEU 18. Autonomia. Autonomia face ao direito interno dos Estados e a autonomia face ao Direito Internacional 19. Aplicabilidade directa. Noção A relevância do princípio Os critérios da aplicabilidade directa Implicações Aplicabilidade directa vertical e horizontal A aplicabilidade directa e a invocabilidade das normas da União. 20. A Primazia ou Primado do Direito Europeu A proclamação e o reconhecimento do princípio do primado A aceitação do princípio. CAPÍTULO VI A SALVAGUARDA JURISDICIONAL DA ORDEM JURÍDICA DA UNIÃO 21. A competência jurisdicional dos tribunais nacionais 22. A competência de atribuição dos Tribunais europeus. 23. Uniformidade de interpretação e aplicação: a necessidade de um sistema da União capaz de assegurar a uniformidade de interpretação e da apreciação de validade do direito europeu. 7

8 23.1. O reenvio a título prejudicial. O campo de aplicação do art. 234º TCE Noção de jurisdição O reenvio facultativo e o reenvio obrigatório As excepções à obrigação de reenvio O processo de reenvio. 24. A ação por incumprimento Noção de incumprimento. Incumprimento por acção e incumprimento por omissão Os meios de defesa invocados pelos Estados As regras do processo. A fase pré-contenciosa e a fase judicial A sanção do incumprimento dos Estados no quadro nacional. 25. O recurso de anulação Condições de admissibilidade da acção. Os actos pasíveis de recurso. A legitimidade do recorrente. Os prazos para a acção Os fundamentos da acção O acordão do tribunal. Natrueza e efeitos da decisão. 26. A excepção de ilegalidade Natureza e função As condições de admissibilidade O regime processual 27. O recurso por omissão As condições de admissibilidade O regime processual. 28. A acção de indeminização As condições de admissibilidade O regime processual CAPÍTULO VII O MERCADO COMUM EUROPEU 29. Os objectivos do processo de integração europeia 30. Os instrumentos da integração 31. A noção de mercado comum 32. A união aduaneira instituída no quadro da União: 8

9 32.1 Noção geral e importância 32.2 Salvaguarda jurisdicional da união aduaneira 32.3 A livre circulação das mercadorias Noção e regras gerais Derrogações às regras gerais Pauta aduaneira comum A política comercial exterior comum. 33. A liberdade de circulação de pessoas. 34. As liberdades de estabelecimento e de prestação de serviços 35. A Liberdade de circulação de capitais 36. O Regime da concorrência 36.1 Regime da Concorrência aplicado às empresas 36.2 Regime da Concorrência aplicado aos estados 37. A União Económica e o Mercado Comum 38. A União Monetária CAPÍTULO VIII OUTRAS POLÍTICAS EUROPEIAS 39. Política de Agricultura e Pescas 40. Ambiente 41. Defesa dos consumidores 42. Transportes 43. Espaço de Liberdade, Segurança e Justiça CAPÍTULO IX A UNIÃO EUROPEIA E O FUTURO 44. A União Europeia no início do século XXI 44.1 Dificuldades actuais Desafios da modernização O Relatório Mario Monti 44.3 Alargamentos previstos e as dores de crescimento da união. 45. Possibilidades de revisão do Tratado de Lisboa. 9

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