PROGRAMA DE DIREITO DA INTEGRAÇÃO ECONÓMICA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROGRAMA DE DIREITO DA INTEGRAÇÃO ECONÓMICA"

Transcrição

1 Licenciatura de Direito em Língua Portuguesa PROGRAMA DE DIREITO DA INTEGRAÇÃO ECONÓMICA 4º ANO ANO LECTIVO 2010/2011 Regente: Diogo de Sousa e Alvim 1

2 ELEMENTOS DE ESTUDO Bibliografia Básica: João Mota de Campos e João Luíz Mota de Campos, MANUAL DE DIREITO EUROPEU, 6ª edição, 2010, Coimbra Editora Paulo de Pitta e Cunha, DIREITO EUROPEU Instituições e Políticas da União, 2006, Edições Almedina Bibliografia suplementar em Língua Portuguesa: Ana Maria Guerra Martins, CURSO DE DIREITO CONSTITUCIONAL DA UNIÃO EUROPEIA, 2004, Edições Almedina; Fausto de Quadros, DIREITO DA UNIÃO EUROPEIA, 2008, Edições Almedina Fausto de Quadros e Ana Maria Guerra Martins, CONTENCIOSO COMUNITÁRIO, 2002, Edições Almedina João Mota de Campos e João Luíz Mota de Campos, CONTENCIOSO COMUNITÁRIO, 2002, Fundação Calouste Gulbenkian Manuel Lopes Porto, TEORIA DE INTEGRAÇÃO E POLÍTICAS COMUNITÁRIAS, 2009, Edições Almedina; Paulo de Pitta e Cunha, O TRATADO DE LISBOA Génese, Conteúdo e Efeitos, 2008, Lisboa. Samuelson e Nordhaus, Economia, 18ª edição, McGraw-Hill Bibliografia suplementar em Línguas Estrangeiras: Sionhaid Douglas-Scott, CONSTITUTIONAL LAW OF THE EUROPEAN UNION, 2002, Longman Pearson Education Textos normativos fundamentais: Tratado da União Europeia e Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia na versão que resulta do Tratado de Lisboa Sítios Fundamentais na Internet: 2

3 CAPÍTULO I A INTEGRAÇÃO ECONÓMICA 1. Conceito de Integração Económica 1.1 Conceito de economia 1.2 Barreiras artificiais que criam fronteiras entre os mercados 1.3 História da Integração Económica 1.4 Vantagens e dificuldades do processo de integração económica. 2. Os diversos estádios da integração económica: 2.1 Acordo de tarifas preferenciais 2.2 Zona de comércio livre; 2.3 União aduaneira; 2.4 Mercado comum; 2.5 União económica e monetária. 3. Diversos exemplos de Integração Económica 3.1 MERCOSUL 3.2 NAFTA 3.3 EFTA 3.4 ASEAN 3.5 APEC 3.6 SADC 4. A União Europeia como paradigma de integração económica CAPÍTULO II A GÉNESE DA UNIÃO EUROPEIA 5. A génese da União Europeia 5.1 Breve apresentação ao Continente Europeu 5.2 As origens da ideia europeia 5.3 Os precurssores 5.4 A fase da cooperação 6. A fase da integração 6.1 A instituição da Comunidade Europeia do Carvão e Aço (CECA). 6.2 A criação das novas Comunidades Europeias 3

4 6.3 A assinatura dos Tratados de Roma instituindo a Comunidade Económica Europeia (CEE) e a Comunidade Europeia de Energia Atómica (CEEA ou EURATOM) 6.4 O alargamento e aprofundamento das União Europeia. CAPÍTULO III O SISTEMA INSTITUCIONAL DA UNIÃO 7. O Parlamento Europeu. 7.1 Composição, organização e funcionamento. 7.2 Competências. O Controlo político da Comissão e do Conselho. A competência Consultiva. A participação no processo de decisão. A competência orçamental. 8. O Conselho Europeu 8.1 A natureza do Conselho. O Conselho enquanto orgão representativo dos Estados e enquanto orgão supranacional. 8.2 A composição. Um orgão de nível governamental. A presidência do Conselho. 8.3 Organização. A Secretaria. O COREPER. Os Comités especiais. Os grupos de trabalho. 8.4 Funcionamento. O Regulamento Interno. As actas das reuniões. A preparação dos trabalhos. 8.5 As deliberações. A votação segundo as regras dos Tratados. A maioria duplamenta qualificada. Os critérios de ponderação de votos. 8.6 Competências. Os poderes de coordenação. Os poderes de decisão. O papel do Conselho enquanto centro de concertação dos interesses nacionais. 9. O Conselho da União Europeia 9.1 As origens: a necessidade de criação do Conselho. O Sommet de Paris de Dezembro de A natureza do Conselho Europeu. Uma instituição da União Europeia. A inserção na estrutura institucional das Comunidades 9.3 O papel do Conselho Europeu no sistema institucional da União Europeia. O Conselho enquanto centro de concertação política e de 4

5 definição da política externa e de segurança comum da União. O Conselho enquanto instância de apelo e orgão de decisão. 9.4 Funcionamento. As reuniões. Ordem do dia. 9.5 Alto Representante da União para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança 10. Tribunal de Justiça da União Europeia 10.1 Tribunal de Justiça 10.2 Tribunais de Primeira Instancia da União Tribunal Geral Tribunais Especializados 11. A Comissão 11.1 Composição. Os Comissários Europeus. A independência da Comissão e dos seus membros Organização. Órgão colegial. Sistema de deliberação por escrito. A delegação de poderes. Organização burocrática. Órgãos auxiliares Funcionamento. Preparação das deliberações. As reuniões e deliberações da Comissão. A execução das deliberações Competências. Os poderes de decisão e execução. O poder de iniciativa. A Comissão enquanto guardiã dos Tratados. Os poderes de gestão. A participação da Comissão na elaboração e aplicacção da política externa e de segurança comum da União Europeia e na aplicação das normas relativas à cooperação nos domínios da justiça e dos assuntos internos. 12. Organismos Monetários e Financeiros 12.1 O Banco Central Europeu (BCE). A Personalidade jurídica e independência. A estrutura, funções e competências O Banco Europeu de Investimento (BEI). A estrutura, função recursos financeiros e formas de intervenção. 13. Tribunal de Contas. A Personalidade jurídica e independência. A estrutura, funções e competências. 14. Orgãos com atribuições nos domínios económicos e sociais O Comité Económico e Social. Natureza e composição. As atribuições O Comité das Regiões. Natureza, composição e atribuições. 5

6 CAPÍTULO III OS PROCESSOS EUROPEUS DE DECISÃO 15. O processo comum de decisão 15.1 Os aspectos orgânicos do processo de decisão. Os orgãos de decisão, os orgão consultivos e os orgãos de apoio A dinâmica do processo de decisão. A preparação dos projectos de deliberação da Comissão. A tramitação da proposta. O diálogo Comissão- Conselho. 16. Os processos especiais de decisão O processo de cooperação do Parlamento Europeu e do Conselho O processo de decisão conjunta do Parlamento Europeu e do Conselho. As fases do processo. O alcance real do procedimento de codecisão O processo de conclusão de tratados internacionais pela União Europeia Os diversos tipos de acordos que podem ser concluídos O processo de conclusão de acordos internacionais. A fase da negociação e a fase da conclusão A aplicação do acordo e os seus efeitos jurídicos O processo de adesão à União Europeia O processo de revisão dos Tratados Europeus. CAPÍTULO IV A ORDEM JURÍDICA EUROPEIA 17. As Fontes de Direito Europeu Fontes Convencionais Os Tratados Europeus Outras fontes convencionais de direito Europeu Os Actos Unilaterais Os regulamentos. Noção. O caracter geral do regulamento. A obrigatoriedade em todos os seus elementos. A aplicabilidade directa Classificação e forma dos regulamentos. 6

7 As Directivas. Noção. Os destinários. A força obrigatória. A liberdade de escolha da forma e a liberdade de escolha dos meios. A aplicabilidade directa Classificação e forma das Directivas As decisões. Noção. As caracteristicas essenciais da decisão: a limitação dos destinatários e a obrigatoriedade. A aplicabilidade directa. Calssificação e forma As recomendações e pareceres Outros actos não previstos no artº 288º. Tipologia. Alcance jurídico Os princípios gerais de Direito Europeu CAPÍTULO V AS CARACTERÍSTICAS FUNDAMENTAIS DO DIREITO EUROPEU 18. Autonomia. Autonomia face ao direito interno dos Estados e a autonomia face ao Direito Internacional 19. Aplicabilidade directa. Noção A relevância do princípio Os critérios da aplicabilidade directa Implicações Aplicabilidade directa vertical e horizontal A aplicabilidade directa e a invocabilidade das normas da União. 20. A Primazia ou Primado do Direito Europeu A proclamação e o reconhecimento do princípio do primado A aceitação do princípio. CAPÍTULO VI A SALVAGUARDA JURISDICIONAL DA ORDEM JURÍDICA DA UNIÃO 21. A competência jurisdicional dos tribunais nacionais 22. A competência de atribuição dos Tribunais europeus. 23. Uniformidade de interpretação e aplicação: a necessidade de um sistema da União capaz de assegurar a uniformidade de interpretação e da apreciação de validade do direito europeu. 7

8 23.1. O reenvio a título prejudicial. O campo de aplicação do art. 234º TCE Noção de jurisdição O reenvio facultativo e o reenvio obrigatório As excepções à obrigação de reenvio O processo de reenvio. 24. A ação por incumprimento Noção de incumprimento. Incumprimento por acção e incumprimento por omissão Os meios de defesa invocados pelos Estados As regras do processo. A fase pré-contenciosa e a fase judicial A sanção do incumprimento dos Estados no quadro nacional. 25. O recurso de anulação Condições de admissibilidade da acção. Os actos pasíveis de recurso. A legitimidade do recorrente. Os prazos para a acção Os fundamentos da acção O acordão do tribunal. Natrueza e efeitos da decisão. 26. A excepção de ilegalidade Natureza e função As condições de admissibilidade O regime processual 27. O recurso por omissão As condições de admissibilidade O regime processual. 28. A acção de indeminização As condições de admissibilidade O regime processual CAPÍTULO VII O MERCADO COMUM EUROPEU 29. Os objectivos do processo de integração europeia 30. Os instrumentos da integração 31. A noção de mercado comum 32. A união aduaneira instituída no quadro da União: 8

9 32.1 Noção geral e importância 32.2 Salvaguarda jurisdicional da união aduaneira 32.3 A livre circulação das mercadorias Noção e regras gerais Derrogações às regras gerais Pauta aduaneira comum A política comercial exterior comum. 33. A liberdade de circulação de pessoas. 34. As liberdades de estabelecimento e de prestação de serviços 35. A Liberdade de circulação de capitais 36. O Regime da concorrência 36.1 Regime da Concorrência aplicado às empresas 36.2 Regime da Concorrência aplicado aos estados 37. A União Económica e o Mercado Comum 38. A União Monetária CAPÍTULO VIII OUTRAS POLÍTICAS EUROPEIAS 39. Política de Agricultura e Pescas 40. Ambiente 41. Defesa dos consumidores 42. Transportes 43. Espaço de Liberdade, Segurança e Justiça CAPÍTULO IX A UNIÃO EUROPEIA E O FUTURO 44. A União Europeia no início do século XXI 44.1 Dificuldades actuais Desafios da modernização O Relatório Mario Monti 44.3 Alargamentos previstos e as dores de crescimento da união. 45. Possibilidades de revisão do Tratado de Lisboa. 9

PROGRAMA DE DIREITO DA INTEGRAÇÃO ECONÓMICA

PROGRAMA DE DIREITO DA INTEGRAÇÃO ECONÓMICA Licenciatura de Direito em Língua Portuguesa PROGRAMA DE DIREITO DA INTEGRAÇÃO ECONÓMICA 4º ANO ANO LECTIVO 2011/2012 1 ELEMENTOS DE ESTUDO Bibliografia Básica: João Mota de Campos e João Luíz Mota de

Leia mais

VERSÕES CONSOLIDADAS

VERSÕES CONSOLIDADAS 9.5.2008 PT Jornal Oficial da União Europeia C 115/1 VERSÕES CONSOLIDADAS DO TRATADO DA UNIÃO EUROPEIA E DO TRATADO SOBRE O FUNCIONAMENTO DA UNIÃO EUROPEIA (2008/C 115/01) 9.5.2008 PT Jornal Oficial da

Leia mais

O PÓS-GUERRA E A CRIAÇÃO DA 1ª COMUNIDADE

O PÓS-GUERRA E A CRIAÇÃO DA 1ª COMUNIDADE O PÓS-GUERRA E A CRIAÇÃO DA 1ª COMUNIDADE Durante muito tempo os países da Europa andaram em guerra. A segunda Guerra Mundial destruiu grande parte do Continente Europeu. Para evitar futuras guerras, seria

Leia mais

CRONOLOGIA DA INTEGRAÇÃO EUROPEIA

CRONOLOGIA DA INTEGRAÇÃO EUROPEIA CRONOLOGIA DA INTEGRAÇÃO EUROPEIA 1950 9 de Maio Robert Schuman, Ministro dos Negócios Estrangeiros francês, profere um importante discurso em que avança propostas inspiradas nas ideias de Jean Monnet.

Leia mais

Comunidade Europeia do Carvão e Aço. Comunidade Económica Europeia

Comunidade Europeia do Carvão e Aço. Comunidade Económica Europeia Processo de Integração Europeia Comunidade Europeia do Carvão e Aço Comunidade Económica Europeia Mercado Único Europeu União Europeia 60 anos União Económica e Monetária Europa dos 12... Sudoeste Portugal

Leia mais

índice Geral Agradecimentos 7 Nota de apresentação 9 Nota à 2. a edição 11 Introdução 13 Abreviaturas 15 PARTE I Casos Práticos Resolvidos

índice Geral Agradecimentos 7 Nota de apresentação 9 Nota à 2. a edição 11 Introdução 13 Abreviaturas 15 PARTE I Casos Práticos Resolvidos índice Geral Agradecimentos 7 Nota de apresentação 9 Nota à 2. a edição 11 Introdução 13 Abreviaturas 15 PARTE I Casos Práticos Resolvidos CAPITULO I Direito Internacional Público e Europeu SECÇÃO 1 Fontes

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular INTRODUÇÃO À ECONOMIA Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular INTRODUÇÃO À ECONOMIA Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular INTRODUÇÃO À ECONOMIA Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Ciências Humanas e Sociais (1º Ciclo) 2. Curso Relações Internacionais 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular

Leia mais

UNIÃO EUROPEIA A CRIAÇÃO EUROPEIA. Maria do Rosário Baeta Neves Professora Coordenadora

UNIÃO EUROPEIA A CRIAÇÃO EUROPEIA. Maria do Rosário Baeta Neves Professora Coordenadora UNIÃO EUROPEIA A CRIAÇÃO EUROPEIA 1952 CECA (TRATADO DE PARIS 18 de Abril 1951) Países aderentes: França Alemanha Bélgica Holanda Luxemburgo Itália Objectivos do Tratado de Paris: Criação do Mercado Comum

Leia mais

1. Aproximação descritiva ao sistema mobiliário

1. Aproximação descritiva ao sistema mobiliário Mestrado: Forense Disciplina: Mercado de Capitais Docente: Fátima Gomes Ano lectivo: 2009-2010 Semestre: 1º semestre (1ª parte) 1. Programa da disciplina: 1. INTRODUÇÃO O MERCADO DE CAPITAIS E O DIREITO

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Ciências Humanas e Sociais (1º Ciclo) 2. Curso Relações Internacionais 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade

Leia mais

2 DISCIPLINA: Economia M6 Ano :11º C DATA: 10/07/2013 Cursos Profissionais: Técnico de Restauração Variante de Restaurante - Bar

2 DISCIPLINA: Economia M6 Ano :11º C DATA: 10/07/2013 Cursos Profissionais: Técnico de Restauração Variante de Restaurante - Bar 2 DISCIPLINA: Economia M6 Ano :11º C DATA: 10/07/2013 Cursos Profissionais: Técnico de Restauração Variante de Restaurante - Bar Nome: N.º: Classificação: Ass.Professor: GRUPO I Este grupo é constituído

Leia mais

GRUPO DE ECONOMIA E CONTABILIDADE. Cursos Profissionais. Ano Lectivo 2014/2015 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E PLANIFICAÇÃO ANUAL ECONOMIA

GRUPO DE ECONOMIA E CONTABILIDADE. Cursos Profissionais. Ano Lectivo 2014/2015 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E PLANIFICAÇÃO ANUAL ECONOMIA GRUPO DE ECONOMIA E CONTABILIDADE Cursos Profissionais Ano Lectivo 2014/2015 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E PLANIFICAÇÃO ANUAL ECONOMIA (2º ano de formação) Página 1 de 6 Competências Gerais Usar os conceitos

Leia mais

DIREITO ADMINISTRATIVO I

DIREITO ADMINISTRATIVO I UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE DIREITO DIREITO ADMINISTRATIVO I 2.º Ano Turma B PROGRAMA DA DISCIPLINA Ano lectivo de 2011/2012 LISBOA 2011 Regente: Prof. Doutor Fausto de Quadros ELEMENTOS DE ESTUDO

Leia mais

FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DE LISBOA DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO

FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DE LISBOA DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DE LISBOA DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO Regente: Professora Doutora Maria Luísa Duarte Colaboradores: Professora Doutora Ana Gouveia Martins; Mestre Ana Soares Pinto;

Leia mais

FACULDADE DE DIREITO DE SOROCABA FADI 2014

FACULDADE DE DIREITO DE SOROCABA FADI 2014 FACULDADE DE DIREITO DE SOROCABA FADI 2014 Disciplina: Direito Internacional Departamento IV Direito do Estado Docente Responsável: Fernando Fernandes da Silva Carga Horária Anual: 100 h/a Tipo: Anual

Leia mais

O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA

O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA PARECER SOBRE O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA (Proposta de Regulamento sobre o Estatuto da AE e Proposta de Directiva que completa o estatuto da AE no que se refere ao papel dos

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular FINANÇAS PÚBLICAS Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular FINANÇAS PÚBLICAS Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular FINANÇAS PÚBLICAS Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (1º Ciclo) 2. Curso Economia 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular FINANÇAS

Leia mais

Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR

Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR Aprovado pela Câmara em 6/02/2003, alterado em Reunião de Câmara de 18/09/2003 Aprovado pela Assembleia Municipal em

Leia mais

MNE DGAE. Tratado de Lisboa. A Europa rumo ao século XXI

MNE DGAE. Tratado de Lisboa. A Europa rumo ao século XXI Tratado de Lisboa A Europa rumo ao século XXI O Tratado de Lisboa Índice 1. Contextualização 1.1. Porquê um novo Tratado? 1.2. Como surgiu o Tratado de Lisboa? 2. O que mudará com o Tratado de Lisboa?

Leia mais

FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DE MACAU RELAÇÕES ECONÓMICAS REGIONAIS

FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DE MACAU RELAÇÕES ECONÓMICAS REGIONAIS FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DE MACAU RELAÇÕES ECONÓMICAS REGIONAIS (Programa e bibliografia geral seleccionada) Revista em 05/11/2014 5.º Ano Ano Lectivo 2014/2015 Regente Rui Pedro de Carvalho

Leia mais

ÍNDICE SISTEMÁTICO. Capítulo VI Elementos de Conexão 6.1 Considerações iniciais 6.2 Classes de elementos de conexão

ÍNDICE SISTEMÁTICO. Capítulo VI Elementos de Conexão 6.1 Considerações iniciais 6.2 Classes de elementos de conexão ÍNDICE SISTEMÁTICO Capítulo I Noções Fundamentais e Objeto do Direito Internacional Privado 1.1 Considerações iniciais 1.2 Conceito 1.3 Objeto 1.4 Normas de DIPr na Constituição Federal de 1988 1.5 Direitos

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Recomendação de DECISÃO DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Recomendação de DECISÃO DO CONSELHO PT PT PT COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Recomendação de Bruxelas, 16.10.2009 COM(2009) 570 final 2009/0158 (CNB) DECISÃO DO CONSELHO sobre o parecer a adoptar pela Comunidade Europeia relativamente

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Direito (1º Ciclo) 2. Curso Direito 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA (02316)

Leia mais

O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da reunião da Comissão de Acompanhamento de 13/11/07, sendo composto por duas partes:

O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da reunião da Comissão de Acompanhamento de 13/11/07, sendo composto por duas partes: EIXO I COMPETITIVIDADE, INOVAÇÃO E CONHECIMENTO INSTRUMENTO: SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE PME (SI QUALIFICAÇÃO PME) O presente documento suporta a apreciação do ponto 3

Leia mais

História da cidadania europeia

História da cidadania europeia História da cidadania europeia Introdução A cidadania da União conferida aos nacionais de todos os Estados Membros pelo Tratado da União Europeia (TUE), destina se a tornar o processo de integração europeia

Leia mais

Newsletter de Outubro de 2014 DIREITO PÚBLICO, AMBIENTE & URBANISMO

Newsletter de Outubro de 2014 DIREITO PÚBLICO, AMBIENTE & URBANISMO Newsletter de Outubro de 2014 DIREITO PÚBLICO, AMBIENTE & URBANISMO Fevereiro de 2013 Novidades Legislativas ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA LOCAL Portaria n.º 209/2014 - Diário da República n.º 197/2014, Série

Leia mais

Adenda aos Critérios de Selecção

Adenda aos Critérios de Selecção Adenda aos Critérios de Selecção... Critérios de Selecção SI Qualificação PME EIXO I COMPETITIVIDADE, INOVAÇÃO E CONHECIMENTO INSTRUMENTO: SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE

Leia mais

Direito Comunitário. António Goucha Soares. Instituto Superior de Economia e Gestão Universidade Técnica de Lisboa

Direito Comunitário. António Goucha Soares. Instituto Superior de Economia e Gestão Universidade Técnica de Lisboa Instituto Superior de Economia e Gestão Universidade Técnica de Lisboa António Goucha Soares Direito Comunitário Relatório sobre o programa, os conteúdos e os métodos do ensino da disciplina Lisboa 2001

Leia mais

Direito europeu (comunitário)!

Direito europeu (comunitário)! Direito europeu (comunitário)! Evolução jurídica da integração europeia! Quadro institucional e processo legislativo! Noção de ordem jurídica autônoma! Princípios do direito comunitário europeu: primazia

Leia mais

Mestrado Profissionalizante

Mestrado Profissionalizante Mestrado Profissionalizante Curso de Especialização Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (FDL) - Ano Lectivo 2010/2011 2.º Semestre Disciplina de REGULAÇÃO DA ECONOMIA PROGRAMA Coordenação Professor

Leia mais

Mercados. informação regulamentar. Finlândia Condições Legais de Acesso ao Mercado

Mercados. informação regulamentar. Finlândia Condições Legais de Acesso ao Mercado Mercados informação regulamentar Finlândia Condições Legais de Acesso ao Mercado Janeiro 2012 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 4 3. Quadro Legal 5 2 1. Regime

Leia mais

Atualidades. Blocos Econômicos, Globalização e União Européia. 1951 - Comunidade Européia do Carvão e do Aço (CECA)

Atualidades. Blocos Econômicos, Globalização e União Européia. 1951 - Comunidade Européia do Carvão e do Aço (CECA) Domínio de tópicos atuais e relevantes de diversas áreas, tais como política, economia, sociedade, educação, tecnologia, energia, ecologia, relações internacionais, desenvolvimento sustentável e segurança

Leia mais

www.ualdireitopl.home.sapo.pt

www.ualdireitopl.home.sapo.pt UNIVERSIDADE AUTÓNOMA DE LISBOA 1º ANO JURÍDICO CIÊNCIA POLÍTICA E DIREITO CONSTITUCIONAL Regente: Prof. Doutor J.J. Gomes Canotilho Docente aulas teóricas: Prof. Doutor Jonatas Machado Docente aulas práticas:

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular COOPERAÇÃO POLÍCIAL Ano Lectivo 2013/2014

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular COOPERAÇÃO POLÍCIAL Ano Lectivo 2013/2014 Programa da Unidade Curricular COOPERAÇÃO POLÍCIAL Ano Lectivo 2013/2014 1. Unidade Orgânica Ciências Humanas e Sociais (1º Ciclo) 2. Curso Políticas de Segurança 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular

Leia mais

Normas Europeias para Projecto de Estruturas Metálicas

Normas Europeias para Projecto de Estruturas Metálicas CENFIM, Trofa 6 de Maio de 2014 Normas Europeias para Projecto de Estruturas Metálicas Rui Ferreira Alves O Sector da Construção no contexto da União Europeia Sector estratégico: relevante para promover

Leia mais

POSIÇÃO DA UGT Audição sobre o Futuro da Europa

POSIÇÃO DA UGT Audição sobre o Futuro da Europa POSIÇÃO DA UGT Audição sobre o Futuro da Europa A UGT saúda o debate em curso na Comissão dos Assuntos Europeus sobre o Futuro da Europa e, particularmente, sobre o futuro do Tratado Constitucional. O

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA INSTITUTO DE ESTUDOS POLÍTICOS Curso de Licenciatura em Ciência Política

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA INSTITUTO DE ESTUDOS POLÍTICOS Curso de Licenciatura em Ciência Política Programa I Introdução Razão de ser: a União Europeia (UE), o sistema político internacional e a geoestratégia da UE. O alargamento. O que é a UE. O factor democrático. Ideais, Valores, Princípios e Objectivos

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular FILOSOFIA DO DIREITO Ano Lectivo 2015/2016

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular FILOSOFIA DO DIREITO Ano Lectivo 2015/2016 Programa da Unidade Curricular FILOSOFIA DO DIREITO Ano Lectivo 2015/2016 1. Unidade Orgânica Direito (1º Ciclo) 2. Curso Direito 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular FILOSOFIA DO DIREITO (02339)

Leia mais

União Europeia Acesso a cuidados de saúde Prestação de serviços de saúde

União Europeia Acesso a cuidados de saúde Prestação de serviços de saúde União Europeia Acesso a cuidados de saúde Prestação de serviços de saúde Legislação da União Europeia Legislação nacional Jurisprudência TJUE Diretiva 2011/24 Proposta de Lei 206/XII Direitos e deveres

Leia mais

Diário da República Electrónico (DRE) Tutorial de pesquisa

Diário da República Electrónico (DRE) Tutorial de pesquisa Diário da República Electrónico (DRE) Tutorial de pesquisa Tutorial de pesquisa no Diário da República Electrónico (DRE) índice 1. A legislação do DR 2. A pesquisa no DR 1.1. I Série 1.2. II Série 1.3.

Leia mais

CURRICULUM VITAE JOÃO MARTINS CLARO

CURRICULUM VITAE JOÃO MARTINS CLARO CURRICULUM VITAE JOÃO MARTINS CLARO I - QUALIFICAÇÕES ACADÉMICAS 1. Licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa em 1976, com a classificação final de 15 valores. 2. Pós-graduado

Leia mais

I DISCIPLINA: GLOBALIZAÇÃO E INTEGRAÇÃO REGIONAL

I DISCIPLINA: GLOBALIZAÇÃO E INTEGRAÇÃO REGIONAL GLOBALIZAÇÃO E INTEGRAÇÃO REGIONAL I DISCIPLINA: GLOBALIZAÇÃO E INTEGRAÇÃO REGIONAL II PROFESSOR (A): ELIZABETH ACCIOLY III - CARGA HORÁRIA: 30h/a IV OBJETIVOS Hoje é fundamental se entender a estratégia

Leia mais

AVII 8º ANO Globalização Qual é a mais próxima da realidade? Como será o futuro? Escola do futuro de 1910 Cidade-prédio de 1895 A era das redes aumentou ou diminuiu o tamanho do mundo?

Leia mais

REGULAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS

REGULAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS REGULAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS N.º 2 do art.º 62.º do Decreto-Lei n.º 487/99, de 16 de Novembro, alterado pelo Decreto-Lei n.º 224/2008, de 20 de Novembro PREÂMBULO

Leia mais

Modelo de Gestão das Comarcas - Recomendações

Modelo de Gestão das Comarcas - Recomendações Modelo de Gestão das Comarcas - Recomendações Conselho Superior da Magistratura Janeiro 2012 Modelo de Gestão das Comarcas - Recomendações O Conselho Superior da Magistratura, enquanto órgão máximo de

Leia mais

Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão. Preâmbulo

Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão. Preâmbulo REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO FUNDÃO Publicação II SÉRIE N.º 98 20 de Maio de 2010 Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão Preâmbulo A Lei de Bases do Sistema Educativo

Leia mais

PROGRAMAS DAS UNIDADES CURRICULARES. Análise de Informação Económica para a Economia Portuguesa

PROGRAMAS DAS UNIDADES CURRICULARES. Análise de Informação Económica para a Economia Portuguesa MESTRADO EM ECONOMIA PORTUGUESA E INTEGRAÇÃO INTERNACIONAL PROGRAMAS DAS UNIDADES CURRICULARES UNIDADES CURRICULARES OBRIGATÓRIAS Análise de Informação Económica para a Economia Portuguesa 1. Identificação

Leia mais

DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO

DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA INSTITUTO DE ESTUDOS POLÍTICOS LICENCIATURA EM CIÊNCIA POLÍTICA E RELAÇÕES INTERNACIONAIS GONÇALO MATIAS 2013/2014 5.5 ECTS PROGRAMA I Introdução

Leia mais

ORGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS

ORGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS CLASSIFICAÇÃO: - Quanto ao âmbito geográfico da sua acção - Quanto ao objecto - Quanto à estrutura jurídica - Quanto à facilidade ou dificuldade de ingresso - Quanto à origem dos seus membros - Formais

Leia mais

Tratado de Lisboa 13 Dezembro 2007. Conteúdo e desafios

Tratado de Lisboa 13 Dezembro 2007. Conteúdo e desafios Tratado de Lisboa 13 Dezembro 2007 Conteúdo e desafios Os Tratados Tratado de Paris (CECA) 18 de Abril de 1951 Tratados de Roma (CEE e CEEA) 25 de Março de 1957 Acto Único Europeu 17 de Fevereiro 1986

Leia mais

circular ifdr Noção de Organismo de Direito Público para efeitos do cálculo de despesa pública SÍNTESE: ÍNDICE

circular ifdr Noção de Organismo de Direito Público para efeitos do cálculo de despesa pública SÍNTESE: ÍNDICE N.º 01/2008 Data: 2008/07/16 Noção de Organismo de Direito Público para efeitos do cálculo de despesa pública Elaborada por: Núcleo de Apoio Jurídico e Contencioso e Unidade de Certificação SÍNTESE: A

Leia mais

FRANCISCO MANTERO - PWC - CPLP 23/01/2013. 1. Título "Opções de financiamento para a CPLP" não é meu.

FRANCISCO MANTERO - PWC - CPLP 23/01/2013. 1. Título Opções de financiamento para a CPLP não é meu. FRANCISCO MANTERO - PWC - CPLP 23/01/2013 1. Título "Opções de financiamento para a CPLP" não é meu. Poderia dar ideia que há opções de financiamento específicas para a CPLP em si mesma e para os Estados

Leia mais

- Contencioso da União Europeia -

- Contencioso da União Europeia - Universidade do Minho Escola de Direito MESTRADO EM DIREITO DA UNIÃO EUROPEIA - Contencioso da União Europeia - Comentário ao Acórdão do Tribunal de Justiça Peterbroeck, Van Campenhout & Cie SCS contra

Leia mais

Programa da disciplina de Direito Comercial II

Programa da disciplina de Direito Comercial II Universidade de Macau Faculdade de Direito Ano lectivo 2010/2011 Programa da disciplina de Direito Comercial II Regente: Mestre Augusto Teixeira Garcia Plano de Curso da Disciplina Direito Comercial II

Leia mais

3 AGOSTO, 2012 Área de Prática de Direito Público & Ambiente

3 AGOSTO, 2012 Área de Prática de Direito Público & Ambiente SÉTIMA ALTERAÇÃO AO CÓDIGO DOS CONTRATOS PÚBLICOS No passado dia 12 de Julho de 2012 foi publicado o Decreto-Lei n.º 149/2012, que altera o Código dos Contratos Públicos ( CCP ), ajustando-o ao disposto

Leia mais

LEI N. 108/91, DE 17 DE AGOSTO (LEI DO CONSELHO ECONÓMICO E SOCIAL)

LEI N. 108/91, DE 17 DE AGOSTO (LEI DO CONSELHO ECONÓMICO E SOCIAL) LEI N. 108/91, DE 17 DE AGOSTO (LEI DO CONSELHO ECONÓMICO E SOCIAL) Com as alterações introduzidas pelas seguintes leis: Lei n.º 80/98, de 24 de Novembro; Lei n.º 128/99, de 20 de Agosto; Lei n.º 12/2003,

Leia mais

Instrutor: Marlon L. Souto Maior Auditor-Fiscal de Contas

Instrutor: Marlon L. Souto Maior Auditor-Fiscal de Contas TREINAMENTO AOS MUNICÍPIOS DO ESTADO DE RORAIMA Módulo: Processos e Técnicas Legislativas Noções Básicas de Direito Administrativo e Administração Pública Instrutor: Marlon L. Souto Maior Auditor-Fiscal

Leia mais

O GOVERNO. Art.º 182º da Constituição da República Portuguesa

O GOVERNO. Art.º 182º da Constituição da República Portuguesa O GOVERNO Art.º 182º da Constituição da República Portuguesa «O Governo é o órgão de condução da política geral do país e o órgão superior da Administração Pública.» 1 Pela própria ideia que se retira

Leia mais

CETAC.MEDIA. Centro de Estudos. das Tecnologias e Ciências da Comunicação. Regulamento

CETAC.MEDIA. Centro de Estudos. das Tecnologias e Ciências da Comunicação. Regulamento Centro de Estudos das Tecnologias e Ciências da Comunicação Regulamento Julho de 2008 CAPÍTULO I Natureza, Missão, Atribuições e Constituição Artigo 1º Natureza O Centro de Estudos das Tecnologias e Ciências

Leia mais

TEORIA GERAL DO DIREITO CHINÊS

TEORIA GERAL DO DIREITO CHINÊS UNIVERSIDADE DE MACAU FACULDADE DE DIREITO CURSO DE LICENCIATURA EM DIREITO EM LÍNGUA PORTUGUESA PROGRAMA DA DISCIPLINA ANO LECTIVO DE 2010/2011 TEORIA GERAL DO DIREITO CHINÊS 5º ANO DA LICENCIATURA EM

Leia mais

MÓDULO II A COOPERAÇÃO NOS DOMÍNIOS DA JUSTIÇA E DOS ASSUNTOS INTERNOS NA UNIÃO EUROPEIA: DEFINIÇÃO, NECESSIDADE, PRÁTICA E EFICÁCIA

MÓDULO II A COOPERAÇÃO NOS DOMÍNIOS DA JUSTIÇA E DOS ASSUNTOS INTERNOS NA UNIÃO EUROPEIA: DEFINIÇÃO, NECESSIDADE, PRÁTICA E EFICÁCIA MÓDULO II DOMÍNIOS DA JUSTIÇA E DOS ASSUNTOS INTERNOS NA UNIÃO EUROPEIA: DEFINIÇÃO, NECESSIDADE, PRÁTICA E EFICÁCIA O ESPAÇO EUROPEU DE LIBERDADE, O QUE É A COOPERAÇÃO EM MATÉRIA DE JUSTIÇA E ASSUNTOS

Leia mais

7º PROGRAMA-QUADRO de I&DT. Oportunidades para Cooperação Empresas Sistema Científico. Virgínia Corrêa. www.gppq.mctes.pt

7º PROGRAMA-QUADRO de I&DT. Oportunidades para Cooperação Empresas Sistema Científico. Virgínia Corrêa. www.gppq.mctes.pt 7º PROGRAMA-QUADRO de I&DT Oportunidades para Cooperação Empresas Sistema Científico Virgínia Corrêa Gabinete de Promoção do 7º Programa-Quadro de IDT www.gppq.mctes.pt Estratégia de Lisboa Conselho Europeu

Leia mais

Estatutos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa

Estatutos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa Estatutos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (com revisões de São Tomé/2001, Brasília/2002, Luanda/2005, Bissau/2006 e Lisboa/2007) Artigo 1º (Denominação) A Comunidade dos Países de Língua

Leia mais

7. PROTOCOLO RELATIVO AOS PRIVILÉGIOS E IMUNIDADES DA UNIÃO EUROPEIA

7. PROTOCOLO RELATIVO AOS PRIVILÉGIOS E IMUNIDADES DA UNIÃO EUROPEIA 16.12.2004 PT Jornal Oficial da União Europeia C 310/261 7. PROTOCOLO RELATIVO AOS PRIVILÉGIOS E IMUNIDADES DA UNIÃO EUROPEIA AS ALTAS PARTES CONTRATANTES, CONSIDERANDO QUE, ao abrigo do artigo III 434.

Leia mais

ESTATUTO DA CIDADANIA DO MERCOSUL PLANO DE AÇÃO

ESTATUTO DA CIDADANIA DO MERCOSUL PLANO DE AÇÃO MERCOSUL/CMC/DEC. N 64/10 ESTATUTO DA CIDADANIA DO MERCOSUL PLANO DE AÇÃO TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e a Decisão N 63/10 do Conselho do Mercado Comum. CONSIDERANDO:

Leia mais

Jornal Oficial das Comunidades Europeias. (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade)

Jornal Oficial das Comunidades Europeias. (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) L 113/1 I (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) REGULAMENTO (CE) N. o 733/2002 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 22 de Abril de 2002 relativo à implementação do domínio de topo.eu

Leia mais

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 O trabalho da CPA/PUCSP de avaliação institucional está regulamentado pela Lei federal nº 10.861/04 (que institui o SINAES), artigo 11 e pelo

Leia mais

Regulamento do Conselho de Administração da Assembleia da República

Regulamento do Conselho de Administração da Assembleia da República Regulamento do Conselho de Administração da Assembleia da República publicado no Diário da Assembleia da República, II Série C, n.º 11 de 8 de Janeiro de 1991 Conselho de Administração O Conselho de Administração

Leia mais

PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 121/XII/1.ª

PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 121/XII/1.ª PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 121/XII/1.ª Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO que altera o Regulamento (CE) n.º 562/2006 para estabelecer regras comuns sobre a reintrodução temporária

Leia mais

D.O.U, de 26 de maio de 2011, Seção 1, pag. 35 COMITÊ NACIONAL DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA. DELIBERAÇÃO No- 1, DE 5 DE MAIO DE 2011

D.O.U, de 26 de maio de 2011, Seção 1, pag. 35 COMITÊ NACIONAL DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA. DELIBERAÇÃO No- 1, DE 5 DE MAIO DE 2011 D.O.U, de 26 de maio de 2011, Seção 1, pag. 35 COMITÊ NACIONAL DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA DELIBERAÇÃO No- 1, DE 5 DE MAIO DE 2011 Institui o Regimento Interno do Comitê Nacional de Educação Financeira. O COMITÊ

Leia mais

(JO L 113 de 30.4.2002, p. 1)

(JO L 113 de 30.4.2002, p. 1) 2002R0733 PT 11.12.2008 001.001 1 Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições B REGULAMENTO (CE) N. o 733/2002 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 22 de Abril

Leia mais

Estudos em Direito. 2º Ciclo Mestrado. Apresentação. Ano Lectivo 2010 2011

Estudos em Direito. 2º Ciclo Mestrado. Apresentação. Ano Lectivo 2010 2011 Estudos em Direito 2º Ciclo Mestrado Ano Lectivo 2010 2011 Apresentação O 2º Ciclo de Estudos em Direito tem a designação internacional corrente de Master. Com a oferta do seu Programa de Mestrados 2º

Leia mais

Faculdade de Direito da Universidade de Macau Ano Lectivo 2011-2012

Faculdade de Direito da Universidade de Macau Ano Lectivo 2011-2012 Parte I Introdução 1 Economia: conceito, objecto e método 2 Organização da actividade económica 3 Breve história da economia e dos sistemas económicos Parte II Microeconomia 4 O comportamento dos consumidores

Leia mais

directamente o estabelecimento e o funcionamento do mercado interno; Considerando que é pois necessário criar um certificado complementar de

directamente o estabelecimento e o funcionamento do mercado interno; Considerando que é pois necessário criar um certificado complementar de Regulamento (CEE) nº 1768/92 do Conselho, de 18 de Junho de 1992, relativo à criação de um certificado complementar de protecção para os medicamentos Jornal Oficial nº L 182 de 02/07/1992 p. 0001-0005

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO AUTÓNOMA E ASSOCIAÇÕES PÚBLICAS

ADMINISTRAÇÃO AUTÓNOMA E ASSOCIAÇÕES PÚBLICAS Vital Moreira A 374872 ADMINISTRAÇÃO AUTÓNOMA E ASSOCIAÇÕES PÚBLICAS REIMPRESSÃO ABVNOADOMNES Coimbra Editora 2003 índice Prefácio 5 Referências bibliográficas 10 Abreviaturas 11 Introdução 13 1. Objecto

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL DIREITO 12ºANO DE ESCOLARIDADE ANO LECTIVO 2014/2015

PLANIFICAÇÃO ANUAL DIREITO 12ºANO DE ESCOLARIDADE ANO LECTIVO 2014/2015 Governo dos Açores Escola Básica e Secundária de Velas PLANIFICAÇÃO ANUAL DIREITO 12ºANO DE ESCOLARIDADE ANO LECTIVO 2014/2015 (Decreto-Lei nº 139/2012, de 5 de julho, alterado pelo Decreto-Lei nº 91/2013,

Leia mais

Turma TCMRJ Técnico de Controle Externo 123 Módulo 1 4

Turma TCMRJ Técnico de Controle Externo 123 Módulo 1 4 Turma TCMRJ Técnico de Controle Externo 123 Módulo 1 4 Banca: SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO/RJ Edital SMA Nº 84/2010 (data da publicação: 27/09/2010) Carga horária (aulas presenciais): 126 horas

Leia mais

OMC: estrutura institucional

OMC: estrutura institucional OMC: estrutura institucional Especial Perfil Wesley Robert Pereira 06 de outubro de 2005 OMC: estrutura institucional Especial Perfil Wesley Robert Pereira 06 de outubro de 2005 Enquanto o GATT foi apenas

Leia mais

C 213/20 Jornal Oficial da União Europeia 6.8.2010

C 213/20 Jornal Oficial da União Europeia 6.8.2010 C 213/20 Jornal Oficial da União Europeia 6.8.2010 COMISSÃO ADMINISTRATIVA PARA A COORDENAÇÃO DOS SISTEMAS DE SEGURANÇA SOCIAL Estatutos da Comissão Administrativa para a Coordenação dos Sistemas de Segurança

Leia mais

BLOCOS ECONÔMICOS. O Comércio multilateral e os blocos regionais

BLOCOS ECONÔMICOS. O Comércio multilateral e os blocos regionais BLOCOS ECONÔMICOS O Comércio multilateral e os blocos regionais A formação de Blocos Econômicos se tornou essencial para o fortalecimento e expansão econômica no mundo globalizado. Quais os principais

Leia mais

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Gestão e Economia

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Gestão e Economia UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de e Economia REGULAMENTO DO 2º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE EM ECONOMIA Artigo 1.º Criação A Universidade da Beira Interior, através do Departamento

Leia mais

01 JULHO 2014 LISBOA GJ AIP-CCI

01 JULHO 2014 LISBOA GJ AIP-CCI 01 JULHO 2014 LISBOA GJ AIP-CCI 1 CENTRO DE MEDIAÇÃO, CONCILIAÇÃO E ARBITRAGEM 2 PONTOS DA INTERVENÇÃO: SOBRE O CENTRO DE ARBITRAGEM PROPRIAMENTE DITO: GÉNESE LEGAL DESTE CENTRO ESTRUTURA ORGÂNICA ÂMBITO

Leia mais

Anúncio de concurso. Serviços

Anúncio de concurso. Serviços 1/6 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:367014-2013:text:pt:html Espanha-Alicante: Prestação de serviços de apoio domiciliário a favor do pessoal estatutário

Leia mais

FACULDADE DE DIREITO

FACULDADE DE DIREITO FACULDADE DE DIREITO FACULDADE DE DIREITO SUMÁRIO A. Mestrado e Pós-Graduação em Direito em Língua Chinesa Língua veicular: Língua Chinesa Área de especialização: Variante em Ciências Jurídicas B. Mestrado

Leia mais

MARKT/2094/01 PT Orig. EN COMÉRCIO ELECTRÓNICO E SERVIÇOS FINANCEIROS

MARKT/2094/01 PT Orig. EN COMÉRCIO ELECTRÓNICO E SERVIÇOS FINANCEIROS MARKT/2094/01 PT Orig. EN COMÉRCIO ELECTRÓNICO E SERVIÇOS FINANCEIROS Objectivo do presente documento O presente documento descreve a actual situação no que se refere ao comércio electrónico e serviços

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular CONTRATOS PÚBLICOS Ano Lectivo 2015/2016

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular CONTRATOS PÚBLICOS Ano Lectivo 2015/2016 Programa da Unidade Curricular CONTRATOS PÚBLICOS Ano Lectivo 2015/2016 1. Unidade Orgânica Direito (1º Ciclo) 2. Curso Direito 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular CONTRATOS PÚBLICOS (02335) 5.

Leia mais

Associação Contraditório. Estatutos

Associação Contraditório. Estatutos Associação Contraditório Estatutos CAPÍTULO I Denominação, Princípios e Objectivos Artigo 1º (Denominação, sede e duração) 1. A associação, sem fins lucrativos, adopta a denominação ASSOCIAÇÃO CONTRADITÓRIO,

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular DIREITO DA FAMÍLIA Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular DIREITO DA FAMÍLIA Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular DIREITO DA FAMÍLIA Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Direito (1º Ciclo) 2. Curso Solicitadoria 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular DIREITO DA FAMÍLIA (28121)

Leia mais

Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições

Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições 2004R0639 PT 05.12.2008 002.001 1 Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições B REGULAMENTO (CE) N. o 639/2004 DO CONSELHO de30 de Março de 2004 relativo à gestão

Leia mais

Mercados. informação regulamentar. Alemanha Condições Legais de Acesso ao Mercado

Mercados. informação regulamentar. Alemanha Condições Legais de Acesso ao Mercado Mercados informação regulamentar Alemanha Condições Legais de Acesso ao Mercado Setembro 2012 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 4 3. Quadro Legal 5 2 1. Regime

Leia mais

«Concurso Jovem Agricultor Português»

«Concurso Jovem Agricultor Português» «Concurso Jovem Agricultor Português» Como já é tradição, desde há muito, que a Caixa não descura a intenção de apoiar e estimular a economia nacional, assim como outras áreas de interesse, mostrando com

Leia mais

M1 DIRECTIVA DO CONSELHO de 10 de Setembro de 1984 relativa à publicidade enganosa e comparativa. (JO L 250 de 19.9.1984, p. 17)

M1 DIRECTIVA DO CONSELHO de 10 de Setembro de 1984 relativa à publicidade enganosa e comparativa. (JO L 250 de 19.9.1984, p. 17) 1984L0450 PT 12.06.2005 002.001 1 Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições B M1 DIRECTIVA DO CONSELHO de 10 de Setembro de 1984 relativa à publicidade enganosa

Leia mais

AEDB CURSO DE ADMINISTRAÇÃO AULA 1 GESTÃO DE NEGÓCIOS INTERNACIONAIS

AEDB CURSO DE ADMINISTRAÇÃO AULA 1 GESTÃO DE NEGÓCIOS INTERNACIONAIS AEDB CURSO DE ADMINISTRAÇÃO AULA 1 GESTÃO DE NEGÓCIOS INTERNACIONAIS * NEGÓCIOS INTERNACIONAIS: Definição: Por negócios internacionais entende-se todo negócio realizado além das fronteiras de um país.

Leia mais

DIREITO FINANCEIRO E FISCAL ANO LECTIVO 2005/2006 PROGRAMA

DIREITO FINANCEIRO E FISCAL ANO LECTIVO 2005/2006 PROGRAMA DIREITO FINANCEIRO E FISCAL ANO LECTIVO 2005/2006 PROGRAMA Introdução I. Aspectos gerais 1. As Finanças Públicas. Questões de ordem geral 2. Fixação de terminologia (Direito Financeiro, Economia Pública,

Leia mais

MÓDULO V B C D E PÓS-EURO

MÓDULO V B C D E PÓS-EURO O PÓS-EURO A B C D E MÓDULO V O Euro face às s principais moedas internacionais Pacto de Estabilidade e Crescimento O Tratado de Amesterdão O Tratado de Nice Reforçar e Reformar as Políticas da União na

Leia mais

C 326/266 Jornal Oficial da União Europeia 26.10.2012. PROTOCOLO (N. o 7) RELATIVO AOS PRIVILÉGIOS E IMUNIDADES DA UNIÃO EUROPEIA CAPÍTULO I

C 326/266 Jornal Oficial da União Europeia 26.10.2012. PROTOCOLO (N. o 7) RELATIVO AOS PRIVILÉGIOS E IMUNIDADES DA UNIÃO EUROPEIA CAPÍTULO I C 326/266 Jornal Oficial da União Europeia 26.10.2012 PROTOCOLO (N. o 7) RELATIVO AOS PRIVILÉGIOS E IMUNIDADES DA UNIÃO EUROPEIA AS ALTAS PARTES CONTRATANTES, CONSIDERANDO que, nos termos do artigo 343.

Leia mais

Programa de Unidade Curricular

Programa de Unidade Curricular Programa de Unidade Curricular Faculdade Ciências Empresariais Licenciatura Ciências Económicas e Empresariais Unidade Curricular Política Económica e Financeira Semestre: 5 Nº ECTS: 3,0 Regente Helena

Leia mais

Sumário DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO. Capítulo 2 Fontes do Direito Internacional Público... 23

Sumário DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO. Capítulo 2 Fontes do Direito Internacional Público... 23 Sumário DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO Capítulo 1 Fundamentos do Direito Internacional Público... 13 1. Introdução... 13 2. A sociedade internacional... 14 3. Conceito... 16 4. Objeto... 16 5. Fundamentos

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de DIRECTIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de DIRECTIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 15.01.2001 COM(2001) 12 final 2001/0018 (COD) Proposta de DIRECTIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO que altera pela vigésima quarta vez a Directiva do 76/769/CEE

Leia mais

CONFERÊNCIA DOS REPRESENTANTES DOS GOVERNOS DOS ESTADOS-MEMBROS. Bruxelas, 13 de Outubro de 2004 CIG 87/04 ADD 1 REV 1

CONFERÊNCIA DOS REPRESENTANTES DOS GOVERNOS DOS ESTADOS-MEMBROS. Bruxelas, 13 de Outubro de 2004 CIG 87/04 ADD 1 REV 1 CONFERÊNCIA DOS REPRESENTANTES DOS GOVERNOS DOS ESTADOS-MEMBROS Bruxelas, 13 de Outubro de 2004 CIG 87/04 ADD 1 REV 1 ADENDA 1 AO DOCUMENTO CIG 87/04 REV 1 Assunto: CIG 2003/2004 Protocolos e Anexos I

Leia mais