Concorrência: Para uma Nova Cultura Empresarial. Abel M. Mateus Presidente da Autoridade da Concorrência

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Concorrência: Para uma Nova Cultura Empresarial. Abel M. Mateus Presidente da Autoridade da Concorrência"

Transcrição

1 Concorrência: Para uma Nova Cultura Empresarial Abel M. Mateus Presidente da Autoridade da Concorrência Conferência proferida no American Club of Lisbon, Hotel Sheraton, 21 de Abril de 2004 Minhas Senhores e Meus Senhores, É um privilégio estar aqui hoje a falar-vos de uma nova instituição, como primeiro presidente da Autoridade. Este clube tem para mim um grande significado, porque embora português, tenho dois filhos americanos e devo aos EUA uma parte importante da minha formação intelectual e contando comigo, já são três gerações que lá estudam, e país onde vivi metade da minha vida profissional. Não vos vou falar de assuntos que me ocuparam durante muitos anos que foram a macro e o desenvolvimento, mas de aspectos microeconómicos e em particular da política da concorrência. Vivemos hoje momentos difíceis perante a incerteza geo-política criada por movimentos fundamentalistas e a esclerose da economia europeia. As empresas portuguesas confrontam-se com uma recessão que já dura cerca de 2 anos, e têm pela frente uma retoma que se perspectiva lenta e difícil. Mas são os grandes desafios que geram as grandes oportunidades. A sociedade e cada empresa, em particular, deve aproveitar estas ocasiões para tomar as grandes decisões, fazer as reformas profundas, reduzir os custos e reorganizar-se para criar as condições de um crescimento sustentado da produtividade. E é nesta perspectiva que em Portugal somos chamados a introduzir uma nova cultura: a cultura da concorrência como vector da vida empresarial. 1

2 Depois do Estado corporativo e da breve história da economia nacionalizada é hoje amplamente reconhecido que estamos num sistema de economia de mercado. Assim como o direito constitucional protege as liberdades dos indivíduos, o direito da concorrência protege a livre concorrência entre as empresas fundamento da economia de mercado. Foram os congressistas dos Estados Unidos da América que, através do Sherman Act de 1890 e depois com o Clayton Act de 1914, reconheceram que a sobrevivência da democracia política necessitava da democracia económica. E o próprio senador Sherman afirmava no congresso que os EUA tinham recusado o domínio da realeza (britânica) e que o povo americano não estava disposto a vê-lo substituído pelo domínio dos grandes conglomerados. Estes dois actos lançaram as bases da política anti-trust, o primeiro proibindo práticas de concertação entre empresas e o segundo controlando as concentrações. Aqueles princípios foram nos anos 1950 vertidos nos Tratados das Comunidades Europeias. Ao contrário dos EUA, onde a violação das regras anti-trust acarreta sanções criminais, a UE só introduziu sanções pecuniárias, embora estas hoje se aproximem de níveis bastante pesados (10% do volume de negócios). Mas há hoje cada vez um maior número de países da União a introduzir sanções criminais, como é já o caso da Alemanha, França, Reino Unido, Áustria e Irlanda. Também esperamos que em Portugal se caminhe neste sentido. E não é só o legislador que se encontra ainda antiquado nestas matérias, pois a prática do sistema judicial é considerar mesmo os crimes cometidos pelas ou contra empresas com maior tolerância do que os cometidos entre indivíduos. Basta a este respeito referir, que é possível provar pela teoria económica que os danos sociais ultrapassam muitas vezes largamente os danos 2

3 cometidos na esfera individual: por exemplo, um diferencial de preços de 5% que afecte 10% do consumo nacional, corresponde a um dano anual de cerca de 560 milhões de euros. Minhas Senhoras e Meus Senhores É hoje largamente reconhecido pelos economistas de que a concorrência promove a eficiência e a inovação. A empresa protegida pelas barreiras à entrada, que podem ser tecnológicas, institucionais e mesmo, o que é pior, legais, não necessita de se esforçar por aumentar a produtividade, pois tem os seus lucros assegurados. Daí, que, ao contrário do que muitas vezes se tem apregoado, é por ter tido sucesso num ambiente concorrencial dentro do país que as empresas se tornam mais competitivas para concorrer no mercado global. Esta temática leva-nos à questão dos campeões nacionais. Tanto a Comissão Europeia como as autoridades nacionais da concorrência têm sido por vezes acusadas de não permitirem a emergência de campeões nacionais que possam concorrer no mercado seja comunitário seja global. Um caso recente na Holanda ilustra o problema no sector energético: a autoridade da concorrência holandesa tem sido criticada por não permitir a fusão entre as seis maiores empresas de electricidade do país. Apesar da existência de interconexão entre os sistemas eléctrico holandês e dos países vizinhos, a autoridade reconhece que o mercado relevante é o nacional, enquanto que as empresas defendem que é o comunitário. E, reconhecendo a existência de monopólios locais, o Ministro da Economia da Holanda acaba de propor ao Parlamento uma lei para obrigar aquelas empresas a vender até 2007 o negócio da distribuição, separando-o do da produção, para 3

4 incentivar a concorrência ao nível dos consumidores. Será mais importante para a Holanda ter uma grande empresa de energia que vai concorrer a nível europeu, ou uma situação em que a maior concorrência no mercado nacional leva a preços relativamente baixos? A propósito, a Holanda tem preços próximos da média da UE e bastante abaixo dos de Portugal. O resultado será um aumento do bem-estar dos consumidores e da competitividade das empresas que pagam as utilities. Também um estudo recente da autoridade sueca rejeita a hipótese de que o controle de concentrações tenha prejudicado o crescimento das empresas a nível comunitário. Deixe que vos assegure que nem eu nem qualquer dos meus colegas europeus vê qualquer problema na fusão de empresas, quando o mercado onde concorrem efectivamente é o europeu, e não existe qualquer barreira à entrada e a concentração nesse mercado é baixa. Por exemplo, uma empresa portuguesa, que nesse mercado tenha tipicamente entre 2 a 5% do total do mercado da UE não deve recear a rejeição das autoridades, ao adquirir uma empresa estrangeira. O controle das concentrações é fundamental numa política de concorrência. Entre nós, a nova lei da concorrência, veio modernizar e alinhar o seu enquadramento legal com o prevalecente na Europa, embora se reconheça que a nova revisão dos regulamentos comunitários já deu mais um passo na aproximação com os EUA, ao acolher a importância do teste de rejeição baseado no impacto significativo sobre a concorrência, em abandono do teste da dominância, que ainda é o consagrado na lei portuguesa. Em Portugal herdámos situações de elevada concentração em vários sectores de bens não transaccionáveis e que colocam problemas difíceis de resolver à Autoridade. Depois de atribuídas concessões, assinados contratos, é extremamente difícil pela via 4

5 administrativa-judicial levar à separação estrutural de uma empresa privada. E, como dizem muitos economistas: pior que um monopólio público só um monopólio privado. No pólo oposto, há casos em que a fusão entre empresas pode aumentar a concorrência. É o que nos parece ser o mercado dos serviços bancários. Embora a banca exerça actividade em vários mercados, uns locais, outros nacionais e outros mesmo comunitários ou globais, não vemos qualquer problema na fusão entre pequenos bancos, que poderiam mesmo aumentar o grau de concorrencialidade na banca. É particularmente preocupante o elevado grau de ineficiência e concentração que existe nos sectores infraestruturais como a electricidade e as telecomunicações. Relatórios recentes publicados pela Comissão, e baseados em números do Eurostat, mostram diferenças substanciais não só em relação à média da UE como sobretudo em relação aos países com mais baixos custos da Europa. Não há programa de competitividade para a economia portuguesa que não possa considerar estes aspectos. As empresas portuguesas pagam a electricidade 11% acima da média, e 80% acima da Suécia, excluindo o elemento fiscal. E em relação ao mercado mais próximo, o espanhol, o diferencial em Junho de 2003 era de 11% em desfavor de Portugal, excluindo os impostos. Para as telecomunicações, um cabaz de serviços custa em Portugal quase o dobro do da Suécia. Refira-se ainda que o controle das concentrações trás benefícios substanciais para as empresas que não estão em posição dominante, pois a Autoridade, ao proibir a constituição de posições dominantes, protege aquelas de possíveis abusos de poder de monopólio. 5

6 Finalmente, a proibição de práticas restritivas da concorrência como os acordos entre empresas para controlarem preços (cartéis) ou abusos de posição dominante permitem não só proteger os consumidores dos seus efeitos nefastos como evitar que empresas que não estão dentro desses acordos sejam prejudicadas. Neste domínio, deixem-me referir dois casos paradigmáticos. O caso do sector cimenteiro, já objecto de várias investigações a nível comunitário e de diversas autoridades nacionais europeias por dividirem mercados entre si, onde o elevado montante de prejuízos causados aos consumidores levou a elevadas coimas, mas que quando comparadas com os enormes lucros realizados por estes oligopólios, talvez não tenham sido dissuasores. Outro sector em que temos estado activos é o das profissões liberais, onde ainda recentemente a intervenção da Autoridade levou à não fixação de tabelas de preços no caso de duas Associações. É evidente que estas associações podem prestar enormes benefícios à sociedade através da promoção do ensino profissional e da instauração de padrões de qualidade, mas o controle de preços pode levar à situação caricata de ter de pagar um preço elevado por um mau serviço. A actividade de advocacy assume entre nós uma grande prioridade, pois é o Estado muitas vezes quem acarreta os maiores danos à concorrência. Convido-vos a dar uma vista de olhos pelas recomendações que a Autoridade tem feito neste domínio e que mesmo que não sejam seguidas marcam uma posição para a actuação futura dos governantes. Estas estão disponíveis no nosso website. 6

7 Dentro de dias, mais precisamente a 1 de Maio, vai entrar em funcionamento o novo regulamento das Comunidades Europeias que permite à Autoridade actuar nestes domínios em nome da Comissão, o que dá pela primeira vez poderes comunitários a uma instituição a nível nacional. Esperemos que esta nova cultura ganhe raiz e se difunda entre as empresas e os consumidores portugueses, de forma a reforçar a competitividade das primeiras, e o bem-estar dos segundos. Muito obrigado pela vossa atenção. 7

Conferência Processos de Contra-Ordenação: Autoridades Administrativas e Tribunais

Conferência Processos de Contra-Ordenação: Autoridades Administrativas e Tribunais Conferência Processos de Contra-Ordenação: Autoridades Administrativas e Tribunais Lisboa, 31 de Maio de 2011 Carlos Tavares 83.83 65.000 200.000 1.276.17 282.76 395.000 35.99 873.996 1.036.52 123.253

Leia mais

6º Congresso Nacional da Administração Pública

6º Congresso Nacional da Administração Pública 6º Congresso Nacional da Administração Pública João Proença 30/10/08 Desenvolvimento e Competitividade: O Papel da Administração Pública A competitividade é um factor-chave para a melhoria das condições

Leia mais

Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO

Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO Gostaria de começar por agradecer o amável convite que a FCT me dirigiu para

Leia mais

PRIORIDADES DA POLÍTICA DE CONCORRÊNCIA PARA O ANO DE 2016. - 30 de dezembro de 2015 -

PRIORIDADES DA POLÍTICA DE CONCORRÊNCIA PARA O ANO DE 2016. - 30 de dezembro de 2015 - PRIORIDADES DA POLÍTICA DE CONCORRÊNCIA PARA O ANO DE 2016-30 de dezembro de 2015 - PRIORIDADES DA POLÍTICA DE CONCORRÊNCIA PARA O ANO DE 2016 Em cumprimento do disposto no n.º 3 do artigo 7.º da Lei n.º

Leia mais

PRIORIDADES DA POLÍTICA DE CONCORRÊNCIA PARA O ANO DE 2015. - 30 de dezembro de 2014 -

PRIORIDADES DA POLÍTICA DE CONCORRÊNCIA PARA O ANO DE 2015. - 30 de dezembro de 2014 - PRIORIDADES DA POLÍTICA DE CONCORRÊNCIA PARA O ANO DE 2015-30 de dezembro de 2014 - PRIORIDADES DA POLÍTICA DE CONCORRÊNCIA PARA O ANO DE 2015 Em cumprimento do disposto no n.º 3 do artigo 7.º da Lei n.º

Leia mais

REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA

REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA INTERVENÇÃO DE SUA EXCIA, MINISTRA DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA, PROFª. DOUTORA, MARIA CÂNDIDA PEREIRA, DURANTE A SESSÃO DE ABERTURA DO WORKSHOP SOBRE

Leia mais

Comemorações do 35º Aniversário do Banco de Cabo Verde. Conferência internacional sobre A mobilização de oportunidades no pós-crise

Comemorações do 35º Aniversário do Banco de Cabo Verde. Conferência internacional sobre A mobilização de oportunidades no pós-crise Comemorações do 35º Aniversário do Banco de Cabo Verde Conferência internacional sobre A mobilização de oportunidades no pós-crise Senhora Ministra das Finanças, Senhores Representantes Diplomáticos, Senhores

Leia mais

Situação em Portugal: A Estratégia Nacional para a Energia

Situação em Portugal: A Estratégia Nacional para a Energia Situação em Portugal: A Estratégia Nacional para a Energia No âmbito da Estratégia Nacional para a Energia, aprovada no passado mês de Outubro, foram agora publicados os diplomas que estabelecem os novos

Leia mais

Rio de Janeiro, 5 de Dezembro de 2003

Rio de Janeiro, 5 de Dezembro de 2003 Intervenção de Sua Excelência a Ministra da Ciência e do Ensino Superior, na II Reunião Ministerial da Ciência e Tecnologia da CPLP Comunidade dos Países de Língua Portuguesa Rio de Janeiro, 5 de Dezembro

Leia mais

Entrevista com Clínica Maló. Paulo Maló CEO. www.clinicamalo.pt. Com quality media press para LA VANGUARDIA

Entrevista com Clínica Maló. Paulo Maló CEO. www.clinicamalo.pt. Com quality media press para LA VANGUARDIA Entrevista com Clínica Maló Paulo Maló CEO www.clinicamalo.pt Com quality media press para LA VANGUARDIA Esta transcrição reproduz fiel e integralmente a entrevista. As respostas que aqui figuram em linguagem

Leia mais

Bom dia, Senhoras e Senhores. Introdução

Bom dia, Senhoras e Senhores. Introdução Bom dia, Senhoras e Senhores Introdução Gostaria de começar por agradecer o amável convite que o Gabinete do Parlamento Europeu em Lisboa me dirigiu para participar neste debate e felicitar os organizadores

Leia mais

Arial Bold Alinhado esquerda 27 pt

Arial Bold Alinhado esquerda 27 pt Capitais Públicos e Capitais Privados no Mercado Interno: Assegurar um Ambiente Equitativo para Empresas Públicas e Privadas Arial Bold Alinhado esquerda 27 pt XXIV Congresso FIDE Madrid 2010 Arial Bold

Leia mais

Ensino Superior em Portugal, Que Futuro? Maria da Graça Carvalho 1 de Fevereiro 2013, Lisboa Reitoria UL

Ensino Superior em Portugal, Que Futuro? Maria da Graça Carvalho 1 de Fevereiro 2013, Lisboa Reitoria UL Ensino Superior em Portugal, Que Futuro? Maria da Graça Carvalho 1 de Fevereiro 2013, Lisboa Reitoria UL Índice Investimento público e privado no Ensino Superior Propinas Investimento público e privado

Leia mais

POSIÇÃO DA UGT Audição sobre o Futuro da Europa

POSIÇÃO DA UGT Audição sobre o Futuro da Europa POSIÇÃO DA UGT Audição sobre o Futuro da Europa A UGT saúda o debate em curso na Comissão dos Assuntos Europeus sobre o Futuro da Europa e, particularmente, sobre o futuro do Tratado Constitucional. O

Leia mais

Intervenção de abertura. António Saraiva, Presidente da CIP

Intervenção de abertura. António Saraiva, Presidente da CIP CONFERÊNCIA RELANÇAR O INVESTIMENTO EM PORTUGAL FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN 16 MARÇO 2015 Intervenção de abertura António Saraiva, Presidente da CIP Senhor Ministro da Economia Senhor Vice-Presidente

Leia mais

Nacional (3) 1995-1997 1998-2000 (1) 1998-2000 (2) 1995-1997 1998-2000 (1) 1998-2000 (2) 1995-1997 1998-2000 (1) 1998-2000 (2) Extensão da Inovação

Nacional (3) 1995-1997 1998-2000 (1) 1998-2000 (2) 1995-1997 1998-2000 (1) 1998-2000 (2) 1995-1997 1998-2000 (1) 1998-2000 (2) Extensão da Inovação Anexo 2 Quadro 1 Evolução da Extensão da Inovação em Portugal (%) Extensão da Inovação Indústria Serviços Nacional (3) 1995-1997 1998-2000 (1) 1998-2000 (2) 1995-1997 1998-2000 (1) 1998-2000 (2) 1995-1997

Leia mais

Percepção de Portugal no mundo

Percepção de Portugal no mundo Percepção de Portugal no mundo Na sequência da questão levantada pelo Senhor Dr. Francisco Mantero na reunião do Grupo de Trabalho na Aicep, no passado dia 25 de Agosto, sobre a percepção da imagem de

Leia mais

CONTRIBUTO DA UGT SOBRE O PROGRAMA INTEGRADO DO REFORÇO DO COMBATE À EVASÃO E À FRAUDE FISCAL

CONTRIBUTO DA UGT SOBRE O PROGRAMA INTEGRADO DO REFORÇO DO COMBATE À EVASÃO E À FRAUDE FISCAL CONTRIBUTO DA UGT SOBRE O PROGRAMA INTEGRADO DO REFORÇO DO COMBATE À EVASÃO E À FRAUDE FISCAL I. INTRODUÇÃO No âmbito dos compromissos assumidos pelo Governo em sede de Concertação Social, o Governo apresentou

Leia mais

TRATADO DE LISBOA EM POUCAS

TRATADO DE LISBOA EM POUCAS EM POUCAS PALAVRAS OS PRIMEIROS PASSOS DATA/LOCAL DE ASSINATURA E ENTRADA EM VIGOR PRINCIPAIS MENSAGENS QUIZ 10 PERGUNTAS E RESPOSTAS OS PRIMEIROS PASSOS No século XX depois das Guerras No século XX, depois

Leia mais

INTERVENÇÃO Dr. José Vital Morgado Administrador Executivo da AICEP ****

INTERVENÇÃO Dr. José Vital Morgado Administrador Executivo da AICEP **** INTERVENÇÃO Dr. José Vital Morgado Administrador Executivo da AICEP **** Gostaria de começar por agradecer o amável convite da CIP para participarmos nesta conferência sobre um tema determinante para o

Leia mais

DECLARAÇÃO CONJUNTA DA COESS E DA UNI-EUROPA SOBRE A HARMONIZAÇÃO EUROPEIA DAS LEGISLAÇÕES QUE REGULAM O SECTOR DA SEGURANÇA PRIVADA

DECLARAÇÃO CONJUNTA DA COESS E DA UNI-EUROPA SOBRE A HARMONIZAÇÃO EUROPEIA DAS LEGISLAÇÕES QUE REGULAM O SECTOR DA SEGURANÇA PRIVADA DECLARAÇÃO CONJUNTA DA COESS E DA UNI-EUROPA SOBRE A HARMONIZAÇÃO EUROPEIA DAS LEGISLAÇÕES QUE REGULAM O SECTOR DA SEGURANÇA PRIVADA INTRODUÇÃO O sector da segurança privada, na União Europeia, está em

Leia mais

5º Seminário. Propostas da campanha nacional. A Política Ambiental no Sector Energético Português. 3 de Julho de 2008

5º Seminário. Propostas da campanha nacional. A Política Ambiental no Sector Energético Português. 3 de Julho de 2008 5º Seminário A Política Ambiental no Sector Energético Português 3 de Julho de 2008 Propostas da campanha nacional Índice da apresentação - O que é a RFA - RFA Europeia - Exemplos e comparação com PT -

Leia mais

Comissão apresenta estratégia europeia para a energia

Comissão apresenta estratégia europeia para a energia Comissão apresenta estratégia europeia para a energia Numa época em que se assiste a importantes reestruturações empresariais no sector energético a nível europeu, a Comissão Europeia estabeleceu as bases

Leia mais

MINISTÉRIO DOS NEGóCIOS ESTRANGEIROS DIRECÇÃO GERAL DOS ASSUNTOS MULTILATERAIS Direcção de Serviços das Organizações Económicas Internacionais

MINISTÉRIO DOS NEGóCIOS ESTRANGEIROS DIRECÇÃO GERAL DOS ASSUNTOS MULTILATERAIS Direcção de Serviços das Organizações Económicas Internacionais MINISTÉRIO DOS NEGóCIOS ESTRANGEIROS DIRECÇÃO GERAL DOS ASSUNTOS MULTILATERAIS Direcção de Serviços das Organizações Económicas Internacionais Intervenção de SEXA o Secretário de Estado Adjunto do Ministro

Leia mais

Agradeço muito o convite que me foi endereçado para encerrar este XI Congresso da Ordem dos Revisores Oficias de Contas.

Agradeço muito o convite que me foi endereçado para encerrar este XI Congresso da Ordem dos Revisores Oficias de Contas. Senhor Bastonário da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, Dr. José Azevedo Rodrigues; Senhor Vice-Presidente do Conselho Diretivo da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas e Presidente da Comissão Organizadora

Leia mais

Discurso do Presidente da Autoridade da Concorrência. Abertura do 3.º Curso de Formação para Juízes em Direito Europeu da Concorrência

Discurso do Presidente da Autoridade da Concorrência. Abertura do 3.º Curso de Formação para Juízes em Direito Europeu da Concorrência Discurso do Presidente da Autoridade da Concorrência Abertura do 3.º Curso de Formação para Juízes em Direito Europeu da Concorrência 7 de maio de 2014 Senhores Coordenadores do Curso de Formação para

Leia mais

O Papel Central das Reformas Estruturais no Programa Economico do Portugal. por Hossein Samiei. Conselheiro, Departamento Europeu do FMI

O Papel Central das Reformas Estruturais no Programa Economico do Portugal. por Hossein Samiei. Conselheiro, Departamento Europeu do FMI O Papel Central das Reformas Estruturais no Programa Economico do Portugal por Hossein Samiei Conselheiro, Departamento Europeu do FMI Conferência Sobre Reformas Estruturais no Contexto do Programa de

Leia mais

Aplicação do Direito da Concorrência Europeu na UE

Aplicação do Direito da Concorrência Europeu na UE Aplicação do Direito da Concorrência Europeu na UE Manuel Sebastião Brasília 21 de Maio de 2009 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 2. MODERNIZAÇÃO DAS REGRAS ARTIGOS 81 e 82 3. O CONTROLO DE CONCENTRAÇÕES 4. CONCLUSÕES

Leia mais

DECLARAÇÃO POLÍTICA DESAFIOS DO FUTURO NO MAR DOS AÇORES BERTO MESSIAS LIDER PARLAMENTAR DO PS AÇORES

DECLARAÇÃO POLÍTICA DESAFIOS DO FUTURO NO MAR DOS AÇORES BERTO MESSIAS LIDER PARLAMENTAR DO PS AÇORES DECLARAÇÃO POLÍTICA DESAFIOS DO FUTURO NO MAR DOS AÇORES BERTO MESSIAS LIDER PARLAMENTAR DO PS AÇORES Sra. Presidente Sras. e Srs. Deputados Sr. Presidente do Governo Sra. e Srs. Membros do Governo Já

Leia mais

A CONCORRÊNCIA É BOA PARA A ECONOMIA E PARA O PAÍS. PORQUÊ?

A CONCORRÊNCIA É BOA PARA A ECONOMIA E PARA O PAÍS. PORQUÊ? É BOA PARA A ECONOMIA E PARA O PAÍS. PORQUÊ? Quando as empresas concorrem entre si, com fair play, tornam-se mais eficientes, inovadoras e competitivas, para conquistar mais clientes. Esta pressão concorrencial

Leia mais

2º CONGRESSO DAS EMPRESAS E DAS ATIVIDADES ECONÓMICAS. Lisboa, 9 e 10 de julho de 2015. Sessão de Abertura. António Saraiva, Presidente da CIP

2º CONGRESSO DAS EMPRESAS E DAS ATIVIDADES ECONÓMICAS. Lisboa, 9 e 10 de julho de 2015. Sessão de Abertura. António Saraiva, Presidente da CIP 2º CONGRESSO DAS EMPRESAS E DAS ATIVIDADES ECONÓMICAS Lisboa, 9 e 10 de julho de 2015 Sessão de Abertura António Saraiva, Presidente da CIP Bom Dia, Senhoras e Senhores Embaixadores, Senhores Representantes

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS RECOMENDAÇÃO DA COMISSÃO. sobre a oferta de linhas alugadas na União Europeia

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS RECOMENDAÇÃO DA COMISSÃO. sobre a oferta de linhas alugadas na União Europeia PT PT PT COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 21.1.2005 C(2005) 103/2 RECOMENDAÇÃO DA COMISSÃO sobre a oferta de linhas alugadas na União Europeia Parte 1 Principais condições de oferta grossista

Leia mais

Discurso do Presidente da Autoridade da Concorrência. Abertura da 3.ª CONFERÊNCIA LUSO-ESPANHOLA DE DIREITO DA CONCORRÊNCIA.

Discurso do Presidente da Autoridade da Concorrência. Abertura da 3.ª CONFERÊNCIA LUSO-ESPANHOLA DE DIREITO DA CONCORRÊNCIA. Discurso do Presidente da Autoridade da Concorrência Abertura da 3.ª CONFERÊNCIA LUSO-ESPANHOLA DE DIREITO DA CONCORRÊNCIA 28 novembro 2013 Senhor Presidente do Círculo dos Advogados Portugueses de Direito

Leia mais

Tratado de Lisboa 13 Dezembro 2007. Conteúdo e desafios

Tratado de Lisboa 13 Dezembro 2007. Conteúdo e desafios Tratado de Lisboa 13 Dezembro 2007 Conteúdo e desafios Os Tratados Tratado de Paris (CECA) 18 de Abril de 1951 Tratados de Roma (CEE e CEEA) 25 de Março de 1957 Acto Único Europeu 17 de Fevereiro 1986

Leia mais

Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin

Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin A Presidência Portuguesa na área dos Assuntos Económicos e Financeiros irá centrar-se na prossecução de três grandes objectivos, definidos

Leia mais

INOVAÇÃO E SOCIEDADE DO CONHECIMENTO

INOVAÇÃO E SOCIEDADE DO CONHECIMENTO INOVAÇÃO E SOCIEDADE DO CONHECIMENTO O contexto da Globalização Actuação Transversal Aposta no reforço dos factores dinâmicos de competitividade Objectivos e Orientações Estratégicas para a Inovação Estruturação

Leia mais

I SOCIETÁRIO LEGAL FLASH. LEGAL FLASH I 14 de AGOSTO, 2012

I SOCIETÁRIO LEGAL FLASH. LEGAL FLASH I 14 de AGOSTO, 2012 LEGAL FLASH I SOCIETÁRIO LEGAL FLASH I 14 de AGOSTO, 2012 Lei n.º 29/2012, de 9 de Agosto Novo Regime de Autorização de Residência para Estrangeiros Investidores 2 LEI N.º 29/2012 NOVO REGIME DE AUTORIZAÇÃO

Leia mais

Direito das sociedades e governo das sociedades: a Comissão apresenta um Plano de Acção

Direito das sociedades e governo das sociedades: a Comissão apresenta um Plano de Acção IP/03/716 Bruxelas, 21 de Maio de 2003 Direito das sociedades e governo das sociedades: a Comissão apresenta um Plano de Acção O reforço dos direitos dos accionistas e da protecção dos trabalhadores e

Leia mais

PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 254/IX CONTRA AS PATENTES DE SOFTWARE NA UNIÃO EUROPEIA EM DEFESA DO DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO

PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 254/IX CONTRA AS PATENTES DE SOFTWARE NA UNIÃO EUROPEIA EM DEFESA DO DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 254/IX CONTRA AS PATENTES DE SOFTWARE NA UNIÃO EUROPEIA EM DEFESA DO DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO 1 Está actualmente em curso na União Europeia o procedimento de co-decisão

Leia mais

DESAFIO PORTUGAL 2020

DESAFIO PORTUGAL 2020 DESAFIO PORTUGAL 2020 Estratégia Europa 2020: oportunidades para os sectores da economia portuguesa Olinda Sequeira 1. Estratégia Europa 2020 2. Portugal 2020 3. Oportunidades e desafios para a economia

Leia mais

Intervenção no dia Internacional das Cooperativas

Intervenção no dia Internacional das Cooperativas Intervenção no dia Internacional das Cooperativas Exmo Senhor Presidente do INSCOOP, Exmo Senhor Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, Exmo Senhor Presidente da Câmara Municipal de Vila do

Leia mais

Cerimónia de lançamento do contrato de colaboração entre o Estado Português e o Massachusetts Institute of Technology, MIT

Cerimónia de lançamento do contrato de colaboração entre o Estado Português e o Massachusetts Institute of Technology, MIT Cerimónia de lançamento do contrato de colaboração entre o Estado Português e o Massachusetts Institute of Technology, MIT Centro Cultural de Belém, Lisboa, 11 de Outubro de 2006 Intervenção do Secretário

Leia mais

PROJECTO DE RELATÓRIO

PROJECTO DE RELATÓRIO PARLAMENTO EUROPEU 2004 2009 Comissão da Cultura e da Educação 2007/2253(INI) 7.3.2008 PROJECTO DE RELATÓRIO sobre a concentração e o pluralismo dos meios de comunicação social na União Europeia (2007/2253(INI))

Leia mais

Esta é a tradução de um texto em inglês, cuja finalidade é apenas facilitar a sua compreensão. O texto do original em inglês regerá, em todos os

Esta é a tradução de um texto em inglês, cuja finalidade é apenas facilitar a sua compreensão. O texto do original em inglês regerá, em todos os Esta é a tradução de um texto em inglês, cuja finalidade é apenas facilitar a sua compreensão. O texto do original em inglês regerá, em todos os aspectos, os seus direitos e as suas obrigações. O original

Leia mais

No entanto, antes de ser financeira, a crise tem uma natureza económica.

No entanto, antes de ser financeira, a crise tem uma natureza económica. INTERVENÇÃO DO PRESIDENTE DA AEP - ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE PORTUGAL, JOSÉ ANTÓNIO BARROS, NA CONFERÊNCIA «O QUE FAZER POR PORTUGAL? MEDIDAS PARA ULTRAPASSAR A CRISE», SOB O TEMA «AS PESSOAS E AS EMPRESAS

Leia mais

PARECER N.º 286/CITE/2014

PARECER N.º 286/CITE/2014 PARECER N.º 286/CITE/2014 Assunto: Dispensa para amamentação Processo n.º 307 QX/2014 I OBJETO 1.1. Em 3.4.2014, CITE recebeu da trabalhadora uma queixa relativamente ao período de dispensa de trabalho

Leia mais

Em Crise Profunda no Mercado Interno. Em Expansão Acelerada nos Mercados Externos

Em Crise Profunda no Mercado Interno. Em Expansão Acelerada nos Mercados Externos 2ª JORNADAS DA ESPECIALIZAÇÃO EM DIREÇÃO E GESTÃO DA CONSTRUÇÃO ENGENHARIA CIVIL OS NOVOS DESAFIOS O PAPEL DA CONSTRUÇÃO NO FUTURO Índice: Onde Estamos Europa 2020 e Crescimento da Construção em Portugal

Leia mais

Maio 2013 PE2020. O papel da Engenharia como fator de competitividade. Iniciativa

Maio 2013 PE2020. O papel da Engenharia como fator de competitividade. Iniciativa Maio 2013 PE2020 O papel da Engenharia como fator de competitividade Iniciativa Agenda 1. Apresentação da Proforum e do PE2020 como plataforma colaborativa relevante e integradora 2. Contributo do PE2020

Leia mais

Eng.ª Ana Paula Vitorino. por ocasião da

Eng.ª Ana Paula Vitorino. por ocasião da INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA A SECRETÁRIA DE ESTADO DOS TRANSPORTES Eng.ª Ana Paula Vitorino por ocasião da Sessão de Encerramento do Colóquio PORTO DE AVEIRO: ESTRATÉGIA E FUTURO, Ílhavo Museu Marítimo

Leia mais

GRANDES OPÇÕES DO PLANO E ORÇAMENTO 2011 DA CIM ALTO MINHO RELATÓRIO DE PROGRESSO 31 MARÇO 2011

GRANDES OPÇÕES DO PLANO E ORÇAMENTO 2011 DA CIM ALTO MINHO RELATÓRIO DE PROGRESSO 31 MARÇO 2011 GRANDES OPÇÕES DO PLANO E ORÇAMENTO 2011 DA CIM ALTO MINHO RELATÓRIO DE PROGRESSO 31 MARÇO 2011 Versão Preliminar Este relatório tem por objectivo da conta do que de mais relevante foi realizado no cumprimento

Leia mais

'DWD 7HPD $FRQWHFLPHQWR

'DWD 7HPD $FRQWHFLPHQWR 'DWD 7HPD $FRQWHFLPHQWR 27/09 Turismo 27/09 Taxas de Juro 21/09 Energia 19/09 Taxas de Juro 15/09 Economia 12/09 Economia INE divulgou Viagens turísticas de residentes 2.º Trimestre de 2006 http://www.ine.pt/prodserv/destaque/2006/d060927/d060927.pdf

Leia mais

A Gestão dos Recursos Humanos em Saúde:Situação e Perspectivas (*)

A Gestão dos Recursos Humanos em Saúde:Situação e Perspectivas (*) A Gestão dos Recursos Humanos em Saúde:Situação e Perspectivas (*) Covilhã, 18 de Maio de 2007 (*) Manuel Delgado 1 AGENDA I Breve Caracterização dos Recursos Humanos da Saúde II As Despesas com Pessoal

Leia mais

é a política da concorrência.

é a política da concorrência. A melhor política indústrial é a política da concorrência. Massimo Mota, Competition Economics, Cambridge U.P., 2004 con Política de corrência e competitividade Embora com uma tradição já secular nos EUA,

Leia mais

Senhora Presidente da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, Maria da Conceição Saraiva da Silva Costa Bento Senhoras e Senhores,

Senhora Presidente da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, Maria da Conceição Saraiva da Silva Costa Bento Senhoras e Senhores, Boa tarde Senhora Presidente da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, Maria da Conceição Saraiva da Silva Costa Bento Senhoras e Senhores, Deixem-me dizer-vos que é para mim uma honra participar, na

Leia mais

Discurso do Comissário Hahn, Lisboa, 11/4/2014. Senhor Presidente, senhor Primeiro-Ministro, senhores Ministros, caros amigos,

Discurso do Comissário Hahn, Lisboa, 11/4/2014. Senhor Presidente, senhor Primeiro-Ministro, senhores Ministros, caros amigos, Discurso do Comissário Hahn, Lisboa, 11/4/2014 Senhor Presidente, senhor Primeiro-Ministro, senhores Ministros, caros amigos, Portugal venceu a tormenta. Portugal atravessou a pior crise financeira da

Leia mais

Porque é que o Turismo. é essencial para a Economia Portuguesa?

Porque é que o Turismo. é essencial para a Economia Portuguesa? Porque é que o Turismo é essencial para a Economia Portuguesa? 14 milhões de hóspedes Vindos do Reino Unido, Alemanha, Espanha, França, Brasil, EUA Num leque de países que alarga ano após ano. 9,2 % do

Leia mais

Valor: Qual a fatia de investidores da América Latina no ESM?

Valor: Qual a fatia de investidores da América Latina no ESM? Entrevista com Klaus Regling, Diretor Executivo do Mecanismo Europeu de Estabilidade (ESM) Valor Econômico, 16 de julho de 2013 Valor: Por que buscar investidores no Brasil agora? Klaus Regling: Visitamos

Leia mais

Projecto Restaurante do Futuro - Apresentação Pública - Mário Pereira Gonçalves Presidente da Direcção da ARESP

Projecto Restaurante do Futuro - Apresentação Pública - Mário Pereira Gonçalves Presidente da Direcção da ARESP Projecto Restaurante do Futuro - Apresentação Pública - Mário Pereira Gonçalves Presidente da Direcção da ARESP PROJECTO RESTAURANTE DO FUTURO Agradecimento CCDRN Aprovação Candidatura Fomento da Inovação

Leia mais

Proposta de Lei da Imigração Inovações que mudam a vida das pessoas

Proposta de Lei da Imigração Inovações que mudam a vida das pessoas da Imigração Inovações que mudam a vida das pessoas Fui expulso, mas tenho um filho menor a cargo a viver em Portugal. Podem recusar-me a entrada? Sim. A residência de filhos menores em Portugal é apenas

Leia mais

SEMINÁRIO MAXIMIZAÇÃO DO POTENCIAL DA DIRETIVA SERVIÇOS

SEMINÁRIO MAXIMIZAÇÃO DO POTENCIAL DA DIRETIVA SERVIÇOS SEMINÁRIO MAXIMIZAÇÃO DO POTENCIAL DA DIRETIVA SERVIÇOS Eliminação de Barreiras à livre Prestação de Serviços Confederação do Comércio e Serviços de Portugal Esquema 1. PORTUGAL- UMA ESPECIALIZAÇÃO COM

Leia mais

Estudo sobre Empreendedorismo e Criação de Emprego em Meio Urbano e Fiscalidade Urbana - Apresentação de resultados 13 /Novembro/2012

Estudo sobre Empreendedorismo e Criação de Emprego em Meio Urbano e Fiscalidade Urbana - Apresentação de resultados 13 /Novembro/2012 Estudos de Fundamentação do Parecer de Iniciativa Competitividade das Cidades, Coesão Social e Ordenamento do Território Estudo sobre Empreendedorismo e Criação de Emprego em Meio Urbano e Fiscalidade

Leia mais

Equilíbrio de Género nos Conselhos de Administração: as Empresas do PSI 20

Equilíbrio de Género nos Conselhos de Administração: as Empresas do PSI 20 1 Equilíbrio de Género nos Conselhos de Administração: as Empresas do PSI 20 Relatório 2014 ACEGIS Associação para a Cidadania, Empreendedorismo, Género e Inovação Social 8 de março de 2014 Dia Internacional

Leia mais

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE DISCURSO DE SUA EXCELÊNCIA PRIMEIRO. MINISTRO, Dr. Pascoal Mocumbi, POR OCASIÃO DO LANÇAMENTO OFICIAL DA PESQUISA

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE DISCURSO DE SUA EXCELÊNCIA PRIMEIRO. MINISTRO, Dr. Pascoal Mocumbi, POR OCASIÃO DO LANÇAMENTO OFICIAL DA PESQUISA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE DISCURSO DE SUA EXCELÊNCIA PRIMEIRO MINISTRO, Dr. Pascoal Mocumbi, POR OCASIÃO DO LANÇAMENTO OFICIAL DA PESQUISA NACIONAL DE BASE SOBRE GOVERNAÇÃO E CORRUPÇÃO Maputo, 27 de Novembro

Leia mais

A POSIÇÃO DE PORTUGAL NA EUROPA E NO MUNDO

A POSIÇÃO DE PORTUGAL NA EUROPA E NO MUNDO A POSIÇÃO DE PORTUGAL NA EUROPA E NO MUNDO Portugal situa-se no extremo sudoeste da Europa e é constituído por: Portugal Continental ou Peninsular (Faixa Ocidental da Península Ibérica) Parte do território

Leia mais

3º Seminário. As finanças locais, instrumento da política ambiental

3º Seminário. As finanças locais, instrumento da política ambiental 3º Seminário As finanças locais, instrumento da política ambiental Propostas da campanha nacional RFA Índice da apresentação - RFA Europeia - Exemplos e comparação com PT - RFA Nacional - Resumo seminários

Leia mais

Reestruturar o Sector Empresarial do Estado

Reestruturar o Sector Empresarial do Estado PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 458/XI/2.ª Reestruturar o Sector Empresarial do Estado A descrição de carácter económico-financeiro apresentada na próxima secção não deixa dúvidas sobre a absoluta necessidade

Leia mais

DISCURSO DE SUA EXCELÊNCIA MINISTRO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA, ENSINO SUPERIOR E TÉCNICO-PROFISSIONAL

DISCURSO DE SUA EXCELÊNCIA MINISTRO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA, ENSINO SUPERIOR E TÉCNICO-PROFISSIONAL República de Moçambique Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico-Profissional (MCTESTP) DISCURSO DE SUA EXCELÊNCIA MINISTRO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA, ENSINO SUPERIOR E TÉCNICO-PROFISSIONAL

Leia mais

Trabalho realizado por: Hélio nº 10 Jorge nº 13 Pedro F nº21 Ricardo P nº24 Miguel F nº27

Trabalho realizado por: Hélio nº 10 Jorge nº 13 Pedro F nº21 Ricardo P nº24 Miguel F nº27 Trabalho realizado por: Hélio nº 10 Jorge nº 13 Pedro F nº21 Ricardo P nº24 Miguel F nº27 Disciplina de: Área de Projecto Nome do Professor: Hélder Baião 1 Este trabalho foi proposto pelo professor de

Leia mais

Assembleia Parlamentar da União para o Mediterrâneo. II Cimeira de Presidentes de Parlamentos. Lisboa, 11 de maio de 2015

Assembleia Parlamentar da União para o Mediterrâneo. II Cimeira de Presidentes de Parlamentos. Lisboa, 11 de maio de 2015 Assembleia Parlamentar da União para o Mediterrâneo II Cimeira de Presidentes de Parlamentos Lisboa, 11 de maio de 2015 Senhora Presidente da Assembleia da República, Senhores Presidentes, Senhores Embaixadores,

Leia mais

Discurso do Presidente da Autoridade da Concorrência Abertura da sessão de Lisboa do Road Show Fair Play Lisboa 9 de dezembro de 2014

Discurso do Presidente da Autoridade da Concorrência Abertura da sessão de Lisboa do Road Show Fair Play Lisboa 9 de dezembro de 2014 Discurso do Presidente da Autoridade da Concorrência Abertura da sessão de Lisboa do Road Show Fair Play Lisboa 9 de dezembro de 2014 Senhor Presidente da Comissão de Concorrência da Câmara de Comércio

Leia mais

47% em I&D duplicou. numa década. Portugal investe 1,52% do PB em Investigação e Desenvolvimento Investimento. última década" e lembra que "é preciso

47% em I&D duplicou. numa década. Portugal investe 1,52% do PB em Investigação e Desenvolvimento Investimento. última década e lembra que é preciso Portugal investe 1,52% do PB em Investigação e Desenvolvimento Investimento numa década em I&D duplicou I&D, a sigla que sintetiza a expressão Investigação e Desenvolvimento é hoje, e mais do que nunca,

Leia mais

12ª AVALIAÇÃO DO PROGRAMA DE AJUSTAMENTO ECONÓMICO E FINANCEIRO POSIÇÃO DA UGT

12ª AVALIAÇÃO DO PROGRAMA DE AJUSTAMENTO ECONÓMICO E FINANCEIRO POSIÇÃO DA UGT 12ª AVALIAÇÃO DO PROGRAMA DE AJUSTAMENTO ECONÓMICO E FINANCEIRO POSIÇÃO DA UGT Estando a chegar ao fim o Programa de Ajustamento Económico e Financeiro (PAEF) e, consequentemente, as avaliações regulares

Leia mais

3 de Julho 2007 Centro Cultural de Belém, Lisboa

3 de Julho 2007 Centro Cultural de Belém, Lisboa Intervenção do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, José Mariano Gago na abertura da Sessão pública de apresentação das actividades do Conselho Europeu de Investigação (ERC) 3 de Julho 2007

Leia mais

Pronunciamento do Excelentíssimo Senhor Ministro de Estado Chefe da Casa Civil da Presidência da República, Antonio Palocci Filho

Pronunciamento do Excelentíssimo Senhor Ministro de Estado Chefe da Casa Civil da Presidência da República, Antonio Palocci Filho Pronunciamento do Excelentíssimo Senhor Ministro de Estado Chefe da Casa Civil da Presidência da República, Antonio Palocci Filho Brasília, 02/01/2011 (Saudações e agradecimentos)... Senhoras e senhores,

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 124/IX ALTERA AS REGRAS DO SIGILO BANCÁRIO E GARANTE A TRANSPARÊNCIA FISCAL. Exposição de motivos

PROJECTO DE LEI N.º 124/IX ALTERA AS REGRAS DO SIGILO BANCÁRIO E GARANTE A TRANSPARÊNCIA FISCAL. Exposição de motivos PROJECTO DE LEI N.º 124/IX ALTERA AS REGRAS DO SIGILO BANCÁRIO E GARANTE A TRANSPARÊNCIA FISCAL Exposição de motivos O sigilo bancário foi instituído em Portugal, como noutros países, como uma garantia

Leia mais

A. Novo Paradigma de Desenvolvimento

A. Novo Paradigma de Desenvolvimento S E M I N Á R I O AUDITORIAS DE VALOR 11 de Outubro de 2010 A. Novo Paradigma de Desenvolvimento 2007/2013 Passagem do Objectivo 1 (Convergência) para o Objectivo 2 (Competitividade e Emprego). Alteração

Leia mais

INE divulgou Síntese Económica de Conjuntura 4.º Trimestre 2005

INE divulgou Síntese Económica de Conjuntura 4.º Trimestre 2005 Data Tema Acontecimento 21/02 Economia 01/03 Preços 01/03 Economia 01/03 Emprego 02/03 Indústria 03/03 Economia INE divulgou Síntese Económica de Conjuntura 4.º Trimestre 2005 http://www.ine.pt/prodserv/destaque/2006/d060221-2/d060221-2.pdf

Leia mais

Seminário internacional sobre A supervisão eficiente e o desenvolvimento do mercado de capitais. Discurso de abertura

Seminário internacional sobre A supervisão eficiente e o desenvolvimento do mercado de capitais. Discurso de abertura Seminário internacional sobre A supervisão eficiente e o desenvolvimento do mercado de capitais Discurso de abertura Em representação do Banco de Cabo Verde, apraz-me proceder à abertura deste seminário

Leia mais

CRONOLOGIA DA INTEGRAÇÃO EUROPEIA

CRONOLOGIA DA INTEGRAÇÃO EUROPEIA CRONOLOGIA DA INTEGRAÇÃO EUROPEIA 1950 9 de Maio Robert Schuman, Ministro dos Negócios Estrangeiros francês, profere um importante discurso em que avança propostas inspiradas nas ideias de Jean Monnet.

Leia mais

Minhas senhoras e meus senhores.

Minhas senhoras e meus senhores. Minhas senhoras e meus senhores. Em primeiro lugar, gostaria de transmitir a todos, em nome do Senhor Secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, a satisfação pelo convite que

Leia mais

A Carteira de Indicadores inclui indicadores de input, de output e de enquadramento macroeconómico.

A Carteira de Indicadores inclui indicadores de input, de output e de enquadramento macroeconómico. Síntese APRESENTAÇÃO O Relatório da Competitividade é elaborado anualmente, com o objectivo de monitorizar a evolução de um conjunto de indicadores ( Carteira de Indicadores ) em Portugal e a sua comparação

Leia mais

Falar a uma só voz: Definir e defender o interesse europeu

Falar a uma só voz: Definir e defender o interesse europeu SPEECH/10/21 José Manuel Durão Barroso Presidente da Comissão Europeia Falar a uma só voz: Definir e defender o interesse europeu Sessão plenária do PE: votação do novo Colégio Bruxelas, 9 de Fevereiro

Leia mais

ACQUALIVEEXPO. Painel A INTERNACIONALIZAÇÃO DO SECTOR PORTUGUÊS DA ÁGUA EVOLUÇÃO DO SECTOR DA ÁGUA NOS BALCÃS: O EXEMPLO DA SÉRVIA

ACQUALIVEEXPO. Painel A INTERNACIONALIZAÇÃO DO SECTOR PORTUGUÊS DA ÁGUA EVOLUÇÃO DO SECTOR DA ÁGUA NOS BALCÃS: O EXEMPLO DA SÉRVIA ACQUALIVEEXPO Painel A INTERNACIONALIZAÇÃO DO SECTOR PORTUGUÊS DA ÁGUA EVOLUÇÃO DO SECTOR DA ÁGUA NOS BALCÃS: O EXEMPLO DA SÉRVIA Lisboa, 22 de Março de 2012 1 1. Introdução A diplomacia económica é um

Leia mais

Em ambos os casos estão em causa, sobretudo, os modos de relacionamento das empresas com os seus múltiplos stakeholders.

Em ambos os casos estão em causa, sobretudo, os modos de relacionamento das empresas com os seus múltiplos stakeholders. Notas de apoio à Intervenção inicial do Director Executivo da AEM, Abel Sequeira Ferreira, na Conferência Responsabilidade Social e Corporate Governance, organizada, em parceria, pelo GRACE, pela AEM e

Leia mais

Portugal 2020. Pedro Gomes Nunes. Director Executivo. Lisboa, Fevereiro 2014. www.risa.pt

Portugal 2020. Pedro Gomes Nunes. Director Executivo. Lisboa, Fevereiro 2014. www.risa.pt Pedro Gomes Nunes Director Executivo Lisboa, Fevereiro 2014 RISA - Apresentação ÁREAS DE NEGÓCIO Estudos e Projectos + 20 anos de experiência + 1.500 candidaturas a Fundos Comunitários aprovadas. + 1,6

Leia mais

1. Tradicionalmente, a primeira missão do movimento associativo é a de defender os

1. Tradicionalmente, a primeira missão do movimento associativo é a de defender os A IMPORTÂNCIA DO MOVIMENTO ASSOCIATIVO NA DINAMIZAÇÃO DA ACTIVIDADE EMPRESARIAL 1. Tradicionalmente, a primeira missão do movimento associativo é a de defender os interesses das empresas junto do poder

Leia mais

Excelentíssimo Senhor Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, Excelentíssimas Senhoras e Senhores Deputados,

Excelentíssimo Senhor Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, Excelentíssimas Senhoras e Senhores Deputados, Excelentíssimo Senhor Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, Excelentíssimas Senhoras e Senhores Deputados, Encontro-me hoje aqui para, em nome do Governo Regional da Madeira, apresentar a Vossas

Leia mais

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que:

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que: C 297/6 Resolução do Conselho e dos Representantes Governos dos Estados-Membros, reunidos no Conselho, relativa à realização dos objectivos comuns em matéria de participação e informação dos jovens para

Leia mais

FRANCISCO MANTERO - PWC - CPLP 23/01/2013. 1. Título "Opções de financiamento para a CPLP" não é meu.

FRANCISCO MANTERO - PWC - CPLP 23/01/2013. 1. Título Opções de financiamento para a CPLP não é meu. FRANCISCO MANTERO - PWC - CPLP 23/01/2013 1. Título "Opções de financiamento para a CPLP" não é meu. Poderia dar ideia que há opções de financiamento específicas para a CPLP em si mesma e para os Estados

Leia mais

4.º Encontro de Tradutores da Administração Pública os novos desafios 7 de outubro de 2013

4.º Encontro de Tradutores da Administração Pública os novos desafios 7 de outubro de 2013 4.º Encontro de Tradutores da Administração Pública os novos desafios 7 de outubro de 2013 Transposição para Portugal da Diretiva 2010/64/UE Proposta de intervenção Exmas Senhoras e Senhores Caros colegas,

Leia mais

Para informação adicional sobre os diversos países consultar: http://europa.eu.int/information_society/help/links/index_en.htm

Para informação adicional sobre os diversos países consultar: http://europa.eu.int/information_society/help/links/index_en.htm Anexo C: Súmula das principais iniciativas desenvolvidas na Europa na área da Sociedade de Informação e da mobilização do acesso à Internet em banda larga Para informação adicional sobre os diversos países

Leia mais

Negócios Internacionais

Negócios Internacionais International Business 10e Daniels/Radebaugh/Sullivan Negócios Internacionais Capítulo 3.2 Influencia Governamental no Comércio 2004 Prentice Hall, Inc Objectivos do Capítulo Compreender a racionalidade

Leia mais

PROGRAMA DIREITO DA ECONOMIA

PROGRAMA DIREITO DA ECONOMIA Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (FDL) Ano lectivo 2010-2011 PROGRAMA DIREITO DA ECONOMIA 3.º Ano Setembro 2010 Regente/Coordenador Luís D. S. Morais BLOG pessoal especializado em direito

Leia mais

Debate Quinzenal Economia Intervenção do Primeiro-Ministro José Sócrates

Debate Quinzenal Economia Intervenção do Primeiro-Ministro José Sócrates Debate Quinzenal Economia Intervenção do Primeiro-Ministro José Sócrates 11.02.2009 1. A execução da Iniciativa para o Investimento e o Emprego A resposta do Governo à crise económica segue uma linha de

Leia mais

SECRETÁRIA DE ESTADO ADJUNTA E DA DEFESA NACIONAL. Ciberespaço: Liderança, Segurança e Defesa na Sociedade em Rede

SECRETÁRIA DE ESTADO ADJUNTA E DA DEFESA NACIONAL. Ciberespaço: Liderança, Segurança e Defesa na Sociedade em Rede INTERVENÇÃO DA SECRETÁRIA DE ESTADO ADJUNTA E DA DEFESA NACIONAL BERTA DE MELO CABRAL 7º EIN Simpósio Internacional Ciberespaço: Liderança, Segurança e Defesa na Sociedade em Rede Lisboa, Academia Militar,

Leia mais

Iniciativas financeiras e fiscais para o Investimento, Crescimento e Emprego. Vítor Gaspar

Iniciativas financeiras e fiscais para o Investimento, Crescimento e Emprego. Vítor Gaspar Iniciativas financeiras e fiscais para o Investimento, Crescimento e Emprego Vítor Gaspar Lisboa, 23 de maio de 2013 Início de uma nova fase do processo de ajustamento 1ª fase: Prioridade na consolidação

Leia mais

A CRISE ENERGÉTICA E AS EMPRESAS DE ENERGIA DO FUTURO (*)

A CRISE ENERGÉTICA E AS EMPRESAS DE ENERGIA DO FUTURO (*) A CRISE ENERGÉTICA E AS EMPRESAS DE ENERGIA DO FUTURO (*) Enquanto o Brasil vinha insistindo em uma política energética privilegiando grandes usinas e extensas linhas de transmissão, cada vez mais distantes

Leia mais

República de Moçambique. Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico- Profissional (MCTESTP)

República de Moçambique. Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico- Profissional (MCTESTP) República de Moçambique Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico- Profissional (MCTESTP) Discurso de Sua Excelência Ministro da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Educação Técnico-Profissional

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL EM PORTUGAL REALIDADE OU FICÇÃO?

RESPONSABILIDADE SOCIAL EM PORTUGAL REALIDADE OU FICÇÃO? RESPONSABILIDADE SOCIAL EM PORTUGAL REALIDADE OU FICÇÃO? O mundo sindical tem tido várias reacções a este conceito, nem sempre favoráveis, sendo certo que deve haver consciência de que uma certa medida

Leia mais

POLÍTICA ANTI-CORRUPÇÃO. Política Anti-corrupção Versão 02 1/9

POLÍTICA ANTI-CORRUPÇÃO. Política Anti-corrupção Versão 02 1/9 POLÍTICA ANTI-CORRUPÇÃO Política Anti-corrupção Versão 02 1/9 RESUMO Resumo dos princípios fundamentais A Securitas acredita num mercado livre para a prestação dos seus serviços, e num ambiente competitivo

Leia mais