O Brasil e a colonização portuguesa (Contestação e a James Bryce) José Pires do Rio. Prefácio e notas de Gondin da Fonseca Livraria São José 1972

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O Brasil e a colonização portuguesa (Contestação e a James Bryce) José Pires do Rio. Prefácio e notas de Gondin da Fonseca Livraria São José 1972"

Transcrição

1 O Brasil e a colonização portuguesa (Contestação e a James Bryce) José Pires do Rio Prefácio e notas de Gondin da Fonseca Livraria São José 1972 James Bryce escreveu num livro coisas erradas sobre o Brasil e a este livro respondeu J. Pires do Rio com um ataque violento, embora não fosse homem de caráter agressivo, mas cordato, gentil e acolhedor e sempre humilde diante da Verdade. Alguns traços de sua personalidade lembravam-me Miguel de Unamuno. Certa ocasião, vindo da Alemanha para o Brasil, revoltado contra a ditadura de Hitler, passei por Salamanca (o Sud-Express parava ali, e ainda hoje para) antes de entrar em Vilar Formoso e seguir para Lisboa. Unamuno teve a bondade de me receber. Havia sofrido sérias perseguições do governo de Primo de Rivera, que o exilara para as Canárias. Das Canárias fora para a França e da França regressara a Salamanca depois da queda do ditador. Catedrático de grego, filólogo emérito, ensaísta, poeta, Keyserling considerava-o o espanhol mais importante depois de Goya. Eu pensava encontrar um homem-estátua, algo rígido, pouco sorridente. Nada disso! Nunca vi cérebro tão desarmado. Depois de trocarmos, ele idéias e eu palavras ocas, durante dez minutos, nossa conversa virou monólogo. Unamuno discorreu sobre diversos assuntos parecendo-me (curioso!) um pensador forte, mas terno e humilde. Quando falei no Correio da Manhã, acentuando sua humildade, vários colegas riram. Unamuno humilde? Aquele panfletário? Pois era. Tal qual J. Pires do Rio, por vezes aparentemente eriçado de espinhos. Se concebesse uma opinião firme, arraigada, sobre determinado assunto e, expondo-a a um interlocutor, ele lhe provasse que estava errado, imediatamente J. Pires depunha as armas. Aceitava com humildade a correção. Nada prova melhor a humildade de Unamuno do que as últimas palavras que escreveu em vida, alusivas a esta passagem dos Evangelhos, exposta melhor (bem melhor!) em Marcos (10,13-16) do que em Lucas e Mateus: Traziam (a Jesus) meninos, para que os abençoasse, mas os discípulos repreendiam os que lhos traziam. Jesus, vendo isto, indignou-se e disse-lhes: Deixai vir a mim os meninos e não os embaraceis, porque deles é o reino de Deus. Em verdade vos digo que qualquer que não receber o reino de Deus como menino, de maneira alguma entrará nele. E tomando-os nos braços, abençoou-os impondo-lhes as mãos. São uns versos, muito simples, mas de alta inspiração, os de Unamuno, escritos talvez no dia de sua morte: Agranda la puerta Padre por que no puedo pasar la hicistes para los niños yo he crescido a mi pesar. Si no me agrandas la puerta achícame por piedad vuélveme a la edad aquella em que vivir es somar. Traduzi-os assim: Alarga-me a porta, Pai, porque não posso passar. Fizeste-a para os meninos e eu cresci, a meu pesar. Se não me alargas a porta dá-me a graça de voltar àquela idade da infância em que viver é sonhar. Tanto J. Pires, como Unamuno, Lincoln, Voltaire, Carlyle, Courbet, Pasteur todos os grandes espíritos sempre se curvaram diante da Verdade. Escreve Voltaire na História de Carlos XII : nous aimons la verité; mais l ancien proverbe, toutes verités ne sont pás bonnes à dire, regarde surtout lês verités inutiles. Coubert aconselhava, na pintura, humildade diante do assunto. As provas de humildade de Pasteur transformaram-no, para mim, num santo. James Bryce, todavia, era, além de soberbo, teimoso como um jumento. Se porventura escrevesse uma vez, distraído, que o mar era cor-de-rosa e viesse depois alguém provar-lhe que não era,

2 atravessando, em sua companhia, para o convencer, o Atlântico inteiro, o Pacífico, o Mediterrâneo e o Oceano Índico, perdia o latim... Tenho opinião escrita sobre essa matéria; não posso desmentir-me. A cor dos mares que vi está errada. Erradíssima! Tal o sujeito que atacou o Brasil e que J. Pires desmantelou reduzindo a poeira, a zero, seus pretensiosos conceitos. O BRASIL E A COLONIZAÇÃO PORTUGUESA 1920 Contestação a James Bryce Por J. Pires do Rio No seu famoso volume South América (obra de observações e impressões de viagem), resume laconicamente James Bryce o que à pressa vislumbrou no Brasil durante rápidas horas de visita. Desembarcado do Rio da Prata, pulou de olhos fechados no cais de Santos, foi a São Paulo, rolou sacolejante na Estrada de Ferro Central com destino à estação D. Pedro II, subiu a serra de Petrópolis num trem especial da Estrada de Ferro Leopoldina, desceu a Entre - Rios, margeou o Paraíba, seguiu pelo ramal do Sumidouro e por Friburgo até Niterói, atravessou a baía de Guanabara e, refestelando-se num Pope, rumou pela Estrada Nova da Tijuca até à Cascatinha, para logo descer esbaforido e se enfiar num paquete da Royal Mail, zarpando para Londres com escalas na Bahia e em Pernambuco. Bryce condensa em breves páginas, conforme assinalamos (cinqüenta e quatro ao todo) os flagrantes dessa rápida excursão, colhidos de chofre, com os minutos cronometrados e de binóculo a girar assestado sobre montes e vales, num vertiginoso trajeto de turista da Agência Cook atacado de delírio ambulatório. Perde muito tempo na evocação poética do cenário contemplado na serra de Santos, no Vale do Paraíba, na Guanabara, na Estrada Nova da Tijuca, na subida de Petrópolis e de Friburgo. A cada passo lamenta não trazer consigo apetrechos de pintor para fixar tanta beleza, tamanha opulência de cores e de formas. Infelizmente, resume numa página escassa toda a geologia do Brasil, revelando ao mundo, estarrecido de tanta sabença, que o nosso planalto central se constitui de terrenos antigos, do clássico arqueano, dos mais velhos da terra. Dito isso, enleva-se na admiração de si mesmo. Viram a minha cultura enciclopédica? Eu sou Bryce o Visconde James Bryce. Ora, qualquer entendido em fatos econômicos do mundo moderno logo deduz que, somente após sério estudo geológico, poderia Bryce compreender o que fizemos e calcular o que fazemos. Na geologia e não no homem brasileiro ou na gente portuguesa iria descobrir as razões do nosso atraso de hoje e as esperanças do nosso futuro. Só a geologia da Inglaterra explica o seu poder atual, o vulto da sua indústria, sua influência na política do mundo, a grandeza do império britânico. Como seria a corte de Londres sem as hulheiras nacionais? Semelhante à corte da Romélia. Que razões dará James Bryce, irlandês de nascimento, para justificar a arrasante superioridade econômica da Inglaterra e do País de Gales sobre a Irlanda? Existe uma só: a ausência, nesta ilha misérrima, de opulentas jazidas carboníferas. Dos males brasileiros, Bryce acusa o português. E dos males da Irlanda? Acusará os celtas? Se os irlandeses fossem ricos de carvão-de-pedra, teriam imitado os americanos que, no século XVIII, se libertaram da metrópole sem qualquer processo de Home Rule. Não culpemos os celtas pela inferioridade industrial do seu país perante a Grã-Bretanha. Esta é, apenas, mais rica. E é porque, na época em que passamos a viver desde a invenção do coque siderúrgico, qualquer nação que possua hulha abundante, boa e barata, produz máquina e, transformando a manufatura em maquinofatura, enriquece, domina, dá leis. Might is right, segundo Carlyle. O inglês não realiza milagres: não é superior ao brasileiro, ao luso ou ao pobre Pat da Irlanda. Entretanto, ainda impera no mundo e não conheceu rival antes de surgirem a Alemanha e os Estados Unidos com os seus colossais altos-fornos. Érin, a paupérrima Érin, pátria de Bryce e de St. Patrick, pouco vale entre as nações, pouco vale na indústria, pouco vale no comércio mundial e nada vale no campo da política internacional. Por quê? Porque lhe falta carvão. Seria justo atribuir aos irlandeses, no Reino Unido, o papel que, no Brasil, Bryce atribui aos colonizadores portugueses? Porventura são os portugueses culpados da ausência de excelentes carvões no Brasil? E será porventura James Bryce, de cujo nascimento a cidade de Belfast se orgulha, o responsável pela pobreza carbonífera da Irlanda? Ele ou os seus patrícios de ontem e de hoje? O grande autor do livro The American Commonwealth (escrito aos cinqüenta anos de idade, no pleno vigor das suas faculdades espirituais) não honram essas páginas de pífio repórter, que ora registra as impressões divulgadas sobre a nossa gente, as nossas instituições, a nossa história e o nosso futuro. Das cinqüenta e quatro páginas que o Brasil lhe inspira, quatro são de lágrimas piedosas, trinta de lirismo paisagístico e vinte de crítica histórica, política e econômica, sobre Cabral, os bandeirantes, D. João VI, D. Pedro I, D. Pedro II, a escravatura negra, o 15 de novembro de 1889, o Barão do Rio Branco, etc., etc. Falta a James Bryce, apesar da sua imensa cultura livresca, espírito positivo orientado por sólidos conhecimentos científicos, para poder abarcar de um golpe a face da terra, compreender os diversos países

3 e julgar, sem leviandade, o homem e o meio em que vive. James Bryce não viu (nem deles fala!) os cafezais de São Paulo. Julga os bandeirantes fruto exclusivo do cruzamento de portugueses e de índias e entusiasma-se gratuitamente, ignorando que eles foram, em boa parte, portugueses ou filhos brancos de portugueses. Não alude aos canaviais de Pernambuco e da Bahia, obra de espantoso alcance econômico que devemos ao generoso e incansável braço africano. Turista desatento. Não assistiu à luta titânica do brasileiro nordestino contra a terra ingrata. Fala do futuro da borracha com ares de Isaías, de profeta bíblico, sem a mínima idéia do trabalho extenuante do homem da Amazônia, onde as terras estão todas senhoreadas e afogadas de água, conforme escreve o Padre Antonio Vieira na sua História do Futuro (Segunda Secção, n. 278). Leu algures uma falsa descrição do Brasil árido que supõe existir no interior de Minas, nos confins de São Paulo, no Paraná ou em Santa Catarina... Que Deus lhe perdoe! Viu altas serranias no litoral sem perceber a dificuldade do seu acesso, o mérito do colonizador português e do homem brasileiro na conquista do planalto. Atribui apenas aos ingleses a eficiência da São Paulo Railway, esquecendo-se dos operários dela, que não são ingleses, e dos que suam nos cafezais para o serviço de juro e amortização do capital ali empregado. Não compara o inglês da Great Western e da Estrada de Ferro Leopoldina ao da São Paulo Railway, este aclamado, aquele vituperado. Subindo a serra de Petrópolis, delira banhado de enlevo no deslumbramento da natureza agreste, recitando mentalmente o God save the King, não Erin, oh Erin do seu compatriota Thomas Moore. Observa que só nas várzeas existe agricultura, mas elogia, teimoso, a fertilidade da montanha. Um fato lhe desperta a atenção: na Europa e nos Estados Unidos as matas não são híbridas: constituem-se de árvores de duas ou três espécies quando muito. Isso lhe parece mesquinho, artificial. No Brasil, dentro de um círculo de oitenta jardas de raio, ele vê, pasmado, oitenta e cem árvores diversas, embaralhadas num cipoal impenetrável de ervas, de espinhos, de lianas. Esta circunstância, horrivelmente desvantajosa em matéria de botânica econômica, estonteia-o, maravilha-o. Que riqueza! Cai no ditirambo. E decompõe o colonizador português que não viu aquela opulência, aquele Eldorado. São de poeta violeiro os olhos de James Bryce: não de economista, de observador instruído. Talvez que, examinando o aflitivo atraso da sua Irlanda, ele se revele mais teólogo protestante, mais jurista, político e diplomata, mais John Bull, enfim, do que propriamente Pat, filho de Belfast. Com arroubos de poeta ou de teólogo, não se explicam a metalurgia do ferro, a construção de máquinas a vapor para o movimento de fábricas, de locomotivas e de navios. Bryce renega a Irlanda, sua pátria, para se revelar hidrofobamente inglês. Isso escandaliza, quando se nota o desdém sistemático desse alpinista do monte Ararat, feito visconde pela Rainha Vitória (Visconde de Bryce) ao aludir à colonização portuguesa do Brasil, formidável, insuperável. Pesa-lhe não haverem os ingleses ocupado todas as terras novas. Ainda que o poeta Guerra Junqueiro se conformasse com tal sentimento do Visconde, pensamos que, no Brasil, os portugueses demonstraram muito maior sabedoria política do que os britânicos em qualquer parte do mundo. Criaram com felicidade esta nação de que nos orgulhamos apesar de todas as deficiências dela, filhas do clima e da terra, não da incapacidade dos seus habitantes. Nada mais insensato do que um indivíduo lamentar-se da própria origem. Temos de cumprir nosso destino, de trabalhar dignamente. Nascidos no Brasil, filhos de portugueses, de índios, de negros, de italianos, de alemães, de espanhóis, havemos de ser brasileiros, de formar um grande povo, uma grande nação, que se imporá ao respeito das outras, senão pela sua riqueza (corolário de condições cósmicas) pela sua civilização política, pela moral de seus habitantes, pelo idealismo humanitário de seus dirigentes. A pátria brasileira, filha do caldeamento de portugueses, espanhóis, polacos, sírios, japoneses etc., pagou à humanidade o tributo de haver incorporado à sua civilização elementos aborígines e alguns milhares de bárbaros da África. Negar a valiosa colaboração dos negros e dos índios na formação da nacionalidade brasileira é pensamento que poderia ocorrer ao Visconde: não a nós. Pouco importa que esse observador racista opine haver entre nós mais negros e índios do que há; responderemos que a incorporação de índios e negros à grande família pátria é para nós motivo de orgulho e não de vergonha. Vergonha será pensar o contrário. Esclarece-nos a jactanciosa leviandade com que, em páginas apressadas, James Bryce pretende lecionar o mundo sobre a terra e a gente de uma república de trinta milhões de habitantes, há mais de um século independente, onde o progresso tem sido até hoje, o corolário da ordem. Prostestamos por se arvorar em juiz do trabalho brasileiro este publicista famoso, mas ignorante da nossa geografia, da nossa geologia, dos nossos esforços industriais, da nossa história econômica e das nossas possibilidades de êxito no comércio internacional. Por que não fazem os ingleses, das suas Bahamas, da sua Nova Zelândia ou da sua Austrália, qualquer coisa parecida com os Estados Unidos? Por que não se transforma a Guiana Inglesa numa república semelhante à Bélgica, se tem superfície muito maior? Por que motivo a Irlanda foi país de população decrescente durante toda a segunda metade do século passado, justamente quando a população da Grã-Bretanha aumentava? Apesar de nascido quando a máquina a vapor criava a locomotiva, depois de haver impulsionado navios e fábricas, James Bryce parece não ter percebido que o mérito do progresso metalúrgico inglês não provém do inglês, mas dos recursos de que ele dispõe na sua terra. Não somos nós brasileiros que

4 proclamamos essa verdade, mas um sábio eminente, contemporâneo de Bryce, e mais britânico do que ele, por ser de Liverpool e não de Belfast. Ao tempo em que Bryce folheava cartapácios bolorentos, para escrever The Hole Roman Empire, o genial Stanley Jevons ( ) estudava matemática e história natural para escrever a sua primeira obra: The Principles of Sciences, depois da qual vieram outras, numa sucessão brilhante, que dele fizeram, falecido antes dos cinqüenta anos, vulto bem maior, na história do pensamento humano, do que Bryce jamais conseguirá ser ainda que passe de octogenário a rival de Matusalém... Os simples títulos dos trabalhos de Stanley revelam a orientação positiva de sua cultura: Theory of Political Economy, The State in relation to Labour, Investigations in Currency and Finance, Fragmento f a Treatise on the Industrial Mechanism of Society and other Papers, Primer on Political Economy, The Coal Question, Fall in the value of Gold, Money and Mechanism of Exchange. Do mesmo elevado nível intelectual desses trabalhos econômicos, em que Stanley Jevons revela a grandeza do seu espírito, são as suas obras sobre questões filosóficas: Purê Logic, The substitution of Similars, The Logic of Quality apart from Quantity, Studies in Deductive Logic, além de um sem- número de artigos sobre os assuntos da época, publicados de 1860 em diante pela famosa Contemporany Review, de Londres. O eminente professor de Economia Política da Universidade de Cambridge, Alfred Marshall, autor do compêndio hoje mais lido na Inglaterra, Principles of Economics, obra clássica de autoridade universal, escrevendo sobre o trabalho de Stanley Jevons em matéria de economia política, ensina que ninguém nestes últimos cem anos, exceto David Ricardo ( ) teve igual força construtiva. Pois bem: confiamos a Stanley Jevons, inglês de espírito positivo, o fácil encargo de corrigir James Bryce quando ele afirma a propósito do Brasil: Not even the great North American republic has territory at once so large and so productive. Não nos parece sério que um homem velho, da estatura mundial de Bryce, afirme na Grã- Bretanha que viu na América do Sul um Brasil de terras mais opulentas que as dos Estados Unidos. Então ele ignora sermos país tropical, paupérrimo de carvão, matéria-prima de todas as indústrias? Ignora que os Estados Unidos possuem combustível abundante e ótimo, antracitos na Pensilvânia, hulheiras inesgotáveis ao sul dos Grandes Lagos? Pois não basta o fato de produzirem milhares de vezes mais carvão do que o Brasil e bom carvão para se ver que não pode a nossa capacidade industrial equiparar-se à deles? Eis o que o professor M. B. Hammond, da Universidade de Ohio, publica em The Quarterly Journal of Economics, a propósito de um trabalho de uma comissão federal, nomeada para estudar a situação da indústria carbonífera nos Estados Unidos: It is as nearly sixty years since that acute thinker and brilliant economic writer, Stanley Jevons, called the attention of the British nation to the importance of coal as a basis for Britain s prosperity, and made the Cassandra-like prediction taht the slow but steady exhaustion of her coal supply spelled the down fall of England s primacy among the industrial nations. Since Jevons, the time of the industrial leadership among nations has, indeed, passed from Great Britain to the United States. But the foundation of leadership has not changed. Aí tem o Sr. Bryce, claramente explicada pelo professor M. B. Hammond, da Universidade de Ohio, discípulo de Jevons, a razão da grandeza britânica, da sua influência moral e intelectual no mundo moderno. Mais do que historiador, jurista, político e diplomata, Jevons era um físico, um químico, um economista e um moralista. Diferia grandemente, a sua esclarecida mentalidade, da mentalidade aérea, nebulosa de James Bryce; por isso é que, no Brasil, Bryce tudo procura explicar por não sermos colônia da Inglaterra e por haver, na formação do nosso povo, muito elemento africano. Sobre geologia econômica, o Visconde de Sua Majestade conserva-se em estado de graça. Dele é o reino dos céus! Ouviu dizer que nossos terrenos são muito antigos... E logo deduziu, no escuro, fantasias mirabolantes. Carece de cultura semelhante à de Stanley Jevons para divisar, através de um mapa geológico, o aspecto econômico de um país. Falta-lhe, em ciência positiva, o que lhe sobre em sabedoria de almanaque... Infelizmente, não será James Bryce o último estadista estrangeiro a passar em disparada pelo Brasil, munido de um binóculo e de um guia da Agência Cook, para escrever temerariamente sobre nós coisas desagradáveis e injustas, com profunda ignorância do que somos no terreno dos fatos econômicos. Notas de Gondin da Fonseca J. Pires do Rio 1920 Uma dádiva de amigo Este trabalho de J. Pires do Rio foi escrito em 1920, mas ele guardou-o inédito e sem retoques, porque exercia então o cargo de Ministro da Viação e Obras Públicas no governo Epitácio. Tendo James Bryce falecido em 1922, pareceu-lhe que melhor seria deixá-lo esquecido. Aconteceu, porém, que, em 1924, Paulo Hasslocher lhe pediu qualquer coisa para a sua revista A, B, C, de pequena tiragem e ele então lhe remeteu (pouco alterando) o que escrevera anos antes sobre Bryce. Tempos mais tarde, em 1949, deu-mo, cuidadosamente revisto, na sua péssima caligrafia, antes de partir para a Índia, onde morreu. Testemunharam esse fato o Dr. Paulo de Faria, secretário de J. Pires do Rio e o seu maior amigo, além de J. Serpa, já falecido. Faça deste meu artigo o que quiser. Ofereço-lho. É seu.

5 Foram as últimas palavras que ouvi de J. Pires. Cheio de afazeres nessa época, limitei-me a lê-lo e a guardá-lo. A 22 de julho de 1951, Paulo de Faria publicou um belo artigo no Jornal do Comércio, transcrevendo parte deste trabalho sobre o livro de James Bryce, South América, que adquirira êxito mundial mas cingindo-se ao texto infiel publicado em 1924 no A.B.C.. Só agora dou o texto revisto penitenciando-me do atraso com que o faço. Mea culpa, mea culpa, mea máxima culpa. Julgo preciocíssimos os conceitos de J. Pires do Rio, porque explicam o derrotismo de Eça de Queiroz, de Ramalho Ortigão, de Guerra Junqueiro, de Oliveira Martins, de Fialho de Almeida e mais ou menos de todos os escritores latinos da Europa de , que não compreendiam o motivo de prosperidade da Inglaterra e da Alemanha, atribuindo aos homens o que era devido à geologia. Holandeses e portugueses Para os que pensam que a colonização holandesa seria mais proveitosa ao Brasil do que a de Portugal, aconselho a leitura de um trabalho de Raymond Guillard Le riz éternelle faim de l Asie, publicado em janeiro de 1969 no conhecido mensário francês de cultura histórica Miroir de l Histoire. Escreve o famoso ensaísta: Na Indonésia, podem ligar-se à história do arroz certos aspectos da ocupação holandesa, tais como as medidas que, nos meados do século XIX, ali tomou Van den Bosch, delegado do governo de Haia. Constituem tais medidas o mais nítido exemplo de exploração de um povo colonizado por um país europeu. Enquanto as populações autóctones eram metodicamente dizimadas pela fome (graças às exações dos potentatos nativos e das calamidades naturais) Van den Bosch decretava que cada aldeia cedesse ao governo holandês a quinta parte das suas terras baixas (as melhores) e que cada homem adulto lhe fornecesse gratuitamente a quinta parte do seu trabalho (de 60 a 70 dias por ano). Nas terras expropriadas, o arroz foi substituído por culturas de exportação, culturas essas de propriedade integral da potência colonizadora. Assim, passou a Holanda a receber, de graça, carregamentos de café, de açúcar, de anil, de fumo o que lhe permitiu amortizar a dívida pública e organizar o país. As conseqüências deste sistema desumano atingiram o inconcebível. Sucederam-se fomes devastadoras, tanto mais que a falta de arroz coincidia com forte expansão demográfica, pois os povos sub-alimentados são prolíficos. Manteve-se durante cinqüenta anos o sistema de Van den Bosch, que só progressivamente decaiu, sob pressão de dois fatores atuantes no mesmo sentido: o desenvolvimento da navegação a vapor que aproximou a Indonésia da Europa e as corajosas campanhas de informação de um pastor protestante e de um funcionário holandês da própria Indonésia. Em nossa terra, a Companhia Holandesa das Índias Ocidentais veio atraída pelo pau-brasil e pelas plantações de fumo e açúcar, disposta igualmente a matar o povo à fome para se enriquecer no comércio exportador. Aconteceu, porém, que já havia, entre nós, no século XVII, um sentido de nacionalidade, de pátria, fomentado pelos portugueses. Vendo-nos espoliados, incendiamos tudo. Por toda a parte surgiam os bandos, e exatamente onde menos se supunha que aparecessem. A sua passagem era assinalada por fazendas arrasadas, engenhos de açúcar e canaviais lançados em chamas. Queixa-se um dos saqueadores: Como uma caudal de fogo, atravessa precipitadamente a terra essa gente brutal (Hermann Waetjen in O Domínio Colonial Holandês no Brasil, cap. II). Desenvolvemos com eletrônica eficiência a guerra de guerrilhas e, unindo-nos todos (mazombos, índios, pretos, caribocas, portugueses), acabamos derrotando os invasores, definitivamente, na segunda batalha dos Guararapes, onde, com dois mil homens armados, matamos mais de dois mil e quinhentos holandeses (ver nota de Rodolfo Garcia à última edição da História do Brasil de Varnhagen, 3. vol., pág. 135/8). Sobre Calabar, é esta a opinião insuspeitável de Barleaus: Dominico Calabari, qui Lusitanus, cum a Regiis partibus ad nos descivissit, in arce captus, strangulatusque, jugulo defectionem expiavit, & dissectus artus infidelitatis ac miseriae suae testis ad spectaculum reliquit ( Rerum per octennium in Brasília, Amsterdam, 1670, pág. 62). Que os calabaristas contestem Barlaeus (Caspar von Baerle), historiador contemporâneo do governo de Maurício de Nassau. Mas que diz ele no seu latinório? Estou em jejum! Traduza-o no seu caçange. Traduzirei, leitor, Barleus ( ) vem-se referindo com mágua a Sebastião do Souto, espia nosso, muito argucioso e bravo, que se misturou aos holandeses e os ludibriou causando-lhes danos tremendos. Mais tarde Matias de Albuquerque o promoveu a alferes, depois a capitão, e a corte de Lisboa, ainda sob Filipe IV, o nobilitou concedendo-lhe foro de fidalgo. A seguir o historiador alude a Calabar, dando-o como português (embora mameluco) porque o Brasil era português. Nunca mais o cita na sua extensa obra. Consultei a edição de 1670, mas a primeira é de Pondo-lhe o latim em ordem mais ou menos direta, temos isto: Quanto a Domingos Calabar, português, que traiu a nosso favor contra o partido do Rei, aprisionado numa fortaleza, expiou a deserção enforcado e estrangulado e, cortando-se-lhe os

6 membros (esquartejado), ficou exposto (reliquit ad spetaculum) em testemunho das suas infidelidades e misérias. Retrocesso holandês Francisco Adolfo de Varnhagen escreveu com pena de pato mal aparada um cronicão a que deu o nome excessivo de História Geral do Brasil. Homem trabalhador, mas pouco favorecido de inteligência, nunca soube, na verdade, o que era história. Em 1810, seu pai, o alemão Frederico Luís Guilherme de Varnhagen foi, em má hora, designado pelo Conde de Linhares para dirigir a fábrica de ferro de Ipanema, em Sorocaba. Transcorreram dez anos. Tudo ali era balbúrdia... Aconselhado,então, pediu pelo seu primeiro ministro Tomás Antonio de Vila Nova Portugal, D. João VI mandou José Bonifácio fiscalizar tal fábrica, pois o sabia competente na matéria. José Bonifácio foi e, depois de investigar aquele caos minuciosamente (como sempre fazia) redigiu uma longa Memória que enviou ao Rei e que só apareceu publicada em 1936 pelo Rodolfo Garcia no tomo V da História Geral do Brasil, de Varnhagen, reeditada pela Companhia Melhoramentos de São Paulo. Conservou-se inédita (esclarece Rodolfo Garcia) na Biblioteca Nacional, secção de Manuscritos, Cod. I-28, 25, 13. Que falta grave! Uma patifaria histórica imperdoável! Calógeras escreveu sobre tal Memória, porém não a viu. ( Suas palavras seriam, talvez de Capistrano de Abreu, que lhe servia de mentor literário.) Nessa catilinária que não encontro transcrita pelo benemérito Edgard de Cerqueira Falcão nas Obras científicas, políticas e sociais de José Bonifácio de Andrada e Silva ( sem colofon) o Patriarca põe a nu a péssima administração do teutônico Varnhagen, sua ignorância maciça, acusa-o de escravocrata (pecado que não perdoava a ninguém) e termina: Tenho concluído esta pequena Memória, e queira o Céu que ela possa concorrer para se evitarem erros para o futuro e se por um freio forte a tantos abusos e ladroeiras. Tais palavras candentes, mas justas, é que levaram o cronista Francisco Adolfo de Varnhagen a depreciar, sempre, a figura excelsa, homérica, de José Bonifácio. Não lhe perdoou a demissão do pai ocorrida em Como o caipira de São Paulo, muito patriota e destemido, sempre se manifestou contra o domínio holandês no Brasil, o remisso Varnhagen sempre se manifestou a favor de tal domínio. Achava um sistema de governo de virtudes insuperáveis, o de Maurício de Nassau. Na sua esteira, proclamaram-se pró-holandeses Joaquim Nabuco, Oliveira Lima, João Ribeiro, Gilberto Freire, etc. Recentemente, porém, o culto e distinto professor Mário Neme desabou essa lenda, de maneira definitiva, com seu belo trabalho Fórmulas Políticas do Brasil Holandês, editado pela Universidade de São Paulo. Depois de analisar com sabedoria e método a administração batava no Brasil, em livro de 257 páginas de clara exposição e vasta cultura, profere Neme esta sentença inapelável: Os portugueses de Pernambuco apresentavam sobre os invasores a vantagem da nacionalidade; a vantagem de estarem integrados numa sociedade regulada por leis institucionais e leis codificadas, como o eram as Ordenações do Reino: a vantagem de terem os seus direitos individuais e coletivos resguardados por já antiga tradição legalista e defendidos por tribunais de várias instâncias, entrosados numa hierarquia de funções e competências realmente notável, para a época, como organização judiciária; a vantagem de gozarem de liberdade de comércio, de tráfego, de locomoção, de comunicação, tão ampla quanto o poderia ser no caso de uma colônia: a vantagem de serem súditos de uma monarquia que muito se distinguia como pessoa moral da Companhia de capitalistas que assumira as funções de Estado. Por todos esses aspectos, e ainda por outros igualmente decisivos, os holandeses representavam um retrocesso, um passo atrás na marcha das conquistas liberais dos povos do Ocidente no século XVII. Quem era meiro James Bryce nasceu em Belfast, na Irlanda, em 1838 e morreu em 1922, quando eu já completara 23 anos. Estudou, como todo o vitoriano rico desses tempos longínquos, numa daquelas universidades famosas, de onde geralmente (ainda hoje) o aluno sai pedante e analfabeto: Cambridge e Oxford. Ele cursou o Trinity College, de Oxford. Escreveu em 1864 um livro que pouco vale, The Holy Roman Empire, mas que se leu. Já em 1922 ninguém o compraria nem a peso, como papel velho. Sua melhor obra The American Commonwealth apareceu em Publicou, ainda, Studies in History and Jurisprudence uma droga e também subiu ao monte Ararat, isto em 1876, para ver se ali encontrava algum vestígio das sandálias de Noé. Que ca-pa-ci-da-de! No ano seguinte saiu-se com um livro: Transcaucasia and Ararat. Diante de tanta sabedoria, Sua Graciosa Majestade, a Rainha Vitória, fé-lo visconde. Uma injustiça. Devia fazê-lo marquês, pelo menos... Acredito que sua última obra tenha sido esta a que J. Pires se refere: South América. Bryce morreu pouco depois. Lá está, no limbo, onde repousam os inocentes...

Bíblia para crianças. apresenta O SÁBIO REI

Bíblia para crianças. apresenta O SÁBIO REI Bíblia para crianças apresenta O SÁBIO REI SALOMÃO Escrito por: Edward Hughes Ilustradopor:Lazarus Adaptado por: Ruth Klassen O texto bíblico desta história é extraído ou adaptado da Bíblia na Linguagem

Leia mais

AS INVASÕES FRANCESAS

AS INVASÕES FRANCESAS AS INVASÕES FRANCESAS 2ª invasão 1612 Maranhão Fundação da França Equinocial e a Cidade de São Luís Comandante Daniel de La Touche Obs: esse período Portugal passava para domínio espanhol 1ª invasão Rio

Leia mais

FEB EADE - Livro III - Módulo II Roteiro 2 A autoridade de Jesus

FEB EADE - Livro III - Módulo II Roteiro 2 A autoridade de Jesus OBJETIVOS 1) Analisar em que se resume a autoridade do Cristo. 2) Esclarecer como o Espiritismo explica essa autoridade. IDEIAS PRINCIPAIS 1) Sob a autoridade moral do Cristo, somos guiados na busca pela

Leia mais

1ª Carta de João. A Palavra da Vida. Deus é luz. Nós somos pecadores. Cristo, nosso defensor junto a Deus

1ª Carta de João. A Palavra da Vida. Deus é luz. Nós somos pecadores. Cristo, nosso defensor junto a Deus 1ª Carta de João A Palavra da Vida 1 1 O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que contemplamos e o que as nossas mãos apalparam da Palavra da Vida 2 vida esta que

Leia mais

Naquela ocasião Jesus disse: "Eu te louvo, Pai, Senhor dos céus e da terra, porque escondeste estas coisas dos sábios e cultos, e as revelaste aos

Naquela ocasião Jesus disse: Eu te louvo, Pai, Senhor dos céus e da terra, porque escondeste estas coisas dos sábios e cultos, e as revelaste aos As coisas encobertas pertencem ao Senhor, ao nosso Deus, mas as reveladas pertencem a nós e aos nossos filhos para sempre, para que sigamos todas as palavras desta lei. Deuteronômio 29.29 Naquela ocasião

Leia mais

CADERNO DE ATIVIDADES. História

CADERNO DE ATIVIDADES. História COLÉGIO ARNALDO 2015 CADERNO DE ATIVIDADES História Aluno (a): 4º ano: Turma: Professor (a): Valor: 20 pontos Conteúdo de Recuperação O que é História. Identificar a História como ciência. Reconhecer que

Leia mais

Memórias de um Brasil holandês. 1. Responda: a) Qual é o período da história do Brasil retratado nesta canção?

Memórias de um Brasil holandês. 1. Responda: a) Qual é o período da história do Brasil retratado nesta canção? Material elaborado pelo Ético Sistema de Ensino Ensino fundamental Publicado em 2012 Prova bimestral 3 o Bimestre 4 o ano história Data: / / Nível: Escola: Nome: Memórias de um Brasil holandês Nessa terra

Leia mais

Fui, não: fui e sou. Não mudei a esse respeito. Sou anarquista.

Fui, não: fui e sou. Não mudei a esse respeito. Sou anarquista. Tínhamos acabado de jantar. Defronte de mim o meu amigo, o banqueiro, grande comerciante e açambarcador notável, fumava como quem não pensa. A conversa, que fora amortecendo, jazia morta entre nós. Procurei

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 6. EDUCAÇÃO E CULTURA Senhor Reitor:

Leia mais

Bíblia Sagrada N o v o T e s t a m e n t o P r i m e i r a E p í s t o l a d e S ã o J o ã o virtualbooks.com.br 1

Bíblia Sagrada N o v o T e s t a m e n t o P r i m e i r a E p í s t o l a d e S ã o J o ã o virtualbooks.com.br 1 Bíblia Sagrada Novo Testamento Primeira Epístola de São João virtualbooks.com.br 1 Capítulo 1 1 O que era desde o princípio, o que temos ouvido, o que temos visto com os nossos olhos, o que temos contemplado

Leia mais

Roteiro 3 João Batista, o precursor

Roteiro 3 João Batista, o precursor FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita Livro 1 Cristianismo e Espiritismo Módulo II O Cristianismo Roteiro 3 João Batista, o precursor Objetivo Identificar a missão de João

Leia mais

Os Domínios Estrangeiros sobre o Brasil Colonial

Os Domínios Estrangeiros sobre o Brasil Colonial Os Domínios Estrangeiros sobre o Brasil Colonial Franceses, Ingleses e Holandeses Prof. Alan Carlos Ghedini O princípio: competição nos mares Portugal e Espanha chegaram primeiro à corrida das Grandes

Leia mais

CRISTO EM TI A MANIFESTAÇÃO DA GLÓRIA

CRISTO EM TI A MANIFESTAÇÃO DA GLÓRIA CRISTO EM TI A MANIFESTAÇÃO DA GLÓRIA INTRODUÇÃO Irmãos! A bíblia nos ensina que Deus nos chama a realizar, a ser, a conhecer e a alcançar muitas coisas, tais como, realizar a obra de Deus, a ser santos,

Leia mais

TEMA F.1 O IMPÉRIO PORTUGUÊS E A CONCORRÊNCIA INTERNACIONAL

TEMA F.1 O IMPÉRIO PORTUGUÊS E A CONCORRÊNCIA INTERNACIONAL TEMA F.1 O IMPÉRIO PORTUGUÊS E A CONCORRÊNCIA INTERNACIONAL A partir de meados do séc. XVI, o Império Português do Oriente entrou em crise. Que fatores contribuíram para essa crise? Recuperação das rotas

Leia mais

A Palavra de Deus. - É na Palavra de Deus que o homem encontra o conhecimento a respeito da Vida, de onde viemos e onde vamos viver a eternidade.

A Palavra de Deus. - É na Palavra de Deus que o homem encontra o conhecimento a respeito da Vida, de onde viemos e onde vamos viver a eternidade. A Palavra de Deus 2 Timóteo 3:16-17 Pois toda a Escritura Sagrada é inspirada por Deus e é útil para ensinar a verdade, condenar o erro, corrigir as faltas e ensinar a maneira certa de viver. 17 E isso

Leia mais

7 E o Espírito é o que dá testemunho, porque o Espírito é a verdade. 8 Porque três são os que dão testemunho: o Espírito, e a água, e o sangue; e

7 E o Espírito é o que dá testemunho, porque o Espírito é a verdade. 8 Porque três são os que dão testemunho: o Espírito, e a água, e o sangue; e I João 1 1 O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que contemplamos e as nossas mãos apalparam, a respeito do Verbo da vida 2 (pois a vida foi manifestada, e nós

Leia mais

EUROPA BRASIL SÉCULO XIX AMÉRICA O BRASIL NO FINAL DO SÉCULO XVIII SÉCULO XVIII FINAL DA IDADE MODERNA

EUROPA BRASIL SÉCULO XIX AMÉRICA O BRASIL NO FINAL DO SÉCULO XVIII SÉCULO XVIII FINAL DA IDADE MODERNA O BRASIL NO FINAL DO SÉCULO XVIII SÉCULO XVIII FINAL DA IDADE MODERNA EUROPA Expansão dos Ideais Iluministas Revolução Francesa Fim do Antigo regime Ascensão da Burguesia ao poder Revolução Industrial

Leia mais

728DD62502. Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados,

728DD62502. Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, Discurso pronunciado pelo Deputado João Mendes de Jesus S/PARTIDO em 09/08/2005 Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, Antes de me reportar aos senhores quero lembrar que a Igreja Universal

Leia mais

RESUMO PARA RECUPERAÇÃO 2º TRIMESTRE

RESUMO PARA RECUPERAÇÃO 2º TRIMESTRE RESUMO PARA RECUPERAÇÃO 2º TRIMESTRE Conceitos Diversos Estado É uma organização políticoadministrativa da sociedade. Estado-nação - Quando um território delimitado é composto de um governo e uma população

Leia mais

Para gostar de pensar

Para gostar de pensar Rosângela Trajano Para gostar de pensar Volume III - 3º ano Para gostar de pensar (Filosofia para crianças) Volume III 3º ano Para gostar de pensar Filosofia para crianças Volume III 3º ano Projeto editorial

Leia mais

OITAVO ANO ESINO FUNDAMENTAL II PROFESSORA: ROSE LIMA

OITAVO ANO ESINO FUNDAMENTAL II PROFESSORA: ROSE LIMA OITAVO ANO ESINO FUNDAMENTAL II PROFESSORA: ROSE LIMA http://plataformabrioli.xpg.uol.com.br/historiaresumo/2ano/epopeialusitana.pdf http://blog.msmacom.com.br/familia-real-portuguesa-quem-e-quem-na-monarquia/

Leia mais

1ª Leitura - Ex 17,3-7

1ª Leitura - Ex 17,3-7 1ª Leitura - Ex 17,3-7 Dá-nos água para beber! Leitura do Livro do Êxodo 17,3-7 Naqueles dias: 3 O povo, sedento de água, murmurava contra Moisés e dizia: 'Por que nos fizeste sair do Egito? Foi para nos

Leia mais

A CRIAÇÃO DO MUNDO-PARTE II

A CRIAÇÃO DO MUNDO-PARTE II Meditação Crianças de 10 a 11 anos NOME: DATA: 03/03/2013 PROFESSORA: A CRIAÇÃO DO MUNDO-PARTE II Versículos para decorar: 1 - O Espírito de Deus me fez; o sopro do Todo-poderoso me dá vida. (Jó 33:4)

Leia mais

Os encontros de Jesus. sede de Deus

Os encontros de Jesus. sede de Deus Os encontros de Jesus 1 Jo 4 sede de Deus 5 Ele chegou a uma cidade da Samaria, chamada Sicar, que ficava perto das terras que Jacó tinha dado ao seu filho José. 6 Ali ficava o poço de Jacó. Era mais ou

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca INAUGURAÇÃO DA NOVA CIDADE DE CANINDÉ

Leia mais

OCUPAÇÕES E MISSÕES DOS ESPÍRITOS

OCUPAÇÕES E MISSÕES DOS ESPÍRITOS O LIVRO DOS ESPÍRITOS CAPÍTULO 10 OCUPAÇÕES E MISSÕES DOS ESPÍRITOS 558 Os Espíritos fazem outra coisa além de se aperfeiçoar individualmente? Eles concorrem para a harmonia do universo ao executar os

Leia mais

Lucas 9.51-50. Aproximando-se o tempo em que seria elevado aos céus, Jesus partiu resolutamente em direção a Jerusalém.

Lucas 9.51-50. Aproximando-se o tempo em que seria elevado aos céus, Jesus partiu resolutamente em direção a Jerusalém. Lucas 9.51-50 51 Aproximando-se o tempo em que seria elevado aos céus, Jesus partiu resolutamente em direção a Jerusalém. 52 E enviou mensageiros à sua frente. Indo estes, entraram num povoado samaritano

Leia mais

O QUE E A IGREJA ESQUECEU

O QUE E A IGREJA ESQUECEU 51. Aproximando-se o tempo em que seria elevado aos céus, Jesus partiu resolutamente em direção a Jerusalém. 52. E enviou mensageiros à sua frente. Indo estes, entraram num povoado samaritano para lhe

Leia mais

DAVI, O REI (PARTE 1)

DAVI, O REI (PARTE 1) Bíblia para crianças apresenta DAVI, O REI (PARTE 1) Escrito por: Edward Hughes Ilustradopor:Lazarus Adaptado por: Ruth Klassen O texto bíblico desta história é extraído ou adaptado da Bíblia na Linguagem

Leia mais

No princípio era aquele que é a Palavra... João 1.1 UMA IGREJA COM PROPÓSITOS. Pr. Cristiano Nickel Junior

No princípio era aquele que é a Palavra... João 1.1 UMA IGREJA COM PROPÓSITOS. Pr. Cristiano Nickel Junior No princípio era aquele que é a Palavra... João 1.1 UMA IGREJA COM PROPÓSITOS Pr. Cristiano Nickel Junior O propósito é que a Igreja seja um exército com bandeiras Martyn Lloyd-Jones No princípio era aquele

Leia mais

MAHATMA GANDHI. Cronologia

MAHATMA GANDHI. Cronologia Cronologia 1869 Data de nascimento de Gandhi 1888 1891 Estudou direito em Londres 1893 1914 Período em que viveu na África do Sul 1920 Lutou pelo boicote aos produtos ingleses 1930 Campanhas de desobediência

Leia mais

Chantilly, 17 de outubro de 2020.

Chantilly, 17 de outubro de 2020. Chantilly, 17 de outubro de 2020. Capítulo 1. Há algo de errado acontecendo nos arredores dessa pequena cidade francesa. Avilly foi completamente afetada. É estranho descrever a situação, pois não encontro

Leia mais

Lição 10 Batismo Mergulhando em Jesus

Lição 10 Batismo Mergulhando em Jesus Ensino - Ensino 11 - Anos 11 Anos Lição 10 Batismo Mergulhando em Jesus História Bíblica: Mateus 3:13 a 17; Marcos 1:9 a 11; Lucas 3:21 a 22 João Batista estava no rio Jordão batizando as pessoas que queriam

Leia mais

Economia e Sociedade Açucareira. Alan

Economia e Sociedade Açucareira. Alan Economia e Sociedade Açucareira Alan Características coloniais gerais Colônia de exploração Existência de Pacto Colonial Monopólio Economia de exportação de produtos tropicais Natureza predatória extrativista,

Leia mais

A Bíblia afirma que Jesus é Deus

A Bíblia afirma que Jesus é Deus A Bíblia afirma que Jesus é Deus Há pessoas (inclusive grupos religiosos) que entendem que Jesus foi apenas um grande homem, um mestre maravilhoso e um grande profeta. Mas a Bíblia nos ensina que Jesus

Leia mais

NOS@EUROPE. O Desafio da Recuperação Económica e Financeira. Prova de Texto. Nome da Equipa GMR2012

NOS@EUROPE. O Desafio da Recuperação Económica e Financeira. Prova de Texto. Nome da Equipa GMR2012 NOS@EUROPE O Desafio da Recuperação Económica e Financeira Prova de Texto Nome da Equipa GMR2012 Alexandre Sousa Diogo Vicente José Silva Diana Almeida Dezembro de 2011 1 A crise vista pelos nossos avós

Leia mais

O PAI É MAIOR DO QUE O FILHO

O PAI É MAIOR DO QUE O FILHO O PAI É MAIOR DO QUE O FILHO O PAI É MAIOR DO QUE O FILHO Vós ouviste o que vos disse: Vou e retorno a vós. Se me amásseis, ficaríeis alegres por eu ir para o Pai, porque o Pai é maior do que eu. João

Leia mais

É o estudo do processo de produção, distribuição, circulação e consumo dos bens e serviços (riqueza).

É o estudo do processo de produção, distribuição, circulação e consumo dos bens e serviços (riqueza). GEOGRAFIA 7ª Série/Turma 75 Ensino Fundamental Prof. José Gusmão Nome: MATERIAL DE ESTUDOS PARA O EXAME FINAL A GEOGRAFIA DO MUNDO SUBDESENVOLVIDO A diferença entre os países que mais chama a atenção é

Leia mais

A GUERRA DO PARAGUAI FOI O MAIOR E MAIS SANGRENTO CONFLITO ARMADO OCORRIDO NA AMÉRICA DO SUL PERÍODO= 1864-1870

A GUERRA DO PARAGUAI FOI O MAIOR E MAIS SANGRENTO CONFLITO ARMADO OCORRIDO NA AMÉRICA DO SUL PERÍODO= 1864-1870 Não é possível exibir esta imagem no momento. A GUERRA DO PARAGUAI FOI O MAIOR E MAIS SANGRENTO CONFLITO ARMADO OCORRIDO NA AMÉRICA DO SUL PERÍODO= 1864-1870 É também chamada Guerra da Tríplice Aliança

Leia mais

Portugal e Brasil no século XVII. Domínio espanhol no Brasil(1580-1640)

Portugal e Brasil no século XVII. Domínio espanhol no Brasil(1580-1640) Portugal e Brasil no século XVII Domínio espanhol no Brasil(1580-1640) O domínio espanhol. Em 1580, o rei de Portugal, D. Henrique, morreu sem deixar herdeiros ( fim da dinastia de Avis) surgiram disputas

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 20 Discurso na cerimónia "Jovens

Leia mais

A Presença Estrangeira no Período Colonial. A Disputa pelas Novas Terras

A Presença Estrangeira no Período Colonial. A Disputa pelas Novas Terras A Presença Estrangeira no Período Colonial. A Disputa pelas Novas Terras O descobrimento de novas terras e riquezas (o pau-brasil) estimulou a cobiça de várias nações européias que iniciavam as suas aventuras

Leia mais

Superioridade ibérica nos mares

Superioridade ibérica nos mares 2.ª metade do século XVI Superioridade ibérica nos mares PORTUGAL Entre 1580 e 1620 ESPANHA Império Português do oriente entra em crise devido a Escassez de gentes e capitais Grande extensão dos domínios

Leia mais

O Crente Sempre Alerta!

O Crente Sempre Alerta! 2 de Outubro de 2015 Vieram contra Gibeá dez mil homens escolhidos de todo o Israel, e a batalha tornou-se rude; porém os de Gibeá não sabiam que o mal lhes sobrevinha. Juízes 20.34 EXÓRDIO O capítulo

Leia mais

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES Introdução ao tema A importância da mitologia grega para a civilização ocidental é tão grande que, mesmo depois de séculos, ela continua presente no nosso imaginário. Muitas

Leia mais

QUEM ANUNCIA AS BOAS NOVAS COOPERA COM O CRESCIMENTO DA IGREJA. II Reunião Executiva 01 de Maio de 2015 São Luís - MA

QUEM ANUNCIA AS BOAS NOVAS COOPERA COM O CRESCIMENTO DA IGREJA. II Reunião Executiva 01 de Maio de 2015 São Luís - MA QUEM ANUNCIA AS BOAS NOVAS COOPERA COM O CRESCIMENTO DA IGREJA II Reunião Executiva 01 de Maio de 2015 São Luís - MA At 9.31 A igreja, na verdade, tinha paz por toda Judéia, Galiléia e Samaria, edificando-se

Leia mais

Domingo dentro da Oitava de Natal SAGRADA FAMÍLIA DE JESUS, MARIA E JOSÉ. Vésperas I

Domingo dentro da Oitava de Natal SAGRADA FAMÍLIA DE JESUS, MARIA E JOSÉ. Vésperas I Domingo dentro da Oitava de Natal Semana I do Saltério SAGRADA FAMÍLIA DE JESUS, MARIA E JOSÉ Festa Quando o Natal do Senhor é num Domingo, a festa da Sagrada Família celebra-se no dia 30 de Dezembro e

Leia mais

OS IRMÃOS DA COPA. HONDURAS Wilson, Jhony e Jerry Palacios. COSTA DO MARFIM Yaya e Kolo Touré. PARAGUAI Edgard e Diego Barreto

OS IRMÃOS DA COPA. HONDURAS Wilson, Jhony e Jerry Palacios. COSTA DO MARFIM Yaya e Kolo Touré. PARAGUAI Edgard e Diego Barreto OS IRMÃOS DA COPA HONDURAS Wilson, Jhony e Jerry Palacios COSTA DO MARFIM Yaya e Kolo Touré PARAGUAI Edgard e Diego Barreto ALEMANHA e GANA Jerome e Kevin Prince Boateng OS FILHOS DO TROVÃO TIAGO E JOÃO

Leia mais

De que jeito se governava a Colônia

De que jeito se governava a Colônia MÓDULO 3 De que jeito se governava a Colônia Apresentação do Módulo 3 Já conhecemos bastante sobre a sociedade escravista, especialmente em sua fase colonial. Pouco sabemos ainda sobre a organização do

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca PROGRAMA DO MUTIRÃO HABITACIONAL

Leia mais

pensamentos para o seu dia a dia

pensamentos para o seu dia a dia pensamentos para o seu dia a dia Israel Belo de Azevedo 1Vida e espiritualidade 1 Adrenalina no tédio O interesse por filmes sobre o fim do mundo pode ser uma forma de dar conteúdo ao tédio. Se a vida

Leia mais

JOÁS, O MENINO REI Lição 65. 1. Objetivos: Ensinar que devemos permanecer fiéis a Deus embora nossos amigos parem de segui-lo.

JOÁS, O MENINO REI Lição 65. 1. Objetivos: Ensinar que devemos permanecer fiéis a Deus embora nossos amigos parem de segui-lo. JOÁS, O MENINO REI Lição 65 1 1. Objetivos: Ensinar que devemos permanecer fiéis a Deus embora nossos amigos parem de segui-lo. 2. Lição Bíblica: 2 Reis 11; 2 Crônicas 24.1-24 (Base bíblica para a história

Leia mais

I DOMINGO DA QUARESMA

I DOMINGO DA QUARESMA I DOMINGO DA QUARESMA LITURGIA DA PALAVRA / I Gen 2, 7-9; 3, 1-7 Leitura do Livro do Génesis O Senhor Deus formou o homem do pó da terra, insuflou em suas narinas um sopro de vida, e o homem tornou-se

Leia mais

DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA

DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA JURUMENHA, Lindelma Taveira Ribeiro. 1 Universidade Regional do Cariri URCA lindelmafisica@gmail.com FERNANDES, Manuel José Pina 2 Universidade Regional do Cariri

Leia mais

Estudo 17 Testemunhar a Cristo: um desafio diário. Em Marcha, 2015.1 IGREJA METODISTA ASA NORTE 406

Estudo 17 Testemunhar a Cristo: um desafio diário. Em Marcha, 2015.1 IGREJA METODISTA ASA NORTE 406 Estudo 17 Testemunhar a Cristo: um desafio diário Em Marcha, 2015.1 IGREJA METODISTA ASA NORTE 406 Roteiro 1- Introdução 2- Fundamento Bíblico 3- Conclusão 1. Introdução Voce entende por que é importante

Leia mais

MISSÕES - A ESTRATÉGIA DE CRISTO PARA A SUA IGREJA

MISSÕES - A ESTRATÉGIA DE CRISTO PARA A SUA IGREJA MISSÕES - A ESTRATÉGIA DE CRISTO PARA A SUA IGREJA 1 40 dias vivendo para Jesus 12/05/2013 At 1 4 Um dia, quando estava com os apóstolos, Jesus deu esta ordem: Fiquem em Jerusalém e esperem até que o Pai

Leia mais

Catequese sobre José O pai adoptivo de Jesus

Catequese sobre José O pai adoptivo de Jesus Catequese sobre José O pai adoptivo de Jesus S. José modelo e protector de todos os pais materialdecatequese.webnode.pt 1 A terra de José (Mapa) O seu país era a Palestina e a aldeia onde morava chamava-se

Leia mais

Apocalipse. Contexto:

Apocalipse. Contexto: Apocalipse Contexto: Última década do Século I Imperador Domiciano Culto ao Imperador Perseguição imperial Igreja de mártires João é o último apóstolo vivo João, o último apóstolo vivo, exilado na ilha

Leia mais

David Ricardo. Já a riqueza era entendida como os bens que as pessoas possuem, bens que eram necessários, úteis e agradáveis.

David Ricardo. Já a riqueza era entendida como os bens que as pessoas possuem, bens que eram necessários, úteis e agradáveis. David Ricardo David Ricardo nasceu em Londres, em 18 ou 19 de abril de 1772. Terceiro filho de um judeu holandês que fez fortuna na bolsa de valores, entrou aos 14 anos para o negócio do pai, para o qual

Leia mais

Curso de Discipulado

Curso de Discipulado cidadevoadora.com INTRODUÇÃO 2 Este curso é formado por duas partes sendo as quatro primeiras baseadas no evangelho de João e as quatro últimas em toda a bíblia, com assuntos específicos e muito relevantes

Leia mais

PROVA de HISTÓRIA 2ª ETAPA do VESTIBULAR 2006. Questão 01 II) Leia, atentamente, o trecho abaixo e responda ao que se pede:

PROVA de HISTÓRIA 2ª ETAPA do VESTIBULAR 2006. Questão 01 II) Leia, atentamente, o trecho abaixo e responda ao que se pede: PROVA de HISTÓRIA 2ª ETAPA do VESTIBULAR 2006 (cada questão desta prova vale até cinco pontos) Questão 01 Leia, atentamente, o trecho abaixo e responda ao que se pede: Para o filósofo grego Platão, nenhuma

Leia mais

Jesus, o Filho de Deus

Jesus, o Filho de Deus JESUS, O FILHO DE DEUS 43 4 Jesus, o Filho de Deus No coração do cristianismo reside a verdade de que Jesus o Cristo é o Filho de Deus. Cristo é o centro da nossa religião. Ele é a fundação da nossa fé

Leia mais

Mineração e a Crise do Sistema Colonial. Prof. Osvaldo

Mineração e a Crise do Sistema Colonial. Prof. Osvaldo Mineração e a Crise do Sistema Colonial Prof. Osvaldo Mineração No final do século XVII, os bandeirantes encontraram ouro na região de Minas Gerais Grande parte do ouro extraído era de aluvião, ou seja,

Leia mais

ESTUDOS NO EVANGELHO DE JOÃO

ESTUDOS NO EVANGELHO DE JOÃO ESTUDOS NO EVANGELHO DE JOÃO ESTUDO 1 NOVA VIDA O presente curso ajudará você a descobrir fatos da Palavra de Deus, fatos os quais você precisa para viver a vida em toda a sua plenitude. Por este estudo

Leia mais

A filha da mulher cananeia (Mateus 15:21-28). PREPARANDO MISSIONÁRIOS. O endemoniado gadareno (Marcos 5:1-20).

A filha da mulher cananeia (Mateus 15:21-28). PREPARANDO MISSIONÁRIOS. O endemoniado gadareno (Marcos 5:1-20). Lição 8-22 de agosto de 2015 O plano de Jesus era preparar primeiro o povo judeu como base para as missões para outras culturas. Não obstante, não disperdiçou as oportunidades que se apresentaram para

Leia mais

Cópia autorizada. II

Cópia autorizada. II II Sugestões de avaliação História 7 o ano Unidade 7 5 Unidade 7 Nome: Data: 1. Sobre as formas de conquista e exploração do governo português, associe corretamente as colunas. a) Relações diplomáticas.

Leia mais

Era uma vez, numa cidade muito distante, um plantador chamado Pedro. Ele

Era uma vez, numa cidade muito distante, um plantador chamado Pedro. Ele O Plantador e as Sementes Era uma vez, numa cidade muito distante, um plantador chamado Pedro. Ele sabia plantar de tudo: plantava árvores frutíferas, plantava flores, plantava legumes... ele plantava

Leia mais

Evangelhos. www.paroquiadecascais.org

Evangelhos. www.paroquiadecascais.org Evangelhos 1. Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus (Mt 5, 1-12a) ao ver a multidão, Jesus subiu ao monte e sentou-se. Rodearam-n O os discípulos e Ele começou a ensiná-los, dizendo:

Leia mais

Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a

Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a João do Medo Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a mamãe dele. Um dia, esse menino teve um sonho ruim com um monstro bem feio e, quando ele acordou, não encontrou mais

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 11 Pronunciamento sobre a questão

Leia mais

Apostila Fundamentos. Batismo nas Águas. batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo... Mt 28:19

Apostila Fundamentos. Batismo nas Águas. batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo... Mt 28:19 Apostila Fundamentos Batismo nas Águas batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo... Mt 28:19 B a t i s m o n a s Á g u a s P á g i n a 2 Batismo nas Águas Este é outro passo que está

Leia mais

AS INVASÕES FRANCESAS

AS INVASÕES FRANCESAS AS INVASÕES FRANCESAS 2ª invasão 1612 Maranhão Fundação da França Equinocial e a Cidade de São Luís Comandante Daniel de La Touche Obs: esse período Portugal passava para domínio espanhol 1ª invasão Rio

Leia mais

O PLANO CONTRA LÁZARO

O PLANO CONTRA LÁZARO João 12 Nesta Lição Estudará... Jesus em Betânia O Plano Contra Lázaro Jesus Entra em Jerusalém Alguns Gregos Vão Ver Jesus Anuncia a Sua Morte Os Judeus Não Crêem As Palavras de Jesus Como Juiz JESUS

Leia mais

FILOSOFIA DE VIDA Atos 13.36

FILOSOFIA DE VIDA Atos 13.36 FILOSOFIA DE VIDA Atos 13.36 Tendo, pois, Davi servido ao propósito de Deus em sua geração, adormeceu, foi sepultado com os seus antepassados e seu corpo se decompôs. Não são todos que têm o privilégio

Leia mais

Obs.: José recebeu em sonho a visita de um anjo que lhe disse que seu filho deveria se chamar Jesus.

Obs.: José recebeu em sonho a visita de um anjo que lhe disse que seu filho deveria se chamar Jesus. Anexo 2 Primeiro momento: contar a vida de Jesus até os 12 anos de idade. Utilizamos os tópicos abaixo. As palavras em negrito, perguntamos se eles sabiam o que significava. Tópicos: 1 - Maria e José moravam

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca SOLENIDADE DE LANÇAMENTO DO SISTEMA

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca Programa transmitido em 26 de fevereiro

Leia mais

JESUS, MOISÉS E ELIAS Lição 30. 1. Objetivos: Mostrar que Jesus está sobre todas as pessoas porque é o filho de Deus..

JESUS, MOISÉS E ELIAS Lição 30. 1. Objetivos: Mostrar que Jesus está sobre todas as pessoas porque é o filho de Deus.. JESUS, MOISÉS E ELIAS Lição 30 1 1. Objetivos: Mostrar que Jesus está sobre todas as pessoas porque é o filho de Deus.. 2. Lição Bíblica: Mateus 17.1-13; Marcos 2.1-13; Lucas 9.28-36 (Leitura bíblica para

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca VISITA A PORTUGAL Jantar no Palácio

Leia mais

Estudo de Caso. Cliente: Rafael Marques. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses

Estudo de Caso. Cliente: Rafael Marques. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses Estudo de Caso Cliente: Rafael Marques Duração do processo: 12 meses Coach: Rodrigo Santiago Minha idéia inicial de coaching era a de uma pessoa que me ajudaria a me organizar e me trazer idéias novas,

Leia mais

CONTEXTO HISTORICO E GEOPOLITICO ATUAL. Ciências Humanas e suas tecnologias R O C H A

CONTEXTO HISTORICO E GEOPOLITICO ATUAL. Ciências Humanas e suas tecnologias R O C H A CONTEXTO HISTORICO E GEOPOLITICO ATUAL Ciências Humanas e suas tecnologias R O C H A O capitalismo teve origem na Europa, nos séculos XV e XVI, e se expandiu para outros lugares do mundo ( Ásia, África,

Leia mais

D E D I C A T Ó R I A

D E D I C A T Ó R I A DEDICATÓRIA Qual será então minha recompensa, Tito, se alivio tua pena e se apaziguo o tormento que te faz sofrer? Pois me é permitido, não é mesmo, Ático?, dirigirme a ti com os mesmos versos que os dirigidos

Leia mais

DA CONQUISTA A COLONIZAÇÃO DAS AMÉRICAS DA CONQUISTA A COLONIZAÇÃO DAS AMÉRICAS. -Atinge as Índias contornando a costa da África

DA CONQUISTA A COLONIZAÇÃO DAS AMÉRICAS DA CONQUISTA A COLONIZAÇÃO DAS AMÉRICAS. -Atinge as Índias contornando a costa da África DA CONQUISTA A COLONIZAÇÃO DAS AMÉRICAS EXPANSÃO MARÍTIMA início século XV ( 1415 ) DA CONQUISTA A COLONIZAÇÃO DAS AMÉRICAS EXPANSÃO MARÍTIMA início século XV ( 1415 ) PORTUGAL -Atinge as Índias contornando

Leia mais

PROVA BIMESTRAL História

PROVA BIMESTRAL História 8 o ano 3 o bimestre PROVA BIMESTRAL História Escola: Nome: Turma: n o : 1. 25 de janeiro de 1835, ao amanhecer o dia na cidade de Salvador, 600 negros entre libertos e escravos levantaram-se decididos

Leia mais

A era dos impérios. A expansão colonial capitalista

A era dos impérios. A expansão colonial capitalista A era dos impérios A expansão colonial capitalista O século XIX se destacou pela criação de uma economia global única, caracterizado pelo predomínio do mundo industrializado sobre uma vasta região do planeta.

Leia mais

A Unidade de Deus. Jesus Cristo é o Único Deus. Pai Filho Espírito Santo. Quem é Jesus? Como os Apóstolos creram e ensinaram? O que a Bíblia diz?

A Unidade de Deus. Jesus Cristo é o Único Deus. Pai Filho Espírito Santo. Quem é Jesus? Como os Apóstolos creram e ensinaram? O que a Bíblia diz? A Unidade de Deus Quem é Jesus? Como os Apóstolos creram e ensinaram? O que a Bíblia diz? Vejamos a seguir alguns tópicos: Jesus Cristo é o Único Deus Pai Filho Espírito Santo ILUSTRAÇÃO Pai, Filho e Espírito

Leia mais

SEU NOME SERÁ CHAMADO DE "EMANUEL"

SEU NOME SERÁ CHAMADO DE EMANUEL Portanto o mesmo Senhor vos dará um sinal: Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, e chamará o seu nome Emanuel. Isaías 7.14 Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, E chamá-lo-ão

Leia mais

Os aparelhos de GPS (Sistema de Posicionamento Global) se tornaram

Os aparelhos de GPS (Sistema de Posicionamento Global) se tornaram GPS Os aparelhos de GPS (Sistema de Posicionamento Global) se tornaram ferramentas importantes para nos localizarmos com mais facilidade. Agora imagine que você pudesse ter um GPS que, além de lhe fornecer

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 9. INTEGRAÇÃO DA AMAZÔNIA RIO BRANCO,

Leia mais

História. Programação 3. bimestre. Temas de estudo

História. Programação 3. bimestre. Temas de estudo História Olá, pessoal! Vamos conhecer, entre outros fatos, como era o trabalho escravo no Brasil? CHIQUINHA GONZAGA Programação 3. bimestre Temas de estudo O trabalho escravo na formação do Brasil - Os

Leia mais

Etapas da maturidade de Eliseu

Etapas da maturidade de Eliseu Etapas da maturidade de Eliseu TEXTO BÍBLICO BÁSICO 2 Reis 2.5-11 5 - Então os filhos dos profetas que estavam em Jericó se chegaram a Eliseu, e lhe disseram: Sabes que o SENHOR hoje tomará o teu senhor

Leia mais

A Bíblia realmente afirma que Jesus

A Bíblia realmente afirma que Jesus 1 de 7 29/06/2015 11:32 esbocandoideias.com A Bíblia realmente afirma que Jesus Cristo é Deus? Presbítero André Sanchez Postado por em: #VocêPergunta Muitas pessoas se confundem a respeito de quem é Jesus

Leia mais

DATAS COMEMORATIVAS. CHEGADA DOS PORTUGUESES AO BRASIL 22 de abril

DATAS COMEMORATIVAS. CHEGADA DOS PORTUGUESES AO BRASIL 22 de abril CHEGADA DOS PORTUGUESES AO BRASIL 22 de abril Descobrimento do Brasil. Pintura de Aurélio de Figueiredo. Em 1500, há mais de 500 anos, Pedro Álvares Cabral e cerca de 1.500 outros portugueses chegaram

Leia mais

Trabalho de história 3º tri Integrantes Frederico Strasser Nº:15 Diogo Amorim Nº:12 Guilherme Hasslocher Nº:19 Lucas Fuss Nº:28 Mateus Peres Nº:34

Trabalho de história 3º tri Integrantes Frederico Strasser Nº:15 Diogo Amorim Nº:12 Guilherme Hasslocher Nº:19 Lucas Fuss Nº:28 Mateus Peres Nº:34 Trabalho de história 3º tri Integrantes Frederico Strasser Nº:15 Diogo Amorim Nº:12 Guilherme Hasslocher Nº:19 Lucas Fuss Nº:28 Mateus Peres Nº:34 -Enquanto Buenos Aires se tornava mais poderosa, os lideres

Leia mais

A Revolução Industrial, iniciada na Grà-Bretanha, mudou a maneira de trabalhar e de pensar das pessoas

A Revolução Industrial, iniciada na Grà-Bretanha, mudou a maneira de trabalhar e de pensar das pessoas A Revolução Industrial, iniciada na Grà-Bretanha, mudou a maneira de trabalhar e de pensar das pessoas A industrialização mudou a história do homem. O momento decisivo ocorreu no século XVIII com a proliferação

Leia mais

Os encontros de Jesus O cego de nascença AS TRÊS DIMENSÕES DA CEGUEIRA ESPIRITUAL

Os encontros de Jesus O cego de nascença AS TRÊS DIMENSÕES DA CEGUEIRA ESPIRITUAL 1 Os encontros de Jesus O cego de nascença AS TRÊS DIMENSÕES DA CEGUEIRA ESPIRITUAL 04/03/2001 N Jo 9 1 Jesus ia caminhando quando viu um homem que tinha nascido cego. 2 Os seus discípulos perguntaram:

Leia mais

O que a Bíblia diz sobre o dinheiro

O que a Bíblia diz sobre o dinheiro Seção 2 O que a Bíblia diz sobre o A questão do e das posses é mencionada muitas vezes na Bíblia. Esta seção examina o que a Bíblia nos ensina sobre a nossa atitude para com o. Ela vai nos ajudar a considerar

Leia mais

MELHORES MOMENTOS. Expressão de Louvor Paulo Cezar

MELHORES MOMENTOS. Expressão de Louvor Paulo Cezar MELHORES MOMENTOS Expressão de Louvor Acordar bem cedo e ver o dia a nascer e o mato, molhado, anunciando o cuidado. Sob o brilho intenso como espelho a reluzir. Desvendando o mais profundo abismo, minha

Leia mais

EVANGELHO DE JOÃO, Cap. 3. Evangelho de João Cap. 3. 1 Havia, entre os fariseus, um homem chamado Nicodemos, um dos principais dos judeus.

EVANGELHO DE JOÃO, Cap. 3. Evangelho de João Cap. 3. 1 Havia, entre os fariseus, um homem chamado Nicodemos, um dos principais dos judeus. EVANGELHO DE JOÃO, Cap. 3 LEMBRETE IMPORTANTE: As palavras da bíblia, são somente as frases em preto Alguns comentários explicativos são colocados entre os versículos, em vermelho. Mas é apenas com o intuito

Leia mais

RESENHA GEOPOLÍTICA DA FOME: ECONOMIA E HUMANISMO 1. Max Sorre 2

RESENHA GEOPOLÍTICA DA FOME: ECONOMIA E HUMANISMO 1. Max Sorre 2 RESENHA GEOPOLÍTICA DA FOME: ECONOMIA E HUMANISMO 1 Max Sorre 2 Em seu livro Geopolítica da Fome, o professor Josué de Castro apresenta um dos aspectos mais prementes e, sem dúvida, o mais trágico desta

Leia mais