Espécies de ato administrativo:

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Espécies de ato administrativo:"

Transcrição

1 Espécies de ato administrativo: 1. Atos normativos: são aqueles que contem comandos, em regra, gerais e abstratos para viabilizar o cumprimento da lei. Para alguns autores, tais atos seriam leis em sentido material. Ex. decretos, deliberações 2. Atos ordinatórios: são manifestações internas da Administração decorrentes do poder hierárquico disciplinando o funcionamento de órgãos e a conduta de agentes públicos. Assim, não podem disciplinar o comportamento de particulares por constituírem determinações internas. Ex. instruções e portarias. 3. Atos negociais: manifestam a vontade da Administração em concordância com o interesse de particulares. Ex. concessões, licenças. 4. Atos enunciativos: também chamados atos de pronúncia, certificam ou atestam uma situação existente, não contendo manifestação de vontade da Administração Pública. Ex. certidões, pareceres, atestados. 5. Atos punitivos: aplicam sanções a particulares ou servidores que pratiquem condutas irregulares. Ex. multas e interdições de estabelecimento. Vamos resumir e exemplificar? Atos Normativos: comandos gerais e abstratos para aplicação da lei Ex. decretos e regulamentos, instruções normativas, regimentos, resoluções, deliberações Atos Ordinatórios: disciplinam órgãos e agentes públicos Ex. instruções, circulares, avisos, portarias, ordens de serviço, ofícios, despachos Atos negociais: vontade da Administração em concordância com particulares Ex. licença, autorização, permissão, aprovação, admissão, visto, homologação, dispensa, 1

2 renúncia, administrativo. protocolo Atos enunciativos: certificam ou atestam uma situação existente Ex. certidões, atestados, pareceres técnicos, pareceres normativos, apostilas Atos punitivos: aplicam sanções a agentes e particulares Ex. multa, interdição de atividade, destruição de coisas Vamos conceituar cada um deles? ATOS NORMATIVOS Decretos e regulamentos: São atos administrativos, em regra, gerais e abstratos, privativos do Chefe do Poder Executivo e expedidos para dar fiel execução à lei. Instruções normativas: São atos normativos de competência dos Ministros praticados para viabilizar a execução de leis e outros atos normativos. Resoluções: São atos administrativos inferiores aos decretos e regulamentos, expedidos por Ministros de Estado, presidentes de tribunais, de casas legislativas e de órgãos colegiados, versando sobre matérias de interesse interno dos respectivos órgãos. 2

3 Deliberações: São atos normativos ou decisórios de órgãos colegiados. ATOS ORDINATÓRIOS Instruções: Expedidas pelo superior hierárquico e destinadas aos seus subordinados, são ordens escritas e gerais para disciplina e execução de determinado serviço público. Circulares: Constituem atos escritos de disciplina de determinado serviço público voltados a servidores que desempenham tarefas em situações especiais. Diferem das instruções porque não são gerais. Avisos: Atos exclusivos de Ministros de Estado para regramento de temas da competência interna do Ministério. Portarias: Atos internos que iniciam sindicâncias, processos administrativos ou promovem designações de servidores para cargos secundários. São expedidas por chefes de órgãos e repartições públicas. As portarias nunca podem ser baixadas pelos 3

4 Chefes do Executivo. Ordens de serviço: São determinações específicas dirigidas a servidores subordinados ou particulares sobre assuntos administrativos ou de ordem social. Ofícios: São convites ou comunicações escritas dirigidas a servidores subordinados ou particulares sobre assuntos administrativos ou de ordem social. Despachos: São decisões de autoridades públicas manifestadas por escrito em documentos ou processos sob sua responsabilidade. ATOS NEGOCIAIS Licença: Ato administrativo unilateral, declaratório e vinculado que libera, a todos que preencham os requisitos legais, o desempenho de atividades em princípio vedadas pela lei. Trata-se de manifestação do poder de polícia administrativo desbloqueando atividades cujo exercício depende de autorização da Administração, como acontece na licença para construir. 4

5 Autorização: Ato unilateral, discricionário, constitutivo e precário expedido para a realização de serviços ou a utilização de bens públicos no interesse predominante do particular, como o porte de arma. Permissão: Ato unilateral, discricionário e precário que faculta o exercício de serviços de interesse coletivo ou a utilização de bem público. Aprovação: Ato administrativo unilateral e discricionário que realiza a verificação prévia ou posterior da legalidade e do mérito de outro ato como condição para a sua produção de efeitos. Admissão: Ato administrativo unilateral e vinculado que faculta, a todos que preencherem os requisitos legais, o ingresso em repartições governamentais ou defere certas condições subjetivas, como a admissão de usuário em biblioteca pública. Visto: Constitui ato vinculado expedido para controlar a legitimidade formal de outro ato particular ou agente público. Homologação: É ato administrativo unilateral e vinculado de exame de legalidade e conveniência de outro ato de 5

6 agente público ou particular. Dispensa: É ato administrativo discricionário que exime o particular do desempenho de certa tarefa. Renúncia: É ato unilateral, discricionário, abdicativo e irreversível pelo qual a Administração Pública abre mão de crédito ou direito próprio em favor do particular. Protocolo administrativo: É a manifestação administrativa em conjunto com o particular versando sobre a realização de tarefa ou abstenção de certo comportamento em favor dos interesses da Administração e do particular, simultaneamente. ATOS ENUNCIATIVOS Certidões: São cópias autenticadas de atos ou fatos permanentes de interesse do requerente constantes de arquivos públicos. Atestados: São atos que comprovam fatos ou situações transitórias que não constem de arquivos públicos. Pareceres técnicos: Manifestações expedidas por órgãos técnicos especializados 6

7 referentes a assuntos submetidos a sua apreciação. Pareceres normativos: São pareceres que se transformam em norma obrigatória quando aprovados pela repartição competente. Apostilas: Equiparam-se a uma averbação realizada pela Administração declarando um direito reconhecido pela norma legal. ATOS PUNITIVOS Multa: Constitui punição pecuniária imposta a quem descumpre disposições legais ou determinações administrativas. Interdição de atividade: É a proibição administrativa do exercício de determinada atividade. Destruição de coisas: É o ato sumário de inutilização de bens particulares impróprios para consumo ou de comercialização proibida. 7

8 Classificação dos atos administrativos: 1 Quanto ao conteúdo: a) concretos: são atos produzidos visando a um único caso, específico, e nele se encerram, ex. nomeação ou concessão de férias a um servidor; b) abstratos: chamados também de normativos, são os que, disciplinando determinada matéria de modo geral e abstrato, atingem um número indefinido de pessoas, e que podem continuar sendo aplicados inúmeras vezes, ex. regulamentos. 2 Quanto à formação de vontade: a) ato simples: nasce da manifestação de vontade de apenas um órgão, seja ele unipessoal (formado só por uma pessoa) ou colegiado (composto de várias pessoas). É simples o ato que altera o horário de atendimento da repartição pública, emitido por uma única pessoa, bem assim a decisão administrativa do Conselho de Contribuintes do Ministério da Fazenda, órgão colegiado, que expressa uma vontade única. Outro exemplo de ato colegiado encontramos no caso da direção das Agências Reguladoras, nos termos do art. 4º, Lei nº 9.986/2000; b) ato complexo: para que seja formado, necessita da manifestação de vontade de dois ou mais órgãos diferentes, sem hierarquia entre eles, de tal forma que cada um, de forma independente, não pode produzir validamente tal ato: enquanto todos os órgãos competentes não se manifestarem, o ato não estará perfeito, não podendo criar direitos ou atribuir deveres. Assim, temse a união de várias vontades que se juntam para formar apenas uma. Como exemplo, cite-se a nomeação de Ministro do Supremo Tribunal Federal, feita pelo Presidente da República, após aprovação 8

9 da maioria absoluta do Senado (art. 101, CF/88), a nomeação de Diretor de Agência Reguladora, também feita pelo Presidente da República, após aprovação pelo Senado Federal (art. 52, III, f, CF/88 e art. 5º, Lei nº 9.986/2000), o ato assinado pelo Presidente da República, referendado pelo Ministro de Estado (art. 87, parágrafo único, I, CF/88) e a celebração dos tratados internacionais e sua posterior incorporação à ordem jurídica interna, que resultam das vontades do Presidente da República e do Congresso Nacional (CF/88, art. 49, I, e art. 84, VIII). Outro exemplo é o decreto assinado pelo Governador e referendado por algum Secretário. Por fim, veja que não é possível impugnar o ato antes de completo seu ciclo de formação, ou seja, antes de todas as partes terem manifestado suas vontades, pois que antes disso ele inexiste. Acrescente-se, ainda, o caso da concessão inicial de aposentadoria ou pensão: nas palavras do ilustre relator no MS , Ministro Marco Aurélio, o ato de concessão inicial de aposentadoria mostra-se complexo, com o implemento da aposentadoria pelo órgão de origem, a fim de não haver quebra de continuidade da satisfação do que percebido pelo servidor, seguindo à homologação pelo Tribunal de Contas da União. Bem por isso ser o ato complexo, não se tem o envolvimento de litigantes, razão pela qual é inadequado falar-se em contraditório para, uma vez observado este, vir o Tribunal de Contas da União a indeferir a homologação ; c) ato composto: é aquele que nasce da vontade de apenas um órgão. Porém, para que produza efeitos, depende da aprovação de outro ato, que o homologa. Repita-se: a vontade é de apenas um órgão, o segundo apenas o confere, dando-lhe exeqüibilidade. Diz-se, então, que um é instrumental em relação ao outro, pois há, aqui, dois atos, um principal e outro acessório. Exemplifique-se com a dispensa de licitação, que depende de homologação pela autoridade competente. Tendo em vista que se torna difícil distinguir esse tipo de ato do procedimento, alguns autores negam sua existência. Aqui, há dois atos, um principal, outro secundário. No procedimento, há um principal e vários secundários. Em qualquer dos casos, estando viciado um dos acessórios, inválido será o principal. 9

10 3 Quanto aos destinatários a) individuais: são aqueles que têm destinatários certos, nominados, como no caso da nomeação de servidores, ou delegação de atribuições a um subordinado. Pode ser para apenas uma pessoa (singular), como na desapropriação, ou para várias (plural), como na nomeação de vários servidores no mesmo ato. O importante é que se sabe exatamente a quem se dirige o ato; b) gerais: os destinatários são muitos, inominados, mas unidos por uma característica em comum, que os faz destinatários do mesmo ato abstrato. Para produzirem seus efeitos, já que externos, devem ser publicados. É geral o ato que fixa novo horário de atendimento ao público pela repartição, que afeta a todos os usuários daquele órgão, bem assim os decretos regulamentares, instruções normativas etc. 4 Quanto aos efeitos a) constitutivo: gera uma nova situação jurídica aos destinatários. Pode ser outorgando um novo direito, como permissão de uso de bem público, ou impondo uma obrigação, como cumprir um período de suspensão; b) declaratório: simplesmente afirma ou declara uma situação já existente, seja de fato ou de direito. Não cria, transfere ou extingue a situação existente, apenas a reconhece. Também é dito enunciativo. É o caso da expedição de uma certidão de tempo de serviço, ou de um parecer; c) modificativo: altera a situação já existente, sem que seja extinta, não retirando direitos ou obrigações. A alteração do horário de atendimento da repartição é exemplo de ato modificativo; 10

11 d) extintivo: pode também ser chamado desconstitutivo, que é o ato que põe termo a um direito ou dever existentes. Cite-se a demissão do servidor público; e) enunciativo: é aquele pelo qual a Administração apenas atesta ou reconhece determinada situação de fato ou de direito. Ex. certidões, atestados, informações, pareceres, vistos, apostilas. 5 Quanto à abrangência dos efeitos a) internos: destinados a produzir seus efeitos no âmbito interno da Administração Pública, não atingindo terceiros, como os pareceres (atos enunciativos) e circulares. Ademais, os atos administrativos praticados pela Administração Pública com a finalidade de disciplinar seu funcionamento interno e a conduta de seus agentes são denominados atos ordinatórios, como avisos e portarias; b) externos: tem como destinatárias pessoas além da Administração Pública, e, portanto, necessitam de publicidade para que produzam adequadamente seus efeitos. São exemplos a fixação do horário de atendimento e a ocupação de bem privado pela Administração Pública. 6 Quanto ao grau de liberdade para produzir a) vinculado: a lei estabelece todos os contornos do ato, como deve ser feito, quando, por quem etc, não deixando ao agente qualquer grau de liberdade. Cumpridos todos os requisitos legais, a Administração Pública não pode deixar de conceder a aposentadoria a quem de direito, ou a licença para construir; b) discricionário: a lei também estabelece uma série de regras para a prática de um ato, mas deixa certo grau de liberdade à autoridade, que poderá optar por um entre vários caminhos igualmente válidos. Há uma avaliação subjetiva prévia à edição do ato, como os que permitem o uso de bem público, permitindo a instalação de uma banca de revistas na calçada. Segundo o STF, a 11

12 autoridade administrativa está autorizada a praticar atos discricionários apenas quando norma jurídica válida expressamente a ela atribuir essa livre atuação. 7 Quanto à validade a) válido: é o que atende a todos os requisitos legais: competência, finalidade, forma, motivo e objeto. Pode estar perfeito, pronto para produzir seus efeitos ou estar pendente de evento futuro; b) nulo: é o que nasce com vício insanável, ou seja, um defeito que não pode ser corrigido. Não produz qualquer efeito entre as partes. No entanto, em face dos atributos dos atos administrativos, ele deve ser observado até que haja decisão, seja administrativa, seja judicial, declarando sua nulidade, que terá efeito retroativo, ex tunc, entre as partes. Por outro lado, deverão ser respeitados os direitos de terceiros de boa-fé que tenham sido atingidos pelo ato nulo. Cite-se a nomeação de um candidato que não tenha nível superior para um cargo que o exija. A partir do reconhecimento do erro, o ato é anulado desde sua origem. Porém, as ações legais eventualmente praticadas por ele durante o período em que atuou permanecerão válidas; c) anulável: é o ato que contém defeitos, porém, que podem ser sanados, convalidados. Ressalte-se que, se mantido o defeito, o ato será nulo; se corrigido, poderá ser salvo e passar a válido. Atente-se que nem todos os defeitos são sanáveis, mas sim aqueles expressamente previstos em lei e analisados no item seguinte. d) inexistente: é aquele que apenas aparenta ser um ato administrativo, manifestação de vontade da Administração Pública. São produzidos por alguém que se faz passar por agente público, sem sê-lo, ou que contém um objeto juridicamente impossível. Exemplo do primeiro caso é a multa emitida por falso policial; do segundo, a ordem para matar alguém. 12

13 8 Quanto à exeqüibilidade a) perfeito: é aquele que completou seu processo de formação, estando apto a produzir seus efeitos. Perfeição não se confunde com validade. Esta é a adequação do ato à lei; a perfeição refere-se às etapas de sua formação. b) imperfeito: não completou seu processo de formação, portanto, não está apto a produzir seus efeitos, faltando, por exemplo, a homologação, publicação, ou outro requisito apontado pela lei. c) pendente: para produzir seus efeitos, sujeita-se a condição ou termo, mas já completou seu ciclo de formação, estando apenas aguardando o implemento desse acessório, por isso não se confunde com o imperfeito. Condição é evento futuro e incerto, como o casamento. Termo é evento futuro e certo, como uma data específica. d) consumado: é o ato que já produziu todos os seus efeitos, nada mais havendo para realizar. Exemplifique-se com a exoneração ou a concessão de licença para doar sangue. - Perfeição: refere-se ao processo de formação do ato, que foi todo cumprido; - Validade: refere-se à conformidade do ato com a lei; - Eficácia: é a capacidade do ato para produzir seus efeitos; - Exeqüibilidade: é a capacidade do ato para produzir seus efeitos imediatamente. Então, um ato adequadamente produzido, sem pender de condição ou termo, é perfeito, válido, eficaz e exeqüível. Se produzido num mês, para valer a partir do mês seguinte, não será ainda exeqüível. 9 Quanto às prerrogativas: 13

14 a) ato de império: é aquele praticado pela Administração com todas as prerrogativas e privilégios de autoridade e impostos unilateral e coercitivamente ao particular independentemente de autorização judicial; b) ato de gestão: é aquele praticado pela Administração em situação de igualdade com os particulares, para a conservação e desenvolvimento do patrimônio público e para a gestão de seus serviços. (FCC/TRE-AL/Analista/2010) Certidões, pareceres e o apostilamento de direitos são espécies de atos administrativos (A) punitivos. (B) negociais. (C) ordinatórios. (D) normativos. (E) enunciativos. Resposta: E (FCC/TRE-AL/Técnico/2010) Sobre atos administrativos, considere: I. Ato que resulta da manifestação de um órgão, mas cuja edição ou produção de efeitos depende de outro ato, acessório. II. Ato que resulta da manifestação de dois ou mais órgãos, singulares ou colegiados, cuja vontade se funde para formar um único ato. III. Atos que a Administração impõe coercitivamente aos administrados, criando para eles, obrigações ou restrições, de forma unilateral. Esses conceitos referem-se, respectivamente, aos atos 14

15 (A) compostos, complexos e de império. (B) de império, coletivos e externos. (C) complexos, compostos e de gestão. (D) complexos, coletivos e individuais. (E) compostos, externos e individuais. Resposta: A (FCC/TJ-PI/Analista/2009) Espécie de ato administrativo da competência exclusiva dos Chefes do Executivo, destinado a prover situações gerais ou individuais, abstratamente previstas de modo expresso, explícito ou implícito, pela legislação. Trata-se de (A) resolução. (B) regulamento. (C) provimento. (D) instrução normativa. (E) decreto. Resposta: E 15

Atos administrativos Parte 2

Atos administrativos Parte 2 Parte 2 Todos os direitos reservados. A comercialização não autorizada desta obra, por qualquer meio, eletrônico ou reprográfico, ainda que parcial, constitui ato ilícito, respondendo os infratores nos

Leia mais

Simulado de Direito Administrativo Professor Estevam Freitas

Simulado de Direito Administrativo Professor Estevam Freitas Simulado de Direito Administrativo Professor Estevam Freitas 01. ( FUNIVESA/SEPLAG/AFC 2009) Assinale a alternativa correta acerca da organização administrativa brasileira. ( A ) Toda a sociedade em que

Leia mais

Poderes Administrativos. Professora: Paloma Braga

Poderes Administrativos. Professora: Paloma Braga Poderes Administrativos Professora: Paloma Braga Poderes Administrativos - Conceito São os meios ou instrumentos através dos quais a Administração Pública exerce a atividade administrativa na gestão dos

Leia mais

PONTO 1: Poderes Administrativos: - Poder Hierárquico continuação. - Poder de Polícia. - Poder Vinculado. - Poder Discricionário.

PONTO 1: Poderes Administrativos: - Poder Hierárquico continuação. - Poder de Polícia. - Poder Vinculado. - Poder Discricionário. 1 DIREITO ADMINISTRATIVO PONTO 1: Poderes Administrativos: - Poder Hierárquico continuação. - Poder de Polícia. - Poder Vinculado. - Poder Discricionário. 1)Poderes Administrativos: Poder hierárquico continuação:

Leia mais

II - Fontes do Direito Tributário

II - Fontes do Direito Tributário II - Fontes do Direito Tributário 1 Fontes do Direito Tributário 1 Conceito 2 - Classificação 3 - Fontes formais 3.1 - principais 3.2 complementares 4 Doutrina e jurisprudência 2 1 - Conceito As fontes

Leia mais

AULA 10 CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE NO BRASIL

AULA 10 CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE NO BRASIL Faculdade do Vale do Ipojuca - FAVIP Bacharelado em Direito Autorizado pela Portaria nº 4.018 de 23.12.2003 publicada no D.O.U. no dia 24.12.2003 Curso reconhecido pela Portaria Normativa do MEC nº 40,

Leia mais

PODERES ADMINISTRATIVOS

PODERES ADMINISTRATIVOS PODERES ADMINISTRATIVOS Os Poderes Administrativos são inerentes à Administração Pública e possuem caráter instrumental, ou seja, são instrumentos de trabalho essenciais para que a Administração possa

Leia mais

Terminais Alfandegados à Luz do Direito Administrativo

Terminais Alfandegados à Luz do Direito Administrativo Terminais Alfandegados à Luz do Direito Administrativo LEONARDO COSTA SCHÜLER Consultor Legislativo da Área VIII Administração Pública ABRIL/2013 Leonardo Costa Schüler 2 SUMÁRIO O presente trabalho aborda

Leia mais

MATERIAL DE APOIO PROFESSOR

MATERIAL DE APOIO PROFESSOR TURMA RESOLUÇÃO DE QUESTÕES TRT Disciplina: Direito Administrativo Prof. Alexandre Mazza Data: 15.12.2009 Aula nº 08 MATERIAL DE APOIO PROFESSOR Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região TRT Concurso

Leia mais

1. (FCC/TRT3/Analista/2009) São exemplos de atuação concreta da Administração Pública fundada no poder de polícia em sentido estrito:

1. (FCC/TRT3/Analista/2009) São exemplos de atuação concreta da Administração Pública fundada no poder de polícia em sentido estrito: 1. (FCC/TRT3/Analista/2009) São exemplos de atuação concreta da Administração Pública fundada no poder de polícia em sentido estrito: (A) desapropriação de terras improdutivas. (B) penhora de bens em execução

Leia mais

PARECER Nº, DE 2013. RELATOR: Senador SÉRGIO SOUZA I RELATÓRIO

PARECER Nº, DE 2013. RELATOR: Senador SÉRGIO SOUZA I RELATÓRIO PARECER Nº, DE 2013 Da COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE, DEFESA DO CONSUMIDOR E FISCALIZAÇÃO E CONTROLE, em decisão terminativa, sobre o Projeto de Lei do Senado nº 398, de 2012, do Senador Pedro Taques, que

Leia mais

Professor Gustavo Fregapani

Professor Gustavo Fregapani Professor Gustavo Fregapani E-mail: gustavofregapani@gmail.com Página de dicas no Facebook: https://www.facebook.com/gustavofregapani Curta a página e receba novidades, informações e dicas para concursos

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 13, DE 08 DE MAIO DE 2014.

RESOLUÇÃO Nº 13, DE 08 DE MAIO DE 2014. RESOLUÇÃO Nº 13, DE 08 DE MAIO DE 2014. Estabelece as diretrizes e os critérios para requerimento e obtenção de outorga do direito de uso dos recursos hídricos por meio de caminhão-pipa em corpos de água

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA DREI Nº 7, DE 5 DE DEZEMBRO DE 2013

INSTRUÇÃO NORMATIVA DREI Nº 7, DE 5 DE DEZEMBRO DE 2013 Presidência da República Secretaria da Micro e Pequena Empresa Secretaria de Racionalização e Simplificação Departamento de Registro Empresarial e Integração INSTRUÇÃO NORMATIVA DREI Nº 7, DE 5 DE DEZEMBRO

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº, DE DE DE 2013. MINUTA (versão 3)

RESOLUÇÃO Nº, DE DE DE 2013. MINUTA (versão 3) RESOLUÇÃO Nº, DE DE DE 2013. MINUTA (versão 3) Estabelece as diretrizes e critérios para requerimento e obtenção de outorga do direito de uso dos recursos hídricos superficiais para fins de captação por

Leia mais

Direito Constitucional Dra. Vânia Hack de Ameida

Direito Constitucional Dra. Vânia Hack de Ameida 1 Controle da Constitucionalidade 1. Sobre o sistema brasileiro de controle de constitucionalidade, é correto afirmar que: a) compete a qualquer juiz ou tribunal, no primeiro caso desde que inexista pronunciamento

Leia mais

Maratona Fiscal ISS Direito administrativo

Maratona Fiscal ISS Direito administrativo Maratona Fiscal ISS Direito administrativo 1. É adequada a invocação do poder de polícia para justificar que um agente administrativo (A) prenda em flagrante um criminoso. (B) aplique uma sanção disciplinar

Leia mais

Atos administrativos Parte 1

Atos administrativos Parte 1 Parte 1 Todos os direitos reservados. A comercialização não autorizada desta obra, por qualquer meio, eletrônico ou reprográfico, ainda que parcial, constitui ato ilícito, respondendo os infratores nos

Leia mais

CONTROLE CONCENTRADO

CONTROLE CONCENTRADO Turma e Ano: Direito Público I (2013) Matéria / Aula: Direito Constitucional / Aula 11 Professor: Marcelo L. Tavares Monitora: Carolina Meireles CONTROLE CONCENTRADO Ação Direta de Inconstitucionalidade

Leia mais

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES RESOLUÇÃO CFC N.º 1.166/09 Dispõe sobre o Registro Cadastral das Organizações Contábeis. regimentais, O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e RESOLVE: CAPÍTULO I

Leia mais

Turma TCMRJ Técnico de Controle Externo 123 Módulo 1 4

Turma TCMRJ Técnico de Controle Externo 123 Módulo 1 4 Turma TCMRJ Técnico de Controle Externo 123 Módulo 1 4 Banca: SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO/RJ Edital SMA Nº 84/2010 (data da publicação: 27/09/2010) Carga horária (aulas presenciais): 126 horas

Leia mais

1 Prefeitura Municipal de Luís Eduardo Magalhães ESTADO DA BAHIA

1 Prefeitura Municipal de Luís Eduardo Magalhães ESTADO DA BAHIA A 1 CNPJ 04.214.41910001-05 DECRETO N 3.091, DE 05 DE JANEIRO DE 2014. "Dispõe sobre a estrutura organizacional da Procuradoria Geral do Município ". O PREFEITO MUNICIPAL DE LUIS EDUARDO MAGALHÃES,, no

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 12.977, DE 20 MAIO DE 2014. Vigência Regula e disciplina a atividade de desmontagem de veículos automotores terrestres; altera

Leia mais

10/04/2015 regeral_133_146

10/04/2015 regeral_133_146 Seção VI Da Transferência Art. 96. A UNIR aceita transferência de discentes oriundos de outras instituições de educação superior, de cursos devidamente autorizados, para cursos afins, na hipótese de existência

Leia mais

CAP 01 - Princípios...15

CAP 01 - Princípios...15 Sumário CAP 01 - Princípios...15 1.1. PRINCÍPIOS BÁSICOS:...16 1.1.1. Princípio da Supremacia do Interesse Público Sobre o Privado...16 1.1.2. Princípio da Indisponibilidade do Interesse Público...16 1.2.

Leia mais

Tribunal Regional do Trabalho da Décima Primeira Região TRT Concurso Público Execução de Mandados Amazonas 2005 (FCC)

Tribunal Regional do Trabalho da Décima Primeira Região TRT Concurso Público Execução de Mandados Amazonas 2005 (FCC) Material disponibilizado pelo Professor: Tribunal Regional do Trabalho da Décima Primeira Região TRT Concurso Público Execução de Mandados Amazonas 2005 (FCC) 01) 23. a licitação é dispensável nas seguintes

Leia mais

Instrutor: Marlon L. Souto Maior Auditor-Fiscal de Contas

Instrutor: Marlon L. Souto Maior Auditor-Fiscal de Contas TREINAMENTO AOS MUNICÍPIOS DO ESTADO DE RORAIMA Módulo: Processos e Técnicas Legislativas Noções Básicas de Direito Administrativo e Administração Pública Instrutor: Marlon L. Souto Maior Auditor-Fiscal

Leia mais

PROJETO DE RESOLUÇÃO nº 107, de 21 de dezembro de 2012.

PROJETO DE RESOLUÇÃO nº 107, de 21 de dezembro de 2012. PROJETO DE RESOLUÇÃO nº 107, de 21 de dezembro de 2012. Regulamenta o aproveitamento e equivalência de estudos. Elson Rogério Bastos Pereira, Reitor da Universidade do Planalto Catarinense UNIPLAC, no

Leia mais

DECRETO nº 53.464 de 21-01-1964

DECRETO nº 53.464 de 21-01-1964 DECRETO nº 53.464 de 21-01-1964 Regulamenta a Lei nº 4.119, de agosto de 1962, que dispõe sobre a Profissão de Psicólogo. O Presidente da República, usando das atribuições que lhe confere o art.87, item

Leia mais

FACULDADE DE DIREITO DE SOROCABA FADI 2011

FACULDADE DE DIREITO DE SOROCABA FADI 2011 FACULDADE DE DIREITO DE SOROCABA FADI 2011 Disciplina: Direito Administrativo I Departamento IV Direito do Estado Docente Responsável: Prof. José Pedro Zaccariotto Carga Horária Anual: 100 horas/aula Tipo:

Leia mais

1. Servidor vinculado ao Código de Conduta da Alta Administração Federal pode desempenhar outras atividades profissionais?

1. Servidor vinculado ao Código de Conduta da Alta Administração Federal pode desempenhar outras atividades profissionais? Atividades Paralelas 1. Servidor vinculado ao Código de Conduta da Alta Administração Federal pode desempenhar outras atividades profissionais? Sim. Nos limites da lei e desde que observadas as restrições

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES RESOLUÇÃO CFC N.º 1.390/12 Dispõe sobre o Registro Cadastral das Organizações Contábeis. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLVE: CAPÍTULO I

Leia mais

Sumário. Apresentação. Capítulo 1 Origem e conceito de Direito Administrativo 1

Sumário. Apresentação. Capítulo 1 Origem e conceito de Direito Administrativo 1 Sumário Apresentação XV Capítulo 1 Origem e conceito de Direito Administrativo 1 1 Introdução 1 2 Origem e evolução do Direito Administrativo 1 3 Conteúdo do Direito Administrativo 3 4 Conceito de Direito

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS (Extraído do Decreto Nº 1.171, de 22/06/1994 - Código de Conduta da Alta Administração Federal)

PERGUNTAS E RESPOSTAS (Extraído do Decreto Nº 1.171, de 22/06/1994 - Código de Conduta da Alta Administração Federal) PERGUNTAS E RESPOSTAS (Extraído do Decreto Nº 1.171, de 22/06/1994 - Código de Conduta da Alta Administração Federal) ATIVIDADES PARALELAS 1. Servidor vinculado ao Código de Conduta da Alta Administração

Leia mais

Anexo 1.2.7 : Modelo de instrumento de cessão de crédito sem coobrigação

Anexo 1.2.7 : Modelo de instrumento de cessão de crédito sem coobrigação Anexo 1.2.7 : Modelo de instrumento de cessão de crédito sem coobrigação INSTRUMENTO PARTICULAR DE CESSÃO DE CRÉDITOS SEM COOBRIGAÇÃO Por este instrumento, as partes a seguir designadas e qualificadas,

Leia mais

Prefeitura Municipal de Cerejeiras CNPJ/MF: 04.914.925/0001-07 Avenida das Nações, 1919 Centro CEP: 76.997-000 Cerejeiras Rondônia L E I

Prefeitura Municipal de Cerejeiras CNPJ/MF: 04.914.925/0001-07 Avenida das Nações, 1919 Centro CEP: 76.997-000 Cerejeiras Rondônia L E I LEI MUNICIPAL Nº.1.834/2010 Cerejeiras - RO, 23 de Novembro de 2010. Dispõe sobre a Criação do Arquivo Público Municipal, na estrutura Administrativa do Município de Cerejeiras dá outras providências.

Leia mais

Validade, Vigência, Eficácia e Vigor. 38. Validade, vigência, eficácia, vigor

Validade, Vigência, Eficácia e Vigor. 38. Validade, vigência, eficácia, vigor Validade, Vigência, Eficácia e Vigor 38. Validade, vigência, eficácia, vigor Validade Sob o ponto de vista dogmático, a validade de uma norma significa que ela está integrada ao ordenamento jurídico Ela

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL DIRETORIA EXECUTIVA COORDENAÇÃO-GERAL DE CONTROLE DE SEGURANÇA PRIVADA

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL DIRETORIA EXECUTIVA COORDENAÇÃO-GERAL DE CONTROLE DE SEGURANÇA PRIVADA MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL DIRETORIA EXECUTIVA COORDENAÇÃO-GERAL DE CONTROLE DE SEGURANÇA PRIVADA PORTARIA N.º 33.284, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2015 (DOU de 06/02/2015 Seção I Pág.

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC N.º 1.371/11 Dispõe sobre o Registro das Entidades Empresariais de Contabilidade. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLVE: CAPÍTULO

Leia mais

Legislação e tributação comercial

Legislação e tributação comercial 6. CRÉDITO TRIBUTÁRIO 6.1 Conceito Na terminologia adotada pelo CTN, crédito tributário e obrigação tributária não se confundem. O crédito decorre da obrigação e tem a mesma natureza desta (CTN, 139).

Leia mais

CAPÍTULO I DEFINIÇÕES. Art. 2º Para os fins desta portaria, considera-se:

CAPÍTULO I DEFINIÇÕES. Art. 2º Para os fins desta portaria, considera-se: Estabelece regras e procedimentos para a transferência de controle societário ou de titularidade e para a alteração do nome empresarial de contrato de concessão de porto organizado ou de arrendamento de

Leia mais

RESOLUÇÃO - RDC Nº 40, DE 26 DE AGOSTO DE 2015

RESOLUÇÃO - RDC Nº 40, DE 26 DE AGOSTO DE 2015 RESOLUÇÃO - RDC Nº 40, DE 26 DE AGOSTO DE 2015 Define os requisitos do cadastro de produtos médicos. A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe conferem

Leia mais

Brasileira (UNILAB).

Brasileira (UNILAB). RESOLUÇÃO N 029/2013, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2013. Aprova o Regimento da Unidade de Auditoria Interna da Brasileira (UNILAB). Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro- O VICE-REITOR, PRO

Leia mais

EFICÁCIA E APLICAÇÃO DAS NORMAS CONSTITUCIONAIS

EFICÁCIA E APLICAÇÃO DAS NORMAS CONSTITUCIONAIS EFICÁCIA E APLICAÇÃO DAS NORMAS CONSTITUCIONAIS 1 Eficácia é o poder que tem as normas e os atos jurídicos para a conseqüente produção de seus efeitos jurídicos próprios. No sábio entendimento do mestre

Leia mais

Lei nº 37/81, de 3 de Outubro

Lei nº 37/81, de 3 de Outubro Lei nº 37/81, de 3 de Outubro TÍTULO I Atribuição, aquisição e perda da nacionalidade CAPÍTULO I Atribuição da nacionalidade Artigo 1.o Nacionalidade originária 1 São portugueses de origem: a) Os filhos

Leia mais

BOLSA DE ESTUDO PARA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO Perguntas Mais Frequentes

BOLSA DE ESTUDO PARA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO Perguntas Mais Frequentes BOLSA DE ESTUDO PARA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO Perguntas Mais Frequentes Que norma regulamenta a concessão da bolsa de estudo? A Instrução Normativa nº 104, de 25 de janeiro de 2010, regulamenta a concessão

Leia mais

(Publicada no DOU de 20/12/2012 (nº 245, Seção 1, pág. 123)

(Publicada no DOU de 20/12/2012 (nº 245, Seção 1, pág. 123) (Publicada no DOU de 20/12/2012 (nº 245, Seção 1, pág. 123) PORTARIA N o 12.620, DE 13 DEZEMBRO DE 2012. Dispõe sobre as normas relacionadas ao credenciamento de instrutores dos cursos voltados à formação,

Leia mais

Princípios da Administração Pública. Direito Administrativo. Princípios da Administração Pública. Legalidade. Impessoalidade.

Princípios da Administração Pública. Direito Administrativo. Princípios da Administração Pública. Legalidade. Impessoalidade. Direito Administrativo Princípios da Administração Pública Armando Mercadante Fev/2010 Princípios da Administração Pública Princípios expressos no caput do art. 37, CF Legalidade Impessoalidade Moralidade

Leia mais

Direito Administrativo

Direito Administrativo Olá, pessoal! Trago hoje uma pequena aula sobre a prestação de serviços públicos, abordando diversos aspectos que podem ser cobrados sobre o assunto. Espero que gostem. PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PÚBLICOS O

Leia mais

GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DIRETORIA DE VISTORIAS

GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DIRETORIA DE VISTORIAS GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DIRETORIA DE VISTORIAS INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 003/2015 - DIVIS/DESEG APLICAÇÃO DE PENALIDADES

Leia mais

DIREITO ADMINISTRATIVO CONTROLE

DIREITO ADMINISTRATIVO CONTROLE DIREITO ADMINISTRATIVO CONTROLE Atualizado em 12/11/2015 CLASSIFICAÇÕES E SISTEMAS DE CONTROLE CLASSIFICAÇÕES DO CONTROLE Quanto ao posicionamento do órgão controlador: Externo: exercido por um ente que

Leia mais

Profa Patricia Carla - Direito Administrativo www.profapatriciacarla.com.br

Profa Patricia Carla - Direito Administrativo www.profapatriciacarla.com.br Administração Pública Lei 11.107/05: Introduziu em nosso ordenamento uma pessoa jurídica denominada consórcio público. Lei 11.107/05: Os consórcios públicos poderão ser constituídos como pessoas jurídicas

Leia mais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO DE GESTÃO DO PATRIMÔNIO GENÉTICO

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO DE GESTÃO DO PATRIMÔNIO GENÉTICO MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO DE GESTÃO DO PATRIMÔNIO GENÉTICO RESOLUÇÃO N o 25, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2005 Estabelece procedimentos para a remessa de amostra de componente do patrimônio genético

Leia mais

FORMULÁRIOS PARA REGISTRO DE AJUDANTE DE DESPACHANTE ADUANEIRO

FORMULÁRIOS PARA REGISTRO DE AJUDANTE DE DESPACHANTE ADUANEIRO FORMULÁRIOS PARA REGISTRO DE AJUDANTE DE DESPACHANTE ADUANEIRO D.O.U. de 05/10/1992 INSTRUÇÃO NORMATIVA DpRF Nº 109, DE 2 DE OUTUBRO DE 1992 O Diretor do Departamento da Receita Federal, no uso de suas

Leia mais

Gestão de Contratos. Noções

Gestão de Contratos. Noções Gestão de Contratos Noções Contrato - Conceito Contrato é todo acordo de vontades, celebrado para criar, modificar ou extinguir direitos e obrigações de índole patrimonial entre as partes (Direito Civil).

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA No- 4, DE 2 DE SETEMBRO DE 2009

INSTRUÇÃO NORMATIVA No- 4, DE 2 DE SETEMBRO DE 2009 INSTRUÇÃO NORMATIVA No- 4, DE 2 DE SETEMBRO DE 2009 O PRESIDENTE DO INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE - INSTITUTO CHICO MENDES, nomeado pela Portaria nº 532, de 30 de julho de 2008,

Leia mais

QUESTÕES DE CONCURSOS FISCAL DE RENDAS ICMS/RJ - 2010

QUESTÕES DE CONCURSOS FISCAL DE RENDAS ICMS/RJ - 2010 QUESTÕES DE CONCURSOS FISCAL DE RENDAS ICMS/RJ - 2010 01 A respeito da validade dos atos administrativos, assinale a alternativa correta. a) A Administração Pública do Estado do Rio de Janeiro pode convalidar

Leia mais

http://www.saraivajur.com.br Direito Administrativo Sumário

http://www.saraivajur.com.br Direito Administrativo Sumário Sumário I - INTRODUÇÃO 1. Princípios do 2. A Administração Pública II - AGENTES PÚBLICOS III - CARGOS PÚBLICOS IV - ATO ADMINISTRATIVO V - PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO VI - LICITAÇÃO 1. Conceito 2. Legislação

Leia mais

O Sr. Prefeito Municipal de Volta Redonda, no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei;

O Sr. Prefeito Municipal de Volta Redonda, no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei; DECRETO N.º 9185 EMENTA: Institui o DCU SIMPLES, um conjunto de Programas de Ação do Departamento de Controle Urbanístico da Secretaria Municipal de Planejamento, para aprovação de projetos e licenciamento

Leia mais

INSTRUÇÃO INTERNA DE PROCEDIMENTOS IIP Nº 005, de 24 de agosto de 2011 (*)

INSTRUÇÃO INTERNA DE PROCEDIMENTOS IIP Nº 005, de 24 de agosto de 2011 (*) INSTRUÇÃO INTERNA DE PROCEDIMENTOS IIP Nº 005, de 24 de agosto de 2011 (*) Disciplina no âmbito do IFPR as Orientações acerca da Execução Orçamentária e Financeira, relativas à Concessão de Suprimentos

Leia mais

GUIA DE ESTUDOS INSS NOÇÕES DE DIREITO ADMINISTRATIVO FÁBIO RAMOS BARBOSA

GUIA DE ESTUDOS INSS NOÇÕES DE DIREITO ADMINISTRATIVO FÁBIO RAMOS BARBOSA DIREITO ADMINISTRATIVO Estado, governo e administração pública: conceitos, elementos, poderes e organização; natureza, fins e princípios. Direito Administrativo: conceito, fontes e princípios. Organização

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA N 02/2009

INSTRUÇÃO NORMATIVA N 02/2009 INSTRUÇÃO NORMATIVA N 02/2009 Regulamenta os procedimentos relativos à certificação digital, para garantir a segurança das transações eletrônicas realizadas por meio dos sistemas, das aplicações e dos

Leia mais

SUMÁRIO. Informativos de Jurisprudência... 46

SUMÁRIO. Informativos de Jurisprudência... 46 SUMÁRIO CAPÍTULO 1 PRINCÍPIOS... 19 1. Princípios básicos... 19 1.1. Princípio da Supremacia do Interesse Público sobre o privado... 19 1.2. Princípio da Indisponibilidade do Interesse Público... 19 2.

Leia mais

O Conselho Federal de Enfermagem - COFEN, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

O Conselho Federal de Enfermagem - COFEN, no uso de suas atribuições legais e regimentais, Resolução COFEN 255 / 2001 Atualiza normas para o registro de empresas O Conselho Federal de Enfermagem - COFEN, no uso de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO o disposto no art. 1º da Lei

Leia mais

TRASLADO DE CERTIDÕES DE REGISTRO CIVIL EMITIDAS NO EXTERIOR

TRASLADO DE CERTIDÕES DE REGISTRO CIVIL EMITIDAS NO EXTERIOR TRASLADO DE CERTIDÕES DE REGISTRO CIVIL EMITIDAS NO EXTERIOR DISPOSIÇÕES GERAIS Édison Renato Kirsten Registrador Santo Antônio da Patrulha/RS Conforme artigo 32 da Lei 6015/73, os assentos de nascimento,

Leia mais

Dispõe sobre a Autorização Prévia à Análise Técnica de Plano de Manejo Florestal Sustentável- APAT, e dá outras providências

Dispõe sobre a Autorização Prévia à Análise Técnica de Plano de Manejo Florestal Sustentável- APAT, e dá outras providências INSTRUÇÃO NORMATIVA MMA Nº 4, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2006 Dispõe sobre a Autorização Prévia à Análise Técnica de Plano de Manejo Florestal Sustentável- APAT, e dá outras providências A MINISTRA DE ESTADO

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 19, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2003

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 19, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2003 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 19, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2003 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição

Leia mais

C R E D I T A Ç Ã O D E F O R M A Ç Ã O E D E E X P E R I Ê N C I A P R O F I S S I O N A L

C R E D I T A Ç Ã O D E F O R M A Ç Ã O E D E E X P E R I Ê N C I A P R O F I S S I O N A L ISAL Instituto Superior de Administração e Línguas Regulamento de Creditação de Formação e de Experiência Profissional Preâmbulo O n.º 1 do artigo 45.º-A do Decreto-Lei n.º 115/2013, de 7 de agosto, prevê

Leia mais

O Dever de Consulta Prévia do Estado Brasileiro aos Povos Indígenas.

O Dever de Consulta Prévia do Estado Brasileiro aos Povos Indígenas. O Dever de Consulta Prévia do Estado Brasileiro aos Povos Indígenas. O que é o dever de Consulta Prévia? O dever de consulta prévia é a obrigação do Estado (tanto do Poder Executivo, como do Poder Legislativo)

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria da Receita Federal do Brasil Inspetoria da Receita Federal do Brasil em São Paulo

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria da Receita Federal do Brasil Inspetoria da Receita Federal do Brasil em São Paulo MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria da Receita Federal do Brasil Inspetoria da Receita Federal do Brasil em São Paulo ORDEM DE SERVIÇO IRF/SPO Nº 12, DE 24 DE MAIO DE 2011 Dispõe, provisoriamente, sobre a

Leia mais

REGISTOS E NOTARIADO

REGISTOS E NOTARIADO REGISTOS E NOTARIADO Edição de Bolso 12.ª EDIÇÃO ACTUALIZAÇÃO N. 3 1 REGISTOS E NOTARIADO EDIÇÃO DE BOLSO Actualização n. 3 ORGANIZAÇÃO BDJUR BASE DE DADOS JURÍDICA EDITOR EDIÇÕES ALMEDINA, S.A. Rua Fernandes

Leia mais

Certificado de Origem

Certificado de Origem Mercadores Certificado de Origem Coletânea (Versão Histórica) Versão 2.00 - Maio de 2010 Atualizada até: Instrução Normativa RFB nº 777, de 19 de outubro de 2007 Paulo Werneck mercadores.blogspot.com www.mercadores.com.br

Leia mais

Decreto n.o 7/90. de 24 de Março

Decreto n.o 7/90. de 24 de Março Decreto n.o 7/90 de 24 de Março Os Decretos executivos n.ºs 5/80 e 57/84, de 1 de fevereio e de 16 de Agosto respectivamente, pretenderam estabelecer os princípios regulamentadores da actividade das Representações

Leia mais

Decreto nº 31.452, de 22 de março de 2010

Decreto nº 31.452, de 22 de março de 2010 Decreto nº 31.452, de 22 de março de 2010 Diário Oficial do Distrito Federal ANO XLIII Nº 56 BRASÍLIA DF, 23 DE MARÇO DE 2010 Aprovar normas para concessão da Gratificação de Titulação - GTIT e do Adicional

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL DIRETORIA EXECUTIVA COORDENAÇÃO GERAL DE CONTROLE DE SEGURANÇA PRIVADA PORTARIA Nº- 12

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL DIRETORIA EXECUTIVA COORDENAÇÃO GERAL DE CONTROLE DE SEGURANÇA PRIVADA PORTARIA Nº- 12 MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL DIRETORIA EXECUTIVA COORDENAÇÃO GERAL DE CONTROLE DE SEGURANÇA PRIVADA PORTARIA Nº- 12.620, DE 13 DEZEMBRO DE 2012 (Alterada pela Portaria nº 30.536/13

Leia mais

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX OUTROS. CAC-Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da SRF - e-cac

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX OUTROS. CAC-Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da SRF - e-cac VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX OUTROS Orientador Empresarial CAC-Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da SRF - e-cac INSTRUÇÃO NORMATIVA SRF nº 580/2005

Leia mais

Art. 2º Recebidos os ofícios requisitórios (precatórios) da Autarquia, estes serão remetidos, de imediato, à Procuradoria Jurídica.

Art. 2º Recebidos os ofícios requisitórios (precatórios) da Autarquia, estes serão remetidos, de imediato, à Procuradoria Jurídica. NORMA DE EXECUÇÃO/INCRA/Nº 14, DE 31 DE MAIO DE 2001 (Publicação: Diário Oficial n 110-E, de 7/6/2001, seção 1, pág. 123 e Boletim de Serviço n 24, de 11/6/2001) Estabelece procedimentos técnicos e administrativos

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 56, DE 5 DEZEMBRO DE 2007

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 56, DE 5 DEZEMBRO DE 2007 INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 56, DE 5 DEZEMBRO DE 2007 Dispõe sobre instauração e organização de processo de tomada de contas especial e dá outras providências. O TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO, no uso do

Leia mais

PARECER Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União PARECER

PARECER Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União PARECER PARECER Referênci a: Assunto: Restrição de acesso: Ementa: Órgão recorrido: Recorrent e: 1269.000181/201-1 Recurso contra decisão denegatória ao pedido de acesso à informação Não se aplica Pareceres Interesse

Leia mais

Processo Administrativo Tributário e Lançamento

Processo Administrativo Tributário e Lançamento Processo Administrativo Tributário e Lançamento 2ª edição, atualizada de acordo com o Decreto 7.574/2011 958 STF00094579 SUMÁRIO.I'.~. P rejaclo a '2a e d Iça0 -... 11 Capítulo I - TEORIA GERAL DO PROCESSO

Leia mais

DECLARAÇÃO DE VENCIMENTOS E VANTAGENS COM FUNDAMENTAÇÃO BASE LEGAL, EMITIDA PELO ÓRGÃO (ORIGINAL);

DECLARAÇÃO DE VENCIMENTOS E VANTAGENS COM FUNDAMENTAÇÃO BASE LEGAL, EMITIDA PELO ÓRGÃO (ORIGINAL); PROTOCOLO GERAL DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA SOLICITAÇÕES: 1. APOSENTADORIA REQUERIMENTO ASSINADO PELO SERVIDOR E COM VISTO DO CHEFE IMEDIATO (ORIGINAL); OBS.: APOSENTADORIA COMPULSÓRIA - NÃO É NECESSÁRIO

Leia mais

Considerando a apreciação e aprovação prévia da presente adequação pelo Comitê Jurídico do Conselho Curador da Fundação Padre Anchieta;

Considerando a apreciação e aprovação prévia da presente adequação pelo Comitê Jurídico do Conselho Curador da Fundação Padre Anchieta; A FUNDAÇÃO PADRE ANCHIETA CENTRO PAULISTA DE RÁDIO E TV EDUCATIVAS, pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, com o objetivo de sempre aprimorar o cumprimento de suas finalidades, nos termos

Leia mais

Deliberação n.º 513/2010, de 24 de Fevereiro (DR, 2.ª série, n.º 50, de 12 de Março de 2010)

Deliberação n.º 513/2010, de 24 de Fevereiro (DR, 2.ª série, n.º 50, de 12 de Março de 2010) (DR, 2.ª série, n.º 50, de 12 de Março de 2010) Define os requisitos de funcionamento dos postos farmacêuticos móveis (Revoga tacitamente o Anexo II, da Deliberação n.º 2473/2010, de 28 de Novembro) O

Leia mais

AVERBAÇÃO Salvador, Agosto/2010 1

AVERBAÇÃO Salvador, Agosto/2010 1 AVERBAÇÃO Salvador, Agosto/2010 1 I) AVERBAÇÃO. CONCEITO E NOÇÕES INTRODUTÓRIAS. Conceito: É o registro, nos assentamentos do servidor, de determinado tempo de serviço/contribuição. Noções genéricas, que

Leia mais

VOTO. RESPONSÁVEL: Superintendência de Concessões e Autorizações de Geração SCG. 1. A UHE Cachoeira da Fumaça foi outorgada em 22/04/1975.

VOTO. RESPONSÁVEL: Superintendência de Concessões e Autorizações de Geração SCG. 1. A UHE Cachoeira da Fumaça foi outorgada em 22/04/1975. VOTO PROCESSO: 00000.703597/1973-68. INTERESSADOS: Porto Seguro Negócios Imobiliários S.A.. RELATOR: Diretor Reive Barros dos Santos RESPONSÁVEL: Superintendência de Concessões e Autorizações de Geração

Leia mais

PASSO A PASSO PARA CREDENCIAMENTO DE DOCENTES PARA INGRESSO E ATUAÇÃO NOS PROGRAMAS DA COPPE 1 PROFESSOR PLENO

PASSO A PASSO PARA CREDENCIAMENTO DE DOCENTES PARA INGRESSO E ATUAÇÃO NOS PROGRAMAS DA COPPE 1 PROFESSOR PLENO PASSO A PASSO PARA CREDENCIAMENTO DE DOCENTES PARA INGRESSO E ATUAÇÃO NOS PROGRAMAS DA COPPE 1 O candidato deve: PROFESSOR PLENO A Preparar Plano de Ensino e Pesquisa; B - Curriculum Vitae do docente anexando

Leia mais

O CONSELHO UNIVERSITÁRIO - CONSU DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO, no uso de suas atribuições estatutárias e regimentais, RESOLVE:

O CONSELHO UNIVERSITÁRIO - CONSU DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO, no uso de suas atribuições estatutárias e regimentais, RESOLVE: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO Uberaba-MG RESOLUÇÃO N 4 DE 29 DE JUNHO DE 2015, DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UFTM Estabelece normas para realização de Estágio Pós- Doutoral

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO CONSEPE

REGIMENTO INTERNO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO CONSEPE REGIMENTO INTERNO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO CONSEPE TÍTULO I DA COMPOSIÇÃO E DAS COMPETÊNCIAS CAPÍTULO I - DA COMPOSIÇÃO Art. 1º O CONSEPE é o órgão colegiado superior que supervisiona e

Leia mais

Direito Administrativo 4º semestre Professora Ilza Facundes. Introdução ao. Direito Administrativo

Direito Administrativo 4º semestre Professora Ilza Facundes. Introdução ao. Direito Administrativo 4º semestre Professora Ilza Facundes Introdução ao Direito Administrativo NOÇÕES GERAIS O estudo do Direito Administrativo, no Brasil, torna- se um pouco penoso pela falta de um código, uma legislação

Leia mais

1. REGISTRO DE ESTABELECIMENTO DE PRODUÇÃO, PREPARAÇÃO, MANIPULAÇÃO, BENEFICIAMENTO, ACONDICIONAMENTO E EXPORTAÇÃO DE BEBIDA E FERMENTADO ACÉTICO.

1. REGISTRO DE ESTABELECIMENTO DE PRODUÇÃO, PREPARAÇÃO, MANIPULAÇÃO, BENEFICIAMENTO, ACONDICIONAMENTO E EXPORTAÇÃO DE BEBIDA E FERMENTADO ACÉTICO. ANEXO NORMAS SOBRE REQUISITOS, CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS PARA O REGISTRO DE ESTABELECIMENTO, BEBIDA E FERMENTADO ACÉTICO E EXPEDIÇÃO DOS RESPECTIVOS CERTIFICADOS. 1. REGISTRO DE ESTABELECIMENTO DE PRODUÇÃO,

Leia mais

1.1. Quais são as normas da Anvisa e onde são publicadas no DOU? 1.2. Como consultar a publicação de uma resolução da Anvisa no DOU?

1.1. Quais são as normas da Anvisa e onde são publicadas no DOU? 1.2. Como consultar a publicação de uma resolução da Anvisa no DOU? Atualizado: 17 / 09 / 2013 - FAQ - AI 1. Diário Oficial da União (DOU) 1.1. Quais são as normas da Anvisa e onde são publicadas no DOU? 1.2. Como consultar a publicação de uma resolução da Anvisa no DOU?

Leia mais

Capítulo 1 O DIREITO ADMINISTRATIVO... 1 1.1. Direito público e direito privado... 1 1.2. Conceito... 2 1.3. Fontes do Direito Administrativo...

Capítulo 1 O DIREITO ADMINISTRATIVO... 1 1.1. Direito público e direito privado... 1 1.2. Conceito... 2 1.3. Fontes do Direito Administrativo... Sumário Capítulo 1 O DIREITO ADMINISTRATIVO... 1 1.1. Direito público e direito privado... 1 1.2. Conceito... 2 1.3. Fontes do Direito Administrativo... 3 Capítulo 2 ESTADO, GOVERNO E ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA...

Leia mais

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 342/SEJUD.GP, DE 27 DE JULHO DE 2010

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 342/SEJUD.GP, DE 27 DE JULHO DE 2010 TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 342/SEJUD.GP, DE 27 DE JULHO DE 2010 Regulamenta o processo judicial eletrônico no âmbito do Tribunal Superior do Trabalho. O PRESIDENTE DO TRIBUNAL SUPERIOR

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS PROFISSIONAIS LIBERAIS, REPRESENTANTES COMERCIAIS E EMPRESARIAIS ABRAPRE ABRE BRASIL CNPJ

REGIMENTO INTERNO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS PROFISSIONAIS LIBERAIS, REPRESENTANTES COMERCIAIS E EMPRESARIAIS ABRAPRE ABRE BRASIL CNPJ REGIMENTO INTERNO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS PROFISSIONAIS LIBERAIS, REPRESENTANTES COMERCIAIS E EMPRESARIAIS ABRAPRE ABRE BRASIL CNPJ nº 13.649.902/0001-03 DA ASSOCIAÇÃO Artigo 1º - A Associação Brasileira

Leia mais

1 C O N S E L H O R E G I O N A L D E E C O N O M I A 2ª REGIÃO - SP VIADUTO 9 DE JULHO, 26 - TÉRREO - CEP 01050-060 - TEL.:3291-8700 - FAX.

1 C O N S E L H O R E G I O N A L D E E C O N O M I A 2ª REGIÃO - SP VIADUTO 9 DE JULHO, 26 - TÉRREO - CEP 01050-060 - TEL.:3291-8700 - FAX. 1 RESOLUÇÃO nº 468/2006 Fixa procedimentos para a emissão de ATESTADO DE CADASTRAMENTO dos profissionais legalmente inscritos no Conselho Regional de Economia CORECON 2ª Região SP, para atuarem como Peritos

Leia mais

Publicação, Identificação e Formulário dos Diplomas

Publicação, Identificação e Formulário dos Diplomas Publicação, Identificação e Formulário dos Diplomas Lei n.º 74/98, de 11 de novembro com as alterações introduzidas pela Lei n.º 2/2005, de 24 de janeiro 1 2, Lei n.º 26/2006, de 30 de junho, Lei n.º 42/2007,

Leia mais

*Decreto 26.200/2012: DECRETO Nº 26.200, DE 16 DE JULHO DE 2012. DISPÕE SOBRE A REGULAMENTAÇÃO DA LEI COMPLEMENTAR Nº 489, DE 31 DE MAIO DE 2012.

*Decreto 26.200/2012: DECRETO Nº 26.200, DE 16 DE JULHO DE 2012. DISPÕE SOBRE A REGULAMENTAÇÃO DA LEI COMPLEMENTAR Nº 489, DE 31 DE MAIO DE 2012. *Decreto 26.200/2012: DECRETO Nº 26.200, DE 16 DE JULHO DE 2012. DISPÕE SOBRE A REGULAMENTAÇÃO DA LEI COMPLEMENTAR Nº 489, DE 31 DE MAIO DE 2012. O Prefeito Municipal de Chapecó, Estado de Santa Catarina,

Leia mais

COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO

COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO N o 2.839 DE 2010 Susta a Portaria nº 1.510 do Ministério do Trabalho e Emprego, de 21 de agosto de 2009, publicada

Leia mais

II. Contrato Principal: o documento contratual, seus aditivos e anexos, que especificam as obrigações e direitos do segurado e do tomador.

II. Contrato Principal: o documento contratual, seus aditivos e anexos, que especificam as obrigações e direitos do segurado e do tomador. SEGURO-GARANTIA - CONDIÇÕES GERAIS Este seguro garante o fiel cumprimento das obrigações assumidas pelo tomador no contrato principal, firmado com o segurado, conforme os termos da apólice. I. Seguro-Garantia:

Leia mais

REQUISITOS PARA O EXERCÍCIO DA ATIVIDADE EMPRESARIAL

REQUISITOS PARA O EXERCÍCIO DA ATIVIDADE EMPRESARIAL 1. Capacidade para o exercício da empresa Atualmente, existe a possibilidade de a atividade empresarial ser desenvolvida pelo empresário individual, pessoa física, o qual deverá contar com capacidade para

Leia mais