Nomes dos hormônios do córtex adrenal: refletem os efeitos primários mediados por esses hormônios.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Nomes dos hormônios do córtex adrenal: refletem os efeitos primários mediados por esses hormônios."

Transcrição

1 1

2 2

3 3

4 Nomes dos hormônios do córtex adrenal: refletem os efeitos primários mediados por esses hormônios. 4

5 5

6 6

7 O córtex adrenal possui três camadas distintas: zona glomerulosa, zona fasciculada e zona reticular. 7

8 8

9 9

10 10

11 Células cromafins são células neuroendócrinas encontradas na medula das glândulas adrenais (suprarrenal) e em outros gânglios do sistema nervoso simpático. Elas são derivadas da crista neural embrionária. 11

12 Fica evidente que alguns hormônios apresentam tanto atividade mineralocorticoide quanto atividade glicocorticoide. 12

13 A dexametazona, devido a sua atividade glicocorticoide muito intensa e a sua atividade mineralocorticoide quase nula, é um composto especialmente importante para estimular a atividade glicocorticoide específica. 13

14 Verifica-se também a síntese de pequenas quantidades de colesterol nas células corticais a partir da acetilcoenzima A; esse colesterol também pode ser utilizado para a formação dos hormônios adrenocorticais. 14

15 As células da zona glomerulosa não possuem atividade 17 -hidroxilase. Por conseguinte, a pregnenolona só pode ser convertida em progesterona. As células da zona glomerulosa também carecem da atividade de 11 -hidrolase, mas possuem a enzima aldosterona sintase que converte a 11-desoxicorticosterona em corticosterona, a corticosterona em 18-hidroxicorticosterona e a 18-hidroxicorticosterona em aldosterona, o principal mineralocorticoide sintetizado pelas glândulas suprarrenais. 15

16 Qualquer deficiência na via das reações enzimáticas que levam à síntese dos glicocorticoides, mineralocorticoides e androgênios provoca uma grave patologia. A gravidade das manifestações inclui desde a morte in utero (por exemplo, deficiência congênita da colesterol desmolase) até anormalidades que só se tornam evidentes na vida adulta e não são potencialmente fatais. Um defeito enzimático da 21-hidroxilase é responsável por 95% das anormalidades genéticas que ocorrem na síntese dos hormônios esteroides da suprarrenal. 16

17 Em geral, a perda total da secreção adrenocortical provoca morte do indivíduo dentro de 3 dias a 2 semanas, a não ser que ele receba terapia extensa com sal ou com mineralocorticoides. Na ausência de mineralocorticoides, a concentração de íons potássio do líquido extracelular aumenta acentuadamente, enquanto as concentrações de sódio e de cloreto diminuem, verificando-se também redução acentuada do volume do líquido extracelular total e do volume sanguíneo. Em pouco tempo, o indivíduo passa a apresentar débito cardíaco diminuído, que progride para um estado semelhante ao choque, seguido de morte. Toda essa sequência pode ser evitada pela administração de aldosterona ou de algum outro mineralocorticoide. 17

18 18

19 19

20 O cortisol combina-se à globulina denominada globulina de ligação do cortisol ou transcortina e, em menor grau, à albumina cerca de 94% são normalmente transportados na forma ligada, e cerca de 6% na forma livre. Por outro lado, a aldosterona liga-se apenas frouxamente às proteínas plasmáticas, de modo que cerca de 50% encontram-se na forma livre. Tanto na forma combinada quanto na forma livre, os hormônios são transportados por todo o compartimento do líquido extracelular. Em geral, os hormônios fixam-se aos tecidos-alvo dentro de 1 ou 2 horas, no caso do cortisol, e em cerca de 30 minutos, no caso da aldosterona. 20

21 Os esteróides supra-renais sofrem degradação principalmente no fígado e são conjugados para formar glicuronídios e, em menor grau, sulfatos. Cerca de 25% da forma conjugada são excretados na bile e, a seguir, nas fezes, sendo os 75% restantes excretados na urina. As formas conjugadas desses hormônios são inativas. A concentração normal de aldosterona no sangue é de cerca de 6 ng (6 bilionésimos de 1 grama) por decilitro, com secreção de 150 a 250 µg/dia. A concentração de cortisol no sangue é, em média, de 12 µg/dl, com secreção média de 15 a 20 mg/dia. 21

22 22

23 A aldosterona provoca aumento do transporte de sódio e de potássio por troca - isto é, absorção de sódio e excreção simultânea de potássio pelas células epiteliais tubulares - especialmente no túbulo coletor, mas também em menor grau no túbulo distal. Por conseguinte, a aldosterona é responsável pela conservação do sódio no líquido extracelular, enquanto maior quantidade de potássio é excretada na urina. Quando o sódio é reabsorvido pelos túbulos, ocorre absorção osmótica simultânea de quantidades quase equivalentes de água. Desta forma, o volume de líquido extracelular aumenta quase exatamente tanto quanto o sódio. 23

24 O aumento persistente do volume de líquido extracelular resulta eventualmente em elevação da pressão arterial. A seguir, a elevação da pressão arterial determina aumento acentuado da excreção renal de água e de sal, fenômeno conhecido como diurese de pressão. Esse aumento secundário da excreção renal de água e de sal em consequência da diurese de pressão é denominado escape da aldosterona, visto que não há ganho efetivo de sal e de água pelo organismo. 24

25 Ambas as glândulas, sudoríparas e salivares, formam uma secreção primária que contém grandes quantidades de cloreto de sódio; todavia, grande parte do cloreto de sódio, ao passar pelos dutos excretares, é reabsorvida, enquanto são excretadosos íons potássio e bicarbonato. A aldosterona aumenta acentuadamente a reabsorção de cloreto de sódio e a excreção de potássio pelos dutos. O efeito sobre as glândulas sudoríparas é importante para conservar o sal corporal em ambientes quentes, enquanto o efeito sobre as glândulas salivares é importante para conservar o sal quando ocorre perda de quantidades excessivas de saliva. 25

26 (1) aumento da concentração de K + no líquido extracelular: estimula a secreção de aldosterona. (2) sistema da renina-angiotensina: a ocorrência de redução no volume sanguíneo circulante efetivo ( volemia) desencadeia a liberação de renina do aparelho justaglomerular no rim. A renina cliva o angiotensinogênio, formando a angiotensina I, que é convertida em angiotensina II pela enzima conversora de angiotensina (Eca), ligada à membrana das células endoteliais. A angiotensina II é um potente vasoconstritor que estimula a produção de aldosterona na zona glomerulosa do córtex suprarrenal. (3) aumento da concentração de Na + no líquido extracelular: reduz ligeiramente a secreção de aldosterona. (4) hormônio adrenocorticotrópico (ACTH): necessário para a secreção de aldosterona, tendo um pequeno efeito sobre a taxa de secreção. 26

27 A ocorrência de redução no volume sanguíneo circulante efetivo desencadeia a liberação de renina do aparelho justaglomerular no rim. A renina cliva o angiotensinogênio, formando a angiotensina I, que é convertida em angiotensina II pela enzima conversora de angiotensina (Eca), ligada à membrana das células endoteliais. A angiotensina II é um potente vasoconstritor que estimula a produção de aldosterona na zona glomerulosa do córtex suprarrenal. 27

28 28

29 Adenosina trifosfatase sódio-potássio: serve como parte principal da bomba de sódio-potássio nas membranas basolaterais das células tubulares renais. Outras proteínas igualmente importantes são as proteínas de canais de sódio inseridos na membrana luminal das células tubulares, que permitem a rápida difusão de íons sódio (Na + )a partir do lúmen tubular para o interior da célula. Então, o íon sódio é bombeado para fora da célula pelas bombas de sódio-potássio localizadas em suas membranas basolaterais. Assim, a aldosterona não exerce efeito imediato sobre o transporte de sódio, mas deve aguardar a sequência de eventos que levarão à formação da substância ou das substâncias intracelulares específicas necessárias para o transporte de sódio. São necessários cerca de 30 minutos para o aparecimento de novo mrna nas células, sendo necessário um período de aproximadamente 45 minutos para que a velocidade do transporte do sódio comece a aumentar; o efeito só atinge seu nível máximo depois de várias horas. 29

30 30

31 Gliconeogênese: formação de carboidratos a partir de proteínas e de algumas outras substâncias. 31

32 Na presença de grandes excessos de cortisol, os músculos podem ficar tão fracos a ponto de o indivíduo ser incapaz de se levantar da posição agachada. Além disso, as funções de imunidade do tecido linfoide podem estar diminuídas. 32

33 A concentração plasmática elevada de aminoácidos, associada ao aumento do transporte de aminoácidos para as células hepáticas induzido pelo cortisol, também poderia explicar a maior utilização de aminoácidos pelo fígado, resultando em diversos efeitos, como: (1) aumento da velocidade de desaminação dos aminoácidos pelo fígado, (2) aumento da síntese de proteínas no fígado, (3) formação aumentada de proteínas plasmáticas pelo fígado, e (4) conversão aumentada de aminoácido em glicose, isto é, aumento da gliconeogênese. É possível que muitos dos efeitos do cortisol sobre os sistemas metabólicos do organismo sejam, principalmente, o resultado de sua capacidade de mobilizar aminoácidos a partir dos tecidos periféricos, aumentando ao mesmo tempo as enzimas hepáticas necessárias para os efeitos do fígado ao induzir a formação dos mrnas apropriados. 33

34 A maior mobilização das gorduras pelo cortisol, associada à oxidação aumentada de ácidos graxos nas células, ajuda a desviar os sistemas metabólicos das células em épocas de inanição ou na presença de estresse, de modo que a utilização de glicose para energia é substituída pela utilização de ácidos graxos (importante fator na conservação da glicose e do glicogênio a longo prazo). 34

35 35

36 36

37 Basicamente, a inflamação pode ser dividida em cinco estágios principais: (1) liberação pelas células do tecido lesado de substâncias químicas que ativam o processo inflamatório substâncias químicas como histamina, bradicinina, enzimas proteolíticas etc.; (2) aumento do fluxo sanguíneo para a área inflamada, causado por alguns dos produtos liberados pelos tecidos, sendo o processo denominado eritema; (3) perda de grandes quantidades de plasma quase puro dos capilares para a área lesada, seguida de coagulação do líquido tecidual, com consequente formação de edema; (4) infiltração da área por leucócitos; e, por fim, (5) cicatrização do tecido, quase sempre efetuada, pelo menos em parte, pela formação de tecido fibroso. 37

38 38

39 39

40 As velocidades de secreção do CRH, ACTH e cortisol estão todas elevadas pela manhã, porém apresentam-se baixas à noite. Quando o indivíduo modifica seus hábitos diários de sono, o ciclo muda correspondentemente. Uma das razões pelas quais o ciclo é tão importante é que as determinações dos níveis sanguíneos de cortisol só se mostram válidas quando relacionadas com o momento do ciclo em que foram efetuadas. Quando o ACTH é secretado pelo lobo anterior da hipófise, ocorre secreção simultânea de vários outros hormônios que possuem estruturas químicas semelhantes. A razão da existência desses outros produtos é que a molécula de RNA responsável pela formação do ACTH induz inicialmente a síntese de uma molécula proteica consideravelmente maior, conhecida como prépró-hormònio, onde o ACTH constitui apenas uma de suas subunidades. Esse mesmo pré-próhormônio também contém o hormônio estimulante do melanócito (MSH), a beta-lipotropina e a beta-endorfina. 40

41 41

42 Esta etapa de conversão do colesterol a pregnenolona é a etapa limitante da produção de todos os hormônios adrenocorticais, o que explica porque o ACTH é normalmente necessário para que qualquer hormônio adrenocortical seja formado. 42

43 43

44 44

45 45

46 46

47 47

48 48

49 49

50 50

51 51

52 52

53 53

54 54

55 55

56 A última reação enzimática ocorre no citoplasma e, portanto, requer saída da norepinefrina dos grânulos secretores por um mecanismo de transporte passivo. A epinefrina produzida no citoplasma deve penetrar novamente nas vesículas secretoras através de transporte ativo. 56

57 A liberação das catecolaminas representa uma resposta direta à estimulação nervosa simpática da medula adrenal. A acetilcolina liberada nas terminações nervosas pré-ganglionares liga-se a receptores colinérgicos nicotínicos da membrana plasmática das células cromafins, despolarizando as células. Essa despolarização leva à ativação dos canais de Ca 2+ regulados por voltagem, produzindo um influxo de Ca 2+. As vesículas sinápticas que contêm as catecolaminas pré-formadas ficam atracadas sob a membrana sináptica e estreitamente associadas aos canais de Ca 2+ regulados por voltagem. O influxo de Ca 2+ desencadeia o processo de exocitose dos grânulos secretores, que liberam seus conteúdos (catecolaminas, cromograninas, ATP, adrenomedulina, produtos da pró-opiomelanocortina e outros peptídeos) no espaço intersticial, a partir do qual são transportados na circulação até os órgãos-alvo. O papel fisiológico dos peptídeos co-liberados com as catecolaminas ainda não foi totalmente estabelecido. 57

58 A meia-vida das catecolaminas circulantes é curta, estimando-se que seja de 10 s a 1,7 min. Uma fração das catecolaminas liberadas circula ligada à albumina com baixa afinidade. Sua taxa de eliminação varia conforme o local de liberação. As catecolaminas são degradadas pela enzima catecol-o-metiltransferase (COMT) em suas células-alvo. As catecolaminas circulantes podem sofrer recaptação em locais extra-neurais e degradação pela COMT ou monoaminoxidase (MAO), particularmente no fígado (>94%), produzindo os metabólitos metanefrina e normetanefrina. A ação combinada da MAO e COMT sobre a norepinefrina e epinefrina produz o metabólito ácido vanililmandélico (AVM), excretado na urina. As catecolaminas circulantes também podem sofrer filtração direta na urina. 58

59 59

60 Como as catecolaminas fazem parte da resposta de luta ou fuga, seus efeitos fisiológicos consistem em reatividade, alerta, dilatação das pupilas, piloereção, sudorese, dilatação brônquica, taquicardia, inibição da atividade do músculo liso no trato gastointestinal, constrição dos esfíncteres e relaxamento do músculo uterino. A maioria dos eventos envolvidos no processo de lidar com uma situação estressante exige gasto de energia. As catecolaminas asseguram a mobilização de substrato do fígado, do músculo de da gordura, estimulando a degradação do glicogênio (glicogenólise) e da gordura (lipólise). Assim, o aumento das catecolaminas circulantes está associado a elevações dos níveis plasmáticos de glicose e dos ácidos graxos livres. Alguns dos efeitos mais importantes das catecolaminas são exercidos no sistema cardiovascular, onde aumentam a frequência cardíaca (taquicardia), produzem vasoconstrição periférica e elevam a resistência vascular. 60

61 61

Glândulas endócrinas:

Glândulas endócrinas: SISTEMA ENDOCRINO Glândulas endócrinas: Funções: Secreções de substâncias (hormônios) que atuam sobre célula alvo Regulação do organismo (homeostase) Hormônios: Substâncias químicas que são produzidas

Leia mais

Regulação dos níveis iônicos do sangue (Na +, K +, Ca 2+, Cl -, HPO 4. , K +, Mg 2+, etc...)

Regulação dos níveis iônicos do sangue (Na +, K +, Ca 2+, Cl -, HPO 4. , K +, Mg 2+, etc...) Regulação dos níveis iônicos do sangue (Na +, K +, Ca 2+, Cl -, HPO 4 2-, K +, Mg 2+, etc...) Regulação do equilíbrio hidrossalino e da pressão arterial; Regulação do ph sanguíneo (H +, HCO 3- ); Síntese

Leia mais

Estrutura adrenal. Função da medula adrenal. Função da medula adrenal. Funções do córtex adrenal. Funções do córtex adrenal. Funções do córtex adrenal

Estrutura adrenal. Função da medula adrenal. Função da medula adrenal. Funções do córtex adrenal. Funções do córtex adrenal. Funções do córtex adrenal Estrutura adrenal Função da medula adrenal O córtex compreende a zona glomerulosa, secretora dos minelocorticóides, e a zona reticulada, secretora de glicocorticóides e dos androgênios adrenais. A medula

Leia mais

Fisiologia da Adrenal

Fisiologia da Adrenal Fisiologia da Adrenal Profa. Letícia Lotufo Glândula Adrenal: Porção externa córtex 80 a 90% Tecido mesodérmico Porção interna medula 10 a 20% Tecido neurodérmico 1 Adrenal histologia: Zona glomerulosa

Leia mais

SISTEMA URINÁRIO. Prof. Me. Leandro Parussolo

SISTEMA URINÁRIO. Prof. Me. Leandro Parussolo SISTEMA URINÁRIO Prof. Me. Leandro Parussolo SISTEMA URINÁRIO Conjunto de órgãos e estruturas responsáveis pela filtração do sangue e consequente formação da urina; É o principal responsável pela eliminação

Leia mais

REGULAÇÃO HIDROELETROLÍTICA FUNÇÃO RENAL

REGULAÇÃO HIDROELETROLÍTICA FUNÇÃO RENAL REGULAÇÃO HIDROELETROLÍTICA FUNÇÃO RENAL Bioquímica Profa. Dra. Celene Fernandes Bernardes Referências Bioquímica Clínica M A T Garcia e S Kanaan Bioquímica Mèdica J W Baynes e M H Dominiczack Fundamentos

Leia mais

Sistema endócrino. Apostila 3 Página 22

Sistema endócrino. Apostila 3 Página 22 Sistema endócrino Apostila 3 Página 22 Sistema mensageiro Hormônios: informacionais, produzidas pelas glândulas endócrinas e distribuídas pelo sangue. Órgão-alvo: reage ao estímulo do hormônio. Sistema

Leia mais

ZOOLOGIA E HISTOLOGIA ANIMAL

ZOOLOGIA E HISTOLOGIA ANIMAL ZOOLOGIA E HISTOLOGIA ANIMAL Sistema Endócrino Prof. Fernando Stuchi Introdução Os mensageiros químicos do corpo (hormônios) são produzidos pelas glândulas endócrinas ou glândulas de secreção interna,

Leia mais

FISIOLOGIA RENAL EXERCÍCIOS DE APRENDIZAGEM

FISIOLOGIA RENAL EXERCÍCIOS DE APRENDIZAGEM EXERCÍCIOS DE APRENDIZAGEM FISIOLOGIA RENAL 01. A sudorese (produção de suor) é um processo fisiológico que ajuda a baixar a temperatura do corpo quando está muito calor ou quando realizamos uma atividade

Leia mais

Disciplina de Fisiologia Veterinária. GH e PROLACTINA. Prof. Fabio Otero Ascoli

Disciplina de Fisiologia Veterinária. GH e PROLACTINA. Prof. Fabio Otero Ascoli Disciplina de Fisiologia Veterinária GH e PROLACTINA Prof. Fabio Otero Ascoli GH Sinônimos: Hormônio do crescimento ou somatotrópico ou somatotropina Histologia: Em torno de 30 a 40% das células da hipófise

Leia mais

Sistemas Excretores. Professor Fernando Stuchi

Sistemas Excretores. Professor Fernando Stuchi Sistemas Excretores Definição Para manutenção da vida de um organismo animal, todo alimento e substancia que são digeridas, as células absorvem os nutrientes necessários para o fornecimento de energia.

Leia mais

Curso: Integração Metabólica

Curso: Integração Metabólica Curso: Integração Metabólica Aula 9: Sistema Nervoso Autônomo Prof. Carlos Castilho de Barros Sistema Nervoso Sistema Nervoso Central Sistema Nervoso Periférico Sensorial Motor Somático Autônomo Glândulas,

Leia mais

Fisiologia I CÓRTEX ADRENAL. Prof. Élio Waichert Júnior 1

Fisiologia I CÓRTEX ADRENAL. Prof. Élio Waichert Júnior 1 CÓRTEX ADRENAL Prof. Élio Waichert Júnior 1 Córtex adrenal Colesterol Hormônios corticosteróides Mineralocorticóides Glicocorticóides Hormônios androgênicos Afetam os eletrólitos (sódio, potássio) Afetam

Leia mais

ANATOMIA HUMANA. Faculdade Anísio Teixeira Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto

ANATOMIA HUMANA. Faculdade Anísio Teixeira Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto ANATOMIA HUMANA Faculdade Anísio Teixeira Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto Sistema Urinário Conceito As atividades metabólicas resultam na decomposição de proteínas, lipídeos e carboidratos.

Leia mais

Anatomia e Fisiologia Animal Sistema Endócrino. Profa. Valdirene Zabot Unochapecó

Anatomia e Fisiologia Animal Sistema Endócrino. Profa. Valdirene Zabot Unochapecó Anatomia e Fisiologia Animal Sistema Endócrino Profa. Valdirene Zabot Unochapecó Sistema de Comunicação Corpórea: Endócrino Nervoso Produtos = Hormônios: ajudam a enviar informações para outras células

Leia mais

CONTROLE FISIOLÓGICO DA FILTRAÇÃO GLOMERULAR E DO FLUXO SANGUÍNEO RENAL

CONTROLE FISIOLÓGICO DA FILTRAÇÃO GLOMERULAR E DO FLUXO SANGUÍNEO RENAL Prof. Hélder Mauad CONTROLE FISIOLÓGICO DA FILTRAÇÃO GLOMERULAR E DO FLUXO SANGUÍNEO RENAL São variáveis e sujeitas a controle fisiológico São variáveis e sujeitas a controle fisiológico 1. Sistema Nervoso

Leia mais

Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri - UFVJM

Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri - UFVJM Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri - UFVJM Disciplina - Fisiologia Introdução à Filtração Glomerular Regulação do Fluxo Sanguíneo Renal Prof. Wagner de Fátima Pereira Departamento

Leia mais

Objetivos: Descrever os neurotransmissores -Catecolaminas dopamina, noradrenalina, adrenalina -Acetilcolina

Objetivos: Descrever os neurotransmissores -Catecolaminas dopamina, noradrenalina, adrenalina -Acetilcolina FACULDADE DE MEDICINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA VIDA PUC-Campinas DISCIPLINA DE BASES MORFOFISIOLÓGICAS DO SISTEMA NERVOSO, SENSORIAL E LOCOMOTOR BIOQUÍMICA A 2012 Profa. Dra. Celene Fernandes Bernardes Objetivos:

Leia mais

Anatomia e Fisiologia Humana

Anatomia e Fisiologia Humana Introdução Boa parte do funcionamento do corpo humano depende da comunicação entre as células por meio de mensageiros químicos que viajam pelos sangue. Conjunto de células produtoras de hormônios. Hormônios

Leia mais

Fisiologia da glândula Tireóide

Fisiologia da glândula Tireóide Universidade Federal do Espírito Santo PSICOLOGIA Fisiologia da glândula Tireóide Élio Waichert Júnior Localização anatômica Secreta 3 Hormônios: Tiroxina (T4) Triiodotironina (T3) Calcitonina Prof. Élio

Leia mais

Profº André Montillo www.montillo.com.br

Profº André Montillo www.montillo.com.br Profº André Montillo www.montillo.com.br Introdução: A célula é uma entidade isolada em sua própria membrana, bem como as suas organelas que também se encontram envoltas em sua próprias membranas, separando-as

Leia mais

Sistema circulatório. Componentes: - Vasos sanguíneos. - Sangue (elementos figurados e plasma) - Coração

Sistema circulatório. Componentes: - Vasos sanguíneos. - Sangue (elementos figurados e plasma) - Coração Fisiologia Humana Sistema circulatório Componentes: - Sangue (elementos figurados e plasma) - Vasos sanguíneos - Coração Vasos sanguíneos Artérias Vasos com paredes espessas e elásticas por onde circula

Leia mais

Excreção. Manutenção do equilíbrio de sal, água e remoção de excretas nitrogenadas.

Excreção. Manutenção do equilíbrio de sal, água e remoção de excretas nitrogenadas. Fisiologia Animal Excreção Manutenção do equilíbrio de sal, água e remoção de excretas nitrogenadas. Sistema urinario Reabsorção de açucar, Glicose, sais, água. Regula volume sangue ADH: produzido pela

Leia mais

Sistema endócrino + Sistema nervoso. integração e controle das funções do organismo

Sistema endócrino + Sistema nervoso. integração e controle das funções do organismo Sistema endócrino Sistema endócrino + Sistema nervoso integração e controle das funções do organismo Sistema endócrino Conjunto de glândulas endócrinas que secretam hormônio Relembrando Glândulas que liberam

Leia mais

Sistema Endócrino Sistema Endócrino Sistema Endócrino Sistema Endócrino Sistema Endócrino Sistema Endócrino Mensagem Química: Hormônios Os hormônios são substâncias químicas liberadas na corrente sanguínea

Leia mais

ESTUDO DIRIGIDO MORFOLOGIA MICROSCOPICA

ESTUDO DIRIGIDO MORFOLOGIA MICROSCOPICA 1 ESTUDO DIRIGIDO MORFOLOGIA MICROSCOPICA 1- As glândulas adrenais têm uma das mais altas taxas de fluxo sanguíneo por grama de tecido do organismo, sendo que o córtex abrange 80% e a medula, 20% do órgão.

Leia mais

47 Por que preciso de insulina?

47 Por que preciso de insulina? A U A UL LA Por que preciso de insulina? A Medicina e a Biologia conseguiram decifrar muitos dos processos químicos dos seres vivos. As descobertas que se referem ao corpo humano chamam mais a atenção

Leia mais

Concentração no local do receptor

Concentração no local do receptor FARMACOCINÉTICA FARMACOCINÉTICA O que o organismo faz sobre a droga. FARMACODINÂMICA O que a droga faz no organismo. RELAÇÕES ENTRE FARMACOCINÉTICA E FARMACODINÂMICA DROGA ORGANISMO FARMACOCINÉTICA Vias

Leia mais

Mensageiros Químicos. Introdução: As Comunicações entre as células: 3 Tipos de Moléculas: Receptores:

Mensageiros Químicos. Introdução: As Comunicações entre as células: 3 Tipos de Moléculas: Receptores: Introdução: A célula é uma entidade isolada em sua própria membrana, bem como as suas organelas que também se encontram envoltas em sua próprias membranas, separando-as do restante da célula. Desta forma

Leia mais

Fisiologia do Sistema Endócrino-I

Fisiologia do Sistema Endócrino-I Curso Preparatório para Residência em Enfermagem-2012 Fisiologia do Sistema Endócrino-I Prof. Fernando Ramos Gonçalves -Msc Glândulas endócrinas: Funções: Secreções de substâncias (hormônios) que atuam

Leia mais

PRINCÍPIOS GERAIS DA HEMODINÂMICA: FLUXO SANGUÍNEO E SEU CONTROLE

PRINCÍPIOS GERAIS DA HEMODINÂMICA: FLUXO SANGUÍNEO E SEU CONTROLE PRINCÍPIOS GERAIS DA HEMODINÂMICA: FLUXO SANGUÍNEO E SEU CONTROLE Hemodinâmica = princípios que governam o fluxo sanguíneo, no sistema cardiovascular. Fluxo, Pressão, resistência e capacitância*: do fluxo

Leia mais

INTRODUÇÃO AO ESTUDO FISIOLOGIA DI SISTEMA NERVOSO AUTONOMO. Fundamentos da organização morfo-funcional do SNA.

INTRODUÇÃO AO ESTUDO FISIOLOGIA DI SISTEMA NERVOSO AUTONOMO. Fundamentos da organização morfo-funcional do SNA. INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA FISIOLOGIA DI SISTEMA NERVOSO AUTONOMO Fundamentos da organização morfo-funcional do SNA. Obs: O texto abaixo apresenta caráter introdutório, dessa forma, não substitui as aulas

Leia mais

Hormonas e mensageiros secundários

Hormonas e mensageiros secundários Hormonas e mensageiros secundários Interrelação entre os tecidos Comunicação entre os principais tecidos Fígado tecido adiposo hormonas sistema nervoso substratos em circulação músculo cérebro 1 Um exemplo

Leia mais

SISTEMA EXCRETOR (URINÁRIO) RIO) Rins: morfologia e funcionamento Regulação hormonal Distúrbios mais comuns Excreção de compostos nitrogenados

SISTEMA EXCRETOR (URINÁRIO) RIO) Rins: morfologia e funcionamento Regulação hormonal Distúrbios mais comuns Excreção de compostos nitrogenados SISTEMA EXCRETOR (URINÁRIO) RIO) Rins: morfologia e funcionamento Regulação hormonal Distúrbios mais comuns Excreção de compostos nitrogenados Regulação osmótica SISTEMA URINÁRIO HUMANO adrenal Veia cava

Leia mais

SISTEMA ENDÓCRINO. Prof. Diego Ceolin

SISTEMA ENDÓCRINO. Prof. Diego Ceolin SISTEMA ENDÓCRINO Prof. Diego Ceolin INTRODUÇÃO Função: Atua juntamente com o sistema nervoso para o equilíbrio corporal ( Homeostase ) HOMEOSTASE Tendência permanente do organismo manter a constância

Leia mais

10/09/2015. Glândula pineal. Hormônio Melatonina : produzido à noite, na ausência de luz. Crescimento; Regulação do sono; CONTROLE HORMONAL

10/09/2015. Glândula pineal. Hormônio Melatonina : produzido à noite, na ausência de luz. Crescimento; Regulação do sono; CONTROLE HORMONAL Glândulas endócrinas e tecidos que secretam hormônios; Coordena funções do organismo CONTROLE HORMONAL S. Nervoso + S. endócrino = Homeostase Mensageiros químicos; Atuam em um tecido ou órgão alvo específico;

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Ciências Aeronáuticas. Sistema Endócrino. Prof. Raimundo Júnior M.Sc.

Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Ciências Aeronáuticas. Sistema Endócrino. Prof. Raimundo Júnior M.Sc. Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Ciências Aeronáuticas Sistema Endócrino Prof. Raimundo Júnior M.Sc. Sistema Hormonal atua como um sistema de controle e regulação (assim como o

Leia mais

Fluxo sanguíneo - 21% do débito cardíaco.

Fluxo sanguíneo - 21% do débito cardíaco. Função renal: excreção, controle do volume e composição dos líquidos corporais. Composto por um par de rins, um par de ureteres, pela bexiga urinária e pela uretra. Os rins situam-se na parte dorsal do

Leia mais

Dose da droga administrada ABSORÇÃO Concentração da droga na circulação sistêmica DISTRIBUIÇÃO ELIMINAÇÃO Droga nos tecidos de distribuição FARMA- COCINÉ- TICA FARMACOCINÉTICA Concentração da droga no

Leia mais

Sistema Endócrino. Introdução. Glândulas e suas secreções. 1. Hipotálamo: 2. Hipófise anterior (adeno-hipófise):

Sistema Endócrino. Introdução. Glândulas e suas secreções. 1. Hipotálamo: 2. Hipófise anterior (adeno-hipófise): Introdução Sistema Endócrino O sistema endócrino é composto por um grupo de tecidos especializados (glândulas) cuja função é produzir e liberar na corrente sanguínea substâncias chamadas Hormônios. Os

Leia mais

Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri - UFVJM. Fisiologia Endócrina. Introdução ao Sistema Endócrino

Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri - UFVJM. Fisiologia Endócrina. Introdução ao Sistema Endócrino Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri - UFVJM Fisiologia Endócrina Introdução ao Sistema Endócrino Prof. Wagner de Fátima Pereira Departamento de Ciências Básicas Faculdade de Ciências

Leia mais

2 - Biodisponibilidade. Biodisponibilidade Velocidade e extensão de absorção de um fármaco a partir de uma forma de administração

2 - Biodisponibilidade. Biodisponibilidade Velocidade e extensão de absorção de um fármaco a partir de uma forma de administração 2 - Biodisponibilidade TOXICOCINÉTICA Biodisponibilidade Velocidade e extensão de absorção de um fármaco a partir de uma forma de administração Fator de Biodisponibilidade (F) Fração da dose administrada

Leia mais

M E T B O L I S M O CATABOLISMO ANABOLISMO

M E T B O L I S M O CATABOLISMO ANABOLISMO METABOLISMO É o conjunto das reações químicas que ocorrem num organismo vivo com o fim de promover a satisfação de necessidades estruturais e energéticas. ...metabolismo Do ponto de vista físico-químico,

Leia mais

Células A (25%) Glucagon Células B (60%) Insulina Células D (10%) Somatostatina Células F ou PP (5%) Polipeptídeo Pancreático 1-2 milhões de ilhotas

Células A (25%) Glucagon Células B (60%) Insulina Células D (10%) Somatostatina Células F ou PP (5%) Polipeptídeo Pancreático 1-2 milhões de ilhotas Instituto Biomédico Departamento de Fisiologia e Farmacologia Disciplina: Fisiologia II Curso: Medicina Veterinária Pâncreas Endócrino Prof. Guilherme Soares Ilhotas Células A (25%) Glucagon Células B

Leia mais

GLICOCORTICÓIDES PRINCIPAIS USOS DOS FÁRMACOS INIBIDORES DOS ESTERÓIDES ADRENOCORTICAIS

GLICOCORTICÓIDES PRINCIPAIS USOS DOS FÁRMACOS INIBIDORES DOS ESTERÓIDES ADRENOCORTICAIS GLICOCORTICÓIDES - Hormônios esteroidais: Hormônios sexuais e Hormônios do Córtex da Adrenal. - Hormônios do Córtex da Adrenal: o Adrenocorticosteróides [glicocorticóides e (cortisol) e Mineralocorticóides

Leia mais

TRANSPORTE ATRAVÉS DA MEMBRANA. Luis Eduardo Maggi

TRANSPORTE ATRAVÉS DA MEMBRANA. Luis Eduardo Maggi TRANSPORTE ATRAVÉS DA MEMBRANA Luis Eduardo Maggi Tipos de Transporte Passivo Difusão simples Difusão facilitada Osmose Ativo Impulsionado pelo gradiente iônico Bomba de Na/K Em Bloco Endocitose: (Fagocitose,

Leia mais

Mecanismos renais de absorção e equilíbrio ácido-básico

Mecanismos renais de absorção e equilíbrio ácido-básico Mecanismos renais de absorção e equilíbrio ácido-básico A absorção no túbulo contornado proximal A característica base do túbulo contornado proximal é reabsorção ativa de sódio, com gasto energético, na

Leia mais

Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo. sgrillo.ita@ftc.br

Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo. sgrillo.ita@ftc.br Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo sgrillo.ita@ftc.br O metabolismo de carboidratos em humanos pode ser dividido nas seguintes categorias: 1. Glicólise 2. Ciclo de Krebs 3. Glicogênese 4. Glicogenólise

Leia mais

Sistema Endócrino: controle hormonal

Sistema Endócrino: controle hormonal Sistema Endócrino: controle hormonal Todos os processos fisiológicos estudados até agora, como digestão, respiração, circulação e excreção, estão na dependência do sistema que fabrica os hormônios. O sistema

Leia mais

SISTEMA ENDÓCRINO hormônios tecidos alvos receptores homeostase feedback "feedback" feedback negativo" "feedback" "feedback positivo" receptores

SISTEMA ENDÓCRINO hormônios tecidos alvos receptores homeostase feedback feedback feedback negativo feedback feedback positivo receptores 1 SISTEMA ENDÓCRINO O Sistema Endócrino é constituído por diversas glândulas e tecidos que secretam substâncias químicas responsáveis pelo controle da maioria das funções biológicas. As substâncias secretadas

Leia mais

POTENCIAL ELÉTRICO. alvaro.unespbauru@hotmail.com

POTENCIAL ELÉTRICO. alvaro.unespbauru@hotmail.com POTENCIAL ELÉTRICO alvaro.unespbauru@hotmail.com Potenciais elétricos Potencial de membrana: é a diferença de potencial elétrico, em Volts (V), gerada a partir de um gradiente eletroquímico através de

Leia mais

FISIOLOGIA HUMANA III

FISIOLOGIA HUMANA III FISIOLOGIA HUMANA III UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO Profª Drª Silvia Aparecida Pieta Interação dos sistemas nervoso e endócrino Os sistemas nervoso e

Leia mais

SISTEMA ENDÓCRINO - 1 Figuras desta aula são do livro de Silverthorn

SISTEMA ENDÓCRINO - 1 Figuras desta aula são do livro de Silverthorn SISTEMA ENDÓCRINO - 1 Figuras desta aula são do livro de Silverthorn Bernardo Baldisserotto Departamento de Fisiologia e Farmacologia Universidade Federal de Santa Maria, Brasil Sistema nervoso: usualmente

Leia mais

CAPÍTULO 6 TECIDO MUSCULAR

CAPÍTULO 6 TECIDO MUSCULAR CAPÍTULO 6 TECIDO MUSCULAR 1 Características Histológicas O tecido muscular é constituído por células alongadas que possuem grande quantidade de filamentos citoplasmáticos com proteínas contráteis. Esse

Leia mais

BIOFÍSICA MEMBRANAS BIOLÓGICAS

BIOFÍSICA MEMBRANAS BIOLÓGICAS BIOFÍSICA MEMBRANAS BIOLÓGICAS CÉLULA Unidade fundamental dos seres vivos Menor estrutura biológica capaz de ter vida autônoma Átomos Moléculas Estruturas supramoleculares Células tecidos órgãos Sistemas

Leia mais

Lista de Exercícios. Aluno(a): Nº. Pré Universitário Uni-Anhanguera. Disciplina: Biologia

Lista de Exercícios. Aluno(a): Nº. Pré Universitário Uni-Anhanguera. Disciplina: Biologia Lista de Exercícios Pré Universitário Uni-Anhanguera Aluno(a): Nº. Professor: Mário Neto Série: 2 Ano Disciplina: Biologia 1) (Fuvest-1998) Uma jovem que sempre foi saudável chegou a um hospital em estado

Leia mais

Hipófise. 1.1. Relações anatômicas. Hipotálamo interface entre os sistemas nervoso e endócrino. Remoção cirúrgica morte 1 a 2 dias

Hipófise. 1.1. Relações anatômicas. Hipotálamo interface entre os sistemas nervoso e endócrino. Remoção cirúrgica morte 1 a 2 dias 1. CARACTERÍSTICAS GERAIS DO SISTEMA HIPOTÂMICO HIPÓFISÁRIO 1.1. Relações anatômicas Hipófise Hipotálamo interface entre os sistemas nervoso e endócrino Infundíbulo Controla a função hipofisária através

Leia mais

Adrenais OS HORMÔNIOS ADRENOCORTICAIS - SUPRA-RENAL. Msc. Ana Maria da Silva Curado Lins

Adrenais OS HORMÔNIOS ADRENOCORTICAIS - SUPRA-RENAL. Msc. Ana Maria da Silva Curado Lins Adrenais Msc. Ana Maria da Silva Curado Lins OS HORMÔNIOS ADRENOCORTICAIS - SUPRA-RENAL - São duas as glândulas supra-renais. - Situam-se no pólo superior de cada rim aproximadamente 4g cada. - Córtex:

Leia mais

METABOLISMO. Nesta 3 a parte da disciplina nosso principal objetivo é compreender os mecanismos pelos quais as células regulam o seu metabolismo

METABOLISMO. Nesta 3 a parte da disciplina nosso principal objetivo é compreender os mecanismos pelos quais as células regulam o seu metabolismo METABOLISMO Nesta 3 a parte da disciplina nosso principal objetivo é compreender os mecanismos pelos quais as células regulam o seu metabolismo Mas o que é metabolismo? Metabolismo é o nome que damos ao

Leia mais

O CITOPLASMA E SUAS ORGANELAS

O CITOPLASMA E SUAS ORGANELAS O CITOPLASMA E SUAS ORGANELAS Citoplasma região entre a membrana plasmática e o núcleo (estão presentes o citosol e as organelas). Citosol material gelatinoso formado por íons e moléculas orgânicas e inorgânicas

Leia mais

II.4 - Histofisiologia dos Epitélios Glandulares:

II.4 - Histofisiologia dos Epitélios Glandulares: Capítulo 1: Parte 3 1 II.4 - Histofisiologia dos Epitélios Glandulares: O epitélio que participa principalmente da secreção está geralmente disposto em estruturas denominadas glândulas. As substâncias

Leia mais

CONTROLE E INTEGRAÇÂO

CONTROLE E INTEGRAÇÂO CONTROLE E INTEGRAÇÂO A homeostase é atingida através de uma série de mecanismos reguladores que envolve todos os órgãos do corpo. Dois sistemas, entretanto, são destinados exclusivamente para a regulação

Leia mais

( ) A concentração intracelular de íons cálcio é o grande determinante da força de contração da musculatura cardíaca.

( ) A concentração intracelular de íons cálcio é o grande determinante da força de contração da musculatura cardíaca. Grupo de Fisiologia Geral da Universidade de Caxias do Sul Exercícios: Fisiologia do Sistema Cardiovascular (parte III) 1. Leia as afirmativas abaixo e julgue-as verdadeiras (V) ou falsas (F): ( ) A concentração

Leia mais

ALTERAÇÕES METABÓLICAS NA GRAVIDEZ

ALTERAÇÕES METABÓLICAS NA GRAVIDEZ ALTERAÇÕES METABÓLICAS NA GRAVIDEZ CUSTO ENERGÉTICO DA GRAVIDEZ CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO FETAL SÍNTESE DE TECIDO MATERNO 80.000 kcal ou 300 Kcal por dia 2/4 médios 390 Kcal depósito de gordura- fase

Leia mais

ADRENAL subdivisões da glândula adrenal

ADRENAL subdivisões da glândula adrenal Função adrenal ADRENAL A glândula adrenal é uma glândula endócrina (secreta hormonas na corrente sanguínea, as quais são mensageiros químicos dentro do corpo) localizada na superfície anterior do rim.

Leia mais

Bioenergética. Profa. Kalyne de Menezes Bezerra Cavalcanti

Bioenergética. Profa. Kalyne de Menezes Bezerra Cavalcanti Bioenergética Profa. Kalyne de Menezes Bezerra Cavalcanti Natal/RN Fevereiro de 2011 Substratos para o exercício O corpo utiliza nutrientes carboidratos, gorduras e proteínas consumidos diariamente para

Leia mais

O SISTEMA RENINA-ANGIOTENSINA-ALDOSTERONA

O SISTEMA RENINA-ANGIOTENSINA-ALDOSTERONA O SISTEMA RENINA-ANGIOTENSINA-ALDOSTERONA Classicamente, o sistema renina-angiotensina-aldosterona (S-RAA) é descrito como um eixo endócrino no qual cada componente de uma cascata é produzido por diferentes

Leia mais

4/19/2007 Fisiologia Animal - Arlindo Moura 1

4/19/2007 Fisiologia Animal - Arlindo Moura 1 4/19/2007 Fisiologia Animal - Arlindo Moura 1 HIPOTALAMO Neuronios do hipotalamo sintetizam TRH (hormonio tireotrofico) Sistema portahipotalamico hipofisario TRH estimula a sintese e secreacao de TSH (hormonio

Leia mais

Fisiologia do Sistema Nervoso

Fisiologia do Sistema Nervoso FORMAÇÃO DO TUBO NEURAL Fisiologia do Sistema Nervoso Curso: Biologia Profa. EMBRIOGÊNESE DO SN DIVISÃO DO SN 1 SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO Diversidade celular SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO NERVOS SOMÁTICO

Leia mais

SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO

SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO SISTEMA NERVOSO SNP SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO SNC SISTEMA NERVOSO CENTRAL SENSORIAL neurônios aferentes MOTOR neurônios eferentes NEURÔNIOS MOTORES SOMÁTICOS NEURÔNIOS AUTÔNOMOS

Leia mais

Biomassa de Banana Verde Integral- BBVI

Biomassa de Banana Verde Integral- BBVI Biomassa de Banana Verde Integral- BBVI INFORMAÇÕES NUTRICIONAIS Porção de 100g (1/2 copo) Quantidade por porção g %VD(*) Valor Energético (kcal) 64 3,20 Carboidratos 14,20 4,73 Proteínas 1,30 1,73 Gorduras

Leia mais

GOIÂNIA, / / 2015 PROFESSOR: MARIO NETO

GOIÂNIA, / / 2015 PROFESSOR: MARIO NETO GOIÂNIA, / / 2015 PROFESSOR: MARIO NETO DISCIPLINA: CIÊNCIAS NATURAIS SÉRIE: 2º ALUNO(a): No Anhanguera você é + Enem 1) Elabore o roteiro de estudos: a. Quais são as vias excretoras do nosso corpo? b.

Leia mais

Fonte: Disponível em: http://veja.abril.com.br. Acesso em: 25 set. 2014.

Fonte: Disponível em: http://veja.abril.com.br. Acesso em: 25 set. 2014. 1. (Ufsm 2015) O consumo exagerado de sódio está associado a uma serie de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), como as cardiovasculares. Essas moléculas são responsáveis por 72% das mortes no Brasil,

Leia mais

SISTEMA EXCRETOR PROFª CLÁUDIA LOBO

SISTEMA EXCRETOR PROFª CLÁUDIA LOBO SISTEMA EXCRETOR PROFª CLÁUDIA LOBO Excreção Mecanismo pelo qual os seres vivos recolhem seu lixo celular, como a amônia (NH 3 ), CO 2, água e sais. Desta forma, os seres vivos mantém a homeostase, isto

Leia mais

05/10/2013 SISTEMA CIRCULATÓRIO. Evolução do sistema circulatório. Fisiologia do Sistema Circulatório ou Cardiovascular

05/10/2013 SISTEMA CIRCULATÓRIO. Evolução do sistema circulatório. Fisiologia do Sistema Circulatório ou Cardiovascular SISTEMA CIRCULATÓRIO Prof.Msc.MoisésMendes professormoises300@hotmail.com www.moisesmendes.com Fisiologia do Sistema Circulatório ou Cardiovascular Esse sistema é constituído por um fluido circulante (o

Leia mais

Sistema Urinário. Profe. Cristiane Rangel 8º ano Ciências

Sistema Urinário. Profe. Cristiane Rangel 8º ano Ciências Sistema Urinário Profe. Cristiane Rangel 8º ano Ciências O sistema urinário ANTONIA REEVE / SCIENCE PHOTO LIBRARY O rim foi o primeiro órgão vital a ser transplantado com sucesso em pessoas. Qual a função

Leia mais

SISTEMA ENDÓCRINO. Jatin Das TIREÓIDE

SISTEMA ENDÓCRINO. Jatin Das TIREÓIDE SISTEMA ENDÓCRINO Jatin Das Os hormônios tireoidianos são fundamentais para o desenvolvimento de vários órgãos no período embrionário, rio, mas também m são responsáveis pelo crescimento, a diferenciação

Leia mais

Samba, suor e cerveja!

Samba, suor e cerveja! A UU L AL A Samba, suor e cerveja! O carnaval está chegando e você não vê a hora de sambar ao ritmo da bateria das escolas de samba ou de ir atrás do trio elétrico. Tanto calor e tanto exercício vão dar

Leia mais

TERAPÊUTICA DA HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA

TERAPÊUTICA DA HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA Disciplina: Farmacologia Curso: Enfermagem TERAPÊUTICA DA HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA Professora: Ms. Fernanda Cristina Ferrari Controle da Pressão Arterial Sistêmica Controle Neural estimulação dos

Leia mais

As proteínas transportadoras

As proteínas transportadoras As proteínas transportadoras 10 A U L A objetivos Ao final desta aula, você deverá compreender o que são: Proteínas transportadoras: carreadores e canais. Aquaporinas. Biologia Celular As proteínas transportadoras

Leia mais

Sistema Urinário. Para eliminar estes resíduos, o organismo possui várias vias de eliminação

Sistema Urinário. Para eliminar estes resíduos, o organismo possui várias vias de eliminação Sistema Urinário Profa Juliana Normando Pinheiro Morfofuncional IV juliana.pinheiro@kroton.com.br O organismo animal depende de várias reações metabólicas para se manter vivo e saudável. Estas reações

Leia mais

FISIOLOGIA ENDÓCRINA. Aula Fisiologia da Tireóide

FISIOLOGIA ENDÓCRINA. Aula Fisiologia da Tireóide UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO Programa de Pós-Graduação em Ciências Fisiológicas Lab. Regulação Central do Sistema Cardiovascular Prof. Hélder Mauad FISIOLOGIA ENDÓCRINA Aula Fisiologia da Tireóide

Leia mais

ZONA DE SOBREVIVÊNCIA. Conforto Térmico. Gráfico 1: Variações da temperatura corporal de um animal homeotérmico em função da temperatura ambiente.

ZONA DE SOBREVIVÊNCIA. Conforto Térmico. Gráfico 1: Variações da temperatura corporal de um animal homeotérmico em função da temperatura ambiente. ZONA DE SOBREVIVÊNCIA Hipotermia HOMEOTERMIA Homeotermia (HOMEOSTASIA) Hipertermia ou Homeostasia Termogênese Termoneutralidade Zona de Conforto Térmico Temperatura corporal TI TCIn Zona de TCS Termoneutralidade

Leia mais

Histologia Animal. - Estuda a classificação, estrutura, distribuição e função dos tecidos animais.

Histologia Animal. - Estuda a classificação, estrutura, distribuição e função dos tecidos animais. Histologia Animal - Estuda a classificação, estrutura, distribuição e função dos tecidos animais. - Tecidos: Grupamento de células harmonizadas e diferenciadas que realizam uma determinada função. - Principais

Leia mais

Sistema endócrino I. As células produtoras de hormônios estão geralmente reunidas em órgãos denominados glândulas endócrinas.

Sistema endócrino I. As células produtoras de hormônios estão geralmente reunidas em órgãos denominados glândulas endócrinas. RESUMO DE AULA Sistema endócrino I O funcionamento e equilíbrio fisiológico do corpo humano dependem em parte da comunicação entre as células por meio de mensageiros químicos denominados de hormônios.

Leia mais

METABOLISMO DE LIPÍDEOS

METABOLISMO DE LIPÍDEOS METABOLISMO DE LIPÍDEOS 1. Β-oxidação de ácidos graxos - Síntese de acetil-coa - ciclo de Krebs - Cadeia transportadora de elétrons e fosforilação oxidativa 2. Síntese de corpos cetônicos 3. Síntese de

Leia mais

Sinalização celular: Como as células se comunicam. Profa. Dra. Livia M. A. Tenuta

Sinalização celular: Como as células se comunicam. Profa. Dra. Livia M. A. Tenuta Sinalização celular: Como as células se comunicam Profa. Dra. Livia M. A. Tenuta Foto corpo humano Sinais fisiológicos: elétricos químicos 75 trilhões de células Tópicos a serem abordados Meios de comunicação

Leia mais

BIOLOGIA SISTEMA EXCRETOR

BIOLOGIA SISTEMA EXCRETOR BIOLOGIA Prof. Helder SISTEMA EXCRETOR ANATOMIA O sistema excretor é formado por um conjunto de órgãos que filtram o sangue, produzem e excretam a urina - o principal líquido de excreção do organismo.

Leia mais

Questões complementares

Questões complementares Questões complementares 1. Definir célula e os tipos celulares existentes. Caracterizar as diferenças existentes entre os tipos celulares. 2. Existe diferença na quantidade de organelas membranares entre

Leia mais

O CICLO DO ERITRÓCITO

O CICLO DO ERITRÓCITO O CICLO DO ERITRÓCITO Rassan Dyego Romão Silva Faculdade Alfredo Nasser Aparecida de Goiânia GO Brasil rassandyego@hotmail.com Orientador: Amarildo Lemos Dias de Moura RESUMO: Os eritrócitos são discos

Leia mais

XIV O Sistema Endócrino

XIV O Sistema Endócrino 103 XIV O Sistema Endócrino a. HORMÔNIOS: São substâncias químicas produzidas por um grupo de células, numa parte do corpo e, secretadas na corrente sangüíneas, controlam ou ajudam no controle de outras

Leia mais

Nestas últimas aulas irei abordar acerca das vitaminas. Acompanhe!

Nestas últimas aulas irei abordar acerca das vitaminas. Acompanhe! Aula: 31 Temática: Vitaminas parte I Nestas últimas aulas irei abordar acerca das vitaminas. Acompanhe! Introdução O termo vitamina refere-se a um fator dietético essencial requerido por um organismo em

Leia mais

SISTEMA ENDÓCRINO SISTEMA HORMONAL

SISTEMA ENDÓCRINO SISTEMA HORMONAL SISTEMA ENDÓCRINO SISTEMA HORMONAL HORMÔNIOS 1. MENSAGEIROS QUÍMICOS PRODUZIDOS PELAS GLÂNDULAS ENDÓCRINAS. 2. REGULADORES: - (ESTIMULANTES OU INIBIDORES) - (CRESCIMENTO, METABOLISMO, REPRODUÇÃO, ETC.)

Leia mais

EXCREÇÃO COMPARADA. Profº Moisés Myra Araújo, por www.bioloja.com

EXCREÇÃO COMPARADA. Profº Moisés Myra Araújo, por www.bioloja.com EXCREÇÃO COMPARADA Profº Moisés Myra Araújo, por www.bioloja.com EXCREÇÃO Através da excreção são eliminadas substâncias tóxicas do organismo (como resíduos nitrogenados provenientes do metabolismo de

Leia mais

29/03/2012. Biologia. Principais glândulas endócrinas humanas

29/03/2012. Biologia. Principais glândulas endócrinas humanas Biologia Tema: Módulo 01: Anatomia e fisiologia Marcos Vinícius Introdução É um sistema que juntamente com o sistema nervoso atua no controle das funções gerais do nosso organismo. É representado pelos

Leia mais

SISTEMA ENDÓCRINO - HORMONAL

SISTEMA ENDÓCRINO - HORMONAL SISTEMA ENDÓCRINO - HORMONAL As funções corporais são reguladas por dois grandes sistemas de controle: 1. Sist. Nervoso 2. Sist. Hormonal ou Endócrino envolvido com: - diferentes funções metabólicas -

Leia mais

Professor Fernando Stuchi M ETABOLISMO DE C ONSTRUÇÃO

Professor Fernando Stuchi M ETABOLISMO DE C ONSTRUÇÃO M ETABOLISMO DE C ONSTRUÇÃO P ROTEÍNAS P ROPRIEDADE BÁSICA São grandes moléculas (macromoléculas) constituídas por aminoácidos, através de ligações peptídicas. É o composto orgânico mais abundante no corpo

Leia mais

Bases Moleculares da Obesidade e Diabetes Sistema Nervoso Autônomo Prof. Carlos Castilho de Barros

Bases Moleculares da Obesidade e Diabetes Sistema Nervoso Autônomo Prof. Carlos Castilho de Barros Bases Moleculares da Obesidade e Diabetes Sistema Nervoso Autônomo Prof. Carlos Castilho de Barros http://wp.ufpel.edu.br/obesidadediabetes/ Sistema Nervoso Sistema Nervoso Central Sistema Nervoso Periférico

Leia mais

Diversidade do sistema endócrino

Diversidade do sistema endócrino Diversidade do sistema endócrino Importância Biomédica - hormônio palavra de origem grega despertar para a atividade - Definição clássica Conceito célula alvo - ação bioquímica ou fisiológica Importância

Leia mais

HORMÔNIOS DA GLÂNDULA ADRENAL *

HORMÔNIOS DA GLÂNDULA ADRENAL * HORMÔNIOS DA GLÂNDULA ADRENAL * Introdução As glândulas adrenais, ou supra-renais, foram descritas por um anatomista italiano em 1563, Bartolomeu Eustachius, sob a denominação de Glandulae renibus incumbentes.

Leia mais