Palavras-chaves: Formação de professores/ras relações étnico-raciais - ensino de história.

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1 1 Estudo sobre as relações étnico-raciais e o ensino de história Karine Ferreira da Silva Resumo A implementação da Lei nº , aprovada em 09 de janeiro de 2003, torna obrigatório o ensino de História e Cultura Africana e Afro-brasileira. Com isso, podemos afirmar que ocorreu um avanço no que diz respeito à construção de um modelo educacional mais democrático e igualitário. A lei fortaleceu também o campo de pesquisa sobre história da África e afro-brasileira, abrindo caminho para que os debates sobre as lutas dos negros no Brasil adentrassem nas escolas e a história da população afrodescendente fosse valorizada através do estudo da história da África e das diásporas africanas. Além disso, institucionalizou o desenvolvimento de ações para formação de professores no que tange ao combate ao racismo e à elaboração e construção de material paradidático no sentido de auxiliar na valorização da diversidade racial presente no cotidiano das escolas. A Lei nº /03 é fruto das lutas dos movimentos negros no Brasil que perceberam o papel exercido pela escola e também pelo modelo educacional, como um todo, na institucionalização de práticas racistas em nossa sociedade que, lastimavelmente, incorporou uma educação formal de embranquecimento fundamentada em fontes eurocêntricas e etnocêntricas. O preconceito e a discriminação racial ainda representam um problema social e afligem milhares de crianças, adolescentes, homens e mulheres em todos os âmbitos da nossa sociedade, desta forma não devemos silenciar esse tema, principalmente dentro das escolas. O intuito desta pesquisa é estudar como se desenvolvem as relações étnico-raciais dentro das Unidades de Ensino. Nesse sentido, o foco de análise desse estudo serão os profissionais da Escola Estadual Diário de Pernambuco e, com base nas observações, buscar-se-á compreender em que proporções o fator étnico-racial tem influenciado o cotidiano desta escola. Palavras-chaves: Formação de professores/ras relações étnico-raciais - ensino de história. Introdução. Chegamos aos onze anos da implementação da Lei nº /03. Essa Lei é fruto da luta dos movimentos sociais, e mais necessariamente do Movimento Negro, que buscaram levar para dentro das escolas uma abordagem historiográfica que valorize e reconheça as diferenças e a diversidade existente na sociedade brasileira valorizando a história e memória da população negra no Brasil. Isso também abriu caminhos para que sejam realizadas novas pesquisas sobre a história dos povos africanos e afro-brasileiros, e além disso, convalidou as pesquisas que já existiam no sentido de buscar novas madeiras de pensar e ensinar a história, não só no ensino fundamental e médio, mais

2 2 também no ensino superior. Podemos destacar uma infinidade de motivos para valorizarmos pesquisas que busquem descentralizar examinar os meios de pensar a história que não sejam fundamentadas somente em fontes eurocêntrica e etnocêntrica, porém no presente trabalho iremos destacar a importância de repensarmos os meios de ensino da história para buscarmos efetivamente consolidar uma educação antirracista. O fato é que, embora a legislação não possa garantir o fim do racismo em nossa sociedade e consequentemente dentro das escolas, ele não pode ser silenciado pelos educadores e nem pelo Estado. Compreendemos que não há um formula para acabar com o racismo, pois este é um fenômeno que necessita ser estudado gradativamente em todas as suas nuances no amago de cada realidade social, e dentro da escola não pode ser diferente. Embora o comprimento da Lei nº /03 ainda esteja longe do desejável, temos que destacar as ações institucionais e também de intelectuais que têm se dedicado a produzir material para que possa ocorrer de fato comprimento desta lei. Porém devemos nos perguntar como e com que qualidade esses materiais didáticos e paradidáticos têm sido introduzidos dentro das Instituições de Ensino. Os professores têm sido qualificados afetivamente sobre os debates que envolvem essa temática? As escolas têm recebido matérias didáticas para subsidiar o ensino de história africana e afro-brasileira? Como essa temática tem sido abordada no cotidiano escolar? Essas são questões que buscarei abranger no presente texto. Essa pesquisa foi realizada em uma Instituição publica de Ensino na região metropolitana do Recife, para execução da mesma foram feitos registro em caderno de campo produto das observações realizadas durante a vivência escolar, dentro e fora da sala de aula. Também obtivemos informações por meio de conversas informais com educandos e educadores, ainda foi realizada uma entrevista com as professoras de história da escola. Não pretendemos de forma alguma generalizar, muito mesmos, homogeneizar as realidades das escolas, educadores e educandos. Procuraremos compreender de uma forma geral dentro dos limites de nossa pesquisar como a escola tem lidado com a temática das relações étnico-raciais. E ainda contribuis para fortalecimento de pesquisas desta natureza, fomentando a realização de novas pesquisas sobre o desenvolvimento de práticas no ensino de história que combatam atitudes racistas dentro das Unidades de Ensino. A Lei nº /03 e as relações étnico-raciais.

3 3 Consideramos de suma importância que os educadores estejam a par dos debates que permeiam a Lei nº sancionada em 2003 pelo então presidente, Luís Inácio Lula da Silva. Os educadores devem tomar conhecimento de todo percurso normativo que envolveu a aprovação dessa lei, para que possam dialogar e contribuir não só para sua implementação efetiva dentro da sala de aula e na escola de forma geral, mas principalmente para que possam contribuir para aprimorar a legislação fundamentada em suas experiências adquiridas na vivencia escolar. Para que a lei seja vista de madeira efetivamente crítica os agentes escolares, que incluem não só os professores, mas toda a comunidade escolar precisa conhecer e entender como ocorreu o desenvolvimento dessa lei e o que motivou a alteração da LDB. Desta forma, é necessário dinamizar e viabilizar o acesso às informações e a produção acadêmica sobre essa temática, só assim os educadores poderão construí uma fundamentação sobre a real necessidade política e educacional que permeiam a problemática racial no Brasil, com isso a lei passa a ter um teor verdadeiro concreto no cotidiano escolar e deixa ser uma imposição alheia a pratica pedagógica. Quando tocamos no assunto que se refere à problemática racial no Brasil, vale salientar que estamos cientes da densidade que reside sobre esse signo, porém temos que deixar explicito que não se trata do conceito biológico, tendo vista que este já foi superado cientificamente, e sim das questões politicas e sociais que estão envolvidas na temática. O professor e antropólogo Mananga, um dos grandes referenciais teóricos para refletir a cerca da problemática racial, explica como o termo raça é operacionalizado ao longo da história do ponto de vista antropológico, segundo o autor, A variabilidade humana é um fato empírico incontestável que, como tal, merece uma explicação cientifica. Os conceitos e as classificações servem de ferramenta para operacionalizar o pensamento. É nesse sentido que o conceito de raça e a classificação da diversidade humana em raça teriam servido. Infelizmente, desemborcaram numa operação de hierarquização que pavimentou o caminho do racialismo. (Munanga, p. 18) Embora saibamos que não há uma raça do ponto de vista biológico, o termo passa por uma ressignificação, que envolve uma dimensão politica-cultural, essas teorias desemborcam um processo que vai além de classificação e caracterização dos indivíduos, e segue hierarquizando. As teorias de hierarquização racial são utilizadas para justificar verdadeiras atrocidades, tais como, a dominação, a escravidão e até

4 4 mesmo o extermino. É essas ideologias de hierarquização, nada tem de natural, e infelizmente continuam presente e atuante no inconsciente coletivo na sociedade atual. O conceito de etnia procura romper com a ideologia racial, buscando a construção de uma mentalidade que entenda e respeite as diferenças uma forma não hierárquica e homogeneizadora. Ainda segundo Munanga, O conceito de raça é morfológico e o da etnia é sociocultural, histórico psicológico. Um conjunto populacional dito raça branca, negra e amarela pode conter, em seu seio, diversas etnias. Uma etnia é um conjunto de indivíduos que, histórica ou mitologicamente, têm um ancestral comum, têm uma língua em comum, uma mesma religião ou cosmovisão, uma mesma cultura e moram geograficamente num mesmo território. (MUNANGA, 2000 p. 28 e29). Reconhecemos a importância do termo etnia, porém mantendo um cuidado para que ele não seja utilizado isoladamente, e constitua um dispositivo desmobilizador, nas articulações de luta contra o racismo. Desta forma ocorre uma junção, é construído o conceito de relações étnico-raciais com o intuído abarcar a complexidade das múltiplas realidades da população negra brasileiro, que compreende não somente suas características físicas, mas considerando também as dimensões culturais, territoriais, política e identitária. Abordar estes conceitos dentro da sala de aula está longe de ser uma tarefa fácil, a formação continuada dos professores exercem uma função fundamental para que o educador esteja em dialogo constante com os debates existentes dentro e fora da academia. A Lei nº /03 que alteração da Lei nº 9394/96 e se encontra dentro de um campo extremamente complexo, que tem esbarrado em uma serie de questões políticas para viabilizar sua implementação. O fato, é que falar de racismo em uma sociedade onde ele ainda é negado e visto como uma temática exclusiva dos movimentos sociais e mais especificamente no Movimento Negro gera certo desconforto, que vai do ambiente escolar ao ambiente acadêmico. Porém há necessidade de conscientização do corpo docente de discente, pois as Instituições de Ensino, não estão expropriadas do meio social, o dialogar com os estudantes sobre temas como o racismo dentro das escolas faz parte da construção de uma educação cidadão, que busca garantir o respeito às diferenças.

5 5 Observação de campo Ao longo oito meses, foram observadas e analisadas as práticas de pedagógicas, e o comportamento dos estudantes e funcionário na Escola de Referência em Ensino Médio, Diário de Pernambuco. Busquei fazer uma pesquisa qualitativa, de cunho etnográfico, durante a vivência escolar. A Escola esta situada em um bairro tradicional do Recife, que abarca diversas realidades culturais, sociais e econômicas, o Engenho do Meio. Nesta Unidade de Ensino que tem cerca de trezentos alunos matriculados e divididos em onze turmas de Ensino Médio, todos em horário semi-integral, podemos observar uma grande diversidade étnico-racial. Durante esse tempo podemos analisar todas as turmas e acompanhar o cotidiano escolar de forma geral, e também as aulas de história efetivamente. Uma das grandes dificuldades que foi observado é à ausência de alguns recursos didáticos, por exemplo: mapas políticos, livros didáticos e paradidáticos que abordem a história da África e as contribuições do negro na sociedade de uma forma não estereotipada. A busca por uma nova forma de pensar a história e de levar isso para a sala de aula, de uma forma mais crítica e menos eurocêntrica e etnocêntrica, embora seja um discurso constante dentro do meio acadêmico, ainda não adentrou os muros da escola. Os negros são adjetivamos a condição de escravos, e esses estereótipos acabam introjetados no inconsciente dos estudantes. Para eles a condição de escravo esta ligada diretamente a cor da pele, isso ficou evidenciado quando durante o debate sobre a escravidão, antes de exibirmos um documentário sobre a biografia de Baquaqua, um dos alunos do 1º ano do Ensino Médio fez a seguinte afirmação, Eu sou a favor da escravidão (T.S. 17 anos), Quando questionamos sobre a razão desta afirmação, o mesmo respondeu Porque eu sou branco. Embora essas afirmações sejam proferidas em um tom de brincadeira, fica nítido que isso reflete uma ligação direta entra a cor/raça e a condição de escravo. Ainda durante as observações na sala de aula, durante o debate sobre abolição e o significado do treze de maio e da Leia Áurea, quando chegamos à temática do racismo, uma estudante do 2º ano do Ensino Médio afirmou ser racista diante de toda turma, Eu sou racista. Eu me olhei no espelho e sou branca (P.R. 17 anos), por esta afirmação podemos fazer uma analise, sobre as consequências e o peso que temas como o racismo provocam dentro das salas de aula, apesar do racismo ser criminalizado pela legislação atual, e esse tema seja um debate constante na mídia. Essa estudante não se

6 6 sentiu constrangida em afirmar na sala de aula, diante de muitos colegas negros, que é racista. A importância de abordar temas como esse vai além de rememorar uma data especifica, a prática de uma educação antirracista deve ocorrer diariamente, para que ocorra a construção do respeito. Quando realizamos a entrevista com as professoras de história da escola, podemos perceber que há uma compreensão sobre a importância da abordagem dessa temática, porém uma foto bastante preocupante se refere às formações continuadas, embora a Lei nº /03 já exista há onze anos, as professoras que já lecionam na rede estatual há quase dez anos afirmaram que a temática das relações étnico-raciais só foi incluída esse ano na formação continuada, e de forma muito genérica. A duas professoras concluíram sua formação superior a mais de dez anos, quando ainda não existia como componente obrigatório no currículo a disciplina de História da África, de certa forma isso dificulta ainda mais a implementação da Lei de maneira eficaz, visto que as mesmas não tiveram dentro sua formação subsidio teórico para abordar a temática na sala de aula. Também pode ser constatadas durante a entrevista, que embora elas percebam a existência atitudes discriminatórias, contra os estudantes com fenótipos negros, cabelos crespos, cor da pele, formato do nariz e lábios, elas afirmam que isso não acorre com frequência, e que vêm sempre em tom de brincadeiras, entre os alunos. Uma das professoras fez a seguinte afirmação é tudo muito velado (A.L.). As atitudes de discriminatórias não podem ser de forma algumas interpretados como brincadeiras, bem como as relações raciais no Brasil não podem ser consideradas harmoniosas, segundo Munanga, apesar de o processo de branqueamento físico da sociedade ter fracassado, seu ideal inculcado através de mecanismos psicológicos ficou intacto no inconsciente coletivo brasileiro, rondando sempre nas cabeças dos negros e mestiços (MUNANGA, 2008, p.15). Não podemos negar a existência dos mais diversos tipos de preconceitos e discriminações presentes em nossa sociedade. Todos os dias pessoas são vítimas de múltiplos tipos de intolerância e, infelizmente, as nossas escolas não estão livres disso. A relevância deste projeto consiste em buscar uma melhor compreensão sobre a difusão do preconceito étnico-racial na Escola Diário de Pernambuco. Nessa perspectiva, as variadas formas de discriminação devem ser analisadas e compreendidas para que possamos alcançar meios de construir uma educação efetivamente democrática e

7 7 igualitária. Estudando o cotidiano escolar podemos visualizar como ações discriminatórias e racistas estão disseminadas nas escolas e como elas foram naturalizadas ao longo do tempo. Sendo assim, considero de suma importância ponderar como os profissionais da educação percebem a existência de atitudes desta natureza na escola e de que maneira elas têm sido dialogadas com os estudantes. Metodologia Metodologicamente, busquei correlacionar o ambiente escolar em estudo com conceitos como, por exemplo, racismo, antirracismo, preconceito racial e relações étnicas. Nesse sentido, utilizei sobretudo, três teóricos com trabalhos consolidados em relação ao tema; são eles: Kabengele Munanga, Eliane Cavallero e Nilma Gomes. Munanga insere-se nesse estudo, principalmente, por ter uma ampla e significativa obra voltada à questão das relações étnico-raciais dentro da educação escolar no Brasil. De uma forma geral, as obras escolhidas foram: Rediscutindo a Mestiçagem no Brasil Identidade Nacional versus Identidade Negra ; Superando o racismo na escola ; Negritude: Usos e Sentidos. Ademais, para entender como o racismo se manifesta no ambiente escolar e como ele afeta os estudantes de modo geral, farei uso das obras de Eliane Cavalleiro Do silêncio do lar ao silêncio escolar: racismo, preconceito e discriminação na educação infantil e também os artigos de Nilma Gomes Educação, identidade negra e formação de professores/as: um olhar sobre o corpo negro e o cabelo crespo. e Cultura negra e educação. Revista Brasileira de Educação. Como referência para o desenvolvimento metodológico da pesquisa, tendo em vista que a mesma teve uma abordagem qualitativa de cunho etnográfico, o livro Sociologia: sua bússola para um novo mundo serviu de apoio para auxiliará na problematização em torno do tema em questão. Com o intuito de melhor compreender o dia-a-dia escolar utilizei o método de observação participante, o qual venho buscando assimilar a partir da leitura de artigos sobre a temática. Ainda nessa perspectiva, e como complemento, durante a pesquisa foram efetuadas anotações em um caderno de campo elaborado durante a vivência escolar dentro e fora da sala de aula. Além do caderno de campo, foi realizada uma entrevista com as professoras de história, que tinha como principal objetivo além de analisar como elas têm lidado com a temática supracitada, se elas têm recebido formações continuadas para lidar com práticas discriminatórias na escola. Em suma, as metodologias supracitadas permitiram fazer uma contraposição entre as teorias

8 8 e práticas, isto é, o discurso dos autores especificados e as vivências pedagógicas da Escola Diário de Pernambuco. Considerações Finais. Observar a escola nos seus mais variados ângulos e entender seu funcionamento de uma forma profunda, sem generalizações, percebendo suas nuances e peculiaridades foi um dos objetos dessa observação. Longe de ser uma tarefa fácil, buscamos compreender como os profissionais desta Unidade de Ensino têm lidado cotidianamente pluralidade étnico-racial na escola e como os mesmos são preparados para isso. Compreendemos que escola deve ser um local que busca uma interação de desenvolvimento social e intelectual, e também que desperte o interesse dos educandos para buscar o conhecimento estimulando a reflexão sobre a sociedade em que vivemos, buscando desenvolver entre os estudantes, o pensamento crítico, bem como uma cultura de paz e sentimento de bem estar, com intuito de formar cidadãos com um pensamento autônomo e com referenciais sólidos. Entendemos que embora a escola não seja o único lugar onde os estudantes são educados, ela representa de fato um local de suma importância para gerar nas crianças, adolescentes e adultos que respeitem às diferenças, tendo em vista que a escola é também um local de sociabilidade, e, por conseguinte propícios para debates e reflexões, sobre o racismo e seus derivados. A luta conta o racismo não é exclusiva do Movimento Negro é também função do Estado e da sociedade civil como um todo. Bibliografia BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Brasília: MEC/SEF, BRASIL. Lei nª , de 9 de janeiro de Diário Oficial da União de 10 de janeiro de BRYM, Robert J., et al. (2006), Sociologia: sua bússola para um novo mundo. São Paulo: Thomson. CAVALLEIRO, Eliane S. Do silêncio do lar ao silêncio escolar: racismo, preconceito e discriminação na educação infantil. São Paulo: Contexto, GOMES, Nilma Lino. Educação, identidade negra e formação de professores/as: um olhar sobre o corpo negro e o cabelo crespo. Educação e Pesquisa, São Paulo, v.29, n.1, p , jan./jun

9 9. Cultura negra e educação. Revista Brasileira de Educação. Maio/Jun/Jul/Ago, n.23, MUNANGA, Kabengele. Negritude: Usos e Sentidos. 2a ed. São Paulo, Ática, Rediscutindo a Mestiçagem no Brasil: Identidade Nacional Versus Identidade Negra. Belo Horizonte, Autêntica, Uma abordagem conceitual das noções de raça, racismo, identidade e etnia. Programa de Educação sobre o Negro na Sociedade Brasileira. Niterói EdUFF, p Superando o racismo na escola. Brasília-DF: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Fundamental, 2001.

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