Rio Urbanos, Bacias Urbanas: Projetos Integradores outubro 2013

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1 Rio Urbanos, Bacias Urbanas: Projetos Integradores outubro 2013

2 Segurança hídrica - Declaração Ministerial do 2o Fórum Mundial da Água, 2001 Acesso físico e econômico à água em quantidade e qualidade suficiente para atender a demandas humanas (higiene, saúde e alimentação), econômicas (acesso à água para as atividades econômicas locais), e ecológicas/biodiversidade (proteção aos ecossistemas).

3 É possível a REVITALIZAÇÃO das bacias urbanas das metrópoles brasileiras?

4 É possível a REVITALIZAÇÃO das bacias urbanas das metrópoles brasileiras? Porque este rios são degradados? Quais as fontes da poluição? Recuperar os rios, ou recuperar as bacias hidrográficas? Temos muita ou pouca água? O que queremos para esse rio? O que podemos querer para esse rio? Como estabelecer estratégias de melhoria?

5 O que é a REVITALIZAÇÃO de uma bacia urbana? Controlar áreas de risco; Avançar na universalização da coleta de esgotos; Minimizar os conflitos que impedem o suo múltiplo das águas; Buscar segurança hídrica com a proteção de mananciais; Minimizar enchentes e inundações reduzindo o escoamento superficial das águas das chuvas, ampliando as áreas de infiltração, a retenção a montante;

6 O que é a REVITALIZAÇÃO de uma bacia urbana? Tratar primeira chuva antes que alcance os corpos d água; Ampliar a cobertura vegetal para melhoria da qualidade do ar, das águas e do solo; contribuir para a captura de carbono e a amenização das temperaturas locais; fornecer habitat para a biodiversidade; melhorar a paisagem, criar áreas de lazer...

7 O que é preciso para a REVITALIZAÇÃO de uma bacia urbana? Ações abrangentes, multisetoriais, integradas e permanentes, para ampliação da disponibilidade hídrica: quantidade e qualidade; Recuperação de funções ambientais da água; Recuperação da relação território, chuvas, drenagem; Mitigação de passivos; Recuperação da paisagem; Foco na qualidade de vida da população; Prevenir, preservar e conservar a bacia hidrográfica.

8 REVITALIZAÇÃO DE BACIAS URBANAS: conceitos fundamentais A unidade territorial de gestão é a bacia hidrográfica e demanda: Gestão integrada da quantidade e qualidade da água, resíduos sólidos, uso do solo, paisagem urbana; Novos padrões de tecnologia, engenharia, gestão Articular visões e ações em projetos integrados, para garantir quantidade e qualidade da água; Ações abrangentes (paisagem, equidade, infraestrutura, saúde, qualidade de vida) e permanentes (investir, operar, manter).

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12 Nascente Source, spring Viela Jovino de Matos

13 Viela da Rua Capitão Antônio Rosa

14 Marginal do Rio Pinheiros Deságue no rio Pinheiros

15 Marginal do Rio Pinheiros Deságue no rio Pinheiros

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17 Ainda há mananciais a preservar!

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19 Jardim Botânico, SP

20 Parque Linear do Córrego das Corujas, SP

21 Criar novos objetivos Estabelecer metas; Garantir viabilidade técnica; Pactuar socialmente: Quem executa? Como dividir custos e responsabilidades? Qual o modelo jurídico, institucional e financeiro?

22 Para viabilizar objetivos de revitalização Gestão integrada das águas urbanas e do território; Desenvolver processos e instrumentos de gestão que permitam melhor articulação entre os agentes envolvidos no processo de recuperação; Desenvolver padrões de projeto que articulem qualidade da água, drenagem, paisagem na construção do ambiente urbano; recuperação de passivos sociasi e ambientais

23 INSTITUIÇÕES A SEREM ENVOLVIDAS SABESP Prefeituras (uso do solo, planej. viário e de transportes, habitação, áreas verdes ) Moradores/Sociedade civil Academia Investidores

24 PREMISSAS cf proposta IPT,SABESP, FCTH, FAU, Águas Claras, buscando seduzir a PMSP Estabelecer metas comuns, para além das missões institucionais estritas; Integrar esforços de vários agentes públicos e privados e da população; Estratégias de revitalização e despoluição paulatina, em cada um dos cursos d água; Integração das ações: investimento na drenagem, separação de redes de esgoto e águas pluviais, recarga de aquíferos, controle de erosão, etc.; Investimentos em esgotamento sanitário e drenagem devem ser feitos de forma integrada;

25 PREMISSAS cf proposta IPT,SABESP, FCTH, Águas Claras, buscando seduzir a PMSP Medidas estruturais para a coleta, afastamento e tratamento de esgotos nas bacias metropolitanas, no âmbito do Projeto Tietê e Córrego Limpo, da Sabesp. Para isso as Prefeituras deverão urbanizar vastas regiões, permitindo a passagem dos coletores-tronco de esgotos; Estratégias de controle da carga difusa associados ao redesenho da drenagem; com medidas estruturais ainda não estão previstas por qualquer órgão público das metrópoles; Envolvimento intenso e mudanças culturais na população.

26 PREMISSAS cf proposta IPT,SABESP, FCTH, FAU, Águas Claras, buscando seduzir a PMSP Medidas não estruturais para a drenagem urbana: redução de picos de cheias e de inundações e favorecer qualidade de vida na bacia (áreas verdes, recarga de aquíferos, permanência de vazões nos córregos, etc.); Programas habitacionais e do sistema viário, historicamente em guerra com as obras de esgotamento sanitário e de drenagem, sem otimização dos recursos; Perspectiva de longo prazo: as ações devem ser gradativamente implementadas e os resultados monitorados e avaliados, para aprimoramento contínuo do sistema de gestão.

27 DESAFIOS Esgoto e carga difusa não coletados: milhares de lançamentos sistemáticos e não cadastrados + cruzamentos de rede de drenagem e de esgoto.

28 E questões: 1.Será possível a coleta e o envio da totalidade do esgoto gerado à ETE? 2.Quais os locais onde os procedimentos e projetos tradicionais não serão suficientes para separação das redes de drenagem e de esgotos? 3.As intervenções em assentamentos precários ocorrerão nos prazos adequados? 4.A vazão remanescente nos córregos após a retirada do esgoto será suficiente para manter a paisagem?

29 ALGUNS DESAFIOS E QUESTÕES 5. Quais as estratégias para a retirada da carga difusa? Como se caracteriza essa carga difusa? (origens, composição, formas de aporte para os corpos d água)? 6. Quais as estratégias para os locais onde, de fato, o sistema de afastamento de efluentes e a drenagem se caracterizam como unitários? 7. Como viabilizar sistemas unitários institucional e financeiramente nos trechos aonde a universalização da separação não tenha previsão de implantação rápida? Qual o modelo de financiamento e gestão de sistemas de tratamento unitário descentralizados? 8. Quais os custos, desempenho e linguagem visual dos projetos paisagísticos?

30 ALGUNS DESAFIOS E QUESTÕES 9. Quais os locais para instalação de sistemas de tratamento unitário e descentralizado, para retorno de água de qualidade, pós-tratamento, aos corpos d água locais? 10. Quais as alternativas tecnológicas e os resultados ambientais que se pode esperar de sistemas de tratamento unitário descentralizados? 11. Qual o potencial de recarga dos corpos d água superficiais por meio dos aquíferos subterrâneos nessa bacia? 12. Qual a área permeável necessária e onde localiza-la para retardar a chegada de água aos pontos baixos, reduzir os picos de enchentes, manter níveis significativos ao longo do ano? 13. Quais as estratégias sociais, urbanísticas, institucionais e financeiras para que essas áreas permeáveis sejam implantadas? 14. Quais os projetos de desenvolvimento urbano das prefeituras e Estado para a bacia, como articulá-los/compatibilizá-los com projetos de revitalização?

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32 Córrego do Antonico, Bacia do Pirajuçara, SP, 2011.

33 Córrego Poá, Bacia do Pirajuçara, SP, 2013

34 Obras no Pirajuçara, 2013, SP, perenizando o lançamento de esgotos.

35 Rio Pinheiros, out. 2013

36 Rio Pinheiros, out. 2013

37 Manutenção da drenagem em locais de urbanização privilegiada, SP, 2013.

38 Amortecimento de cheias e harmonização paisagística Del Rizzo, 2007

39 Amortecimento de cheias e harmonização paisagística Del Rizzo, 2007

40 Amortecimento de cheias e harmonização paisagística Del Rizzo, 2007

41 Controle de cheias, de carga difusa e harmonização paisagística Filtro Luiz F Orsini, 2006 Luiz F Orsini, 2006 Bolonha, Itália Luiz F Orsini, 2006

42 Ciça Gorski: "Rios e cidades: ruptura e reconciliação

43 Começou! Mas parou... Carlos Fortner

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