SENSORIAMENTO REMOTO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SENSORIAMENTO REMOTO"

Transcrição

1 SENSORIAMENTO REMOTO

2 O Sensoriamento Remoto pode ser entendido como um conjunto de atividades que permite a obtenção de informações dos objetos que compõem a superfície terrestre sem a necessidade de contato direto com os mesmos. A energia eletromagnética utilizada na obtenção dos dados por sensoriamento remoto é também denominada de radiação eletromagnética.

3 O Sol e a Terra são as duas principais fontes naturais de energia eletromagnética utilizadas no sensoriamento remoto da superfície terrestre. A energia eletromagnética não precisa de um meio material para se propagar, sendo definida como uma energia que se move na forma de ondas eletromagnéticas à velocidade da luz (c= km s, onde c é a velocidade da luz).

4 A distância entre dois pontos semelhantes, como mostra a Figura 1, define o comprimento de onda e, o número de ondas que passa por um ponto do espaço num determinado intervalo de tempo, define a freqüência da radiação eletromagnética. c = f λ c = velocidade da luz (m/s) f = freqüência (ciclo/s ou Hz) λ = comprimento de onda (m)

5 Sensores remotos: ativos geram a energia registrada: radar passivos utilizam energia natural: câmara fotográfica imageadores fotográficos: câmera fotográfica, não-fotográficos: imagens de satélites não-imageadores radiômetros, radiômetros de banda,

6 ESPECTRO ELETROMAGNÉTICO A medida que se avança para a direita do espectro eletromagnético as ondas apresentam maiores comprimentos de onda e menores frequências. A faixa espectral mais utilizada em sensoriamento remoto estende-se de 0,3 μm a 15 μm, embora a faixa de microondas também é utilizada.

7 ESPECTRO ELETROMAGNÉTICO Radiação Gama: é emitida por materiais radioativo e, por ser muito penetrante (alta energia), tem aplicações em medicina (radioterapia) e em processos industriais (radiografia industrial).

8 ESPECTRO ELETROMAGNÉTICO Raio X: é produzido através do freamento de elétrons de grande energia eletromagnética. Seu médio poder de penetração o torna adequado para uso médico (raio X) e industrial (técnicas de controle industrial).

9 ESPECTRO ELETROMAGNÉTICO Ultravioleta (UV): é produzida em grande quantidade pelo Sol, sendo emitida na faixa de 0,003 μm até aproximadamente 0,38μm. Seu poder de penetração a torna nociva aos seres vivos, porém esta energia eletromagnética é praticamente toda absorvida pela camada de ozônio atmosférico.

10 ESPECTRO ELETROMAGNÉTICO Visível (LUZ): é o conjunto de radiações eletromagnéticas que podem ser detectadas pelo sistema visual humano. A sensação de cor que é produzida pela luz está associada a diferentes comprimentos de ondas. As cores estão associadas aos seguintes intervalos espectrais.

11 violeta: 0,38 a 0,45 μm azul: 0,45 a 0,49 μm verde: 0,49 a 0,58 μm amarelo: 0,58 a 0,6 μm laranja: 0,6 a 0,62 μm vermelho: 0,62 a 0,70 μm ESPECTRO ELETROMAGNÉTICO

12 ESPECTRO ELETROMAGNÉTICO Infravermelho (IV): é a região do espectro que se estende de 0,7 a 1000 μm e costuma ser dividida em três sub regiões: IV próximo: 0,7 a 1,3 μm IV médio: 1,3 a 6 μm IV distante: 6 a 1000 μm

13 ESPECTRO ELETROMAGNÉTICO Microondas: são radiações eletromagnéticas produzidas por sistemas eletrônicos (osciladores) e se estendem pela região do espectro de 1mm até cerca de 1m, o que corresponde ao intervalo de freqüência de 300GHz a 300MHz. Os feixes de microondas são emitidos e detectados pelos sistemas de radar (radio detection and ranging).

14 ESPECTRO ELETROMAGNÉTICO Radio: é o conjunto de energias de freqüência menor que 300MHz (comprimento de onda maior que 1m). Estas ondas são utilizadas principalmente em telecomunicações e radiodifusão.

15 Espectro óptico: refere-se à região do espectro eletromagnético que compreende as energias que podem ser coletadas por sistemas ópticos (ultravioleta, visível e infravermelho). Espectro solar: refere-se à região espectral que compreende os tipos de energia emitidas pelo Sol. Cerca de 99% da energia solar que atinge a Terra encontra-se concentrada na faixa de 0,28 a 4 μm. Espectro visível: refere-se ao conjunto das energias eletromagnéticas percebido pelo sistema visual humano, também denominado de luz. Espectro termal: refere-se ao conjunto das energias eletromagnéticas emitidas pelos objetos terrestres e encontra-se nos intervalos espectrais correspondente ao infravermelho médio e distante.

16 Quando consideramos o Sol como fonte de energia eletromagnética (ou fonte de iluminação) os sensores detectam a energia refletida pelos objetos terrestres, portanto o sensoriamento remoto é realizado na faixa do espectro solar. Quando a Terra atua como fonte de energia eletromagnética os sensores detectam a energia emitida pelos corpos terrestres, portanto o sensoriamento remoto é realizado na faixa do espectro termal.

17 ATENUAÇÃO ATMOSFÉRICA Os principais gases absorvedores da radiação eletromagnética são vapor d água (H2O), oxigênio (O2), ozônio (O3) e gás carbônico (CO2). Os gases CO, CH4, NO e N2O ocorrem em pequenas quantidades e também exibem espectros de absorção.

18 ATENUAÇÃO ATMOSFÉRICA Também existem regiões no espectro eletromagnético para os quais a atmosfera é opaca (absorve toda a energia eletromagnética). Na região do ultravioleta e visível, o principal gás absorvedor da energia eletromagnética solar é o ozônio (O3), o qual protege a terra dos raios ultravioletas que são letais a vida vegetal e animal. Na região do infravermelho os principais gases absorvedores são o vapor d água (H2O) e o dióxido de carbono (CO2).

19 COMPORTAMENTO ESPECTRAL DE OBJETOS NATURAIS Os objetos interagem de maneira diferenciada espectralmente com a energia eletromagnética incidente, pois os objetos apresentam diferentes propriedades físico-químicas e biológicas. Estas diferentes interações é que possibilitam a distinção e o reconhecimento dos diversos objetos terrestres sensoriados remotamente, pois são reconhecidos devido a variação da porcentagem de energia refletida em cada comprimento de onda.

20 SISTEMA SENSOR Os sensores remotos são dispositivos capazes de detectar a energia eletromagnética (em determinadas faixas do espectro eletromagnético) proveniente de um objeto, transformá-las em um sinal elétrico e registrá-la. Os sistemas imageadores fornecem como produto uma imagem da área observada, como por exemplo temos os scaners e as câmaras fotográficas, enquanto que os sistemas não-imageadores, também denominados radiômetros ou espectroradiômetros, apresentam o resultado em forma de dígitos ou gráficos.

21 SISTEMA SENSOR A qualidade de um sensor geralmente é especificada pela sua capacidade de obter medidas detalhadas da energia eletromagnética. As características dos sensores estão relacionadas com: - resolução espacial - resolução espectral - resolução radiométrica - resolução temporal

22 SISTEMA SENSOR -resolução espacial A resolução espacial representa a capacidade do sensor distinguir objetos. Ela indica o tamanho do menor elemento da superfície individualizado pelo sensor.

23 SISTEMA SENSOR -resolução espectral A resolução espectral refere-se à largura espectral em que opera o sensor. Portanto, ela define o intervalo espectral no qual são realizadas as medidas, e consequentemente a composição espectral do fluxo de energia que atinge o detetor. Quanto maior for o número de medidas num determinado intervalo de comprimento de onda melhor será a resolução espectral da coleta.

24 SISTEMA SENSOR -resolução radiométrica A resolução radiométrica define a eficiência do sistema em detectar pequenos sinais, ou seja, refere-se à maior ou menor capacidade do sistema sensor em detectar e registrar diferenças na energia refletida e/ou emitida pelos elementos que compõe a cena (rochas, solos, vegetações, águas, etc). Por exemplo, o sistema sensor TM do Landsat 5 distingue até 256 tons distintos de sinais representando-os em 256 níveis de cinza.

25 SISTEMA SENSOR -resolução temporal a resolução temporal do sensor, que está relacionada com a repetitividade com que o sistema sensor pode adquirir informações referentes ao objeto.

26

27 SATÉLITES DE SENSORIAMENTO REMOTO ÓRBITA GEOESTACIONÁRIA Os satélites nesta órbita estão a uma altitude de cerca de km. São chamados geoestacionários porque sua órbita acompanha o movimento de rotação da Terra. Como ficam dispostos ao longo do Equador terrestre, e por causa da grande altitude podem ter uma visão sinóptica completa, ou seja, de todo o disco terrestre compreendido pelo seu campo de visada. É por essa grande abrangência de superfície terrestre coberta em um curto intervalo de tempo que eles são muito úteis para estudos de fenômenos meteorológicos, os quais são bastante dinâmicos.

28 SATÉLITES DE SENSORIAMENTO REMOTO ÓRBITA BAIXA Em geral, a órbita dos satélites de sensoriamento remoto enquadra-se no que se denomina órbita baixa, o que equivale a dizer órbitas com menos de km de altitude.

29 LANDSAT O primeiro satélite da série Landsat foi lançado no início dos anos 70. Esta série de satélites é a principal no campo do sensoriamento remoto, não só por ser a de período de vida mais longo de fornecimento contínuo de dados, mas também pela notável facilidade de acesso e qualidade dos dados gerados.

30 PARÂMETROS DO ETM+/LANDSAT-7

31 BANDAS ESPECTRAIS DO ETM+/LANDSAT-7

32

33

34

35

36 Uso da Terra Inventário Florestal Contínuo do RS 2001

37 Folha Chapecó do Inventário Florestal Contínuo do RS

38 Percentuais das Classes de Uso da Terra sobre o Total de Áreas Classificadas - Inventário Florestal Contínuo 0,67% 0,43% 2,29% 18,22% 0,44% 0,13% Fl. Nativa Eucalipto Pinus Agricultura Solo Exposto 26,36% Campo Água 23,87% Urbanização Nâo Classificado 27,68%

39 Participação das Classes de Uso da Terra sobre as Áreas Municípais Classificadas - Inventário Florestal Contínuo - Km² Fl. Nativa Eucalipto Agricultura Solo Exposto Campo Água Pinus Urbanização Nâo Classificado

40

41 SPOT O programa SPOT (Satellite Pour Observation de la Terre, Satélite Para Observação da Terra) é um programa Francês de satélites de sensoriamento remoto. O primeiro da série foi lançado em 22/2/1986.

42 SENSORES DO SPOT-4

43 SATÉLITES NOAA A NOAA (National Oceanic and Atmospheric Admnistration), que é uma agência governamental dos Estados Unidos, é responsável pelos satélites também chamados NOAA.

44

45

46

47

48

49

50

51 PROGRAMA BRASILEIRO DE SENSORIAMENTO REMOTO O Brasil possui basicamente dois programas de sensoriamento remoto: CBERS (China Brazil Earth Resources Satellite, Satélite Sino-Brasileiro de Sensoriamento Remoto MECB (Missão Espacial Completa Brasileira)

52 PROGRAMA BRASILEIRO DE SENSORIAMENTO REMOTO O programa CBERS é uma missão conjunta entre o Brasil, através do INPE, e a China, através da CAST (Agência Chinesa de Ciência e Tecnologia), e envolve a construção, lançamento e gerenciamento operacional de dois satélites de sensoriamento remoto. O primeiro foi lançado em 14/10/1999 a partir da base de lançamentos de Tayuan, pelo veículo lançador Longa Marcha 4B.

53 Satélite CBERS e seus componentes.

54 PROGRAMA BRASILEIRO DE SENSORIAMENTO REMOTO As 3 câmeras a bordo do satélite CBERS2 são: CCD - (Couple Charged Device): A câmera de alta resolução CCD possui cinco faixas espectrais (5 bandas) e fornece imagens de uma faixa de 113 Km de largura a uma resolução de 20m. A resolução temporal desta câmera é de 26 dias, ou seja a cada 26 dias a mesma faixa na Terra é imageada. IRMSS - (InfraRed MultiSpectral Scanner): O varredor multispectral infravermelho de média resolução possui quatro faixas espectrais e gera imagens de 120 Km de largura com resolução de 80m. A resolução temporal deste instrumento é de 26 dias. WFI - (Wide Field Imager): O Imageador de visada Larga possui 2 faixas espectrais e adquire imagens de 890 Km de largura a uma resolução de 260 m. A resolução temporal deste instrumento é de 5 dias.

55 PROGRAMA BRASILEIRO DE SENSORIAMENTO REMOTO CEBERS 2

56 PROGRAMA BRASILEIRO DE SENSORIAMENTO REMOTO CEBERS 2B As 3 câmeras a bordo do satélite CBERS2-B são: CCD - (Couple Charged Device), também presente no CBERS2. WFI - (Wide Field Imager), também presente no CBERS2. HRC - (HRC - High Resolution Camera) Câmera Pancromática de Alta Resolução. A câmera HRC opera numa única faixa espectral, que cobre o visível e parte do infravermelho próximo. Está presente apenas no CBERS- 2B. Produz imagens de uma faixa de 27 km de largura com uma resolução de 2,7 m, que permitirá a observação com grande detalhamento dos objetos da superfície. Como sua faixa de cobertura é de 27 km, serão necessários cinco ciclos de 26 dias para que os 113 km padrão da CCD sejam cobertos pela HRC. Assim, a cada 130 dias será possível ter uma cobertura completa do país, para ser correlacionada com aquela obtida pela câmera CCD, que neste período terá coberto o país por cinco vezes.

57 PROGRAMA BRASILEIRO DE SENSORIAMENTO REMOTO CEBERS 2B

58 Cebers 2 Sensor CCD Plano Diretor de Brasília

59 Prezado Luiz Paulo de Moura Fragomeni, Seu pedido esta completo. Voce pode fazer o download dos arquivos : CBERS_2B_HRC_ _159_C_132_3_L2_BAND1.tif.zip a partir do link Se voce encontrar algum problema, entre em contato com e mencione o pedido Os arquivos ficarao disponiveis por 5 dias. As faixas espectrais correspondentes as bandas são as que seguem: Banda CCD Banda 1 = 0,45-0,52 micrometro (azul) Banda CCD Banda 2 = 0,52-0,59 micrometro (verde) Banda CCD Banda 3 = 0,63-0,69 micrometro (vermelho) Banda CCD Banda 4 = 0,77-0,89 micrometro (infravermelho próximo) Banda CCD Banda 5 = 0,51-0,73 micrometro (pancromática) IRM, Banda 1 = 0,50-1,10 micrometro (pancromática) IRM, Banda 2 = 1,55-1,75 micrometro (infravermelho medio) IRM, Banda 3 = 2,08-2,35 micrometro (infravermelho medio) IRM, Banda 4 = 10,40-12,50 micrometro (infravermelho termal) WFI, Banda 1 = 0,63-0,69 micrometro (vermelho) WFI, Banda 2 = 0,77-0,89 micrometro (infravermelho próximo) HRC, Banda 1 = 0,50-0,80 micrometro (pancromática) Para maiores informaçõss sobre o Programa CBERS, consulte Veja o novo Video Educacional "Satelites e seus Sub-Sistemas", tendo o CBERS como exemplo ( Production Manager

60 Continuidade do programa Em 2002, foi assinado um acordo para a continuação do programa CBERS, com a construção de dois novos satélites - os CBERS-3 e 4, com novas cargas úteis e uma nova divisão de investimentos de recursos entre o Brasil e a China - 50% para cada país. Porém, em função de o lançamento do CBERS- 3 ser viável apenas para um horizonte em que o CBERS-2 já tivesse deixado de funcionar, com prejuízo para ambos os países e para os inúmeros usuários do CBERS, o Brasil e a China, em 2004, decidiram construir o CBERS-2B e lançá-lo em O CBERS-2B operou até o começo de O CBERS-3 está com cronograma de lançamento previsto para fins de 2012, enquanto o CBERS-4 segue em ritmo normal de construção.

61

62 GeoEye-1 and IKONOS Feature Comparison Satellite Feature GeoEye-1 IKONOS Resolution.50-meter 1-meter Spectral range (pan) nm nm Blue nm nm Green nm nm Red nm nm Near IR nm nm Pan Resolution at nadir.41 meters.82 meters Pan Resolution at 60 elevation.50-meters 1.0 meter Multi-spectral Resolution at nadir 1.64 meters 3.28 meters Swath width at nadir 15.2 km 11.3 km Launch date 22-Aug Sep-99 Life Cycle 7 years Over 8.5 years Revisit Time 3 days at 40 latitude with elevation > 60 3 days at 40 latitude with elevation > 60 Orbital Altitude 681 km 681 km Nodal Crossing 10:30 AM 10:30 AM Approximate Archive size (km 2 ) 0 245,000,000

63

64

65

66 Geoeye Res: 0,5 m Rio de Janeiro

67 Prezados; A BRASGEO em parceria com a ASTRIUM SPOT, está trazendo para o Sul do Brasil o SpotMaps SPOTMaps é um mosaico de cobertura ininterrupta, uniforme e sem emendas. Obtido a partir de imagens recentes do satélite SPOT5 - de 2.5m de resolução - sobre áreas extensas (para trabalhos em níveis locais, regionais, estaduais e nacionais). É uma carta básica colorida que oferece alta precisão geométrica a qual reflete fielmente as verdadeiras cores do solo. É adequado para trabalho em escalas compatíveis e pode servir de base para elaboração de inúmeros tipos de bases geográficas. O mosaico é georreferenciado e pode ser diretamente integrado em qualquer Sistema de Informação Geográfica. Vantagens do SPOTMaps Mosaicos uniformes e sem emendas de vastas áreas territoriais cobrindo municípios, estados ou regiões de interesse; Mapa de referência em cores naturais de alta precisão geométrica; Adaptado para trabalhar em escalas compatíveis; Completa qualquer tipo de base de dados georeferenciada; As cores reproduzem de forma fiel as cores naturais das paisagens e do solo; Custo/beneficio; Recente e disponível de imediato; Diretamente integrável em seu GIS Consulte-nos para um orçamento sem custos e veja onde SPOTMaps pode ajudar você.

68 SIG SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS "Um sistema de informações baseado em computador que permite a captura, modelagem, manipulação, recuperação, análise e apresentação de dados georreferenciados" (WORBOIS, 1995). SPRING gvsig QuantumGIS IDRISI ILWIS ARC INFO CAMPEIRO

69

70

C A P Í T U L O 1 F U N D A M E N T O S S E N S O R I A M E N T O

C A P Í T U L O 1 F U N D A M E N T O S S E N S O R I A M E N T O C A P Í T U L O 1 F U N D A M E N T O S D E S E N S O R I A M E N T O R E M O T O E l i s a b e t e C a r i a d e M o r a e s 1 INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS-INPE 1 e.mail : bete@ltid.inpe.br

Leia mais

Introdução ao Sensoriamento Remoto

Introdução ao Sensoriamento Remoto Introdução ao Sensoriamento Remoto Cachoeira Paulista, 24 a 28 novembro de 2008 Bernardo Rudorff Pesquisador da Divisão de Sensoriamento Remoto Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE Sensoriamento

Leia mais

044.ASR.SRE.16 - Princípios Físicos do Sensoriamento Remoto

044.ASR.SRE.16 - Princípios Físicos do Sensoriamento Remoto Texto: PRODUTOS DE SENSORIAMENTO REMOTO Autor: BERNARDO F. T. RUDORFF Divisão de Sensoriamento Remoto - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais São José dos Campos-SP - bernardo@ltid.inpe.br Sensoriamento

Leia mais

Sistemas Sensores. Introdução

Sistemas Sensores. Introdução Sistemas Sensores 5ª Aulas Introdução O sol foi citado como sendo uma fonte de energia ou radiação. O sol é uma fonte muito consistente de energia para o sensoriamento remoto (REM). REM interage com os

Leia mais

O olho humano permite, com o ar limpo, perceber uma chama de vela em até 15 km e um objeto linear no mapa com dimensão de 0,2mm.

O olho humano permite, com o ar limpo, perceber uma chama de vela em até 15 km e um objeto linear no mapa com dimensão de 0,2mm. A Visão é o sentido predileto do ser humano. É tão natural que não percebemos a sua complexidade. Os olhos transmitem imagens deformadas e incompletas do mundo exterior que o córtex filtra e o cérebro

Leia mais

Introdução ao Sensoriamento Remoto. Sensoriamento Remoto

Introdução ao Sensoriamento Remoto. Sensoriamento Remoto Introdução ao Sensoriamento Remoto Sensoriamento Remoto Definição; Breve Histórico; Princípios do SR; Espectro Eletromagnético; Interação Energia com a Terra; Sensores & Satélites; O que é Sensoriamento

Leia mais

Para que um sensor possa coletar e registrar a energia refletida ou emitida por um objeto ou superfície, ele tem que estar instalado em uma

Para que um sensor possa coletar e registrar a energia refletida ou emitida por um objeto ou superfície, ele tem que estar instalado em uma Sensores e Satélites Para que um sensor possa coletar e registrar a energia refletida ou emitida por um objeto ou superfície, ele tem que estar instalado em uma plataforma estável à distância do objeto

Leia mais

Imagens de Satélite (características):

Imagens de Satélite (características): Imagens de Satélite (características): São captadas por sensores electro ópticos que registam a radiação electromagnética reflectida e emitida pelos objectos que se encontram à superfície da terra através

Leia mais

Sensoriamento Remoto. Características das Imagens Orbitais

Sensoriamento Remoto. Características das Imagens Orbitais Sensoriamento Remoto Características das Imagens Orbitais 1 - RESOLUÇÃO: O termo resolução em sensoriamento remoto pode ser atribuído a quatro diferentes parâmetros: resolução espacial resolução espectral

Leia mais

NOÇÕES BÁSICAS DE SENSORIAMENTO REMOTO

NOÇÕES BÁSICAS DE SENSORIAMENTO REMOTO UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE TECNOLOGIA E RECURSOS HUMANOS UNIDADE ACADÊMICA DE ENGENHARIA CIVIL NOÇÕES BÁSICAS DE SENSORIAMENTO REMOTO PROF. MAURO NORMANDO M. BARROS FILHO Sumário

Leia mais

Introdução aos Sistemas de Informação Geográfica

Introdução aos Sistemas de Informação Geográfica Introdução aos Sistemas de Informação Geográfica Mestrado Profissionalizante 2015 Karla Donato Fook karladf@ifma.edu.br IFMA / DAI Motivação Alguns princípios físicos dão suporte ao Sensoriamento Remoto...

Leia mais

Sensoriamento Remoto aplicado ao Monitoramento Ambiental

Sensoriamento Remoto aplicado ao Monitoramento Ambiental Disciplina: Monitoramento e Controle Ambiental Prof.: Oscar Luiz Monteiro de Farias Sensoriamento Remoto aplicado ao Monitoramento Ambiental Andrei Olak Alves 1 2 PROCESSAMENTO DE IMAGENS espectro visível

Leia mais

Aula 1 Professor Waterloo Pereira Filho Docentes orientados: Daniela Barbieri Felipe Correa

Aula 1 Professor Waterloo Pereira Filho Docentes orientados: Daniela Barbieri Felipe Correa Princípios Físicos do Sensoriamento Remoto Aula 1 Professor Waterloo Pereira Filho Docentes orientados: Daniela Barbieri Felipe Correa O que é Sensoriamento Remoto? Utilização conjunta de sensores, equipamentos

Leia mais

Sensoriamento Remoto

Sensoriamento Remoto Sensoriamento Remoto 1. Obtenção de imagens matriciais (raster) Imagens raster podem ser obtidas de várias formas: Aerofotogrametria Fotos aéreas obtidas através do sobrevoo da área de interesse por aeronaves

Leia mais

Características dos Sensores. Aula 3 Professor Waterloo Pereira Filho Docentes orientados: Daniela Barbieri Felipe Correa

Características dos Sensores. Aula 3 Professor Waterloo Pereira Filho Docentes orientados: Daniela Barbieri Felipe Correa Características dos Sensores Aula 3 Professor Waterloo Pereira Filho Docentes orientados: Daniela Barbieri Felipe Correa TAMANHO DO PIXEL Alta Resolução Média Resolução Cobertura Sinótica Meteorológicos

Leia mais

SENSORES REMOTOS. Daniel C. Zanotta 28/03/2015

SENSORES REMOTOS. Daniel C. Zanotta 28/03/2015 SENSORES REMOTOS Daniel C. Zanotta 28/03/2015 ESTRUTURA DE UM SATÉLITE Exemplo: Landsat 5 COMPONENTES DE UM SATÉLITE Exemplo: Landsat 5 LANÇAMENTO FOGUETES DE LANÇAMENTO SISTEMA SENSOR TIPOS DE SENSORES

Leia mais

PRINCÍPIOS FÍSICOS DO SENSORIAMENTO REMOTO. Peterson Ricardo Fiorio

PRINCÍPIOS FÍSICOS DO SENSORIAMENTO REMOTO. Peterson Ricardo Fiorio PRINCÍPIOS FÍSICOS DO SENSORIAMENTO REMOTO Peterson Ricardo Fiorio Definição: Sensoriamento Remoto É a ciência ou a arte de se obterem informações sobre um objeto, área ou fenômeno, através de dados coletados

Leia mais

Tópicos em Meio Ambiente e Ciências Atmosféricas

Tópicos em Meio Ambiente e Ciências Atmosféricas INPE-13139-PRE/8398 SENSORIAMENTO REMOTO Tania Sausen Tópicos em Meio Ambiente e Ciências Atmosféricas INPE São José dos Campos 2005 MEIO AMBIENTE E CIÊNCIAS ATMOSFÉRICAS 8 Sensoriamento Remoto Tania Sauzen

Leia mais

Processamento de Imagem. Prof. Herondino

Processamento de Imagem. Prof. Herondino Processamento de Imagem Prof. Herondino Sensoriamento Remoto Para o Canada Centre for Remote Sensing - CCRS (2010), o sensoriamento remoto é a ciência (e em certa medida, a arte) de aquisição de informações

Leia mais

Sensoriamento Remoto aplicado ao Monitoramento Ambiental

Sensoriamento Remoto aplicado ao Monitoramento Ambiental Disciplina: Monitoramento e Controle Ambiental Prof.: Oscar Luiz Monteiro de Farias Sensoriamento Remoto aplicado ao Monitoramento Ambiental Andrei Olak Alves 2 espectro visível ultravioleta Sol infravermelho

Leia mais

IMAGENS DE SATÉLITE PROF. MAURO NORMANDO M. BARROS FILHO

IMAGENS DE SATÉLITE PROF. MAURO NORMANDO M. BARROS FILHO UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE TECNOLOGIA E RECURSOS HUMANOS UNIDADE ACADÊMICA DE ENGENHARIA CIVIL IMAGENS DE SATÉLITE PROF. MAURO NORMANDO M. BARROS FILHO Sumário 1. Conceitos básicos

Leia mais

044.ASR.SRE.16 - Princípios Físicos do Sensoriamento Remoto

044.ASR.SRE.16 - Princípios Físicos do Sensoriamento Remoto Texto: INTRODUÇÃO AO SENSORIAMENTO REMOTO Autor: CARLOS ALBERTO STEFFEN Instituto Nacional de pesquisas Espaciais Divisão de Sensoriamento Remoto steffen@ltid.inpe.br RADIAÇÃO SOLAR O Sol é a principal

Leia mais

REPRESENTAÇÃO DA IMAGEM DIGITAL

REPRESENTAÇÃO DA IMAGEM DIGITAL REPRESENTAÇÃO DA IMAGEM DIGITAL Representação da imagem Uma imagem é uma função de intensidade luminosa bidimensional f(x,y) que combina uma fonte de iluminação e a reflexão ou absorção de energia a partir

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO-UFES / DEPT. DE ENGENHARIA RURAL / SENSORIAMENTO REMOTO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO-UFES / DEPT. DE ENGENHARIA RURAL / SENSORIAMENTO REMOTO CAPÍTULO 2 AS INTERAÇÕES ENTRE A ENERGIA E A MATÉRIA 1.0. Introdução No Capítulo 1 vimos que o sensoriamento remoto é o ramo da ciência que retrata a obtenção e análise de informações sobre materiais (naturais

Leia mais

Programa de Cooperação com a China para desenvolvimento de satélites

Programa de Cooperação com a China para desenvolvimento de satélites Programa de Cooperação com a China para desenvolvimento de satélites CBERS China Brazil Earth Resources Satellite INPE CAST Sumário Histórico Características dos Satélites e Cargas Úteis Status do Programa

Leia mais

Seminário Disciplina de Fotointepretação. Bruno Beust - João Paulo

Seminário Disciplina de Fotointepretação. Bruno Beust - João Paulo Seminário Disciplina de Fotointepretação Bruno Beust - João Paulo Prof. Dr. Getulio T. Batista 2 o Bimestre de 2004 Histórico Julho de 1988 um acordo de parceria envolvendo o INPE (Instituto Nacional de

Leia mais

UNICAP Universidade Católica de Pernambuco Laboratório de Topografia de UNICAP - LABTOP Topografia 2. Sensoriamento Remoto.

UNICAP Universidade Católica de Pernambuco Laboratório de Topografia de UNICAP - LABTOP Topografia 2. Sensoriamento Remoto. UNICAP Universidade Católica de Pernambuco Laboratório de Topografia de UNICAP - LABTOP Topografia 2 Sensoriamento Remoto Parte 1 Recife, 2014 Conceito de Sensoriamento Remoto Sensoriamento Remoto consiste

Leia mais

SENSORIAMENTO REMOTO. Revisão de conteúdo. Prof. Marckleuber

SENSORIAMENTO REMOTO. Revisão de conteúdo. Prof. Marckleuber SENSORIAMENTO REMOTO Revisão de conteúdo Prof. Marckleuber Engenharia de Agrimensura - 2013 SENSORIAMENTO REMOTO - Conceitos De um modo geral, o Sensoriamento Remoto pode ser definido como: O conjunto

Leia mais

Dados para mapeamento

Dados para mapeamento Dados para mapeamento Existem dois aspectos com relação aos dados: 1. Aquisição dos dados para gerar os mapas 2. Uso do mapa como fonte de dados Os métodos de aquisição de dados para o mapeamento divergem,

Leia mais

Geomática e SIGDR aula teórica 23 17/05/11. Sistemas de Detecção Remota Resolução de imagens

Geomática e SIGDR aula teórica 23 17/05/11. Sistemas de Detecção Remota Resolução de imagens Geomática e SIGDR aula teórica 23 17/05/11 Sistemas de Detecção Remota Resolução de imagens Manuel Campagnolo ISA Manuel Campagnolo (ISA) Geomática e SIGDR 2010-2011 17/05/11 1 / 16 Tipos de resolução

Leia mais

Conteúdo Eletromagnetismo Aplicações das ondas eletromagnéticas

Conteúdo Eletromagnetismo Aplicações das ondas eletromagnéticas AULA 22.2 Conteúdo Eletromagnetismo Aplicações das ondas eletromagnéticas Habilidades: Frente a uma situação ou problema concreto, reconhecer a natureza dos fenômenos envolvidos, situando-os dentro do

Leia mais

MAPEAMENTO FLORESTAL

MAPEAMENTO FLORESTAL MAPEAMENTO FLORESTAL ELISEU ROSSATO TONIOLO Eng. Florestal Especialista em Geoprocessamento OBJETIVO Mapear e caracterizar a vegetação visando subsidiar o diagnóstico florestal FUNDAMENTOS É uma ferramenta

Leia mais

Livro: Imagens de Satélite para Estudos Ambientais Autor: Teresa Gallotti Florenzano. Capítulo 1: IMAGENS OBTIDAS POR SENSORIAMENTO REMOTO

Livro: Imagens de Satélite para Estudos Ambientais Autor: Teresa Gallotti Florenzano. Capítulo 1: IMAGENS OBTIDAS POR SENSORIAMENTO REMOTO Livro: Imagens de Satélite para Estudos Ambientais Autor: Teresa Gallotti Florenzano Capítulo 1: IMAGENS OBTIDAS POR SENSORIAMENTO REMOTO Os sensores instalados em satélites artificiais são o resultado

Leia mais

TERRA / ASTER (Advanced Spaceborne Thermal Emission and Reflection Radiometer)

TERRA / ASTER (Advanced Spaceborne Thermal Emission and Reflection Radiometer) TERRA / ASTER (Advanced Spaceborne Thermal Emission and Reflection Radiometer) http://terra.nasa.gov/ Orbita: Heliosíncrona, quase circular. Inclinação: 98,2º Passagem pelo Equador: 10:30 a.m. (N-S) y

Leia mais

GNE 109 AGROMETEOROLOGIA Características Espectrais da Radiação Solar

GNE 109 AGROMETEOROLOGIA Características Espectrais da Radiação Solar GNE 109 AGROMETEOROLOGIA Características Espectrais da Radiação Solar Prof. Dr. Luiz Gonsaga de Carvalho Núcleo Agrometeorologia e Climatologia DEG/UFLA Absorção seletiva de radiação Absorção seletiva

Leia mais

15- Representação Cartográfica - Estudos Temáticos a partir de imagens de Sensoriamento Remoto

15- Representação Cartográfica - Estudos Temáticos a partir de imagens de Sensoriamento Remoto 15- Representação Cartográfica - Estudos Temáticos a partir de imagens de Sensoriamento Remoto O Sensoriamento Remoto é uma técnica que utiliza sensores, na captação e registro da energia refletida e emitida

Leia mais

Sensoriamento Remoto I. José Antonio Pacheco de Almeida Paulo José de Oliveira

Sensoriamento Remoto I. José Antonio Pacheco de Almeida Paulo José de Oliveira José Antonio Pacheco de Almeida Paulo José de Oliveira São Cristóvão/SE 2010 Elaboração de Conteúdo José Antonio Pacheco de Almeida Paulo José de Oliveira Projeto Gráfico e Capa Hermeson Alves de Menezes

Leia mais

Biofísica 1. Ondas Eletromagnéticas

Biofísica 1. Ondas Eletromagnéticas Biofísica 1 Ondas Eletromagnéticas Ondas Ondas são o modo pelo qual uma perturbação, seja som, luz ou radiações se propagam. Em outras palavras a propagação é a forma na qual a energia é transportada.

Leia mais

O resultado é uma série de "fatias" da superfície, que juntas produzem a imagem final. (Exemplo: o radiômetro dos satélites NOAA gira a uma

O resultado é uma série de fatias da superfície, que juntas produzem a imagem final. (Exemplo: o radiômetro dos satélites NOAA gira a uma Sensores e Satélites Para que um sensor possa coletar e registrar a energia refletida ou emitida por um objeto ou superfície, ele tem que estar instalado em uma plataforma estável à distância do objeto

Leia mais

Sensoriamento Remoto

Sensoriamento Remoto Sensoriamento Remoto É a utilização conjunta de modernos sensores, equipamentos para processamento de dados, equipamentos de transmissão de dados, aeronaves, espaçonaves etc, com o objetivo de estudar

Leia mais

Os mapas são a tradução da realidade numa superfície plana.

Os mapas são a tradução da realidade numa superfície plana. Cartografia Desde os primórdios o homem tentou compreender a forma e as características do nosso planeta, bem como representar os seus diferentes aspectos através de croquis, plantas e mapas. Desenhar

Leia mais

Professor Felipe Técnico de Operações P-25 Petrobras

Professor Felipe Técnico de Operações P-25 Petrobras Professor Felipe Técnico de Operações P-25 Petrobras Contatos : Felipe da Silva Cardoso professorpetrobras@gmail.com www.professorfelipecardoso.blogspot.com skype para aula particular online: felipedasilvacardoso

Leia mais

Sensoriamento Remoto Orbital e Cartografia Derivada para Florestas e Meio Ambiente

Sensoriamento Remoto Orbital e Cartografia Derivada para Florestas e Meio Ambiente Sensoriamento Remoto Orbital e Cartografia Derivada para Florestas e Meio Ambiente. Afinal de contas, como tudo isso começou?. Conceitos básicos. Principais sensores orbitais. Cartografia para Florestas

Leia mais

Título ONDULATÓRIA Extensivo Aula 29. Professor Edson Osni Ramos (Cebola) Disciplina. Física B

Título ONDULATÓRIA Extensivo Aula 29. Professor Edson Osni Ramos (Cebola) Disciplina. Física B Título ONDULATÓRIA Extensivo Aula 29 Professor Edson Osni Ramos (Cebola) Disciplina Física B RADIAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS ONDA ELETROMAGNÉTICA Sempre que uma carga elétrica é acelerada ela emite campos elétricos

Leia mais

Satélites e Sensores. Bruno Silva Oliveira

Satélites e Sensores. Bruno Silva Oliveira Satélites e Sensores Bruno Silva Oliveira São José dos Campos - SP Julho/2016 Órbita Polar Cíclica, heliossíncrona Órbita Geoestacionária Órbita Geoestacionária Quantos satélites orbitam a Terra? Satélites

Leia mais

APOSTILA PARA O CURSO 6 INTRODUÇÃO AO SENSORIAMENTO REMOTO E PROCESSAMENTO DE IMAGENS

APOSTILA PARA O CURSO 6 INTRODUÇÃO AO SENSORIAMENTO REMOTO E PROCESSAMENTO DE IMAGENS APOSTILA PARA O CURSO 6 INTRODUÇÃO AO SENSORIAMENTO REMOTO E PROCESSAMENTO DE IMAGENS Dias: 16 e 17 de abril (sábado e domingo) Horário: 8:00 às 12:00 e das 14:00 às 18:00 horas Autores/Instrutores: Getulio

Leia mais

FOTOGRAMETRIA I Prof Felipe: Aulas 1 e 2. 2- Câmaras Fotogramétricas

FOTOGRAMETRIA I Prof Felipe: Aulas 1 e 2. 2- Câmaras Fotogramétricas FOTOGRAMETRIA I Prof Felipe: Aulas 1 e 2 2- Câmaras Fotogramétricas Generalidades (fotografia) Elementos Fotografia aérea Espectro Eletromagnético 1 Fotogrametria é a arte, ciência, e tecnologia de obtenção

Leia mais

Fundamentos de Sensoriamento Remoto

Fundamentos de Sensoriamento Remoto UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: Geoprocessamento para aplicações ambientais e cadastrais Fundamentos de Sensoriamento Remoto Profª. Adriana

Leia mais

SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA/SECRETARIA DE EDUCAÇÃO

SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA/SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DISCIPLINA: FÍSICA SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA/SECRETARIA DE EDUCAÇÃO POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS COMANDO DE ENSINO POLICIAL MILITAR COLÉGIO DA POLÍCIA MILITAR UNIDADE POLIVALENTE MODELO VASCO

Leia mais

Ferramentas de sensoriamento remoto e SIG aplicadas ao novo Código Florestal

Ferramentas de sensoriamento remoto e SIG aplicadas ao novo Código Florestal 1/38 Ferramentas de sensoriamento remoto e SIG aplicadas ao novo Código Florestal Cota de Reserva Ambiental (CRA) Eng. Allan Saddi Arnesen Eng. Frederico Genofre Eng. Matheus Ferreira Eng. Marcelo Pedroso

Leia mais

Modelo de Formulário

Modelo de Formulário Formulário Pessoa Jurídica: Organização / Empresa 1. Identificação da Organização CNPJ.. / - Razão Social Nome Fantasia Endereço Número Complemento Bairro Cidade UF CEP País Telefones ou Fax E-mail Página

Leia mais

Efeito estufa: como acontece, por que acontece e como influencia o clima do nosso planeta

Efeito estufa: como acontece, por que acontece e como influencia o clima do nosso planeta XXII Encontro Sergipano de Física Efeito estufa: como acontece, por que acontece e como influencia o clima do nosso planeta Prof. Dr. Milan Lalic Departamento de Física Universidade Federal de Sergipe

Leia mais

FUNDAMENTOS DO SENSORIAMENTO REMOTO E METODOLOGIAS DE APLICAÇÃO

FUNDAMENTOS DO SENSORIAMENTO REMOTO E METODOLOGIAS DE APLICAÇÃO Atualização do Livro FUNDAMENTOS DO SENSORIAMENTO REMOTO E METODOLOGIAS DE APLICAÇÃO O assunto contido nesta revisão tem como objetivo complementar e/ou esclarecer melhor, alguns tópicos sobre sistemas

Leia mais

8ª série / 9º ano U. E. 16

8ª série / 9º ano U. E. 16 8ª série / 9º ano U. E. 16 Radiação O dicionário de física descreve radiação como: Designação genérica da energia que se propaga de um ponto a outro do espaço, no vácuo ou em um meio material, mediante

Leia mais

FUNDAMENTOS DE ONDAS, Prof. Emery Lins Curso Eng. Biomédica

FUNDAMENTOS DE ONDAS, Prof. Emery Lins Curso Eng. Biomédica FUNDAMENTOS DE ONDAS, RADIAÇÕES E PARTÍCULAS Prof. Emery Lins Curso Eng. Biomédica Questões... O que é uma onda? E uma radiação? E uma partícula? Como elas se propagam no espaço e nos meios materiais?

Leia mais

MAPEAMENTO DIGITAL DE AMBIENTES COSTEIROS COM APOIO DE IMAGENS DE SATÉLITES E DADOS GNSS

MAPEAMENTO DIGITAL DE AMBIENTES COSTEIROS COM APOIO DE IMAGENS DE SATÉLITES E DADOS GNSS MAPEAMENTO DIGITAL DE AMBIENTES COSTEIROS COM APOIO DE IMAGENS DE SATÉLITES E DADOS GNSS Gilberto Pessanha Ribeiro ¹, ², ³ gilberto@globalgeo.com.br ¹ Globalgeo Geotecnologias www.globalgeo.com.br ² Faculdade

Leia mais

IMAGENS INPE. Manaus. São Luís 66 AGOSTO DE 2007 PESQUISA FAPESP 138

IMAGENS INPE. Manaus. São Luís 66 AGOSTO DE 2007 PESQUISA FAPESP 138 IMAGENS INPE Brasília Pequim Manaus São Luís Rio Paraná Porto Alegre 66 AGOSTO DE 2007 PESQUISA FAPESP 138 > TECNOLOGIA ESPAÇO Visão privilegiada Brasileiros e chineses preparam-se para lançar o terceiro

Leia mais

O resultado é uma série de "fatias" da superfície, que juntas produzem a imagem final. (Exemplo: o radiômetro dos satélites NOAA gira a uma

O resultado é uma série de fatias da superfície, que juntas produzem a imagem final. (Exemplo: o radiômetro dos satélites NOAA gira a uma Sensores e Satélites Para que um sensor possa coletar e registrar a energia refletida ou emitida por um objeto ou superfície, ele tem que estar instalado em uma plataforma estável à distância do objeto

Leia mais

Sistema de Informações Geográficas

Sistema de Informações Geográficas UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE Pós Graduação Ecologia e Manejo de Recursos Naturais Sistema de Informações Geográficas Prof. Fabiano Luiz Neris Criciúma, Março de 2011. A IMPORTÂNCIA DO ONDE "Tudo

Leia mais

SPOTMaps: Imagens de Satélite com Ótimo Custo x Benefício

SPOTMaps: Imagens de Satélite com Ótimo Custo x Benefício SPOTMaps: Imagens de Satélite com Ótimo Custo x Benefício Michael Daamen Eng Agrícola MSc em Geo-Information Sciences Responsável de suporte técnico de produtos e atendimento ao cliente da Astrium Geo

Leia mais

ÓPTICA. Conceito. Divisões da Óptica. Óptica Física: estuda os fenômenos ópticos que exigem uma teoria sobre a natureza das ondas eletromagnéticas.

ÓPTICA. Conceito. Divisões da Óptica. Óptica Física: estuda os fenômenos ópticos que exigem uma teoria sobre a natureza das ondas eletromagnéticas. ÓPTICA Conceito A óptica é um ramo da Física que estuda os fenomenos relacionados a luz ou, mais amplamente, a radiação eletromagnética, visível ou não. A óptica explica os fenômenos de reflexão, refração

Leia mais

MONITORAMENTO DA COBERTURA FLORESTAL DA AMAZÔNIA POR SATÉLITES

MONITORAMENTO DA COBERTURA FLORESTAL DA AMAZÔNIA POR SATÉLITES MONITORAMENTO DA COBERTURA FLORESTAL DA AMAZÔNIA POR SATÉLITES INPE COORDENAÇÃO GERAL DE OBSERVAÇÃO DA TERRA SÃO JOSÉ DOS CAMPOS, 20 DE JUNHO DE 2008 SISTEMA DE DETECÇÃO D0 DESMATAMENTO EM TEMPO REAL NA

Leia mais

Sistemas de suporte à qualidade de imagens: uma inovação na estação terrena do INPE

Sistemas de suporte à qualidade de imagens: uma inovação na estação terrena do INPE Sistemas de suporte à qualidade de imagens: uma inovação na estação terrena do INPE Alexandre Maia de Almeida Flávio Pimentel Duarte Marco Aurélio Oliveira da Silva Antonio José Machado e Silva Gisplan

Leia mais

FUNDAMENTOS DE SENSORIAMENTO REMOTO

FUNDAMENTOS DE SENSORIAMENTO REMOTO FUNDAMENTOS DE SENSORIAMENTO REMOTO Elisabete Caria Moraes DSR/INPE bete@dsr.inpe.br Introdução O Sensoriamento Remoto pode ser entendido como um conjunto de atividades que permite a obtenção de informações

Leia mais

CBERS: estado atual e futuro

CBERS: estado atual e futuro CBERS: estado atual e futuro José Carlos Neves Epiphanio Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais INPE Cx.P. 515, 12.201-970 São José dos Campos, SP, Brasil epiphanio@dsr.inpe.br Abstract. CBERS Program

Leia mais

Sensoriamento Remoto I. José Antonio Pacheco de Almeida Paulo José de Oliveira

Sensoriamento Remoto I. José Antonio Pacheco de Almeida Paulo José de Oliveira José Antonio Pacheco de Almeida Paulo José de Oliveira São Cristóvão/SE 2010 Elaboração de Conteúdo José Antonio Pacheco de Almeida Paulo José de Oliveira Projeto Gráfico e Capa Hermeson Alves de Menezes

Leia mais

ASPECTOS GERAIS DO SATÉLITE SINO-BRASILEIRO DE RECURSOS TERRESTRES

ASPECTOS GERAIS DO SATÉLITE SINO-BRASILEIRO DE RECURSOS TERRESTRES UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA 4ª Semana do Servidor e 5ª Semana Acadêmica 2008 UFU 30 anos ASPECTOS GERAIS DO SATÉLITE SINO-BRASILEIRO DE RECURSOS TERRESTRES 1 Emerson Jhammes Francisco Alves emersonjhammes@yahoo.com.br

Leia mais

GPS (Global Positioning System) Sistema de Posicionamento Global

GPS (Global Positioning System) Sistema de Posicionamento Global GPS (Global Positioning System) Sistema de Posicionamento Global 1 Sistema de Posicionamento Global é um sistema de posicionamento por satélite que permite posicionar um corpo que se encontre à superfície

Leia mais

USOS E Aplicações DE SENSORIAMENTO REMOTO I

USOS E Aplicações DE SENSORIAMENTO REMOTO I USOS E Aplicações DE SENSORIAMENTO REMOTO I AGRICULTURA, E RECURSOS FLORESTAIS DISCRIMINAÇÃO DE TIPOS DE VEGETAÇÃO Tipos de colheita Tipos de madeiras DETERMINAÇÃO DA VARIAÇÃO DE APTIDÃO E BIOMASSA DETERMINAÇÃO

Leia mais

Classificação das fontes Todos os corpos visíveis são fontes de luz e podem classificar-se em primária ou secundária.

Classificação das fontes Todos os corpos visíveis são fontes de luz e podem classificar-se em primária ou secundária. Luz: é uma onda eletromagnética, que tem comprimento de onda (do espectro visível) na faixa de 400 nm a 700 nm (nm = nanômetros = 10-9 m). Além da luz visível, existem outras onda eletromagnéticas om diferentes

Leia mais

Satélites e Sensores Orbitais

Satélites e Sensores Orbitais Satélites e Sensores Orbitais Satélites de monitoramento da superfície da Terra: série LANDSAT e CBERS Satélites meteorológicos: série NOAA Polar Altitude de 250 a 800 Km Direção Norte-Sul Tipos de Órbitas

Leia mais

Prof. Tiago Badre Marino Geoprocessamento Departamento de Geociências Instituto de Agronomia - UFRRJ. Aquisição de dados cartográficos a partir da Web

Prof. Tiago Badre Marino Geoprocessamento Departamento de Geociências Instituto de Agronomia - UFRRJ. Aquisição de dados cartográficos a partir da Web Exercício Objetivo Aplicativos Entrar nas diferentes fontes de dados cartográficos e imagens de sensoriamento remoto existentes no Brasil e executar os procedimentos para download destes dados disponíveis

Leia mais

USO DA TÉCNICA DE ANALISE POR COMPONENTE PRINCIPAL NA DETECÇÃO DE MUDANÇAS NA COBERTURA DO SOLO

USO DA TÉCNICA DE ANALISE POR COMPONENTE PRINCIPAL NA DETECÇÃO DE MUDANÇAS NA COBERTURA DO SOLO Samuel da Silva Farias, Graduando do curso de geografia da UFPE samuel.farias763@gmail.com Rafhael Fhelipe de Lima Farias, Mestrando do PPGEO/UFPE, rafhaelfarias@hotmail.com USO DA TÉCNICA DE ANALISE POR

Leia mais

Fundo para o Meio Ambiente Mundial

Fundo para o Meio Ambiente Mundial Organização do Tratado de Co Amazônica Fundo para o Meio Ambiente Mundial Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente Universidade Federal do Pará Grupo de Estudos Marinhos e Costeiros PROJETO GESTÃO

Leia mais

Programa CBERS. Infra-estrutura de Dados & Benefícios Sociais

Programa CBERS. Infra-estrutura de Dados & Benefícios Sociais Programa CBERS Infra-estrutura de Dados & Benefícios Sociais Observação da Terra e benefícios sociais NASA Conhecimento em Observação da Terra John McDonald (MDA) A questão fundamental Como garantir capacitação

Leia mais

Aplicações CBERS na Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Aplicações CBERS na Universidade Federal do Rio Grande do Sul Aplicações CBERS na Universidade Federal do Rio Grande do Sul Pesquisas CBERS - UFRGS 2001: Início do projeto Participantes: - PPG-SR / CEPSRM - Instituto de Geociências Geodésia Geografia Geologia - Faculdade

Leia mais

Fundamentos de Sensoriamento Remoto. Elisabete Caria Moraes

Fundamentos de Sensoriamento Remoto. Elisabete Caria Moraes Fundamentos de Sensoriamento Remoto Elisabete Caria Moraes bete@dsr.inpe.br Login: guestuser Senha: 5554DZ9M Sensoriamento Remoto Adquirir informações a distância Sensoriamento Remoto Sensoriamento

Leia mais

SENSORIAMENTO REMOTO APLICADO AO CADASTRO URBANO

SENSORIAMENTO REMOTO APLICADO AO CADASTRO URBANO SENSORIAMENTO REMOTO APLICADO AO CADASTRO URBANO 04/04/2013 Leonardo Scharth Loureiro Silva Sumário 1 Fundamentos básicos de Sensoriamento Remoto 2 Levantamento aerofotogramétrico para fins de cadastro

Leia mais

USO DO GEOPROCESSAMENTO NO MONITORAMENTO DO SETOR AGRÍCOLA PARA FINS TRIBUTÁRIOS NA SEFAZ-GO. Geoprocessamento

USO DO GEOPROCESSAMENTO NO MONITORAMENTO DO SETOR AGRÍCOLA PARA FINS TRIBUTÁRIOS NA SEFAZ-GO. Geoprocessamento USO DO GEOPROCESSAMENTO NO MONITORAMENTO DO SETOR AGRÍCOLA PARA FINS TRIBUTÁRIOS NA SEFAZ-GO Geog.Ms. Maria G. da Silva Barbalho maria-gsb@sefaz.go.gov.br Conceito Disciplina do conhecimento que utiliza

Leia mais

LANDSAT-8: Download de imagens através dos sites Earth Explorer e GLOVIS

LANDSAT-8: Download de imagens através dos sites Earth Explorer e GLOVIS LANDSAT-8: Download de imagens através dos sites Earth Explorer e GLOVIS 2013 LANDSAT-8: Informações para Novos Usuários de Imagens Licença: As imagens Landsat-8 são gratuitas; Download: Para baixar imagens

Leia mais

Satélites e Sensores. Profa. Ligia Flávia Antunes Batista

Satélites e Sensores. Profa. Ligia Flávia Antunes Batista Satélites e Sensores Profa. Ligia Flávia Antunes Batista Referências Slides baseados em: Geomática Aplicada à Gestão de Recursos Hídricos. PROF. ALEXANDRE ROSA DOS SANTOS. UNIVERSIDADE FEDERAL DOS ESPÍRITO

Leia mais

Camada Física. Bruno Silvério Costa

Camada Física. Bruno Silvério Costa Camada Física Bruno Silvério Costa Sinais Limitados por Largura de Banda (a) Um sinal digital e suas principais frequências de harmônicas. (b) (c) Sucessivas aproximações do sinal original. Sinais Limitados

Leia mais

Sensoriamento Remoto e PDI

Sensoriamento Remoto e PDI Sensoriamento Remoto e PDI Introdução REM e Comportamento Espectral Sistemas Sensores Imagens de Sensoriamento Remoto Aplicações Processamento Digital de Imagens - PDI Imagem de satélite mostrando o furacão

Leia mais

Definições: Sistemas Sensores

Definições: Sistemas Sensores SISTEMAS SENSORES Sistemas Sensores Definições: Equipamento capaz de transformar alguma forma de energia em um sinal passível de ser convertido em informação sobre o ambiente. No caso específico do sensoriamento

Leia mais

Processamento de Imagem. Prof. MSc. André Yoshimi Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com

Processamento de Imagem. Prof. MSc. André Yoshimi Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Processamento de Imagem Prof. MSc. André Yoshimi Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Visão Humana Sistema complexo Conceitos Básicos e Terminologia

Leia mais

4. Medição de Irradiância. 4.1 Introdução

4. Medição de Irradiância. 4.1 Introdução Apostila da Disciplina Meteorologia Física II ACA 0326, p. 40 4. Medição de Irradiância 4.1 Introdução Das grandezas radiométricas definidas no capítulo 1, os instrumentos convencionais utilizados em estudos

Leia mais

CLIMATOLOGIA. Radiação solar. Professor: D. Sc. João Paulo Bestete de Oliveira

CLIMATOLOGIA. Radiação solar. Professor: D. Sc. João Paulo Bestete de Oliveira CLIMATOLOGIA Radiação solar Professor: D. Sc. João Paulo Bestete de Oliveira Sistema Solar Componente Massa (%) Sol 99,85 Júpiter 0,10 Demais planetas 0,04 Sol x Terra massa 332.900 vezes maior volume

Leia mais

Telecomunicações. Prof. André Y. Kusumoto andre_unip@kusumoto.com.br

Telecomunicações. Prof. André Y. Kusumoto andre_unip@kusumoto.com.br Telecomunicações Prof. André Y. Kusumoto andre_unip@kusumoto.com.br Satélites Satélite é o elemento comum de interligação das estações terrenas, atuando como estação repetidora. Devido a sua altitude,

Leia mais

SENSORIAMENTO REMOTO NO USO DO SOLO

SENSORIAMENTO REMOTO NO USO DO SOLO SENSORIAMENTO REMOTO NO USO DO SOLO Ana Luiza Bovoy Jônatas de Castro Gonçalves Thiemi Igarashi Vinicius Chequer e Silva LEVANTAMENTO DA COBERTURA VEGETAL ATRAVÉS DE PRODUTOS DE SENSORIAMENTO REMOTO NAS

Leia mais

Modelo de Formulário

Modelo de Formulário Formulário Pessoa Física ou Autônomo / Profissional Liberal 1. Identificação Pessoal CPF.. -- Nome Completo Sexo Masculino Feminino Data de Nascimento / / Endereço Número Complemento Bairro Cidade UF CEP

Leia mais

1 Fibra Óptica e Sistemas de transmissão ópticos

1 Fibra Óptica e Sistemas de transmissão ópticos 1 Fibra Óptica e Sistemas de transmissão ópticos 1.1 Introdução Consiste em um guia de onda cilíndrico, conforme ilustra a Figura 1, formado por núcleo de material dielétrico (em geral vidro de alta pureza),

Leia mais

Unidade 1 Energia no quotidiano

Unidade 1 Energia no quotidiano Escola Secundária/3 do Morgado de Mateus Vila Real Componente da Física Energia Do Sol para a Terra Física e Química A 10º Ano Turma C Ano Lectivo 2008/09 Unidade 1 Energia no quotidiano 1.1 A energia

Leia mais

ESCOLA POLITÉCNICA DE PERNAMBUCO i. Resumo

ESCOLA POLITÉCNICA DE PERNAMBUCO i. Resumo i Resumo O programa CBERS (China-Brazil Earth-Resources Satellite) nasceu do acordo realizado entre Brasil e China, no qual o Brasil foi inserido num grupo restrito de países que tem acesso a tecnologia

Leia mais

1. Identificação da Organização

1. Identificação da Organização Formulário Pessoa Jurídica: Organização / Empresa Este formulário é idêntico ao eletrônico! Se sua opção for pelo preenchimento manual desta pesquisa, sugerimos que imprima este formulário e envie-o para

Leia mais

- 3 - Lição I GEOPROCESSAMENTO

- 3 - Lição I GEOPROCESSAMENTO Lição I GEOPROCESSAMENTO - 3 - Para que possamos realizar as outras lições é extremamente importante estudarmos esta, porque será a base para entendermos as operações que serão realizadas no software Spring.

Leia mais

Conheça todas as opções de satélites à disposição. Wilson Holler. Embrapa Monitoramento por Satélite Gestão Territorial Estratégica

Conheça todas as opções de satélites à disposição. Wilson Holler. Embrapa Monitoramento por Satélite Gestão Territorial Estratégica Conheça todas as opções de satélites à disposição Wilson Holler Embrapa Monitoramento por Satélite Gestão Territorial Estratégica Conheça todas as opções de satélites à disposição Em todo o mundo, dezenas

Leia mais

Processamento Digital de Imagens

Processamento Digital de Imagens Cartografia Digital A AMS Kepler possui equipe de engenheiros cartógrafos e especialistas em Tecnologia da Informação que conferem à empresa um perfil único em Cartografia Digital. Com expertise em Sensoriamento

Leia mais

Transmissão das Ondas Eletromagnéticas. Prof. Luiz Claudio

Transmissão das Ondas Eletromagnéticas. Prof. Luiz Claudio Transmissão das Ondas Eletromagnéticas Prof. Luiz Claudio Transmissão/Recebimento das ondas As antenas são dispositivos destinados a transmitir ou receber ondas de rádio. Quando ligadas a um transmissor

Leia mais

SENRORIAMENTO REMOTO E SIG. Aula 1. Prof. Guttemberg Silvino Prof. Francisco das Chagas

SENRORIAMENTO REMOTO E SIG. Aula 1. Prof. Guttemberg Silvino Prof. Francisco das Chagas SENRORIAMENTO REMOTO E SIG Aula 1 Programa da Disciplina 1 CONCEITOS, HISTÓRICO E FUNDAMENTOS (8 aulas) 2 Sensoriamento remoto. Histórico e definições 3 Domínios do Sensoriamento Remoto 4 Níveis de Coleta

Leia mais

MAPEAMENTO DA COBERTURA VEGETAL DE ÁREAS DE GRANDE EXTENSÃO ATRAVÉS DE MOSAICOS DE IMAGENS DO NOAA-AVHRR

MAPEAMENTO DA COBERTURA VEGETAL DE ÁREAS DE GRANDE EXTENSÃO ATRAVÉS DE MOSAICOS DE IMAGENS DO NOAA-AVHRR MAPEAMENTO DA COBERTURA VEGETAL DE ÁREAS DE GRANDE EXTENSÃO ATRAVÉS DE MOSAICOS DE IMAGENS DO NOAA-AVHRR Maria G. Almeida 1, Bernardo F. T. Rudorff 2, Yosio E. Shimabukuro 2 graca@dppg.cefetmg.br, bernardo@ltid.inpe.br,

Leia mais