DIREITO ADMINISTRATIVO I

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DIREITO ADMINISTRATIVO I"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE DIREITO DIREITO ADMINISTRATIVO I 2.º Ano Turma B PROGRAMA DA DISCIPLINA Ano lectivo de 2011/2012 LISBOA 2011

2 Regente: Prof. Doutor Fausto de Quadros

3 ELEMENTOS DE ESTUDO As aulas teóricas e práticas. DIOGO FREITAS DO AMARAL, Curso de Direito Administrativo, vol. I, 3.ª ed., Coimbra, 2006, e vol. II, Coimbra, 2006 (com as actualizações e alterações que irão sendo introduzidas quer nas aulas teóricas, quer nas aulas práticas). FAUSTO DE QUADROS, A nova dimensão do Direito Administrativo, Coimbra, MARCELO REBELO DE SOUSA e ANDRÉ SALGADO MATOS, Direito Administrativo Geral, 3 tomos, Lisboa, JOÃO CAUPERS, Introdução ao Direito Administrativo, 8.ª ed., Lisboa, Outros elementos de estudo recomendados pelo Regente a propósito de temas concretos do programa.

4 BIBLIOGRAFIA GERAL MARCELLO CAETANO, Manual de Direito Administrativo, Lisboa, ts. I, 10.ª ed., 1973, e II, 9.ª ed., MARCELLO CAETANO, Princípios Fundamentais de Direito Administrativo, Rio de Janeiro, AFONSO QUEIRÓ, Lições de Direito Administrativo, Coimbra, ts. I e II, 1959; 2.ª ed., JOSÉ PEDRO FERNANDES (editor), Dicionário Jurídico da Administração Pública, Lisboa, vols. I, II e III, 2.ª ed., 1990, IV, 1991, V, 1993, VI, 1994 e VII, Pólis Enciclopédia Verbo da Sociedade e do Estado.

5 INTRODUÇÃO Capítulo I A Administração Pública I Conceito de Administração 1. As necessidades colectivas e a Administração Pública. 2. A Administração Pública em sentido orgânico e em sentido material 3. A Administração Pública e a Administração Privada. 4. A Administração Pública e as funções do Estado. 5. A Administração Pública, o poder administrativo e a função administrativa. II A Administração Pública ao longo da História 6. A Administração Pública no Estado moderno: A Revolução Francesa. 7. As reformas de Mouzinho da Silveira em Portugal. 8. O Estado liberal. 9. O Estado constitucional do século XX. 10. A evolução em Portugal no século XX. 11. Em especial, as fases da evolução após a) De 1974 a b) De 1976 a c) De 1982 a 1989 : a consolidação da Democracia e a Administração Pública 15. d) De 1989 até aos nossos dias III Os sistemas administrativos 16. A classificação dos sistemas. 17. Sistema administrativo tradicional. 18. Sistema administrativo de tipo britânico, ou de administração judiciária.

6 19. Sistema administrativo de tipo francês, ou de administração executiva. O caso especial do sistema alemão. Referência especial ao princípio de execução prévia e à presunção da legalidade. 20. Confronto entre os sistemas de tipo britânico e de tipo francês. 21. Evolução moderna dos sistemas administrativos britânico e francês. O sistema administrativo europeu ; o Direito Administrativo europeu ; a europeização do Direito Administrativo. 22. Tendências para a criação de um Direito Administrativo Global. Capítulo II O Direito Administrativo I O Direito Administrativo como ramo do Direito 23. Introdução. 24. Subordinação da Administração Pública ao Direito. O primado do Estado de Direito. 25. Noção de Direito Administrativo. 26. O Direito Administrativo como Direito da função administrativa. 27. O Direito Administrativo como Direito Público. 28. Tipos de normas administrativas. 29. Actividade de gestão pública e de gestão privada. 30. Caracterização genérica do Direito Administrativo. 31. Traços específicos do Direito Administrativo: a) Juventude. 32. b) Influência jurisprudencial. 33. c) Autonomia. 34. d) Codificação parcial. 35. Ramos do Direito Administrativo. 36. Ramos de Direito afins do Direito Administrativo: o Direito Constitucional, o Direito Privado, o Direito da União Europeia, o Direito Internacional Público, o Direito Judiciário e o Direito Penal.

7 II A Ciência do Direito Administrativo e a Ciência da Administração 37. A Ciência do Direito Administrativo. 38. Evolução da Ciência do Direito Administrativo. 39. A Ciência da Administração. 40. A Reforma Administrativa ou Reforma da Administração Pública. As suas condicionantes, especialmente, a Reforma do Estado. Capítulo III As fontes do Direito Administrativo 41. Enunciado das fontes. 42. a) A Constituição. 43. b) O Direito Internacional Público. 44. c) O Direito da União Europeia. 45. d) Os princípios gerais de Direito. 46. e) Os actos legislativos. 47. f) Os regulamentos administrativos. 48. g) Os actos e os contratos administrativos. 49. h) A jurisprudência. 50. i) A doutrina. Capítulo IV Princípios fundamentais do Direito Administrativo 51. As fontes desses princípios: a Constituição da República, o Código do Procedimento Administrativo e o Direito da União Europeia. 52. Enumeração e conteúdo. 53. a) O princípio da separação de poderes. O poder administrativo. 54. b) O princípio da subsidiariedade. 55. c) O princípio da prossecução do interesse público. Interesse público versus interesses privados. 56. d) O dever de boa administração. Direito ou dever?

8 57. e) O princípio do respeito pelos direitos e interesses legítimos dos particulares. Distinção entre direito subjectivo e interesse legítimo. 58. f) O princípio da legalidade. Excepções ou pretensas excepções ao princípio da legalidade: remissão. 59. g) O princípio da boa fé. Seus corolários: o princípio da segurança jurídica e da confiança legítima. O princípio da tutela da confiança. 60. h) O princípio da justiça. 61. i) O princípio da igualdade. 62. j) O princípio da proporcionalidade. Em especial, a proibição de excesso. 63. l) O princípio da imparcialidade. Garantias de imparcialidade da Administração Pública. 64. m) O princípio da Administração aberta. 65. n) O princípio da transparência. 66. o) O princípio da participação. 67. p) O princípio da colaboração. 68. q) O princípio da decisão. 69. r) O princípio da desburocratização e da eficiência. 70. s) O princípio da gratuitidade. 71. t) O princípio do acesso à justiça administrativa. 72. u) O princípio da responsabilidade. 73. v) O princípio da descentralização. 74. x) O princípio da desconcentração.

9 PARTE I A ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA Capítulo I A ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA PORTUGUESA 1.º A Administração central do Estado I O Estado 75. Várias acepções da palavra Estado em Direito Público. 76. O Estado como pessoa colectiva. 77. Espécies de Administração do Estado: a Administração directa, a Administração indirecta, a Administração independente 78. A Administração directa do Estado. 79. Órgãos do Estado. II O Governo 80. O Governo como órgão administrativo. 81. Principais funções do Governo. 82. A competência do Governo. 83. A estrutura do Governo. 84. O Primeiro-Ministro. 85. Os outros membros do Governo. 86. O funcionamento do Governo. 87. A coordenação ministerial. 88. O Conselho de Ministros. 89. Os Conselhos de Ministros especializados. III

10 Órgãos e serviços de vocação geral 90. Conceito. 91. a) Órgãos consultivos. 92. O Conselho Consultivo da Procuradoria-Geral da República. 93. O Conselho Económico e Social. 94. b) Órgãos de controle. 95. O Tribunal de Contas. 96. A Inspecção-Geral de Finanças e a Inspecção-Geral da Administração Local. 97. d) Autoridades administrativas independentes. 98. O caso especial das entidades reguladoras. 2º A Administração local do Estado 99. Conceito A divisão administrativa do território Circunscrições administrativas e autarquias locais As divisões administrativas básicas b) A coordenação da Administração local do Estado: as Comissões de Coordenação Regional c) Os órgãos do Estado Os magistrados administrativos O Governador Civil, em especial O Prefeito no Direito francês. Sua introdução em Portugal Funções do Governador Civil no Direito português. II A Administração externa do Estado 109. Conceito 110. Espécies

11 3º A Administração estadual indirecta I Conceito e espécies 111. Administração estadual indirecta: conceito e natureza jurídica 112. Razão de ser da administração estadual indirecta Caracteres da administração estadual indirecta: aspectos materiais Idem: aspectos orgânicos Entidades incumbidas da administração estadual indirecta. II Os institutos públicos 116. Conceito Regime jurídico Espécies: a) Os serviços personalizados Idem: b) As fundações públicas Idem: c) Os estabelecimentos públicos Regime jurídico dos institutos públicos Natureza jurídica dos institutos públicos.

12 III As entidades públicas empresariais 123. O sector empresarial do Estado Empresas públicas, empresas participadas e entidades públicas empresariais O conceito hodierno de empresa pública no Direito português Em especial, a entidade pública empresarial Idem: A entidade pública empresarial como empresa Idem: A entidade pública empresarial como entidade pública Motivos da sua criação Espécies Regime jurídico Idem: Personalidade e autonomia Idem: Criação e extinção Idem: Órgãos Idem: Superintendência e tutela do Governo Idem: O princípio da gestão privada Idem: Corolários e limites do princípio da gestão privada. 4.º A Administraçao autónoma I Conceito e espécies 138. Conceito Entidades incluídas na Administração autónoma.

13 II As associações públicas 140. Conceito Espécies Idem: Das ordens profissionais em especial Regime jurídico Natureza jurídica. III As autarquias locais A) Introdução 145. A Administração local autárquica Conceito de autarquia local Ss noções de descentralização, auto-administração e poder local O princípio da autonomia local Espécies de autarquias locais em Portugal Regime jurídico das autarquias locais: a) Fontes Idem: b) Traços gerais. B) A freguesia ( * ) 152. Conceito Importância da freguesia A freguesia na história e no Direito Comparado Criação das freguesias Atribuições da freguesia Órgãos da freguesia Idem: a) A Assembleia de Freguesia Idem: b) A Junta de Freguesia As freguesias e as comissões de moradores. C) O município (*) * Matéria dada em aulas práticas, mas obrigatória.

14 161. Conceito Importância prática Natureza jurídica O município na história: origem Criação, extinção e modificações de municípios Fronteiras, designação, categoria e símbolos dos municípios Atribuições municipais: o problema de jure condendo Idem: O problema de jure condito Os órgos do município em geral Idem: Particularidades do actual sistema de governo municipal português Os órgãos do município: a) A Assembleia Municipal Idem: b) A Câmara Municipal Idem: c) O Presidente da Câmara Idem: d) O Conselho Municipal Serviços municipais, serviços municipalizados e empresas públicas municipais Associações de municípios A intervenção do Estado na administração municipal Idem: A necessidade de se reponderar o sistema vigente. D) A região 179. Preliminares Evolução histórica da autarquia supra-municipal O problema do distrito A região como autarquia local Confronto entre as regiões administrativas continentais e as regiões autónomas insulares As atribuições da região: a) O problema de jure condito Continuação: O princípio da subsidiariedade Idem: b) O problema de jure condendo Continuação: A relação a definir entre as atribuições da freguesia, do município e da região Continuação: A relação a definir entre as atribuições da região e as do Estado.

15 189. Idem: c) Implicações recíprocas entre o processo de repartição de atribuições entre a região e o Estado, por um lado, e o processo da integração europeia, por outro Órgãos das regiões Governador civil regional O processo de regionalização do Continente: a) Generalidades Idem: b) As razões e as condicionantes da regionalização Idem: c) As atribuições da futura região: remissão para os números anteriores Idem: d) O número e a dimensão das regiões: as múltiplas limitações do problema Idem: e) A regionalização do Continente e a integração europeia. 5.º A Administração regional autónoma 197. Remissão para a disciplina de Direito Constitucional. 6.º As instituições particulares de interesse público I Generalidades 198. Conceito Espécies As instituições particulares de interesse público como sujeitos da função administrativa. Consequências que daí advêm. II Sociedades de interesse colectivo 201. Conceito Espécies Regime jurídico Natureza jurídica das sociedades de interesse colectivo.

16 III Pessoas colectivas de utilidade pública 205. Conceito Espécies Regime jurídico Regime especial das associações e institutos religiosos Natureza jurídica das pessoas colectivas de utilidade pública. Capítulo II TEORIA GERAL DA ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA 210. Introdução. 1.º Elementos da organização administrativa I As pessoas colectivas públicas 211. Conceito Espécies Regime jurídico Os órgãos das pessoas colectivas Classificações dos órgãos Em especial, os órgãos colegiais Atribuições e competência Da competência em especial Idem: Critérios de delimitação da competência Idem: Espécies de competência Regras legais sobre a competência Conflitos de atribuições e de competência.

17 II Os serviços públicos 223. As espécies de serviços públicos no moderno Direito Português A) Os serviços públicos administrativos Conceito Espécies Regime jurídico Organização dos serviços públicos A hierarquia administrativa Idem: Conceito de hierarquia Idem: Espécies Idem: Conteúdo. Os poderes do superior Idem, idem: Em especial, o dever de obediência B) Os serviços de interesse económico geral: conceito. Remissão para as disciplinas de Direito da União Europeia

18 2.º Sistemas de organização administrativa I Concentração e desconcentração 235. Conceito Vantagens e inconvenientes Espécies de desconcentração A delegação de poderes. Conceito e requisitos Idem: Figuras afins Idem: Espécies Idem: Regime jurídico Idem: Natureza jurídica da delegação de poderes. II Centralização e descentralização 243. Conceito Vantagens e inconvenientes Espécies de descentralização Limites de descentralização A tutela administrativa. Conceito Idem: Figuras afins Idem: Espécies Idem: Regime jurídico Idem: Natureza jurídica da tutela administrativa.

19 III Integração e devolução de poderes 252. Conceito Vantagens e inconvenientes Regime jurídico Idem: A sujeição à tutela administrativa e à superintendência Idem: A distinção entre a tutela administrativa stricto sensu e à superintendência Idem: Especificidades da tutela sobre as autarquias locais. FIM

Faculdade de Direito de Lisboa Ano lectivo de 2015/2016 TEORIA GERAL DO DIREITO CIVIL I TURMA B

Faculdade de Direito de Lisboa Ano lectivo de 2015/2016 TEORIA GERAL DO DIREITO CIVIL I TURMA B Faculdade de Direito de Lisboa Ano lectivo de 2015/2016 TEORIA GERAL DO DIREITO CIVIL I TURMA B Coordenação e regência: Profª Doutora Rosário Palma Ramalho Colaboradores: Prof. Doutor Pedro Leitão Pais

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO AUTÓNOMA E ASSOCIAÇÕES PÚBLICAS

ADMINISTRAÇÃO AUTÓNOMA E ASSOCIAÇÕES PÚBLICAS Vital Moreira A 374872 ADMINISTRAÇÃO AUTÓNOMA E ASSOCIAÇÕES PÚBLICAS REIMPRESSÃO ABVNOADOMNES Coimbra Editora 2003 índice Prefácio 5 Referências bibliográficas 10 Abreviaturas 11 Introdução 13 1. Objecto

Leia mais

DIREITO ADMINISTRATIVO I 2012/2013 RESPONSABILIDADE INDEMNIZATÓRIA DOS PODERES PÚBLICOS EM 3D: ESTADO DE DIREITO, ESTADO FISCAL E ESTADO SOCIAL

DIREITO ADMINISTRATIVO I 2012/2013 RESPONSABILIDADE INDEMNIZATÓRIA DOS PODERES PÚBLICOS EM 3D: ESTADO DE DIREITO, ESTADO FISCAL E ESTADO SOCIAL DIREITO ADMINISTRATIVO I 2012/2013 RESPONSABILIDADE INDEMNIZATÓRIA DOS PODERES PÚBLICOS EM 3D: ESTADO DE DIREITO, ESTADO FISCAL E ESTADO SOCIAL 1. Evolução histórica da responsabilidade civil do Estado

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Direito (1º Ciclo) 2. Curso Direito 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA (02316)

Leia mais

As E.P.E. S do Sector da Saúde:

As E.P.E. S do Sector da Saúde: As E.P.E. S do Sector da Saúde: A) O que são. B) A função que desempenham. C) O Sector Público de que não fazem parte. D) Onde estão integradas. E) Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas. F) Síntese.

Leia mais

www.ualdireitopl.home.sapo.pt

www.ualdireitopl.home.sapo.pt UNIVERSIDADE AUTÓNOMA DE LISBOA 1º ANO JURÍDICO CIÊNCIA POLÍTICA E DIREITO CONSTITUCIONAL Regente: Prof. Doutor J.J. Gomes Canotilho Docente aulas teóricas: Prof. Doutor Jonatas Machado Docente aulas práticas:

Leia mais

Subordinação ao direito público é:

Subordinação ao direito público é: A Administração e o direito público Subordinação ao direito público é: 1. Subordinação ao direito constitucional: não só porque é o vértice da pirâmide da ordem jurídica, mas também porque tem normas materialmente

Leia mais

PERSPECTIVAS DE REFORMA DA JUSTIÇA CONSTITUCIONAL EM PORTUGAL E NO BRASIL

PERSPECTIVAS DE REFORMA DA JUSTIÇA CONSTITUCIONAL EM PORTUGAL E NO BRASIL 8 e 9 de Abril de 2010 Lisboa CONGRESSO LUSO-BRASILEIRO DE DIREITO CONSTITUCIONAL PERSPECTIVAS DE REFORMA DA JUSTIÇA CONSTITUCIONAL EM PORTUGAL E NO BRASIL Local Auditório da Faculdade de Direito da Universidade

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular DIREITO COMERCIAL DA EMPRESA Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular DIREITO COMERCIAL DA EMPRESA Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular DIREITO COMERCIAL DA EMPRESA Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Direito (1º Ciclo) 2. Curso Direito 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular DIREITO COMERCIAL

Leia mais

DADOS PESSOAIS NOTA CURRICULAR

DADOS PESSOAIS NOTA CURRICULAR DADOS PESSOAIS Nome : SOFIA DE SEQUEIRA GALVÃO Data de nascimento : 06.ABR.1963 Naturalidade : Lisboa Nacionalidade : Portuguesa Estado Civil : Divorciada 1 Advocacia NOTA CURRICULAR Sócia da Sérvulo Correia

Leia mais

Constituição da República Portuguesa Associações

Constituição da República Portuguesa Associações Constituição da República Portuguesa Associações Artigo 46.º Liberdade de associação 1. Os cidadãos têm o direito de, livremente e sem dependência de qualquer autorização, constituir associações, desde

Leia mais

F O R M A Ç Ã O. ÓRGÃOS das

F O R M A Ç Ã O. ÓRGÃOS das F O R M A Ç Ã O ÓRGÃOS das AUTARQUIAS JORGE GASPAR AUTARQUIAS LOCAIS Noção e enquadramento As autarquias locais são pessoas colectivas territoriais, dotadas de órgãos representativos, que visam a prossecução

Leia mais

O Acto Administrativo: Conceito, estrutura, objecto e conteúdo

O Acto Administrativo: Conceito, estrutura, objecto e conteúdo Filipa Rente Ramalho O Acto Administrativo: Conceito, estrutura, objecto e conteúdo Trabalho para a Disciplina de Direito Administrativo Orientador: Professor António Francisco de Sousa UNIVERSIDADE DO

Leia mais

CURRICULUM VITAE INFORMAÇÃO PESSOAL. NOME - Diogo Nuno de Gouveia Torres Feio FORMAÇÃO ACADÉMICA

CURRICULUM VITAE INFORMAÇÃO PESSOAL. NOME - Diogo Nuno de Gouveia Torres Feio FORMAÇÃO ACADÉMICA CURRICULUM VITAE INFORMAÇÃO PESSOAL NOME - Diogo Nuno de Gouveia Torres Feio FORMAÇÃO ACADÉMICA 1998 - Mestrado em Ciências Jurídico-Políticas, pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, com

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular DIREITO FISCAL Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular DIREITO FISCAL Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular DIREITO FISCAL Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Direito (1º Ciclo) 2. Curso Solicitadoria 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular DIREITO FISCAL (28129) 5.

Leia mais

COMISSÃO NACIONAL DE ESTÁGIO E FORMAÇÃO. Deontologia Profissional. Programa

COMISSÃO NACIONAL DE ESTÁGIO E FORMAÇÃO. Deontologia Profissional. Programa COMISSÃO NACIONAL DE ESTÁGIO E FORMAÇÃO Deontologia Profissional Programa A - INTRODUÇÃO À DEONTOLOGIA 1. A Deontologia Profissional: Noção e análise da Deontologia Profissional como elemento comum a outras

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular TEORIA DA LEI PENAL Ano Lectivo 2013/2014

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular TEORIA DA LEI PENAL Ano Lectivo 2013/2014 Programa da Unidade Curricular TEORIA DA LEI PENAL Ano Lectivo 2013/2014 1. Unidade Orgânica Direito (1º Ciclo) 2. Curso Direito 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular TEORIA DA LEI PENAL (02317)

Leia mais

Dados Pessoais. Contactos profissionais: joaomiranda@fd.ul.pt jmiranda@falm.pt

Dados Pessoais. Contactos profissionais: joaomiranda@fd.ul.pt jmiranda@falm.pt I Dados Pessoais JOÃO PEDRO OLIVEIRA DE MIRANDA Nascido a 28 de Agosto de 1972 Natural de Lisboa Contactos profissionais: joaomiranda@fd.ul.pt jmiranda@falm.pt 1 II Dados Curriculares 1. Ocupações actuais

Leia mais

FACULDADE DE DIREITO DE SOROCABA FADI 2011

FACULDADE DE DIREITO DE SOROCABA FADI 2011 FACULDADE DE DIREITO DE SOROCABA FADI 2011 Disciplina: Direito Administrativo I Departamento IV Direito do Estado Docente Responsável: Prof. José Pedro Zaccariotto Carga Horária Anual: 100 horas/aula Tipo:

Leia mais

CURRICULUM VITÆ JOÃO CARLOS ALBUQUERQUE AMARAL E ALMEIDA. Nasceu em Mangualde, distrito de Viseu, a 3 de Setembro de 1964.

CURRICULUM VITÆ JOÃO CARLOS ALBUQUERQUE AMARAL E ALMEIDA. Nasceu em Mangualde, distrito de Viseu, a 3 de Setembro de 1964. CURRICULUM VITÆ JOÃO CARLOS ALBUQUERQUE AMARAL E ALMEIDA DADOS PESSOAIS: Nasceu em Mangualde, distrito de Viseu, a 3 de Setembro de 1964. Estado civil: solteiro. Trabalha em Lisboa, com escritório na Rua

Leia mais

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Autorizado pela Portaria nº 1.399 de 04/07/01 DOU de 09/07/01 Componente Curricular: FUNDAMENTOS DE DIREITO PÚBLICO

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Autorizado pela Portaria nº 1.399 de 04/07/01 DOU de 09/07/01 Componente Curricular: FUNDAMENTOS DE DIREITO PÚBLICO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Autorizado pela Portaria nº 1.399 de 04/07/01 DOU de 09/07/01 Componente Curricular: FUNDAMENTOS DE DIREITO PÚBLICO Código: ADM- 261 Pré-requisito: ----- Período Letivo: 2013.1 Professor:

Leia mais

LEI N. 108/91, DE 17 DE AGOSTO (LEI DO CONSELHO ECONÓMICO E SOCIAL)

LEI N. 108/91, DE 17 DE AGOSTO (LEI DO CONSELHO ECONÓMICO E SOCIAL) LEI N. 108/91, DE 17 DE AGOSTO (LEI DO CONSELHO ECONÓMICO E SOCIAL) Com as alterações introduzidas pelas seguintes leis: Lei n.º 80/98, de 24 de Novembro; Lei n.º 128/99, de 20 de Agosto; Lei n.º 12/2003,

Leia mais

Conteúdo de sala de aula.

Conteúdo de sala de aula. Assunto. Administração Pública I. Categoria. Conteúdo de sala de aula. III - ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. Mesmo sabendo que a expressão Administração Pública tem vários sentidos e formas de estudo, nesse momento

Leia mais

Simulado de Direito Administrativo Professor Estevam Freitas

Simulado de Direito Administrativo Professor Estevam Freitas Simulado de Direito Administrativo Professor Estevam Freitas 01. ( FUNIVESA/SEPLAG/AFC 2009) Assinale a alternativa correta acerca da organização administrativa brasileira. ( A ) Toda a sociedade em que

Leia mais

Perguntas Mais frequentes

Perguntas Mais frequentes Perguntas Mais frequentes P: Que serviços são prestados pelo Gabinete Jurídico? R: O Gabinete Jurídico do ISA (GJ) é uma unidade de apoio, na dependência directa do Conselho Directivo e, especificamente,

Leia mais

O GOVERNO. Art.º 182º da Constituição da República Portuguesa

O GOVERNO. Art.º 182º da Constituição da República Portuguesa O GOVERNO Art.º 182º da Constituição da República Portuguesa «O Governo é o órgão de condução da política geral do país e o órgão superior da Administração Pública.» 1 Pela própria ideia que se retira

Leia mais

FACULDADE FORTIUM UNIDADE ASA SUL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA: DIREITO ADMINISTRATIVO E TRIBUTÁRIO. PROFESSOR: Marcelo Thimoti

FACULDADE FORTIUM UNIDADE ASA SUL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA: DIREITO ADMINISTRATIVO E TRIBUTÁRIO. PROFESSOR: Marcelo Thimoti FACULDADE FORTIUM UNIDADE ASA SUL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA: DIREITO ADMINISTRATIVO E TRIBUTÁRIO SEMESTRE: 3º TURNO: Noite PROFESSOR: Marcelo Thimoti 1. Enumere a segunda coluna de acordo com a

Leia mais

TEORIA GERAL DO DIREITO CHINÊS

TEORIA GERAL DO DIREITO CHINÊS UNIVERSIDADE DE MACAU FACULDADE DE DIREITO CURSO DE LICENCIATURA EM DIREITO EM LÍNGUA PORTUGUESA PROGRAMA DA DISCIPLINA ANO LECTIVO DE 2010/2011 TEORIA GERAL DO DIREITO CHINÊS 5º ANO DA LICENCIATURA EM

Leia mais

CURRICULUM VITAE NOME DATA DE NASCIMENTO HABILITAÇÕES LITERÁRIAS CONHECIMENTO DE LÍNGUAS EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL - JOSÉ MIGUEL SARDINHA - 15/09/59

CURRICULUM VITAE NOME DATA DE NASCIMENTO HABILITAÇÕES LITERÁRIAS CONHECIMENTO DE LÍNGUAS EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL - JOSÉ MIGUEL SARDINHA - 15/09/59 CURRICULUM VITAE NOME - JOSÉ MIGUEL SARDINHA DATA DE NASCIMENTO - 15/09/59 HABILITAÇÕES LITERÁRIAS - LICENCIADO EM DIREITO PELA FACULDADE DE DIREITO DE LISBOA (1984). 13 valores.grau de Mestre em Direito

Leia mais

REGULAMENTO SOBRE INSTALAÇÃO DE EQUIPAMENTO DE VIDEOVIGILÂNCIA

REGULAMENTO SOBRE INSTALAÇÃO DE EQUIPAMENTO DE VIDEOVIGILÂNCIA REGULAMENTO SOBRE INSTALAÇÃO DE EQUIPAMENTO DE VIDEOVIGILÂNCIA Aprovado na 14ª Reunião Ordinária de Câmara Municipal, realizada em 13 de Julho de 2006 e na 4ª Sessão Ordinária de Assembleia Municipal,

Leia mais

PROGRAMA DE DIREITO DA INTEGRAÇÃO ECONÓMICA

PROGRAMA DE DIREITO DA INTEGRAÇÃO ECONÓMICA Licenciatura de Direito em Língua Portuguesa PROGRAMA DE DIREITO DA INTEGRAÇÃO ECONÓMICA 4º ANO ANO LECTIVO 2010/2011 Regente: Diogo de Sousa e Alvim 1 ELEMENTOS DE ESTUDO Bibliografia Básica: João Mota

Leia mais

CURRICULUM VITAE JOÃO MARTINS CLARO

CURRICULUM VITAE JOÃO MARTINS CLARO CURRICULUM VITAE JOÃO MARTINS CLARO I - QUALIFICAÇÕES ACADÉMICAS 1. Licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa em 1976, com a classificação final de 15 valores. 2. Pós-graduado

Leia mais

Assunto: Conselhos Municipais de Juventude. Lei n.º 8/2009, de 18 de Fevereiro.

Assunto: Conselhos Municipais de Juventude. Lei n.º 8/2009, de 18 de Fevereiro. Exm.º Senhor Presidente do Conselho Directivo da Associação Nacional de Municípios Portugueses Av. Marnoco e Sousa, 52 3004-511 COIMBRA Vossa Ref.ª OFI:802/2009-PB Vossa Comunicação 10/07/2009 Nossa Ref.ª

Leia mais

OS TRIBUNAIS E O MINISTÉRIO PÚBLICO

OS TRIBUNAIS E O MINISTÉRIO PÚBLICO OS TRIBUNAIS E O MINISTÉRIO PÚBLICO Art.º 202º da Constituição da República Portuguesa «1. Os tribunais são órgãos de soberania com competência para Administrar a justiça em nome do povo. (...)» A lei

Leia mais

DIREITO ADMINISTRATIVO I

DIREITO ADMINISTRATIVO I Faculdade de Direito Universidade de Macau DIREITO ADMINISTRATIVO I Plano da disciplina (2010/2011) Professores: Aulas teóricas: José António Pinheiro Torres Aulas práticas: Miguel Lemos PARTE I ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

SETOR PÚBLICO, SETOR PRIVADO E TERCEIRO SETOR

SETOR PÚBLICO, SETOR PRIVADO E TERCEIRO SETOR SETOR PÚBLICO, SETOR PRIVADO E TERCEIRO SETOR Consiste na forma como as diferentes Pessoas Jurídicas atuam no desenvolvimento de atividades econômicas e sociais no âmbito da sociedade. De acordo com o

Leia mais

Módulo Europeu sobre Direitos Fundamentais

Módulo Europeu sobre Direitos Fundamentais Módulo Europeu sobre Direitos Fundamentais Coordenadores: Professores Doutores Fausto de Quadros, Luís Pereira Coutinho e Lourenço Vilhena de Freitas Duração: Início no dia 17 de Maio Dias de leccionação:

Leia mais

PROGRAMA DA DISCIPLINA DE DIREITO FISCAL (3. ANO)

PROGRAMA DA DISCIPLINA DE DIREITO FISCAL (3. ANO) FACULDADE DE DIREITO UNIVERSIDADE DE MACAU CURSO DE LICENCIATURA EM DIREITO EM LÍNGUA PORTUGUESA ANO LECTIVO DE 2014/2015 PROGRAMA DA DISCIPLINA DE DIREITO FISCAL (3. ANO) DISCIPLINA SEMESTRAL CARGA HORÁRIA:

Leia mais

Estrutura de Gestão do Programa Rumos

Estrutura de Gestão do Programa Rumos Estrutura de Gestão do Programa Rumos Modelo de Gestão do Programa Rumos Comissão Europeia Orientações Fundamentais IGF Autoridade de Auditoria Observatório do QREN Comissão Técnica de Coordenação Comissão

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Ciências Humanas e Sociais (1º Ciclo) 2. Curso Relações Internacionais 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular FINANÇAS PÚBLICAS Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular FINANÇAS PÚBLICAS Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular FINANÇAS PÚBLICAS Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (1º Ciclo) 2. Curso Economia 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular FINANÇAS

Leia mais

Sector Público. SPA ou AP: diferentes abordagens. Âmbito do sector público - introdução. O sector público divide-se em:

Sector Público. SPA ou AP: diferentes abordagens. Âmbito do sector público - introdução. O sector público divide-se em: Economia e Finanças Públicas Aula T14 4. O sector público em Portugal: âmbito, estrutura e contas 4.1 As administrações públicas (AP) 4.1.1 As AP: âmbito e estrutura 4.1.2 Os sub-sectores das AP 4.1.2.1

Leia mais

LIVRO: ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, CONCESSÕES E TERCEIRO SETOR EDITORA: LUMEN JURIS EDIÇÃO: 2ªED., 2011 SUMÁRIO

LIVRO: ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, CONCESSÕES E TERCEIRO SETOR EDITORA: LUMEN JURIS EDIÇÃO: 2ªED., 2011 SUMÁRIO LIVRO: ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, CONCESSÕES E TERCEIRO SETOR EDITORA: LUMEN JURIS EDIÇÃO: 2ªED., 2011 SUMÁRIO INTRODUÇÃO... PRIMEIRA PARTE: A ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E O ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO Capítulo

Leia mais

GOVERNO. Estatuto Orgânico do Ministério da Administração Estatal

GOVERNO. Estatuto Orgânico do Ministério da Administração Estatal REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR LESTE GOVERNO Decreto N. 2/ 2003 De 23 de Julho Estatuto Orgânico do Ministério da Administração Estatal O Decreto Lei N 7/ 2003 relativo à remodelação da estrutura orgânica

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL DIREITO 12ºANO DE ESCOLARIDADE ANO LECTIVO 2014/2015

PLANIFICAÇÃO ANUAL DIREITO 12ºANO DE ESCOLARIDADE ANO LECTIVO 2014/2015 Governo dos Açores Escola Básica e Secundária de Velas PLANIFICAÇÃO ANUAL DIREITO 12ºANO DE ESCOLARIDADE ANO LECTIVO 2014/2015 (Decreto-Lei nº 139/2012, de 5 de julho, alterado pelo Decreto-Lei nº 91/2013,

Leia mais

MARIA JOÃO ESTORNINHO

MARIA JOÃO ESTORNINHO MARIA JOÃO ESTORNINHO FUNÇÃO PROFESSORA CATEDRÁTICA CONV. CONTACTOS Tel. +351 217 214 170 Fax +351 217 214 177 Palma de Cima, 1649-023 Lisboa Portugal mjestorninho@gmail.com www.fd.lisboa.ucp.pt ÁREAS

Leia mais

CONTRATAÇÃO PÚBLICA. Mestrado profissionalizante (em Ciências Jurídico-Financeiras e em Direito e Economia) (1.º semestre) REGENTES

CONTRATAÇÃO PÚBLICA. Mestrado profissionalizante (em Ciências Jurídico-Financeiras e em Direito e Economia) (1.º semestre) REGENTES CONTRATAÇÃO PÚBLICA Mestrado profissionalizante (em Ciências Jurídico-Financeiras e em Direito e Economia) (1.º semestre) REGENTES PROF.ª DOUTORA M. EDUARDA AZEVEDO/PROF. DOUTOR NUNO CUNHA RODRIGUES Programa

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular CONTRATOS PÚBLICOS Ano Lectivo 2015/2016

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular CONTRATOS PÚBLICOS Ano Lectivo 2015/2016 Programa da Unidade Curricular CONTRATOS PÚBLICOS Ano Lectivo 2015/2016 1. Unidade Orgânica Direito (1º Ciclo) 2. Curso Direito 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular CONTRATOS PÚBLICOS (02335) 5.

Leia mais

Lei n.º 18/2004, de 11 de Maio

Lei n.º 18/2004, de 11 de Maio Lei n.º 18/2004, de 11 de Maio Transpõe para a ordem jurídica nacional a Directiva n.º 2000/43/CE, do Conselho, de 29 de Junho, que aplica o princípio da igualdade de tratamento entre as pessoas, sem distinção

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Diário da República, 1.ª série N.º 82 28 de Abril de 2010 1461

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Diário da República, 1.ª série N.º 82 28 de Abril de 2010 1461 Diário da República, 1.ª série N.º 82 28 de Abril de 2010 1461 Através do Decreto -Lei n.º 212/2006, de 27 de Outubro (Lei Orgânica do Ministério da Saúde), e do Decreto -Lei n.º 221/2007, de 29 de Maio,

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular ÉTICA, DEONTOLOGIA E LEGISLAÇÃO Ano Lectivo 2013/2014

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular ÉTICA, DEONTOLOGIA E LEGISLAÇÃO Ano Lectivo 2013/2014 Programa da Unidade Curricular ÉTICA, DEONTOLOGIA E LEGISLAÇÃO Ano Lectivo 2013/2014 1. Unidade Orgânica Arquitectura e Artes (1º Ciclo) 2. Curso Arquitectura 3. Ciclo de Estudos 2º 4. Unidade Curricular

Leia mais

Direito da Economia Programa

Direito da Economia Programa Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa Licenciatura em Direito 2011/2012 Direito da Economia Programa Aulas 1/2-20 de Setembro Apresentação do programa, bibliografia, métodos de ensino e aprendizagem

Leia mais

CAPÍTULO III. Estado -Maior Conjunto Artigo 8.º

CAPÍTULO III. Estado -Maior Conjunto Artigo 8.º CAPÍTULO III Estado -Maior Conjunto Artigo 8.º Missão e atribuições 1. O Estado -Maior Conjunto (EMC) tem por missão assegurar o planeamento e o apoio necessários à decisão do CEMGFA. 2. O EMC prossegue,

Leia mais

ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 1/2010

ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 1/2010 ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 1/2010 APROVADA POR DELIBERAÇÃO DA COMISSÃO DIRECTIVA DE 19-03-2010 Altera o nº 4 da Orientação de Gestão nº 7/2008 e cria o ANEXO III a preencher pelos Beneficiários para registo

Leia mais

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 2011.02 3º PERÍODO

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 2011.02 3º PERÍODO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 2011.02 3º PERÍODO DISCIPLINA: HISTÓRIA, CULTURA E INSTITUIÇÃO DO DIREITO História do direito no Brasil Colônia. História do direito no Brasil Império.

Leia mais

Diário da República Electrónico (DRE) Tutorial de pesquisa

Diário da República Electrónico (DRE) Tutorial de pesquisa Diário da República Electrónico (DRE) Tutorial de pesquisa Tutorial de pesquisa no Diário da República Electrónico (DRE) índice 1. A legislação do DR 2. A pesquisa no DR 1.1. I Série 1.2. II Série 1.3.

Leia mais

1 (FCC/TRE-RS/Analista/2010) A publicidade, como um dos princípios básicos da Administração,

1 (FCC/TRE-RS/Analista/2010) A publicidade, como um dos princípios básicos da Administração, 1 (FCC/TRE-RS/Analista/2010) A publicidade, como um dos princípios básicos da Administração, a) deve ser observada em todo e qualquer ato administrativo, sem exceção. b) é elemento formativo do ato. c)

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA Julho de 2013

CÓDIGO DE CONDUTA Julho de 2013 CÓDIGO DE CONDUTA Julho de 2013 1 ÍNDICE INTRODUÇÃO...3 I. Âmbito de Aplicação e Princípios Gerais...4 Artigo 1.º Âmbito Pessoal...4 Artigo 2.º Âmbito Territorial...4 Artigo 3.º Princípios Gerais...4 Artigo

Leia mais

Modelo de Gestão das Comarcas - Recomendações

Modelo de Gestão das Comarcas - Recomendações Modelo de Gestão das Comarcas - Recomendações Conselho Superior da Magistratura Janeiro 2012 Modelo de Gestão das Comarcas - Recomendações O Conselho Superior da Magistratura, enquanto órgão máximo de

Leia mais

circular ifdr Noção de Organismo de Direito Público para efeitos do cálculo de despesa pública SÍNTESE: ÍNDICE

circular ifdr Noção de Organismo de Direito Público para efeitos do cálculo de despesa pública SÍNTESE: ÍNDICE N.º 01/2008 Data: 2008/07/16 Noção de Organismo de Direito Público para efeitos do cálculo de despesa pública Elaborada por: Núcleo de Apoio Jurídico e Contencioso e Unidade de Certificação SÍNTESE: A

Leia mais

Newsletter de Outubro de 2014 DIREITO PÚBLICO, AMBIENTE & URBANISMO

Newsletter de Outubro de 2014 DIREITO PÚBLICO, AMBIENTE & URBANISMO Newsletter de Outubro de 2014 DIREITO PÚBLICO, AMBIENTE & URBANISMO Fevereiro de 2013 Novidades Legislativas ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA LOCAL Portaria n.º 209/2014 - Diário da República n.º 197/2014, Série

Leia mais

ÍNDICE Volume 1 CONHECIMENTOS GERAIS

ÍNDICE Volume 1 CONHECIMENTOS GERAIS Tribunal de Contas dos Municípios do Estado de Goiás TCE/GO Auditor de Controle Externo Área Controle Externo ÍNDICE Volume 1 CONHECIMENTOS GERAIS Língua Portuguesa Ortografia oficial... 01 Acentuação

Leia mais

DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO

DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA INSTITUTO DE ESTUDOS POLÍTICOS LICENCIATURA EM CIÊNCIA POLÍTICA E RELAÇÕES INTERNACIONAIS GONÇALO MATIAS 2013/2014 5.5 ECTS PROGRAMA I Introdução

Leia mais

PRINCIPAIS ALTERAÇÕES AO REGIME DO SECTOR PÚBLICO EMPRESARIAL

PRINCIPAIS ALTERAÇÕES AO REGIME DO SECTOR PÚBLICO EMPRESARIAL DESTAQUE Novembro 2013 PÚBLICO NOVO REGIME DO SECTOR PÚBLICO EMPRESARIAL Foi publicado no passado dia 3 de Outubro o Decreto-Lei n.º 133/2013 que procede à alteração do regime aplicável ao sector público

Leia mais

Estatuto do Direito de Oposição

Estatuto do Direito de Oposição Estatuto do Direito de Oposição Lei n.º 24/98, de 26 de Maio A Assembleia da República decreta, nos termos dos artigos 114.º, 161.º, alínea c), 164.º, alínea h), e 166.º, n.º 3, e do artigo 112.º, n.º

Leia mais

Acerca das características básicas das organizações formais modernas, julgue os itens subseqüentes.

Acerca das características básicas das organizações formais modernas, julgue os itens subseqüentes. Administração Pública- Prof. Claudiney Silvestre 1- CESPE - 2012 - TRE-RJ - Técnico Judiciário - Área Administrativa Disciplina: Administração Acerca de noções de administração pública, julgue os itens

Leia mais

CURRICULUM VITAE de Joaquim Pedro Formigal Cardoso da Costa (Dezembro de 2011)

CURRICULUM VITAE de Joaquim Pedro Formigal Cardoso da Costa (Dezembro de 2011) CURRICULUM VITAE de Joaquim Pedro Formigal Cardoso da Costa (Dezembro de 2011) 0. Dados pessoais - Nasceu em 17 de Janeiro de 1965, em Coimbra, na freguesia da Sé Nova, concelho e distrito de Coimbra;

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NOTA JUSTIFICATIVA

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NOTA JUSTIFICATIVA NOTA JUSTIFICATIVA Em conformidade com os poderes regulamentares que lhes são atribuídos pelos artigos 112º n.º 8 e 241º da Lei Constitucional, devem os Municípios aprovar os respectivos regulamentos municipais,

Leia mais

Instrutor: Marlon L. Souto Maior Auditor-Fiscal de Contas

Instrutor: Marlon L. Souto Maior Auditor-Fiscal de Contas TREINAMENTO AOS MUNICÍPIOS DO ESTADO DE RORAIMA Módulo: Processos e Técnicas Legislativas Noções Básicas de Direito Administrativo e Administração Pública Instrutor: Marlon L. Souto Maior Auditor-Fiscal

Leia mais

Só um ou, quando muito, dois membros do órgão de gestão ou administração da empresa local pode ser remunerado.

Só um ou, quando muito, dois membros do órgão de gestão ou administração da empresa local pode ser remunerado. 1 Só um ou, quando muito, dois membros do órgão de gestão ou administração da empresa local pode ser remunerado. Artigo 25.º, n.ºs 3 e 4 da Lei n.º 50/2012, de 31 de agosto O valor da remuneração do(s)

Leia mais

DA ORGANIZAÇÃO POLÍTICA DO BRASIL

DA ORGANIZAÇÃO POLÍTICA DO BRASIL DA ORGANIZAÇÃO POLÍTICA DO BRASIL A organização político administrativa da República Federativa do Brasil compreende a União, os Estados, o Distrito Federal, e os Municípios, todos autônomos, nos termos

Leia mais

As Empresas locais de âmbito municipal, intermunicipal e metropolitano_

As Empresas locais de âmbito municipal, intermunicipal e metropolitano_ 1 A par dos municípios e das freguesias, a administração autárquica portuguesa integra outras formas de organização indispensáveis à prossecução do desenvolvimento local: As comunidades intermunicipais

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular OPÇÃO I - GARANTIAS CIVIS E COMERCIAIS Ano Lectivo 2013/2014

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular OPÇÃO I - GARANTIAS CIVIS E COMERCIAIS Ano Lectivo 2013/2014 Programa da Unidade Curricular OPÇÃO I - GARANTIAS CIVIS E COMERCIAIS Ano Lectivo 2013/2014 1. Unidade Orgânica Direito (2º Ciclo) 2. Curso Mestrado em Direito 3. Ciclo de Estudos 2º 4. Unidade Curricular

Leia mais

ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: DIREITO CIVIL E DIREITO PROCESSUAL CIVIL PONTOS DA PROVA ESCRITA

ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: DIREITO CIVIL E DIREITO PROCESSUAL CIVIL PONTOS DA PROVA ESCRITA Estágio Supervisionado I (Prática Processual Civil) Processual Civil II Processual Civil I Civil VI Civil V Civil IV Civil III Civil I ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: DIREITO CIVIL E DIREITO PROCESSUAL CIVIL Pessoa

Leia mais

Lei n.º 29/87, de 30 de Junho ESTATUTO DOS ELEITOS LOCAIS

Lei n.º 29/87, de 30 de Junho ESTATUTO DOS ELEITOS LOCAIS Lei n.º 29/87, de 30 de Junho ESTATUTO DOS ELEITOS LOCAIS A Assembleia da República decreta, nos termos dos artigos 164.º, alínea d), 167.º, alínea g), e 169.º, n.º 2, da Constituição, o seguinte: Artigo

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular TEORIA DA INFRACÇÃO PENAL Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular TEORIA DA INFRACÇÃO PENAL Ano Lectivo 2014/2015 UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA Programa da Unidade Curricular TEORIA DA INFRACÇÃO PENAL Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Direito (1º Ciclo) 2. Curso Direito 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular

Leia mais

NEWSLETTER Nº 9 SETEMBRO CONHECIMENTO INOVAÇÃO CRIATIVIDADE EFICIÊNCIA VALOR POTENCIAMOS O VALOR DAS ORGANIZAÇÕES

NEWSLETTER Nº 9 SETEMBRO CONHECIMENTO INOVAÇÃO CRIATIVIDADE EFICIÊNCIA VALOR POTENCIAMOS O VALOR DAS ORGANIZAÇÕES NEWSLETTER Nº 9 SETEMBRO CONHECIMENTO INOVAÇÃO CRIATIVIDADE EFICIÊNCIA VALOR POTENCIAMOS O VALOR DAS ORGANIZAÇÕES O Novo Regime Jurídico do Sector Empresarial Local O novo regime jurídico do sector empresarial

Leia mais

Direito Constitucional II Organização do Estado Político-Administrativa. Arts. 18 e seguintes da Constituição Federal

Direito Constitucional II Organização do Estado Político-Administrativa. Arts. 18 e seguintes da Constituição Federal Direito Constitucional II Organização do Estado Político-Administrativa Arts. 18 e seguintes da Constituição Federal Conceitos Organização político-administrativa, em sentido próprio, significam por um

Leia mais

João Pedro Alves Ventura Silva Rodrigues. Arbitragem Tributária - CAAD

João Pedro Alves Ventura Silva Rodrigues. Arbitragem Tributária - CAAD INFORMAÇÃO PESSOAL POSTO DE TRABALHO A QUE SE CANDIDATA Arbitragem Tributária - CAAD EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL 1998 1999 Monitor da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra 2000 2003 Assistente-estagiário

Leia mais

FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DE LISBOA DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO

FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DE LISBOA DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DE LISBOA DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO Regente: Professora Doutora Maria Luísa Duarte Colaboradores: Professora Doutora Ana Gouveia Martins; Mestre Ana Soares Pinto;

Leia mais

DELIBERAÇÃO Nº 41 /2006 Aplicável aos tratamentos de dados no âmbito da Gestão da Informação dos Serviços de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho

DELIBERAÇÃO Nº 41 /2006 Aplicável aos tratamentos de dados no âmbito da Gestão da Informação dos Serviços de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho DELIBERAÇÃO Nº 41 /2006 Aplicável aos tratamentos de dados no âmbito da Gestão da Informação dos Serviços de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho Por força do Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º

Leia mais

Atribuições e competências dos vários níveis de administração pública Competências e financiamento das Autarquias locais

Atribuições e competências dos vários níveis de administração pública Competências e financiamento das Autarquias locais Sumário Atribuições e competências dos vários níveis de Competências e financiamento das Autarquias locais Níveis de administração Administração Central/Nível Nacional Administração Local/Nível Municipal

Leia mais

VERSÕES CONSOLIDADAS

VERSÕES CONSOLIDADAS 9.5.2008 PT Jornal Oficial da União Europeia C 115/1 VERSÕES CONSOLIDADAS DO TRATADO DA UNIÃO EUROPEIA E DO TRATADO SOBRE O FUNCIONAMENTO DA UNIÃO EUROPEIA (2008/C 115/01) 9.5.2008 PT Jornal Oficial da

Leia mais

SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA Modelo de Currículo Vagas no CNJ e no CNMP

SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA Modelo de Currículo Vagas no CNJ e no CNMP Nome Tribunal de origem JOÃO MAURICIO GUEDES ALCOFORADO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE PERNAMBUCO. Data de posse 13/10/1992. Vaga a que deseja concorrer JUIZ DO CNMP Atuação Profissional Atual: Juiz Titular da

Leia mais

Temos assim que, ao longo do século XX, as tarefas tradicionais do Estado registaram um incremento extraordinário.

Temos assim que, ao longo do século XX, as tarefas tradicionais do Estado registaram um incremento extraordinário. Palavras do Presidente do Supremo Tribunal Administrativo Conselheiro Manuel Fernando dos Santos Serra Na Sessão de Abertura do Colóquio A Justiça Administrativa e os Direitos Administrativos Especiais

Leia mais

Nível de Conservação

Nível de Conservação Nível de Conservação O Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU) foi aprovado pela Lei n.º 6/2006, de 27 de Fevereiro, dando resposta a uma necessidade há muito, e por todos, sentida. A reforma empreendida

Leia mais

1. QUADRO DE REFERÊNCIA

1. QUADRO DE REFERÊNCIA PROTOCOLO entre Ministério da Justiça Presidência do Conselho de Ministros APS Associação Portuguesa de Seguradores DECO Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor ACP Automóvel Clube de Portugal

Leia mais

DIREITO PROCESSUAL PENAL PORTUGUÊS

DIREITO PROCESSUAL PENAL PORTUGUÊS Germano Marques da Silva Professor da Faculdade de Direito Universidade Católica Portuguesa DIREITO PROCESSUAL PENAL PORTUGUÊS VOL. I Universidade Católica Editora Lisboa, 2013 PREFÁCIO Este livro deveria

Leia mais

DIVISÃO ESPACIAL DO PODER

DIVISÃO ESPACIAL DO PODER DIVISÃO ESPACIAL DO PODER FORMA DE ESTADO: UNITÁRIO 1. Puro: Absoluta centralização do exercício do Poder; 2. Descentralização administrativa: Concentra a tomada de decisões, mas avança na execução de

Leia mais

EIXO 3 ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. D 3.3 Fundamentos do Direito Público (20h) Professores: Juliana Bonacorsi de Palma e Rodrigo Pagani de Souza

EIXO 3 ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. D 3.3 Fundamentos do Direito Público (20h) Professores: Juliana Bonacorsi de Palma e Rodrigo Pagani de Souza EIXO 3 ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA D 3.3 Fundamentos do Direito Público (20h) Professores: Juliana Bonacorsi de Palma e Rodrigo Pagani de Souza 29 e 30 de setembro, 01, 05, 06 e 07 de outubro de 2011 ENAP Escola

Leia mais

WORKSHOP INCLUSÃO E FORMAÇÃO FINANCEIRA PAPEL DO BANCO DE CABO VERDE NA PROMOÇÃO DA INCLUSÃO FINANCEIRA

WORKSHOP INCLUSÃO E FORMAÇÃO FINANCEIRA PAPEL DO BANCO DE CABO VERDE NA PROMOÇÃO DA INCLUSÃO FINANCEIRA WORKSHOP INCLUSÃO E FORMAÇÃO FINANCEIRA PAPEL DO BANCO DE CABO VERDE NA PROMOÇÃO DA INCLUSÃO FINANCEIRA Banco de Portugal, 11 de Julho de 2013 Solange Lisboa Ramos Gabinete de Apoio ao Consumidor do Banco

Leia mais

As Comissões de Protecção de Crianças e Jovens são constituídas e funcionam nos termos da Lei n.º 147/99, de 1 de Setembro.

As Comissões de Protecção de Crianças e Jovens são constituídas e funcionam nos termos da Lei n.º 147/99, de 1 de Setembro. INTRODUÇÃO A criança deve ser respeitada Em suma, Na dignidade do seu nascer, Do seu crescer, Do seu viver. Quem amar verdadeiramente a criança Não poderá deixar de ser fraterno: Uma criança não conhece

Leia mais

Conselho Municipal de Educação de Santa Marta de Penaguião Projecto de Regimento

Conselho Municipal de Educação de Santa Marta de Penaguião Projecto de Regimento Conselho Municipal de Educação de Santa Marta de Penaguião Projecto de Regimento A Lei de Bases do Sistema Educativo assume que o sistema educativo se deve organizar de forma a descentralizar, desconcentrar

Leia mais

2.1. Objectivo Geral: Ministrar uma formação especializada sobre matérias de segurança, numa óptica multidisciplinar, mas integrada.

2.1. Objectivo Geral: Ministrar uma formação especializada sobre matérias de segurança, numa óptica multidisciplinar, mas integrada. PROGRAMA DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO E SEGURANÇA 1. Apresentação A Fundação Direito e Justiça e o Instituto Superior de Ciências Jurídicas e Sociais, em parceria, com a Faculdade de Direito da

Leia mais

CURRICULUM VITAE INFORMAÇÃO PESSOAL:

CURRICULUM VITAE INFORMAÇÃO PESSOAL: CURRICULUM VITAE INFORMAÇÃO PESSOAL: Nome: Sandra Lopes Luís Morada: Rua de Entrecampos n.º 16, 2.º dto, 1000-152 Lisboa Portugal Data de Nascimento: 20. 05. 1979 Nacionalidade: Portuguesa Telefone: +351

Leia mais

ÍNDICE SISTEMÁTICO. Capítulo VI Elementos de Conexão 6.1 Considerações iniciais 6.2 Classes de elementos de conexão

ÍNDICE SISTEMÁTICO. Capítulo VI Elementos de Conexão 6.1 Considerações iniciais 6.2 Classes de elementos de conexão ÍNDICE SISTEMÁTICO Capítulo I Noções Fundamentais e Objeto do Direito Internacional Privado 1.1 Considerações iniciais 1.2 Conceito 1.3 Objeto 1.4 Normas de DIPr na Constituição Federal de 1988 1.5 Direitos

Leia mais

NOÇÕES DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. Profa. Dra. Júnia Mara do Vale

NOÇÕES DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. Profa. Dra. Júnia Mara do Vale NOÇÕES DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Profa. Dra. Júnia Mara do Vale Ad(preposição) + ministro,as,are(verbo) que significa servir, executar; para outros vem de ad manus trahere que envolve a idéia de direção

Leia mais

SUMÁRIO INTRODUÇÃO... PRIMEIRA PARTE: A ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E O ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO

SUMÁRIO INTRODUÇÃO... PRIMEIRA PARTE: A ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E O ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO SUMÁRIO INTRODUÇÃO... PRIMEIRA PARTE: A ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E O ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO Capítulo I As transformações do Estado e a organização administrativa moderna 1.1. Estado Liberal, Estado

Leia mais

Sistemas Jurídicos Comparados. Programa e bibliografia principal

Sistemas Jurídicos Comparados. Programa e bibliografia principal Sistemas Jurídicos Comparados Programa e bibliografia principal Rui Pinto Duarte 2000/2001 PROGRAMA 1. Introdução ao Direito Comparado 1.1. Primeira aproximação à ideia de Direito Comparado 1.1.1. Observação

Leia mais