Palavras-chave: telejornalismo; jornalista; reportagem de TV

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Palavras-chave: telejornalismo; jornalista; reportagem de TV"

Transcrição

1 Telejornalismo como show: questões éticas, culturais e técnicas como parâmetros para avaliação de reportagens em TV Jhonatan Mata 1, Iluska Coutinho 2 e Lívia Fernandes de Oliveira 3 Universidade Federal de Juiz de Fora - UFJF/ MG Resumo: Análise das posturas discursivas adotadas pelos jornalistas ao se reportarem ao(s) seu(s) públicos, nas produções nacionais. Além disso, propõe-se no artigo analisar os não-jornalistas e a existência de limites para a subversão do padrão jornalístico na televisão em produções que são veiculadas pelas emissoras de televisão e caracterizadas e/ou anunciadas como reportagens. A reflexão crítica tem como ponto inicial de inflexão o quadro Repórter por um dia, veiculado no programa Fantástico (Rede Globo de Televisão), atualmente sem a mesma regularidade de sua criação.ao resgate daquela experiência se associam avaliações de produções veiculadas na atualidade também outras emissoras de televisão como A Liga, CQC e Profissão Repórter. A proposta é de analisar as relações de identidade e alteridade entre esses produtos e as promessas do (tele)jornalismo, tanto no que se refere à questão ética quanto em relação a aspectos formais do material apresentado como vinculado a um gênero pertencente à categoria informação. Palavras-chave: telejornalismo; jornalista; reportagem de TV Introdução Desde os primeiros telejornais veiculados na televisão brasileira 4 - e lá se vão 60 anos- significativas mudanças se apresentam e extrapolam, em muito, uma simples discussão sobre o avanço na qualidade técnica das produções. O advento do videoteipe, a busca de uma linguagem própria que ofertasse algo mais que as narrativas e técnicas herdadas do rádio, e a proliferação dos aparelhos de televisão nas casas tupiniquins, mais do que demarcarem aspectos fundamentais do telejornalismo, parecem servir como pano de fundo ou mote para a discussão sobre as mudanças que afetam, desde aqueles tempos o elemento fundamental da comunicação classificada como social : o homem. 1 Jornalista e mestre em Comunicação (UFJF) é funcionário da Faculdade de Comunicação da UFJF e realiza pesquisas sobre telejornalismo. Integrante do grupo de pesquisa Telejornalismo UFJF-Intercom e do grupo Comunicação, Identidade e Cidadania. 2 Jornalista, doutora em Comunicação Social (Umesp) e mestre em Comunicação e Cultura (UnB). Professora da Departamento de Jornalismo e do Mestrado da Faculdade de Comunicação da UFJF. 3 Jornalista e mestre em Comunicação (UFJF) é professora bolsista do curso da Faculdade de Comunicação da UFJF e bolsista de apoio técnico de projeto de avaliação do telejornalismo público. 4 O paradigma de telejornalismo da década de 50, Repórter Esso, veiculado inicialmente na TV Tupi do Rio (1952), espelhava as características mais evidentes da primeira fase da TV brasileira: a herança radiofônica e a subordinação total dos programas aos interesses dos patrocinadores. Para maior detalhamento sobre a trajetória do telejornalismo no país, consultar 60 anos de telejornalismo no Brasil: história, análise e crítica, orgs. Alfredo Vizeu, Flávio Porcello e Iluska Coutinho. Florianópolis, Insular, 2010.

2 E é justamente esse esforço de tentar tornar o telejornal algo mais humano ou Humano, Demasiado Humano 5 para lembrarmos Nietsche, o responsável por mudanças das mais diversas, -inclusive nos posicionamentos discursivos das emissoras ao se reportarem ao (s) seu(s) público(s), conforme observaremos adiante. A começar pelo ressentimento inicial do telejornalismo por sua falta de estilo próprio. O crítico de TV Luís Lobo (LOBO, 1969, apud REZENDE, 2010, p.57) questiona, na década de 60, a eficiência 6 de outrora dos telejornais, que ilustravam informações verbais com mapas e fotos. Ler um papel em frente às câmeras não é informar. Mostrar uma foto que todo mundo já viu também não. Jornalismo de televisão tem de ser muito mais ressaltou. Neste sentido, quais seriam, então, os recursos disponíveis para desprender os telenoticiários das paternas amarras radiofônicas e oferecer esse muito mais que não nos parece ser exigência exclusiva de Lobo? Como acreditamos que, no telejornalismo, operamos a todo o momento com recortes, nossa pesquisa não foge à regra e elucida um ponto de análise e possível estratégia de fuga da então inadequação telejornalísitica: a questão da humanização, ancorada nas representações de jornalistas ofertadas pelos telejornais, tanto em nível nacional, primeiro ponto de análise deste trabalho, como de maneira localizada, privilegiada neste artigo em estudo da personificação da equipe do Jornal da Alterosa- Edição Regional. A humanização do relato e representação do jornalista- breve passeio histórico O Jornal de Vanguarda, na TV Excelsior figura, na década de 60- como exemplo de exceção criativa e aposta na humanização do relato. Esta ancora-se na participação de jornalistas como apresentadores, produtores e cronistas especializados: Newton Carlos, Millôr Fernandes, João Saldanha, Gilda Muller, Stanislaw Ponte Preta. 5 "Desde que acabou a crença de que um Deus dirigiria os destinos do mundo em seu conjunto e, apesar de todas as curvas do caminho seguido pela humanidade, os conduziria como senhor a bom termo, são os próprios homens que devem propor-se à fins ecumênicos que abrangem toda a terra." (NIETZCHE, 1878,p.47) Humano, demasiado humano, um livro para espíritos livres ('Menschliches, Allzumenschliches'), foi a primeira obra de Friedrich Nietzsche após o rompimento com o romantismo de Richard Wagner e o pessimismo de Arthur Schopenhauer. Na obra o autor mergulha na Filosofia e na Epistemologia implodindo as realidades eternas e as verdades absolutas e nos alerta para a inocuidade da metafísica no futuro. Busca registrar o conceito de espírito livre, isto é, aquele que pensa de forma diferente do que se espera dele: o homem do futuro. 6 Guilherme Jorge de Rezende (2010, p.58) explica que, embora haja significativos avanços técnicos na televisão da década de 60- como a chegada do videoteipe, encomendado para a cobertura da inauguração de Brasília, câmeras de estúdio mais ágeis a lente de zoom no lugar da torre de lentes, as mudanças na linguagem televisiva só eram visíveis em novelas e shows. Ao telejornal, cabia a alcunha de audiovisual da notícia, pela semelhança com os noticiários radiofônicos.

3 Voltando ao telejornalismo e sua narrativa do humano, perceberemos, na preocupação com a aparência requintada e objetiva dos locutores, apresentadores e repórteres- sobretudo pela Rede Globo a partir da década de 80- a tentativa de conquista e manutenção de um público acostumado com a beleza plástica das telenovelas brasileiras. Cid Moreira, Sérgio Chapelin e Celso Freitas e repórteres da época ilustram a iniciativa, que segundo Rezende requeria uma aparência de neutralidade e formalismo, essencial para uma imagem de isenção na abordagem dos fatos e credibilidade junto aos telespectadores. (REZENDE, 2010, p.64). Da década de 90 nos interessa a abundância de programas jornalísticos com forte apelo popular, como O povo na TV (SBT). Referência no período, o TJ Brasil, conduzido por Boris Casoy 7 (SBT) teve na emissão de comentários pessoais do âncora seu ponto crucial de captação de audiência. O programa se transformou no segundo produto da emissora a atrair publicidade, superado apenas pelo programa de Sílvio Santos. Outra produção icônica é o Aqui Agora 8, que estréia em maio de 1991, com uma narrativa que sugeria a transposição do jornalismo popular praticado no rádio para a televisão. A fartura dos planos-sequência marcava a assinatura discursiva do noticiário, dando realismo e suspense às histórias narradas, nas quais a população clamava por justiça, saúde, dentre outros pedidos. Tática emblemática da década de 90 consiste na substituição progressiva de um jornalismo de estúdio para um jornalismo de rua, onde o povo está. As imagens de Pedro Bial ao vivo, em diversas capitais do oriente cobrindo a Guerra do Golfo em 1991 são icônicas deste momento. Rezende observa o recurso com um olhar mais voltado para a briga de narrativas e representações do que uma vontade de aproximação efetiva com o público. A performance desses jornalistas satisfazia ao que Souza Cruz julgava próprio do trabalho de um novo modelo de âncora, que abandonava a caverna que é o estúdio. para ir ao local onde acontece a notícia. A observação parecia ter, no entanto, como objetivo principal, desqualificar o modelo de ancoragem que Boris Casoy havia criado, com grande sucesso, no SBT. (REZENDE, 2010, p.70). 7 Merece menção o contraponto atual a emissão de comentários, corriqueira em Casoy. O jornalista, âncora do Jornal da Band, pediu desculpas no ar durante a exibição do telejornal de 01/01/2010 depois que o áudio dele, ofendendo dois garis na véspera (31), vazou e foi parar na internet. No áudio, o jornalista diz Que merda! Dois lixeiros desejando felicidades do alto da suas vassouras. O mais baixo na escala do trabalho. 8 Versão brasileira do original argentino Nuevediario.

4 Voltando aos estúdios, na Rede Globo, O Jornal Nacional passa a inserir comentaristas especializados (Paulo Henrique Amorim, Alexandre Garcia e Lílian Witte Fibe) para explicar aos telespectadores as notícias do dia, sobretudo aquelas de pautas econômicas e políticas. A propósito, Witte Fibe é apontada por Fernando Barros da Silva (SILVA apud REZENDE, 2010, p.71) como responsável pelo processo de wittebezação das apresentadoras à frente dos telejornais naquela época: Mônica Waldvogel (no Jornal Hoje), Sandra Annenberg (Jornal da Globo) e Fátima Bernardes(Fantástico) emprestam, em seus cabelos, maquiagem, figurino e colocação em estúdio, a imagem antipática, sofisticada e discreta de Lílian, sua personificação. Curiosamente, se temos em Vizeu a utilização, por parte dos jornalistas de uma audiência presumida, não nos parece forçoso anunciar uma espécie de aparência presumida, adotada pelos mesmos, inclusive na atualidade. Pouca coisa, em termos de mensagem icônica acerca do parecer jornalista, mudou da década de 90 para hoje. Atentemo-nos apenas para o fato de troca de posições entre Witte Fibe e Fátima Bernardes enquanto paradigmas de aparência de apresentadoras. Sem nos esquecermos do pioneirismo estético da primeira que, ao que tudo indica, perdeu seu posto para Bernardes pela própria diferença de projeção midiática atual entre as duas 9. A postura midiática de Lillian sofre, ainda, com a força de um incidente negativo em sua imagem, símbolo de discrição e finesse. A jornalista protagonizou uma cena no mínimo inusitada na história do jornalismo brasileiro ao sofrer, em 2006, uma crise de riso no Jornal da Lílian 10 enquanto noticiava o caso de uma senhora de 81 anos que havia sido presa, acompanhada do namorado de 56, com cápsulas de ecstasy. Seu parceiro alegava ser Viagra. O vídeo é, ainda hoje, um sucesso na Internet e encabeça, com inúmeras versões e paródias, as páginas de busca quando o nome da apresentadora é digitado. Em caminho semelhante de supervalorização da estética telejornalística, Willian Bonner, editor chefe do Jornal Nacional, tenta, na análise de Iluska Coutinho(2010, p.261) aderir às redes sociais, como o twitter, como forma de seduzir os telespectadores pretendidos, ainda que em um espaço estendido em relação à TV. 9 Fátima Bernardes desempenha, desde 1998, a função de apresentadora e editora do Jornal Nacional, ao passo que Lílian Witte Fibe- deixou a emissora em 2000, quando apresentava o Jornal da Globo. 10 A partir de 2000, Lilian deixou a televisão e passou a ancorar noticiários na internet. Apresentou o Jornal da Lílian no portal Terra, de 2000 a 2005.

5 Com quase um milhão de seguidores até o momento, a criação de um perfil 11 pode ser interpretada, segundo Coutinho, como uma tentativa de estabelecer um diálogo com o público, especialmente com os jovens. A escolha da gravata a ser usada na apresentação do JN, feita por seus seguidores, lidera os comentários feitos na rede e lhe rendeu, em março de 2010, o prêmio The Shorty Awards, conhecido como o Oscar do twitter. Embora questionáveis em relação ao seu caráter telejornalístico, propostas diferenciadas de divulgação da informação são apresentadas atualmente pelos Programas CQC (Bandeirantes) e Profissão Repórter (Rede Globo). O primeiro, sob a ótica de Caco Barcellos e jornalistas recém-graduados, resgata o apuro investigativo, os bastidores da notícia (PROFISSÃO REPÓRTER 2010). O programa privilegia as reações dos repórteres (choro, medo, alegria) e tenta se aproximar do públicoespecialmente o jovem- por meio de uma formalidade reduzida, na qual o repórter também é notícia. Já o CQC, retoma o remake de produções argentinas 12 já lançado pelo Aqui Agora. Veiculado semanalmente desde 2008, há opção pelo humor como forma de tratamento da informação, ainda que a promessa do programa seja de atuar como um resumo semanal de notícias. O vínculo com o público, neste caso, pode se solidificar na maneira irônica com que seus repórteres interpelam as fontes de informação, geralmente tratadas com cerimônia, como políticos, empresários e celebridades. Seja pela escolha das pautas, no cuidado com a linguagem utilizada, o fato é que os telejornais buscam construir uma relação de identificação,um vínculo com o público, que representa na tela. Esse tipo de vínculo foi conceituado por Itânia Maria Mota Gomes (2004) como modo de endereçamento, e pode ser entendido como tudo aquilo que é característico das formas e práticas comunicativas específicas de um programa. Diz respeito ao modo como um programa específico tenta estabelecer uma forma particular de relação com sua audiência (Gomes,2004). A análise dos limites para a utilização de um padrão espetacular para a apresentação de material jornalístico na televisão, bem como dos modos de endereçamento deste produto é o desafio ao qual nos lançamos no próximo tópico. Esse exercício crítico se dirige ao formato reportagem 11 Bonner se anuncia em seu perfil no como um tio. 12 O humorístico "CQC" ("Caia Quem Caia" na versão original argentina) é um projeto da produtora argentina Cuatro Cabezas. Foi rebatizado de "Custe o que Custar" no Brasil. Exibido nas noites de segunda-feira, elevou a audiência da Band de 2,4 para 5 pontos no horário (comparativo das médias anuais entre 2007 e 2009).

6 televisiva e, de forma mais específica, ao quadro Repórter por um dia, veiculado no programa Fantástico que é exibido nas noites de domingo na Rede Globo de Televisão. Um show de reportagem: o telejornalismo como encenação e análise do quadro Repórter por um dia Flávio Porcello, ao observar o papel da televisão na vida do brasileiro, toma este veículo enquanto elemento que tenta converter códigos verbais e visuais em fatos reais, por meio da famosa expressão apareceu na TV. O pesquisador alerta, entretanto, que a televisão, com ênfase na matéria telejornalística, não deve ser vislumbrada como mera observadora dos fatos, pois Por trás de uma câmera, está o olhar de um cinegrafista. A matéria jornalística é uma história contada pela ótica do repórter, com as imagens captadas pelo cinegrafista. Na edição, o jornalista faz escolhas, optando por uma e não por outra cena, por este e não por aquele trecho da resposta do entrevistado. TV é edição, recorte, fragmento. O desafio de quem trabalha nela é escolher certo, com responsabilidade, critério, ética e, principalmente, honestidade. Existe imparcialidade jornalística? É claro que não. A ótica do jornalista, do cinegrafista, do fotógrafo, do diretor da empresa e dos interesses que ela representa sempre estarão de algum lado. (PORCELLO, 2008, P.51) A rotina de produção da notícia em televisão tem características que a aproximam do terreno da criação. Ainda que haja rigor com relação à precisão do relato noticioso e sua correspondência com a realidade objetiva, o processo de produção do jornalismo como produto audiovisual, com gravação de imagens e redação de um texto, poderia ser considerado como uma encenação ou como tentativa de reconstrução do real. Os puristas que me desculpem, mas fazer um teatrinho de vez em quando é fundamental. Não se pode esquecer que televisão é imagem, é som, é atração cercada por uma tela num canto qualquer de um espaço, acredita a repórter da TV Globo, Fernanda Esteves, em um livro de caráter autobiográfico que mescla também dicas de atuação na área de reportagem de externa e mesmo na redação de textos para telejornais (Esteves, 1993: 193). Embora rejeite a proximidade com atores que também atuam na telinha, especialmente pelo fato de que esses profissionais mergulhariam na fantasia de um autor, a jornalista considera que o repórter de televisão deveria roteirizar a matéria para tornar o tema atraente à apresentação levando em conta os prós e os contras do veículo.a expressão roteirizar já demonstra uma aproximação de outros campos de

7 produção cultural, para usar o conceito impresso por Pierre Bourdieu. Do repórter de televisão se espera que, além da capacidade de apuração e de redação de um texto, talento para construir/ dirigir uma estória e ainda de interpretar, se não um personagem, pelo menos uma mensagem determinada.é o que também salienta Soledad Puente: O jornalista, criador ou artista dos meios informativos, mesmo que não tenha todas as licenças poéticas para trabalhar o conteúdo, as possui para organizar e estruturar seu material na gravação (Puente, 1999: 23). Para Guilherme Rezende haveria uma preocupação com a audiência que também seria determinante ao estruturar a narrativa jornalística. O formato espetacular, comum às emissões de ficção e realidade, representou a fórmula mágica capaz de magnetizar as atenções de um público tão diversificado (Rezende, 2000: 25). Aqui seria interessante realizar um deslocamento e analisar o telejornalismo sob o enfoque do discurso jornalístico, tal como concebido por Adriano Duarte Rodrigues. Ele considera a priori o acontecimento, o fato selecionado como digno de registro pelo jornalismo, como o referente do que se fala, uma espécie de ponto zero da significação (Rodrigues, 1993: 28).Segundo o pesquisador português o relato jornalístico, o discurso do acontecimento, acabaria por gerar uma segunda categoria de acontecimentos, os meta-acontecimentos, cujo registro só aparentemente coincidiria com o fato selecionado, noticiado. (...)sua emergência é toda ela inscrita na ordem do discurso, na ordem da visibilidade simbólica da representação cênica. São factos discursivos e, como tais, associam valores ilocutórios e perlocutórios, na medida em que acontecem ao serem enunciados e pelo fato de serem enunciados (Rodrigues, 1993: 29). Para além do já evidenciado caráter de (re)criação de uma história no meio audiovisual há aspectos a ressaltar no que diz respeito à localização do telejornalismo como produto da indústria cultural, mercadoria oferecida via cultura de massa. Assim realizamos o retorno às premissas de Edgar Morin.Segundo ele, no início do século XX o imaginário teria conquistado um lugar real nos domínios que pareciam destinados exclusivamente à informação (Morin, 1997: 98). A partir daí seria criado um duplo no interior dos meios de comunicação de massa, com alternância do informativo e do imaginário, do registro jornalístico e do espetáculo na formatação dos programas de televisão.

8 Ao extravasar o imaginário e atingir a informação, a cultura de massa acabaria por impor uma dramatização ao relato noticioso. Além disso, haveria um processo de vedetização, em que as vidas privadas de atores da sociedade e do star system se tornariam públicas, sempre como relato de confidências, alicerçadas no apelo emocional: as vedetes em situação romanceada da atualidade fornecem matéria real, mas da mesma estrutura afetiva do imaginário (Morin, 1997: 101). Ainda segundo o francês a televisão teria tornado esses processos de apropriação da vida privada das vedetes também visível, apreensível por imagens, multiplicando a impressão de familiaridade e das mediações. No encontro do ímpeto do imaginário para o real e do real para o imaginário, situam-se as vedetes da grande imprensa, os olimpianos modernos. Esses olimpianos não são apenas os astros de cinema, mas também os campeões, príncipes, reis, playboys, exploradores, artistas célebres... (Morin, 1997: 105). À lista de olimpianos estabelecida por Edgar Morin eu me permitiria acrescentar os jornalistas de televisão, notadamente os repórteres de rede. Haveria ainda uma certa hierarquia na definição do acesso dos jornalistas de TV ao Olimpo. Na maioria das vezes os repórteres considerados especiais, olimpianos, seriam aqueles capazes de construir matérias com reconhecida credibilidade, mesmo nas pautas classificadas como fait-divers.um dos motivos para essa ascensão ao Olimpo seria o fato de, através das cabeças de passagem e entrevistas, os jornalistas de TV participarem desse relato espetacular, vaso comunicante entre o indivíduo-consumidor da informação e os astros da vida pública. Assim, os repórteres de TV passam a ter a expressão e o rosto reconhecidos pelos telespectadores, como integrantes dessa realidade glamourizada. A questão do reconhecimento da imagem do repórter pelo telespectador, por si só, já geraria uma discussão interessante sobre os mitos associados ao fazer jornalístico em televisão. Arriscaria dizer que todo jornalista que já atuou na reportagem de rua teria uma história pessoal para contar que valeria uma boa reflexão sobre a prática profissional, os limites entre o relato oferecido via telinha e o imaginário dos receptores dessa mensagem. Ao escrever esse artigo, uma série de recortes da memória como repórter, e mais tarde editora-apresentadora de uma emissora de televisão do Espírito Santo reclamam por registro. Entre as pequenas historinhas saboreadas na época gostaria de salientar um

9 encontro-diálogo em um ônibus intermunicipal da Grande Vitória 13, que evidencia a frustração de um telespectador ao encontrar, no cotidiano e fora da telinha, a então repórter de TV: - Bom dia! Tudo bem? Esse foi o início da conversa do telespectador, ainda de pé, ao reconhecer a repórter e tratá-la com a naturalidade de quem a encontra quase todos os dias, em casa. Respondo ao cumprimento, com um sorriso, e acompanho a mudança imediata de expressão do meu companheiro de viagem ao se sentar no banco ao meu lado. - Nossa...como você é baixinha! É do meu tamanho...na televisão parece tão alta! Fechado o pano das recordações, ainda tento atenuar a situação, já que a frustração do então telespectador se devia aos meus 1,62m de estatura e não à alguma conduta profissional desabonadora. Retornando a Edgar Morin, essa pequena história confirma sua afirmação sobre as circulações entre projeções e identificações dos consumidores da cultura de massa, do telejornal, operada pelos olimpianos: Um Olimpo de vedetes domina a cultura de massa, mas se comunica, pela cultura de massa, com a humanidade corrente (Morin, 1997: 107). Assim, para retomar a perspectiva de análise inicial, creio que esse processo de transformação do jornalista televisivo em vedete da cultura de massa, associado a uma tendência cada vez mais crescente em estruturar as narrativas do telejornalismo como espetáculo audiovisual poderia ter influências muito negativas no que diz respeito ao conceito e compreensão públicas do que seria uma reportagem em TV. El reportaje de televisión precisa de un componente humano que lo haga atractivo a los espectadores y esto se consigue, por lo general, al utilizar temas de interés general em que los que aparezcan personas o nombres familiares para la audiencia (...) (Roglán e Equiza, 1996: 84). Gênero ou formato televisivo por excelência, segundo Roglán e Equiza, a reportagem teria a função principal de aprofundar os conteúdos sobre determinado tema, com oferecimento de diferentes pontos de vista, mediados pelo repórter que deveria ainda conduzir essa narrativa, com freqüência ambientada no passado.com a transformação do repórter de televisão em vedete do Olimpo televisivo, e a criação imediata dos duplos - real-imaginário e informação-espetáculo - o fazer jornalístico 13 A Grande Vitória é uma região metropolitana constituída pela capital do Espírito Santo, Vitória, e outros cinco municípios: Vila Velha, Cariacica, Serra, Viana e Guarapari.

10 perderia seu capital simbólico, para retomar o conceito de Bourdieu. Em outras palavras, na medida em que reportagem se torna um show televisivo, sua produção prescinde dos saberes especializados, do saber fazer inerente ao jornalismo de televisão...e abre-se espaço para ser repórter por um dia. Apresentado no Fantástico, aos domingos, o quadro Repórter por um dia apresenta uma estrela do showbusiness, um olimpiano, representando o papel de jornalista. As aspas aqui representam a expectativa, ainda carente de confirmação, de que o trabalho de apuração e redação seja efetivamente realizado por um jornalista responsável pela produção da reportagem-show. Porém ao segurar o microfone e atuar como repórter, em mais uma aproximação com o universo da dramaturgia, os cantores, modelos, esportistas poderiam estar contribuindo para sedimentar o telejornalismo no campo da encenação, do show da vida, antigo chavão do Fantástico, programa que abriga o quadro Repórter por um dia.afinal, ainda que diversos autores e profissionais elejam a parceria entretenimentoinformação como receita de sucesso para garantir a audiência na televisão é sempre interessante lembrar do alerta de Wolton: os cidadãos confiam na televisão e na sua capacidade de lhes permitir acesso às diferentes dimensões essenciais do jogo social. Sem confiança não existem espectadores da televisão de massa (1996: ). Valeria lembrar, numa tentativa de conclusão, que a reportagem faz parte da categoria informação, segundo a classificação proposta por Aronchi para a programação da TV brasileira. Um conceito de informação que me parece adequado é o de Morán, para quem a informação na televisão é um produto visto do lado da indústria cultural e é um bem social visto do lado da população (1986: 19). Assim, me parece que os limites para a utilização dos recursos de entretenimento na construção de mensagens informativas em televisão sejam exatamente os da manutenção de sua credibilidade. Para isso, para além das críticas às caricaturas dos jornalistas no quadro Repórter por um dia, é preciso que os profissionais que atuam no vídeo sejam mais que recreadores públicos, como quer Jean Bertrand(1999: 104), na medida em que seu papel fundamental é produzir informação audiovisual de interesse público, e não apenas para atender aos números que medem a audiência. Referências

11 BERTRAND, Claude-Jean. A deontologia das mídias; tradução Maria Leonor Loureiro. Bauru: Edusc, p. COUTINHO, Iluska. Dramaturgia do telejornalismo brasileiro: a estrutura narrativa das notícias em TV. Tese de doutorado em Comunicação Social. Universidade Metodista de São Paulo. São Bernardo do Campo, e MATA, Jhonatan. Telejornalismo, juventude e representação: quais formatos e narrativas dialogam os novos telespectadores? In Comunicação, Cultura e Juventude. Marialva Barbosa e Osvando J. de Morais (orgs). São Paulo:INTERCOM, GOMES, Itânia Maria Mota.Das utilidades do conceito de endereçamento para análise do telejornalismo, Rio de Janeiro, e-papers, MORÁN, José Manuel. A informação na televisão: critérios editoriais. In Comunicação & Sociedade número 14 Televisão e realidade brasileira. São Bernardo do Campo: Edições Liberdade, p MORIN, Edgar. Cultura de massas no século XX: neurose; tradução de Maura PUENTE, SOLEDAD. Televisión: el drama hecho notícia. Santiago, Chile: Ediciones Universidad Católica de Chile, 1997 REZENDE, Guilherme Jorge de. 60 anos de jornalismo na TV Brasileira: percalços e conquistas. In: 60 anos de telejornalismo no Brasil. Alfredo Vizeu, Flávio Porcello, Iluska Coutinho (orgs)- Florianópolis: Insular, 2010, p Telejornalismo no Brasil: um perfil editorial. São Paulo: Summus, p. Ribeiro Sardinha. 9 a.ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, p. ROGLÁN, Manuel & EQUIZA, Pilar. Televisión Y Lenguaje-Aportaciones para la configuración de un nuevo lenguaje periodístico. Córcega, Barcelona: Editorial Ariel, 1996 VIZEU, Alfredo Eurico.Telejornalismo: das rotinas produtivas à audiência presumida. In: EURICO, Alfredo, ANTÔNIO, Flávio, LADEIRA, Célia (Org.). Telejornalismo A nova praça pública. Florianópolis: Insular p O lado oculto do telejornalismo. Florianópolis:Calandra, 2005

12 (Org.). A Sociedade do Telejornalismo. Petrópolis:Vozes,2008. & CORREIA, João Carlos. A construção do real no telejornalismo: do lugar de segurança ao lugar de referência. In VIZEU, Alfredo(Org.). A Sociedade do Telejornalismo. Petrópolis:Vozes,2008. WOLTON, Dominique. Elogio do grande público - uma teoria crítica da televisão. São Paulo: Ática, 1996

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE 042 CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS PLANO DE ENSINO

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE 042 CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS PLANO DE ENSINO Código Unidade 042 Cód. Curso Curso 42501 COMUNICAÇÃO SOCIAL Habilitação Etapa Sem/Ano JORNALISMO 6ª 1º / 2009 Cód. Disc. Disciplina Créditos CH Sem Teoria Prática 121.3604.2 TELEJORNALISMO I 04 X X Docentes

Leia mais

PRODUTORA DE NOTÍCIAS VESTIBULAR 1. Letycia CARDOSO 2 João Gabriel MARQUES 3 Márcio de Oliveira GUERRA 4

PRODUTORA DE NOTÍCIAS VESTIBULAR 1. Letycia CARDOSO 2 João Gabriel MARQUES 3 Márcio de Oliveira GUERRA 4 PRODUTORA DE NOTÍCIAS VESTIBULAR 1 Letycia CARDOSO 2 João Gabriel MARQUES 3 Márcio de Oliveira GUERRA 4 Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, MG RESUMO Como forma de estimular a criatividade

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL IV SEAD - SEMINÁRIO DE ESTUDOS EM ANÁLISE DO DISCURSO 1969-2009: Memória e história na/da Análise do Discurso Porto Alegre, de 10 a 13 de novembro de 2009 DO ACONTECIMENTO

Leia mais

Inovação e o Telejornalismo Digital

Inovação e o Telejornalismo Digital Inovação e o Telejornalismo Digital Prof. Antonio Brasil Cátedra UFSC - RBS 2011 Telejornalismo Digital Novas práticas, desafios e oportunidades O que é Telejornalismo Digital Inovação tecnológica Interatividade

Leia mais

EMENTÁRIO DO CURO DE JORNALISMO

EMENTÁRIO DO CURO DE JORNALISMO EMENTÁRIO DO CURO DE JORNALISMO LET 02630 LÍNGUA PORTUGUESA Noções gerais da língua portuguesa. Leitura e produção de diferentes tipos de textos, em especial os relativos à comunicação de massa. Os tipos

Leia mais

CANAL SAÚDE REDE DE PARCEIROS OFICINAS DE MULTIPLICAÇÃO

CANAL SAÚDE REDE DE PARCEIROS OFICINAS DE MULTIPLICAÇÃO 1. Oficina de Produção CANAL SAÚDE REDE DE PARCEIROS OFICINAS DE MULTIPLICAÇÃO Duração: 03 dias Público ideal: grupos de até 15 pessoas Objetivo: Capacitar indivíduos ou grupos a produzirem pequenas peças

Leia mais

TÍTULO / TÍTULO: TV EXPERIMENTAL DE COMUNICAÇÃO: PROJETO INTEGRADO DE EXTENSÃO E COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA

TÍTULO / TÍTULO: TV EXPERIMENTAL DE COMUNICAÇÃO: PROJETO INTEGRADO DE EXTENSÃO E COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA TÍTULO / TÍTULO: TV EXPERIMENTAL DE COMUNICAÇÃO: PROJETO INTEGRADO DE EXTENSÃO E COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA AUTOR / AUTOR: Ruy Alkmim Rocha Filho INSTITUIÇÃO / INSTITUCIÓN: Universidade Federal do Rio Grande

Leia mais

O SR. MARCUS VICENTE (PTB-ES) pronuncia o. seguinte discurso: Senhor Presidente, Senhoras e Senhores

O SR. MARCUS VICENTE (PTB-ES) pronuncia o. seguinte discurso: Senhor Presidente, Senhoras e Senhores 31/05/2005 O SR. MARCUS VICENTE (PTB-ES) pronuncia o seguinte discurso: Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, este é um momento de grande relevância para o segmento de comunicação social de

Leia mais

Fontes e público: quem faz parte do Repórter Brasil? 1. Roberta Braga Chaves 2 Iluska Coutinho 3 Universidade Federal de Juiz de Fora

Fontes e público: quem faz parte do Repórter Brasil? 1. Roberta Braga Chaves 2 Iluska Coutinho 3 Universidade Federal de Juiz de Fora Fontes e público: quem faz parte do Repórter Brasil? 1 Roberta Braga Chaves 2 Iluska Coutinho 3 Universidade Federal de Juiz de Fora RESUMO Este trabalho tem como objetivo analisar as fontes que aparecem

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS DELIBERAÇÃO Nº 65, DE 11 DE MAIO DE 2012 O DA UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO, tendo em vista a decisão tomada em sua 257ª Reunião Extraordinária, realizada em 11 de maio de 2012, e considerando

Leia mais

NOVO MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE JORNALISMO ADAPTADA À RESOLUÇÃO 001/2013 - CNE

NOVO MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE JORNALISMO ADAPTADA À RESOLUÇÃO 001/2013 - CNE NOVO MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE JORNALISMO ADAPTADA À RESOLUÇÃO 001/2013 - CNE 1º Período TEORIA DA COMUNICAÇÃO I Conceitos de comunicação e de comunicação social. Contexto histórico do surgimento da

Leia mais

:: C A N A L B A N D N E W S ::

:: C A N A L B A N D N E W S :: :: TABELA DE PREÇOS :: JANEIRO JANEIRO 2013 2011 :: C A N A L B A N D N E W S :: SKY, NET, Claro TV, Oi Tv e independentes, alcança mais de 10.800.000 assinantes. SEXO 4 IDADE CLASSE SOCIAL DIA INÍCIO

Leia mais

A Rotina de Atualização na TV Uol: Produção, Participação e Colaboração 1. Thais CASELLI 2. Iluska COUTINHO 3

A Rotina de Atualização na TV Uol: Produção, Participação e Colaboração 1. Thais CASELLI 2. Iluska COUTINHO 3 A Rotina de Atualização na TV Uol: Produção, Participação e Colaboração 1 RESUMO Thais CASELLI 2 Iluska COUTINHO 3 Universidade Federal de Juiz De Fora, Juiz de Fora, MG Este trabalho verifica como é a

Leia mais

Telejornal Sala 221 1

Telejornal Sala 221 1 Telejornal Sala 221 1 Thayane dos Santos MOREIRA 2 Gabriela Barbosa NEVES 3 Kamila Katrine Nascimento de FREITAS 4 Marcelo LIMA 5 Maryjane da Costa PEREIRA 6 Cogenes Felipe Silva de LIRA 7 Zulmira NÓBREGA

Leia mais

Metodologias para análise de telejornais: a busca por métodos adequados para analisar noticiários locais 1

Metodologias para análise de telejornais: a busca por métodos adequados para analisar noticiários locais 1 Metodologias para análise de telejornais: a busca por métodos adequados para analisar noticiários locais Resumo Maiara Carvalho BATISTA 2 Universidade Federal do Paraná Este artigo surge da necessidade

Leia mais

Faces do Telejornalismo: O Processo de Construção de Telejornalismo na Cidade de Uberlândia 1

Faces do Telejornalismo: O Processo de Construção de Telejornalismo na Cidade de Uberlândia 1 Faces do Telejornalismo: O Processo de Construção de Telejornalismo na Cidade de Uberlândia 1 Lucas Felipe JERÔNIMO 2 Mirna TONUS 3 Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, MG RESUMO O texto tem

Leia mais

A MultiRio na formação do leitor

A MultiRio na formação do leitor A MultiRio na formação do leitor Há 18 anos, a MultiRio presta relevantes serviços, enfrentando o desafio de participar da formação de educadores e alunos da Rede Municipal de Ensino do Rio de Janeiro,

Leia mais

Utilização do vídeo, CD e DVD na sala de aula

Utilização do vídeo, CD e DVD na sala de aula Utilização do vídeo, CD e DVD na sala de aula José Manuel Moran A seguir são apresentadas sugestões de utilização de vídeo, CD e DVD. Vídeo como produção Como documentação, registro de eventos, de aulas,

Leia mais

CONSELHO CURADOR EBC RECOMENDAÇÃO Nº 02/2014. Considerando o inciso I do Art. 17 da Lei 11.652 de 2008;

CONSELHO CURADOR EBC RECOMENDAÇÃO Nº 02/2014. Considerando o inciso I do Art. 17 da Lei 11.652 de 2008; CONSELHO CURADOR EBC RECOMENDAÇÃO Nº 02/2014 Dispõe sobre propostas para adequação do Plano de Trabalho 2015 da EBC. Considerando o inciso I do Art. 17 da Lei 11.652 de 2008; Considerando que o Plano de

Leia mais

SEMANA DO SERVIDOR PÚBLICO sugestão de palestrantes. Otimize seu orçamento e mantenha um bom nível de palestrantes.

SEMANA DO SERVIDOR PÚBLICO sugestão de palestrantes. Otimize seu orçamento e mantenha um bom nível de palestrantes. SEMANA DO SERVIDOR PÚBLICO sugestão de palestrantes Otimize seu orçamento e mantenha um bom nível de palestrantes. resultados positivos para os servidores? qualidade de vida fernando rocha wesley schunk

Leia mais

POR TRÁS DAS GRADES: A REALIDADE NO PRESÍDIO REGIONAL DE PELOTAS 1 Mateus João MARQUES 2 Marcus SPOHR 3 Margareth MICHEL 4

POR TRÁS DAS GRADES: A REALIDADE NO PRESÍDIO REGIONAL DE PELOTAS 1 Mateus João MARQUES 2 Marcus SPOHR 3 Margareth MICHEL 4 POR TRÁS DAS GRADES: A REALIDADE NO PRESÍDIO REGIONAL DE PELOTAS 1 Mateus João MARQUES 2 Marcus SPOHR 3 Margareth MICHEL 4 Resumo: A reportagem mostra a realidade dentro de uma das maiores casas prisionais

Leia mais

TV UNIVERSITÁRIA: TELEJORNALISMO ALTERNATIVO

TV UNIVERSITÁRIA: TELEJORNALISMO ALTERNATIVO TV UNIVERSITÁRIA: TELEJORNALISMO ALTERNATIVO Fabiana Piccinin 1 Esse artigo faz uma crítica ao modelo de telejornalismo adotado pelas Tvs comerciais brasileiras, apresentando uma nova proposta de jornalismo

Leia mais

CARACTERÍSTICAS DA MÍDIA Profa. Marli Hatje Educação Física e as Novas TICs CEFD/UFSM

CARACTERÍSTICAS DA MÍDIA Profa. Marli Hatje Educação Física e as Novas TICs CEFD/UFSM CARACTERÍSTICAS DA MÍDIA Profa. Marli Hatje Educação Física e as Novas TICs CEFD/UFSM Jornal Revista Televisão Rádio Internet - Relata o que já passou e o que vai acontecer; -Credibilidade; - Cobertura

Leia mais

TV Analógica e TV Digital: como conviver com os dois formatos?

TV Analógica e TV Digital: como conviver com os dois formatos? 1 TV Analógica e TV Digital: como conviver com os dois formatos? Willians Cerozzi Balan Setembro/2009 Autores, pesquisadores e profissionais da área de produção em televisão reconhecem que a imagem exerce

Leia mais

Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público. Alexia Melo. Clebin Quirino. Michel Brasil. Gracielle Fonseca. Rafaela Lima.

Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público. Alexia Melo. Clebin Quirino. Michel Brasil. Gracielle Fonseca. Rafaela Lima. Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público Alexia Melo Clebin Quirino Michel Brasil Gracielle Fonseca Rafaela Lima Satiro Saone O projeto Rede Jovem de Cidadania é uma iniciativa da Associação

Leia mais

UMC Repórter: Prestação de Serviços Em Prol do Bairro Ponte Grande 1

UMC Repórter: Prestação de Serviços Em Prol do Bairro Ponte Grande 1 UMC Repórter: Prestação de Serviços Em Prol do Bairro Ponte Grande 1 Rogério NASCIMENTO 2 Caio ROCHA 3 Josuel SILVA 4 Júlia FIGUEIREDO 5 Marina ALENCAR 6 Hércules MOREIRA 7 Universidade de Mogi das Cruzes,

Leia mais

BLOCO CIDADANIA: UMA PROPOSTA TELEVISIVA EM DEBATE

BLOCO CIDADANIA: UMA PROPOSTA TELEVISIVA EM DEBATE 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( X ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

A elite dos jornalistas brasileiros: Representatividade e legitimidade dentro do grupo profissional

A elite dos jornalistas brasileiros: Representatividade e legitimidade dentro do grupo profissional A elite dos jornalistas brasileiros: Representatividade e legitimidade dentro do grupo profissional Fábio Henrique Pereira Índice 1 Montagem e veiculação da enquete........... 3 2 Uma elite fragmentada.................

Leia mais

Iluska Coutinho 1. Lumina - Juiz de Fora - Facom/UFJF - vol. 9, n.1/2, p. 1-9 - jan/dez 2006 ISSN 1516-0785

Iluska Coutinho 1. Lumina - Juiz de Fora - Facom/UFJF - vol. 9, n.1/2, p. 1-9 - jan/dez 2006 ISSN 1516-0785 Telejornais e identidade política a cobertura do julgamento de José Rainha em emissoras capixabas e os espaços para as dimensões da crítica e da cidadania Iluska Coutinho 1 Resumo: Análise da questão editorial

Leia mais

Uma ferramenta de comunicação é um meio, uma forma de transmitir uma informação, pensamento, ideia, opinião.

Uma ferramenta de comunicação é um meio, uma forma de transmitir uma informação, pensamento, ideia, opinião. Uma ferramenta de comunicação é um meio, uma forma de transmitir uma informação, pensamento, ideia, opinião. Uma forma oral? Uma forma sonora? ou Uma forma visual/escrita?? Off-line: Revistas; Panfletos;

Leia mais

Comunicação social Jornalismo, Relações Públicas, Assessoria e Comunicação de Marketing.

Comunicação social Jornalismo, Relações Públicas, Assessoria e Comunicação de Marketing. Comunicação social Comunicação social A Comunicação Social é um campo de conhecimento académico que estuda a comunicação humana e as questões que envolvem a interação entre os sujeitos em sociedade. Os

Leia mais

Radionovela para e com deficientes visuais 1

Radionovela para e com deficientes visuais 1 Radionovela para e com deficientes visuais 1 Gabriela Rodrigues Pereira CAPPELLINI 2 Raquel PELLEGRINI 3 Christian GODOI 4 Centro Universitário do Monte Serrat, Santos, SP RESUMO Narrar histórias a deficientes

Leia mais

b) vantagens e desvantagens para o usuário que acessa Internet grátis comparadas aos serviços oferecidos pelos provedores pagos.

b) vantagens e desvantagens para o usuário que acessa Internet grátis comparadas aos serviços oferecidos pelos provedores pagos. Questão nº 1 I. Seleção de dados relevantes para o assunto em pauta, comparação, hierarquização. Devem aparecer nos textos: a) a Internet grátis desafia os provedores estabelecidos. Ressaltar as posições

Leia mais

São 30 as categorias do Prêmio Abril de Jornalismo 2015

São 30 as categorias do Prêmio Abril de Jornalismo 2015 REGULAMENTO I - AS CATEGORIAS São 30 as categorias do Prêmio Abril de Jornalismo 11 de Matéria Completa 3 de Texto 4 de Arte 4 de Fotografia 5 Digitais 2 Especiais Prêmio Roberto Civita Prêmio Matéria

Leia mais

Anexo I Ementário das Modalidades conforme Categorias DA EXPOCOM

Anexo I Ementário das Modalidades conforme Categorias DA EXPOCOM Anexo I Ementário das Modalidades conforme Categorias DA EXPOCOM JORNALISMO JO 01 Agência Jr. de Jornalismo (conjunto/ série) Modalidade voltada a agências de jornalismo experimentais, criadas, desenvolvidas

Leia mais

O Telejornalismo no Brasil na Atualidade: Em Busca do Telespectador 1. Aline Silva Corrêa MAIA 2 Universidade Federal de Juiz de Fora, MG

O Telejornalismo no Brasil na Atualidade: Em Busca do Telespectador 1. Aline Silva Corrêa MAIA 2 Universidade Federal de Juiz de Fora, MG O Telejornalismo no Brasil na Atualidade: Em Busca do Telespectador 1 Aline Silva Corrêa MAIA 2 Universidade Federal de Juiz de Fora, MG RESUMO Neste artigo, traçamos um breve histórico do telejornalismo

Leia mais

Papiro: jornal-laboratório da Faculdade 7 de Setembro 1. Sammia SANTOS 2 Alessandra MARQUES 3 Faculdade 7 de Setembro, Fortaleza, CE

Papiro: jornal-laboratório da Faculdade 7 de Setembro 1. Sammia SANTOS 2 Alessandra MARQUES 3 Faculdade 7 de Setembro, Fortaleza, CE Papiro: jornal-laboratório da Faculdade 7 de Setembro 1 Sammia SANTOS 2 Alessandra MARQUES 3 Faculdade 7 de Setembro, Fortaleza, CE RESUMO O presente trabalho apresenta a experiência de produção laboratorial

Leia mais

Universidade. Estácio de Sá. Comunicação

Universidade. Estácio de Sá. Comunicação Universidade Estácio de Sá Comunicação A Estácio Hoje reconhecida como a maior instituição particular de ensino superior do país, a Universidade Estácio de Sá iniciou suas atividades em 1970, como Faculdades

Leia mais

Práticas Laboratoriais de uma Rede de Comunicação Acadêmica Rede Teia de Jornalismo

Práticas Laboratoriais de uma Rede de Comunicação Acadêmica Rede Teia de Jornalismo Práticas Laboratoriais de uma Rede de Comunicação Acadêmica Rede Teia de Jornalismo Autores: Maria Zaclis Veiga e Élson Faxina Docentes do Centro Universitário Positivo UnicenP Resumo: A Rede Teia de Jornalismo

Leia mais

DIGITAL. Ed. outubro de 2010 Wagner Moura Fotografada por Daniel Klajmic Para Rolling Stone Brasil

DIGITAL. Ed. outubro de 2010 Wagner Moura Fotografada por Daniel Klajmic Para Rolling Stone Brasil DIGITAL 2014 Ed. outubro de 2010 Wagner Moura Fotografada por Daniel Klajmic Para Rolling Stone Brasil 1 rollingstone.com.br Com a média de 4 milhões de páginas acessadas mensalmente, o site apresenta,

Leia mais

TV VE - uma experiência em webjornalismo participativo na produção de conteúdo audiovisual sob a ótica da comunidade da Vila Embratel 1

TV VE - uma experiência em webjornalismo participativo na produção de conteúdo audiovisual sob a ótica da comunidade da Vila Embratel 1 I Jornada de Pesquisa e Extensão Trabalhos Científicos TV VE - uma experiência em webjornalismo participativo na produção de conteúdo audiovisual sob a ótica da comunidade da Vila Embratel 1 Márcio Carneiro

Leia mais

o melhor da noite já está no ar...

o melhor da noite já está no ar... PROGRAMA O PROGRAMA O Programa Click Noite é veiculado diariamente há 11 anos, acompanhando os principais eventos e acontecimentos de São Paulo. Há alguns anos iniciou a cobertura em outros estados e também

Leia mais

Elaboração de pauta para telejornal

Elaboração de pauta para telejornal Elaboração de pauta para telejornal Pauta é a orientação transmitida aos repórteres pelo pauteiro, profissional responsável por pensar de que forma a matéria será abordada no telejornal. No telejornalismo,

Leia mais

1. O feminino e a publicidade: em busca de sentido

1. O feminino e a publicidade: em busca de sentido 1. O feminino e a publicidade: em busca de sentido No estudo da Comunicação, a publicidade deve figurar como um dos campos de maior interesse para pesquisadores e críticos das Ciências Sociais e Humanas.

Leia mais

O MODELO DA TELEVISÃO BRASILEIRA NA CONCEPÇÃO DE VIDEOAULAS: UMA EXPERIÊNCIA INOVADORA DO IFSC NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA.

O MODELO DA TELEVISÃO BRASILEIRA NA CONCEPÇÃO DE VIDEOAULAS: UMA EXPERIÊNCIA INOVADORA DO IFSC NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA. O MODELO DA TELEVISÃO BRASILEIRA NA CONCEPÇÃO DE VIDEOAULAS: UMA EXPERIÊNCIA INOVADORA DO IFSC NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA. Autor: Paulo Vitor Tavares, Ms. Palavras-chave: EAD, Televisão, Videoaula, IFSC.

Leia mais

Crack: o drama de uma escolha 1. Isadora Nicastro Schwanke JULIÃO 2 Ana Paula MIRA 3 Universidade Positivo, PR

Crack: o drama de uma escolha 1. Isadora Nicastro Schwanke JULIÃO 2 Ana Paula MIRA 3 Universidade Positivo, PR Crack: o drama de uma escolha 1 Isadora Nicastro Schwanke JULIÃO 2 Ana Paula MIRA 3 Universidade Positivo, PR RESUMO Esse trabalho se propõe a explicar o processo de produção da reportagem Crack: o drama

Leia mais

Assessoria de imprensa Conquista de espaço editorial Publicações Informação direta ao seu público Comunicação interna Muito além do jornalzinho

Assessoria de imprensa Conquista de espaço editorial Publicações Informação direta ao seu público Comunicação interna Muito além do jornalzinho # Tantas # Edição 01 # Ano 01 Assessoria de imprensa Conquista de espaço editorial Publicações Informação direta ao seu público Comunicação interna Muito além do jornalzinho Editorial Missão e Valores

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA TÍTULO: CINEMA E PUBLICIDADE: RELAÇÕES INTERTEXTUAIS E MERCADOLÓGICAS. CURSO: Programa de Mestrado em Comunicação

PROJETO DE PESQUISA TÍTULO: CINEMA E PUBLICIDADE: RELAÇÕES INTERTEXTUAIS E MERCADOLÓGICAS. CURSO: Programa de Mestrado em Comunicação PROJETO DE PESQUISA TÍTULO: CINEMA E PUBLICIDADE: RELAÇÕES INTERTEXTUAIS E MERCADOLÓGICAS CURSO: Programa de Mestrado em Comunicação LINHA DE PESQUISA: Inovações na Linguagem e na Cultura Midiática PROFESSOR

Leia mais

Comunicação Solidária: um programa de rádio sobre a área social 1

Comunicação Solidária: um programa de rádio sobre a área social 1 Comunicação Solidária: um programa de rádio sobre a área social 1 Bruna Robassa 2 Lamartine Testa 3 Diana Prestes 4 Renata Orsato 5 Anna Carolina Cidade Neiva 6 Jakeline Piantandossi 7 Mônica Kaseker 8

Leia mais

Pronac Nº 1111032 Você em Cenna é um concurso cultural que irá eleger atores e atrizes amadores de todo o país, que enviarão vídeos de suas performances para votação popular e de júri especializado. Os

Leia mais

COLEÇÃO IMAGÉTICA: FOTOGRAFIA, EXTENSÃO, ENSINO E PESQUISA NO PROJETO FOCA FOTO. PALAVRAS-CHAVE Fotografia. Coleção fotográfica. Lapa. Extensão.

COLEÇÃO IMAGÉTICA: FOTOGRAFIA, EXTENSÃO, ENSINO E PESQUISA NO PROJETO FOCA FOTO. PALAVRAS-CHAVE Fotografia. Coleção fotográfica. Lapa. Extensão. 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( X ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

MEDIA KIT. http://boxdeseries.com.br contato@boxdeseries.com.br @boxdeseries

MEDIA KIT. http://boxdeseries.com.br contato@boxdeseries.com.br @boxdeseries MEDIA KIT http://boxdeseries.com.br contato@boxdeseries.com.br @boxdeseries 2 CONTEÚDO BREVE HISTÓRICO...03 MINICURRÍCULO DA EQUIPE...04 SOBRE O SITE...05 EDITORIAS...06 SOBRE O PODCAST...06 ESTATÍSTICAS

Leia mais

A OFERTA DE CONTEÚDO MULTIPLATAFORMA NA TELEVISÃO ABERTA BRASILEIRA ENTRE OS ANOS DE 2005 E 2011

A OFERTA DE CONTEÚDO MULTIPLATAFORMA NA TELEVISÃO ABERTA BRASILEIRA ENTRE OS ANOS DE 2005 E 2011 Ciências Humanas e Sociais Comunicação A OFERTA DE CONTEÚDO MULTIPLATAFORMA NA TELEVISÃO ABERTA BRASILEIRA ENTRE OS ANOS DE 2005 E 2011 Ingo A.F. von Ledebur 1 Thiago H. Ruotolo da Silva 2 Gabriela Rufino

Leia mais

FACULDADE DE ARTES DO PARANÁ CURSO DE BACHARELADO EM CINEMA E VÍDEO Ano Acadêmico de 2008 MATRIZ CURRICULAR

FACULDADE DE ARTES DO PARANÁ CURSO DE BACHARELADO EM CINEMA E VÍDEO Ano Acadêmico de 2008 MATRIZ CURRICULAR MATRIZ CURRICULAR Carga Horária Semestral por Disciplina Disciplinas 1º semestre 2º semestre 3º semestre 4º semestre 5º semestre 6º semestre 7º semestre 8º semestre Total Obrigatórias Optativas Fundamentos

Leia mais

Telejornalismo e Educação para a Cidadania: uma experiência de Educomunicação

Telejornalismo e Educação para a Cidadania: uma experiência de Educomunicação Telejornalismo e Educação para a Cidadania: uma experiência de Educomunicação Educomunicação Comunicação-Educação Uma área emergente Pesquisa na linha do NCE/ECA/USP As pesquisas do NCE/ECA/USP buscam

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL

ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL ORIENTAÇÕES PARA OS GRUPOS QUE ESTÃO PRODUZINDO UMA: REPORTAGEM Tipos de Textos Características

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE COMUNICAÇÃO SOCIAL Disciplina: Internet na Publicidade/Noite Profª: Silvana Sandini

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE COMUNICAÇÃO SOCIAL Disciplina: Internet na Publicidade/Noite Profª: Silvana Sandini PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE COMUNICAÇÃO SOCIAL Disciplina: Internet na Publicidade/Noite Profª: Silvana Sandini ALEXANDRA HOHENBERGER PLANEJAMENTO SITE INSTITUCIONAL

Leia mais

Joaozinho, o repórter 1. Fábio Willard de OLIVEIRA 2 Tárcio ARAUJO 3 Moises Henrique Cavalcante de ALBUQUERUQUE 4

Joaozinho, o repórter 1. Fábio Willard de OLIVEIRA 2 Tárcio ARAUJO 3 Moises Henrique Cavalcante de ALBUQUERUQUE 4 Joaozinho, o repórter 1 Fábio Willard de OLIVEIRA 2 Tárcio ARAUJO 3 Moises Henrique Cavalcante de ALBUQUERUQUE 4 Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, Mossoró, RN. RESUMO O documentário Joãozinho,

Leia mais

PRÊMIO OAB-GO DE JORNALISMO EDITAL

PRÊMIO OAB-GO DE JORNALISMO EDITAL PRÊMIO OAB-GO DE JORNALISMO EDITAL 1. DOS OBJETIVOS DO PRÊMIO O Prêmio OAB-GO de Jornalismo é um concurso jornalístico instituído pela Seção de Goiás da Ordem dos Advogados do Brasil para premiar matérias

Leia mais

A ERA DO RÁDIO MEMÓRIA E HISTÓRIA Lia Calabre doutora em História Pesquisadora da Fundação Casa de Rui Barbosa

A ERA DO RÁDIO MEMÓRIA E HISTÓRIA Lia Calabre doutora em História Pesquisadora da Fundação Casa de Rui Barbosa A ERA DO RÁDIO MEMÓRIA E HISTÓRIA Lia Calabre doutora em História Pesquisadora da Fundação Casa de Rui Barbosa Nas décadas de 1940 e 1950, as transmissões radiofônicas brasileiras ganharam alcance internacional.

Leia mais

Artistas de rua em Macapá-AP 1

Artistas de rua em Macapá-AP 1 Artistas de rua em Macapá-AP 1 André Felipe Cantuária dos SANTOS 2 Eliana da Silva LOPES 3 Isabel Regina AUGUSTO 4 Universidade Federal do Amapá, Macapá, AP RESUMO Reportagem Especial produzida por alunos

Leia mais

XI Reunião da RedPOP TRABALHO MODALIDADE ORAL ÁREA: JORNALISMO CIENTÍFICO DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA E TV UNIVERSITÁRIA: EXPERIÊNCIAS DA TV UNICAMP

XI Reunião da RedPOP TRABALHO MODALIDADE ORAL ÁREA: JORNALISMO CIENTÍFICO DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA E TV UNIVERSITÁRIA: EXPERIÊNCIAS DA TV UNICAMP XI Reunião da RedPOP TRABALHO MODALIDADE ORAL ÁREA: JORNALISMO CIENTÍFICO DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA E TV UNIVERSITÁRIA: EXPERIÊNCIAS DA TV UNICAMP MORETTI, Luiza H. A.B. mestranda em Divulgação Científica

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Decanato Acadêmico

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Decanato Acadêmico Unidade Universitária: 042 CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS Curso: 42501 Jornalismo Disciplina: Jornalismo Audiovisual Núcleo Temático: Formação profissional Aplicação processual Prática laboratorial Código

Leia mais

Universidade Federal de Juiz de Fora Faculdade de Comunicação - FACOM EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE JORNALISMO. Disciplinas Obrigatórias

Universidade Federal de Juiz de Fora Faculdade de Comunicação - FACOM EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE JORNALISMO. Disciplinas Obrigatórias EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE JORNALISMO Disciplinas Obrigatórias Departamento de Comunicação e Artes 1) Teoria da Comunicação I: 1. Comunicação: conceito, objeto e objetivo. 2. Ciências da Informação.

Leia mais

17º FESTIVAL BRASILEIRO DE CINEMA UNIVERSITÁRIO. 06.08 a 12.08 Rio de Janeiro 13.08 a 19.08 São Paulo

17º FESTIVAL BRASILEIRO DE CINEMA UNIVERSITÁRIO. 06.08 a 12.08 Rio de Janeiro 13.08 a 19.08 São Paulo 17º FESTIVAL BRASILEIRO DE CINEMA UNIVERSITÁRIO 06.08 a 12.08 Rio de Janeiro 13.08 a 19.08 São Paulo APRESENTAÇÃO O 17º Festival Brasileiro de Cinema Universitário acontecerá de 6 a 12 de agosto de 2012,

Leia mais

A estratégia das entradas ao vivo como recurso de realidade nos telejornais: o caso do Bom Dia RN 1

A estratégia das entradas ao vivo como recurso de realidade nos telejornais: o caso do Bom Dia RN 1 A estratégia das entradas ao vivo como recurso de realidade nos telejornais: o caso do Bom Dia RN 1 Ranniery Fonseca de SOUSA 2 Kenia Beatriz Ferreira MAIA 3 Universidade Federal do Rio Grande do Norte,

Leia mais

JORNALISMO CULTURAL ONLINE: EXPERIÊNCIAS DE COBERTURA JORNALÍSTICA DO SITE CULTURA PLURAL

JORNALISMO CULTURAL ONLINE: EXPERIÊNCIAS DE COBERTURA JORNALÍSTICA DO SITE CULTURA PLURAL 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( x ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA JORNALISMO

Leia mais

Panorama da Pesquisa Científica em Telejornalismo: os congressos como espaço de difusão e consolidação do campo 1

Panorama da Pesquisa Científica em Telejornalismo: os congressos como espaço de difusão e consolidação do campo 1 Panorama da Pesquisa Científica em Telejornalismo: os congressos como espaço de difusão e consolidação do campo 1 Edna de Mello SILVA 2 Universidade Federal do Tocantins, Palmas, TO Resumo A proposta do

Leia mais

Ementa das disciplinas optativas 2011.1 (em ordem alfabética independente do curso e do turno)

Ementa das disciplinas optativas 2011.1 (em ordem alfabética independente do curso e do turno) Ementa das disciplinas optativas 2011.1 (em ordem alfabética independente do curso e do turno) Disciplina Ementa Pré- requisito C.H. Curso Assessoria de Comunicação Conhecimento geral, reflexão e prática

Leia mais

As inscrições encontram-se abertas no período de 29 a 31 de agosto do corrente ano.

As inscrições encontram-se abertas no período de 29 a 31 de agosto do corrente ano. PROCESSO DE INSCRIÇÁO DOS ALUNOS DE JORNALISMO PARA O TRABALHO INTERDISCIPLINAR EDITAL As Faculdades Integradas Barros Melo tornam público aos alunos matriculados no Curso de Jornalismo, que estarão abertas

Leia mais

PROGRAMA DE RÁDIO NA WEB ANTENA COMUNITÁRIA : ANÁLISE E PROPOSTA DE FORMATO JORNALÍSTICO NO PORTAL COMUNITÁRIO

PROGRAMA DE RÁDIO NA WEB ANTENA COMUNITÁRIA : ANÁLISE E PROPOSTA DE FORMATO JORNALÍSTICO NO PORTAL COMUNITÁRIO 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( x ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA PROGRAMA DE RÁDIO NA WEB ANTENA

Leia mais

A Cultura Popular Representada no Repórter Brasil 1. Allana MEIRELLES Vieira 2 Caio Cardoso de QUEIROZ 3 Iluska Maria da Silva COUTINHO 4

A Cultura Popular Representada no Repórter Brasil 1. Allana MEIRELLES Vieira 2 Caio Cardoso de QUEIROZ 3 Iluska Maria da Silva COUTINHO 4 A Cultura Popular Representada no Repórter Brasil 1 Allana MEIRELLES Vieira 2 Caio Cardoso de QUEIROZ 3 Iluska Maria da Silva COUTINHO 4 Resumo Este artigo tem como objetivo avaliar a relação entre cultura

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE COMUNICAÇÃO, TURISMO E ARTES Coordenação de Jornalismo

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE COMUNICAÇÃO, TURISMO E ARTES Coordenação de Jornalismo UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE COMUNICAÇÃO, TURISMO E ARTES Coordenação de Jornalismo REGIMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM JORNALISMO Capítulo I Da concepção de estágio O Estágio visa oportunizar

Leia mais

O PROGRAMA. Colunistas fixos irão falar sobre moda, gastronomia, tecnologia, cinema e estilo.

O PROGRAMA. Colunistas fixos irão falar sobre moda, gastronomia, tecnologia, cinema e estilo. O PROGRAMA Claquete, sua revista eletrônica de entretenimento. Claquete: Sua revista eletrônica de entretenimento. Com seu bom humor e curiosidade característicos, Otávio Mesquita apresenta os bastidores

Leia mais

Apresentação da FAMA

Apresentação da FAMA Pós-Graduação Lato Sensu CURSO DE ESPECIIALIIZAÇÃO 444 horras/aulla 1 Apresentação da FAMA A FAMA nasceu como conseqüência do espírito inovador e criador que há mais de 5 anos aflorou numa família de empreendedores

Leia mais

A voz do público nas redes sociais: como se dá a interação e participação através da página do Repórter Brasil no Facebook

A voz do público nas redes sociais: como se dá a interação e participação através da página do Repórter Brasil no Facebook A voz do público nas redes sociais: como se dá a interação e participação através da página do Repórter Brasil no Facebook Roberta BRAGA 1 Allana MEIRELLES 2 Iluska COUTINHO 3 Resumo: Este trabalho faz

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS Cultura Brasileira 1º PERÍODO O fenômeno cultural. Cultura(s) no Brasil. Cultura regional e

Leia mais

cidade, envolvemos os cidadãos nas questões que afetam a vida de todos nós. Incentivamos a não

cidade, envolvemos os cidadãos nas questões que afetam a vida de todos nós. Incentivamos a não Eu pratico, e você? APRESENTAÇÃO Desde 2009, a RÁDIO ITATIAIA realiza, em parceria com empresas, um importante convite à sociedade mineira. Mais do que um projeto, o PRATIQUE GENTILEZA é uma convocação

Leia mais

TEXTO LIVRE. Votacão do Marco Civil da Internet: cobertura monossilábica do telejornalismo e profusão de teorias nas redes sociais digitais

TEXTO LIVRE. Votacão do Marco Civil da Internet: cobertura monossilábica do telejornalismo e profusão de teorias nas redes sociais digitais TEXTO LIVRE Votacão do Marco Civil da Internet: cobertura monossilábica do telejornalismo e profusão de teorias nas redes sociais digitais Daniele Cristine Rodrigues 1 Assistir à televisão e, ao mesmo

Leia mais

COBERTURA DO AFUNDAMENTO DA P-36: UMA NOVELA EXIBIDA VIA JORNAL NACIONAL. Iluska Coutinho Umesp/Faesa

COBERTURA DO AFUNDAMENTO DA P-36: UMA NOVELA EXIBIDA VIA JORNAL NACIONAL. Iluska Coutinho Umesp/Faesa COBERTURA DO AFUNDAMENTO DA P-36: UMA NOVELA EXIBIDA VIA JORNAL NACIONAL Iluska Coutinho Umesp/Faesa Resumo: Esse trabalho trata da existência de uma aproximação entre a forma de contar uma história no

Leia mais

GRADUAÇÃO EM COMUNICAÇÃO SOCIAL - HABILITAÇÃO JORNALISMO

GRADUAÇÃO EM COMUNICAÇÃO SOCIAL - HABILITAÇÃO JORNALISMO 1 GRADUAÇÃO EM COMUNICAÇÃO SOCIAL - HABILITAÇÃO JORNALISMO ESTRUTURA CURRICULAR O curso de Comunicação Social - habilitação Jornalismo será ofertado, preferencialmente, no turno matutino, terá a duração

Leia mais

De Ponto a Ponto: a experiência de um roteiro vivo 1

De Ponto a Ponto: a experiência de um roteiro vivo 1 De Ponto a Ponto: a experiência de um roteiro vivo 1 Aline Guerra SANTOS 2 Vanessa Matos dos SANTOS 3 Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, MG RESUMO O roteiro do programa De ponto a ponto tem

Leia mais

Guerra dos Mundos em São Luís 1

Guerra dos Mundos em São Luís 1 Guerra dos Mundos em São Luís 1 Ana Paula Silva de SOUSA 2 Dara de Sousa SANTOS 3 Silvanir Fernandes da SIVA 4 Polyana AMORIM 5 Universidade Federal do Maranhão, MA RESUMO O documentário Guerra dos Mundos

Leia mais

GOOD NEWS PATROCÍNIO SÓ BOAS NOTÍCIAS PARA QUEM SE PREOCUPA COM O PLANETA. NOVEMBRO DE 2012 REDETV! www.redetv.com.br. www.redetv.com.

GOOD NEWS PATROCÍNIO SÓ BOAS NOTÍCIAS PARA QUEM SE PREOCUPA COM O PLANETA. NOVEMBRO DE 2012 REDETV! www.redetv.com.br. www.redetv.com. GOOD NEWS PATROCÍNIO NOVEMBRO DE 2012 REDETV! www.redetv.com.br www.redetv.com.br/comercial DEPARTAMENTO DE MARKETING REDETV! DIVISÃO PLANEJAMENTO DE MARKETING PUBLICITÁRIO SÓ BOAS NOTÍCIAS PARA QUEM SE

Leia mais

PLANO DE PATROCÍNIO Vice ic -Presidê id ncia nc C ia o C mercial c ial - Out/11

PLANO DE PATROCÍNIO Vice ic -Presidê id ncia nc C ia o C mercial c ial - Out/11 PLANO DE PATROCÍNIO O programa que é uma lenda na televisão brasileira! Sábado às 23h00 Sob o comando de Marcos Mion e uma legião de talentos com backgrounds diferentes, o programa Legendários traz uma

Leia mais

Representação midiática: uma análise comparativa entre as participações da cantora Gaby Amarantos nos talk shows Agora é Tarde e The Noite 1

Representação midiática: uma análise comparativa entre as participações da cantora Gaby Amarantos nos talk shows Agora é Tarde e The Noite 1 Representação midiática: uma análise comparativa entre as participações da cantora Gaby Amarantos nos talk shows Agora é Tarde e The Noite 1 Thaís Barbosa de MEDEIROS 2 Denise Figueiredo Barros de PRADO

Leia mais

EMENTÁRIO DO CURO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA

EMENTÁRIO DO CURO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA EMENTÁRIO DO CURO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA LET 02630 LÍNGUA PORTUGUESA Noções gerais da língua portuguesa. Leitura e produção de diferentes tipos de textos, em especial os relativos à comunicação de

Leia mais

Jornal Unemat Da prática à informação 1

Jornal Unemat Da prática à informação 1 Jornal Unemat Da prática à informação 1 Réulliner da Silva Rodrigues 2 Eduardo Mathias Medeiros 3 Iuri Barbosa Gomes 4 Universidade do Estado de Mato Grosso, Alto Araguaia, MT RESUMO Na produção e domínio

Leia mais

MEDIA TRAINING. Manual para TREINAMENTO

MEDIA TRAINING. Manual para TREINAMENTO MEDIA TRAINING Manual para TREINAMENTO Parabéns! Você foi escolhido por sua empresa para seu porta-voz oficial. Ser um porta-voz é uma grande responsabilidade, pois todas as vezes em que a empresa tiver

Leia mais

Jornalismo esportivo na televisão pública: uma análise sobre a cobertura do Repórter Brasil Noite-TV Brasil 1

Jornalismo esportivo na televisão pública: uma análise sobre a cobertura do Repórter Brasil Noite-TV Brasil 1 Jornalismo esportivo na televisão pública: uma análise sobre a cobertura do Repórter Brasil Noite-TV Brasil 1 Resumo Gustavo Teixeira 2 Iluska Coutinho 3 Universidade Federal de Juiz de Fora Esse artigo

Leia mais

JORNAL DA UFU: UMA EXPERIÊNCIA EM TELEJORNALISMO 1

JORNAL DA UFU: UMA EXPERIÊNCIA EM TELEJORNALISMO 1 JORNAL DA UFU: UMA EXPERIÊNCIA EM TELEJORNALISMO 1 Francine Naves de MEDEIROS 2 Guilherme Fragoso PRADO 3 Leonardo França HAMAWAKI 4 Marina Colli OLIVEIRA 5 Rinaldo Augusto MORAIS 6 Victor Pereira ALBERGARIA

Leia mais

VOLKSWAGEN - VAREJO JORNAL DA BAND

VOLKSWAGEN - VAREJO JORNAL DA BAND VOLKSWAGEN - VAREJO JORNAL DA BAND BAND.COM.BR O BAND.com.br é o endereço da melhor informação na web, com acesso direto ao conteúdo de 4 canais de televisão, 14 emissoras de rádio e 2 jornais impressos.

Leia mais

O telejornalismo na TV digital e os novos modos de participação do público 1

O telejornalismo na TV digital e os novos modos de participação do público 1 O telejornalismo na TV digital e os novos modos de participação do público 1 SCORALICK, Kelly (doutoranda) 2 UFRJ/Rio de Janeiro Resumo: O estudo aponta transformações no telejornalismo a partir da implantação

Leia mais

1. Apresentação. 2. Tema. 3. Objetivos. 4. Categorias. 5. Requisitos de participação e habilitação

1. Apresentação. 2. Tema. 3. Objetivos. 4. Categorias. 5. Requisitos de participação e habilitação 1. Apresentação Por reconhecer a função social da mídia e sua importante ação como formadora de opinião e difusora de informações, o Ministério Público do Estado de Acre (MPAC), realiza, em 2014, a 5ª

Leia mais

O Monte Mochuara (Moxuara)

O Monte Mochuara (Moxuara) O Pássaro de Fogo Um amor proibido entre dois jovens índios, ambos transformados em pedra: ele, o Monte Mestre Alvaro. Ela, o Monte Moxuara. Ainda hoje, com a ajuda de uma ave mensageira, trocam presentes

Leia mais

O Trabalho infantil na Amazônia 1. Mayra LEAL 2 Jessé Santa BRÍGIDA 3 Célia Trindade AMORIM 4 Universidade Federal do Pará, Belém, PA

O Trabalho infantil na Amazônia 1. Mayra LEAL 2 Jessé Santa BRÍGIDA 3 Célia Trindade AMORIM 4 Universidade Federal do Pará, Belém, PA O Trabalho infantil na Amazônia 1 Mayra LEAL 2 Jessé Santa BRÍGIDA 3 Célia Trindade AMORIM 4 Universidade Federal do Pará, Belém, PA RESUMO O Trabalho infantil no Brasil e, em especial, na Amazônia é uma

Leia mais

DIVISÃO DE REGISTROS ACADÊMICOS Registros Acadêmicos da Graduação. Ementas por Currículo 17/06/2015 17:31. Centro de Ciências Humanas e da Comunicação

DIVISÃO DE REGISTROS ACADÊMICOS Registros Acadêmicos da Graduação. Ementas por Currículo 17/06/2015 17:31. Centro de Ciências Humanas e da Comunicação 7/6/5 7: Centro de Ciências Humanas e da Comunicação Curso: 85 Jornalismo (Matutino) Currículo: / COM..- Teorias da Comunicação I Ementa: Conceituação e objetivo da Comunicação Social. História da comunicação.

Leia mais

IMAGEM TÉCNICA, PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE E PESQUISA EM CIÊNCIAS HUMANAS: DESAFIOS METODOLÓGICOS

IMAGEM TÉCNICA, PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE E PESQUISA EM CIÊNCIAS HUMANAS: DESAFIOS METODOLÓGICOS IMAGEM TÉCNICA, PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE E PESQUISA EM CIÊNCIAS HUMANAS: DESAFIOS METODOLÓGICOS Aluno: Lucas Boscacci Pereira Lima da Silva Orientadora: Solange Jobim e Souza Introdução Câmera como Instrumento

Leia mais

RESUMO. PALAVRAS CHAVE: jornalismo audiovisual, mobilidade, cobertura de eventos. 1. INTRODUÇÃO

RESUMO. PALAVRAS CHAVE: jornalismo audiovisual, mobilidade, cobertura de eventos. 1. INTRODUÇÃO Mobilidade e Cobertura de Eventos: O Lançamento da Nona Bienal do Mercosul Produzido Por Um Tablet 1. Rafael SILVA 2 Natalia Silveira RECH 3 Paula PUHL 4 RESUMO O objetivo deste artigo é destacar o jornalismo

Leia mais

Jornal na sala de aula

Jornal na sala de aula Professora Orientadora: Silvânia Maria da Silva Amorim Cruz Titulação: Pós-graduada em Língua Portuguesa Instituição: Escola Estadual Cônego Olímpio Torres Tuparetama/PE E-mail: silvania26@bol.com.br Jornal

Leia mais