O MERCHANDISING SOCIAL NA TELENOVELA MALHAÇÃO: estratégias sócio-educativas para adolescentes

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O MERCHANDISING SOCIAL NA TELENOVELA MALHAÇÃO: estratégias sócio-educativas para adolescentes"

Transcrição

1 O MERCHANDISING SOCIAL NA TELENOVELA MALHAÇÃO: estratégias sócio-educativas para adolescentes COUTINHO, Lídia Miranda PPGE/UDESC QUARTIERO, Elisa Maria PPGE/UDESC Eixo: Educação, Comunicação e Tecnologias/nº 9 Agência Financiadora: PROMOP/UDESC Introdução Inúmeras pesquisas têm sido feitas abordando, separadamente, as três esferas que compõem a comunicação de massa: as emissoras de TV brasileiras (emissor), os discursos da programação televisiva (mensagem) 1 ou a recepção dessas mensagens (receptor) 2. Em nosso estudo buscamos analisar essas três esferas emissor/mensagem/receptor, por considerarmos que estruturam-se de forma imbricada e podem fornecer uma visão muito mais ampla e completa do processo comunicacional. Assim defende Certeau (2002), que o estudo das imagens da TV (representações) e do tempo passado diante do aparelho (comportamento) deve ser completado pelo estudo do que o consumidor cultural fabrica durante essas horas e a partir dessas imagens. O que trazem de conteúdo, por que trazem e que usos disso fazem os espectadores? Duarte (2004), afirma que para analisar produtos televisivos é necessário atentar às diferentes linguagens responsáveis pela sua expressão e à forma como elas se articulam, e conferir igual espaço e importância às instâncias de produção e recepção, pois esses elementos mantêm entre si relações de interdependência, o que dificulta o isolamento de qualquer um deles para fins de análise (p. 21). Neste trabalho discutimos alguns aspectos da pesquisa que estamos realizando, em nível de mestrado, sobre a política do merchandising social da Rede Globo a partir de uma ação de merchandising social na telenovela Malhação 3, dirigida ao público jovem e veiculada de segunda à sexta-feira às 17:30. Nossa intenção é relacioná-la aos demais conteúdos da trama, explícitos e implícitos, e aos discursos de jovens que 1 NOVAES 2001; BUCCI, BRITTOS, 2001; LEAL, Malhação está hoje classificada pela Rede Globo no gênero Série, mas, devido à similaridade estética e narrativa com as telenovelas assim a designaremos neste artigo.

2 recebem e ressignificam essas mensagens. Explicitamos e polemizamos o conceito de merchandising social e sua inserção na referida telenovela. A cultura de massa é a forma atual com que a cultura se organiza dentro do capitalismo e como tal segue pressupostos de homogeneização, efemeridade e consumo. Mas, é importante estudar casos específicos para não cair em generalizações, fugir de preconceitos e combater estereótipos, tão recorrentes quando se trata da comunicação que visa o grande público. Há necessidade de analisar, pôr em debate a programação televisiva, levando em conta sua influência social e capacidade de fomentar discussões, em prol de uma visão crítica do conteúdo, necessária ao aprimoramento e à democratização da programação. Questionar o argumento de que o mercado permite a livre escolha também é fundamental, pois a oferta da programação televisiva restringe as possibilidades em torno de uma fórmula consagrada, com pouco espaço para a experimentação e a criatividade. Vassalo (2003) afirma que há uma recusa intelectual com relação ao estudo da telenovela, considerada pouco séria para a academia. Combater essa premissa é essencial por ser a telenovela um lugar privilegiado para a pesquisa dos conflitos e contradições que hoje dinamizam a cultura em nossa sociedade (p. 18). Segundo Motter (2000) a telenovela brasileira adicionou ao gênero melodrama a dimensão social e alto grau de verossimilhança, o que a torna um verdadeiro documento de época. Para a autora a telenovela brasileira possui caráter histórico, não enquanto história ciência, mas como uma forma de memória que registra, no curso do tempo, o processo de transformação da sociedade brasileira (p. 76). Essa memória seria, ao mesmo tempo, documental por seu caráter de registro físico e contexto histórico; individual porque remete às experiências de identificação e subjetividade relacionadas ao grupo de pertença; e coletiva devido à difusão de valores e saberes a um vasto público. O alcance dessas três esferas, não tão distintamente traçadas, vai muito além do simples espectador que despende seu tempo assistindo às tramas. A telenovela representa um centro de recuperação, reconstrução, produção, atualização, irradiação e manutenção de memória (p. 80). É, pois, essencial tratá-la como importante objeto de pesquisa social. Este gênero vem sofrendo constantes adaptações, em termos estéticos e narrativos, para atender necessidades mercadológicas e acompanhar mudanças na sociedade. Um exemplo, evidenciado na Rede Globo de Televisão, é o desenvolvimento e aplicação sistemática da técnica de merchandising social, que consiste em inserir nas tramas temas atuais, socialmente relevantes, explorados com freqüência e ênfase.

3 Alcoolismo, violência contra a mulher, consumo de drogas, são apresentados como dramas pessoais e morais a serem enfrentados pelas personagens por meio de condutas politicamente corretas, com o objetivo declarado de colocar esses temas em pauta e estender o debate para fora das telas. Marluce Dias, ex-superintendente da Rede Globo, definiu merchandising social como a inserção planejada - sistemática e com propósitos definidos - de mensagens sociais e educativas nas tramas e enredos das produções de teledramaturgia 4. O merchandising social desponta como uma política editorial da Rede Globo. Surge então a necessidade de investigar sua condução e recepção. 1. Metodologia A produção, emissão e recepção das telenovelas precisam ser analisadas de forma ampla e sob a luz de diferentes teorias sociais e comunicacionais. Para tanto, esta pesquisa utiliza os preceitos da análise de conteúdos imagéticos (semiótica) e os estudos de recepção. O estudo dos conteúdos dos textos (orais, imagéticos, sonoros) do merchandising social veiculado em Malhação, tem como parâmetro o contexto histórico-social e as influências ideológicas e considera que as diferentes formas de textos são repletas de sentidos. Duarte (2004), afirma que a condição natural da obra televisiva é a complexidade e a hibridação e seu conteúdo articula diferentes linguagens sonoras e visuais. Para a autora a semiótica tem uma contribuição importantíssima a dar à análise das mídias, porque dispõe de aparatos teórico-metodológico coerentes, consistentes e rigorosos, que poderiam servir de instrumental seguro aos percursos a serem percorridos pelas pesquisas (p. 22). Mas, para tal, é necessário alargar a noção de texto, romper os limites precisos entre o que é interior ou exterior ao texto, visto que dessa processualidade fariam parte instâncias de produção e recepção, entornos e cenários de caráter social, cultural e ideológico (p. 24). Daí a necessidade de se incluir no estudo do texto midiático a instância da recepção, a partir dos pressupostos e bases metodológicas que sustentam a teoria latino-americana da recepção 5, e, assim, verificar de que forma os jovens recebem essas informações e como as ressignificam. Esses dois caminhos são fundamentais, de modo a inserir uma perspectiva empírica que inclua o consumidor como parte essencial no processo e que não 4 A citação foi retirada do documento Política para o Merchandising Social - Sistematização de Projeto, entregue aos autores das novelas da emissora em acesso em 20/07/2005 e 21/07/ MARTÍN-BARBERO, 2002b; OROZCO-GÓMEZ (Org.), 2002.

4 compartimente a comunicação em etapas fixas que isolam emissor, receptor e mensagem, como se vem fazendo em vários estudos (GOMES, 2001). Esta metodologia possibilita a contraposição dos conteúdos veiculados no programa às formas de recepção dos espectadores, a análise de suas convergências e divergências, de modo a indicar até que ponto esse tipo de ação sensibiliza ou mesmo influencia idéias e comportamentos. As ações de merchandising social de Malhação são pontuais, durando, em geral, poucas semanas. Isso permite a análise de uma ação por completo, do início ao fim, e ainda acompanhar, posteriormente, sua repercussão. Como o setting de Malhação não se estrutura principalmente no ambiente doméstico, como ocorre com as demais telenovelas, e sim na escola e entre os amigos, o espaço escolhido para o estudo de recepção foi a escola. A proposta, então, foi realizá-lo com uma amostra pequena, porém representativa, articulada em forma de discussão em grupo, em duas escolas, com alunos de classes sociais e contextos culturais distintos, visando comparar as diferenças de recepção. O parâmetro básico da classe social, ainda que no entender de alguns autores não seja mais capaz de abarcar todos os variados interesses e todas as variadas identidades das pessoas (HALL, 2003, p. 20), permanece como um dos mais diferenciadores e representativos para este tipo de estudo (LEAL, 2002). 2. A Rede Globo e o marketing social A Rede Globo de Televisão é a maior e mais influente rede de comunicação brasileira. Na década de 1980, firmou-se como uma grande produtora de conteúdo de alta qualidade técnica, tendo sido a primeira empresa de televisão brasileira a implementar um sistema de gestão de mercado e um departamento especializado em pesquisa e marketing 6, visando a ampliação e manutenção do mercado consumidor. Desde então, a emissora difunde uma imagem de empresa de comunicação moderna e de promotora da filantropia, da educação e da conservação do patrimônio cultural 7. Atualmente, desenvolve diversas ações, projetos e políticas sociais, dentre elas: Criança 6 Marketing é definido por Kotler (2003) como departamento de fabricação de clientes da empresa (p. 9) ou como dever de casa da organização para descobrir o que as pessoas precisam e o que a empresa deve oferecer (p. 10). 7 A Fundação Cultural Roberto Marinho, fundada em 1977, recebeu, em 1978, o primeiro prêmio concedido pela Associação Brasileira de Marketing pela criação do Telecurso 2 Grau (MATTELART, 1999). Ver também acesso em 08/11/2007.

5 Esperança, Amigos da Escola, Ação Global, Publicidade Social e Merchandising Social 8. O conceito de marketing social foi cunhado por Kotler (1993) na década de 70, que o estipulou a partir dos seguintes deveres: determinar as necessidades, desejos e interesses dos mercados-alvo, proporcionar a satisfação desejada de maneira mais eficiente que seus concorrentes e melhorar o bem-estar do consumidor e da sociedade (p. 7). O merchandising social, veiculado na telenovela Malhação, estruturase como uma técnica específica dentro do marketing social. Passado o primeiro momento de dificuldades e adaptação, a estratégia do merchandising social, segundo Shiavo 9 (2002), está legitimada nos principais círculos acadêmicos brasileiros como das mais poderosas ferramentas de pedagogia social. Mas, os estudos realizados sobre o tema exploram-no como prática de responsabilidade social empresarial e seguem o enfoque mercadológico e publicitário 10. É preciso olhá-lo com outra ótica: a da análise crítica dos conteúdos televisivos, sob a luz de diferentes teorias sociais e comunicacionais, considerando o contexto histórico-social, as influências ideológicas e relacionando-os aos demais conteúdos do programa. É o que nos propomos fazer neste artigo. Deve-se considerar, além do explícito e assumidamente intencional, as falas ocultas, definidas por Foucault (2005) como o jamais-dito ou a palavra muda, que trazem em si um discurso completo, que é preciso reconstruir de forma a estabelecer, além dos enunciados, a intenção do sujeito falante, sua atividade consciente, o que ele quis dizer, ou ainda o jogo inconsciente que emergiu involuntariamente do que disse ou da quase imperceptível fratura de suas palavras manifestas (p. 30). A análise das inserções de merchandising social na grade de programação da Rede Globo evidencia o aumento dessas ações ao longo dos anos. De 1990 a 1995 foram computadas 764 ações, com a média de 127 ações por ano. De 1996 a 2005 foram ações, inseridas em aproximadamente capítulos de 46 telenovelas (SCHIAVO, 2006). Em 2003 foram realizadas inserções sendo que a novela 8 Acesso em 06/11/ Schiavo é o principal teórico e prático da estratégia do merchandising social, diretor da empresa Comunicarte Marketing Social e Cultural (http://www.comunicarte.com.br/projetos.htm) que fornece à Rede Globo, desde 1992, assessoria técnica (Pesquisa, Redação, Monitoria e Avaliação) à execução do programa de merchandising social, sobretudo nas telenovelas e minisséries. Cf. SCHIAVO, M. R. Merchandising Social: uma estratégia de sócio-educação para grandes audiências. Rio de Janeiro: Universidade Gama Filho. Tese de Livre Docência, 1995, 133p. 10 Cf. acesso em 01/10/ acesso em 17/10/2007 e acesso em 08/05/2007.

6 Mulheres Apaixonadas (2003) 11 mantém o recorde com 623 inserções. A campeã absoluta, contudo, é Malhação. De janeiro de 2000 a junho de 2004, ela foi responsável por 40% do merchandising social exibido nas telenovelas da emissora (VALLADARES, 2005). Somente em 2006 Malhação veiculou 314 cenas sócioeducativas. Segundo o Balanço Social do mesmo ano 12 : a turma do Múltipla Escolha [escola/cenário da telenovela] denunciou o trabalho infantil, vivenciou o preconceito contra pessoas com deficiências e as questões relacionadas à acessibilidade, com a chegada à escola de uma professora cadeirante, e discutiu o culto à beleza, alertando para os excessos nas dietas e na realização indiscriminada de cirurgias plásticas. Malhação completou 12 anos no ar em 2007, um recorde nacional de longevidade, possível devido ao que Mattelart (1999) chama de plebiscito constantemente renovado pela adesão de um público (p. 171). Em 2005 bateu recordes de audiência 13 e foi aclamada na mídia como um formato bem-sucedido de teledramaturgia, exemplo de melhoria na qualidade da TV comercial e por sua preocupação em mostrar a diversidade social e cultural brasileira (GÓIS, 2005). Não obstante, há opiniões divergentes, como a de Bia Abramo (2005), que ao fazer a crítica à novela teen alega que ela é superficial como um filme plástico cheia de adolescentes com dramas, mas sem conflitos reais, e adultos infantilizados. Fischer (2005) ressalta que o cuidado com a criança nos canais abertos, em geral, e em Malhação em especial, não passa de bom-mocismo das propostas ditas educativas dessas grandes emissoras, em uma crítica direta ao merchandising social. Para Schiavo o merchandising social ajuda a legitimar a telenovela brasileira como importante mecanismo de transformação social. O autor defende que, com sua adoção pode-se interagir com essas produções e seus personagens, que passam a atuar como formadores de opinião e agentes de disseminação das inovações sociais, 11 O Balanço Social 2003, distribuído a formadores de opinião, informa que as situações de merchandising social criadas deram fôlego ao debate que resultou na aprovação do Estatuto do Idoso, do Estatuto do Desarmamento e da lei que tipifica o crime de Violência Doméstica no Congresso Nacional (CASTRO, 2005). 12 acesso em 05/10/ Malhação atingiu 42 pontos de Ibope, equivalente a 2,2 milhões de domicílios na grande São Paulo (BARTOLOMEI, 2005). Atualmente, registra índices mais baixos de audiência, em torno de 27 pontos, segundo a emissora (http://comercial.redeglobo.com.br/programacao_serie/malha5_intro). Reportagem veiculada no Portal Terra informa que a temporada 2007 chegou a marcar exímios 14 pontos no Ibope, mas a emissora credita tal fato ao fraco desempenho dos atores e não ao desgaste do formato. Por isso a encerrou a temporada antes do previsto e iniciou uma nova, com elenco renovado (http://exclusivo.terra.com.br/interna/0,,oi ei1118,00.html e lhttp://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u shtml), acesso em 05/11/2007.

7 provendo informações úteis e práticas a milhões de pessoas simultaneamente de maneira clara, problematizadora e lúdica (2002, p. 32). Contudo, para Mattelart (1999) o questionamento da realidade é vedado às novelas e somente ocorre quando os assuntos já estão na ordem do dia da sociedade. Para Lima (2000) o ato de fundir temas sociais polêmicos e próximos da vida real, às histórias românticas e tramas rebuscadas, vem aumentando desde a década de 1990 e faz da telenovela brasileira um modelo único no mundo. Essa autora afirma que tal política atende a demanda de um público heterogêneo, buscando a satisfação de um gosto médio que vai se traduzir em audiência considerada boa pela emissora (p. 98). As ações de merchandising social veiculadas em Malhação giram, em sua maioria, em torno de problemas familiares, escolares e, principalmente, relacionados à saúde sexual e sexualidade - gravidez na adolescência, uso de preservativo, virgindade -, cuja abordagem aproxima-se muito do que Orozco Gómez denomina supertemas, definidos por ele como aqueles universos temáticos que são cotidianamente importantes para a audiência (Apud GOMES e COGO, 1998, p. 124). Os supertemas considerados principais, na atualidade, são sexualidade e relações familiares. 3. Malhação e o merchandising social: ações sócio-educativas para adolescentes A telenovela Malhação estreou em 1995 e teve como cenário inicial uma academia de ginástica, muito criticado por evidenciar o culto ao corpo, criar e reforçar modelos de beleza e por não mostrar outros cenários, como se os adolescentes passassem todo o tempo dentro de uma academia. Sobre a superexposição e valorização do corpo Kehl (2004) declara que na sociedade brasileira atual a imagem-corpo que apresentamos à sociedade é que vai determinar o grau de sucesso e felicidade que podemos alcançar, o que pode ser verificado nas representações dos adolescentes no referido programa. Após algumas temporadas, reformulados cenários e revistas as abordagens de determinados temas - o cenário principal tornou-se uma escola particular de classe média alta -, o programa permanece perpetuando um modelo de adolescente belo, abastado e de sucesso, assim como o referencial de identidade nacional com base no adolescente/mundo adulto do eixo Rio-São Paulo. O programa cumpre, dessa maneira, o papel de criar ídolos jovens, com aparência saudável, bem vestidos,

8 plenamente consumíveis e consumidos pelos espectadores 14. O consumo de bens simbólicos e materiais permeia todo o enredo, em consonância com seu tempo e espaço, cujo sujeito não mais exerce a cidadania através das instâncias participativas tradicionais (voto, sindicatos, partidos políticos), mas a partir do acúmulo de bens privados (CANCLINI, 2005). A relação entre o jovem e sua auto-imagem foi abordada em uma pesquisa 15 divulgada em 2005, pela MTV, canal de televisão destinado a este público, na qual foram entrevistados jovens de 15 a 30 anos, das classes A, B, C. Os dados indicam que a juventude virou uma obsessão, e que esses jovens definem sua geração como vaidosa, consumista, acomodada, individualista e menos preconceituosa. É necessário um questionamento sobre esses dados e o que podem estar expressando: afinal, representam o que os jovens, de fato, pensam de si ou o reflexo da imagem da juventude que vêem na televisão. Neste sentido Debord (2004), que define a sociedade moderna como o espaço do espetáculo, analisa que a alienação do espectador em favor do objeto contemplado (o que resulta de sua própria atividade inconsciente) se expressa assim: quanto mais ele contempla, menos vive; quanto mais aceita reconhecer-se nas imagens dominantes da necessidade, menos compreende sua própria existência e seu próprio desejo. Em relação ao homem que age, a exterioridade do espetáculo aparece no fato de seus próprios gestos já não serem seus, mas de um outro que os representa por ele (p. 24). Malhação segue a abordagem clássica da telenovela, adaptada à uma estrutura cíclica, na qual uma trama a caminho do fim logo se entrelaça a outra que dará continuidade à história. Os conflitos dissolvem-se e reiniciam-se, e não há a expectativa de um único final feliz. As temáticas principais são: a descoberta do amor e da sexualidade (juntos, preferencialmente); paqueras, namoros, encontros e desencontros, nos quais jovens vilões vivem aprontando com os colegas para levar alguma vantagem e os protagonistas passam toda a história se desentendendo para finalmente se reconquistarem e casarem, antes de viajar para algum lugar distante e deixar o programa. A busca do amor verdadeiro, a preservação da virgindade feminina, o consumo de bens simbólicos e materiais e o culto à beleza e ao corpo perfeito são a verdadeira tônica do programa. Apesar da inserção de temáticas sócio-educativas (AIDS, gravidez 14 Segundo dados divulgados pela emissora, publicados em revista popular, os atores de Malhação são os que mais recebem cartas de fãs. Revista Contigo. Rio de Janeiro, 21 de julho de Dossiê Universo Jovem Acesso em 10/06/2005.

9 na adolescência, álcool no trânsito), da abordagem de temas relacionados à passagem da adolescência à idade adulta (vestibular, primeiro emprego, saída da casa dos pais) elas não são o fio condutor das tramas principais. Essas temáticas compõem o cenário social do programa, conferem verossimilhança às histórias, representam o mundo daqui de fora com relativa fidelidade, ao menos a parte dele que interessa ser retratada. Mas, tudo isso é apenas pano de fundo para a história de amor que envolve os protagonistas. O jovem de Malhação vive em um mundo particular, alheio ao que se passa fora dele. Na temporada que iniciou agora, novembro de 2007, a protagonista, mais uma vez, pertence a uma classe social menos favorecida, além de sua mãe ser negra e faxineira do colégio onde se passa o programa. O ator principal é um adolescente de classe alta e está apaixonado pela protagonista, apesar de sua origem humilde. Ao que tudo indica eles deverão lutar durante meses contra o preconceito alheio e as armações da vilã adolescente que disputa o amor do ator principal -, para finalmente vencerem todos os obstáculos e ficarem juntos. São o Romeu e a Julieta modernos, em que a posse material é o que os separa. Apesar de pobre a protagonista é linda, ou seja, possui o passaporte necessário para adentrar na seleta turma. Aliás, quase todos os personagens atendem aos valores estéticos da atualidade. Os que não o fazem são do núcleo cômico e encarnam papéis mais caricatos. Mesmo que haja alguma menção a questões políticas, desigualdade e preconceito social nunca se discute o âmago da questão. Não há reflexão sobre como e porque se formam e, mais ainda, como a sociedade brasileira lida com isso e o que se deve fazer para mudar essa situação. O ponto é estabelecer condutas politicamente corretas dos que estão em posição privilegiada (estética ou economicamente) e estimular a auto-aceitação dos outros na sua condição de inferior. A mensagem é simples: deve-se tratar todos de forma igual, ainda que não o sejam. Então ficará tudo bem. O que está presente em Malhação são aspectos constitutivos da sociedade brasileira, havendo sim, verossimilhança. Mas, relembrando Debord, o retratado ajuda a forjar a sociedade, em um processo cíclico, cuja causa e efeito se fundem: o que vejo é a sociedade em que vivo, que por sua vez, forma a sociedade em que vivo. A questão central de Malhação, segundo Andrade (2005) é a inserção do adolescente no universo adulto e isto passa pela aquisição de uma postura socialmente adequada no que se refere às relações entre os sexos aprendendo a se portar conforme o discurso dominante sobre a sexualidade (p. 23). O exemplo dado pela a autora é a virgindade da protagonista em todas as temporadas. Ainda que em núcleos secundários

10 as personagens femininas aleguem se relacionar sexualmente, o mesmo não ocorre com a atriz principal, que deve ter o amor verdadeiro como premissa para a iniciação sexual após o casamento - nesta versão moderna (não pós-moderna!) do conto de fadas, cujo final é o se casam e vivem felizes para sempre. Há, desta forma, a inclusão do tema sexualidade feminina na trama, atendendo às mudanças sociais evidentes neste quesito. Mas, não da protagonista, posto que à ela é reservado um destino mais nobre. Tem-se em Malhação uma distinção clara entre a protagonista, que encarna a princesa pura, e as outras personagens. Apesar de criticar a forma com que Malhação ecoa preconceitos de gênero, Andrade defende que a crescente sexualização desta telenovela ao longo dos anos atende aos anseios dos adolescentes pelo tema, o que pode sinalizar a razão pela qual ela permanece cativando tanto este público. É possível diferenciar o merchandising social veiculado na novela das oito e em Malhação. É fato que aquele se estrutura como campanha social e, se não chega a provocar verdadeiras mudanças de comportamento, ao menos põe em pauta discussões importantes e rompe com tabus (ROCHA, L. V. e NINO, F. M. 2005). Na maioria das novelas das oito, mesmo que não estejam no centro do enredo, tais ações são veiculadas ocupando grande espaço e ampla função no escopo da trama, entrelaçando-se entre histórias centrais e periféricas. Além disso, acompanham todo o desenrolar da história e envolvem diferentes núcleos dramáticos. O mesmo não pode ser dito das ações veiculadas em Malhação que, por não possuírem destaque e centralidade, parecem encerrar-se em si mesmas. Em julho de 2005, por exemplo, o programa trouxe como tema de merchandising social um conflito sobre a construção de um resort que iria causar danos ambientais em uma praia e desalojar ilegalmente uma antiga moradora. As personagens conseguem impedir a construção e o tema se encerra. O merchandising social de Malhação pode remeter ao que Barbero (2004) define como esvaziamento de sentido sofrido pela imagem submetida à lógica da mercadoria (p. 16). De tão expostos, temas que causavam comoção perdem importância e impacto 16. Ou ainda indicar que a imagem na cultura de massa vale por si só e não como um meio para alcançar um fim, isto é, no espetáculo, imagem da economia reinante, o fim não é nada, o desenrolar é tudo. O espetáculo não deseja chegar a nada que não seja ele mesmo (DEBORD, 2004, p. 17). 16 Sobre banalização da injustiça social e da violência consultar a obra de Dejours (1999).

11 De qualquer forma, há indícios de que grande parte do debate que o merchandising social fomenta se encerra junto com a telenovela. Durante Explode Coração (1995), de Glória Perez, houve mobilização popular em torno de crianças desaparecidas e foi criada uma delegacia especial para apurar denúncias e receber informações. Assim que a novela saiu do ar a instituição foi extinta (MENDONÇA, M., 2005). Uma análise feita pela JohnSnowBrasil Consultoria, sobre campanhas televisivas que abordam o tema da AIDS contesta sua influência na mudança de comportamento e parece contrapor-se aos principais argumentos dos defensores do merchandising social. Os resultados demonstram que apesar de 90% do público ter sido informado, apenas 60% o transformou em conhecimento e, destes, 10% efetivamente alterou o comportamento sexual (LARO, R., 2005). Schiavo (2005a), grande defensor do merchandising social veiculado em Malhação, afirma que os temas são abordados de forma dialógica, problematizadora e conseqüente, de modo a propiciar uma atitude reflexiva e crítica por parte dos adolescentes. Seu conceito de merchandising social, no entanto, afirma ser esta uma tecnologia destinada à gestão do processo de transformação social (SCHIAVO, M. R., 2005b). Tal definição parece fundamentar-se no modelo mecânico de comunicação, que atribui aos emissores o poder de fazer chegar uma informação, um significado já pronto, já construído, de um pólo a outro (BARBERO, 2002, p. 40) e que deseja ver confirmadas suas expectativas quanto à reação do receptor, um ser passivo que espera que outrem o politize e o eduque 17. A diferença estaria, portanto, não na condição do receptor, encarado como sujeito ativo e capaz de ressignificação de acordo com seu contexto cultural e social, mas no conteúdo da mensagem que passaria a direcionar o espectador para o bom caminho. Sodré (2002) afirma que com a midiatização da sociedade atribui-se às mídias a função de educar e politizar o cidadão, ao passo que outras instâncias tradicionais de mediação como a escola, os grupos sociais e a família, têm sido destituídas dessas funções 18. É fato o caráter ideologizador das mensagens da televisão e seu poder de sedução, que universaliza hábitos e cria no imaginário o ideal de uma sociedade nacional unida e democrática. Mas, as formulações teóricas que apontam a televisão como dominadora de espectadores passivos e acríticos, dirigida por donos que maquinam fórmulas de submissão plena da população, há muito são contestadas por 17 Sobre a crítica a essa visão passiva do educando ver Paulo Freire (1970). 18 Sobre este tema ver: COGO, D. e GOMES, P. G., 2001.

12 teóricos, dentre eles Martin-Barbero (1987), que define o espectador como ator no processo de recepção, capaz de questionar as mensagens e contrapor-se às expectativas de emissores. Vários estudos e pesquisas confirmam essa premissa, como a realizada por Silva (1985) sobre a recepção do Jornal Nacional junto a grupos de operários, e que evidenciou ser o senso crítico dos espectadores mais apurado que se supunha e possuir relação direta com necessidades imediatas e experiências pessoais. A pesquisa revelou que os operários ligados a sindicatos tinham análises mais profundas e abrangentes do que assistiam. Considerações Finais O merchandising social vem sendo sistematizado como uma política editorial da Rede Globo e tem ganhado visibilidade e relevância 19. Sem retirar dessa prática o mérito legítimo de, em alguns casos, incentivar o debate sobre temas polêmicos, o merchandising social contribui para fortalecer a imagem da Rede Globo como uma empresa socialmente responsável e promove atores e autores das tramas. A criação e disseminação desta expressão parece ser mais uma estratégia de marketing ao divulgar como política social da emissora uma linha narrativa que a telenovela brasileira vem construindo há décadas, por opção e necessidade, e que faz parte de sua estrutura atual. Essas ações, usando a linguagem do marketing, agregam valor aos programas. Tal fato, em si, não constitui um problema, mas não pode ser prevalente, o significante dominando o referente, onde tudo se resume ao espetáculo: não importa a ação, mas sua representação e a representação de sua representação. Nesta linha reflexiva cabe o questionamento de até que ponto é legítimo utilizar o merchandising social veiculado para legitimar um programa? E mais, até que ponto é aceitável se fazer merchandising do merchandising social? Ao fazer uma análise das histórias e conteúdos de Malhação ao longo dos anos e das ações de merchandising social veiculadas nesse ínterim é possível constatar incoerências e contradições nas mensagens. As inserções sócio-educativas veiculadas como merchandising social são contraditórias com os demais conteúdos do programa. Constatamos, ainda, que grande parte desse conteúdo educativo está diluído em tramas 19 É possível constatar a ratificação dessa política em diversas telenovelas. Em América (2005) as inserções relacionadas à deficiência visual tinham periodicidade diária. Após o término da telenovela a emissora iniciou uma campanha publicitária que apresentava aos espectadores o merchandising social e enfatizava sua importância. Atualmente, a emissora veicula inúmeros informes publicitários ressaltando sua dedicação a projetos sociais e sócio-educativos.

13 periféricas, de menor importância e que não conseguem angariar a simpatia do espectador. Os proponentes do merchandising social enfatizam sua dimensão pedagógica, mas a novela como um todo, e em cada parte, possui dimensão pedagógica, não ficando restrita às iniciativas explícitas a esse fim. As ações de merchandising social devem ser implementadas e apoiadas. Mas, precisam ser planejadas como um todo e estar em consonância com os demais conteúdos do programa. As questões aqui suscitadas são essenciais para a compreensão e adoção do programa Malhação como material extremamente rico para o debate com jovens e adultos sobre a adolescência. Devido ao seu grande sucesso de público e longevidade o programa precisa receber atenção da academia, da mesma forma que o espectador adolescente 20 que, apesar de ser uma das faixas etárias que mais se relacionam com a televisão, tem sido menos estudado que o público adulto e infantil. O que se pôde constatar neste estudo é que a telenovela, e neste caso, Malhação, é, simultaneamente, inovadora e reacionária. Em determinados momentos atua como reprodutora de estereótipos, preconceitos e relações de poder (gênero, trabalho, classe), e em outros apresenta-se com uma roupagem progressista, transformadora e propositiva de mudanças sociais. Assim como a sociedade que retrata, ela é hibrida, contraditória. Referências ABRAMO, B. Malhação caricaturiza universo jovem. Folha de S. Paulo, São Paulo: Ilustrada/Televisão, p. 7, 23 de janeiro ANDRADE, R. M. B. de. O drama das emoções: a cartografia dos sentimentos e a telenovela para adolescentes no Brasil. Disponível, em acesso em 22/07/2005a.. Entre o dito e o proibido: a sexualidade e o adolescente na soap-opera brasileira. Intercom - Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação XXVIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, UERJ, 2005b. BARTOLOMEI, M. Programa comemora uma década no ar. Folha de S. Paulo, São Paulo, Folhateen, p. 8, 18 de julho de BRITTOS, V. C. Recepção e TV a cabo: a força da cultura global. 2 ed., São Leopoldo: Unisinos, BUCCI, E. A TV aos 50. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, CANCLINI, N. G. Consumidores e cidadãos: conflitos multiculturais da globalização. 5 ed., Rio de Janeiro: UFRJ, CASTRO, D. Merchandising social na Globo cai 15%. Disponível em acesso em 30/05/ Em levantamento bibliográfico foram encontradas algumas publicações específicas sobre a recepção televisiva de jovens, dentre elas: GOMES, P. G. (Org.), GOMES, P. G. e COGO, D. M., Sobre Malhação ver ANDRADE, 2005a e 2005b.

14 COGO, D. e GOMES, P. G. Televisão, Escola e Juventude. Porto Alegre: Mediação, DEBORD, G. A sociedade do espetáculo: comentários sobre a sociedade do espetáculo. 5 ed., Rio de Janeiro: Contraponto, DEJOURS, C. A banalização da injustiça social. São Paulo: FGV, DUARTE, E. B. Televisão: ensaios metodológicos. Porto Alegre: Sulina, FOUCAULT, M. A Arqueologia do Saber. 7 ed., Rio de Janeiro: Forense Universitária, FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido, Rio de Janeiro: Paz e Terra, GÓIS, A. Boa TV ajuda em aprendizado infantil. Folha de S. Paulo: São Paulo: Ilustrada/Televisão, p. 8, 5 de junho GOMES, P. G. Tópicos de Teoria da Comunicação. 3 ed., São Leopoldo: Unisinos, e COGO, D. M. (Orgs.). O Adolescente e a Televisão, São Leopoldo: Unisinos, GOMES P. G. (Org.). Televisão e audiência: aspectos quantitativos e qualitativos. São Leopoldo: Unisinos, HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. 7ª ed., Rio de Janeiro: DP&A, KEHL, M. R. Com que corpo eu vou? In: BUCCI, E. e KEHL, M. R. Videologias. São Paulo: Boitempo, KOTLER, P. Marketing de A a Z: 80 conceitos que todo profissional precisa saber. Rio de Janeiro: Campus, Princípios de Marketing. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, LARO, R. Comunicação mobiliza, campanhas informam. Disponível em acesso em 15/07/2005. LEAL, O. F. Etnografia de audiência: uma discussão metodológica. In: SOUZA M. W. (Org.). Sujeito, o lado oculto do receptor. 2 ed., São Paulo: Brasiliense, A Leitura Social da Novela das Oito. Petrópolis: Vozes, LIMA, S. M. C. de. A personagem negra na telenovela brasileira: alguns momentos. Revista USP Comunicação, São Paulo, USP, n. 48, p , dez/jan/fev LOPES, M. I. V. de. Pesquisa em Comunicação. 7 ed., São Paulo: Loyola, (Org.). Telenovela: internacionalização e interculturalidade, São Paulo: Loyola, MARTÍN-BARBERO, J. e REY, G. Os exercícios do ver: hegemonia audiovisual e ficção televisiva. 2 ed., São Paulo: Senac, América Latina e os anos recentes: o estudo da recepção em comunicação social. In: SOUZA M. W. (Org.). Sujeito, o lado oculto do receptor. 2 ed., São Paulo: Brasiliense, La educación desde la comunicación. Buenos Aires: Grupo Editorial Norma, 2002b.. De los medios a las mediaciones. Barcelona: Gustavo Gili, MATTELART, Armand e MATTELART, Michele. História das teorias da comunicação. São Paulo: Loyola, O carnaval das imagens: a ficção na TV. 2 ed., São Paulo: Brasiliense, MENDONÇA, Martha. Televisão: a arte ajuda a vida. Consulta na internet, endereço - Acesso em 18/07/2005. MOTTER, Maria Lourdes. A Telenovela: documento histórico e lugar de memória. Revista USP Comunicação, São Paulo, USP, n. 48, p , dez/jan/fev

15 MOOTER, Maria Lourdes e JAKUBASZKO, Daniela. Telenovela e realidade social: algumas possibilidades dialógicas. V Encontro dos Núcleos de Pesquisa da Intercom, XXVIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, NOVAES, Adauto (Org.). Rede Imaginária: televisão e democracia. 2 ed., São Paulo: Companhia das Letras, OROZCO-GÓMEZ, Guilhermo. Travesías de la Recepción en América Latina. In:. (Org.). Recepción y mediaciones: casos de investigación en América Latina. Buenos Aires: Grupo Editorial Norma, PEREIRA Jr., Luiz Costa. A Vida com a TV: o poder da televisão no cotidiano. São Paulo: Senac, ROCHA, Liana Vidigal e NINO, Fanny Mori. Merchandising social: uma ferramenta para a divulgação de mensagens sociais na ficção televisiva - o caso brasileiro. Consulta na internet, endereço - Acesso em 22/07/2005. SILVA, Carlos Eduardo Lins da. Muito Além do Jardim Botânico: um estudo sobre a audiência do Jornal Nacional da Globo entre trabalhadores. São Paulo: Summus, SODRÉ, Muniz. Antropológica do espelho: uma teoria da comunicação linear e em rede. Petrópolis, RJ: Vozes, SOUZA, Ana Paula e LÍRIO, Sérgio. A Rede Globo ganha outra. Carta Capital, São Paulo, n. 326, p , 26 de janeiro SCHIAVO, Marcio Ruiz. Dez Anos de Merchandising Social. Intercom Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação - XXIX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação Brasília/UF, Telenovelas brasileiras: suporte eficaz para mensagens sócio-educativas. Consulta na internet, endereço Acesso em 17/07/2005a.. Conceitos & Evolução do Marketing Social. Consulta na internet, endereço - Acesso em 17/07/2005b.. Merchandising Social: As Telenovelas e a Construção da Cidadania. INTERCOM Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação, XXV Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação Salvador/BA, Revista Contigo. São Paulo, n. 1557, 1 de julho VALLADARES, Ricardo. Um programa bem maduro. Revista Veja, São Paulo, p , 5 de janeiro 2005.

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público. Alexia Melo. Clebin Quirino. Michel Brasil. Gracielle Fonseca. Rafaela Lima.

Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público. Alexia Melo. Clebin Quirino. Michel Brasil. Gracielle Fonseca. Rafaela Lima. Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público Alexia Melo Clebin Quirino Michel Brasil Gracielle Fonseca Rafaela Lima Satiro Saone O projeto Rede Jovem de Cidadania é uma iniciativa da Associação

Leia mais

5 Considerações finais retomando o problema

5 Considerações finais retomando o problema 5 Considerações finais retomando o problema A análise dos dados, dividida nos eixos critérios de avaliação, interpretação e juízo moral, tentou responder as perguntas formuladas no início da pesquisa como

Leia mais

OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA

OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA SILVA, Lourdes Helena da - UFV GT: Educação Fundamental /n.13 Agência Financiadora:

Leia mais

MIDIA E INCLUSÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIAS DE UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL RESUMO. Fabiana Fator Gouvêa Bonilha Rede Anhanguera de Comunicação

MIDIA E INCLUSÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIAS DE UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL RESUMO. Fabiana Fator Gouvêa Bonilha Rede Anhanguera de Comunicação MIDIA E INCLUSÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIAS DE UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL Fabiana Fator Gouvêa Bonilha Rede Anhanguera de Comunicação fabiana.ebraille@gmail.com RESUMO No presente trabalho, tenciona-se

Leia mais

Justificativa: Cláudia Queiroz Miranda (SEEDF 1 ) webclaudia33@gmail.com Raimunda de Oliveira (SEEDF) deoliveirarai@hotmail.com

Justificativa: Cláudia Queiroz Miranda (SEEDF 1 ) webclaudia33@gmail.com Raimunda de Oliveira (SEEDF) deoliveirarai@hotmail.com 1 COMO COLOCAR AS TEORIAS ESTUDADAS NA FORMAÇÃO DO PNAIC EM PRÁTICA NA SALA DE AULA? REFLEXÕES DE PROFESSORES ALFABETIZADORES SOBRE O TRABALHO COM O SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL Cláudia Queiroz Miranda

Leia mais

Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1

Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1 PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1 Ulisses F. Araújo 2 A construção de um ambiente ético que ultrapasse

Leia mais

e/ou o recorte dessa área sempre foi uma temática central para pensar a ação de formar profissionais. O professor universitário, historicamente,

e/ou o recorte dessa área sempre foi uma temática central para pensar a ação de formar profissionais. O professor universitário, historicamente, O COMPROMISSO DA UNIVERSIDADE NO EXERCÍCIO DA DOCÊNCIA BROILO, Cecília Luiza UNISINOS ceciliab@unisinos.br FAGUNDES, Maurício César UNISINOS mc.fagundes@terra.com.br GOMES, Marta Quintanilha UNISINOS martaqg@unisinos.br

Leia mais

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA Antonio Carlos Pavão Quero saber quantas estrelas tem no céu Quero saber quantos peixes tem no mar Quero saber quantos raios tem o sol... (Da canção de João da Guabiraba

Leia mais

CULTURA JOVEM E NARRATIVA PUBLICITÁRIA: UM ESTUDO SOBRE ANÚNCIOS DE CIGARRO DAS DÉCADAS DE 1960/1970

CULTURA JOVEM E NARRATIVA PUBLICITÁRIA: UM ESTUDO SOBRE ANÚNCIOS DE CIGARRO DAS DÉCADAS DE 1960/1970 Departamento de Comunicação Social CULTURA JOVEM E NARRATIVA PUBLICITÁRIA: UM ESTUDO SOBRE ANÚNCIOS DE CIGARRO DAS DÉCADAS DE 1960/1970 Aluno: Juliana Cintra Orientador: Everardo Rocha Introdução A publicidade

Leia mais

Mara Lucia da Silva 1 Marilene Parè ² Ruth Sabat.² RESUMO

Mara Lucia da Silva 1 Marilene Parè ² Ruth Sabat.² RESUMO PROREXT/PROJETO DE EXTENSÃO 2008/1 - TERRITÓRIO AFROSUL DESENVOLVENDO O DIÁLOGO ACADEMIA / ONG AFROSUL ATRAVÉS DE TRABALHO COM JOVENS DE COMUNIDADE POPULAR RESUMO Mara Lucia da Silva 1 Marilene Parè ²

Leia mais

Cotas Pra Quê? 1. PALAVRAS-CHAVE: Documentário; Educação; Sistema de Cotas; Ensino Superior.

Cotas Pra Quê? 1. PALAVRAS-CHAVE: Documentário; Educação; Sistema de Cotas; Ensino Superior. Cotas Pra Quê? 1 Sarah Rocha MARTINS 2 Luan Barbosa OLIVEIRA 3 Camilla Alves Ribeiro PAES LEME 4 Instituto de Ensino Superior de Rio Verde, Rio Verde, Goiás RESUMO Este documentário foi planejado e desenvolvido

Leia mais

FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PARTILHA DE SABERES E VIVÊNCIAS COMUNICACIONAIS

FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PARTILHA DE SABERES E VIVÊNCIAS COMUNICACIONAIS FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PARTILHA DE SABERES E VIVÊNCIAS COMUNICACIONAIS Lourdes Helena Rodrigues dos Santos - UFPEL/F/AE/PPGE Resumo: O presente estudo pretende compartilhar algumas descobertas,

Leia mais

6h diárias - 11 meses

6h diárias - 11 meses 6h diárias - 11 meses PROPOSTA PEDAGÓGICA PROGRAMA DE APRENDIZAGEM EM AUXILIAR DE VAREJO ÍNDICE 1 - Apresentação da Entidade ijovem 3 2 - Justificativa do Programa. 3 3 Público-alvo: 4 4 Objetivo geral:

Leia mais

AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA

AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA Miranda Aparecida de Camargo luckcamargo@hotmail.com Acadêmico do Curso de Ciências Econômicas/UNICENTRO Luana Sokoloski sokoloski@outlook.com

Leia mais

JORNALISMO CULTURAL ONLINE: EXPERIÊNCIAS DE COBERTURA JORNALÍSTICA DO SITE CULTURA PLURAL

JORNALISMO CULTURAL ONLINE: EXPERIÊNCIAS DE COBERTURA JORNALÍSTICA DO SITE CULTURA PLURAL 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( x ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA JORNALISMO

Leia mais

Projeto de Extensão. Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense

Projeto de Extensão. Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense Projeto de Extensão Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense 1.0 - JUSTIFICATIVA Considerando que a Extensão Universitária tem entre as suas

Leia mais

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER

Leia mais

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE.

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE. TRABALHO DOCENTE: POR UMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL CRÍTICA, TRANSFORMADORA E EMANCIPATÓRIA OLIVEIRA, Marinalva Luiz de Prefeitura da Cidade do Recife GT-22: Educação Ambiental Resumo Este trabalho tem o objetivo

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE PROJETOS DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA. Definição da Extensão e Finalidades

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE PROJETOS DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA. Definição da Extensão e Finalidades CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE PROJETOS DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA Definição da Extensão e Finalidades A Resolução UNESP 102, de 29/11/2000, define Extensão Universitária, nos seguintes termos: Art.8º Entende-se

Leia mais

Palavras-chave: Aquecimento global, Mídias, Tecnologias, Ecossistema.

Palavras-chave: Aquecimento global, Mídias, Tecnologias, Ecossistema. Aquecimento Global e Danos no Manguezal Pernambucano SANDRA MARIA DE LIMA ALVES 1 - sandrali@bol.com.br RESUMO Este artigo procura enriquecer a discussão sobre o fenômeno do aumento da temperatura na terra

Leia mais

Trabalho interdisciplinar e atividade extensionista na UEPG: o projeto Portal Comunitário

Trabalho interdisciplinar e atividade extensionista na UEPG: o projeto Portal Comunitário Trabalho interdisciplinar e atividade extensionista na UEPG: o projeto Portal Comunitário SOUZA, Kauana Mendes 1 ; XAVIER, Cintia 2 Universidade Estadual de Ponta Grossa, Paraná, PR RESUMO O projeto Portal

Leia mais

Palavras-chave: Escola, Educação Física, Legitimidade e cultura corporal.

Palavras-chave: Escola, Educação Física, Legitimidade e cultura corporal. A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA MUNICIPAL RECANTO DO BOSQUE: LIMITES E POSSIBILIDADES PARA UMA INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA A PARTIR DO SUBPROJETO DA EDUCAÇÃO FÍSICA DA ESEFFEGO/UEG.

Leia mais

Fotografia e Escola. Marcelo Valle 1

Fotografia e Escola. Marcelo Valle 1 Fotografia e Escola Marcelo Valle 1 Desde 1839, ano do registro da invenção da fotografia na França, quase tudo vem sendo fotografado, não há atualmente quase nenhuma atividade humana que não passe, direta

Leia mais

Generated by Foxit PDF Creator Foxit Software http://www.foxitsoftware.com For evaluation only. Política de Comunicação Institucional

Generated by Foxit PDF Creator Foxit Software http://www.foxitsoftware.com For evaluation only. Política de Comunicação Institucional Política de Comunicação Institucional POLÍTICA PÚBLICA P DE COMUNICAÇÃO O homem é um ser social. O intercâmbio de suas experiências e de seus conhecimentos possibilitou que as pessoas se apropriassem dos

Leia mais

A FORMAÇÃO DE REDES SOCIAIS

A FORMAÇÃO DE REDES SOCIAIS MINISTÉRIO DE EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO/EDUCAÇÃO INTEGRAL Retirado e adaptado de: LEITE, L. H. A., MIRANDA, S. A. e CARVALHO, L. D. Educação Integral e Integrada: Módulo

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL 1988 CONSTITUIÇÃO FEDERAL ANTECEDENTES Art. 210. Serão fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum

Leia mais

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Claudia Maria da Cruz Consultora Educacional FEVEREIRO/2015 CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A ênfase na operacionalização escrita dos documentos curriculares municipais é

Leia mais

ENSINO DA ARTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: FORMAÇÃO DE CIDADÃOS VISANDO A SUSTENTABILIDADE

ENSINO DA ARTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: FORMAÇÃO DE CIDADÃOS VISANDO A SUSTENTABILIDADE ENSINO DA ARTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: FORMAÇÃO DE CIDADÃOS VISANDO A SUSTENTABILIDADE Elaine Barbosa da Silva Xavier Faculdade de Ciências da Administração de Pernambuco - Mestranda Neuma Kelly Vitorino

Leia mais

Re s p o n s a b i l i z a ç ã o e

Re s p o n s a b i l i z a ç ã o e Anexo II Di r e t r i z e s Ge r a i s d o s Se rv i ç o s d e Re s p o n s a b i l i z a ç ã o e Educação do Agressor SERVIÇO DE RESPONSABILIZAÇÃO E EDUCAÇÃO DO AGRESSOR Ap r e s e n ta ç ã o A presente

Leia mais

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO Instituto Federal Farroupilha Câmpus Santa Rosa ledomanski@gmail.com Introdução Ler no contexto mundial globalizado

Leia mais

Por uma pedagogia da juventude

Por uma pedagogia da juventude Por uma pedagogia da juventude Juarez Dayrell * Uma reflexão sobre a questão do projeto de vida no âmbito da juventude e o papel da escola nesse processo, exige primeiramente o esclarecimento do que se

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

A INSERÇÃO DA SAÚDE NO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA

A INSERÇÃO DA SAÚDE NO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA A INSERÇÃO DA SAÚDE NO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA Carlos Silva 1 Objetivo: Favorecer o desenvolvimento de ações pedagógicas em saúde a partir da inserção das questões de saúde no Projeto Político

Leia mais

PRODUTORA DE NOTÍCIAS VESTIBULAR 1. Letycia CARDOSO 2 João Gabriel MARQUES 3 Márcio de Oliveira GUERRA 4

PRODUTORA DE NOTÍCIAS VESTIBULAR 1. Letycia CARDOSO 2 João Gabriel MARQUES 3 Márcio de Oliveira GUERRA 4 PRODUTORA DE NOTÍCIAS VESTIBULAR 1 Letycia CARDOSO 2 João Gabriel MARQUES 3 Márcio de Oliveira GUERRA 4 Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, MG RESUMO Como forma de estimular a criatividade

Leia mais

Telejornalismo e Educação para a Cidadania: uma experiência de Educomunicação

Telejornalismo e Educação para a Cidadania: uma experiência de Educomunicação Telejornalismo e Educação para a Cidadania: uma experiência de Educomunicação Educomunicação Comunicação-Educação Uma área emergente Pesquisa na linha do NCE/ECA/USP As pesquisas do NCE/ECA/USP buscam

Leia mais

Diretrizes para Implementação dos Serviços de Responsabilização e Educação dos Agressores

Diretrizes para Implementação dos Serviços de Responsabilização e Educação dos Agressores PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE POLÍTICAS PARA MULHERES SECRETRIA DE ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES Diretrizes para Implementação dos Serviços de Responsabilização e Educação dos Agressores

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: UMA NECESSÁRIA RELAÇÃO PARA A CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA. Dayane

Leia mais

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes FACULDADE ALFREDO NASSER INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO III PESQUISAR

Leia mais

Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres. 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento;

Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres. 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento; Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento; Objetivo geral Promover a igualdade no mundo do trabalho e a autonomia

Leia mais

DESIGUALDADE RACIAL E FORMAÇÃO DE PROFESSORES: DESAFIOS A ENFRENTAR Ricardo de Souza Janoario UFRJ Rita de Cassia de Oliveira e Silva UFRJ

DESIGUALDADE RACIAL E FORMAÇÃO DE PROFESSORES: DESAFIOS A ENFRENTAR Ricardo de Souza Janoario UFRJ Rita de Cassia de Oliveira e Silva UFRJ 1 DES E PROFESSORES: DESAFIOS A ENFRENTAR Ricardo de Souza Janoario UFRJ Rita de Cassia de Oliveira e Silva UFRJ INTRODUÇÃO No Brasil, criou-se a ideologia da democracia racial para explicar que as oportunidades

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA INTERDISCIPLINAR DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO CONTEXTO ESCOLAR LIMA,

REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA INTERDISCIPLINAR DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO CONTEXTO ESCOLAR LIMA, REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA INTERDISCIPLINAR DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO CONTEXTO ESCOLAR LIMA, Maria Jacqueline Girão Soares. jaclima@centroin.com.br GT: Educação Ambiental / n. 22 Introdução Entre professores

Leia mais

CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DO ESPORTE NA ESCOLA POR MEIO DE UM ESTUDO DE CASO

CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DO ESPORTE NA ESCOLA POR MEIO DE UM ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DO ESPORTE NA ESCOLA POR MEIO DE UM ESTUDO DE CASO FINCK, Silvia Christina Madrid (UEPG) 1 TAQUES, Marcelo José (UEPG) 2 Considerações iniciais Sabemos

Leia mais

TRANSVERSALIDADE. 1 Educação Ambiental

TRANSVERSALIDADE. 1 Educação Ambiental TRANSVERSALIDADE Os temas transversais contribuem para formação humanística, compreensão das relações sociais, através de situações de aprendizagens que envolvem a experiência do/a estudante, temas da

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/ 2013

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/ 2013 Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: COMUNICAÇÃO SOCIAL BACHARELADO MATRIZ CURRICULAR PUBLICIDADE E PROPAGANDA SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches A presença de tecnologias digitais no campo educacional já é facilmente percebida, seja pela introdução de equipamentos diversos,

Leia mais

A Comunicação Organizacional e a Mídia o papel dos meios de comunicação na construção da imagem empresarial para o público externo 1

A Comunicação Organizacional e a Mídia o papel dos meios de comunicação na construção da imagem empresarial para o público externo 1 A Comunicação Organizacional e a Mídia o papel dos meios de comunicação na construção da imagem empresarial para o público externo 1 Bárbara Fernandes Valente da Cunha 2 * Palavras-chaves: Comunicação

Leia mais

Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS

Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem da Criança de 0 a 5 anos Docente do Curso Gilza Maria Zauhy Garms Total da Carga

Leia mais

Encontro: 20 e 21 de Setembro. Prof. Esp. Angélica Viriato Ortiz Alves

Encontro: 20 e 21 de Setembro. Prof. Esp. Angélica Viriato Ortiz Alves Encontro: 20 e 21 de Setembro Prof. Esp. Angélica Viriato Ortiz Alves 1 RAÍZES - Habilidades, Qualidades, Valores 2 TRONCO: Nome / Formação 3 GALHOS/FOLHAS: Projetos para o futuro 4 FLORES: Projetos em

Leia mais

Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação Câmpus de Bauru PLANO DE DISCIPLINA

Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação Câmpus de Bauru PLANO DE DISCIPLINA PLANO DE DISCIPLINA 1. UNIDADE: Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação 2. PROGRAMA: Pós-graduação em Televisão Digital: Informação e Conhecimento 3. NÍVEL: Mestrado Profissional 4. ÁREA DE CONCENTRAÇÃO:

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA DADOS DA CONSULTORIA

TERMO DE REFERÊNCIA DADOS DA CONSULTORIA TERMO DE REFERÊNCIA DADOS DA CONSULTORIA Função no Projeto: Contratação de consultoria especializada para desenvolver e implementar estratégias de impacto e sustentabilidade da Campanha Coração Azul no

Leia mais

Palavras chave: texto, gêneros textuais, ensino, PCN, educação.

Palavras chave: texto, gêneros textuais, ensino, PCN, educação. Karen Alves de Andrade 1 RESUMO A inserção dos gêneros textuais no ensino vem mudando a dinâmica da educação em língua portuguesa em nosso país. A importância de se trabalhar a língua em uso, através de

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que respeita as particularidades de todo o país. Desta maneira, o apoio ao

Leia mais

Público Interno e crises organizacionais: um estudo abordando a incidência de demissões motivadas pelo uso inadequado das redes sociais digitais

Público Interno e crises organizacionais: um estudo abordando a incidência de demissões motivadas pelo uso inadequado das redes sociais digitais Público Interno e crises organizacionais: um estudo abordando a incidência de demissões motivadas pelo uso inadequado das redes sociais digitais Penélope da Silva Almeida SANTOS Universidade Sagrado Coração

Leia mais

Projeto de Lei de Iniciativa Popular para uma mídia Democrática

Projeto de Lei de Iniciativa Popular para uma mídia Democrática Projeto de Lei de Iniciativa Popular para uma mídia Democrática Comunicação é um direito de todos No Brasil, os meios de comunicação estão concentrados nas mãos de poucas empresas familiares que têm a

Leia mais

Imaginação e protagonismo na Educação Infantil: construindo uma escola mais íntima da infância

Imaginação e protagonismo na Educação Infantil: construindo uma escola mais íntima da infância Imaginação e protagonismo na Educação Infantil: construindo uma escola mais íntima da infância Me. Tony Aparecido Moreira tony.educ@gmail.com Denise Watanabe de.wtnb@gmail.com Dr. José Milton de Lima miltonlima@fct.unesp.br

Leia mais

Desenvolvimento Sustentável: idéias sobre a perspectiva da integração 1

Desenvolvimento Sustentável: idéias sobre a perspectiva da integração 1 Desenvolvimento Sustentável: idéias sobre a perspectiva da integração 1 Juliano Varela de Oliveira 2 O Desenvolvimento Sustentável é uma proposta alternativa ao modelo de desenvolvimento com viés puramente

Leia mais

OS RECURSOS AUDIOVISUAIS NO ESPAÇO ESCOLAR

OS RECURSOS AUDIOVISUAIS NO ESPAÇO ESCOLAR OS RECURSOS AUDIOVISUAIS NO ESPAÇO ESCOLAR Fundação Universidade Federal do Tocantins Maria Jose de Pinho mjpgon@mail.uft.edu.br Professora orientadora do PIBIC pedagogia Edieide Rodrigues Araújo Acadêmica

Leia mais

ROTINAS DE PRODUÇÃO JORNALÍSTICA NO SITE PORTAL COMUNITÁRIO

ROTINAS DE PRODUÇÃO JORNALÍSTICA NO SITE PORTAL COMUNITÁRIO 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) (X ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO (

Leia mais

48 Os professores optaram por estudar a urbanização, partindo dos espaços conhecidos pelos alunos no entorno da escola. Buscavam, nesse projeto, refletir sobre as características das moradias existentes,

Leia mais

relato êa internet como atividade integrante de uma prática docente

relato êa internet como atividade integrante de uma prática docente A internet como atividade integrante de uma prática docente Flávio Chame Barreto Instituto Educacional Vivenciando RJ flaviocbarreto@yahoo.com.br Resumo Um consenso entre os docentes do Ensino Fundamental

Leia mais

A EDUCAÇÃO SEXUAL NA PRIMEIRA INFÂNCIA: FORMAÇÃO CONTINUADA PARA PROFESSORES DE EDUCAÇÃO INFANTIL EM UMA PROPOSTA DE RESPEITO ÀS DIFERENÇAS.

A EDUCAÇÃO SEXUAL NA PRIMEIRA INFÂNCIA: FORMAÇÃO CONTINUADA PARA PROFESSORES DE EDUCAÇÃO INFANTIL EM UMA PROPOSTA DE RESPEITO ÀS DIFERENÇAS. A EDUCAÇÃO SEXUAL NA PRIMEIRA INFÂNCIA: FORMAÇÃO CONTINUADA PARA PROFESSORES DE EDUCAÇÃO INFANTIL EM UMA PROPOSTA DE RESPEITO ÀS DIFERENÇAS. Michele Ignacio Pires Orientadora: Profª Drª Aura Helena Ramos

Leia mais

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 PORTAL DO FÓRUM GOIANO DE EJA: INTERAÇÃO SOCIAL E EDUCAÇÃO EM AMBIENTE VIRTUAL Danielly Cardoso da Silva Karla Murielly Lôpo Leite Maria Emília de Castro Rodrigues O presente texto tem por objetivo apresentar

Leia mais

CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º FEP RJ ABERTURA DO FÓRUM: CONTEXTO GERAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º FEP RJ ABERTURA DO FÓRUM: CONTEXTO GERAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º FEP RJ ABERTURA DO FÓRUM: CONTEXTO GERAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR Acreditamos ser relevante abordar de forma rápida o contexto atual da Educação Física Escolar

Leia mais

A pluralidade das relações públicas

A pluralidade das relações públicas A pluralidade das relações públicas Carolina Frazon Terra Introdução Sétima colocada no ranking "As profissões do futuro" segundo a Revista Exame de 13 de abril de 2004, as relações públicas se destacam

Leia mais

PRÁTICA DOCENTE EM TURMA REGULAR E ESPECIAL DE ENSINO: A PERCEPÇÃO DE PROFESSORES SOBRE A INCLUSÃO¹

PRÁTICA DOCENTE EM TURMA REGULAR E ESPECIAL DE ENSINO: A PERCEPÇÃO DE PROFESSORES SOBRE A INCLUSÃO¹ PRÁTICA DOCENTE EM TURMA REGULAR E ESPECIAL DE ENSINO: A PERCEPÇÃO DE PROFESSORES SOBRE A INCLUSÃO¹ PEDROTTI, Ana Paula Floss²; GRASSI, Marília Guedes²; FERREIRA, Marilise²; MOREIRA, Nathana Coelho²; NOAL,

Leia mais

PROGRAMAs de. estudantil

PROGRAMAs de. estudantil PROGRAMAs de empreendedorismo e protagonismo estudantil Ciclo de Palestras MAGNUM Vale do Silício App Store Contatos Calendário Fotos Safari Cumprindo sua missão de oferecer uma educação inovadora e de

Leia mais

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Jaqueline Oliveira Silva Ribeiro SESI-SP josr2@bol.com.br Dimas Cássio Simão SESI-SP

Leia mais

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI Nº 5.269, DE 2001 (Apensos os Pls. 2.134/96, 2.415/96, 3.046/97, 3.422/97, 4.052/98, 4.360/98, 1.568/99, 2.029/99, 2.089/99, 2.507/00, 3.573/00, 3.235/00,

Leia mais

Curso de Especialização em Saúde da Pessoa Idosa

Curso de Especialização em Saúde da Pessoa Idosa Curso de Especialização em Saúde da Pessoa Idosa Módulo Unidade 01 Tópico 01 Políticas na Atenção do Idoso Introdução as Políticas Públicas Políticas Públicas Ao longo do tempo o papel do Estado frente

Leia mais

Educação para a Cidadania linhas orientadoras

Educação para a Cidadania linhas orientadoras Educação para a Cidadania linhas orientadoras A prática da cidadania constitui um processo participado, individual e coletivo, que apela à reflexão e à ação sobre os problemas sentidos por cada um e pela

Leia mais

Considerações. Acesso à Pesquisa: www.fpa.org.br/area/pesquisaidosos www.sescsp.org.br

Considerações. Acesso à Pesquisa: www.fpa.org.br/area/pesquisaidosos www.sescsp.org.br IDOSOS NO BRASIL: Vivências, Desafios e Expectativas na 3 a. Idade Pesquisa realizada pela Fundação Perseu Abramo em parceria com SESC Nacional e SESC São Paulo Considerações Para viabilizar a pesquisa

Leia mais

Faça viver! 1. Johnny William Mendonça de OLIVEIRA 2. Ramon Moisés de SOUSA 4 Gustavo Henrique Ferreira BITTENCOURT 5

Faça viver! 1. Johnny William Mendonça de OLIVEIRA 2. Ramon Moisés de SOUSA 4 Gustavo Henrique Ferreira BITTENCOURT 5 Faça viver! 1 Johnny William Mendonça de OLIVEIRA 2 Rodrigo Mendonça de OLIVEIRA 3 Ramon Moisés de SOUSA 4 Gustavo Henrique Ferreira BITTENCOURT 5 Universidade Potiguar - UnP, Natal, RN RESUMO O outdoor

Leia mais

PORTFÓLIO: UMA ABORDAGEM DE REGISTRO NA PRÁTICA PEDAGÓGICA DE EDUCAÇÃO INFANTIL

PORTFÓLIO: UMA ABORDAGEM DE REGISTRO NA PRÁTICA PEDAGÓGICA DE EDUCAÇÃO INFANTIL PORTFÓLIO: UMA ABORDAGEM DE REGISTRO NA PRÁTICA PEDAGÓGICA DE EDUCAÇÃO INFANTIL Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. UEPB E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br Aldeci Luiz de Oliveira Profa. Dra. PMCG E-mail:

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

Formação docente e movimentos sociais: diálogos e tensões cotidianas

Formação docente e movimentos sociais: diálogos e tensões cotidianas A PRÁTICA PEDAGÓGICA E MOVIMENTOS SOCIAIS: DIÁLOGOS FORMATIVOS PARA O TRABALHO DOCENTE NA PEDAGOGIA DA ALTERNÂNCIA Eliziane Santana dos Santos 1 Ludmila Oliveira Holanda Cavalcante 2 ¹ Bolsista FAPESB,

Leia mais

CIDADANIA: o que é isso?

CIDADANIA: o que é isso? CIDADANIA: o que é isso? Autora: RAFAELA DA COSTA GOMES Introdução A questão da cidadania no Brasil é um tema em permanente discussão, embora muitos autores discutam a respeito, entre eles: Ferreira (1993);

Leia mais

Relações de poder e usos linguísticos: desvelando outra face

Relações de poder e usos linguísticos: desvelando outra face Relações de poder e usos linguísticos: desvelando outra face Girllaynne Marques Vinícius Nicéas 1 Universidade Federal de Pernambuco A obra A norma oculta, do linguista brasileiro Marcos Bagno 2 (2003),

Leia mais

Carta de Adesão à Iniciativa Empresarial e aos 10 Compromissos da Empresa com a Promoção da Igualdade Racial - 1

Carta de Adesão à Iniciativa Empresarial e aos 10 Compromissos da Empresa com a Promoção da Igualdade Racial - 1 Carta de Adesão à Iniciativa Empresarial pela Igualdade Racial e à sua agenda de trabalho expressa nos 10 Compromissos da Empresa com a Promoção da Igualdade Racial 1. Considerando que a promoção da igualdade

Leia mais

3. Autonomia frente aos partidos e parlamentares e Independência em relação aos patrões e governos

3. Autonomia frente aos partidos e parlamentares e Independência em relação aos patrões e governos Eixo III: Programa de trabalho para a direção do SISMMAC Continuar avançando na reorganização do magistério municipal com trabalho de base, organização por local de trabalho, formação política e independência

Leia mais

FORMAÇÃO DE LIDERANÇAS E ASSESSORESCAMINHOS DE ESPERANÇA

FORMAÇÃO DE LIDERANÇAS E ASSESSORESCAMINHOS DE ESPERANÇA FORMAÇÃO DE LIDERANÇAS E ASSESSORESCAMINHOS DE ESPERANÇA A beleza de ser um eterno aprendiz. (Gonzaguinha) Por que pensar em formação de lideranças e assessores? A Pastoral da Juventude busca potencializar

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO ESTRUTURA GERAL DOS ROTEIROS DE ESTUDOS QUINZENAL Os roteiros de estudos, cujo foco está destacado nas palavras chaves, estão organizados em três momentos distintos: 1º MOMENTO - FUNDAMENTOS TEÓRICOS -

Leia mais

Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes

Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes Mostrando que a proteção de nossas crianças e adolescentes também está em fase de crescimento Subsecretaria de Promoção

Leia mais

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Guia do Educador CARO EDUCADOR ORIENTADOR Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 2. PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Objetivo GERAL 5 METODOLOGIA 5 A QUEM SE DESTINA? 6 O QUE

Leia mais

SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO EM REDE. Resumo

SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO EM REDE. Resumo SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO EM REDE Cleide Aparecida Carvalho Rodrigues 1 Resumo A proposta para a realização do SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO EM REDE surgiu durante uma das atividades do Grupo de Estudos de Novas Tecnologias

Leia mais

CIDADES EDUCADORAS DICIONÁRIO

CIDADES EDUCADORAS DICIONÁRIO CIDADES EDUCADORAS A expressão Cidade Educativa, referindo-se a um processo de compenetração íntima entre educação e vida cívica, aparece pela primeira vez no Relatório Edgar Faure, publicado em 1972,

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Extensão universitária. Direitos sociais. Cidadania.

PALAVRAS-CHAVE Extensão universitária. Direitos sociais. Cidadania. 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( X ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

&DPSDQKDV 3ODQHMDPHQWR

&DPSDQKDV 3ODQHMDPHQWR &DPSDQKDV 3ODQHMDPHQWR Toda comunicação publicitária visa atender a alguma necessidade de marketing da empresa. Para isso, as empresas traçam estratégias de comunicação publicitária, normalmente traduzidas

Leia mais

Palavras-chave: 1. Artes; 2. Audiovisual 3. Educação; 4. Rádio; 5. Vídeo

Palavras-chave: 1. Artes; 2. Audiovisual 3. Educação; 4. Rádio; 5. Vídeo Artes Audiovisuais: Estratégia cooperativa na modalidade Educação Jovem e Adulta - EJA STEFANELLI, Ricardo 1 Instituto Federal de Educação Tecnológica de São Paulo RESUMO O presente trabalho na disciplina

Leia mais

O Dia D. 12º Prêmio Destaque em Comunicação SINEPE. e a culturalização de um. posicionamento estratégico

O Dia D. 12º Prêmio Destaque em Comunicação SINEPE. e a culturalização de um. posicionamento estratégico O Dia D e a culturalização de um posicionamento estratégico 12º Prêmio Destaque em Comunicação SINEPE Centro Universitário Franciscano uma universidade para suas aspirações Santa Maria é um polo educacional

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA GESTÃO EMPRESARIAL: REFLEXÕES SOBRE O TEMA. Renata Ferraz de Toledo Maria Claudia Mibielli Kohler

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA GESTÃO EMPRESARIAL: REFLEXÕES SOBRE O TEMA. Renata Ferraz de Toledo Maria Claudia Mibielli Kohler EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA GESTÃO EMPRESARIAL: REFLEXÕES SOBRE O TEMA Renata Ferraz de Toledo Maria Claudia Mibielli Kohler REPRESENTAÇÕES DE EDUCAÇÃO E DE MEIO AMBIENTE O QUE ENTENDEMOS POR EDUCAÇÃO? O QUE

Leia mais

ANEXO III CONDIÇÕES E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA APOIO A ESTUDOS, PESQUISAS E PROJETOS INOVADORES

ANEXO III CONDIÇÕES E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA APOIO A ESTUDOS, PESQUISAS E PROJETOS INOVADORES ANEXO III CONDIÇÕES E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA APOIO A ESTUDOS, PESQUISAS E PROJETOS INOVADORES I ÁREAS DE INTERESSE Criança e Adolescente Apoio a Estudos e Pesquisas e Projetos Inovadores para promoção,

Leia mais

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias novembro/2011 página 1 CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Elba Siqueira de Sá Barretto: Os cursos de Pedagogia costumam ser muito genéricos e falta-lhes um

Leia mais

A CULTURA NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO NA DÉCADA DE 70

A CULTURA NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO NA DÉCADA DE 70 A CULTURA NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO NA DÉCADA DE 70 JUNIOR, Carlos de Faria 1 FERNANDES, Priscila Mendonça 2 Palavras-Chave: Indústria Cultural. Regime Militar. Telenovelas. Introdução O projeto consiste

Leia mais

AS CRIANÇAS E SUAS NARRATIVAS AUDIOVISUAIS: UMA PESQUISA EM PROCESSO Renata Gazé UNIRIO

AS CRIANÇAS E SUAS NARRATIVAS AUDIOVISUAIS: UMA PESQUISA EM PROCESSO Renata Gazé UNIRIO AS CRIANÇAS E SUAS NARRATIVAS AUDIOVISUAIS: UMA PESQUISA EM PROCESSO Renata Gazé UNIRIO Resumo Hoje muitas crianças convivem com narrativas audiovisuais na tv, no cinema e na Internet. Como se relacionam

Leia mais

Reformas Políticas: aperfeiçoando e ampliando a Democracia

Reformas Políticas: aperfeiçoando e ampliando a Democracia Reformas Políticas: aperfeiçoando e ampliando a Democracia Pedro Pontual Pesquisador da Equipe de Participação Cidadã/Observatório dos Direitos do Cidadão do Instituto Pólis Apresentação O Observatório

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 É comum hoje entre os educadores o desejo de, através da ação docente, contribuir para a construção

Leia mais