A MORTE SERVIDA NA HORA DO ALMOÇO: O PAPEL DA TELEVISÃO NA BANALIZAÇÃO DA MORTE E NA DESVALORIZAÇÃO DA VIDA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A MORTE SERVIDA NA HORA DO ALMOÇO: O PAPEL DA TELEVISÃO NA BANALIZAÇÃO DA MORTE E NA DESVALORIZAÇÃO DA VIDA"

Transcrição

1 A MORTE SERVIDA NA HORA DO ALMOÇO: O PAPEL DA TELEVISÃO NA BANALIZAÇÃO DA MORTE E NA DESVALORIZAÇÃO DA VIDA Enzo De Lisita* Resumo: O presente artigo reflete sobre a banalização da violência na televisão brasileira. Tem como referencial a Rede Globo que ao mostrar a execução de um assaltante pela PM do Rio de Janeiro sem exibir cenas de sangue ou vísceras, busca vender a ideia de respeito ao telespectador, mas na verdade também contribui para a banalização da morte e a desvalorização da vida e para a criação de um tribunal de exceção virtual. Palavras-chave: Televisão, violência, vida, morte, tribunal de exceção.

2 * Enzo De Lisita. Mestrando em Direito, Relações Internacionais e Desenvolvimento pela PUC-Goiás. Especialista em Direito das Obrigações e Contratos pela UFG. Graduado em Direito e em Comunicação Social (R/TV) pela UFG. Professor da PUC. Bolsista CNPQ (Criminalidade, Violência e Mídia). 1- INTRODUÇÃO No dia 25 de novembro de 2009, moradores da Rua Pereira Nunes, no Bairro da Tijuca viveram uma manhã de violência, já comum para quem mora em algumas regiões da cidade do Rio de Janeiro. Na oportunidade, um rapaz após a tentativa frustrada de um assalto fez uma mulher como refém e arrastou-a até a rua. Ele a manteve neutralizada com uma das mãos e com a outra ameaçava detonar uma granada. De acordo com a Polícia Militar, após tentativas frustradas de negociação o rapaz foi eliminado com um tiro na cabeça e a refém resgatada com segurança. Tudo isto acompanhado por uma equipe da Rede Globo. O objetivo primordial da presente análise não é interpretar a ação da polícia, que talvez pudesse ter agido com mais cautela, ou de desconsiderar o pânico da mulher, da família dela e de milhares de brasileiros que são vítimas diárias da violência nas grandes cidades. O propósito é refletir sobre a banalização da violência na televisão brasileira, e, no caso específico, a Rede Globo que tradicionalmente adota uma conduta mais discreta, reservada, asséptica quando se trata de mostrar imagens de violência que choquem o telespectador. No propósito de manter este padrão clean o Manual de Telejornalismo da Rede Globo determina que sejam tomados certos cuidados na hora de mostrar imagens violentas. No tópico sobre questões éticas o manual afirma que a A Central Globo de Jornalismo não noticia: cenas de extrema violência tipo fuzilamento, enforcamento etc (Rede Globo, 1984, p. 18). Ao se observar a reportagem uma primeira análise conclui-se que o manual foi seguido. Exibiu-se uma morte limpa, sem sangue, imagens feitas à distância. Não foram mostrados pedaços do cérebro rolando pelo asfalto. Também não foi editada uma repetição da cena que registrou o momento em que a bala atingiu a cabeça do rapaz e o matou. Tudo diferente do que costumam fazer os programas exibidos por âncoras/paladinos da moral e da justiça no final da tarde em outras emissoras. Com isto, vende-se uma aparência de respeito ao telespectador que não se sentiria agredido com sangue e vísceras sendo derramados na sua tela. Mas a realidade é outra. 2

3 2- A REPORTAGEM A cena da morte do assaltante naquela sexta-feira fez parte do cardápio de muitas famílias na hora do almoço. O Jornal Hoje, da Rede Globo, apresentado por volta das 13 horas noticiou o episódio. A Apresentadora Sandra Annemberg anunciou a reportagem com o seguinte texto: E agora um assalto com refém, na Zona Norte do Rio de Janeiro, que terminou com a libertação da vítima e a morte do bandido. A nossa equipe acompanhou a toda a negociação da policia. A morte do bandido veio por último, representando a ideia de que era de menor importância. O tempo de VT da reportagem foi de 1 minuto e 29 segundos. O nome da repórter não foi falado pela apresentadora e nem apareceu nos caracteres. As imagens são de Luiz Júnior e Roberto Mello. De forma resumida a reportagem apresentou as seguintes informações: (Off) Afirmou que o rapaz tentou roubar um carro dos Correios, que policiais cercaram uma farmácia para onde ele fugiu, que o bandido fez uma refém e estava com uma granada. Várias pessoas acompanhavam o episódio enquanto policiais tentavam acalmá-lo. Um atirado de elite estava escondido em um prédio vizinho. Muito tensa, a refém se abaixou e o policial atirou, atingindo-o na cabeça. A cena do tiro foi gravada de certa distância, mas suficiente para que os protagonistas fossem identificados. (Passagem) A repórter contou que foi mais de uma hora de tensão e teve a preocupação de mostrar que o tiro que acertou o bandido atingiu também um portão de um prédio. (Entrevista) Em seu gabinete o comandante do 6º Batalhão da PM disse que o objetivo era sair de lá com o assaltante preso, mas este demonstrou estar cada vez mais agressivo e afirmou: nos decidimos neutralizar e assim o fizemos com sucesso, concluiu. Não foi mostrada nenhuma repetição do disparo e da queda do assaltante. A imagem exibida não derramou uma gota de sangue, foi uma morte limpa, para não chocar e nem atrapalhar o almoço de ninguém. Já o programa Brasil Urgente, apresentado por José Luiz Datena, na Band, no final da tarde, exibiu cenas feitas de outro ângulo, também à distância, que mostram o corpo do rapaz já caído e uma poça de sangue no chão. Na reportagem da Globo o rapaz acusado do crime foi nominado três vezes como bandido e outras três como assaltante. A vítima, quatro vezes como refém. Em 3

4 nenhum momento foram apresentados os nomes dos dois e nem esclarecido se o rapaz possuía antecedentes criminais. Uma informação pouco relevante dentro do contexto da televisão brasileira, afinal, como já afirmara Pierre Bourdieu, nomear é fazer ver, é criar, levar à existência (Bourdieu, 1997, p. 26). Para aqueles que entendem ser a televisão um meio imediatista, pouco afeto a reflexão, é irrelevante o nome de cada um dos personagens de mais uma história da vida real, o importante é levar a notícia de imediato, dar um furo, mostrar antes da concorrência. O bandido, o heroi e a refém eram apenas personagens de uma novela urbana exibida no início da tarde e que para muitos, vale a pena ver de novo. Um enredo folhetinesco com uma narrativa dramática, fechada, com personagens definidos: o vilão (o assaltante), a vítima (a refém), o heroi (o PM) e a plateia aplaudindo (populares). Para saciar o público, em especial a manipulável e assustada classe média, vítima preferida de crimes materiais, cria-se um júri virtual. A televisão cumpre um falso papel de praça pública intermediando conflitos e temores privados em um espaço público e não necessariamente plural e democrático. De uma forma sutil, a partir da força da imagem, tornou-se desnecessário existirem mil palavras. Estava decido, o rapaz era um bandido, a morte dele era um alívio para a sociedade, provavelmente não seria chorada por ninguém. O enredo maniqueísta estava composto. A acusação vem servida com seus ingredientes já demarcados por um olhar moralizante e maniqueístas; o campo do mal destacado do campo do bem, anjos e demônios em sua primeira aparição inconfundíveis (Batista, 2003, p. 14). 1 Neste sentido foi criado um tribunal de exceção rápido, imediato sem a morosidade do Poder Judiciário que julgou, condenou e executou a sentença: a pena de morte. A maior preocupação foi mostrar a execução de mais um bandido que não vai fazer mal à sociedade. Princípios elementares do jornalismo no sentido de construir uma reportagem completa, com todas as informações necessárias para o telespectador foram esquecidos. 1 Na mesma obra Batista trata com propriedade a relação do sistema penal brasileiro com a mídia, em especial o programa Linha Direta da Rede Globo. Aborda os júris virtuais sem contraditório, onde a televisão interfere no papel de Estado, dentro do contexto neoliberal de diminuição do Estado. 4

5 Na reportagem da Rede Globo, e de outras TVs também, não se verificou junto à polícia se a granada era de verdade, se havia conteúdo explosivo. Não foi realizado nenhum questionamento sobre a necessidade de atirar na cabeça. Atirar na cabeça significa atirar para matar. Trata-se de uma execução, seja a pessoa criminosa ou não. Se o assaltante fosse um alucinado jovem branco da Zonal Sul que subiu o morro em busca de drogas, haveria o mesmo tratamento dispensado pela polícia e pela mídia ao morto? A falta deste e de outros questionamentos são também características do telejornalismo brasileiro, estruturado na velocidade, nas notícias rápidas, no desprezo pela reflexão e no pré-julgamento. 3- IMAGEM x TEXTO O manual de redação da Rede Globo trata de uma possível hierarquização entre a imagem e o texto dentro da televisão. O papel da palavra é enriquecer a informação visual. Quem achar que a palavra pode competir com a imagem está completamente perdido (Ibid, p.11). Aplicando tal princípio para o caso em estudo, torna-se desnecessário fazer perguntas e questionar, as imagens mostraram tudo. O bandido é bandido, ele estava com uma granada na mão e ameaçava matar uma cidadã de bem. Vera Íris Paternostro, nascida e criada na Central Globo de Jornalismo, após admitir que a televisão é superficial por natureza e imediatista, que deixa a desejar quando se trata de analisar a informação de forma mais aguda, justifica que tais desvantagens têm o lado positivo: A TV pode abrir o apetite dos receptores da mensagem e estimular a investigação, a busca diversificada da informação, uma vez que seu público, tendo tomando conhecimento da dimensão do fato, pode não se sentir satisfeito de forma total. É diante desse raciocínio que podemos entender um poder motivador da TV enquanto meio de comunicação. (Paternostro, 1987, p. 35) (grifo nosso) Esta é uma da muitas argumentações para justificar a televisão como um meio de comunicação superficial, pouco voltado para o pensamento. No melhor estilo fast-food, a televisão serviria apenas para abrir o apetite, para provocar o telespectador que teria que ir atrás da informação completa em outra mídia, ou restaurante. A velocidade e o pensamento reflexivo não conseguem produzir um diálogo eficiente, Bourdieu (Ibid, 1997) aborda com propriedade tal incompatibilidade. Por isto, como a televisão é imediatista, acaba por dificultar o ato de pensar. A urgência e o 5

6 pensamento não correm juntos, na urgência torna-se mais difícil pensar e pensar pode se tornar um ato subversivo. A morte do assaltante continuou repercutindo nos telejornais da Rede Globo. Na versão do dia seguinte, sábado, 26 de setembro, o Jornal Hoje mostrou com muito choro e emoção, a visita que o policial/atirador realizou à casa da refém. Ela o qualificou como heroi. Em relação ao assaltante nada foi mencionado. O bandido continuou sendo bandido. 4- AUDIÊNCIA A continuação da narrativa do episódio tem também outro matiz, o da busca de audiência. O sucesso de um programa (ou telejornal) é medido por esse índice: quanto maior o público, maior o sucesso (Paternostro Ibidem, p. 37). A autora foi sincera, assumiu a postura de quem opta pela quantidade em detrimento da qualidade. Exibir as imagens de um assaltante levando um tiro na cabeça gera audiência. E mais ainda se a sociedade, grosso modo, sentir-se saciada, justiçada com a morte de mais um bandido. É o que Bourdieu denomina de violência simbólica, que se exerce com a cumplicidade tácita dos que a sofrem e também, com a frequência, dos que a exercem, na medida em que uns e outros são inconscientes de exercê-la ou de sofrê-la (Ibidem, 1997, p. 22). Muitas pessoas que aplaudiram ao vivo, ou vibraram diante da tela de televisão com a execução podem também ser vítimas de um episódio semelhante no futuro, principalmente se fizeram parte da senzala e não da casa grande. Comparando-se a televisão com outras mídias, é possível perceber que devido ao imediatismo, ela é mais propensa, pelo menos na primeira veiculação, a não divulgar as informações completas de um fato prejudicando o bom esclarecimento do episódio. A título de comparação, na data do episódio, 25 de novembro, a versão virtual do jornal O Globo noticiou o fato às 20h57, texto assinado por Ronaldo Braga já contendo os nomes do assaltante, da vítima, do PM que atirou e mais detalhes sobre os envolvidos no episódio. RIO - A comerciante Ana Cristina Garrido, de 48 anos, que passou cerca de 40 minutos em poder de um bandido na Rua Pereira Nunes, na Tijuca, contou que chegou a desmaiar durante a ação, na manhã desta sexta-feira. A dona de uma farmácia, que prestou depoimento durante quase uma hora na 20ª DP, em Vila Isabel, disse ainda que ao tentar sair da farmácia, o criminoso deu uma gravata nela e disse que ela era a única pessoa que poderia tirá-lo dali. 6

7 O criminoso, identificado como Sérgio Ferreira Pinto Júnior, de 24 anos, tinha duas passagens pela polícia. A delegada Renata Rocha, da 20ª DP, disse que as duas passagens foram nos anos de 2005 e 2008, por porte ilegal de armas e furto. O crime aconteceu por volta das 9h30m. Segundo a polícia, depois de uma hora de negociação, o bandido saiu da farmácia com a refém e andou alguns metros quando um atirador de elite, o major Busnello, chefe da 3ª Seção do 6º BPM (Tijuca), aproveitou o momento em que a refém desmaiou e fez um disparo de fuzil. O bandido foi baleado na cabeça por e morreu a caminho do hospital. O major Busnello, que foi muito aplaudido pelos moradores da região depois da ação, estava a uma distância de 40 metros do bandido. Ele contou que já estava posicionado havia uma hora e meia, em local que ele não quis informar, acompanhando o desenrolar do caso. A partir do momento que recebeu uma ordem do comandante, coronel Fernando Príncipe, ele aproveitou a oportunidade para fazer o disparo. [...] (www.oglobo.com.br) 5- OPINIÕES A partir do endereço no You Tube de onde foi extraída a reportagem para a presente análise existe um espaço para a opinião dos internautas. Os comentários são invariavelmente a favor da eliminação do assaltante e com uma profunda carga de preconceito racial e geográfico. São posicionamentos que não diferem muito daqueles vistos no Coliseu romano quando o povo pedia o sangue dos cristãos, ou dos filmes do velho oeste norteamericano nos quais o pacato populacho de um vilarejo aplaudia o enforcamento do bandido, geralmente um mexicano ou um mestiço. 2 Abaixo algumas opiniões: 3 reueloliveira (1 dia atrás) Exibir Ocultar Ah...o video do Datena tá do lado oposto, da pra ver o cara picando no chão certinho. dancastellanata (1 dia atrás) Exibir Ocultar porra, não deu nem tempo, o cabecinha de merda paraiba do caralho nem viu de onde veio, parabens, é isso ai que tem que acontecer com bandidinho de merda.. MrMarsupilami97 (1 dia atrás) Exibir Ocultar parabens cariocas, um paraiba a menos!! 2 Michael Foucault mostra nas primeiras páginas de Vigiar e Punir, que na Europa do século XVIII as execuções públicas de criminosos despertavam a atenção do povo e eram narradas com os mínimos detalhes e em tom sensacionalista pela imprensa. 3 Transcrições literais e na íntegra, desconsiderar as ofensas ao idioma. 7

8 A espetacularização de atos e fatos do cotidiano pela televisão é também uma forma de preenchimento do vácuo surgido em consequência do distanciamento entre o Estado e o cidadão, e que proporciona margem para aparentes soluções estéticas a problemas desta envergadura. Pessoas reagiram positivamente ao episódio interpretando que o tiro na cabeça do bandido era um Paraíba cabeça de merda a menos picando no chão e que não vai mais incomodar a banda boa da sociedade. A resposta dada por uma sociedade atemorizada pela violência e que tem suas dimensões ampliadas pela própria mídia, foi o tiro na cabeça. Foi instantânea, sensorial, estética e sem profundidade. Acerca da prevalência de valores estéticos e emocionais, construídos com a participação da mídia, sobre os valores éticos e racionais de matiz iluminista na busca de solução dos problemas sociais Muniz Sodré assim se posiciona: De modo análogo ao da forma vazia da lei, o fenômeno estético [...] induz à experiência de uma forma consensual esvaziada de qualquer conteúdo, acionada tão só por aspectos emocionais ou sensoriais em busca de uma universalidade plebiscitária. Nada de tensão nem de conflito, apenas a fantasia espetacularizada do consenso (Sodré, 2006, p. 190) Tal pensamento converge com o de Batista, para quem a busca de soluções estéticas e imediatas apresentadas na televisão, tem como pano de fundo o não-papel exercido pelo Estado perante a sociedade. O paradoxo de que um Estado social mínimo corresponde a um Estado penal máximo conduz às consequências concomitantes da despolitização dos conflitos sociais e politização da questão criminal (Ibidem, 2003, p. 14). 5- CONCLUSÃO Seja na visão filosófica de Sodré, ou na criminológica de Batista, o episódio do tiro na cabeça do assaltante mostra o papal mal exercido pela televisão na interlocução entre o Estado e o cidadão. Este, em consequência da inoperância do primeiro, adere a falsos consensos atraído pelo imediatismo do que vê na tela sem dar-se ao trabalho de realizar o exercício da reflexão. Estes consensos são criados também por âncoras de final de tarde que esbravejam pedindo justiça, cobrando mais rigor nas leis e até a pena de morte, que é vedada pela Constituição Federal em tempos de paz. O fazem é verdade apenas diante 8

9 das câmeras. Quando estão lado a lado com a autoridade que foi cobrada na véspera a eloquência é trocada pela candura. Mas, talvez pior do que um formato histriônico de retroalimentação da violência seja a forma pasteurizada, sem sangue, de aparente respeito ao estômago do telespectador como a reportagem que serviu de base para a presente análise, pois ela inocula hipodermicamente a violência sem que o telespectador perceba. A solução para situações de abuso como este ainda está longe de ser materializada, e muito menos de ser consensual no Brasil. Em uma sociedade onde imperam o esquizofrênico temor pela violência e valores individualistas da autopreservação; na qual a televisão não cumpre o seu papel constitucional de respeito a valores éticos e sociais da pessoa e da família (Art. 221 IV), e que usa como imunidade o direito constitucional da liberdade de expressão (Art.5º -IV e Art. 220) para mostrar o que bem entender, sem preocupar-se com os nãovalores que impõe ao telespectador, um caminho para amainar estes abusos seria a criação de um novo marco regulatório do audiovisual com ampla participação do Estado, da iniciativa privada, de profissionais das áreas de Comunicação, Direito, Psicologia, Educação, Sociologia, Filosofia, Antropologia, dentre outras profissões. Um cenário para o debate existe, é o Conselho de Comunicação Social, previsto no artigo 224 da Constituição e regulamento pela lei 8.389/91, mas que até hoje não disse a que veio. Art. 2º - O Conselho de Comunicação Social terá como atribuição a realização de estudos, pareceres, recomendações e outras solicitações que lhe forem encaminhadas pelo Congresso Nacional a respeito do Título VIII, Capítulo V, da Constituição Federal, em especial sobre: d) produção e programação das emissoras de rádio e televisão; i) defesa da pessoa e da família de programas ou programações de rádio e televisão que contrariem o disposto na Constituição Federal; 9

10 6 - DEU NA IMPRENSA Deus iluminou o policial que fez o disparo Ana Cristina Garrido/ Vítima do assaltante Carta Capital Edição 566/ 07/10/2009 Refém de assalto na Tijuca diz que polícia fez o seu papel ao atirar em assaltante / 25/09 às 20h07 Ronaldo Braga O GLOBO 6 a -A REFÉM 6 b -O HEROI 10

11 7- AGRADECIMENTO Ao ex-aluno de Telejornalismo I e II, Rodrigo Gomes Paixão que provocou a presente análise através de sua indignação com o episódio: Olá Prof. Enzo, Vi algo na televisão ontem e lembrei imediatamente do senhor. Infelizmente não se trata de uma reportagem bem editada sobre um tema de importantíssima relevância para o público brasileiro. Trata-se de uma matéria altamente sensacionalista veiculada na hora do almoço pela Rede Globo - no jornal com a sua apresentadora favorita. Recordei-me da sua palestra Criminalidade, Violência e Mídia e de uma aula que tivemos na matéria de Telejornalismo II em que analisamos uma edição do Jornal da Record, que não mede esforços para conseguir audiência, nem que para isso tenha que exibir cenas de pessoas sendo baleadas na cabeça. Pois bem, o senhor disse que a Rede Globo era mais cautelosa ao exibir cenas de operações policiais. Na edição de ontem do Jornal Hoje, do Jornal Nacional, e de todos os telejornais da Globo News (veiculados de uma em uma hora), foi exibida a imagem - sem censura nenhuma - de um sequestrador sendo baleado na testa pela Polícia Militar do Rio de Janeiro, com a emissora seguindo a linha de "bandido bom é bandido morto" a fim de conseguir - ainda mais - audiência. Trata-se de mais um descaso da Vênus Platinada com o telespectador. 11

12 8- REFERENCIAL BATISTA, Nilo. Mídia e sistema penal no capitalismo tardio Disponível em Acesso em 10 out BOURDIEU, Pierre. Sobre a Televisão. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, FOUCAULT, Michel. Vigiar e Punir.Petrópolis: Ed. Vozes, O Globo Acesso em 09 out PATERNOSTRO, Vera Íris. O texto na TV: Manual de telejornalismo. São Paulo: Ed. Brasiliense, SODRÉ, Muniz. Antropológica do espelho. Petrópolis: Ed. Vozes, TV GLOBO Ltda. Manual de Telejornalismo. Goiânia: Gráfica O Popular, Vídeo Atirador de elite mata sequestrador no Rio: - acesso 28 set

02ª Área Integrada de Segurança Pública - AISP

02ª Área Integrada de Segurança Pública - AISP 02ª Área Integrada de Segurança Pública - AISP Unidade Territorial E Botafogo,, Laranjeiras, Urca e Glória (Clique no bairro para visualizar o relatório) a. Mídias em Geral ANÁLISE DE BOTAFOGO Ø Fonte:

Leia mais

Programa Anexo 1. Resumo

Programa Anexo 1. Resumo Programa Anexo 1 Bruno LIMA 2 Carolina RIBEIRO 3 Lara MARQUES 4 Elga MÓL 5 Elisa FRANÇA 6 Ana AMORIM 7 Michelle BASTOS 8 Soraya VIEIRA 9 Universidade Federal de Viçosa, Minas Gerais, MG Resumo Este trabalho

Leia mais

RELATIVISMO MORAL CERTO E ERRADO: QUEM DECIDE? Organizadores: Artur Bezzi Günther, Márcia Luísa Tomazzoni e Mateus Rocha da Silva.

RELATIVISMO MORAL CERTO E ERRADO: QUEM DECIDE? Organizadores: Artur Bezzi Günther, Márcia Luísa Tomazzoni e Mateus Rocha da Silva. RELATIVISMO MORAL CERTO E ERRADO: QUEM DECIDE? Artur Bezzi Günther e Márcia Luísa Tomazzoni Organizadores: Artur Bezzi Günther, Márcia Luísa Tomazzoni e Mateus Rocha da Silva. 1. Duração: 02 horas. 2.

Leia mais

Ensino de Artes Visuais à Distância

Ensino de Artes Visuais à Distância 1 Ensino de Artes Visuais à Distância Bárbara Angelo Moura Vieira Resumo: Através de uma pesquisa, realizada em meio ao corpo docente da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais, as

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE A PROFISSÃO DE DELEGADO DE POLÍCIA CIVIL - V

REFLEXÕES SOBRE A PROFISSÃO DE DELEGADO DE POLÍCIA CIVIL - V REFLEXÕES SOBRE A PROFISSÃO DE DELEGADO DE POLÍCIA CIVIL - V edilbertodonsantos@gmail.com Vocês já ouviram alguém dizer que polícia é igual criança, quando está perto incomoda e quando está longe faz falta?

Leia mais

SEGURANÇA PÚBLICA ASSUNTO DE TODOS

SEGURANÇA PÚBLICA ASSUNTO DE TODOS SEGURANÇA PÚBLICA ASSUNTO DE TODOS Minhas áreas de atuação são, pela ordem de número de eventos: Gestão de Projetos; Gestão de Ativos; Gestão de Segurança Industrial e Gestão Estratégica de empresas. Considero-me,

Leia mais

Clipping FENTECT CORREIOS - BRASIL. BEM PÚBLICO Correios divulgam resultado de concurso

Clipping FENTECT CORREIOS - BRASIL. BEM PÚBLICO Correios divulgam resultado de concurso Página 1 CORREIOS - BRASIL BEM PÚBLICO Correios divulgam resultado de concurso Os Correios divulgaram nesta terça-feira (5) o resultado das provas objetivas para 9.190 vagas de emprego oferecidas pelo

Leia mais

PRONUNCIAMENTO SOBRE VIGÊNCIA DA PORTARIA 1.220/2007, DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, QUE ATRASA A PROGRAMAÇÃO DA

PRONUNCIAMENTO SOBRE VIGÊNCIA DA PORTARIA 1.220/2007, DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, QUE ATRASA A PROGRAMAÇÃO DA PRONUNCIAMENTO SOBRE VIGÊNCIA DA PORTARIA 1.220/2007, DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, QUE ATRASA A PROGRAMAÇÃO DA TELEVISÃO ABERTA NOS ESTADOS DO AMAZONAS, MATO GROSSO DO SUL, PARÁ, RONDÔNIA, RORAIMA E ACRE

Leia mais

Crack: o drama de uma escolha 1. Isadora Nicastro Schwanke JULIÃO 2 Ana Paula MIRA 3 Universidade Positivo, PR

Crack: o drama de uma escolha 1. Isadora Nicastro Schwanke JULIÃO 2 Ana Paula MIRA 3 Universidade Positivo, PR Crack: o drama de uma escolha 1 Isadora Nicastro Schwanke JULIÃO 2 Ana Paula MIRA 3 Universidade Positivo, PR RESUMO Esse trabalho se propõe a explicar o processo de produção da reportagem Crack: o drama

Leia mais

Projeto de Lei de Iniciativa Popular para uma mídia Democrática

Projeto de Lei de Iniciativa Popular para uma mídia Democrática Projeto de Lei de Iniciativa Popular para uma mídia Democrática Comunicação é um direito de todos No Brasil, os meios de comunicação estão concentrados nas mãos de poucas empresas familiares que têm a

Leia mais

TELEJORNALISMO E ESTUDOS CULTURAIS

TELEJORNALISMO E ESTUDOS CULTURAIS Sétimo Fórum Nacional de Professores de Jornalismo Praia dos Ingleses, SC, abril de 2004 GT: Laboratório de Jornalismo Eletrônico Trabalho: TELEJORNALISMO E ESTUDOS CULTURAIS Autora: Célia Maria Ladeira

Leia mais

INFORMES SETORIAL Aeronáutica fala sobre a segurança nos céus do Brasil

INFORMES SETORIAL Aeronáutica fala sobre a segurança nos céus do Brasil INFORMES SETORIAL Aeronáutica fala sobre a segurança nos céus do Brasil A reportagem exibida na semana passada mostrava algumas falhas na comunicação entre o avião monomotor em que estava o nosso repórter

Leia mais

Utilização do vídeo, CD e DVD na sala de aula

Utilização do vídeo, CD e DVD na sala de aula Utilização do vídeo, CD e DVD na sala de aula José Manuel Moran A seguir são apresentadas sugestões de utilização de vídeo, CD e DVD. Vídeo como produção Como documentação, registro de eventos, de aulas,

Leia mais

PESQUISA MAIORIDADE PENAL

PESQUISA MAIORIDADE PENAL PESQUISA MAIORIDADE PENAL OBJETIVOS Entender o pensamento da população do Rio sobre a redução da maioridade penal; Saber se ela é favorável a mudança das penalidades aplicadas ao menor infrator; Buscar

Leia mais

MEU TIO MATOU UM CARA

MEU TIO MATOU UM CARA MEU TIO MATOU UM CARA M eu tio matou um cara. Pelo menos foi isso que ele disse. Eu estava assistindo televisão, um programa idiota em que umas garotas muito gostosas ficavam dançando. O interfone tocou.

Leia mais

A MIDIATIZAÇÃO DO PROCESSO PENAL.

A MIDIATIZAÇÃO DO PROCESSO PENAL. A MIDIATIZAÇÃO DO PROCESSO PENAL. Em julho de 2011, o Jornal inglês News of the World foi fechado após 168 anos de atividade, não resistindo à descoberta dos crimes praticados por seus integrantes que,

Leia mais

Tia Pri Didáticos Educação Cristã PROIBIDA REPRODUÇÃO,CÓPIA OU DISTRIBUIÇÃO POR QUALQUER MEIO tiapri@tiapri.com (47) 3365-4077 www.tiapri.

Tia Pri Didáticos Educação Cristã PROIBIDA REPRODUÇÃO,CÓPIA OU DISTRIBUIÇÃO POR QUALQUER MEIO tiapri@tiapri.com (47) 3365-4077 www.tiapri. Tia Pri Didáticos Educação Cristã PROIBIDA REPRODUÇÃO,CÓPIA OU DISTRIBUIÇÃO POR QUALQUER MEIO tiapri@tiapri.com (47) 3365-4077 www.tiapri.com Página 1 1. HISTÓRIA SUNAMITA 2. TEXTO BÍBLICO II Reis 4 3.

Leia mais

Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público. Alexia Melo. Clebin Quirino. Michel Brasil. Gracielle Fonseca. Rafaela Lima.

Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público. Alexia Melo. Clebin Quirino. Michel Brasil. Gracielle Fonseca. Rafaela Lima. Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público Alexia Melo Clebin Quirino Michel Brasil Gracielle Fonseca Rafaela Lima Satiro Saone O projeto Rede Jovem de Cidadania é uma iniciativa da Associação

Leia mais

Argumento para Série Não Conte a Ninguém

Argumento para Série Não Conte a Ninguém UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA DA REGIÃO DE CHAPECÓ Curso: 1069/432 - Curso Superior De Tecnologia Em Produção Audiovisual Disciplina: Roteiro para Televisão Professor: Ricardo J. Sekula Turma: Período: 2 Ano/Semestre

Leia mais

ASSESSORIA DE IMPRENSA 1 Felipe Plá Bastos 2

ASSESSORIA DE IMPRENSA 1 Felipe Plá Bastos 2 ASSESSORIA DE IMPRENSA 1 Felipe Plá Bastos 2 RESUMO: O presente trabalho tem como objetivo saber como é desenvolvido o trabalho de Assessoria de Imprensa, sendo um meio dentro da comunicação que através

Leia mais

Campanha de combate e prevenção à Violência Contra a Mulher.

Campanha de combate e prevenção à Violência Contra a Mulher. Campanha de combate e prevenção à Violência Contra a Mulher. Vamos juntos trabalhar em prol da vida! BRASIL É CAMPEÃO DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA NUM RANKING DE 54 PAÍSES fonte: Sociedade Mundial de Vitimologia,

Leia mais

11 Resultados obtidos: discussões

11 Resultados obtidos: discussões 11 Resultados obtidos: discussões Através da tabulação dos dados, foi possível constatar que os participantes não prestaram atenção no banner, pelo fato de estarem navegando de acordo com um interesse

Leia mais

Após manifestações, 15 pessoas continuam presas em Belo Horizonte

Após manifestações, 15 pessoas continuam presas em Belo Horizonte Após manifestações, 15 pessoas continuam presas em Belo Horizonte Dos 56 detidos, 11 são adolescentes; 30 foram ouvidos e liberados. Manifestantes e polícia se enfrentaram em dois momentos neste sábado.

Leia mais

Tabela Comparativa Lei 10.826/2003 X Substitutivo apresentado ao projeto de lei 3722/2012

Tabela Comparativa Lei 10.826/2003 X Substitutivo apresentado ao projeto de lei 3722/2012 Tabela Comparativa Lei 10.826/2003 X Substitutivo apresentado ao projeto de lei 3722/2012 O Estatuto do Desarmamento foi um fator importante para reverter o crescimento acelerado das mortes por arma de

Leia mais

Professor de Harvard diz que, por falta de intimidade com as novas mídias, responsáveis deixam de preparar as crianças para o mundo digital

Professor de Harvard diz que, por falta de intimidade com as novas mídias, responsáveis deixam de preparar as crianças para o mundo digital Professor de Harvard diz que, por falta de intimidade com as novas mídias, responsáveis deixam de preparar as crianças para o mundo digital MARCO AURÉLIO CANÔNICO DO RIO Atordoados com um desenvolvimento

Leia mais

Índice de Percepção da Presença do Estado

Índice de Percepção da Presença do Estado Índice de Percepção da Presença do Estado IBRE e CPDOC Rio de Janeiro, 21 de Junho de 2010. Objetivo O objetivo principal é desenvolver um índice que mensure a percepção da presença do Estado na sociedade

Leia mais

TÍTULO / TÍTULO: A DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA AUDIOVISUAL ENTRE O TELEJORNALISMO E O CINEMA

TÍTULO / TÍTULO: A DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA AUDIOVISUAL ENTRE O TELEJORNALISMO E O CINEMA TÍTULO / TÍTULO: A DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA AUDIOVISUAL ENTRE O TELEJORNALISMO E O CINEMA AUTOR / AUTOR: Iara Cardoso INSTITUIÇÃO / INSTITUCIÓN: Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) Unicamp,

Leia mais

UNIVERSIDADE SAGRADO CORAÇÃO USC

UNIVERSIDADE SAGRADO CORAÇÃO USC UNIVERSIDADE SAGRADO CORAÇÃO USC KARINA VIEIRA SOUZA ALVES SANT ANA REPORTAGEM: A VIDA NAS RUAS DE BOTUCATU BAURU 2012 A vida nas ruas de Botucatu A Praça da Igreja Sagrado Coração de Jesus, na Rua Major

Leia mais

Como deixar seu negócio on-line. Tendências e a força das mídias sociais no VAREJO!

Como deixar seu negócio on-line. Tendências e a força das mídias sociais no VAREJO! Como deixar seu negócio on-line Tendências e a força das mídias sociais no VAREJO! A palavra de ordem das redes sociais é interação. Comparando a internet com outros meios de comunicação em massa como

Leia mais

3 Breve história da criminalidade nas favelas

3 Breve história da criminalidade nas favelas 3 Breve história da criminalidade nas favelas A origem das favelas no Rio de Janeiro é consensualmente datada no final do século XIX. A primeira favela foi a ocupação do Morro da Providência no centro

Leia mais

Leone Alves. O fim da cegueira intelectual. 1ª Edição. São Paulo - Brasil

Leone Alves. O fim da cegueira intelectual. 1ª Edição. São Paulo - Brasil Leone Alves O fim da cegueira intelectual 1ª Edição São Paulo - Brasil 2015 1 Apresentação O fim da cegueira intelectual é um livro filosófico que tem como objetivo despertar na sociedade a capacidade

Leia mais

DIMITRI YPSILANTI (Chefe da Divisão de Informação, Comunicação e Política do Consumidor da OCDE): [pronunciamento em outro idioma]

DIMITRI YPSILANTI (Chefe da Divisão de Informação, Comunicação e Política do Consumidor da OCDE): [pronunciamento em outro idioma] MESTRE DE CERIMÔNIA: A seguir, o senhor Roberto Franco, da ABERT, fará as perguntas, formuladas pelos participantes, ao palestrante, o senhor Dimitri Ypsilanti, chefe da divisão de formação, comunicação

Leia mais

PRODUTORA DE NOTÍCIAS VESTIBULAR 1. Letycia CARDOSO 2 João Gabriel MARQUES 3 Márcio de Oliveira GUERRA 4

PRODUTORA DE NOTÍCIAS VESTIBULAR 1. Letycia CARDOSO 2 João Gabriel MARQUES 3 Márcio de Oliveira GUERRA 4 PRODUTORA DE NOTÍCIAS VESTIBULAR 1 Letycia CARDOSO 2 João Gabriel MARQUES 3 Márcio de Oliveira GUERRA 4 Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, MG RESUMO Como forma de estimular a criatividade

Leia mais

DIREITO PENAL E DIREITO PROCESSUAL PENAL

DIREITO PENAL E DIREITO PROCESSUAL PENAL DIREITO PENAL E DIREITO PROCESSUAL PENAL PEÇA PROFISSIONAL Mariano Pereira, brasileiro, solteiro, nascido em 20/1/1987, foi denunciado pela prática de infração prevista no art. 157, 2.º, incisos I e II,

Leia mais

LEI DA MÍDIA DEMOCRÁTICA

LEI DA MÍDIA DEMOCRÁTICA LEI DA MÍDIA DEMOCRÁTICA (versão simples da Lei da Comunicação Social Eletrônica) CAPÍTULO 1 PARA QUE SERVE A LEI Artigo 1 - Esta lei serve para falar como vai acontecer de fato o que está escrito em alguns

Leia mais

ACÓRDÃO. O julgamento teve a participação dos Exmos. Desembargadores CHRISTINE SANTINI (Presidente) e CLAUDIO GODOY.

ACÓRDÃO. O julgamento teve a participação dos Exmos. Desembargadores CHRISTINE SANTINI (Presidente) e CLAUDIO GODOY. fls. 133 ACÓRDÃO Registro: 2014.0000597809 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Agravo de Instrumento nº 2120157-80.2014.8.26.0000, da Comarca de São Paulo, em que é agravante EMPRESA FOLHA DA

Leia mais

Clipping de Imprensa Pesquisa UPP: O que pensam os policiais Outubro de 2015

Clipping de Imprensa Pesquisa UPP: O que pensam os policiais Outubro de 2015 Clipping de Imprensa Pesquisa UPP: O que pensam os policiais Outubro de 2015 A relevância e credibilidade dos resultados da pesquisa UPP: O que pensam os policiais foram, sem dúvida, pontos de partida

Leia mais

Aranha é chamado de 'macaco' por torcida do Grêmio

Aranha é chamado de 'macaco' por torcida do Grêmio Aranha é chamado de 'macaco' por torcida do Grêmio Publicado em 28/08/2014, 22:09 / Atualizado em 29/08/2014, 02:38ESPN.com.br O jogo entre Santos e Grêmio terminou 2 a 0 para o time alvinegro, mas a cena

Leia mais

TV VE - uma experiência em webjornalismo participativo na produção de conteúdo audiovisual sob a ótica da comunidade da Vila Embratel 1

TV VE - uma experiência em webjornalismo participativo na produção de conteúdo audiovisual sob a ótica da comunidade da Vila Embratel 1 I Jornada de Pesquisa e Extensão Trabalhos Científicos TV VE - uma experiência em webjornalismo participativo na produção de conteúdo audiovisual sob a ótica da comunidade da Vila Embratel 1 Márcio Carneiro

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITÓRIOS

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITÓRIOS Órgão : Segunda Turma Criminal Classe : Apelação Criminal Nº Processo : 1999 04 1 000829-4 Apelante : JOÃO AMARO FERNANDES Apelada : A JUSTIÇA PÚBLICA Relator : Des or GETULIO PINHEIRO Delito de trânsito.

Leia mais

Palestra Depois do Abuso Sexual Como encaminhar e lidar com criança vítima de abuso sexual

Palestra Depois do Abuso Sexual Como encaminhar e lidar com criança vítima de abuso sexual Palestra Depois do Abuso Sexual Como encaminhar e lidar com criança vítima de abuso sexual Guilherme Schelb, Promotor de Justiça da Infância em Brasília (1992-1995), especialista em temas da infância e

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE 042 CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS PLANO DE ENSINO

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE 042 CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS PLANO DE ENSINO Código Unidade 042 Cód. Curso Curso 42501 COMUNICAÇÃO SOCIAL Habilitação Etapa Sem/Ano JORNALISMO 6ª 1º / 2009 Cód. Disc. Disciplina Créditos CH Sem Teoria Prática 121.3604.2 TELEJORNALISMO I 04 X X Docentes

Leia mais

CASO URSO BRANCO II (massacre de 2004)

CASO URSO BRANCO II (massacre de 2004) Guia de Cobertura para Jornalistas Relembrando o caso CASO URSO BRANCO II (massacre de 2004) O julgamento é por conta do assassinato de 12 presos da Casa de Detenção José Mário Alves, em abril de 2004,

Leia mais

Todos a favor da agilidade

Todos a favor da agilidade Todos a favor da agilidade Você sabia que agora os inventários, partilhas, separações e divórcios podem ser feitos no cartório? Pois é! Agora os cidadãos tiveram suas vidas facilitadas! Esses atos podem

Leia mais

PORTARIA PGR Nº 107 DE 18 DE FEVEREIRO DE 2014.

PORTARIA PGR Nº 107 DE 18 DE FEVEREIRO DE 2014. PORTARIA PGR Nº 107 DE 18 DE FEVEREIRO DE 2014. Aprova o Guia para o Relacionamento com a Imprensa do Ministério Público Federal. O PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere

Leia mais

O fim das distâncias!...

O fim das distâncias!... O fim das distâncias!... CAIRNCROSS, Frances. O fim das distâncias: como a revolução nas comunicações transformará nossas vidas. São Paulo: Nobel/Exame, 2000. 341 p. Frances Cairncross é editora-chefe

Leia mais

ESTADO CONDENADO POR PRISÃO E PROCESSO ILEGAL CONTRA VIGILANTE E PROPRIETÁRIO DA EMPRESA, POR PORTE DE ARMA

ESTADO CONDENADO POR PRISÃO E PROCESSO ILEGAL CONTRA VIGILANTE E PROPRIETÁRIO DA EMPRESA, POR PORTE DE ARMA ESTADO CONDENADO POR PRISÃO E PROCESSO ILEGAL CONTRA VIGILANTE E PROPRIETÁRIO DA EMPRESA, POR PORTE DE ARMA Desembargador diz que obrigação de delegado e promotor é conhecer a lei Segue abaixo, com partes

Leia mais

23ª Área Integrada de Segurança Pública - AISP

23ª Área Integrada de Segurança Pública - AISP 23ª Área Integrada de Segurança Pública - AISP Unidade Territorial E Leblon, Ipanema, Jardim Botânico, Lagoa,, São Conrado, Gávea e Vidigal (Clique no bairro para visualizar o relatório) ANÁLISE DO LEBLON

Leia mais

MÍDIA E VIOLÊNCIA COMO OS JORNAIS RETRATAM A VIOLÊNCIA E A SEGURANÇA PÚBLICA NA BAIXADA FLUMINENSE. Silvia Ramos

MÍDIA E VIOLÊNCIA COMO OS JORNAIS RETRATAM A VIOLÊNCIA E A SEGURANÇA PÚBLICA NA BAIXADA FLUMINENSE. Silvia Ramos MÍDIA E VIOLÊNCIA COMO OS JORNAIS RETRATAM A VIOLÊNCIA E A SEGURANÇA PÚBLICA NA BAIXADA FLUMINENSE Silvia Ramos A pesquisa mídia e violência O Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade

Leia mais

Palavras-chave: segurança pública; preservação de vidas; violência urbana; social/ e de oportunidade; manipulação de/e da mídia.

Palavras-chave: segurança pública; preservação de vidas; violência urbana; social/ e de oportunidade; manipulação de/e da mídia. VIDAS ENTRE ERROS E ACERTOS 1. OLHARES SOBRE A SEGURANÇA PÚBLICA NO RIO. Wagner Maia da Costa Resumo: O artigo tem por objetivo, estudar a violência na Cidade do Rio de Janeiro ao longo de quase uma década.

Leia mais

AGÊNCIA DE REPORTAGEM E JORNALISMO INVESTIGATIVO

AGÊNCIA DE REPORTAGEM E JORNALISMO INVESTIGATIVO Violência legalizada Categories : Reportagens Date : 18 de dezembro de 2014 Pública Enquanto manifestações contra a violência policial que atinge os negros ocorrem há meses nos Estados Unidos, o Brasil

Leia mais

Uma Prostituta Carioca Foi (de Novo) Sequestrada e Ameaçada pela Polícia

Uma Prostituta Carioca Foi (de Novo) Sequestrada e Ameaçada pela Polícia 1 2015 VICE Media LLC Uma Prostituta Carioca Foi (de Novo) Sequestrada e Ameaçada pela Polícia março 19, 2015 Por Matias Maxx Repórter Foto por Matias Max. No ano passado, poucas semanas antes do início

Leia mais

A PENA DE MORTE EM TEMPO DE GUERRA

A PENA DE MORTE EM TEMPO DE GUERRA UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO MILITAR DIREITO PENAL MILITAR PARTE GERAL MARCELO VITUZZO PERCIANI A PENA DE MORTE EM TEMPO DE GUERRA Marcelo Vituzzo Perciani 1º Tenente da Polícia

Leia mais

OS RECURSOS AUDIOVISUAIS NO ESPAÇO ESCOLAR

OS RECURSOS AUDIOVISUAIS NO ESPAÇO ESCOLAR OS RECURSOS AUDIOVISUAIS NO ESPAÇO ESCOLAR Fundação Universidade Federal do Tocantins Maria Jose de Pinho mjpgon@mail.uft.edu.br Professora orientadora do PIBIC pedagogia Edieide Rodrigues Araújo Acadêmica

Leia mais

Organizando Voluntariado na Escola. Aula 2 Liderança e Comunidade

Organizando Voluntariado na Escola. Aula 2 Liderança e Comunidade Organizando Voluntariado na Escola Aula 2 Liderança e Comunidade Objetivos 1 Entender o que é liderança. 2 Conhecer quais as características de um líder. 3 Compreender os conceitos de comunidade. 4 Aprender

Leia mais

b) vantagens e desvantagens para o usuário que acessa Internet grátis comparadas aos serviços oferecidos pelos provedores pagos.

b) vantagens e desvantagens para o usuário que acessa Internet grátis comparadas aos serviços oferecidos pelos provedores pagos. Questão nº 1 I. Seleção de dados relevantes para o assunto em pauta, comparação, hierarquização. Devem aparecer nos textos: a) a Internet grátis desafia os provedores estabelecidos. Ressaltar as posições

Leia mais

18 Você já foi furtado ou roubado em algum momento de sua vida, caso foi quantas vezes? ( ) Seguro ( ) Pouco seguro ( ) Nada seguro ( ) Não sabe

18 Você já foi furtado ou roubado em algum momento de sua vida, caso foi quantas vezes? ( ) Seguro ( ) Pouco seguro ( ) Nada seguro ( ) Não sabe 4 ( ) Seguro ( ) Pouco seguro ( ) Nada seguro 12 Você se sente seguro ao sair da sua residência à noite? ( ) Muito seguro ( ) Seguro ( ) Pouco seguro ( ) Nada seguro 13 Ao sair de casa costuma deixar alguém?

Leia mais

Depoimento Sem Dano Porto Alegre, AGOSTO de 2009

Depoimento Sem Dano Porto Alegre, AGOSTO de 2009 Depoimento Sem Dano Depoimento Sem Dano Porto Alegre, AGOSTO de 2009 Texto DR. Breno Beutler Júnior DR. José Antônio Daltoé Cezar Expediente projeto gráfico e Ilustrações Paulo Guilherme Marques Taylor

Leia mais

A POLÍTICA DE SEGURANÇA PÚBLICA E INFRAESTRUTURA (LIGADA AO QUESITO DE SEGURANÇA) DESENVOLVIDA EM BARÃO GERALDO

A POLÍTICA DE SEGURANÇA PÚBLICA E INFRAESTRUTURA (LIGADA AO QUESITO DE SEGURANÇA) DESENVOLVIDA EM BARÃO GERALDO BE_310 CIÊNCIAS DO AMBIENTE UNICAMP ESTUDO (Turma 2012) Disponível em: http://www.ib.unicamp.br/dep_biologia_animal/be310 A POLÍTICA DE SEGURANÇA PÚBLICA E INFRAESTRUTURA (LIGADA AO QUESITO DE SEGURANÇA)

Leia mais

Condições de vida das pessoas com deficiência no Brasil

Condições de vida das pessoas com deficiência no Brasil Condições de vida das pessoas com deficiência no Brasil Relatório de Pesquisa de Opinião Pública Nacional Metodologia Pesquisa de opinião pública tipo quantitativa Universo: Cadastro de pessoas do IBDD

Leia mais

Storyline : Argumento do Episódio :

Storyline : Argumento do Episódio : Storyline : No 1 episódio a Duquesa Beaumont é sequestrada. Os sequestradores gravam um vídeo fazendo a exigência do resgate, o mesmo é postado no Youtube, sua liberdade está garantida com uma condição:

Leia mais

Encontro Nacional Jovem de Futuro 2013: conexões e troca de experiências

Encontro Nacional Jovem de Futuro 2013: conexões e troca de experiências boletim Jovem de Futuro ed. 04-13 de dezembro de 2013 Encontro Nacional Jovem de Futuro 2013: conexões e troca de experiências O Encontro Nacional Jovem de Futuro 2013 aconteceu de 26 a 28 de novembro.

Leia mais

SOCIEDADE VIRTUAL: UMA NOVA REALIDADE PARA A RESPONSABILIDADE CIVIL

SOCIEDADE VIRTUAL: UMA NOVA REALIDADE PARA A RESPONSABILIDADE CIVIL SOCIEDADE VIRTUAL: UMA NOVA REALIDADE PARA A RESPONSABILIDADE CIVIL FABRICIO DOS SANTOS RESUMO A sociedade virtual, com suas relações próprias vem se tornando uma nova realidade para a responsabilidade

Leia mais

PANOPTISMO: SÃO JOSÉ DOS CAMPOS, A CIDADE VIGIADA, NA ÓTICA OFICAL

PANOPTISMO: SÃO JOSÉ DOS CAMPOS, A CIDADE VIGIADA, NA ÓTICA OFICAL PANOPTISMO: SÃO JOSÉ DOS CAMPOS, A CIDADE VIGIADA, NA ÓTICA OFICAL MACEDO¹, Diego; ANDRADE¹, Daniel; DÓRIA¹, Vinícius; GASPARETO¹, Darci. Orientador Prof. MSc RIBEIRO¹, Gilson. ¹Universidade do Vale do

Leia mais

Projeto TEMPO DE DESPERTAR Em homenagem a Robin Willians

Projeto TEMPO DE DESPERTAR Em homenagem a Robin Willians Projeto TEMPO DE DESPERTAR Em homenagem a Robin Willians I. INTRODUÇÃO Durante uma pesquisa realizada exclusivamente com homens pelo Instituto Avon/Data Popular e lançada em novembro de 2013, alguns dados

Leia mais

LEITURAS DO MEDO: As notícias sobre violência e sua relação com o aumento do sentimento de insegurança.

LEITURAS DO MEDO: As notícias sobre violência e sua relação com o aumento do sentimento de insegurança. LEITURAS DO MEDO: As notícias sobre violência e sua relação com o aumento do sentimento de insegurança. Jaquelaine SOUSA 1 Dalva Borges de SOUZA 2 Programa de Pós-Graduação em Sociologia/Faculdade de Ciências

Leia mais

Roteiro para curta-metragem. Aparecida dos Santos Gomes 6º ano Escola Municipalizada Paineira NÃO ERA ASSIM

Roteiro para curta-metragem. Aparecida dos Santos Gomes 6º ano Escola Municipalizada Paineira NÃO ERA ASSIM Roteiro para curta-metragem Aparecida dos Santos Gomes 6º ano Escola Municipalizada Paineira NÃO ERA ASSIM SINOPSE José é viciado em drogas tornando sua mãe infeliz. O vício torna José violento, até que

Leia mais

4 Metodologia. 4.1. Primeira parte

4 Metodologia. 4.1. Primeira parte 4 Metodologia [...] a metodologia inclui as concepções teóricas de abordagem, o conjunto de técnicas que possibilitam a apreensão da realidade e também o potencial criativo do pesquisador. (Minayo, 1993,

Leia mais

Audiência PAINEL 1 DESTAQUES DO CASE

Audiência PAINEL 1 DESTAQUES DO CASE Audiência Os dados eram muito expressivos e demonstravam a força dos jornais, principalmente em suas cidades sede, mesmo quando comparado a outros meios tidos pelo senso comum do mercado como mais fortes.

Leia mais

Pedagogia. No painel desta aula. Cotidiano escolar: problemas pedagógicos contemporâneos. Colocam-se, transversalmente, no cotidiano escolar...

Pedagogia. No painel desta aula. Cotidiano escolar: problemas pedagógicos contemporâneos. Colocam-se, transversalmente, no cotidiano escolar... Pedagogia Prof. Elizabete Cristina Costa Renders Cotidiano escolar: problemas pedagógicos contemporâneos Imagem 1 No painel desta aula Colocam-se, transversalmente, no cotidiano escolar... Complexidade

Leia mais

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO EPB0178 QUEBRA DO SIGILO PROFISSIONAL EM CASOS DE PEDOFILIA GABRIELE

Leia mais

Art. 1º. A presente Emenda Constitucional estabelece a necessidade de curso superior em jornalismo para o exercício da profissão de Jornalista.

Art. 1º. A presente Emenda Constitucional estabelece a necessidade de curso superior em jornalismo para o exercício da profissão de Jornalista. PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº, DE 2009. (Do Sr. Dep. Paulo Pimenta e outros) Altera dispositivos da Constituição Federal para estabelecer a necessidade de curso superior em jornalismo para o exercício

Leia mais

Mídia e Região na Era Digital: Diversidade Cultural & Convergência Midiática. (org. Anamaria Fadul e Maria Cristina Gobbi)

Mídia e Região na Era Digital: Diversidade Cultural & Convergência Midiática. (org. Anamaria Fadul e Maria Cristina Gobbi) Mídia e Região na Era Digital: Diversidade Cultural & Convergência Midiática (org. Anamaria Fadul e Maria Cristina Gobbi) XI Colóquio Internacional de Comunicação para o Desenvolvimento Regional (9,10,11

Leia mais

Proposta de publicidade

Proposta de publicidade Proposta de publicidade Olá, prezado (a) Vimos por meio deste apresentar nosso Jornal e a nossa proposta de publicidade para seu negocio ou serviço, que segue-se adiante. Informação é fundamental nos dias

Leia mais

Televisão brasileira: o início da problemática 1

Televisão brasileira: o início da problemática 1 Televisão brasileira: o início da problemática 1 AUTOR: QUINTANA JÚNIOR, José CURSO: Comunicação Social Jornalismo/Unifra, Santa Maria, RS OBRA: CAPARELLI, Sérgio. Televisão e capitalismo no Brasil: com

Leia mais

Guia de Relacionamento com a Imprensa. www.treinamentodemidia.com.br

Guia de Relacionamento com a Imprensa. www.treinamentodemidia.com.br Guia de Relacionamento com a Imprensa www.treinamentodemidia.com.br Apresentação Criar e manter uma imagem positiva para a sociedade é talvez o maior desafio profissional e pessoal de quem busca destaque,

Leia mais

Direitos Humanos - Ensino Fundamental e Ensino Médio

Direitos Humanos - Ensino Fundamental e Ensino Médio Direitos Humanos - Ensino Fundamental e Ensino Médio Um projeto para discutir Direitos Humanos necessariamente tem que desafiar à criatividade, a reflexão, a crítica, pesquisando, discutindo e analisando

Leia mais

Informações práticas para denunciar crimes raciais

Informações práticas para denunciar crimes raciais Informações práticas para denunciar crimes raciais O que é racismo? Racismo é tratar alguém de forma diferente (e inferior) por causa de sua cor, raça, etnia, religião ou procedência nacional. Para se

Leia mais

Fantástico mostra o que aconteceu com as empresas e com as pessoas mostradas na reportagem há um ano.

Fantástico mostra o que aconteceu com as empresas e com as pessoas mostradas na reportagem há um ano. Fantástico mostra o que aconteceu com as empresas e com as pessoas mostradas na reportagem há um ano. Reportagem que chocou o país completou um ano esta semana. O Fantástico mostra o que aconteceu com

Leia mais

Ocorrências por mídia:

Ocorrências por mídia: 1. OCORRÊNCIAS O mês de abril foi bastante positivo para o Secovi Rio em termos de exposição na mídia: foram 60 ocorrências em 32 veículos diferentes, 33% a mais que o registrado no mesmo mês do ano passado.

Leia mais

Cidadão com Segurança. Respeito mútuo entre Cidadão e Polícia

Cidadão com Segurança. Respeito mútuo entre Cidadão e Polícia Cidadão com Segurança Respeito mútuo entre Cidadão e Polícia Presidente do Conselho Nacional do Ministério Público e Procurador-Geral da República Roberto Monteiro Gurgel Santos Comissão do Sistema Prisional,

Leia mais

Ana Carolina Vieira KRÜGER 2 Lucas KOTOVICZ 3 Sandra NODARI 4 Universidade Positivo, Curitiba, PR

Ana Carolina Vieira KRÜGER 2 Lucas KOTOVICZ 3 Sandra NODARI 4 Universidade Positivo, Curitiba, PR Roteiro de Não Ficção: Cardápio da Madrugada 1 Ana Carolina Vieira KRÜGER 2 Lucas KOTOVICZ 3 Sandra NODARI 4 Universidade Positivo, Curitiba, PR RESUMO A série de reportagens "Cardápio da Madrugada" foi

Leia mais

Espelho Penal Peça. Endereçamento correto da interposição 1ª Vara Criminal do Município X 0 / 0,25

Espelho Penal Peça. Endereçamento correto da interposição 1ª Vara Criminal do Município X 0 / 0,25 Espelho Penal Peça O examinando deve redigir uma apelação, com fundamento no artigo 593, I, do Código de Processo Penal. A petição de interposição deve ser endereçada ao juiz de direito da 1ª vara criminal

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE O USO DO CRACK E A VIOLÊNCIA URBANA EM SANTA MARIA

A RELAÇÃO ENTRE O USO DO CRACK E A VIOLÊNCIA URBANA EM SANTA MARIA A RELAÇÃO ENTRE O USO DO CRACK E A VIOLÊNCIA URBANA RESUMO EM SANTA MARIA Raisa Crestani Calegaro 1 Carolina Elisa Suptitz 2 O uso do crack tem aumentado cada vez mais no Brasil, principalmente em grandes

Leia mais

Mediação de Conflitos

Mediação de Conflitos Mediação de Conflitos Facilitadora: Pollyanna Pimentel Assistente Social Recife, julho de 2012 O que é conflito? Conflito é um fenômeno próprio das relações humanas. Eles acontecem por causa de posições

Leia mais

Curso de Direito Atividades de aprofundamento acadêmico nº 04 2S2015

Curso de Direito Atividades de aprofundamento acadêmico nº 04 2S2015 Curso de Direito Atividades de aprofundamento acadêmico nº 04 2S2015 Professor responsável: Ricardo Lorenzi Pupin Aluno: Semestre/turma: Disciplina: Geral Tema da atividade: Arrastões nas praias do Rio

Leia mais

Os sindicatos de professores habituaram-se a batalhar por melhores salários e condições de ensino. Também são caminhos trilhados pelas lideranças.

Os sindicatos de professores habituaram-se a batalhar por melhores salários e condições de ensino. Também são caminhos trilhados pelas lideranças. TEXTOS PARA O PROGRAMA EDUCAR SOBRE A APRESENTAÇÃO DA PEADS A IMPORTÂNCIA SOBRE O PAPEL DA ESCOLA Texto escrito para o primeiro caderno de formação do Programa Educar em 2004. Trata do papel exercido pela

Leia mais

PROGRAMA FALANDO EM POLÍTICA 1

PROGRAMA FALANDO EM POLÍTICA 1 PROGRAMA FALANDO EM POLÍTICA 1 Juliane Cintra de Oliveira 2 Antônio Francisco Magnoni 2 RESUMO Criado em 2007, o Programa Falando de Política é um projeto de experimentação e extensão cultural em radiojornalismo,

Leia mais

Acidentes de trânsito causam transtorno no feriado

Acidentes de trânsito causam transtorno no feriado Editoria: Noticia www.acritica.com.br Coluna: -- Acidentes de trânsito causam transtorno no feriado Acidentes de trânsito causam transtorno no feriado -- Acidentes na capital e no interior marcam o feriado

Leia mais

CASOS COM TRANSTORNOS DE PERSONALIDADE E PROCESSO COM HOMÍCIDIOS DOLOSOS

CASOS COM TRANSTORNOS DE PERSONALIDADE E PROCESSO COM HOMÍCIDIOS DOLOSOS ANDRESSA FRANCIELLI ROCHA CASOS COM TRANSTORNOS DE PERSONALIDADE E PROCESSO COM HOMÍCIDIOS DOLOSOS IVAIPORÃ PR 2012 INTRODUÇÃO Como se há de verificar, por meio desse trabalho será apresentado modelos

Leia mais

Abaixo, você encontra perguntas e respostas frequentes sobre o exercício profissional dos médicos.

Abaixo, você encontra perguntas e respostas frequentes sobre o exercício profissional dos médicos. Consultas à Defesa Anualmente, o Departamento de Defesa Profissional da Associação Paulista de Medicina (APM) realiza cerca de mil atendimentos, esclarecendo dúvidas sobre uma série de assuntos e garantindo

Leia mais

Violência homicida. Diferenças regionais

Violência homicida. Diferenças regionais 1 de 6 31/01/2014 23:35 Aumentar a fonte Diminuir a fonte VIOLÊNCIA CORPO NO CHÃO Morto em outubro de 2012, em Itaquera, Zona Leste paulistana: mais uma entre as mais de 40 mil pessoas assassinadas no

Leia mais

cartilha direitos humanos layout:layout 1 2008-09-05 13:42 Página 1 CAPA

cartilha direitos humanos layout:layout 1 2008-09-05 13:42 Página 1 CAPA cartilha direitos humanos layout:layout 1 2008-09-05 13:42 Página 1 CAPA cartilha direitos humanos layout:layout 1 2008-09-05 13:42 Página 2 TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI* *Artigo 5º da Constituição Brasileira

Leia mais

III SEMANA DO MEIO AMBIENTE

III SEMANA DO MEIO AMBIENTE III SEMANA DO MEIO AMBIENTE Durante a Semana do Meio Ambiente de 2008, o CMJF procurou envolver todos os alunos na discussão e reflexão sobre questões relativas ao ambiente. Através dos coordenadores de

Leia mais

POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO

POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Programa Vizinhança Solidária O Programa Vizinhança Solidária cria a adoção de mecanismos dentro da filosofia de polícia comunitária de estímulo à mudança de comportamento dos integrantes de determinadas

Leia mais

Reportagem do portal Terra sobre o Golpe de 1964

Reportagem do portal Terra sobre o Golpe de 1964 Reportagem do portal Terra sobre o Golpe de 1964 http://noticias.terra.com.br/brasil/golpe-comecou-invisivel-diz-sobrinho-de-substitutode-jango,bc0747a8bf005410vgnvcm4000009bcceb0arcrd.html acesso em 31-03-2014

Leia mais

Violência gera debate sobre a redução da maioridade penal Projetos da PUCPR proporcionam aos adolescentes novas oportunidades de vida

Violência gera debate sobre a redução da maioridade penal Projetos da PUCPR proporcionam aos adolescentes novas oportunidades de vida Violência gera debate sobre a redução da maioridade penal Projetos da PUCPR proporcionam aos adolescentes novas oportunidades de vida Um adolescente entre 16 e 18 anos de idade, que assalta e mata alguém,

Leia mais

Profissão: Estudantes de Jornalismo

Profissão: Estudantes de Jornalismo Profissão: Estudantes de Jornalismo Gus Vieira O jornalista tem uma função social bem clara: disponibilizar para a sociedade informação ética, de qualidade e democrática, atendendo ao interesse público.

Leia mais

Violência aumenta em cidades turísticas do Rio

Violência aumenta em cidades turísticas do Rio Clipping produzido pelo Instituto de Políticas Públicas de Segurança da Fundação Santo André INSEFUSA 17/04/2006 Violência aumenta em cidades turísticas do Rio Folha de São Paulo, 15 de abril de 2006 -

Leia mais