Debates Sinpro Guarulhos

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1 Debates Sinpro Guarulhos

2 Copyright Sindicato dos Professores e Professoras de Guarulhos Sinpro Guarulhos Publicação Semestral Endereço: Rua Maria Lucinda, 53 Vila Zanardi, CEP Guarulhos, São Paulo, Brasil. Tel.: +55 (11) Site: Presidente: Profª Andréia Luciana Harada Sousa Vice-Presidente: Profº Juan Francisco Amaral Ramos Conselho Editorial: Dr. Evaldo Piolli (UNICAMP), Dr. Carlos José Ferreira dos Santos (UESC-Ilhéus-BA), Me. Maurício Pinheiro (UNIMESP-Guarulhos), Profª Nara Di Beo (Sinpro Guarulhos), Profº Ezio Expedito Ferreira Lima (Sinpro Guarulhos e Rede Oficial de Ensino), Profº José Luiz da Silva. Comissão Editorial: Andréa Luciana Harada Sousa, Nara Di Beo, Ezio Expedito Ferreira Lima, Henri de Carvalho, José Luiz da Silva. Editores: Profº Dr. Henri de Carvalho Profª Andréa Luciana Harada Sousa Equipe Técnica: Produção Sinpro Guarulhos Revisão João Carlos Ruza Secretária Ana Carolina Morales Projeto gráfico e capa João Carlos Ruza Diagramação João Ricardo M. Oliveira Impressão e acabamento New-Book Editora ISSN: Tiragem 1000 exemplares Qualitec Editora Ltda. Newbook (é selo da Qualitec Editora Ltda) Rua Ferreira de Almeida, 98 São Paulo SP Tel.: (011) /

3 Sumário Editorial... 7 Pensamento crítico A Lei e o Direito Autoral, o Território e o Direito à Informação: Pirataria de Livros e Ensino Superior no Brasil A Autoavaliação Institucional Potencializando a Gestão Democrática em uma Escola de Educação Infantil Educar Para Quê? A Proposta de Educação Internacional Americana de Arthur Orlando (1910): o Currículo como Ferramenta Ideológica da Integração Continental Cultura e Educação: Para Além dos Muros da Escola. 89 Aspectos Atuais do Sistema Educacional de Cuba Resenha A Educação para Além do Capital, de István Mészáros...123

4 Leitura de arte Qualquer Semelhança com os Fatos é Pura Coincidência: O Realismo Crítico em Escola de Samba, Alegria de Viver, de Carlos Diegues (1962) Edgar Allan Poe e The Raven Litteras Apaguem as Luzes da Idade da Razão Memorial docente Recuperar, na Luta Direta, o Sentido da Dignidade Política Práxis Ainda as Reformas Neoliberais na Educação: O Caso do Ensino Médio Um plano de previdência

5 editorial

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7 7 Editorial Antes de apresentar o panorama de nossas preocupações centrais nesta segunda edição da revista Debates SINPRO Guarulhos EDU- CAÇÃO, cabe documentar a importância que teve o primeiro número. Trabalho de esforço coletivo de indivíduos nomeados ou não, mas todos merecedores de reconhecimento. O valor da primeira edição está presente nas manifestações espontâneas dos professores até aqui todas positivas, ainda que possamos reconhecer falhas comuns para uma investida inédita na história do SINPRO Guarulhos. Esta devolutiva apreciadora nos dá segurança de que estamos no caminho certo ao promover conhecimento que possa servir como arma espiritual para o enfrentamento da realidade. Nós do SINPRO Guarulhos reconhecemos que a classe trabalhadora encontra-se em meio a uma multiplicidade de fatores que predominam favoravelmente aos proprietários dos meios de produção. A título de exemplo, vemos o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC-CUT propor a flexibilização das relações de trabalho por meio do Acordo Coletivo Especial (ACE), desconsiderando as lutas e as conquistas históricas dos trabalhadores. Como problema particular do magistério, vemos a implantação do EaD(Ensino à Distância), como forma de amplificação e manipulação da força produtiva dos professores, beneficiando os ricos proprietários das universidades privadas, já que se trata evidentemente de precarização e intensificação das relações de trabalho, bem como da atividade docente. Além disso, vivemos ainda as péssimas condições de trabalho dos professores que, com salários indignos, têm de dobrar a jornada, aumentando consideravelmente o volume de obrigações extraclasse. Vitimado por assédio, descumprimento das leis do trabalho, fadiga, baixos salários, o professor sofre, por consequência, a despolitização e o desânimo para o envolvimento com as questões de classe, a lassi-

8 8 dão, a desesperança e o desinteresse em reagir e lutar. Prova disto é o esforço dos professores da Rede Pública Estadual que, neste momento, empenham-se numa paralisação que, se não mobilizou toda a categoria, ao menos retumbou nacionalmente em 22 estados, ainda que a mídia burguesa não tenha noticiado em nenhum de seus veículos. Estes apontamentos, que evidenciam a existência de uma categoria adoecida, estão fundamentados na experiência que o SINPRO Guarulhos tem colecionado ao longo destes 12 anos de luta junto aos professores da Rede Particular de Educação. Conhecimento prático que, de forma categórica, passa pela opção declarada em relação ao seu posicionamento político, que prefere a não negociação dos direitos mínimos do trabalho, o apoio incondicional aos movimentos populares e dos trabalhadores de uma forma geral, bem como uma postura política claramente alinhada com o pensamento e com a prática de esquerda. Para além da luta cotidiana, temos encaminhado nosso projeto de formação política e de produção do conhecimento crítico, em parte objetivado nesta revista e também em outras atividades, como: as Palestras dos Autores, o Grupo de Estudo Ontologia em Marx, o Som no Sinpro, além de cursos de Formação Cultural e Artística que o SINPRO Guarulhos desde a sua fundação teve a preocupação de oferecer devolutivamente à classe dos trabalhadores em educação. Ocorre que, ainda precisamos amadurecer um movimento acerca do fundamental papel político dos professores junto ao SINPRO Guarulhos. Parte dos trabalhadores ainda parece temer sua filiação ao sindicato, muito embora este tenha oferecido conquistas significativas aos professores da Rede Privada desta cidade. Como incondicionais defensores dos que penam pelas injustiças postas no mundo do trabalho, face às predileções da classe dos patrões em geral associados em seus sindicatos patronais e de conquistas a serem realizadas rumo à emancipação dos trabalhadores algo bastante evidente nas ações, bem como nas posturas políticas e filiações especificas de nossos diretores, ainda que diversas, mas sempre de interesses

9 humanista e de esquerda cabe neste editorial recuperar em essência dois artigos publicados por Friedrich Engels no jornal sindical inglês Labour Standard, de 1881, acerca dos apontamentos que fez quanto ao papel do sindicato para que venhamos a avaliar e dimensionar no presente, com vistas a um futuro próximo, a importância da participação ativa dos professores associados. No primeiro dos dois artigos, designadamente Os Sindicatos (I), iniciou considerando o modo como as associações dos trabalhadores se colocavam em contraposição aos patrões para forçá-los a praticar a lei econômica do salário. Tema ainda importante para a categoria laboriosa, já que, no tocante ao mundo do trabalho, a pauta política está comprometida em promover, ainda que por meio de subterfúgios, a malfadada reforma sindical. Não são poucas as iniciativas de parlamentares que consideram a CLT um documento obsoleto e demasiado oneroso para os patrões. Engels se propõe à resolução do seguinte problema: como podem os capitalistas baixar o salário, se o salário médio está regulamentado por uma lei econômica específica e bem determinada? Clarifica-se o dilema diante da inquestionável existência da lei econômica dos salários (ENGELS, 1980, p. 133). No caso inglês, tratava-se não de um salário mínimo, mas médio e que gerava certa flexibilidade, já que neste caso o arrocho significava uma redução direta e correspondia a uma adaptação do trabalhador a uma condição de vida materialmente mais simplificada. Outra forma de elevar o acúmulo de capital sobre o trabalhador seria, de modo indireto, aumentando a carga horária da jornada diária de trabalho ou ainda pela intensificação do trabalho e ampliação das forças produtivas sem que houvesse elevação salarial. Estas práticas são estimuladas pela competitividade entre os proprietários dos meios de produção. Uma forma de baixar os preços sem perder excessivamente os lucros é rebaixar salários. A necessidade de lucros elevados é de fato imperativa ao processo de acúmulo. O próprio desenvolvimento de tecnologias está intimamente relacionado com 9

10 10 o processo de acumulação indireta do capital: ampliação das forças produtivas com manutenção salarial ou redução mediante ao processo metabólico específico pela desespecialização dos trabalhadores. Os trabalhadores que não dispõem de organização também não oferecem resistência contra este aviltamento. Engels explica que, nas indústrias em que os operários não demonstram organização de classe, os salários tendem a baixar, bem como o volume de trabalho expresso em horas ou intensidade tende a elevar-se. Este processo se acelera com a depressão na concorrência ou diminui na propriedade da mesma. Assim o trabalhador segue acostumando-se com níveis de vida cada vez mais miseráveis. Realidade não distinta para a classe dos professores em face do que se pode chamar de Indústria da Educação, evidenciada de imediato nas universidades privadas que se multiplicaram com cursos de curta duração, parcialmente presencial, promovendo salas virtuais com o ensino à distância salas que chegam a ter bem mais que 1000 alunos em alguns casos, sem que isto signifique retorno em valor substancial acrescido à hora/aula do professor a hora/digital que resulta em aumento de trabalho doméstico do professor e substituição de força de trabalho nas secretarias estes trabalhadores são simplesmente dispensados, gerando desemprego e consequente acúmulo de capital. Estas instituições seguem tornando-se verdadeiras fábricas de diplomas e, via de regra, com subsídios do governo, seja por meio do PROUNI, do FIES, ou ainda através de programas de anistia de dívidas como é o recente caso do PROIFES. Ratifica-se aqui a forma cruel com a qual se evidencia a luta de classes. Se, de uma parte os sindicatos são legalizados historicamente desde 1824 na Inglaterra e, de uma forma muito peculiar e retardatária no Brasil desde 1943, de outra parte os capitalistas sempre aparecem organizadamente sem a formalidade estatutária, cargos etc., isto porque a característica de manter relações sociais substitui a necessidade de organismo associativo, a não ser nos casos em que defendem um ramo da produção específico: O sistema S, e as associações patronais da edu-

11 cação no estado de São Paulo, nomeadamente, SIEEESP, SEMESP, além da AEG, no caso particular dos patrões da educação privada em Guarulhos. Em oposição, os trabalhadores precisam construir uma organização que seja forte, estatutária e com responsabilidades delegadas a funcionários. Desde sua origem no século XIX com o reconhecimento legal de sua associação, os operários se converteram em força política. Nas palavras de Engels: As massas, antes sem força por estar dividida em frações opostas, já não eram importantes (ENGELS, 1980, p.134). Como consequência de tal associação, formou-se um caixa de expressiva soma que deveria servir à resistência, fato que alterou por completo a condição de luta da classe produtora. Ao proprietário tornou-se complicado baixar os salários ou elevar o número de horas de trabalho exigidas ao produtor. Assim, é desde as origens o ódio despendido pela classe capitalista contra os sindicatos. Não é de espantar que a classe dos proprietários tenha expressado sua insatisfação e declarado ter sido lesada em direito e propriedade. De certo que no caso brasileiro a fragmentação do sindicato dos trabalhadores em categorias, bem como o dispositivo legal de sua institucionalidade funcional arcando com as despesas do setor público (aparelhamento estatal) que cuida da mediação das tensões, próprias à luta de classes em nível executivo e judiciário (Ministério e Justiça do Trabalho), trouxe perdas significativas a toda massa dos que, para sobreviver, não possuem mais que a própria força de trabalho disposta como mercadoria. Engels bem observou o amadurecimento da classe trabalhadora após décadas de luta positivando em certa medida o reconhecimento de sua institucionalidade pela ativa regulamentação dos salários e jornada de trabalho, conquistas que se somam na legislação fabril da época. Mas tal amadurecimento também ensinou aos hábeis proprietários a importância de seu corporativismo. É fato que a organização e disposição à luta sindical impuseram a lei dos salários aos proprietários com o auxílio da legislação do Estado que os levou a estabelecer o tempo de trabalho, por exemplo, mas isto 11

12 12 reconheceu Engels ser o máximo que os sindicatos poderiam conquistar e ainda assim a um preço elevado, seja pela força, seja pela estrutura institucional a arcar financeiramente. No caso brasileiro, tem-se o processo que decorreu desde a institucionalidade legal da prática sindical na década de 10 do século passado, conquista dos trabalhadores organizados em torno das greves de 1917, seguida do impedimento de estrangeiros como associados, boa parte deles anarquistas e socialistas, e mesmo a partir de 1934 com o corporativismo, forma de amarração do sindicato com o Estado. Contudo, ressalta Engels, os trabalhadores organizados têm de recomeçar a sua luta toda vez que as flutuações econômicas cancelam tudo ou quase tudo que os trabalhadores organizados haviam conquistado, colocando-os diante da situação de terem de reiniciar todo o processo sob novas circunstâncias históricas. Este processo coloca cada indivíduo da classe trabalhadora em um círculo vicioso interminável de sua condição de escravo assalariado. O papel do sindicato, conclui Engels na primeira parte de seu artigo, deve ser o de romper este círculo maldito, fixando como escopo um movimento de luta pelo fim do trabalho assalariado. No segundo artigo, Engels destacou uma dentre as funções que os sindicatos assumem: limitar-se a regulamentar o salário médio e dar aos trabalhadores alguns instrumentos de resistência para a luta que desferem contra o capital, em geral nos limites do próprio estado burguês. O sentido da existência dos sindicatos, no entendimento do pensador alemão, é o de consubstanciar o instrumental para a luta dos operários em oposição ao capital, pois ainda que os defensores do capital digam o oposto, que tal luta em verdade não existe, e, mesmo que os trabalhadores não se envolvam diretamente no embate, uma vez que o tempo do trabalho exigido impede uma maior participação efetiva e politizada, nesta infernal contenda, ainda assim estará plasmada socialmente a luta do trabalhador frente ao capital. Não há como mascarar a divisão de classes que expõe uma maioria a condições aviltantes nas mais diferenciadas circunstâncias da vida

13 cotidiana. O fato é que a luta entre produtores e proprietários se converte em luta política, uma vez que a finalidade da classe dominante é a manutenção de seu poder. Assim, os trabalhadores, ao tempo de Engels, lutavam para fazer parte do processo eleitoral para que deste modo pudessem alterar as leis a seu favor. Sempre que o embate se acirra, a classe dominante concede certos direitos constitucionais aos trabalhadores organizados. Não sem antes dar-lhes provas de sua brutalidade. A organização dos trabalhadores é sua melhor arma contra os interesses do capital. As centrais sindicais, desde há muito não passaram despercebidas do governo, sejam liberais ou conservadoras e muitas foram cooptadas. Daí a alteração do modelo que originou a CUT e que fora traído, em princípios, por seus dirigentes marionetizados pelo capital e seu escritório público, o Estado. No século XIX, os sindicatos cumpriam a função de apenas regular os salários e a jornada de trabalho, contrapondo-se às leis que se seguiam desfavoráveis à classe trabalhadora. Contudo, a classe dominante, vil alcatéia, já possuía uma consciência sobre a relevância política e social dos sindicatos, maior que da própria classe produtora. Por este motivo, concedeu o direito de voto já sabendo que o baixo nível teórico ou mesmo a simplicidade formal dos trabalhadores davam a certeza de que não trariam transtornos à institucionalidade do estado burguês. Desse modo, se de um lado os representantes da classe trabalhadora puderam ser eleitos, de outro os sindicatos esqueceram seu dever de vanguarda da classe operária (ENGELS, 1980, p. 136). O filósofo observa que, apesar de tal arma política estar disponível à classe que representa, raramente fora utilizada, e alertou para o fato de que, uma vez não atendendo aos interesses da classe produtora não poderia manter-se no poder. Com espanto o autor de A luta de classes na Inglaterr, expôs a contradição existente entre se poder eleger ao menos 4 a 5 dezenas de representantes diretos da classe trabalhadora e, ainda assim, se contentar em ser representada por capitalistas. A atualidade 13

14 14 desta observação é simplesmente impressionante. Este fato dimensiona a amplitude do problema da representatividade parlamentar. A classe trabalhadora tem de desvencilhar-se desta lógica para que os sindicatos mudem sua posição. É na união geral dos trabalhadores categoriais que reside a força maior de uma organização operária de expressão política. As organizações sindicais devem levar em conta a necessária participação no parlamento e entender definitivamente que a luta por salários melhores e menor jornada de trabalho não pode constituir um fim em si, mas antes deve ser um recurso para se alcançar um objetivo mais elevado que é a abolição do sistema de trabalho assalariado. Considerando a particularidade histórica do caso inglês, Engels aponta em direção a uma saída: Para que o trabalhador plenamente representado no parlamento e para preparar a abolição do sistema de trabalho assalariado, os sindicatos devem organizar-se não só como seção para cada ramo da indústria, mas como corpo único da classe operária (ENGELS, 1980, p. 137). Com estas considerações, dialogadas com um dos grandes expoentes do socialismo científico, buscou-se a compreensão de que muitos dos problemas enfrentados pela classe trabalhadora do século XIX ainda não foram superados em nossos tempos, ao contrário, o que se vê é um estado de retração ou recuo das conquistas. Nós do SINPRO Guarulhos temos claro que o momento em que vivemos configura-se tão complexamente que temos de lutar contra o esfacelamento das conquistas de toda organização da classe trabalhadora, ainda que em nossa particularidade histórica tais conquistas constituam um dos expressivos paradoxos de nosso caminho colonial de desenvolvimento no sistema do capital, e que temos que aprender a superar. Historicamente, nossa CLT surgiu como instrumento que regulamenta a contradição maior do sistema do capital (propriedade privada dos meios de produção da vida/trabalho assalariado), tendo sido elaborada no contexto do avanço do totalitarismo fascista da primeira

15 15 metade do século passado e que, por este fato, trazia em sua propositura constitutiva de sindicato uma organização estruturada no estatismo corporativista, amarrada pelos impostos sindicais, com uma organização fragmentada em categorias e de hierarquias associativas federativas e confederativas que acabou por se naturalizar em amarras da classe trabalhadora. Mas havemos de reconhecer que é nosso dever lutar com as armas que temos para romper os limites que nos encerram. Não há força que resista ao poder da classe operária organizada, como um todo único, por isto convocamos a todos os professores a se filiarem e terem, por meio deste instrumento que é a revista Debates SINPRO Guarulhos, uma prova a mais de nossas reais intenções frente ao objetivo maior que é a emancipação geral dos trabalhadores. Sindicato é pra lutar! Referência bibliográfica ENGELS, F. Os Sindicatos (I e II). Tradução de Rosa Maria Vieira e Ricardo Antunes. In: revista Escrita Ensaio, Ano IV - n 7. São Paulo: Escrita, 1980.

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17 pensamento crítico

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19 19 A Lei e o Direito Autoral, o Território e o Direito à Informação: Pirataria de Livros e Ensino Superior no Brasil Fábio Tozi 1* Uma breve introdução: direitos autorais, pirataria e ensino no Brasil do século XXI Historicamente desigual, o território brasileiro combina distintas manifestações de fartura e de carência. Com a globalização, uma nova intimação a modernizar-se se apresenta, mesmo que etapas anteriores estejam ainda longe de se democratizarem. O sistema de ensino e o acesso à informação corolário, em todos os níveis e esferas, não é exceção. Por seu turno, as leis nacionais relativas aos direitos autorais são eficientes na manutenção de um mercado restrito de acesso ao conhecimento concretizado em livros e outras obras impressas, excluindo grande parte das pessoas alunos ou não e dos lugares dessa dimensão fundamental do sistema de ensino, como se procurará mostrar especialmente a partir da situação paulistana, incorporando-a, todavia, numa discussão nacional e global. Consequentemente, nessa situação, a pirataria, isto é, a reprodução não autorizada de obras, é um elemento inextirpável. Ademais, ela é um fenômeno revelador das contradições brasileiras do atual período histórico. Por isso, faz-se necessário compreendê-la socioespacialmente, como manifestação das novas formas de organização que, a despeito de sua provável ilegalidade, apresentam-se legítimas. 1 * Doutor em Geografia Humana pela Universidade de São Paulo (USP). Professor da FIG UNI- MESP (Guarulhos) e UNIESP (São Paulo).

20 20 Quando pensada para além da esfera produtiva restrita ou da sua ilegalidade, o que a pirataria traz à cena são novas relações que subvertem aquelas anteriormente estabelecidas. Tratá-la somente dentro das esferas jurídica e criminal não impedirá sua continuidade, não permitirá compreendê-la em seu presente e muito menos possibilitará pensar na criação de novas relações a partir do que hoje se dá. Ora, enquanto o sistema normativo procura oprimir as piratarias, a organização do território (disposição e acesso dos objetos e informações) e as novas tecnologias da informação as incentivam. Assim, defende-se que o debate sobre direitos autorais, no Brasil, não pode ausentar-se do reconhecimento de que livros e bibliotecas são elementos fundamentais e negligenciados da formação universitária. Portanto, o objetivo, neste texto, é o de mostrar o papel ativo do território nas discussões sobre o direito autoral e a pirataria a partir da organização do sistema universitário público e privado nacional. A categoria meio geográfico tornase, então, essencial. Este meio, hoje técnico-científico-informacional (SANTOS, 1994, p. 121 ss.), é a base geográfica da globalização, isto é, o meio geográfico agregador das variáveis-chave do presente em combinações particulares e seletivas. Do autor ao detentor do direito autoral: a apropriação privada do conhecimento É preciso constatar que, mesmo tida como natural e definitiva, a concepção de autoria é variável ao longo da história. A conquista da ideia de sujeito, legado da Modernidade, se expressa também na valorização do autor, uma vez que, até então, a concepção do sujeito como autor dissolvia-se na predominância comunitária das instâncias cotidianas da vida. Concomitantemente, a expansão de um meio geográfico tecnicamente mais denso permitiu a reprodução em série das obras. As novas capacidades técnicas de impressão, mais simples e baratas, levaram à análoga proliferação de editores e, em decorrência, de cópias não autorizadas. A invenção da imprensa de tipos móveis é

21 um evento marcante, ainda na primeira metade do século XV. A primeira decorrência normativa da configuração desse novo meio técnico foi a promulgação, no Reino Unido, em 1710, do Estatuto de Anne, diploma jurídico que introduz a concepção de cessão de direitos autorais a terceiros, os editores. Kant, em um ensaio de 1785, apresenta o debate sobre os diversos modos de vista então existentes, discutindo a ilegalidade da reprodução de livros e a legalidade da reprodução de obras de arte. Para esse autor, a partir de uma discussão fundada na ideia de direito natural, uma obra escrita é uma opera e não pode, consequentemente, ser transferida a um terceiro, uma vez que o livro é um meio, um objeto que contém as ideias de um autor. Assim, um editor não pode falar ao público em nome de outro, ou seja, apresentar o discurso de outrem, o autor. O autor pode, evidentemente, permitir a um editor reproduzir as suas ideias, falar ao público por intermédio de outro. No entanto, ninguém pode falar em nome de outro, pois as ideias pertencem exclusivamente à pessoa do autor, isto é, trata-se de um direito inalienável (jus personalissimum). A autoria, para Kant (ibidem) é, portanto, a expressão das ideias de alguém que toma a forma de livros para que possa ser difundida. Assim, Kant defende que, se uma obra literária for modificada por um editor a tal ponto que não coincida mais com as ideias do autor original, tal fato não constituiria uma reimpressão, mas uma obra nova. Não se trataria, dessa maneira, de uma prática a ser interdita. Igualmente, a tradução de uma obra para uma língua estrangeira não caracterizaria uma reimpressão, pois não equivaleria ao mesmo discurso original do autor, que só pode fazê-lo em sua própria língua, mesmo que as ideias em ambos possam ser exatamente as mesmas. As obras de arte, ao contrário, não possuiriam as mesmas características uma vez que são consideradas obras (opus), isto é, possuem existência por elas mesmas e podem ser copiadas, reproduzidas e vendidas ao público, mesmo sem a autorização do autor do original, desde que legitimamente compradas. 21

22 22 Autoria, direito autoral, direito de reprodução e meios de reprodução não são, portanto, sinônimos. O conteúdo está separado da forma. A conformação legal que tomará corpo nos séculos seguintes, hoje mundializada, significou a decantação de debates filosóficos e interesses corporativos que se tornaram leis. Contemporâneo de Kant, Fichte (1793) também debate a distinção fundamental entre forma e conteúdo, e de como a autoria (ideia) se expressaria como direito legal. Segundo o autor, a porção intelectual de um livro é abstrata em relação à sua expressão física e será sempre propriedade do seu autor. O livro, como exemplar, é de propriedade de quem o compra, enquanto as suas ideias, uma vez publicadas, tornamse algo comum, partilhado, entre o autor e seus leitores. Para Fichte (ibidem, pp ), podem-se distinguir dois aspectos de um livro: o físico (o papel impresso) e o ideal. O primeiro pode ser comprado, lido, relido, emprestado, destruído ou queimado e ninguém poderia impedir seu proprietário de fazê-lo. O segundo é formado tanto pelas ideias que se articulam em frases quanto pelo modo como se combinam coerentemente para transmitir um pensamento. O livro pode ser comprado, mas não as ideias de seu autor que, evidentemente, não se transmitem para o comprador com a simples posse do objeto. Entretanto, o século seguinte vislumbra uma nova fase da mundialização do mundo na qual alguns eventos são decisivos para a compreensão do processo recente da história da planetarização das técnicas. Uma vez que o meio técnico-científico expande-se mais aceleradamente, as relações, antes mais simples, entre técnica, Estado e território se tornam cada vez mais complexas, pois, como observa Gille (1993 [1948], p. 1340), os progressos da técnica transbordam para o plano internacional. Era preciso criar os marcos regulatórios mundiais apoiadores da expansão técnica em voga. Assim, em 1896, toma corpo a Convenção de Berna, que estabelece a proteção comum, entre todos os países signatários incluindo o Brasil, dos direitos dos autores. Posteriormente, a Convenção de Roma, de 1961, amplia o escopo de proteções presentes no texto de Berna. Todavia, é apenas com a Convenção de Genebra, de

23 , que uma proteção tendencialmente mais global se impôs, pois ela representou a adoção do sistema de copyright pelos países signatários da Convenção de Berna. Doravante, as obras publicadas em qualquer país signatário devem conter o símbolo ao lado do nome do titular do direito autoral e do ano da primeira publicação, nas páginas iniciais. Atualmente, o mercado editorial brasileiro, discutido adiante, é controlado por grupos editorais cujas políticas de edição e de combate às cópias interferem nas instituições de ensino. A análise da situação brasileira contemporânea revela o conflito entre as desigualdades do território nacional, o sistema de ensino e a vinculação jurídica nacional ao sistema globalizado de normas de proteção ao direito autoral. O meio geográfico incorpora uma dialética entre opressão e novas possibilidades de agir. Autores, editores, livros e leitores as fotocópias e o sistema universitário Em 1939, José Ortega y Gasset, no prefácio do seu livro Meditação da técnica, protesta contra os pirateiros de seus textos. O autor tratava especificamente das anotações de um de seus cursos ministrados em Buenos Aires e publicadas dominicalmente no jornal La Nación, que haviam sido reproduzidas sem sua autorização. Não deveriam, por sua imaturidade, segundo suas próprias palavras, tais anotações serem publicadas em volume. No entanto, diz o filósofo: Mas, vejo que os editores fraudulentos do Chile recortavam do La Nación estas informais prosas minhas e formavam com elas volumes. Em vista do que, decidi fazer concorrência a esses piratas do Pacífico e cometer a fraude de publicar eu estes livros seus, que são meus [Buenos Aires, 27 de outubro de 1939] (ORTEGA Y GASSET, J., 1963 [1939], s/p.). Se o protesto do autor é legítimo, considerando o seu direito e, consequentemente, a sua liberdade de publicar ou não as suas ideias, as mudanças do mundo impõem, a cada nova geração, um novo conjunto moral acompanhado de um novo conjunto técnico. O meio e o período

24 24 técnico-científico modificaram a ideia de autoria, não apenas no que tange à sua apropriação ou plágio, mas também naquilo que concerne à visibilidade das ideias de qualquer um. É próprio do meio geográfico que se estabelecia que as informações fossem difundidas. Em 2010, o escritor peruano Daniel Alarcón informava que em seu país ser pirateado é o critério mais eficiente que um autor pode ter para saber o sucesso editorial de seus livros. O autor descreve o funcionamento do imenso mercado de libros de bajada que funciona em Lima, além de pequenos comércios espalhados pela cidade e seu entorno e dos vendedores ambulantes de livros reproduzidos sem consentimento. O escritor narra sua alegria quando, finalmente, encontra seu livro sendo vendido por um ambulante num dos grandes congestionamentos da cidade. Ele o compra, mesmo notando sua qualidade gráfica inferior, que o desagrada. Ao menos, conclui, seu nome e sua foto foram preservados. Sua autoria lá está, respeitada, o que, segundo suas palavras, nem sempre é a regra. Essa narrativa nos remete à provocativa expressão do artista inglês Banksy (2005): o copyright é para perdedores (copyright is for losers). Esses dois momentos simbolizam dois entendimentos distintos face às concepções globalizadas dos sistemas de proteção de direito autoral. A grande circulação e capilaridade da informação possuem, igualmente, um rebatimento no ensino. A queixa é frequente entre os professores: os alunos plagiam. Ora, para além das questões que envolvem o fazer científico, no qual a cópia deveria ser banida, é preciso considerar que as bases técnicas e informacionais contemporâneas da sociedade não apenas facilitam, mas incentivam e induzem à reprodução do que quer que seja. A digitalização de todas as formas de informação, doravante transformadas em bits intercomunicáveis, os bancos de teses e artigos em linha, permitem que a prática do plágio se acentue, exigindo, em contrapartida, maior aprofundamento das discussões éticas acerca da seriedade e responsabilidade do fazer acadêmico. Ademais, a recente expansão do ensino superior brasileiro, apoiada e sediada por empresas privadas e envolvendo alunos cujos rendimentos

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