Debates Sinpro Guarulhos

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Debates Sinpro Guarulhos"

Transcrição

1 Debates Sinpro Guarulhos

2 Copyright Sindicato dos Professores e Professoras de Guarulhos Sinpro Guarulhos Publicação Semestral Endereço: Rua Maria Lucinda, 53 Vila Zanardi, CEP Guarulhos, São Paulo, Brasil. Tel.: +55 (11) Site: Presidente: Profª Andréia Luciana Harada Sousa Vice-Presidente: Profº Juan Francisco Amaral Ramos Conselho Editorial: Dr. Evaldo Piolli (UNICAMP), Dr. Carlos José Ferreira dos Santos (UESC-Ilhéus-BA), Me. Maurício Pinheiro (UNIMESP-Guarulhos), Profª Nara Di Beo (Sinpro Guarulhos), Profº Ezio Expedito Ferreira Lima (Sinpro Guarulhos e Rede Oficial de Ensino), Profº José Luiz da Silva. Comissão Editorial: Andréa Luciana Harada Sousa, Nara Di Beo, Ezio Expedito Ferreira Lima, Henri de Carvalho, José Luiz da Silva. Editores: Profº Dr. Henri de Carvalho Profª Andréa Luciana Harada Sousa Equipe Técnica: Produção Sinpro Guarulhos Revisão João Carlos Ruza Secretária Ana Carolina Morales Projeto gráfico e capa João Carlos Ruza Diagramação João Ricardo M. Oliveira Impressão e acabamento New-Book Editora ISSN: Tiragem 1000 exemplares Qualitec Editora Ltda. Newbook (é selo da Qualitec Editora Ltda) Rua Ferreira de Almeida, 98 São Paulo SP Tel.: (011) /

3 Sumário Editorial... 7 Pensamento crítico A Lei e o Direito Autoral, o Território e o Direito à Informação: Pirataria de Livros e Ensino Superior no Brasil A Autoavaliação Institucional Potencializando a Gestão Democrática em uma Escola de Educação Infantil Educar Para Quê? A Proposta de Educação Internacional Americana de Arthur Orlando (1910): o Currículo como Ferramenta Ideológica da Integração Continental Cultura e Educação: Para Além dos Muros da Escola. 89 Aspectos Atuais do Sistema Educacional de Cuba Resenha A Educação para Além do Capital, de István Mészáros...123

4 Leitura de arte Qualquer Semelhança com os Fatos é Pura Coincidência: O Realismo Crítico em Escola de Samba, Alegria de Viver, de Carlos Diegues (1962) Edgar Allan Poe e The Raven Litteras Apaguem as Luzes da Idade da Razão Memorial docente Recuperar, na Luta Direta, o Sentido da Dignidade Política Práxis Ainda as Reformas Neoliberais na Educação: O Caso do Ensino Médio Um plano de previdência

5 editorial

6 6

7 7 Editorial Antes de apresentar o panorama de nossas preocupações centrais nesta segunda edição da revista Debates SINPRO Guarulhos EDU- CAÇÃO, cabe documentar a importância que teve o primeiro número. Trabalho de esforço coletivo de indivíduos nomeados ou não, mas todos merecedores de reconhecimento. O valor da primeira edição está presente nas manifestações espontâneas dos professores até aqui todas positivas, ainda que possamos reconhecer falhas comuns para uma investida inédita na história do SINPRO Guarulhos. Esta devolutiva apreciadora nos dá segurança de que estamos no caminho certo ao promover conhecimento que possa servir como arma espiritual para o enfrentamento da realidade. Nós do SINPRO Guarulhos reconhecemos que a classe trabalhadora encontra-se em meio a uma multiplicidade de fatores que predominam favoravelmente aos proprietários dos meios de produção. A título de exemplo, vemos o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC-CUT propor a flexibilização das relações de trabalho por meio do Acordo Coletivo Especial (ACE), desconsiderando as lutas e as conquistas históricas dos trabalhadores. Como problema particular do magistério, vemos a implantação do EaD(Ensino à Distância), como forma de amplificação e manipulação da força produtiva dos professores, beneficiando os ricos proprietários das universidades privadas, já que se trata evidentemente de precarização e intensificação das relações de trabalho, bem como da atividade docente. Além disso, vivemos ainda as péssimas condições de trabalho dos professores que, com salários indignos, têm de dobrar a jornada, aumentando consideravelmente o volume de obrigações extraclasse. Vitimado por assédio, descumprimento das leis do trabalho, fadiga, baixos salários, o professor sofre, por consequência, a despolitização e o desânimo para o envolvimento com as questões de classe, a lassi-

8 8 dão, a desesperança e o desinteresse em reagir e lutar. Prova disto é o esforço dos professores da Rede Pública Estadual que, neste momento, empenham-se numa paralisação que, se não mobilizou toda a categoria, ao menos retumbou nacionalmente em 22 estados, ainda que a mídia burguesa não tenha noticiado em nenhum de seus veículos. Estes apontamentos, que evidenciam a existência de uma categoria adoecida, estão fundamentados na experiência que o SINPRO Guarulhos tem colecionado ao longo destes 12 anos de luta junto aos professores da Rede Particular de Educação. Conhecimento prático que, de forma categórica, passa pela opção declarada em relação ao seu posicionamento político, que prefere a não negociação dos direitos mínimos do trabalho, o apoio incondicional aos movimentos populares e dos trabalhadores de uma forma geral, bem como uma postura política claramente alinhada com o pensamento e com a prática de esquerda. Para além da luta cotidiana, temos encaminhado nosso projeto de formação política e de produção do conhecimento crítico, em parte objetivado nesta revista e também em outras atividades, como: as Palestras dos Autores, o Grupo de Estudo Ontologia em Marx, o Som no Sinpro, além de cursos de Formação Cultural e Artística que o SINPRO Guarulhos desde a sua fundação teve a preocupação de oferecer devolutivamente à classe dos trabalhadores em educação. Ocorre que, ainda precisamos amadurecer um movimento acerca do fundamental papel político dos professores junto ao SINPRO Guarulhos. Parte dos trabalhadores ainda parece temer sua filiação ao sindicato, muito embora este tenha oferecido conquistas significativas aos professores da Rede Privada desta cidade. Como incondicionais defensores dos que penam pelas injustiças postas no mundo do trabalho, face às predileções da classe dos patrões em geral associados em seus sindicatos patronais e de conquistas a serem realizadas rumo à emancipação dos trabalhadores algo bastante evidente nas ações, bem como nas posturas políticas e filiações especificas de nossos diretores, ainda que diversas, mas sempre de interesses

9 humanista e de esquerda cabe neste editorial recuperar em essência dois artigos publicados por Friedrich Engels no jornal sindical inglês Labour Standard, de 1881, acerca dos apontamentos que fez quanto ao papel do sindicato para que venhamos a avaliar e dimensionar no presente, com vistas a um futuro próximo, a importância da participação ativa dos professores associados. No primeiro dos dois artigos, designadamente Os Sindicatos (I), iniciou considerando o modo como as associações dos trabalhadores se colocavam em contraposição aos patrões para forçá-los a praticar a lei econômica do salário. Tema ainda importante para a categoria laboriosa, já que, no tocante ao mundo do trabalho, a pauta política está comprometida em promover, ainda que por meio de subterfúgios, a malfadada reforma sindical. Não são poucas as iniciativas de parlamentares que consideram a CLT um documento obsoleto e demasiado oneroso para os patrões. Engels se propõe à resolução do seguinte problema: como podem os capitalistas baixar o salário, se o salário médio está regulamentado por uma lei econômica específica e bem determinada? Clarifica-se o dilema diante da inquestionável existência da lei econômica dos salários (ENGELS, 1980, p. 133). No caso inglês, tratava-se não de um salário mínimo, mas médio e que gerava certa flexibilidade, já que neste caso o arrocho significava uma redução direta e correspondia a uma adaptação do trabalhador a uma condição de vida materialmente mais simplificada. Outra forma de elevar o acúmulo de capital sobre o trabalhador seria, de modo indireto, aumentando a carga horária da jornada diária de trabalho ou ainda pela intensificação do trabalho e ampliação das forças produtivas sem que houvesse elevação salarial. Estas práticas são estimuladas pela competitividade entre os proprietários dos meios de produção. Uma forma de baixar os preços sem perder excessivamente os lucros é rebaixar salários. A necessidade de lucros elevados é de fato imperativa ao processo de acúmulo. O próprio desenvolvimento de tecnologias está intimamente relacionado com 9

10 10 o processo de acumulação indireta do capital: ampliação das forças produtivas com manutenção salarial ou redução mediante ao processo metabólico específico pela desespecialização dos trabalhadores. Os trabalhadores que não dispõem de organização também não oferecem resistência contra este aviltamento. Engels explica que, nas indústrias em que os operários não demonstram organização de classe, os salários tendem a baixar, bem como o volume de trabalho expresso em horas ou intensidade tende a elevar-se. Este processo se acelera com a depressão na concorrência ou diminui na propriedade da mesma. Assim o trabalhador segue acostumando-se com níveis de vida cada vez mais miseráveis. Realidade não distinta para a classe dos professores em face do que se pode chamar de Indústria da Educação, evidenciada de imediato nas universidades privadas que se multiplicaram com cursos de curta duração, parcialmente presencial, promovendo salas virtuais com o ensino à distância salas que chegam a ter bem mais que 1000 alunos em alguns casos, sem que isto signifique retorno em valor substancial acrescido à hora/aula do professor a hora/digital que resulta em aumento de trabalho doméstico do professor e substituição de força de trabalho nas secretarias estes trabalhadores são simplesmente dispensados, gerando desemprego e consequente acúmulo de capital. Estas instituições seguem tornando-se verdadeiras fábricas de diplomas e, via de regra, com subsídios do governo, seja por meio do PROUNI, do FIES, ou ainda através de programas de anistia de dívidas como é o recente caso do PROIFES. Ratifica-se aqui a forma cruel com a qual se evidencia a luta de classes. Se, de uma parte os sindicatos são legalizados historicamente desde 1824 na Inglaterra e, de uma forma muito peculiar e retardatária no Brasil desde 1943, de outra parte os capitalistas sempre aparecem organizadamente sem a formalidade estatutária, cargos etc., isto porque a característica de manter relações sociais substitui a necessidade de organismo associativo, a não ser nos casos em que defendem um ramo da produção específico: O sistema S, e as associações patronais da edu-

11 cação no estado de São Paulo, nomeadamente, SIEEESP, SEMESP, além da AEG, no caso particular dos patrões da educação privada em Guarulhos. Em oposição, os trabalhadores precisam construir uma organização que seja forte, estatutária e com responsabilidades delegadas a funcionários. Desde sua origem no século XIX com o reconhecimento legal de sua associação, os operários se converteram em força política. Nas palavras de Engels: As massas, antes sem força por estar dividida em frações opostas, já não eram importantes (ENGELS, 1980, p.134). Como consequência de tal associação, formou-se um caixa de expressiva soma que deveria servir à resistência, fato que alterou por completo a condição de luta da classe produtora. Ao proprietário tornou-se complicado baixar os salários ou elevar o número de horas de trabalho exigidas ao produtor. Assim, é desde as origens o ódio despendido pela classe capitalista contra os sindicatos. Não é de espantar que a classe dos proprietários tenha expressado sua insatisfação e declarado ter sido lesada em direito e propriedade. De certo que no caso brasileiro a fragmentação do sindicato dos trabalhadores em categorias, bem como o dispositivo legal de sua institucionalidade funcional arcando com as despesas do setor público (aparelhamento estatal) que cuida da mediação das tensões, próprias à luta de classes em nível executivo e judiciário (Ministério e Justiça do Trabalho), trouxe perdas significativas a toda massa dos que, para sobreviver, não possuem mais que a própria força de trabalho disposta como mercadoria. Engels bem observou o amadurecimento da classe trabalhadora após décadas de luta positivando em certa medida o reconhecimento de sua institucionalidade pela ativa regulamentação dos salários e jornada de trabalho, conquistas que se somam na legislação fabril da época. Mas tal amadurecimento também ensinou aos hábeis proprietários a importância de seu corporativismo. É fato que a organização e disposição à luta sindical impuseram a lei dos salários aos proprietários com o auxílio da legislação do Estado que os levou a estabelecer o tempo de trabalho, por exemplo, mas isto 11

12 12 reconheceu Engels ser o máximo que os sindicatos poderiam conquistar e ainda assim a um preço elevado, seja pela força, seja pela estrutura institucional a arcar financeiramente. No caso brasileiro, tem-se o processo que decorreu desde a institucionalidade legal da prática sindical na década de 10 do século passado, conquista dos trabalhadores organizados em torno das greves de 1917, seguida do impedimento de estrangeiros como associados, boa parte deles anarquistas e socialistas, e mesmo a partir de 1934 com o corporativismo, forma de amarração do sindicato com o Estado. Contudo, ressalta Engels, os trabalhadores organizados têm de recomeçar a sua luta toda vez que as flutuações econômicas cancelam tudo ou quase tudo que os trabalhadores organizados haviam conquistado, colocando-os diante da situação de terem de reiniciar todo o processo sob novas circunstâncias históricas. Este processo coloca cada indivíduo da classe trabalhadora em um círculo vicioso interminável de sua condição de escravo assalariado. O papel do sindicato, conclui Engels na primeira parte de seu artigo, deve ser o de romper este círculo maldito, fixando como escopo um movimento de luta pelo fim do trabalho assalariado. No segundo artigo, Engels destacou uma dentre as funções que os sindicatos assumem: limitar-se a regulamentar o salário médio e dar aos trabalhadores alguns instrumentos de resistência para a luta que desferem contra o capital, em geral nos limites do próprio estado burguês. O sentido da existência dos sindicatos, no entendimento do pensador alemão, é o de consubstanciar o instrumental para a luta dos operários em oposição ao capital, pois ainda que os defensores do capital digam o oposto, que tal luta em verdade não existe, e, mesmo que os trabalhadores não se envolvam diretamente no embate, uma vez que o tempo do trabalho exigido impede uma maior participação efetiva e politizada, nesta infernal contenda, ainda assim estará plasmada socialmente a luta do trabalhador frente ao capital. Não há como mascarar a divisão de classes que expõe uma maioria a condições aviltantes nas mais diferenciadas circunstâncias da vida

13 cotidiana. O fato é que a luta entre produtores e proprietários se converte em luta política, uma vez que a finalidade da classe dominante é a manutenção de seu poder. Assim, os trabalhadores, ao tempo de Engels, lutavam para fazer parte do processo eleitoral para que deste modo pudessem alterar as leis a seu favor. Sempre que o embate se acirra, a classe dominante concede certos direitos constitucionais aos trabalhadores organizados. Não sem antes dar-lhes provas de sua brutalidade. A organização dos trabalhadores é sua melhor arma contra os interesses do capital. As centrais sindicais, desde há muito não passaram despercebidas do governo, sejam liberais ou conservadoras e muitas foram cooptadas. Daí a alteração do modelo que originou a CUT e que fora traído, em princípios, por seus dirigentes marionetizados pelo capital e seu escritório público, o Estado. No século XIX, os sindicatos cumpriam a função de apenas regular os salários e a jornada de trabalho, contrapondo-se às leis que se seguiam desfavoráveis à classe trabalhadora. Contudo, a classe dominante, vil alcatéia, já possuía uma consciência sobre a relevância política e social dos sindicatos, maior que da própria classe produtora. Por este motivo, concedeu o direito de voto já sabendo que o baixo nível teórico ou mesmo a simplicidade formal dos trabalhadores davam a certeza de que não trariam transtornos à institucionalidade do estado burguês. Desse modo, se de um lado os representantes da classe trabalhadora puderam ser eleitos, de outro os sindicatos esqueceram seu dever de vanguarda da classe operária (ENGELS, 1980, p. 136). O filósofo observa que, apesar de tal arma política estar disponível à classe que representa, raramente fora utilizada, e alertou para o fato de que, uma vez não atendendo aos interesses da classe produtora não poderia manter-se no poder. Com espanto o autor de A luta de classes na Inglaterr, expôs a contradição existente entre se poder eleger ao menos 4 a 5 dezenas de representantes diretos da classe trabalhadora e, ainda assim, se contentar em ser representada por capitalistas. A atualidade 13

14 14 desta observação é simplesmente impressionante. Este fato dimensiona a amplitude do problema da representatividade parlamentar. A classe trabalhadora tem de desvencilhar-se desta lógica para que os sindicatos mudem sua posição. É na união geral dos trabalhadores categoriais que reside a força maior de uma organização operária de expressão política. As organizações sindicais devem levar em conta a necessária participação no parlamento e entender definitivamente que a luta por salários melhores e menor jornada de trabalho não pode constituir um fim em si, mas antes deve ser um recurso para se alcançar um objetivo mais elevado que é a abolição do sistema de trabalho assalariado. Considerando a particularidade histórica do caso inglês, Engels aponta em direção a uma saída: Para que o trabalhador plenamente representado no parlamento e para preparar a abolição do sistema de trabalho assalariado, os sindicatos devem organizar-se não só como seção para cada ramo da indústria, mas como corpo único da classe operária (ENGELS, 1980, p. 137). Com estas considerações, dialogadas com um dos grandes expoentes do socialismo científico, buscou-se a compreensão de que muitos dos problemas enfrentados pela classe trabalhadora do século XIX ainda não foram superados em nossos tempos, ao contrário, o que se vê é um estado de retração ou recuo das conquistas. Nós do SINPRO Guarulhos temos claro que o momento em que vivemos configura-se tão complexamente que temos de lutar contra o esfacelamento das conquistas de toda organização da classe trabalhadora, ainda que em nossa particularidade histórica tais conquistas constituam um dos expressivos paradoxos de nosso caminho colonial de desenvolvimento no sistema do capital, e que temos que aprender a superar. Historicamente, nossa CLT surgiu como instrumento que regulamenta a contradição maior do sistema do capital (propriedade privada dos meios de produção da vida/trabalho assalariado), tendo sido elaborada no contexto do avanço do totalitarismo fascista da primeira

15 15 metade do século passado e que, por este fato, trazia em sua propositura constitutiva de sindicato uma organização estruturada no estatismo corporativista, amarrada pelos impostos sindicais, com uma organização fragmentada em categorias e de hierarquias associativas federativas e confederativas que acabou por se naturalizar em amarras da classe trabalhadora. Mas havemos de reconhecer que é nosso dever lutar com as armas que temos para romper os limites que nos encerram. Não há força que resista ao poder da classe operária organizada, como um todo único, por isto convocamos a todos os professores a se filiarem e terem, por meio deste instrumento que é a revista Debates SINPRO Guarulhos, uma prova a mais de nossas reais intenções frente ao objetivo maior que é a emancipação geral dos trabalhadores. Sindicato é pra lutar! Referência bibliográfica ENGELS, F. Os Sindicatos (I e II). Tradução de Rosa Maria Vieira e Ricardo Antunes. In: revista Escrita Ensaio, Ano IV - n 7. São Paulo: Escrita, 1980.

16

17 pensamento crítico

18

19 19 A Lei e o Direito Autoral, o Território e o Direito à Informação: Pirataria de Livros e Ensino Superior no Brasil Fábio Tozi 1* Uma breve introdução: direitos autorais, pirataria e ensino no Brasil do século XXI Historicamente desigual, o território brasileiro combina distintas manifestações de fartura e de carência. Com a globalização, uma nova intimação a modernizar-se se apresenta, mesmo que etapas anteriores estejam ainda longe de se democratizarem. O sistema de ensino e o acesso à informação corolário, em todos os níveis e esferas, não é exceção. Por seu turno, as leis nacionais relativas aos direitos autorais são eficientes na manutenção de um mercado restrito de acesso ao conhecimento concretizado em livros e outras obras impressas, excluindo grande parte das pessoas alunos ou não e dos lugares dessa dimensão fundamental do sistema de ensino, como se procurará mostrar especialmente a partir da situação paulistana, incorporando-a, todavia, numa discussão nacional e global. Consequentemente, nessa situação, a pirataria, isto é, a reprodução não autorizada de obras, é um elemento inextirpável. Ademais, ela é um fenômeno revelador das contradições brasileiras do atual período histórico. Por isso, faz-se necessário compreendê-la socioespacialmente, como manifestação das novas formas de organização que, a despeito de sua provável ilegalidade, apresentam-se legítimas. 1 * Doutor em Geografia Humana pela Universidade de São Paulo (USP). Professor da FIG UNI- MESP (Guarulhos) e UNIESP (São Paulo).

20 20 Quando pensada para além da esfera produtiva restrita ou da sua ilegalidade, o que a pirataria traz à cena são novas relações que subvertem aquelas anteriormente estabelecidas. Tratá-la somente dentro das esferas jurídica e criminal não impedirá sua continuidade, não permitirá compreendê-la em seu presente e muito menos possibilitará pensar na criação de novas relações a partir do que hoje se dá. Ora, enquanto o sistema normativo procura oprimir as piratarias, a organização do território (disposição e acesso dos objetos e informações) e as novas tecnologias da informação as incentivam. Assim, defende-se que o debate sobre direitos autorais, no Brasil, não pode ausentar-se do reconhecimento de que livros e bibliotecas são elementos fundamentais e negligenciados da formação universitária. Portanto, o objetivo, neste texto, é o de mostrar o papel ativo do território nas discussões sobre o direito autoral e a pirataria a partir da organização do sistema universitário público e privado nacional. A categoria meio geográfico tornase, então, essencial. Este meio, hoje técnico-científico-informacional (SANTOS, 1994, p. 121 ss.), é a base geográfica da globalização, isto é, o meio geográfico agregador das variáveis-chave do presente em combinações particulares e seletivas. Do autor ao detentor do direito autoral: a apropriação privada do conhecimento É preciso constatar que, mesmo tida como natural e definitiva, a concepção de autoria é variável ao longo da história. A conquista da ideia de sujeito, legado da Modernidade, se expressa também na valorização do autor, uma vez que, até então, a concepção do sujeito como autor dissolvia-se na predominância comunitária das instâncias cotidianas da vida. Concomitantemente, a expansão de um meio geográfico tecnicamente mais denso permitiu a reprodução em série das obras. As novas capacidades técnicas de impressão, mais simples e baratas, levaram à análoga proliferação de editores e, em decorrência, de cópias não autorizadas. A invenção da imprensa de tipos móveis é

21 um evento marcante, ainda na primeira metade do século XV. A primeira decorrência normativa da configuração desse novo meio técnico foi a promulgação, no Reino Unido, em 1710, do Estatuto de Anne, diploma jurídico que introduz a concepção de cessão de direitos autorais a terceiros, os editores. Kant, em um ensaio de 1785, apresenta o debate sobre os diversos modos de vista então existentes, discutindo a ilegalidade da reprodução de livros e a legalidade da reprodução de obras de arte. Para esse autor, a partir de uma discussão fundada na ideia de direito natural, uma obra escrita é uma opera e não pode, consequentemente, ser transferida a um terceiro, uma vez que o livro é um meio, um objeto que contém as ideias de um autor. Assim, um editor não pode falar ao público em nome de outro, ou seja, apresentar o discurso de outrem, o autor. O autor pode, evidentemente, permitir a um editor reproduzir as suas ideias, falar ao público por intermédio de outro. No entanto, ninguém pode falar em nome de outro, pois as ideias pertencem exclusivamente à pessoa do autor, isto é, trata-se de um direito inalienável (jus personalissimum). A autoria, para Kant (ibidem) é, portanto, a expressão das ideias de alguém que toma a forma de livros para que possa ser difundida. Assim, Kant defende que, se uma obra literária for modificada por um editor a tal ponto que não coincida mais com as ideias do autor original, tal fato não constituiria uma reimpressão, mas uma obra nova. Não se trataria, dessa maneira, de uma prática a ser interdita. Igualmente, a tradução de uma obra para uma língua estrangeira não caracterizaria uma reimpressão, pois não equivaleria ao mesmo discurso original do autor, que só pode fazê-lo em sua própria língua, mesmo que as ideias em ambos possam ser exatamente as mesmas. As obras de arte, ao contrário, não possuiriam as mesmas características uma vez que são consideradas obras (opus), isto é, possuem existência por elas mesmas e podem ser copiadas, reproduzidas e vendidas ao público, mesmo sem a autorização do autor do original, desde que legitimamente compradas. 21

22 22 Autoria, direito autoral, direito de reprodução e meios de reprodução não são, portanto, sinônimos. O conteúdo está separado da forma. A conformação legal que tomará corpo nos séculos seguintes, hoje mundializada, significou a decantação de debates filosóficos e interesses corporativos que se tornaram leis. Contemporâneo de Kant, Fichte (1793) também debate a distinção fundamental entre forma e conteúdo, e de como a autoria (ideia) se expressaria como direito legal. Segundo o autor, a porção intelectual de um livro é abstrata em relação à sua expressão física e será sempre propriedade do seu autor. O livro, como exemplar, é de propriedade de quem o compra, enquanto as suas ideias, uma vez publicadas, tornamse algo comum, partilhado, entre o autor e seus leitores. Para Fichte (ibidem, pp ), podem-se distinguir dois aspectos de um livro: o físico (o papel impresso) e o ideal. O primeiro pode ser comprado, lido, relido, emprestado, destruído ou queimado e ninguém poderia impedir seu proprietário de fazê-lo. O segundo é formado tanto pelas ideias que se articulam em frases quanto pelo modo como se combinam coerentemente para transmitir um pensamento. O livro pode ser comprado, mas não as ideias de seu autor que, evidentemente, não se transmitem para o comprador com a simples posse do objeto. Entretanto, o século seguinte vislumbra uma nova fase da mundialização do mundo na qual alguns eventos são decisivos para a compreensão do processo recente da história da planetarização das técnicas. Uma vez que o meio técnico-científico expande-se mais aceleradamente, as relações, antes mais simples, entre técnica, Estado e território se tornam cada vez mais complexas, pois, como observa Gille (1993 [1948], p. 1340), os progressos da técnica transbordam para o plano internacional. Era preciso criar os marcos regulatórios mundiais apoiadores da expansão técnica em voga. Assim, em 1896, toma corpo a Convenção de Berna, que estabelece a proteção comum, entre todos os países signatários incluindo o Brasil, dos direitos dos autores. Posteriormente, a Convenção de Roma, de 1961, amplia o escopo de proteções presentes no texto de Berna. Todavia, é apenas com a Convenção de Genebra, de

23 , que uma proteção tendencialmente mais global se impôs, pois ela representou a adoção do sistema de copyright pelos países signatários da Convenção de Berna. Doravante, as obras publicadas em qualquer país signatário devem conter o símbolo ao lado do nome do titular do direito autoral e do ano da primeira publicação, nas páginas iniciais. Atualmente, o mercado editorial brasileiro, discutido adiante, é controlado por grupos editorais cujas políticas de edição e de combate às cópias interferem nas instituições de ensino. A análise da situação brasileira contemporânea revela o conflito entre as desigualdades do território nacional, o sistema de ensino e a vinculação jurídica nacional ao sistema globalizado de normas de proteção ao direito autoral. O meio geográfico incorpora uma dialética entre opressão e novas possibilidades de agir. Autores, editores, livros e leitores as fotocópias e o sistema universitário Em 1939, José Ortega y Gasset, no prefácio do seu livro Meditação da técnica, protesta contra os pirateiros de seus textos. O autor tratava especificamente das anotações de um de seus cursos ministrados em Buenos Aires e publicadas dominicalmente no jornal La Nación, que haviam sido reproduzidas sem sua autorização. Não deveriam, por sua imaturidade, segundo suas próprias palavras, tais anotações serem publicadas em volume. No entanto, diz o filósofo: Mas, vejo que os editores fraudulentos do Chile recortavam do La Nación estas informais prosas minhas e formavam com elas volumes. Em vista do que, decidi fazer concorrência a esses piratas do Pacífico e cometer a fraude de publicar eu estes livros seus, que são meus [Buenos Aires, 27 de outubro de 1939] (ORTEGA Y GASSET, J., 1963 [1939], s/p.). Se o protesto do autor é legítimo, considerando o seu direito e, consequentemente, a sua liberdade de publicar ou não as suas ideias, as mudanças do mundo impõem, a cada nova geração, um novo conjunto moral acompanhado de um novo conjunto técnico. O meio e o período

24 24 técnico-científico modificaram a ideia de autoria, não apenas no que tange à sua apropriação ou plágio, mas também naquilo que concerne à visibilidade das ideias de qualquer um. É próprio do meio geográfico que se estabelecia que as informações fossem difundidas. Em 2010, o escritor peruano Daniel Alarcón informava que em seu país ser pirateado é o critério mais eficiente que um autor pode ter para saber o sucesso editorial de seus livros. O autor descreve o funcionamento do imenso mercado de libros de bajada que funciona em Lima, além de pequenos comércios espalhados pela cidade e seu entorno e dos vendedores ambulantes de livros reproduzidos sem consentimento. O escritor narra sua alegria quando, finalmente, encontra seu livro sendo vendido por um ambulante num dos grandes congestionamentos da cidade. Ele o compra, mesmo notando sua qualidade gráfica inferior, que o desagrada. Ao menos, conclui, seu nome e sua foto foram preservados. Sua autoria lá está, respeitada, o que, segundo suas palavras, nem sempre é a regra. Essa narrativa nos remete à provocativa expressão do artista inglês Banksy (2005): o copyright é para perdedores (copyright is for losers). Esses dois momentos simbolizam dois entendimentos distintos face às concepções globalizadas dos sistemas de proteção de direito autoral. A grande circulação e capilaridade da informação possuem, igualmente, um rebatimento no ensino. A queixa é frequente entre os professores: os alunos plagiam. Ora, para além das questões que envolvem o fazer científico, no qual a cópia deveria ser banida, é preciso considerar que as bases técnicas e informacionais contemporâneas da sociedade não apenas facilitam, mas incentivam e induzem à reprodução do que quer que seja. A digitalização de todas as formas de informação, doravante transformadas em bits intercomunicáveis, os bancos de teses e artigos em linha, permitem que a prática do plágio se acentue, exigindo, em contrapartida, maior aprofundamento das discussões éticas acerca da seriedade e responsabilidade do fazer acadêmico. Ademais, a recente expansão do ensino superior brasileiro, apoiada e sediada por empresas privadas e envolvendo alunos cujos rendimentos

REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor. Brasília, outubro de 2004

REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor. Brasília, outubro de 2004 REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor Brasília, outubro de 2004 FEDERAÇÃO NACIONAL DOS JORNALISTAS FENAJ http://www.fenaj.org.br FÓRUM NACIONAL DOS PROFESSORES DE JORNALISMO - FNPJ

Leia mais

Avanços na transparência

Avanços na transparência Avanços na transparência A Capes está avançando não apenas na questão dos indicadores, como vimos nas semanas anteriores, mas também na transparência do sistema. Este assunto será explicado aqui, com ênfase

Leia mais

Decisão do STF permite contratação de professores federais por Organização Social

Decisão do STF permite contratação de professores federais por Organização Social Decisão do STF permite contratação de professores federais por Organização Social Na mesma semana em que os trabalhadores brasileiros tomaram as ruas e conseguiram suspender a votação do Projeto de Lei

Leia mais

Em recente balanço feito nas negociações tidas em 2009, constatamos

Em recente balanço feito nas negociações tidas em 2009, constatamos DESAFIOS E PERSPECTIVAS PARA O DIÁLOGO SOCIAL NO BRASIL: O MODELO SINDICAL BRASILEIRO E A REFORMA SINDICAL Zilmara Davi de Alencar * Em recente balanço feito nas negociações tidas em 2009, constatamos

Leia mais

FORMAÇÃO PLENA PARA OS PROFESSORES

FORMAÇÃO PLENA PARA OS PROFESSORES Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias dezembro/2006 página 1 FORMAÇÃO PLENA PARA OS PROFESSORES Bernardete Gatti: o país enfrenta uma grande crise na formação de seus professores em especial, de alfabetizadores.

Leia mais

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS POLÍTICAS CORPORATIVAS

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS POLÍTICAS CORPORATIVAS 8 - Política de segurança da informação 8.1 Introdução A informação é um ativo que possui grande valor para a COOPERFEMSA, devendo ser adequadamente utilizada e protegida contra ameaças e riscos. A adoção

Leia mais

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global Página Artigo: 6º Parágrafo: Único Inciso Alínea EMENDA MODIFICATIVA O parágrafo único do Artigo 6º do PL n 8035 de 2010, passa a ter a seguinte redação: Art. 6º... Parágrafo único. O Fórum Nacional de

Leia mais

SECRETARIA EXECUTIVA DE DESENVOLVIMENTO E ASSISTÊNCIA SOCIAL - SEDAS GERÊNCIA DE PLANEJAMENTO, PROJETOS E CAPACITAÇÃO TEXTO I

SECRETARIA EXECUTIVA DE DESENVOLVIMENTO E ASSISTÊNCIA SOCIAL - SEDAS GERÊNCIA DE PLANEJAMENTO, PROJETOS E CAPACITAÇÃO TEXTO I TEXTO I Igualdade de Gênero no Enfrentamento à Violência Contra a Mulher As desigualdades são sentidas de formas diferentes pelas pessoas dependendo do seu envolvimento com a questão. As mulheres sentem

Leia mais

A CONTEE a Reforma Universitária e o Programa Universidade Para Todos.

A CONTEE a Reforma Universitária e o Programa Universidade Para Todos. A CONTEE a Reforma Universitária e o Programa Universidade Para Todos. A CONTEE, depois de uma trajetória de mais de uma década de permanente debate interno e sintonia com as entidades filiadas, se encontra

Leia mais

Propriedade intelectual e políticas de comunicação

Propriedade intelectual e políticas de comunicação 1 Fórum Para entender os eixos focais Propriedade intelectual e políticas de comunicação Graça Caldas O texto do prof. Rebouças oferece uma importante revisão histórica sobre os conceitos que permeiam

Leia mais

DECRETO-LEI Nº 3.689, DE 3 DE OUTUBRO DE 1941

DECRETO-LEI Nº 3.689, DE 3 DE OUTUBRO DE 1941 DECRETO-LEI Nº 3.689, DE 3 DE OUTUBRO DE 1941 Código de Processo Penal. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, usando da atribuição que lhe confere o art. 180 da Constituição, decreta a seguinte Lei: LIVRO II DOS

Leia mais

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR.

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. ÉTICA E SERVIÇO SOCIAL: Elementos para uma breve reflexão e debate. Perspectiva de Análise Teoria Social Crítica (Marx e alguns marxistas)

Leia mais

PERGUNTAS MAIS FREQUENTES CERTIFICAÇÃO NBR ISO/IEC 27001

PERGUNTAS MAIS FREQUENTES CERTIFICAÇÃO NBR ISO/IEC 27001 PERGUNTAS MAIS FREQUENTES CERTIFICAÇÃO NBR ISO/IEC 27001 Através da vasta experiência, adquirida ao longo dos últimos anos, atuando em Certificações de Sistemas de Gestão, a Fundação Vanzolini vem catalogando

Leia mais

Metalúrgica JORBA Indústria e Comércio Ltda. Av. Emilio Giaquinto, 177 Parque Novo Mundo São Paulo SP CEP: 02181-110 Fone/Fax: (55-11) 2632-2611

Metalúrgica JORBA Indústria e Comércio Ltda. Av. Emilio Giaquinto, 177 Parque Novo Mundo São Paulo SP CEP: 02181-110 Fone/Fax: (55-11) 2632-2611 Metalúrgica JORBA Indústria e Comércio Ltda. Av. Emilio Giaquinto, 177 Parque Novo Mundo São Paulo SP CEP: 02181-110 Fone/Fax: (55-11) 2632-2611 CNPJ: 61.460.077/0001-39 / INSCR: 105.657.106.110 Gestão

Leia mais

medida. nova íntegra 1. O com remuneradas terem Isso é bom

medida. nova íntegra 1. O com remuneradas terem Isso é bom Entrevista esclarece dúvidas sobre acúmulo de bolsas e atividadess remuneradas Publicada por Assessoria de Imprensa da Capes Quinta, 22 de Julho de 2010 19:16 No dia 16 de julho de 2010, foi publicada

Leia mais

DADOS. Histórico de lutas

DADOS. Histórico de lutas MULHERES O partido Solidariedade estabeleceu políticas participativas da mulher. Isso se traduz pela criação da Secretaria Nacional da Mulher e por oferecer a esta Secretaria completa autonomia. Acreditamos

Leia mais

Gestão Democrática da Educação

Gestão Democrática da Educação Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica Departamento de Articulação e Desenvolvimento dos Sistemas de Ensino Coordenação Geral de Articulação e Fortalecimento Institucional dos Sistemas de

Leia mais

DIREÇÃO NACIONAL DA CUT APROVA ENCAMINHAMENTO PARA DEFESA DA PROPOSTA DE NEGOCIAÇÃO DO SALÁRIO MÍNIMO, DAS APOSENTADORIAS E DO FATOR PREVIDENCIÁRIO

DIREÇÃO NACIONAL DA CUT APROVA ENCAMINHAMENTO PARA DEFESA DA PROPOSTA DE NEGOCIAÇÃO DO SALÁRIO MÍNIMO, DAS APOSENTADORIAS E DO FATOR PREVIDENCIÁRIO DIREÇÃO NACIONAL DA CUT APROVA ENCAMINHAMENTO PARA DEFESA DA PROPOSTA DE NEGOCIAÇÃO DO SALÁRIO MÍNIMO, DAS APOSENTADORIAS E DO FATOR PREVIDENCIÁRIO A CUT e as centrais sindicais negociaram com o governo

Leia mais

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O PARFOR

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O PARFOR PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O PARFOR 1. Como são os cursos ofertados pela plataforma freire e quais os benefícios para os professores que forem selecionados? O professor sem formação poderá estudar nos

Leia mais

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS PARTE II POLÍTICAS CORPORATIVAS

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS PARTE II POLÍTICAS CORPORATIVAS 1 Política de segurança da informação 1.1 Introdução A informação é um ativo que possui grande valor para a COGEM, devendo ser adequadamente utilizada e protegida contra ameaças e riscos. A adoção de políticas

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

ASSOCIAÇÃO UNIVERSIDADE EM REDE

ASSOCIAÇÃO UNIVERSIDADE EM REDE Como Associação que abarca as instituições de educação superior públicas tendo como finalidade o desenvolvimento da educação a distância, a UniRede apresenta abaixo as considerações relativas aos três

Leia mais

DIREITOS AUTORAIS EM ESPAÇOS DIGITAIS. Guilherme Carboni

DIREITOS AUTORAIS EM ESPAÇOS DIGITAIS. Guilherme Carboni DIREITOS AUTORAIS EM ESPAÇOS DIGITAIS Guilherme Carboni I. CRIAÇÕES INTELECTUAIS PROTEGIDAS PELA PROPRIEDADE INTELECTUAL Campo da Técnica Campo da Técnica Campo Estético Campo Estético Propriedade Industrial

Leia mais

DECRETO Nº, DE DE DE. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e

DECRETO Nº, DE DE DE. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e DECRETO Nº, DE DE DE. Aprova a Política Nacional da Indústria de Defesa (PNID). A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e Considerando

Leia mais

Philippe Perrenoud Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação Universidade de Genebra 2009

Philippe Perrenoud Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação Universidade de Genebra 2009 EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA: Passar do Discurso para a Ação Philippe Perrenoud Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação Universidade de Genebra 2009 1º Fórum de Ideias - Cambridge University Press

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE A QUESTÃO SOCIAL

REFLEXÕES SOBRE A QUESTÃO SOCIAL TEORIA MARXISTA NA COMPREENSÃO DA SOCIEDADE CAPITALISTA Disciplina: QUESTÃO E SERVIÇO Professora: Maria da Graça Maurer Gomes Türck Fonte: AS Maria da Graça Türck 1 Que elementos são constitutivos importantes

Leia mais

ENTREVISTA. COM o Dr. Rildo Cosson. POR Begma Tavares Barbosa* begma@acessa.com

ENTREVISTA. COM o Dr. Rildo Cosson. POR Begma Tavares Barbosa* begma@acessa.com Entrevista ENTREVISTA 146 COM o Dr. Rildo Cosson. POR Begma Tavares Barbosa* begma@acessa.com * Dra. em Letras pela PUC/RJ e professora do Colégio de Aplicação João XXIII/UFJF. Rildo Cosson Mestre em Teoria

Leia mais

FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS

FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS 1 FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS MAURICIO SEBASTIÃO DE BARROS 1 RESUMO Este artigo tem como objetivo apresentar as atuais

Leia mais

A POSSIBILIDADE DA INCLUSÃO DE DESPESAS ADMINISTRATIVAS DO CONVENENTE NO PLANO DE TRABALHO A SER APRESENTADO EM CONVÊNIOS E CONTRATOS DE REPASSE

A POSSIBILIDADE DA INCLUSÃO DE DESPESAS ADMINISTRATIVAS DO CONVENENTE NO PLANO DE TRABALHO A SER APRESENTADO EM CONVÊNIOS E CONTRATOS DE REPASSE A POSSIBILIDADE DA INCLUSÃO DE DESPESAS ADMINISTRATIVAS DO CONVENENTE NO PLANO DE TRABALHO A SER APRESENTADO EM CONVÊNIOS E CONTRATOS DE REPASSE Elaborado em: 22/09/2010 Autora: Walleska Vila Nova Maranhão

Leia mais

PENSAR O LIVRO 6. Legal modelos desenvolvidos na Europa para a digitalização, armazenamento, o registo e acesso a material digital em bibliotecas

PENSAR O LIVRO 6. Legal modelos desenvolvidos na Europa para a digitalização, armazenamento, o registo e acesso a material digital em bibliotecas PENSAR O LIVRO 6 Fórum Ibero-americano sobre o livro, a leitura e as bibliotecas na sociedade do conhecimento Junho 2009 Legal modelos desenvolvidos na Europa para a digitalização, armazenamento, o registo

Leia mais

O caminho para o sucesso. Promovendo o desenvolvimento para além da universidade

O caminho para o sucesso. Promovendo o desenvolvimento para além da universidade O caminho para o sucesso Promovendo o desenvolvimento para além da universidade Visão geral Há mais de 40 anos, a Unigranrio investe em ensino diferenciado no Brasil para cumprir com seu principal objetivo

Leia mais

COMUNICADO n o 003/2012 ÁREA DE GEOGRAFIA ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012

COMUNICADO n o 003/2012 ÁREA DE GEOGRAFIA ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 COMUNICADO n o 003/2012 ÁREA DE GEOGRAFIA ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 Brasília, 03 de Abril de 2012 IDENTIFICAÇÃO ÁREA DE AVALIAÇÃO: GEOGRAFIA PERÍODO DE AVALIAÇÃO: 2012 ANO DE PUBLICAÇÃO DESTE DOCUMENTO:

Leia mais

A República Federativa do Brasil. A República Argentina (doravante denominadas as Partes ),

A República Federativa do Brasil. A República Argentina (doravante denominadas as Partes ), ACORDO DE COOPERAÇÃO ENTRE A REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E A REPÚBLICA ARGENTINA RELATIVO À COOPERAÇÃO ENTRE SUAS AUTORIDADES DE DEFESA DA CONCORRÊNCIA NA APLICAÇÃO DE SUAS LEIS DE CONCORRÊNCIA A República

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATAÇÃO DE CONSULTOR PESSOA FÍSICA MODALIDADE PRODUTO

TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATAÇÃO DE CONSULTOR PESSOA FÍSICA MODALIDADE PRODUTO Número e Título do Projeto Função no Projeto: TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATAÇÃO DE CONSULTOR PESSOA FÍSICA MODALIDADE PRODUTO BRAX66 - Fortalecimento da Secretaria Nacional de Justiça em cooperação jurídica

Leia mais

A GESTÃO HOSPITALAR E A NOVA REALIDADE DO FINANCIAMENTO DA ASSISTÊNCIA RENILSON REHEM SALVADOR JULHO DE 2006

A GESTÃO HOSPITALAR E A NOVA REALIDADE DO FINANCIAMENTO DA ASSISTÊNCIA RENILSON REHEM SALVADOR JULHO DE 2006 A GESTÃO HOSPITALAR E A NOVA REALIDADE DO FINANCIAMENTO DA ASSISTÊNCIA RENILSON REHEM SALVADOR JULHO DE 2006 No passado, até porque os custos eram muito baixos, o financiamento da assistência hospitalar

Leia mais

Acerca da atividade sindical e das contribuições para o Sindicato

Acerca da atividade sindical e das contribuições para o Sindicato Acerca da atividade sindical e das contribuições para o Sindicato Muito se discute hoje acerca das contribuições compulsórias destinadas aos Sindicatos, em especial das contribuições assistencial e confederativa.

Leia mais

SINAES: Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior: Da Concepção à Regulamentação. 2

SINAES: Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior: Da Concepção à Regulamentação. 2 Regina Beatriz Bevilacqua Vieira 1 SINAES: Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior: Da Concepção à Regulamentação. 2 BRASIL/INEP. SINAES: Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior:

Leia mais

Constituição Federal

Constituição Federal Constituição Federal CONSTITUIÇÃO FEDERAL 1 CONSTITUIÇÃO FEDERAL DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL - 1988 COM A INCORPORAÇÃO DA EMENDA 14 Capítulo III Da Educação, da Cultura e do Desporto Seção I Da Educação

Leia mais

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: SERVIÇO

Leia mais

Introdução: Código de Conduta Corporativa

Introdução: Código de Conduta Corporativa Transporte Excelsior Ltda Código de Conduta Corporativa Introdução: A Transporte Excelsior através desse Código Corporativo de Conduta busca alinhar e apoiar o cumprimento de nossa Missão, Visão e Valores,

Leia mais

NORMAS DE CONDUTA. Apresentação

NORMAS DE CONDUTA. Apresentação NORMAS DE CONDUTA Apresentação Adequando-se às melhores práticas de Governança Corporativa, a TITO está definindo e formalizando as suas normas de conduta ( Normas ). Estas estabelecem as relações, comportamentos

Leia mais

COMUNICADO n o 002/2012 ÁREA DE LETRAS E LINGUÍSTICA ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 Brasília, 22 de Maio de 2012

COMUNICADO n o 002/2012 ÁREA DE LETRAS E LINGUÍSTICA ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 Brasília, 22 de Maio de 2012 COMUNICADO n o 002/2012 ÁREA DE LETRAS E LINGUÍSTICA ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 Brasília, 22 de Maio de 2012 IDENTIFICAÇÃO ÁREA DE AVALIAÇÃO: Letras e Linguística PERÍODO DE AVALIAÇÃO: 2012 ANO

Leia mais

Contribuição Sindical Patronal

Contribuição Sindical Patronal Contribuição Sindical Patronal Aspectos Legais O recolhimento da contribuição sindical é obrigatório conforme se verifica nos artigos 578, 579 e 580 da Consolidação das Leis do Trabalho: TÍTULO V - DA

Leia mais

Tradução e mercado de trabalho

Tradução e mercado de trabalho Tradução e mercado de trabalho Entrevista com Maria Franca Zucarello, presidente do Sindicato Nacional de Tradutores Angélica Karim Garcia Simão 1 Para o número sobre tradução da revista abehache, julgamos

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que respeita as particularidades de todo o país. Desta maneira, o apoio ao

Leia mais

CAPTAÇÃO DE RECURSOS ATRAVÉS DE PROJETOS SOCIAIS. Luis Stephanou Fundação Luterana de Diaconia fld@fld.com.br

CAPTAÇÃO DE RECURSOS ATRAVÉS DE PROJETOS SOCIAIS. Luis Stephanou Fundação Luterana de Diaconia fld@fld.com.br CAPTAÇÃO DE RECURSOS ATRAVÉS DE PROJETOS SOCIAIS Luis Stephanou Fundação Luterana de Diaconia fld@fld.com.br Apresentação preparada para: I Congresso de Captação de Recursos e Sustentabilidade. Promovido

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05 Aprova a NBC T 11.8 Supervisão e Controle de Qualidade. O Conselho Federal de Contabilidade, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, Considerando que as Normas

Leia mais

Em defesa de uma Secretaria Nacional de Igualdade de Oportunidades

Em defesa de uma Secretaria Nacional de Igualdade de Oportunidades 1 Em defesa de uma Secretaria Nacional de Igualdade de Oportunidades A Comissão Nacional da Questão da Mulher Trabalhadora da CUT existe desde 1986. Neste período houve muitos avanços na organização das

Leia mais

Função Social da Escola. Celina Alves Arêas Diretora do SINPRO MINAS CONTEE e CTB

Função Social da Escola. Celina Alves Arêas Diretora do SINPRO MINAS CONTEE e CTB Função Social da Escola Celina Alves Arêas Diretora do SINPRO MINAS CONTEE e CTB Esquema de Apresentação 1. Quem é a CONTEE 1.1. Princípios e Bandeiras 2. Função Social da Escola 2.1. Constituição Federal/1988

Leia mais

3. Autonomia frente aos partidos e parlamentares e Independência em relação aos patrões e governos

3. Autonomia frente aos partidos e parlamentares e Independência em relação aos patrões e governos Eixo III: Programa de trabalho para a direção do SISMMAC Continuar avançando na reorganização do magistério municipal com trabalho de base, organização por local de trabalho, formação política e independência

Leia mais

Proteção Infanto-Juvenil no campo: uma Colheita para o Futuro

Proteção Infanto-Juvenil no campo: uma Colheita para o Futuro Proteção Infanto-Juvenil no campo: uma Colheita para o Futuro A Campanha Nacional pela Proteção Infanto-Juvenil no campo: uma colheita para o futuro, é uma ação estratégica do Movimento Sindical de Trabalhadores

Leia mais

REVISTA NACIONAL DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - RNTI

REVISTA NACIONAL DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - RNTI - RNTI (publicação oficial do Setor de TIC) Atualização desde documento: 12.08.2015 Todos sabem e principalmente nós que a tecnologia da informação e comunicação está presente no dia a dia de praticamente

Leia mais

ações de cidadania ONG estimula o protagonismo de jovens para que eles atuem transformando a realidade de região castigada pela seca no Ceará

ações de cidadania ONG estimula o protagonismo de jovens para que eles atuem transformando a realidade de região castigada pela seca no Ceará ações de cidadania Onde o sol nasce ONG estimula o protagonismo de jovens para que eles atuem transformando a realidade de região castigada pela seca no Ceará O triste cenário já é um velho conhecido por

Leia mais

EDITAL Nº 05/2007 PRODOCÊNCIA

EDITAL Nº 05/2007 PRODOCÊNCIA EDITAL Nº 05/2007 PRODOCÊNCIA PROGRAMA DE CONSOLIDAÇÃO DAS LICENCIATURAS MEC/SESu/DEPEM 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MEC SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR - SESu EDITAL Nº 05/2007 Brasília, 20 junho de 2007

Leia mais

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO TRANS-MUX (EXPLORAÇÃO INDUSTRIAL DE LINHA DEDICADA EILD) ANEXO 3 TERMO DE COMPROMISSO DE CONFIDENCIALIDADE

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO TRANS-MUX (EXPLORAÇÃO INDUSTRIAL DE LINHA DEDICADA EILD) ANEXO 3 TERMO DE COMPROMISSO DE CONFIDENCIALIDADE CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO TRANS-MUX (EXPLORAÇÃO INDUSTRIAL DE LINHA DEDICADA EILD) ANEXO 3 TERMO DE COMPROMISSO DE CONFIDENCIALIDADE 1. OBJETIVO Este Anexo ao Contrato de Prestação de Serviço TRANS-MUX

Leia mais

SPED Sistema Público de Escrituração Fiscal CONTROLES MÍNIMOS PARA A SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Prof. Ms. Edison Fontes, CISM, CISA, CRISC

SPED Sistema Público de Escrituração Fiscal CONTROLES MÍNIMOS PARA A SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Prof. Ms. Edison Fontes, CISM, CISA, CRISC NUCLEO CONSULTORIA EM SEGURANÇA Artigo SPED Sistema Público de Escrituração Fiscal CONTROLES MÍNIMOS PARA A SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO BRASIL, São Paulo Novembro, 2013 V.1.0 1. RESUMO Este artigo apresenta

Leia mais

Revista Especial de Educação Física Edição Digital v. 3, n. 1, novembro 2006.

Revista Especial de Educação Física Edição Digital v. 3, n. 1, novembro 2006. UM ENSAIO SOBRE A DEMOCRATIZAÇÃO DA GESTÃO NO COTIDIANO ESCOLAR: A CONEXÃO QUE FALTA. Noádia Munhoz Pereira Discente do Programa de Mestrado em Educação PPGE/FACED/UFU - noadia1@yahoo.com.br Resumo O presente

Leia mais

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA Shirlei de Souza Correa - UNIVALI 1 Resumo: No contexto educacional pode-se considerar a gestão escolar como recente, advinda das necessidades

Leia mais

25 de novembro - Dia Internacional de Combate à Violência Contra as Mulheres. Carta de Brasília

25 de novembro - Dia Internacional de Combate à Violência Contra as Mulheres. Carta de Brasília Anexo VI 25 de novembro - Dia Internacional de Combate à Violência Contra as Mulheres Carta de Brasília Na véspera do Dia Internacional de Combate à Violência Contra as Mulheres nós, trabalhadoras dos

Leia mais

Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia Brasil. Educação: Ensino, pesquisa e extensão! Solange Barreto Chaves¹

Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia Brasil. Educação: Ensino, pesquisa e extensão! Solange Barreto Chaves¹ Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia Brasil Educação: Ensino, pesquisa e extensão! Solange Barreto Chaves¹ Resumo O presente texto tem por objetivo refletir e discutir sobre a integração entre ensino,

Leia mais

Outubro 2013. ARTIGO 19 Rua João Adolfo, 118 conjunto 802 Centro CEP: 01050-020 - São Paulo SP www.artigo19.org +55 11 3057 0042 +55 11 3057 0071

Outubro 2013. ARTIGO 19 Rua João Adolfo, 118 conjunto 802 Centro CEP: 01050-020 - São Paulo SP www.artigo19.org +55 11 3057 0042 +55 11 3057 0071 A Artigo 19 apresenta análise comparada de países que permitem publicidade e propaganda comercial em rádios comunitárias em referência à minuta do Projeto Legislativo do Senado que propõe possibilitar

Leia mais

Termo de Uso A AGENDA SUSTENTABILIDADE única e exclusiva proprietária do domínio www.agenda SUSTENTABILIDADE.com.br, doravante denominado AGENDA SUSTENTABILIDADE, estabelece o presente TERMO DE USO para

Leia mais

CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda

CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda www.especifico.com.br DISCIPLINA : Sociologia PROF: Waldenir do Prado DATA:06/02/2012 O que é Sociologia? Estudo objetivo das relações que surgem e se reproduzem, especificamente,

Leia mais

PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM POLÍTICAS PÚBLICAS, ESTRATÉGIAS E DESENVOLVIMENTO

PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM POLÍTICAS PÚBLICAS, ESTRATÉGIAS E DESENVOLVIMENTO PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM POLÍTICAS PÚBLICAS, ESTRATÉGIAS E DESENVOLVIMENTO LINHA DE PESQUISA: POLÍTICAS PÚBLICAS DE CULTURA JUSTIFICATIVA O campo de pesquisa em Políticas Públicas de

Leia mais

Estatutos da Aliança Francesa

Estatutos da Aliança Francesa Estatutos da Aliança francesa Estatutos da Aliança Francesa Preâmbulo A Aliança francesa é um movimento internacional criado em 1883, apolítico e não confessional, que se deu por missão ensinar a língua

Leia mais

O Acordo de Madrid relativo ao Registro. Internacional de Marcas e o Protocolo. referente a este Acordo: Objetivos,

O Acordo de Madrid relativo ao Registro. Internacional de Marcas e o Protocolo. referente a este Acordo: Objetivos, O Acordo de Madrid relativo ao Registro Internacional de Marcas e o Protocolo referente a este Acordo: Objetivos, Principais Características, Vantagens Publicação OMPI N 418 (P) ISBN 92-805-1313-7 2 Índice

Leia mais

A Sombra do Imposto. Propostas para um sistema de impostos mais simples e justo Simplifica Já

A Sombra do Imposto. Propostas para um sistema de impostos mais simples e justo Simplifica Já A Sombra do Imposto Propostas para um sistema de impostos mais simples e justo Simplifica Já Expediente A Sombra do Imposto Cartilha produzida pelo Sistema Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná).

Leia mais

Sua hora chegou. Faça a sua jogada. REGULAMENTO

Sua hora chegou. Faça a sua jogada. REGULAMENTO Sua hora chegou. Faça a sua jogada. REGULAMENTO Prêmio de Empreendedorismo James McGuire 2013 REGULAMENTO Prêmio de Empreendedorismo James McGuire 2013 é uma competição interna da Laureate International

Leia mais

CRUZ VERMELHA BRASILEIRA FILIAL NO MARANHÃO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO: CRIAÇÃO E FUNCIONAMENTO

CRUZ VERMELHA BRASILEIRA FILIAL NO MARANHÃO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO: CRIAÇÃO E FUNCIONAMENTO CRUZ VERMELHA BRASILEIRA FILIAL NO MARANHÃO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO: CRIAÇÃO E FUNCIONAMENTO CRUZ VERMELHA BRASILEIRA FILIAL NO MARANHÃO Presidente Carmen Maria Teixeira Moreira Serra Secretário

Leia mais

Carta-Compromisso pela. Garantia do Direito à Educação de Qualidade. Uma convocação aos futuros governantes e parlamentares do Brasil

Carta-Compromisso pela. Garantia do Direito à Educação de Qualidade. Uma convocação aos futuros governantes e parlamentares do Brasil 1 Carta-Compromisso pela Garantia do Direito à Educação de Qualidade Uma convocação aos futuros governantes e parlamentares do Brasil Para consagrar o Estado Democrático de Direito, implantado pela Constituição

Leia mais

Princípios Gerais para a Prevenção dos Riscos Penais Endesa Brasil

Princípios Gerais para a Prevenção dos Riscos Penais Endesa Brasil Princípios Gerais para a Prevenção dos Riscos Penais Endesa Brasil Introdução 5 INTRODUÇÃO A seguir, são descritos os comportamentos e princípios gerais de atuação esperados dos Colaboradores da Endesa

Leia mais

ICC 114 8. 10 março 2015 Original: inglês. Conselho Internacional do Café 114. a sessão 2 6 março 2015 Londres, Reino Unido

ICC 114 8. 10 março 2015 Original: inglês. Conselho Internacional do Café 114. a sessão 2 6 março 2015 Londres, Reino Unido ICC 114 8 10 março 2015 Original: inglês P Conselho Internacional do Café 114. a sessão 2 6 março 2015 Londres, Reino Unido Memorando de Entendimento entre a Organização Internacional do Café, a Associação

Leia mais

PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 29/07/2008

PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 29/07/2008 PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 29/07/2008 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADA: Prefeitura Municipal de Porto Real/Conselho

Leia mais

SALA DE ESPERA DIREITOS DOS IDOSOS: SUBPROJETO DO NÚCLEO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, JURÍDICA E DE ESTUDOS SOBRE A PESSOA IDOSA

SALA DE ESPERA DIREITOS DOS IDOSOS: SUBPROJETO DO NÚCLEO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, JURÍDICA E DE ESTUDOS SOBRE A PESSOA IDOSA 110. ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( x ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA SALA DE ESPERA DIREITOS DOS IDOSOS: SUBPROJETO DO NÚCLEO

Leia mais

ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos!

ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos! ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos! Documento final aprovado por adolescentes dos Estados do Amazonas, da Bahia, do Ceará, do Mato Grosso,

Leia mais

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONTRAÇÕES CONTÁBEIS FINDAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONTRAÇÕES CONTÁBEIS FINDAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONTRAÇÕES CONTÁBEIS FINDAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 NOTA 01- Contexto Operacional: SIMPROEL Sindicato Municipal dos Profissionais em Educação de Lages - SC Fundado em 17/12/1997,

Leia mais

CURSO: MBA EM GESTÃO PÚBLICA E AUDITORIA DISCIPLINA: ÉTICA NA GESTÃO PÚBLICA PRIMEIRO MÓDULO INTRODUÇÃO

CURSO: MBA EM GESTÃO PÚBLICA E AUDITORIA DISCIPLINA: ÉTICA NA GESTÃO PÚBLICA PRIMEIRO MÓDULO INTRODUÇÃO CURSO: MBA EM GESTÃO PÚBLICA E AUDITORIA DISCIPLINA: ÉTICA NA GESTÃO PÚBLICA PRIMEIRO MÓDULO INTRODUÇÃO OBJETIVO DO CURSO MBA EM GESTÃO PÚBLICA E AUDITORIA Oferecer condições ferramentais para o profissional

Leia mais

Formação do Engenheiro de Produção: Competências Acadêmicas e Profissionais

Formação do Engenheiro de Produção: Competências Acadêmicas e Profissionais Formação do Engenheiro de Produção: Competências Acadêmicas e Profissionais Propriedade Intelectual e seu impacto nos programas de pós-graduação XVI ENCEP Encontro Nacional de Coordenadores de Cursos de

Leia mais

SAC: Fale com quem resolve

SAC: Fale com quem resolve SAC: Fale com quem resolve A Febraban e a sociedade DECRETO 6523/08: UM NOVO CENÁRIO PARA OS SACs NOS BANCOS O setor bancário está cada vez mais consciente de seu papel na sociedade e deseja assumi-lo

Leia mais

Programa San Tiago Dantas de Apoio ao Ensino de Relações Internacionais

Programa San Tiago Dantas de Apoio ao Ensino de Relações Internacionais C A P E S Programa San Tiago Dantas de Apoio ao Ensino de Relações Internacionais A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) convida as instituições públicas de ensino superior

Leia mais

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 O trabalho da CPA/PUCSP de avaliação institucional está regulamentado pela Lei federal nº 10.861/04 (que institui o SINAES), artigo 11 e pelo

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que respeita as particularidades de todo o país. Desta maneira, o apoio ao

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA DIRETRIZ SOBRE PRESENTES E ENTRETENIMENTO

CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA DIRETRIZ SOBRE PRESENTES E ENTRETENIMENTO CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA DIRETRIZ SOBRE PRESENTES E ENTRETENIMENTO MAGNA INTERNATIONAL INC. DIRETRIZ SOBRE PRESENTES E ENTRETENIMENTO Oferecer ou receber presentes e entretenimento é muitas vezes uma

Leia mais

2 - Sabemos que a educação à distância vem ocupando um importante espaço no mundo educacional. Como podemos identificar o Brasil nesse contexto?

2 - Sabemos que a educação à distância vem ocupando um importante espaço no mundo educacional. Como podemos identificar o Brasil nesse contexto? A EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA E O FUTURO Arnaldo Niskier 1 - Qual a relação existente entre as transformações do mundo educacional e profissional e a educação à distância? A educação à distância pressupõe uma

Leia mais

EVASÃO NO CURSO DE PEDAGOGIA DE UMA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO UM ESTUDO DE CASO

EVASÃO NO CURSO DE PEDAGOGIA DE UMA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO UM ESTUDO DE CASO EVASÃO NO CURSO DE PEDAGOGIA DE UMA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO UM ESTUDO DE CASO Elizabeth da Silva Guedes UNESA Laélia Portela Moreira UNESA Resumo A evasão no Ensino Superior (ES) vem chamando

Leia mais

PACTO PELA VIDA ANIMAL REDE DE DEFESA ANIMAL

PACTO PELA VIDA ANIMAL REDE DE DEFESA ANIMAL Pernambuco, 2012 PACTO PELA VIDA ANIMAL REDE DE DEFESA ANIMAL DOCUMENTO DE TRABALHO Sobre um Plano de Ação relativo à Proteção e ao Bem-Estar dos Animais 2012-2015 Base estratégica das ações propostas

Leia mais

CRITÉRIOS DE QUALIFICAÇÃO DE PESSOAL DOCENTE PARA A ACREDITAÇÃO DE CICLOS DE ESTUDOS

CRITÉRIOS DE QUALIFICAÇÃO DE PESSOAL DOCENTE PARA A ACREDITAÇÃO DE CICLOS DE ESTUDOS CRITÉRIOS DE QUALIFICAÇÃO DE PESSOAL DOCENTE PARA A ACREDITAÇÃO DE CICLOS DE ESTUDOS Versão 1.1 Setembro 2013 1. Critérios (mínimos) de referência quanto à qualificação do corpo docente para a acreditação

Leia mais

Instruções para preenchimento do formulário de CURSOS DE APERFEIÇOAMENTO

Instruções para preenchimento do formulário de CURSOS DE APERFEIÇOAMENTO Instruções para preenchimento do formulário de CURSOS DE APERFEIÇOAMENTO As instruções a seguir orientam a elaboração de propostas de Cursos de Aperfeiçoamento para aprovação e registro no Sistema de Informações

Leia mais

A EXPANSÃO DO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: A QUALIDADE DA OFERTA A DISTÂNCIA DO CURSO DE PEDAGOGIA A PARTIR DA LDB DE 1996

A EXPANSÃO DO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: A QUALIDADE DA OFERTA A DISTÂNCIA DO CURSO DE PEDAGOGIA A PARTIR DA LDB DE 1996 A EXPANSÃO DO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: A QUALIDADE DA OFERTA A DISTÂNCIA DO CURSO DE PEDAGOGIA A PARTIR DA LDB DE 1996 RESUMO Aila Catori Gurgel Rocha 1 Rosana de Sousa Pereira Lopes 2 O problema proposto

Leia mais

Código de Ética e Conduta Profissional da MRC Consultoria e Sistema de Informática Ltda. - ME

Código de Ética e Conduta Profissional da MRC Consultoria e Sistema de Informática Ltda. - ME 1 - Considerações Éticas Fundamentais Como um colaborador da. - ME eu devo: 1.1- Contribuir para a sociedade e bem-estar do ser humano. O maior valor da computação é o seu potencial de melhorar o bem-estar

Leia mais

O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP

O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP O Papel do Pedagogo na Escola Pública 1 A construção histórica do Curso de Pedagogia 2 Contexto atual do Curso de Pedagogia 3 O trabalho do Pedagogo prática

Leia mais

SAÚDE COMO UM DIREITO DE CIDADANIA

SAÚDE COMO UM DIREITO DE CIDADANIA SAÚDE COMO UM DIREITO DE CIDADANIA José Ivo dos Santos Pedrosa 1 Objetivo: Conhecer os direitos em saúde e noções de cidadania levando o gestor a contribuir nos processos de formulação de políticas públicas.

Leia mais

PROFLETRAS R E G I M E N T O

PROFLETRAS R E G I M E N T O PROFLETRAS R E G I M E N T O CAPÍTULO I - CAPITULO II - CAPÍTULO III - CAPÍTULO IV - CAPÍTULO V - CAPÍTULO VI - CAPÍTULO VII - CAPÍTULO VIII - Das Finalidades Das Instituições Associadas Da Organização

Leia mais

Relato de Experiência: Iniciativas Acadêmicas PRIMEIRO PASSO. Elaboração de um jornal de bairro em comunidade do interior do Rio Grande do Sul

Relato de Experiência: Iniciativas Acadêmicas PRIMEIRO PASSO. Elaboração de um jornal de bairro em comunidade do interior do Rio Grande do Sul Relato de Experiência: Iniciativas Acadêmicas PRIMEIRO PASSO Elaboração de um jornal de bairro em comunidade do interior do Rio Grande do Sul PARZIANELLO, Geder Universidade Federal do Pampa RESUMO Projeto

Leia mais

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na atualidade: luta, organização e educação

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na atualidade: luta, organização e educação O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na atualidade: luta, organização e educação Entrevista concedida por Álvaro Santin*, da coordenação nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem

Leia mais

Estimados colegas representantes dos países membros do Fórum das Federações, Embaixadores e delegados

Estimados colegas representantes dos países membros do Fórum das Federações, Embaixadores e delegados PRESIDENCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS SUBCHEFIA DE ASSUNTOS FEDERATIVOS Assunto: DISCURSO DO EXMO. SUBCHEFE DE ASSUNTOS FEDERATIVOS DA SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS DA

Leia mais

CASE PRÊMIO ANSP 2005

CASE PRÊMIO ANSP 2005 CASE PRÊMIO ANSP 2005 1 BVP HAND: Mobilidade para fazer cotações através de dispositivos portáteis. Índice...2 Resumo Executivo...3 Clientes no Brasil...4 1. Sinopse...5 2. Problema...6 3. Solução...7

Leia mais

A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná.

A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná. A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná. O Curso de Formação de Docentes Normal, em nível médio, está amparado

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 65 Discurso na solenidade do Dia

Leia mais